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OUBPS·

ILLU.I.&1'1

Tradução

Deo Luigel Taes

Revisão

Viviane Pires de Ara ujo Cecilia Ti eko Ka tsumata

óJir

Devir Livraria Uda.

Coprnght o Steve Jackson

Titulo Onglnal: GURPS lIlununatl

Quarta Capa "O Sol da Meia NoUe~ cr1ada por Carl Anderson

Ilustrações de Ruth Thompson

Ilustrações adlclonaJs de Angela BosUck e JefT George

Tiras de Ale.'C1s Gllllland

Composição: Luis Fernando Amoasel dos Reis

ImprtSSO no Brasil

Oado. Internecionai .

de Catalogação na P ublleação (CI P )

(Câmara Brasileira do Livro, SP. Or

il)

Flndh)l,

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sem pennJssão dos detentores do coprnght.

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1!1

o Mundo é Mais Estranho do Que Você Imagina

por Nige l D. Findley

Editado por Steve Jaekson e l erf Koke

Material ,u.iicio nal de Stevc Jac kson e

Quarta capa "Sol da

Meia- no it e" cr iada

C hri s McCubbi n por Ca rl A nde rso n

Il us tra çõcs de Ruth Thomp so n

Il ustrações ad ic ionai s de.:: Angc la Bos ti ck e Jeff George

Tiras de Alcx is G illil and

S istema G U RPS criado por Stc"c Jac kso n Jerf Kokc. Editor C hefe

Loyd Bl ankcll<; hip. (jcn:ntc ,.h: D\!!'>c nvol vimcnlo de Produto Carl ,\nu cr:-.nn . Gl:fcntc de Produção

L ayout de pjgin~l c d i~ it:u;Jo da e di ção americ ana : M o ni ca Stephens

Pr odução de

Car! AmJer ~o n. ~ l anud Gar c i a. c ~\.'I {)nica Slephcns

RU lh TI lOm pso n . art is ta KCITy lI av3s. Age nt e de Impre ssão

J ogadores da f ase de tcstc ~: M cemic " l1i <;o n. J o)' Arcgood. Ki r by Arrimlt:r. J .r\'l. C;lpa rul a. lC. Conno r s , J ohn Dcc s ,

Sean Dyess.1\ 1ic hac l E ll inbc rg. J o hn 1\1.

FonJ. Rob l\ k M ah :lII . J ü hn t>. l nnaharn. T im P . M o r ga n . J oc Moriart y. Tre y

Palme r. Jeffrey C. Gain es. AlIen Sh oc k. Breu S locu m. To m Bith cr. Mary J. Zaw:lC ki . e aque les do BBS ·lIIu minal i.

Gain es. AlIen Sh oc k. Breu S locu m. To m Bith cr. Mary J.

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Gain es. AlIen Sh oc k. Breu S locu m. To m Bith cr. Mary J.

-

1-

ÍNDICE

 

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:

Co mo Faze r Com Que: os Personage: ns se Envolva m

Ao CONspimrcjQ T rc n oMgit'a

In terligação Com Outros

Gi:m:ros

46

46

47

 

~ 1a nt en ha Se u E mpr ego

47

 

Sohrr.lft ulOr

 

Viugem 111)

47

 

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

1I1/4/lIilluli J/ u/1/o,{J , icos

48

 

Ou

trJs Épocas c Lu gares

49

 

Gruu5([.·lniciI1f'ill

O s IlIurnin:lti No Esu:mgciro

Os llI uminal i '" ljC Em

DiJ

 

A

Cu

V(wid H a'l"kiIlJ. "re pé rrer" de Tob/óidl! Idéiastle Aventura~

49

50

   

5 1

 

Pf"I'''''.l:llIh/.,lfIwlli/llUi

 

Te rTibi li s Es t OSós ial'erfci lo

5 \

5 1

Ou/f!.s/f/umi"milliJlliricos

 

.\Campanha

 
 

Orgwli: /lç,it'.JComr"/ar/tlJ COIrsl'imçií" .i rf>rTc>(/II I 'orlf' .I

 

Ba r.l·/Oll'. f'o ll'Jsm!a

Gioe:!.n TO/l )" K,, ·ulI. f 'ri llg r! Pt'Jqllisudor

SI/mil

5I

52

Flundo o P3po:l dos tllurnin:l1i

 

10

52

 

Puru em/(I ConSl'imício, E

fiyU'

/IIIUI ConspimÇlilJ

Um Fantasma

na f\,fáqu ina

53

IguIIII'ColI/rârja

 

10

Corn:iu.

53

O P", ~er PlmmóiCII

\0

ulllum/ Gru)".

"C(msul l o,'

53

·'EuA.c}r ,' (!1I('S omo.1 PatrilllÔllio"

 

11

Esconde·esconde pelo Telefone I ler;tnçaPerdid:a JCflll -Jacqurs Marlr/. CorupimdQr

54

 

54

 

o ••••••••• ::::::

 

54

 

Mais Serr Coisas QUf ,\!tfn:tm Nos.w Pllr(lmíit,

12

 

55

Sobr~ ESI~ Uno

 

IJ

 
 

A

\ '1I6ml Num" Cllmpanlla J{/Ul1lill at/"

 

I

3. G RUPOS ILLUM INADOS

56

GIO.uriTUllI1uminati

 

13

Olllum inati

57

50

Coisas Terriu'is Sobre os llIumina li .

 

1-'

A "J\-Iesa Redonda" da Conspi raç ão

5 7

 

" Oillturi(l ,uerOl·/ngia

57

1. PERSONAGENS

 

18

o- (,::ítaru~

58

Tipo!' de Pe rwnagen~

19

IItHCfIIldo fi Cm"J}(wllll/w Jogo dr Ca,ds

59

Vantagens. De svantageM c Pcrkia~

.

27

P ricu r~ de Si011

60

  AII,hmu Pcr"llna;;ClhAlphans 62
 

AII,hmu Pcr"llna;;ClhAlphans

62

 

62

Des l·anlagens

 

21,1

O- "hl\"Wrc~ do Tempo"

63

NOI ' as Dc sl·3nt.1gen~

 

.

30

O TriúlIgl t /o df/r IJI' Tll lltdl •.I ·

63

Perícias r-;O\'a~ P erici:ls

 

31

64

3 1

A Sooi'dcld,' //a Dün irdit,

6-'

32

Sociedade do~ t\~"::l~~inos

65

 

Equipamento SlJ.lu~e Q uanti dade In icia l de Reeur~os

33

(li

T""'/,{âno.\

fllumillmfo s

65

 

33

Osflf ulllillll/idal1m'áril l

65

Empre,O'i T a bela d e [ m p re~fPS

 

33

Outfa~ Organ i/ilçõcS .

66

 

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66

 

"Of GII""'''S d,' ZI,riqllt.'''

66

2. A C/\~IPANHA II.LU~IINAOA

 

3-1

·Ol(·rrori.~taS e ~ lO\'inJc n [os A m b ie nl ::llista~

67

 

Não F.xi~lem Aand ido\ SimpClIll I't'/u COfl\/liraÇiiu

 

35

 

35

A

O lÀ"Senl·ohimentodc.; Uma 8tnJlura de Poder

o Centro da Teia

IIlum inwi rumo.lOS

Os Ch~f~fII/umin{./i

O

EIlnul'ffl\ dI' 1'0.1" ,

Pm/,do 014'0

C"ntrol" dm r. ' Uflr>S Subordinudos

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Anumm,I"" Cml/ml,. dt'l G/JI'uno

A~rn/ ~s Itr.!IIIJ" s

O AJJtl/'o Im C~·",'/{au

I'orqu~ Voei l: Ptlrunúiro

Organog r ama da Conspiração

O

Qltemd() os M

dic" s Não Estilo

I'r rfrnlU ParI' Ajl.dú·,,, úcmplo de UfTI.J 81rutura de Poder -Dando As.u ~Con\pu.!.ção·

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ConJpi~a(tl"IoMJ(lco

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Agéndasde Intcli.ll':neia

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G"Jnde~ Corpl)r~~'ôc:s

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clit!i5I)Org~n ilad

COl1lp::lllhi~~ Telefônicas

O s Sindic::lIOl'

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4. POR QUE É QUE O SI{. CONTENTE TEM

UMA FOLlIA DE t: STANHO DENTRO IJE SEU

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Outro s Opllltwnll's dos IllU Rlinati t: <!rmlll R{l :d" ,'<Im Tmll" 5"X"'1I0 ?

