Você está na página 1de 96

PRODUTOS EX

PRODUTOS EX
PRODUTOS EX
PRODUTOS EX
PRODUTOS EX
PRODUTOS EX
Através deste catálogo, a Tramontina tem a satisfação de apresentar ao mercado seu novo segmento
Através deste catálogo, a Tramontina tem a satisfação de apresentar ao mercado seu novo segmento
Através deste catálogo, a Tramontina tem a satisfação de apresentar ao mercado seu novo segmento
Através deste catálogo, a Tramontina tem a satisfação de apresentar ao mercado seu novo segmento

Através deste catálogo, a Tramontina tem a satisfação de apresentar ao mercado seu novo segmento de atuação: soluções destinadas à instalações em ambientes com atmosferas explosivas e áreas industriais não classificadas. Os produtos desse segmento que são comercializados com a marca

Tramontina Ex.

A Tramontina é responsável por todas as etapas dos produtos Ex: projeto, fabricação, montagem e entrega dos produtos prontos para serem instalados. O controle e a aprovação - ambos aos cuidados do Departamento de Engenharia da empresa - é fundamental para o atendimento aos requisitos técnicos dos processos e estágios de produção.

Os produtos da Divisão Ex combinam segurança, design, excelente acabamento, alta qualidade e o aprimoramento tecnológico da Tramontina Eletrik S.A. - unidade industrial do grupo especializada na fabricação de produtos elétricos para baixa e alta tensão.

Destaques das famílias de produtos da Divisão Ex - produtos para atmosfera explosiva:

• Caixas de Passagem e Ligação CAEx e Caixas de

Comando e Sinalização CPEx são injetadas em alumínio copper free e apresentam excelente acabamento.

• Caixas de Passagem e Ligação CBEx apresentam

flexibilidade no posicionamento das entradas rosqueadas e na montagem de bornes.

• Painéis CCEx possibilitam atender com agilidade a

demanda, pois a certificação desses produtos permite a montagem de diversos equipamentos elétricos/eletrônicos.

• Acionamentos de Comando e Sinalização ACEx são

fabricados em aço inox, proporcionando maior resistência

mecânica e a corrosão.

• Bujões BUEx destacam-se pela possibilidade de serem

produzidos em aço inox, alumínio copper free, latão naval

ou aço galvanizado.

• Plugues e Tomadas DXN, com proteção Ex de,

possuem excelente resistência mecânica e elétrica, com as

partes montadas facilmente conforme a necessidade.

A EMPRESA

A EMPRESA A Tramontina produz, em suas dez fábricas, 17 mil itens para os mais diversos

A Tramontina produz, em suas dez fábricas, 17 mil

itens para os mais diversos segmentos. São panelas, baixelas, talheres, facas, utensílios domésticos em aço inox,

cooktops, coifas, pias e cubas, materiais elétricos para instalação doméstica e industrial, mesas e cadeiras em madeira e plástico, além de ferramentas para agricultura, construção civil, jardinagem e ferramentas manuais de alta especialização. E, para fazer uma boa distribuição do volume de produtos, investem em tecnologia de produção, logística e marketing, que possibilitam levar a marca da empresa para mais de 120 países.

A

Tramontina também valoriza a consciência social e

o

respeito ao meio ambiente, pois acredita que cuidar

do planeta é uma maneira de garantir qualidade de vida melhor para todos.

Mais importante que o capital da Tramontina ser brasileiro, é o seu capital humano. Por isso, aposta no crescimento profissional e pessoal de sua equipe, que totaliza 6 mil colaboradores.

Mas uma empresa só poderia fazer tudo isso com o apoio de parceiros. Por esse motivo, tem como objetivo

principal colocar os clientes e consumidores como foco.

A Tramontina sempre teve qualidade e foi reconhecida. Sempre respeitou e foi respeitada. Sempre confiou e

ganhou confiança. Esse é o tipo de relacionamento que a Tramontina acredita.

A TRAMONTINA ElETRIk S.A., fuNdAdA EM 1976,

cONTA cOM 24.000 m² dE áREA cONSTRuídA.

SITuAdA EM cARlOS BARBOSA, RIO GRANdE dO Sul,

SEuS 350 fuNcIONáRIOS pROduzEM pARA

O SEGMENTO dE INTERRupTORES, TOMAdAS,

cANAlETAS, ExTENSõES, cAIxAS dE dERIvAçãO,

AcESSóRIOS pARA ElETROduTOS, ApARElhOS

à pROvA dO TEMpO, TEcNOpEçAS, cOMpONENTES

pARA REdES dE TRANSMISSãO dE ENERGIA EléTRIcA.

pARA ElETROduTOS, ApARElhOS à pROvA dO TEMpO, TEcNOpEçAS, cOMpONENTES pARA REdES dE TRANSMISSãO dE ENERGIA EléTRIcA.
pARA ElETROduTOS, ApARElhOS à pROvA dO TEMpO, TEcNOpEçAS, cOMpONENTES pARA REdES dE TRANSMISSãO dE ENERGIA EléTRIcA.
pARA ElETROduTOS, ApARElhOS à pROvA dO TEMpO, TEcNOpEçAS, cOMpONENTES pARA REdES dE TRANSMISSãO dE ENERGIA EléTRIcA.
CERTIFICAÇÕES Certificação ISO 9001:2008 A certificação ISO 9001 foi obtida em 1985. Ela tem por
CERTIFICAÇÕES Certificação ISO 9001:2008 A certificação ISO 9001 foi obtida em 1985. Ela tem por

CERTIFICAÇÕES

Certificação ISO 9001:2008

A certificação ISO 9001 foi obtida em 1985.

Ela tem por objetivo padronizar os processos de fabricação dos produtos da Tramontina Eletrik. Esta padronização permite uma melhor qualidade dos produtos, buscando

a satisfação dos clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade em geral.

Certificações de Produto

A certificação dos produtos garante ao

consumidor o atendimento às normas de segurança, de confiabilidade, de atendimento às características básicas,

de proteção à saúde do usuário e de proteção do meio ambiente.

