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E se brincamos / jogamos

todos e todas?

O brincar / jogar
em nossas ações

ARCA
FundAÇÃO KAH-HUM-KAH
OFICINATIVA

Y si jugamos todos y todas?


Proyecto de cooperación internacional financiado
por CIC Batá y AACID
Somos homo ludens. Seres humanos que vivem
brincando / jogando . E nessa lúdica, característica básica
de nossa existência, nos identificamos e nos
reconhecemos culturalmente. Assim ocorre a
sociabilidade, o aprendizado, o desenvolvimento
educativo e, por consequência, todos os resultados
produzidos neste processo. Temos uma capacidade
fenomenal de criar mundos fantásticos que vão muito
além do alcance dos olhos. O poder de transformar um
objeto em personagem companheiro, uma dinâmica em
momento que conforta, uma história em passividade que
alegra. É no brincar / jogar que o humano inicia seu
autoconhecimento – e este processo permanecerá
conosco até que partamos desse mundo.
Somos seres BRINCANTES por estarmos em constantes
manifestações comunitárias, expressando devoções,
liberando arte e desvendando o entretenimento que
preenche. Primeiro como indivíduos que procuram seus
ninhos, depois como parte de um todo que se harmoniza
e se propaga dançando, cantando,
tocando, encenando, imitando.
Temos nossas próprias culturas populares, regras
esculpidas pelas tradições – o que funciona, o que é útil,
o que o coletivo faz aqui e agora, para que o coletivo se
oxigene, e do que foi preservado nas práticas e nas
memórias dos núcleos das comunidades. Um eterno
desaparecer e ressurgir de movimentos. É a própria
cultura ou tudo que gere o interesse humano: hábitos,
costumes, gestos, superstições, alimentação,
indumentária, sátiras, lirismo, etc. Que se perpetua
porque é aberta, é oral, é LIVRE.

¿Y SI JUGAMOS TODOS Y TODAS? é uma realização da ONGD


cordobesa CIC Batá (Centro de Iniciativas para la Cooperación),
argumento apresentado e selecionado no edital de 2007 promovido pela
Agencia Andaluza de Cooperación Internacional al Desarrollo (AACID)
para projetos de sensibilização e educação para o desenvolvimento.
O objetivo é mostrar a diversidade do mundo aos europeus através dos
aspectos lúdicos de cada cultura, principalmente daquelas que sofrem
com problemas de pobreza e todo o acarretado por essa condição.
Está ocorrendo também em outras partes do planeta e finalizará com
uma exposição pela região sul da Espanha, dinamização de oficinas
práticas e a edição de materiais pedagógicos
que serão distribuídos a diversas instituições.
O BRINCAR / JOGAR para nós
Além das definições técnicas e
teóricas do jogo, ao longo dos tempos
temos agregados novos sentidos e
valores a essa manifestação, resultado
de nossas experiências práticas
pessoais e profissionais. Para nós, o
jogo se assemelha à vida. É a relação
com o ambiente e com os demais.
situações que se instalam quando
necessitamos nos comunicar com o
mundo ao redor, inusitadas e sempre
únicas, mesmo quando parecem uma
repetição.

Hoje vemos no jogo a possibilidade


mágica de aproximação entre os
diferentes, sem que seja preciso uma “Não paramos de
iniciação muito aprofundada, e sua
integração plena num evento brincar porque
específico. E mais que isso: se a envelhecemos,
atividade é realizada com sinceridade
e é transdisciplinar - consegue envelhecemos porque
envolver múltiplas ideias e paramos de brincar”
informações sem perder o foco - esta
pode se transformar num primeiro Nana, 103 anos
passo de um enlace harmônico e de
intercâmbios significativos e
duradouros.
Em nosso atual entendimento, já
não existem barreiras que não
possam ser transpostas pelo jogo. A
única que talvez possa ser um
impedimento é a resistência
individual. Mas como é inerente ao
ser humano a necessidade do
comunitário, a busca pela
participação e a satisfação através
do contato, quase se anulam os
obstáculos.
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“Brincar
em grupo facilita
a sociabilidade”

E joga-se sem parar entre mulheres, homens, jovens, idosos,


pobres, ricos, brancos, pretos, misturando tais diferenças,
exaltando as igualdades, revitalizando espaços e instantes,
energizando os participantes. Uma construção coletiva que
minimiza as frustrações geradas por nossa sociedade
capitalista.

Há também algo de "espiritual" nesse processo. Um rito de


encontro e de recriação, expressão da genialidade grupal. Uma
ponte de estimulante trânsito entre a tradição e o
contemporâneo. O complexo que se implanta de maneira
simples e por qualquer elemento participante de uma sessão
lúdica e que permita sua mais genuína expressão interna circular
e se conectar ao entorno energético instalado.

