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O PAPEL DO FARMACUTICO

NA FARMACOVIGILNCIA

Comum a todos estes pontos do sistema (ambulatrio, hospital, indstria e regulao) a presena do farmacutico, que,
com uma formao diferenciada e capacidades diversificadas,
conseguiu posicionar-se para assumir responsabilidades no SNF.

quando comparados com mdicos hospitalares. sabido que

A indstria farmacutica obrigada a manter registos pormenorizados de todas as suspeitas de RAM, bem como notificar ao
Infarmed todas as suspeitas de RAM graves ocorridas em territrio nacional de que tenha conhecimento. De acordo com
o Decreto-Lei n. 176/2006, de 30 de Agosto (Estatuto do
Medicamento)4 e com as normas de orientao da Agncia Europeia do Medicamento (Guidelines on Pharmacovigilance for
Medicinal Products for Human Use),10 os TAIM devem dispor de
um profissional com qualificaes apropriadas em matria de
farmacovigilncia (pessoa qualificada responsvel). Embora no
seja mandatrio que aquele profissional seja farmacutico, este
rene caractersticas adequadas ao desempenho das funes.
Trata-se de uma rea que requer diferenciao tcnico-cientfica
adicional, particularmente no que informao e comunicao,
especialmente com reguladores, sobre gesto de risco e avaliao das relaes benefcio/risco dos medicamentos, diz respeito.

bio-molculas de potencial iatrognico elevado e na presena de

e OMS) e interface com os TAIM, quer no decurso das acti-

3.

Boletim de Farmacovigilncia do INFARMED, 2010. [acedido a 4-11-2010]; 14 (2)


Disponvel em: www.infarmed.pt.

BOLETIM DO CIM - publicao bimestral de distribuio gratuita da Ordem dos Farmacuticos Director: Carlos Maurcio Barbosa Conselho Editorial: Aurora
Simn (editora); Clementina Varelas; Francisco Batel Marques; J. A. Aranda da Silva; Lgia Pvoa; M. Eugnia Arajo Pereira; Paula Iglsias; Rogrio Gaspar;
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