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Escola Técnica Estadual “Júlio de Mesquita”

Nomes: Elaine Teixeira Veiga Nº. 09 Turma: 3ºS.


Giuliana Carrera Misiuk 13
Yago Luksevicius de Moraes 31

Relatório de espectrofotometria (AQI)

Relatório número 4 de Analise Química Instrumental

Realizado no laboratório de química do bloco E da ETEC Júlio de Mesquita, rua Prefeito


Justino Paixão, nº. 150.

1-Com que (ais) objetivo(s) foi realizado o experimento?


Determinar a pureza do NaOH Utilizando o método potenciometrico.

2-Relacione os equipamentos, vidrarias e reagentes utilizados.


Equipamentos e Vidrarias:
• Béquer;
• Suporte universal;
• Bureta;
• Pipeta;
• Erlenmeyer;
• Pisseta;
• Avental;
• Óculos de segurança;
• Luvas;
• Vidro de relógio;
• Balança analítica;
• Espátula;
• Balão volumétrico;
• pHmetro;
• Agitador magnético;

Reagentes:
• Hidróxido de sódio;
• Acido cloridrico;
• Fenolftaleína;

3-Descreva a técnica utilizada e apresente o fluxograma

1 - Preparar 250 mL de solução de NaOH 4 g/L, anotar a massa pesada;


2 – Transferir 25 mL da solução preparada para o béquer de 250 mL e
adicionar mais 50 mL da água;

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3 – Colocar o béquer em um agitador magnético e inserir no mesmo o eletrodo
do pHmetro e o sensor de temperatura, ligar a agitação (branda) e tomar
cuidado com o eletrodo;
4 – Medir o pH e o valor de mV do titulado (NaOH) antes do inicio da titulação;
5 – Medir pH e mV após cada adição de 2 mL da solução padrão de HCl, num
total de 7 adições (14 mL);
6 – Seguir o procedimento do item “5”, porem com adições de 1 mL, até 22 mL;
7 – Manter o procedimento, com adições de 0,5 mL, até 28 mL, e após, fazer
mais 3 adições de 1mL, sempre acompanhando o pH e o mV;
8 – Lavar o sistema e realizar o mesmo procedimento em duplicata;
9 – Realizar em duplicata a titulação do NaOH (adicionar fenolftaleína)
utilizando uma solução padrão de HCl.

4-Quais os conceitos teóricos foram aplicados nessa prática?


Sabendo o potencial do eletrodo de referência, podemos deduzir o valor do
potencial de eletrodo,e desde que se conheça o valor do potencial de eletrodo
padrão do metal podemos calcular a atividade do íon metálico na solução. Para
uma solução diluída, a atividade iônica medida será virtualmente a mesma que
a concentração iônica, e, para soluções mais concentradas, dado o valor do
coeficiente de atividade podemos converter a atividade iônica medida na
concentração correspondente.

5-Quais as reações ocorridas?


NaOH +HCl +H2O NaCl+2H2O

6-Verifique em literatura: custo e toxicologia de reagentes, produtos e


material de suporte da experiência.

Materiais e Reagentes Preço(em R$)


Béquer; 10,00
Suporte universal 22,00
Bureta; 31,60
Pipeta; 30,00
Erlenmeyer; 32,00
Pisseta 10,00
Avental; 20,00
Óculos de segurança 5,00
Vidro de relógio; 2,50
Luvas; 20,00(20 LUVAS)
Balança analítica; 699,00
Espátula; 3,00
Balão volumétrico 15,00
pHmetro; 722,50
Agitador magnético 485,00
Hidróxido de sódio 10,05
Acido cloridrico 10,05
Fenolftaleína; 13,72

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Toxicologia:
Hidróxido de sodio

Ingestão:

Pode causar danos graves e permanentes ao sistema gastrointestinal.


Inalação:
Irritação com pequenas exposições, danoso ou mortal em altas doses.
Pele:
Perigoso. Os sintomas vão desde irritações leves até úlceras graves.
Olhos:
Perigoso. Pode causar queimaduras, danos a córnea ou conjuntiva

Acido clorídrico
EXTREMAMENTE CORROSIVO. A INALAÇÃO DO VAPOR PODE
CAUSAR FERIMENTOS SÉRIOS. A INGESTÃO PODE SER FATAL. O
LÍQUIDO PODE CAUSAR DANOS À PELE E AOS OLHOS. TLV 5 ppm.

Fenolftaleina

PODE ATUAR COMO IRRITANTE DA PELE, DOS OLHOS OU DO


TRATO RESPIRATÓRIO.

DADOS DE TOXICIDADE
IPR-RAT LDLO 500 mg kg-1

7-Compare e faça análise dos resultados obtidos em relação aos


esperados.

8-Qual a conclusão da experiência?

9-Qual a sua nota para a prática (apresentação, desenvolvimento, analise


e resultados) e qual a sua nota para a sua dedicação, no geral, para essa
prática.
Giuliana:me considero merecedora de um conceito B.

10 – BPL
• O laboratório deve ter meios para assegurar que sua gerência e o seu
pessoal estejam livres de quaisquer pressões e influências indevidas,
comerciais, financeiras e outras, internas ou externas que possam afetar
adversamente a qualidade dos seus trabalhos;
• O laboratório deve ter políticas e procedimentos para evitar
envolvimento em quaisquer atividades que poderiam diminuir a

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confiança na sua competência, imparcialidade, julgamento ou
integridade operacional;
• O laboratório deve prover supervisão adequada do pessoal de ensaio e
calibração, inclusive daqueles em treinamento, por pessoas
familiarizadas com os métodos e procedimentos, com a finalidade de
cada ensaio e/ou calibração e com a avaliação dos resultados de ensaio
ou calibração;
• Devem ser tomadas medidas que assegurem uma boa limpeza e
arrumação no laboratório. Onde necessário, devem ser preparados
procedimentos especiais.
• Cada relatório de ensaio ou certificado de calibração deve incluir, a
menos que o laboratório tenha razões válidas para não fazê-lo, pelo
menos, as seguintes informações:
a) um título (por exemplo: "Relatório de ensaio" ou "Certificado de
calibração");
b) o nome e o endereço do laboratório e o local onde os ensaios e/ou
calibrações foram realizados, se diferentes do endereço do laboratório;
c) identificação unívoca do relatório de ensaio ou certificado de
calibração (tal como número de série), e em cada página uma
identificação que assegure que a página seja reconhecida como uma
parte do relatório de ensaio ou do certificado de calibração, e uma clara
identificação do final do relatório de ensaio ou certificado de calibração;
e) identificação do método utilizado;
f) uma descrição, a condição e identificação não ambígua, do(s) item(s)
ensaiado(s) ou calibrado(s);
i) os resultados do ensaio ou calibração com as unidades de medida,
onde apropriado;

11 – Referencias bibliografias.

http://instrulab.com.br/busca.php
http://prolab.com.br
http://www.quimibras.com.br/