CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CIÊNCIAS SOCIAIS
A Visão da Ciência no Meio Ambiente

PROFESSOR EAD
MARICIANE MORAIS NUNES

MANAUS/AM
2013

..... MANAUS/AM 2013 .408690 LAURIANE MONTEIRO........ RA .. ministrada pelo Tutor EAD Edna Rodrigues pela professora EAD Mariciane Morais Nunes................405703 Ciências Sociais A Visão da Ciência no Meio Ambiente PROFESSOR EAD MARICIANE MORAIS NUNES Este Relatório apresentado à disciplina de Ciências sócias......425791 FRANCISCA DO NASCIMENTO ELIAS........................ALDENEIDE DE SOUZA ROCHA .. tem por finalidade a obtenção parcial de nota no curso de Ciências Contábeis..............438127 JAQUELINE RODRIGUES DE ARAUJO.................................RA ....... RA ... do Centro de Educação a Distância – UNIDERP.. RA.............

......................18 ........................................................................................................ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......17 4....................................................................................................................Sumário 1.........4 2.. DESENVOLVIMENTO.................................................................5 3....... INTRODUÇÃO........................ CONSIDERAÇÕES FINAIS.........

INTRODUÇÃO O Homem precisaorganizar-se em questão do ambiente em que vivemos no contexto de cada cultura.conduzindo o bom caráter do ser humano uma boa compreensão adequada. O sociólogo é levado a se perguntar como tais processos intrínsecos refletem nas ações e no comportamento da sociedade. tentando achar um pedaço apenas de tomate ou um alimento apenas. ou seja. Sendo eficaz a cada religião. crianças lutando pela sobrevivência no montante de lixo na ilha de flores. o que podemos compreender a classe de uma mulher ou um homem. 4 . chega-se a conclusão que a realidade não é dogmática. O pajerama tentando organizar espaços culturais. não é absoluta e daí a importância da sociologia do conhecimento estudando as diferenças dos tipos de cada conhecimento individual. um consumo que a sociologia é forçada a questionar a legitimidade do que nos parece natural. O indivíduo morando em destroços de lixo e gases tóxicos como no morro do bumba. o trabalhador procurando seu lugar em uma sociedade disciplinar. e desenvolvimento social.sociedade e individuo. Como isso.

o individuo estimula sua própria imaginação sexual até o ponto da sensualidade. não existe natureza humana no sentido de um substrato biologicamente fixo. o homem. a humanização é variável em sentido sócio cultural.O HOMEM OCUPANDO ESPAÇO NO REINO DOS BICHOS E NA SOCIEDADE Ao contrario dos outros mamíferos superiores não possuindo um ambiente especifico da espécie. a plasticidade do organismo humano e sua suscetibilidade as influenciam socialmente. mas é totalmente considerado desprovido de espécie em direção. determinadas são bem ilustradas pela documentação etnológica referente á sexualidade. além disso. mas é impossível que possa evocar alguma cultura. Submetida a uma multiplicidade de determinação sócia cultural. significando que o organismo humano é capaz de aplicar o equipamento que possuir uma constituição ampla de grande escala de atividades e. Neste sentido todos os animais e o homem vivem em espécie individual. é um lugar comum etnologia dizer que as maneiras de tornar-se um ser humano tão numeroso. constantemente variável e em variação. Não existindo um mundo do homem sem que possa se falar de um mundo animal. quantos as culturas humanas. o processo de tornar-se homem efetua-se na correlação com o ambiente. Apesar dos limites fisiológicos estabelecidos para a ágama de possíveis e diferentes maneiras de tornar-se homem nesta dupla correlação ao ambiente. em outras palavras. entrando em contraste com a relação no reino dos bichos. ` O organismo humano por conseguir está ainda se desenvolvendo biologicamente quando já se acha em relação do seu ambiente. o organismo humano uma imensa plasticidade em suas respostas as forças ambientais que atuam sobre ele é particularmente claro quando se observa a flexibilidade da constituição biológica do homem ao ser. Em outras palavras. A organização instintiva do homem pode ser descritiva e subdesenvolvida com outros mamíferos superiores. vivem em mundo fechado predeterminado pelo equipamento biológico das diversas espécies de animais. Animais. assim podendo caracterizar uma abertura para o mundo. este bem claro. As provas etnológicas mostram que em questões sexuais o homem é capaz de quase tudo. é uma norma estabelecida ou pelo menos uma 5 . porém é muito mais do que delimitação geográfica. um ambiente firmemente estruturado por sua própria organização instintiva. e tem impulsos.