TRAMONTINA ELETRIK S.A

pROgRAMA dE fABRIcAçãO NívEl 1 dIvISãO dIvISãO dIvISãO pREdIAL dIvISãO Ex DIvISÕES ELETROpEçAS
pROgRAMA dE fABRIcAçãO
NívEl 1
dIvISãO
dIvISãO
dIvISãO
pREdIAL
dIvISãO Ex
DIvISÕES
ELETROpEçAS
TEcNOpEçAS
NívEl 2
fAMíLIA TRANSMISSãO
fAMíLIA INTERRupTORES
fAMíLIA AuTOMOTIvA
fAMíLIA cAIxAS
FAMílIAS
dE LIgAçãO
Linha Esferas de Sinalização
Linha IzyFlat
Linha CAEx
Linha Anéis Anti-Corona
Linha Giz
fAMíLIA ASSOcIAdAS
Linha CBEx
Linha Grampos de Suspensão
Linha Liz
Linha CCEx
NívEl 3
lINhAS
Linha Grampos de Ancoragem
Passante
Linha LizCor
fAMíLIA dIvERSOS
Linha CPEx
Linha Lux2
Linha Grampos Ancoragem
Linha CEEx
Linha LizFlex
à
Compressão
Linha Tablet
Linha Conectores Paralelos
Linha Trii
Linha Luvas de Emenda
Linha Acionamentos ACEx
Linha Lux
à
Compressão
Linha Bujões BUEx
Linha Priscus
Linha luvas de Reparo
Linha Prensa-cabos PCEx
à
Compressão
Linha Adaptadores de Rosca - ADEx
Linha Matrizes de Compressão
Linha Extensões
Linha Drenos - DREx
Linha Extensões Múltiplas
Linha Extensões Telefonia
Linha Grampos de Ancoragem
Linha Tomadas Múltiplas
Linha Conector Elétrico
Linha Plugues e Tomadas DXN
Linha Composto Anti-oxidante
Linha Porcas e Arruelas
Linha Conduletes Fixos
Linha Armações Secundárias e
Cintas
Linha Conduletes Múltiplos

Linha Mão Francesa

Linha Sela para Cruzetas

Linha Pinos de Isolador

Linha Suporte para Chaves e Pára-Raios

Linha Sapatilhas

Linha Poliméricos

Linha Pré-formados

Linha Conduletes Duplos e Triplos

Linha Caixas de Piso

Linha Caixas de Passagem

Linha Modelo Americano

Linha Plastibox

de Piso Linha Caixas de Passagem Linha Modelo Americano Linha Plastibox Linha Conectores Retos Linha Conectores

Linha Conectores Retos

Linha Conectores Curvos

Linha Conectores Prensa-Cabo

Linha Buchas e Arruelas

Linha Abraçadeiras

Linha Buchas e Arruelas Linha Abraçadeiras Linha Aparelhos Blindados

Linha Aparelhos Blindados

Linha Aparelhos de Iluminação

Linha Aparelhos de Embutir

Linha Aparelhos para Uso Aparente

Linha Caixas de Derivação

Linha Caixas de Derivação Li nha Caixas de Embutir Abraçadeiras Conectores e Corrugados Fita Isolante Tubo

Linha Caixas de Embutir

Abraçadeiras

Conectores e Corrugados

Fita Isolante

Tubo espiral

Conectores e Corrugados Fita Isolante Tubo espiral L inha Expositores e Displays Hastes de Aterramento

Linha Expositores e Displays

e Corrugados Fita Isolante Tubo espiral L inha Expositores e Displays Hastes de Aterramento Terminais à

Hastes de Aterramento

Terminais à Compressão

Luvas de emenda à Compressão

Conectores de Aterramento

íNDICE

INFRAESTRUTURA

06

íNDICE INFRAESTRUTURA 06 1. Produtos para Áreas Classificadas CAEx 17 Caixas de Passagem e Ligação à

1. Produtos para Áreas Classificadas

CAEx

17

Caixas de Passagem e Ligação à Prova de Explosão

CBEx

21

Caixas de Passagem e Ligação à Prova de Explosão

CCEx

25

Caixas de Passagem e Painéis à Prova de Explosão

CPEx

33

Botoeiras de Comando e Sinalização à Prova de Explosão

ACESSÓRIOS E CONEXÕES

37

Acionamentos de Comando e Sinalização [ACEx], Bujões [BUEx], Adaptadores de Rosca [ADEx] e Drenos [DREx] para Atmosferas Explosivas.

CEEx

47

Caixas de Ligação de Segurança Aumentada e Segurança Intrínseca

PCEx

55

Prensa-cabos à Prova de Explosão e Segurança Aumentada

DXN

62

Plugues e Tomadas para Atmosferas Explosivas

2. Produtos para Áreas Não Classificadas

CONDUlETES

69

62 Plugues e Tomadas para Atmosferas Explosivas 2. Produtos para Áreas Não Classificadas CONDUlETES 69

INFRAESTRUTURA

A Tramontina Eletrik prima pela qualidade e tecnologia, oferecendo ao mercado soluções da mais alta precisão e confiabilidade. Seus produtos são fabricados dentro de elevados padrões de qualidade e com matérias-prima certificadas. A empresa também investe constantemente em atualização apostando em equipamentos modernos, de alta eficiência e tecnologia

1. lABORATÓRIOS DE ENSAIOS

Para facilitar a certificação de seus produtos e minimizar o tempo necessário aos testes, a Tramontina Eletrik montou vários laboratórios que possibilitam a permanente manutenção da qualidade do seu portifólio de produtos, que estão sempre evoluindo conforme as necessidades do mercado.

1.1 laboratório de Ensaios Elétricos para Alta e Baixa Tensão

O Laboratório Elétrico possui estrutura para realização

dos ensaios especificados às normas pertinentes a plugues, tomadas e interruptores para uso doméstico, e eletrodutos plásticos para instalações elétricas. Esses ensaios são realizados por laboratórios acreditados pelo INMETRO para obtenção da certificação.

O Laboratório também possui estrutura para realização

de ensaios em produtos para linhas de transmissão e redes de distribuição de energia elétrica, conforme as normas pertinentes.

1.2 laboratório de Ensaios Metalográficos

Para atender às exigências técnicas dos muitos produtos que injetam em liga de alumínio, a Tramontina Eletrik possui um laboratório estruturado com equipamentos para medição de coordenadas [tridimensional], análise de ligas de alumínio, medição de perfis, rugosidade, porosidade, radiação infravermelha, entre outros.

porosidade, radiação infravermelha, entre outros. Laboratório de Ensaios Elétricos de Baixa Tensão 1. 2. 1.

Laboratório de Ensaios Elétricos de Baixa Tensão

1.
1.
2.
2.

