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PORTUGUÊS Professor Corretor: Roberto Alves Realização: Academia do Concurso Supervisão: Carla Diniz Material de
PORTUGUÊS
Professor Corretor: Roberto Alves
Realização: Academia do Concurso
Supervisão: Carla Diniz
Material de Consulta
Português

Português

ÍNDICE

Parte 1 - Capítulo I: Fonologia

1

Parte 1 - Capítulo II: - Funções Morfossintáticas

27

Parte 1 - Capítulo III: Ortografia

43

Parte 1 - Capítulo IV: Acentuação

63

Parte 2 - Capítulo I: Estrutura Morfológica e Formação das Palavras

80

Parte 2 - Capítulo II: - As Classes de Palavras

95

Parte 2 - Capítulo III: Verbo

105

Parte 2 - Capítulo IV: Substantivo

128

Parte 2 - Capítulo V: Artigo

144

Parte 2 - Capítulo VI: - Adjetivo

155

Parte 2 - Capítulo VII: Advérbio

170

Parte 2 - Capítulo VIII: Pronome

183

Parte 2 - Capítulo IX: Numeral

207

Parte 2 - Capítulo X: Preposição

221

Parte 2 - Capítulo XI: Conjunção

235

Parte 2 - Capítulo XII: Interjeição

264

Parte 3 - Capítulo I: Frase, Oração e Período

271

Parte 3 - Capítulo II: - Crase

280

Parte 3 - Capítulo III: Pontuação

301

Parte 3 - Capítulo IV: Período Composto por Coordenação

325

Português

Português

Parte 3 - Capítulo V: Período Composto por Coordenação

347

Parte 3 - Capítulo VI: Concordância Verbal- Nominal

373

Parte 3 - Capítulo VII: Predicação Verbal

393

Parte 3 - Capítulo VIII: Vozes Verbais

422

Parte 4 - Capítulo I: Figuras de Linguagens Estilísticas

441

Parte 4 - Capítulo II: - Interpretação de Texto

458

Parte 4 - Capítulo III: Coesão e Coerência

474

Parte 4 - Capítulo IV: Suplemento - Redação Oficial

490

Português Parte 1 - Capítulo I Fonologia NOÇÕES GERAIS A Fonologia é o estudo dos

Português

Parte 1 - Capítulo I Fonologia

NOÇÕES GERAIS

A Fonologia é o estudo dos sons de um idioma, pois a pessoa, ao falar, emite sons linguísticos.

CLASSIFICAÇÃO DOS SONS LINGUÍSTICOS

Os Sons Linguísticos podem ser classificados em:

Vogais SONS LINGUÍSTICOS Semivogais Consoantes
Vogais
SONS
LINGUÍSTICOS
Semivogais
Consoantes

Vogais: São sons produzidos pela livre passagem do ar pela boca que estiver aberta ou entreaberta. As vogais serão sempre centro da sílaba.

Consoantes: Há sempre um obstáculo na cavidade à passagem do ar pela cavidade bucal, ao contrário do que ocorre nas vogais.

Semivogais: São situadas entre vogais e consoantes, que são quando os fonemas /i/ e /u/ junto à

consoante formam uma sílaba, todavia não desempenham a função de núcleo silábico.

As vogais podem ser classificadas com fundamentação articulatória quanto à articulação (anteriores ou palatais, centrais ou médias, posteriores ou velares), quanto ao grau de abertura (abertas, semiabertas, semifechadas e fechadas) e quanto ao papel das cavidades bucal e nasal (orais e nasais).

Português Abertas Anteriores ou Palatais Semiabertas Quanto ao grau Quanto à região Centrais ou de

Português

Abertas Anteriores ou Palatais Semiabertas Quanto ao grau Quanto à região Centrais ou de abertura
Abertas
Anteriores ou
Palatais
Semiabertas
Quanto ao grau
Quanto à região
Centrais ou
de abertura
de articulação
Médias
Fechadas
Posteriores ou
Velares
Semifechadas
Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal Orais Nasais
Quanto ao papel
das cavidades bucal
e nasal
Orais
Nasais

Em relação à base acústica, podem ser classificadas em:

Tônicas Quanto à intensidade Átonas
Tônicas
Quanto à intensidade
Átonas

Intensidade e Acento

A Intensidade, como o próprio nome diz, é a emissão de um dependente da amplitude das cordas vocais,

ou seja, a intensidade ocorre quando existe força expiratória.

A Intensidade recebe a classificação de tônica quando a pronúncia da vogal nas sílabas possui maior intensidade, que é quando utilizamos o acento tônico, enquanto que as vogais que não possuem esse

acento são chamadas de átonas.

Vogais Orais e Nasais

As

Vogais Orais são aquelas em que a passagem da corrente de ar somente passa pela boca, enquanto que

as

nasais passam tanto pela boca, quanto pelas fossas nasais.

Exemplos de vogais orais: Rato, pato, pôs , etc.

Português Vogais Tônicas Orais Nas Vogais Tônicas, encontramos o acento principal da palavra, sendo a

Português

Vogais Tônicas Orais

Nas Vogais Tônicas, encontramos o acento principal da palavra, sendo a única vogal considerada realmente aberta.

Fechadas: [i]- Semiabertas: [ɔ]- Abertas: [a]- Anteriores ou Posteriores ou Médias ou Palatais; [u]- Velares,
Fechadas: [i]-
Semiabertas: [ɔ]-
Abertas: [a]-
Anteriores ou
Posteriores ou
Médias ou
Palatais; [u]-
Velares, [ɛ]-
Centrais.
Posteriores ou
Anteriores ou
Ex.: Pá, má e
outras.
Velares.
Palatais.
Semifechadas: [e]-
Anteriores ou
Palatais, [o]-
Posteriores ou
Velares.
Ex.: Vi, li , etc.
Ex.: Pé.
Ex.: Corro.

Vogais Tônicas Nasais

As vogais nasais podem ser classificadas da seguinte maneira:

Fechadas: [~i]-Anteriores ou Palatais, [~u]- Posteriores ou Velares. Semifechadas: [~e]-Anteriores ou Palatais, [ã]-
Fechadas: [~i]-Anteriores ou Palatais, [~u]-
Posteriores ou Velares.
Semifechadas: [~e]-Anteriores ou Palatais, [ã]-
Média ou Central, [õ]-Posteriores ou Velares.
Ex.: Vim.
Ex.: Lã.

As Vogais Nasais serão sempre Semifechadas ou Fechadas na Língua Portuguesa.

Vogais Átonas Orais

As Vogais Átonas não são acentuadas, que poderão ser: a, e, i, o, u. As vogais átonas podem ser localizadas antes das tônicas (pretônicas) ou podem estar localizadas após as vogais tônicas (postônica). Ex.: Ligar, avisar, avó, lugar, etc.

Classificação das Consoantes

As Consoantes podem ser classificadas quanto ao modo de articulação, quanto ao ponto de articulação e quanto ao papel das cordas vocais.

Modo de Articulação

É o modo pelo qual as consoantes são articuladas, podendo ser classificadas da seguinte maneira:

Oclusivas: Ocorre o bloqueio total do ar. São elas: [p], [b], [d], [k], [g], [t].
Oclusivas: Ocorre o bloqueio total do
ar. São elas: [p], [b], [d], [k], [g], [t].
Quanto ao Modo de
Articulação:
Fricativas: [f], [v], [IsI], [IzI], [lx], [j].
Constritivas: Ocorre o
bloqueio parcial do ar.
Laterais: [ʎ], [l].
Vibrantes: [r], [~r] ou [R].
Português Ponto ou Zona de Articulação Classificam-se em: Bilabiais: [p], [b], [m]. Labiodentais: [f], [v].

Português

Ponto ou Zona de Articulação

Classificam-se em:

Bilabiais: [p], [b], [m]. Labiodentais: [f], [v]. Linguodentais: [s], [z], [d], [t]. Quanto ao Ponto
Bilabiais: [p], [b], [m].
Labiodentais: [f], [v].
Linguodentais: [s], [z], [d], [t].
Quanto ao Ponto de Articulação
Alveolares: [l], [r], [n], [~r].
Palatais: [ʎ], [ɲ], [l].
Velares: [k], [r], [g].

O Papel das Cordas Vocais

Podem ser classificados da seguinte maneira:

Surdas: [p], [t], [k], [f], [v], [s], [x]. Quanto ao Papel das Cordas Vocais Sonoras:
Surdas: [p], [t], [k], [f], [v], [s], [x].
Quanto ao Papel das Cordas
Vocais
Sonoras: [d], [b], [g], [z], [l], [r], [~r], [m], [n] e outros.

O Papel das Cavidades Bucal e Nasal

As consoantes podem ser orais ou nasais. Sendo assim, quanto ao papel das cavidades bucal e nasal, podem ser classificadas da maneira que segue abaixo.

Orais: Todas que não são nasais. Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal Nasais:
Orais: Todas que não são nasais.
Quanto ao papel das cavidades
bucal e nasal
Nasais: [n], [m] e [ɲ].
Português Encontros Vocálicos  Ditongo : É o encontro de uma vogal com uma semivogal,

Português

Encontros Vocálicos

Ditongo: É o encontro de uma vogal com uma semivogal, ou vice versa, que são pronunciadas na mesma sílaba.

Vogal Semivogal
Vogal
Semivogal
Semivogal
Semivogal
Ditongo
Ditongo
na mesma sílaba. Vogal Semivogal Semivogal Ditongo ou Vogal Ditongo Os Ditongos podem ser classificados em

ou

Vogal Ditongo
Vogal
Ditongo

Os Ditongos podem ser classificados em decrescentes e crescentes, orais e nasais, conforme estudaremos a seguir:

Ditongos Descrescentes • É quando a vogal está em primeiro lugar. É quando ocorre o
Ditongos Descrescentes
• É quando a vogal está em primeiro lugar. É quando
ocorre o encontro de vogal + semivogal.
Ex.: Muito, mão, cai, cuidado , etc.
Ditongos Crescentes
• A sua formação ocorre por semivogal + vogal.
Ex.: Glória, igual, céu , etc.
Ditongos Orais
• É quando é pronunciado oralmente, ou seja,
somente quando ocorrer a pronúncia pela boca.
Ex.: Véu, céu e boi.
Ditongos Nasais
É quando é pronunciado tanto pela boca quanto pelas
fossas nasais.
Ex.: Quem, mãe, anão , etc.

Hiatos: É quando ocorre o encontro de duas vogais.

Vogal Vogal
Vogal
Vogal

Ex.: Pior, leal, juízo, etc.

Hiato
Hiato
Português

Português

Tritongos: Os tritongos podem ser classificados quanto a sua natureza em: Tritongos Orais e Nasais.

Semivogal Vogal Semivogal Tritongo • É quando as vogais são totalmente orais. Tritongos Orais •
Semivogal
Vogal
Semivogal
Tritongo
• É quando as vogais são totalmente orais.
Tritongos Orais
• Ex.: Uruguai.
Tritongos Nasais
• É quando o tritongo é pronunciado em parte pelas
fossas nasais.
•Ex.: Saguão, quão, delinquem , etc.

Os encontros vocálicos podem acontecer entre dois vocábulos ou no interior do vocábulo, podendo ser Intraverbais ou Interverbais.

Intraverbais:São intravocabulares. É quando ocorre o encontro vocálico no interior da palavra. Interverbais: São
Intraverbais:São intravocabulares. É
quando ocorre o encontro vocálico no
interior da palavra.
Interverbais: São intervocabulares. Ocorre
quando há encontros vocálicos entre duas
ou mais palavras.

Encontros Consonantais

O encontro consonantal são os argumentos formados por mais de uma consoante sem vogal intermediária.

Há dois tipos de encontros consonantais:

Quando são formados por duas consoantes que pertencem a sílabas diversas. Ex.: Porta, advogar etc.

Quando são formados do contato da consoante +l ou r, que ocorre na mesma sílaba. Ex.: Brisa, bloco, claro , etc.

Dígrafos

É representado por apenas um som, pois é decorrente de duas letras que representam um único fonema.

Ex.: Ficha.

Existem dois tipos de dígrafos na Língua Portuguesa, que são: Dígrafos Consonantais e Dígrafos Vocálicos.