que compartilham os membros de uma sociedade. A ordem social não é dada biologicamente nem derivada de quaisquer elementos em suas manifestações empíricas. motivações e sistemas de valores que o grupo conhece. passando então serem como se originam as instituições as ações habituais às constituem para sempre. colocando em exemplo sua estrutura econômica ou tecnológica. Esta necessidade funda-se no equipamento biológico do homem e da sociedade. A forma comum e aprendida da vida. Os produtos sociais da exteriorização humana tem caráter. mesmo o homem solitário tem no mínimo a companhia de seus procedimentos operatórios. podendo ser transferido para outro nível. não precisando acrescentar na ordem social e também não dada no ambiente natural do homem. Toda cultura tem uma configuração sexual distintiva. Tal mecanismo soma o que geralmente chama de sistema de controle social. destacado de qualquer interação social. A questão pode então ser um nível determinado. o ser humano é impossível ter uma esfera fechada de interioridade quaisquer o humano tem que estar sempre no mundo exterior em suas atividades. mesmo o individuo solitário na proverbial na ilha deserta tornando habitual em sua vida.ocorrência calmamente aceita. com seus propósitos de conduta sexual e seus próprios padrões especializados na conduta. é possível responder que a maneira indicada é ser a ordem social. mas ilustro e real. existindo evidencias em muitas instituições e em todas as aglomerações que chamamos de sociedade os 6 . técnicas. Culturalmente universal pode ser aplicada como sentido ás formas de sexualidade humana. crenças. podendo ser admitido que tenha sido formado como um ego socialmente formado. sendo acessíveis a todos os membros de um grupo social em questão típica individual como as ações ao individuo. O hábito implica. em questão de poder sendo novamente executada no futuro de maneira esforçada e econômica. torna em seu pensamento. embora com certos aspectos particulares do ambiente passando for os fatores determinantes dos aspectos em ordem social. relatividade dá antropologia na área do sexo. em outras palavras. Empiricamente a parte mais importante da formação de coextensiva e institucionalização. Os hábitos na verdade podem ser aplicado a um hipotético individuo solitário. instituições atitudes. e um produto sendo o homem. por oposição a seu contexto orgânico e ambiental. e que consta da totalidade dos instrumentos. além disso.

