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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39


4 - NIRE

35.300.109.724

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

AV. BRIGADEIRO LUIZ ANTONIO, 1343, 9º BELA VISTA


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

01317-910 SÃO PAULO SP


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

11 3177-6155 3177-6764 3177-6421


11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

11 3253-6879 3177-6107 3177-6933


15 - E-MAIL

invest@ultra.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

ANDRE COVRE
2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

AV. BRIGADEIRO LUIZ ANTONIO, 1343, 9º BELA VISTA


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

01317-910 SÃO PAULO SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

11 3177-6695 3177-6155 3177-6839


12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

11 3253-6879 3177-6107 3177-6933


16 - E-MAIL

andre.covre@ultra.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2009 31/12/2009 2 01/04/2009 30/06/2009 1 01/01/2009 31/03/2009


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

KPMG AUDITORES INDEPENDENTES 00418-9


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

ANSELMO NEVES MACEDO 033.169.788-28

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2009 31/03/2009 30/06/2008


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 49.430 49.430 49.430
2 - Preferenciais 86.666 86.666 86.666
3 - Total 136.096 136.096 136.096
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 7 7 7
5 - Preferenciais 2.201 2.201 2.300
6 - Total 2.208 2.208 2.307

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Nacional Holding
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3010 - Emp. Adm. Part. - Petróleo e Gás


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Industrial, Comercial e Outras

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2009 4 - 31/03/2009

1 Ativo Total 6.047.841 6.122.560


1.01 Ativo Circulante 208.343 200.185
1.01.01 Disponibilidades 163.194 41.967
1.01.01.01 Caixa e Bancos 290 560
1.01.01.02 Aplicações Financeiras 162.904 41.407
1.01.02 Créditos 45.149 158.218
1.01.02.01 Clientes 0 0
1.01.02.02 Créditos Diversos 45.149 158.218
1.01.02.02.01 Impostos a recuperar 44.069 38.741
1.01.02.02.02 IR e CS diferidos 411 758
1.01.02.02.03 Dividendos a receber 0 118.680
1.01.02.02.04 Demais contas a receber 669 39
1.01.02.02.05 Despesas do exercício seguinte 0 0
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 0 0
1.02 Ativo Não Circulante 5.839.498 5.922.375
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 786.616 813.783
1.02.01.01 Créditos Diversos 770.870 750.000
1.02.01.01.01 Aplicações financeiras 770.870 750.000
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 10.810 63.419
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 10.810 63.419
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 4.936 364
1.02.01.03.01 IR e CS diferidos 171 147
1.02.01.03.02 Impostos a recuperar 4.515 0
1.02.01.03.03 Depósitos judiciais 250 217
1.02.01.03.04 Despesas do exercício seguinte 0 0
1.02.01.03.05 Demais contas a receber 0 0
1.02.02 Ativo Permanente 5.052.882 5.108.592
1.02.02.01 Investimentos 4.806.719 4.862.429
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 4.806.660 4.862.370
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 59 59
1.02.02.02 Imobilizado 0 0
1.02.02.03 Intangível 246.163 246.163
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2009 4 - 31/03/2009

2 Passivo Total 6.047.841 6.122.560


2.01 Passivo Circulante 8.643 1.361.516
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 1.239.967
2.01.02 Debêntures 5.414 0
2.01.03 Fornecedores 282 199
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 29 10
2.01.05 Dividendos a Pagar 1.447 119.909
2.01.06 Provisões 136 93
2.01.06.01 Salários e encargos sociais 136 93
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 1.335 1.338
2.01.08.01 Demais contas a pagar 1.335 1.338
2.02 Passivo Não Circulante 1.197.211 6.835
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.197.211 6.835
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.02.01.02 Debêntures 1.191.692 0
2.02.01.03 Provisões 0 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 436 1.825
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 5.083 5.010
2.02.01.06.01 Provisões para contingências 5.083 4.918
2.02.01.06.02 Demais contas a pagar 0 92
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 4.841.987 4.754.209
2.05.01 Capital Social Realizado 3.696.773 3.696.773
2.05.02 Reservas de Capital 2.906 2.906
2.05.03 Reservas de Reavaliação 9.216 9.838
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 9.216 9.838
2.05.04 Reservas de Lucro 951.582 951.582
2.05.04.01 Legal 119.575 119.575
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 959.339 959.339
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro (127.332) (127.332)
2.05.04.07.01 Ações em tesouraria (127.332) (127.332)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial (3.889) 1.591
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários (4.467) (5.648)
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 578 7.239

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2009 4 -31/03/2009

2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0


2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 185.399 91.519
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0


3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 93.645 184.142 101.651 179.011
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (499) (1.700) (12.781) (24.660)
3.06.02.01 Gerais e administrativas (499) (1.700) (413) (466)
3.06.02.02 Depreciações e amortizações 0 0 (12.368) (24.194)
3.06.03 Financeiras (20.150) (44.895) (11.020) (37.718)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 29.397 53.536 24.858 33.039
3.06.03.02 Despesas Financeiras (49.547) (98.431) (35.878) (70.757)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 1.615 1.615 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (17) (18) (4) (11)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 112.696 229.140 125.456 241.400
3.07 Resultado Operacional 93.645 184.142 101.651 179.011
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 (1) (1)
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 (1) (1)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 93.645 184.142 101.650 179.010
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 0 0 0 0
3.11 IR Diferido (323) 339 8.092 21.208
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

3.15 Lucro/Prejuízo do Período 93.322 184.481 109.742 200.218


NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 133.888 133.888 133.789 133.789
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,69702 1,37788 0,82026 1,49652
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 208.058 221.833 116.594 160.829

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 218.349 241.548 132.553 168.079

4.01.01.01 Lucro líquido do exercício 93.322 184.481 109.742 200.218

4.01.01.02 Equiv. patri. em soc. control. e coliga. (112.696) (229.140) (125.456) (241.400)

4.01.01.03 Depreciações e amortizações 0 0 12.368 24.194

4.01.01.04 Juros e variações monetárias e cambiais 18.719 64.265 34.173 66.123

4.01.01.05 IR e CS diferidos 323 (339) (8.092) (21.208)

4.01.01.06 Dividendos recebidos de controladas 218.681 222.281 109.818 140.152

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (10.291) (19.715) (15.959) (7.250)

4.01.02.01 Impostos a recuperar (AC) (5.328) (15.289) 4.683 5.002

4.01.02.02 Demais contas a receber (AC) (632) 200 1.907 981

4.01.02.03 Despesas do exercício seguinte (AC) 0 0 647 (1.131)

4.01.02.04 Fornecedores (PC) 83 (144) 489 (263)

4.01.02.05 Salários e encargos sociais (PC) 43 47 12 7

4.01.02.06 Obrigações tributárias (PC) 19 (84) (11.900) (12.025)

4.01.02.07 Demais contas a pagar (PC) (1) (38) (11.876) 2

4.01.02.08 Impostos a recuperar (RLP) (4.515) (4.515) 0 0

4.01.02.09 Depósitos judiciais (RLP) (33) (57) 0 0

4.01.02.10 Demais contas a receber (RLP) 0 0 0 20

4.01.02.11 Provisão para contingências (ELP) 165 165 157 157

4.01.02.12 Demais contas a pagar (ELP) (92) 0 (78) 0

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 62.861 (692.119) 10 (260.425)

4.02.01 Aplicações financeiras, líquidas de resg 0 (750.000) 0 0

4.02.02 (Aquis.) venda de investimento, líquido 62.861 62.861 10 (260.425)

4.02.03 Aporte de capital em controladas 0 (4.980) 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (149.692) (145.511) 250.934 1.007.109

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2009 a 30/06/2009 4 -01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/200801/04/20086a-30/06/2008


01/01/2008 a 30/06/200801/01/2008 a 30/06/2008

4.03.01 Financiamentos e debêntures - captação 1.174.524 1.174.524 0 1.200.000

4.03.02 Financiamentos e debêntures-amortização (1.256.974) (1.266.376) 0 (1.241.419)

4.03.03 Dividendos pagos (118.462) (118.494) 1.022 (238.378)

4.03.04 Aqu. de ações p/manut. em tesouraria 0 0 (67.866) (105.014)

4.03.05 Recebimento da Petrobras e Braskem 0 0 698.173 1.733.814

4.03.06 Sociedades relacionadas 51.220 64.835 (380.395) (341.894)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 121.227 (615.797) 367.538 907.513

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 41.967 778.991 637.801 97.826

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 163.194 163.194 1.005.339 1.005.339

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2009 a 30/06/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 3.696.773 2.906 9.838 951.582 91.519 1.591 4.754.209

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 3.696.773 2.906 9.838 951.582 91.519 1.591 4.754.209

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 93.322 0 93.322

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (5.480) (5.480)

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.181 1.181

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (6.661) (6.661)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (622) 0 558 0 (64)

5.12.01 Realização da reserva de reavaliação 0 0 (622) 0 622 0 0

5.12.02 IR e CS s/ real. res, reaval. de control 0 0 0 0 (64) 0 (64)

5.13 Saldo Final 3.696.773 2.906 9.216 951.582 185.399 (3.889) 4.841.987

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 30/06/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 3.696.773 2.906 10.280 951.582 0 2.061 4.663.602

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 3.696.773 2.906 10.280 951.582 0 2.061 4.663.602

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 184.481 0 184.481

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (5.950) (5.950)

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.781 1.781

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (7.731) (7.731)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (1.064) 0 918 0 (146)

5.12.01 Realização da reserva de reavaliação 0 0 (1.064) 0 1.064 0 0

5.12.02 IR e CS s/ real. res, reaval. de control 0 0 0 0 (146) 0 (146)

5.13 Saldo Final 3.696.773 2.906 9.216 951.582 185.399 (3.889) 4.841.987

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2009 4 - 31/03/2009

1 Ativo Total 10.200.417 10.080.489


1.01 Ativo Circulante 4.824.639 4.367.484
1.01.01 Disponibilidades 1.556.834 1.569.768
1.01.01.01 Caixa e bancos 290.737 166.036
1.01.01.02 Aplicações financeiras 1.266.097 1.403.732
1.01.02 Créditos 2.202.725 1.859.313
1.01.02.01 Clientes 1.707.884 1.451.635
1.01.02.02 Créditos Diversos 494.841 407.678
1.01.02.02.01 Impostos a recuperar 337.202 295.053
1.01.02.02.02 IR e CS diferidos 157.639 112.625
1.01.02.02.03 Dividendos propostos a receber 0 0
1.01.03 Estoques 979.626 871.127
1.01.04 Outros 85.454 67.276
1.01.04.01 Demais contas a receber 34.257 22.561
1.01.04.02 Despesas do exercício seguinte 51.197 44.715
1.02 Ativo Não Circulante 5.375.778 5.713.005
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 753.319 739.408
1.02.01.01 Créditos Diversos 7.193 7.193
1.02.01.01.01 Aplicações financeiras 7.193 7.193
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 5.640 5.305
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 5.640 5.305
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 740.486 726.910
1.02.01.03.01 IR e CS diferidos 378.053 402.204
1.02.01.03.02 Impostos a recuperar 32.792 47.064
1.02.01.03.03 Depósitos judiciais 94.273 54.473
1.02.01.03.04 Contas a receber de clientes 209.601 198.972
1.02.01.03.05 Demais contas a receber 2.746 450
1.02.01.03.06 Despesas do exercício seguinte 23.021 23.747
1.02.02 Ativo Permanente 4.622.459 4.973.597
1.02.02.01 Investimentos 39.142 1.223.872
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 12.269 12.880
1.02.02.01.02 Participações em Controladas 0 1.189.646
1.02.02.01.03 Outros Investimentos 26.873 21.346
1.02.02.02 Imobilizado 3.753.361 3.137.408
1.02.02.03 Intangível 817.300 598.189
1.02.02.04 Diferido 12.656 14.128

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2009 4 - 31/03/2009

2 Passivo Total 10.200.417 10.080.489


2.01 Passivo Circulante 1.885.076 3.024.237
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 880.180 2.083.541
2.01.01.01 Empréstimos e financiamentos 867.934 2.070.987
2.01.01.02 Arrendamento mercantil 12.246 12.554
2.01.02 Debêntures 5.414 0
2.01.03 Fornecedores 646.857 510.890
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 132.395 94.617
2.01.05 Dividendos a Pagar 7.331 126.886
2.01.06 Provisões 190.945 188.518
2.01.06.01 IR e CS a pagar 13.580 7.285
2.01.06.02 IR e CS diferidos 2.630 11.843
2.01.06.03 Salários e encargos sociais 141.600 127.263
2.01.06.04 Benefício pós-emprego 10.798 8.768
2.01.06.05 Provisão para contingências 22.337 33.359
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 21.954 19.785
2.02 Passivo Não Circulante 3.447.437 2.275.466
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 3.447.437 2.275.466
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.839.064 2.054.938
2.02.01.01.01 Empréstimos e financiamentos 1.830.771 2.044.489
2.02.01.01.02 Arrendamento mercantil 8.293 10.449
2.02.01.02 Debêntures 1.191.692 0
2.02.01.03 Provisões 395.768 203.646
2.02.01.03.01 IR e CS diferidos 15.847 22.800
2.02.01.03.02 Provisão para contingências 287.934 103.255
2.02.01.03.03 Benefício pós-emprego 91.987 77.591
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 4.174 3.389
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 16.739 13.493
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 38.088 39.257
2.05 Patrimônio Líquido 4.829.816 4.741.529
2.05.01 Capital Social Realizado 3.696.773 3.696.773
2.05.02 Reservas de Capital 1.065 985
2.05.03 Reservas de Reavaliação 9.216 9.838
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 9.216 9.838
2.05.04 Reservas de Lucro 941.252 940.823
2.05.04.01 Legal 119.575 119.575
2.05.04.02 Estatutária 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2009 4 -31/03/2009

2.05.04.03 Para Contingências 0 0


2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 959.339 959.339
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro (137.662) (138.091)
2.05.04.07.01 Ações em tesouraria (137.662) (138.091)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial (3.889) 1.591
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários (4.467) (5.648)
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 578 7.239
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 185.399 91.519
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 10.108.414 16.833.572 7.303.512 13.523.962
3.02 Deduções da Receita Bruta (486.596) (800.368) (311.141) (604.179)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 9.621.818 16.033.204 6.992.371 12.919.783
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (8.927.485) (14.812.688) (6.504.689) (11.965.942)
3.05 Resultado Bruto 694.333 1.220.516 487.682 953.841
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (565.965) (973.370) (334.818) (698.715)
3.06.01 Com Vendas (230.911) (382.106) (136.314) (271.380)
3.06.02 Gerais e Administrativas (249.066) (450.889) (196.899) (395.517)
3.06.02.01 Gerais e administrativas (182.620) (327.186) (127.427) (257.157)
3.06.02.02 Depreciações (66.446) (123.703) (69.472) (138.360)
3.06.03 Financeiras (86.875) (145.866) (11.625) (48.819)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 31.361 89.874 67.331 121.401
3.06.03.02 Despesas Financeiras (118.236) (235.740) (78.956) (170.220)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 748 5.452 10.011 16.942
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 139 39 9 59
3.07 Resultado Operacional 128.368 247.146 152.864 255.126
3.08 Resultado Não Operacional 6.873 9.911 910 7.227
3.08.01 Receitas 16.086 23.756 9.648 26.864
3.08.02 Despesas (9.213) (13.845) (8.738) (19.637)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 135.241 257.057 153.774 262.353
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (46.592) (68.438) (19.535) (56.832)
3.10.01 Corrente (49.435) (78.215) (26.934) (72.805)
3.10.02 Incentivos fiscais 2.843 9.777 7.399 15.973
3.11 IR Diferido 6.026 (1.430) (20.707) 258
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 (2.660) (3.882)
3.12.01 Participações 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (1.353) (2.708) (1.130) (1.679)
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 93.322 184.481 109.742 200.218
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 133.888 133.888 133.789 133.789
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,69702 1,37788 0,82026 1,49652
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2009 a 30/06/2009 4 - 01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/2008 6 - 01/01/2008 a 30/06/2008

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 348.591 706.009 (25.581) 86.873

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 126.274 407.970 214.593 427.539

4.01.01.01 Lucro líquido do exercício 93.322 184.481 109.742 200.218

4.01.01.02 Equiv. patri. em soc. control. e coliga. (139) (39) (9) (59)

4.01.01.03 Depreciações e amortizações 105.483 201.706 89.287 176.981

4.01.01.04 Créditos de PIS e COFINS s/ depreciação 2.544 5.138 900 1.820

4.01.01.05 Juros, variações monetárias e cambiais (65.239) 21.244 (6.227) 54.625

4.01.01.06 IR e CS diferidos (6.026) 1.430 20.707 (258)

4.01.01.07 Participação minoritária no resultado 1.353 2.708 1.130 1.679

4.01.01.08 Resultado na venda de ativo permanente (6.055) (9.093) (980) (7.178)

4.01.01.09 Provisão perdas provaveis ativo perman. 0 0 0 (49)

4.01.01.10 Outros 1.031 395 43 (240)

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos 222.317 298.039 (240.174) (340.666)

4.01.02.01 Contas a receber de clientes (AC) 103.992 81.669 (268.213) (113.933)

4.01.02.02 Estoques (AC) 180.214 342.973 49.567 (33.425)

4.01.02.03 Impostos a recuperar (AC) 18.099 34.915 (4.087) (19.407)

4.01.02.04 Demais contas a receber (AC) (10.224) 70.820 9.854 4.512

4.01.02.05 Despesas do exercício seguinte (AC) 5.790 (19.925) 3.815 (7.723)

4.01.02.06 Fornecedores (PC) (94.293) (197.604) 48.754 (104.954)

4.01.02.07 Salários e encargos sociais (PC) (221) (37.578) 21.959 2.115

4.01.02.08 Obrigações tributárias (PC) 21.609 27.255 (50.712) (13.077)

4.01.02.09 Imposto de renda e contr. social (PC) 6.088 (4.044) (3.117) (20.668)

4.01.02.10 Demais contas a pagar (PC) (40.782) (41.538) (23.931) (25.042)

4.01.02.11 Contas a receber (RLP) (19.528) (8.442) (21.688) (17.405)

4.01.02.12 Impostos a recuperar (RLP) 15.237 11.132 (6.935) (10.093)

4.01.02.13 Depósitos judicias (RLP) 20.322 21.902 (2.775) 842

4.01.02.14 Demais contas a receber (RLP) 481 519 5.426 5.316

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2009 a 30/06/2009 4 -01/01/2009 a 30/06/2009 5 - 01/04/2008 a 30/06/200801/04/20086a-30/06/2008


01/01/2008 a 30/06/200801/01/2008 a 30/06/2008

4.01.02.15 Despesas do exercício seguinte (RLP) 1.941 2.775 1.973 2.161

4.01.02.16 Provisão para contingências (ELP) 14.401 13.376 8.003 10.593

4.01.02.17 Demais contas a pagar (ELP) (809) (166) (8.067) (478)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 283.788 (890.956) (601.778) (1.013.782)

4.02.01 Aplicações financeiras, líquidas de resg 364.028 484.316 (379.051) (630.573)

4.02.02 Aquisição de investimentos, líquido (1.553) (1.191.790) 0 0

4.02.03 Caixa de controladas adquiridas 29.442 29.442 0 0

4.02.04 Aquisição de imobilizado (108.791) (213.346) (224.534) (396.758)

4.02.05 Aumento no intangível (11.768) (20.757) (7.293) (9.540)

4.02.06 Aumento no diferido 0 0 (719) (3.838)

4.02.07 Receita com a venda de imobilizado 12.430 21.179 9.819 26.927

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (272.919) 103.018 612.460 1.400.455

4.03.01 Financiamentos e debêntures - captação 1.315.629 1.862.762 255.991 2.021.956

4.03.02 Financiamentos e debêntures-amortização (1.463.077) (1.630.199) (269.750) (2.004.424)

4.03.03 Contraprestação de arrend. mercantil (3.582) (6.822) (2.237) (4.209)

4.03.04 Dividendos pagos (122.339) (122.475) (81) (238.725)

4.03.05 Aquisição de participação minoritária 0 0 (17) (18)

4.03.06 Aquisição de ações p/ manut. em tesour. 0 0 (67.866) (105.014)

4.03.07 Recebimento Petrobras e Braskem 0 0 698.173 1.733.814

4.03.08 Sociedades relacionadas 450 (248) (1.753) (2.925)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes (8.364) (3.346) (2.168) (2.855)

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 351.096 (85.275) (17.067) 470.691

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 838.682 1.275.053 1.350.150 862.392

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 1.189.778 1.189.778 1.333.083 1.333.083

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2009 a 30/06/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 3.696.773 985 9.838 940.823 91.519 1.591 4.741.529

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 3.696.773 985 9.838 940.823 91.519 1.591 4.741.529

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 93.322 0 93.322

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03.01 Reserva Legal 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03.02 Retenção de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (5.480) (5.480)

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.181 1.181

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (6.661) (6.661)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 80 0 429 0 0 509

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (622) 0 558 0 (64)

5.12.01 Realização da reserva de reavaliação 0 0 (622) 0 622 0 0

5.12.02 IR e CS s/ real. res. reav. de control. 0 0 0 0 (64) 0 (64)

5.12.03 Tranferência para retenção de lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 3.696.773 1.065 9.216 941.252 185.399 (3.889) 4.829.816

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2009 a 30/06/2009 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 3.696.773 855 10.280 940.107 0 2.061 4.650.076

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 3.696.773 855 10.280 940.107 0 2.061 4.650.076

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 184.481 0 184.481

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 (5.950) (5.950)

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 1.781 1.781

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (7.731) (7.731)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 210 0 1.145 0 0 1.355

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (1.064) 0 918 0 (146)

5.12.01 Realização da reserva de reavaliação 0 0 (1.064) 0 1.064 0 0

5.12.02 IR e CS s/ real. res. reav. de control. 0 0 0 0 (146) 0 (146)

5.13 Saldo Final 3.696.773 1.065 9.216 941.252 185.399 (3.889) 4.829.816

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(Em milhares de Reais, exceto quando de outra forma mencionado)

1 Contexto operacional
A Ultrapar Participações S.A. (“Sociedade”), com sede na Capital de São Paulo, tem por atividade a
aplicação de capitais próprios no comércio e na indústria e em atividades congêneres, inclusive pela
subscrição ou aquisição de ações e cotas de outras sociedades.
Por meio de suas controladas, atua no segmento de distribuição de gás liquefeito de petróleo - GLP
(“Ultragaz”), na distribuição de combustíveis claros/lubrificantes e atividades relacionadas
(“Ipiranga”), na produção e na comercialização de produtos químicos (“Oxiteno”) e na prestação de
serviços de logística para granéis líquidos (“Ultracargo”). A Sociedade também atua na atividade de
refino de petróleo através de participação na Refinaria de Petróleo Riograndense S.A. (“Refino”).