1. Laboratório de Ensaios Elétricos de Alta Tensão

2. Ciclo de Aquecimento e Trilhamento Elétrico

Alta Tensão 2. Ciclo de Aquecimento e Trilhamento Elétrico Equipamento de RX 1. 2. 1. Espectrômetro

Equipamento de RX

1.
1.
2.
2.

1. Espectrômetro de Emissão Ótica [análise de ligas de alumínio, aço, cobre e zinco]

2. Tridimensional CNC

1.3 laboratórios de Ensaios Mecânicos

Os Laboratórios mecânicos estão direcionados a ensaios de resistência mecânica, vibração e caracterização de amortecimento.

2. PROCESSO PRODUTIvO

Para fabricação de seus produtos, a Tramontina Eletrik possui máquinas e equipamentos com tecnologia de ponta, garantindo um rigoroso controle de qualidade.

Para fabricação de peças em alumínio, a empresa conta com várias células de injeção automatizadas e um moderno centro de usinagem, além de equipamentos para inspeções durante o processo produtivo.

1.
1.

1. Matéria-prima certificada 2. Forno de Fusão

2.
2.
1. 1. Matéria-prima certificada 2. Forno de Fusão 2. Extração das peças com robô Equipamento para

Extração das peças com robô

2. Forno de Fusão 2. Extração das peças com robô Equipamento para Ensaios de Tração 1.
2. Forno de Fusão 2. Extração das peças com robô Equipamento para Ensaios de Tração 1.

Equipamento para Ensaios de Tração

1.
1.
2.
2.

1. Equipamentos para Ensaios de Vibração e Amortecimento

2. Máquina Universal de Ensaios - Tração e Compressão

2. Máquina Universal de Ensaios - Tração e Compressão Injetoras 1. 1. Centro de Usinagem Vertical

Injetoras

1.
1.

1. Centro de Usinagem Vertical CNC

2. Torno CNC

2.
2.

AtmosferAs explosivAs

1. PROPRIEDADES BÁSICAS DAS SUBSTâNCIAS INFlAMÁvEIS

Para o estudo da classificação de áreas, é fundamental

o conhecimento de quatro propriedades das substâncias

inflamáveis [gás, vapor, líquido ou poeira combustível]:

• Densidade Relativa

Razão entre a densidade de um gás ou vapor e a densidade do ar. Gás ou vapor com densidade relativa menor que 1 [mais leve], sobe. Gás ou vapor com densidade relativa maior que 1 [mais pesado], desce.

• Ponto de Fulgor [Flash Point]

É a menor temperatura na qual um líquido libera vapor suficiente para formar uma mistura inflamável.

• Temperatura de Ignição

É a menor temperatura na qual uma substância inflamável vai queimar espontaneamente, sem a necessidade de uma fonte de ignição.

• Limites de Inflamabilidade

Também chamados limites de Explosividade.

limite Inferior de Inflamabilidade [lII]: pouca substância inflamável e/ou muito oxigênio [mistura pobre]. limite Superior de Inflamabilidade [lSI]: muita substância inflamável e/ou pouco oxigênio [mistura rica].

A faixa entre esses dois limites é conhecida como

Faixa de Inflamabilidade: a atmosfera explosiva somente pode ocorrer entre estes limites.

2. ATMOSFERA EXPlOSIvA

A atmosfera explosiva ocorre quando a mistura do

oxigênio [ar] com substâncias inflamáveis é tal que uma fonte de ignição [centelha, faísca ou superfície quente] pode ocasionar uma explosão.

A explosão somente vai ocorrer com esses três

elementos em proporções adequadas.

DENSIDADE RELATIVA AR=1 D >1 GLP D <1 H 2 H 2 HIDROGÊNIO GÁS DE
DENSIDADE RELATIVA
AR=1
D >1
GLP
D <1
H
2
H 2
HIDROGÊNIO
GÁS DE PETRÓLEO
LIQUEFEITO
Limite Superior de inflamabilidade [LSI]

Limite Superior de inflamabilidade [LSI]

Limite Superior de inflamabilidade [LSI]
Limite Superior de inflamabilidade [LSI] Faixa de Inflamabilidade Limite Inferior de inflamabilidade [LII]

Faixa de Inflamabilidade

Limite Superior de inflamabilidade [LSI] Faixa de Inflamabilidade Limite Inferior de inflamabilidade [LII]
Limite Inferior de inflamabilidade [LII]

Limite Inferior de inflamabilidade [LII]

Limite Inferior de inflamabilidade [LII]

SUBSTÂNCIA

INFLAMÁVEL

OXIGÊNIO EXPLOSÃO
OXIGÊNIO
EXPLOSÃO

FONTE DE

IGNIÇÃO

3. ÁREAS ClASSIFICADAS

Áreas classificadas são locais onde existe a possibilidade da formação de atmosferas explosivas devido à presença de substâncias inflamáveis.

4. ClASSIFICAÇãO DE ÁREAS

A classificação de áreas é um estudo para definição

do risco nos locais onde pode estar presente uma atmosfera explosiva, avaliando as propriedades das substâncias inflamáveis, características dos equipamentos, ventilação e temperatura do ambiente, entre outros.

4.1 Classificação em Zonas

O conceito da Classificação em Zonas refere-se

à frequência e duração da presença da atmosfera explosiva nos locais.

a] Áreas classificadas para Ambientes com Gás ou vapor

Zona 0: área na qual a atmosfera explosiva está presente continuamente, por longos períodos ou frequentemente.

Zona 1: área na qual a atmosfera explosiva pode estar presente eventualmente, em condições normais de operação.

Zona 2: área na qual não é provável que a atmosfera explosiva ocorra em operação normal e, se ocorrer, permanece somente por um curto período.

b] Áreas classificadas para Ambientes com Poeira Combustível

Zona 20: área na qual a atmosfera explosiva está presente continuamente, por longos períodos ou frequentemente.

Zona 21: área na qual a atmosfera explosiva pode estar presente eventualmente, em condições normais de operação.

Zona 22: área na qual não é provável que a atmosfera explosiva ocorra em operação normal e, se ocorrer, permanece somente por um curto período.

Normalmente, a indústria considera as durações de emissão das substâncias inflamáveis a seguir:

de emissão das substâncias inflamáveis a seguir : Zona 2 e 22: Zona 1 e 21:

Zona 2 e 22:

Zona 1 e 21: 10 a 1.000 horas por ano.

