Você está na página 1de 12
FICHA DE TRABALHO N.º 15 (SUCESSÕES REAIS)   2015/2016 TURMA:11.ºA (maio de 2016) Limites de

FICHA DE TRABALHO N.º 15 (SUCESSÕES REAIS)

 

2015/2016

TURMA:11.ºA

(maio de 2016)

Limites de Sucessões Número de Neper ( e ) Método de Indução Matemática

Definição de Infinitamente grande positivo

Uma sucessão (u n ) é um infinitamente grande positivo se e só se, qualquer seja o número real A, for possível encontrar uma ordem p, a partir da qual todos os termos da sucessão são maiores que A. Simbolicamente:

u

n

 

A

IR

Exemplo: u n = 2n

p

IN n

:

 

p

u

n

A

Definição de Infinitamente grande negativo

u

n

  u 

n

Exemplo: u n = -2n

Definição de Infinitamente grande em módulo

u

n

  u 

|

n

|

Exemplo: u n = (-1) n .2n

Exercício

1. Considera a sucessão (u n ) definida por: u n = 5n 2

1.1. Mostra que a sucessão (u n ) é monótona crescente.

1.2. Determina a menor ordem a partir da qual todos os termos da sucessão são superiores a

20000.

1.3. Mostra, usando a definição, que u n



.

Infinitamentes grandes positivos (de referência)

u n = n ; v n = n 2 ; w n = 2 n ; t n =

n
n

Teoremas

T1: Se

u

n



e se a partir de uma certa ordem,

v

n

u

n

, então

v 

n

T2: Se

u

n



,

então

u

n

,

IR

T3: Se

u

n



,

então

.

u   IR

n

,

T4: Se a > 1, então

n

a 

Exercícios

1. Mostra que as seguintes sucessões são infinitamente grandes positivos:

u n  n 3 u  2  n 2 1.1. 1.2. n u
u
n  n
3
u
2
 n
2
1.1.
1.2.
n
u
9 
n
u
 n 
(
1)
2 
100
n
1.4.
n
1.5.
u
10
n 
4
5
n
3
n
u
1.7.
1.8.
n
6
5
u
 
5
4
n 
10
2
n  7
n
7
n
1.10. u
1.11.

1.3.

1.6.

1.9.

u

u

u

1.12.

n

n

n

u

5

n 5

5

n

50

7

n

2

2 n

5

n

5

2

n

3

n

2.

2.1.

3.

Mostra que as seguintes sucessões são infinitamente grandes negativos:

u

n

5

2

n

3

2.2.

2

u

n

n

10 n

2.3.

u

n

3  n
3 
n

5

Mostra que as seguintes sucessões são infinitamente grandes em módulo:

2.1.

u  

n

1

n .(

n

2

5)

2.2.

u

n

  

5

3

  

n

7

Definição de Infinitésimo (ou Infinitamente pequeno) Uma sucessão (u n ) é um infinitésimo se e só se para qualquer número real positivo

uma ordem a partir da qual todos os termos da sucessão são, em valor absoluto, inferiores a

.

Simbolicamente:

existe

u

n

0 0 

p

IN

 

n

IN n

:

p

|

u

n

|

Exemplo:

u

n

1

n

Infinitésimos (de referência)

u

n =

1

n

; v n =

Teoremas

1

2

n

; w n =

1

2

n

1 2  

 

n 1 ; t n = n
n 1
; t n =
n

T5: Se

u

n

0

e se a partir de uma certa ordem,

|

v

n

|

|

u

n

|

, então

v

n

0

T6: Se

u

n

0

, então

.

k u

n

k

0, 

IR

T7: O inverso de um infinitamente grande é um infinitésimo, isto é,

u

n



1

0

 
 

u

n

 

T8: O inverso de um infinitésimo é um infinitamente grande, isto é,

u

0

 

1



 
 

n

u

n

 

T9: Se |a| < 1 , então a n

0

Exercícios

 

1. Mostra que as seguintes sucessões são infinitésimos:

 

1.1.

