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Curso deLajesAtualizaçãomistas Curso de Atualização Módulo 03 “Projeto e Dimensionamento de Estruturas Mistas
Curso deLajesAtualizaçãomistas
Curso de Atualização
Módulo 03
“Projeto e Dimensionamento de Estruturas
Mistas de Aço e Concreto”
Lajes mistas de aço e concreto
ou laje mista com fôrma de
aço incorporada
Profª. Drª. Silvana De Nardin
1
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Anexo Q: NBR 8800:2008 Introdução Limites de aplicabilidade Comportamento Anexo trata do projeto
Lajes mistas
Anexo Q: NBR 8800:2008
Introdução
Limites de aplicabilidade
Comportamento
Anexo trata do projeto e dimensionamento de lajes
mistas de aço e concreto, apoiadas na direção
perpendicular às nervuras.
Aspectos
Construtivos
Aplica-se às situações onde as ações são
consideradas predominantemente estáticas,
inclusive em edifícios industriais cujos pisos
podem ser submetidos a ações móveis.
Definição
Verificação:
Fôrma de aço
Na fase final, concreto atua estruturalmente em
conjunto com a fôrma de aço, sendo parte ou toda a
armadura de tração da laje.
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Condições ideais de projeto: Introdução Sistema estrutural: laje armada em uma direção Vão
Lajes mistas
Condições ideais de projeto:
Introdução
Sistema estrutural: laje armada em uma direção
Vão típico: 3,5 m
Vãos sobre vigas secundárias mistas
Comportamento
Armadura: malha retangular
Aspectos
Situação ideal: fôrma não escorada durante a
construção
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Boas características Introdução Rapidez e simplicidade de execução Fôrma: proteção e
Lajes mistas
Boas características
Introdução
Rapidez e simplicidade de execução
Fôrma: proteção e plataforma de trabalho
Mais leve que as lajes tradicionais de C.A.
Comportamento
Utilização de concreto de baixa densidade
Aspectos
Fôrma e viga: produtos industrializadas, com
severas tolerâncias de fabricação
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
4
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Componentes Introdução Fôrma de aço Armaduras Concreto moldado in loco Comportamento Após a
Lajes mistas
Componentes
Introdução
Fôrma de aço
Armaduras
Concreto moldado in loco
Comportamento
Após a cura do concreto:
Aspectos
Construtivos
Comportamento misto
aço-concreto
Verificação:
Fôrma de aço
Fôrma atua como fôrma
permanente durante a
concretagem e armadura
de tração após a
concretagem
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Tipos de fôrmas de aço Introdução Trapezoidal Comportamento Aspectos Construtivos Reentrante
Lajes mistas
Tipos de fôrmas de aço
Introdução
Trapezoidal
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Reentrante
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Tipos de fôrmas de aço Introdução Panorama mundial: Vários tipos de: Fôrmas Comportamento
Lajes mistas
Tipos de fôrmas de aço
Introdução
Panorama mundial:
Vários tipos de:
Fôrmas
Comportamento
Altura e distância entre nervuras
Largura
Altura: 50 mm a 150 mm
Aspectos
Espessuras: 0,75 mm a 1,5 mm
Construtivos
Conformadas a frio e galvanizadas nas duas faces
No Brasil:
Verificação:
Dois fornecedores no mercado
Fôrma de aço
Metform e Perfilor
Fôrma trapezoidal
Verificação:
Espessuras entre 0,75 mm e 1,5 mm
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Tipos de fôrmas de aço no Brasil: Introdução Disponível: fôrma trapezoidal Fabricante: Perfilor
Lajes mistas
Tipos de fôrmas de aço no Brasil:
Introdução
Disponível: fôrma trapezoidal
Fabricante: Perfilor
Comportamento
Polydeck S59 ®
Largura útil: 840 mm
Espessura: 0,80 / 0,95 / 1,25 mm
Aspectos
Construtivos
Peso: 7,68 kg/m a 12 kg/m
Verificação:
Fôrma de aço
http://www.perfilor.com.br
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Tipos de fôrmas de aço no Brasil: Introdução Fabricante: Metform Steel deck MF75
Lajes mistas
Tipos de fôrmas de aço no Brasil:
Introdução
Fabricante: Metform
Steel deck MF75 ®
www.metform.com.br
Largura útil: 820 mm
Comportamento
Steel deck MF50 ®
Largura útil: 915 mm
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Fabricante Metform Introdução Steel deck MF50 ® Comportamento Aspectos Construtivos Steel deck
Lajes mistas
Fabricante Metform
Introdução
Steel deck MF50 ®
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Steel deck MF75 ®
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Ligação mecânica aço- concreto Verificação:
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Ligação mecânica aço-
concreto
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Ligação mecânica por: Introdução Geometria da fôrma – reentrâncias Ancoragem mecânica local
Lajes mistas
Ligação mecânica por:
Introdução
Geometria da fôrma – reentrâncias
Ancoragem mecânica local ou de extremidade:
Conectores
Comportamento
Deformação das nervuras da fôrma
Aspectos
Atrito
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Comportamento Modos de colapso Verificação:
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Comportamento
Modos de colapso
Verificação:
Fôrma de aço
Fonte: Multideck – Kingspan
http://www.kingspanstructural.com/multide
ck/case_studies.htm
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Grau de interação Introdução Interação COMPLETA: Sem escorregamento aço-concreto Tipo de
Lajes mistas
Grau de interação
Introdução
Interação COMPLETA:
Sem escorregamento aço-concreto
Tipo de ruína: frágil ou dúctil
Comportamento
Interação PARCIAL:
Aspectos
Limite para os escorregamentos
Construtivos
Transferência parcial do esforço de cisalhamento
Tipo de ruína: frágil ou dúctil.
Verificação:
Fôrma de aço
NBR 8800:2008 → INTERAÇÃO COMPLETA
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Modos de colapso Introdução Colapso tipo I Momento solicitante MAIOR que o momento
Lajes mistas
Modos de colapso
Introdução
Colapso tipo I
Momento solicitante MAIOR que o momento de
plastificação M Rd,pl
Geralmente crítico para vãos médios a grandes.
Comportamento
Colapso tipo II
Aspectos
Resistência última é comandada pela interface aço-
concreto.
Construtivos
Ocorre na seção II ao longo do comprimento de
cisalhamento L s .
Verificação:
Fôrma de aço
Colapso tipo III
Força vertical aplicada excede a resistência.
Verificação:
Situação crítica: lajes altas com vãos pequenos e cargas
de grande intensidade.
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas Modos de colapso Colapso tipo I III

