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Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho

Indústria da Construção Civil

Murilo Chibinski

Curso Técnico em Segurança do Trabalho

Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Indústria da Construção Civil Murilo Chibinski PARANÁ Educação a Distância Curitiba-PR 2011

Indústria da Construção Civil

Murilo Chibinski

PARANÁ Educação a Distância
PARANÁ
Educação a Distância

Curitiba-PR

2011

Presidência da República Federativa do Brasil

Ministério da Educação

Secretaria de Educação a Distância

© INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – PARANÁ – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Este Caderno foi elaborado pelo Instituto Federal do Paraná para o Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil – e-Tec Brasil.

Prof. Irineu Mario Colombo Reitor

Profª Mércia Freire Rocha Cordeiro Machado Diretora de Ensino de Educação a Distância

Prof. Ezequiel Westphal Pró-Reitoria de Ensino – PROENS

Profª Cristina Maria Ayroza Coordenadora Pedagógica de Educação a Distância

Prof. Gilmar José Ferreira dos Santos Pró-Reitoria de Administração – PROAD

Profª Monica Beltrami Coordenadora do curso

Prof. Paulo Tetuo Yamamoto Pró-Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação - PROEPI

Adriana Bello Cassiano Luiz Gonzaga da Silva

Profª Neide Alves Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Assuntos Estudantis – PROGEPE

Karmel Louise Pombo Schultz Rafaela Aline Varella Assistência Pedagógica

Prof. Carlos Alberto de Ávila Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional – PROPLADI

Profª Ester dos Santos Oliveira Idamara Lobo Dias Lídia Emi Ogura Fujikawa Profª Linda Abou Rejeili de Marchi

Profª Mara Christina Vilas Boas Chefe de Gabinete

Luara Romão Prates Revisão Editorial

Goretti Carlos

Prof. José Carlos Ciccarino Diretor Geral de Educação a Distância

Diagramação

e-Tec/MEC

Prof. Ricardo Herrera Diretor Administrativo e Financeiro de Educação a Distância

Projeto Gráfico

Catalogação na fonte pela Biblioteca do Instituto Federal do Paraná

Apresentação e-Tec Brasil

Prezado estudante,

Bem-vindo ao e-Tec Brasil!

Você faz parte de uma rede nacional pública de ensino, a Escola Técnica Aberta do Brasil, instituída pelo Decreto nº 6.301, de 12 de dezembro 2007, com o objetivo de democratizar o acesso ao ensino técnico público, na mo-

dalidade a distância. O programa é resultado de uma parceria entre o Minis- tério da Educação, por meio das Secretarias de Educação a Distância (SEED)

e de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC), as universidades e escolas técnicas estaduais e federais.

A educação a distância no nosso país, de dimensões continentais e grande

diversidade regional e cultural, longe de distanciar, aproxima as pessoas ao garantir acesso à educação de qualidade, e promover o fortalecimento da formação de jovens moradores de regiões distantes, geograficamente ou economicamente, dos grandes centros.

O e-Tec Brasil leva os cursos técnicos a locais distantes das instituições de en-

sino e para a periferia das grandes cidades, incentivando os jovens a concluir

o ensino médio. Os cursos são ofertados pelas instituições públicas de ensino

e o atendimento ao estudante é realizado em escolas-polo integrantes das redes públicas municipais e estaduais.

O Ministério da Educação, as instituições públicas de ensino técnico, seus

servidores técnicos e professores acreditam que uma educação profissional qualificada – integradora do ensino médio e educação técnica, – é capaz de promover o cidadão com capacidades para produzir, mas também com auto- nomia diante das diferentes dimensões da realidade: cultural, social, familiar, esportiva, política e ética.

Nós acreditamos em você!

Desejamos sucesso na sua formação profissional!

Nosso contato etecbrasil@mec.gov.br

Ministério da Educação Janeiro de 2010

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Mídias integradas: sempre que se desejar que os estudantes desenvolvam atividades empregando diferentes mídias: vídeos, filmes, jornais, sempre que se desejar que os estudantes desenvolvam atividades empregando diferentes mídias: vídeos, filmes, jornais, ambiente AVEA e outras.

Atividades de aprendizagem: apresenta atividades em diferentes níveis de aprendizagem para que o estudante possa realizá-las e conferir o seu domínio do tema estudado.Atividades de aprendizagem:

Sumário

Palavra do professor-autor

11

Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil

13

1.1

Características gerais da atividade da construção civil

13

Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras

19

2.1

Subdivisão da documentação por tipo

19

Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras

25

3.1

Entendendo o layout de um canteiro de obras

25

Aula 4 - Áreas de vivência

29

4.1

Descrição das áreas de vivência

29

Aula 5 - Mapa de risco

35

5.1

Características de um mapa de risco de acordo com a norma

35

Aula 6 - Elaboração do PCMAT

39

6.1

Roteiro de informações preliminares para elaboração de PCMAT

40

Aula 7 - Análise de riscos - riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações. 43

7.1

Fases da obra e respectivas análises dos riscos

43

Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações

47

Aula 9 - Riscos nas fases da obra - estruturas

51

Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria

55

Aula 11 - Riscos nas fases da obra - acabamentos

57

Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos

61

12.1

Principais locais de trabalho por atividade ou serviço

61

Aula 13 - Betoneira e bancadas de armação

65

13.1 Betoneira

65

13.2 Bancadas de corte/dobra e armação

66

Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão

69

14.1 Concretagem

69

14.2 Ferramentas manuais

71

Aula 15 - Elevadores de obras

73

15.1 Introdução

73

15.2 Localização

74

 

15.3 Base

74

15.4 Guinchos

74

Aula 16 - Grua

77

16.1 Introdução

77

16.2 Recomendações

79

Aula 17 - Andaimes

81

17.1 Mão de obra

81

17.2 Içamento de material

82

Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas

85

Aula 19 - Plataformas de proteção

91

19.1

Proposta de materiais

92

Aula 20 - Instalações elétricas

95

Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas

99

Aula 22 - Locais confinados

103

Aula 23 - Acidentes

107

Aula 24 - Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente

113

24.1 Abertura da CAT

114

24.2 - Causas dos acidentes:

114

Aula 25 - Integração e treinamentos

117

Aula 26 - Comissão Interna de Prevenção e Acidentes do Trabalho na Construção Civil - CIPA

119

Aula 27 - Funcionamento da CIPA

121

27.1 Processo eleitoral

121

27.2 Funcionamento e treinamento da CIPA

122

Aula 28 - Atribuições da CIPA

125

28.1 Atribuições

125

28.2 Mapas de riscos

126

Aula 29 - EPI e EPC

129

29.1

Utilização e exemplificação dos tipos de EPI e EPC

129

Aula 30 - Prescrição de trabalho

133

30.1

Conteúdo do trabalho

133

Referências

137

Currículo do professor - autor

143

Atividades autoinstrutivas

145

Palavra do professor-autor

Prezado Aluno,

Trabalhar como Técnico de Segurança do Trabalho é comparar-se a um anjo da guarda, pois pesa sobre ele a responsabilidade de estar sempre em alerta antevendo situações; criando alternativas para que a atividade seja realizada sem risco, e promovendo o retorno dos trabalhadores aos seus lares em total segurança.

