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CAPACITAÇÃO EM NR05

Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes

Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................6
2 REGULAMENTAÇÕES DO MTE .....................................................................................................7
2.1 Normas Regulamentadoras ...........................................................................................................7
2.2 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 05..........................................................................8
DO OBJETIVO
..............................................................................................................................................
.............8
DA
CONSTITUIÇÃO......................................................................................................................
.............................8
DA ORGANIZAÇÃO
..............................................................................................................................................
.....9
DAS ATRIBUIÇÕES
..............................................................................................................................................
....10
DO FUNCIONAMENTO
...........................................................................................................................................1
2
DO
TREINAMENTO.......................................................................................................................
..........................14
DO PROCESSO
ELEITORAL.............................................................................................................................
.........15
DAS CONTRATANTES E CONTRATADAS
.................................................................................................................16
DISPOSIÇÕES FINAIS
..............................................................................................................................................
16
QUADRO I
..............................................................................................................................................
................17
QUADRO II
..............................................................................................................................................
...............20
QUADRO III
..............................................................................................................................................
..............24
3 INTRODUÇÃO A SEGURANÇA DO TRABALHO .........................................................................42
3.1 Conceito Legal de Acidente .........................................................................................................42
3.2 Conceito Prevencionista de Acidente ...........................................................................................42
3.3 Classificação dos Acidentes do Trabalho .....................................................................................42
3.4 Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) ...............................................................................43
3.4.1 Cadastro da Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT
..........................................................................44
4 ORGANIZAÇÃO DA CIPA .............................................................................................................46
4.1 Considerações .............................................................................................................................46
Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

5 RISCOS AMBIENTAIS ...................................................................................................................48
5.1 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA...............................................................49
5.1.1 Estrutura do PPRA
........................................................................................................................................50
6 MAPA DE RISCO ...........................................................................................................................51
6.1Implantação do Mapa de Risco .....................................................................................................51
6.2 Como Funciona um Mapa de Risco .............................................................................................52
6.3 Como Montar um Mapa de Risco.................................................................................................53
6.3.1 Etapas da elaboração do mapa de risco
.......................................................................................................54
7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC ...................................................................55
7.1 Exemplos de EPC ........................................................................................................................55
8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ....................................................................56
8.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador: ...........................................................................................57
8.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado: ............................................................................................57
8.3 Exemplos de EPIs........................................................................................................................58
8.3.1 Proteção dos Olhos e Face
...........................................................................................................................58
8.3.2 Proteção da Cabeça
......................................................................................................................................58
8.3.3 Proteção Auditiva
.........................................................................................................................................59
8.3.4 Proteção dos Membros Superiores
..............................................................................................................60
8.3.5 Proteção dos Membros
Inferiores................................................................................................................61
8.3.6 Proteção Contra Quedas Com Diferença de Nível
.......................................................................................63
8.3.7 Vestimentas de Segurança
...........................................................................................................................64
8.3.9 Proteção Respiratória
...................................................................................................................................64
9 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA .......................................................................................................65
9.1 Conceito e Importância ................................................................................................................65
9.2 Tipos de Inspeções ......................................................................................................................65
9.2.1 Inspeções de Rotina (Diárias)
.......................................................................................................................65
2

Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

..................................................83 15.....................................................1.................................................................................................................................................................76 12..............77 13 CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES ......................................................................................3 Análise de Riscos .....................1 Perigo......................................................70 10...83 15..............................................................................3 Levantamento das Causas dos Acidentes ..............................................................................................................................................2.....................................................................70 10.68 10........1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram?................................................................1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho........................7 Abono anual.........................................1 Benefícios previdenciários .............84 15............................................................................................................................................................................................6 Avaliação e gerenciamento de riscos ...................5 Estimativa de riscos ................................................................................................6 Abono acidente .........2 Inspeções Periódicas .........................................2...........................................................................................................................69 10.........1.........................1........3 Aposentadorias especiais ............................1.................74 11..................................................................................................73 10..........................................................2 Identificação de perigos ...........................3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas .........................................................1 Conceitos Básicos...............................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ...4 Avaliação de riscos ......73 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES .......................83 15..................84 16 COMPETÊNCIA LEGAL ...............................................................................................6 Níveis de risco....................................................................................................................................................68 10........................................................2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos ......................72 10......................................................83 15............66 10 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS..........................................................................1 Procura das Causas dos Acidentes ...................9....................................66 9..............................................2 Risco.......................................74 11.............79 14 DOENÇAS OCUPACIONAIS ....................................85 Curso da CIPA .........................2............2..................2............................ .2........................................... ......................................................................................................................................................................................................................................74 12 INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES........1..................................................................................................................................................................................................................4 Pensões por morte.........69 10.............................2............................................................................1 Caracterização da empresa ......2.......................5 Auxílios doença.....................................................1.....80 15 NOÇÕES PREVIDENCIÁRIAS..........69 10...............................................................................2 Aposentadorias por invalidez .......................................7 3 10......................4 Estimativa de frequências ...............................................68 10..................5 Gerenciamento de Riscos ................................................................................................................69 10................................................................................68 10...........66 9.........................................3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade............................................ ........1..70 10....................84 15............83 15......................................................................

..............................................................................................................................................................................................................................................................................4 Empregador: ......................................6........................................6 Acompanhamento médico...............90 17...............85 16...........................................89 17.90 17.....5 Empregado: ...............................................................87 17.................................4 Formas de infecção do HIV / AIDS....................................................2 HIV....................................92 18 PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO........85 16...........................................................89 17............................................5 Sistema imunológico ....................................................................................................7 Sintomas e fases da AIDS .....................................................................................................90 17........91 17.................98 3 Curso da CIPA ...................................2 SSST – Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho: ...........................................................................................................................8 Vacinação de soropositivos............88 17....................86 16......................................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .........................1 Reprodução dos vírus ....................................................................87 17.............................................................................1.............................................................16......................................87 17...9 História da AIDS ................................................86 17 HIV / AIDS ...........................................................................................................................2 Onde fazer? .6......................................................................................................................3 DRT ...................................88 17............................................................................................... 90 17...................................................Delegacias Regionais do Trabalho: ..........................................3 AIDS ........................1 Vírus .................................................1 Exames de rotina ...................................................................

...........3.....3 Irradiação.......................................................................................................................4 Extinção Química .........................................................................................98 18..............................2 Ponto de Fulgor ...........................................................................................2 Convecção....................2 Abafamento .......6.....................................2 Classe B .......................................................................................................................................................................................................100 18......101 18.....................................................................7.........98 18.....................105 18.....................................................3 Extintores de Gás Carbônico (CO2) ...........8......................................................................... 103 18.............104 18...........6 Classes de Incêndio ................1 Classe A.....1 Introdução ......................................... ..............................................................3....................100 18..........100 18................................4......................................................................................3 Pontos e Temperaturas..........8...1 Resfriamento .......................7 Métodos de Extinção do Fogo...................................... ..........102 18.....................................................7...................................................105 Curso da CIPA ................2 Teoria do Fogo......................................................................................................3 Isolamento ..........................103 18.................................100 18.............................................................102 18........6...................................................................103 18..................................................4......................... .....................................................3..............1 Extintores de Água Pressurizada (H2O) ...........................................................................................................................................................7........................................................................1 Teoria geral do fogo ...........................................................4.................................7................................. .1Condução.......... ...101 18.......................................................6...........................................104 18............101 18.... ....................... ................................................................2......................................................................................................100 18..............4 Classe D..................................................... 1 Ponto de Combustão ..................104 18.....2 Extintores de Pó Químico .........................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ................4 Propagação do Fogo.........................................................102 18......8 Extintores de Incêndio............................................................................................3 Classe C ..........................................98 18....................................................................6...................5 Classificação dos Incêndios ................................................................................................................................................102 18...........................................................................................................................................................101 18.......8................10 3 18.........................................3 Temperatura de Ignição ............18....1 03 18...............................................................................................................................