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5. DlGA·NOS AI'ENAS O QUE ACONTECEU, MI NHA SEN HORA

73

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76

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77

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79

 

Os PCs PUI" Si Próprios

 

80

Olhando

Pa J"3 o P3S~3do o ••

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!If/'IUlIX/' /r.ISecr('ws

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CoinçiJ.:nciascAcidcntes

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Cti<lix().1 I' M .'n .m ,(I "IIJ Cifuulas Convite de Um Ill

.

8 1

1\2

 

R2

 

Roda:!' V/' lIIm

di' Ro<llIs, Gmpos D e/uM de GruPM

 

82

Manipul:u;ào

 

83

O Sol d/I Ml'i(J'lIoi/r

 

83

 
 
 

Humor. ti tini'" Per/ei'II OTeste Fu/~/u'Erid"lcias

 

85

86

86

Ami gos e Rcl3ÇÕC"~

 

.

,

87

AçOcs Il o,ti~

 

87

/Io,1oth os Elts ,'"uu Sãu Rtais.'

 

87

87

DeCaheça

Vu.i;t

 

88

   

88

 

l 'roc:ur ando a, Gctun g the

World O ut

 

811

Eu Stl

QUi' Sou Parantiirfl. M as

 

Suâ Q ur Eu So" PartJm j ico ti Sujid t lllc ?

 

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Dand() ( lJ es /C,MII Qu III!r o Crldllfli D tl'idQ Chamando O~ T iras

 

89

9H

A Cmuplf/u;iio da Coincidência

 

90

A

Consp l,uruo

HUJKt

 

9 1

 

,

9 1

 

EntraoHdP~ Avi~Q~de Outras Fon tes

 

9 1

Os p"'/Of.·OIOf Dus Ancints dt Zion

 

9 1

Ps icolo~ ia R e\·c r

 

92

llerói~t: Vil{je,

 

92

I nimi!:,o

lne'perad os

 

92

r\li ado, Surprt:endente~

92

Ifangll' 13

 

92

A

Vudlld t OClllta

 

93

6. OS IIO~tENSl>E

1)UETO

94

 

-Os lIl umin3ti Querem Vocc··. Al iste -se

 

J

Numa Sociedade Set:rcta

 

95

Um /llJm rm dt /"t'wTipico

 

95

IIdl's SllfJu·

llumwlfls 0I1 1IIU"1I1110$

 

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uramtmuJ dt Sangue

 

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Ti ~de Mi ss lCs

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Sina;J (' Sfmbol OJ dO J II/umi nllli

Ri/ulús

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Tra ba lh a nd o co ntra os l 11uminat; • o u Você j.i E"tá?

E Cumo?

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7. FNORD!

Sociedades Secretas na Vida Real Grupos Com pi radores do Pa.~sat.lo

106

101

107

 

107

"Projl'IIJJl:.'speclclis"

108

Cons pi rad o res Ineumpe rcnlCS

108

Cons pir-Jçocs eom "c" tIo1inúsc ulo Os l 11ullllll at ; Num J ogo Não· l lluminado

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l l lumlnall Exi ~te

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109

A Slt' mhléill PlIrll

Umo América UI're

:. 110

Os ll lumin at i Es tão t\ l o rt os!

 

1 11

Outro~G'::m:ros ,,,

111

A Vl'rlltulf' FIUIIJlllltel1/a/

11

3

o.\· /J,i llcalMeJ.,

11 5

8. AP ERTE O 1I0TÃO MARCADO COM

" S"

DE "S O CO RRO"

 

116

Com

r:un o vime nt os

11 7

 

117

A ltcr:l\'ão daM clIlc

 

117

Amllisiu !m/ll:ir/(J Q/limiCllmenle Clli/H Indu/nirt s dI' Opinirj(J

119

Complexidade

 

,

120

Tom

120

A

CtmspiruÇ/Jo I Umt/

 

120

 

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R t'('llfll'rt l("(;(>" Ih, ItI!o nMl

fu(> Jmp/(//lloda

121

 

1 22

Perd ido na Neblin :I

 

123

Se Tudo mõli~ Falhu Coiw/!i Qrle 11 Hrmwnidlldl' Nilo

 

123

ESfli I' rl'parada/'/JfIlSab er

 

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125

ÍN DI C E

 

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1'1/" i FNO RD ?   123 IIII1LIOGRA FIA   125 ÍN DI C E  

-3-

INTRODUÇÃO

Bem-vindo ao Mundo Como Ele É

" Pois nem fodas coisas rcais slIn li

.fel nem todas as

venltules devem ser dita.f a todos os homem"

Bi.fpO Clemellle de Alex(Uu/ria

.fel nem todas as venltules devem ser dita.f a todos os homem" Bi.fpO Clemellle de Alex(Uu/ria

In trodu ção

-

4

-

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o mUnd ll ll~ llIumin a t i se p a r ec e co m o mu n do " re al " no qua l n os v i ve m os . Exi s t e m

.i

n otícias sobre ( I ass un\() lod os o s di as

.nos j o m ais.

O mundo d(l !iluminaI; o é molllado pelas pressõcs sociais. forças de mercado ,

d l"SC n \ ' oh ' ;m c n lo lC'<: n o l ógko c () c ur so d a Hi s t ó ria e s im pela

ex i s ll ' n ll ' s e ntn ' g m pos im agi n á rio s q u e ntuall1 n os b lsl id o rc s . Es t es g r u p os -.

innu ~ n cia e co nnil~ S

cOl~hccl­

d os CO I i.' t ;\" alllL'nh : ç , mlll O~ llIum i ll a li. 011 m a i s pr ec i sa m e nt e co mo a C O ll s plra ç a o - d irigl' m n lk SCIl\'ll l\'i mcnl o do mund o de mod o que este esteja de aco rdo c om se us

o

bj e ti \"os i nes(' mtá n'is.

,

.

O

s lIlu nlina ti tê m li gaçt"ks com ou tros g ru pos . a lg uns sec re tos, o utros p u b ll c os. qu e

po r s ua \'t' l

mu nd

l ê m Iig'l~·:lO co

m m ais al g u n~ , lll troS. E s t as i nt e r l ig aç õcs se e s pa lham . p d ~

CO I1l (1 u rna t Ó:1 dI! ar anh,1 in li niw. E. no c.oração d:'!q uda le ia. eS l ão o s lII umma l1 .

Pro~~ ~~I~~I~i~~:~C:~~~~~';lil:e~;~~l~d(~:ed~s~~ ~I:~';:~;:·~l~:~~:;~~:~~;~.~i·~~:~~h~[~:~~~ãO di r e t a.

A o in\"~l' di~~o . e le s sil1lp k~ nH.'nl e pux3 m os li os d a Ic i :1 aqui e a li. influen c i and o

ESI~s grupos. por su :! vez, int1 uc n c i a m o u t ros, c

assi m por di3nt~ :lh~ p rod u7i r () rcs ult :'!d o dcscjado pelos !II um inal i. O s co ns p imdores pri ncipa i s fica m a ~:.ll"o no rl' m ro d(' s u a Ic i.:a . p.:airando po r atrá s d e t u d o o qu e :'!co nt ece

mun do com o uma a ra nha 1II3li s na e mo rt al. $omc nt t" as maiore s c:lI~Slrofcs m undia is se ri :uH c a p:l.ze s de f o r ça r o s lIl umin a l i a

saíre m da segu rlnp d e seu anonimato p:l. r:l. ag irem d irc tarnentc. As G ue rra s. até mes mo

as mu nd i a i s , n ão

no

su lilm ~ nl c a s ;].;;oc s (k

Oll tr ().~ grupos.

sc ri am g rJ vc s o suficicn t e p a r:'! i sto. afina l d~ co nt a s . c l as são a p e n as

guerras di ri gidas pelo s llI um inati a fim de ale nder se u s prdprios obje tivos. A ~xislência (k um grupo que func i o na como um D i retor de CC' Il ;t do m undo po d c

part'"Ce rd c\ ' l$ tadora. ma~ muita s \"t.'z~s nJO ~ t :l0 difk il lk ;lcl'i l aT. É pos s í "d prov ar ( l ue, dl' cena fomla. nó, já aceilamos ~·stt.'f~lO. só n50 (.'~tanlOSl'onscicntes (li! nosso consc n-

s diL~'ndo coisa~ do ti po "dc\' i :'!01 fazer a l g u m a coisa

em rt:b~'ão 3 f o me do mundo" o u "cll' s ~' s t 50 dci . \:llld o muito s p aí scs tio T e r ceiro Mund o faltarem com o pagaml!nlO dl' suas tlÍ\'id:I~" ou "(""sl:io permitindo que innaç;1o saia fo(a

timt.'n \(). QU ~nl3S \"czt.'s 1l0~ p

:pmo

do

controlr·· . BOJll. ele s são us 11luminati. os govrrnanh:~ in\"isi\'l!i~do mundo

Isw sc pareel' um boc ado rom ()

mUnd{l real.

n:io p:ttl:Cl'? r-. l uil;b pl'~~o:t'i ac redi ta m

qu

e e sse c: n mundo rc al.