As profissões relacionadas à Segurança do Trabalho são todas gratificantes, pois o profissional da Segurança do Trabalho está muito mais envolvido com a melhoria da qualidade de vida da sociedade do que com o lucro no exercício da profissão.

O exercício da Segurança do Trabalho tem ganhado força no meio empresarial que começou a perceber que é muito melhor investir em segurança do que ficar atendendo casos de acidentes, ou perder bons profissionais por um período ou até para sempre.

Nas empresas do ramo da construção civil, o trabalho é um pouco mais complicado, uma vez que a construção não é um espaço de trabalho predefinido, isto é, montado para o desenvolvimento da atividade produtiva. Tudo é provisório em uma obra; a atividade é nômade; não tem fluxo de trabalho predefinido, pois um terreno nunca é igual ao outro. Creio que vocês já perceberam um pouco da complexidade da área concernente à construção civil.

No decorrer do curso, teremos quinze encontros onde serão apresentados os seguintes itens:

1. a documentação necessária para canteiros de obras;

2. layout do canteiro de obras, das áreas de vivência, áreas de trabalho e os principais equipamentos em canteiro de obras;

3. mapa de risco;

4. PCMAT;

5. análise de riscos;

6. acidentes;

7. treinamentos;

8. CIPA;

9. EPI e EPC.

Veja que a gama de assuntos é densa e exige extrema dedicação. Por isso, vamos mergulhar fundo no mundo da construção e tentar entender as dificuldades que as obras têm para conseguir fazer com que elas sejam realizadas dentro das condições de Segurança do Trabalho.

A

genialidade do ser humano, segundo Thomas A. Edison, é 1% de inspiração

e

99% de transpiração. Então, vamos iniciar nossos estudos! Bom trabalho

e

sucesso a todos!

Murilo Chibinski

Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil

Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
Aula 1 - Introdução a indústria da construção civil Aula 1 - Introdução a Indústria da
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil

a)

a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil

b)

a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil

c)

a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil

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a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
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a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
a) b) c) d) e-Tec Brasil 14 Indústria da Construção Civil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil

e)

e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
e) Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 15 e-Tec Brasil
Alguns fiscais solicitam a apresentação do PPRA e do PCMAT. Geralmente as empresas possuem um
Alguns fiscais solicitam a apresentação do PPRA e do PCMAT. Geralmente as empresas possuem um

Alguns fiscais solicitam a apresentação do PPRA e do PCMAT. Geralmente as empresas possuem um PPRA

que representam à generalidade

e fica no escritório central. O PCMAT é realizado para as

obras em questão, não é correto exigir o PPRA quando se tem o PCMAT. Contudo é válido ter cópia do PPRA da empresa na obra junto com o PCMAT para evitar problemas e defesas junto ao ministério do trabalho

e emprego. Procure embasar-se

melhor porque não é necessário o PPRA da Obra.

Procure embasar-se melhor porque não é necessário o PPRA da Obra. e-Tec Brasil 16 Indústria da
Procure embasar-se melhor porque não é necessário o PPRA da Obra. e-Tec Brasil 16 Indústria da
Procure embasar-se melhor porque não é necessário o PPRA da Obra. e-Tec Brasil 16 Indústria da
Procure embasar-se melhor porque não é necessário o PPRA da Obra. e-Tec Brasil 16 Indústria da
Anotações Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 17 e-Tec Brasil
Anotações Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 17 e-Tec Brasil
Anotações Aula 1 - Introdução a Indústria da Construção Civil 17 e-Tec Brasil

Anotações

Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras

Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -
Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 -

a)

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necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros
necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros
necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros
necessária para canteiros de obras a) b) c) d) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros

e)

e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
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e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
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e) a) a) b) e-Tec Brasil 20 Indústria da Construção Civil
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a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
a) b) c) a) b) Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 21
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Anotações Aula 2 - Documentação necessária para canteiros de obras 23 e-Tec Brasil

Anotações

Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras

3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras Aula 3 - Engenharia aplicada
3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras Aula 3 - Engenharia aplicada
3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras Aula 3 - Engenharia aplicada
3 - Engenharia aplicada e layout de um canteiro de obras Aula 3 - Engenharia aplicada
1 3 2 4 2 3 3 5 7 6 6 8 6 9 8
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Onde se escondem os riscos.

Implantação organizada de um canteiro de obras.

1. Pontas de armaduras

2. Telas de proteção

3. Equipamentos de transporte de materiais

e pessoas

4. Áreas de vivência(vestiários, alojamentos,

etc)

5. Balancim(andaimes)

6. Ligações de água, energia elétrica, esgotos

e telefone

7. Centrais de massa, pré - montagem de instalações, etc.

8. Tapumes e barreiras

9. Áreas de armazenamento de materiais a

granel

10. Interferências com a comunidade

de materiais a granel 10. Interferências com a comunidade e-Tec Brasil 26 Indústria da Construção Civil
de materiais a granel 10. Interferências com a comunidade e-Tec Brasil 26 Indústria da Construção Civil
de materiais a granel 10. Interferências com a comunidade e-Tec Brasil 26 Indústria da Construção Civil
A Indústria da Construção Civil é caracterizada pela descontinuidade das atividades produtivas,e este processo define-
A Indústria da Construção Civil é caracterizada pela descontinuidade das atividades produtivas,e este processo define-
A Indústria da Construção Civil é caracterizada pela descontinuidade das atividades produtivas,e este processo define-

A Indústria da Construção

Civil é caracterizada pela descontinuidade das atividades

produtivas,e este processo define-

se pela intensa fragmentação

da produção em etapas e fases predominantemente sucessivas contrastando com os processos contínuos da indústria de transformação.

os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de
os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de
os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de
os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de
os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de
os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de

a)

os processos contínuos da indústria de transformação. a) Aula 3 - Engenharia aplicada e layout de

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b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil
b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil
b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil
b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil
b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil
b) c) d) e) Anotações e-Tec Brasil 28 Indústria da Construção Civil