Zona 0 e 20: acima de 1.000 horas por ano.

Nota: o ano tem 8760 horas.

0 a 10 horas por ano.

4.2 Classificação em Grupos

É o sistema de classificação dos equipamentos quanto

a sua utilização. Os equipamentos para atmosferas explosivas são divididos em três grupos:

Grupo I: equipamentos destinados à Indústria de

Mineração

Grupo II: equipamentos destinados a locais com atmosfera explosiva de gás ou vapor [indústrias de superfície]. O grupo II é subdividido em três grupos, de acordo com as características dos gases:

IIA: gás representativo é o Propano.

IIB: gás representativo é o Etileno.

IIC: gases representativos são o Hidrogênio e Acetileno.

Equipamentos IIA somente usados em áreas IIA. Equipamentos IIB podem ser usados em IIA e IIB. Equipamentos marcados com IIC ou somente II podem ser usados em áreas IIA, IIB e IIC.

 

COMPARAÇãO ENTRE NORMAS NBR/IEC e NEC

 

NBR/IEC

 

NEC

SUBSTâNCIA INFlÁvEl

ZONA 0 e 1

 

DIvISãO 1

 
 

ZONA 2

 

DIvISãO 2

 
   

I

 

GASES DE MINAS

 

Metano [GRISu]

GRUPO DE GASES

 

ClASSE I

 

INDÚSTRIA DE SUPERFíCIE

Acetona, Benzeno, Butano, propano, Nafta

II

A

D

hexano, Gás Natural, Etanol, Querosene, álcool metil, álcool etil, Amônia

 

II

B

 

C

 

éter Etílico, ciclopropano

     

A

 

Acetileno

II

C

 

B

 

hidrogênio

Grupo III: equipamentos destinados a locais com uma atmosfera explosiva de poeiras combustíveis.

O grupo III é subdividido em três grupos de acordo com as características das poeiras combustíveis:

IIIA: fibras combustíveis.

IIIB: poeiras não condutoras.

IIIC: poeiras condutivas.

Equipamentos IIIA só podem ser usados em IIIA. Equipamentos IIIB podem ser usados em áreas IIIA e IIIB. Equipamentos marcados com IIIC ou somente III podem ser usados em áreas IIIA, IIIB e IIIC.

AtmosferAs explosivAs

5. TEMPERATURA MÁXIMA DE SUPERFíCIE

É a maior temperatura que a superfície do equipamento,

ou de qualquer parte dele, poderá atingir em operação normal ou em condição de falha.

6. ClASSES DE TEMPERATURAS

É o sistema de classificação de equipamentos, baseado na sua máxima temperatura de superfície.

NORMA NBR IEc

NORMA NEc

 

Classe de

Temperatura

máxima

Classe de

Temperatura máxima

de Superfêcie

Temperatura

de Superfêcie

Temperatura

[ºC]

ºC

ºF

T1

450

T1

450

842

   

T2

300

572

T2A

280

536

T2

300

T2B

260

500

T2C

230

446

T2D

215

419

   

T3

200

392

T3A

180

356

T3

200

T3B

165

329

T3C

160

320

   

T4

135

275

T4

135

T4A

120

248

T5

100

T5

100

212

T6

85

T6

85

185

A classe de temperatura do equipamento deve ser menor do que a temperatura de ignição das substâncias inflamáveis.

 

Classe de

Substância

Temperatura de Ignição [ºC]

Temperatura

Temperatura

Inflamável

permitida do

Equipamento

máxima

de Superfície

Hidrogênio

560

ºC

T1 a T6

450°C

Acetileno

305

º C

T2 a T6

300°C

Gasolina

280

ºC

T3 a T6

200°C

Eter Dietilico

185

ºC

T4 a T6

135°C

Bissulfeto

102

º C

T5 a T6

100°C

de carbono

Sulfureto de

90 ºC

T6

85°C

carbono

7. TIPOS DE PROTEÇãO

Conjuntos de medidas específicas aplicadas aos equipamentos para evistar a ignição de uma atmosfera explosiva ao seu redor.

evistar a ignição de uma atmosfera explosiva ao seu redor. proteção Tipos classificação Símbolo

proteção

Tipos

classificação

Símbolo

conceito

Norma

proteção

da zona

NBR IEc

     
      Tipo de proteção no qual as partes que podem causar a ignição de

Tipo de proteção no qual as partes que podem causar a ignição de uma atmosfera explosiva de gás ou vapor são montadas no interior de um

 

À prova

de explosão

d

Zonas 1 e 2

invólucro. Resiste à pressão desenvolvida durante uma explosão da mistura explosiva no interior do invólucro e não propagar os gases quentes oriundos desta explosão para a atmosfera explosiva externa.

60079-1

     
      Tipo de proteção empregada em equipamentos elétricos aos quais medidas adicionais são aplicadas

Tipo de proteção empregada em equipamentos elétricos aos quais medidas adicionais são aplicadas para ampliar a segurança do

 

Segurança

aumentada

e

Zonas 1 e 2

equipamento em relação à possibilidade de ocorrência de temperaturas excessivas, arcos elétricos e centelhas em serviço normal ou sob condições anormais especificadas.

60079-7

     
      Tipo de proteção aplicada a equipamento elétrico tal que,  

Tipo de proteção aplicada a equipamento elétrico tal que,

 

Não acendível

n

Zonas 2

em operação normal e em certas condições anormais especificadas, o equipamento não seja capaz de provocar ignição em uma atmosfera explosiva ao seu redor.

60079-15

 

ia

Zona 0

 

Tipo de proteção baseado na restrição da energia elétrica dos equipamentos e fiação de interconexão exposta a atmosferas explosivas de gás a um nível abaixo daquele que possa causar a ignição por centelhamento ou aquecimento.

 

Segurança

ib

Zona 1

Segurança ib Zona 1 60079-11

60079-11

intrínseca

ic

Zona 2

 
     
      Tipo de proteção no qual o equipamento elétrico ou suas partes são  

Tipo de proteção no qual o equipamento elétrico ou suas partes são

 

Imersão

o

Zonas 1 e 2

imersas e um líquido de proteção, de forma que uma atmosfera explosiva

60079-6

em óleo

de gás ou vapor que possa estar acima da superfície do líquido ou no exterior do invólucro não possa entrar em ignição.