 

1

 

1.2.

 

7

 

1.3.

 

3

u

n

2

n

u

n

n

2

1

u

n

2 n
2
n

1.4.

u

n

24

5 n  7
5
n 
7
 

1.5.

u

n

3

n

4

9

1.6.

u

n

 7

n

1.7.

u

n

6

 

5

2 n

1.8.

u

n

(

0,1)

12

n

1.9.

u

n

n

2

n

5

Noção de Subsucessão Chamamos Subsucessão de uma sucessão dada à sucessão que se obtém da primeira, suprimindo alguns termos (ou até infinitos termos).

Exemplo:

u n = (-1) n = -1, 1, -1, 1, -1, …

Assim, podemos definir a subsucessão dos termos ímpares: -1, -1, -1, … v n = -1 e a subsucessão dos termos pares: 1, 1, 1, … w n = 1.

Exercício:

1. Dada a sucessão (v n ) definida por:

v

n

3

n

 

n

 

se n é ímpar

3

se né par

1.1. Escreve os seis primeiros termos.

1.2. Escreve duas subsucessões da sucessão dada.

1.3. A sucessão é um inifitamente grande positivo?

1.4. A sucessão é um infinitésimo?

Definição de limite real (1) Uma sucessão (u n ) tende ou converge para um número real a se e só se, para todo o número

positivo

,

existe

uma

ordem

p

a

partir

da

qual

se

verifica

n

>

p,

então

| u n a | <

,n IN

.

Simbolicamente:

u

n

a 0p IN nIN:n p| u a |

n

Definição de limite real (2) Uma sucessão (u n ) tende ou converge para um número real a se e só se, a sucessão (u n a)

tende para zero, isto é,

u

n

au a 0

n

.

Nota:

u   a lim u   a lim u  a n n
u
 
a
lim
u
 
a
lim
u
a
n
n 
n
n

Definição de Sucessão Convergente Sucessão convergente é uma sucessão que converge para um número real.

Exercícios

1. Mostra que:

1.1.

2

n

1

2

n

1

2.

Considera a sucessão

u

n

n 3

2 6

n 1

1.2.

2

n

6

2

2

n

1

1.3.

n 5

1

2

3

n

3

2.1. Determina a menor ordem depois da qual todos os termos da sucessão distam de -2 menos de 0,001.

2.2. Mostra que o limite de (u n ) é -2.

Classificação das sucessões quanto ao limite

. Convergentes (limite existe e é um número real)

. Divergentes

Teoremas

Propriamentedivergente(tendempara



ou

)

Oscilantes(nãotemlimiteou tendempara



)

T10: Se (u n ) é uma sucessão monótona e limitada, então (u n ) é convergente.

Observações:

1. Uma sucessão monótona pode não ser convergente. Exemplo: u n = 2n

2. Uma sucessão limitada pode não ser convergente. Exemplo: u n = (-1) n

3. Uma sucessão convergente pode não ser monótona. Exemplo: u n =

4. Uma sucessão convergente é sempre limitada.

1

n

n

T11: Uma sucessão convergente não pode tender para dois limites diferentes (Teorema da unicidade do limite).

Demonstração

Método de redução ao absurdo

(Pretendemos mostrar que

contradição ou impossibilidade, logo

H T

, supomos que H é verdadeira e T falsa e chegamos a uma

H T

é verdadeira)

Hipótese: (u n ) é convergente.

Tese: O limite de (u n ) é único.

Dem: Supomos que (u n ) é convergente e que (u n ) é convergente para dois limites diferentes.

Isto é,

u

n

a e u

n

b e ab

Seja

b

a

2

(

b

a

)

Tem-se que:

Se

intervalo

u

n

a

a ;a a ;a

.

e

b ;b

são conjuntos disjuntos.