Anotações

Aula 4 - Áreas de vivência

Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência Aula 4 - Áreas de vivência 29 e-Tec Brasil
Boxes Os mictórios devem ser individuais ou coletivos, tipo calha devidamente separados / individuais.
Boxes
Os mictórios
devem ser individuais
ou coletivos,
tipo calha
devidamente
separados /
individuais.
Lavatórios
individuais ou coletivos
tipo calha.
Lavatórios individuais ou coletivos tipo calha. Chuveiros Deve possuir chueiro dispondo de água quente.
Lavatórios individuais ou coletivos tipo calha. Chuveiros Deve possuir chueiro dispondo de água quente.
Chuveiros Deve possuir chueiro dispondo de água quente. Caso elétrico, aterrado adequadamente. Suporte para
Chuveiros
Deve possuir
chueiro dispondo
de água quente. Caso
elétrico, aterrado
adequadamente.
Suporte
para sabonete.
Proporção
de 1/10 trabalhadores.
Deve ter
caimento juntamente
com o estrado de
madeira ou PVC.
Vestiário
Área
de ventilação.
Armários
individuais com
fechaduras e/ou
cadeados para
Ter bancos
su cientes
para atender o número
de trabalhadores.
que permaneçam
trancados.
O dimensio-
namento dos
armários deve
obedecer o
estabelicido
pela norma.
Piso de
concreto cimentado,
madeira ou material
equivalente.
Piso de concreto cimentado, madeira ou material equivalente. e-Tec Brasil 30 Indústria da Construção Civil
Aula 4 - Áreas de vivência 31 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência 31 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência 31 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência 31 e-Tec Brasil
Aula 4 - Áreas de vivência 31 e-Tec Brasil
Local para refeições Copos individuais ou descartáveis. Iluminação natural e/ou arti cial. Estufa elétrica
Local para refeições Copos individuais ou descartáveis. Iluminação natural e/ou arti cial. Estufa elétrica
Local para refeições
Copos
individuais ou
descartáveis.
Iluminação
natural e/ou arti cial.
Estufa
elétrica devidamente
aterrada ou a gás
para aquecimento
das refeições.
Bebedouro
com aterramento
elétrico.
Lixeiras,
com tampa, para
detritos.
Lavatório
instalado em suas
proximidades.
Assentos
em números su ciente
para atender aos
usuários.
Mesas
com tampos lisos
e laváveis.
O refeitório
não pode ser
localizado no
subsolo.
Piso de
concreto, cimentado
ou outro material
lavável.
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
subsolo. Piso de concreto, cimentado ou outro material lavável. e-Tec Brasil 32 Indústria da Construção Civil
Anotações Aula 4 - Áreas de vivência 33 e-Tec Brasil

Anotações

Aula 5 - Mapa de risco

Aula 5 - Mapa de risco 23 de fevereiro de 1999, institui a obrigatoriedade da confecção
Aula 5 - Mapa de risco 23 de fevereiro de 1999, institui a obrigatoriedade da confecção
Aula 5 - Mapa de risco 23 de fevereiro de 1999, institui a obrigatoriedade da confecção
Aula 5 - Mapa de risco 23 de fevereiro de 1999, institui a obrigatoriedade da confecção

23 de

fevereiro de 1999, institui a obrigatoriedade da confecção do Mapa de Riscos por parte da CIPA. Procurem saber de onde vem o embasamento legal das NRs, pois isso é importante para vocês.

A

Portaria

08,

de

legal das NRs, pois isso é importante para vocês. A Portaria 08, de Aula 5 -
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 36 Indústria da Construção Civil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Aula 5 - Mapa de risco 37 e-Tec Brasil
Anotações e-Tec Brasil 38 Indústria da Construção Civil
Anotações e-Tec Brasil 38 Indústria da Construção Civil

Anotações

Aula 6 - Elaboração do PCMAT

Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração

a)

b)

c)

d)

e)

f)

Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
Aula 6 - Elaboração do PCMAT a) b) c) d) e) f) Aula 6 - Elaboração
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da

• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• •

• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção
• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção

• • • • • • • • • • e-Tec Brasil 40 Indústria da Construção

• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • • • Aula 6 - Elaboração do PCMAT 41 e-Tec Brasil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil

• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil
• • • e-Tec Brasil 42 Indústria da Construção Civil

Aula 7 - Análise de riscos - riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações

riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
riscos nas fases da obra - limpeza do terreno e escavações Aula 7 - Análise de
e-Tec Brasil 44 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 44 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 44 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 44 Indústria da Construção Civil
CANAL (ESGOTO) MANGUE GRAMÍNEAS RISCOS: Canal: Bactérias, fungos (círculo marrom), gases (círculo vermelho)
CANAL (ESGOTO) MANGUE GRAMÍNEAS RISCOS:
CANAL (ESGOTO)
MANGUE
GRAMÍNEAS
RISCOS:

Canal: Bactérias, fungos (círculo marrom), gases (círculo vermelho) Gramíneas: Aranhas, roedores, lagartas (círculo azul) Mangue: Aranhas, lagartas (círculo azul), umidade (círculo verde)

Nº DE FUNCIONÁRIOS: 05

azul ), umidade (círculo verde ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 05 Anotações Aula 7 - Análise de
azul ), umidade (círculo verde ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 05 Anotações Aula 7 - Análise de

Anotações

Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações

Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -

Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Aula 8 - Riscos nas fases da obra - fundações • • • Aula 8 -
Quadro 8.1 – Fundações Atividades e Riscos Medidas Preventivas Operações e-Tec Brasil 48 Indústria da
Quadro 8.1 – Fundações Atividades e Riscos Medidas Preventivas Operações
Quadro 8.1 – Fundações
Atividades e
Riscos
Medidas Preventivas
Operações
Fundações Atividades e Riscos Medidas Preventivas Operações e-Tec Brasil 48 Indústria da Construção Civil
Fundações Atividades e Riscos Medidas Preventivas Operações e-Tec Brasil 48 Indústria da Construção Civil
Ferragens Bota-fora (terra) Tubulações Escavações Serra Circular Inst. Provisórias
Ferragens
Bota-fora (terra)
Tubulações
Escavações
Serra Circular
Inst. Provisórias

Entrada/saída

veículos

RISCOS:

Ferragens: Ferimentos por pontas de ferragens, quedas de ferros (círculo azul) Entrada/Saída: Atropelamento por veículo (círculo azul) Tubulações: Soterramento, movimentação de máquinas (círculo azul)

Escavações: Soterramento (círculo azul), esforço físico (círculo

Serra Circular: Ruído (círculo verde), amputação de dedos (círculos azul) Instalações Provisórias: Quedas em nível (círculo azul) Bota-fora (terra): Quedas em nível (círculo azul)

azul ) Bota-fora (terra): Quedas em nível (círculo azul ) amarelo), poeira (círculo vermelho ) Nº

amarelo), poeira (círculo vermelho)

Nº DE FUNCIONÁRIOS: 20

poeira (círculo vermelho ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 20 Aula 8 - Riscos nas fases da obra
poeira (círculo vermelho ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 20 Aula 8 - Riscos nas fases da obra
poeira (círculo vermelho ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 20 Aula 8 - Riscos nas fases da obra
poeira (círculo vermelho ) Nº DE FUNCIONÁRIOS: 20 Aula 8 - Riscos nas fases da obra