2 Adoção inicial da Lei 11.638/07 e sumário das principais práticas contábeis


modificadas
Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei 11.638/07 e em 3 de dezembro de 2008 foi
editada a Medida Provisória 449/08, que em 27 de maio de 2009 foi promulgada como Lei
11.941/09, que alteraram e revogaram dispositivos existentes e introduziram novos dispositivos à
Lei 6.404/76 (Lei das S.A.), visando a harmonização das práticas contábeis adotadas no Brasil às
práticas contábeis internacionais (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standard Board
(IASB). Como forma de regulamentar estas alterações, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
emitiu, durante o ano de 2008, um conjunto de Deliberações, cujos principais impactos nas
informações trimestrais da Sociedade e suas controladas estão sumarizados a seguir.

Deliberação CVM 565, de 17 de dezembro de 2008 - trata da adoção inicial da Lei 11.638/07 e MP
449/08, que em 27 de maio de 2009 foi promulgada como Lei 11.941/09.
Conforme facultado por esta Deliberação, a Sociedade optou em adotar como data de transição 1º
de janeiro de 2008. Adicionalmente, a Sociedade e suas controladas passaram a contabilizar pelo
método de equivalência patrimonial a empresa Metalúrgica Plus S/A. e a consolidar a empresa
SERMA – Associação dos Usuários de Equipamentos de Processamento de Dados e Serviços
Correlatos nas suas informações trimestrais (vide notas explicativas nº 4 e 12). As informações
relativas ao trimestre e semestre findo em 30 de junho de 2008 apresentadas neste documento
diferem das divulgadas anteriormente, pois a Sociedade aplicou retroativamente às mesmas as
novas regras contábeis editadas durante o ano, conforme estabelecido pela CVM. No quadro a
seguir estão demonstrados os efeitos no lucro líquido consolidado de 30 de junho de 2008 da adoção
das Leis 11.638/07 e 11.941/09:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

01/04/2008 01/01/2008
Deliberação a a
CVM 30/06/2008 30/06/2008

Lucro líquido antes da aplicação da Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09 103.912 193.991

Efeitos da adoção da Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09:

Arrendamento mercantil financeiro 554 473 852


Custos de captação de recursos 556 252 1.041
Marcação a mercado de instrumentos de
proteção cambial e juros 566 1.272 1.577
Equivalência patrimonial Metalplus 565 (7) (22)
Ajustes acumulados de conversão 534 3.840 2.779

Total dos efeitos 5.830 6.227

Lucro líquido após aplicação da Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09 109.742 200.218

Deliberação CVM 534, de 29 de janeiro de 2008 - trata de efeitos das mudanças nas taxas de
câmbio e da conversão das demonstrações contábeis.
A Sociedade e suas controladas avaliaram seus investimentos em entidades no exterior e
contabilizaram de maneira integrada com a da investidora, as investidas que não possuem
autonomia administrativa nem corpo gerencial próprio, nos termos do item 41(a) da Deliberação.
Para as controladas no exterior que atuam de maneira autônoma, foi adotada a contabilização
prevista no item 41(b) da Deliberação, sendo a variação cambial do investimento líquido nestas
controladas registrada na conta Ajustes acumulados de conversão no patrimônio líquido da
investidora. Vide nota explicativa nº 3.n).

Deliberação CVM 547, de 13 de agosto de 2008 - trata da Demonstração dos Fluxos de Caixa.
A Sociedade e suas controladas classificaram como equivalentes de caixa as aplicações financeiras
que possuem conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a
um insignificante risco de mudança de valor. A demonstração dos fluxos de caixa apresenta a
movimentação das contas (i) Caixa e bancos e (ii) Aplicações financeiras consideradas equivalentes
de caixa no exercício. Vide notas explicativas nº 3.b) e 5.

12/08/2009 17:55:25 Pág: 23


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Deliberação CVM 566, de 17 de dezembro de 2008 - trata do reconhecimento, mensuração e
evidenciação de instrumentos financeiros.
Os instrumentos financeiros da Sociedade e suas controladas foram classificados, conforme as suas
características e intenção da Sociedade em: (i) mensurados ao valor justo por meio do resultado, (ii)
mantidos até o vencimento, (iii) disponíveis para venda e (iv) empréstimos e recebíveis. Vide notas
explicativas nº 3.c), 5 e 21.

Deliberação CVM 553, de 12 de novembro de 2008 - trata de ativos intangíveis.


A Sociedade e suas controladas reclassificaram para o ativo intangível os ágios por expectativa de
rentabilidade futura originados nas aquisições de empresas, anteriormente demonstrados no ativo
diferido nas informações trimestrais. Vide notas explicativas nº 3.h), 3.i) e 14.

Deliberação CVM 554, de 12 de novembro de 2008 - trata de arrendamento mercantil.


Determinados contratos de arrendamento mercantil que transferem substancialmente à Sociedade e
suas controladas os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo, foram reconhecidos nas
informações trimestrais como um arrendamento mercantil financeiro, líquido dos efeitos tributários.
Os bens reconhecidos como ativos foram depreciados pelas taxas de depreciação aplicáveis a cada
grupo de ativo em que foram classificados e os encargos financeiros do arrendamento foram
apropriados ao resultado ao longo do prazo do contrato, com base no método do custo amortizado.
Vide notas explicativas nº 3.g), 16.e) e 22.d).

Deliberação CVM 556, de 12 de novembro de 2008 - trata de custos de transação e prêmios na


emissão de títulos e valores mobiliários.
Os custos de transação e prêmios de emissão associados a operações de captações financeiras da
Sociedade e suas controladas foram reclassificados, de forma a serem agregados aos valores das
respectivas captações, e foi calculada a taxa de juros efetiva de cada emissão. Vide nota explicativa
nº 16.a).

Deliberação CVM 564, de 17 de dezembro de 2008 - trata do ajuste a valor presente de ativos e
passivos.
As controladas da Sociedade contabilizaram o ajuste a valor presente dos saldos de crédito de ICMS
sobre a aquisição de ativo imobilizado (CIAP). A Sociedade e suas controladas analisaram os
demais elementos integrantes do ativo e do passivo de longo prazo, e de curto prazo quando
relevante, e não identificaram a aplicabilidade do ajuste a valor presente destas operações. Vide
notas explicativas nº 3.q) e 8.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

3 Apresentação das informações trimestrais e principais critérios contábeis


As informações trimestrais individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as
Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e as normas
emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

a. Apuração do resultado
O resultado é apurado pelo princípio da competência de exercícios. As receitas de vendas e os
custos são reconhecidos no resultado quando todos os riscos e benefícios inerentes aos produtos
são transferidos para o comprador. As receitas de serviços prestados e os respectivos custos são
reconhecidos no resultado em função da sua realização.

b. Equivalentes de caixa
Referem-se a aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, prontamente conversíveis
em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança
de valor. Vide nota explicativa nº 5 para maiores detalhes dos equivalentes de caixa da
Sociedade e suas controladas.

c. Instrumentos financeiros
Conforme Deliberação CVM 566/08, os instrumentos financeiros da Sociedade e suas
controladas foram classificados nas seguintes categorias:
• Mensurado ao valor justo por meio do resultado: ativos financeiros mantidos para
negociação, ou seja, adquiridos ou originados principalmente com a finalidade de venda
ou de recompra no curto prazo, e derivativos. São contabilizadas no resultado as variações
de valor justo e os saldos são demonstrados ao valor justo.
• Mantidos até o vencimento: ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou
determináveis com vencimentos definidos e para os quais a entidade tem intenção positiva
e capacidade de manter até o vencimento. São contabilizados no resultado os rendimentos
auferidos e os saldos são demonstrados ao custo de aquisição acrescido dos rendimentos
auferidos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Disponíveis para venda: ativos financeiros não derivativos que são designados como
disponíveis para venda ou que não foram classificados em outras categorias. São
contabilizados no resultado os rendimentos auferidos e os saldos são demonstrados ao
valor justo. As diferenças entre o valor justo e o custo de aquisição acrescido dos
rendimentos auferidos são reconhecidas em conta específica do patrimônio líquido. Os
ganhos e perdas registrados no patrimônio líquido são realizados para o resultado, caso
ocorra sua liquidação antecipada.
• Empréstimos e recebíveis: instrumentos financeiros não derivativos com pagamentos ou
recebimentos fixos ou determináveis que não são cotados em mercados ativos, exceto: (i)
aqueles que a entidade tem intenção de vender imediatamente ou no curto prazo, e os que
a entidade classifica como mensurados a valor justo por meio do resultado; (ii) os
classificados como disponíveis para venda; ou (iii) aqueles cujo detentor pode não
recuperar substancialmente seu investimento inicial por outra razão que não a deterioração
do crédito. São contabilizados no resultado os rendimentos auferidos e os saldos são
demonstrados ao custo de aquisição acrescido dos rendimentos auferidos.

Certos instrumentos financeiros derivativos, utilizados como proteção a variações nas taxas de
juros, foram designados como hedge de fluxo de caixa, para fins de mensuração do seu valor
justo. A diferença entre o valor justo do instrumento financeiro e o seu valor acrescido dos
rendimentos auferidos é reconhecida na conta de Ajuste de avaliação patrimonial no
patrimônio líquido, não afetando a demonstração do resultado da Sociedade e suas
controladas. Os ganhos e perdas registrados no patrimônio líquido são realizados para o
resultado, caso ocorra sua liquidação antecipada.

Para maiores detalhes dos instrumentos financeiros da Sociedade e suas controladas, vide
notas explicativas nº 5, 16 e 21.

d. Ativos circulante e não circulante


A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base nas perdas estimadas,
sendo seu montante considerado suficiente pela Administração para cobrir as eventuais perdas
na realização das contas a receber.

Os estoques são demonstrados ao custo médio de aquisição ou produção, que não supera o valor
de mercado ou de recuperação.

Os demais ativos são demonstrados aos valores de custo ou de realização, dos dois o menor,
incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações monetárias e cambiais incorridas ou
deduzidos de provisão para perda e, se aplicável, ajuste a valor presente (vide nota explicativa
nº 3.q).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


e. Investimentos
As participações em controladas são avaliadas pelo método da equivalência patrimonial.

Os investimentos em sociedades em que a Administração tenha influência significativa, ou nas


quais participe com 20% ou mais do capital votante, ou que façam parte de um mesmo grupo
que estejam sob controle comum, também são avaliados pelo método de equivalência
patrimonial (vide nota explicativa nº 12).

Os outros investimentos estão demonstrados ao custo de aquisição, deduzido de provisão para


perdas, caso estas não sejam consideradas temporárias, e também incluem investimentos em
andamento.

f. Imobilizado
Registrado ao custo de aquisição ou construção, inclusive encargos financeiros incorridos sobre
imobilizações em andamento, bem como custos com manutenções relevantes de bens
decorrentes de paradas de fábrica programadas. A Sociedade manterá os saldos de reavaliação,
que passaram a compor o valor de custo dos bens, até a sua efetiva realização sem, contudo,
contabilizar novas reavaliações.

As depreciações são calculadas pelo método linear, às taxas anuais mencionadas na nota
explicativa nº 13, que levam em consideração a vida útil-econômica dos bens.

As benfeitorias em imóveis de terceiros, quando realizadas em postos de combustíveis, são


depreciadas pelo menor prazo entre a vigência do contrato ou a vida útil-econômica dos bens.

g. Arrendamento mercantil

• Arrendamento mercantil financeiro

Determinados contratos de arrendamento mercantil transferem substancialmente à Sociedade e


suas controladas os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. Esses contratos são
caracterizados como contratos de arrendamento mercantil financeiro e os ativos são
reconhecidos pelo valor justo ou pelo valor presente dos pagamentos mínimos previstos nos
respectivos contratos. Os bens reconhecidos como ativos são depreciados pelas taxas de
depreciação aplicáveis a cada grupo de ativo conforme a nota explicativa nº 13. Os encargos
financeiros relativos aos contratos de arrendamento mercantil financeiro são apropriados ao
resultado ao longo do prazo do contrato, com base no método do custo amortizado e da taxa de
juros efetiva (vide nota explicativa nº 16.e).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Arrendamento mercantil operacional

São operações de arrendamento que não transferem os riscos e benefícios inerentes à


propriedade do ativo e nas quais a opção de compra no final do contrato é equivalente ao valor a
mercado do bem arrendado. Pagamentos efetuados sob um contrato de arrendamento mercantil
operacional são reconhecidos como despesas no demonstrativo de resultados em bases lineares
pelo prazo do contrato de arrendamento, conforme nota explicativa nº 22.d).

h. Intangível

Os ativos intangíveis compreendem os ativos adquiridos de terceiros pela Sociedade e suas


controladas, segundo os seguintes critérios (vide nota explicativa nº 14):

• Ágios por rentabilidade futura são demonstrados pelo valor original menos amortização
acumulada até 31 de dezembro de 2008, quando cessou sua amortização.

• Outros ativos intangíveis adquiridos de terceiros são mensurados pelo custo total de
aquisição, menos as despesas de amortização acumuladas.

A Sociedade e suas controladas não possuem ativos intangíveis que tenham sido gerados
internamente, nem que possuam vida útil indefinida.

i. Diferido

O ativo diferido inclui gastos com reestruturações que produzirão benefícios em mais de um
exercício social (vide nota explicativa nº 15). A Sociedade e suas controladas optaram por
manter os saldos até a sua completa amortização.

j. Passivos circulante e não circulante

São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos
correspondentes encargos, variações monetárias e cambiais incorridas até a data das
informações trimestrais e, se aplicável, ajuste a valor presente (vide nota explicativa nº 3.q).

k. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro

O imposto de renda (IRPJ) e a contribuição social (CSLL), correntes e diferidos, são calculados
com base nas alíquotas efetivas do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro,
incluindo a parcela de incentivos fiscais, conforme demonstrado na nota explicativa nº 10.b).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


l. Provisão para contingências

A provisão para contingências é constituída para os riscos contingentes estimáveis com


expectativa de “perda provável”, com base na opinião dos administradores e consultores
jurídicos internos e externos, e os valores são registrados com base nas estimativas dos
resultados dos desfechos dos processos (vide nota explicativa nº 22.a).

m. Compromisso atuarial com benefícios pós-emprego

Os compromissos atuariais com benefícios pós-emprego concedidos e a conceder a


empregados, aposentados e pensionistas são provisionados com base em cálculo atuarial
elaborado por atuário independente, de acordo com o método do crédito unitário projetado,
conforme comentado na nota explicativa nº 23.b).

n. Base para conversão das informações trimestrais de controladas sediadas no exterior

Os ativos e passivos das controladas Oxiteno México S.A. de C.V. e suas controladas,
localizada no México (moeda Pesos Mexicanos), e Oxiteno Andina, C.A., localizada na
Venezuela (moeda Bolivares), cuja moeda funcional é diferente da Sociedade (moeda Reais),
são convertidos pela taxa de câmbio da data das informações trimestrais. Os ganhos e as perdas
decorrentes das variações desses investimentos no exterior são reconhecidos diretamente no
patrimônio líquido na conta de Ajustes acumulados de conversão e reconhecidos no resultado
quando esses investimentos forem alienados. O saldo registrado no patrimônio líquido referente
ao ajuste acumulado de conversão em 30 de junho de 2009 totaliza R$ 578.

Os ativos e passivos das demais controladas no exterior, que não possuem autonomia
administrativa, são considerados como atividades da sua investidora, sendo convertidos pela
taxa de câmbio da data das informações trimestrais. Os ganhos e as perdas decorrentes de
variações desses investimentos no exterior são reconhecidos diretamente no resultado. A perda
reconhecida no resultado em 30 de junho de 2009 totalizou R$ 6.993 (perda de R$ 8.727 em 30
de junho de 2008).

o. Uso de estimativas
A elaboração das informações trimestrais requer a elaboração de estimativas e a consideração
de premissas por parte da Administração da Sociedade que afetam os valores dos ativos e
passivos apresentados na data das informações trimestrais, bem como os valores das receitas,
dos custos e das despesas dos exercícios apresentados. Embora essas estimativas estejam
baseadas no melhor conhecimento disponível da Administração com relação a eventos
presentes e futuros, os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

p. Redução ao valor recuperável de ativos

A Sociedade revisa, no mínimo anualmente, o valor contábil do ativo com o objetivo de


mensurar a deterioração sempre que eventos ou mudanças de circunstâncias indicarem que o
valor contábil de um ativo poderá não ser recuperado pelo fluxo de caixa futuro estimado, que
se espera de seu uso ou em eventual alienação. Nos casos em que os fluxos de caixa futuros
esperados são menores que o valor contábil, a perda por irrecuperabilidade é reconhecida pelo
montante em que o valor contábil excede o valor justo desses ativos. Os fatores considerados
pela Sociedade na avaliação incluem os resultados operacionais de curto prazo, tendências e
perspectivas, assim como os efeitos de obsolescência, demanda, concorrência e outros fatores
econômicos.

Nenhuma irrecuperabilidade foi registrada nas informações trimestrais consolidadas em 30 de


junho de 2009.

q. Ajuste a valor presente

As controladas contabilizaram o ajuste a valor presente sobre os saldos de crédito de ICMS


sobre ativo imobilizado (CIAP – vide nota explicativa nº 8). A Sociedade e suas controladas
analisaram os elementos integrantes do ativo e do passivo de longo prazo, e de curto prazo
quando relevante, e não identificaram a aplicabilidade do ajuste a valor presente nas demais
operações.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

4 Princípios de consolidação e participações societárias


As informações trimestrais consolidadas foram elaboradas segundo os princípios básicos de
consolidação previstos na Lei das Sociedades por Ações e nas normas da CVM, incluindo as
controladas diretas e indiretas, compreendendo:
% de participação no % de participação no
capital social capital social
30/06/2009 31/03/2009
Controle Controle Controle Controle
Localidade direto indireto direto indireto

Ultracargo - Operações Logísticas e Participações Ltda. Brasil 100 - 100 -


Transultra - Armazenamento e Transporte Especializado Ltda. Brasil - 100 - 100
Petrolog Serviços e Armazéns Gerais Ltda. Brasil - 100 - 100
Terminal Químico de Aratu S.A. - Tequimar Brasil - 99 - 99
União Vopak Armazéns Gerais Ltda. Brasil - 50 - 50
Ultracargo Argentina S.A. Argentina - 100 - -
Melamina Ultra S.A. Indústria Química Brasil - 99 - 99
Oxiteno S.A. Indústria e Comércio Brasil 100 - 100 -
Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio Brasil - 99 - 99
Oxiteno Argentina Sociedad de Responsabilidad Ltda. Argentina - 100 - 100
Oleoquímica Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Brasil - 100 - 100
Barrington S.L. Espanha - 100 - 100
Oxiteno México S.A. de C.V. México - 100 - 100
Oxiteno Servicios Corporativos S.A. de C.V. México - 100 - 100
Oxiteno Servicios Industriales S.A. de C.V. México - 100 - 100
Oxiteno USA LLC Estados Unidos - 100 - 100
Oxiteno International Corp. Ilhas Virgens - 100 - 100
Oxiteno Overseas Corp. Ilhas Virgens - 100 - 100
Oxiteno Andina, C.A. Venezuela - 100 - 100
Oxiteno Europe SPRL Bélgica - 100 - 100
U.A.T.S.P.E. Empreendimentos e Participações Ltda. Brasil - 100 - 100
Empresa Carioca de Produtos Químicos S.A. Brasil - 100 - 100
Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga Brasil 100 - 100 -
am/pm Comestíveis Ltda. Brasil - 100 - 100
Centro de Conveniências Millennium Ltda. Brasil - 100 - 100
Conveniência Ipiranga Norte Ltda. Brasil - 100 - 100
Ipiranga Trading Limited Ilhas Virgens - 100 - 100
Tropical Transportes Ipiranga Ltda. Brasil - 100 - 100
Ipiranga Imobiliária Ltda. Brasil - 100 - 100
Ipiranga Logística Ltda. Brasil - 100 - 100
Maxfácil Participações S.A. Brasil - 50 - 50
Isa-Sul Administração e Participações Ltda. Brasil - 100 - 100
Comercial Farroupilha Ltda. Brasil - 100 - 100
Companhia Ultragaz S.A. Brasil - 99 - 99
Bahiana Distribuidora de Gás Ltda. Brasil - 100 - 100
Utingás Armazenadora S.A. Brasil - 56 - 56
LPG International Inc. Ilhas Cayman - 100 - 100
Imaven Imóveis Ltda. Brasil - 100 - 100
Sociedade Brasileira de Participações Ltda. Brasil - 100 5 95
Sociedade Anônima de Óleo Galena-Signal (**) Brasil - 100 - 100
Ipiranga Produtos de Petróleo S.A.(**) Brasil - 100 - 100
Refinaria de Petróleo Riograndense S.A. (*) Brasil 33 - 33 -
SERMA - Ass. dos usuários equip. proc. de dados Brasil - 100 - 100

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(*) Consolidação proporcional, conforme determinado no Art. 32 da Instrução CVM 247/96


(controle compartilhado igualmente entre Petrobras, Ultrapar e Braskem desde abril de
2007, conforme “Fato Relevante” de 19 de março de 2007 e “Fato Relevante” de 18 de abril
de 2007).

(**) Em agosto de 2008, a Sociedade, por intermédio da controlada Sociedade Brasileira de


Participações Ltda. (“SBP”), celebrou contrato de compra e venda com a Chevron Latin
America Marketing LLC e a Chevron Amazonas LLC (conjuntamente “Chevron”), para a
aquisição de 100% das quotas da Chevron Brasil Ltda. (“CBL”) e da Sociedade Anônima
de Óleo Galena Signal (“Galena”), controladas da Chevron que detinham o negócio de
distribuição de combustíveis Texaco no Brasil (“Texaco”). Em 31 de março de 2009,
ocorreu a liquidação financeira da aquisição e a SBP desembolsou o valor de R$ 1.106
milhões, em adição ao depósito US$ 38 milhões realizado a favor da Chevron em agosto de
2008. Os termos da aquisição não incluem assunção de dívida líquida da Texaco. Em 1° de
abril de 2009 as operações da Texaco passaram a ser consolidadas nas informações da
Sociedade. Ajustes de capital de giro estão sendo apurados, sendo objeto de pagamento ou
ressarcimento na seqüência. O ágio apurado até o momento foi desdobrado em R$ 213.835
fundamentado pela expectativa de rentabilidade futura que não será amortizado, e R$
344.418 fundamentado pela diferença entre o valor de mercado e valor contábil dos bens.
Em 16 de maio de 2009, a controlada CBL teve a razão social alterada para Ipiranga
Produtos de Petróleo S.A. (“IPP”).

