Relatos Orais - Do Indizível Ao Dizível
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RELATOS ORAIS:
pO “INDIZIVEL” AO “DIZIVEL”
Maria Isaura Pereira de Queiroz
naariagho do reo oot
No faz mits ans, ©
sua" Foe se reaping
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“relate, deominado agra “hist
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Ton ue presents todo fo socal
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dos age aia oat fra wtlzaa pox cin ome
stoma: (16-1947) « F. Zomnecki (1824958) em ws Ps
“i 19161920; a come John Dold (150)
ita conjom,
ee ed marie es aac nbn ri
‘slo alent
mare oF quis Fane Bows (18581982),
um Thomas ¢ Zant aleavam pa difcadades qe er:
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sg paca da relia; asim senda, no posi se tics io
‘mente, mus devin sr compleadn ¢ccareis por tla sare
eins tion sopndo oats venkcas, © moxtmentaltbalbo
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font efi, coke reliands por mela de
licaghes pelcogcas das histrias de
pats oobecer cost esevolvia
‘stra, posto, muito clo
iv
‘Contideravees como apt
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tear plo bein do informant, qu detarparia sum
Cotes autre, olf ofl se apres
Te pre rgitear © que ends nfo se crialiar cm dsumenasi)
‘ra nb conevado, 0 que desrpaecia se nfo fou asad
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inde
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nos 405 rlgow para penumbra rls ous histis de vie
ve predam decsidaent Hades bs inflaacia da psgue ind
MS a taza de amosteger com a apliagio de qustioniio
Tala ogra como arena mis wequada de e cer dads inqus
fnaneleteobjeve.
oun «poaro se pecebeu, no enano, que valores ¢ emcee
ermaneinn excndider no propos dado entatisics, jf gue 28
TPnges dus finlidades da pesgusae «formuagbo dso perguias
‘haven prfuadamenteladts A manele de pensar © de sate do
Fortune, © quel tanpuths wsin para o& dacs, de mane
rots pore tne, su pdpriaperepy e xeos proces
De nimetor perdi ut aurdla de pura obevidade, ptentando-
2 ands de views ntriores 20 momenio da coll, eco
a fomuloio do. prblema e > quesnsrio; ols, presi
lentes» Pot fnfsncavan o leunument,desvienk
fle ens do rao que devia segue
°S dscvalvimeno teal, colocando i dispséo do cen
tual novos rics de capa © wa, como o gavedr,reavivou
favamene 0 felt otal, AX fas parcam ace 0 meio railgsove
‘comer pazagio wnt vineldede de que o simples regio no
el an despojva, uma vex que a vor do enteido, suas eo
iene pas, oe vavém no qe conta, consian: oarstanios dados presiosos para estudo, Sem divide, Oscar Lewis fol um
pioneiro neste sentido, Muito embora se considere ti-je discutivel «
‘ancira pele ‘olher as véslas histérias de vida de mem-
bros de_famila Sanches, mostrou como utilizar um novo meio de
Teplato, Teche’ precio reposiério de dados, eriou documentos
cj exploragdo € winda possvel, apesar das divides levantadss.*
‘Como que se redescobriu nesse momento 0 relato orale se aquilatou
‘de maneica postiva sua grande importincis,
Relato oral ¢ transmiasio de conhecimentos
No entano, através dos séulos, 0 roato orl constitu
‘maior fonte humana de conscrvagso dfusso do saber, que ea
TiioeTente Je dados para at elénclas em geal.
8 €pocas, a educa (Go mesmo tempo formagio
io de couhecimegtas, ambos muito inelig
dos) se basark nit taratvn, que enczrra roa primeira tanspsigo:
fda experidalaindiatel que se procuratraduzir em voesbuos. Um
Drimcro enraquerintnto ou uina primeira mutlagfo ccome entio,
Eom a passaem dagullo que esd obscuro pata uma primeira nities,
fider da pelavra, Silo clasiicldrio colocado sobre uma
ayo
\
Vi otek dic mapeto no paamdo mais fogingan, aoe
pode mesmo ser mitol6gico, quanto ao passado milo re
itn la se efere ao Tegudo dos antepass
bém i comunieasio da ocorréncia prSxima no tempo; tanto veicula
rogdes adquirides dirtamente pelo narrador, que pode inclusive ser
O agente daquilo que estérelaando, quanto transmite nogdes adquri-
‘leg por oufos melos que do a experiéncia direta, c tembém antiges
twadigGes dgrupo ou da coltividade.