Lajes mistas

Modos de colapso

Colapso tipo IModos de colapso

Lajes mistas Modos de colapso Colapso tipo I
III I Flexão II L s Momento positivo
III
I
Flexão
II
L s
Momento positivo

Colapso tipo II

Cisalhamento horizontal II II

Cisalhamento horizontalII II

II II
II
II
Colapso tipo III Cisalhamento vertical

Colapso tipo III Cisalhamento vertical

Colapso tipo III Cisalhamento vertical

III

III III Momento negativo

III

Momento negativo

Profa. Dra. Silvana De Nardin

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Lajes mistas Modos de colapso – tipos de ruptura: Introdução Dúctil vs. Frágil Força, P
Lajes mistas
Modos de colapso – tipos de ruptura:
Introdução
Dúctil vs. Frágil
Força, P
Dúctil
Comportamento
P
P
Frágil
δ
Aspectos
Construtivos
Flecha, δ
Função de:
Verificação:
Fôrma de aço
Características da interface aço-concreto
Presença de aberturas favorecem a ruptura frágil
Verificação:
Conectores de cisalhamento na laje influenciam o
modo de colapso
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Disposições construtivas Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Disposições construtivas
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Armaduras – funções: Introdução Distribuição de ações concentradas Reforço local em
Lajes mistas
Armaduras – funções:
Introdução
Distribuição de ações concentradas
Reforço local em aberturas
Aumentar a resistência ao fogo
Comportamento
Resistir a momento negativo
Controlar fissuração
Aspectos
Normalmente são utilizadas telas soldadas
Construtivos
Malha posicionada no topo, acima das nervuras.
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Limitações geométricas Introdução Altura total: h t > 80 mm. Espessura concreto acima
Lajes mistas
Limitações geométricas
Introdução
Altura total: h t > 80 mm.
Espessura concreto acima da fôrma: > 50 mm (t c )
Comportamento
Se a laje é usada na viga mista ou como diafragma
Altura total h t > 90 mm
Aspectos
Espessura h c > 50 mm
Construtivos
Dimensão máxima dos agregados:
0,40 t c
Verificação:
b o /3: fôrmas trapezoidais
Fôrma de aço
30,0 mm
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Limitações geométricas Introdução Comprimento mínimo do apoio Comportamento 50 mm Aspectos 50
Lajes mistas
Limitações geométricas
Introdução
Comprimento mínimo do apoio
Comportamento
50 mm
Aspectos
50 mm
50 mm
Construtivos
50 mm
50 mm
75 mm
Verificação:
Fôrma de aço
70
mm
Verificação:
Laje mista
70 mm
70 mm
70 mm
70 mm
100 mm
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Esmagamento nos apoios Introdução Apoios intermediários de escoramentos temporários não podem
Lajes mistas
Esmagamento nos apoios
Introdução
Apoios intermediários de escoramentos temporários
não podem perfurar a chapa
Utilizar tábuas ou vigas de madeira com largura ≥ 80
mm
Comportamento
Tempo de escoramento após a concretagem
8 dias
Juntas
Aspectos
Construtivos
Caso não seja possível executar toda a laje de uma só
vez, a interrupção deve ser feita a uma distância ≤≤≤≤ 1/3
do vão.
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
5φ c Lajes mistas Posição dos conectores Introdução Vigas mistas e fôrmas com nervuras ⊥⊥⊥⊥
5φ c
Lajes mistas
Posição dos conectores
Introdução
Vigas mistas e fôrmas com nervuras ⊥⊥⊥⊥ à viga
0,4φ c
Comportamento
20mm
3φ c
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Aos pares
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
20mm
Lajes mistas Componentes adicionais Introdução Facilitar concretagem e acabamentos Comportamento Aspectos
Lajes mistas
Componentes adicionais
Introdução
Facilitar concretagem e acabamentos
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Componentes adicionais Introdução Função: facilitar concretagem e acabamentos Comportamento
Lajes mistas
Componentes adicionais
Introdução
Função: facilitar concretagem e acabamentos
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Lajes mistas