Foram eliminadas as participações de uma sociedade em outra, os saldos das contas ativas e
passivas e as receitas e despesas, bem como os efeitos decorrentes das operações significativas
realizadas entre as sociedades. A participação dos acionistas minoritários nas controladas está
destacada nas informações trimestrais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


5 Ativos financeiros

As aplicações financeiras, contratadas com bancos de primeira linha, estão representadas,


substancialmente, por recursos aplicados: (i) no Brasil, em debêntures, títulos privados de
instituições de primeira linha vinculados ao Certificado de Depósito Interbancário - CDI e em
títulos públicos federais do governo brasileiro; (ii) no exterior, em títulos privados de instituições de
primeira linha e em fundos de investimentos de curto prazo cuja carteira é composta por títulos
emitidos pelo governo americano; e (iii) em instrumentos de proteção cambial e de juros.

Controladora Consolidado

30/06/2009 31/03/2009 30/06/2009 31/03/2009


Aplicações financeiras
Em moeda nacional
Títulos e fundos de renda fixa 933.774 791.407 916.675 719.478

Em moeda estrangeira
Notas vinculadas (a) - - 117.463 142.612
Títulos e fundos de renda fixa - - 262.362 515.552

Resultado de instrumentos de proteção


cambial e de juros (b) - - (23.210) 33.283

Total de aplicações financeiras 933.774 791.407 1.273.290 1.410.925

Circulante 162.904 41.407 1.266.097 1.403.732

Não circulante 770.870 750.000 7.193 7.193

(a) Representa US$ 60 milhões em notas vinculadas (“Notas Vinculadas”) às notas emitidas pela
controlada Companhia Ultragaz S.A. no mercado externo em 1997 (“Notas Originais”). Em abril de
2006 a controlada Oxiteno Overseas Corp., então proprietária das Notas Originais, realizou
operação de venda dessas notas a uma instituição financeira no exterior. Simultaneamente, a
controlada adquiriu dessa mesma instituição financeira as Notas Vinculadas. Tal operação propicia
um ganho financeiro à controlada correspondente à diferença entre a taxa de juros paga pelas Notas
Vinculadas e as Notas Originais, conforme comentado na nota explicativa nº 16.c). Este
instrumento financeiro foi classificado na categoria empréstimos e recebíveis para fins de sua
mensuração (vide nota explicativa nº 3.c).

(b) Ganhos acumulados, líquidos de imposto de renda (vide nota explicativa nº 21).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


De acordo com a Deliberação CVM 566/08, os ativos financeiros da Sociedade e suas controladas
foram classificados conforme as suas características e intenção da Sociedade em: (i) mensurados ao
valor justo por meio do resultado, (ii) mantidos até o vencimento, (iii) disponíveis para venda e (iv)
empréstimos e recebíveis, de acordo com a tabela abaixo.

Consolidado

30/06/2009 31/03/2009

Mensurados ao valor justo por meio do resultado 875.831 705.929


Mantidos até o vencimento 7.193 7.193
Disponíveis para venda 272.803 555.191
Empréstimos e recebíveis 117.463 142.612

1.273.290 1.410.925

Para fins de elaboração das Demonstrações do fluxo de caixa da Sociedade, são considerados caixa
e equivalentes de caixa os saldos das contas de (i) Caixa e bancos e (ii) Aplicações financeiras
classificadas como mensuradas ao valor justo por meio do resultado, excetuados os instrumentos de
proteção cambial e de juros, conforme demonstrado abaixo:

Consolidado

30/06/2009 31/03/2009

Caixa e bancos 290.737 166.036


Aplicações financeiras mensuradas ao valor justo por
meio do resultado (exceto instrumentos de proteção
cambial e juros) 899.041 672.646

1.189.778 838.682

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6 Contas a receber de clientes (Consolidado)


30/06/2009 31/03/2009

Clientes nacionais 1.502.642 1.321.546


Financiamentos a clientes - Ipiranga 464.004 338.570
Clientes estrangeiros 122.639 108.657
(-) Adiantamentos de cambiais entregues (60.954) (56.561)
(-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (110.846) (61.605)

1.917.485 1.650.607

Circulante 1.707.884 1.451.635

Não circulante 209.601 198.972

Financiamentos a clientes são concedidos para reforma e modernização de postos, aquisição de


produtos e desenvolvimento do mercado de distribuição de combustíveis e lubrificantes.

A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa é assim demonstrada:

Saldo em 31 de março de 2009 61.605


Saldo inicial de aquisição Texaco 43.115
Adições 8.217
Baixas por utilização (2.091)
Saldo em 30 de junho de 2009 110.846

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

7 Estoques (Consolidado)
30/06/2009 31/03/2009

Provisão Saldo Provisão Saldo


Custo para perdas líquido Custo para perdas líquido
Produtos acabados 218.459 (19.787) 198.672 271.145 (22.618) 248.527
Produtos em elaboração 3.899 - 3.899 4.007 - 4.007
Matérias-primas 143.974 (55) 143.919 197.768 (132) 197.636
Gás liquefeito de petróleo - GLP 17.937 - 17.937 23.440 - 23.440
Combustíveis, lubrificantes e graxas 524.208 (1.139) 523.069 315.079 (650) 314.429
Materiais de consumo e vasilhames para
revenda 40.826 (994) 39.832 44.258 (982) 43.276
Adiantamentos a fornecedores 37.597 - 37.597 24.631 - 24.631
Imóveis para revenda 14.701 - 14.701 15.181 - 15.181

1.001.601 (21.975) 979.626 895.509 (24.382) 871.127

A movimentação da provisão para perdas em estoques é assim demonstrada:

Saldo em 31 de março de 2009 24.382


Adição ou (baixa) (2.407)
Saldo em 30 de junho de 2009 21.975

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

8 Impostos a recuperar
Estão representados, substancialmente, por saldos credores do Imposto sobre a Circulação de
Mercadorias e Serviços - ICMS, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social -
COFINS, do Programa de Integração Social - PIS e do Imposto de Renda e da Contribuição Social.

Controladora Consolidado

30/06/2009 31/03/2009 30/06/2009 31/03/2009

IRPJ e CSLL 48.543 38.659 114.983 109.643


ICMS - - 232.949 143.231
Ajuste a valor presente do ICMS sobre ativo
imobilizado – CIAP (vide nota explicativa n° 3.q) - - (4.547) (4.932)
Provisão para perdas de ICMS (*) - - (70.981) (34.569)
PIS e COFINS 21 21 68.307 100.959
Imposto sobre Valor Adicionado - IVA das
controladas Oxiteno México S.A. de C.V. e Oxiteno
Andina, C.A. - - 7.066 11.036
IPI - - 16.239 12.896
Outros 20 61 5.978 3.853
Total 48.584 38.741 369.994 342.117

Circulante 44.069 38.741 337.202 295.053

Não circulante 4.515 - 32.792 47.064

(*) A provisão refere-se aos saldos credores que as controladas estimam não poder compensar
futuramente.

A movimentação da provisão para perdas de ICMS é assim demonstrada:


Saldo em 31 de março de 2009 34.569
Saldo inicial de aquisição Texaco 36.296
Adição de provisão 432
Baixas por recebimento (316)

Saldo em 30 de junho de 2009 70.981

O saldo de ICMS inclui os créditos da unidade de Camaçari - BA da controlada Oxiteno Nordeste


S.A. Indústria e Comércio, correspondentes a R$ 51.080 em 30 de junho de 2009 (R$ 57.050 em 31
de março de 2009). A unidade possui autorização das autoridades fiscais para transferência a
terceiros desse saldo credor. A provisão para perda dos créditos da unidade foi constituída com base
no deságio máximo esperado na sua comercialização. Os créditos de IPI, PIS e COFINS estão
sendo utilizados para a compensação de outros tributos federais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

9 Partes relacionadas

a) Sociedades relacionadas

Controladora
Mútuos
Ativo Passivo

Companhia Ultragaz S.A. 10.810 -


Melamina Ultra S.A. Indústria Química - 436

Total em 30 de junho de 2009 10.810 436

Total em 31 de março de 2009 63.419 1.825

Consolidado
Mútuos Operações comerciais
Ativo Passivo A receber A Pagar

Braskem S.A. - - - 3.431


Copagaz Distribuidora de Gas Ltda. - - 288 -
Química da Bahia Indústria e Comércio S.A. - 3.311 - -
Oxicap Indústria de Gases Ltda. 5.305 - - 1.063
Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras - - - 236.209
Quattor Químicos Básicos S.A. - - - 2.488
Refinaria de Petróleo Riograndense S.A.(*) - - - 12.311
SHV Gás Brasil Ltda. - - 113 -
Liquigás Distribuidora S.A. - - 279 -
Outros 335 863 62 -

Total em 30 de junho de 2009 5.640 4.174 742 255.502

Total em 31 de março de 2009 5.305 3.389 1.691 132.015

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
Transações

Vendas Compras

Copagaz Distribuidora de Gas Ltda. 1.233 -


Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras 41.040 10.063.611
Braskem S.A. 6.287 232.080
Oxicap Indústria de Gases Ltda. 2 5.701
Servgás Distribuidora de Gas S.A. 416 -
Liquigás Distribuidora S.A. 1.943 -
SHV Gás Brasil Ltda. 411 -
Refinaria de Petróleo Riograndense S.A. (*) - 290.586
Quattor Químicos Básicos S.A. - 37.151

Total em 30 de junho de 2009 51.332 10.629.129

Total em 30 de junho de 2008 9.808 9.130.376

(*) Refere-se à parcela não eliminada das transações entre RPR e CBPI, uma vez que a
consolidação de RPR é proporcional e a de CBPI integral.

As transações comerciais de compra e venda referem-se, substancialmente, à aquisição de


matéria-prima, insumos e serviços de transporte e armazenagem, efetuadas com base em preços
e condições usuais de mercado, considerando fornecedores e clientes com igual capacidade
operacional. Os mútuos contratados possuem prazos indeterminados e não contém cláusulas de
remuneração. Na avaliação da Administração da Sociedade, as transações com partes
relacionadas não apresentam risco de liquidação, razão pela qual não apresentam provisão para
eventual liquidação duvidosa, nem são objeto de prestação de garantias. As garantias prestadas
pela Sociedade em empréstimos e financiamentos de controladas e coligadas estão mencionadas
na nota explicativa nº 16.f). As transações da Sociedade e suas controladas relativas a
benefícios pós-emprego estão descritas na nota explicativa nº 23.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Pessoal-chave da Administração – Remuneração (Consolidado)

Em 30 de junho de 2009 a Sociedade e suas controladas contabilizaram despesa com


remuneração de seu pessoal-chave (conselheiros de administração e diretores estatutários da
Sociedade) no montante de R$ 11.049 (R$ 12.720 em 30 de junho de 2008). Deste total, R$
10.075 referem-se a remuneração de curto prazo (R$ 11.851 em 30 de junho de 2008), R$ 686 a
remuneração em ações (R$ 641 em 30 de junho de 2008) e R$ 288 (R$ 228 em 30 de junho de
2008) a benefício pós-emprego.

c) Plano de ações
Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 26 de novembro de 2003, foi aprovado
plano de benefícios dos administradores da Sociedade e de suas controladas, que prevê: (i) a
outorga inicial de usufruto sobre ações de emissão da Sociedade mantidas em tesouraria pelas
controladas nas quais os administradores beneficiados estão registrados; e (ii) a transferência da
propriedade das ações após decorridos entre cinco e dez anos da concessão inicial condicionada
à não-interrupção do vínculo entre o administrador beneficiado e a Sociedade e suas
controladas. O valor total concedido a executivos até 30 de junho de 2009, incluindo encargos
tributários, foi R$ 22.407 (R$ 22.407 em 31 de março de 2009). Tal valor está sendo
amortizado pelo prazo de cinco a dez anos a partir da concessão, e a amortização relativa ao
período findo em 30 de junho de 2009 no montante de R$ 1.018 (R$ 814 em 30 de junho de
2008) foi registrada como despesa operacional do exercício. Os valores das concessões foram
determinados na data de outorga com base no valor de mercado dessas ações na
BM&FBovespa.

O quadro a seguir apresenta um resumo das informações sobre as ações outorgadas aos
executivos da Sociedade:

Custos
Valor de totais da Custos de Custos de
Ações mercado remuneração, remuneração remuneração
restritas das ações incluindo reconhecidos não
Data da outorga outorgadas (em R$) impostos acumulados reconhecidos

7 de outubro de 2008 174.000 39,97 9.593 (762) 8.831


12 de dezembro de 2007 40.000 64,70 3.570 (687) 2.883
9 de novembro de 2006 51.800 46,50 3.322 (886) 2.436
14 de dezembro de 2005 23.400 32,83 1.060 (380) 680
4 de outubro de 2004 41.975 40,78 2.361 (1.122) 1.239
17 de dezembro de 2003 59.800 30,32 2.501 (1.396) 1.105
390.975 22.407 (5.233) 17.174

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


10 Imposto de renda e contribuição social

a. Imposto de renda e contribuição social diferidos

A Sociedade e suas controladas reconhecem créditos e débitos tributários, os quais não estão
sujeitos a prazos prescricionais, decorrentes de prejuízos fiscais, adições temporárias, bases
negativas e reavaliação de ativo imobilizado, entre outros. Os créditos estão consubstanciados
na continuidade da rentabilidade de suas operações. O imposto de renda e a contribuição social
diferidos estão apresentados pelas seguintes principais categorias:

Controladora Consolidado

30/06/2009 31/03/2009 30/06/2009 31/03/2009

Ativo - Imposto de renda e contribuição social


diferidos sobre:
Provisões para perda de ativos - - 26.112 25.183
Provisões para contingências 171 147 66.882 62.145
Provisão para benefício pós-emprego (vide
nota explicativa n° 23.b) - - 23.684 23.684
Provisão para diferenças caixa vs.
competência - - 12.584 301
Ágio sobre investimentos (vide nota
explicativa n° 14) - - 292.334 306.514
Demais provisões 68 65 25.305 18.898
Prejuízos fiscais e base de cálculo negativa da
contribuição social a compensar 343 693 88.791 78.104

Total 582 905 535.692 514.829

Circulante 411 758 157.639 112.625

Não circulante 171 147 378.053 402.204

Passivo - Imposto de renda e contribuição


social diferidos sobre:
Reavaliação de imobilizado - - 476 498
Depreciação acelerada - - 135 140
Provisão para diferenças caixa vs. competência - - 8.127 17.555
Diferenças temporárias de controladas no
exterior - - 3.190 10.058
Adoção da Lei 11.638/07 (*) - - 6.549 6.392

Total - - 18.477 34.643

Circulante - - 2.630 11.843

Não circulante - - 15.847 22.800

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(*) A Sociedade e suas controladas optaram pelo Regime Tributário de Transição – RTT previsto
na Lei 11.941/09.

A estimativa de recuperação do ativo fiscal diferido de imposto de renda e contribuição social é


assim demonstrada:

Controladora Consolidado

Até 1 ano 411 157.639


De 1 a 2 anos - 80.873
De 2 a 3 anos - 68.026
De 3 a 5 anos 171 162.652
De 5 a 7 anos - 58.476
De 7 a 10 anos - 8.026

582 535.692

b. Conciliação de imposto de renda e contribuição social no resultado

Os encargos de imposto de renda e contribuição social são reconciliados com as alíquotas oficiais
como segue:
Controladora Consolidado

30/06/2009 30/06/2008 30/06/2009 30/06/2008

Lucro (prejuízo) antes da tributação e equivalência


patrimonial, pós participação dos empregados (44.998) (62.390) 257.018 258.412
Alíquotas oficiais de imposto - % 34 34 34 34
Encargos de imposto de renda e contribuição social
às alíquotas oficiais 15.299 21.213 (87.386) (87.860)
Ajustes dos encargos à taxa efetiva:
Provisões operacionais e despesas
indedutíveis/receitas não tributáveis - (5) (1.802) 13.119
Ajuste do lucro presumido - - 5.510 2.850
Juros sobre o capital próprio (14.960) - - -
Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT - - 232 182
Demais ajustes - - 3.801 (838)
Imposto de renda e contribuição social antes dos
incentivos fiscais 339 21.208 (79.645) (72.547)

Incentivos fiscais – ADENE - - 9.777 15.973


Imposto de renda e contribuição social na
demonstração do resultado 339 21.208 (69.868) (56.574)

Corrente - - (78.215) (72.805)


Diferido 339 21.208 (1.430) 258
Incentivos fiscais – ADENE - - 9.777 15.973

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


c. Isenção de impostos

As seguintes sociedades controladas gozam de isenção parcial ou integral de IRPJ, em virtude


do programa do governo para o desenvolvimento do nordeste brasileiro:

Controlada Unidades Incentivo - % Término

Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio Planta de Camaçari 75 2016

Bahiana Distribuidora de Gás Ltda. Base de Mataripe 75 2013


Base de Suape (*) 100 2007
Base de Aracaju (**) 75 2017
Base de Caucaia 75 2012

Terminal Químico de Aratu S.A. - Tequimar Terminal de Aratu 75 2012


Terminal de Suape 75 2015

(*) Em dezembro de 2007 expirou a isenção da base de Suape e foi protocolado pedido na
Agência de Desenvolvimento do Nordeste - ADENE, responsável pela gestão desse
programa de incentivo, solicitando 75% de redução do imposto de renda até 2017. Caso
essa redução de 75% não venha a ser concedida, a controlada protocolará novo pedido à
ADENE, pleiteando a redução de 12,5% até 2013, a que tem direito por estar situada em
área de incentivo e por ser considerada atividade econômica prioritária para o
desenvolvimento da região. Em função disto, a controlada não vem registrando benefício
de imposto de renda para esta unidade.

(**) Em virtude de modernização efetuada na base de Aracaju, a Agência de Desenvolvimento


do Nordeste – ADENE aprovou incremento na redução de imposto de renda de 25% para
75% até 2017, através de laudo expedido em 19 de dezembro de 2008. O prazo de 120
dias para que a Secretaria da Receita Federal se manifestasse sobre o laudo expirou em
maio, fato que permitiu à controlada registrar o incentivo extemporaneamente no
montante de R$ 850.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

11 Despesas do exercício seguinte (Consolidado)


30/06/2009 31/03/2009

Aluguéis 28.577 23.235


Propaganda e publicidade 15.700 20.392
Prêmios de seguros 8.326 11.285
Compras de vale alimentação e transporte 2.833 2.820
Tributos e demais despesas antecipadas 18.782 10.730

74.218 68.462

Circulante 51.197 44.715

Não circulante 23.021 23.747

12 Investimentos

a. Sociedades controladas (controladora)

Investimentos Equivalência Patrimonial


30/06/2009 31/03/2009 30/06/2009 30/06/2008
Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga 2.616.330 2.633.980 196.641 172.324
Oxiteno S.A. Indústria e Comércio 1.559.077 1.551.023 22.433 51.155
Ultracargo – Operações Logísticas e Participações Ltda. 637.255 626.394 17.840 1.746
Sociedade Brasileira de Participações Ltda. - 62.861 (17.076) -
Refinaria de Petróleo Riograndense S.A. (controlada em
conjunto) (6.002) (11.888) 9.302 (14.754)
Distribuidora de Produtos de Petróleo Ipiranga S.A. (i) - - - 16.510
Ultragaz Participações Ltda. (i) - - - 12.133
Imaven Imóveis Ltda. - - - 2.286
4.806.660 4.862.370 229.140 241.400

(i) Empresas incorporadas no último trimestre de 2008 pela Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga.

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b. Sociedades coligadas (consolidado)

Investimentos Equivalência Patrimonial


30/06/2009 31/03/2009 30/06/2009 30/06/2008
Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. 6.589 7.310 (69) 12
Química da Bahia Indústria e Comércio S.A. (ii) 3.752 3.612 118 (91)
Oxicap Indústria de Gases Ltda. (ii) 1.928 1.958 (10) 160
Metalúrgica Plus S.A. (ii) - - - (22)
12.269 12.880 39 59

(ii) Informações trimestrais examinadas por outros auditores independentes.

Nas informações trimestrais consolidadas, o investimento da controlada Oxiteno S.A. Indústria


e Comércio na coligada Oxicap Indústria de Gases Ltda. está avaliado pela equivalência
patrimonial com base nas suas informações de 31 de maio de 2009, enquanto as demais
coligadas estão avaliadas com base nas informações trimestrais de 30 de junho de 2009.

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13 Imobilizado (Consolidado)
30/06/2009 31/03/2009
Taxa média
anual de Depreciação Provisão
depreciação - % Custo acumulada para perdas Líquido Líquido

Terrenos - 392.510 - (197) 392.313 192.053


Edificações 4 1.057.642 (403.780) - 653.862 467.616
Benfeitorias em imóveis de terceiros 6 328.627 (155.294) - 173.333 134.598
Máquinas e equipamentos 10 2.432.311 (890.874) (1.591) 1.539.846 1.430.998
Equipamentos e instalações para
distribuição de combustíveis
claros/lubrificantes 10 1.190.566 (724.829) - 465.737 395.280
Tanques e vasilhames para GLP 10 339.390 (191.024) - 148.366 129.815
Veículos 21 240.816 (179.676) - 61.140 62.047
Móveis e utensílios 10 88.534 (49.609) - 38.925 31.671
Obras em andamento - 166.528 - - 166.528 165.943
Adiantamentos a fornecedores - 75.358 - - 75.358 89.873
Importações em andamento - 1.745 - - 1.745 1.687
Equipamentos de informática 20 169.266 (133.058) - 36.208 35.827

6.483.293 (2.728.144) (1.788) 3.753.361 3.137.408

Não houve movimentação da provisão para perdas durante o 1° semestre de 2009.

As obras em andamento referem-se substancialmente: (i) às ampliações e reformas dos parques


industriais e (ii) à construção e modernização de postos de serviços e bases de distribuição de
combustíveis.

Os adiantamentos efetuados a fornecedores de bens patrimoniais referem-se basicamente à


fabricação sob encomenda de equipamentos para expansão das unidades industriais.

