II Simpósio Brasileiro de Geomática

V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas

Presidente Prudente - SP, 24-27 de julho de 2007
ISSN 1981-6251, p. 755-760

GEOVISUALIZAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA
MARCIO AUGUSTO REOLON SCHMIDT¹
PROF. DR. LUCIENE STAMATO DELAZARI²
MARCO AURÉLIO DEBUS NADAL3
1,2

Universidade Federal do Paraná - UFPR
Caixa Postal 19001 – CEP 81513-990 - Curitiba - PR, Brasil
1

marcio.schmidt@gmail.com
2
luciene@ufpr.br
3
marco_nadal@yahoo.com.br

RESUMO - SIG, cartografia e visualização científica computacional (ViSC) são disciplinas
complementares. A ViSC pode ser conceituada como o uso de informática para explorar dados de forma
visual e para experimentar mundos virtuais usando os caminhos sensoriais dos humanos, ou como o uso
de gráficos computacionais como meio para adquirir um profundo entendimento sobre os dados. Dentro
desse contexto o que é chamado de visualização científica, pode ser entendido como um conjunto de
ferramentas, técnicas e sistemas especificamente desenvolvidos para gerar profundo conhecimento dos
dados através da análise visual dos mesmos. O escopo da cartografia, por outro lado, não é limitado pela
compatibilidade com informática, pois sua premissa de exploração é a visão humana preferivelmente, mas
não necessariamente, assistida por computador. Nas aplicações SIG, o tipo de visualização não deve ser
selecionado meramente baseado em tradição, mas criteriosamente de modo a potencializar o resultado da
análise. Conseqüentemente, uma metodologia racional é exigida para desenho de visualizações. Essa
metodologia passa pela elaboração consistente do Projeto Cartográfico e de um sistema que auxilie o
usuário no momento da criação da visualização. Esse artigo procura mostrar o histórico da visualização
científica (ViSC) e sua interação com ambientes SIG e visualização cartográfica.
ABSTRACT - GIS, cartography and ViSC are complementary disciplines. ViSC can be defined as the
use of computer science to explore data in visual way and to try virtual worlds using the sensorial ways of
the human beings, or as the use of computer graphics to acquire a deep knowledge on the data. In this
context what it is called scientific visualization can be understood as a set of tools, techniques and
systems specifically developed to generate deep knowledge of the data through the visual analysis of the
data. The target of the cartography, on the other hand, is not limited by the compatibility with computer
science, therefore its premise of exploration is the vision human being ratherly, but not necessarily
attended for computer. In the applications of SIG, the type of visualization it does not have to be selected
based merely in tradition, but criteriosly in order to potencialize the result of the analysis. Consequently, a
rational methodology is demanded for drawing visualizations in GIS. This methodology passes for the
consistent elaboration of the Cartographic Project and a system that assists the user-producer at the
moment of the creation of the visualization.

1. INTRODUÇÃO
A Cartografia utiliza tradicionalmente a
simbolização, mas até Bertin apresentar as diretrizes
sistemáticas para simbolização na década de 1960, as
regras seguidas pelos cartógrafos eram baseadas em
convenções e experiência. O termo visualização passou
então a ser adotado para representar o conjunto de
técnicas usadas para transformar um determinado
conjunto de dados em representações visuais. Porém,
além das técnicas da cartografia desenvolvidas para
meio analógico terem sido transportadas para o meio
digital sem correções eventualmente necessárias, as
potencialidades da geração de mapas em meio digital
Schmidt, M.A.R.; Delazari, L.S.; Nadal, M.A.D.

se expandiu muito nos últimos anos, acompanhando a
rápida evolução da informática.
Há alguma confusão entre o que é representação
em SIG, o que é visualização cartográfica e o que é
visualização científica. Apesar de complementares os
temas são distintos e os diversos programas de
computadores existentes no mercado e as abordagens
científicas desenvolvidas tratam desses temas de modo
bastante diferente. Especialmente no que se refere à
escolha do tipo de visualização cartográfica em
ambientes SIG ou uso de técnicas de cartografia em
ambientes de visualização científica.