Componentes adicionais

Laje mista Lajes mistas Componentes adicionais Fixação das fôrmas para concretagem Profa. Dra. Silvana

Fixação das fôrmas para concretagem

Laje mista Lajes mistas Componentes adicionais Fixação das fôrmas para concretagem Profa. Dra. Silvana De Nardin
Laje mista Lajes mistas Componentes adicionais Fixação das fôrmas para concretagem Profa. Dra. Silvana De Nardin

Profa. Dra. Silvana De Nardin

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Lajes mistas Verificações Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço
Lajes mistas
Verificações
Introdução
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Fase construtiva: fôrma de aço Introdução Antes de o concreto atingir 75 %
Lajes mistas
Fase construtiva: fôrma de aço
Introdução
Antes de o concreto atingir 75 % da resistência à
compressão especificada
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Serviço: concreto + fôrma → elemento misto
Verificação:
Após o endurecimento do concreto
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Lajes mistas

Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios

Estado limite último Estado limite de serviço

Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De
Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De
Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De
Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De
Lajes mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De

Critérios de dimensionamento

mistas Estado limite último Estado limite de serviço Critérios de dimensionamento Profa. Dra. Silvana De Nardin

Profa. Dra. Silvana De Nardin

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Lajes mistas Recomendações para a fôrma Introdução Resistir ao peso próprio do concreto em estado
Lajes mistas
Recomendações para a fôrma
Introdução
Resistir ao peso próprio do concreto em estado fresco
e às ações construtivas
Escoramento temporário
Comportamento
Estado Limite Último
Análise elástica e NBR 14762
Aspectos
Construtivos
Fôrmas calculadas como contínuas: determinar os
esforços solicitantes sem considerar a variação de
rigidez
Verificação:
Fôrma de aço
Estado Limite de Serviço – deslocamento máximo
Ações: peso próprio + peso do concreto fresco:
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Estado Limite Último Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Estado Limite Último
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite último – Fôrma de aço Introdução Ações construtivas Comportamento Aspectos
Lajes mistas
Estado limite último – Fôrma de aço
Introdução
Ações construtivas
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite último – Fôrma de aço Introdução Ações construtivas Comportamento Aspectos
Lajes mistas
Estado limite último – Fôrma de aço
Introdução
Ações construtivas
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite último – Fôrma de aço Introdução Ações permanentes Peso do concreto,
Lajes mistas
Estado limite último – Fôrma de aço
Introdução
Ações permanentes
Peso do concreto, da fôrma de aço e da armadura
Comportamento
Ações construtivas:
Peso das operações de concretagem
Aumento da altura devido à flexão: empoçamento
Aspectos
Construtivos
Armazenamento de materiais
Verificação:
Fôrma de aço
Valores mínimos podem não ser suficientes para levar
em conta o impacto do concreto durante a
concretagem, acúmulo de concreto em pequenas
regiões, ou cargas devidas ao bombeamento
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite último – Fôrma de aço Introdução Sobrecargas: adotar o mais nocivo
Lajes mistas
Estado limite último – Fôrma de aço
Introdução
Sobrecargas: adotar o mais nocivo dos casos:
Carga uniformemente distribuída:
Comportamento
1,0 kN/m 2
Carga linear distribuída:
Aspectos
Construtivos
2,2 kN/m ⊥ à direção das nervuras e na posição mais
desfavorável
Somente para verificação do momento fletor
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
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Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite último – Fôrma de aço Introdução Combinações de ações Fonte: NBR
Lajes mistas
Estado limite último – Fôrma de aço
Introdução
Combinações de ações
Fonte: NBR 8800:2008 – seção 4.7.7.3
Comportamento
Utilizar: combinações quase permanentes de serviço
para verificação na fase construtiva
m
n
(
)
(
)
F
=
F
+
ψ
F
ser
G
2j
Q
i,k
j,k
Aspectos
i = 1
j
=
1
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
F Gi,k : valores característicos das ações permanentes
F Qj,k : valor característico das ações variáveis que podem atuar concomitantemente com
a ação variável principal
ψ 2j : fatores de combinação para considerar todas as ações variáveis com seus valores
quase permanentes Ψ 2j .F Q,1k
Verificação:
Laje mista
36
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite último – Fôrma de aço Introdução Ações construtivas são críticas Norma
Lajes mistas
Estado Limite último – Fôrma de aço
Introdução
Ações construtivas são críticas
Norma de perfis formados a frio para verificação
Comportamento
Flambagem local considerada por meio de larguras
efetivas:
Determinar I eff e W eff
Aspectos
Verificação do momento fletor na seção de aço:
Construtivos
W
eff
M
=
f
RdF
yF
γ
F
Verificação:
Fôrma de aço
f yF : resistência ao escoamento do aço da fôrma (280 MPa);
γγγγ F : coeficiente de ponderação da resistência ao escoamento do aço da
fôrma, igual a 1,10
Verificação:
Laje mista
Ou, valor de M RdF fornecido pelo fabricante (em tabelas)
37
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas Estado Limite último – Fôrma de aço