Aula 9 - Riscos nas fases da obra - estruturas

Aula 9 - Riscos nas fases da obra - estruturas • • • • • •
Aula 9 - Riscos nas fases da obra - estruturas • • • • • •
Aula 9 - Riscos nas fases da obra - estruturas • • • • • •
• • • • • •
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 52 Indústria da Construção Civil
RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho: Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom:
RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho: Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom:
RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho: Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom:
RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho: Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom:
RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho: Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom:

RISCOS: Azul: Quedas de altura, máquinas e equipamentos. Vermelho:

Poeiras. Verde: Umidade, Ruído. Marrom: Fungos. Nº DE FUNCIONÁRIOS: 30

Ruído. Marrom: Fungos. Nº DE FUNCIONÁRIOS: 30 Aula 9 - Riscos nas fases da obra -
Ruído. Marrom: Fungos. Nº DE FUNCIONÁRIOS: 30 Aula 9 - Riscos nas fases da obra -

Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria

Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Aula 10 - Riscos nas fases da obra - alvenaria Aula 10 - Riscos nas fases
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,
Fonte: ADAD, B.C.B. (2008). Resumo Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco,

Fonte: ADAD, B.C.B. (2008).

Resumo

Nesta aula não foi preciso expor o Mapa de Risco, até porque ele seria muito parecido com o de Estruturas apresentado na aula anterior. Estejam sempre atentos, pois além dos riscos aqui expostos pode ser que existam outros. Aqui foi feito apenas um resumo dos riscos geralmente existentes.

Anotações

Aula 11 - Riscos nas fases da obra - acabamentos

Nesta aula o objetivo é analisar os riscos existentes na fase de acabamento de uma obra de edificação.

na fase de acabamento de uma obra de edificação. Fazem parte do processo de acabamentos os
na fase de acabamento de uma obra de edificação. Fazem parte do processo de acabamentos os

Fazem parte do processo de acabamentos os mais diversos tipos de serviços, os quais também apresentam vários riscos. Citaremos alguns dos riscos constatados:

Dermatites e conjuntivites causadas pelas partículas desprendidas durante o lixamento e regularização das diferentes superfícies.

e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 58 Indústria da Construção Civil
Riscos: Azul: Quedas de altura, máquinbas e equipamentos. Nº de Funcionários: 10 Aula 11 -

Riscos: Azul: Quedas de altura, máquinbas e equipamentos. Nº de Funcionários: 10

máquinbas e equipamentos. Nº de Funcionários: 10 Aula 11 - Riscos nas fases da obra -
máquinbas e equipamentos. Nº de Funcionários: 10 Aula 11 - Riscos nas fases da obra -
máquinbas e equipamentos. Nº de Funcionários: 10 Aula 11 - Riscos nas fases da obra -

Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos

Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c)
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c)
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c)
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c)
a) •
a)

b)

c)

trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas
trabalho e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas

d)

e principais equipamentos a) • • • • b) c) d) Aula 12 - Áreas de

• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• e) •
e)

f)

• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •

g)

• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• • • e) • • • • f) • • • g) • • •

• • • e) • • • • f) • • • g) • • •
• •
Serra circular de bancada Cobertura Extintor do tipo H O e PQS ou CO .
Serra circular de bancada
Cobertura
Extintor
do tipo H O e
PQS ou CO .
para proteção contra
queda de materiais e
2
intemperies (chuva,
2
sol
)
e luminárias
protegidas contra
Protetor facial
contra projeção de
partículas.
impactos.
Coifa
protetora do disco
e cutelo divisor.
Operador
quali cado nos termos
de NR-18.
Gula de
alinhamento.
Dispositivo
empurrador.
Coletor
de serragem.
Dispositivo
Aterramento
de bloqueio.
elétrico.
Riscos inerentes à função:
Ruído.
Poeira.
Postura inadequada, levantamento e
transporte manual de peso.
Corte de membros superiores, queda em mesmo nível e
choque elétrico e incêndio.
EPI:
Uso contínuo
em mesmo nível e choque elétrico e incêndio. EPI: Uso contínuo e-Tec Brasil 62 Indústria da
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos 63 e-Tec Brasil
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos 63 e-Tec Brasil
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos 63 e-Tec Brasil
Aula 12 - Áreas de trabalho e principais equipamentos 63 e-Tec Brasil
Proteção do disco contra projeção de partículas. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra
Proteção do
disco contra projeção
de partículas.
Óculos de segurança
para proteção dos
olhos contra impacto
de partículas volantes,
luminosidade intensa,
radiação ultravioleta
e infravermelha e
contra respingos de
produtos químicos.
O carpinteiro
deve ter um ajudante
para trabalhos
maiores.
Para operação de
equipamentos elétricos
manuais é necessário
que a empresa tenha
trabalhadores treinados.
Deve ser
Deve
possuir duplo
isolamento: tomada
com três pinos (fase,
neutro e terra)
realizada manutenção
periódica.
Riscos inerentes à função:
Ruído, calor e radiação solar.
Poeira.
Postura inadequada, levantamento e transporte manual de peso.
Corte de membros superiores, queda em mesmo nível ou
com diferença de nível e choque elétrico.
EPI:
Uso contínuo
Quando necessário
e choque elétrico. EPI: Uso contínuo Quando necessário Anotações e-Tec Brasil 64 Indústria da Construção
e choque elétrico. EPI: Uso contínuo Quando necessário Anotações e-Tec Brasil 64 Indústria da Construção

Anotações

Aula 13 - Betoneira e bancadas de armação

Aula 13 - Betoneira e bancadas de armação • • • • • • Aula 13
Aula 13 - Betoneira e bancadas de armação • • • • • • Aula 13
• •
• •

Betoneira e bancadas de armação • • • • • • Aula 13 - Betoneira e
Betoneira e bancadas de armação • • • • • • Aula 13 - Betoneira e
Betoneira e bancadas de armação • • • • • • Aula 13 - Betoneira e
Proteção das partes móveis. Extintor do tipo PQS ou CO . Dispositivo de 2 bloqueio.
Proteção
das partes móveis.
Extintor do
tipo PQS ou CO .
Dispositivo de
2
bloqueio.
Deve
Bota de borracha
para proteção dos
pés e pernas para
evitar o contato direto
com o cimento.
possuir aterramento
elétrico.
Operador
quali cado nos
termos da NR-18.
Riscos inerentes à função:
Ruído.
Poeira, cimento e argamassa.
Postura inadequada, levantamento e transporte manual de peso.
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico.
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
Queda em mesmo nível ou com diferença de nível e choque elétrico. e-Tec Brasil 66 Indústria
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e

• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.
• • • • Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.
Luva de raspa para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes. Cobertura resistente para
Luva de raspa
para proteção das
mãos contra
agentes cortantes e
perfurantes.
Cobertura
resistente para
proteção dos
trabalhadores contra
a queda de materiais
e intempéries.
As bancadas
de armação devem
ser de material
resistente e apoiadas
de forma segura.
Protetor solar ajuda
a proteger a pele da
radiação ultravioleta
do sol, o que reduz as
queimaduras solares e
outros danos à pele.
É obrigaória
a colocação de
pranchas de madeira
sobre as armações
das fôrmas, para
circulação de
operários.
armações das fôrmas, para circulação de operários. Aula 13 - Betoneira e bancadas de armação 67
Anotações e-Tec Brasil 68 Indústria da Construção Civil

Anotações

Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão

Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão Durante a desforma devem ser viabilizados meios que
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão Durante a desforma devem ser viabilizados meios que
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão Durante a desforma devem ser viabilizados meios que
Durante a desforma devem ser viabilizados meios que impeçam a queda livre de seções de
Durante a
desforma devem ser
viabilizados meios que
impeçam a queda livre
de seções de fôrmas
e escoramentos,
sendo obrigatórios
a armarração das
As fôrmas
devem ser projetadas
e construídas de modo
que resistam as cargas
máximas de serviço.
peças e o isolamento
e sinalização ao
nível do terreno.
Os suportes
e escoras de
fôrmas devem ser
inspecionados antes e
durante a concretagem
por trabalhador
quali cado.
e durante a concretagem por trabalhador quali cado. Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão
As conexões dos transportadores de concreto devem possuir dispositivo de segurança para impedir a separação
As conexões
dos transportadores
de concreto devem
possuir dispositivo
de segurança para
impedir a separação
das partes, quando
o sistema estiver
sob pressão.
Proteção
das periferias
feitas por guarda-
corpo durante a
concretagem.
Protetor auditivo tipo
plug para proteção do
sistema auditivo para
níveis de ruído acima do
permitido (NR-15).
No local
onde se executa a
concretagem somente
deve permanecer a
equipe indispensável
para a execução
da tarefa.
Os
vibradores de
imersão devem ter
dupla isolação e os
cabos de ligação ser
protegidos contra
choques mecânicos e
corte pela ferragem,
devendo ainda ser
dotados de dispositivo
“fuga à terra”.
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Aula 14 - Concretagem e ferramentas de mão 71 e-Tec Brasil
Anotações e-Tec Brasil 72 Indústria da Construção Civil
Anotações e-Tec Brasil 72 Indústria da Construção Civil

Anotações

Aula 15 - Elevadores de obras

Aula 15 - Elevadores de obras Você sabia que o item 18.35 solicita Regulamentos Técnicos de
Aula 15 - Elevadores de obras Você sabia que o item 18.35 solicita Regulamentos Técnicos de
Aula 15 - Elevadores de obras Você sabia que o item 18.35 solicita Regulamentos Técnicos de
Aula 15 - Elevadores de obras Você sabia que o item 18.35 solicita Regulamentos Técnicos de

Você sabia que o item 18.35 solicita Regulamentos Técnicos de Procedimentos que foram realizados pela Fundacentro. A RTP-05, por exemplo, dá muitas informações sobre Instalações elétricas, a RTP-02 elevadores de Obra. Procure saber mais sobre elas.

elétricas, a RTP-02 elevadores de Obra. Procure saber mais sobre elas. Aula 15 - Elevadores de
O elevador de obra tem muitas minúcias a serem observadas. Para se ter total conhecimento
O elevador de obra tem muitas minúcias a serem observadas. Para se ter total conhecimento

O elevador de obra tem muitas minúcias a serem observadas. Para se ter total conhecimento sobre estas minúcias, vale a pena ler a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO.

a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO. e-Tec Brasil 74 Indústria da Construção
a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO. e-Tec Brasil 74 Indústria da Construção
a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO. e-Tec Brasil 74 Indústria da Construção
a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO. e-Tec Brasil 74 Indústria da Construção
a Recomendação técnica de procedimentos - RTP 02, da FUNDACENTRO. e-Tec Brasil 74 Indústria da Construção
Posto do operador Sistema comum para acionamento (quadro de lâmpadas). Deve ser dotado de chave
Posto do operador
Sistema
comum para
acionamento (quadro
de lâmpadas).
Deve
ser dotado de
chave de partida e
bloqueio que impeça
o seu acionamento
por pessoa não-
autorizada.
O operador
deve ser quali cado
de acordo com
os requisitos da
NR-18.
Quando
houver irregularidades
no elevador de
materiais quanto ao
seu funcionamento
e manutenção do
mesmo, estas serão
anotadas pelo operador
em livro próprio e
comunicadas, por
escrito, ao responsável
da obra.
O posto
do operador deve
ser isolado, dispor
de proteção contra
queda de materiais e
os assentos devem
tender a NR-17.
queda de materiais e os assentos devem tender a NR-17. Dispositivos de segurança para elevador de
queda de materiais e os assentos devem tender a NR-17. Dispositivos de segurança para elevador de
Dispositivos de segurança para elevador de carga e passageiros Quando houver transporte de carga o
Dispositivos de segurança para elevador de carga e passageiros
Quando
houver transporte
de carga o comando
deve ser externo.
Freio
manual situado
dentro da cabina,
interligado ao
interruptor de corrente,
que quando acionado
desligue o motor.
Deve ser
xada uma placa no
interior do elevador
contendo a indicação
de carga máxima e a
proibição de transporte
simultâneo.
Dispositivo
de segurança que
impeça a abertura
da barreira (cancela)
quando o elevador
não estiver no nível
do pavimento.
Em todos
os acessos à torre
do elevador deve ser
instalada uma barreira
(cancela) de, no
mínimo, 1,80m.
Rampas
Os dipositivos
de acionamento devem
estar presentes em
todos os andares.
de acesso.
CONDIÇÃO ABAIXO DO PADRÃO - situações presentes no ambiente de trabalho que favorecem a concre-
tizaçãodo risco à integridade física e/ou mental do trabalhador. São de ciências técnicas e/ou gerenciais.
mental do trabalhador. São de ciências técnicas e/ou gerenciais. Aula 15 - Elevadores de obras 75
Torre de elevadores A distância entre a cabine e o topo da torre deve ser
Torre de elevadores
A distância
entre a cabine e o
topo da torre deve
ser de 4m.
Deve
possuir sistema
de segurança
eletromecânico situado
a 2m abaixo da viga
superior da torre, ou
outro sistema que
impeça o choque da
cabina com a torre.
O
estaiamento ou
xação das torres à
estrutura da edi cação
devem ser a cada laje
ou pavimento.
O elevador
de passageiros deve
ser instalado, ainda a
partir da execução da
7ª laje dos edifícios em
construção com 8 ou
mais pavimentos, ou
altura equivalente.
As torres
de elevadores de
materiais devem ser
revestidas de
tela gavalnizada
quando a cabine não
possuir fechamento
completo.
Os
elementos
A
estrutura
estruturais,
da
torre deve
estar aterrada
eletricamente.
componentes da
torre, devem estar em
perfeito estado.
componentes da torre, devem estar em perfeito estado. Anotações e-Tec Brasil 76 Indústria da Construção
componentes da torre, devem estar em perfeito estado. Anotações e-Tec Brasil 76 Indústria da Construção

