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Painel D – Exemplos de intervenções METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO
Painel D – Exemplos de intervenções
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
Carlos Mesquita, Engº.
Direcção Técnica
Oz - Diagnóstico, levantamento e controlo de qualidade em estruturas e fundações, lda.
R. Pedro Nunes, Nº. 45, 1º. Esq – 1050-070 Lisboa
1. Dados da prestação de serviços  OBJECTO: “Levantamento, diagnóstico de patologias e projecto de
1. Dados da prestação de serviços
 OBJECTO:
“Levantamento, diagnóstico de patologias e projecto de
intervenção com vista à recuperação/consolidação das muralhas
e baluarte do forte de s. Sebastião”
 DONO DE OBRA: Câmara Municipal de Castro Marim
 RECURSOS:
• Equipa de topografia (Arquiteto, Engº. Geografo, topografo e
desenhador)
• Equipa de inspeção e ensaios (Engº. Civil, desenhador e 3 técnicos de
inspeção e ensaios)
• Equipa de prospeção geotécnica (Geólogo e sondador)
• Laboratório (Faculdade de Farmácia de Un. Santiago de Compostela)
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
1. Dados da prestação de serviços  RECURSOS: • Especialista de Arquitetura Militar e Fortificações
1. Dados da prestação de serviços
 RECURSOS:
• Especialista de Arquitetura Militar e Fortificações - Francisco de Sousa
Lobo, Engº. Militar
• Engº. Estruturalista, UM
• Coordenação:
- Carlos Mesquita, Engº. / Pedro Lança, Engº., RIP
- Vítor Cóias, Engº.
 PRAZOS:
• Diagnóstico e Estudo Prévio: 11 semanas
• Projeto de execução: 4 semanas
 Honorários: € 110 995,00
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2. Metodologia 2.1 - Pesquisa histórica 2.2 – Informação doutros estudos 2.3 - Levantamentos topográficos
2. Metodologia
2.1 - Pesquisa histórica
2.2 – Informação doutros estudos
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais
2.4 – Levantamento das anomalias visíveis
2.5 – Caracterização física e química das argamassas
2.6 – Sondagens geológicas
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2.1 - Pesquisa histórica Vista aérea em 2003 Estados de ruina muito diversos, devido às
2.1 - Pesquisa histórica
Vista aérea em 2003
Estados de ruina muito diversos, devido às diferentes técnicas construtivas e,
fundamentalmente, às politicas de conservação dos últimos 300 anos
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.1 - Pesquisa histórica Planta do Forte em 1897 existente na D.S.E Toponímia Cortina de
2.1 - Pesquisa histórica
Planta do Forte em 1897 existente na D.S.E
Toponímia
Cortina de
São Sebastião
Cortina de Stº.
António
Paiol
Cortina do
Baluarte de
Forte
Cortina das
São Sebastião
Lizirias
Cortina do
Enterreiro
Baluarte das
Lizirias
Baluarte do
Forte de São
Sebastião
Enterreiro
Baluarte
Cheio
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.1 - Pesquisa histórica Planta de Castro Marim em 1790 7 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.1 - Pesquisa histórica
Planta de Castro Marim em 1790
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.1 - Pesquisa histórica Corte da muralha existente no Arquivo Militar 8 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO
2.1 - Pesquisa histórica
Corte da muralha existente no Arquivo Militar
8
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.2 - Informação doutros estudos Cortina de S. Sebastião (SET/2002) 9 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.2 - Informação doutros estudos
Cortina de S. Sebastião (SET/2002)
9
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.2 - Informação doutros estudos Corte da muralha da Cortina de S. Sebastião Representação esquemática
2.2 - Informação doutros estudos
Corte da muralha da Cortina de S. Sebastião
Representação esquemática
alvenaria
de pedra
aterro
alvenaria
de pedra
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.2 - Informação doutros estudos Cortina de S. Sebastião – Análise Estrutural (Un. Minho) Propriedades
2.2 - Informação doutros estudos
Cortina de S. Sebastião – Análise Estrutural (Un. Minho)
Propriedades Mecânicas:
• Módulo de elasticidade – 1 Gpa
• Coef. De Poisson – 0,2
• Resistência à compressão – 1 MPa
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Malha de elementos finitos
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais Planta topográfica 1:500 12 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais
Planta topográfica 1:500
12
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais Forte de São Sebastião 13 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais
Forte de São Sebastião
13
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais Baluarte de São Sebastião 14 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais
Baluarte de São Sebastião
14
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais Baluarte Cheio 15 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
2.3 - Levantamentos topográficos e dimensionais
Baluarte Cheio
15
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Baluarte de São Sebastião 16 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Baluarte de São Sebastião
16
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Baluarte de S. Sebastião 17 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Baluarte de S. Sebastião
17
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Baluarte e Cortina do Enterreiro 18 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Baluarte e Cortina do Enterreiro
18
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Forte de S. Sebastião 19 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Forte de S. Sebastião
19
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Cortina das Lizirias / Baluarte Cheio 20 METODOLOGIAS DE
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Cortina das Lizirias / Baluarte Cheio
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis Baluarte das Lizirias 21 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO
2.4 - Levantamento das anomalias visíveis
Baluarte das Lizirias
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Localização dos ensaios, amostras e poços 22
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Localização dos ensaios, amostras e poços
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Determinação das propriedades mecânicas de argamassas
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Determinação das propriedades mecânicas de argamassas
Extração de uma hélice
Schmidt pendular
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Determinação das propriedades mecânicas de argamassas 24
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Determinação das propriedades mecânicas de argamassas
24
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais •
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais
• Determinação da composição mineralógica das argamassas e seus
componentes, areia e ligante, através da técnica de difracção de Raios X.