atitudes. A cultura forma comum o aprendizado da vida. é o significado do termo cultural em relação a toda a sociedade que se devia e se aplica á manipulação de organismo inferiores ao trabalho do bacteriologista ou do agricultor. sobre essas construções discursivas. A primeira trata-se do fato de que a relação entre a cultura e o homem é uma constante e perpassam as formulações. e que a cultura o grupo ou a classe a qual pertence. que compartilham membros de uma sociedade. Cultura e sociedade são uma das noções mais amplamente usadas em sociologia. e podemos concordar quanto a tê-los em atingir ou não. dependente da cultura de um grupo ou classe. em que a medida consiste de alcançar a cultura. de perceber a sua dinâmica. o significado é bastante claro porque podemos obter um respeito para fins a serem atingidos. crenças. tem algum significado. tal como ela consiste nos valores é a parte da tese do individuo que está. Falar de cultura é falar das práticas humanas. mas há conexões muito estreitas entre estas noções. A cultura. 7 . produz ao mesmo tempo. instituições. Somos filhos da cultura e. como alguma coisa a ser alcançada com esforço deliberado. e que constata a totalidade dos instrumentos.mecanismo não tem sentido. ao grupo e á sociedade como um todo. portanto em dizer que a sexualidade humana é controlada por instituição do ser. que a cultura é fundamental e. podemos perceber de imediatas duas constatações. a cultura pode ser distinguida conceitualmente da sociedade. a cultura é relativamente inteligível quando nos preocupamos com o ato do indivíduo se cultivar. Por isso. cuja cultura é vista contra o plano de fundo da cultura do grupo e da sociedade. Podendo evitar muita confusão e de pôr diante de um grupo o que pode ser objeto em apenas ao individuo e diante da sociedade como um todo de ser. como o propósito de trabalhar a relação do homem e cultura. técnicos. julgada incestuosa e qual não é assim considerado. vale à pena começar com a idéia presente nas reflexões de quando se discute o impacto da cultura sobre a sociedade fenômeno da cultura ao mesmo tempo como produto e produtora da humanidade faz parte das duas elaborações. é produzido por ele. podendo de alguma maneira acrescentar que o tabu do incesto em si mesmo não é outra coisa senão o lado negativo de um conjunto que define em primeiro lugar uma conduta sexual. é a marca da sociedade humana. motivações e sistemas de valores que o grupo conhece. a diferença entre as três aplicações do termo pode apreender-se melhor perguntando em relação ao individuo. A cultura do grupo tem igualmente um significado definido em contraste com o desenvolvimento da massa da sociedade.

a carestia da convivência do operário da fábrica. tudo isso acarreta desigualdades.7 milhões de filiados assim conquistando as eleições de 1976 com mais de 34. A Itália saiu da segunda guerra mundial com uma crise econômica em função disso. dando origens á lutas de classes sócias. cuja sua única posse de força do trabalhado a qual vendem o capital. com 1.4 milhões de votos. Max divide a sociedade em duas classes. e sim o homem que tem que se adaptar á máquina. Na década de 70 seria. Predominando a subsunção real sobre a formal. tendo acumulações do Taylorista Fordistas em plena decadência. alcançada somente em uma revolução. pois se não seria a fase final da sociedade humana. sendo este o debate a essência do seu pensamento. os interesses entre o capital e o trabalhador são irreconciliáveis. sendo considerado o maior partido comunista do ocidente. teve um papel de destaque no avanço da esquerda italiana. Por tanto ostrabalhadores gerando riqueza questionando. resultando na concepção de uma sociedade dividida. Para Max. no entanto um período de transformações no capitalismo no mundo todo.A CLASSE OPERÁRIA VAI AO PARAISO O trabalhador entre o céu e o inferno. a do capitalismo que detêm a posse dos meios de produção e o protelaria. Antonio Gramsci e Palmito togliatii. Revolução industrial. o partido dos comunistas italiano. introduzindo com as novas tecnologias poupadoras de serviços. deparou-se com um profundo avanço entre os trabalhadores. não é mais a ferramenta que é constituída adaptar-se a mão do homem. 8 . já em 1948 ocorreu uma greve geral mobilizando mais de sete milhões de trabalhadores por três dias. a crise do capitalismo. Assim o homem tornando-se cada vez mais um apêndice da máquina. Mas foi no comando geral Enrico Berlinguer que o PCI chegou ao seu auge de influencia política nos anos setenta. devido muitas participação dos comunistas houve resistência antifascista. relativa sobre a absoluta eclosão na. acreditando assim na ideia utópica de uma sociedade igualitária ou socialista. fazendo que as organizações se depare com aumento do desemprego. Max foi um defensor do comunismo. fundado por. os burgueses na época conquistaram os direitos que seriam postos em xeques para diminuir os custos.