E.'Ú~ le uma

"c sco l : "" de

an~lI'l' hl\t ú rica - a v i sã o ('on~piraci­

onal da lI i\l ó ria - que ;Ien:dila 4u t: a Cflll'JHr;t~~ã () ( ' 0\ Illuminati c~tà o por t rás d c ab,olutam e nle tudo oquc ac o nlcCC nn mundo. Não CX i\l l' uma coi,a do lipo "acidl' llI C d a

s incronil'idad e

s5.o fJnt:!s mas. kn das confonJ\l'is qUi.' nô~ mante mo\ \'i\'a~ P:lf;t ('\"ila r nHls Icr (Ir enfrentar a lerTÍ\cI realidade. Pcnurbad o r. niio é? ~1Js l ambêm de cen:! fonna fa~ inanlc . É por i ssn q ue um mu nd o

Histó ri3 ··. tu do ê dirigido c 1ll3nipu lado. Tanto a coincidência (lualltn

a

de

lIIuminJ.ti é um cenário lão fascinante para uma campanh.:a.

E

Foi Assim Que Tudo

Acontece u

~Qr Irá .r

do (' ur so (/a

H is/ ó ria da

HlIl1I Unitladl' fl//t ' m (lS I cm l êneja:."

OCIl {/(I$ ( J(I.f

soclt!"d~~s s('crelas, qu e l!t'lt!"rmi,wm com frel/üh,ó(l IH I/lwJewçlls que ocorrem lia

supu fICll'.

-

Ar/ ur Edl\"(l rd Wai/t'.; \ /l i.fl o r ia Verdadeira dos Rosacruzes

~ o n ~e " . ieram os lII uminati? M uila gcnte diria que cssa perg un ta não t e m .~cn tido.

c.\i sti ram de uma forma ou de ou tr a. Nos tempos bib licos, os

- apal.tg~ar ~~ I~'bo~ de I s ra e l du r ante a, gc r , ' çõc'idc e sc r av i dào( l ue da s " i Wfó lm n o E g i t o

lomara m prov id'::ncias de ba sti dnres pa ra

O s "~um~nali se mpre

lIIu~)natt -

~om OUlro nome.

é claro

~ I~PO~ C; I.h.~~ g l r am ~ua l iber t açã o. H !oi! d eu a entent.!l' r q u e Caim leria ~ id o li pr i m c iro

O ~nto de vi~tÕl mai <; aceito. n o enta nt o. co l oca a cri a ção d os " lIIu rn i na t i "

num contexto hl~16rko maic; reCentc.

li dAdam "'.'C'.~shaUrl.ofundadordo gru po hi stóriw qu c adoto u I) no mc d c "Os Il lu min a -

jCS;f!~\~~~I:(;~a~~~ ~~ .:~Eol ~t,a~t: às margc~<; do Ri o ~ anu~ io. e lll 1 741'l. C r i a d o po r

jurisprud{:ncia.c~ência ',.o~ d~ ,da~c,,~1c ~Ot para a u nl "erslda d e l oca l para cs t u d a r

lit~fafUra franc~sa S U b.,.~~ ;::;aE ht ~ tó n a e f~loso fi a . D evo t ava ~c ~ le m ~ l i ~ rc à lci l~ ra d e

. Je conseguIu uma cá tcdra em Ju n spru dc nc la co m a Idad e

ummJ.t t

de 24 a nos.

-5 -

Sobre o Aulor

Nigc l D . Fi n dlcy co m c~

u

a joga r R1'G ~ m

1976cconlin"u jo~andu apcl»rde não ter lanlO lempoquantogo ~larlapJ ra ra/.ê·lu. N;tclpub li_

na I~v,,'a f)"'K'''' ~m I '!B3 c nu"c~ ma iç pcrde u

cuu>-c~p,ime"oanrgor""la,,,,n:llluc,,mojoi:n

u~n lu . ,a~",".lk

RPG.

Alémdis'>U.c>'CrC'CU31tIgrn-iiObo-clccnologilt

Ilcgócios para uma la~. Em 1989 ele

exec ul ivo de

canoCnle lodos os grande~ s,,,~ma~ d

" i".e"""c '·c U paI Jp lat ;.

u.:cn

:

gran dc 'lu anlidade dc r( vis_

dei~o K'U emp ~go como

Uml ~mplna de all~·lccnologi.

I"' ra st d cdic ~ rtOlalme nl eàc~ lT tiradtcsc rilO r.

Nigcl D. Find ley

* 1959

~ 1995

Ni~eI l'indlq·. um dos ma" pro llfioo§ C ad- mirad"scscriloresfrcda nl-.:naindúmiadejo- gos. (akccu rep<:n l;namcnlt "iti lll ad" I'"r um

~t:lO.(ue car~;aco fu l miname em 19

de f~vc~iro

dc. le ~n" ,.", s ua ~~;d~lICia em Vancouver.

D.C. aus 35 anus de i""dc . F;ndlcy e.'iCrCVeu

de jogm.

t"ndu mat("/;"I public:Jdo em dno. ~i~leml!;. inc1ulOdoJ),ÇV. ,lfhH). I'",opi., .11" 8'" é""II. ,1""'0. (;/JR I' S 11/",,,,,,,,,,' C (;UHI'S SUPI"'"in~ C(Jl 1 leom Fra,er Caio) . roaS lal,·cz cle ~eja roa,seonhc,·I""peln5e"magnifí".,rrab<llbn nl 1", looSII"'/r",-r"" . Fin.Jlcy(~,·rc'·eu I' ralicamcn-

para '1u,,,c lWJS as ~ rJnd cs (mpr(~~

Sha.J,".:run. md

AlU1rcllu/', C;"id

IC1W"'''' h""" 'I,,,,,lcfincllloYni\"Cr~<k

T" T"il"fl!."ir' c n" N~,,·

indo

Ir' Rfi,IUfi'.

f,<I<lkyIJm!><'mt auw, oIeatgunsh.-rosb.·

""arJ

Jhmll!M"f'h"·tú>n(W,,lf.I<-.jlJsdahnbaShado

s(m

uni"(I'IlS 0.1" J",:'l<. ;ndumdo lX.Ç.

S"",~ ~U.I, cpulação.:"m" profis~i"n31_ Fin _

maio queridas do 'C/.: ··F.,a ~ntraça·

rle j,,~o• .010

1'<"",~1,<·""""1 .,, " a """'n i ", ·,,-, . Ele era dlfe -

dky era um" .J:" pe.<

meio: Mi~( NY'IUI d"",· un'"

du 1"';' a """"';.1

oa,

,I". ,'lIa, l",e<

'~tlle.• ~",p,( "'''' · (IlIlJ a."'''Juc.''''nJal'arlcde.'·

li.",,,, um r,,~hk ll\a. ck ;lIa "U"II;" '"" pud~"e

fUNa1 , ,, raf~~ ju .J;r.r."'( fa, i a : '

rn

nu '-I'"

f",i". cr IOu.;·

lrabalh'' Se .',,,:':

Fi ndl q'

,, 'I',,·c "

'u 'l ravl lcmpopara aju·

d~r«,",il"rc' iOl.·;""t",;clc(f ,,"~uru··d( u",a d,i,ia.Jc'''I',r:,,,,c'''·lIa,k',c.d(j,~,,,,kVan.

C<lmn "N ' i:cI b/'" um Ir~l>:Ilh" im /",nanlc e m "

"Olc , a. I'<""., as ra ra n m

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I'in<.lky .",r:j k m hraJu P<' la .ua ,",'Illp""hdr.>

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dr~y;c ."' '' 'rmln

I(,_t"cy.