Lajes mistas

Estado Limite último – Fôrma de aço

Estado Limite último – Fôrma de aço Momento fletor resistente de cálculo

Momento fletor resistente de cálculo

Fornecido pelo fabricante

Fonte: Manual geral para dimensionamento – Perfilor (2005) kN.m/m Espessura da chapa (mm)
Fonte: Manual geral para dimensionamento – Perfilor (2005) kN.m/m Espessura da chapa (mm)

Fonte: Manual geral para dimensionamento – Perfilor (2005)

kN.m/m

Espessura da chapa (mm)

– Perfilor (2005) kN.m/m Espessura da chapa (mm)   0,80 0,95 1,25 Momento positivo de cálculo
 

0,80

0,95

1,25

Momento positivo de cálculo

4,53

6,12

7,4

Momento negativo de cálculo

5,51

7,46

9,01

4,53 6,12 7,4 Momento negativo de cálculo 5,51 7,46 9,01 Profa. Dra. Silvana De Nardin 38
4,53 6,12 7,4 Momento negativo de cálculo 5,51 7,46 9,01 Profa. Dra. Silvana De Nardin 38
4,53 6,12 7,4 Momento negativo de cálculo 5,51 7,46 9,01 Profa. Dra. Silvana De Nardin 38

Profa. Dra. Silvana De Nardin

38

Lajes mistas Introdução Comportamento Aspectos Estado limite de serviço Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Aspectos
Estado limite de serviço
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
39
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite de serviço – Fôrma de aço Introdução Deslocamentos máximos verticais –
Lajes mistas
Estado limite de serviço – Fôrma de aço
Introdução
Deslocamentos máximos verticais – flechas δδδδ
(NBR 8800:2008)
Comportamento
Ações: peso próprio da fôrma de aço + peso do
concreto fresco:
δ≤ L F /180
20 mm
Aspectos
Construtivos
L F : vão teórico na direção das nervuras
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
40
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite de serviço – Fôrma de aço Introdução Ações a considerar: Peso
Lajes mistas
Estado limite de serviço – Fôrma de aço
Introdução
Ações a considerar:
Peso próprio do concreto e da fôrma de aço
Armazenamento de materiais
Comportamento
Cargas construtivas, inclusive efeito do
empoçamento do concreto em regiões específicas
Aspectos
Construtivos
Empoçamento: aumento da altura de concreto
devido à flexão da fôrma de aço
Efeito do empoçamento:
Verificação:
Fôrma de aço
1) Calcular flecha δδδδ F : peso da fôrma + peso do
concreto
Verificação:
Laje mista
2) Se δδδδ F ≤ L F /250 → desprezar empoçamento
41
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite de serviço – Fôrma de aço Introdução Ações: efeito do empoçamento
Lajes mistas
Estado limite de serviço – Fôrma de aço
Introdução
Ações: efeito do empoçamento – Eurocode 4:
δδδδ F > L F /250
Comportamento
Acrescentar altura equivalente a 70% da flecha vertical à
espessura de concreto → altura “fictícia” de concreto
para simular o efeito do empoçamento
Aspectos
Construtivos
Ou seja, considerar altura total de concreto h c = altura
nominal de concreto + 0,7δ (70% da flecha) em todo o
vão.
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
42
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado limite de serviço – Fôrma de aço Introdução Deslocamentos verticais máximos: flecha
Lajes mistas
Estado limite de serviço – Fôrma de aço
Introdução
Deslocamentos verticais máximos: flecha
Calculado com momento de inércia da seção efetiva
Comportamento
Ações uniformemente distribuídas na posição mais
desfavorável
Aspectos
Construtivos
L1
L2
L3
L4
Verificação:
Fôrma de aço
k
= 1,00 para vigas simplesmente apoiadas;
k
= 0,41 para vigas com 2 vãos iguais (3 apoios);
5
1
4
k
= 0,52 para vigas com 3 vãos iguais (4 apoios);
δ= k
pL
Verificação:
384
EI
k
= 0,49 para vigas com 4 vãos iguais.
eff
Laje mista
43
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Lajes mistas