“A brincadeira
é uma forma
de relação
com o mundo”

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A importância do BRINCAR /
JOGAR em nossas ações
O brincar / jogar faz a gente “Brincar é o maior
sonhar. E quando sonhamos,
vamos em direção à liberdade,
exercício de liberdade
como seguir por uma estarda que que podemos ter”
não cansa e não tem fim. Mesmo
que momentaneamente...

Seguramente seríamos seres mais


completos e realizados se
conseguíssemos manter a
essência do brincar / jogar ao
passo de nosso desenvolvimento
corporal e intelectual. Pena nossa
sociedade pregar – e nós
aceitarmos – condições que
fragmentam sempre o concreto e
o abstrato. Assim, assumimos
outros entretenimentos um tanto "É possível descobrir mais
quanto perigosos e de pouca ou de uma pessoa em uma
nenhuma consistência para suprir
nossas necessidades de ser hora de brincadeira do que
comunitários. um ano de conversa"
Criatividade e aceitação coletiva Platão
espontânea, aspectos presentes
no ato de brincar, podem ser
observados em qualquer fase da
vida humana. A questão é que
quanto mais nos aproximamos da
adulta, o período de ser útil a
sociedade, o tempo de produzir,
menos esses itens são
valorizados. Tudo então tem seu
padrão, seu método pré-definido e
improvisações são muito mal
vista. Entra-se num círculo vicioso
de permutas materiais
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desprovidas de sentimentos e com
objetivos incompreensíveis de
Corpo – sonho – agir/brincar – acumulação sem pudores. Tudo
inteligência (pensar) – então é quantificável, valores se
sobrepõem a sentidos,
INVENÇÃO / CRIAÇÃO flexibilidade já não existe.
Reproduzir é a máxima e controlar
passa a ser a meta almejada...

Então o que fazer com a farta


bagagem cultural que tod@s
carregamos desde nossas tenras
idades e que continuam nos
impulsionando a experimentar, a
descobrir, a inventar, a não
separar, a compartilhar?
Simplesmente guardá-las em
registros familiares ou armazená-
las em baús e lembranças
saudosistas? Abafar o pulsar
permanente de curiosidade que
provoca atitudes investigativas e
"As maiores aquisições de ampliação do olhar e da paixão?
uma criança são conseguidas
no brinquedo, aquisições que Nosso grande desafio é
exatamente este: manter a
no futuro tornar-se-ão seu motivação infantil viva e integrada
nível básico de ação real ao dia-a-dia e evitar a
superficialidade de uma vida
e moralidade" consumista. Se nos damos conta,
Vygotsky muito do folclore – entenda-se
esse termo como as ações mais
básicas que nos permeiam – do
adulto é apropriado pela criança e
vice-versa. É um intrigante sistema
de retroalimentação, muitas vezes
inconscientes, e que se não é
tolido precocemente, se converte
na mais poderosa ferramenta
social de perpetuação da espécie.
A comunicação universal mais
assimilável e acessível a tod@s,
que mesmo estruturada tem faceta
flexível e aberta para incorporar as
informações das novas gerações e
se recriar sempre.
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Brincadeiras, brinquedos e jogos
e sua relação com
as propostas educativas
Brinquedos desafiam o corpo, a força, a
habilidade, a paciência, a inteligência. A
inteligência gosta de brincar e o brinquedo a
estimula a funcionar. Em nossa
“brincadeira” com a Arte, a Cultura, a
Educação, o Meio Ambiente, estamos
sempre encarando esses desafios. E o
principal deles, nossos entraves de
relacionamento interpessoal...

Quem não brinca não aprender. O ser


humano se expressa no ato de brincar – ato
do movimento. E se expressando recebe
reações de expressões externas. Assim
contata o mundo – como é, o que é.
Brincando se reconhece nos iguais e encara "A atividade lúdica é o berço
os diferentes. Brincando se insere nos obrigatório das atividades intelectuais
grupos e pratica a disponibilidade com as
situações de diversidade. Sem conflitos e da criança sendo por isso,
com contagiante prazer questiona as regras indispensável à prática educativa"
e propõe reflexões a comportamentos
Jean Piaget
formatados.

A própria palavra é um brinquedo. Um


brinquedo invisível através do qual tod@s se
confraternizam diariamente. Uma história,
ficcional ou real, uma canção, uma
adivinhação, uma anedota, uma poesia, são
possibilidades preciosas de resignificar
padrões sociais e de redimensionar valores.