, então existe uma ordem p 1 , depois da qual todos os termos de (u n ) pertencem ao

Se

intervalo

u

n

b

, então existe uma ordem p 2 , depois da qual todos os termos de (u n ) pertencem ao

b

;b

.

Então, a partir das maiores das ordens (p 1 ou p 2 ), todos os termos tinham de pertencer

simultaneamente aos intervalos

a

;a

e

b

;b

.

O que é um absurdo, porque estes intervalos não tem elementos em comum.

T12: O limite de uma sucessão constante é a própria constante.

T13: Toda a subsucessão de uma sucessão convergente é convergente para o mesmo limite.

T14: A soma de todos os termos de uma progressão geométrica de razão entre -1
T14: A soma de todos os termos de uma progressão geométrica de razão entre -1 e 1 é dada
1
 r
n 1
u
lim
S
lim
u
u
1
por:
n
1
1
r
1
1
r
1
r

T15: Teorema das Sucessões Enquadradas

Se (u n ) e (v n ) são sucesões convergentes para o mesmo limite a e se a partir de certa ordem a sucessão (w n ) é tal que u n w n v n , então: limw n = a.

Exercícios:

1. Classifica, as seguintes sucessões, quanto ao limite:

1.1.

a

n

3

  10

n

5

3

n

1

se n

se n 50

50

1.2.

b

n

2

  n 1

 

n

se n é ímpar

se n é

par

7 n

n 4

2. Considera a sucessão definida por:

2.1.

c

n

Estuda a sucessão quanto à monotonia.

2.2.

2.3.

Justifica que a sucessão é limitada.

Justifica que a sucessão é convergente e mostra que o limite de c n é 7.

3.

3.1.

3.2.

Considera a sucessão definida por:

p

n

2

n

5

n

1

Mostra que (p n ) é uma progressão geométrica.

Determina a soma de todos os termos da progressão (p n ).

4.

Considera uma espiral, em que o primeiro segmento mede 8 cm e cada um dos seguintes

mede

4

do anterior.

5

Qual o comprimento total da espiral, se continuássemos indefinidamente a desenhar a espiral?

5. Escreve a fracção correspondente à dízima 0, (23)

Sugestão: 0, (23) = 0, 23 + 0, 0023 + 0, 000023 + …

6. Usando, o Teorema das Sucessões Enquadradas, mostra que:

6.1.

3

1  

n

6 n

n

0

6.2.

2

n

cos

  n

6

n

2

Operações com limites Vamos ver algumas propriedades operatórias dos limites de sucessões. Sejam (a n ) e (b n ) sucessões convergentes, tais que lim a n = a e lim b n = b. Mostra-se que:

lim( lim(

a

a

n

n

b b ) ) a a b b

n n

lim(

a

n

b ab

n

)

lim

a

 

n

b

n

a desde queb

b ,

n

0, 

n

IN e

lim

b

n

0

lim(

a

n

)

p

p

a sendo pumnúmeronatural

,

lim

p a  p a n
p
a
p
a
n

,

com a

n

0,

quando pé umnúmeronatural par

Estas propriedades podem ser alargadas às operações com infinitamente grandes ou infinitésimos, desde que se tenham alguns cuidados.

Consideremos as sucessões (a n ), (b n ), (c n ), (d n ) e (e n ) tais que: lim(a n ) = +, lim(b n ) = +, lim(c n ) = -, lim(d n ) = -e lim(e n ) = 0.

Assim:

lim(

a

b 

)

lim(

c

n

n

n

d 

n

)

Se as sucessões parcelas são infinitamente grandes de sinais contrários, a sua soma tem de ser analisada caso a caso.

lim(

a

b 

)

lim(

c

n

n

d 

)

lim(

a

n

n

n

)

c 

n

O produto de um infinitésimo por um infinitamente grande tem de ser analisado caso a caso.

lim

lim

e

n

a

a

n

n

e

n

 

 

0



A divisão de infinitamente grandes tem de ser analisada caso a caso, assim como a divisão entre infinitésimos.