Conforme permissão da Lei 11.638/07 e Deliberação CVM 565/08, a Sociedade optou por manter
os saldos de reavaliação até a sua efetiva realização, por depreciação ou baixa, passando os mesmos
a compor o valor de custo dos bens. Em 30 de junho de 2009, o saldo de reavaliação do imobilizado
é R$ 21.795 (R$ 22.278 em 31 de março de 2009).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

14 Intangível (Consolidado)

30/06/2009 31/03/2009
Taxa média
anual de Amortização Provisão
amortização - % Custo acumulada para perdas Líquido Líquido

Ágio por expectativa de rentabilidade futura - 813.622 (103.046) - 710.576 496.741


Software 20 216.586 (141.760) - 74.826 70.121
Tecnologia 20 18.141 (5.195) - 12.946 13.713
Direitos de propriedade comercial 3 16.334 (3.044) - 13.290 13.427
Fundo de comércio 20 17.561 (13.977) - 3.584 3.658
Outros 10 3.860 (698) (1.084) 2.078 529

1.086.104 (267.720) (1.084) 817.300 598.189

A movimentação do ativo intangível em 30 de junho de 2009 é demonstrada conforme a seguir:

Ágio por Direitos de


expectativa de proprie-
rentabilidade dade Fundo de
futura Software Tecnologia comercial comércio Outros Total

Saldo em 31 de março
de 2009 496.741 70.121 13.713 13.427 3.658 529 598.189
Adições 213.835 10.828 - - 405 2.063 227.131
Baixas - 12 - - - - 12
Amortizações - (6.135) (767) (137) (479) (514) (8.032)

Saldo em 30 de
junho de 2009 710.576 74.826 12.946 13.290 3.584 2.078 817.300

Taxa média anual de


amortização - % - 20 20 3 20 10

No resultado do semestre foi contabilizado o montante de R$ 8.032 a título de amortização dos


intangíveis, dos quais R$ 6.129 foram classificados como despesa sendo o restante apropriado ao
custo de produção e serviços.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os ágios gerados por expectativa de rentabilidade futura na aquisição de empresas foram
amortizados até 31 de dezembro de 2008, quando cessou sua amortização, e o saldo líquido
remanescente é testado por recuperabilidade anualmente.

A Sociedade possui os seguintes saldos de ágio por rentabilidade futura em 30 de junho de 2009 e
31 de março de 2009, líquidos de efeitos fiscais (ver nota explicativa n° 10.a):

30/06/2009 31/03/2009
Ágio na aquisição de:
Ipiranga 276.724 276.724
União Terminais 211.089 211.089
Texaco (*) 213.835 -
Outros 8.928 8.928
710.576 496.741

(*) Em 31 de março de 2009, a controlada SBP realizou a liquidação financeira da aquisição da


Texaco (vide notas explicativas n° 4 e n° 20).

Software inclui as licenças de uso e gastos com a implantação dos diversos sistemas utilizados pela
Sociedade e suas controladas, tais como: sistemas integrados de gestão e controle, administração
financeira, comércio exterior, automação industrial, gerenciamento operacional de transportes e
armazenagem e informações contábeis, entre outros.

A Sociedade registra como tecnologia certos direitos de uso detidos pelas controladas Oxiteno S.A.
Indústria e Comércio, Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio e Oleoquímica Indústria e
Comércio de Produtos Químicos Ltda. Tais licenciamentos abrangem a produção de óxido de
etileno, etilenoglicóis, etanolaminas, éteres glicólicos, etoxilados, solventes, ácidos graxos de óleos
vegetais, alcoóis graxos e especialidades químicas, produtos estes que atendem diversos segmentos
da economia.

Direitos de propriedade comercial incluem os descritos a seguir:

• Em 11 de julho de 2002, a controlada Tequimar assinou contrato com a CODEBA - Companhia


das Docas do Estado da Bahia, que permite a exploração da área na qual está situado o Terminal
de Aratu por 20 anos, renovável por igual período. O preço pago pelo Tequimar foi de R$
12.000, o qual está sendo amortizado no período compreendido entre agosto de 2002 e julho de
2042.

• Adicionalmente, a controlada Tequimar possui contrato de arrendamento de área adjacente ao


Porto de Santos por 20 anos a partir de dezembro de 2002, renovável por igual período, que
permite construir, operar e explorar terminal destinado a recepção, tancagem, movimentação e
distribuição de granéis líquidos. O preço pago pelo Tequimar foi de R$ 4.334, o qual está sendo
amortizado no período compreendido entre agosto de 2005 e dezembro de 2022.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os gastos com pesquisa e desenvolvimento totalizaram R$ 5.458 no resultado do semestre findo em
30 de junho de 2009 (R$ 4.697 no resultado de 30 de junho de 2008).

15 Diferido (Consolidado)
30/06/2009 31/03/2009
Taxa média
anual de Amortização
amortização - % Custo acumulada Líquido Líquido

Gastos com reestruturações 26 25.910 (13.254) 12.656 14.128

Os gastos com reestruturações referem-se à atividade de distribuição de GLP, a saber: (i) gastos
efetuados em projetos de expansão envolvendo novas regiões de atuação e (ii) gastos com a
reestruturação da rede de distribuição domiciliar, objetivando o aumento da margem de contribuição
e a expansão no mercado de gás envasado através de novas revendas. Os gastos serão mantidos
nesse grupo até sua completa amortização, o que ocorrerá em dezembro de 2013.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


16 Financiamentos, debêntures e arrendamento mercantil financeiro -
Consolidado

a. Composição

Encargos
financeiros
anuais
Descrição 30/06/2009 31/03/2009 Índice/Moeda 2009 - % Vencimento
Moeda estrangeira:
Notas no mercado externo (b) 482.632 582.756 US$ +7,2 2015
Notas no mercado externo (c) 117.151 142.147 US$ +9,0 2020
Empréstimo sindicalizado (c) 116.909 139.917 US$ + LIBOR (i) +1,2 2011
ACC 105.564 130.150 US$ +1,2 a 7,0 < 189 dias
BNDES 42.852 49.160 US$ +5,5 a 8,6 2010 a 2015
Instituições financeiras 37.642 46.495 US$ + LIBOR (i) +1,1 a 2,1 2009 a 2011
Instituições financeiras 12.342 14.541 MX$ + TIIE (ii) +1,0 a 4,0 2009 a 2014
FINIMP – União Terminais 4.023 4.740 US$ +7,0 a 7,8 2009 a 2012
Instituições financeiras 2.078 326 Bs (iv) +19,0 a 28,0 2010 a 2013
BNDES 1.130 2.372 UMBNDES (iii) +6,4 a 8,2 2009 a 2011
Subtotal 922.323 1.112.604

Moeda nacional:

Debêntures (d) 1.197.106 - CDI +3,0 2012


Notas promissórias (d) - 1.239.967 CDI +3,6 2009
Banco do Brasil 539.174 528.838 CDI 91,0 a 95,0 2009 a 2010
Caixa Econômica Federal 493.188 493.475 CDI 120,0 2012
BNDES 387.719 393.968 TJLP (v) +1,5 a 4,8 2009 a 2018
Banco do Nordeste do Brasil 119.194 103.519 FNE (vi) 8,5 a 10,0 2018
Empréstimo de capital de giro – MaxFácil 106.228 111.514 CDI 100,0 2010
FINEP 59.589 63.464 TJLP (v) -2,0 a +5,0 2009 a 2014
Empréstimo de capital de giro – União
Terminais/RPR 40.936 31.090 CDI 105,0 a 130,1 2009 a 2011
FINAME 27.294 33.563 TJLP (v) +2,0 a 5,1 2009 a 2013
Arrendamento mercantil financeiro pós-fixado (e) 19.104 21.888 CDI +0,3 a 1,6 2009 a 2011
Arrendamento mercantil financeiro pré-fixado (e) 1.435 1.115 R$ +13,0 a 15,9 2010 a 2014
Outros 3.060 3.474 CDI +0,3 a 0,5 2009 a 2011
Subtotal 2.994.027 3.025.875

Total de financiamentos, debêntures e


arrendamento mercantil financeiro 3.916.350 4.138.479

Circulante 885.594 2.083.541

Não circulante 3.030.756 2.054.938

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(i) LIBOR = London Interbank Offered Rate

(ii) MX$ = peso mexicano; TIIE = taxa mexicana de juros interbancária de equilíbrio.

(iii) UMBNDES = unidade monetária do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. É uma
“cesta de moedas” representando a composição das obrigações de dívida em moeda estrangeira do BNDES. Em
junho de 2009, esta composição refletia em 95%, o dólar norte-americano.

(iv) Bs = bolívar venezuelano.

(v) TJLP = fixada pelo Conselho Monetário Nacional, a TJLP é o custo básico de financiamento do BNDES.

(vi) FNE = Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste.

Os montantes a longo prazo têm a seguinte composição por ano de vencimento:

30/06/2009 31/03/2009
De 1 a 2 anos 516.384 349.097
De 2 a 3 anos 1.661.343 728.455
De 3 a 4 anos 104.754 106.009
De 4 a 5 anos 68.339 76.203
Mais de 5 anos 679.936 795.174
3.030.756 2.054.938

Conforme previsto na Deliberação CVM 556/08, custos de transação e prêmios de emissão


associados a operações de captações financeiras da Sociedade e suas controladas foram agregados
aos respectivos passivos financeiros e foi calculada a taxa de juros efetiva de cada captação.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b. Notas no mercado externo

Em dezembro de 2005, a controlada LPG International Inc. emitiu US$ 250 milhões de notas no
mercado externo, com vencimento em dezembro de 2015 e encargo financeiro de 7,25% a.a.,
pagos semestralmente, sendo o primeiro pagamento em junho de 2006. O preço da emissão foi
de 98,75% do valor de face da nota, o que representou um rendimento total para o investidor de
7,429% a.a. no momento da emissão. As notas foram garantidas pela Sociedade e pela Oxiteno
S.A. Indústria e Comércio.

Em decorrência da emissão de notas no mercado externo, a Sociedade e suas controladas,


anteriormente mencionadas, estão sujeitas a certos compromissos, entre eles:

• Limitação de transações com acionistas que possuam mais de 5% de qualquer classe do


capital da Sociedade, as quais não sejam tão favoráveis à Sociedade quanto se obteria em
mercado.

• Obrigação de deliberação do Conselho de Administração para transações com partes


relacionadas em montante superior a US$ 15 milhões (excetuando-se transações da
Sociedade com controladas e entre controladas).

• Restrição de alienação da totalidade ou da quase totalidade dos ativos da Sociedade e


controladas.

• Restrição de gravames em ativos superior a US$ 150 milhões ou 15% do valor dos ativos
tangíveis consolidados.

As restrições impostas à Sociedade e suas controladas são usuais em operações dessa natureza e
não limitaram a capacidade destas de conduzirem seus negócios até o momento.

c. Notas no mercado externo

Em junho de 1997, a controlada Companhia Ultragaz S.A. emitiu US$ 60 milhões em notas no
mercado externo (Notas Originais), com vencimento em 2005, tendo obtido, em junho de 2005,
a extensão do vencimento dessas notas para junho de 2020, com opção de venda/compra em
junho de 2008, não exercida pela controlada e instituições financeiras. O próximo direito de
opção de compra/venda será em junho de 2011.

Em junho de 2005, a controlada Oxiteno Overseas Corp. adquiriu a totalidade das Notas
Originais emitidas pela Companhia Ultragaz S.A. com recursos oriundos de empréstimo
sindicalizado no montante de US$ 60 milhões com vencimento em junho de 2008 e encargo
financeiro de 5,05% a.a. Em junho de 2008, o empréstimo sindicalizado foi renovado nas
mesmas condições anteriores, alterando-se os encargos financeiros para LIBOR + 1,25% a.a. O
empréstimo sindicalizado é garantido pela Sociedade e pela Oxiteno S.A. Indústria e Comércio.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em decorrência da emissão do empréstimo sindicalizado, algumas obrigações adicionais às da
nota explicativa n° 16.b) também devem ser mantidas pela Sociedade:

• Manutenção de índice financeiro, determinado pela razão entre dívida líquida e Lucro Antes
dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização - LAJIDA consolidados, menor ou igual a
3,5.
• Manutenção de índice financeiro, determinado pela razão entre LAJIDA consolidado e
despesas financeiras líquidas consolidadas, maior ou igual a 1,5.
As restrições impostas à Sociedade e suas controladas são usuais em operações dessa natureza e
não limitaram a capacidade destas de conduzirem seus negócios até o momento.

Em abril de 2006, a controlada Oxiteno Overseas Corp. realizou operação de venda das Notas
Originais emitidas pela Companhia Ultragaz S.A. a uma instituição financeira.
Simultaneamente, a controlada adquiriu da mesma instituição financeira notas vinculadas às
Notas Originais (as Notas Vinculadas), conforme comentado na nota explicativa nº 5, obtendo,
dessa forma, um retorno adicional nesse investimento. A operação tem vencimento em 2020,
podendo tanto a controlada como a instituição financeira resgatá-la de forma antecipada. Na
situação de eventual insolvência da instituição financeira, a Companhia Ultragaz S.A. teria de
liquidar as Notas Originais, mas a Oxiteno Overseas Corp. continuaria a ser credora das Notas
Vinculadas.

d. Debêntures e Notas Promissórias

Em junho de 2009, a Sociedade emitiu sua terceira emissão de Debêntures, em série única de
1.200 debêntures simples, não conversíveis em ações, de espécie quirográfica, cujas principais
características são:

Valor nominal unitário: R$ 1.000.000,00


Vencimento final: 19 de maio de 2012
Pagamento do valor nominal: Parcela única no vencimento final
Remuneração: 100% CDI + 3,0% a.a.
Pagamento da remuneração: Anualmente
Repactuação: Não haverá repactuação

Os recursos obtidos com essa emissão foram destinados ao pagamento antecipado, em junho de
2009, das 120 Notas Promissórias no montante total de R$ 1.200.000 emitidas pela Sociedade
em dezembro de 2008. A emissão das debêntures permitiu à Ultrapar alongar seu perfil da
dívida, reduzindo seu custo de financiamento de CDI + 3,6% para CDI + 3,0% ao ano e
proporcionando maior flexibilidade financeira, e aumentar sua liquidez.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

e. Contratos de arrendamento mercantil financeiro

As controladas CBPI, Serma, SBP e Tequimar mantêm contratos de arrendamento mercantil


financeiro, principalmente relacionados a equipamentos para distribuição de combustíveis, tais
como tanques, bombas, compressores de GNV, equipamentos de informática e veículos. Esses
contratos têm prazos entre 36 e 60 meses.

As controladas têm a opção de comprar os ativos por um preço substancialmente mais baixo do
que o valor justo à data da opção, e a Administração possui a intenção de exercê-la. Não há
quaisquer restrições impostas nestes acordos.

Os valores do imobilizado, líquido de depreciação, e do passivo correspondentes a esses


equipamentos, registrados nas informações trimestrais em 30 de junho de 2009, estão abaixo
demonstrados:

Equipamentos de Equipamentos de
distribuição de informática e
combustíveis veículos

Imobilizado líquido de depreciação 23.939 3.522

Financiamento 18.574 1.965

Circulante 11.399 847


Não circulante 7.175 1.118

Os desembolsos futuros (contraprestações), assumidos em decorrência desses contratos,


totalizam aproximadamente:

Equipamentos de Equipamentos de
distribuição de informática e
combustíveis veículos

Até 1 ano 11.680 1.027


Mais de 1 ano 7.333 1.383

19.013 2.410

As contraprestações acima incluem os valores de ISS a serem pagos nas contraprestações


mensais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


f. Garantias

Os financiamentos estão garantidos por alienação fiduciária dos bens do imobilizado no


montante de R$ 52.084 em 30 de junho de 2009 (R$ $ 59.747 em 31 de março de 2009), por
avais e fianças prestados a controladas no montante de R$ 1.859.590 em 30 de junho de 2009
(R$ 1.445.491 em 31 de março de 2009) e notas promissórias.

Algumas controladas emitiram garantias para instituições financeiras relacionadas às quantias


devidas a essas instituições por alguns de seus clientes (financiamento de “vendor”). Caso
alguma controlada venha a ser instada a realizar pagamento relativo a essas garantias, a
controlada poderá recuperar o montante pago diretamente de seus clientes através de cobrança
comercial. O montante máximo de pagamentos futuros relacionados a essas garantias é de R$
11.995 em 30 de junho de 2009 (R$ 15.076 em 31 de março de 2009), com vencimentos de até
210 dias. Até 30 de junho de 2009, a Sociedade e suas controladas não sofreram perdas nem
registraram passivos relacionados a essas garantias.

A Sociedade e suas controladas têm em certos financiamentos cláusulas de inadimplência


cruzada que as obrigam a pagar a dívida contratada no caso de inadimplência de outras dívidas
em valor igual ou superior a US$ 10 milhões. Em 30 de junho de 2009 não havia casos de
inadimplência em relação a dívidas da Sociedade e suas controladas.

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17 Patrimônio líquido

a. Capital social

A Sociedade é uma sociedade anônima de capital aberto, com ações negociadas nas Bolsas de
Valores de São Paulo e de Nova Iorque, cujo capital social subscrito e integralizado está
representado por 136.095.999 ações sem valor nominal, sendo 49.429.897 ordinárias e
86.666.102 preferenciais.

Em 30 de junho de 2009 estavam em circulação no exterior 12.641.725 ações preferenciais na


forma de “American Depositary Receipts - ADRs”.

As ações preferenciais, não conversíveis em ordinárias, não possuem direito a voto e detêm a
prioridade no reembolso do capital, sem prêmio, na liquidação da Sociedade.

No início de 2000 a Sociedade concedeu, através de acordo de acionistas, o direito de “Tag


Along”, que assegura aos acionistas não controladores condições idênticas às negociadas pelos
acionistas controladores em caso de alienação do controle acionário da Sociedade. Em 2004,
este direito passou a constar no Estatuto da Sociedade.

A Sociedade está autorizada a aumentar o capital social, independentemente de reforma


estatutária, por deliberação do Conselho de Administração, até que este atinja R$ 4.500.000,
mediante a emissão de ações ordinárias ou preferenciais, sem guardar a proporção existente,
observado o limite de 2/3 de ações preferenciais do total das ações emitidas.

b. Ações em tesouraria

A Sociedade adquiriu ações de sua emissão a preços de mercado, sem redução do capital social,
para manutenção em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, nos termos das
Instruções CVM 10, de 14 de fevereiro de 1980, e 268, de 13 de novembro de 1997. No
primeiro semestre de 2009 não houve recompra de ações.

Em 30 de junho de 2009, as informações trimestrais da controladora totalizam em tesouraria


2.201.272 ações preferenciais e 6.617 ações ordinárias, adquiridas ao custo médio de R$ 57,79
e R$ 19,30 por ação, respectivamente. No consolidado constam em tesouraria 2.592.247 ações
preferenciais e 6.617 ações ordinárias, adquiridas ao custo médio de R$ 54,22 e R$ 19,30 por
ação, respectivamente.

O preço das ações preferenciais de emissão da Sociedade em 30 de junho de 2009 na


BM&FBovespa era de R$ 62,14.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


c. Reserva de capital

A reserva de capital reflete o ágio com a alienação de ações a preço de mercado para
manutenção em tesouraria nas controladas da Sociedade, ao preço médio de
R$ 41,55 por ação. Tais ações foram utilizadas para concessão de usufruto a executivos dessas
controladas, conforme mencionado na nota explicativa nº 9.c).

d. Reserva de reavaliação

A reserva de reavaliação reflete a reavaliação de ativos de controladas e é realizada com base


nas depreciações, baixas ou alienações dos respectivos bens reavaliados das controladas,
considerando-se, ainda, os efeitos tributários das provisões constituídas por essas controladas.

Em alguns casos, os encargos tributários sobre a reserva de reavaliação reflexa de determinadas


controladas são reconhecidos à medida que a reserva é realizada, por serem anteriores à
publicação da Deliberação CVM 183/95.

e. Reserva de retenção de lucros


É destinada à aplicação em investimentos previstos em orçamento de capital, principalmente em
expansão, produtividade e qualidade, aquisições e novos investimentos. Constituída em
observância ao artigo 196 da Lei das Sociedades por Ações, inclui tanto a parcela do lucro
líquido do exercício como a realização da reserva de reavaliação e, em 2008, a parcela relativa
ao ajuste inicial às Leis 11.638/07 e 11.941/09.

f. Reserva de lucros a realizar


Constituída de acordo com o estabelecido no artigo 197 da Lei das Sociedades por Ações, com
base no resultado de equivalência patrimonial auferido pela Sociedade. Sua realização
normalmente ocorre por ocasião do recebimento de dividendos, alienação e baixa dos
investimentos.

g. Conciliação entre o patrimônio líquido da controladora e do consolidado


30/06/2009 31/03/2009
Patrimônio líquido da controladora 4.841.987 4.754.209
Ações em tesouraria em poder de controladas - líquidas de
realização (10.330) (10.759)
Reserva de capital oriunda da venda de ações em tesouraria para
controladas - líquida de realização (1.841) (1.921)

Patrimônio líquido do consolidado 4.829.816 4.741.529

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


h. Ajuste de avaliação patrimonial

As diferenças entre o valor justo e o custo corrigido (i) das aplicações financeiras classificadas
como disponíveis para venda e (ii) dos instrumentos financeiros designados como hedge de
fluxo de caixa são reconhecidas diretamente no patrimônio líquido na conta Ajuste de avaliação
patrimonial. Os ganhos e perdas registrados no patrimônio líquido são realizados para o
resultado, caso ocorra sua liquidação antecipada.

i. Ajustes acumulados de conversão de moeda estrangeira

A variação de taxas de câmbio sobre controladas no exterior com moeda funcional diferente da
moeda funcional da Sociedade é reconhecida diretamente no patrimônio líquido. Esse efeito
acumulado é revertido para o resultado do exercício como ganho ou perda somente em caso de
alienação ou baixa do investimento.