 
 

(p

Mr",·ül<ll·y",,,,,i.lI!J

I"trodução

Importante

E~ll' li\n' (;d:l d.: um

onal "n"~' organil<lç.\cs

lllli\'e-I'SO ficci -

l'(lmUn~ -

oro

gani1:1çi\.' s qul'C':.:islrmnoquC' nós ri · diclll :u llcl1ll' ch:lm :lnlos d~' n111I1l](1 n:al

,'m um ema -

t':lI1

romn ohjl'li\'n d.llnin:lr o mundo. Por-

tanto,

me-IlIC'

inlcrlig:lr,'õe, barrocas e sllrrcali~tas ('nlf"c!.:"

_

~:i,l jO)!:lJe>r."

c p

'ks

ranh :ld,. IIr c"n"p ir :lr,'l;l'~ qUI'

c~1c liHo SI.' rdL're Ill'ce ssaria -

a

grupos

reais c Jc sc rc\'c

Fiquc so~~L'g adu qu('. 3p:ll1L' da \ ' i-

sãocon 'p irac i onal dJ h l~ t 6ri :l,n ó , não

co nl eSI:lmo~ a rr pUl:lção do: nenhum

de s te~ f ruP{)~ Afinal dc contas i~ to é

umallbrafi,'cionl l. Éapcnasum:lbrin-

çade ira, nJllê?

No ano segui me, 1773. e ln respos ta às pressõcs da França, Espanha e Portugal, o Papa Clemente X IV emi ti u u ma ordem que "extinguia par.i sempre a Ordem dos

Je suít as", WL'i!;,h:mpt se bene li c iou com isso po is ele havia s ido indicado para a

cad('jr:l de Lei Canônica na Universid:lde de Ingol stadt, antes ocupada apenas por j es uí t as . Tr~s anos mai" t :truc, em 1 776, Wci s haupt fundou um a socie dad e secre t a

que sc chamava nri~in :.h nl'ntt' "Os Perfccc i onis t as", ma s logo rebatizada co mo -

"O!'

tcôrico'i lia COIl!'p iração s a li cllI:l m com um certo júbilo a co rre lação ex isterll e com o dia que, mai ~ tarel e, "iria ~c r l'sco lh ido r ara f t!stcja r o D i a Int ernaciona l do Trabalh o na Un ião Soviética ,

llJuminali" (a data oticin l d e fu ndnç:io dos Ill u min a t i é de ](Idc mai o) , A lg un s

IlI uminat i ? Ningué m sabe , mas cxiste um grande

núm ero de teor i;h con nitanh.:s, A mai s interessa nt e - de um ponto de vista conspi- radon:!1 - é aqu da que di, '1u o.: de c!-t:Jva planejando um a vinga nça con tra o Papa

que h:}\ ia ex tinto

Cat6 1i ca, ( r\ nonn:J do.: e:(tin~':io fo i rc\,crtida relo P ara Pi o V II ,em agoslO de 18 14,

ua qUl'rida Onkrn d os Jcsuíta~ e, na verdade, co ntra toda a Igrej a

P nr que Wl'i ~ h au pt fund o u n

ma\ a

Qu ai,qucr

oficialtk ,U:I

('<;(a :l lIma (I, IIl umin:Hi

qUl' tl.!nharu ,ido

j:í tinham ou tro~ int eresses,) rall>CS r t's~oais, \Vei s h aup t descrev i a o objet i vo

,o<:kd:ldc Cll lll\!

~ua ";[po.:rfo.:i~'()arc c nubrc

:cr

a I-Iurn:midadc", A

Iilusofia

qu

e ele propunha era (I in\'o.:r~o da liloso li a tradiciona lme nt e ensin ada pela

Igreja e

pe

lo ,i ,tema l'dUC:ll' ltJll:t1.

/nlroduçüo

N:." palavra:-. do pniprio \Ve ish:lUpt. a essência da crenç;' dos lII uminati era que "o Homem n;jo é mau a mcnos que sej :'! levado a isso por uma moralidade arbitrária. Ele

é Illau porque a relil;!i:iu, I) E~t;tdo e os maus exemplos o pervertem, Quando,

Homem, este problema estará rcsolvido",

E<;ta ro~i~'ãn- de que (1 Ho mc m deveria resolver os problem:ls usan do sua própria

mcn te c rac ioc íni o . ao ill\ é

Com 0' co nlt:lllpnr:mco, d(' \Vei, llaupt. No cntan to, dentro (lo :lmb ic-nte irll C'kClUal

da uni ve rsidade da eOIl,)l'guiu um apoio con~idt'r;í"cl. N" "crd:lde, todos os profes-

sore, d

ano,\ de ),11 ;[ exiql:llcia,

Al ém de <; ua ên l' a "c an l ivre arbí t rio C:lO uso da ralão, Weishaupt a lm iu a i ra d a n:ligião or~anizaJa por causa de s ua vis.io manj(lucísla do be m e d o mal. Novamente

ci tandu o pró prio Wei~haupt :" Vcja nosso segredo. Lcmbro.:-sc que o filll juslifica o

meio c a~ pc!>soas mai s i n leligentes deve ri a m usar de t odn ,~ os mei os p:lr:J r azcro be m

{Iue u

: h:."e r nas leis do.: De us, não obtc ve muito éxito

fin almente, a r3lào \c to m ar a religião do

de~

uni"cr~ida(lc, Ill enos dois, tornaram-se IIlcml1ros do grupo nos primeiros

maus usam para I':lzcr o mal".

1I ;I\ ' ia objetivos c prcce it us que Wei s h:lupt di .~cu tia c m público. mas seus re a i s

apcna ,~ po r se u s doze di scfpu l os _ ou ;trropagiu's, o nud eu

objetivos, co nh eci d os

-

6

-

I

'!J

.J

I dos !IIuminali _, t:r.un bem dir~rcnlcs. \Vcishaupt pretendia n("lda me nos que o

J

eS labckdml'nlll de sua própril ditadura

mund ial . Odcndimn a aniquilação da s

aUlo ridnd('s (religiosas. políticas. sUl' j;\is. morais c n:lcionais) exi sten tes com base no fato de IOdas ela s Icn.' rn s ido criadas c m:lIl1ida~ com tJ li SO da violência c a \' iolação

e a dcgrad:l\;:io da lI um :midade. Sua des lmi ção. portanto, tornou· se uma obrigação

sagr

IlI:l.

As IX'S~(las que: I,·SI:I\ ' .:II 1I f or.1 niio p odia m ~c c:mdida lar a uma vaga entre os

lIIu min:u!. Os fl'cnHas nih) pod iam bater na porta

da ,~ocicdade c pedi r para serem

nJmil idtlS pürquc. simhtlJicartll.'ntl' falando. as portas cr:un invisíve is. WcishauPI c os

c:ln did:lIos. t reinava m · nos c os do s pn'l p rios ea ndill :lt os. A lgu n s

ca nd illatos cr

dos 0:1 !Ioo;:il'd:uk. Em ger.ll. os candidatos cralll accitos somc:ntc q uando es tavam pront u!lo p;lra pr~$t:lr ohc d i~ n l'ia l'q:;l c liaç ri ticar suas v ida s po r u m ideal falw (a

fábula doenobrcc imclI\rI da H UIll:lIlidadc c ri :lda por Wcis h:.lUpt). O" ca ndidatos e ra m

m d.:ls quai s eles cr:un co nh cl'idos pc lo:- outros membros. (Weis haupt

era conhecido como SpartJcus. enquanto s e u lIi~cípulo, o Barão Vun Kni gge. tinh:1

:1lcunh ::ts ::tlr lvés

in troduzidos fia soc ktbd c atra\~;s d~ cerimônias sccrCla~ c eram "bat i za d os" co

l11 inicia·

Illcm tml$ dos cirnlhls

ti

apr~~~nta\';IITl p.:lra :-d

n

s i nternos sc l cc i or1:lva m

os

eÇ"iio :-~111 o (ollh.::("il11 e nto

lm

Il'!Iolados durant e :10(1.' :-Clll se u ('oll hecimento antes de s

:re

o nome de Phi lu . Entre :lli ::tlcunh::t'i. usadas cst;a":Ull S6cratcs. Aug us to, Alcebíades.