‘0 reluo oral est, pois, na base da obtengéo de tod sorte de
fnformapSes ¢ antocede 4 outtas tGenicas de obtengio e conservacto
do saber; « palavra parece ter sido sent a primeira, pelo menos ume
das mais eotigas (enicas illzndas para tal. Desenho © escrita the
Sueedcram. Quando o “homem dat cavernas" deixou, nas paredes
desta, figuras que se supse formarem um sentido, stave transmitindo
n conhecimento que possifa c que talver j6 tivesse recebido um
rome, estando jé designedo pela palavea.* © fruto de sues experita-
as ¢ devcnbertas feava atsim concretizado passiva aos demais,
Inclusive aos plsteros. Mi ‘escrta, quando inventads, no
foi mais do que wma nova cristlizagio do relato orl.
16
ay
Desde que o processo de transmissio do saber se instala, implica
Imediatamente na existéncia de um narrador e de um ouvintc ou de
tum piblico. Ao se operar « pastagem do oral para um signo que o
"pliifica”, soja ele descnho ou escrite, instalese novo intermedié-
2 entre narrador © pablico. O intermedirio pode ser tembém um
Yindividio que funcione como transmissor dos conbecimentos que
ouviu de outrem. Da mesma forme que desenho © palavea escrita
O° Copstituem uma seinterpretagio do telato oral, também o individuo
fermediaii, por mais fiel, acrescenta sua propria interpreta
ilo que est narcando.
‘© gravador parece, & primeira. vista, um instrumento tésnico
péprio para anular, ot pelo menos para diminuir 0 possivel deavio
{taaigo pela Intermediagfo do pesquisador. Logo se viu, no entant, |
(gue o poder da méquina nfo era to absolulo, © nem mesmo tho
ande quanto se havia suposto, uma vez que a ullizaglo dos dados
fas pesquisus exigia, em seguida, « tanserifo escrita, Uma parte do
ina pastagem do oral para o texto, e este flewwa
‘document. © A Yantagem era conservar
jagem do narrador, suas pausas (que po-
iam set simbol ansformadas em sinais convencionas), =
fordca que dava as idgias. O documento resultante era sem divida
igo do que squcle registrado pela mio do pesquisador, mas
ltpeser de tudo havia um empobrecimento quando comparado com a
fits pravada, © de novo 0 pesquisador se tornava um intermédi iio
‘que podia deturpar de alguma forma o que fora registrado,
TA fita, porém, nfo € passivel de ser guardada indefinidamente
Se repeiidas vezes empregada por um mesmo ou por sucessivos pes
‘guisudores que quiserem evitar a tanscrigho eserita, logo se deteriora
a
*
bier dela cSpias em quantidade leva a despesas aprecidveis, embora
feoneoer. a
conervila, Toda fita, mesmo quando utilizada com
inda esti ¢ frégl,exige cuidados especialy para isior
pot longo tempo ea
0 que se acreditara evitar com 0
‘ita entre o narrador © o publico para
possvels deturpapdes dela decorrentes
"Tal consatepio contribul para desfazer nova iusto: a de que se
ddeveria conservar «narrative o mals préximo possvel de seu registro,
tvitando a intervengio do pesguisador e a ocorséncla de cortes que
prejudicariam o conbecimento integral do dado recolhido. Tropesa-se
{gut com algo que parece obsticulo intransponivel: w nftida distingo
lizagio do relao, ¢ a8
”entre © pesquisador &
fulado por seu proprio interesse 20 procurse um narrador, pole pre
{ende conhecer mais de perto, ou entao esclarecer algo que o preacips:
‘onarrador, por sua vex, quer transit sua experitnela, que considera
dligna de ser conservada e, x0 faztlo, segue o pendor de sua prépele
valorizapfo, independentemente de qualquer deseo de auniliar 0 pes-
‘quisador. Procuraré por todos os meios relatar, com dotalhes e da
forma que Ihe parece mals satisfatéria, os fos que respondem eos
seus préprios intentos, e tudo isto pode convir om nfo ao peaquls-
dor, © qual tehtardentdo tazee 0 narrador 40 “bom camlaho™, isto 6,
fo assunto que est
‘Mais tarde, ao ulllzar 0 relato, 0 peaquisador 0 fark de scorda
om suas preccupasdes © no com as intengSes do narrador, ito &,
ts Intengdes do narrador ser80 forgosamente sactficadas, Assim, 0
ropéslo deste titimo flea sempre em segundo plano, desde 0 inicio
da colet de dados. Bim primero luger, porque nfo coincide nunce
inteiramente com os propdsitos do pesquisador; foram os desejos
deste que deslanchargm 0 relato, endo entéo predominantes sobre 0
for. Em segundo lugar, porque o pesquisador utilizard
partes do relato que sirvam acs objtivos fixados,
indo os t6picos que considerard Gteis e desprezando os demas
"Noutras palavess, desde o inicio da coleta do. material, quem
comands toda a atividade ¢ o pesquisador, pois foi devido a seus
Interesses especificos que se determinou a abicigo do relato, Durante
4 enttevisi, portanio, por mals que se procure deixar 0 narrador