....................................................................12..............................19................................................107 18..................................................................................................117 18.....................................1 Inspeção........6 Extintores de Pó ABC (Fosfato de Monoamônico) .18................18 Prevenção de Incêndios....12................................10 Uso dos Extintores ...................5 Extintores de Espuma ..............................8..................................116 18...15 Hidrantes ............................................... ........................116 18....12..................106 18...................................118 4 Curso da CIPA ...................................................111 18........115 18................................2 Manutenção .........19 Instruções Gerais em Caso de Incêndios .......................................114 18...........8...........20 Deveres e Obrigações ..............................2 Outras medidas de prevenção ....................................8......................................................1 Em caso de confnamento pelo fogo .......17.....................................114 18..............................11 Sinalização e Localização dos Extintores.......................................................................................................... ........................................17 GLP ............................18................ ...........4 Extintores de Pó Químico Especial .....................................................109 18........1 Prevenção de Acidentes com Eletricidade................................................................................................................................................. ..............108 18.......................................113 18..2 Vazamento de Gás Com Fogo.............112 18................................105 18..............................16 Rociador de incêndios..............12 Inspeção.........................................................................................................................................................19.........................................................2 Em caso de evacuação do local ..............................................3 Recarga ..........................................................................................................................................................................................................106 18..............18...............................112 18.............Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .......117 18................... manutenção e recarga em extintores de incêndio (NBR 12962) .....11......................................................................................111 18.................................................................................................................................11 0 18.........................................................................................................................................................114 18..........109 18.....Gases Liquefeitos de Petróleo .....1 Vazamento de Gás Sem Fogo ...................................................................17..........................................113 18....................................................................................105 18....................................14 Sistema Hidráulico Preventivo.............105 18...............................13 Distribuição dos Extintores ...1 Selos e Adesivos ....................9 Capacidades dos Extintores..

...........................................119 19........5.........123 19...........8..1 Contusão........................137 19.135 19.............................................. Lei 9...........................................................................................................................................................................3 Intermação .........................................................128 19........................................................................................................................10......120 19..........8...................................................................122 19.............6.....8........................................1............................................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso ............................131 19..............14 0 19....4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP)......................................142 19................................PCR ...........610/98.. .......................................................................... .........11 Ferimentos ...............................................................................................................125 19.................3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória ...........130 19....................................................................................................6...................................121 19..............................................................................10 Picadas de animais ................................................................6........129 19........142 19.....................132 19.......... 136 19........................................................6........................... sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.......1 Queimaduras ..................................................................................................2 Insolação.....................................124 19................................10.....7 Estado de Choque ................................................................................1 Procedimentos Gerais...........125 19................19 PRIMEIROS SOCORROS ..................................................................................1 Aspectos Legais........................2 Providencias a serem tomadas...............................6 Parada Cardiorrespiratória .....1 Serpentes.8 Distúrbios causados pela Temperatura .....................4 Caixa de Primeiros Socorros....................................... ................................................125 19.............................2 Escoriações Curso da CIPA ..................123 19................................................................11....................................1 Princípios para os Primeiros Socorros: .............................................................................................................................6................................................................1 Sinais e sintomas ................................................ .............................................2 Escorpiões e Aranhas...............7..13 2 19..7....2..........126 19............................................................................................................................ ......................................121 19........................................................................................................................5 Modo de fazer a massagem cardíaca: ............137 19...................130 19.......................1 Procedimentos para choque elétrico .............Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.......................1 Parada Respiratória ................................................................................................................11..................2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro..........................123 19...........................5 Choques Elétricos ...................................................................................137 19...........................................................................................3 Urgências Coletivas ..............................................................................2 Parada Cardíaca .........................................................9 Intoxicações ..................

......................12.......................................................................................................................................1 Hemorragia Externa................................11..... ..........145 19......................................................... Lei 9...........13 Entorses.........................................2 Hemorragia Interna .................13......................................................................................................................................13......................................................................148 19................................1 Entorse................................. .........12 Hemorragia ...........................................1 Transporte em Maca .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.............................................................................................156 Curso da CIPA ....................................................................................................152 19.................................. ............................11.........147 19.............................149 19...............................................................11.....................155 20 REFERÊNCIAS ...................................................13............3 Amputações................4 Ferimentos no Tórax..12.............3 Hemorragia Nasal ..............148 19.................................14 Técnicas Para Remoção e Transporte de Acidentados.................................................................................3 Fraturas..........................................11............................................................................................2 Luxações ......................................................................................................................... sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.................................................2 Transporte Sem Maca ...........................12...147 19.......15 Telefones Úteis .........................................................................................610/98...1 42 19..144 19....................................................................................5 Ferimentos no Abdome ................ Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 5 ...........1 45 19.................................6 Ferimentos nos Olhos.143 19......................................145 19......................................................145 19................................................ Luxações e Fraturas...................................146 19...........................................14....................146 19..............................................147 19...........................................................14........................................................................... ...................................

A você. a experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. alicerçando no treinamento. acreditamos promover a combinação indivíduo – cargo . etc. NR – 5 da Portaria 3. consistirá na continuidade do trabalho operacional seguro. Neste sentido. trabalhar o elemento humano é fator complexo. A existência da CIPA.214. No que diz respeito à segurança..1 APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de CIPA tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho. Com a aplicação do curso para membros da CIPA. “Cipeiro”. treinamentos. Enfim. do Ministério do Trabalho. Curso da CIPA . já constitui um avanço a insensatez. procuramos direcionar nossa metodologia. os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições inseguras dos ambientes de trabalho e dos procedimentos seguros que deverá adotar é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista.segurança. Os resultados serão colhidos quando empregado e empregador estenderem aos demais empregados. de 08 de junho de 1978. desejo um bom proveito no curso e sucesso em sua gestão. Todos nós sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho. a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes do trabalho. reuniões. em atendimento ao currículo básico para o curso de componentes da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Norma Regulamentadora. mas possível. humanizar uma coletividade de trabalho e torná-la tão compreensiva quanto eficiente e conseqüentemente. recursos didáticos. doutrinas de segurança. atendimento das solicitações que previnem acidentes e doenças ocupacionais.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 6 . palestras. Ao longo dos tempos.

01 .Caldeiras e Vasos de Pressão NR .Programas de Prevenção de Riscos Ambientais NR .214 em 08 de junho de 1978. Atualmente existem 34 Normas Regulamentadoras que são: NR .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 7 .10 . ao relacionar os direitos dos trabalhadores.Edificações NR .Transporte.22 .13 . Assim as NRs regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil.Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração Curso da CIPA .19 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR .Equipamentos de Proteção Individual . uma série de outras portarias foram editadas pelo Ministério do Trabalho com o propósito de modificar ou acrescentar normas regulamentadoras de proteção ao trabalhador.1 Normas Regulamentadoras Os instrumentos jurídicos de proteção ao trabalhador têm sua origem na Constituição Federal que. incluiu entre eles a proteção de sua saúde e segurança por meio de normas específicas As Normas Regulamentadoras. Elas são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo.Fornos NR .Embargo ou Interdição NR .02 . A NR-05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.Atividades e Operações Insalubres NR . públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.08 .Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade NR .EPI NR .20 .° 3.06 . foram publicadas pelo Ministério do Trabalho através da Portaria N.Ergonomia NR . empregadores e empregados.14 .Trabalho a Céu Aberto NR .15 .12 . As NR são elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE.Disposições Gerais NR .09 . As NRs são de observância obrigatória pelas empresas privadas.Inspeção Prévia NR .2 REGULAMENTAÇÕES DO MTE 2.Atividades e Operações Perigosas NR .17 . de Segurança e em Medicina do Trabalho NR .11.Máquinas e Equipamentos NR . também chamadas de “NRs”.21 .05 . Armazenagem e Manuseio de Materiais NR .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR . A partir de então.07 . Movimentação. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. com o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO). bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário.18 .04 .Serviços Especializados em Eng.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis NR .Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR .16 .03 .Explosivos NR .