• Estudo micro-morfológico das amostras através de observação
microscópica de luz reflectida.
• Determinação da relação areia-ligante e determinação da granulometria
de areia.
• Determinação do conteúdo em sais solúveis
Q
Difractogramas de
raios X de 3 amostras
Q
Q de argamassas antigas
C
C
Y
Castro Marim:
Q Q
Amostra A3
Q
F
F
F
Q
C
C
C
C
C
Y
- gesso;
F
- feldspatos;
Amostra A2
Q
- quartzo
Amostra A1
C
- cal.
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Theta
0
10
20
30
40
50
60
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais
Localização
Amostra
Tipo
Geral
Detalhada
A2
Paiol
Face exterior da parede Nascente
junta/assentamento
A3
Paiol
Face interior da parede Poente
revestimento
A1
Cortina de Stº. António
Camisa interior da muralha
revestimento/junta
A4
Cortina das Liziras
Camisa interior da muralha
revestimento/junta
A5
Forte de S. Sebastião
Face exterior da parede Nascente
revestimento
A6
Cortina do Forte
Face exterior da parede Nordeste
junta aparente
A15
Forte de S. Sebastião
Face exterior da parede Sul
revestimento
A16
Forte de S. Sebastião
Face exterior da parede Sul
revestimento
A7
Cortina de S. Sebastião
Parapeito da muralha
junta aparente
A14
Cortina de S. Sebastião
Camisa exterior da muralha
junta/revestimento
A10
Baluarte do Enterreiro
Merlão (canhoeira)
revestimento
A11
Cortina do Enterreiro
Face posterior do merlão (taipa)
revestimento
A8
Casamatas
Parede interior transversal
revestimento
A9
Casamatas
Parede exterior
revestimento
A12
Igreja de S. Sebastião
Face interior da parede Sul
junta/revestimento
A13
Forte de S. Sebastião
Face interior do parapeito Nascente
revestimento
Nota:
- Amostras seleccionadas para ensaios laboratoriais.
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais 27
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.5 - Caracterização física e química das argamassas Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais Quadro
2.5 - Caracterização física e química das argamassas
Caracterização de argamassas - ensaios laboratoriais
Quadro 2 - Percentagem de areia e ligante das amostras
e relação areia/ligante
Amostra
% areia
% ligante
Relação areia/ligante
A2
81,29
18,71
4,34
A4
79,50
20,5
3,88
A5
80,33
19,67
4,08
A7
87,03
12,97
6,71
A10
77,70
22,30
3,48
A13
73,03
26,97
2,71
Gráfico 2 - Curvas granulométricas das fracções de areia das amostras
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
28
0,00
0,25
0,50
0,75
1,00
1,25
1,50
1,75
2,00
2,25
2,50
2,75
3,00
3,25
3,50
3,75
4,00
A2
A4
A5
A7
A10
A13
Fracções (mm)
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
% que passa nos peneiros
2.6 - Sondagens geológicas Poço P9 – Cortina S. Sebastião Poço P3 – Baluarte das
2.6 - Sondagens geológicas
Poço P9 – Cortina S. Sebastião
Poço P3 – Baluarte das Lizirias
Ocorrência de terrenos xistosos que representam a unidade carbónica designada
por “formação de Mira” (HMi), localmente recoberta por deposições de aterro
(At) com espessura variável entre 0.3 e 2 metros, composição silto-argilosa
mais frequente, com fragmentos líticos diversos.
