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FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL – UNICA 7º PERIODO NOTURNO EBENILDA DAIANE FERREIRA

FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL UNICA 7º PERIODO NOTURNO

EBENILDA DAIANE FERREIRA FILIPE BONDARENKO SCHWAN NICLEIA BARROS SILVIA SOUZA FRANÇA

TRABALHO INTERDISCIPLINAR CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO DA VIGA

IPATINGA

2016

EBENILDA DAIANE FERREIRA FILIPE BONDARENKO SCHWAN NICLEIA BARROS SILVIA SOUZA FRANÇA

RELATÓRIO EXECUTIVO CONSTRUÇÃO DA VIGA

Projeto Interdisciplinar orientado pelo Professor Marcelo de Lima Beloni e apresentado como parte integrante das exigências da disciplina Concreto Armado I e II do curso de Engenharia Civil da Faculdade Única de Ipatinga-UNICA.

IPATINGA

2016

Sumário

  • 1. Introdução ...........................................................................................................05

  • 2. Objetivos.............................................................................................................05

  • 3. Revisão Bibliográfica.........................................................................................06

    • 3.1 Vigas ....................................................................................................................06

    • 3.2 Materiais Fibrosos ..............................................................................................06

      • 4. Materiais e Metodos ...........................................................................................07

        • 4.1. Materiais

..............................................................................................................07

  • 4.2. Métodos de Execução ........................................................................................07

  • 4.3. Local de Projeto..................................................................................................08

    • 5. Memorial de Cálculo ...........................................................................................08

    • 6. Conclusão...........................................................................................................22

    • 7. Referências Bibliográficas................................................................................23

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 Vigas concretadas.........................................................................................05 Figura 2 - Fibras de Coco ...............................................................................................06 Figura 3 Viga concretada............................................................................................19

MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DA VIGA

  • 1. INTRODUÇÃO

Desenvolver um elemento estrutural para o projeto interdisciplinar da disciplina de Concreto Armado I, sendo este a construção de uma viga do 7º período de Engenharia civil. Demonstrar dentro dos padrões pré-estabelecidos pelo coordenador da disciplina, o professor Marcelo de Lima Beloni.

  • 2. OBJETIVOS

Desenvolver a parte executiva, destacar a importância do controle de qualidade dos materiais, trabalhar o lado experimental, campo e de laboratório, assim como permitir testar a criatividade para resolução. Como experiência, iremos analisar os efeitos do pó de fibra de coco quando utilizado como agregado miúdo na formação do concreto, para uso na construção civil, predominante na construção de vigas e pilares, identificando sua permeabilidade, deformação, durabilidade, plasticidade, resistência, e economia dos demais materiais. Foram construídas duas vigas iguais, em conjunto com outro grupo, para análise de resistência e deformação, com mesmo parâmetros, dimensões e materiais. Uma experimental, utilizando a fibra de coco, e a outra de controle, sem a utilização da fibra de coco.

MEMORIAL DESCRITIVO – CONSTRUÇÃO DA VIGA 1. INTRODUÇÃO Desenvolver um elemento estrutural para o projeto interdisciplinar

Figura 1: Vigas concretada (Schwan, 2016).

3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

  • 3.1 Vigas

Elementos estruturais horizontais que servem de limite para as lajes, geralmente em forma de retângulo ou em T. Promovem grande suporte às paredes, além de receberem ações das lajes ou de outras vigas e as transmitem para os pilares ou outras vigas (LIBÂNIO, 2007).

  • 3.2 Materiais Fibrosos

O propósito da adição de fibras para a fabricação de um novo material é reforçar o mesmo e oferecer resistência a esforços externos que venham causar cisalhamento ou ruptura do concreto armado. A formação de materiais compostos, ou polifásicos, pode ser adquirida através da junção entre matriz e fibras, tendo em vista que suas propriedades, quando juntas, serão superiores as mesmas quando separadas (BENTO,

2006).

Quando ocorre um esforço externo ou algum tipo de deformação no solo as características das fibras a serem utilizadas para o reforço devem ser avaliadas cuidadosamente. Inicia-se, então, o processo de solicitação das propriedades das fibras a serem agregadas como reforço para aquela determinada massa de solo. Nota-se assim a importância da seleção do tipo de fibra que será requerido para fabricação de concreto armado para a sua utilização na construção civil (SALES, 2011).

