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Ordenar por Melhor avaliado

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Share Ordenar por Melhor avaliado Join the discussion… JoelPinheiro • 3 anos atrás O coletivo Fora

O coletivo Fora do Eixo, comandado por Pablo Capilé, se encaixaria nessa definição de seita?

Os relatos de ex-membros são bastante reveladores.

Incrível como uma mesma estrutura de controle espacial e mental das pessoas pode adotar roupagens ideológicas/culturais tão diferentes.

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roupagens ideológicas/culturais tão diferentes. 9 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

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Desconheço esse fenômeno, mas um amigo apontou o Olavo de Carvalho, e faz sentido.

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olha,

e faz sentido. 13 △ ▽ • Reply • Share › olha, Pedro > Eduardo Pinheiro

E desde quando Olavo de Carvalho é um culto ou seita?

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Pois é, eu estou dizendo que fecha com a descrição do Anthony Storr. "Desde quando", ora, desde quando ele apresenta as características. Claro, não acho que seja para suicídio coletivo, ou mesmo para tiros e mortes -- talvez nem para questão de grana, ou abuso sexual (isso não sei mesmo). Mas abuso emocional há relatos. E, ademais, não precisa nada disso para caracterizar o aspecto "seita"/"culto". Basta ser fringe e absurdo, e isso fecha.é um culto ou seita? 3 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

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Já vi videos dele falando muita merda. Então pra você alguem falando alguma coisa e pessoas apoiando essas idéias são um culto/seita ?• 3 anos atrás 6 △ ▽ • Reply • Share › Pedro > Eduardo Pinheiro

Um velho falando merda, vendendo coisas e pessoas que tem alguma simpatia por isso, são um culto/seita ?

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Tem seguidores, não é uma tradição que vem de uma cultura (i.e. é "fringe"), é seita/culto.por isso, são um culto/seita ? 2 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro

Robert Anton Wilson, que curtia várias seitas, dizia, meio que positivamente para as seitas, e em modo cínico, que é qualquer sistema de crenças sem poder político. Também se enquadra.

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Então se pode dizer que basicamente quase todas as pessoas fazem parte de um culto/seita, não achas ?

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Não, a maioria das pessoas de fato não está, porque acredita em coisas tradicionais, por piores que elas sejam.culto/seita, não achas ? △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Pedro •

Só um pequeno grupo de pessoas diz "tá tudo errado" e pensa uma outra coisa diametricalmente oposta ao tradicional (ainda que, como no caso do Olavo, ele as vezes se digam "somos a verdadeira tradição").

Algumas pessoas fazem isso (pensar "diferente"), mas não de forma relativamente coerente e em grupo, então são crenças, mas não "um sistema de crenças".

Veja que, estritamente falando, não é porque algo é tradicional que é "bom" ou "ruim": mas o que define uma seita é tentar ser uma "nova tradição".

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Entendo, e como fazemos pra saber o que é tradicional e o que não é ?

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há o caminho da antropologia da tradição.

mas é relativamente fácil, com os exemplos acima e Olavo. verificamos dois itens: com quem romperam e com quem se associam. Olavo rompeu com a academia e se associa com o catolicismo. bem obviamente tradicionais ambos. as autoridades do catolicismo não o aprovam. qed

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E porque o tradicional é tradicional ? Como algo torna-se tradicional ?

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Você tem subsídios para inferir isso através da antropologia da tradição,? Como algo torna-se tradicional ? △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

que é um ramo de fato em voga na antropologia a partir dos anos 90.

Mas, se estamos falando em seitas, um indício é não haver apenas um "controle de qualidade", na forma de um líder, ou apenas um comitê -- e sim um controle de qualidade distribuído numa rede hierárquica, que admite certa flexibilidade, mas ainda assim permite "separar o joio do

trigo". Isto é, precisamos falar de uma "via negativa" da tradição, porque

é muito mais fácil estabelecer o que não é, do que é. Embora, fora do

estabelecimento epistêmico objetivo, seja bastante fácil identificar o que

é tradicional, o que se refere a uma cultura. Em outras palavras, você

pode sei lá, de um ponto de vista católico, citar o luteranismo como uma

seita, e pode haver alguma discussão nesse âmbito, mas ninguém discute o status de seita de um movimento como o do Jim Jones, essencialmente porque ele é inventado, justificado e tem seu "controle de qualidade" na concepção de um único homem que "não responde a ninguém".

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E no final das contas as coisa não sempre se encaminham até algo/alguem que não responde a ninguém ?responde a ninguém". △ ▽ • Reply • Share › pedro > Eduardo Pinheiro • 3

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Se você quiser chutar a porta, diga logo que tudo é um sonho, matrix, e que tu é um cérebro numa cuba, e ninguém pode provar o oposto. Não• 3 anos atrás △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > pedro •

é necessário chutar a porta.

Os títulos acadêmicos, por exemplo, não são perfeitos nem absolutos, mas eles funcionam. Da mesma forma, as estruturas tradicionais seguem porque elas funcionam -- quando elas não funcionam mais, elas acabam. Agora, quando chega alguém e com seu narcisismo tenta fazer todo mundo jogar o jogo inventado por ele, daí esse é o objetivo de se usar o termo seita/culto como algo pejorativo. Da mesma forma que, com nações, se fala em totalitarismo.