Exemplo de uma fábrica que produzia peças para motores. O divisionismo proposto pelos estudantes resultou no desemprego de Lulu. enfim uma dupla de vitórias dos trabalhadores. Ele apenas afirmava que o trabalho é simples. se humanizou. trabalha. um grupo de trabalhadores entre a concepção e a execução o trabalho. Os mesmos são forçados a usarem toucas como as da força de trabalho feminino. Lulu Santos um operário cheia de atitude e revolta o que nós chamaríamos de operário padrão. o que faz com que um operário veterano com problemas de próstata tenha incontinência urinária. Um discurso de um líder sindical ‘’quando fazia mil peças por dia ganhavam trezentas liras de salário. agora produzem três mil e o salário é o mesmo’’ a postura que os operários devem manter no trabalho é sempre em pé. sendo que o desenvolvimento da tecnologia que levaria ao aumento da produtividade do trabalho não tendo um acompanhamento do acréscimo salarial. nunca sentada. deixando seus próprios colegas de trabalho com ciúmes. Lulu também afirma tenho força e trabalho. os operários iniciavam sua jornada ao som do alto falante em busca de desempenho no trabalho assim podendo ficar bem atentos sobres as maquinas e manutenção. conversa. canta. ela utilizava o sistema de metas de produção. ele passou a ser chamado de puxa saco do patrão. dorme e sonha. Ao mesmo tempo numa época em que a moda era os homens usarem cabelos bem compridos. brinca. envolvendo os sindicalistas invadindo . assim incomodando com acusação Lulu era um operário de coragem assim. o que seria caracterizado hoje como atitude típica de assédio moral. Um aspecto chama atenção do comportamento de Lulu em alinhar perfeitamente os olhares no hospício em que ficou por algum tempo por ser considerado um homem diferente. tendo algumas diferenças entre as amizades interna da fabrica. é expressão da separação entre a concepção e a execução do trabalho. A última cena mostra Lulu conversando com seus colegas durante o trabalho. assim finalmente regulamentando o sistema de metas de produção. a sociedade moderna ao próprio capitalismo para ele tudo isto é um inferno. Compartilha com os demais o sonho que teve em que um dia os operários derrubarão o muro 9 . e que até um macaco pode fazê-lo. assim como no hospício quando esteve lá. Mlilitina questiona a fabrica. tendo uma relação entre á maquina e o homem. só isso. conseguindo negociar com sua readmissão para a indústria. isto é que fabrica precisa. ele não é mais um homem máquina.

que os aprisiona na Ban. que ele na verdade não sabem sua serventia. 10 . a fábrica que na verdade produz muito mais do que peças. trabalho alienado. continuamos sonhando com este dia. assim como Lulu e tantos outros. A queda do muro da fábrica possibilita a todos trabalhadores sair do inferno capitalista e construir o paraíso. produz acima de tudo.

atragédia foi em um lixão que durante quinze anos caminhões não paravam de levar lixo sem nenhum tratamento para aquele local. 11 . Especialista em tratamento de lixo. pela sua natureza. não deveriam receber nenhuma ocupação humana são as encosta. sendo monitorado até terminar a emissão de Cho rume tem que estar fechado. ninguém sabe quantas toneladas foram jogadas ali. As favelas. a área que. por natureza. Entre os catadores. resultado do fogo permanente da queima do gás metano que sai do material em decomposição. são núcleos de moradias que geralmente ocupam áreas inabitáveis. estado do rio de janeiro. até ficar totalmente inerte. Vista do morro do bumba onde ocorreu o deslizamento de terra sobre casas . morros e margens de rios. dizem que o destino de um lixão é um projeto de recuperação. De fato. houve uma grande catástrofe no município de Niterói. havia até crianças tudo cercado de urubus e da fumaça. nas grandes e médias cidades. sem produção de gás. O lixo formou uma montanha que passou a ser chamados anos depois de morro do bumba no terreno foi erguida toda uma favela.MORRO DO BUMBA Nodia sete de abril de dois mil e dez. onde se formou um morro em combustão crônica.