Português

Português

Dígrafos Consonantais

Letras

Fonemas

Exemplos

ch

[xe]

Chile, chuva

nh

[ɲ]

Ninho, banho

lh

[lhe]

Molho, alho

rr

[r]

Carro, barra

ss

[s]

Assistir, passo

sc

[s]

Descer, crescer

[s]

Desço

xc

[s]

Exceção

gu

[g]

Águia, guerra

qu

[k]

Aqui, queijo

Dígrafos Vocálicos

Letras

Exemplos

am

Rampa, campo, etc. Antigo, planta, etc. Dente Limpo Computador, ombro Onda, ponta Nenhum, jejum , etc. Nunca, mundo, etc. Sempre

an

en

im

om

on

um

un

em

Observação: No fim de palavras, -am, -em, não são dígrafos, pois, foneticamente, representam dois fonemas, formando, portanto, um ditongo nasal. Ex.: Belém, bem, cantam

Sílaba

É o fonema ou conjunto de fonemas que são pronunciados em um só impulso expiratório. Ex.: Pá, pé , etc.

Português Classificação dos vocábulos quanto ao número de sílabas Monossílabos Apresentam apenas uma vogal.

Português

Classificação dos vocábulos quanto ao número de sílabas

Monossílabos
Monossílabos
Apresentam apenas uma vogal. Ex.: Pé
Apresentam apenas uma vogal. Ex.: Pé

Apresentam apenas uma vogal.

Apresentam apenas uma vogal. Ex.: Pé

Ex.: Pé

Apresentam apenas uma vogal. Ex.: Pé
Dissílabos
Dissílabos

Apresentam duas

vogais.

Ex.: Ra-to e pa-pel,

Trissílabos
Trissílabos
Polissílabos
Polissílabos
Apresentam quatro ou mais vogais. Ex.: A-mi-ga-vel-men-te.
Apresentam quatro ou mais vogais. Ex.: A-mi-ga-vel-men-te.

Apresentam quatro ou mais vogais.

Ex.: A-mi-ga-vel-men-te.

Apresentam três

vogais

Ex.: Ca-de-la,

es-co-la

e outros.

Acento Tônico

O acento Tônico é a maior ênfase de voz na sílaba. No entanto, nem todas as sílabas tônicas são acentuadas.

São pretônicas quando estiverem antes da tônica e postônicas as que se posicionam após a tônica. Há também a sílaba subtônica, que é correspondente à tônica da palavra primitiva, sendo que ocorre normalmente nas palavras derivadas.

Vocábulos de mais de uma sílaba

Oxítonos: É quando a última sílaba é tônica. Ex.: Pa-le-tó, vo-cê , etc. Vócabulos de
Oxítonos: É quando a última sílaba é tônica.
Ex.: Pa-le-tó, vo-cê , etc.
Vócabulos de
mais de uma
sílaba:
Proparoxítona: É quando a sílaba tônica encontra-se na
antepenúltima sílaba.
Ex.: Ô-ni-bus.
Paroxítona: É quando a sílaba tônica encontra-se na
penúltima sílaba.
Ex.: Ga-to

Separação Silábica

A separação silábica deve ser realizada por soletração.

Os dígrafos (rr, xc, ss, xc, sc, sç) devem ser separados: Ex.: Bar-ra, ex-ce-to.

As vogais do hiato devem ser separadas. Ex.: Ra-i-nha.

As sílabas devem ser separadas quando houver consoante interna que não for seguida de vogal, devendo ficar na sílaba anterior. Ex.: Es-tre-la, af-ta, rap-to.

As sílabas não podem ser separadas nos seguintes casos:

Português

Português

Casos em que as sílabas não se separam

Exemplo

Quando os fonemas forem semivogais, representando ditongo ou tritongo.

PA-RA-GUAI

Letras dos dígrafos ch, lh, nh, gu, qu.

NI-NHO, TRA-BA-LHO

Prosódia e Ortoépia

Prosódia • É a pronúncia correta das palavras, considerando a posição da sílaba tônica.
Prosódia
• É a pronúncia correta das palavras, considerando a posição
da sílaba tônica.

Veja alguns exemplos de prosódia abaixo.

Pronúncia Correta (Norma culta)

Pronúncia Errada (Língua Coloquial)

Ínterim

interim

Nobel

nóbel

Recorde

récorde

Refém

réfem

Fortuito

fortuíto

Gratuito

Gratuíto

Ortoépia •É a pronúncia correta das palavras, o que normalmente interfere na maneira de escrever
Ortoépia
•É a pronúncia correta das palavras, o que normalmente
interfere na maneira de escrever

Pronúncia correta (Norma culta)

Pronúncia errada (Língua coloquial)

mister

míster

mendigo

mendingo

mortadela

mortandela

Prazerosamente

prazeirosamente

advogado

adevogado

Português Parte 1 - Capítulo I QUESTÕES 1 - IF-PA - 2015 - IF-PA -

Português

Parte 1 - Capítulo I QUESTÕES

1 - IF-PA - 2015 - IF-PA - Professor LETRAMENTOS E EDUCAÇÃO

Com as novas tecnologias, a comunicação mudou e muitos são os desafios colocados para a escola. Os principais são tornar o aluno um produtor de conteúdo (considerando toda a diversidade de linguagem) e um ser crítico. Vídeos que mostram um acontecimento, como a queda de um meteorito na Terra, ou que transmitem em tempo real uma posse presidencial. Fotos que revelam a cultura de um povo. Áudios que contam as notícias mais importantes da semana. A sociedade contemporânea está imersa nas novas linguagens (algumas não tão novas assim). As informações deixaram de chegar única e exclusivamente por texto. Tabelas, gráficos, infográficos, ensaios fotográficos, reportagens visuais e tantas outras maneiras de comunicar estão disponíveis a um novo leitor. O objetivo maior da informação, seja para fins educacionais, informativos ou mesmo de entretenimento, é atingir de maneira eficaz o interlocutor.

Às práticas letradas que fazem uso dessas diferentes mídias e, consequentemente, de diversas linguagens, incluindo aquelas que circulam nas mais variadas culturas, deu-se o nome de multiletramentos. Segundo a professora Roxane Rojo, esses recursos são “interativos e colaborativos; fraturam e transgridem as relações de poder estabelecidas, em especial as de propriedade (das máquinas, das ferramentas, das

ideias, dos textos), sejam eles verbais ou não; são híbridos, fronteiriços e mestiços (de linguagens, modos,

mídias

e

culturas)".

Assim como na sociedade, os multiletramentos também estão presentes nas salas de aula. O papel da instituição escolar, diante do contexto, é abrir espaços para que os alunos possam experimentar essas variadas práticas de letramento como consumidores e produtores de informação, além de discuti-la criticamente. “Vivemos em um mundo em que se espera (empregadores, professores, cidadãos, dirigentes) que as pessoas saibam guiar suas próprias aprendizagens na direção do possível, do necessário e do desejável, que tenham autonomia e saibam buscar como e o que aprender, que tenham flexibilidade e consigam colaborar com a urbanidade", enfatiza Roxane. (V3_CADERNOS IFT_Multiletramentos.indd).

Justificam-se as acentuações das palavras “gráficos”, “híbridos” e “críticos” porquê:

a)São proparoxítonas diferentemente das palavras “vídeos” e “mídias”, paroxítonas terminadas em ditongos. b)São oxítonas como as palavras “vídeos” e “mídias”, paroxítonas terminadas em ditongos. c)São paroxítonas e todas as palavras paroxítonas em português são acentuadas. d)São proparoxítonas como as palavras “possível” e “ideias”. e)São oxítonas assim como as palavras “possível” e “ideias”.

2 - Makiyama - 2015 - Banestes - Técnico Bancário

Food truck: saiba como surgiu essa moda Redação Super 13 de março de 2015 Por Anna Carolina Aguiar

Português Se o raio gourmetizador já atingiu os restaurantes da sua cidade, é bem possível

Português

Se o raio gourmetizador já atingiu os restaurantes da sua cidade, é bem possível que a moda dos food trucks também tenha chegado junto. Coloridos e modernos, os veículos (que são móveis, mas que geralmente ficam permanentemente estacionados num lugar só) oferecem ao consumidor comidas bem variadas: hambúrgueres, massas, coxinhas, brigadeiros, tapiocas, vinhos, wraps, comidas regionais típicas e outras especialidades gastronômicas. Quem vê até pensa que essa moda surgiu agora, com essa história de chefs de cozinha virarem estrelas de reality shows e a alta culinária ficar mais acessível. Mas o conceito do food truck veio bem antes da primeira temporada de MasterChef na TV.

“Claro, ué! Lá na minha rua tem um carrinho de cachorro-quente estacionado há 30 anos, bem antes da moda gourmet". É verdade. Mas a gente garante que a história do primeiro food truck também apareceu antes do seu hamburgão de esquina favorito.

Em 1872, o americano Walter Scott vendia tortas, sanduíches e cafés em uma carroça. Seus clientes eram os trabalhadores de jornais de Providence, no estado de Rhode Island, Estados Unidos. O modelo foi muito copiado e se espalhou para outras regiões dos EUA. No final da década seguinte, um sujeito chamado Thomas H. Buckley começou a fabricar carroças preparadas especialmente para servir comidas, com ímãs, refrigeradores e até fogões acoplados. Os modelos eram muito coloridos e chamativos.

Após a Segunda Guerra Mundial, caminhões de comida móveis alimentavam os trabalhadores dos subúrbios nos EUA, regiões que tinham poucos restaurantes e uma população cada vez maior. Nessa época, os food trucks eram sinônimo de comida barata, sem muita preocupação com a qualidade. E foi mais ou menos assim durante todo o século 20.

Até que veio a crise de 2008, que derrubou a economia americana e levou junto muitos restaurantes tradicionais. Quando os EUA começaram a se recuperar, alguns empreendedores tiveram a ideia de levar comida de qualidade pra rua investindo pouco. Outra vantagem dos carrinhos e trailers era a possibilidade de mudar de lugar de acordo com a demanda da população. Pronto, estava aí a solução. Essa coisa meio amadora, dos carrinhos de comida, foi incorporada ao conceito e os donos de food trucks resolveram incrementar o cardápio, com itens gourmet.

A moda chegou ao Brasil em 2012, quando os primeiros food trucks gourmet surgiram em São Paulo. Agora, os parques de food truck já fazem parte do roteiro turístico das grandes cidades brasileiras e da paisagem urbana. Deu tão certo que a moda gourmet fez surgir uma outra tendência da ~alta gastronomia~ acessível: a das paletas mexicanas, que não existem no México. Mas isso é assunto para outro post.

Adaptado de:< http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/page/2/>

Quanto à acentuação da sílaba tônica, são proparoxítonas encontradas no texto, EXCETO a apresentada

em:

a)gastronômicas

b)sanduíches

c)sinônimo

d)veículos

e)típicas

Português 3 - Makiyama - 2015 - Banestes - Técnico Bancário Em qual das palavras

Português

3 - Makiyama - 2015 - Banestes - Técnico Bancário

Em qual das palavras a seguir NÃO HÁ dígrafo consonantal?

a)Ninho

b)Prova

c)Queijo

d)Piscina

e)Assado

4 - CESPE - 2015 - DEPEN - Agente Penitenciário Texto II

4 - CESPE - 2015 - DEPEN - Agente Penitenciário Texto II Internet: <www.joaoluizpinaud.com> (com

Internet: <www.joaoluizpinaud.com> (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo às ideias e às estruturas linguísticas do texto II.

As palavras “indivíduos” e “precárias” recebem acento gráfico com base em justificativas gramaticais

diferentes.

(

)Certo

(

)Errado

Português 5 - IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista Considerando as orações com dicas

Português

5 - IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista

Português 5 - IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista Considerando as orações com dicas apresentadas

Considerando as orações com dicas apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.

a)No período “Furtar energia é crime e um grande risco de morte.”, o antônimo de “Furtar” é afanar. b)De acordo com as regras de colocação pronominal, na oração “Divirta-se com pipas, mas longe dos fios.”, é correto deslocar o pronome “se” para antes do verbo. c)Na oração “Cuidado ao usar máquinas agrícolas perto da rede elétrica.”, as palavras “máquinas” e “elétrica” são acentuadas por motivos diferentes. d)Em “Nunca construa perto da rede elétrica.”, os vocábulos sublinhados pertencem à mesma classe de palavras. e).Em “Atenção ao instalar antenas.”, o termo sublinhado é uma conjunção.