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"Agora, quando chega alguém e com seu narcisismo tenta fazer todo mundo jogar o jogo inventado por ele, daí esse é o objetivo de se usar o termo seita/culto como algo pejorativo." Ok, mas nós estamos "jogando um jogo" que não é o dele. E porque continuamos com isso e não se tenta algo novo ? Time que ta ganhando não se meche ou algo assim ?fala em totalitarismo. 1 △ ▽ • Reply • Share › Pedro > Eduardo Pinheiro •

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Eduardo Pinheiro > Pedro • 3 anos atrás Você pode romper com a tradição ou

Você pode romper com a tradição ou mudar a tradição por dentro, mas, de toda forma, a força de autossustentação da tradição DEVE rechaçar a mudança (e isso envolve pejorativamente chamar os outros de "seitas") -- ocasionalmente, sem entrar na moral, novamente, a tradição morre, ou nasce uma tradição -- mas isso ocorre num período mais longo do que algumas gerações. São fenômenos em larga escala.

De resto, se estamos falando em gurus independentes, sem passar pelo controle de qualidade de uma tradição, o mais comum é que realmente sejam nefastos. A maioria deles inevitavelmente é. Que um ou outro não seja, isso só poderá ser examinado de uma perspectiva que está além do escopo da vida de uma pessoa -- uma perspectiva histórica. No âmbito prático, que é o "devo me filiar a esse maluco", a resposta é, invariavelmente, "não deve". Ora, e se você mesmo assim quiser se associar, não pode culpar pessoas que arrazoam dentro da tradição pelo seu muito possível infortúnio.

dentro da tradição pelo seu muito possível infortúnio. Repare os exemplos do texto. Repare bem. Há

Repare os exemplos do texto. Repare bem. Há critérios bem claros sobre porque uma pessoa não deveria se envolver com cada um deles.

Não é como se

garantido, e o que é "jogar com a própria vida".

as pessoas não soubessem o que é relativamente

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Ernesto > Eduardo Pinheiro

Vc está falando sério que desconhece o movimento Fora do Eixo? Vi eles no Roda Viva. Estavam forte na mídia alfumas semanas atrás, tiveram papel fundamental pra divlgar os protestos através da Midia Ninja! Who the fuck is Olavo de Carvalho??

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Quase não vejo TV brasileira, também não leio quase nada em português. Durante os anos 90 Olavo de Carvalho lançou um livro que fez certo sucesso, e vez que outra vejo repercurtir em redes sociais, sendo ora louvado ora ridicularizado. Um dia vi uns videos e li alguns artigos e dei meu veredito.is Olavo de Carvalho?? 2 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Ernesto

Mas minha resposta tem um pouco de ironia no que entendo que são extremos políticos opostos. E REALMENTE desconheço o fora do eixo para dizer se tem aspectos de seita -- mas senti uma alfinetada "anti- esquerda", então dei uma alfinetada num lunático de direita. Compreende?

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Vinícius de Oliveira > Eduardo Pinheiro • > Eduardo Pinheiro

Olavo de Carvalho tem interessantes estudos sob o fenômeno das

seitas que o você não deveria perder. Ironicamente, ele é associado a líder de seita com base numa analogia muito tosca e forçada que só revela ressentimento . Neste trecho ele explica porque não é:

"Tempos atrás, com o projeto de escrever um livro que nunca terminei, mas de cujos rascunhos utilizei uns pedaços em O Jardim das Aflições, estudei bastante o fenômeno das seitas – Rajneesh, Moon, Love Family

e similares – para ter uma idéia de como funcionam e de como

conseguem reduzir pessoas normais e saudáveis ao estado de apatetada passividade mental e veneração idolátrica do mestre, que o sr. Constantino atribui aos meus alunos.

Mais recentemente, estudei o caso dos Legionários de Cristo, organização sui generis porque se constituiu não fora a à margem das religiões tradicionais, mas no seio mesmo da Igreja Católica (fato que basta para explicar por que passou despercebida por tanto tempo).

No esforço de coletar material, tornei-me até mesmo membro da International Cultic Studies Association (ICSA), a maior instituição científica destinada ao estudo do fenômeno das seitas.

Não sou, pois, um principiante na matéria.

Em absolutamente todos os casos estudados na bibliografia a respeito, sem qualquer exceção, a técnica empregada pelos chefes de seitas para produzir nos seus discípulos o estado mórbido acima aludido inclui os seguintes itens:

1) Os discípulos são fisicamente separados de seus ambientes familiares e sociais de origem e levados para morar em instalações especiais (como ashrams ou monastérios) onde convivem tão-somente com o guru e seus auxiliares.

2) Nesses locais de residência, são sistematicamente desprovidos de toda privacidade e forçados a viver num ambiente de promiscuidade psicológica (às vezes também física) que destrói neles todo senso de autonomia individual.