1

Delazari. Dentro da cartografia há muito tempo se busca sistematizar o 1 do inglês “Visualisation” segundo Visvalingam (1994). Visvaligam (1994) salienta os diferentes conceitos envolvidos nesse estudo: • “Visualisação”1: é o processo mental que serve a vários propósitos incluindo a análise visual. VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA VISUALIZAÇÃO CARTOGRÁFICA Presidente Prudente .A. onde indivíduos exploram dados espaciais. a importância de representações gráficas de dados pode ser desde “plotagem científica de dados” até os domínios do que é agora conhecido como visualização em computação científica (ViSC). apoiada pela pesquisa científica em processos cognitivos humanos. Schmidt. no qual o foco é revelar o desconhecido. L.S. Além disso. Visvaligam (1994). Nessa conotação estão inseridas todas as possibilidades de exploração de ambientes virtuais. ou seja. às vezes. Entretanto. onde uma grande quantidade de usuários pode usar o dado publicado. Porém foi em 1969 que Kolacny publicou um modelo descrevendo como se processa a criação e uso de mapas.II Simpósio Brasileiro de Geomática V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas 2. a produção cartográfica seguia convenções do desenho de mapas que foram desenvolvidos através do tempo. Figura 1: Modelo de Kolacny (adaptado de Hallisey. O objetivo do cartógrafo era conseguir uma descrição fiel da realidade através de abstrações próprias. Di Biase. Primeira. apresentado na figura 1.. sons e animações. incluindo mapas. afirma que ViSC pode ser conceituada segundo duas conotações diferentes. técnicas e sistemas especificamente desenvolvidos para gerar profundo conhecimento dos dados através da análise visual dos dados. as técnicas de visualização são descritas pela cartografia. • Visualização: é o processo que através das ferramentas converte dados brutos em uma imagem. de modo a entender como funciona esse processo.D. Para Wood e Brodlie (1994). cartogramas. e • o continuum do mapa variando de alta a baixa interação humana. Por outro lado. A consideração de que a comunicação possa acontecer quando o foco é visualização se deve ao fato que. sempre procurando um “mapa ótimo”. embora comunicação possa ocorrer. ao uso do mapa no qual o conhecido é apresentado. 2005). 24-27 de julho de 2007 E Segundo Wood e Brodlie (1994). • ViSC: é a disciplina que desenvolve ferramentas. técnicas e sistemas para visualização assistida por computador. Apesar de restrita ao uso de imagens essa tem se mostrado a principal linha de pesquisa desde então. MacEachren revisou seu conceito de modo a estabelecer um modelo que hoje é bastante conhecido em cartografia analítica como cubo de uso de mapas. é parte do processo cognitivo. pode ser entendido como um conjunto de ferramentas. quando se trata de visualização de dados espacialmente referenciados. mais recentemente os cartógrafos mudaram a ênfase do modelo de comunicação de mapas para o conceito de visualização cartográfica. conceituando o mundo real para produzir um mapa. ou seja. o termo visualização científica computacional apareceu pela primeira vez na publicação da National Science Foundation. descrições pictóricas de imagens mentais. a público. 2005) O modelo de Kolacny apresenta o cartógrafo separado do mapa em tempo e espaço. M. Dentro desse contexto o que é chamado de visualização científica (ViSC). Essa alteração de ênfase no modelo começou em 1992 quando MacEachren. A partir daí estudos sobre técnicas de visualização e aplicação de textura a imagens computacionais passaram a constituir um segmento de pesquisa chamado Visualization in Scientific Computing.R. a atenção é focada no uso de gráficos computacionais como meio para adquirir um profundo entendimento sobre os dados.SP. M. e outros. em ciência e engenharia. em 1994. ou domínios: • o continuum da publicidade dos dados. visualização cartográfica é a visualização científica realizada através de técnicas da cartografia para representar e amostrar dados espacialmente referenciados (Hallissey. etc. além de imagens bidimensionais e tridimensionais. definiram visualização como análise de mapas em forma analógica ou digital. • Representações visuais: se refere aos produtos. apesar de se tratar de um cubo estático. o processo 2 . visualização cartográfica é enfatizada quando mapas de alta interatividade humana ocorrem no domínio privado com objetivo de revelar o desconhecido. processo de comunicação cartográfica. Desse modo. o termo visualização representa o uso de informática para explorar dados de forma visual e para experimentar mundos virtuais usando os caminhos sensoriais dos humanos. Esse modelo se tornou o paradigma da cartografia.A. gráficos. ou simplesmente ViSC. traduzido pelo autor. muitas vezes por tentativa e erro e. Monmonier. variando de privado. • o continuum da exploração dos dados. Nadal. em um relatório intitulado Visualization in Scientific Computing. Porém.. Portanto. um mapa que atendesse plenamente todas as convenções em todas as aplicações para o qual pudesse ser usado sem perda do poder de comunicação da informação contida nesse mapa. Na segunda conotação. Nesse modelo existem três continua.