Anotações

Aula 16 - Grua

Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
Aula 16 - Grua Aula 16 - Grua 77 e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec

• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil

• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil

a)

b)

• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • a) b) e-Tec Brasil

c)

d)

e)

f)

g)

h)

i)

j)

c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
c) d) e) f) g) h) i) j) Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga
Rua A EdifícioVizinho Torre I Carga e Descarga Passagem Torre II Torre II Rua C
Rua A
EdifícioVizinho
Torre I
Carga e
Descarga
Passagem
Torre II
Torre II
Rua C
Linhas de transmissão
Carga e Descarga
Plano de Cargas
01
Implatação de Gruas
Rua B
Carga e Descarga Plano de Cargas 01 Implatação de Gruas Rua B • • • •
Carga e Descarga Plano de Cargas 01 Implatação de Gruas Rua B • • • •
• •

Carga e Descarga Plano de Cargas 01 Implatação de Gruas Rua B • • • •
Carga e Descarga Plano de Cargas 01 Implatação de Gruas Rua B • • • •
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 80 Indústria da Construção Civil

Aula 17 - Andaimes

Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil

Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil
Aula 17 - Andaimes • • Aula 17 - Andaimes 81 e-Tec Brasil

• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• •

• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
• • • • • • • • • • • • • • e-Tec Brasil
Dispor de proteção com tela de material resistente. Deve possuir acesso seguro por meio de
Dispor de proteção com tela de material resistente. Deve possuir acesso seguro por meio de
Dispor de
proteção com tela de
material resistente.
Deve
possuir acesso
seguro por meio de
escadas ou pelos
próprios pavimentos.
Encaixes
Fixada
travados com
a estrutura da
parafusos,
construção por meio
contrapinos,
de amarração e
braçadeiras ou
entroncamento.
similar.
O dimensiona-
mento, a estrutura
de sustensão e
a xação devem
ser realizados por
pro ssional legalemnte
habilitado.
Dispor
de piso com
forração completa,
antiderrapante,
nivelado e de sistema
guarda-corpo com
rodapé em todo o
perímetro.
O cabo de
segurança adicional
deve ser ancorado
à estrutura.
Em hipótese
alguma o cabo
guia deve ser xado
ao andaime.
Cinto de segurança
tipo pára-quedista
contra risco de quedas,
sendo obrigatória sua
utilização em trabalhos
realizados a partir de
2m de altura do piso.
em trabalhos realizados a partir de 2m de altura do piso. Atividades de aprendizagem Existem diversos

Atividades de aprendizagem

Existem diversos modelos de andaimes. Entre em contado com os fornecedores e procure entender as diferenças entre eles. Verifique a questão do preço. Você perceberá que aqueles que não atendem a NR-18 são bem mais baratos.

Você perceberá que aqueles que não atendem a NR-18 são bem mais baratos. Aula 17 -
Andaime suspenso Sair do andaime sempre que ventar fortemente ou ao menor sinal Dispor de
Andaime suspenso
Sair do
andaime sempre
que ventar fortemente
ou ao menor sinal
Dispor de
O
andaime
ser xado à
de
chuva.
deve
construção na posição
de trabalho, para que
este não se afaste
durante as atividades.
sistema guarda-
corpo com rodapé,
exceto o lado da
face do trabalho.
Não
pendurar materiais
(baldes, galões de tinta,
etc.) no lado externo
do guarda-corpo.
Manter
o andaime o mais
Retirar
diariamente a massa
que cair nos tambores
nivelado possível,
inclusive durante
seu deslocamento
vertical.
dos guinchos antes
A largura
que endureça.
mínima da plataforma
de trabalho é
de 0,65m.
O trabalhador
Cabo guia
deve utilizar cinto
de segurança tipo
pára-quedista com
trava-quedas, e este
ligado a cabo-guia.
xado em
estrutura
independente a
de xação
e
sustentação do
andaime suspenso.
O engate
do mosquetão no
trava-quedas deve
ser feito antes da
entrada no andaime
suspenso e só
Trava-quedas de
segurança para
proteção do trabalhador
contra quedas
em operações ou
movimentação vertical
ou horizontal.
desengatado quando
o trabalhador estiver
fora do andaime.
desengatado quando o trabalhador estiver fora do andaime. Anotações e-Tec Brasil 84 Indústria da Construção
desengatado quando o trabalhador estiver fora do andaime. Anotações e-Tec Brasil 84 Indústria da Construção

Anotações

Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas

Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 85 e-Tec
Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 85 e-Tec
Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 85 e-Tec
Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 85 e-Tec
Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 85 e-Tec
Guarda- corpo com rodapé. É obrigatória a instalação de rampa ou escada provisória de uso
Guarda-
corpo com rodapé.
É obrigatória
a instalação de rampa
ou escada provisória
de uso coletivo para
transposição de
níveis como meio
de circulção de
trabalhadores.
Devem ser
dimensionadas em
função do número
de trabalhadores
de acordo com o
item 18.12.5.
A madeira
deve ser resistente e
de boa qualidade.
Escadas, rampas e
passarelas devem ser providas
de guarda-corpo com altura de
1,20m para travessão superior,
0,70m para travessão intermediário
e rodapé de 0,20m de altura.
0,70m para travessão intermediário e rodapé de 0,20m de altura. e-Tec Brasil 86 Indústria da Construção
0,70m para travessão intermediário e rodapé de 0,20m de altura. e-Tec Brasil 86 Indústria da Construção
0,70m para travessão intermediário e rodapé de 0,20m de altura. e-Tec Brasil 86 Indústria da Construção
0,70m para travessão intermediário e rodapé de 0,20m de altura. e-Tec Brasil 86 Indústria da Construção
É proibido colocar a escada de mão: nas proximidades de portas ou aéreas de circulação
É proibido
colocar a escada de
mão: nas proximidades
de portas ou aéreas
de circulação e onde
houver risco de
queda de objetos e
materiais e redes e
equipamentos elétricos
desprotegidos.
As escadas
de mão poderão ter
até 7m de extensão
e espaçamento entre
os degraus variando
entre 25 e 30 cm.
Deve
ter sobra de 1m
quando apoiadas
em extremidades.
Ser apoiada
em piso resistente.
Devem ter
uso restrito para
acesso provisório
e serviços de
pequeno porte.
para acesso provisório e serviços de pequeno porte. Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 87
para acesso provisório e serviços de pequeno porte. Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 87
para acesso provisório e serviços de pequeno porte. Aula 18 - Escadas, rampas e passarelas 87
 As escadas de mão devem ser feitas pelo carpinteiro com madeira de boa qualidade.
 As escadas de mão devem
ser feitas pelo carpinteiro
com madeira de boa
qualidade.
A escada de
mão deve ter seu
uso restrito a
acessos provisórios
e serviços de
pequeno porte.
Inclinação satisfatória
 As escadas de mão poderão ter até
7,00m (sete metros) de extensão e o
espaçamento entre os degraus deve
ser uniforme, variando entre 0,25m
(vinte e cinco centímetros) a 0,30m
(trinta centímetros).
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros). e-Tec Brasil 88 Indústria da Construção Civil
Devem ser dotadas de sistema antiderrapante, tipo friso, réguas ou outros meios que evitem ecorregamentos
Devem ser dotadas de sistema antiderrapante, tipo friso, réguas ou outros meios que evitem ecorregamentos
Devem ser dotadas de sistema antiderrapante, tipo friso, réguas ou outros meios que evitem ecorregamentos
Devem ser
dotadas de sistema
antiderrapante, tipo
friso, réguas ou outros
meios que evitem
ecorregamentos de
trabalhadores.
Manter
sempre
desobstruída.
Apoio das
Rampas
com corrimão por
toda sua extensão.
extremidades,
cobrindo-a
totalmente.
Construídas e
mantidas em perfeitas condições
de uso e segurança.
e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança. Anotações Aula 18 - Escadas, rampas e
e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança. Anotações Aula 18 - Escadas, rampas e