Esta catástrofe pôs fim a duzentas e sessenta e sete vidas. fizeram o morro de Niterói. a desgraça rasgou a história de quarenta e cinco famílias. o silêncio e o vazio onde antes havia dezenas de casas. O atual prefeito Jorge Roberto Silveira. na noite de sete de abril. não é metáfora. enterrados no deslizamento ocorrido no Morro do Bumba. Cerca de cinquenta casas foramatingidas pelo deslizamentodepois do acontecimento. cujas biografias ficaram em meio a lixo e escombros. 12 . incentivaram a ocupação irregular. Procura por familiares. Até hoje. o lugar ficou irreconhecível. Para ao menos seis famílias. administrou a cidade durante quinze anos ele confirma que continuou investindo em melhoria no lugar. o que segundo especialistas. não receberam os corpos dos parentes. ganhar novo nome entre os vizinhos: Cemitério do Bumba. Lá. também do partido dos trabalhadores.Operários fizeram escavações em busca de vítimas do deslizamento no morro do Bumba.

por mais racional que este seja. A lamentável condição de sub-existência dos habitantes da Ilha das Flores deixa as pessoas pasmas. A idéia do curta-metragem é mostrar o absurdo desta situação. alimentam-se da sobra de outros seres humanos com condições financeiras de escolher o alimento sua alimentação diária. assim poderá ter uma esperança de um mundo melhor. num tempo determinado de cinco minutos. Mulheres e crianças que. estão depois dos porcos. Criança á procura de um sustento. Um ácido retrato da mecânica da sociedade de consumo. desde a plantação até ser jogado fora. garantem na sobra dos porcos que por sua vez. numa escala de prioridade. 13 . Acompanhando a trajetória de um simples tomate.ILHA DAS FLORES “Ilha das Flores” é de uma rara profundidade que exprime toda a banalização a que foi submetida o ser humano. o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. Seres humanos que.

levado para a Ilha das Flores. e finalmente. rejeitado na hora de fazer um molho para o almoço. como se estivessem procurando diamantes. segue a trajetória fictícia de um tomate. plantado. rejeitado pelos porcos. bastava colocar uma câmera em sua janela de casa. esquecendo-se da solidariedade e afeto entre seus semelhantes. e ao mesmo tempo. Uma prova disso é que o diretor não precisava ir tão longe para ver a crueldade e a miséria do homem. comprado por uma dona de casa. jogado no lixo. faz parte do “progresso natural da sociedade”. fingindo não ver a realidade da exploração do homem sobre o homem. A desigualdade social e toda perversidade de um sistema são provocadas justamente por seres humanos que procuram viver em seus casulos de forma egocêntrica e egoísta. Infelizmente. vendido a um supermercado. Daí a afirmação no início do curta da não existência de Deus. explorar a miséria humana faz parte desse sistema. Uma torre de lixo! eles procuram um alimento. colhido. 14 . às vezes chega a ter um caráter didático.A obra Ilha das Flores é rica em informações reais. encontrado por uma criança com fome.