18 Outras receitas
Compõem-se, principalmente, de R$ 9.911 (receita) (R$ 7.227 (receita) em 30 de junho de 2008) de
resultado da venda do ativo imobilizado, notadamente vasilhames, imóveis e veículos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

19 Informações sobre segmento


A Sociedade possui quatro segmentos de negócios relevantes: distribuição de gás, distribuição de
combustíveis, químico e logística. O segmento de distribuição de gás distribui GLP a consumidores
residenciais, comerciais e industriais, principalmente nas Regiões Sul, Sudeste e Nordeste do País.
O segmento de distribuição de combustíveis opera na distribuição de combustíveis claros,
lubrificantes e atividades relacionadas em todo território nacional, a partir da aquisição da Texaco
em 1° de abril de 2009. O segmento químico produz óxido de eteno e seus derivados, que são
matérias-primas para os segmentos de cosméticos e detergentes, agroquímicos, de tintas e vernizes,
entre outros. O segmento de logística opera transporte e armazenagem, principalmente nas Regiões
Sudeste e Nordeste do País. Os segmentos apresentados nas informações trimestrais são unidades de
negócio estratégicas que oferecem produtos e serviços distintos. As vendas entre segmentos são
feitas a preços semelhantes àqueles que poderiam ser praticados com terceiros.
As principais informações financeiras sobre cada um dos segmentos da Sociedade podem ser assim
demonstradas (eliminadas as transações entre segmentos):
30/06/2009 30/06/2008

Ultragaz Oxiteno Ultracargo Ipiranga Outros Consolidado Consolidado


Receita líquida 1.626.751 932.799 139.284 13.326.360 8.010 16.033.204 12.919.783
Lucro operacional antes das
receitas (despesas) financeiras,
outras receitas e equivalência
patrimonial 66.949 24.357 25.862 254.919 20.886 392.973 303.886
Ativo total 1.079.210 2.662.410 867.072 5.049.003 542.722 10.200.417 9.023.818

Na tabela acima, a coluna “outros” é composta principalmente pela controladora Ultrapar


Participações S.A. e pela participação na atividade de Refino.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

20 Resultado financeiro (Consolidado)


30/06/2009 30/06/2008
Receitas financeiras:
Juros sobre aplicações financeiras 70.524 112.030
Juros de clientes 16.589 8.000
Outras receitas 2.761 1.371

89.874 121.401
Despesas financeiras:
Juros sobre financiamentos (185.529) (117.155)
Juros sobre debêntures (9.638) (22.087)
Juros sobre arrendamento mercantil financeiro (1.393) (1.001)
Encargos bancários, IOF e outros impostos (*) (32.157) (14.467)
Variações monetárias e cambiais, líquidas de resultado de
instrumentos de proteção 1.335 (5.415)
Atualizações de provisões e outras despesas (8.358) (10.095)

(235.740) (170.220)

Resultado financeiro (145.866) (48.819)

(*) Inclui R$ 4,5 milhões referente ao IOF incidente sobre contrato de câmbio para pagamento da
aquisição da Texaco e R$ 7,3 milhões de encargos bancários incorridos na emissão da nota
promissória da Sociedade em junho de 2009 (ver nota explicativa n° 16.d).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


21 Riscos e instrumentos financeiros (Consolidado)
Gestão de riscos e instrumentos financeiros - Governança

Os principais fatores de risco a que a Sociedade e suas controladas estão expostas refletem aspectos
estratégico-operacionais e econômico-financeiros. Os riscos estratégico-operacionais (tais como,
entre outros, comportamento de demanda, concorrência, inovação tecnológica e mudanças
relevantes na estrutura da indústria) são endereçados pelo modelo de gestão da Sociedade. Os riscos
econômico-financeiros refletem, principalmente, a inadimplência de clientes, o comportamento de
variáveis macroeconômicas, como taxas de câmbio e de juros, bem como as características dos
instrumentos financeiros que a Sociedade e suas controladas utilizam e as suas contrapartes. Esses
riscos são administrados por meio de políticas de controle, estratégias específicas e determinação de
limites.

A Sociedade possui uma política conservadora de gestão dos recursos, instrumentos e riscos
financeiros aprovada pelo seu Conselho de Administração (“Política”). De acordo com a Política, a
administração financeira tem como principais objetivos preservar o valor e a liquidez dos ativos
financeiros e garantir recursos financeiros para o bom andamento dos negócios, incluindo suas
expansões. Os principais riscos financeiros considerados na Política são riscos de moedas, juros,
crédito e seleção de instrumentos financeiros. A governança da gestão dos riscos e instrumentos
financeiros segue a segregação de responsabilidades abaixo:

• A execução da gestão dos recursos, instrumentos e riscos financeiros é feita pela Diretoria
Financeira, através da tesouraria, com acompanhamento das áreas fiscal e contábil.
• A supervisão e monitoramento do cumprimento dos princípios, diretrizes e parâmetros da
Política é de responsabilidade do Comitê de Riscos e Aplicações Financeiras existente há
mais de 10 anos e composto por membros da Diretoria Executiva da Sociedade (“Comitê”).
O Comitê se reúne regularmente e tem como atribuições, entre outras, a discussão e
acompanhamento das estratégias financeiras, das exposições existentes e das operações
relevantes que envolvam aplicação, captação de recursos ou mitigação de riscos. O Comitê
monitora mensalmente os parâmetros de risco estabelecidos pela Política através de um
mapa de acompanhamento.
• As alterações da Política ou revisões dos seus parâmetros são sujeitas à aprovação do
Conselho de Administração da Sociedade.
• O contínuo aprimoramento da Política é responsabilidade conjunta do Conselho de
Administração, do Comitê e da Diretoria Financeira.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Risco de moedas

A maior parte das operações da Sociedade e suas controladas se localiza no Brasil, e portanto a
moeda de referência para a gestão do risco de moedas é o Real. A gestão do risco de moedas é
guiada pela neutralidade de exposições cambiais e considera os riscos transacional, contábil e
operacional da Sociedade e suas controladas às mudanças nas taxas de câmbio. A Sociedade
considera como suas principais exposições cambiais os ativos e passivos em moeda estrangeira e o
fluxo de curto prazo das vendas líquidas em moeda estrangeira da Oxiteno.

As controladas da Sociedade utilizam instrumentos de proteção cambial (principalmente entre o


Real e o dólar norte-americano) disponíveis no mercado financeiro para proteger seus ativos,
passivos, recebimentos e desembolsos em moeda estrangeira, com o objetivo de reduzir os efeitos
da variação cambial em seus resultados e fluxo de caixa em Reais, dentro dos limites de exposição
de sua Política. Tais instrumentos de proteção cambial possuem montantes, prazos e índices
substancialmente equivalentes aos dos ativos, passivos, recebimentos e desembolsos em moeda
estrangeira aos quais se encontram vinculados. Estão demonstrados a seguir os ativos e passivos em
moeda estrangeira, convertidos para Reais em 30 de junho de 2009 e 31 de março de 2009:

Ativos e passivos em moeda estrangeira

Valores em milhões de Reais 30/06/2009 31/03/2009


Ativos em moeda estrangeira
Aplicações financeiras em moeda estrangeira 379,8 658,2
Investimentos em controladas no exterior 65,9 87,0
Contas a receber de clientes no exterior, líquidas de
adiantamentos de contrato de exportação e provisão para perda 60,6 51,3
Disponibilidades no exterior 6,2 14,9
Adiantamento a fornecedores estrangeiros, líquidos de contas a
pagar decorrentes de importação 31,2 14,1
543,7 825,5

Passivos em moeda estrangeira


Financiamentos em moeda estrangeira 922,3 1.112,6

Instrumentos de proteção cambial 206,4 223,5


Posição líquida ativa (passiva) (172,2) (63,6)

Com base na posição de R$ 172,2 milhões passiva em moeda estrangeira acima demonstrada,
estimamos que uma desvalorização (valorização) de 10% do Real produziria um efeito total de R$
17,2 milhões, dos quais R$ 22,5 milhões de despesa (receita) financeira e R$ 5,3 milhões de ganho

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(perda) lançado diretamente no patrimônio líquido na conta de ajustes acumulados de conversão
(ver nota explicativa n° 3.n).

Risco de juros

A Sociedade e suas controladas adotam políticas conservadoras de captação e aplicação de recursos


financeiros e de minimização do custo de capital. As aplicações financeiras da Sociedade e de suas
controladas são principalmente mantidas em operações vinculadas ao juro do Certificado de
Depósito Interbancário – “CDI”, conforme apontado na nota explicativa nº 5. As captações são
principalmente oriundas de financiamentos do BNDES e outros órgãos de fomento, debêntures e
captações em moeda estrangeira, conforme divulgado na nota explicativa nº 16.

A Sociedade não gerencia ativamente os riscos associados a alterações no patamar das taxas de
juros, procurando manter seus ativos e passivos financeiros de juros em taxas flutuantes. Em 30 de
junho de 2009 a Sociedade e suas controladas não possuíam instrumentos financeiros derivativos
para o gerenciamento de risco de taxa de juros vinculados a empréstimos nacionais.

Riscos de crédito

Os instrumentos financeiros que sujeitam a Sociedade e suas controladas a riscos de crédito da


contraparte são representados, basicamente, pelas disponibilidades, aplicações financeiras e contas a
receber.

Risco de crédito de instituições financeiras - Tal risco decorre da incapacidade de instituições


financeiras cumprirem suas obrigações financeiras com a Sociedade ou suas controladas por
insolvência. A Sociedade e suas controladas executam regularmente análise de crédito das
instituições nas quais mantêm disponibilidades, aplicações financeiras e instrumentos de proteção
através de diversas metodologias que avaliam liquidez, solvência, alavancagem, qualidade da
carteira, etc. As disponibilidades, aplicações financeiras e instrumentos de proteção são mantidos
somente em instituições com histórico de sólida posição de crédito, privilegiando segurança e
solidez. O volume de disponibilidades, aplicações financeiras e instrumentos de proteção são objeto
de limites máximos por instituição, requerendo portanto diversificação de contraparte.

Risco de crédito de governos - A Sociedade e suas controladas possuem aplicações financeiras em


títulos públicos federais, limitados aos do governo brasileiro e de países classificados como grau de
investimento AAA ou Aaa por agências de risco especializadas. O volume de aplicações financeiras
são objeto de limites máximos por país, requerendo portanto diversificação de contraparte.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Risco de crédito de clientes - Tais riscos são administrados por cada unidade de negócio através de
critérios específicos de aceitação de clientes e análise de crédito, além de serem mitigados pela
diversificação de vendas. A Oxiteno S.A. Indústria e Comércio e suas controladas mantiveram, em
30 de junho de 2009, R$ 2.752 (R$ 2.407 em 31 de março de 2009), as controladas Bahiana
Distribuidora de Gás Ltda. e Companhia Ultragaz S.A. mantiveram R$ 11.473 (R$ 9.339 em 31 de
março de 2009), a Ipiranga/Refino mantiveram R$ 94.867 (R$ 48.266 em 31 de março de 2009) e
as controladas da Ultracargo Operações Logísticas e Participações Ltda. mantiveram R$ 1.754 (R$
1.593 em 31 de março de 2009) de provisão para perda potencial em suas contas e seus ativos a
receber.

Seleção e utilização de instrumentos financeiros

Na seleção de aplicações financeiras e instrumentos de proteção são analisados os retornos


estimados, riscos envolvidos, liquidez, metodologia de cálculo do valor contábil e do valor justo e
documentação aplicável ao instrumento financeiro. Os instrumentos financeiros utilizados para a
gestão dos recursos financeiros disponíveis da Sociedade e suas controladas visam preservar valor e
liquidez.

A Política prevê a utilização de instrumentos financeiros derivativos somente para a cobertura de


riscos identificados e em montantes compatíveis com o risco (limitado a 100% do risco
identificado). Os riscos identificados na Política estão descritos nas seções acima desta nota
explicativa, e portanto são objeto da gestão de risco. De acordo com a Política, a Sociedade e suas
controladas podem utilizar contratos a termo, swaps, opções e contratos futuros para a gestão de
riscos identificados. Instrumentos alavancados em derivativos ou com chamada de margem não são
permitidos. Como a utilização de instrumentos financeiros derivativos é limitada à cobertura de
riscos identificados, a Sociedade e suas controladas utilizam a terminologia “instrumentos de
proteção” quando se referem a instrumentos financeiros derivativos.

Conforme mencionado na seção Gestão de riscos e instrumentos financeiros – Governança desta


nota explicativa, o Comitê monitora mensalmente a aderência aos parâmetros de risco estabelecidos
pela Política, através de um mapa de acompanhamento de riscos, incluindo a utilização de
instrumentos de proteção.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A tabela abaixo sumariza a posição dos instrumentos de proteção contratados pela Sociedade e suas
controladas:

Valor de referência Valores a pagar ou a receber no


Contraparte Vencimento nocional* Valor justo período (30/06/2009)

Contratos de swaps Valores a Valores a


30/6/2009 31/3/2009 30/6/2009 31/3/2009
receber pagar

a - Swaps cambiais ativos em dólares americanos


Bradesco, Goldman
Ativo em dólares americanos Sachs, Itaú, jul/2009 a dez/2015 167,8 113,5 325,9 271,4 325,9 -
Passivo em taxa de juros CDI Santander (167,8) (113,5) (345,1) (223,4) - 345,1
Resultado acumulado - - (19,2) 48,0 325,9 345,1

b - Swaps cambiais passivos em dólares americanos


Ativo em taxa de juros CDI Bradesco, HSBC, jul/2009 a set/2009 59,5 18,3 119,6 43,0 119,6 -
Passivo em dólares americanos Itaú, Santander (59,5) (18,3) (114,9) (41,6) - 114,9
Resultado acumulado - - 4,7 1,4 119,6 114,9

c - Swaps de juros
Ativo em taxa de juros libor em dólares americanos 60,0 60,0 112,7 134,6 112,7 -
Itaú jun/2011
Passivo em taxa de juros fixa em dólares americanos (60,0) (60,0) (117,3) (140,9) - 117,3
Resultado acumulado - - (4,6) (6,3) 112,7 117,3

Resultado total bruto - - (19,1) 43,1 558,2 577,3


Imposto de Renda - - (4,1) (9,8) (4,1) -
Resultado total líquido - - (23,2) 33,3 554,1 577,3

* Em USD milhões

Todas as operações acima citadas foram devidamente registradas na CETIP S.A., exceto o swap de
taxa de juros, que é um contrato de balcão regido pelo ISDA (International Swap Dealers
Association, Inc.) assinado com a contraparte Banco Itaú BBA S.A. – Nassau Branch.

Estão descritos abaixo os instrumentos de proteção existentes em 30 de junho de 2009, de acordo


com sua categoria, risco e estratégia de atuação:

Proteção à exposição cambial de passivos em moeda estrangeira - O objetivo destes contratos é


compensar o efeito da variação cambial de uma dívida em dólares norte-americanos,
transformando-a em uma dívida em Reais indexada ao CDI. Em 30 de junho de 2009, a Sociedade e
suas controladas possuíam contratos de swap em aberto que totalizavam US$ 167,8 milhões de
principal, com posição ativa a US$ + 6,38 a.a. e posição passiva a 121,48% do CDI.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Proteção à exposição cambial operacional - O objetivo destes contratos é igualar a taxa de câmbio
do faturamento das controladas Oxiteno S.A. Indústria e Comércio e Oxiteno Nordeste S.A.
Indústria e Comércio à taxa de câmbio do custo de suas matérias primas. Em 30 de junho de 2009,
estes contratos de swap totalizavam US$ 59,5 milhões e na média tinham uma posição ativa a
75,13% do CDI e passiva a US$ + 0,0% a.a.

Proteção à taxa de juros flutuante em moeda estrangeira - O objetivo deste contrato é transformar a
taxa de juros do empréstimo sindicalizado com principal de US$ 60 milhões de flutuante para fixa.
Em 30 de junho de 2009, a controlada Oxiteno Overseas Corp. possuía um contrato de swap de US$
60 milhões de principal, com uma posição ativa a US$ + LIBOR + 1,25% a.a. e uma posição
passiva em US$ + 4,93% a.a.

Valor justo dos instrumentos financeiros

Os valores justos e os saldos contábeis dos instrumentos financeiros, incluindo os instrumentos de


proteção cambial e de juros, em 30 de junho de 2009 e 31 de março de 2009 estão demonstrados a
seguir:

Valor contábil e valor justo dos instrumentos


financeiros

30/06/2009 31/03/2009
Valor Valor Valor Valor
contábil justo contábil justo
Ativos financeiros:
Disponibilidades 290.737 290.737 166.036 166.036
Instrumentos de proteção cambial e de juros (23.210) (23.210) 33.283 33.283
Aplicações financeiras 1.296.500 1.296.500 1.377.642 1.377.642

1.564.027 1.564.027 1.576.961 1.576.961

Passivos financeiros:
Financiamentos 2.698.705 2.692.406 4.115.476 4.062.120
Debêntures 1.197.106 1.197.106 - -
Arrendamento mercantil financeiro 20.539 19.252 23.003 23.003

3.916.350 3.908.764 4.138.479 4.085.123

O valor justo dos instrumentos financeiros, incluindo os instrumentos de proteção cambial e juros,
foi determinado conforme descrito a seguir:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• As disponibilidades em conta corrente têm seus valores justos idênticos aos saldos
contábeis.
• As aplicações financeiras em fundos de investimentos estão valorizadas pelo valor da quota
do fundo na data das informações trimestrais, que corresponde ao seu valor justo.
• As aplicações financeiras em CDBs e instrumentos similares possuem liquidez diária com
recompra na “curva do papel”, e portanto a Sociedade entende que seu valor justo
corresponde ao seu valor contábil.
• O valor justo de outras aplicações financeiras e financiamentos foi apurado através de
metodologias de cálculo comumente utilizadas para marcação a mercado, que consiste em
calcular os fluxos de caixa futuros associados a cada instrumento contratado, trazendo-os a
valor presente pelas taxas de mercado em 30 de junho de 2009 e 31 de março de 2009. Para
alguns casos, onde não há mercado ativo para o instrumento financeiro, a Sociedade e suas
controladas utilizam-se de cotações fornecidas pelas contrapartes das operações.

A interpretação dos dados de mercado quanto à escolha de metodologias de cálculo do valor justo
exige considerável julgamento e estabelecimento de estimativas para se chegar a um valor
considerado adequado para cada situação. Conseqüentemente, as estimativas apresentadas podem
não indicar, necessariamente, os montantes que poderão ser obtidos no mercado corrente.

Análise de sensibilidade

A Sociedade e suas controladas utilizam-se de instrumentos financeiros derivativos somente para a


proteção de riscos identificados e em montantes compatíveis com o risco (limitado a 100% do risco
identificado). Desta forma, para fins de análise de sensibilidade para riscos de mercado originados
por instrumentos financeiros, a Sociedade analisa conjuntamente o instrumento de proteção e o
objeto de proteção, conforme demonstrado nos quadros abaixo.

Para a análise de sensibilidade dos instrumentos de proteção cambial, a Administração adotou como
cenário provável as taxas de câmbio Real/dólar norte-americano para o vencimento de cada swap,
projetadas pelos contratos futuros de dólar cotados na BM&FBovespa em 30 de junho de 2009.
Como referência, a taxa de câmbio para o último vencimento de instrumentos de proteção cambial é
de R$ 2,84 no cenário provável. Os cenários II e III foram estimados com uma desvalorização
adicional de 25% e 50%, respectivamente, do Real no cenário provável.

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Com base nos saldos dos instrumentos de proteção e dos objetos protegidos em 30 de junho de
2009, foram substituídas as taxas de câmbio e calculadas as variações entre o novo saldo em Reais e
o saldo em Reais em 30 de junho de 2009 em cada um dos três cenários. A tabela abaixo demonstra
a variação dos valores dos principais instrumentos derivativos e seus objetos de proteção,
considerando-se as variações da taxa de câmbio nos diferentes cenários:

Cenário I
Risco (provável) Cenário II Cenário III
Swaps cambiais ativos em dólar
(1) Swaps dólar / Real Valorização do 83.861 184.023 284.186
(2) Dívidas em dólar dólar (83.857) (183.877) (283.897)
(1) + (2) Efeito
Líquido 4 146 289

Swaps cambiais passivos em dólar


(3) Swaps Real / dólar Desvalorização (1.123) (30.434) (59.744)
(4) Margem bruta da Oxiteno do dólar 1.123 30.434 59.744
(3) + (4) Efeito
Líquido - - -

Para a análise de sensibilidade do instrumento de proteção à taxa de juros, a Sociedade utilizou a


curva futura da LIBOR (BBA – British Bankers Association) em 30 de junho de 2009 para o
vencimento do swap e do empréstimo sindicalizado (objeto de proteção), que ocorre em 2011, para
fins de definição do cenário provável. Os cenários II e III foram estimados com uma deterioração de
25% e 50%, respectivamente, da estimativa de LIBOR provável.

Com base nos três cenários de taxas de juros, a Administração estimou os valores do seu
empréstimo e do instrumento de proteção através de cálculo dos fluxos de caixa futuros associados
a cada instrumento contratado de acordo com os cenários projetados, trazendo-os a valor presente
pela taxa vigente em 30 de junho de 2009. O resultado está demonstrado na tabela abaixo:

Cenário I
Risco (provável) Cenário II Cenário III

Swap de taxa de juros (em dólar)


(1) Swap LIBOR / taxa fixa 834 1.709 2.584
Alta da LIBOR
(2) Dívida LIBOR (839) (1.719) (2.599)
(1) + (2) Efeito Líquido (5) (10) (15)

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22 Contingências e compromissos (Consolidado)

a. Processos cíveis, fiscais e trabalhistas

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Petroquímicas, ao qual são filiados os


empregados das controladas Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio e Empresa Carioca de
Produtos Químicos S.A., ajuizou, em 1990, ação contra as controladas, pleiteando o
cumprimento de reajustes estabelecidos em convenção coletiva de trabalho, em detrimento às
políticas salariais efetivamente praticadas. Na mesma época, o Sindicato Patronal suscitou
dissídio coletivo para interpretação e esclarecimento da cláusula quarta da convenção. Com
base na opinião de seus assessores jurídicos, que analisaram a última decisão do Supremo
Tribunal Federal - STF no dissídio coletivo e a posição da ação individual da controlada
Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio, a Administração das controladas não julgou
necessário constituir provisão em 30 de junho de 2009.

A controlada Companhia Ultragaz S.A. responde a processo administrativo em curso no


Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, sob alegação de prática
anticoncorrencial em municípios da região do Triângulo Mineiro em 2001. Recentemente, o
CADE proferiu decisão condenando a Companhia Ultragaz S.A. a multa equivalente a 1% do
faturamento bruto anual de 2001 (que totalizou R$ 1.475 milhões), excluídos os impostos
e atualizado pela SELIC. Essa decisão administrativa poderá ter sua execução suspensa e o
mérito rediscutido na esfera judicial. Baseada nos elementos acima e na opinião de seus
assessores jurídicos, a Administração da controlada não registrou provisão.

A controlada Companhia Ultragaz S.A. é ré em processos judiciais relativos a perdas e danos


causados por explosão, em 1996, em um shopping center localizado na cidade de Osasco - SP.
Tais processos envolvem: (i) processos individuais movidos por vítimas da explosão pleiteando
ressarcimento por perda de benefício econômico e danos morais; (ii) solicitação de
ressarcimento de despesas da administradora do shopping center e sua seguradora; e (iii) ação
coletiva pleiteando indenização de danos materiais e morais de todas as vítimas lesionadas e
falecidas. A controlada acredita ter produzido provas de que os dutos de gás defeituosos do
shopping center causaram o acidente e que as instalações de armazenamento de GLP da
Ultragaz no local não contribuíram para a explosão. Das 62 ações julgadas até o momento, 61
lhes foram favoráveis, e destas, 27 já estão arquivadas; apenas 1 foi desfavorável em 2ª
instância, da qual ainda cabe recurso, cujo valor, caso seja mantida a decisão, é de R$ 17,
restando ainda 3 ações não julgadas. A controlada possui cobertura de seguro para esses
processos judiciais, sendo o valor não segurado correspondente a R$ 16.524. A Sociedade não
registrou provisão para esse valor, pois considera a probabilidade de realização dessa
contingência como sendo, essencialmente, remota.