     
      Tipo de proteção na qual as partes capazes de causar a ignição de

Tipo de proteção na qual as partes capazes de causar a ignição de uma atmosfera explosiva de gás ou vapor são instaladas em

 

Imersão

em areia

q

Zonas 1 e 2

determinada posição e completamente envolvidas por material de enchimento [material granulado como areia de quartzo], para evitar a ignição da atmosfera explosiva externa.

60079-5

 

ma

Zona 0

 

Tipo de proteção no qual as partes que são capazes de provocar a ignição de uma atmosfera explosiva por centelhamento ou aquecimento são encapsuladas em um composto ou resina, de tal modo que a atmosfera explosiva não possa sofrer ignição sob condições de operação ou instalação.

 

Encapsulamento

mb

Zona 1

Encapsulamento mb Zona 1 60079-18

60079-18

mc

Zona 2

 

px, py

Zona 1

  px, py Zona 1 Tipo de proteção que impede o ingresso de uma atmosfera externa

Tipo de proteção que impede o ingresso de uma atmosfera externa no interior de um invólucro ou ambiente interno, através

 

Pressurizado

pz

Zona 2

da manutencão de gás de proteção nos invólucros, a uma pressão acima da atmosfera externa.

60079-2

     
      Tipo de proteção desenvolvido para condições específicas,  

Tipo de proteção desenvolvido para condições específicas,

 

Especial

s

Zonas 0, 1 e 2

que possueem um novo tipo de proteção ainda não normalizado.

AtmosferAs explosivAs

8. NívEl DE PROTEÇãO DO EQUIPAMENTO [EQUIPMENT PROTECTION lEvEl-EPl]

O nível de proteção do equipamento [EPL] é um sistema

que tem sido introduzido para indicar o risco de ignição inerente ao equipamento,independentemente do tipo de proteção que for utilizado.

A primeira letra [maiúscula] do EPL refere-se ao local da instalação do equipamento, enquanto que a segunda letra [minúscula] refere-se ao nível de proteção.

Primeira letra

local de instalação

M

Minas

G

Gás

D

Poeiras Combustíveis

Relação entre Zonas, EPl e Tipos de Proteção para Gases Inflamáveis

Zona

EPl

Tipo de Proteção

Marcação EX

   

Segurança intrínseca

ia

0 Ga

Encapsulamento

ma

Proteção especial a

sa

   

À prova de explosão

d

Segurança aumentada

e

Segurança intrínseca

ib

1 Gb

Encapsulamento

m, mb

Imersão em óleo

o

   

Pressurizado

p, px, py

Imersão em areia

q

Proteção especial b

sb

   

Segurança intrínseca

ic

Encapsulamento

mc

Não acendível

n, nA

2 Gc

Respiração restrita

nR

Limitação de energia

nl

   

Equipamento centelhante

nC

Pressurizado

pz

Proteção especial c

sc

Segunda letra

Nível de proteção

a

Muito Alto

b

Alto

c

Elevado

Relação entre Zonas, EPl e Tipos de Proteção para Poeiras Combustíveis

Zona

EPl

Tipo de Proteção

Marcação EX

   

Segurança intrínseca

iD

20

Da

Encapsulamento

mD

Poeira

ta

   

Segurança intrínseca

iD

21

Db

Encapsulamento

mD

Poeira

tb

   

Pressurizado

pD

   

Segurança intrínseca

iD

22

Dc

Encapsulamento

mD

Poeira

tc

   

Pressurizado

pD

9. MARCAÇãO DE EQUIPAMENTOS PARA ATMOSFERAS EXPlOSIvAS Marcação conforme Portaria nº 179/2010 do INMETRO .

9. MARCAÇãO DE EQUIPAMENTOS PARA ATMOSFERAS EXPlOSIvAS

Marcação conforme Portaria nº 179/2010 do INMETRO.

Exemplo de marcação:

Equipamento à prova de explosão para o grupo IIB com classe de temperatura T5 e EPL Gb:

Ex d IIB T5 Gb

Atmosfera

Tipo de

Grupo

Classe de

Nível

Explosiva

Proteção

Temperatura

de proteção

 

d

I Mineração

 

M

Ma

Mb

Mineiração

e

T1

i

T2

 
   

m

A

II B

C

     

Ga

GbGa Gc

Gc

 

Gás ou

T3

Gás ou

EX

n

G

vapor

T4

 

vapor

o

 
 

T5

 

p

   

III

A

   

Da

combustívelDa Db Dc Poeira

Db

Dc

Poeira

q

s

III

B

III combustível

III

C

Poeira

T6

D

ATMOSFERAS EXPlOSIvAS

10. GRAU DE PROTEÇãO

É o nível de proteção definido por um invólucro contra

o acesso as partes perigosas, contra a penetração de objetos sólidos e/ou água.

A norma NBR IEC 60529 é aplicada para a classificação

do grau de proteção provido aos invólucros dos equipamentos elétricos com tensão nominal não superior a 72,5 KV.

A designação para indicar o grau de proteção

é constituída pelas letras características IP, seguidas

de dois números [numerais característicos] que indicam conformidade com as condições na tabela abaixo:

O primeiro numeral característico indica

o

grau de proteção dado pelo invólucro com relação

às pessoas e ao equipamento no seu interior, representando o nível de proteção quanto à penetração de corpos sólidos.

• O segundo numeral característico indica

o grau de proteção dado pelo invólucro tendo em vista a penetração prejudicial de água.