de 27 de maio de 1999 28/05/99 Portaria SSST n. cooperativas.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR .º 15.2 Devem constituir CIPA.º 33.º 16.Fiscalização e Penalidades NR .º 247.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR .º 25.32 .º 14.26 .º 08. DA CONSTITUIÇÃO 5. 10/05/99 Portaria SSST n. de 10 de maio de 2001 11/05/01 Portaria SIT n.2 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 05 Texto dado pela Portaria SSST n.COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Publicação D.33 . Portaria GM n.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR . de 29 de dezembro de 1994 Rep.tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.º 25.Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB NR .23 .CIPA . de 23 de fevereiro de 1999 Por se tratar da Norma Regulamentadora numero 05 a mesma se inicia em 5.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval 2.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . sociedades de economia mista.Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde NR .Proteção Contra Incêndios NR . de 27 de maio de 1999 28/05/99 Portaria SSST n.1 NR 5 . de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O. instituições beneficentes.U.Resíduos Industriais NR . 15/12/95 Portaria SSST n. de 21 de junho de 2007 26/06/07 Portaria SIT n.NR . Exploração Florestal e Aquicultura NR .31 .º 08. bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. de 12 de julho de 2011 14/07/11 Texto dado pela Portaria SSST n.Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR .Sinalização de Segurança NR .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura.º 24.U. e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Curso da CIPA . de 23 de fevereiro de 1999 Retf. órgãos da administração direta e indireta. associações recreativas.º 3.O. por estabelecimento.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 8 .34 .29 .28 . Portaria SSMT n.º 08. de 26 de fevereiro de 1999 01/03/99 Portaria SSST n. Pecuária Silvicultura. públicas.214. de 27de outubro de 1983 31/10/83 Portaria SSST n.24 .27.30 .25 . de 23 de fevereiro de 1999 DO OBJETIVO 5.

através de membros de CIPA ou designados.6.10 O empregador deverá garantir que seus indicados tenham a representação necessária para a discussão e encaminhamento das soluções de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA.5 As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão. observadas as disposições estabelecidas em Normas Regulamentadoras de setores econômicos específicos.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I. titulares e suplentes. empossados no primeiro dia útil após o término do mandato anterior.1 Os representantes dos empregadores. 5. 5. através de negociação coletiva. titulares e suplentes. no que couber. da CLT. do qual participem.5. a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos de setores econômicos específicos. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.9 Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa. 5.3 O número de membros titulares e suplentes da CIPA.6. sendo vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência. exclusivamente os empregados interessados. DA ORGANIZAÇÃO 5. 5. de 12 de julho de 2011) 5.7 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano. 5. 5. 5. independentemente de filiação sindical. permitida uma reeleição.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 9 .6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados.º 247.11 O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA. 5. Curso da CIPA .4 (Revogado pela Portaria SIT n.6.12 Os membros da CIPA. podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados. 5. podendo contar com a participação da administração do mesmo. ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469. eleitos e designados serão.2 Os representantes dos empregados. considerando a ordem decrescente de votos recebidos. serão eleitos em escrutínio secreto. observará o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.3 As disposições contidas nesta NR aplicam-se.6.8 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. 5. 5. mecanismos de integração com objetivo de promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo. e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente. aos trabalhadores avulsos e às entidades que lhes tomem serviços. serão por eles designados. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos.

(Inserido pela Portaria SIT n.14. 5. entre os componentes ou não da comissão. exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento. e) realizar. onde houver.15 A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido.16 A CIPA será por atribuição: a) identificar os riscos do processo de trabalho. DAS ATRIBUIÇÕES 5.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA.5.º 247. quando solicitada.º 247. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. de 12 de julho de 2011). avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas. com o SESMT. deve ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. d) realizar. f) divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. onde houver.2 O empregador deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos membros titulares e suplentes da CIPA. ainda que haja redução do número de empregados da empresa.º 247. b) elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. um secretário e seu substituto. verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. c) participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 10 .1 A documentação indicada no item 5. Curso da CIPA . bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. de 12 de julho de 2011) 5. antes do término do mandato de seus membros. mediante recibo. das discussões promovidas pelo empregador. periodicamente.14 deve ser encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores da categoria.13 Será indicado. com assessoria do SESMT. com a participação do maior número de trabalhadores. a cada reunião.º 247. de 12 de julho de 2011) 5. e elaborar o mapa de riscos. bem como não poderá ser desativada pelo empregador. (Inserido pela Portaria SIT n. g) participar. (Alterado pela Portaria SIT n. sendo neste caso necessária a concordância do empregador.14. (Alterado pela Portaria SIT n. de 12 de julho de 2011) 5. de comum acordo com os membros da CIPA. incluindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias.

18 Cabe aos empregados: a) participar da eleição de seus representantes.17 Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições. de Campanhas de Prevenção da AIDS. anualmente. quando houver. ou ao empregador. em conjunto com o SESMT. 5. l) participar. m) requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. n) requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. em conjunto com o SESMT. encaminhando ao empregador e ao SESMT. em conjunto com a empresa. relativas à segurança e saúde no trabalho. quando houver. j) divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT.19 Cabe ao Presidente da CIPA: a) convocar os membros para as reuniões da CIPA. o) promover. b) colaborar com a gestão da CIPA. da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 11 . bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho. d) observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. onde houver. garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho. anualmente. c) indicar à CIPA. ou com o empregador. as decisões da comissão. i) colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. c) manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA. p) participar. 5. onde houver. b) coordenar as reuniões da CIPA. 5. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores.h) requerer ao SESMT. Curso da CIPA .

b) substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus afastamentos temporários. Curso da CIPA . e) divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento. b) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA. 5.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente normal da empresa e em local apropriado. g) constituir a comissão eleitoral.22 O Secretário da CIPA terá por atribuição: a) acompanhar as reuniões da CIPA e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.d) coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. DO FUNCIONAMENTO 5. 5. quando houver. c) delegar atribuições aos membros da CIPA.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 12 . em conjunto. d) promover o relacionamento da CIPA com o SESMT.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. terão as seguintes atribuições: a) cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos. f) encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA. e) delegar atribuições ao Vice-Presidente.20 Cabe ao Vice-Presidente: a) executar atribuições que lhe forem delegadas. b) preparar as correspondências. 5. 5. e c) outras que lhe forem conferidas.21 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA. zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados. de acordo com o calendário preestabelecido.

em dois dias úteis.31.º 247. 5. devendo os motivos ser registrados em ata de reunião. os membros titulares da representação dos empregados.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 13 .1 O mandato do membro eleito em processo eleitoral extraordinário deve ser compatibilizado com o mandato dos demais membros da Comissão.3.3. preferencialmente entre os membros da CIPA.28 As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso. (Inserido pela Portaria SIT n. e frustradas as tentativas de negociação direta ou com mediação.29.2 No caso de afastamento definitivo do vice-presidente. registrando-se a ocorrência na ata da reunião. c) houver solicitação expressa de uma das representações. de 12 de julho de 2011) 5. 5. ocorrida durante o mandato. 5. contados a partir da data da posse. (Alterado pela Portaria SIT n.31 A vacância definitiva de cargo.31.1 Não havendo consenso. 5. obedecida a ordem de colocação decrescente que consta na ata de eleição. 5.27 Reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. (Inserido pela Portaria SIT n. (Alterado pela Portaria SIT n. (Inserido pela Portaria SIT n.5. em dois dias úteis. sendo substituído por suplente.29 Das decisões da CIPA caberá pedido de reconsideração. 5.º 247.1 No caso de afastamento definitivo do presidente.3 Caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago. que devem ser reduzidos pela metade. quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.º 247.30 O membro titular perderá o mandato.1 O pedido de reconsideração será apresentado à CIPA até a próxima reunião ordinária. de 12 de julho de 2011) 5. escolherão o substituto.28.º 247. devendo o Presidente e o Vice-Presidente efetivar os encaminhamentos necessários.31. 5. 5. cumprindo todas as exigências estabelecidas para o processo eleitoral.31. exceto quanto aos prazos. o empregador deve realizar eleição extraordinária.2 O treinamento de membro eleito em processo extraordinário deve ser realizado no prazo máximo de trinta dias. mediante requerimento justificado. o empregador indicará o substituto.25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros. quando será analisado. entre seus titulares. b ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal. de 12 de julho de 2011) 5. de 12 de julho de 2011) Curso da CIPA . será suprida por suplente.31. será instalado processo de votação.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.º 247. 5. de 12 de julho de 2011) 5.