Ti~rio lo: lRmoú'llcs).

especia is de

:1pert:1t a~ m50~ c ,eohas dI!' um:! fonna muito parecida com a Ma~'or1ilria. (Para um a

di scus~5.o ll1ai~ Iktalhad3 so hre a ~I açon.:lria vej:I'1 p:'ig . 67)

A~ ü.:rimôni:h de iniciação i ncluíam \ ' :írios jUTnmenlU lÕ d e sig ilo p :l\'urosos q u e

ob

dos com ao:; 3Ii\ idade'i. do Grupu.

ida d e de

algun' aoo ,. no c ntant O. elc p a"ou a H't"ru

1 777.l.'k entrou para uma L oja ~ la~'ünka l.k ~ Iunjquc ch: un :!da Th e L odgc Th eodo·

r e of Good Coun,cl. AIgUlh hi"toriadore~ alimwlll qu e !Ioell ohjcti\o c r :! eo n~egui r proteção c ajuda d:! Ordem que cle c~t:t\"a t~'nd() pruhkm :h em alr:l ir novos

mc=mbros p:l.f3 os lIIumin a li . Outro 'i nu cnl:Jnto. :tfinnam q ue

mai <; sini

:1 sociedade do<; Illuminati. Al gun~ ano~ ma i~ tarde, Wei!ihaup l esteOlJeu

o none da Alemanha. d o minado pelo, protes tant es. Um dl' 'cu, recrulas mai s

quo.! \Vci s haupt c m

ubjel i\() e ra muit o

tro: a ,ub\cr:.ãu d:l Ordem ~b çônica :uê IramfuTln:i · ta n Ufll:l f:ldutl:l para

rig3varn os mcmbrn~ :I m:lIltcr ~egredo :lb~()lulo sob re tcxlos os detalhe s relaciona-

O s IIlurnin :'ll i u~a\"arn um:1 !! randc q u antida d e dt, s inai s.

II mdos

;':0 início. \\'ei o:; haupl ~'IK'unlro\l:1 maior p 3 rt c d e sc u ~ rcerul:!"

Ingol~talh . IÀ'p oi, de

l ar

113 Uni\ · e r

em ~ l uniqu e. Em

eu

,,:u<; ":!Iofurço~ de f ec nll :Ullc nlO

melhor do

pa r a

not.3\ei

erJ o Barão Von Knig gc, que prU\oll ,

:r

lermo, de organllação. defesa de uma cau,a e ro.!CTut:llno.!nto. Von Knigge tinha

com o in cumbência rc t" rut a r membro, clHrc Ih

nobrc" prfncipc~c atê memhrn~ do, nhei, mai, alto, do Clero.

A inOui:ncia da '>oc iedade crc\ccu juntamente ('um o aumento do qU:ldro de

nurn a or dem

mundial como e r a a Companhia de J c~ u ~. tendo etc própr i o COlIIO G('nc r al. No

en13nt o. estas idéias n50 se ajustavam muito bem cum

l evaram a um d e'õc ntendlmento enlrc uo; doi

muito" c~d rlda lo s que

tltumin .tt i. Outro~ rnclll hru s mai~antigo, abamJo·

oaram a so::iedadc por vária'i. ra.l fl\!" _ ri maioria dela

plano~ rnegaIOlllaním:o.\ d e W h aupl _ c .\ ur gjr:1I1l

, ' ano 'i. 11\

à Coro a.

Cle r o h gado'i. à <'ocicda d e. c o E"lado lan çou um av i ~ () conlra ~oc ie dade s se

As coisas i.:lln de lIlal a pior para We i!lohaupt. O governo farejava u esp írito d :

TCyolução no ar c lemia quc a'i. sociedades see re la" fu"clIl o naliC(:douTt) da !iub\"crsão ~ da traição. A 'i. aU l ori d adc'i. da Ba v á r ia acanaram d eclaran do a, ~()Çieda ·

des S«n:' las ilegai s . i\ Ig reja també m começou a ver os Illumin a ti - e o utras

membr os. Wei <; haupt começou a loonha r em t r an:.formar a soc i c d'ldc

círculo

mais a lt oo:; da socieda de -

., d o Banio VUlI Kniggc c

u~ Illumina t i.

prov:tn:llllcIIIC rdnciunada~

s iva e um;. :lInca~'a

rxxJcro

Em 17!W, Voo Kni ggc s c de:. l i guu r.b :.ocieda d e num do

acabaram aba lando a c~truturadu

a ~i.vl.!r~i:.nci:l'i.cum relaçãn ao

ro

:i\

ull\cr

c pannetu !> atacandu a "OI.:icd:ldc corno \codo

Seguiram.'!"c denúne ia!lo reila, peJa Igrcja, mesmo tendo vâ ri os membros do

:rc

la s.

-

7-

Dominando o Mundo

i quc Wei~lIaupt ç O~ I ttumina! i

(que nUllca ror3m um grupo grande) li.

~~E~i::.f.:::~~E~~~~~ii~l

c"",,,

pontO ccrural.1c ~cu plano era ~cre n.

~~ inst ilUi~"'>c~ human as po.

c.lcm sub r cv'\ ' cr cm~uanln ~e ~uhm~tc rcm a

rcJ:'r.lsc uncrc s. SC U~ t lluminal. forem. de

a lfuma forma. capuc~ de eO ll"cnccr a~ naç"cs a obaouon3r sua.~ "'gras c deveres.

Cnl~O a di ,cip linn qu~ Ih,'~ da"a coc~3<,

ça de que

O

dcsap;m,'ccri3 t.lciunOo alX'n:l.~ multidlaes impotentc s. Num mundo dC~lc lipou. qunl.

4ucr urf,uüLa

pala.

~omilitar·c,noutras

nas,us1I1uminati ·tcriaf3eilidade em~

faler :tCeitar t:omo um ditador j:i que a humanit,ladc abumina ~ anarqui~ tanlo qU.1.nIOanalufC"l;labom' naov:i,·ul.l. WC'i5l1aupt não ,iveu 1.1 ~ulicitntc pafil testar ~U3 h,'oria e mu ilos his toriadores afirmam qUI: I.I~ IlIuminati w,'umbi ram

muitO.1.nll.'.,dccul!>o.:ars<:u s planos em mo· ,imcnlo. ~b < OIl1m<oõ lIi'loriadun:s dizem nalamcnlc o cl.lmr:ino e apunlam par;, os

3conlecimcnlOs tios \l ias dc hoje dício s de \]U'''' cfct ivo.s eram os

Wcish3Upl

como in·

pl3nO $ de:

/7--- ""7'~
/7--- ""7'~

Graus l/C I lliciafiio

Com" mu i • .1.' nUlra., " ,,":i,'J.:II.!c~ ~ re·

IJ~. IIS lIJumin;.l i

várius'·j:r.1.Us"\lU""I>rllcn,"" ,tcini.-iaç:in.

Ucpui, d,l inida~·ih'." mcmhrn n a 1:\111< ; '

noviço. U",,,,'is',k

uma l<mj!a I'rC[l<lr:a~·Ju.o carn.Ji,JJIO ,'rJ ad·

mitiJ " na dJ

Sábiu.•: ·

1.~~ I">CrJ 'S<.' 'luC .'~ mcmOO>s J.: ~ t~s n;\"ris

m nlUfal. his.

lúriacu ""eo"lIc<"im"nh,da lIumaniJ;"k'"· I'õlraohtnc't,·c""hl'l·inwllh'. r"'-' ,,;\1CII'

. ,'111 ""lrJ.

mah "a i "" ~e com·cn l rem

úcraUl'um j

.11' Wci~lIau('l CI>nlinll.1.m

,;nu"'''u

se

d'IS Minrn '<lh ou ··J,}\"cn.~

~ill'''lo" a ",,),,<'[\'<lr "

luJ"{·

pala'ra'. a",'piun:,r ''''" a<1< "Ulnl'.

"i'ci o

" mai",h

"

h,nurJm,·mrrcsla·

.1: 1 "

.,irn\lul"f!i:o ,!.' lI'a,·"nMia . hurc t>~

)'r:,u, nlJ i, elc"hl,,< l·n,·Úntra m ·,c u

III""'/lI</I"'/llIlj"'("O ' H O ni-cl mai. dCI·a·

IIII",,,,,,m,,,,,,,,,,,

11/"",,,,,,,,,, ,1r".~

"I

,Ji,cipu)lIs. cra" ,t'·'""I!(,~i,.·.•.

Introdll(;üo

!~ M"[\. I,J" l /ar.! ~\\·i h 3U p l e )Cu, .k>l~

Propaganda Jllu minati

E n tre; as afi nn açõcs mais inl ponan-

em c(lnfi.~e;ados e n co nlr:l\ ' am-se

docume nlOs

c nl'o nlradas

le!

I lIum i n:lIi

id':;a~ nmw as sq,: uinl\'s:

_

"; , s 1~~SO :l S são ("ri a n~'as c r e sci das

<Iue deveriam se r lilxn :ldas lia IUlela

n."i.~ c dns príncipe s'";

"0 na

"0 patrit\li~mo ~ um obsl:ieulo à

dos

:i\

\II:1l iS llIt' é uma prisão";

_

solitilriedadeeo.n: os hoolCns";

_ "a ilumi nação un i\'cnalloma as naçõcs e os go\'e man.es supérfluos".

sociedades tio tipo - como ameaças em potencial.