se o usuário alterar o valor mínimo de uma escala gráfica em uma representação coroplética. 2005). especialmente quando essas imagens são criadas para serem empregadas em sistemas de suporte à decisão. todos os símbolos relativos à área da mudança proporcionalmente se alteram na representação. Pode-se entender variáveis visuais dinâmicas como sendo a adaptação do comportamento das variáveis visuais presentes na representação as condições alteradas pelo usuário durante o processo de análise.. • O que está na localização específica. M. a cartografia é a técnica fundamental de visualização que de modo particular é usada em muitas áreas da ciência. como a Figura 4 demonstra. Essa afirmação é concorrente com Turk (1994) que propõe a necessidade de estratégias de escolha dos métodos de visualização. que o desenho de mapas. E todo processo acontece repetidas vezes.e. Nesse contexto. por exemplo. visualizações cartográficas em sistemas de informação geográfica têm se tornado mais sofisticadas. ainda. como mapas coropléticos ou de pontos proporcionais. Por exemplo. Para Hallissey (2005). Delazari. de acordo com o tipo de abordagem que o usuário define. SIG e ViSC a) Funcionalidades multi-janelas Basicamente se trata da existência de várias janelas representando vários atributos do mesmo conjunto de dados.S.. Ainda. e o segundo grupo é o de janelas com visualização estatística como data mining.1.SP. Esse autor afirma. portanto. • Se existem anomalias nos dados. visualizações mais realísticas. Integração Visualização Cartográfica. O desenho de visualizações é. Tradicionalmente no campo de SIG. Figura 2: Programa ESTAD. Tipicamente. • Como feições em um ou mais layers estão relacionadas. mesmo havendo capacidade tecnológica. gráficos de regressão linear e histogramas. Entretanto. como ocorre tipicamente em SIG. Portanto. o usuário está tomando conhecimento dos padrões e relações internas dos dados. Então o processo deixa de ser meramente visualização e passa a se deslocar para outro ponto do cubo. um aspecto crítico em SIG. L. • Se existem vários momentos diferentes. Van Elzakker (1999) afirma que para cada tipo de uso do mapa há uma visualização que seja mais eficiente. entretanto. O primeiro grupo é o da representação cartográfica tradicional. Turk (1994) salienta que a cartografia é comumente identificada como uma aplicação da visualização científica quando. imagens estáticas para vinculação em periódicos ou internet então o uso se volta para a comunicação. No momento que a visualização sobre dados privados e desconhecidos é realizada.A. nas abordagens construídas até o momento nos meios acadêmicos. se o usuário passa a gerar produtos como. visualização multi-janelas (Robinson. geralmente associada com mapas convencionais e perspectivas tridimensionais do terreno ou superfícies estatísticas. Isso envolve muito mais do que selecionar símbolos ou técnicas apropriados.II Simpósio Brasileiro de Geomática V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas Presidente Prudente . não se encontra um sistema multi-janelas capaz de oferecer ao usuário a possibilidade de usar diferentes tipos de representação cartográfica em um mesmo momento de análise. Usando técnicas de visualização cartográfica. é possível avaliar as mudanças através do tempo. Van Elzakker propõe ainda um número mínimo de requisitos para um programa eficientemente realizar a visualização: 2. b) Variáveis visuais dinâmicas Esse tópico é bastante ligado com interatividade. através do aumento do uso de gráficos abstratos para representar a distribuição de fenômenos não visuais e para descrever processos.D. como mostra a figura 3. na verdade. é frequentemente mais complexo que a mera renderização de uma visualização de um objeto em ViSC.A. a cartografia pode ser interpretada como não apenas previsto a moderna ViSC mas também tendo originado muitas das suas técnicas gráficas. 24-27 de julho de 2007 do uso de mapas é dinâmico. 3 .R. Nadal. M. bem como a tendência em se obter Schmidt. essas janelas são divididas em dois grupos. Entretanto. o usuário pode determinar os seguintes tipos de informação: • Onde uma feição específica ou atributo está localizada. O objetivo da integração da visualização científica com sistemas de informação geográfica (SIG) é identificar aspectos de ViSC que possam aumentar a funcionalidade e eficiência do SIG de modo a satisfazer os diferentes tipos de análises para os quais os SIGs vêm sendo aplicados. a visualização cartográfica pode envolver exploração de um ou mais layers de dados geográficos. a visualização apresenta uma tendência de uso restrito.