A Sociedade e suas controladas obtiveram medidas liminares para recolherem as contribuições


ao PIS e à COFINS sem as alterações introduzidas pela Lei 9.718/98 em sua versão original. O

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


questionamento em curso refere-se à incidência dessas contribuições sobre outras receitas, além
do faturamento. Em 2005, o STF julgou a questão favoravelmente ao contribuinte. Muito
embora seja um precedente, o efeito dessa decisão não se aplica automaticamente a todas as
empresas, já que estas devem aguardar o julgamento de suas próprias ações judiciais. A
Sociedade possui controladas cujas ações ainda não foram julgadas. Caso todas as ações
judiciais ainda em aberto venham a transitar em julgado favoravelmente às controladas, a
Sociedade estima que o efeito total positivo no resultado, antes do imposto de renda e da
contribuição social, deva atingir R$ 33.578, já deduzidos os honorários advocatícios.

Tendo em vista a jurisprudência favorável e a opinião de seus assessores jurídicos, as


controladas Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio e Oxiteno S.A. Indústria e Comércio
ingressaram, em 16 de setembro e 1º de outubro de 2008, respectivamente, com Mandados de
Segurança visando à obtenção de liminares para exclusão das receitas de exportação da base de
cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. A liminar da Oxiteno Nordeste foi deferida em
agravo interposto contra decisão que a havia denegado, e a controlada vem depositando
judicialmente os valores devidos, no total de R$ 866 em 30 de junho de 2009; a controlada
Oxiteno S.A. aguarda julgamento do recurso interposto contra a decisão que negou a liminar
solicitada.

A controlada Utingás Armazenadora S.A. vem discutindo judicialmente autos de infração


referentes à incidência do Imposto Sobre Serviços - ISS lavrados pela Prefeitura Municipal de
Santo André. A avaliação dos assessores jurídicos da controlada é a de que o risco é baixo, uma
vez que parte significativa das decisões em julgamentos na esfera administrativa foram
favoráveis à controlada. A tese defendida pela controlada está amparada por parecer de
renomado tributarista. O montante não provisionado da contingência, atualizado para 30 de
junho de 2009, é de R$ 48.576 (R$ 47.457 em 31 de março de 2009).

Em 7 de outubro de 2005, as controladas Companhia Ultragaz S.A. e Bahiana Distribuidora de


Gás Ltda. ingressaram com mandado de segurança e obtiveram liminar para suportar a
compensação de créditos de PIS e COFINS com outros tributos administrados pela Secretaria
da Receita Federal, notadamente IRPJ e CSLL. A decisão foi confirmada em sentença favorável
de 1ª instância em 16 de maio de 2008. Nos termos da liminar obtida, as controladas vêm
realizando o depósito judicial desses débitos, cujo saldo totaliza R$ 125.639 em 30 de junho de
2009 (R$ 123.037 em 31 de março de 2009) e constituindo passivo correspondente para esse
fim.

As controladas Companhia Ultragaz S.A., Utingás Armazenadora S.A., Terminal Químico de


Aratu S.A. - Tequimar, Transultra - Armazenamento e Transporte Especializado Ltda. e
Ultracargo Operações Logísticas e Participações Ltda. possuem medidas judiciais com pedido
de liminar pleiteando o aproveitamento integral e imediato da correção complementar Índice de
Preços ao Consumidor - IPC/Bônus do Tesouro Nacional - BTN verificada em 1990
(Lei 8.200/91), e mantém provisão de R$ 15.064 (R$ 14.853 em 31 de março de 2009), para
fazer face a possíveis contingências caso venham a perder tais ações.

As controladas Oxiteno S.A. Indústria e Comércio, Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e

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Comércio, Companhia Ultragaz S.A. e Transultra - Armazenamento e Transporte Especializado
Ltda. ingressaram, em 29 de dezembro de 2006, com mandados de segurança objetivando a
exclusão do ICMS na base de cálculo das contribuições do PIS e da COFINS. A Oxiteno
Nordeste S.A. Indústria e Comércio obteve a segurança e vem depositando judicialmente os
valores questionados, bem como vem constituindo a respectiva provisão no montante de R$
30.285 (R$ 27.365 em 31 de março de 2009); as demais controladas não obtiveram liminar, e
aguardam julgamento de recurso interposto ao Tribunal Regional Federal - TRF da 3a Região.
Em 19 de agosto de 2008, as controladas Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga, Refinaria
de Petróleo Riograndense S.A., Tropical Transportes Ipiranga Ltda. e Empresa Carioca de
Produtos Químicos S.A. também ingressaram com mandados de segurança pleiteando idêntico
benefício, não obtiveram liminares e aguardam julgamento das ações.

A Sociedade e algumas de suas controladas possuem medidas judiciais com pedido de liminar
visando não se submeterem à legislação que restringiu a compensação dos prejuízos fiscais
(IRPJ) e das bases negativas (CSLL) apurados até 31 de dezembro de 1994 a 30% do lucro do
exercício. Em decorrência do posicionamento do Supremo Tribunal Federal - STF e com base
na opinião dos seus assessores jurídicos, foi constituída provisão para essa contingência no
valor de R$ 6.940 (R$ 6.882 em 31 de março de 2009).

Em 2007, considerando a evolução da jurisprudência recente, a avaliação de seus assessores


jurídicos e a elevação dos montantes envolvidos em operações realizadas, a Sociedade e suas
controladas passaram a provisionar PIS e COFINS sobre créditos de juros sobre capital próprio.
O valor total provisionado em 30 de junho de 2009 é de R$ 22.785 (R$ 22.420 em 31 de março
de 2009).

Em relação à Ipiranga/Refino, as principais contingências provisionadas se referem a: (a)


exigência de estornos de créditos de ICMS sobre a prestação de serviços de transporte
apropriados durante a vigência da sistemática de ressarcimento de fretes pelo DNC (atual ANP -
Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), R$ 7.387; (b) exigência de
estorno de créditos de ICMS, no Estado de Minas Gerais, nas saídas interestaduais, feitas ao
abrigo do artigo 33 do Convênio ICMS 66/88, o qual permitia a manutenção do crédito e que
foi suspenso por liminar concedida pelo STF, R$ 28.853; (c) autuações por dedução de
descontos incondicionais na base de cálculo do ICMS, devido por substituição tributária, no
Estado de Minas Gerais, R$ 16.562; (d) litígios sobre cláusulas de contratos com clientes; e (e)
questões propostas por ex-empregados e pessoal terceirizado versando sobre verbas de cunho
salarial.

Os principais processos fiscais da Ipiranga/Refino que apresentam risco de perda avaliado como
possível, e que com base nesta avaliação não se encontram provisionados nas informações
trimestrais, referem-se ao ICMS, totalizam R$ 154.444 e são relativos, principalmente, a: (a)
exigência de estorno de créditos decorrentes do excesso de tributação gerado nas aquisições de
produtos na refinaria de petróleo pelo regime de substituição tributária, (b) exigência de ICMS
em aquisições de óleos básicos, (c) autuações no Estado do Rio de Janeiro exigindo o estorno
de créditos de ICMS gerados nas saídas interestaduais feitas ao abrigo do artigo 33 do Convênio
ICMS 66/88, o qual permitia a manutenção do crédito e que foi suspenso por liminar concedida

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pelo STF, (d) exigência de estorno de crédito presumido em transferências interestaduais de
álcool etílico hidratado carburante no Estado de Santa Catarina, (e) autos de infração lavrados
em Minas Gerais em razão de suposta apuração indevida da base de cálculo do ICMS, uma vez
que não foi incluída na referida base de cálculo o valor do próprio imposto, nas operações
interestaduais com derivados de petróleo destinados ao consumidor final; e (f) auto de infração
relativo a operações de devolução de empréstimo de álcool anidro.

Adicionalmente, a controlada CBPI e suas controladas possuem autos de infração relativos à


não-homologação de compensação de créditos de IPI apropriados em entradas de insumos
tributados cujas saídas posteriores se deram sob o abrigo da imunidade. O montante não
provisionado da contingência, atualizado para 30 de junho de 2009, é de R$ 44.569 (R$ 42.266
em 31 de março de 2009).

As principais contingências provisionadas da Texaco referem-se a: (a) exigência de ICMS-ST


das Distribuidoras sobre as vendas interestaduais para consumidor final, R$ 17.687; (b)
exigência de estorno de créditos de ICMS, nas saídas interestaduais, feitas ao abrigo do artigo
33 do Convênio ICMS 66/88, o qual permitia a manutenção do crédito e que foi suspenso por
liminar concedida pelo STF, R$ 9.845; (c) autuações por vendas interestaduais de combustível
para cliente industrial sem tributação do ICMS, em razão da interpretação do disposto no art. 2º
da LC 87/96, R$ 40.675; (d) litígios sobre possibilidade de creditamento da diferença entre o
valor de ICMS-ST pago e o valor incidente sobre o preço real de venda em operações feitas
diretamente com consumidor final, R$ 48.554; e (e) autuações decorrentes de falta de
recolhimento do ICMS para os Estados em razão de erro ou de falta de entrega dos relatórios de
operações interestaduais, que possibilitam o repasse do ICMS ao Estado de consumo dos
combustíveis, R$ 11.757; (f) inexistência de obrigação de recolhimento do salário educação
antes do advento da Lei nº 9.424/96, período de maio/1989 a janeiro/1997, R$ 11.177; e (g)
litígios sobre cláusulas de contratos com clientes e questões ambientais, R$ 28.477.

A Texaco também possui ações judiciais objetivando a exclusão do ICMS na base de cálculo
das contribuições do PIS e da COFINS, bem como da Contribuição Social sobre o Lucro na
base de cálculo do Imposto de Renda, para as quais constituiu passivo contingente e realizou
depósitos judiciais, no montante de R$ 23.754.

A Sociedade e suas controladas possuem outros processos administrativos e judiciais em


andamento, cujas avaliações, efetuadas por seus assessores jurídicos, são consideradas como de
risco possível e/ou remoto, e cujas eventuais perdas potenciais não foram provisionadas pela
Sociedade e suas controladas, com base nesses pareceres. A Sociedade e suas controladas
também possuem contenciosos judiciais que visam a recuperação de impostos e contribuições,
que não foram registrados nas informações trimestrais em razão de sua natureza contingente.

As movimentações das provisões líquidas dos depósitos judiciais são assim apresentadas:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Saldo
inicial de
Saldo em aquisição Saldo em
Provisões 31/03/2009 da Texaco Adições Baixas Atualizações 30/06/2009

IRPJ e CSLL 148.385 12.528 1.518 (17) 2.758 165.172


PIS e COFINS 52.399 7.989 2.323 - 992 63.703
ICMS 63.314 132.121 49 - 2.720 198.204
INSS 8.168 - - (31) 173 8.310
Cíveis 3.837 28.477 - (89) - 32.225
Trabalhistas 11.307 12.038 - (403) 177 23.119
Outros 5.892 - 268 - 189 6.349
(-) Depósitos
judiciais (156.688) (23.754) (3.576) - (2.793) (186.811)

Total 136.614 169.399 582 (540) 4.216 310.271

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b. Contratos

A controlada Tequimar possui contratos com a CODEBA e com o Complexo Industrial


Portuário Governador Eraldo Gueiros, relacionados com suas instalações portuárias em Aratu e
Suape, respectivamente. Esses contratos estabelecem uma movimentação mínima de carga de
1.000.000 de toneladas por ano em Aratu, até 2022, e de 250.000 toneladas por ano em Suape,
até 2027. Se a movimentação anual for menor que o mínimo exigido, a controlada deverá pagar
a diferença entre a movimentação real e a mínima estabelecida nos contratos, com base nas
tarifas portuárias em vigor na data definida para pagamento. Em 30 de junho de 2009, essas
tarifas eram de R$ 4,93 e R$ 1,38 por tonelada para Aratu e Suape, respectivamente. A
controlada tem cumprido os limites mínimos de movimentação de carga desde o início dos
contratos.

A controlada Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio possui contrato de fornecimento com
a Braskem S.A., que estabelece limite mínimo de consumo trimestral de eteno e regula
condições de fornecimento de eteno até 2021. O compromisso mínimo de compra e a demanda
real dos exercícios findos em 30 de junho de 2009 e 30 de junho de 2008, expressos em
toneladas de eteno, estão a seguir indicados. No caso de descumprimento do compromisso
mínimo de compra, a controlada obriga-se a pagar multa de 40% do preço corrente do eteno, na
extensão da quantidade não cumprida. A cláusula de compromisso mínimo de compra encontra-
se em renegociação com a Braskem, inclusive o compromisso mínimo de compra relativo ao
semestre findo em 30 de junho de 2009.

Compromisso de compra
mínima (acumulado 1° Demanda acumulada
semestre) 1° semestre (real)

2009 2008 2009 2008


Em toneladas de eteno 94.219 82.761 72.543 82.278

Em 1° de agosto de 2008 a controlada Oxiteno S.A. Indústria e Comércio assinou Contrato de


Fornecimento de Eteno com a Quattor Químicos Básicos S.A., com vencimento em 2023, que
prevê e regula as condições do fornecimento de eteno à Oxiteno tendo como base o mercado
internacional deste produto. A quantidade mínima de compra é de 18.756 toneladas de eteno
semestrais. No caso de descumprimento do compromisso mínimo de compra, a controlada
obriga-se a pagar multa de 30% do preço corrente do eteno, na extensão da quantidade não
cumprida. O compromisso mínimo de compra relativo ao primeiro semestre de 2009 encontra-
se em negociação com a Quattor, tendo a Oxiteno consumido 13.590 toneladas nesse período.

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c. Cobertura de seguros em controladas

A Sociedade contrata apólices de seguro adequadas, visando cobrir diversos riscos aos quais
está exposta, incluindo seguros patrimoniais com cobertura para os prejuízos causados por
incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza, vendaval, queda de aeronave e danos
elétricos, entre outros, garantindo as bases e demais filiais de todas as controladas, exceto
Refino, que contrata seu próprio seguro. O valor máximo indenizável, incluindo Lucros
Cessantes, com base na análise de risco da máxima perda possível em um determinado local é
de US$ 852 milhões.

O programa de Seguro de Responsabilidade Civil Geral atende à Sociedade e suas controladas,


com valor de cobertura global máximo de US$ 400 milhões, cobrindo os prejuízos que
eventualmente possam ser causados a terceiros decorrentes de acidentes relacionados às
operações comerciais e industriais e/ou à distribuição e comercialização de produtos e serviços.

São contratados, também, seguros nas modalidades de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais,
Saúde, Transportes Nacionais e Internacionais e Riscos Diversos.

As coberturas e limites segurados nas apólices contratadas são baseados em criterioso estudo de
riscos e perdas realizado por consultores de seguros locais, sendo a modalidade de seguro
contratada considerada, pela Administração, suficiente para cobrir os eventuais sinistros que
possam ocorrer, tendo em vista a natureza das atividades realizadas pelas empresas.

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d. Contratos de arrendamento mercantil operacional

As controladas Tropical, SBP e Serma mantêm contratos de arrendamento mercantil


operacional, relacionados ao uso de equipamentos (caminhões) para transporte de combustíveis
e de informática.

Esses contratos têm prazos de 36 meses. As controladas têm a opção de comprar os ativos por
um preço equivalente ao valor justo à data da opção, e a Administração não possui a intenção de
exercê-la.

Os desembolsos futuros (contraprestações), assumidos em decorrência desses contratos,


totalizam aproximadamente:

30/06/2009 31/03/2009
Até 1 ano 416 450
Mais de 1 ano 649 649
1.065 1.099

O total de pagamentos de arrendamento mercantil operacional reconhecidos como despesa do


período foi R$ 127 (R$ 565 em 30 de junho de 2008).

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23 Benefícios a empregados e plano de previdência privada (Consolidado)


a. ULTRAPREV - Associação de Previdência Complementar

A Sociedade e suas controladas oferecem um plano de previdência privada na modalidade de


contribuição definida a seus empregados, administrado pela Ultraprev - Associação de
Previdência Complementar. Nos termos do plano, a contribuição básica de cada empregado
participante é calculada por meio da multiplicação de um percentual, que varia entre 0% e 11%,
o qual é anualmente definido pelo participante, com base no seu salário. As sociedades
patrocinadoras contribuem, em nome do participante, com um valor idêntico ao da contribuição
básica deste. À medida que os participantes se aposentam, eles optam entre receber
mensalmente: (i) um percentual, que varia entre 0,5% e 1,0%, sobre o fundo acumulado em seu
nome na Ultraprev; ou (ii) um valor fixo mensal que esgotará o fundo acumulado em nome do
participante em um prazo que varia entre 5 e 25 anos. Assim sendo, a Sociedade e suas
controladas não assumem responsabilidade por garantir valores e prazos de recebimento de
aposentadoria. Em 30 de junho de 2009, a Sociedade e suas controladas contribuíram com R$
5.107 (R$ 1.845 em 30 de junho de 2008) à Ultraprev, valor contabilizado como despesa no
resultado do exercício. O total de empregados vinculados ao plano em 30 de junho de 2009
atingiu 7.314 participantes ativos e 29 participantes aposentados. Adicionalmente, a Ultraprev
possuía 30 ex-funcionários recebendo benefícios conforme as regras de plano anterior cujas
reservas estão plenamente constituídas.

b. Benefícios pós-emprego

A Ipiranga/Refino, e a partir de 1° de abril de 2009 a Texaco, reconhecem provisão para


benefício pós-emprego relacionada a gratificação por tempo de serviço, indenização do Fundo
de Garantia por Tempo de Serviço e plano de assistência médica e seguro de vida para
aposentados elegíveis.

O passivo líquido relativo a tais benefícios registrado em 30 de junho de 2009 é de R$ 102.785


(R$ 86.359 em 31 de março de 2009), sendo que R$ 10.798 (R$ 8.768 em 31 de março de
2009) estão contabilizados no passivo circulante e R$ 91.987 (R$ 77.591 em 31 de março de
2009) no exigível a longo prazo.

Os valores relacionados a esses benefícios foram apurados em avaliação conduzida por atuário
independente, e estão reconhecidos nas informações trimestrais de acordo com a Deliberação
CVM 371/2000.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

Vide comentário de desempenho consolidado.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

MD&A - ANÁLISE DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS


Segundo Trimestre 2009

(1) Indicadores Econômicos - Consolidado:

Variação Variação Variação


(R$ milhões) 2º Tri 09 2º Tri 08 1º Tri 09 2T09 X 2T08 2T09 x 1T09
1º Sem 09 1º Sem 08 1S09 X 1S08

Vendas Líquidas 9.621,8 6.992,4 6.411,4 38% 50% 16.033,2 12.919,8 24%

C.P.V. (8.927,5) (6.504,7) (5.885,2) 37% 52% (14.812,7) (11.965,9) 24%

Lucro Bruto 694,3 487,7 526,2 42% 32% 1.220,5 953,8 28%

Despesas Gerais, Adm. e Vendas (480,0) (333,2) (353,1) 44% 36% (833,0) (666,9) 25%

Outros Resultados Operacionais 0,7 10,0 4,7 (93%) (84%) 5,5 16,9 (68%)

Lucro Operacional 215,1 164,5 177,8 31% 21% 393,0 303,9 29%

Resultado Financeiro (86,9) (11,6) (58,9) 647% 48% (145,9) (48,8) 199%

Equivalência Patrimonial de Coligadas 0,1 0,0 (0,1) n/a n/a 0,0 0,1 (34%)

Outras Receitas 6,9 0,9 3,0 656% 126% 9,9 7,2 37%

Lucro antes dos Impostos 135,2 153,8 121,8 (12%) 11% 257,1 262,4 (2%)

Imposto de Renda e Contrib. Social (43,4) (47,6) (36,2) (9%) 20% (79,6) (72,5) 10%

Incentivos Fiscais 2,8 7,4 6,9 (62%) (59%) 9,8 16,0 (39%)

Participações Estatutárias - (2,7) - n/a n/a - (3,9) n/a

Participação Minoritária (1,4) (1,1) (1,3) 19% 4% (2,7) (1,7) 61%

Lucro Líquido 93,3 109,7 91,2 (15%) 2% 184,5 200,2 (8%)

EBITDA 320,6 251,1 274,1 28% 17% 594,7 477,0 25%

Tons mil de GLP vendido 400,7 411,3 363,9 (3%) 10% 764,6 777,1 (2%)

M3 mil de combustíveis vendido 4.635,4 3.063,2 2.770,0 51% 67% 7.405,4 5.779,4 28%

Tons mil de Químicos vendidos 160,0 145,8 123,7 10% 29% 283,6 282,4 0%

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Considerações sobre as informações financeiras e operacionais

Padrões e critérios aplicados na preparação das informações


As demonstrações financeiras da Ultrapar para o exercício findo em 30 de junho de 2009 foram preparadas de acordo com as diretrizes
contábeis da Lei das Sociedades por Ações, sendo adotadas as alterações introduzidas pelas Leis 11.638/07 e 11.941/09 (antiga Medida
Provisória 449/08) e pelas normas, instruções e orientações da CVM que as regulamentaram. Com a finalidade de proporcionar a
comparabilidade das demonstrações financeiras, as informações referentes ao primeiro semestre e segundo trimestre de 2008
apresentadas neste documento contemplam as referidas alterações contábeis, e portanto diferem dos valores reportados anteriormente nas
respectivas divulgações de resultados. Para permitir o entendimento dos efeitos da nova legislação, as páginas 16 e 17 do earnings
release contêm demonstrativos dos impactos decorrentes das alterações contábeis introduzidas pelas Leis 11.638/07 e 11.941/09 sobre as
principais contas das demonstrações financeiras do primeiro semestre e segundo trimestre de 2008 em comparação aos valores
divulgados anteriormente. Informações adicionais referentes às alterações decorrentes da nova legislação estão disponíveis nas notas
explicativas 2 e 3 das demonstrações financeiras auditadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008 e das demonstrações
financeiras trimestrais de 31 de março de 2009 e 30 de junho de 2009, disponíveis no website da Ultrapar (www.ultra.com.br).

Em separado, no 1T09 a Ultragaz procedeu a uma reclassificação dos volumes vendidos entre os segmentos envasado e granel, refletindo
a atual estrutura e responsabilidade gerencial entre geografias e segmentos. Tal reclassificação entre segmentos corresponde a
aproximadamente 1% do volume e da receita líquida total da Ultragaz de 2008. Para manter a comparabilidade, as informações de
volume e da receita líquida da Ultragaz dos segmentos envasado e granel apresentadas neste documento e no website da companhia
foram reclassificadas retroativamente ao 1T08 com base no novo critério adotado.

Exceto quando indicado, os valores incluídos neste documento são apresentados em R$ milhões e portanto sujeitos a arredondamentos.
Como conseqüência, os valores totais apresentados nas tabelas podem diferir da agregação numérica direta dos valores que os precedem.