3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 Vigas Elementos estruturais horizontais que servem de limite para as lajes, geralmente

Figura 1 Fibras de coco (Schwan, 2014).

4. MATERIAIS E MÉTODOS

  • 4.1 Materiais

Para a construção da viga, o grupo utilizou as seguintes dimensões pré- estabelecidas: Seção transversal 15x25 cm; Comprimento de 1,10 metros. Os materiais utilizados para a produção do concreto: Cimento CP25 mpa, brita zero, areia peneirada seca, água, e a fibra de coco. As armaduras foram estabelecidas perante memorial de cálculo estrutural e utilizadas de acordo: Barras de aço CA50 de 10mm e de 5mm. Para a forma foram utilizadas tábuas de madeira de 20cm para o fundo e 25 para as laterais. Para a fixação da forma foram utilizados pregos 17x21. Para a amarração das armaduras e estribos foi utilizado arame de aço recozido.

  • 4.2 Método de Execução

Perante memorial de cálculo estrutural, e estabelecidos os parâmetros para a execução da viga, o grupo iniciou os trabalhos de construção da viga. Primeiro foi feita a forma da viga. A forma foi dimensionada com 1,20 metro de comprimento, pois 5 cm foram necessários para a espessura da madeira para a vedação longitudinal. Em seguida, foi anexado as partes laterais, utilizando-se as tábuas de 25 cm, com cortes de 1,10 metros de comprimento. A construção das armaduras foi feita com duas barras de aço de 10mm e duas de 5mm, com 1,10 metros de comprimento. Os estribos foram feitos com barras de aço de 5mm, com seção transversal de 10x20 cm, com 5 cm de travamento total. O grupo planejou fazer a concretagem da viga no laboratório da Faculdade Única de Ipatinga (ÚNICA), utilizando os equipamentos disponibilizados pela faculdade. Entretanto, não foi possível utilizar a betoneira por questões mecânicas. O grupo então decidiu fazer a mistura do concreto pelo método manual, conhecido como “vulcão”, Foi utilizado como padiola uma lata de tinta vazia de 18 litros. Foram utilizados 18 quilos de cimento, 13,7 quilos de areia, 30,96 quilos de brita e 8,46 litros de água. Para a viga experimental foram adicionados 800g de fibra de coco. O cobrimento das armaduras foi realizado com 2,5 cm.

4.3 Local de Projeto

O projeto foi realizado na cidade de Ipatinga, Minas gerais. A construção das formas foi feita na casa de um dos integrantes do grupo. A concretagem foi realizada na Faculdade Única de Ipatinga.

5. MEMORIAL DE CÁLCULO

Seguindo os parâmetros pré-estabelecidos e de acordo com os limites estipulados, o grupo decidiu construir a viga de acordo com as seguintes características e dimensões:

4.3 Local de Projeto O projeto foi realizado na cidade de Ipatinga, Minas gerais. A construção

A viga demonstrada em diagrama de esforços e reações:

4.3 Local de Projeto O projeto foi realizado na cidade de Ipatinga, Minas gerais. A construção

5.1 Cálculo do Solicitações e Reações:

5.1 Cálculo do Solicitações e Reações: Diagrama de Solicitações e Reações (foi utilizado o programa Ftool

Diagrama de Solicitações e Reações (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama):

5.1 Cálculo do Solicitações e Reações: Diagrama de Solicitações e Reações (foi utilizado o programa Ftool

Diagrama de Esforço Cortante (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama):

5.1 Cálculo do Solicitações e Reações: Diagrama de Solicitações e Reações (foi utilizado o programa Ftool

Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama):

Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação

5.2 Verificação do Domínio:

Utilizamos o domínio 3 e 4 por ser o método econômico. O valor de βxlim é

Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação
Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação
Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação
Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação
Diagrama de Momento Fletor (foi utilizado o programa Ftool 3.0 para plotar o diagrama): 5.2 Verificação
5.3 Dimensionamento das Armaduras:
5.3 Dimensionamento das Armaduras:
5.3 Dimensionamento das Armaduras:
5.3 Dimensionamento das Armaduras:

5.3 Dimensionamento das Armaduras:

5.3 Dimensionamento das Armaduras:
5.3 Dimensionamento das Armaduras:

Tabela 1.1 -Ks = 0,024 cm²/Kn

Tabela 1.1 -  Ks = 0,024 cm²/Kn 5.4 Verificação Construtivas: a) Espaçamento horizontal: b) Número

5.4 Verificação Construtivas:

a) Espaçamento horizontal:

Tabela 1.1 -  Ks = 0,024 cm²/Kn 5.4 Verificação Construtivas: a) Espaçamento horizontal: b) Número
Tabela 1.1 -  Ks = 0,024 cm²/Kn 5.4 Verificação Construtivas: a) Espaçamento horizontal: b) Número

b) Número máximo de barras na 1ª camada:

Tabela 1.1 -  Ks = 0,024 cm²/Kn 5.4 Verificação Construtivas: a) Espaçamento horizontal: b) Número
c) Área de Aço Mínima: d) Área de Aço Máxima:
  • c) Área de Aço Mínima:

c) Área de Aço Mínima: d) Área de Aço Máxima:
c) Área de Aço Mínima: d) Área de Aço Máxima:
  • d) Área de Aço Máxima:

c) Área de Aço Mínima: d) Área de Aço Máxima:
c) Área de Aço Mínima: d) Área de Aço Máxima:

5.4

Viga:

5.4 Viga: 5.5 Armadura Transversal: B ielas com inclinação θ = 45 a) Verificação da Diagonal
  • 5.5 Armadura Transversal: Bielas com inclinação θ = 45 o a) Verificação da Diagonal Comprimida

5.4 Viga: 5.5 Armadura Transversal: B ielas com inclinação θ = 45 a) Verificação da Diagonal
5.4 Viga: 5.5 Armadura Transversal: B ielas com inclinação θ = 45 a) Verificação da Diagonal
5.4 Viga: 5.5 Armadura Transversal: B ielas com inclinação θ = 45 a) Verificação da Diagonal
5.4 Viga: 5.5 Armadura Transversal: B ielas com inclinação θ = 45 a) Verificação da Diagonal
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar

b) Dimensionamento das Armaduras:

b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar
b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar

c) Verificação Construtivas:

Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar no intervalo:

b) Dimensionamento das Armaduras: c) Verificação Construtivas: Para barras normais o diâmetro do estribo deve estar

d) Verificação Construtivas:

Espaçamento Máximo:

d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:
d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:
d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:

Área de Aço Mínima:

d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:
d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:
d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:
d) Verificação Construtivas: Espaçamento Máximo: Área de Aço Mínima:

e) Força Cortante Mínima:

e) Força Cortante Mínima: f) Estribos: Foram utilizados estribos de ᴓ 5mm, a cada 10 cm
e) Força Cortante Mínima: f) Estribos: Foram utilizados estribos de ᴓ 5mm, a cada 10 cm
e) Força Cortante Mínima: f) Estribos: Foram utilizados estribos de ᴓ 5mm, a cada 10 cm
e) Força Cortante Mínima: f) Estribos: Foram utilizados estribos de ᴓ 5mm, a cada 10 cm
e) Força Cortante Mínima: f) Estribos: Foram utilizados estribos de ᴓ 5mm, a cada 10 cm

f) Estribos:

Foram utilizados estribos de 5mm, a cada 10 cm de espaçamento. Somente três estribos no meio da viga foram espaçados a cada 7 cm para reforçar a viga contra o esforço cortante de 25 K.

