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Governo eclesiástico

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A forma Administrativa dada à Igreja é conhecido como Governo Eclesiástico. Há alguma


principais formas de governo nas igrejas: o Congregacionalismo, o Presbiterianismo, o
Episcopado e o Representativo.
Índice
[esconder]

* 1 O Governo Congregacional
* 2 O Governo Presbiteriano
* 3 O Governo Episcopal
* 4 O Governo Representativo
* 5 Ver também

[editar] O Governo Congregacional

Ver artigo principal: Congregacionalismo

Entre as igrejas que adotam o governo Congregacional, estão os Batistas e os Congregacionais.


Nesta forma de governo eclesiástico, a igreja é aquela "comunidade local, formada de crentes
unidos para a adoração e obediência a Deus, no testemunho público e privado do Evangelho,
constitui-se em uma Igreja completa e autônoma, não sujeita em termos de Igreja a qualquer
outra entidade senão à sua própria Assembléia, e assim formada é representação e sinal visível
e localizado da realidade espiritual da Igreja de Cristo em toda a terra." O sistema de governo
Congregacional é aquele em que a Igreja se reúne em Assembléias, para tratar de questões
surgidas no seu dia-a-dia e tomar decisões relacionadas ao desenvolvimento de seus trabalhos.
O poder de mando de uma Igreja Congregacional reside em suas Assembléias.
[editar] O Governo Presbiteriano

Ver artigo principal: Presbiterianismo

O governo presbiteriano é uma forma de organização da Igreja que se caracteriza pelo governo
de uma assembleia de presbíteros, ou anciãos. Esta forma de governo foi desenvolvida como
rejeição ao domínio por hierarquias de bispos individuais (forma de governo episcopal). Esta
teoria de governo está fortemente associada com os movimentos da Reforma Protestante na
Suíça e na Escócia (calvinistas), com as igrejas reformadas e mais particularmente com a Igreja
Presbiteriana.

O governo presbiteriano serviu e serve de inspirações a vários regimes democráticos ao redor do


mundo, principalmente no que diz respeito às esferas de poder. A forma de governo consiste
numa ordem crescente de conselhos. O menor de todos os conselhos é o Conselho da Igreja
Local, formado pelos ministros docentes (pastores) e pelos ministros leigos (presbíteros). Acima
dos conselhos locais se encontram os Presbitérios, formados por presbíteros representantes de
cada igreja de sua área de abrangência. Envolvendo os Presbitérios e formado por
representantes dos mesmos, está o Sínodo, de autoridade máxima em sua circunscrição. Como
estância máxima de apelação e decisões sobre a igreja está a Assembléia Geral ou Supremo
Concílio, que toma todas as descisões sobre a Igreja e trata dos assuntos externos, ficando a
cargo de exercer poder jurídico sobre decisões tomadas por conselhos inferiores.
[editar] O Governo Episcopal
Ver artigo principal: Episcopado, Bispo e Hierarquia católica

Neste sistema mais antigo, adoptado como por exemplo pela Igreja Católica e pela Igreja
Ortodoxa, os ministros principais da Igreja são os bispos. Outros ministros são presbíteros e
diáconos. Todos estes são mencionados no Novo Testamento. O Governo é centralizado na
figura de um dirigente, responsável pelas decisões e destinos da igreja, mas que possui um
grupo de subalternos, o Colégio Episcopal, responsáveis pela administração da gestão do
sistema.
[editar] O Governo Representativo

Ver artigo principal: Governo eclesiástico representativo

Essa forma de governo, é caraterizada pela eleição de delegados, para voto em assembléias,
para escolha dos dirigentes por um determinado período de tempo. É o sistema que mais se
aproxima da democracia. Essa é a forma de governo adotada pela Igreja Adventista do Sétimo
Dia.
[editar] Ver também

* Eclesiologia
* Igreja