 

Segundo numeral característico: Grau de Proteção com relação a Entrada Prejudicial de Água

0

1

2

3

4

5

6

7

8

 

GRAU DE PROTEÇãO - IP

Norma NBR IEC 60529

Não

protegido

Protegidos

contra

quedas

verticais

de gotas

d’água

Protegido

contra

quedas de

gotas d’água

[ângulo de

abrangência

Protegido

contra água

aspergida

[ângulo de

abrangência

60º]

Protegido

contra

projeções

d’água

[ângulo de

abrangência

Protegido

contra jatos

d’água

Protegido contra ondas do mar ou jatos d’água potentes

Protegido

contra

imersão

Protegido

contra

submersão

 

15º]

360º]

 
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
  Recipiente com 1 m de profundidade Segundo
Recipiente com 1 m de profundidade

Recipiente com 1 m de profundidade

Segundo

acordo do

cliente e

   

Pulverizador

Pulverizador rotativo a 360º

Bico ø6, 3 mm vazão 12,5 l/min

Bico ø12,5 mm vazão 100 l/min

fabricante

Gotejador

Gotejador

Superior

   

0 Não protegido

IP 00

IP 01

IP 02

           
 

Protegidos contra

  Protegidos contra                  
                 

1 objetos sólidos maiores que 50 mm

IP 10

IP 11

IP 12

IP 13

Esfera ø50mm

 

Protegidos contra

Esfera ø12,5mm + dedo de prova

Esfera ø12,5mm + dedo de prova

                 

2 objetos sólidos maiores que 12,5 mm

IP 20

IP 21

IP 22

IP 23

 

Grau de Proteção contra a Entrada de Corpos Sólidos

 

Protegidos contra

contra a Entrada de Corpos Sólidos   Protegidos contra              
                 

3 objetos sólidos

IP 30

IP 31

IP 32

IP 33

IP 34

maiores que

2,5 mm

Fio rígido

ø2,5mm

 

Protegidos contra

Fio rígido

Fio rígido

                 

Primeiro numeral característico:

4 objetos sólidos maiores que 1 mm

IP 40

IP 41

IP 42

IP 43

IP 44

IP 45

IP 46

ø1mm

 

5 Protegidos contra a poeira

  5 Protegidos contra a poeira         IP 54 IP 55 IP 56
       

IP 54

IP 55

IP 56

   

Câmara de circulação de pó

 

6 Totalmente protegidos contra a poeira

  6 Totalmente protegidos contra a poeira           IP 65 IP 66
         

IP 65

IP 66

IP 67

IP 68

Câmara de circulação de pó

Exemplo de Aplicação do Grau de Proteção

Índice IP 6 6 Proteção total contra penetração de poeira
Índice
IP
6
6
Proteção total contra
penetração de poeira

Proteção contra ondas do mar

11. NORMAS BRASIlEIRAS vIGENTES

11. NORMAS BRASIlEIRAS vIGENTES Norma Título da Norma Ano ABNT NBR IEC 60050-426 Vocabulário eletrotécnico

Norma

Título da Norma

Ano

ABNT NBR IEC 60050-426

Vocabulário eletrotécnico internacional - Parte 426: Equipamentos para atmosferas explosivas.

2011

ABNT NBR IEC 60079-0

Atmosferas explosivas - Parte 0: Equipamentos - Requisitos gerais.

2013

ABNT NBR IEC 60079-1

Atmosferas explosivas - Parte 1: Proteção de equipamentos por invólucros à prova de explosão d.

2011

ABNT NBR IEC 60079-2

Atmosferas explosivas - Parte 2: Proteção de equipamento por invólucro pressurizado p.

2009

ABNT NBR IEC 60079-5

Atmosferas explosivas - Parte 5: Proteção de equipamentos por imersão em areia q.

2011

ABNT NBR IEC 60079-6

Atmosferas explosivas - Parte 6: Proteção de equipamento por imersão em óleo o.

2009

ABNT NBR IEC 60079-7

Atmosferas explosivas - Parte: 7 Proteção de equipamentos por segurança aumentada e.

2010

ABNT NBR IEC 60079-10-1

Atmosferas explosivas - Parte 10-1: Classificação de áreas - Atmosferas explosivas de gás.

2009

ABNT NBR IEC 60079-10-2

Atmosferas explosivas - Parte 10-2: Classificação de áreas - Atmosferas de poeiras combustíveis.

2013

ABNT NBR IEC 60079-11

Atmosferas explosivas - Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca i.

2013

ABNT NBR IEC 60079-13

Atmosferas explosivas - Parte 13: Proteção de equipamentos por ambiente pressurizado p.

2012

ABNT NBR IEC 60079-14

Atmosferas explosivas - Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas.

2013

ABNT NBR IEC 60079-15

Atmosferas explosivas - Parte 15: Proteção de equipamento por tipo de proteção n.

2012

ABNT IEC/TR 60079-16

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas. Parte 16: Ventilação artificial para a proteção de casa de analisadores.

2009

ABNT NBR IEC 60079-17

Atmosferas explosivas - Parte 17: Inspeção e manutenção de instalações elétricas.

2009

ABNT NBR IEC 60079-18

Atmosferas explosivas - Parte 18: Proteção de equipamento por encapsulamento m.

2010

ABNT NBR IEC 60079-19

Atmosferas explosivas - Parte 19: Reparo, revisão e recuperação de equipamentos.

2012

ABNT NBR IEC 60079-20-1

Atmosferas explosivas - Parte 20-1: Características de substâncias para classificação de gases e vapores. Métodos de ensaios e dados.

2013

ABNT NBR IEC 60079-25

Atmosferas explosivas - Parte 25: Sistemas elétricos intrinsecamente seguros.

2011

ABNT NBR IEC 60079-26

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas de gás. Parte 26: Equipamento com nível de proteção de equipamento [EPL] Ga.

2009

ABNT NBR IEC 60079-28

Atmosferas explosivas - Parte 28: Proteção de equipamentos e de sistemas de transmissão que utilizam radiação óptica.

2010

ABNT NBR IEC 60079-29-1

Atmosfera explosiva - Parte 29-1: Detectores de gás - Requisitos de desempenho de detectores para gases inflamáveis.

2008

ABNT NBR IEC 60079-29-2

Atmosferas explosivas - Parte 29-2: Detectores de gases. Seleção, instalação, utilização e manutenção de detectores para gases inflamáveis e oxigênio.

2011

ABNT NBR IEC 60079-30-1

Atmosferas explosivas - Parte 30-1: Traceamento elétrico resistivo - Requisitos gerais e de ensaios.

2014

ABNT NBR IEC 60079-30-2

Atmosferas explosivas - Parte 30-2: Traceamento elétrico resistivo Procedimento para aplicação em projeto, instalação e manutenção.

2013

ABNT NBR IEC 60079-31

Atmosferas explosivas - Parte 31: Proteção de equipamentos contra ignição de poeira por invólucros t.

2011

ABNT NBR IEC 60079-35-1

Atmosferas explosivas - Parte 35-1: Lanternas para capacetes para utilização em minas sujeitas a grisu. Requisitos gerais - Construção e ensaios em relação ao risco de explosão.

2013

ABNT NBR IEC 60079-35-2

Atmosferas explosivas - Parte 35-2: Lanternas para capacetes para utilização em minas sujeitas a grisu. Desempenho e outros requisitos relacionados à segurança.