e tudo isso através do olhar do passado representado por um jovem índio.Sociedade como a selva em que vivemos. que tem uma desconexão total com a natureza. e que colaboraram para a preservação do meio ambiente são mais respeitadas. vêm sendo denunciados e é motivo de grande preocupação. Portador de futuro pela condição de que. estamos acelerando a destruição total do mundo. a questão ambiental estará presente como fator determinante de sucesso para a indústria. A responsabilidade pela preservação do ambiente e da qualidade de vida não pode ser deixada apenas ao encargo de governos e especialistas. Na Pajerama notamosclaramente o avanço do mundo globalizado haja vista. Leva-nos a refletir sobre a expansão do espaço urbano e o modo como o crescimento da cidade se impõe à memória. história e território. que traz misérias. principalmente a constante destruição de nossas reservas florestais. através de uma caçada percorre as transformações da selva por áreas urbanizadas. Pajerama é especificamente sobre a urbanização da cidade de São Paulo. 15 . e o que nós fazemos contra a natureza numa ambição desmedida pelo progresso capitalista. A questão ambiental constitui-se em parâmetro portador de futuro e de competitividade para as indústrias. que o homem vem degradando cada vez mais o meio ambiente e com o avanço do capitalismo e de culturas contemporâneas vem destruindo as antigas culturas que aqui existem. onde seu horizonte passa a seremdominados por. Há muito tempo que os problemas ambientais brasileiros. utilizando processos menos poluidores. O personagem simbolizado por um índio. Já se pode observar um crescente nível de consciência da sociedade sobre a necessidade do desenvolvimento sustentável e sobre a necessidade da introdução de práticas de prevenção da produção mais limpa.PAJERAMA Um olhar sobre a verdadeira selva que vivemos através dos grandes processos de urbanização que passa as cidades. qualquer que seja o cenário predominante. No filme mostra a questão ambiental. polui o mundo e destrói o meio ambiente se não houver conscientização por parte de muitos. mas tem de ser assumida por todos aqueles. As empresas que investiram numa imagem mais verde. têm a simpatia do público e crescem mais do que as outras. Encontro da realidade indígena com nossa sociedade.

o paradigma sustentável deu espaço ao predatório. equilíbrio da temperatura. proteção dos solos da água. para o seu objetivo. refletir sobre os processos de urbanização e compreender algumas consequências das transformações na natureza causadas pelas ações humanas. solo. Oenredo é simples. Que haja progresso. o desenvolvimento da sociedade principalmente após a era industrial. Dessa forma. As florestas são muito úteis para a vida na terra. é o habitat mais diversificado do planeta. na água. A sua importância está relacionada a muitos fatores como a conservação e equilíbrio entre os gases presentes na atmosfera. diminuindo as chances de assoreamento. sonora e visual. proteção dos rios. em decorrência do aumento da produtividade. elevações climáticas. 16 . criou uma dinâmica de exploração muito grande e essa atuação do homem sobre o meio ambiente gera muitas consequências tais como a extinção das espécies. etc. mas bem elaborado. desastres ambientais. os rios se canalizam. tornou-se superior ás capacidades do ambiente. A urbanização engolindo espaços e culturas. no ar.Construções altíssimas. o céu fica diante de tanta poluição. o consumo dos bens como objetivo precípuo de acumulações de capital. mas com responsabilidade. preservando sempre o meio ambiente a responsabilidade pela preservação do ambiente e da qualidade de vida não pode ser deixada apenas pelas autoridades e sim pela humanidade em que queremos viver.

deixa o horizonte variado de interrogações que se esgotarem ou de se construí-la em um único modelo. Pajeramamostrando que ainda existe algum de melhor em nosso universo. para que haja corações de coragens. diferente do que eles estão acostumados.CONSIDERAÇÕES FINAIS No contexto virmos que para Berger e Luckman fala sobre os universos simbólicos de cada individua cultura e sociedade colocando cada um em seus objetivos. que seria cuidar da própria diversidade. Ilha de flores crianças nem apenas um mundo melhor. Morro do bumba pessoas sendo engolido pelo próprio mundo habitar. Longe de se esgotarem ou de se constituí-la em um único modelo. 17 . pode indicar que as questões da pesquisa qualitativa. deixa o horizonte variado de interrogações que se fazem presentes nas pesquisas em ciências humanas e sócias. É uma historia sumaria com todas as limitações em síntese. entre desesperos e atitudes suficientes. ou reconhecer que também existe algum.

como consumir sem descuidar do meio ambiente.editora: publifolha-editora 2007 Porta Curta: Pajerando.editoras vozes: 1999.htb.Atual-editora 18 .REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Berger Peter Luckamann.imb. The Internet MovieDatabase: A classe operária vai ao paraíso-www. Thomas.br-2006 Inteligente de Preservar o Ambiente.a construção social da realidade.editora 50 formas-2004 Casa Cinepoa: ilha das flores-www.com.rio de janeiro.br-2005 Berry Sian: Morro do Bumba.com.

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