Estado limite de serviço – Fôrma de aço

Lajes mistas Estado limite de serviço – Fôrma de aço Deslocamentos verticais máximos: flecha 5 1

Deslocamentos verticais máximos: flecha

5 1 4 δ= k pL 384 EI eff
5
1
4
δ= k
pL
384
EI
eff
Fôrma de aço Deslocamentos verticais máximos: flecha 5 1 4 δ= k pL 384 EI eff

Profa. Dra. Silvana De Nardin

44

Lajes mistas Introdução Comportamento Após a cura do concreto Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Após a cura do concreto
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
- Ações
- Estado Limite de Serviço
- Estado Limite Último
Verificação:
Laje mista
45
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite Último Introdução Ações: Peso próprio da laje: fôrma + concreto +
Lajes mistas
Estado Limite Último
Introdução
Ações:
Peso próprio da laje: fôrma + concreto + armadura
Outras ações permanentes
Comportamento
Reações devido à remoção de escoramentos
Sobrecargas
Aspectos
Retração e fluência
Construtivos
Ações climáticas (temperatura, vento
)
Para edifícios convencionais: desconsiderar o efeito das
variações de temperatura.
Verificação:
Fôrma de aço
Estado limite de serviço:
Verificação:
Deslocamentos máximos
Laje mista
Fissuração do concreto
46
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Estado limite último Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço
Lajes mistas
Introdução
Estado limite último
Comportamento
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
47
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite Último: verificações Introdução Momento fletor Cisalhamento longitudinal
Lajes mistas
Estado Limite Último: verificações
Introdução
Momento fletor
Cisalhamento longitudinal
Cisalhamento vertical
Comportamento
Punção
Aspectos
Observações:
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Na determinação do momento fletor positivo
resistente, a fôrma deve resistir aos esforços de
tração em conjunto com uma armadura adicional,
caso exista, colocada na face inferior da laje.
Verificação:
Laje mista
Na determinação do momento fletor negativo
resistente sobre os apoios, a contribuição da fôrma
aos esforços de compressão poderá ser levada em
conta somente se for contínua.
48
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Momento fletor positivo Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Momento fletor positivo
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
49
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo Introdução Modo de falha tipo I: resistência à
Lajes mistas
Estado Limite Último: Momento positivo
Introdução
Modo de falha tipo I: resistência à flexão
Comportamento
Escoamento da fôrma de aço (f yk ) ou esmagamento do
concreto (f ck )
Comportamento dos materiais: rígido-plástico
Não considerar a armadura para combater a fissuração e
para resistir a momentos negativos
Aspectos
Construtivos
Possibilidades para a linha neutra plástica:
LNP acima da fôrma de aço
Verificação:
LNP na fôrma de aço
Fôrma de aço
I
L
Verificação:
s
Laje mista
Momento positivo
50
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo Introdução LNP acima da fôrma de aço (no
Lajes mistas
Estado Limite Último: Momento positivo
Introdução
LNP acima da fôrma de aço (no concreto):
Concreto tracionado é desprezado
Resultante de tração na fôrma
Comportamento
Resultante de compressão no concreto
f
yF
0,85 fcd
N
=
A
×
pa
F,ef
1,10
Aspectos
Ncf
a
-
Construtivos
y
N
pa
MRd
a =
+
f
ck
Npa
0,85 ×
× b
1,4
fyFd
C.G. forma de aço
Verificação:
LNP da laje mista
M
=
N
×
(d
− 0,5a)
Rd
pa
F
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
A F,ef : área da seção efetiva da forma (correspondente a 1000 mm), desprezando a
largura das mossas na seção transversal
d F : distância da face superior da laje de concreto ao C.G. da seção efetiva da forma
f yF : resistência ao escoamento do aço da fôrma (γ F =1,10)
b: largura unitária da laje, tomada igual a 1000 mm
51
Profa. Dra. Silvana De Nardin
dF
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes

Introdução

Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes

Comportamento

Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes

Aspectos

Construtivos

Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo
M Rd

MRd

Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo LNP
Fôrma de aço Verificação: Laje mista M Rd Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo LNP

Lajes mistas

Estado Limite Último: Momento positivo

LNP na fôrma de aço:

Condição de equilíbrio: N cf = N pa

ht

h t
C.G. fôrma de aço

C.G. fôrma de aço

dFe
dFe
N c f = N p a h t C.G. fôrma de aço dFe N A
N c f = N p a h t C.G. fôrma de aço dFe N A