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
2.6 - Sondagens geológicas Poço P7 – Baluarte Cheio Poço P3 – Baluarte das Lizirias
2.6 - Sondagens geológicas
Poço P7 – Baluarte Cheio
Poço P3 – Baluarte das Lizirias
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção  Estratégia: • Objetivo principal de preservação da autenticidade e integridade
3. Soluções de intervenção
 Estratégia:
• Objetivo principal de preservação da autenticidade e integridade da
fortificação, respeitando a sua configuração original (Planta de 1897 e
vestígios presentes)
 Soluções comuns das zonas a intervir:
• Desmatação e limpeza
• Reconfiguração pontual da alvenaria
• Reparação de “locas”
• Reparação de juntas desguarnecidas
• Reparação de fissuras (injeções)
• Reparação das banquetas
• Melhoria das condições de drenagem das águas pluviais
• Topo do parapeito
• Plataformas de cortinas e baluartes
• Melhoria das condições de drenagem das escarpas
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• Remoção e execução de argamassas de revestimento
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Localização das soluções tipo 32 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
3. Soluções de intervenção
Localização das soluções tipo
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Forte, baluartes e cortinas 33 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
3. Soluções de intervenção
Forte, baluartes e cortinas
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Baluarte das Lizirias 34 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE
3. Soluções de intervenção
Baluarte das Lizirias
34
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Baluarte das Lizirias 35 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE
3. Soluções de intervenção
Baluarte das Lizirias
35
METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Baluarte das Lizirias 36 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE
3. Soluções de intervenção
Baluarte das Lizirias
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Forte de S. Sebastião 37 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
3. Soluções de intervenção
Forte de S. Sebastião
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Forte de S. Sebastião 38 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
3. Soluções de intervenção
Forte de S. Sebastião
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Secção corrente da cortina 39 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO
3. Soluções de intervenção
Secção corrente da cortina
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
3. Soluções de intervenção Secção tipo da cortina das Lizirias com reforço 40 METODOLOGIAS DE
3. Soluções de intervenção
Secção tipo da cortina das Lizirias com reforço
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
4. Estimativa orçamental Planta do Forte retirada do Google Maps Total estimado da intervenção -
4. Estimativa orçamental
Planta do Forte retirada do Google Maps
Total estimado da intervenção - € 1 561 488,00
Cortina de
São Sebastião – 7,8 %
Baluarte de
São Sebastião – 7,2 %
Cortina de Stº.
António – 5,7 %
Paiol – 1,0 %
Cortina do
Forte – 3,3 %
Cortina do
Enterreiro – 2,1 %
Forte de São
Sebastião – 5,7 %
Cortina das
Lizirias – 17,4 %
Baluarte do
Enterreiro – 6,1 %
Baluarte
Cheio – 19,8 %
Baluarte das
Lizirias – 23,7 %
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
5. Qualificação dos agentes  Dispor de Sistema de Gestão da Qualidade (NP EN ISO
5. Qualificação dos agentes
 Dispor de Sistema de Gestão da Qualidade (NP EN ISO 9001:2008)
 Implementação de Planos anuais de Formação para qualificação
dos operadores, por técnica de inspecção e ensaio
 Calibração e manutenção dos equipamentos de inspecção,
medição e ensaio, de acordo com um plano elaborado anualmente
 Implementação de procedimentos que permitam a avaliação dos
fornecedores relevantes para a qualidade
 Realização periódica de Auditorias da Qualidade e, frequentemente,
auditorias pontuais às intervenções em obra;
 Definição da forma de controlo das Não Conformidades através do
desenvolvimento e acompanhamento de Acções Correctivas e
Preventivas.
 Elaboração de Planos da Qualidade, tendo por objectivo localizar e
descrever, no ciclo da realização da prestação do serviço, as acções de
controlo a efectuar pelo executante, de forma planeada e sistemática.
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
6. Notas Finais  Procurou-se realçar a importância da recolha de informação, envolvendo equipas
6. Notas Finais
 Procurou-se realçar a importância da recolha de informação,
envolvendo equipas multidisciplinares, socorrendo-se de diferentes
métodos, alguns dos quais utilizando ensaios não destrutivos, “in-
situ” e ensaios laboratoriais, indispensáveis para o diagnóstico e,
consequentemente, definição da estratégia de intervenção.
 Existe hoje um vasto conjunto de técnicas de ensaio e de
métodos de diagnóstico, algumas mostradas na apresentação, que
permitem caracterizar, tanto quanto se queira, as construções e o
seu desempenho.
 Procurou-se, igualmente, chamar a atenção para a Qualificação dos
agentes intervenientes, devendo dispor de um Sistema de Gestão de
Qualidade (NP EN ISO 9001:2008), devidamente implementado, cujo
âmbito deverá abranger o tipo de serviço a prestar e que garanta,
nomeadamente, a adequada formação dos operadores e a
calibração dos equipamentos utilizados.
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METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO SEBASTIÃO
Obrigado pela V. atenção www.oz-diagnostico.pt 44 METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO NA CONSOLIDAÇÃO DO FORTE DE SÃO
Obrigado pela V. atenção
www.oz-diagnostico.pt
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