6 - IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista

o termo sublinhado é uma conjunção. 6 - IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista www.academiadoconcurso.com.br
Português

Português

Acerca de vocábulos do texto, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma palavra

paroxítona e uma proparoxítona.

a)“América” (linha 3) e “regiões” (linha 6). b)“País” (linha 8) e “participações” (linha 10). c)“transmissão” (linha 8) e “elétrico” (linha 2). d)“geração” (linha 7) e “território” (linha 5) e)“responsável” (linha 3) e “elétrica” (linha 9).

7 - INSTITUTO AOCP - 2015 - EBSERH - Técnico em Citopatologia

Sobre a Ansiedade

] [

Processar os dados

por Karin Hueck

se há um fator gerador de ansiedade que seja típico dos nossos tempos, esse é a informação. Sim,

são as coisas que você lê todos os dias nos jornais, recebe por email e aprende na SUPER. Diariamente, há notícias de novos alimentos que causam câncer, de novos vírus mutantes que atacam o seu computador, de novos criminosos violentos que estão à solta por aí. É ou não é de enlouquecer? A velocidade com que a informação viaja o mundo é algo muito recente, com o qual os seres humanos ainda não sabem lidar e muito menos aprenderam a filtrar. Já foram cunhados até alguns termos para definir a ansiedade trazida pelos novos meios de comunicação: technologyrelated anxiety (ansiedade que surge quando o computador trava, que afeta 50% dos trabalhadores americanos), ringxiety (impressão de que o seu celular está tocando o tempo todo) e a ansiedade de estar desconectado da internet e não saber o que acontece no mundo, que já contaminou 68% dos americanos.

] [ Poucas coisas mudaram tão rapidamente como a troca de informações. Em 1801, a notícia de que Portugal e Espanha estavam em guerra demorou 3 meses para chegar ao Rio Grande do Sul. Quando chegou, o capitão de armas do estado declarou guerra aos vizinhos espanhóis, sem saber que a batalha na Europa já tinha terminado. Em 2004, quando um tsunami devastou o litoral do Sudeste Asiático, os primeiros blogs já estavam dando detalhes da destruição em menos de duas horas. Hoje em dia, ficamos sabendo de todos os desastres naturais, todos os ataques terroristas e todos os acidentes de avião que acontecem ao redor do mundo, e nos sentimos vulneráveis. E, muito mais do que isso, nos sentimos incapazes se não sabemos palpitar sobre a música da moda, a eleição americana ou o acelerador de partículas na Suíça. Já que a informação está disponível, por que não sabemos de tudo um pouco? Essa avalanche de informação também causa outro tipo de neurose. O tempo todo, as TVs e revistas do mundo exibem corpos esculturais, executivos milionários e atletas de alto rendimento. Na comparação com essas pessoas, nós, reles mortais, sempre saímos perdendo. “Claro que nos comparamos com quem é bem sucedido e maravilhoso. Infelizmente, não estamos preparados para viver com um grupo de comparação tão grande, e o resultado é que ficamos ansiosos e com baixa autoestima", diz o filósofo Perring. O que ele quer dizer é que o ser humano sempre funciona na base da comparação. Ou seja, se todo mundo ao seu redor tiver o mesmo número de recursos, você não vai se sentir pior do que ninguém, mas, se, de repente, uma pessoa do seu lado ficar muito mais rica, bonita, feliz

] [

Português e bem sucedida, você vai se sentir infeliz. Quer dizer, podemos não sofrer mais

Português

e bem sucedida, você vai se sentir infeliz. Quer dizer, podemos não sofrer mais com a falta de comida ou com doenças, mas sofremos porque não somos todos iguais ao Brad Pitt e a Angelina Jolie.

Adaptado de http://super.abril.com.br/saude/ansiedade-447836.shtml

Assinale a alternativa correta.

a)“Revistas” é uma palavra dissílaba. b)A palavra “guerra” apresenta dois dígrafos. c)“Milionários” é um monossílabo. d)A palavra “preparados” apresenta um dígrafo. e)“Bonita” é uma palavra polissílaba.

8 - INSTITUTO AOCP - 2015 - EBSERH - Nutricionista

A lista de desejos

Rosely Sayao

Acabou a graça de dar presentes em situações de comemoração e celebração, não é? Hoje, temos listas para quase todas as ocasiões: casamento, chá de cozinha e seus similares e há similares espantosos, como chá de lingerie , nascimento de filho e chá de bebê, e agora até para aniversário.

Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente,

a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de

presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.

A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist" porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.

Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!

Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna

e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do

orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas

prestações

E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.

Português Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também

Português

Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.

Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.

Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!"? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.

Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.

roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml

Assinale a alternativa correta quanto à grafia dos pares.

a)Excluído excluzão. b)Doce dossura. c)Presente presenssa. d)Transparente transparência. e)Insiste insistênscia.

9 - INSTITUTO AOCP - 2015 - EBSERH - Médico - Diagnóstico por Imagem

Unesco: mundo precisará mudar consumo para garantir abastecimento de água

20/03/15

Relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que há no mundo água suficiente para suprir as necessidades de crescimento do consumo, “mas não sem uma mudança dramática no uso, gerenciamento e compartilhamento". Segundo o documento, a crise global de água é de governança, muito mais do que de disponibilidade do recurso, e um padrão de consumo mundial sustentável ainda está distante. De acordo com a organização, nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda cresça ainda 55% até 2050. Mantendo os atuais padrões de consumo, em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%. Os dados estão no Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2015 Água para um Mundo Sustentável. O relatório atribui a vários fatores a possível falta de água, entre eles, a intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas e a poluição, que prejudica a oferta de água limpa no mundo. A organização estima que 20% dos aquíferos estejam explorados acima de sua capacidade. Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente por fornecer água potável à metade da população mundial e é de onde provêm 43% da água usada na irrigação.

Português Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da população está estimado em 80 milhões

Português

Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da população está estimado em 80 milhões de pessoas por ano, com estimativa de chegar a 9,1 bilhões em 2050, sendo 6,3 bilhões em áreas urbanas. A

agricultura deverá produzir 60% a mais no mundo e 100% a mais nos países em desenvolvimento até 2050.

A demanda por água na indústria manufatureira deverá quadruplicar no período de 2000 a 2050.

Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial de Avaliação da Água (cuja sigla em inglês é WWAP) e que participou da elaboração do relatório, a intenção do documento é alertar os governos para que incentivem o consumo sustentável e evitem uma grave crise de abastecimento no futuro. “Uma das questões que os países já estão se esforçando para melhorar é a governança da água. É importante melhorar a transparência nas decisões e também tomar medidas de maneira integrada com os diferentes setores que utilizam a água. A população deve sentir que faz parte da solução." Cada país enfrenta uma situação específica. De maneira geral, a Unesco recomenda mudanças na administração pública, no investimento em infraestrutura e em educação. “Grande parte dos problemas que os países enfrentam, além de passar por governança e infraestrutura, passa por padrões de consumo, que só a longo prazo conseguiremos mudar, e a educação é a ferramenta para isso", diz o coordenador de

Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Ary Mergulhão.

No Brasil, a preocupação com a falta de água ganhou destaque com a crise hídrica no Sudeste. Antes disso, o país já enfrentava problemas de abastecimento, por exemplo no Nordeste. Ary Mergulhão diz que

o Brasil tem reserva de água importante, mas deve investir em um diagnóstico para saber como está em

termos de política de consumo, atenção à população e planejamento. “É um trabalho contínuo. Não quer dizer que o país que tem mais ou menos recursos pode relaxar. Todos têm que se preocupar com a situação. O relatório será mundialmente lançado hoje (20) em Nova Délhi, na Índia, antes do Dia Mundial da Água (22). O documento foi escrito pelo WWAP e produzido em colaboração com as 31 agências do sistema das Nações Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vêm sendo discutidos desde 2013, seguindo orientação da Conferência Rio+20 e que deverão nortear as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos. Texto adaptado - Fonte: http://afolhasaocarlos.com.br/noticias/ver_noticia/5215/controler:noticias

Qual das palavras a seguir NÃO apresenta dígrafo?

a)Prazo.

b)Crescimento.

c)Grande.

d)Ferramenta.

e)Questões.

Português 10 - CESPE - 2015 - FUB - Nível Médio Com relação às ideias

Português

10 - CESPE - 2015 - FUB - Nível Médio

Português 10 - CESPE - 2015 - FUB - Nível Médio Com relação às ideias e

Com relação às ideias e às estruturas do texto acima, julgue o item que se segue.

Os acentos gráficos das palavras “bioestatística" e “específicos" têm a mesma justificativa gramatical.

(

)Certo

(

)Errado

11 - CESPE - 2015 - MPU - Técnico do Ministério Público

11 - CESPE - 2015 - MPU - Técnico do Ministério Público Com relação às ideias

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue. A palavra “cível" recebe acento gráfico em decorrência da mesma regra que determina o emprego de acento em amável e útil. ( )Certo ( )Errado

Português 12 - CONSULPLAN - 2015 - HOB - Agente Administrativo Repolhos iguais Sempre me

Português

12 - CONSULPLAN - 2015 - HOB - Agente Administrativo Repolhos iguais Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido).

Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.

Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos - deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala-se não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa.

Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio.

Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente

viajam, nem valerá a pena. Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades

relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [

]

Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.

( LUFT, Lya. Revista Veja - 07 de maio de 2014.)

Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas pelo mesmo motivo.

a) saúde boné distraídas. b)remédio possível fúria. c)alguém homogêneo número. d)músculos diagnóstico públicas.

Português

Português

13 - CESGRANRIO - 2015 - Petrobras - Técnico de Administração e Controle Júnior

- Petrobras - Técnico de Administração e Controle Júnior No trecho “Em um plano, temos o

No trecho “Em um plano, temos o tão celebrado ‘futebol--arte’ glorificado como a forma genuína de nosso

suposto estilo de jogo” (l 3-5), a palavra destacada é acentuada graficamente pelo mesmo motivo pelo qual

se acentua a palavra

a)além

b)declínio

c)ídolo

d)países

Português e)viés 14 - AOCP - 2015 - EBSERH - Médico cardiologista Assinale a alternativa

Português

e)viés

14 - AOCP - 2015 - EBSERH - Médico cardiologista

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação dos pares.

a)Científica ciência. b)Impossível impossibilidáde. c)Romântica românce. d)Público publicidáde. e)Aparência aparênte.

15 - CESPE - 2015 - TRE-GO - Técnico Judiciário - Área Administrativa

2015 - TRE-GO - Técnico Judiciário - Área Administrativa Com referência às estruturas linguísticas do texto

Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir.

Na linha 20, o sujeito da forma verbal “elegia" é o termo “o Tribunal Superior".

(

)Certo

(

)Errado

16 - CETRO - 2015 - AMAZUL Advogado

Caçada por submarino evoca tempos da Guerra Fria para Suécia e Rússia

Suecos lançaram operação para localizar embarcação invasora em suas águas; russos negam envolvimento no caso e apontam para a Holanda

Um submarino estrangeiro detectado no arquipélago de Estocolmo provocou a maior mobilização militar na Suécia desde a Guerra Fria, envolvendo o deslocamento emergencial de soldados, embarcações e

Português helicópteros. Nesta segunda-feira, uma zona fechada para voos foi declarada na área de buscas.

Português

helicópteros. Nesta segunda-feira, uma zona fechada para voos foi declarada na área de buscas.

Os primeiros alertas começaram a soar na sexta-feira e a suspeita logo recaiu sobre a Rússia, que negou envolvimento no caso e ainda apontou para a Holanda. “É um submarino de propulsão diesel-elétrica holandês Bruinvis que, na semana passada, realizava exercícios bem perto de Estocolmo”, afirmou uma fonte do Ministério da Defesa russo.

Só que o porta-voz do ministério holandês da Defesa, Marnoes Visser, também negou sua participação. “O submarino holandês não está envolvido e nós não estamos envolvidos nas operações de busca lançadas pelas forças suecas”, declarou. “Participamos em manobras com a Suécia e outros navios, mas elas terminaram na terça-feira da semana passada”.

Nas últimas semanas, a Suécia vem apontando uma série de invasões ao seu espaço aéreo por parte de aviões russos, esfriando as relações entre os dois países. Sobre o submarino, especificamente, as autoridades suecas limitaram-se a afirmar que receberam um alerta sobre “atividade submarina estrangeira” no litoral. O primeiro-ministro Stefan Löfven disse que, por enquanto, as missões lançadas pela Marinha são apenas para “coletar informações”.