Efeito das aquisições - União Terminais


Em junho de 2008 a Ultrapar assinou contrato para aquisição da União Terminais e Armazéns Gerais Ltda. (“União Terminais”),
empresa de armazenagem e movimentação de líquidos então pertencente à Unipar – União das Indústrias Petroquímicas S.A. com
operações nos portos de Santos, Rio de Janeiro e Paranaguá (neste último através de participação de 50% na União/Vopak Armazéns
Gerais Ltda). Em outubro de 2008 a Ultrapar comunicou ao mercado o fechamento da compra referente aos terminais de Santos e Rio de
Janeiro e em novembro de 2008 a conclusão da aquisição referente ao terminal de Paranaguá. Os resultados das empresas adquiridas
passaram a constar das demonstrações financeiras da Ultrapar após os respectivos fechamentos. As demonstrações financeiras da
Ultrapar em períodos anteriores ao 4T08 não incluem os resultados das empresas adquiridas. O valor da aquisição totalizou R$ 519
milhões, já incluída a assunção de dívida líquida no valor de R$ 32 milhões.

Efeito das aquisições - Texaco


Em agosto de 2008 a Ultrapar anunciou a assinatura de contrato para a aquisição dos negócios de distribuição de combustíveis da
Texaco no Brasil. Em 31 de março de 2009 a Ultrapar realizou a liquidação financeira da aquisição da Texaco com o desembolso de R$
1.106 milhões, em adição ao depósito de US$ 38 milhões realizado a favor da Chevron em agosto de 2008. Os resultados da Texaco
passaram a ser consolidados pela Ultrapar nas suas demonstrações financeiras a partir de 01 de abril de 2009. As demonstrações
financeiras da Ultrapar em períodos anteriores ao 2T09 não incluem os resultados da Texaco.

Com o objetivo de proporcionar uma base de comparação para análise da evolução do desempenho da Ipiranga antes da consolidação
dos resultados da Texaco, incluímos neste documento uma discussão dos resultados que estimamos que a Ipiranga teria obtido no 2T09
excluindo os resultados da Texaco (“Ipiranga ex-Texaco”).

Igualmente, para permitir o entendimento da contribuição recorrente da Texaco para o resultado consolidado da Ipiranga, excluímos
despesas não recorrentes de R$ 28 milhões incorridas no 2T09 com a conversão de postos Texaco para a marca Ipiranga e com
integração das operações (“Texaco ex-não recorrentes”).

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

A tabela abaixo sumariza os resultados da Ipiranga no 2T09, segregando-os entre Ipiranga ex-Texaco, Texaco ex-não recorrentes,
Ipiranga ex-não recorrentes (resultante da soma dos dois primeiros) e Ipiranga conforme consolidado nas demonstrações financeiras da
Ultrapar:

IPIRANGA
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS CONSOLIDADO
Em milhões de Reais - Legislação Societária

TRIMESTRE FINDO EM JUNHO 2009


IPIRANGA EX- TEXACO EX-NÃO IPIRANGA EX-NÃO IPIRANGA
TEXACO RECORRENTES RECORRENTES REPORTADO

Vendas líquidas 5.429,4 2.783,5 8.212,9 8.212,9

Custo dos serviços prestados (5.105,4) (2.675,0) (7.780,5) (7.780,5)

Lucro bruto 324,0 108,5 432,4 432,4

Despesas operacionais (191,1) (78,0) (269,2) (296,9)


Vendas e comerciais (97,9) (42,6) (140,5) (161,2)
Gerais e administrativas (68,6) (27,5) (96,0) (103,1)
Depreciação e amortização (24,7) (8,0) (32,6) (32,6)

Outros resultados operacionais 2,3 (0,1) 2,2 2,2

EBIT 135,1 30,3 165,4 137,7

EBITDA 161,8 38,3 200,1 172,4


Depreciação e amortização 26,8 8,0 34,7 34,7

Margem EBITDA (R$/m³) 53 24 43 37

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

(2) Análise do desempenho:

Vendas Líquidas: A receita líquida consolidada da Ultrapar atingiu R$ 9.622 milhões no 2T09, 38% acima da
receita líquida apurada no 2T08, em função do crescimento observado em todas as unidades de negócio e da
consolidação da Texaco a partir do 2T09. Em relação ao 1T09, a receita líquida da Ultrapar apresentou crescimento
de 50% em função da sazonalidade verificada nos negócios e da consolidação da Texaco a partir do 2T09. No
primeiro semestre de 2009 a receita líquida da Ultrapar totalizou R$ 16.033 milhões, um aumento de 24% em
relação ao primeiro semestre de 2008, principalmente em função da agregação da receita líquida da Texaco a partir
do 2T09.

Ultragaz: Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Petróleo, o mercado brasileiro de GLP apresentou
redução de 2,1% no 2T09 em relação ao 2T08, principalmente decorrente do menor número de dias de vendas no
2T09 e menor ritmo de atividade industrial. No mesmo período, a Ultragaz atingiu o volume de vendas de 401 mil
toneladas, redução de 2,6% em relação ao 2T08, praticamente em linha com a variação do mercado. No segmento
envasado, o volume vendido pela Ultragaz foi de 281 mil toneladas, praticamente estável em relação ao 2T08. A
estabilidade apresentada no segmento envasado neste 2T09 é fruto (i) da resiliência da demanda desse segmento,
por ser um bem de primeira necessidade e (ii) de iniciativas comerciais realizadas pela empresa, incluindo novos
mercados. As vendas da Ultragaz no segmento granel (UltraSystem) apresentaram redução de 7% no 2T09,
decorrente do menor ritmo de atividade industrial e do consumo temporário de um cliente de grande porte no 2T08.
Em relação ao 1T09, o volume vendido pela Ultragaz apresentou crescimento de 10%, evolução ligeiramente acima
da sazonalidade média do mercado nos últimos cinco anos de 8,6%. No semestre, a Ultragaz acumula um volume
de vendas de 765 mil toneladas, 2% abaixo do 1S08. A receita líquida da Ultragaz foi de R$ 863 milhões no 2T09,
um aumento de 1% em relação ao 2T08, apesar da redução de 2,6% no volume vendido, em função da recuperação
dos preços médios, para a qual contribuíram os programas de eficiência operacional, assim como os aumentos no
custo do GLP para uso no segmento granel em 2008. Em relação ao 1T09, a receita líquida apresentou crescimento
de 13%, principalmente em função da sazonalidade verificada no período. No 1S09 a receita líquida da Ultragaz
totalizou R$ 1.628 milhões, um aumento de 2% em relação ao 1S08.

Ipiranga: O volume de vendas da Ipiranga ex-Texaco totalizou 3.055 mil metros cúbicos, em linha com o volume
vendido no 2T08. O volume vendido de combustíveis para veículos de passageiros (gasolina, etanol e GNV)
cresceu 8%, em função principalmente da expansão da frota de veículos leves ao longo dos últimos 12 meses e dos
investimentos em novos postos da rede Ipiranga realizados em 2008. O volume de diesel apresentou uma redução
de 5%, acompanhando a desaceleração da economia. Em relação ao 1T09 houve um aumento de 10% no volume
vendido pela Ipiranga ex-Texaco, reflexo principalmente da sazonalidade típica entre os períodos. No 1S09, a
Ipiranga ex-Texaco acumula um volume vendido de 5.825 mil metros cúbicos, um crescimento de 1% sobre o
volume da Ipiranga ex-Texaco no 1S08.

O volume de vendas da Texaco no 2T09 totalizou 1.580 mil metros cúbicos, que somado ao volume vendido pela
Ipiranga ex-Texaco, permitiu que o volume de vendas da Ipiranga atingisse 4.635 mil metros cúbicos no 2T09, 51%
acima do 2T08, e correspondente a 22% do mercado nacional de combustíveis. Em relação ao 1T09 houve um
aumento de 67% no volume vendido pela Ipiranga em função da agregação da Texaco a partir do 2T09 e da
variação sazonal entre os trimestres. No 1S09, a Ipiranga acumula um volume vendido de 7.405 mil metros
cúbicos, um crescimento de 28% sobre o volume da Ipiranga no 1S08.

A receita líquida da Ipiranga ex-Texaco totalizou R$ 5.429 milhões no 2T09, 3% abaixo da receita líquida do 2T08,
apesar da estabilidade no volume, principalmente em função (i) da variação nos custos de etanol anidro e hidratado
e (ii) da maior participação do etanol nas vendas totais. Em relação ao 1T09, a receita líquida da Ipiranga ex-
Texaco apresentou crescimento de 6% decorrente do aumento no volume vendido, parcialmente compensado pela
redução no custo do diesel ocorrida em junho de 2009 e nos custos de etanol. No 1S09 a receita líquida da Ipiranga
ex-Texaco totalizou R$ 10.543 milhões, um aumento de 2% em relação ao 1S08.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Com a consolidação da Texaco, a receita líquida da Ipiranga totalizou R$ 8.213 milhões no 2T09, 47% e 61%
acima da receita líquida no 2T08 e 1T09, respectivamente. No 1S09 a receita líquida da Ipiranga totalizou
R$ 13.326 milhões, um aumento de 29% em relação ao 1S08.

Oxiteno: O volume de vendas da Oxiteno totalizou 160 mil toneladas, um crescimento de 10% (14 mil tons) sobre
o volume do 2T08, viabilizado principalmente pelas expansões de capacidades realizadas e pelo processo de
substituição de importações. No mercado interno, o volume vendido cresceu 6% (6 mil tons), com bom
desempenho das especialidades direcionadas às indústrias de cosméticos, detergentes e agroquímicos. No mercado
externo o volume vendido apresentou crescimento de 19% (8 mil tons), em função do aumento nas exportações
tanto de especialidades, em decorrência das expansões realizadas, quanto de glicóis. Em relação ao 1T09, o volume
de vendas apresentou um crescimento de 29% (36 mil tons), fruto dos mesmos elementos acima e da sazonalidade
entre trimestres, com as vendas de especialidades contribuindo com dois terços (24 mil toneladas) do crescimento
total de volume. O volume vendido pela Oxiteno no 1S09 totaliza 284 mil toneladas, em linha com o volume
vendido no 1S08. A receita líquida da Oxiteno totalizou R$ 473 milhões no 2T09, 6% acima do 2T08, em função
do crescimento de 10% no volume e do Real 25% mais desvalorizado, parcialmente compensados pela redução de
23% nos preços médios em dólares, notadamente os preços internacionais de glicóis. Em relação ao 1T09 a receita
líquida foi 3% superior, em função do crescimento no volume vendido, em grande parte compensado pelo Real
10% mais valorizado e preços médios em dólares 12% menores. A receita líquida acumulada no 1S09 foi de R$
933 milhões, 8% acima do 1S08.

Ultracargo: A armazenagem média da Ultracargo medida em metros cúbicos no 2T09 foi 67% superior à do 2T08,
em função (i) da consolidação da União Terminais a partir do 4T08, (ii) das expansões realizadas no terminal de
Aratu e (iii) da maior ocupação no terminal de Santos. Em relação ao 1T09, a armazenagem média da Ultracargo
aumentou 12%, em função (i) dos efeitos da sazonalidade entre trimestres, notadamente a maior movimentação de
etanol e óleos e (ii) da entrada em operação de uma expansão no terminal de Aratu. No segmento de transporte, o
total de quilômetros rodados apresentou redução de 34% e 6% em relação ao 2T08 e 1T09, respectivamente,
principalmente em função do menor ritmo da atividade econômica em relação ao 2T08 e da decisão da Ultracargo
de reduzir sua presença no segmento de carga embalada. No semestre, a Ultracargo acumula uma variação positiva
de 56% na ocupação média de seus terminais e uma retração de 28% no total de quilômetros rodados. A Ultracargo
apresentou receita líquida de R$ 88 milhões no 2T09, um crescimento de 35% em relação ao 2T08, em função (i)
da consolidação da União Terminais a partir do 4T08 e (ii) da maior armazenagem média e de reajustes contratuais
de tarifas. Em relação ao 1T09, a receita líquida da Ultracargo apresentou aumento de 8%, em função dos efeitos
da sazonalidade entre trimestres e da entrada em operação de uma expansão no terminal de Aratu. No 1S09, a
receita líquida da Ultracargo totalizou R$ 170 milhões, 36% acima da receita líquida do 1S08.

Custo dos Produtos Vendidos: O custo dos produtos vendidos da Ultrapar atingiu R$ 8.927 milhões no 2T09, 37%
e 52% acima do 2T08 e do 1T09, respectivamente, em função do crescimento nos volumes e da consolidação da
Texaco a partir do 2T09. No primeiro semestre de 2009 o custo dos produtos vendidos da Ultrapar totalizou R$
14.813 milhões, um aumento de 24% em relação ao primeiro semestre de 2008, principalmente em função da
agregação do custo dos produtos vendidos da Texaco a partir do 2T09.

Ultragaz: O custo dos produtos vendidos da Ultragaz atingiu R$ 724 milhões no 2T09, redução de 2% e aumento
de 11% em relação ao 2T08 e 1T09, respectivamente, em função da variação de volume entre os períodos de
comparação e do aumento do custo do GLP para uso no segmento granel em 2008, parcialmente compensados
pelos programas de eficiência operacional implementados. No 1S09 o custo dos produtos vendidos da Ultragaz foi
de R$ 1.378 milhões, redução de 1% em relação ao 1S08.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Ipiranga: O custo dos produtos vendidos da Ipiranga ex-Texaco somou R$ 5.105 milhões no 2T09, uma redução de
4% em relação ao 2T08, em função (i) da variação nos custos do etanol anidro e hidratado e (ii) da maior
participação do etanol nas vendas totais. Em relação ao 1T09, o custo dos produtos vendidos da Ipiranga ex-Texaco
apresentou crescimento de 6%, em função do maior volume vendido, parcialmente compensado pela redução no
custo do diesel ocorrida em junho de 2009 e nos custos do etanol. No 1S09 o custo dos produtos vendidos da
Ipiranga ex-Texaco totalizou R$ 9.928 milhões, um aumento de 2% em relação ao 1S08.

Com a consolidação da Texaco, o custo dos produtos vendidos da Ipiranga somou R$ 7.780 milhões no 2T09, 46%
e 61% acima do 2T08 e 1T09. No 1S09 o custo dos produtos vendidos da Ipiranga foi de R$ 12.603 milhões, um
aumento de 29% em relação ao 1S08.

Oxiteno: O custo dos produtos vendidos da Oxiteno no 2T09 foi de R$ 400 milhões, um aumento de 7% em
relação ao 2T08, em função do crescimento de 10% no volume vendido, do Real 25% mais desvalorizado e de
maior depreciação, em função do início das operações expandidas no 4T08. Esses efeitos foram parcialmente
compensados por uma redução no custo variável por tonelada em dólares. Porém, como ocorrido no 1T09, tal
redução no custo variável por tonelada em dólares registrada nas demonstrações financeiras foi significativamente
menor que, por exemplo, a redução de 42% nos preços internacionais de eteno, devido ao processo de realização
dos estoques da Oxiteno com custos históricos maiores que os de reposição. Em relação ao 1T09, o custo dos
produtos vendidos da Oxiteno apresentou crescimento de 6% em função do aumento no volume vendido,
parcialmente compensado pelo Real 10% mais valorizado. No 1S09, o custo dos produtos vendidos da Oxiteno
acumula R$ 776 milhões, 9% acima do montante apresentado no 1S08.

Ultracargo: O custo dos serviços prestados da Ultracargo no 2T09 foi de R$ 51 milhões, aumento de 12% em
relação ao 2T08, em função da consolidação do custo dos serviços prestados da União Terminais a partir do 4T08 e
da maior movimentação nos terminais, parcialmente compensados pela realização de sinergias operacionais
resultantes da consolidação da União Terminais e pela menor presença no segmento de transporte de carga
embalada. Com relação ao 1T09, o custo dos serviços prestados da Ultracargo foi 6% maior, em função dos efeitos
da sazonalidade entre trimestres. No 1S09, o custo dos serviços prestados da Ultracargo acumula
R$ 99 milhões, 18% acima do montante apresentado no 1S08.

Lucro Bruto: A Ultrapar apresentou lucro bruto de R$ 694 milhões no 2T09, um aumento de 42% em relação ao
2T08 em função do aumento do lucro bruto observado em todos os negócios e da consolidação da Texaco a partir
do 2T09. Em relação ao 1T09, o lucro bruto da Ultrapar apresentou um aumento de 32% em função da
sazonalidade verificada nos negócios e da consolidação da Texaco a partir do 2T09. No 1S09, o lucro bruto da
Ultrapar acumula R$ 1.221 milhões, 28% acima do 1S08.

Despesas Gerais, Administrativas e de Vendas: As despesas gerais, administrativas e de vendas da Ultrapar


somaram R$ 480 milhões no 2T09, 44% e 36% acima do 2T08 e do 1T09, respectivamente, principalmente em
função da consolidação da Texaco a partir do 2T09. No primeiro semestre de 2009 as despesas gerais,
administrativas e de vendas da Ultrapar totalizaram R$ 833 milhões, um aumento de 25% em relação ao primeiro
semestre de 2008, principalmente em função da agregação das despesas gerais, administrativas e de vendas da
Texaco a partir do 2T09.

Ultragaz: As despesas gerais, administrativas e de vendas da Ultragaz somaram R$ 94 milhões no 2T09, 4% acima
do 2T08, em função dos efeitos da inflação sobre as despesas e de maiores despesas com campanhas promocionais
e de vendas, parcialmente compensados por menores despesas com indenizações e ações para redução de despesas
implementadas ao longo de 2008. Em relação ao 1T09, as despesas gerais, administrativas e de vendas
apresentaram aumento de 7%, principalmente em função do aumento no volume vendido e em remuneração
variável, em linha com a progressão recente nos resultados da empresa. No 1S09, as despesas gerais,
administrativas e de vendas da Ultragaz totalizaram R$ 181 milhões, um aumento de 3% em relação ao 1S08.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Ipiranga: As despesas gerais, administrativas e de vendas (incluindo as participações estatutárias) da Ipiranga ex-
Texaco totalizaram R$ 191 milhões no 2T09, aumentos de 23% e 7% em relação ao 2T08 e 1T09, respectivamente.
As despesas de vendas cresceram 23% em relação ao 2T08, principalmente em função do aumento no custo
unitário do frete e de uma concentração de despesas com propaganda e marketing no 2T09, combinado com um
patamar baixo no 2T08. Em relação ao 1T09, as despesas de vendas apresentaram crescimento de 12%,
principalmente em função do volume vendido 10% maior. As despesas gerais e administrativas (incluindo as
participações estatutárias) foram 23% maiores no 2T09 em comparação ao 2T08, em função (i) de maiores
despesas com depreciação, (ii) do aumento nas despesas com pessoal decorrente do acordo coletivo anual e
remuneração variável, em linha com a progressão dos resultados, e (iii) de maiores despesas relacionadas a meio
ambiente. Em relação ao 1T09 as despesas gerais e administrativas (incluindo as participações estatutárias)
aumentaram 3%. No 1S09, as despesas gerais, administrativas e de vendas (incluindo as participações estatutárias)
da Ipiranga ex-Texaco totalizaram R$ 370 milhões, um aumento de 15% em relação ao 1S08.

Com a consolidação da Texaco, as despesas gerais, administrativas e de vendas (incluindo as participações


estatutárias) da Ipiranga totalizaram R$ 297 milhões no 2T09, aumentos de 91% e 66% em relação ao 2T08 e 1T09,
respectivamente, incluídas as despesas de R$ 21 milhões com a conversão de postos Texaco para a marca Ipiranga
no trimestre e de R$ 7 milhões com a integração da Texaco. No 1S09, as despesas gerais, administrativas e de
vendas (incluindo as participações estatutárias) da Ipiranga totalizaram R$ 475 milhões, um aumento de 48% em
relação ao 1S08.

Oxiteno: As despesas gerais, administrativas e de vendas da Oxiteno totalizaram R$ 68 milhões no 2T09, aumento
de 20% em relação ao 2T08, em função (i) do maior volume vendido, (ii) do aumento no custo unitário de fretes
nacionais e internacionais, em consequência do maior custo do diesel, do Real 25% mais desvalorizado e da maior
participação das vendas no mercado externo, (iii) de maiores despesas com pessoal, decorrentes do acordo coletivo
anual e (iv) de maiores despesas relacionadas às operações da Oxiteno no exterior. Em relação ao 1T09, as
despesas gerais, administrativas e de vendas da Oxiteno apresentaram aumento de 8%, apesar do volume vendido
29% maior, em função do Real 10% mais valorizado e de reduções em remuneração variável. As despesas gerais,
administrativas e de vendas foram de R$ 131 milhões no 1S09, um aumento de 23% em relação ao 1S08.

Ultracargo: As despesas gerais, administrativas e de vendas da Ultracargo totalizaram R$ 23 milhões no 2T09, um


aumento de 12% em relação ao 2T08 em função da consolidação das despesas gerais, administrativas e de vendas
da União Terminais a partir do 4T08. Em relação ao 1T09, as despesas gerais, administrativas e de vendas da
Ultracargo foram 2% menores. No 1S09 as despesas gerais, administrativas e de vendas foram de
R$ 46 milhões, um aumento de 15% em relação ao 1S08.

Lucro Operacional: A Ultrapar apresentou lucro operacional de R$ 215 milhões no 2T09, um aumento de 31% em
relação ao 2T08 em função do aumento do lucro operacional da Ipiranga, Ultragaz e Ultracargo. Em relação ao
1T09, o lucro operacional da Ultrapar apresentou um aumento de 21%. No 1S09, o lucro operacional da Ultrapar
acumula R$ 393 milhões, 29% acima do 1S08.

Resultado Financeiro: O resultado financeiro da Ultrapar apresentou uma despesa líquida de R$ 87 milhões no
2T09, R$ 75 milhões acima da despesa líquida do 2T08. O aumento na despesa financeira líquida no 2T09 reflete o
maior endividamento líquido da Ultrapar, que passou de R$ 421 milhões ao final do 2T08 para
R$ 2.352 milhões ao final do 2T09, em função dos investimentos em expansão orgânica e aquisições ao longo dos
últimos 12 meses, em particular o desembolso relativo à Texaco em 31 de março de 2009. Em relação ao 1T09, a
despesa financeira líquida foi R$ 28 milhões maior em função do maior endividamento líquido médio decorrente
do desembolso para pagamento da aquisição da Texaco. No 1S09, a despesa financeira líquida da Ultrapar totalizou
R$ 146 milhões, R$ 97 milhões acima do 1S08.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Depreciação e Amortização: O total de despesas e custos com depreciação e amortização no 2T09 foi de R$ 105
milhões, R$ 16 milhões superior ao 2T08 em função da agregação da depreciação decorrente (i) das aquisições da
União Terminais e da Texaco, (ii) das operações expandidas da Oxiteno a partir do 4T08 e (iii) de investimentos
em novos postos e embandeiramentos na Ipiranga, parcialmente compensada pela eliminação das despesas com
amortização de ágio a partir de 1º de janeiro de 2009. Em relação ao 1T09, o total de despesas e custos com
depreciação e amortização foi R$ 9 milhões maior em função da consolidação da depreciação da Texaco. No 1S09,
o total de despesas e custos com depreciação e amortização totalizou R$ 202 milhões, R$ 25 milhões acima do
1S08.