O começo do fim d os lII uminat i acomeceu em março de 1785. Um sacerdote chamado Cosandcy - um memb ro reconhec ido dos 111uminati - recebeu ordens de

se u bispo pa.ra conta r tudo qu e sabia so bre o grupo. Apesar dos juramentos de

Cosand ey contou tudo. Ele falou sobre a

imo rta lidade e a li cenciosidade de Wcishaupt c s uas A erop(tgires e de sc reveu os

e troulI.as" que

membros secundários cumo "imposto res, ma lfei lores. entusiastas

hav iam j urado obed iênci a cega. Ma is larde e le afinnou que os JlJu minat i hav iam

Con spiração.

maçons cram

Cosancy di z ia qu e todos os lIluminat i eram Maçon s, mas nem todos ~

pen e trado na Ma~~onaria. Ela

seg redo feitos durante sua inic iação.

não paS S:I \',1 tle u m a cobert ura para a

Ill

umina ti. Es ta c o nfi ssão res ultou numa b ula pub licada

pe lo Papa Pio VII condenan-

do lodas as sociedatles sccretas.

 

Os JIIumin:lI i resis lira m

e redob rara m se us esforços

para se man terem em segre-

do.

Mas as autoridades fi ze ram vis il as ls casas de s us pei tos e co nfi sc aram documentos e folhetos de propaganda. Um decreto publ icad o em 17~7 transfonnava o recnilamc nto de novos membros

da

parol os lII um inl.ti num e rime puníve l com a decapitação; tomar·se um membro

o ex Hio e expropri ação de lodos o s be ns. llIumin ali so breviveram na s sombras.

O ano de 1799 deu iníc io a um pe ríodo de to lerâ nc ia . Apesar de as soc iedades

sec retas continua rem bl.nid as o fi cia lmente_ todos os ex il ados (co m exceção de

soc iedad e era um crime puní ve l co m Apcsl.r destas medi tla s dracon iana s, os

W

e isha upi)

receberam pc nni ssijo pa ra

vo llar à Bavária c vá ri os ex-tIlu minat i

c

hega ram a

OCUpl.T ca rgos importa nt cs

no governo . Con tudo. a soc iedade parecia

estar desaparecentlo. Wei shaupt morrcu em 1830. Em 1896, a Ordem dos !IIuminati

foi rc"ivida em Dresde n, m .:lS e la nunca mundial

consegui u ne nh uma importância no cenário

Os lIIuminali no Es tra nge iro

Pelo mcno~ é o que a Hi stó ri a trad icio nal ens ina . Os part id ário s da visão conspi-

r acional da Hi stór ia vêe m as coisas de mane i ra diferente . Hi s toriadores como

Ralph Ep pcrson s u"tenl:lm que a Ordem dos Illum i",lti s impl esmente mudou de

A.

Outros lllumilJati Históricos

no me para escap;IT da Inqui~içã() e da per seg ui ção

que se us memb ros

previ am.

Adam Wei~h3upl n;io foi o primei-

Algun s hisloriadorcio se mudar:lm pa ra outros países, prin ci pallllenle para a França

ro, é claro . ,\

hi'lória está cheia de

_

onde a soc iedad e fomen to u c dirigiu a Rcvo luç:io Francesa - e para os Es tados

intrigas e con,piraçôcs. organizJçôcs

Un

i do". D ize m qu e os I llumin at i nrgnnizl.r:lI11 se u pr i meiro capí tul o na Vi r gínia: e~

~reta.~eirmandadcsarcanas.

,\

Sociedade d o~ '\~sas~ino~ (v,

pág . 65)

t

mui Ia

\el.es con~iderada

um a

an lece~'n ra do grupo

de

Wei~haup. e ui~ lem \imita ridad es su -

14 out r os esp a l had os pe lo jo ve m pl.í s. Os !IIu mma l l

início da Revo lução Ame ricana. os

membro s dl. Ord e m IIl umina li til. A m é ri ca começar.llll :1 chan13T a si mes mo s de

Jaco bin o

organizaram a Sociedade Ca ll o- lI a li ao a . Com o

17 86, qu e. f oi seg uido por

,

tis enlre:l

~dua.~organi13çllc.- Muito ,> ame ri canos innu entes dl. época e Sla vam cient es da ex is tênda dos lIIunl i-

conhecimento dos

I lIum inati. mas dizil. não t e r n en huma s impatia por s u a filo so fia . Th o m as Je~fer.son

também s

qu

"Wci"hauflt parece ."e r UI11 fil an tropo c rll u."ia s rnad o. E le ;Icred lt a q ue o objc t i\ '() d e J e" u s C r iq o era estimular o 'Ipe rfei~'oarnento d:1 Indo l e h u m an3 . Seu s

esc

b ia d o'i prece it os dos lII uminati c a lguns de se us esc rit os parecem mdlcar

e e le c ri!. m a i " r ecept i vo às id é ia s de Wci s haupt qu e Was h i ngto n . (!effe r SOn

nati. George Washington, ele próprio um maçom, afi rmou ler

O "cuho~mi'lerio\os"da era roma-

natinhaminiciaç(,n. hlerarq uia.'. rilu_

a is sec ret os c: oulro

enfeites aJl'iOCia .

d

dia s de huje . Algun' de~tes lirupo

modern o~ podem c,tar 'l.C:guindo eo m

toda ser i e d ade

el)fTl mJisdc 2.flOOano\de idade . E, nOi ul\1mns ano<; do Impér io Ru-

ma nu, um I"iló'>Ofo herege c ri "Ião cha-

mad o Montanu~ fQn nou um g rupo cUJo objeti\o dedarado era rerOl'"mar a

jo,·eml gtejaC ri st.il.Elachamavaseul discipulos de lI1uminali

o<> com

as

~iedadc~ -.enc:l a Jl d os

t radIções

he rm ética~

reve u.

precei lo s sãu o amor a Deu s c ao próx imo" .)

E, é daro, há um o lho na pirâmide -

. um d os principais s( mho l os do~ lIIumr~atL

.

Se Weishaupt e seus di scípu los n:1o es tJvam l:io en vo l\'idos na Rc,'oluçao Amenca- na, o q~e é que ~cu ' sl m ' bo l o es t á fa ze ndo n o v e rso <.1 :1 oo t a d e um d ó l a r ?

Os JIIuminaU Hoj e Em Dia

Na visão cons pirad onal da Hi s tó ria, os lIIu mina li ainda c:ds tem _talv~z.niio com o m es mo no m e, é d:'lro, ma Jl com o me s m o ohjctivo . E qua l. é e s t e obje.lI\'o? Nada m enos q ue o dorn(nio d o mundo e o poder ah so l ut o. A maio n a do s e s tud IOSOS

In trodução

-8 -

~ J

empe nh a d os e m conseg ui r seu

.J

J ção afi rma m que os Illom ento.~deds i\'os mai s impon antes d o mundo fo ram provoca-

objcliv(}. ulguns acn.·d itam que eles já o co nseg uiram ! O s his tori ado res da Cons pira-

d a Co nspir.l~·ão afinna rn llll e os Ill umin a ti con tinu a m

_)

d os

pc lo~ lIIu m in at i .

um g ru po. nccc-"saria me nte peq ueno e m a ntendo s ua ex istênc ia

J secreta. pode tcr um deito tão grande no desenro lar da Histó ri a? A resposta é óbvia.

J indiretamente os

- -' comando din:to - qU:lOdo o s IIIU lll ina li I.:unl mlam as d espesas do g rupo s u bonJina-

e controlá-Ias. Es te contro le pode va ri ar do

Illum inati ~io os mcstrcs em se infi lt rar cm outras urgani:r açõcs-

COillO é q ue

secre tas ou con hcL'idas do p úb lico

do - à in nu': ncia suti l -q uando um o u m:tis dos dire tores do grupo sec undário são

também membros dos

lIIumi nal i.