3) São submetidos à prática constante e repetida de complexos rituais coletivos e exercícios psicológicos que afetam sua imaginação e suas emoções para além de tudo quanto possam compreender racionalmente.

4) São levados a sentir-se comprometidos para com o grupo e o chefe por meio de juramentos de fidelidade e segredo, bem como submetidos

a humilhantes rituais de acusação e autocrítica em caso de desobediência.

Em muitos casos, mas não em todos, o impacto desse conjunto de

técnicas é reforçado por medidas especiais, como privação alimentar e dietas debilitantes, ingestão de drogas, sexo grupal etc.

Nos meus cursos, não tenho contato nenhum com meus alunos exceto as aulas expositivas que profiro aos sábados, porinternet. A maior parte deles nunca vi em pessoa e não tenho sequer um arquivo com as fotos dos estudantes matriculados. Não tenho um corpo de auxiliares para fiscalizar a conduta dos alunos, que continuam vivendo em seus ambientes sociais longe de qualquer possibilidade ou pretensão minha de controlá-los ou fiscalizá-los. Não praticamos rituais nem exercícios psicológicos de espécie alguma.

Como posso então exercer sobre eles o tipo de domínio que caracteriza um “chefe de seita”? Ou inventei algum tipo de técnica mágica, que me permite controlar à distância e por meio de simples conferências semanais a conduta de pessoas que nunca vi nem sei quem são, ou então o sr. Constantino é que está vendo coisas.

Mais caracteristicamente ainda, todas as seitas conhecidas envolvem sua atividade numa aura de segredo, mantida à força de juramentos de fidelidade e só rompida, quando vem a sê-lo, longos anos depois, quando algum ex-discípulo resolve contar o que se passou ou algum repórter investigativo consegue furar a barreira de silêncio e descobrir o que se passa entre os muros doashram.

Minha atividade, ao contrário, é toda pública, seja através de artigos e livros, seja através dos meus programas de rádio ou de cursos abertos

a quem deseje freqüentá-los. Não só não há juramentos de fidelidade e

segredo, como não há nenhuma proibição de revelar o que quer que seja. Há, no máximo, um pedido para que os alunos evitem se envolver em discussões nainternet enquanto não tiverem completado os seus estudos de filosofia, calculados para uma duração de cinco anos. Não há qualquer punição para quem falhe em atender esse pedido, como de fato centenas de meus alunos falham regularmente. Há, ademais, uma multidão de ex-alunos que escrevem a meu respeito, a favor ou contra, embora o simples fato de a maioria escrever a favor baste para que o sr. Constantino a considere composta de teleguiados, vítimas de lavagem cerebral, adoradores fanáticos e coisas do gênero.

Em suma, a diferença entre o que se passa nos meus cursos e em

qualquer organização do tipo “seita” é tão patente, tão imensurável, que

o simples desejo de denegrir não basta para que um crítico em seu

juízo perfeito se esquive de enxergá-la e saia proclamando bobagens que a mais breve inspeção desmente.

Para acreditar que sou um chefe de seita, dominador psíquico imperando sobre milhares de zumbis teleguiados, é preciso jamais ter assistido às minhas aulas e, em vez disso, inventá-las no laboratório de

uma imaginação doentia. (http://www.olavodecarvalho.org

Há um estudo dele sobre a seita de Gurdjief muitíssimo interessante também. Vale a pena conferir: http://www.olavodecarvalho.org

Deve haver algum vídeo sobre a seita de Gurdjieff que você poderia incluir ai.

Já o Fora do Eixo se enquadra perfeitamente: coletivismo forçado, proibição de conviver com pessoas de fora, etc.

No mais, bela seleção de vídeos.

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Ah, ele já responde a acusações sobre isso? Publicamente? Bomseleção de vídeos. 7 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Vinícius de

indicio

de que há algo errado.

É claro, mesmo que ele não seja exatamente qualificado como um líder de seita, de forma geral ele é execrável.

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Vinícius de Oliveira > Eduardo Pinheiro • > Eduardo Pinheiro

Ok, execrável, vai, mas líder de seita é forçação de barra. Ele não tem qualquer tipo de ingerência sobre a vida pessoal dos alunos. Nem pelas idéias: conheço, por exemplo, um sem-número de olavetes que ainda não trocou a boemia pela Igreja Católica.

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Pela definição de seita do próprio Olavo, não. E, concordo, como já disse em outros comentários -- nem se compara com os citados nesse artigo. Mas, pela definição do Storr, se enquadra sim.pela Igreja Católica. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Vinícius de

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Vinícius > Eduardo Pinheiro • > Eduardo Pinheiro

Se o Storr sair aplicando a definição dele por ai vai fazer como o Simão Bacamarte.

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De fato a tendência é as tradições se fragmentarem em seitas, e isso já tem acontecido bastante nos últimos 50 anos. O Storr, que faleceu em 2001, tem os exemplos do livro, que como o texto fala, incluem os próprios Freud e Jung.como o Simão Bacamarte. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Vinícius

Veja também que Storr, como psiquiatra, não está tão ocupado da

sociologia dos grupos, mas dos fatores que levam a formação do tipo peculiar de líder carismático que chamamos de "guru". Com relação ao estudo das seitas, saiu um artigo interessante essa semana na Aeon, http://blog.longreads.com/post

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e o que voce acha de o Olavo de Carvalho ser apontado por alguns como um "icone" da Direita? O que voce pensa sobre o seu posicionamento politico?