Segundo uma reportagem do jornal Svenska Dagbladet publicada no fim de semana, o serviço secreto sueco interceptou frequências de rádio em uma área entre o litoral de Estocolmo e o enclave russo de Kaliningrado, onde está localizada grande parte da frota russa no Mar Báltico.

situação expõe a preocupação crescente sobre as intenções de Vladimir Putin na região. Em pouco mais de um mês, surgiram informações sobre um agente de inteligência da Estônia que teria sido levado por forças russas, a Finlândia reclamou da interferência de Moscou em um de seus navios de pesquisa e a Suécia fez um protesto formal sobre uma “grave violação” quando caças russos entraram em seu espaço aéreo.

“Isso pode se tornar um divisor de águas para a segurança em toda a região do Mar Báltico”, escreveu o chanceler letão, Edgars Rinkevics, em sua conta em uma rede social. Autoridades da Letônia apontaram um aumento na presença de submarinos e navios russos perto de suas águas territoriais.

Histórico - Não é a primeira vez que um submarino provoca um estranhamento nas relações entre a Rússia e a Suécia. A caçada desta semana ao submarino misterioso evoca as rotineiras invasões das águas territoriais suecas por embarcações soviéticas durante os anos da Guerra Fria.

No incidente mais notável, ocorrido em outubro de 1981, um submarino a diesel soviético acabou encalhando acidentalmente em uma praia sueca próxima de Karlskrona, onde está localizada a maior base naval da Suécia. No momento mais tenso do episódio, navios de guerra soviéticos tentaram forçar passagem entre a marinha sueca para resgatar o submarino. No final, os esforços de intimidação não funcionaram e os soviéticos retrocederam. O episódio só acabou depois de dez dias de tensão, quando rebocadores suecos acabaram levando o submarino para águas internacionais, onde ele foi entregue aos soviéticos. Houve também alarmes falsos, ocasiões em que a Suécia pensou ter detectado submarinos quando, na verdade, os sinais haviam sido emitidos por lontras. http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/cacada-por-submarino-provoca- queda-de-braco-entre-russia-e- suecia

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa em que as palavras devam ser acentuadas, respectivamente, de acordo com as mesmas regras de acentuação das palavras apresentadas abaixo.

Português

Português

Arquipélago/ notável/ inteligência

a)Sofa/ tambem/ violencia b)Cronica/ acaraje/ pes c)Armazem/ torax/ facil d)Lagrima/ agradavel/ proverbio e)Album/ pro/ jiló

17 - COSEAC - 2015 - CLIN - Gari Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas. É como se alguém tivesse colado dois grandes montes de terra no meio do mar. A maior chama-se Tristeza e a menor, Alegria.

Dizem que há muitos anos atrás a Alegria era maior e mais alta que a Tristeza. Dizem também que, por causa de um terremoto, parte da Alegria caiu no mar e afundou, deixando a montanha do jeito que está hoje.

Ninguém sabe se isso é mesmo verdade. Verdade é que ao pé desses dois cumes, exatamente onde eles se encontram, moram uma menina chamada Aleteia e sua avó.

Aleteia e a avó são como as montanhas: duas pessoas que estão sempre juntas.

Hoje Aleteia é menor, mais baixa que sua avó; acontece que daqui a algum tempo, ninguém sabe quando, Aleteia vai acordar e estará mais alta que a avó. Aleteia vai crescer e eu acho que, quando esse dia chegar, elas ainda estarão juntas. Igual às montanhas da ilha.

Um dia Aleteia perguntou: “Vovó, quem fez o mundo?”, e sua avó respondeu: “Deus”.

- Todo ele?

- Sim, todo.

- Sozinho?

- Sim, sozinho.

Aleteia saiu da sala com aquela conversa na cabeça. Não estava convencida. Pensou muito a respeito do assunto. Para raciocinar melhor, saiu para caminhar e caminhou muito pela ilha. Pensava sozinha, pensava em voz alta e começou a dividir seus pensamentos com as coisas que lhe apareciam pelo caminho: folhas, árvores, pedras, formigas, grilos, etc. Deus tinha criado o mundo sozinho?

(KOMATSU, Henrique. A menina que viu Deus. p.3-6, formato eletrônico, fragmento.) No trecho “Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas.”, a palavra grifada segue a mesma regra de acentuação que:

a)árvores.

b)vovó.

c)também.

d)estará.

Português

Português

18 - CESPE - 2014 - Polícia Federal - Agente de Polícia

18 - CESPE - 2014 - Polícia Federal - Agente de Polícia Julgue o seguinte item,

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima.

Os termos “série” e “história” acentuam-se em conformidade com a mesma regra ortográfica.

(

)Certo

(

)Errado

19 - FCC - 2014 - TJ-AP - Técnico Judiciário - Judiciária e Administrativa Uma história em comum

Os povos indígenas que hoje habitam a faixa de terras que vai do Amapá ao norte do Pará possuem uma história comum de relações comerciais, políticas, matrimoniais e rituais que remonta a pelo menos três séculos. Essas relações até hoje não deixaram de existir nem se deixaram restringir aos limites das fronteiras nacionais, estendendo-se à Guiana-Francesa e ao Suriname. Essa amplitude das redes de relações regionais faz da história desses povos uma história rica em ganhos e não em perdas culturais, como muitas vezes divulgam os livros didáticos que retratam a história dos índios no Brasil. No caso específico desta região do Amapá e norte do Pará, são séculos de acúmulo de experiências de contato entre si que redundaram em inúmeros processos, ora de separação, ora de fusão grupal, ora de substituição, ora de aquisição de novos itens culturais. Processos estes que se somam às diferentes experiências de contato vividas pelos distintos grupos indígenas com cada um dos agentes e agências que entre eles chegaram, dos quais existem registros a partir do século XVII.

Português É assim que, enquanto pressupomos que nós descobrimos os índios e achamos que, por

Português

É assim que, enquanto pressupomos que nós descobrimos os índios e achamos que, por esse motivo, eles dependem de nosso apoio para sobreviver, com um pouco mais de conhecimento sobre a história da região podemos constatar que os povos indígenas dessa parte da Amazônia nunca viveram isolados entre si. E, também, que o avanço de frentes de colonização em suas terras não resulta necessariamente num processo de submissão crescente aos novos conhecimentos, tecnologias e bens a que passaram a ter acesso, como à primeira vista pode nos parecer. Ao contrário disso, tudo o que esses povos aprenderam e adquiriram em suas novas experiências de relacionamento com os não-índios insere-se num processo de ampliação de suas redes de intercâmbio, que não apaga - apenas redefine - a importância das relações que esses povos mantêm entre si, há muitos séculos, “apesar” de nossa interferência. (Adaptado de: GALLOIS, Dominique Tilkin; GRUPIONI, Denise Fajardo. Povos indígenas no Amapá e Norte do Pará: quem são, onde estão, quantos são, como vivem e o que pensam? São Paulo: Iepé, 2003, p.8-9)

Acentuam-se devido à mesma regra os seguintes vocábulos do texto:

a)também, mantêm, experiências. b)indígenas, séculos, específico. c)acúmulo, importância, intercâmbio. d)políticas, história, Pará. e)até, três, índios.

20 - FGV - 2014 - TJ-RJ - Tecnico de Atividade Judiciária

TEXTO 3 QUANTO FALTA PARA O DESASTRE?

Verão de 2015. As filas para pegar água se espalham por vários bairros. Famílias carregam baldes e

aguardam a chegada dos caminhões-pipa. Nos canos e nas torneiras, nem uma gota. O rodízio no

abastecimento força lugares com grandes aglomerações, como shopping centers e faculdades, a fechar. As

chuvas abundantes da estação não vieram, as obras em andamento tardarão a ter efeito e o desperdício

continuou alto. Por isso, São Paulo e várias cidades vizinhas, que formam a maior região metropolitana do

país, entram na mais grave crise de falta d’água da história. (Época, 16/06/2014)

A correção na acentuação gráfica faz parte do cuidado com a norma culta na redação de um texto; a opção

que apresenta um vocábulo do texto 3 que é acentuado graficamente por razão distinta das demais é:

a)famílias;

b)país;

c)rodízio;

d)água;

e)desperdício.

Português

Português

GABARITO

1

- A

2

- B

3

- B

4

- E

5 - D

6

- E

7

- B

8

- D

9

- A

10

- C

11

- C

12

- D

13

- E

14

- A

15

- C

16

- D

17

- A

18

- C

19

- B

20

- B

Português Funções Morfossintáticas Parte 1 – Capítulo II Morfossintaxe A morfossintaxe decorre da união da

Português

Funções Morfossintáticas Parte 1 Capítulo II

Morfossintaxe

A morfossintaxe decorre da união da morfologia e da sintaxe.

Importante destacar que a morfologia é o estudo individual das palavras, independentemente da sua ligação com as orações ou frases da qual fazem parte, enquanto que a sintaxe é o estudo das palavras no contexto das orações.

Sintaxe

O conceito de sintaxe já foi estudado acima, todavia se faz necessário dar ênfase à classificação das frases

quanto aos seus elementos constituintes, podendo ser:

São as frases que apresentam verbo.
São as frases que apresentam verbo.
É a frase que não possui verbo, sendo formada por nomes. Ex.: Árvore grande.
É a frase que não possui verbo, sendo formada por
nomes.
Ex.: Árvore grande.
São frases insustentáveis por si mesmas, sendo necessário o conhecimento de fatores externos. Ex.: Silêncio
São frases insustentáveis por si mesmas, sendo
necessário o conhecimento de fatores externos.
Ex.: Silêncio (numa biblioteca).

Frase Verbal

Frase Nominal

Frase de Contexto ou Situação

Tipos de Frases

Além das classificações das frases realizadas em decorrência de seus elementos constituintes, as frases também podem ser classificadas quanto ao seu sentido global em: frases interrogativas, imperativas, exclamativas e declarativas.

Frases Frases Interrogativas Imperativas • É quando o emissor da mensagem faz uma pergunta. É
Frases
Frases
Interrogativas
Imperativas
• É quando o emissor
da mensagem faz
uma pergunta. É
utilizada para adquirir
alguma informação.
Ex.: Trício já saiu?
• É quando o emissor
da mensagem dá uma
ordem, uma
mensagem ou faz um
pedido com a
utilização do verbo no
modo imperativo.
Ex.: Dê-me uma ajuda
com isso!
Frases Frases Exclamativas Declarativas • Ocorre quando o emissor exterioriza um estado afetivo. Possuem uma
Frases
Frases
Exclamativas
Declarativas
• Ocorre quando o
emissor exterioriza
um estado afetivo.
Possuem uma
entonação
ligeiramente
prolongada.
Ex.: Que trabalho
difícil.
• O emissor constata
um fato.
Ex.: Fizeram-na
estudar.
Português

Português

Oração

É formada normalmente por dois termos (sujeito e predicado). A oração sempre possui verbos, porém, algumas vezes, não há sujeito.

Ex.: Eu fui aprovada em primeiro lugar no concurso público. (Sujeito: Eu - Predicado: Fui aprovada em primeiro lugar no concurso público).

Observe que os termos da oração podem ser divididos em: Essenciais, Integrantes e Acessórios.

Essenciais Integrantes SUJEITO PREDICADO OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO PREDICATIVO DO SUJEITO SIMPLES:

Essenciais

Integrantes

Essenciais Integrantes SUJEITO PREDICADO OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO

SUJEITO

Essenciais Integrantes SUJEITO PREDICADO OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO

PREDICADO

OBJETO DIRETO

Essenciais Integrantes SUJEITO PREDICADO OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO

OBJETO INDIRETO

Essenciais Integrantes SUJEITO PREDICADO OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO

PREDICATIVO DO

SUJEITO SIMPLES: QUANDO HOUVER SOMENTE UM EX.: MARIA FOI AO BAILE.
SUJEITO SIMPLES:
QUANDO HOUVER
SOMENTE UM
EX.: MARIA FOI AO
BAILE.

NÚCLEO.