-'

também pode sc r ind ireto, afi nal de co nlas, não exiSle m tantos

t i c ele s se c n fraqucccri:U11 - t nn l O no que se r e f ere à di.~po n ih il idad c de

tempo, como de recursos - se tivcsscm de controlar toda o rga nização de a lg uma im po rtâ nc ia po r eks prôprios. Fe li z. ou in fe li z me nte. de pe nd endo do pont o de vis ta. n:io é ass im (I ue a co isa fun c io na. O s cs tu d iosos d a con s piração ac redita m qu e os

o

Pan id o Com un is tn Sovié ti co s50 incl u ídos co m freqüê nc ia nesla catego ria. Estas

da mesma

fonna q ue por s ua '·C7. controlam outr:ts <Iue co nt ro lam outras e ass im por d ia nt e mundo se tran sfonna ('o m rap idc.l n uma red e interli gada de innué- ncias que te m o.~ lIl uminal i em sc:u cenlro di rigindo ludo.

quando as organizaçõcs s ubs idiá ri as não sabem

que e las estão sendo innucnciadas c acreditam ser o "mOlor principal" da conspira-

ção. Exemplo: pode ser que o Partido Soviético lenha um dia controlado - como alguns estudiosos da Conspiraçiio afirmam - o Sritish Trades Union Congress, o Amcrican Tcamstc rs. vários grupos de controle de a rmas e um ceno número de

Gon:rnm do Tc:rceiro t>. l undo. Segundo muitos ··texlos" sob re a leoria dn ção. o Panid o de sconh ec ia completam ente o fala de scr um simples peão

muilo mais imponante , da mesma fornla que o Srit is h TUC ( muila sente se pe rgu nla

fa lecido Part ido Comuni s ta comu pri nci pal

co ns pira- num jogo

O

org;lniza~'õcs con trolada s d ire tame nte con trola m outras, mai s ou menos

o

co nt roJ

:

lII um i na

!IIu minal i CO n!r o l n m dirc t :tll1en l e ape l1 a.~ u ns poucos g m pos - os M

e

aço n .~

A s ituaçào fi c a aindn mais bizarra

qua l sc r.í o grupo qu c irá s ubs t ituir o trouxa dos JII uminati .).

qu c irá s ubs t ituir o já trouxa dos JII uminati .). } .J

}

.J

J

A Campanha

somb rio

sa lpicado de mi stério e paranóia. Um mundo onde tooas as coisas e stão inte rligadas de uma forma su rrealista. Um mundo onde os tab16idcs vendidos nos caixas de

superme rcados são a pane da ve rdade.

Um mundo onde a grande ma ioria d a po pu lação está inconsc ie nte de co mo as coisas rea lme nt e fun cio n am. O nde os eleito res d e um pars d e moc ra la açre di ta m rea lm e nt e q u e se u ~ votos s i g ni fica m a l g u ma co i sa. Ond e os ci da d ãos ac r e di t a m CJ ue se u gove rno eslá realme nte traba lh a ndo c om a melhor d as in te nçõcs.

uu pelo menos de

Es te é o mundo no qual se dese nrola a Campa nha lII umi nada. Um mundo

únicas fontes de i n for m ação con fi áveis

-9 -

açi'j~sControladas

Organi1

fl~~~[~ªl~~~

«mp:lltc,bgraIl<kC"n'piraçm.

~;:~~a:~~:~~::~~t?,u;ira:~;~:

Company. o Fctlt:ral Rc~T'''c sY!>lCI1l • ., us

~~~;:,~~,~n;.u~o~~~'c~~r~d~~:~:;i':~

aRhooJc5Sch,,'ar,hipFournl.:otion.ll

Sch""J of Economic§ •., Natjon~1Couocil of

Chuf"(he~ e U~ Bc,;lI les !

Istot ~na.'oc"'TlC"O. ~uma PC~~a

conspiraciooal,a=laOl1oc,·ocêC$lud.l.s.eu

p~triio, o &r~rni" c~lud;mli l. o tRS . e a coJitora

que publicouc"'c li\"ro-s30kKlospanctlc

umaredc,.kcolI.',pir.lÇlics inle rl igada.~ .

ondo~

Co"sp irações Por Toda Parte !

ti,·ncrnwb

oconlrok indirC lOdos f1Iuminali ,c nt3010.

dos os. c\'cnlOS oJo mondoalual são resulta · dos de um ,on~pif;lçio com um objclÍ\·o

be

rupuJ;.,. oJc pos~ibiJidadcs alerradon.!i com o

tlnicoobjt:ti\"odcdcid-lo!iObre~S31I.3do:

l!.scloda,uorgani7.açf>cse

m

c,po.·dr,cn. OUlra ,·u, eSla t uma lista

Aadiç3od.!no,iOfàágua~,,·i<bàpopu.

13Ç~O amencana fOI plóWc j ada para 5l1bmcl~ os americanos a subs lâncias a hcndoru <b menle.

surgi mcnt o d~ Adolf HillC"f como o

llder da Alemanh.a ame! da llocmo era UJnõI;

con~piração en'·ol'·cnda a Thu\c SOCIely e

I.G . Fu bc n. t/uc lin haainlcnçãodcdcsc:n-

,·"

O

I ver nm · ,.". !t1ercado~ I'~'" os proce~~

t/ufmic",daqud"eml're.~a.

Amfbçàuéumaconspiraçooqueenvol·

'

c tl Fc de!~l Re~cl"I·c com o objcth·o de des· moraliur a mocd~ amcrkana e enfraquecer e.1II1.I.llIr3 ~vdo·cconõm ica do pais

a

·

A

T eori

Ú~ E,·olu,:1o é um3 con~l'iraçm

dus .roo.:i~li.I~,. Ú"S ", ",v ns C \'~rios cie nli$- las COnl onbjCIl\'O de eo fr"'luoxc r a rcli!; ião .

A

SeJ;und~Guerra "lunú;:o1 foio rc~ulta­

do

doi~ clljeti,"", 1"'",1clus . pmkionar a.~ Na·

çiksUnidasc"m

permi tir ~ Rú.~<ianl"'ntJi, 1'<'11 iml""'riali$!TIO p.1r.10S pa í.cs d"u.-.lc Europeu .

·c

uma ,"n'pir~ç~o i m.:n .<a que t inh a

de

,ut)1··llOHmon1Uooiar

O

si.lcrnac"" ca<'Íon"I :I1

re~ultadv d<' IIn'" !r;, m a de

,ric300alual

NUCadOrcS c

I;

mcn.bnr

.lu );"'(01" 'Iue t(m como ob~ti·

' · 0

"rc"ll,~o" lI

Uma '·,'f1'I.ir3ç~" tn,·oh·cntlo a Forç;a AI;rt'a Am.:rkan;a e '·~ri,,,,sig;anltS da midia

tkJtltrinar;l$

'nl ,·~ do.Js Í'we n .~

com I

noI"'O!lo1 O:.lá e"",)(l<kno.l,'o fa lO

Terra

.Iicnfgena

o.I"q ue a

rui

\'iSllaoJa

por uma esplço~YC

O

c~talx'kdment" de un'" r~3 policial

independenle no ~ra(s~ (a ()i~nc)' \\Iorld.

F16O,J,1 t a primdr~ 1M3pa ti.: um plano uc cuhninari com a e

na

tr~lerTilo';aJiJJd"

daS~'=:~I~~·h.is Prc.l<,y roi u m:! mi slir,-

uç ~o engenhus:! orquc, tr~da pelo urnJ urga~iuçJ" da qu~113Ivis ~r.I

",,,,,undu um mo.'mhn>i rn r<' n amc. Elc.clC.clC

!--"li l

I"CNlr"-

-

Introdll ção

Para Toda Compiração Exisle Uma Conspiração Igual e

COlltrán'Q

Uma çar.Klcristi~·:aimpurtantc ,J:a leori~

E. é claro , e xi stem a lgumas pessoas que pe rce bem pane da verdade, um

vis lumbre por trás da

nonn almen te sem mu ita as pereza. mas certamente com

eficiênc ia, É raro os co nspiradores tere m que pre para r essa rep ressão eles mes-

paranóica e eliminada

cortina da nonna lid ade, A mai ori a dele s é considerada

da cOl'Ispir;oo;ã" ~ a ,onlrJoliçlo fuj;r.lnlc

mos; a mai o ri a das veles a soc ied ade faz o traba lho po r eles. Afinal de contas. se

alguém prestar a atenção aos delíri os de um paranóico ele poderia te r de repensar

ljl>C: nisleenlre as hlt'in

Não ~ ptossh 'd 'lue ho,J;aS d u $C'jam ,-croa,

mais popul:m'"

dt

al

gum as de

suas

e. não

ror ("emp ln. n i~le C'lar::llnenle

de minar o InOI'J I a rt'll'ri~'J'K" M:a~ c.\i~lc

tamt

'

m um:a IrJ.U1J f3~ci~ta·rch!;iosa par.l

IrJ.ma rolllunista e :aldsla com " ohjtlil'o

suponamos

isso.

supo siçõcs sob rc a mane ira como o mundo fu nciona supo rt amos'!

Em

al guns casos

normalid ade

estes

pode

nlanni sta s são para nóicos. O choq ue de

ver ntravés do

vé u da

faci lm ente pe nurbar a san idade de uma

pessoa,

 

É

claro q ue pode ser difíci l ava liar urna paranó ia. Tente di sti ngui r uma pessoa

Éõl:wi()ljucubleuIIlJI'ons plr.lljãoStI-

!c ç:ap;!l'ilar:a~ tn n.ks ernprcs3' ,'1)111 Ici~ e

in -

i mp mm _"

~l3 s e .~i~ te lam1-

!m

uml Ir 3 ma

qu e acredita que as co mp a nhi as te lefônicas estão de te rmin adas a assu mir o

bancár ia de alguém qu e de fato sabe di sso. alguém co nseg ue de scobri r o sufi cie nte para se to m ar um a

coma ndo da indústria

De vez e m quan do

C'ompleu ,oman !:utl

pcbs p:andcs em-

ameaça dire ta a algu m níve l d a Con spiração, Estas pe ss oas si mpl esmen te de sa pa-

rece m o u sJo

vítim as

da vio lê nc ia a le:lt ór ia se m motivo -

o q ue

nos lembra l ohn

Le

nn on - o u de aci den tes. Mas de vez

em q ua ndo e les são admitidos e m uma

ç;'iodos 1<·j!isl;tJ,,"·, C'd."'burocralas ('Iara

o

rga ni z.ólção e m al g um ou tro ponto da estmtura de pode r. Em

algu ns casos, um

m :m lC'T '-Cu C' ar~o . ~b< l

.lOS s:io c:tpazes

pesquisa dor dedi cndo das ações do s IIlu minati ilcaba se tom an do um do s me m-

de ,e-rt:tmN'm:l co ns pi r:tçào anl rqui5la

par:t forçar a saidalktn.h"

detenlores de

bros secretos.

e~o~ pUblic,,~. bon' 00 mauS. c criar o

Exi slelll t::llllbé m aque les qu e co nseg ue m de algum a forma descobrir uma parte da ve rdade e ainda se manter um passo à frente dos membros da conspira-

o eubpu> do tm~rio Soviêtico mos- troo que 0< SU)'CH.·'ladn' tllonolillc{>s n~o

~ocap;ue,de",I>"',i"'r Ou_ed q uetle

n>C>Stn que al~umJ.,''''':I m.llor c mli~ 1'0-

de~lju~~t:II.SSd

·'eJl'J.thmin;1-t:)'?

EtoJumunJo""k ,<,r ljueummomttk ~rn!C <"li "" J,,,·rtu,J,, :I ' aler t~lunJo

mc-nun.~ e

 

t-re

çon~rlr.l\iÕC'l.,Será

o Pra:.er do Paranóico

 

Um

e;no

C'\trem o

de

paranóia

çonspir:t.cional é:l id

'ia

de ljuc

mduJ IH

Çlf"Jj(lg

pcrtencente,aumare

na ça lrGona

todo< o-. :t.gcntc~ (unclum" . uwjU" u-;

hom O'i<.C ~ ua.s. tod o~ 0\ f1 rOrc<,~tlre~ da es-

cola domInIcal ,. çonspirJçlv hln

falem p:mc lle ulj;uma bclf~ a loucu ra, me smo

para aquele, tjue concordam que ni~(cm

realmente co""piraçtlC~

 

F.nlret.lnlo. a Id.:lalk tjucpCl~~ui5Iir

umot.tnnan.I'ld.:

ncI3de.dl&:lmU!o,Il.\dc

hca' y-mc ,al

",>de

'c r com ple tamente

innl~'\tl T odo.; ele_ u>.l.m bnncu

e ca.

mi~l:I~ nlil!ada

 

n'"

u_,,-m" E o,c i~w Jig'

'''[o e u, alguma co"a ' :

" . 'c

reu Dlõc~ !o<:çrcta~, mua,

c le~ Ii/ . erem 'fC . "- c plal\O\

~elC'tO!>, T ahe/ . "'" "'la mUcut Q Ou im-

po<;~h-cl. ma_ nlnrutm ~ eap~1 d e pro"a,

qucniioo~'erdade,I:""'/OI" Hrdack. d a

CSIM13. pmteg.ida por ~u a JlI6p , ,~ tn.·tm ~~i ,

m, lhança. Que p"I~, um in"c\l l!ador iCn.

SóIlO~l!ulna nocasodc umaeon~pir.III;30

mundial dc r

iIl(>J?

 

E (K optu~lri'ln1 Ete s eolocam voe!

naqU(l~ cadeIra e'pteial. ajuslam aquele a~lho na lua cabeça e depois eomeçam

• proj c.ar ((>jus na palcdequc voct m~ l

conwiue

leI

.,.

Afinal <l e çOOIa;. 1II l ve /.

f~~ melhor njo penur no a~~unto.

Introdução

até

agora . Ou quem sabe eles t' slejam sendo protegidos por alguém- pro vave lmen -

te

pe do qu e um tropeço pode coloca r (l peso do mundo sobre seus o mb ros,

ssoa" provave lmente leva m li " ida mai s solitária q ue se possa imag in ar, sabe n-

ção, Talvez e les não tenham conseguido incomodar sua vida o suficiente

p ara se rem lI ~a d ()s no futuro como peõe s co nt ra uma orga ni zação ri va l. Esta

Fazendo o Papel dos IIIuminati

um j ogado rde RPG, No

e nt anto. ex iste m certas ex igê ncias para que uma cam pan ha de Ill uminati seja bem suce llida , Antc!> dc tudo. o Mes tre tc m que ma nt e r o te mpo inte iro um ar de

o mundollluminado pode se r um lugar fa bul oso para

mi

stério c par:lIlóia . Estãn acontece ndo coisas estra nha s por trás de uma fachada

de

norm a lid ,ldc, Nada é o

quc parece se r. Co incidência é um te rmo

incerto: tudo

o que ;lcm1tl.!ce P(Kil: ter um propós it o. fazer part e d os objetivo s de alguém, Da

mesma forma. nada é ('otllum : o po nt o de vista usado pe los PCs para cla ss ifi car qua lquer evento co mo se m imporr.in cia é lima medida de sua ignorância sobre a

mane ira como o mundo

fun ciona de fato. Glvl t.lever ia procurar gara ntir que a ilum~nação seja ,um

processo Icnto e grad ual. Tot.Ia vez que os PCs conseg uisse m abnr uma cortlOa,

deveria have r uma o utm a tds de la.

Em segundo lu ga r, o

Qu~m

mi n"8

andou ure~ ndo na

injeção IlInti - pD ranóia7

/
/

-10 -

Procurar "a vcnl:lCjc" deveria ser parecido com o processo de de scasca r um a cebo la com um número infinit u de camadas. Você descasca uma ca mada. de

de men tiras ainda maiores.

A im poss ibilidade de expor os próprio s lIIu mi na ti é q uase um ax io ma n.es te

estar to ta lmente convencidos

men tiras e tudo o qu e é n:\'C l:ldo é um a o utm camada

mundo . Os pe rso nagens c seus jogadores poderia m

de terem finalmente descohcrt, os " motores pri ncipais". o grupu po r Irás de todas

" motores pri ncipais". o grupu po r Irás de todas as conspirJ.ções M as qu~m

as

conspirJ.ções

M as qu~m (ou o qu~) está p o r tr ás daquele grupo? Será quc os

Ill

umi nati são seus próprios mestres ou será que existc um grupo "Uher- l1Iumi na-

t i" qu e os contro la? E um g rup o "Uber-Uber- lII umin :lI i " qu e Os co ntrola ? Quem

pode d izer? T e r cei ro. o ~·1es tre t e m que ga r a ntir que os PC s não pod em con ta r com a aju da de mais ninguém no mundo da ca mpanha. Não importa o quanto e les ten tem tornar pliblica "3 verdade·'. não importa quiio persuasivos eles sejam. eles não conseguirão atingi r a indi fe ren ça do grande públi co.

Por quê? Primeiro. porquc a informação que eles estão tentando espalhar sim ples mcn te não \'ai chegar até o povo. Os no ticiá ri01i são controbdos pe los Illuminati que obviame nt e gos tariam de ver "a verd ade·' en terrada . Segundo. as

inacreditj-

pcssoas não acredi tarão nos PCs porque o qu e e les tem a dizcr é tão