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Ernesto > José • > José

Esses conceitos todos de seita são novos para mim, só conhecia algo por filmes. Se levar em conta os itens enumerados acima o Fora do Eixo se enquadra pelo que já li por aí nos seguintes:

1- discípulos são fisicamente separados de seu circulo social - existem as "casas do fora-do-eixo, acho que isso qualifica não? 2- falta de privacidade nas casas - os moradores não tem objetos pessoais, dividem tudo e nem podem assinar seus trabalhos - acho que qualifica aqui também 3- rituais psicologicos - não saberia dizer,não sei se vale. 4- compromisso com o grupo e segredo - o segredo é quase total, a pressão sobre os membros enorme, e tem relatos na internet que fala de uma tal "choque pesadelo.

Dos 4 itens acho que 3 se encaixam, é uma seita então?

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Essa definição é do Olavo de Carvalo, que não é uma autoridade nesse assunto (se é que o é em algum).é uma seita então? 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Ernesto

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Verdade, são tantas respostas que confundi. Mas vc acha que esses itens não se aplicam? O negócio de ter que manter segredo, separar a pessoa de sua família, comprometimento como grupo. Não se encaixa nas seitas que você estudou também?Ernesto • 3 anos atrás △ ▽ • Reply • Share › Ernesto > Eduardo Pinheiro

Ernesto > Eduardo Pinheiro

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Acho que em geral as seitas mais funestas tem essas, e outras, formas de lavagem cerebral. Porém, há instituições tradicionais que também empregam esses meios. Então não os considero critérios para definir oPinheiro • 3 anos atrás 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

que seja ou não seita/culto.

Talvez elas sejam no âmbito do discurso da "desprogramação", e de todo o aparato anticulto, mas não na antropologia/ciência da coisa mesmo.

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Se uma instituição faz isso - separar a pessoa de seu grupo social, impedir contato com o mundo exterior, exigir comprometimento total com o grupo, anular a individualidade - ela não acaba se tornando uma seita?da coisa mesmo. △ ▽ • Reply • Share › Ernesto > Eduardo Pinheiro • 3

Ernesto > Eduardo Pinheiro

Você tem nomes dessas instituições tradicionais que empregam esses meios como você mencionou? Gostaria de estudar mais esse tema.

Estou procurando os documentários via torrent

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Não. Todas as religiões tradicionais (cristianismo, hinduísmo, islã, budismo, etc) contém tradições contemplativas/monásticas com todos ou alguns desses elementos estabelecidos há longo tempo, e com finalidades bem justificadas no corpus tradicional de seus ensinamentos.via torrent 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Ernesto • 3

Que esse não seja o único modo de seguir essas fés, e que haja, como apontei acima, uma estrutura hierárquica de "controle de qualidade", que não é embasada, em princípio (embora possa ser "hijacked" ocasionalmente) numa personalidade narcisista/psicopata/criminosa é o que diferencia. Além de questões como tempo e aceitação pública -- por exemplo, os ascetas são bem vistos na cultura indiana tradicional, são celebrados pela cultura -- eles não são exatamente outsiders, embora haja um elemento de outsider neles. Mas, de toda forma, eles fazem parte do seio da cultura, então você não pode chamá-los de "seita", ainda que isso envolva esses elementos citados.

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Acho que nessa vc se enrolou. Monges, ou frades, ou o que seja podem abandonar seus mosteiros ou templos quando querem. Apesar de aluns poucos ficarem reclusos, a ampla maioria mantém contato com a sociedade.esses elementos citados. △ ▽ • Reply • Share › Ernesto > Eduardo Pinheiro • 3

Ernesto > Eduardo Pinheiro

Ficar recluso é UMA das formas de fazer parte dessas religiōes. E uma parte PEQUENA dos fiéis se comporta assim.

Andei pesquisando e pelo que vi, no caso do Fora do Eixo a regra é

viver nas Casas, a pessoa abandona seu lar. depois que está lá dentro, não tem contato quase com o mundo exterior. Eles tem um líder carismático, narcisista e autoritário (Capilé) e os membros são intimidados para ficarem na casa e só se relacionarem com membros do "coletivo".

Isso tudo está na Internet, facebook , etc. Não estou inventando, são relatos de gente que saiu de lá, alguns bem traumáticos. Isso não é seita mas os bananas que ficam assistindo os videos do Olavo de Carvalho fazem parte de uma?

Acho que você foi mudando de assunto pra evitar o tema. Só isso.

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A mesma variação ocorre em "seitas", isto é, o grau de contato com família (e os outros elementos) variam bastante. Do completo corte, ao contato constante. Isto é, essa variação ocorre em todo o espectro "religioso", do tradicional a mais funesta das seitas.evitar o tema. Só isso. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

Não tenho menor conhecimento sobre "fora do eixo", e nunca ouvi falar em Capilé. Não sabia que era esse o assunto ainda: pensei que fosse a definição de seita.