COMPLEMENTO

NOMINAL

NÚCLEO. COMPLEMENTO NOMINAL AGENTE DA PASSIVA PREDICATIVO DO SUJEITO OBJETO SUJEITO COMPOSTO: POSSUI MAIS DE UM

AGENTE DA

PASSIVA

NÚCLEO. COMPLEMENTO NOMINAL AGENTE DA PASSIVA PREDICATIVO DO SUJEITO OBJETO SUJEITO COMPOSTO: POSSUI MAIS DE UM

PREDICATIVO DO

SUJEITO

PREDICATIVO DO SUJEITO

OBJETO

SUJEITO COMPOSTO: POSSUI MAIS DE UM NÚCLEO. EX.: JUÇARA E MÉLVIO ESTÃO APAIXONADOS.
SUJEITO
COMPOSTO:
POSSUI MAIS DE
UM NÚCLEO.
EX.: JUÇARA E
MÉLVIO ESTÃO
APAIXONADOS.
DO SUJEITO OBJETO SUJEITO COMPOSTO: POSSUI MAIS DE UM NÚCLEO. EX.: JUÇARA E MÉLVIO ESTÃO APAIXONADOS.

Termos Acessórios

Termos Acessórios ADJUNTO ADNOMINAL ADJUNTO ADVERBIAL APOSTO SUJEITO INDETERMINADO: EXISTE SUJEITO, MAS NÃO É

ADJUNTO

ADNOMINAL

Termos Acessórios ADJUNTO ADNOMINAL ADJUNTO ADVERBIAL APOSTO SUJEITO INDETERMINADO: EXISTE SUJEITO, MAS NÃO É

ADJUNTO

ADVERBIAL

Termos Acessórios ADJUNTO ADNOMINAL ADJUNTO ADVERBIAL APOSTO SUJEITO INDETERMINADO: EXISTE SUJEITO, MAS NÃO É

APOSTO

SUJEITO

INDETERMINADO:

EXISTE SUJEITO, MAS NÃO É POSSÍVEL IDENTIFICÁ-LO .

EX.: PEGARAM

MINHA MALA.

Vocativo

SUJEITO INEXISTENTE:

ORAÇÃO SEM SUJEITO. ESSAS ORAÇÕES POSSUEM VERBOS IMPESSOAIS E SOMENTE HAVERÁ PREDICADO NELAS.

EX.: ESTÁ CHOVENDO.

28

Termos Essenciais da Oração

Sujeito: É o termo sobre o qual se declara algo, podendo ser simples, composto, indeterminado e inexistente.

Observe com atenção a classificação do sujeito e seus respectivos conceitos, pois é de suma importância tal conhecimento para realização de concurso público.

Os substantivos, pronomes pessoais, pronomes substantivos, numerais e palavras substantivadas podem ser núcleos de sujeito.

Português Ex.: Elas já chegaram.  Predicado: É tudo que informa algo sobre o sujeito

Português

Ex.: Elas já chegaram.

Predicado: É tudo que informa algo sobre o sujeito quando ele existe. Ex.: Maria passou no concurso público.

Sujeito

Predicado

Nominal: Um verbo de ligação + Um predicativo do sujeito, que é seu núcleo. Ex.:
Nominal: Um verbo de ligação + Um predicativo do
sujeito, que é seu núcleo. Ex.: Maria está ansiosa.
CLASSIFICAÇÃO
DO
Verbal: Formado por um verbo transitivo ou
intransitivo.
Ex.: Tício brinca no parque Moscoso.
PREDICADO
Verbo- nominal: Formado por um verbo transitivo ou
intransitivo + Um predicativo do sujeito ou do objeto.
Ex.: Paulo encontrou Regina aborrecida.

Predicativo do Sujeito: Ocorre quando o termo informa uma qualidade ou estado do sujeito. Ex.: O Mélvio estava feliz.

V.L

P.S

Predicativo do Objeto: Expressa algo referente ao objeto. Ex.: O professor considera os alunos estudiosos.

Termos Integrantes da Oração

Objeto Direto: Complemento verbal, sem a necessidade de preposição obrigatória. Ex.: Maria comprou um velho armazém. (Quem compra, compra alguma coisa).

(V.T.D)

velho armazém . (Quem compra, compra alguma coisa). (V.T.D) (O.D) Há casos em que o objeto

(O.D)

Há casos em que o objeto direto pode ser preposicionado, são eles: Quando se quer
Há casos em que o objeto direto pode ser
preposicionado, são eles: Quando se quer dar
ênfase ao objeto, quando o objeto indica a parte
de um todo, para evitar ambiguidade, e quando
o objeto é representado por um pronome
pessoal obliquo tônico.
Português  Objeto Indireto: Complemento verbal introduzido obrigatoriamente por preposição. Ex.: Tércio gosta de

Português

Objeto Indireto: Complemento verbal introduzido obrigatoriamente por preposição. Ex.: Tércio gosta de vatapá. Sujeito: (Tércio/Verbo Transitivo Indireto: gosta/Objeto indireto:

de vatapá)

Complemento Nominal: É o termo com preposição que completa o sentido de nomes (substantivo, adjetivo ou advérbio) . Ex.: Esta prova foi útil aos alunos. (Adjetivo: útil / complemento nominal: aos alunos). Agente da Passiva: É o termo preposicionado que pratica a ação na voz passiva. Ex.: O exame foi realizado por ela. (Sujeito paciente: o exame/ Agente da passiva: por ela).

Adjunto Adnominal: É o termo que possui função de adjetivo, pois modifica o substantivo. Pode ser exercido por adjetivos, locuções adjetivas, artigos, numerais, pronomes adjetivos e orações adjetivas. Ex.: O alegre espetáculo começou tarde.

Adjunto Adverbial: Modifica o sentido do verbo, adjetivo ou de outro advérbio. Ex.: O tablet é muito legal. (muito é adjunto adverbial de intensidade)

Aposto: É o termo ou expressão que se junta a um substantivo com a finalidade de esclarecer, explicar, desenvolver ou resumir esse. Ex.: Tiago de Mello, o maior escritor nortista, nasceu em Manaus.

O terremoto causou muitas mortes, coisa já esperada.

“O ouro, os diamantes e as pérolas, tudo é terra e da terra.”

O mês de dezembro é repleto de comemorações.

Vocativo: Termo ou expressão que possui valor exclamativo utilizado para interpelar ou chamar alguém ou alguma coisa. Não pertence nem ao predicado, nem ao sujeito, ou seja, é independente da estrutura sintática da frase. Note que o vocativo é sempre acompanhado de vírgula, conforme será verificado no exemplo abaixo:

Ex.: Ó irmão, reza por ela!

Funções da partícula SE e QUE

Pronome Apassivador ou Partícula Apassivadora Símbolo ou Índice de Indeterminação do Sujeito Pronome Reflexivo
Pronome Apassivador ou Partícula Apassivadora
Símbolo ou Índice de Indeterminação do Sujeito
Pronome Reflexivo
Substantivo
Palavra Se
Conjunção Subordinativa Condicional
Conjunção Subordinativa Integrante
Parte Integrante do Verbo
Partícula Expletiva ou de Realce
Português

Português

Pronome Relativo
Pronome Relativo
Pronome Indefinido
Pronome Indefinido
Advérbio de Intensidade
Advérbio de Intensidade
Pronome Interrogativo
Pronome Interrogativo
Palavra Que
Palavra Que
Conjunção Subordinativa Comparativa, Concessiva, Causal, Final e Integrante.
Conjunção Subordinativa Comparativa, Concessiva,
Causal, Final e Integrante.
Conjunção Coordenativa Explicativa e Adversativa.
Conjunção Coordenativa Explicativa e Adversativa.
Preposição Acidental
Preposição Acidental
Partícula Expletiva ou de Realce
Partícula Expletiva ou de Realce
Interjeição
Interjeição
Substantivo
Substantivo

Palavra SE

Agora, estudaremos as funções da palavra se. São elas:

Pronome Apassivador: Ocorre com verbos transitivos diretos ou diretos e indiretos na voz passiva sintética. É admitida a alteração para voz passiva analítica. Ex.: Entregou-se o dinheiro ao aluno que obteve melhor comportamento.

Símbolo ou Índice de Indeterminação do Sujeito: Ocorre quando há verbos transitivos indiretos, intransitivos ou de ligação. O verbo é sempre conjugado na 3ª pessoa do singular. Ex.: Necessita-se de doces de batata.

Português  Pronomes Reflexivos : É usado quando o sujeito praticar e sofrer uma ação

Português

Pronomes Reflexivos: É usado quando o sujeito praticar e sofrer uma ação verbal sobre ele próprio, ou seja, é utilizado para formar a voz reflexiva. Esse pronome também pode ser:

sujeito de infinitivo, objeto direto, objeto indireto.

Objeto Direto: Ex.: Mario se arrumou. Sujeito do Infinitivo: Ex.: A garota deixou-se levar pela
Objeto Direto:
Ex.: Mario se arrumou.
Sujeito do Infinitivo:
Ex.: A garota deixou-se
levar pela turbulência.
Objeto Indireto:
Ex.: Maria se atribui pouco valor.

Substantivo: Aparece depois de determinante (artigo, pronome e outros).

Ex.: O se está bem colocado no texto.

Conjunção: A palavra se é sempre conjunção subordinativa, quando for utilizada como conjunção. Podendo o se ser conjunção subordinativa condicional e subordinativa integrante. Sendo assim, estudaremos cada uma delas a seguir.

Conjunção subordinativa condicional: Introduz uma oração subordinada adverbial condicional. Ex.: Se meu pai deixar,
Conjunção subordinativa condicional: Introduz uma
oração subordinada adverbial condicional.
Ex.: Se meu pai deixar, eu viajarei.
Conjunção Se
Conjunção subordinativa integrante: Ocorre quando
o se inicia uma oração subordinada substantiva.
Ex.: Observe se as alunas já estudaram.

Parte integrante do verbo: Quando a palavra SE faz parte dos verbos, ou seja, é quando a conjugação do verbo é realizada juntamente com o pronome, mas o SE não funciona como seu complemento. Ex.: O professor orgulhava-se com a aprovação do aluno.

Partícula de realce ou expletiva: É quando a palavra encontra-se ligada a verbo intransitivo, enfatizando um movimento ou atitude do sujeito. Ex.: Os doentes já se foram para o hospital.

Português

Português

Palavra QUE

A palavra que possui vários valores e funções sintáticas, todavia estudaremos algumas delas abaixo.

Pronome Relativo: Quando a palavra QUE introduz uma oração subordinada adjetiva, podendo ser substituída por O qual e suas flexões. Ex.: O macaco que pulou naquela árvore está doente.

Pronome Indefinido: A palavra QUE é utilizada em frases exclamativas, contudo é unida a um substantivo. Possui função de adjunto adnominal. Ex. Que roupa vulgar!

Advérbio de Intensidade: É quando modifica um adjetivo nas frases exclamativas. Possui função de adjunto adverbial de intensidade. Ex.: Que perto você trabalha.

Pronome Interrogativo: É utilizado na frase para formar perguntas interrogativas diretamente

ou indiretamente. Ex.: Que queres aqui?

Conjunção: Pode ser subordinativa ou coordenativa. É o conectivo entre as orações de um período, podendo ser:

Conjunção Subordinativa Consecutiva: Ocorre quando introduz Oração Adverbial Consecutiva. Ex.: Chorou tanto que
Conjunção Subordinativa Consecutiva: Ocorre quando introduz
Oração Adverbial Consecutiva.
Ex.: Chorou tanto que dormiu.
Conjunção Subordinativa Integrante: A palavra que inicia Oração
Subordinada Substantiva.
Ex.: Espero que Maria venha.
Conjunção Subordinativa Causal: A palavra QUE introduz uma
Oração Adverbial Causal. Tem valor de porque.
Ex.: Saímos todos, que o ambiente não estava bom.
QUE
como Conjunção
Subordinativa
Conjunção Subordinativa Comparativa: Inicia uma Oração Adverbial
Comparativa.
Ex.: O gorila é maior que o macaco.
Conjunção Subordinativa Concessiva: A palavra QUE introduz uma
Oração Subordinada Adverbial Concessiva. Pode ser substituído por
embora.
Ex.: Que nos tirem a roupa do corpo, continuaremos brigando.
Conjunção Subordinativa Final: A palavra QUE inicia uma Oração Subordinada Adverbial Final. É equivalente a
Conjunção Subordinativa Final: A palavra QUE inicia uma Oração
Subordinada Adverbial Final. É equivalente a para que.
Ex.: Faço votos que Maria passe no concurso da magistratura.
Português

Português

QUE como Conjunção Coordenativa Explicativa Conjunção Coordenativa Explicativa: Quando o QUE inicia uma oração
QUE
como Conjunção
Coordenativa
Explicativa
Conjunção Coordenativa Explicativa: Quando o
QUE inicia uma oração coordenada sindética
explicativa, podendo ser substituído por pois.
Normalmente, encontra-se após um verbo no
imperativo.
Ex.: Vamos dormir, que estou morrendo de sono.
Conjunção coordenativa adversativa: Quando o
QUE introduz uma oração coordenada sindética
adversativa. É equivalente a MAS.
Ex.: Outro candidato, que não eu, foi reprovado no
psicotécnico.