‘como senor do que estd expressando, o pesquisadorterd sempre uma
posigdo dominante. Que este mus tarde recorte 0. material segundo
lidades, afim de aproveittlo da maneira que melhor conve
wade de roaeira mais clara
‘uma vez transcrita, transforms
‘semelhante a qualquer outro text escrito, diante do
um estudioso e que, 40 ser fabricado, nilo seguin
Torgosemente as injungées do peaquisdor; de fato, 0 clon
interroga wma enorme série de escritos, contemporineos ou no, que
consttiem « fonte de dades em que’ apbie seu trabalho, Recories
de joral relaivos atualidade, documentos histércos de variado
tipo e de diversas époess, correspondéncia hodierna ou passada, re
sists os mais diversos ~- sem esquecer as estasicascstabelecides
elos govemantes ou por institugtes expectices — foram redigidos
com intengies que nada tioham « ver com a pesquisa que decidiy
fener; ¢ no & por extn rarko que devam ser aftsindos como menos
Seis Peo contrario, constitu hoje, como constituican no passe
do, a base mals sla sobre a qual ergueed 0 edifico da inv
feito. B sobre ca que se
ton paqulsa — ante. Eland] em seu senldo euectl
fica deompor um lexo, Frapmentto en lense Fini
tas, to 6, spararclaramente a diveros componensa, rerio,
‘fon de ular somente"0 que 6 compelvel com a a
“Amin, dient desta considerayds, 0 excripulo. em ‘elasfo
fe eecrtes das Hsien orss cb wn ullzagto parla, we agora
ftidmente como um falao problems.
Histéeta oral, hisirin de vida
‘sir ora” ¢termo ample que sscobce uma qua nidede de
relatos a respeto de faos ao repstrados por ute tipo de doeuen
{apfo, ou cua documentagio sc. quer completa, Calida por melo
devemrevista do varias forma cla registra a experéacia de um
fndividvo ou de diversos inividvos “de uma mesma coletividade
Nene timo caso, butouse uma convergtncle de relace sobre um
smeamo acontecimento ou sabre um petiodo do tempo. A bitéia oral
também reolhe
‘xitenics no
Sen stra de algun, sje «
grupo, sje histSrin ral, ea ele
enro do quadro anplo da MatScia oral, « “hi
constitu uma espécie ao lado de ouiras formus de
formas tam.
mente: porém, dada sua especificidade, pode igual-
‘Teatase de tipos
ws que € necessitio dis
lade de colcta e de final
‘em documentag
de documentos préximos uns dos outros,
ng pls ed ua te ue pes
‘as citnclas socials, é a entrevisia; considerada multas vezes como eu
{nica por exceléncia, tem sido, ao contro, encarade como desvi-
tuadora dos relatos. Nunca chegou, porém, a ser1do, 0 que demonstra sua importincia, A entrevista supde uma con
mada entre informante © pesquisador; © tema ou 0
scontecimento sobre que versa foi escolhido por este ultimo por con-
vir #0 scu trabelbo. © pesqulsador dirige, pols, a entrevista; esta
pode seguir um rotciro previamente estabeleckdo, ow operar aparente-
‘mente sem rotsio, porém na verdade se desenrolando conforme wma
de assuntos que 0 pesquisador coma que decorot. A.
‘captagio dos dados decorre de sua maior ou menor habilidade em
‘rlentar y informante para discorrer sabre o lem & este que conhece
(© acont-cimento, suas circunstincias, as condigées atuals ou hist.
‘ou por 1&0 vivido, ou por deter a respelto informaptes pre-
Elas ora fornecem dados originals, ora complementam dados
Ji obtides de outras fontes. Na verdade, a entrevista esth presente em
todas as formas de coleta dos relatos orais, pois estes implicam ser
pre nn, coldquio entre pesquisador © nartador.
or sua vez, se define como 0 relato de um
ravés do tempo, tentando reconsti
scimentos que vivenciou e transmitr a experiéncia que adgui
‘iu Narrativa linear e individual dos acontecimentos que nele consi
era sinificativos, através dela
bros de seu grupo, de social, de sun
sociedad global, que cabe a0 pesquisador desvendar. Dests form,
© interesse deste tlhimo esté em captar algo que ultrapassa o cardter
individual do que € transmitidd € que se insere nas colelividades a
‘que o narrador pertence. Porém, 0 relato em si mesmo contéi o que
© informante houve por bem oferecer, park dar idéia do que fol sua
Vida e do que ele mesmo é. Avangos ¢ recios marcam as histSrias de
vida; e 0 bom pesquisador nio interfere para restabelecer eronolo-
sins, pois sabe que também estas varlagBes no tempo podem con
indicios de algo que permitiri « formulaglo de inferdncias; ma coltn
de histrias de vida, a interferéncia do pesqulsador setia preferencal:
‘minima,
‘Outro aspecto fundamental da hstéria de vide 6 ser ela uma te
nica euja aplicaglo demanda longo tempo, Néo € em uma ou duas
cnirevistas que se exgota o que um informante pode contar de si
‘mesmo, tanto mais que a duragio delas ¢ limitada devido 40 cansago.