32. antes da posse. no mínimo.1 O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias.2 As empresas que não se enquadrem no Quadro I. b) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.35 O treinamento poderá ser ministrado pelo SESMT da empresa. contados a partir da data da posse. c) noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa.32 A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA. promoverão anualmente treinamento para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR. Curso da CIPA . 5.36 A CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado. f) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos. entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre os temas ministrados.33 O treinamento para a CIPA deverá contemplar. d) noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS. entidade patronal. 5. e medidas de prevenção. bem como dos riscos originados do processo produtivo. 5.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 14 . constando sua manifestação em ata. inclusive quanto à entidade ou profissional que o ministrará.DO TREINAMENTO 5. distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da empresa.37 Quando comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados ao treinamento. que será efetuado no prazo máximo de trinta dias.34 O treinamento terá carga horária de vinte horas. a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego. das condições de trabalho. 5. 5. 5. cabendo à empresa escolher a entidade ou profissional que ministrará o treinamento. e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho. contados da data de ciência da empresa sobre a decisão.32. titulares e suplentes. g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão. determinará a complementação ou a realização de outro. 5. os seguintes itens: a) estudo do ambiente.

pelo empregador. com fornecimento de comprovante. que será a responsável pela organização e acompanhamento do processo eleitoral. i) faculdade de eleição por meios eletrônicos.1 Nos estabelecimentos onde não houver CIPA. de todos os documentos relativos à eleição. h) apuração dos votos.40 O processo eleitoral observará as seguintes condições: a) publicação e divulgação de edital. 5. em locais de fácil acesso e visualização.39 O Presidente e o Vice Presidente da CIPA constituirão dentre seus membros.DO PROCESSO ELEITORAL 5.38.38 Compete ao empregador convocar eleições para escolha dos representantes dos empregados na CIPA. g) voto secreto. 5. no prazo mínimo de 60 (sessenta) dias antes do término do mandato em curso. não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá organizar outra votação. 5. j) guarda. quando houver. c) liberdade de inscrição para todos os empregados do estabelecimento. Curso da CIPA . b) inscrição e eleição individual.39. com acompanhamento de representante do empregador e dos empregados. independentemente de setores ou locais de trabalho.1 A empresa estabelecerá mecanismos para comunicar o início do processo eleitoral ao sindicato da categoria profissional. no prazo mínimo de 55 (cinqüenta e cinco) dias antes do término do mandato em curso. a Comissão Eleitoral será constituída pela empresa. a Comissão Eleitoral – CE. em horário normal de trabalho. por um período mínimo de cinco anos. no prazo mínimo de 45 (quarenta e cinco) dias antes do término do mandato em curso. d) garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 15 . sendo que o período mínimo para inscrição será de quinze dias. f) realização de eleição em dia normal de trabalho. e) realização da eleição no prazo mínimo de 30 (trinta) dias antes do término do mandato da CIPA.41 Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos empregados na votação. 5. 5. que ocorrerá no prazo máximo de dez dias. em número a ser definido pela comissão eleitoral. respeitando os horários de turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados.

os designados e os demais trabalhadores lotados naquele estabelecimento recebam as informações sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho. bem como sobre as medidas de proteção adequadas. 5.48 A contratante e as contratadas.º 247. garantidas as inscrições anteriores.44 Em caso de empate. os candidatos mais votados.47 Sempre que duas ou mais empresas atuarem em um mesmo estabelecimento. assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no estabelecimento.42.3 Quando a anulação se der antes da posse dos membros da CIPA.42. 5. deverão implementar. que atuem num mesmo estabelecimento. em ordem decrescente de votos.42.49 A empresa contratante adotará medidas necessárias para que as empresas contratadas.43 Assumirão a condição de membros titulares e suplentes. considera-se estabelecimento. 5. DISPOSIÇÕES FINAIS 5. 5. de forma integrada. decorrentes da presente NR. DAS CONTRATANTES E CONTRATADAS 5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração.2 Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo de cinco dias. em conjunto com as das contratadas ou com os designados.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 16 . possibilitando nomeação posterior. 5. 5. quando houver.52 (Revogado pela Portaria SIT n. confirmadas irregularidades no processo eleitoral.1 Compete a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego. a contar da data de ciência. até trinta dias após a data da posse dos novos membros da CIPA. 5.50 A empresa contratante adotará as providências necessárias para acompanhar o cumprimento pelas empresas contratadas que atuam no seu estabelecimento. definir mecanismos de integração e de participação de todos os trabalhadores em relação às decisões das CIPA existentes no estabelecimento. para fins de aplicação desta NR.46 Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços. medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho. suas CIPA. até a complementação do processo eleitoral. de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento 5. de 12 de julho de 2011). determinar a sua correção ou proceder a anulação quando for o caso. das medidas de segurança e saúde no trabalho. ficará assegurada a prorrogação do mandato anterior.5. 5. 5. Curso da CIPA . em caso de vacância de suplentes. o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades.42 As denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na unidade descentralizada do MTE. a CIPA ou designado da empresa contratante deverá.

000 Acima de 10.000 Acima de 10.500 acrescentar C-6 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0a 19 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 1 C-7 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 8 2 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 7 8 10 1 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 4 5 6 8 1 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 1 C-7a C-8 C-9 Efetivos Curso da CIPA .000 para cada grupo de 2.000 para cada grupo de 2.500 acrescentar 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 3 4 7 9 12 2 Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 5 8 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 3 4 4 5 6 7 10 11 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 6 7 9 1 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 7 10 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 6 8 8 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 N° de Membros da CIPA 0a 19 C-1 C-1a C-2 C-3 C-3a Efetivos 1 1 1 1 1 2 2 2 3 5 6 1 Suplentes 1 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 1 C-4 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 4 6 9 9 11 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 4 4 5 7 7 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 6 7 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 C-5 C-5a Efetivos 1 1 2 3 3 4 5 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 4 4 4 6 8 10 2 20 a 30 a 51 a 29 50 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 301 a a 500 300 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 17 .QUADRO I Dimensionamento de CIPA *GRUPOS N° de Empregados no Estabele cimento 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.

000 Acima de 10.000 para cada grupo de 2.500 acrescentar Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 1 C-10 C-11 C-12 C-13 C-14 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0a 19 C-14a Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 4 6 8 10 2 Efetivos 1 1 2 3 3 3 4 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 4 6 7 9 2 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 2 2 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 3 3 3 3 3 4 5 7 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 1 C-15 C-16 C-17 C-18 C-18a C-19 Efetivos 1 1 3 3 3 3 4 5 5 6 8 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 4 5 6 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 C-20 C-21 Curso da CIPA .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 18 .Suplentes 1 1 1 2 2 2 3 4 4 5 1 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 4 5 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 4 6 7 8 2 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 5 6 9 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 4 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 5 7 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 6 6 7 8 2 Efetivos 1 1 3 3 3 3 4 5 6 9 11 13 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 2 3 4 4 5 6 9 11 11 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 7 9 9 2 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.

000 para cada grupo de 2.500 acrescentar Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 3 5 6 8 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 N° de Membros da CIPA 0a 19 C-22 C-23 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 1 C-24 C-24a Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 3 4 7 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 Efetivos 1 2 3 4 5 1 Suplentes 1 2 3 3 4 1 C-24b C-25 C-26 Efetivos 1 1 2 3 4 5 6 6 1 Suplentes 1 1 2 3 3 4 5 5 1 Efetivos 1 1 2 3 4 5 6 6 1 Suplentes 1 1 2 3 4 5 5 5 1 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.RUPOS N° de Empregados no Estabelecimento 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.000 Acima de 10.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 19 .500 acrescentar C-27 C-28 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0 a 20 a 30 a 51 a 19 29 50 80 81 a 100 101 141 121 a 301 a a a 140 500 120 300 Efetivos 1 2 3 4 5 1 Suplentes 1 2 3 3 4 1 C-29 Efetivos 1 1 1 2 4 4 4 5 7 8 9 10 2 Suplentes 1 1 1 2 3 3 4 4 6 7 8 9 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 1 1 1 1 2 3 4 5 1 C-30 C-31 C-32 C-33 Efetivos Curso da CIPA .000 Acima de 10.000 para cada grupo de 2.