Partícula Expletiva ou de Realce: Ocorre quando o QUE pode ser tirado da frase, entretanto seu sentido não é alterado. Ex.: Há dois meses que ele não dorme.

Preposição Acidental: A palavra QUE é equivalente a outra preposição, normalmente pode ser substituído por DE. Ex.: Tenho que afagar a onça.

Interjeição: A palavra QUE vem sempre acompanhada de acento circunflexo e ponto de exclamação. Ex.: Quê! Mélvio teve coragem?

Substantivo: Quando a palavra QUE exercer classe gramatical de substantivo, sendo que na frase é definida por um termo qualquer. Ex.: O rapaz tem um quê de prepotência.

termo qualquer. Ex.: O rapaz tem um quê de prepotência. A palavra que, sempre que exercer
A palavra que, sempre que exercer classe gramatical de substantivo, deverá ser acentuada.
A palavra que, sempre que exercer
classe gramatical de substantivo,
deverá ser acentuada.
Português

Português

Questões

1-Noroeste Concursos - 2014 - CPOS - Eletrotécnico “Alugam-se quartos.” Nessa oração, a partícula ‘se’ exerce função de pronome.

a) indefinido.

b) apassivador.

c) reflexivo.

d) pessoal recíproco.

2-FGV -2014 - TJ-GO - Médico ortopedista e traumatologista

Texto 4 Uma ideia simples Elio Gaspari, Folha de São Paulo, 27/8/2014

Todos os candidatos prometem crescimento e austeridade. Entre os chavões mais batidos vem sempre a reforma tributária, tema complexo, chato mesmo, acaba sempre em parolagem. Promete-se a simplificação das leis que regulam os tributos, e a cada ano eles ficam mais complicados. Uma coletânea da legislação brasileira pesa seis toneladas. Aqui vai uma contribuição, que foi trazida pelo Instituto Endeavor. Relaciona- se com o regime de cobrança de impostos de pequenas empresas, aquelas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano (R$ 300 mil por mês). É o Simples pode-se estimar que ele facilita a vida de algo como 3 milhões de empresas ativas.

(1) “Promete-se a simplificação das leis que regulam os tributos, e a cada ano eles ficam mais complicados.” (2) “Relaciona-se com o regime de cobrança de impostos de pequenas empresas, aquelas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano (R$ 300 mil por mês).” (3) “É o Simples – pode-se estimar que ele facilita a vida de algo como 3 milhões de empresas ativas.” Nesses segmentos do texto 4 ocorre a presença do vocábulo SE; quanto à classificação desse vocábulo nos três segmentos, pode- se afirmar corretamente que possuem:

a) a mesma classe em 1, 2 e 3;

b) diferentes classes em 1, 2 e 3;

c) a mesma classe em 1 e 2;

d) a mesma classe em 1 e 3;

e) a mesma classe em 2 e 3.

3-FUNRIO - 2014 - IF-PI - Administrador O cidadão se dirigiu à autoridade e perguntou: Por que não se fez nada antes?

Nessa pergunta foi empregado o pronome SE com o mesmo valor morfossintático que ocorre na seguinte frase:

a) Por que não se pensou nisso antes?

b) Por que não se falou nele antes?

c) Por que não se acreditou nela antes?

d) Por que não se esteve no local antes?

e) Por que não se contratou ninguém antes?

Português 4-FJG - RIO - 2014 - Câmara Municipal do Rio de Janeiro - Assistente

Português

4-FJG - RIO - 2014 - Câmara Municipal do Rio de Janeiro - Assistente Técnico

- Câmara Municipal do Rio de Janeiro - Assistente Técnico Em “ classificação do termo destacado

Em “

classificação do termo destacado em:

o feitiço indecente que solta a gente”, a palavra em negrito é um pronome relativo; idêntica é a

a) Os sambistas é que conseguiram a popularização do samba.

b) Precisamos dormir cedo, que amanhã é dia de trabalho.

c) O samba brasileiro, que foi duramente perseguido, sobreviveu.

d) Desejamos que a importância do samba seja reconhecida.

5-Noroeste Concursos - 2014 - CPOS - Eletrotécnico “Que rapaz estudioso era José!” Qual a função da partícula ‘que’ na oração?

a) Preposição.

b) Partícula expletiva.

c) Advérbio de modo.

d) Advérbio de intensidade.

6-FGV - 2014 - PROCEMPA - Técnico Administrativo “As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se podem ver nem tocar. Elas devem ser sentidas com o coração. Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam, e do caos nascem as estrelas.

Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas ideias e a nobreza dos seus ideais.”

(Charles Chaplin)

Das frases abaixo, assinale aquela que possui um sujeito posposto.

a) “As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se podem ver nem tocar.”

b) “Elas devem ser sentidas com o coração.”

c) “Não devemos ter medo dos confrontos.”

d) “Até os planetas se chocam.”
e) “

do

caos nascem as estrelas.”

Português

Português

7-FGV - 2014 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Administrador TEXTO 1 DIREITO AFETIVO João Paulo Lins e Silva, O Globo, 09/10/2014

Acompanhamos recentemente notícias na imprensa sobre registros de nascimento de menores com a inclusão de duas mães e um pai. Três atos distintos ocorreram; um em Minas Gerais e dois no Rio Grande do Sul. Por maior semelhança, carregam os registros características peculiares, mas que trazem e antecipam uma forte tendência, com a visão da família multiparental, ou seja, a capacidade de uma pessoa possuir, simultaneamente, mais de um pai ou de uma mãe em seu registro de nascimento. O que poderia soar absurdo ou, no mínimo, estranho antigamente, a evolução do formato da família brasileira força a necessidade de uma adequação de nossa legislação notarial.

A frase abaixo em que o sujeito do verbo sublinhado aparece posposto é:

a) “acompanhamos recentemente notícias na imprensa”;

b) “três atos distintos ocorreram”;

c) “por maior semelhança, carregam os registros características peculiares”;

d) “mas que trazem e antecipam uma forte tendência”;

e) “a evolução do formato da família brasileira força a necessidade de uma adequação”.

8-INSTITUTO INEAA - 2014 - CREA-GO - Analista - Advocacia Observe o início do Hino Nacional Brasileiro:

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heroico o brado retumbante

Na oração acima, o sujeito é:

a) indeterminado.

b) um povo heroico.

c) inexistente.

d) as margens plácidas do Ipiranga.

e) o brado retumbante.

9-INSTITUTO INEAA - 2014 - CREA-GO - Analista - Advocacia Assinale a alternativa constante de oração sem sujeito:

a) Ouve-se o relógio de hora em hora.

b) Houve por improcedente o pedido do funcionário.

c) Faltavam quatro dias para o casamento.

d) Há de conseguir a aprovação nos exames.

e) Houve aulas no final de semana.

10-INSTITUTO INEAA - 2014 - CREA-GO - Analista - Advocacia Assinale a opção em que é indeterminado o sujeito da oração:

a) Trata-se definitivamente de versões infundadas.

b) Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.

c) Não se dê atenção aos maledicentes.

d) Muito se discute atualmente a redução da maioridade penal.

Português e) Aqui outrora retumbaram hinos. 11-FGV - 2014 - DPE-RJ - Técnico Superior Jurídico

Português

e) Aqui outrora retumbaram hinos.

11-FGV - 2014 - DPE-RJ - Técnico Superior Jurídico “Pouco importa que a prisão por dívidas represente um retrocesso de 2600 anos – uma das reformas de Sólon que facilitou a introdução da democracia em Atenas foi justamente o fim da servidão por dívidas e que é quase certo que, encarcerado, o pai da criança terá muito menor probabilidade de honrar seus compromissos financeiros”.

A alternativa em que a afirmação sobre um elemento do texto mostra adequação é:

a)

o termo “por dívidas” traz uma ideia de consequência.

b)

o adjetivo “encarcerado” contém uma ideia de tempo.

c)

os travessões separam uma informação sobre quem foi Sólon.

d)

o termo “da democracia” é complemento nominal de “introdução”.

e)

o possessivo “seus” se refere a “criança”.

12-INSTITUTO AOCP - 2014 - UFGD - Advogado

Em

sintaticamente, como:

a) objeto indireto.

b) complemento nominal.

c) adjunto adnominal.

d) aposto.

e) predicativo do sujeito.

qualquer

efeito

obviamente

nocivo

à

saúde

humana

”,

a

expressão

destacada

funciona,

13-INSTITUTO AOCP - 2014 - UFGD - Técnico em Informática Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.

a) Em “Também se matou, aos 20 anos

b) Em “

c) Em “No Brasil, porém, persiste a falta

indica acréscimo de informação.

morrem

anualmente por essa causa.”, indica a causa das mortes.

”,

indica contraste entre ideias.

d) 31

Em “

artigos científcos sobre suicídio

”,

indica o assunto dos artigos.

e) chances

Em “

de chegar às pessoas

”,

funciona como objeto indireto.

14-CESPE - 2015 - TRE-GO - Técnico Judiciário - Área Administrativa

;

Português Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir. Na

Português

Português Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir. Na linha

Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir. Na linha 20, o sujeito da forma verbal “elegia" é o termo “o Tribunal Superior".

( )Certo ( )Errado

15-FGV - 2014 - SEDUC-AM - Professor - Língua Portuguesa Assinale a opção em que a construção frasal com objeto direto ou indireto pleonástico apresenta erro.

a) Esta boneca, trouxe-a ontem.

b) Eu o comprei, o dicionário pretendido.

c) A mim me parece que o tempo vai mudar.

d) A mim parece-me que nada vai mudar.

e) Eram estas as atitudes que você devia toma-las

Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto se, na oração “aumenta-se o grau de indefinições e incertezas” (L.6-7), a forma verbal estivesse flexionada no plural, desde que suprimida a partícula “-se”.

(

) Certo

(

) Errado

No trecho “não só se atendo aos limites inerentes ao Estado democrático de direito” (L.25-26), a partícula “se”, cujo referente é “A polícia democrática” (L.21), exerce a função de complemento da forma verbal “atendo”.

Português ( ) Certo ( ) Errado 18 -FUNCAB - 2013 - PC-ES - Assistente

Português

(

) Certo

(

) Errado

A função sintática do segmento destacado em “*

a) adjunto adverbial.

b) complemento nominal.

c) agente da passiva.

d) objeto indireto.

e) objeto direto.

+

Romeu deu voz AO SUBLIME BARDO *

+”

é:

19-CESPE - 2013 - SERPRO - Analista - Advocacia No que diz respeito aos argumentos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem. No trecho “O setor de tecnologias da informação e comunicação (TICs) impulsiona um conjunto de

inovações (

complemento direto da forma verbal “impulsiona”.

(

)

institucionais” (L.1-3), o termo “conjunto” exerce a função de núcleo do

) Errado

) Certo

(

a que ponto a astronomia facilitou a obra das outras ciências tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:

a) astros que ficam tão distantes

b) que a astronomia é uma das ciências

c) que nos proporcionou um espírito

d) cuja importância ninguém ignora

e) onde seu corpo não passa de um ponto obscuro

O verbo que exige o mesmo

Português

Português

GABARITO

1

- B

2

- D

3

- E

4

- C

5

- C

6

- E

7

- C

8

- D

9

- E

10

- A

11

- D

12

- B

13

- E

14

- C

15

- E

16

- E

17

- E

18

- D

19

- C

20

- D

Português Ortografia Parte 1 - Capítulo III Primeiramente, vale mencionar que a palavra Ortografia é

Português

Ortografia Parte 1 - Capítulo III

Primeiramente, vale mencionar que a palavra Ortografia é de origem grega, formada por dois elementos, quais sejam, orthós (correta) + grafia (escrita). Logo, o objetivo da Ortografia é definir normas para a grafia correta das palavras.