Também a brincadeira naturalmente


desenvolve “o pensamento poético” – o
relacionar de coisas que ninguém imagina
– envolvendo variadas temáticas revelando
semelhanças que, por vezes, passam “BRINCAR – impulso,
desapercebidas. Importante ressaltar aqui
que este pensamento poético é a base pura expressão, uma
estimuladora do pensamento científico,
desde sua origem mais remota: INVENÇÃO força da Natureza”
estimula INVENÇÃO...
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Quanto mais experiências
criativas, investigativas, lúdicas,
de exploração, mais ciência e
mais pensamento organizado um
ser vivo possuirá. E para este
certamente um problema
apresentado não será ocasião
para desesperar ou fraquejar e
sim um estímulo a agir
criativamente. Um outro jogo /
brinquedo a ser desvendado, um
desafio a ser analisado,
considerado e solucionado, mais
um limite a ser superado.
Nós queremos aprender quando ficamos encantados.
E o ato de brincar / jogar definitivamente nos encanta.
“O saber Por conta de sua inerente capacidade libertadora que
entra pelos aproxima pessoas rapidamente e propicia sua efetiva
participação / contribuição no momento, gerando
sentidos e resultados sensíveis e duradouros para o indivíduo e
não somente para o coletivo.
pelo Adultos como facilitadores desse processo devem se
intelecto" esforçar e acessar a imaginação e a ludicidade (talvez
sua própria memória afetiva) para desempenhar sua
função educativa:
Contar e ouvir contos, desenhar, cantar, sem
Frei Betto finalidades específicas / pedagógicas.

E vale sempre lembrar – ou tentar


– do autêntico sentido do brincar:
● liberdade nas metas a serem

alcançadas;
● profunda satisfação antes,

durante e depois da ação;


● sensação de “o tempo está

parado”;
● devoção, concentração;

● atenção e identificação com a

atividade realizada;
● fluidez, movimento e

transformação.

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Culturas brasileiras através das
brincadeiras, brinquedos e jogos
“Primeiro eram os indígenas, o
elemento original, símbolo do
respeito e conexão com a Natureza.
Depois veio o europeu (português
e mais tarde outros), invadindo,
destruindo, modificando. Logo
chegam os africanos, arrancados de
sua terra mãe e trazidos como
escravos”...
Nesse contexto se formata a
realidade brasileira, com sua
extraordinária diversidade e sua
arrogante desigualdade social que
ainda persiste...
A palavra como brinquedo:
As manifestações regionais Chico gudico de gurunfico de
existentes hoje em nosso país maracutico chiringa butico...
são aculturações (mudanças na
Mariana pana de mofana saracotana...
cultura social sob a influência de
outro com o qual se entra em Henrique pique serramacutique
contato) indígenas, européias e catibiribique fifirififique...
africanas, visto que se fundem de
diversas maneiras e se propagam
pelo imenso território brasileiro.
Assumem incontáveis
particularidades dependendo do
local onde estão estabelecidas, o
que revela muito do que passou
na evolução das pessoas e do
espaço natural e do espaço
construído observados. E são
particularmente formadas por
características estéticas que
muito as aproximam das
brincadeiras...

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Não por acaso, quem é parte dessas
manifestações e portador do
conhecimento que é passado de pai
para filho organicamente dentro de
uma comunidade se autodenomina
BRINCANTE. E são numerosos os
BRINCANTES dos sambas, dos cocos,
dos maracatus, dos jogos, dos bois,
das cirandas, dos batuques, das
congadas, das folias de reis, das
marujadas, etc. Brinquedos estes
cantados, tocados e dançados,
memórias vivas nos corpos e
principalmente nas mãos que
confeccionam figurinos (calças, saias,
camisas, chapéus), adereços
“A brincadeira que é universal (bonecos, máscaras, estandartes),
e que é própria da saúde: o instrumentos (tambores, violas,
brincar facilita o crescimento chocalhos), comidas (pratos, bebidas,
e, portanto, a saúde” doces), etc.
Winicott
Para brincar as Culturas Populares
Brasileiras não cabe pressa. São vidas
inteiras dedicadas ao desenvolvimento
de dons específicos em
aperfeiçoamentos práticos periódicos
e intensos – há festas que duram dias.
Como na brincadeira, cada
componente sabe seu papel e sua
importância para a realização da ideia
geral. Diferentes idades, etnias,
credos, gêneros se juntam para
celebrar as Histórias não oficializadas
do verdadeiro povo brasileiro (as que
são desprezadas pelas elites) e que
são, no fundo, as resistências
populares que fortalecem e
impulsionam os mais pobres contra as
"É brincando que se deve brincar" ainda frequentes incursões
exploratórias das classes dominantes.
Plutarco
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Poesias no/do Brincar
“Poesia é... brincar com as palavras
como se brinca com bola,
papagaio, pião.
Só que bola, papagaio, pião
de tanto brincar se gastam.
As palavras não:
Quanto mais se brinca com elas,
mais novas ficam.
Como a água do rio
que é água sempre nova.
Como cada dia que é sempre um novo dia.
Vamos brincar de poesia?”