Não vou defender ou atacar o "fora do eixo", porque nunca vi/li nada a respeito senão o que vocês -- que sinceramente me parecem um pouco ansiosos demais em levantar esse ponto -- estão dizendo.

Para mim é importante definir "seita" de um ponto de vista antropológico, e caracterizar bem o que é um líder narcisista. De resto, eu não tenho interesse por movimentos de cunho mais político -- me interessa mais os que tratam da religiosidade.

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Nós ( quem somos nós aliás?) parecemos um pouco ansiosos demais para levantar a bola que o Fora do Eixo parece uma seita de malucos ? Será que é porque ao lermos os relatos de ex-membros aquilo se parece muito com uma seita? Que existe sim um líder incontestável ali dentro ?tratam da religiosidade. △ ▽ • Reply • Share › Ernesto > Eduardo Pinheiro • 3

Ernesto > Eduardo Pinheiro

Engraçado que na 1a pergunta sobre o Fora do Eixo, você já enfiou o

Olavo de Carvalho no meio da conversa, do nada um pouco ansioso de sua parte certo ?

mas isso não é nem

Curioso também que vc não tem interesse em movimentos políticos, no entanto tem uma opinião bem detalhada sobre esquerda e direita no Brasil e nos EUA, sempre aproveitando pra detonar seu querido Olavo

de Carvalho.

Vou ali ver uns videos do Olavo e depois ler uns relatos de ex-membros do Fora do Eixo e já volto

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Olavo de Caravalho eu "conheço" desde a década de 90, Fora do Eixo você e a pessoa que fez a pergunta (foi você? só tem uma pessoa falando comigo?) me apresentaram.Fora do Eixo e já volto 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro

O Olavo surgiu primeiro no facebook, onde um amigo (uma pessoa

com orientação política pela direita) lembrou desse nome em contexto com esse texto -- eu acho que o Olavo é vexatório em especial para a

direita que tenta ser ser mencionado aqui.

razoável? Isso ocorreu antes do tal fora do eixo

Eu me interesso por política, não particularmente a brasileira, mas ocasionalmente eu tenho uma opinião sobre um ou outro assunto dos últimos 10 anos (como o bolsa família) -- mas nada muito atual. Política norte-americana acompanho numa base diária e acredito que entendo bastante.

O que não me interessa são movimentos políticos, particularmente no

contexto de líderes carismáticos. Meu interesse nessa área é pela sociologia da religião.

Não sei se você tá desconfiado de que eu esteja defendendo o tal fora do eixo, mas para mim não bate o menor interesse. Até fui na página deles, mas é muita chatice -- festivais de rock, moedas sociais, uma faq imensa -- ler para discutir numa sessão de comentários, a mais baixa forma de interação humana? Não vale a pena.

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Pobre da direita, já não basta os lunáticos nos EUA. Mas acho que ele não é tão importante para a direita tb. Aliás, eu acho que o que falta no Brasil (e nos EUA, talvez ainda mais), embora eu seja de esquerda, é uma direita decente, argumentativa, razoável -- capaz mesmo de oposição. Se a esquerda aqui é ruim, como nos EUA, imagine a direita! Claro, como um texto meu recente diz, eu tenho uma definição bem estrita de direita hoje (porque esses termos não fazem mais muito sentido), e para mim o elemento central que caracteriza a direita hoje é "conservadorismo fiscal". (Mas repare que a esquerda raramente vai dizer que é "gastadora", né, ninguém fará campanha dizendo que incha a máquina pública: essa é uma acusação da direita. O foco NESSE aspecto é de direita.)humana? Não vale a pena. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

Mas sim, o posicionamento dele é de direita, né, acho que ele mesmo concorda. Com relação ao meu próprio critério, o conservadorismo fiscal, não sei. Agora, ele é mais lunático que boa parte da direita aqui e nos EUA, é fringe mesmo dentro desse saco de gatos.

aqui e nos EUA, é fringe mesmo dentro desse saco de gatos. △ ▽ • Reply
aqui e nos EUA, é fringe mesmo dentro desse saco de gatos. △ ▽ • Reply

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Cara, você é muita babaca.

Você conhece o Olavo, por acaso?

você é muita babaca. Você conhece o Olavo, por acaso? 2 △ ▽ • Reply •

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Sim. Bem lembrado.

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T.E.N.S.O.

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José

O PDH é uma seita?

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O PDH é uma seita? 6 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro >

Não tem líder carismático a vista, tampouco (até onde vejo: sou leitor bastante ocasional dos outros textos) uma unidade ideológica perceptível.