Nesse contexto, cumpre demonstrar algumas orientações ortográficas. Vejamos!

EMPREGO DO "S"
EMPREGO DO "S"

Adjetivos terminados pelos sufixos - oso / - osa (significa abundância).

Ex.: gostoso - gostosa.

Palavras terminadas pelos sufixos - ês, - esa, - isa (indicam origem, profissão, título de nobreza). Ex.: marquês - marquesa.

Palavras derivadas de outras que apresentam o grupo nd.

Ex.: suspender - suspensão.

Após ditongos.

Ex.: causa, Cleusa, coisa.

Nas formas dos verbos pôr e querer.

Ex.: pus, puser, pudesse / quis, quiser, quisesse.

Palavras derivadas de outras que apresentam a letra s.

Ex.: aviso - avisar.

Palavras terminadas em - ase, - ese, - ise, - ose.

Ex.: crase, catacrese, mesóclise, osmose.

EMPREGO DO "Z"
EMPREGO DO "Z"

Nos sufixos - ez / - eza, formadores de substantivos abstratos derivados de adjetivos.

Ex.: viúvo - viuvez; altivo - altivez; pobre - pobreza.

No sufixo - izar, formador de verbo.

Ex.: legal - legalizar.

Português

Português

EMPREGO DO "H"
EMPREGO DO "H"

Utiliza-se quando a tradição do idioma exige (h - etimológico). Ex.: herói, homem, hesitar, honra, hora, hábito.

Quando faz parte de dígrafos. Ex.: filho, telha, folheto, rainha.

Quando o h etimológico une-se a outro elemento por hífen. Ex.: pré-história, anti-higiênico, super-herói.

EMPREGO DE "G/J"
EMPREGO DE "G/J"

Palavras terminadas em - gem. Ex.: fuligem, ferrugem, garagem, viagem (substantivo).

Palavras terminadas em - ágio, - égio, - ígio, - ógio, - ugio. Ex.: naufrágio, colégio, prestígio.

Palavras derivadas de outras grafadas com J. Ex.: laranja - laranjeira, viajar - viajem.

Palavras de origem africana e indígena. Ex.: canjica, jiló, jirau.

EMPREGO DA "Ç"
EMPREGO DA "Ç"

Palavras derivadas de verbos grafados com - ter. Ex.: conter - contenção.

EMPREGO DE "SC"
EMPREGO DE "SC"

Palavras como: abscissa, adolescente, ascensão, piscina, suscitar.

Português

Português

EMPREGO DO "SS"
EMPREGO DO "SS"

Palavras como: remessa, compressor, agressivo, transgressão, discussão, sossego, pêssego, empossar (dar posse), dissertar (discorrer).

EMPREGO DO "CH / X"
EMPREGO DO "CH / X"

CH - Palavras como: chibata, chiar, brocha, choupana, chorumela, enchouriçar, chá (arbusto), cheque (ordem de pagamento), chuchu, chifre, chave.

X

- Palavras como: exalar, exame, exaustão, extenso, paxa, excitante, taxa, xale, xícara,

faixa, engraxar, xeque (incidente no xadrez).

Depois de EN, usa-se X: enxofre, enxame, enxada, enxaqueca. Exceções: enchente (de cheio), encharcar (de charco).

PARÔNIMOS E HOMÔNIMOS

Nos parônimos, os vocábulos são parecidos na grafia e na pronúncia e, por sua vez, diferentes no significado. Em contrapartida, os homônimos possuem igual grafia e/ou pronúncia. Os homônimos podem ser: Homônimos perfeitos, Homônimos homófonos e Homônimos homógrafos.

Parônimos Parecidos na Significados pronúncia diferentes e grafia Confira alguns exemplos:
Parônimos
Parecidos
na
Significados
pronúncia
diferentes
e grafia
Confira alguns exemplos:
Homônimos Igual Significados pronúncia diferentes e/ou grafia
Homônimos
Igual
Significados
pronúncia
diferentes
e/ou grafia

Parônimos

Ex.: cumprimento (saudação) e comprimento (extensão). retificar (corrigir) ratificar (confirmar).

Português

Português

Homônimos Perfeitos (iguais na pronúncia e na grafia)

Ex.: serra (instrumento) e serra (montanha).

Homônimos Homófonos (palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita)

Ex.: seção (repartição), cessão (ato de ceder) e sessão (reunião).

Homônimos Homógrafos (palavras iguais na escrita e diferente na pronúncia)

Ex.: magoa (verbo) e mágoa (substantivo).

Porque
Porque

USO DO PORQUÊ

Utiliza-se PORQUE (junto e sem acento) quando for conjunção e puder ser

substituído por: visto que, uma vez que. Ter-se-á uma ideia de resposta.

Ex.: “Filo, porque o quis”.

Porquê
Porquê

Utiliza-se PORQUÊ (Junto e com acento) quando for substantivo e puder ser

substituído por o motivo, a razão.

Ex.:

Não sei o porquê de você estar aqui.

a razão. Ex.: Não sei o porquê de você estar aqui. Por que Utiliza-se POR QUE

Por que Utiliza-se POR QUE (separado e sem acento) quando houver uma interrogativa

direta; uma interrogativa indireta, e, neste caso, o termo pode ser substituído por por que razão, por que

motivo ou quando o que for pronome relativo e puder ser substituído por qual.

Ex.:

Por que ela não vai? Indaguei por que estava tão triste. Os problemas por que (pelos quais) passei foram resolvidos.

Os problemas por que (pelos quais) passei foram resolvidos. Por quê Utiliza-se POR QUÊ (separado e

Por quê Utiliza-se POR QUÊ (separado e com acento) quando estiver no fim de uma oração

interrogativa.

Ex.: Ela não irá à festa por quê?

USO DO “MAL” E “MAU”

não irá à festa por quê? USO DO “MAL” E “MAU” Mal (Antônimo de bem) O

Mal (Antônimo de bem) O termo será sempre substantivo ou advérbio e, em ambos os casos,

poderá ser substituído pelo antônimo BEM.

Ex.: Carla falou muito mal (bem) de você.

Português

Português

Mal (Conjunção Subordinativa Temporal)
Mal (Conjunção Subordinativa Temporal)

ser substituído por LOGO QUE, ASSIM QUE.

O termo será conjunção subordinada temporal e poderá

Ex.: Mal (logo que) o Fluminense fez o gol, o Botafogo empatou.

Mau (Antônimo de bom)
Mau (Antônimo de bom)

O termo será adjetivo e poderá ser substituído pelo seu antônimo bom.

Ex.: Sérgio é um mau (bom) menino.

EMPREGO DO HÍFEN principais regras (segundo o Novo Acordo Ortográfico)

As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos (anti, super, ultra, sub etc.) ou por elementos que podem funcionar como prefixos (aero, agro, auto, eletro, geo, hidro, macro, micro, mini, multi, neo etc.).

Casos Gerais

1. Usa-se o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos: anti-higiênico, anti-histórico, macro-história,
1. Usa-se o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos:
anti-higiênico, anti-histórico, macro-história, mini-hotel, proto-história, sobre-humano,
super-homem e ultra-humano.
2. Usa-se o hífen se o prefixo terminar com a mesma letra com que se inicia a
outra palavra. Exemplos: micro-ondas, anti-inflacionário, sub-bibliotecário e
inter-regional.
3. Não se usa o hífen se o prefixo terminar com letra diferente daquela com que
se inicia a outra palavra. Exemplos: autoescola, antiaéreo, intermunicipal,
supersônico, superinteressante, agroindustrial, aeroespacial e semicírculo
* Se o prefixo terminar por vogal e a outra palavra começar por r ou s, dobram-se essas
letras. Exemplos: minissaia, antirracismo, ultrassom e semirreta.
Português Casos Particulares Com os prefixos sub e sob, usa-se o hífen também diante de

Português

Casos Particulares

Com os prefixos sub e sob, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por
Com os prefixos sub e sob, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r. Exemplos: sub-
região, sub-reitor, sub-regional e sob-roda.
Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m,n e vogal.
Exemplos: circum-murado, circum-navegação e pan-americano.
Usa-se o hífen com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, vice. Exemplos:
além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno, ex-diretor, ex-hospedeiro,
ex-prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu,
recém-casado, recém-nascido, sem-terra e vice-rei.
O prefixo co junta-se com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o ou h. Neste
último caso, corta-se o h. Se a palavra seguinte começar com r ou s, dobram-se essas letras.
Exemplos: coobrigação, coedição, coeducar, cofundador, coabitação,
coerdeiro, corréu, corresponsável e cosseno.

Outros casos do uso do hífen

Com mal*, usa-se o hífen quando a palavra seguinte começar por vogal, h ou l.
Com mal*, usa-se o hífen quando a palavra seguinte começar por vogal, h ou l. Exemplos:
mal-entendido, mal-estar, mal-humorado e mal-limpo.
* Quando mal significa doença, usa-se o hífen se não houver elemento de ligação. Exemplo: mal-francês. Se
houver elemento de ligação, escreve-se sem o hífen. Exemplos: mal de lázaro e mal de sete dias.
Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o
hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos: Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar e O diretor foi receber os ex-alunos.
Português Casos Especiais Abaixo / a baixo Abaixo : Interjeição! Ex.: Abaixo a ditadura! Advérbio

Português

Casos Especiais

Abaixo / a baixo
Abaixo / a baixo

Abaixo: Interjeição! Ex.: Abaixo a ditadura! Advérbio (Embaixo, em categoria inferior, depois). Ex.: Abaixo de Deus, as mães.

A baixo: Contrário a “de alto”.

Ex.: Rasgou os lençóis de alto a baixo.

Acerca de / Cerca de / A cerca de / Há cerca de
Acerca de / Cerca de / A cerca de / Há cerca de

Acerca de: A respeito de. Ex.: Falamos acerca do filme.

Cerca de: Durante, aproximadamente. Ex.: Falamos cerca de 45 minutos.

A cerca de: Ideia de distância ou tempo aproximado.

Ex.: Fiquei a cerca de 15 metros da porta.

Há cerca de: Existe aproximadamente, aproximadamente no passado. Ex.: Há cerca dez mil pessoas no Maracanã.

Acima / A cima
Acima / A cima

Acima: Anterior, em grau de categoria superior. Ex.: De dezoito anos acima.

Em graduação superior. Ex.: Muito acima do tenente.

De preferência, em lugar superior, em cima. Ex.: Buscamos, acima de tudo, o amor.

A cima: Contrário a “de baixo”.

Ex.: Costurou a saia de baixo a cima.

Afim / A fim de
Afim / A fim de

Afim: Semelhança, parentesco, afinidade. Ex.: São duas avós afins.

A fim de: Com o propósito de, com o objetivo de, com a finalidade de.

Ex.: Trabalhou a fim de ganhar mais.

Português Afora / A fora Afora : O mesmo que “fora”, à exceção de, exceto.

Português

Afora / A fora
Afora / A fora

Afora: O mesmo que “fora”, à exceção de, exceto. Ex.: Todos farão a prova, afora eles.

A fora: Com a ideia de “para fora”.

Ex.: Pela estrada a fora.

Ao encontro de / De encontro a
Ao encontro de / De encontro a

Ao encontro de: A favor de, encontrar-se, concordar. Ex.: Nós não nos estranhamos, visto que minhas ideias foram ao encontro das dela.

De encontro a. Ex.: Minha moto foi de encontro a um carro.

Aparte / À parte
Aparte / À parte

Aparte: Verbo - separar. Ex.: Não aparte os testes.

Substantivo: Interrupção. Ex.: A professora recebeu um aparte.

À parte: Locução adverbial - de lado. Ex.: A decisão será mostrada à parte.

À-toa / À toa
À-toa / À toa

À-toa: Locução adjetiva - ordinário, desprezível, sem valor. Ex.: Ele é um homem à-toa.

À toa: Locução adverbial - ao caso, sem rumo, sem razão.

Ex.: Esse aluno reclama à toa.

À-vontade / À vontade
À-vontade / À vontade

À-vontade: Substantivo - descuido; sem-cerimônia. Ex.: A professora não se agrada com esse à-vontade com que o pai do aluno fala.

À vontade: Locução adverbial - sem preocupação; negligentemente.

Ex.: Fique à vontade!