3 1559.1 1329.8 1779.4 1722.1 1592.9 1733.3 GRUPO C-1a Minerais ' 2320.1 1723.0 1120. * Nos grupos C-18 e C-18a constituir CIPA por estabelecimento a partir de 70 trabalhadores e quando o estabelecimento possuir menos de 70 trabalhadores observar o dimensionamento descrito na NR 18 – subitem 18.3 1750.7 1741.CNAE.9 1585.4 1541.0 1562.5 GRUPO C-3 Têxteis 1711.2 2620.4 2691.5 1556.: Os membros efetivos e suplentes terão representantes dos Empregadores e Empregados.7 1572.2 1762.7 1310.8 1764.6 1719.4 1582.8 1322.8 1561.5 2340. * As atividades econômicas integrantes dos grupos estão especificadas por CNAE nos QUADROS II e III.0 1772.7 1555.6 1323.0 1732.3 1543.5 1542.1 1513.9 1554.9 1421.6 1595.7 1586.9 Curso da CIPA .7 1769.2 1321.6 1533.8 1771.6 1110.3 2692.0 2310.2 1325.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 20 .2 1552.1.0 1591.8 1731.8 1571.0 GRUPO C-2 Alimentos 1511.7 1531.0 1724. QUADRO II Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Econômicas .33.0 1410. para dimensionamento de CIPA Nacional de Atividades GRUPO C-1 Minerais 1000.2 1429.0 1553.4 1324.0 1763.6 GRUPO C-3a Têxteis ' 1761.5 1589.4 1600.4 1422.9 1523.1 1551.0 1522.0 1514.2 1583.8 1532.5 1581.Suplentes 1 1 1 1 2 3 3 4 1 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 C-34 C-35 OBS.0 1593.8 1521.7 1721.8 1594.8 2330.3 1512.1 1749.0 1584.

3 2482.2 9232.8 2892.0 2752.1 2483.0 2422.9 2512.9 2021.0 GRUPO C-13 Metálicos 2711.7 2432.0 2833.7 2222.0 2413.0 2029.9 3691.4 GRUPO C-12 Não Metálicos 2611.7 2642.2 2481.8 2421.1 1933.9 2834.5 2649.0 2721.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 21 .2 2699.9 GRUPO C-8 Gráficos 2211.1 3141.7 2839.6 GRUPO C-9 Som & Imagem 2231.0 9239.9 2462.5 2630.9 1821.1 2452.9 2722.4 Curso da CIPA .0 1939.0 2214.1 2712.9 3614.7 2419.6 1929.0 1931.4 2219.6 2522.5 2121.2 2233.9 2751.3 1932.6 2461.9 2811.GRUPO C-4 Confecção 1811.2 2023.0 2453.1 2499.2 1812.9 3720.2 9240.3 2619.6 9213.8 2429.5 2433.4 2529.5 2612.4 2731.7 2519.3 2441.4 2471.8 9212.6 2472.4 2831.6 2739.5 2469.0 9231.0 2141.3 GRUPO C-7 Papel 2131.6 GRUPO C-7a Papel ' 2110.0 2491.8 9211.8 GRUPO C-5 Calçados e Similares 1910.5 2221.5 2495.9 7491.8 2132.4 2022.5 9222.0 2122.8 2813.8 3611.1 2741.8 GRUPO C-10 Químicos 2411.2 2832.5 2431.5 2142.5 2229.6 2521.0 2212.3 2149.7 2463.2 2451.1 GRUPO C-6 Madeira 2010.4 9221.0 GRUPO C-5a Calçados e Similares ' 1921.1 2641.1 2749.6 GRUPO C-11 Borracha 2511.2 2412.4 2232.1 2234.3 2496.4 2442.9 2414.8 2454.8 2213.0 1822.0 3142.4 2473.7 2494.9 5272.3 2742.0 1813.7 2729.0 2493.

0 3710.7 5119.7 2964.0 2954.7 4522.0 3022.5 2989.8 2951.6 3444.9 5118.2 3612.4 7250.8 3340.2 5116.2 5042.0 3230.8 5144.3 5139.5 5131.0 3330.9 2940.4 2929.2 2899.5 3151.5 2965.3 2969.4 4532.0 4020.2 3222.0 5141.0 3442.0 2923.3 4525.6 4560.8 GRUPO C-19 Intermediários do Comércio 5111.8 5192.2 3012.8 3152.4 3449.1 2922.5 2822.0 5117.9 2963.8 2972.0 3011.0 2842.1 2961.4 5161.0 GRUPO C-14a Equipamentos/Máquinas e Ferramentas ' 3692.9 4552.2 3432.5 GRUPO C-18 Construção 4524.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 22 .4 3130.0 4543.0 3523.2 3521.4 5115.8 3531.8 3443.7 4030.9 9000.9 3613.3 2952.0 4541.5 3199.2 5133.6 2891.6 2981.2 3210.7 4559.6 5162.7 3191.8 3410.0 3021.9 5271.0 3599.8 4513.1 4542.1 5191.7 2921.6 3122.9 GRUPO C-18a Construção ' 4511.3 2841.4 4100.3 3320.5 3121.2 5169.4 4521.9 3511.8 5020.1 4529.2 4534.7 3113.7 4551.6 2893.8 2924.5 3350.7 2931.0 GRUPO C-20 Comércio Atacadista 5113.9 3532.6 GRUPO C-16 Veículos 2932.0 3420.7 3431.7 5153.6 3160.6 5145.4 2912.8 3111.GRUPO C-14 Equipamentos/Máquinas e Ferramentas 2812.7 3697.0 5143.1 2911.0 3439.9 5135.7 3192.3 GRUPO C-17 Água e Energia 4010.1 3310.4 5163.7 3591.0 4512.3 3695.1 3522.7 5136.9 2915.6 2925.7 5122.5 4523.4 5147.2 3592.6 5121.9 3112.0 2914.0 5114.8 GRUPO C-15 Explosivos e Armas 2492.5 5137.8 4549.1 3696.5 5159.4 5132.1 5142.7 3221.8 3699.0 4531.0 5149.6 2821.8 3441.2 4533.6 Curso da CIPA .4 3512.7 3693.0 5134.8 2843.7 2953.5 3450.9 2971.5 3694.0 2962.2 2913.

7 6531.7 5529.3 GRUPO C-27 Administração de Mercados Financeiros 6711.1 9112.1 6122.0 5246.6 6523.8 6522.3 6340.7 5241.3 6621.8 8531.5 6613.4 5244.0 7412.4 6524.0 5224.9 5221.9 6026.0 5215.4 6551.0 6025.5 6111.2 6420.9 5249.1 5223.3 6029.6 6323.3 GRUPO C-25 Correio e Telecomunicações 6411.8 5242.3 GRUPO C-26 Seguro 6611.2 6024.2 5214.0 6230.3 5250.4 6028.7 6121.9 6210.4 6023.9 6720.2 GRUPO C-28 Bancos 6510.8 6312.0 5523.0 9192.7 GRUPO C-23 Alojamento e Alimentação 5511.5 5512.5 5211.4 5112.5 6112.7 5261.3 6533.1 6030.1 GRUPO C-24b Transporte '' 6027.5 6322.6 7020.5 GRUPO C-24 Transporte 6010.1 6719.3 5519.0 9191.3 6220.1 5247.9 6592.9 5231.6 6022.6 5212.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 23 .8 7413.2 5151.2 5245.4 5213.0 6559.0 6021.4 7415.9 5152.2 5522.7 7140.3 5155.9 5524.2 6540.8 5229.0 6535.8 7414.6 5243.0 5232.2 6521.4 6622.9 7411.4 7210.2 6630.8 9199.0 9111.7 GRUPO C-22 Comércio de Produtos Perigosos 5050.6 GRUPO C-29 Serviços 6330.GRUPO C-21 Comércio Varejista 5010.6 8532.5 Curso da CIPA .0 9120.3 7031.0 5521.9 5233.0 5041.4 7010.3 5222.8 GRUPO C-24a Transporte ' 6321.7 6612.0 6311.8 5154.8 5146.2 5269.5 6591.1 6534.2 6123.9 7032.5 6532.4 6412.5 5030.2 7416.3 6712.