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outros textos) uma unidade ideológica perceptível. 1 △ ▽ • Reply • Share › Fernando >

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Unidade ideológica tem sim, é bastante humanista e um pouco esquerdista

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Um pouco? Um pouco? hahahahaha

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Eu me considero bastante moderado, embora de esquerda. Acho que o Alex Castro talvez seja mais de esquerda do que eu. Quanto aos outros, difícil dizer, a maioria não explicita direção política, e nem deixa nada nas entrelinhas -- embora eu não leia tanto assim.Um pouco? hahahahaha 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Felipe •

Agora, é questão de meses eu estar respondendo o mesmo tipo de coisa "sobre o Papo de Homem", nos comentários de um texto meu, chamando os editores/escritores aqui de "coxinhas". Então acho que é

seguro dizer que pelo menos algum grau de heterogeneidade existe.

Quanto aos extremos, gente louca chama Obama de socialista. Nunca vi nesse site nenhuma expressão de esquerda extrema.

Nunca vi nesse site nenhuma expressão de esquerda extrema. 1 △ ▽ • Reply • Share
Nunca vi nesse site nenhuma expressão de esquerda extrema. 1 △ ▽ • Reply • Share
Nunca vi nesse site nenhuma expressão de esquerda extrema. 1 △ ▽ • Reply • Share

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Hahuehauehuaeh, olavetes (pessoas da seita do líder Olavo de Carvalho), consideram até Bill Clinton um líder socialista (lidao ao governo de Pequim, lógico). Enxergam comunismo/socialismo em qualquer coisa. Até a gestão PT, que têm alegrado o coração do empresariado nacional e dos banqueiros, é considerada uma gestão gramsciana que está implementando o comunismo aos poucos, rsrs.

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não é uma seita, mas usa táticas psicológicas para conseguir mais leitores!!

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Edir

Poxa, conteúdo excelente, mas só em inglês fácil aprender uma nova língua.

Juro que venho me esforçando, mas não é

OFF: porque que em site gringo quando postam conteúdo em português (não legendado) todo mundo reclama e quando é o contrário dizem que a culpa é de quem não sabe sua língua não nativa?

Pra quem não viu O Mestre, faça o favor de ver. Phoenix, impecável.

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Ah! E só porque o youtube não tinha versões legendadas, isso não quer dizer que outros meios a sua disposição não tenham. Talvez o the source family não tenha. Jonestown tem certo.Phoenix, impecável. 2 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Edir • 3

Na real, os links para o youtube são bem extras mesmo

sair numa revista, em 1980, e aí você ia ter que ir numa locadora, para não encontrar a

maioria dos filmes

esse tipo de texto poderia

a realidade da língua portuguesa é essa.

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Acho que é porque uma língua é mais relevante para bem mais leitores (particularmente os não nativos), e a outra é uma língua de nicho.portuguesa é essa. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Edir •

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Rdoc • 3 anos atrás Jonestown não tem nada a ver com "Guiana Francesa" --é

Rdoc

Jonestown não tem nada a ver com "Guiana Francesa" --é a outra, a inglesa. Uma googlada e a gente cai na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/J

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3 △ ▽ • Reply • Share › Guilherme Nascimento Valadares Mod > Rdoc • 3
Valadares Mod > Rdoc • 3 anos atrás corrigido! valeu 1 △ ▽ • Reply •

corrigido!

valeu

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Considerando que os EUA é um país que mente não só para o mundo mas para seus próprios cidadãos, eu não me surpreenderia que o Charles Manson não tenha ordenado aquelas mortes. O budista tibetano tântrico Nikolas Schreck, amigo de Manson, tem um livro de mais de 1.000 páginas onde mostra que sua conclusão é que esses crimes estavam relacionados mais ao tráfico de drogas do que a ordens de Charles Manson.atrás corrigido! valeu 1 △ ▽ • Reply • Share › Manson Interessado • 3 anos

Manson Interessado 3 anos atrás

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Já assistiu "A Onda" (Die Welle), de Dennis Gansel?• 3 anos atrás 2 △ ▽ • Reply • Share › Rafael Medeiros • 3

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Eduardo, assisti HOJE a um documentário sobre a ceita Centrepoint, fundada por Bert Potter também no início dos anos 60. Teria sido ótimo estar na sua matéria, pois é parecidíssima• 3 anos atrás 1 △ ▽ • Reply • Share › Letícia De Camargo Lima

com as outras

defendia sexo entre crianças e adultos para se ter uma noção do quão absurda era a seita dele. Adorei ter achado essa matéria agora, assim passo minha véspera de feriado assistindo esses documentários, melhor que balada!!! adoro documentários, pena que nunca tenho ninguém com quem discuti-los depois :(

fui pesquisar no google e quase não tem nada sobre eles, mas o fundador

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eles, mas o fundador 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Letícia

Puxa! Ontem mesmo uma pessoa me falou desse documentário. Não vi. Procurarei! Obrigado. (A pessoa não soube lembrar o nome! Então foi bem legal vc colocar aqui!)

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EricNunes EricNunes

Muito interessante essa matéria. Assisti hoje o sobre os "Meninos de Deus" e é impressionante, aterrador. Tão triste quanto é saber que a Cientologia comprou comprou a Freecog.

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César • 3 anos atrás Um livro que traz uma boa abordagem sobre esse tema

César

Um livro que traz uma boa abordagem sobre esse tema é "O Sobrevivente" do Chuck Palahniuk.Tem uma abordagem meio satirica sobre o tema mas mesmo assim, o aborda bem.