N

A

×

f yF

1,10

p a h t C.G. fôrma de aço dFe N A × f yF 1,10 0,85
p a h t C.G. fôrma de aço dFe N A × f yF 1,10 0,85

0,85 fcd

0,85 fcd

t c - = - N cf +

tc

-
-

= -

Ncf +

-
-

y

0,85 f cd 0,85 f cd t c - = - N cf + - y

+

-

=

t c - = - N cf + - y + - = e p LNP

ep

c - = - N cf + - y + - = e p LNP na
LNP na fôrma de aço + fy Fd fy F d N pa + M

LNP na fôrma de aço

+ fyFd

fyFd

Npa

+ Mpr

fyFd

M = N

Rd

cf

f ck

× 1,40

y = h

t

0,5t

c

p

(

p

× y +M

pr

)

N

cf

N

pa

e + e e ×

y + M pr ) N cf N pa − e + e − e ×

52

+ M pr ) N cf N pa − e + e − e × 52

Profa. Dra. Silvana De Nardin

N cf : resultante de forças no concreto da laje M pa : momento de plastificação da fôrma de aço (valor de cálculo) considerando sua seção efetiva (tabelas fornecidas pelo fabricante) M pr : momento de plastificação da fôrma de aço, reduzido pela presença da força axial

pelo fabricante) M p r : momento de plastificação da fôrma de aço, reduzido pela presença

pa

=

F,ef

N

cf

= t

c

×

b

× 

0,85

Lajes mistas Estado Limite Último: Momento positivo Introdução LNP na fôrma de aço: Redução no
Lajes mistas
Estado Limite Último: Momento positivo
Introdução
LNP na fôrma de aço:
Redução no momento de plastificação da fôrma de
aço (M pa ) devido à presença da força axial
Comportamento
M pr ??? → flexo-tração
Mpr
Mpa
Aspectos
N
 cf
M
=
1,25M
≤ M
Construtivos
pr
pa
  1
pa
1,25
N
 pa
1,00
M
= N
× y +M
Verificação:
Rd
cf
pr
Fôrma de aço
Resultados experimentais
Verificação:
Laje mista
N cf
0
Concreto/fôrma
1,0
N
pa
53
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Aspectos Momento Fletor Negativo Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Aspectos
Momento Fletor Negativo
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
54
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estado Limite Último: Momento Negativo Introdução LNP geralmente na fôrma de aço Compressão
Lajes mistas
Estado Limite Último: Momento Negativo
Introdução
LNP geralmente na fôrma de aço
Compressão na fôrma de aço é desprezada
Concreto tracionado é desprezado
Comportamento
Toda tração é absorvida pela armadura negativa
distribuída em 1 metro de laje
As
0,85
×
b
x
f
Aspectos
ef
ck
N
=
cc
Nts
Construtivos
1,4
y
MRd,neg
A
×
f
s
ys
x
N
=
ts
1,15
Verificação:
Ncc
beff
Fôrma de aço
x
y = ds −
f
2
ys
A
×
s
A
×
f
×
y
1,15
s
ys
Verificação:
x =
M
=
Rd,neg
f
1,15
Laje mista
ck
0,85
×
b
×
1,4
55
Profa. Dra. Silvana De Nardin
ht
ds
dF
Lajes mistas Introdução Comportamento Cisalhamento longitudinal Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Cisalhamento longitudinal
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
56
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Introdução FALHA TIPO II Comportamento Resistência média ao
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento longitudinal
Introdução
FALHA TIPO II
Comportamento
Resistência média ao cisalhamento longitudinal ττττ u
no vão L s
Resistência ττττ u depende do tipo de fôrma
Aspectos
Construtivos
Função do arranjo de mossas e das condições da
superfície da fôrma, etc.
Verificação:
Fôrma de aço
II
L
s
Verificação:
Laje mista
57
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Introdução Métodos de análise: Método semi-empírico m-k: NBR
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento longitudinal
Introdução
Métodos de análise:
Método semi-empírico m-k: NBR 8800:2008
Comportamento
Usa a força cortante vertical para verificar a falha por
cisalhamento longitudinal ao longo do vão L s .
Método da interação parcial: não previsto pela NBR
Aspectos
8800:2008
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
58
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Introdução Método semi-empírico m-k: NBR 8800:2008 Gráfico m-k:
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento longitudinal
Introdução
Método semi-empírico m-k: NBR 8800:2008
Gráfico m-k: com ensaios de lajes em escala real
Comportamento
Fator de Tensão, depende da força
cortante vertical V t incluindo o peso
próprio da laje.
P
P
δ
V
V
t
t
V
L s
t
Aspectos
B
L s
b d
Construtivos
F
A
Relação linear
(N / mm 2 )
m
Verificação:
1
Fôrma de aço
Dúctil
k
Verificação:
0
A F
Laje mista
b L s
Número adimensional que representa
o quociente entre a área da fôrma e a
área de cisalhamento longitudinal.
59
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Introdução Comportamento Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes

Introdução

Comportamento

Aspectos

Construtivos

Verificação:

Fôrma de aço

Verificação:

Laje mista

Verificação: Fôrma de aço Verificação: Laje mista Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Método

Lajes mistas

E. L. U.: Cisalhamento longitudinal

E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Método m-k: NBR 8800

Método m-k: NBR 8800

Linha de cisalhamento longitudinal: válida entre alguns limites pois depende do vão e dos modos

Linha de cisalhamento longitudinal: válida entre alguns limites pois depende do vão e dos modos de falha (3 tipos)

P

P

pois depende do vão e dos modos de falha (3 tipos) P P V t δ
pois depende do vão e dos modos de falha (3 tipos) P P V t δ
V t δ b d F Cisalhamento vertical V t V t L s L
V
t
δ
b d
F
Cisalhamento vertical
V t
V t
L s
L s
m
L s vão
L s vão

k

Flexão

k Flexão Cisalhamento longitudinal m k

Cisalhamento longitudinal

m k

s m L s vão k Flexão Cisalhamento longitudinal m k grande curto A F b
s m L s vão k Flexão Cisalhamento longitudinal m k grande curto A F b

grande

curto

A F b L s

Ações

Estáticas

Dinâmicas fracas

N/mm 2

N/mm 2

200,4

0,005

151,8

0,005

Profa. Dra. Silvana De Nardin

60

Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Introdução Força cortante longitudinal resistente de cálculo de
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento longitudinal
Introdução
Força cortante longitudinal resistente de cálculo
de lajes mistas (V Rd,λλλλ ), para 1000 mm de largura
bo
 m A 
Comportamento
b
d
F
 + k
F
b
L
hc
s
dF
V
=
ht
Rd, λ
hF
1,25
bb
tF
Aspectos
bn
Construtivos
q
V
V
Verificação:
Lf
Lf
Fôrma de aço
L
Ls
f
A1=V.Lf
L
s =
A2=Ls.V
2.2
4
V
V
Verificação:
qLf/2
V
Laje mista
Lf/2
Ls
Lf
61
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento longitudinal Introdução Força cortante longitudinal resistente de cálculo de
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento longitudinal
Introdução
Força cortante longitudinal resistente de cálculo de
lajes mistas (V Rd,λλλλ ), para 1000 mm de largura
Comportamento
L s : vão de cisalhamento, depende do tipo de
carregamento
0,25 L F para cargas uniformemente distribuídas
Distância entre uma carga aplicada e o apoio mais próximo para
duas cargas concentradas simétricas
Aspectos
Construtivos
Relação entre o máximo momento fletor e a maior reação de
apoio para as condições de carregamento não contempladas
nos casos anteriores (inclusive combinação de carga distribuída
ou cargas concentradas assimétricas)
Verificação:
Fôrma de aço
80% do vão real para vãos internos e 90% para vãos de
extremidade em lajes projetadas como contínuas
Verificação:
Laje projetada como contínua: vão equivalente simplesmente
apoiado cujo comprimento pode ser: 80% do vão real para vãos
internos e 90% para vãos de extremidade.
Laje mista
62
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Aspectos Cisalhamento vertical Construtivos Verificação: Fôrma de aço
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Aspectos
Cisalhamento vertical
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
63
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento vertical bo Introdução Duas parcelas: hc dF ht hF
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento vertical
bo
Introdução
Duas parcelas:
hc
dF
ht
hF
Fôrma de aço – V v,F,Rd
bb
tF
bn
Volume de concreto – V v,c,Rd
Comportamento
Características
Cisalhamento do concreto e fissuração inclinada
Aspectos
Construtivos
Força cortante vertical resistente de cálculo,
relativa a 1000 mm de largura – V v,Rd (N):
V
= V
+ V
≤ V
v,Rd
v,F,Rd
v,c,Rd
max
Verificação:
Fôrma de aço
1) Parcela da fôrma de aço – V v,F,Rd (N):
h
×
t
F
F
Verificação:
V
=
0,6
×
f
×
v,F,Rd
yF
1,10
Laje mista
64
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento vertical Introdução Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento vertical
Introdução
Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
Parcela do concreto – V v,c,Rd (N):
Comportamento
1000
×τ ×
k
×
(
1,2
40
ρ ×
)
A
Rd
v
v
V
=
v,c,Rd
b
n
Taxa de armadura ρ:
Aspectos
s
Construtivos
ρ=
A ≤ 0,02
A
v
Resistência do concreto ao cisalhamento τ Rd (N):
Verificação:
τ
= 0,25× f
Rd
ctd
Fôrma de aço
bo
Av
hc
hc
dF
dF
ht
ht
hF
hF
Verificação:
bb
Laje mista
bb
tF
tF
bn
bn
65