GRASS. Entretanto. visualizar diferentes mapas justapostos ou próximos. de volume.. ou seja. O sistema cartográfico para mapas topográficos é bem definido e segue as regras definidas pelo agente nacional de cartografia. L. a generalização difere um pouco da visão tradicional no que se refere à área a ser generalizada. ou destino. a implementação de um sistema especialista é bastante difícil. até o momento os programas existentes tanto em meio acadêmico como comercial não abordam todos os critérios propostos por Van Elzakker. Datum. Modeladores de terreno. criando-se mapas em escalas intermediárias e. Na visão tradicional os mapas são generalizados a partir de um mapa base para o mapa final. o programa deve ser capaz de permitir a inserção de parâmetros que permitam a realização de testes com o modelo do usuário. O foco do mapa e o público a que se destina esse mapa definem quais elementos e como serão representados. Em programas como BOZ. sendo. criar um sistema especialista para criação de mapas temáticos é tarefa bastante complicada. Na dal . 3. É possível ao usuário manipular a representação de uma feição. eventualmente. h) Modelagem espacial Esse aspecto se relaciona com os modelos conceituais a serem aplicados sobre os dados. M . data de aquisição dos dados. Uma questão importante apontada por Van Elzakker é saber se existe algum programa que desenvolva todas essas considerações. IRIS.R. e) Funcionalidades de SIG São as funcionalidades comuns a todos os sistemas de informação geográfica. f) Generalização Para o caso de programas de visualização científica. ArcGIS. áreas de influência (buffer) e projeções cartográficas. Presidente Prudente . possibilitando ao usuário fácil aprendizado do uso do programa e evitando desviar a atenção da pesquisa. a generalização ocorreria somente na visualização e não nos dados. No caso de programas de geovisualização se Schmidt. e é implementado em muitos SIG.2005). CONCLUSÕES E DISCUSSÕES Das pesquisas realizadas para esse artigo. A. se um usuário desenvolve alguma análise bastante específica. VISTA. D. entre outros. quando usuário utilizasse ferramentas de zoom para diminuir a escala. os elementos da representação teriam mais detalhes e um número maior deles estaria presente na representação.S. e essa alteração automaticamente se reflete no banco de dados. Delazari. um tema bem definido. Esse procedimento é chamado de álgebra de mapas.SP. Entre elas estão ferramentas de pesquisas a banco de dados e pesquisa posicional entre feições. Geralmente os programas têm algoritmos bem desenvolvidos para garantir qualidade e rapidez na aplicação e análise desses dados dentro desses modelos. Ainda que exista a teoria de linguagem cartográfica e projeto cartográfico temático. c) Sistema cartográfico especialista Esse é um ponto crítico na criação de programas de geovisualização. i) Interface gráfica interativa Um ponto importante é a criação de interfaces que priorizem a interação humano computador (IHC). sendo todos armazenados em bancos de dados. M. g) Meta dados São dados não espaciais relacionados à informação contida no arquivo. no Brasil IBGE e DSG do exército. medições de áreas e distâncias. pode-se citar escala. Dessa forma. forma por exemplo. 24-27 de julho de 2007 entende que generalização deva acontecer somente na área da janela (extend) que o usuário trabalha no momento e de forma dinâmica. generalização cartográfica e sistema cartográfico 4 . Essa interface compreende botões e acesso a ferramentas de modo mnemônico. portanto. de atmosfera. Por exemplo.II Simpósio Brasileiro de Geomática V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas Figura 3: alteração dinâmica de variável visual (Andrienko e Andrienko.A.. de superfícies matemáticas são exemplos de programas que realizam a modelagem espacial. ou seja. j) Capacidade edição via imagem Alguns dos programas de SIG atualmente já oferecem essa possibilidade. Entretanto. executor e quaisquer outras informações sobre os dados que não tem necessidade de representação mas que asseguram qualidade das informações. d) Comparações espaciais As comparações espaciais ocorrem com possibilidade de comparar padrões e distribuições espaciais de diferentes fenômenos. a generalização resultaria em um mapa com elementos generalizados (menor número de elementos e elementos mais simples). Quando o usuário utilizasse a ferramenta de zoom para aumentar a escala. pesquisados através de artigos e tutoriais. de modo que a potencializar a imersão do usuário no processo de pesquisa.