2 QUADRO III Curso da CIPA .0 7290.20-7 Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás .5 9301.4 9304.5 9253.8 GRUPO C-35 Outros Serviços 5279.2 GRUPO C-32 Pesquisas 7310.8 7110.2 7430.8 7525.5 8030.3 7522.2 7514.0 7499.6 GRUPO C-33 Administração Pública 7511.5 CNAE Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .24-2 extração de minério de metais preciosos C-1 13.6 8093.2 7121.23-4 extração de minério de manganês C-1 13.6 7450.0 7220.3 9262.8 7122.2 8095.4 8094.8 8021.7 GRUPO C-31 Ensino 8011.8 8092.6 7123.GRUPO C-30 Locação de Mão de Obra e Limpeza 7230.7 GRUPO C-34 Saúde 8511.0 7521.8 7470.6 9251.0 7523.5 7320.1 7139.2 9302.3 9261.3 7492.0 8012.6 7530.10-0 Extração de Petróleo e Gás Natural C-1 11.5 7132.4 8516.3 7460.7 8022.22-6 extração de minério de estanho C-1 13.6 7240.2 8520.6 7512.0 9303.CNAE.7 7420.Exceto a Prospecção Realizada por Terceiros C-1 13.21-8 Extração de minério de alumínio C-1 13.3 7133.25-0 extração de minerais radioativos C-1 13.5 7040.29-3 extração de outros minerais metálicos não-ferrosos C-1 9309.1 8091.0 7524.1 8512.00-6 Extração de carvão mineral C-1 11.4 7513.7 9252.0 8513.3 9900. com correspondente agrupamento para dimensionamento de CIPA Descrição da Atividade Grupo 10.9 7440.4 7131.1 8514.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 24 .10-2 Extração de minério de ferro C-1 13.6 8515.

areia e argila C-1 14.21-4 extração de minerais para fabricação de adubos.82-2 Fabricação de Biscoitos e Bolachas C-2 15.81-4 Fabricação de Produtos de Padaria.72-5 Fabricação de Café Solúvel C-2 15. Moagem e Preparação de Outros Alimentos de Origem Vegetal C-2 15.71-7 Torrefação e Moagem de Café C-2 15.29-0 extração de outros minerais não-metálicos C-1 15.14.13-0 Preparação de Carne.22-9 Processamento.83-0 Produção de Derivados do Cacau e Elaboração de Chocolates.12-1 Abate de Aves e Outros Pequenos Animais e Preparação de Produtos de Carne C-2 15. Banha e Produtos de Salsicharia Não -Associadas ao Abate C-2 15.51-2 Beneficiamento de Arroz e Fabricação de Produtos do Arroz C-2 15.54-7 Fabricação de Fubá e Farinha de Milho C-2 15.21-0 Processamento.14-8 Preparação e Preservação do Pescado e Fabricação de Conservas de Peixes.62-8 Refino e Moagem de Açúcar C-2 15.11-3 Abate de Reses.61-0 Usinas de Açúcar C-2 15.42-3 Fabricação de Produtos do Laticínio C-2 15. Gomas C-2 Curso da CIPA . Crustáceos e Moluscos C-2 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas C-2 15.52-0 Moagem de Trigo e Fabricação de Derivados C-2 15.22-2 extração e refino de sal marinho e sal-gema C-1 14.23-7 Produção de Sucos de Frutas e de Legumes C-2 15.56-3 Fabricação de Rações Balanceadas para Animais C-2 15. Balas.55-5 Fabricação de Amidos e Féculas de Vegetais e Fabricação de Óleos de Milho C-2 15. Preservação e Produtos de Conservas de Legumes e Outros Vegetais C-2 15. Preparação de Produtos de Carne C-2 15.33-4 Preparação de Margarina e Outras Gorduras Vegetais e de Óleos de Origem Animal Não-Comestíveis C-2 15.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 25 .53-9 Fabricação de Farinha de Mandioca e Derivados C-2 15. Confeitaria e Pastelaria C-2 15.59-8 Beneficiamento.32-6 Refino de Óleos Vegetais C-2 15.43-1 Fabricação de Sorvetes C-2 15.10-9 extração de pedra.41-5 Preparação do Leite C-2 15.31-8 Produção de Óleos Vegetais em Bruto C-2 15. fertilizantes e produtos químicos C-1 14.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 26 .11-6 Beneficiamento de Algodão C-3 17.41-8 Fabricação de Artigos de Tecido de Uso Doméstico Incluindo Tecelagem C-3 17.61-2 Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos C-3a 17. Retificação.72-8 Fabricação de Meias C-3a 17.33-7 Tecelagem de Fios e Filamentos Contínuos Artificiais ou Sintéticos C-3 17.Exclusive Vestuário C-3a 17.00-4 Fabricação de Produtos do Fumo C-2 17.62-0 Fabricação de Artefatos de Tapeçaria C-3a 17.31-0 Tecelagem de Algodão C-3 17.22-1 Fiação de Outras Fibras Têxteis Naturais C-3 17.86-5 Preparação de Produtos Dietéticos.64-7 Fabricação de Tecidos Especiais .69-8 Fabricação de Outros Artigos Têxteis .92-0 Fabricação de Vinho C-2 15. Tecidos e Artigos Têxteis Produzidos por Terceiros C-3 17.85-7 Preparação de Especiarias. Molhos.91-1 Fabricação.12-0 Confecção de Outras Peças do Vestuário C-4 Curso da CIPA .71-0 Fabricação de Tecidos de Malha C-3a 17.79-5 Fabricação de Outros Artigos de Vestuário Produzidos em Malharias (Tricotagens) C-3a 18. Temperos e Condimentos C-2 15.95-4 Fabricação de Refrigerantes e Refrescos C-2 16.de Mascar 15.84-9 Fabricação de Massas Alimentícias C-2 15.19-1 Beneficiamento de Outras Fibras Têxteis Naturais C-3 17.94-6 Engarrafamento e Gaseificação de Águas Minerais C-2 15.Inclusive Artefatos C-3a 17.32-9 Tecelagem de Fios de Fibras Têxteis Naturais C-3 17.93-8 Fabricação de Malte.23-0 Fiação de Artificiais ou Sintéticas C-3 17. Cervejas e Chopes C-2 15. Homologação e Mistura de Aguardentes e Outras Bebidas Destiladas C-2 15.49-3 Fabricação de Outros Artefatos Têxteis Incluindo Tecelagem C-3 17.63-9 Fabricação de Artefatos de Cordoaria C-3a 17. Alimentos para Crianças e Outros Alimentos Conservados C-2 15.89-0 Fabricação de Outros Produtos Alimentícios C-2 15.21-6 Fiação de Algodão C-3 17.50-7 Serviços de Acabamento em Fios.24-8 Fabricação de Linhas e Fios para Coser e Bordar C-3 17.11-2 Confecção de Peças Interiores do Vestuário C-4 18.

31-8 Fabricação de Embalagens de Papel C-7 21.31-4 Reprodução de Discos e Fitas C-9 Curso da CIPA .Inclusive a Fabricação de Papelão Corrugado C-7 21. Valises e Outros Artefatos para Viagem.Impressos ou não C-7 21. Edição e Impressão de Livros C-8 22.23-0 Fabricação de Artefatos de Tanoaria e Embalagens de Madeira C-6 20.13-6 Edição.41-5 Fabricação de Artefatos de Papel.21-4 Fabricação de Madeira Laminada e de Chapa de Madeira Compensada. de Estruturas de Madeira e Artigo de Carpintaria C-6 20.29-1 Fabricação de Outros Artefatos de Couro C-5a 19.Exclusive Móveis C-6 21.21-0 Fabricação de Acessórios do Vestuário C-4 18.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 27 .29-2 Execução de Outros Serviços Gráficos C-8 22. Revistas.10-0 Curtimento e Outras Preparações de Couro C-5 19. de Qualquer Material C-5a 19.14-4 Edição de Discos. Fitas e Outros Materiais Gravados C-8 22.22-9 Fabricação de Papelão Liso. papelão. e Livros C-8 22.12-8 Edição. Bolsas.11-0 Edição. Palha.29-0 Fabricação de Artefatos Diversos de Madeira.22-2 Fabricação de Esquadrias de Madeira.21-0 Fabricação de Papel C-7a 21.32-1 Fabricação de Tênis de Qualquer Material C-5 19. Edição e Impressão de Outros Produtos Gráficos C-8 22.21-7 Impressão de Jornais.33-0 fabricação de calçados de plásticos C-5 19.18.22-8 Fabricação de Acessórios para Segurança Industrial e Pessoal C-4 19. Edição e Impressão de Jornais C-8 22.10-9 desdobramento de madeira C-6 20. Edição e Impressão de Revistas C-8 22.49-0 Fabricação de outros Artefatos de Pastas.13-9 Confecção de Roupas Profissionais C-4 18.19-5 Edição. papelão. Cortiça e Material Trançado . Prensada ou Aglomerada C-6 20.32-6 Fabricação de Embalagens de Papelão .39-9 fabricação de calçados de outros materiais C-5 20.22-5 Serviço de Impressão de Material Escolar e de Material para Uso Industrial e Comercial C-8 22. de Casa de Madeira Pré Fabricadas .10-5 Fabricação de Celulose e Outras Pastas para a Fabricação de Papel C-7a 21.21-6 Fabricação de Malas. papel.31-3 Fabricação de Calçados de Couro C-5 19. Cartolina e Cartão C-7a 21.42-3 Fabricação de Fitas e Formulários Contínuos . cartolina e Cartão C-7 22. Cartolina e Cartão para Escritório C-7 21.

