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COMUNICADO À IMPRENSA

31 de maio de 2010
Enviamos abaixo as reações oficiais do governo de Israel acerca dos eventos
ocorridos nesta madrugada entre as Forças de Defesa de Israel (FDI) e a
flotilha que seguia em direção à Faixa de Gaza.
1. Atividades e declarações do Ministro das Relações Exteriores de Israel,
Avigdor Liberman
O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, segue
conduzindo uma série de diálogos com Chanceleres de vários países e
informou nesta manhã em Israel que os membros da embarcação não estavam
em missão de paz e são, na verdade, terroristas que atacaram os militares das
FDI quando estes abordaram a embarcação que se dirigia à Faixa de Gaza.
O Chanceler também explicou que todas as tentativas de Israel para dialogar e
alcançar um entendimento com os organizadores da flotilha foram rejeitadas.
Lembrou também que todas as solicitações de Israel ao Hamas para que fosse
autorizada a entrada da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza, com o fim de visitar
e atender o soldado israelense seqüestrado, Gilad Shalit, foram negadas. O
que aconteceu nesta manhã foi uma violência pré-planejada pelo grupo que
atacou as FDI e Israel não permitirá qualquer ofensiva ao seu Estado por parte
de grupos terroristas ou seus apoiadores.
2. Reação do Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon.
O Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon, informou
nesta manhã em Israel, durante uma coletiva de imprensa, que “a armada de
ódio e violência em apoio à organização terrorista Hamas foi uma provocação
premeditada e ultrajante”. Os organizadores da flotilha são bem conhecidos por
suas ligações co m o Jihad, Al-Qaeda e o Hamas, tendo em sua trajetória um
histórico de contrabando de armas e outros materiais bélicos. Ayalon informou
ainda que “a bordo do navio, foram encontradas armas que estavam
preparadas com antecedência e usadas contra as FDI. A intenção dos
organizadores era a utilização de métodos violentos e, infelizmente, houve
fortes resultados”.
Ayalon também informou que a chamada ajuda humanitária não tinha uma
finalidade pacífica e se assim fosse, os organizadores teriam aceitado a oferta
israelense em realizar a entrega dos materiais através dos canais apropriados,
como a ONU ou a Cruz Vermelha. Na verdade, o grupo afirmou repetidas
vezes que a intenção era romper o bloqueio marítimo em Gaza. Este bloqueio,
realizado por Israel, é legal e justificado, levando em consideração o terror
imposto pelo Hamas em Gaza. Permitir que esses navios entrassem de forma
ilegal no território teria aberto um corredor de contrabando de armas e
terroristas na Faixa de Gaza, resultando em morte de milhares de civis e a
disseminação da violência em toda a área.

Após os repetidos avisos aos organizadores de que não seria permitido romper
o bloqueio e de acordo com a lei marítima, Israel impôs o seu direito.
Infelizmente os membros da flotilha não atenderam nenhuma das propostas
israelenses, incluído a de hoje pela manhã, onde as FDI solicitaram que a
flotilha os acompanhasse, encerrando de forma pacífica este evento.

Nenhum país soberano iria tolerar este tipo de violência contra sua população
civil, contra a sua soberania, contra a lei internacional. Israel lamenta pelas
vítimas e informa que foram usadas todas as opções e alternativas para evitar
esta situação.
Informações Adicionais (em inglês)
1. Clique aqui e veja um vídeo onde membros da flotilha utilizam de alta violência
contra os soldados israelenses durante a embarcação des tes no navio. O
evento ocorreu nesta manhã.
2. Clique aqui e acesse um documento que aponta ligações do grupo IHH (Insani
Yardim Vakfi, IHH, “Fundo de Ajuda Humanitária”) com os grupos terroristas
Hamas, Irmandade Mulçumana e Al -Qaeda.
3. Clique aqui e veja um vídeo onde um soldado israelense é atacado com golpes
de pé-de-cabra.
4. Clique aqui e veja um vídeo onde as Forças de Defesa de Israel abordam a
embarcação que se aproxima da Faixa de Gaza e oferecem o Porto em
Ashdod como alternativa para que a flotilha desembarque os suprimentos e
estes sejam transpo rtados por via terrestre à Faixa de Gaza sob supervisão. A
opção de transporte via terrestre é a mais segura, haja visto que algumas
embarcações que supostamente levam suprimentos à Faixa de Gaza,
transportam também armamentos e outros materiais bélicos. No vídeo,
claramente vê-se que a embarcação recusa a proposta. Após a recusa, a
flotilha atacou as FDI.
5. Clique aqui e assista um vídeo, feito antes dos recentes acontecimentos, onde
os organizadores da flotilha admitem utilizar a força caso os soldados israelen
ses embarquem em algum navio da flotilha.
6. Clique aqui e acesse o documento “The Gaza flotilla and the maritime blockade
of Gaza - Legal background”, com informações acerca da legalidade do
bloqueio marítimo em Gaza.

Departamento de Comunicação
Embaixada de Israel
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