2013

ABNT NBR IEC 60529

Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos [código IP].

2011

ABNT NBR IEC 61241-2-3

Aparelhagem elétrica para utilização em presença de poeira combustível - Parte 2: Métodos de ensaio. Seção 3: Método para determinação da energia mínima de ignição de misturas de poeira com o ar.

2011

ABNT NBR IEC 61241-4

Equipamentos elétricos para utilização em presença de poeira combustível - Parte 4: Tipo de proteção pD.

2009

ABNT IECEx OD 014

Requisitos e avaliação de sistema de gestão da qualidade para Oficinas de Serviços do IECEx envolvidas em reparo, revisão e modificação de equipamentos Ex.

2011

ABNT IECEx OD 015

Requisitos adicionais para Oficinas de Serviços do IECEx envolvidas em reparo, revisão e modificação de equipamentos Ex.

2011

AtmosferAs explosivAs

12. PORTARIA 179/2010 DE INMETRO

Os 12 principais avanços desta Portaria em relação a Portaria 83/2006.

1. As normas técnicas IEC e ABNT referenciadas que passam a ser obrigatórias sobe de 16 para 40 e se incluem 5 documentos legais a considerar com maior ênfase.

2. Os serviços de Classificação de Áreas, projeto,

manutenção e de reparo, revisão e recuperação de

equipamentos Ex deverão atender com as normas ABNT/IEC correspondentes.

3. Se inclui o atendimento ao quarto parâmetro de classificação de área e de marcação dos equipamentos denominado EPL; se incluem novas técnicas normalizadas de equipamentos como fibra ótica, lanternas para capacetes em mineração, Fieldbus intrinsecamente seguros e casa de analisadores com ventilação artificia.

4. Extinção da DIPQ [declaração de importação de

pequenas quantidades].

5. Introdução do modelo de Situações Especiais para

produtos importados.

6. Maior restrição a quantidade de equipamentos importados sem Certificação Brasileira.

7. Possibilidade de importação de produtos Ex seriados,

em situações especiais, desde que façam parte de um

“skid”.

8. Possibilidade de emissão de certificados de

conformidade brasileiro com base na analise de relatórios de ensaios realizados por laboratório integrante do IECEx.

9. Certificação compulsória de equipamentos Ex para

atmosferas explosivas de poeiras combustíveis.

10. Marcação Ex de acordo com os requisitos

internacionais sem detalhes ou restrições especificas para o mercado brasileiro.

11. Avaliação do sistema de garantia de qualidade do

fabricante de equipamentos Ex com base no documento operacional do IECEx.

12. Determinação de prazo para adequação de serviços

de reparos de equipamentos Ex.

CAEx

CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CAEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CAEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CAEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CAEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CAEx

CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CAEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO Caixas injetadas apresentam um excelente acabamento.

Caixas injetadas apresentam um excelente acabamento.

DESCRIÇÕES TéCNICAS

Caixa com proteção Ex d [à prova de explosão] para uso em atmosferas explosivas.

Caixa de passagem e ligação injetadas em liga de alumínio copper-free, resistentes à corrosão.

Entradas rosqueadas de 1/2” a 2” NPT.

Tampa rosqueada ao corpo.

Acabamento em pintura eletrostática a pó cor cinza Munsell N6.5 Poliéster.

Junta de vedação tipo O’ring instalada na tampa.

Parafuso prisioneiro em aço inox para travar a tampa.

Parafusos, conexões terra e chapa antigiro em aço inox.

Possibilidade de utilizar a caixa com bornes [caixa de ligação.

PROTEÇãO: Ex d

ZONAS: 1 e 2

GRUPOS: IIC

ClASSE DE TEMPERATURA: T6

EPl: Gb

GRAU DE PROTEÇãO: IP 66

CERTIFICADOS DE CONFORMIDADE:

CEPEL 11.2080 e CEPEL 12.2164

NORMAlIZAÇãO APlICÁvEl:

ABNT NBR IEC 60079-0

ABNT NBR IEC 60079-1

ABNT NBR IEC 60529

COMO SOlICITAR

Exemplo 1: Caixa de passagem à prova de explosão em alumínio copper-free, tipo C, rosca 3/4” NPT

Solicitando por referência: 56501/002 Solicitando por descrição: CAEx-2C

Exemplo 2: Caixa de ligação à prova de explosão em alumínio copper-free, tipo T, rosca 1” NPT, com 6 bornes de 2,5mm² com suporte para fixação

Solicitando por referência:

56503/003 + 6x2,5mm² + 56702/001 Solicitando por descrição:

CAEx-3T + 6x2,5mm² + SUPORTE

INFORMAÇÕES TéCNICAS

INFORMAÇÕES TéCNICAS Caixas CAEx dIMENSõES [mm]     REfERÊNcIA dEScRIçãO Ø ROScA Ø A

Caixas CAEx

dIMENSõES [mm]

   

REfERÊNcIA

dEScRIçãO

Ø ROScA

Ø A

B

c

peso [kg]

volume [dm 3 ]