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento vertical Introdução Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento vertical
Introdução
Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
2) Resistência do concreto ao cisalhamento ττττ Rd :
Comportamento
η× f
ctk,inf
f
=
c
2/ 3
η=
0,3
+
0,7
×
ctd
  ρ
1,4
f
=
0,21
×
f
(f
em MPa)
2400
ctk,inf
ck
ck
Aspectos
Construtivos
d
Armadura longitudinal de tração numa
  1,6 −
≥  1,0
1000
extensão ≥ d+λ b,nec alem da seção considerada
=
k v
Verificação:
1,0
Demais casos
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
66
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento vertical Introdução Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento vertical
Introdução
Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
3) Limite da Força cortante V max (N):
Av
Comportamento
hc
1000
×
0,285
×
A
×
f
dF
ht
v
ck
V
=
hF
max
b
n
bb
tF
Aspectos
bn
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
A s : área da armadura longitudinal de tração localizada na área A v (mm 2 )
A v : área resistente do concreto ao cisalhamento (mm 2 )
b n : largura entre duas nervuras consecutivas (mm)
d: distância da face superior da laje ao centro da armadura longitudinal de tração (mm)
f ck : resistência a compressão do concreto
f ctd : resistência a tração do concreto
λ b,nec : comprimento de ancoragem necessário para concreto usual (NBR 6118:2003)
η: fator para correção da massa específica do concreto
67
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas E. L. U.: Cisalhamento vertical Força cortante vertical resistente (V v,Rd ): 3)
Lajes mistas
E. L. U.: Cisalhamento vertical
Força cortante vertical resistente (V v,Rd ):
3) Limite da Força cortante V max (N):
1000
×
0,285
×
A
×
f
v
ck
V
=
max
b
n
Av
hc
dF
ht
hF
bb
tF
bn
68
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Introdução Comportamento Estados limites de serviço Aspectos Construtivos Verificação: Fôrma de
Lajes mistas
Introdução
Comportamento
Estados limites de serviço
Aspectos
Construtivos
Verificação:
Fôrma de aço
Verificação:
Laje mista
69
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estados Limites de Serviço: deslocamentos Introdução Deslocamento vertical δδδδ: Calcular
Lajes mistas
Estados Limites de Serviço: deslocamentos
Introdução
Deslocamento vertical δδδδ:
Calcular δδδδ considerando apenas o efeito das ações
variáveis
Comportamento
Limite: ≤ L F /350
L F : vão teórico da laje na direção das nervuras
Uniformizar a seção antes de calcular a flecha
Aspectos
Construtivos
1) Coeficiente de homogeneização da seção – η :
E
s
η=
E
c
Verificação:
Fôrma de aço
2) Linha neutra da seção homogeneizada – x c :
η× A
2
×
b
×
d
Fef
F
Verificação:
x
=
×
1
+
− 1
c
b
η× A
Laje mista
Fef
70
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estados Limites de Serviço: deslocamentos Introdução Deslocamento vertical δδδδ: Uniformizar a
Lajes mistas
Estados Limites de Serviço: deslocamentos
Introdução
Deslocamento vertical δδδδ:
Uniformizar a seção antes de calcular a flecha
3) Inércia da seção homogeneizada – I mista :
Comportamento
3
2
b
x
b
x
(
0,5x
)
2
c
c
c
I
=
+
+
A
×
(
d
x
)
+
I
mista
Fef
F
c
F
12
η
η
Aspectos
4) Flecha da laje mista:
Construtivos
5
1
4
δ= k
pL
384
E I
Verificação:
s m
Fôrma de aço
k
= 1,00 para vigas simplesmente apoiadas;
k
= 0,41 para vigas com 2 vãos iguais (3 apoios);
Verificação:
k
= 0,52 para vigas com 3 vãos iguais (4 apoios);
Laje mista
k
= 0,49 para vigas com 4 vãos iguais.
71
Profa. Dra. Silvana De Nardin
Lajes mistas Estados Limites de Serviço: Fissuração Introdução Lajes contínuas Abertura de fissuras na região
Lajes mistas
Estados Limites de Serviço: Fissuração
Introdução
Lajes contínuas
Abertura de fissuras na região de momento
negativo verificada de acordo com a NBR 6118:2003
Comportamento
Lajes “simplesmente apoiadas”
Armadura: efeitos de retração e temperatura:
Aspectos
≥ 0,1 % A c
A s
Construtivos
Posição da armadura: acima da face superior da fôrma, a
20 mm abaixo do topo da laje.
Verificação:
Tendência de continuidade:
Fôrma de aço
Verificação:
Possibilidade de fissuração da laje nos locais onde há
tendência de continuidade dos elementos estruturais (nas
ligações de vigas secundárias com vigas principais e em
relação a pilares) merece atenção especial.
Laje mista
72
Profa. Dra. Silvana De Nardin