). por outro lado. G. uma metodologia racional é exigida para desenho de visualizações SIG. C. & ANDRIENKO. vol 13. pois antes da era computacional esses mapas eram o que havia de mais sofisticado. Palestra de ViSC.uni-paderborn. INPE. o sistema cartográfico especialista apresenta maiores chances de realização. J. entretanto.A.1120224. Volume 57. é que o desenvolvimento de bancos de dados integrados a multimídia e ViSC estão se dirigindo para expandir mais e mais o poder da cartografia.acm.ais. N. Logo.Tutorial Presenters: FHG AIS (Fraunhofer Institute for Autonomous Intelligent Systems) http://www. Visualize the Future. Touch the Past.org/10. <www.948506. No âmbito de sistemas cartográficos especialistas.. L. São Paulo. Publicado por The International Cartographic Association (ICA-ACI). 24-27 de julho de 2007 <www.P.1145/948496. No 4. 2004. Visualization and Image Processing. Ainda. 1998. Schmidt. pois sua premissa de exploração é a visão humana preferivelmente. Spain. In: C. ISBN:0-89791-926-2. L.1111/j. foram simplesmente adaptados na criação de visualizações em SIG. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANDRIENKO. <wwwcs.ais. mas não necessariamente.R. 11-16 July 2005. o tipo de visualização não deve ser selecionado meramente baseado em tradição. Georgia. SIG. Sistema para visualização de informações cartográficas para planejamento urbano / C. Intelligent Visualization and Dynamic Instruments to Support Data Exploration with GIS.acm. La Coruña.fraunhofer. tem seu principal problema na definição clara de regras subjetivas e como fazer a implementação em meios computacionais de modo eficiente. & ANDRIENKO.portal. E. Interactive maps for visual data exploration.S. L.1145/1120212.M. Proceedings of the working conference on Advanced visual interfaces.x ROBBI. 1999. Italia. L.0033-0124. 2000 – tese de doutorado em ciência da computação.de/and> acesso em: 09 de outubro de 06. Delazari. & ANDRIENKO. Global Congresos.IRIS: a intelligent Visual Exploration of Spatially Reference Data. Page 350-364. VAN ELZAKKER.de> acesso em 16 de outubro de 2006.J. C.. V. V. P. acessado em <http://www. ISBN:1-58113-445-2 ANDRIENKO. no domínio das aplicações SIG o potencial para sistemas produzirem gráficos melhorados tem forçado a habilidade dos projetistas de sistema e usuários a entender quais visualizações são mais apropriadas para os objetivos particulares. ANDRIENKO.05. L'Aquila. Conference on Human Factors in Computing Systems . 1999.org> acesso em: 09 de outubro de 2006. 5 . Cartographic Visualization: Na Assessment and Epistemological Review. 1997. acessado em <http://www. o escopo da cartografia. 4. Modelagem e implementação de um Atlas Eletrônico Interativo utilizando métodos de visualização cartográfica. mas criteriosamente de modo a potencializar o resultado da análise.blackwell-synergy. G.com> acesso em: agosto de 2006. acesso em: 06 de novembro de 2006. International Journal Geographic Information Science. Geovisualization and epidemiology: a general design framework. N. Computer Graphics. S. http://doi. assistida por computador.org>. HALLISEY. cartografia e ViSC são disciplinas complementares. os diferentes tipos de mapas e classificações.CHI '97. L. quando os SIG são utilizados por usuários não especialistas abrese uma lacuna na produção de mapas através desses programas por não haver um mecanismo de auxílio e orientação ao usuário-produtor no que se refere ao projeto cartográfico. C. V. ISBN: 0-958-46093-0.portal.. L. Proceedings 19th International Cartographic Conference. São usados pela cartografia por muito tempo e os tipos de produtos resultantes. ROBINSON. mapas tradicionais continuam provendo conhecimento científico de grande valor. M. & ANDRIENKO. Enquanto a generalização cartográfica. XXII International Cartographic Conference (ICC2005). a teoria de comunicação cartográfica e projeto cartográfico temático são bem conhecidos de acordo com as pesquisas existentes.2005. The Professional Geographer. A. Nadal. não é limitado pela compatibilidade com informática. Turk (1994) afirma que mesmo que programas de ViSC possam oferecer um salto quântico em sofisticação de ferramentas. Conseqüentemente.A. Mais importante. Aug 2005. Presidente Prudente . DOMIK. Sesimbra Portugal. Issue 3. Ottawa. G. Enquanto SIG e ViSC tem se tornado objetivos para pesquisas em tecnologia computacional.de/and ISESS conference.D. http://doi.acm.00483. N. DELAZARI.org/10. Robbi – São José dos Campos. pp 355-374 ANDRIENKO. Keller (ed. M.SP. 24.acm. Nota-se a necessidade de um sistema especialista que envolva esses conceitos e que trabalhe embutido nos SIG. Thinking aloud about exploratory cartography. G. V. doi:10.2005. Porém.II Simpósio Brasileiro de Geomática V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas especialista não são abordados. G. N. Atlanta.fraunhofer. USA. 155p – tese de doutorado na Escola politécnica da universidade de São Paulo – Departamento de Engenharia de Transportes.

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