Quem entra no paraíso? - Rubem Alves José Paulo Paes

Na porta do paraíso
está uma criança. “Se este mundo fosse meu,
Não consulta livro eu fazia tantas mudanças
nem pergunta nada. que ele seria um paraíso
Só abre um baú enorme, de bichos, plantas e crianças”
onde estão guardados
todos os brinquedos
inventados “Um homem
e por inventar, que se preocupava demais
e diz: com coisas sem importância
"Escolha um para brincar comigo!"... acabou ficando com a cabeça cheia de minhocas.
Quem souber brincar entra.
Um amigo lhe deu então uma idéia
“Se você for detetive, de usar as minhocas
faça um bom trabalho: numa pescaria
“Tudo que embola
me encontre o dentista para se distrair das preocupações”
desembola que arrancou o dente do alho
Tudo que enrola e a vassoura sabida
desenrola” que deixou a louca varrida”

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Referências
Livros
● A Arte de Brincar, de Adriana Friedman, Vozes, 2004;
● O Brinquedo através da História - Moacyr Costa Ferreira, Ed. Edicon, 1990;
● Folclore e Mudança Social na Cidade de São Paulo – F. Fernandes, Ed. Vozes,

1979;
● Brincadeira e Cultura: Viajando pelo Brasil que Brinca, Volume II: Brincadeiras

de todos os Tempos - Casa do Psicólogo, 2003, São Paulo;


● Brincar, Crescer e Aprender: O Resgate do Jogo Infantil – Adriana Friedmann,

Ed. Moderna, 1996, São Paulo;


● O Direito de Brincar: A Brinquedoteca – Scritta Ed., 1992, São Paulo;

Brinquedo e Cultura - Gilles Brougère, Cortez Editora,1995, SP. (Questões da


nossa época – nº43);
● Barangandão Arco-Íris - 36 brinquedos inventados por meninos, de Adelsin,

Lapa - Cia. de Produção Cultural, 1997.

Revistas
● Crescer, Editora Globo;
● Recreio, Editora Abril;
● E, SESC SP;

● Nova Escola, Editora Abril.

Internet
● www.aliancapelainfancia.org.br;
● www.almanaquebrasil.com.br;
● www.projetobira.com;

● www.nepsid.com.br;

● www.jangadabrasil.com.br

● www.educadoresbrincantes.blogspot.com;

● www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/mapadobrincar.

Vídeos
● Molecagem, brincadeiras de rua, Núcleo de Animação de Campinas, 1991;
● Brincar & Jogar, Projeto OFICINATIVA, 2009.

E mais
● Chico dos Bonecos;
● Rubem Alves;
● Lydia Hortélio;

● Revelando São Paulo (evento anual);

● Escola de Folclore de Ribeirão Pires.

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Coletivos / Organizações
FundAÇÃO KAH-HUM-KAH
www.osmisturalistas.ning.com
Trabalho de mobilização social que é
desenvolvido pelo grupo multicultural
KAH-HUM-KAH, paralelo e conectado à
questão artística, no qual fomentam
encontros, discussões, formações e
principalmente ações práticas diretas,
como a ocupação e revitalização de
espaços públicos degradados.

Projeto OFICINATIVA
www.oficinativa.blogspot.com
Iniciativa autônoma que existe desde 1997,
idealizada por Carlos Rogerio, baseada nas
possibilidades da ArtEducação mas
ampliando seus propósitos para outras
tantas temáticas e destas recebendo
inúmeras influências e inspirações. Tem
desenvolvido experiências de linguagens e
segmentos a fim de vivenciar o “novo”, o
diverso.

ARCA (Associação
Ribeirãopirense
de Cidadãos Artistas)
www.arca-
cidadaosartistas.blogspot.com
Reunião de artistas, educadores, ambientalistas, artesãos e outros
ativistas, surgida em 2002 com a proposta de interferir nos
diferentes segmentos da sociedade a partir da Arte – Cultura –
Educação. Desenvolve eventos, oficinas, debates, intercâmbios e
atualmente coordena o Ponto de Cultura CIDADÃOS ARTISTAS,
apoiado pelos governos federal e estadual (2010 a 2012).

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E se brincamos / jogamos
todos e todas?
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CEP 09400 970
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