muitos encontros com o narrador, também deverse
ontar quanto levam os relstos pata serem transcritos. Finalment
uma das dificuldades consiste em se cheyar & por ponto final
entrevistas, pois 0 narrador em geral afiema que tem sempre novos
detalhes a acrescentar. Nio quer perder seu papel de personagem.
=
|
q
|
‘edo definido juriden
Ber com a finaidade de “estabelecer a verdade dos fatos". Perde
Porém, esta conotagéo nas ci8ocias sociais, pare significar o rela
fe algo que o informante efetivamente presenciou, experimentou, ov
de alguma forma conheceu, podendo assim cert
respeto do que € narrado seré testado, nfo pela. credibilda ldo
tiarador, mat sim pelo cotefo de seu rela rundos de
‘utras veriadas fontes, que mo ‘onverséncia ou no. D
forma, nas ctncies sociais,o depolmento perds seu sentido de “sts
belecimento da verdad formant
presenciou ¢ conheceu,
"A diferenga enlre histéria de vide e depoimento esté ne for
Gipectfica de apie do pesquisador so utilizar cada uma destas tn‘
as, durante 0 didlogo com o informante, Ao colher um depoiment,
© coldquio é dirigido diretamente pelo pesquisador: pode fazt-lo com
‘maior ou menor sutilza, mas na yerdade tem nas mlos 0 fio da
meade ¢ conduz a enlrevista, Da “vida” de seu informante 46 The
inleessam os acontecimentos que venham s¢ inset diretamente- no
Itabatho, e 4 eacolha € unicamente eletuada com este eritéro, $= 0
harrador se afanta om digresses, 0 pesquisador cortaas para tazb lo
de nove 10 sew anunte. Conhecendo 0 problema, busca cbter do
rarrador o essencial, fupindo do que the parece supérfluo e desne:
censrio. E é muito mais fécil » eolocagao do ponto final neste 230.
fssim que 0 pesquisador considere ter obtido © que deseja. A obe
inci do narrador é patente, o pesqulsador
fllando novemente ds histSrias de vida, embora 0 pesquisador
subrepticlamente dirija 0 coliquio, quem decide o que val relatar € 0
narrador, diante do qual o pexquisador deve se consecvar tanto
‘quanto possivel, silencioso. No que permanesa ausente do coléquio,
pporém suns interferéncias devem ser reduzidas, pois o importante é
‘que sejum eaptadas as experiéncias do entrevistado, Este € quem de-
termina o que ¢ relevante ou no narrar, ee é quem detém o fio com
ddutor. Nada do que relate pode ser considerado supérluo, pois tudo
lo coneluir, pols hé sempre mai
mals detathes, mais e mals reflexdes que a meméria vai resgatando.
2vide © dey
‘demasiadamente escrupul
[pressupde apenas diferengas
e sobretudo, diferenca
4
1
22, portania, que estabelecer
J fpoimentoe’ pessoas no ‘on
oso. A esol 4
na maneira de aplicélas, mas inclusive,
eocupagses do pesquisador com relacto:
ier. Noutras pal
SSbre 0 tipo de pesquisa que se quer real
Sua especificidade, deverd requerer &
‘depoimentos,
fos dados que pretende
bu a coleta por meio de
diferensas entre histérias de
i caagero de pesquisador
je uma ou outra técnica nBoy
diferengas receem
izar, pesquisa esta que, na’
iplicasio dn historia de vide,
Dale excmpoe podem eacarecer exas divergbcies, Quan,
busess sonhecer como se desenrolava a existéncia cot
idade de
‘wor de buixa reoda, na
20'e 30,
wee tivessem sido adolescentes ou
fas, nas idas e vin
Ties No emtant, jstamente, por
teiina ancldos Jc ruitaidade,
tov par
Stava buscando. * No en
Paulo, tal como se realizara em
Solentevitas com vethos 01055,»
Sefton Teataverse de conhecer 0
sae as formas que havia tomad
tin,
Paty awe, al de saber como (0
Bo Momo, Um sepccto era mesmo
dor 8
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‘condugio do relalo, enguanto nos
fbertamente o disige.
‘Embora ns hist
de vida o
(Sonica escolhida foi a des hist
sta dew, no forum vide dos temenexenies
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‘G0; Arpaia, ROCHA LIMA, Valentina da, © HIPOLITO, Ldela —"O méiodo
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