e Filamentos Contínuos Artificiais C-10 24. Solventes e Produtos Afins C-10 24.34-9 Reprodução de Programas de Informática em Disquetes e Fitas C-9 23.69-4 Fabricação de Outros Defensivos Agrícolas C-10 24. Sabonetes e Detergentes Sintéticos C-10 24.11-2 Fabricação de Cloro e Álcalis C-10 24.29-5 Fabricação de Outros Produtos Químicos Orgânicos C-10 24.61-9 Fabricação de Inseticidas C-10 24.63-5 Fabricação de Herbicidas C-10 24.40-0 Produção de Álcool C-1a 24.33-3 Fabricação de Elastômeros C-10 24.52-0 Fabricação de Medicamentos para Uso Humano C-10 24. Fios.12-0 Fabricação de Intermediários para Fertilizantes C-10 24. Cabos.14-7 Fabricação de Gases Industriais C-10 24. Fios.32-2 Reprodução de Fitas de Vídeos C-9 22.92-9 Fabricação de Explosivos C-15 Curso da CIPA .73-2 Fabricação de Artigos de Perfumaria e Cosméticos C-10 24. Vernizes.53-8 Fabricação de Medicamentos para Uso Veterinário C-10 24.51-1 Fabricação de Produtos Farmoquímicos C-10 24.31-7 Fabricação de Resina Termoplástica C-10 24.13-9 Fabricação de Fertilizantes Fosforados.72-4 Fabricação de Produtos de Limpeza e Polimento C-10 24.32-5 Fabricação de Resina Termofixas C-10 24.41-4 Fabricação de Fibras.82-1 Fabricação de Tintas de Impressão C-10 24.22-8 Fabricação de Intermediários para Resina e Fibras C-10 24.21-0 Fabricação de Produtos Petroquímicos Básicos C-10 24.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 28 .54-6 Fabricação de Materiais para Uso Médicos.42-2 Fabricação de Fibras. Hospitalares e Odontológicos C-10 24.33-0 Reprodução de Filmes C-9 22.10-8 Coquerias C-1 23.30-2 Elaboração de Combustíveis Nucleares C-1 23. Cabos e Filamentos Contínuos Sintéticos C-10 24.20-5 Refino de Petróleo C-1a 23.81-3 Fabricação de Tintas.91-0 Fabricação de Adesivos e Selantes C-10 24. Nitrogenados e Potássicos C-10 24.19-8 Fabricação de outros Produtos Inorgânicos C-10 24.83-0 Fabricação de Impermeabilizantes.22.71-6 Fabricação de Sabões. Esmaltes e Lacas C-10 24.62-7 Fabricação de Fungicidas C-10 24.

cal Hidratada e Gesso C-1 26.92-1 Fabricação de cal Virgem.99-9 Fabricação de outros Produtos de Minerais não Metálicos C -12 27. Filmes. Cimento.20-4 Fabricação de Cimento C-1 26. Aço e Ferro-Ligas em Formas Primárias e Semi-Acabados C-13 27.51-0 Fabricação de Peças Fundidas de Ferro e Aço C-13 Curso da CIPA .91-3 Britamento. Gesso e Estuque C-12 26.11-1 Produção de Laminados Planos de Aço C-13 27.41-3 Metalurgia do Alumínio e suas Ligas C-13 27.96-1 Fabricação de Discos e Fitas Virgens C-10 24.95-3 Fabricação de Chapas. Aparelhamento e outros Trabalhos em Pedras (não-associado à Extração) C-1 26.12-7 Recondicionamento de Pneumáticos C-11 25. Papéis e Outros Materiais e Produtos Químicos C-10 para Fotografia 24.42-5 Fabricação de Produtos Cerâmicos Refratários C-12 26.22-7 Produção de Ferro.24.12-3 Fabricação de Vasilhames de Vidro C-12 26. Fibrocimento.39-1 Fabricação de Outros Tubos de Ferro e Aço C-13 27.29-1 Fabricação de Artefatos Diversos de Plástico C-10 26.31-6 Fabricação de Tubos de Aço com Costura C-13 27.42-1 Fabricação dos Metais Preciosos C-13 27.22-4 Fabricação de Embalagem de Plástico C-10 25.11-9 Fabricação de Pneumáticos e de Câmara-de-Ar C-11 25. Trefilados e Retificados de Aço .49-2 Fabricação de Produtos Cerâmicos Não-Refratários para Uso Diversos C-12 26.49-9 Metalurgia de Outros Materiais Não-Ferrosos e suas Ligas C-13 27.19-4 Fabricação de Artefatos Diversos de Borracha C-11 25.93-7 Fabricação de Catalisadores C-10 24.Exclusive Tubos C-13 27.11-5 Fabricação de Vidro Plano e de Segurança C-12 26.21-6 Fabricação de Laminados Planos e Tubulares Plástico C-10 25.30-1 Fabricação de Artefatos de Concreto.21-9 Produção de Gusa C-13 27.19-0 Fabricação de Artigos de Vidro C-12 26.41-7 Fabricação de Produtos Cerâmicos Não-Refratários para Uso Estrutural na Construção Civil C-12 26.94-5 Fabricação de Aditivos de Uso Industrial C-10 24.29-4 Produção de Relaminados.99-6 Fabricação de Outros Produtos Químicos Não-Especificados ou NãoClassificados C-10 25.12-0 Produção de Laminados Não-Planos de Aço C-13 27.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 29 .

21-5 Fabricação de Tanques.11-4 Fabricação de Motores Estacionários de Combustão Interna.91-6 Fabricação de Embalagens Metálicas C-14 28.27.31-2 Produção de Forjaria de Aço C-13 28.99-1 Fabricação de Outros Produtos Elaborados de Metal 29.Exclusive para Aviões e Veículos Rodoviários 29.12-6 Fabricação de Esquadrias de Metal C-14 28. Cementação e Tratamento Térmico do Aço. Pontes.22-3 Fabricação de Caldeiras Geradoras de Vapor . Galvanotécnica e Solda C-13 28.14-9 Fabricação de Compressores C-14 29.32-0 Produção de Forjados de Metais Não-Ferrosos e Sua Ligas C-13 28. Torres de Transmissão. Aparelhos e Equipamentos Não-Elétricos para Instalações Térmicas C-14 29.21-1 Fabricação de Fornos Industriais.Exclusive Esquadrias C-14 28.23-8 Fabricação de Máquinas. Torneiras e Registros C-14 29.24-6 Fabricação de Máquinas e Aparelhos de Refrigeração e Ventilação de uso Industrial C-14 29. Turbinas e Outras C-14 Máquinas Motrizes Não-Elétrica .Exclusive para Aquecimento Central e para Veículos C-14 28.12-2 Fabricação de Bombas e Carneiros Hidráulicos C-14 29.15-7 Fabricação de Equipamentos de Transmissão para Fins Industriais – Inclusive Rolamentos C-14 29.11-8 Fabricação de Estruturas Metálicas para Edifícios.41-0 Fabricação de Artigos de Cutelaria C-14 28.92-4 Fabricação de Artefatos de Trefilados C-13 28.13-4 Fabricação de Obras de Caldeiraria Pesada C-13 28.33-9 Fabricação de Artefatos Estampados de Metal C-13 28.39-8 Têmpera.22-0 Fabricação de Estufas e Fornos Elétricos para Fins Industriais C-14 29. Equipamentos e Aparelhos de Refrigeração e Ventilação de Uso Industrial C-14 29.52-9 Fabricação de Peças Fundidas de Metais Não-Ferrosos e suas Ligas C-13 28. Andaimes e outros Fins C-13 28. Serviços Usinagem.13-0 Fabricação de Válvulas. Reservatórios Metálicos e Caldeiras para Aquecimento Central C-14 28.43-6 Fabricação de Ferramentas Manuais C-14 28.93-2 Fabricação de Artigos de Funilaria e de Artigos de Metal para Uso Doméstico e C-14 Pessoal 28.25-4 Fabricação de Aparelhos de Ar-Condicionado C-14 Curso da CIPA .34-7 Metalúgica em Pó C-13 28.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes C -14 30 .42-8 Fabricação de Artigos de Serralheria .