Nota:

As situações que foram indicadas como devendo ser analisadas caso a caso, conduzem-nos

aos seguintes símbolos de indeterminação:

0;

;

0

0

.

 

;

Exercícios:

1. Sabendo que: lim a n = -3, lim b n = 6 e lim c n =

Determina:

2

3

1.1.

lim (a n b n )

1.2. lim (a n

b

n )

1.3.

1.4.

lim (a n + b n ) 4

1.5.

lim

n
n

c

4

lim

  a

n

b

n

2. Sabendo que: lim a n = +, lim b n = 6 , lim c n =

Determina:



e lim d n = +

2.1.

2.3.

lim (a n b n )

lim (a n + d n )

2.2. lim (a n

c

2.4.

lim

  a

b

n

n

n )

lim d

n

  

lim c

n

3. Considera as seguintes sucessões:

3.1. Calcula lim u n e lim v n

u

n

16

1

n

e

v

n

5

 

1

n
n

3.2. Calcula o limite de cada uma das seguintes sucessões:

3.2.1. (u n v n )

3.2.3.

un

3.2.1. (u n – v n ) 3.2.3.  u n  3.2.2. (u n 

3.2.2. (u n

3.2.4.

  

u

n

v

n

  

v

n )

Estudo intuitivo da sucessão de termo geral

  

1

1

n

 

n

num contexto de modelação

matemática o número de Neper (e)

O Sr. Manuel pretende rentabilizar parte das suas economias, depositando um milhar de euros

num banco, com o objectivo de obter juros.

Consultou alguns bancos, A, B, C, D e E, onde foi informado que ofereciam juros compostos

à taxa anual nominal de 4 %, mas com capitalizações (número de vezes que os juros são acrescentados ao capital, ao longo do ano) variáveis.

Assim:

Banco

Taxa de juro anual (nominal)

Capitalizações

A

4

%

Anuais

B

4

%

Semestrais

C

4

%

Trimestrais

D

4

%

Mensais

E

4

%

Diárias

O Sr. Manuel, pretende analisar quanto teria ao fim de um ano em cada um dos bancos.

Seja C 0 o capital inicial, em milhares de euros, depositado pelo Sr. Manuel e j a taxa de juro anual. Neste caso, C 0 = 1 e j = 0, 04.

Banco A

Como, não há capitalizações intermédias, no fim de um ano, o capital C será:

C = C 0 + j

C

0 = C 0 ( 1 + j)

Logo, neste caso teria: C = 1 + 0, 04

Banco B

1 = 1, 04 milhares de euros.

No fim do 1.º semestre, o capital será

1

0,04

2

1

No fim do 2.º semestre, o capital será:

C

= 1

0,04

2

0,04

2

 

1

0,04

2

 

 

1

0,04

2



 

1

0,04

2

 

 

1

0,04

2

 

2

1,0404

Banco C

No fim do 1.º trimestre, o capital será:

No fim do 2.º trimestre, o capital será:

C =

1

0,04

4

0,04

4

 

1

0,04

4

 

 

1

No fim do 3.º trimestre, o capital será:

C =

 

1

0,04

4

 

2

0,04

4

 

1

0,04

4

 

2

No fim do ano, o capital será:

 

1

0,04

4

 

3

1,040604

0,04

4

 

1

0,04

4

 

3

 

1

1

0,04

4

0,04

4



 

1

1

0,04

4

 

 

1

0,04

4

 

2

 

1

0,04

4

  

1

0,04

4

  

1

0,04

4

 

0,04

4



 

1

0,04

4



 

1

0,04

4



 

1

 

1

0,04

4

 

0,04

4

 

 

1

3

0,04

4

 

4

Por processos análogos, se estudava para os restantes bancos, e assim podemos concluir:

Banco

Capitalizações

N.º de Capitalizações

 

Capital ao fim do ano (milhares de euros)

A

Anuais

1

 

(1 + 0,04) = 1,04

       

 

 

 

2

B

Semestrais

2

1

0,04

 

1,0404

2

C

Trimestrais

4

 

  

1

0,04

  

4

1,040604

 

4

       

 

12

 

D

Mensais

12

1

0,04

12

 

 

1,0407415

         

365

 

E

Diárias

365

1

0,04

365

 

 

1,0408085

       

 

1

 

n

n

0,04

n

 

E se as capitalizações fossem ao minuto?