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Ídolo de pés de barro não é um ditado em inglês, mas uma referência ao sonho de Nabucodonosor, rei da Babilônia. Ele sonhou uma sucessão de impérios representados pela estátua de um ídolo com cabeça de ouro (Babilônia), peito e braços de prata (império medo- persa), ventre e coxas de bronze (império de Alexandre), pernas de ferro (Roma), pés de barro e dedos de ferro. O ídolo imponente seria destruído por uma pedra (Cristianismo) que lhe quebraria os pés. O sonho vem da antiguidade e na época já se interpretou como sucessão de impérios e sua destruição (Daniel, segundo relato bíblico). Lógico que não previram quais impérios seriam estes, sendo esta interpretação cristã bem posterior. De qualquer forma é daí que vem a expressão ídolo de pés de barro.assim, o aborda bem. 1 △ ▽ • Reply • Share › Roger Moreira • 3

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• 3 anos atrás 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Roger

É verdade, ele explica isso na introdução do livro. É que nunca me deparei com essa expressão em português.

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Recomendo o filme canadense "O Messias do Mal". Impressionante o poder de dominação de um homem sobre um grupo de mulheres, um caso real ocorrido no Canadá.

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ocorrido no Canadá. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Cláudia Mellendez

Esse filme é interessante mesmo, Savage Messiah o título original.

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Rafael Rafael

Bons posts sobre documentários, este e o outro recente.

Sugestão: seria interessante também um texto sobre os melhores documentários brasileiros.

Abraços

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brasileiros. Abraços 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Rafael • 3

De fato vi alguns documentários brasileiros bons nos últimos tempos, mas deixo essa

tarefa para alguém mais (faça você e ofereça para o pdh, quem sabe?) inteirado e disponível. Tem o Riso dos Outros, o do peso, da comida que não lembro o titulo, e o

das origens norte americanas da nossa ditadura

esses trÊs acho bons, dificil é

combiná-los num único texto que não seja "documentários-brasil".

único texto que não seja "documentários-brasil". 1 △ Explorer • ▽ • Reply um ano atrás

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Parabéns Bela lista! Anotei alguns títulos pra futuros estudos. Aproveitando o espaço gostaria de pedir um favor : * Vi um filme alguns anos atrás e nao lembro o nome exato dele. Ficaria extremamente grato se alguem conseguisse me dizer o nome dele.

A história tinha como protagonista 2 amigos que eram bombeiros , um deles acaba sendo envolvido numa seita que pregava que o fim do mundo estava próximo e afirmavam ter uma EQUAÇAO que podia prever o dia exato.

O cara se torna fiel da seita e acaba indo pra um tipo de ''base'' deles onde ficam confinados e

seriam preparados pra serem salvos do dia do Juiízo. No meio do negócio ele estranha os procedimentos , desconfia das intençoes , se rebela e

acaba sendo mandado pra uma ''solitária'' onde fica desacordado. Entretanto é resgatado pelo amigo a tempo de ser ''suicidado'' em conjunto com os outros fiéis. Ele fica feliz pelo amigo te-lo tirado daquela doideira e volta pra vida normal. Quando no fim do filme tudo parecia caminhar pra um final feliz e tranquilo

O ex fiel olha pela janela e ve bolas de fogo realmente descendo do céu !

minha vaga memória acha que o titulo tinha algo com 'equaçao', 'conhecimento' alguma coisa assim girando em torno dessa matematica que os 'gurus' alegavam ter como metodo pra prever o dia do juiízo.

ter como metodo pra prever o dia do juiízo. △ ▽ • Reply • Share ›

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paramédicos, não bombeiros: http://www.imdb.com/title/tt08

não bombeiros: http://www.imdb.com/title/tt08 △ ▽ • Reply • Share › Explorer > Eduardo Pinheiro

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É isso mesmo! Voce nao sabe o favor que me fez !Muitíssimo obrigado mesmo. Eu venho tentando encontrar esse filme faz anos, mas sem saber o nome correto foi impossível. Ninguem que eu conheço viu ou se lembra desse filme. * Só uma curiosidade : voce já tinha assistido esse filme e lembrava do nome dele ou realizou algum tipo de busca pela internet ?

dele ou realizou algum tipo de busca pela internet ? △ ▽ • Reply • Share

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Não vi. Nota muito baixa tb, acho que não verei. Foi uma busca "movies on cults", daí olhei um relativamente recente que eu não tivesse visto e com título de uma palavra. 2 minutos.

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Gilberto Cardoso Dos Santos • 2 anos atrás Ótimo artigo. Todavia, a crítica que o

Ótimo artigo. Todavia, a crítica que o autor faz a Kumare me fez pensar sobre os outros filmes e documentários negativados. Adorei Kumare e aconselharia a todos que o vissem. Não custa nada tentar conhecer os vídeos aqui mencionados. Questão de gosto, acho, quanto à maneira de abordar o tema. Abraços.

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à maneira de abordar o tema. Abraços. △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro

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O único negativado foi esse, porque fere a ética.