Outras Receitas e Despesas (antigo resultado não operacional): No 2T09, a Ultrapar apresentou outras receitas no
valor de R$ 7 milhões, principalmente em função da venda de caminhões e vasilhames nesse trimestre, em
comparação a outras receitas de R$ 1 milhão no 2T08 referente à venda de terreno da Ultracargo em Mauá. No
1T09, a Ultrapar apresentou outras receitas no valor de R$ 3 milhões, substancialmente em função da venda de
caminhões. No 1S09, outras receitas totalizaram R$ 10 milhões, R$ 3 milhões acima do 1S08.

Imposto de Renda e Contribuição Social / Incentivos Fiscais: A Ultrapar apresentou no 2T09 uma despesa de
Imposto de Renda e Contribuição Social, líquida de incentivos fiscais, no valor de R$ 41 milhões, comparado a
uma despesa de R$ 40 milhões no 2T08, apesar do menor lucro antes dos impostos, em função da menor
participação de resultados advindos de regiões incentivadas. Em relação ao 1T09, houve um aumento de 38% na
despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social líquida de incentivos fiscais. No 1S09 a despesa de Imposto de
Renda e Contribuição Social líquida de incentivos fiscais totalizou R$ 70 milhões, 23% acima do 1S08.

Lucro Líquido: O lucro líquido consolidado do 2T09 foi de R$ 93 milhões, uma redução de 15% em relação ao
2T08, em função do maior endividamento líquido e da maior depreciação, decorrentes dos investimentos em
expansão orgânica e aquisições ao longo dos últimos 12 meses, parcialmente compensados pelo crescimento no
EBITDA. Em relação ao 1T09, o lucro líquido apresentou aumento de 2% principalmente em função do benefício
do aumento no EBITDA. No 1S09 o lucro líquido da Ultrapar totalizou R$ 184 milhões, 8% abaixo do 1S08.

EBITDA: A Ultrapar apresentou EBITDA de R$ 321 milhões no 2T09, aumentos de 28% e 17% em relação ao
2T08 e 1T09, respectivamente, em função do crescimento observado em todas as unidades de negócio e da
consolidação da Texaco a partir do 2T09. No primeiro semestre de 2009, o EBITDA da Ultrapar totalizou
R$ 595 milhões, um aumento de 25% em relação ao primeiro semestre de 2008.

Ultragaz: A Ultragaz apresentou EBITDA de R$ 74 milhões no 2T09, aumentos de 36% e 41% em relação ao 2T08
e 1T09, respectivamente, principalmente em função (i) da recuperação das margens, para a qual contribuíram os
programas de eficiência operacional implementados, e (ii) do efeito da sazonalidade na comparação com o 1T09.
No 1S09, o EBITDA da Ultragaz totalizou R$ 126 milhões, 33% acima do 1S08.

Ipiranga: A Ipiranga ex-Texaco apresentou EBITDA de R$ 162 milhões no 2T09, aumentos de 5% e 13% em
relação ao 2T08 e 1T09, respectivamente, principalmente em função (i) das medidas implementadas para a
melhoria na legislação e fiscalização do setor de combustíveis, com influência na variação de preços e custos de
etanol e (ii) do maior volume na comparação com o 1T09. No 1S09, o EBITDA da Ipiranga ex-Texaco totalizou R$
305 milhões, 8% acima do 1S08.

O EBITDA da Texaco ex-não recorrentes no 2T09, que exclui despesas de R$ 21 milhões com a conversão de
postos Texaco para a marca Ipiranga e de R$ 7 milhões com a integração, totalizou R$ 38 milhões, o que
corresponde a margem unitária de EBITDA de R$ 24/m3, maior que a margem observada pré-aquisição.

Desta forma, o EBITDA da Ipiranga ex-não recorrentes totalizou R$ 200 milhões e a margem unitária de EBITDA
atingiu R$ 43/m³. Incluindo as despesas não recorrentes, a Ipiranga reportou um EBITDA de R$ 172 milhões no
2T09, e acumula R$ 316 milhões no 1S09.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Oxiteno: O EBITDA da Oxiteno totalizou R$ 29 milhões no 2T09, um aumento de 10% em relação ao 2T08, em
função do Real 25% mais desvalorizado no 2T09 e do aumento de 10% no volume vendido, em grande parte
compensados pela diferença entre custos históricos e custos de reposição neste 2T09. Em relação ao 1T09, o
EBITDA apresentou redução de 37%, em função (i) do Real 10% mais valorizado no 2T09 e sua valorização de
16% ao longo do trimestre e (ii) de menores preços médios em dólares, decorrentes da maior participação de glicóis
e exportações nas vendas, sem equivalente redução nos custos em dólares, devido ao processo de realização de
estoques com custos históricos maiores que os de reposição. No 1S09, o EBITDA da Oxiteno totalizou R$ 75
milhões, 2% acima do 1S08. A Oxiteno estima que o efeito decorrente da diferença entre custos históricos e de
reposição foi de R$ 35 milhões e R$ 68 milhões no 2T09 e 1S09, respectivamente.

Ultracargo: A Ultracargo apresentou EBITDA de R$ 28 milhões, R$ 20 milhões acima do 2T08, em função da


consolidação da União Terminais a partir do 4T08 e decorrentes sinergias operacionais, das expansões realizadas
no terminal de Aratu e da maior movimentação no terminal de Santos. Em relação ao 1T09, o EBITDA da
Ultracargo apresentou crescimento de 17% em função da maior movimentação em seus terminais. No 2T09, a
margem EBITDA da Ultracargo atingiu 32%, superior às margens de 13% e 29% obtidas no 2T08 e 1T09,
respectivamente. No 1S09, o EBITDA da Ultracargo totalizou R$ 52 milhões, 182% acima do 1S08. A margem
EBITDA da Ultracargo no 1S09 foi de 31%, o dobro da margem de 15% apurada no 1S08.

EBITDA

Variação Variação Variação


R$ milhões 2T09 2T08 1T09 2T09 X 2T08 2T09 x 1T09
1S09 1S08 1S09 x 1S08
Ultrapar 320,6 251,1 274,1 28% 17% 594,7 477,0 25%
Ultragaz 73,6 54,0 52,4 36% 41% 126,0 94,7 33%
Ipiranga 172,4 153,7 143,5 12% 20% 315,9 283,6 11%
Oxiteno 29,2 26,6 46,2 10% (37%) 75,4 73,8 2%
Ultracargo 28,2 8,4 24,0 237% 17% 52,2 18,5 182%

Em atendimento à Instrução CVM 381/03, informamos que nossos auditores externos, KPMG Auditores
Independentes, não prestaram, no período referente aos primeiros seis meses de 2009, quaisquer outros
serviços que não os relacionados à auditoria externa da Ultrapar e de suas coligadas e controladas.

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

01 OXITENO EUROPE SPRL . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,02


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1 1

02 COMPANHIA ULTRAGAZ S.A. 61.602.199/0001-12 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 99,00 9,58


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 799.972 799.972

03 BAHIANA DISTRIBUIDORA DE GÁS LTDA. 46.395.687/0001-02 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 4,28


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 24 24

04 UTINGÁS ARMAZENADORA S.A. 61.916.920/0001-49 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 56,00 0,75


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 2.800 2.800

05 LPG INTERNATIONAL INC. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,17


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1 1

06 ULTRACARGO-OPERAÇÕES LOG. E PART. LTDA 34.266.973/0001-99 FECHADA CONTROLADA 100,00 13,16


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 9.324 9.324

07 TRANSULTRA ARMAZ. E TRANSP. ESP. LTDA 60.959.889/0001-60 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 1,43
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 34.999 34.999

08 TERMINAL QUÍMICO DE ARATU S.A. 14.688.220/0001-64 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 99,00 13,06


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 63.372 63.372

09 PETROLOG SERVIÇOS E ARMAZÉNS GERAIS LTDA 05.850.071/0001-05 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,13
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 412 412

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

10 OXITENO S.A. - INDÚSTRIA E COMÉRCIO 62.545.686/0001-53 FECHADA CONTROLADA 100,00 32,19


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 35.102 35.102

11 OXITENO NORDESTE S.A. IND. E COMÉRCIO 14.109.664/0001-06 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 99,00 16,54
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 7.384 7.384

12 OLEOQUÍMICA IND E COM DE PROD QUÍM LTDA. 07.080.388/0001-27 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 6,32
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 280.815 280.815

13 U.A.T.S.P.E EMP. E PART. LTDA 09.364.319/0001-70 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,49


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 18.220 18.220

14 EMPRESA CARIOCA DE PRODUTOS QUÍMICOS S.A 33.346.586/0001-08 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,46
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 199.323 199.323

15 OXITENO ARGENTINA SOCIEDAD DE RESP. LTDA . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,00


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 98 95

16 BARRINGTON S.L. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 1,06


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 554 554

17 OXITENO MÉXICO, S.A. DE C.V. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,56


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 122.048 122.048

18 OXITENO ANDINA, C.A. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,53


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 12.076 12.076

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

19 IMAVEN IMÓVEIS LTDA. 61.604.112/0001-46 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 4,77


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 116.179 116.179

20 CIA BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA 33.069.766/0001-81 FECHADA CONTROLADA 100,00 39,15


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 105.952 105.952

21 AM/PM COMESTÍVEIS LTDA. 40.299.810/0001-05 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,32


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 13.497 13.497

22 CENTRO DE CONVENIÊNCIAS MILLENNIUM LTDA. 03.546.544/0001-41 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,05


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.171 1.171

23 CONVENIENCIAS IPIRANGA NORTE LTDA. 05.378.404/0001-37 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,02


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 164 164

24 IPIRANGA TRADING LTD. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,00


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 50 50

25 TROPICAL TRANSPORTES IPIRANGA LTDA. 42.310.177/0001-34 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,43


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 254 254

26 IPIRANGA LOGÍSTICA LTDA. 08.017.542/0001-89 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,02


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 510 510

27 IPIRANGA IMOBILIÁRIA LTDA. 07.319.798/0001-88 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,34


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 15.647 15.647

12/08/2009 17:55:29 Pág: 90


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

28 MAXFÁCIL PARTICIPAÇÕES S.A. 08.077.294/0001-61 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 50,00 1,95


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 11 11

29 REFINARIA DE PETRÓLEO RIOGRANDENSE S.A. 94.845.674/0001-30 FECHADA CONTROLADA 33,32 -0,12


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 5.079 5.000

30 COMERCIAL FARROUPILHA LTDA. 92.766.484/0001-00 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,01


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.615 1.615

31 ISA-SUL ADM. E PARTICIPAÇÕES LTDA 89.548.606/0001-70 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,07


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 3.515 3.515

32 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PARTIC. LTDA. 08.056.984/0001-34 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 26,47


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.264.453 1.264.453

33 SERMA ASSOC.USU.EQUIP.PROC.SERV.CORRELAT 61.601.951/0001-00 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,00


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 8.059 8.059

34 IPIRANGA PRODUTOS DE PETRÓLEO S.A 33.337.122/0001-27 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 13,23


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 40.158.715 0

35 S.A. DE ÓLEO GALENA SIGNAL 61.429.387/0001-90 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,07


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 100 0

36 ULTRACARGO ARGENTINA S.A. . . / - INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 100,00 0,00


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 506 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

37 UNIÃO/VOPAK ARMAZÉNS GERAIS LTDA 77.632.644/0001-27 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 50,00 0,12


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 30 30

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

14.01 - CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES

1- ITEM 01
2 - Nº ORDEM 3
3 - Nº REGISTRO NA CVM DISPENSADA
4 - DATA DO REGISTRO CVM 04/06/2009
5 - SÉRIE EMITIDA UN
6 - TIPO DE EMISSÃO SIMPLES
7 - NATUREZA EMISSÃO PÚBLICA
8 - DATA DA EMISSÃO 04/06/2009
9 - DATA DE VENCIMENTO 19/05/2012
10 - ESPÉCIE DA DEBÊNTURE SEM PREFERENCIA
11 - CONDIÇÃO DE REMUNERAÇÃO VIGENTE CDI + 3%a.a.
12 - PRÊMIO/DESÁGIO 0
13 - VALOR NOMINAL (Reais)
1.000.000,00
14 - MONTANTE EMITIDO (Reais Mil) 1.200.000
15 - Q. TÍTULOS EMITIDOS (UNIDADE) 1.200
16 - TÍTULO CIRCULAÇÃO (UNIDADE) 1.200
17 - TÍTULO TESOURARIA (UNIDADE) 0
18 - TÍTULO RESGATADO (UNIDADE) 0
19 - TÍTULO CONVERTIDO (UNIDADE) 0
20 - TÍTULO A COLOCAR (UNIDADE) 0
21 - DATA DA ÚLTIMA REPACTUAÇÃO

22 - DATA DO PRÓXIMO EVENTO


30/05/2010

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Participação acionária, direta e indireta, dos grupos de Acionistas Controladores, membros


do Conselho de Administração, membros da Diretoria e membros do Conselho Fiscal

Posição em 30/06/2009 (em unidades)

30/jun/09
Ordinárias Preferenciais Total

Acionistas Controladores 33.748.057 294.732 34.042.789


Membros do Conselho de Administração¹ 46 7 53
Membros da Diretoria² - 251.073 251.073
Membros do Conselho Fiscal - 1.071 1.071

Nota: ¹Ações detidas por membros do Conselho de Administração que não foram incluídas no grupo de Acionistas Controladores
Se o conselheiro não faz parte do grupo de controle, considera-se apenas a participação direta.
²Ações detidas por membros da Diretoria que não foram incluídas no grupo de Acionistas Controladores e Conselho de
Administração

Evolução da participação acionária, direta e indireta, das pessoas pertencentes aos grupos
de Acionistas Controladores, membros do Conselho de Administração, membros da
Diretoria e membros do Conselho Fiscal (em unidades)

30/jun/09 30/jun/08

Ordinárias Preferenciais Total Ordinárias Preferenciais Total

Acionistas Controladores 33.748.057 294.732 34.042.789 33.748.057 293.732 34.041.789

Membros do Conselho de Administração¹ 46 7 53 46 6 52

Membros da Diretoria² - 251.073 251.073 - 221.750 221.750

Membros do Conselho Fiscal - 1.071 1.071 - 1.071 1.071

Nota: ¹Ações detidas por membros do Conselho de Administração que não foram incluídas no grupo de Acionistas Controladores
²Ações detidas por membros da Diretoria que não foram incluídas no grupo de Acionistas Controladores e Conselho de Administração

Quantidade de ações em circulação e sua porcentagem em relação ao total de ações


emitidas – Posição em 30/06/2009 (em unidades)

Ordinárias Preferenciais Total


Ações Representativas do Capital Social 49.429.897 86.666.102 136.095.999

( - ) Ações em Tesouraria 6.617 2.201.272 2.207.889


( - ) Ações em poder de Acionistas Controladores 33.748.057 294.732 34.042.789
( - ) Ações em poder de Administradores 46 251.080 251.126
( - ) Ações em poder de outras pessoas vinculadas* - 140.200 140.200

Em Circulação 15.675.177 83.778.818 99.453.995

% Ações em Circulação / Total de Ações 31,71% 96,67% 73,08%


*Empresas controladas

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

Posição acionária de acionistas com mais de 5% do capital votante e não votante da


Companhia, de forma direta e indireta, até o nível de pessoa física – Posição em 30/06/2009
(em unidades)

ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A Ordinárias % Preferenciais % Total %


Ultra S.A. Participações 32.646.694 66,05% 12 0,00% 32.646.706 23,99%
Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil¹ - - 10.084.224 11,64% 10.084.224 7,41%
2
Parth Investments Company 9.311.730 18,84% 1.396.759 1,61% 10.708.489 7,87%
Monteiro Aranha S.A.3 5.212.637 10,55% 975.888 1,13% 6.188.525 4,55%
4
Dodge & Cox, Inc. - - 6.115.732 7,06% 6.115.732 4,49%
Ações em tesouraria 6.617 0,01% 2.201.272 2,54% 2.207.889 1,62%
Outros 2.252.219 4,56% 65.892.215 76,03% 68.144.434 50,07%
TOTAL 49.429.897 100,00% 86.666.102 100,00% 136.095.999 100,00%
¹ Fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil sediado no Brasil
2
Instituição sediada no exterior, a Ultrapar não dispõe de informação de composição acionária dessa instituição
3
Empresa de capital aberto com dados de participação acionária disponíveis para consulta pública
4
Fundos de investimentos sediados nos Estados Unidos

ULTRA S.A. PARTICIPAÇÕES Ordinárias % Preferenciais % Total %


Fábio Igel 12.065.160 19,09% 4.954.685 19,55% 17.019.845 19,22%
Paulo Guilherme Aguiar Cunha 10.654.109 16,86% - - 10.654.109 12,03%
Ana Maria Villela Igel 2.570.136 4,07% 9.208.690 36,34% 11.778.826 13,30%
Christy Participações Ltda. 6.425.199 10,17% 4.990.444 19,69% 11.415.643 12,89%
Joyce Igel de Castro Andrade 7.071.343 11,19% 2.062.989 8,14% 9.134.332 10,32%
Márcia Igel Joppert 7.084.323 11,21% 2.062.988 8,14% 9.147.311 10,33%
Rogério Igel 7.311.004 11,57% 1.615.027 6,37% 8.926.031 10,08%
Lucio de Castro Andrade Filho 3.775.470 5,97% - - 3.775.470 4,26%
Outros 6.245.304 9,88% 448.063 1,77% 6.693.367 7,56%
TOTAL 63.202.048 100,00% 25.342.886 100,00% 88.544.934 100,00%
Outros: outras pessoas físicas, nenhuma individualmente com mais de 5%

CHRISTY PARTICIPAÇÕES LTDA. QUOTAS %


Maria da Conceição Coutinho Beltrão 3.066 34,90%
Hélio Marcos Coutinho Beltrão 1.906 21,70%
Cristiana Coutinho Beltrão 1.906 21,70%
Maria Coutinho Beltrão 1.906 21,70%
TOTAL 8.784 100,00%

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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Relatório de revisão dos auditores independentes

Ao
Conselho de Administração da
Ultrapar Participações S.A.
São Paulo - SP

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais - ITR da Ultrapar


Participações S.A. e nas Informações Trimestrais consolidadas dessa Companhia e suas
controladas, referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2009, compreendendo os balanços
patrimoniais, as demonstrações de resultados, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos
de caixa, as Notas Explicativas e o relatório de desempenho, elaborados sob a responsabilidade
de sua Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo IBRACON -
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de
Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em: (a) indagação e discussão com os
administradores responsáveis pelas áreas contábil, financeira e operacional da Companhia e de
suas controladas, quanto aos principais critérios adotados na elaboração das Informações
Trimestrais; e (b) revisão das informações e dos eventos subseqüentes que tenham, ou possam
vir a ter, efeitos relevantes sobre a posição financeira e as operações da Companhia e de suas
controladas.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de qualquer modificação relevante que
deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais acima referidas
para que estas estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas
expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das
Informações Trimestrais.

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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

4. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 2, em decorrência das mudanças nas práticas


contábeis adotadas no Brasil durante 2008, as demonstrações do resultado, das mutações do
patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, referentes ao trimestre findo em 30 de junho 2008,
apresentadas para fins de comparação, foram ajustadas e estão sendo reapresentadas, como
previsto na NPC 12 - Práticas Contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e Correção de
Erros, aprovada pela Deliberação CVM nº 506/06.

11 de agosto de 2009

KPMG Auditores Independentes


CRC 2SP014428/O-6

Anselmo Neves Macedo Alexandre Heinermann


Contador CRC 1SP160482/O-6 Contador CRC 1SP228175/O-0

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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 9
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2009 a 30/06/2009 11
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2009 a 30/06/2009 12
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 13
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 14
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 16
10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 18
11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2009 a 30/06/2009 20
11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2009 a 30/06/2009 21
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 22
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 78
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 79
13 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 88
14 01 CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES 93
20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 94
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 96
OXITENO EUROPE SPRL
COMPANHIA ULTRAGAZ S.A.
BAHIANA DISTRIBUIDORA DE GÁS LTDA.
UTINGÁS ARMAZENADORA S.A.
LPG INTERNATIONAL INC.
ULTRACARGO-OPERAÇÕES LOG. E PART. LTDA
TRANSULTRA ARMAZ. E TRANSP. ESP. LTDA
TERMINAL QUÍMICO DE ARATU S.A.
PETROLOG SERVIÇOS E ARMAZÉNS GERAIS LTDA
OXITENO S.A. - INDÚSTRIA E COMÉRCIO
OXITENO NORDESTE S.A. IND. E COMÉRCIO
OLEOQUÍMICA IND E COM DE PROD QUÍM LTDA.

12/08/2009 17:55:36 Pág: 98


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2009 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01846-5 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. 33.256.439/0001-39

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA
U.A.T.S.P.E EMP. E PART. LTDA
EMPRESA CARIOCA DE PRODUTOS QUÍMICOS S.A
OXITENO ARGENTINA SOCIEDAD DE RESP. LTDA
BARRINGTON S.L.
OXITENO MÉXICO, S.A. DE C.V.
OXITENO ANDINA, C.A.
IMAVEN IMÓVEIS LTDA.
CIA BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA
AM/PM COMESTÍVEIS LTDA.
CENTRO DE CONVENIÊNCIAS MILLENNIUM LTDA.
CONVENIENCIAS IPIRANGA NORTE LTDA.
IPIRANGA TRADING LTD.
TROPICAL TRANSPORTES IPIRANGA LTDA.
IPIRANGA LOGÍSTICA LTDA.
IPIRANGA IMOBILIÁRIA LTDA.
MAXFÁCIL PARTICIPAÇÕES S.A.
REFINARIA DE PETRÓLEO RIOGRANDENSE S.A.
COMERCIAL FARROUPILHA LTDA.
ISA-SUL ADM. E PARTICIPAÇÕES LTDA
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PARTIC. LTDA.
SERMA ASSOC.USU.EQUIP.PROC.SERV.CORRELAT
IPIRANGA PRODUTOS DE PETRÓLEO S.A
S.A. DE ÓLEO GALENA SIGNAL
ULTRACARGO ARGENTINA S.A.
UNIÃO/VOPAK ARMAZÉNS GERAIS LTDA /97

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