5.6 Viga:

5.6 Viga: Figura 3: Viga Concretada (Ferreira, 2016)
5.6 Viga: Figura 3: Viga Concretada (Ferreira, 2016)

Figura 3: Viga Concretada (Ferreira, 2016)

5.6 Cálculo do Traço do Concreto:

1- Sd = 5,5 Mpa

fc28 = fck = 1,65sd

fc28 = 25 + 1,65 x 5,5 = 34 Mpa

fck=25 Mpa

2- dmáx = 19mm δc = 3,15 kg/dm³ γc = 1,4 kg/dm³

a/c = 0,47 (tabela Curvas de Abrams)

δbrita = 2.65 kg/dm³ γbrita = 1,65 kg/dm³

δa = 2,63 kg/dm³ γa = 1,51 kg/dm³

3- Abatimento : 80 à 100 mm indica um consumo de 205 l/m³ de água.

4- Cc = Ca/a/cn= 205/0,47 =

436,17 kg/m³
436,17 kg/m³

5- Vb = 0,750 (tabela) 6- Cb = Vb x γbrita x 1000 = 0,750 x 1,65 x 1000 =

1237,5 kg/m³
1237,5 kg/m³

7- Va = 1- [(Cc/ δc)+(Cb/δbrita)+(Ca/δa) Va = 1- [(436,17/ 3150)+(1237,5/2650)+(205/1000) =

0,190 m³
0,190 m³

8- Ca = δa x Va = 2630 x 0,190 =

499,7 kg/m³

Traço: (436,17/436,17) : (499,7/436,17) : (1237,5/436,17) : (205/436,17)

1:1,15:2,84:0,47

Tmv: 1:(1,15/1,51):(2,84/1,65):0,47

1:0,76,1,72:0,47

9- Volume da Viga: (15x25x110) = 41250 cm³ ou 1m³ - 436,17 kg

0,04125 m³
0,04125 m³

0,04125 m³ - x kg

x= 18kg
x= 18kg

Tmv: 1:0,76:1,72:0,47 x 18kg

18:13,7:30,96:8,46

10- Padiolas:

a) Cimento: h=V/A = 18/(2,4x2,4) = 3,13 ou 31,3 cm b) Areia: h= 13,7/(2,4x2,4) = 2,38
a)
Cimento:
h=V/A = 18/(2,4x2,4) = 3,13 ou 31,3 cm
b)
Areia: h= 13,7/(2,4x2,4) = 2,38 ou 24 cm
c)
Brita: h= 30,96/(2,4x2,4) = 5,38 ou 54 cm (2x 27 cm)

Traço por Padiolas: 1:1:2

6. CONCLUSÃO Por ser um produto sustentável, seu baixo custo irá ser diferencial no orçamento de uma obra. As partículas lignocelulósicas provavelmente foram essenciais no requisito propriedades mecânicas de flexão (MOEf e MOR) e tração (Ef e ft) (DAS, 2011). Os testes de resistência à compressão e tração serão executados no segundo semestre de 2016, onde deveremos mensurar corretamente para uma correlação entre as vigas. Algumas modificações químicas devem ser feitas em relação à composição do produto, especialmente para aumentar a resistência e utilidade. O fator de permeabilidade pela relação água-cimento foi o mais favorável para este estudo, pois o concreto com o agregado miúdo de pó de coco revelou-se menos permeável. O agregado miúdo composto de fibras de coco seco, é um material a custo zero, fácil de se obter e misturar ao concreto in-situ ou no preparo da mesma em usinas. Assim, diminuindo a relação água-cimento da argamassa, aumentará a resistência, durabilidade e diminuirá a permeabilidade da viga em estudo.

7. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bento, P.F. Uso de cal e fibras na melhoria de materiais para utilização em estruturas de pavimentos. 2006. 132p. Dissertação de Mestrado em Geotecnia. Universidade de Brasília. Distrito Federal.

Das, B. M. Principles of Foundations Engineering. Ed.07. Connecticut, Estados Unidos. Cengage. 2011. 789p.

Pineiro,L.M. Fundamentos do Concreto e Projeto de Edifícios. 2004. 380p. Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Estruturas. São Carlos, São Paulo.

Mattos, A.L.A., et al. Beneficiamento da casca do coco verde. Agroindustria Tropical. 2013. Embrapa. Minestério da Agricultura, Pecuáia e Abastecimento.

Sales, K. C. S. Melhoria de Solos por inclusão de Fibras Naturais. 2011. 97p. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Distrito Federal.

Imagens Ebenilda Ferreira e Filipe Bondarenko Schwan