Português Apedido ou a-pedido / A pedido Apedido ou a-pedido : Substantivo - publicação especial

Português

Apedido ou a-pedido / A pedido
Apedido ou a-pedido / A pedido

Apedido ou a-pedido: Substantivo - publicação especial em jornal. Ex.: Lemos no jornal o apedido que João fez.

A pedido: Locução adverbial - solicitação. Ex.: Fomos à viagem a pedido do chefe.

Bem-posto / Bem posto
Bem-posto / Bem posto

Bem-posto: Elegante. Ex.: O pai da noiva estava extremamente bem-posto.

Bem posto: Posto corretamente. Ex.: O teste está bem posto na pasta.

Boa-vida / Boa vida
Boa-vida / Boa vida

Boa-vida: Brincalhão. Ex.: Felipe é um boa-vida.

Boa vida: Vida tranquila, vida boa. Ex.: Minha boa vida terminará com as minhas férias.

Abaixo-assinado / Abaixo assinado
Abaixo-assinado / Abaixo assinado

Abaixo-assinado: Documento. Ex.: A turma fez um abaixo-assinado contra as aulas de Educação Religiosa.

Abaixo assinado: Quem assina embaixo. Ex.: Eu, abaixo assinado, solicito um salário mais justo.

Conquanto / Com quanto
Conquanto / Com quanto

Conquanto: Embora, mesmo que. Ex.: Conquanto Márcia estivesse exausta, foi à faculdade. Com quanto: Com que quantitativo. Ex.: Com quanto dinheiro Ana saiu?

Contudo / Com tudo
Contudo / Com tudo

Contudo: Entretanto, porém. Ex.: Ana não estudou para a prova, contudo a fez. Com tudo: Preposição + pronome = total, Ex.: Vanessa saiu de Recife com tudo.

Português Dantes / De antes Dantes : Advérbio - antigamente. Ex.: Dantes o tempo era

Português

Dantes / De antes
Dantes / De antes

Dantes: Advérbio - antigamente. Ex.: Dantes o tempo era outro.

De antes: Preposição + advérbio = em tempo anterior. Ex.: As discussões já vêm de antes de você entrar na empresa.

Debaixo / De baixo
Debaixo / De baixo

Debaixo: Em situação inferior. Ex.: Tomara que não caia quando as crianças estiverem debaixo.

Na dependência, em decadência. Ex.: Marcos e Elizabeth estavam debaixo e foram rendidos.

Sob.

Ex.: Jaz agora debaixo da terra.

No tempo de; por ocasião de. Ex.: O sucesso da novela caiu debaixo desse autor.

Em situação inferior a. Ex.: Escondam-se debaixo da marquise.

De baixo: A parte inferior. Ex.: Anita comprou roupa de baixo.

Contrário a “a cima”. Ex.: Verificamos de baixo a cima.

Demais / De mais
Demais / De mais

Demais: Pronome indefinido - outros. Ex.: Chame os demais pais para a reunião. Advérbio de intensidade - Excessivamente. Ex.: Aquela garota fala demais.

Palavra continuativa - Além disso. Ex.: Demais quem dá ordens aqui é a Fernanda.

De mais: Locução adjetiva - muito. Ex.: Comi besteira de mais na festa da Carol.

Português Desapercebido / Despercebido Desapercebido : Desavisado, pesprevenido. Ex.: Não cheguei ao compromisso a

Português

Desapercebido / Despercebido
Desapercebido / Despercebido

Desapercebido: Desavisado, pesprevenido. Ex.: Não cheguei ao compromisso a tempo por estar desapercebido.

Despercebido: Sem ser notado, sem perceber a presença. Ex.: Fábio passou despercebido pela frente do banco.

Detrás / De trás
Detrás / De trás

Detrás: Pela retaguarda. Ex.: Um jogador não pode cometer uma falta por detrás.

De trás: Atrás. Ex.: Todo esse ruído vem lá de trás.

Devagar / De vagar
Devagar / De vagar

Devagar: Lentamente, sem pressa. Ex.: Ela caminhava devagar.

De vagar: De descanso. Ex.: Vou à praia nos momentos de vagar.

Em vez de / Ao invés de
Em vez de / Ao invés de

Em vez de: Em lugar de. Ex.: Em vez de ir à escola, foi à praia. Ao invés de: Ao contrario de. Ex.: Ao invés de trabalhar, pôs-se a descansar o dia todo.

Enfim / Em fim
Enfim / Em fim

Enfim: Afinal, finalmente. Ex.: Enfim a noiva chegou.

Em fim: No fim. Ex.: Camila e Bianca estão em fim de carreira.

Enquanto / Em quanto
Enquanto / Em quanto

Enquanto: Conjunção - Ao mesmo tempo que, em concomitância com. Ex.: Enquanto jantava, Camila falava demais.

Português

Português

Em quanto: Preposição + Pronome = qual, por quanto. Ex.: Em quanto tempo se faz a viagem de Rio das Ostras a Parati.

Malgrado / Mau grado
Malgrado / Mau grado

Malgrado: Embora, ainda que. Ex.: Malgrado Natália não tenha estudado, fez ótima prova.

Mau grado: Contra a vontade. Ex.: Ester cuida do filho de mau grado.

Apesar de (se estiver seguido de preposição). Ex.: Mau grado ao tempo, ficarei em casa.

Nenhum / Nem um
Nenhum / Nem um

Nenhum: Ninguém, nada. Ex.: Nenhum tem razão naquela palestra.

Nem um: Um só que fosse. Ex.: Não bebemos nem uma bebida alcóolica.

Porventura / Por ventura
Porventura / Por ventura

Porventura: Por acaso. Ex.: Se porventura fizer sol, irei a Saquarema.

Por ventura: Por sorte. Ex.: Como não comprei muitas rifas, só ganharei por ventura.

Porquanto / Por quanto
Porquanto / Por quanto

Porquanto: Conjunção - visto que. Ex.: Corro, porquanto o tempo voa.

Por quanto: Designa quantidade, preço. Ex.: Por quanto venderam o apartamento?

Portanto / por tanto
Portanto / por tanto

Portanto: então, logo. Ex.: Rodrigo estudou muito para o concurso, portanto passará.

Por tanto: Por muita quantidade. Ex.: Por tanto carinho, a vida me presenteou.

Português

Português

Sem-cerimônia / sem cerimônia
Sem-cerimônia / sem cerimônia

Sem-cerimônia: Descortesia. Ex.: A sem-cerimônia fez com que a plateia ficasse espantada.

Sem cerimônia: À vontade. Ex.: Fique no evento sem cerimônia.

Sem-fim / Sem fim
Sem-fim / Sem fim

Sem-fim: Número ou quantidade indeterminada. Ex.: Foi um sem-fim de pais de alunos na reunião.

Sem fim: Sem término. Ex.: É uma busca sem fim.

Sem-número / Sem número
Sem-número / Sem número

Sem-número: Grande quantidade. Ex.: Há um sem-número de processos para você.

Sem número: Ausência de numeração. Ex.: A casa ainda está sem número.

Se não / Senão
Se não / Senão

Senão exceto, caso contrário. Ex.: Não existe paz, senão entre os mortos.

Se não caso não. Caso a palavra “não” puder ser extraída da frase, alterando o seu sentido, porém não gerando erro, o termo “se não” é separado. Ex.: Se não fizer sol, ficaremos em casa.

Sobretudo / Sobre tudo
Sobretudo / Sobre tudo

Sobretudo: Especialmente, principalmente. Ex.: Deves estudar todos os programas, sobretudo Português. Casacão, capa:

Ex.: O sobretudo de nossa amiga é importado.

Sobre tudo: A respeito de tudo, acerca de tudo. Ex.: Conversamos sobre tudo.

Português Tampouco / Tão pouco Tampouco : Também não, nem. Ex.: Ela não estuda tampouco

Português

Tampouco / Tão pouco
Tampouco / Tão pouco

Tampouco: Também não, nem. Ex.: Ela não estuda tampouco se esforça.

Tão pouco: Muito pouco. Ex.: Choveu tão pouco, que logo o tempo abrirá.

Português Parte 1 – Capítulo III QUESTÕES 1-Makiyama - 2015 - Banestes - Técnico Bancário

Português

Parte 1 Capítulo III QUESTÕES

1-Makiyama - 2015 - Banestes - Técnico Bancário Assinale a alternativa que traz a única palavra grafada CORRETAMENTE:

a) Cabeleleiro

b) Mendingo

c) Bandeija

d) Coucha

e) Tigela

2-IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista No que se refere à ortografia, assinale a alternativa em que todos os vocábulos da oração apresentam grafia correta.

a) A energia elétrica faz uma grande viajem até chegar à casa do consumidor.

b) O progeto de implantação de eletricidade foi um sucesso.

c) Todos devem ter garantido o ascesso à energia elétrica.

d) Energia elétrica é um recurso esgotável, por isso deve ser economizada.

e) Não se pode cojitar que a sociedade fique sem energia elétrica.

3-IADES - 2015 - ELETROBRAS - Leiturista Considerando as regras de ortografia, assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente.

a) Dimencionar.

b) Assosciação.

c) Capassitores.

d) Xoque.

e) Conversão.

4-CETRO - 2015 - AMAZUL - Advogado De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.

a) A evazão escolar aumentou em relação ao ano passado.

b) Exonerou-se desta responsabilidade, mas assumiu outras.

c) Os bandidos ficaram calados com medo de sofrer reprezálias.

d) Minha sogra está sofrendo com retensão de líquidos.

e) O diretor se opôs à recisão do contrato.

5-FCC - 2014 - TJ-AP - Técnico Judiciário - Judiciária e Administrativa Está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa a frase:

a) Ocupa-se as faixas de terra que vão do Amapá ao norte do Pará com várias comunidades indígenas.

b) Faz pelo menos três séculos que esses povos partilham uma história de relações comerciais, políticas,

matrimoniais e rituais.

c) São comuns livros didáticos que, ao tratarem da condição dos índios do Brasil, contribui para divulgar

uma história de perdas culturais.

Português d) O acúmulo de experiências de contato entre diferentes povos permitiram que ocorresse processos

Português

d) O acúmulo de experiências de contato entre diferentes povos permitiram que ocorresse processos de

fusão e de separação de grupos.

e) Com o avanço das frentes de colonização em suas terras, foi trazido uma série de novos conhecimentos e

tecnologias.

6-FCC - 2014 - TJ-AP - Técnico Judiciário - Judiciária e Administrativa Todos os termos estão empregados e grafados corretamente em:

a) Os povos indígenas mencionados no texto detêm uma extensão de terras que vai do Amapá ao norte do

Pará.

b) Na opinião das autoras, o discurso dos livros didáticos trás uma visão, por vezes, distorcida da história

dos índios brasileiros.

c) Os povos indígenas do Amapá e do norte do Pará manteram uma história em comum ao longo do tempo.

d) Alguns preconceitos serão desfeitos quando se fazer um estudo mais amplo a cerca dos povos indígenas

do Brasil.

e) As autoras se proporam a enfocar a história dos povos indígenas do Amapá e do norte do Pará por um

novo viéz.

7-FCC - 2014 - TJ-AP - Técnico Judiciário - Judiciária e Administrativa A frase redigida com clareza e correção, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, está em:

a) Segundo a autora, o português de Dorica possue influência da língua indígena e do francês, e por isso às

vezes prejudicava o entendimento do que ela queria dizer.

b) Além das parteiras do Amapá, outras pessoas foram convidadas à fazer parte do livro de Eliane Brum, do

qual foi elogiado por jornalistas e amantes da literatura.

c) A autora emociona-se ao falar de Dorica, que o português é a segunda língua, mas que comunica-se com

grande poesia nesse idioma.

d) Dorica, Jovelina e outras parteiras reunem-se à fim de conduzir a jornalista em sua viagem pela floresta,

embora revelando seus segredos.

e) Em seu livro intitulado O olho da rua, Eliane Brum dedica-se à descrição do cotidiano de diversas

personagens que compõem a sociedade brasileira.

8-IBFC - 2014 - PC-SE - Agente de Polícia Para resolver a questão, considere o primeiro parágrafo do texto como o trecho “Ética é um conjunto

A interpretação de Planeta Terra como “Casa Comum”, pretendida pelo autor, é possível por meio de uma

ferramenta lingüística denominada:

”.

a) Homonímia

b) Polissemia

c) Conotação

d) Denotação