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Faltou um documentário sobre a seita da Herba Life!

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Vitor Cavalcanti 3 anos atrás

Eu adicionaria à lista o Sound of my Voice tb.

Eu adicionaria à lista o Sound of my Voice tb. △ ▽ • Reply • Share

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SPOILER:

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see more

Um filme bem razoável sobre o tema é "Let them talk"

△ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Luiz Augusto • 3 anos atrás

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Procurei e não consegui achar um link sobre esse filme, tem algum problema no título?

sobre esse filme, tem algum problema no título? △ ▽ • Reply • Share › Luiz

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Desculpa cara, eu sou muito burro. O filme chama: SOUND OF MY VOICE

(2011).

Olhei a pasta errada.

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Olhei a pasta errada. 1 △ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Luiz

Esse filme é legal sim, o problema, e o motivo pelo qual não o inclui aqui

é que ele é [SPOILER}

no final pró-seitas, afinal o sujeito cético acaba convencido de que a personagem da lider carismática veio mesmo do futuro, e portanto não

é uma falsa guru.

Por esse motivo exclui esse filme, que, como entretenimento, é divertido.

exclui esse filme, que, como entretenimento, é divertido. Rafael • 3 anos atrás △ ▽ •

Rafael

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E Sobre a irmandade Maçon???

Felipe

 

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Já que estamos no "Brazil" porque não colocar o primeiro vídeo com legendas em português para ser mais acessível às pessoas?Eu sei que você é professor de inglês,eu assisti o documentário da maneira que está,mas muitas pessoas aqui não sabem inglês,então estou passando esse link :

Doc: Massacre Jonestown: Vida e Morte no Templo do Povo [ le
Doc: Massacre Jonestown: Vida e Morte no Templo do Povo [ le

Leo

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os movimentos feministas nesses centros acadêmicos, mais fechados, podem ser considerados uma espécie de seita? apesar de não se isolarem fisicamente do mundo, escuto muitas feministas falarem de uma certa solidão causada por essa ideologia, tipo, elas veem algo que ninguem consegue ver

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E a Heaven's gate?

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E a Heaven's gate? △ ▽ • Reply • Share › Guest > Gustavo Duarte •

No final, se você reparar, menciono o "A" (de 1998), que é o doc sobre a heaven's

gate. mas ainda não assisti.

Raphael

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GIdeon dos lakotas e seu grupo/seita/religião CNSC.

GIdeon dos lakotas e seu grupo/seita/religião CNSC. △ ▽ • Reply • Share › Elijah >

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Tem também os testemunhas de jeová, cultura racional, mormons e outras seitas que o autor falhou em citar. Provavelmente se inspirou em algum blog americano, pois essas seitas citadas no texto não tiveram importância no Brasil, embora a mídia tenha focado nelas no passado

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Opa! reparei agora que o link para o youtube que passei sobre o The Source Family não é do mesmo documentário que vi. Esse, não vi inteiro, mas parece bem inferior. O outro é extremamente bem feito. Dá para baixar em torrent.

Tatton

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Já te disse que gosto de Kumaré. Acho uma denúncia genuína. E, de fato, não se encaixa no estilo dos documentários que elencou.

se encaixa no estilo dos documentários que elencou. △ ▽ • Reply • Share › Eduardo

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Denúncia da burrice de quem ele escolheu deixar no corte final? Acho pobre.

Outro dia vi uma foto de umas pessoas sentadas em pose de meditação olhando para uma uva passa, e lembrei o Kumare, mas achei melhor não julgar tanto. ;)

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o Kumare, mas achei melhor não julgar tanto. ;) 2 △ ▽ • Reply • Share

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Mas como o professor tava escorado na parede, pensei, "ih, nem pra falso guru serve". ;)

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É desse suicídio de Jonestown que surgiu o termo "drinking the kool-aid" para se referir a um grupo que adere a uma filosofia sem antes fazer uma examinação crítica, né?

Tem um episódio de Family Guy da primeira temporada que faz uma alusão a esse suicídio coletivo. Talvez a jarra de Kí-Suco que faz aparições inesperadas também tenha alguma coisa a ver.

△ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Victor Hugo • 3 anos

△ ▽ • Reply • Share › Eduardo Pinheiro > Victor Hugo • 3 anos atrás

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Sim, embora haja um uso famoso do termo, anterior a Jonestown, que é o "Teste do ácido do refresco elétrico", livro sobre os Merry Pranksters, que dosavam ki-suco com LSD, e algumas vezes o davam para pessoas desavisadas. Mas acho que essa coisa se refere sim a tomar o ki-suco da falta de critério.

(Tenho uma certa ojeriza a Family Guy e ao Seth MacFarlane, considero humor de baixa qualidade -- "humor de referência" --, mas isso é outro assunto.)

de referência" --, mas isso é outro assunto.) △ ▽ • Reply • Share › Guilherme

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Mod > Eduardo Pinheiro • 3 anos atrás seria interessante vermos um texto seu sobre humor

seria interessante vermos um texto seu sobre humor em algum ponto futuro da WTF, pinheiro ;-)