C

=

  

1

0,04

525600

  

525600

1,04081077

Observa-se que, apesar de se verificar um grande aumento do número de capitalizações, o valor do capital tende a estabilizar.

O que acontece, quando o n tende para +? (capitalização contínua)

Na tua calculadora existe um número representado por e . Trata-se de um número irracional, muito importante para a Matemática.

Ao calcular o valor de e 0,04 , verifica-se que os valores obtidos na tabela se aproximam deste. Essa aproximação é tanto melhor quanto maior for o valor de n.

Então:

lim

 

1

0,04

n

 

n

e

0,04

Generalizando, para uma taxa de juro j, tem-se que:

lim

 

1

j

n

 

n

e

j

Se considerarmos j = 1, conclui-se que:

lim

 

1

1

n

 

n

1

e

e

Nota:

De

uma forma geral, para um capital inicial C 0 sujeito a uma taxa

capitalizações obtém-se ao fim de um ano o seguinte capital C =

C

0

Quando há capitalização contínua, ao fim de um ano, obtém-se: C =

 

1

j

n

 

C e

0

j

n

.

.

anual

j, com

n

1.ª Definição do Número de Neper

A sucessão (u n ) definida por

u

n

 

1

número irracional e

2,71828182845

1

n

 

n

é monótona crescente e limitada. O seu limite é o

Propriedade

lim

  

1

a

n

  

n

a

e

Exercícios 1. Calcula, os seguintes limites:

1.1.

lim

  

1

3

 

n

4 n

1.2.

lim

  1

3

5 n

2 n

1.3.

lim

n

n 3

 

n

Método de Indução Matemática É um processo para fazer demonstrações de propriedades válidas no conjunto IN. Este método é uma poderosa «ferramenta» que permite tirar conclusões sobre uma infinidade de situações, recorrendo apenas a duas provas.

Se , no universo N, representarmos uma condição por A(n) e se:

.

A(1) é verdadeira;

.

A(p)

A(p+1) é verdadeira para todo o p, então A(n) é uma condição universal em N

Exemplo:

Mostra, por indução matemática, que:

1 + 3 + 5 + … + (2n – 1) = n 2

Demonstração:

Para n = 1, vem que 1 = 1 2

1 = 1, verdade

Hipótese: 1 + 3 + 5 + … + (2p - 1) = p 2

é verdadeira

Tese: 1 + 3 + 5 + … + (2p 1) + (2(p+1) 1) = (p+1) 2

Dem: 1 + 3 + 5 + … + (2p – 1) + (2(p+1) 1)

=

1 + 3 + 5 + … + (2p – 1 ) + (2p + 2 1)

= p 2 + 2p + 1 Pela hipótese de indução = (p + 1)
= p 2
+ 2p + 1
Pela hipótese de indução
= (p + 1) 2

Exercícios

1. Mostra, usando o método de indução matemática, as seguintes propriedades:

1.1.

1

2

2

n

1

4

n

1

8

1

2

n

1

2

n

2

n

n

IN

,  

n

IN

1.2.

3 (23) , 

n

1.3. Seja (a n ) uma sucessão definida por recorrência do seguinte modo:

a

1

a

n 1

1

2

1

2 a

n

,

 

n

IN

Mostra, que o termo geral (a n ) pode ser definido por:

FIM

a n

n

n 1

,

n

IN