Anotações

Aula 19 - Plataformas de proteção

Aula 19 - Plataformas de proteção Aula 19 - Plataformas de proteção 91 e-Tec Brasil
Aula 19 - Plataformas de proteção Aula 19 - Plataformas de proteção 91 e-Tec Brasil
Aula 19 - Plataformas de proteção Aula 19 - Plataformas de proteção 91 e-Tec Brasil
Aula 19 - Plataformas de proteção Aula 19 - Plataformas de proteção 91 e-Tec Brasil
Aula 19 - Plataformas de proteção Aula 19 - Plataformas de proteção 91 e-Tec Brasil
A plataforma secundária deve ser instalada acima da principal de 3 em 3 andares. A
A plataforma
secundária deve
ser instalada acima
da principal
de 3 em 3 andares.
A plataforma
secundária pode
ser retirada somente
quando a vedação
da periferia estiver
concluída.
Plataforma
principal em
todo perímetro
da construção de
edifícios com mais
de 4 pavimentos ou
altura equivalente.
Proteção
das periferias com
guarda-corpo e
rodapé e os vãos entre
travessas preenchidos
com tela ou outro
dispositivo que
garanta o fechamento
seguro da abertura,
e rodapé.
A plataforma
principal deve ser
instalada logo após
a concretagem da 1a
laje e retirada somente
quando terminado o
revestimento externo
da estrutura.
quando terminado o revestimento externo da estrutura. Perímetro da construção de edifício com tela a partir
Perímetro da construção de edifício com tela a partir da plataforma principal de proteção. A
Perímetro da
construção de edifício
com tela a partir da
plataforma principal
de proteção. A tela
deve construir de
uma barreira protetora
contra materiais e
ferramentas.
Proteção do
poço do elevador
As
aberturas no piso
devem ter fechamento
provisório resistente.
para risco de queda de
trabalhadores ou de
prjeção de materiais
com a altura mínima
de 1,20m, construído
de material resistente
e
furado à estrutura até
a
colocação de nitiva
das portas.
à estrutura até a colocação de nitiva das portas. a) • • e-Tec Brasil 92 Indústria
a) •
a)

à estrutura até a colocação de nitiva das portas. a) • • e-Tec Brasil 92 Indústria
• b)
b)

• b) • • • c) • • Anotações Aula 19 - Plataformas de proteção 93
• b) • • • c) • • Anotações Aula 19 - Plataformas de proteção 93
• c)
c)

• b) • • • c) • • Anotações Aula 19 - Plataformas de proteção 93
• b) • • • c) • • Anotações Aula 19 - Plataformas de proteção 93
• b) • • • c) • • Anotações Aula 19 - Plataformas de proteção 93

Anotações

Aula 20 - Instalações elétricas

Aula 20 - Instalações elétricas A informações sobre Instalações elétricas. Procure saber mais dá inúmeras RTP-05
Aula 20 - Instalações elétricas A informações sobre Instalações elétricas. Procure saber mais dá inúmeras RTP-05

A

informações sobre Instalações

elétricas. Procure saber mais

dá inúmeras

RTP-05

sobre

este assunto.

Procure saber mais dá inúmeras RTP-05 sobre este assunto. Aula 20 - Instalações elétricas 95 e-Tec
Procure saber mais dá inúmeras RTP-05 sobre este assunto. Aula 20 - Instalações elétricas 95 e-Tec
Procure saber mais dá inúmeras RTP-05 sobre este assunto. Aula 20 - Instalações elétricas 95 e-Tec
1 Quadro Principal de Distribuição 2 Quadro Intermediário de Distribuição 3 Quadro Terminal de Distribuição
1 Quadro Principal de Distribuição 2 Quadro Intermediário de Distribuição 3 Quadro Terminal de Distribuição
1 Quadro Principal de Distribuição
2 Quadro Intermediário de Distribuição
3 Quadro Terminal de Distribuição Fixo
4 Quadro Terminal de Distribuição Móvel
de Distribuição Fixo 4 Quadro Terminal de Distribuição Móvel e-Tec Brasil 96 Indústria da Construção Civil
de Distribuição Fixo 4 Quadro Terminal de Distribuição Móvel e-Tec Brasil 96 Indústria da Construção Civil
de Distribuição Fixo 4 Quadro Terminal de Distribuição Móvel e-Tec Brasil 96 Indústria da Construção Civil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Aula 20 - Instalações elétricas 97 e-Tec Brasil
Eletricista É proibida a existência de partes vivas expostas em circuitos e equipamentos elétricos. Os
Eletricista
É proibida
a
existência de
partes vivas expostas
em circuitos e
equipamentos
elétricos.
Os circuitos
elétricos devem ser
protegidos contra
impactos mecânicos,
umidade e agentes
corrosivos.
Garantir que
todas instalações
e
carcaças dos
equipamentos elétricos
estejam devidamente
aterradas conforme
norma técnica.
O calçado
de segurança do
eletricista não pode
possuir componente
metálico.
A execução
e
manutenção
de instalações
elétricas devem
ser realizadas por
trabalhador quali cado
e
capacitado com o
curso de 40 horas
de acordo com a
revisão da NR-10,
Somente
podem ser realizados
serviços em
instalações quando o
circuito elétrico não
estiver energizado.
e
a supervisão por
pro ssional legalmente
habilitado.
e a supervisão por pro ssional legalmente habilitado. e-Tec Brasil 98 Indústria da Construção Civil
e a supervisão por pro ssional legalmente habilitado. e-Tec Brasil 98 Indústria da Construção Civil
e a supervisão por pro ssional legalmente habilitado. e-Tec Brasil 98 Indústria da Construção Civil
e a supervisão por pro ssional legalmente habilitado. e-Tec Brasil 98 Indústria da Construção Civil
e a supervisão por pro ssional legalmente habilitado. e-Tec Brasil 98 Indústria da Construção Civil

Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas

Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas A plataforma secundária deve ser instalada
Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas A plataforma secundária deve ser instalada
Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas A plataforma secundária deve ser instalada
Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e alturas A plataforma secundária deve ser instalada
A plataforma secundária deve ser instalada acima da principal de 3 em 3 andares. A
A plataforma
secundária deve
ser instalada acima
da principal
de 3 em 3 andares.
A plataforma
secundária pode
ser retirada somente
quando a vedação
da periferia estiver
concluída.
Plataforma
principal em
todo perímetro
da construção de
edifícios com mais
de 4 pavimentos ou
altura equivalente.
Proteção
das periferias com
guarda-corpo e
rodapé e os vãos entre
travessas preenchidos
com tela ou outro
dispositivo que
garanta o fechamento
seguro da abertura,
e rodapé.
A plataforma
principal deve ser
instalada logo após
a concretagem da 1a
laje e retirada somente
quando terminado o
revestimento externo
da estrutura.
quando terminado o revestimento externo da estrutura. Aula 21 - Medidas de proteção contra quedas e
Perímetro da construção de edifício com tela a partir da plataforma principal de proteção. A
Perímetro da
construção de edifício
com tela a partir da
plataforma principal
de proteção. A tela
deve construir de
uma barreira protetora
contra materiais e
ferramentas.
As
aberturas no piso
devem ter fechamento
provisório resistente.
Proteção do
poço do elevador
para risco de queda de
trabalhadores ou de
prjeção de materiais
com a altura mínima
de 1,20m, construído
de material resistente
e furado à estrutura até
a
colocação de nitiva
das portas.
e furado à estrutura até a colocação de nitiva das portas. e-Tec Brasil 100 Indústria da
e furado à estrutura até a colocação de nitiva das portas. e-Tec Brasil 100 Indústria da
e furado à estrutura até a colocação de nitiva das portas. e-Tec Brasil 100 Indústria da
e furado à estrutura até a colocação de nitiva das portas. e-Tec Brasil 100 Indústria da
Travessão Superior Travessão Intermediário Montante 1,10 m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20
Travessão Superior Travessão Intermediário Montante 1,10 m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20
Travessão Superior Travessão Intermediário Montante 1,10 m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20
Travessão Superior Travessão Intermediário Montante 1,10 m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20
Travessão Superior
Travessão Intermediário
Montante
1,10 m
0,90 m
0,21 m
1,50 m
Rodapé 0,20 m

Distância Máxima

m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20 m Distância Máxima Aula 21 - Medidas
m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20 m Distância Máxima Aula 21 - Medidas
m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20 m Distância Máxima Aula 21 - Medidas
m 0,90 m 0,21 m 1,50 m Rodapé 0,20 m Distância Máxima Aula 21 - Medidas
Anotações e-Tec Brasil 102 Indústria da Construção Civil

Anotações

Aula 22 - Locais confinados

Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
Aula 22 - Locais confinados Aula 22 - Locais confinados 103 e-Tec Brasil
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO e-Tec Brasil 104 Indústria da Construção Civil
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO e-Tec Brasil 104 Indústria da Construção Civil
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO e-Tec Brasil 104 Indústria da Construção Civil
DIREITOS DO TRABALHADOR - TREINAMENTO e-Tec Brasil 104 Indústria da Construção Civil
Anotações Aula 22 - Locais confinados 105 e-Tec Brasil
Anotações Aula 22 - Locais confinados 105 e-Tec Brasil
Anotações Aula 22 - Locais confinados 105 e-Tec Brasil
Anotações Aula 22 - Locais confinados 105 e-Tec Brasil
Anotações Aula 22 - Locais confinados 105 e-Tec Brasil

Anotações

Aula 23 - Acidentes

Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
Aula 23 - Acidentes Aula 23 - Acidentes 107 e-Tec Brasil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
e-Tec Brasil 108 Indústria da Construção Civil
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da
Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito abaixo: No percurso da

Que o acidente típico é descrito nesta lei através do descrito

abaixo:

No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo

de propriedade do segurado. ACIDENTE DE TRAJETO. Deixa de caracterizar-se o acidente quando

o empregado tenha por interesse

próprio, interrompido ou alterado

o percurso normal.

tenha por interesse próprio, interrompido ou alterado o percurso normal. Aula 23 - Acidentes 109 e-Tec
tenha por interesse próprio, interrompido ou alterado o percurso normal. Aula 23 - Acidentes 109 e-Tec
Eczema nos pés com infecção causada pelo cimento Servente de pedreiro com eczema e infecção
Eczema nos pés com infecção causada pelo cimento Servente de pedreiro com eczema e infecção
Eczema nos pés com infecção causada pelo cimento Servente de pedreiro com eczema e infecção
Eczema nos pés com infecção causada pelo cimento Servente de pedreiro com eczema e infecção
Eczema nos pés com infecção
causada pelo cimento
Servente de pedreiro com eczema e
infecção nos pés provocados pelo
contato diário de massa de cimento com
os pés.
pelo contato diário de massa de cimento com os pés. Queimadura pelo Cimento Queda de massa
Queimadura pelo Cimento Queda de massa ou calda de concreto dentro da bota de couro
Queimadura pelo Cimento
Queda de massa ou calda de concreto
dentro da bota de couro ou borracha.
de massa ou calda de concreto dentro da bota de couro ou borracha. e-Tec Brasil 110
Eczema irritado produzido por massa de cimento Pedreiro apresenta irritação nas mãos provocada pelo contato
Eczema irritado produzido por massa
de cimento
Pedreiro apresenta irritação nas mãos
provocada pelo contato frequente com
a massa do cimento.
provocada pelo contato frequente com a massa do cimento. Alergia pelo Cimento Pedreiro com eczema alérgico
provocada pelo contato frequente com a massa do cimento. Alergia pelo Cimento Pedreiro com eczema alérgico
Alergia pelo Cimento Pedreiro com eczema alérgico crônico provocado por cimento.
Alergia pelo Cimento
Pedreiro com eczema alérgico crônico
provocado por cimento.
Pedreiro com eczema alérgico crônico provocado por cimento. Anotações Aula 23 - Acidentes 111 e-Tec Brasil
Pedreiro com eczema alérgico crônico provocado por cimento. Anotações Aula 23 - Acidentes 111 e-Tec Brasil
Pedreiro com eczema alérgico crônico provocado por cimento. Anotações Aula 23 - Acidentes 111 e-Tec Brasil

Anotações

Aula 24 - Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente

do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
do Acidente de Trabalho (CAT) e causas do acidente Aula 24 - Comunicação do Acidente de
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