Modelo - Tipo

56500/001

CAEx-1E

1/2" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56500/002

CAEx-2E

3/4" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56500/003

CAEx-3E

1" NPT

88

73

100

0,45

0,25

56500/004

CAEx-4E

1.1/4" NPT

138

111

150

1,65

0,93

E

56500/005

CAEx-5E

1.1/2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56500/006

CAEx-6E

2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56501/001

CAEx-1C

1/2" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56501/002

CAEx-2C

3/4" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56501/003

CAEx-3C

1" NPT

88

73

100

0,45

0,25

56501/004

CAEx-4C

1.1/4" NPT

138

111

150

1,65

0,93

c

56501/005

CAEx-5C

1.1/2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56501/006

CAEx-6C

2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56502/001

CAEx-1L

1/2" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56502/002

CAEx-2L

3/4" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56502/003

CAEx-3L

1" NPT

88

73

100

0,45

0,25

56502/004

CAEx-4L

1.1/4" NPT

138

111

150

1,65

0,93

l

56502/005

CAEx-5L

1.1/2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56502/006

CAEx-6L

2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56503/001

CAEx-1T

1/2" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56503/002

CAEx-2T

3/4" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56503/003

CAEx-3T

1" NPT

88

73

100

0,45

0,25

56503/004

CAEx-4T

1.1/4" NPT

138

111

150

1,65

0,93

T

56503/005

CAEx-5T

1.1/2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56503/006

CAEx-6T

2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56504/001

CAEx-1X

1/2" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56504/002

CAEx-2X

3/4" NPT

88

66

100

0,40

0,22

56504/003

CAEx-3X

1" NPT

88

73

100

0,45

0,25

56504/004

CAEx-4X

1.1/4" NPT

138

111

150

1,65

0,93

x

56504/005

CAEx-5X

1.1/2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

56504/006

CAEx-6X

2" NPT

138

111

150

1,65

0,93

CAEx
CAEx
X 2" NPT 138 111 150 1,65 0,93 CAEx Vista Lateral V i s t a
X 2" NPT 138 111 150 1,65 0,93 CAEx Vista Lateral V i s t a
X 2" NPT 138 111 150 1,65 0,93 CAEx Vista Lateral V i s t a
X 2" NPT 138 111 150 1,65 0,93 CAEx Vista Lateral V i s t a

Vista Lateral

NPT 138 111 150 1,65 0,93 CAEx Vista Lateral V i s t a S u

Vista Superior

CAEx Vista Lateral V i s t a S u p e r i o r

SUPORTE PARA FIXAÇãO DA CAIXA

dIMENSõES [mm]

REfERÊNcIA

dEScRIçãO

d

E

f

56702/001

Suporte para fixação das caixas CAEx de 1/2”, 3/4” e 1”

76

102

114

56702/002

Suporte para fixação das caixas CAEx de 1.1/4”, 1.1/2” e 2”

120

160

176

Vista Inferior

56702/002 Suporte para fixação das caixas CAEx de 1.1/4”, 1.1/2” e 2” 120 160 176 Vista
56702/002 Suporte para fixação das caixas CAEx de 1.1/4”, 1.1/2” e 2” 120 160 176 Vista

CAEx

CAIXAS DE lIGAÇãO [COM BORNES]

TABElA A

 

BORNES: SEçãO E QuANTIdAdE [máxima]

 

TIpO dE cAIxA

BITOlA

vOluME [cm 3 ]

1,5 mm 2

2,5 mm 2

4 mm 2

6 mm 2

10 mm 2

16 mm 2

25 mm 2

35 mm 2

CAEx-1•

1/2”

200

               

CAEx-2•

3/4”

6

6

4

-

-

-

-

-

CAEx-3•

1”

230

CAEx-4•

1 1/4”

                 

CAEx-5•

1 1/2”

1150

9

9

9

6

4

4

4

3

CAEx-6•

2”

MáxIMA cORRENTE pOR BORNE [A]

10

12,5

20

24

30

48

75

105

MáxIMA dENSIdAdE dE cORRENTE pOR BORNE [A/mm2]

6,6

5

5

4

3

3

3

3

TENSãO NOMINAl [v]

   

750

 

• Tipo da caixa conforme entradas rosqueadas [E, C, L, T ou X]

Corte Vista Lateral

750   • Tipo da caixa conforme entradas rosqueadas [E, C, L, T ou X] Corte

Vista Superior

750   • Tipo da caixa conforme entradas rosqueadas [E, C, L, T ou X] Corte

CBEx

CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CBEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CBEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CBEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO
CBEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CBEx

CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO

CBEx CAIXAS DE PASSAGEM E lIGAÇãO À PROvA DE EXPlOSãO DESCRIÇÕES TéCNICAS • Caixa com proteção

DESCRIÇÕES TéCNICAS

Caixa com proteção Ex d [à prova de explosão] para uso em atmosferas explosivas.

Caixa de passagem e ligação fabricadas em liga de alumínio fundido copper-free, resistentes à corrosão.

Entradas rosqueadas de 1/2” a 4” NPT. As posições dos furos são realizadas de acordo com as especificações do cliente.

Tampa rosqueada ao corpo.

Acabamento em pintura eletrostática a pó cor cinza Munsell N6.5 Poliéster.

Junta de vedação tipo O’ring instalada na tampa.

Chapa interior fabricada em liga de alumínio ou aço zincado.

Parafusos prisioneiros em aço inox para travar a tampa.

Parafusos, conexões terra e chapa antigiro em aço inox.

Possibilidade de utilizar a caixa com bornes [caixa de ligação].

PROTEÇãO: Ex d

ZONAS: 1 e 2

GRUPOS: IIC

ClASSE DE TEMPERATURA: T6

EPl: Gb

GRAU DE PROTEÇãO: IP 66

CERTIFICADOS DE CONFORMIDADE:

CEPEL 12.2089 e CEPEL 12.2184

NORMAlIZAÇãO APlICÁvEl:

ABNT NBR IEC 60079-0

ABNT NBR IEC 60079-1

ABNT NBR IEC 60529

COMO SOlICITAR

Exemplo 1: Caixa de passagem à prova de explosão em alumínio copper-free, modelo CBEx-1, com 3 entradas rosqueadas de 3/4” NPT Solicitando por referência: 56510/000 + 3x3/4” NPT Solicitando por descrição: CBEx-1 + 3x3/4” NPT

Exemplo 2: Caixa de ligação à prova de explosão em alumínio copper-free, modelo CBEx-3, com 4 entradas rosqueadas de 1” NPT e 8 bornes de 10mm² Solicitando por referência:

56512/000 + 4x1” NPT + 8x10mm 2 Solicitando por descrição:

CBEx-3 + 4x1” NPT + 8x10mm²

INFORMAÇÕES TéCNICAS

Vista Superior

INFORMAÇÕES TéCNICAS Vista Superior Corte Vista Lateral CBEx     MEdIdAS   REf. MOdElO A B
INFORMAÇÕES TéCNICAS Vista Superior Corte Vista Lateral CBEx     MEdIdAS   REf. MOdElO A B

Corte Vista Lateral

CBEx
CBEx
   

MEdIdAS

 

REf.

MOdElO

A

B

c

d

ø E

f

G

h

I

vOluME [dm 3 ]

pESO

dA

cAIxA

[kg]

56510/000

CBEx-1

161

161

184

136

8

133

132

132

103

1,72

3,25

56511/000

CBEx-2

184

184

204

158

8

142

152

152

112

2,46

4,65

56512/000

CBEx-3

239

239

265

202

10

173

200

200

134

5,35

9,30

56513/000

CBEx-4

309

309

338

275

12

224

267

267