11-9 Fabricação de Geradores de Corrente Contínua ou Alternada C-14 31.13-5 Fabricação de Motores Elétricos C-14 31.11-2 Fabricação de Máquinas de Escrever e Calcular. Reguladores de Voltagem C-14 e Outros Aparelhos e Equipamentos para Distribuição e Controle de Energia Curso da CIPA .Exclusive MáquinasFerramenta C-14 29.71-8 Fabricação de Armas de Fogo e Munições C-15 29.89-0 Fabricação de Outros Aparelhos Eletrodomésticos C-14 30.12-7 Fabricação de Transformadores.65-3 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias de Celulose. Copiadoras e Outros Equipamentos Não-Eletrônicos para Escritório C-14 30.32-7 Fabricação de Tratores Agrícolas C-16 29.29-7 Fabricação de Outras Máquinas e Equipamentos de Uso Geral C-14 29.54-8 Fabricação de Máquinas e Equipamentos de Terraplanagem e Pavimentação C-16 29.40-8 Fabricação de Máquina-Ferramenta C-14 29. Conversores.62-9 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias Alimentar.53-0 Fabricação de Tratores de Esteira e Tratores de Uso na Construção e Mineração C-16 29.64-5 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias de Vestuário e de Couro e Calçados C-14 29. Quadros de Comando. Refrigeradores e Máquinas de Lavar e Secar para Uso Doméstico C-14 29. Papel e Papelão e Artefatos C-14 29.72-6 Fabricação de Equipamento Bélico Pesado C-15 29.63-7 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para a Indústria Têxtil C-14 29. Copiadoras e Outros Equipamentos Eletrônicos Destinados à Automação Gerencial e Comercial C-14 30.51-3 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para a Indústria de Prospecção e Extração de Petróleo C-14 29. Indutores.61-0 Fabricação de Máquinas para a Indústria Metalúrgica .22-8 Fabricação de Equipamentos Periféricos para Máquinas Eletrônicas para Tratamento de Informações C-14 31. Sincronizadores e Semelhantes C-14 31.12-0 Fabricação de Máquinas de Escrever e Calcular.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 31 .52-1 Fabricação de Outras Máquinas e Equipamentos para a Extração de Minérios e Indústria da Construção C-14 29.81-5 Fabricação de Fogões.31-9 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para Agricultura. de Bebida e Fumo C-14 29.21-0 Fabricação de Computadores C-14 30.21-6 Fabricação de Subestações.29. Avicultura e Obtenção de Produtos Animais C-14 29.69-6 Fabricação de Outras Máquinas e Outros Equipamentos de Uso Específico C-14 29.

Gravação ou Amplificação de Som e Vídeo C-14 33.40-5 Fabricação de Aparelhos. Carrocerias e Reboques para Caminhão C-16 34. Camionetas e Utilitários C-16 34.43-6 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema de Freios C-16 34.22-4 Fabricação de Material Elétrico para Instalações em Circuito de Consumo C-14 31.Exclusive Bateria C-14 31.44-4 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema de Direção e Suspensão C-16 Curso da CIPA . Teste e Controle Exclusive Equipamento para Controle de Processos Industriais C-14 33.50-2 Fabricação de Cronômetros e Relógios C-14 34.30-5 Fabricação de Fios.92-5 Fabricação de Aparelhos e Utensílios para Sinalização e Alarme C-14 31.30-8 Fabricação de Máquinas.31-2 Fabricação de Cabines.51-8 Fabricação de Lâmpadas C-14 31.41-0 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema Motor C-16 34. Contatos e Outros Artigos de Carvão e Grafia para Uso Elétrico. Odontológicos e de Laboratórios e Aparelhos Ortopédicos C-14 33. Instrumentos e Materiais Óticos.60-7 Fabricação de Material Elétrico para Veículo . Fotográficos e Cinematográficos C-14 33.42-8 Fabricação de Peças e Acessórios para os Sistemas de Marcha e Transmissão C-16 34.91-7 Fabricação de Eletrodos.32-0 Fabricação de Carrocerias para Ônibus C-16 34. Sistema de Intercomunicação e Semelhantes C-14 32. Eletroimãs e Isoladores C-14 31.30-1 Fabricação de Aparelhos Receptores de Rádio e Televisão e de Reprodução.21-2 Fabricação de Equipamentos Transmissores de Rádio e Televisão e de Equipamentos para Estações Telefônicas.10-7 Fabricação de Material Eletrônico Básico C-14 32. Carrocerias e Reboques para Outros Veículos C-16 34.31. Cabos Condutores Elétricos Isolados C-14 31.42-9 Fabricação de Baterias e Acumuladores para Veículos C-10 31.41-0 Fabricação de Pilhas. para Radiotelefonia e Radiotelegrafia . Bateria e Acumuladores Elétricos .20-0 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos de Medida.10-0 Fabricação de Automóveis.22-0 Fabricação de Aparelhos Telefônicos. Aparelhos e Equipamentos de Sistemas Eletrônicos Dedicados à Automação Industrial e Controle do Processo Produtivo C-14 33.99-2 Fabricação de Outros Aparelhos ou Equipamentos Elétricos C-14 32.52-6 Fabricação de Luminárias e Equipamentos de lluminação-Exclusive para Veículos C-14 31.Exclusive para Veículos C-10 31.Inclusive de Microondas e Repetidoras C-14 32.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 32 .39-8 Fabricação de Cabines.10-3 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos para usos Médicos-Hospitalares.20-7 Fabricação de Caminhões e Ônibus C-16 34.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 33 . Pesca e Esporte C-14 36. tratamento e distribuição de água C-17 45.96-0 Fabricação de Aviamentos para Costura C-14 36.99-8 Fabricação de Outros Equipamentos de Transporte C-16 36.12-9 Fabricação de Móveis com Predominância de Metal C-14 36.10-0 Produção e Distribuição de Energia Elétrica C-17 40.32-7 Reparação de Aeronaves C-16 35.21-7 Edificações (Residenciais. Lápis. Industrias.10-9 Reciclagem de Sucatas Metálicas C-14 37.11-0 Fabricação de Móveis com Predominância de Madeira C-6 36.49-5 Fabricação de Peças e Acessórios de Metal para Veículos Automotores NãoClassificados em Outra Classe C-16 34.12-8 Perfurações e Execução de Fundações Destinadas à Construção Civil C-18a 45.30-4 Produção e Distribuição de Vapor e Água Quente C-17 41.93-5 Fabricação de Artefatos para Caça.92-0 Fabricação de Bicicletas e Triciclos Não-Motorizados C-16 35.13-7 Fabricação de Móveis de Outros Materiais C-14 36.99-4 Fabricação de Produtos Diversos C-14a 37.97-8 Fabricação de Escovas. Fitas Impressoras para Máquinas e Outros Artigos para Escritório C-14 36. Vagões e Outros Materiais Rodantes C-16 35.91-9 Lapidação de Pedras Preciosas e Semipreciosas.91-2 Fabricação de Motocicletas C-16 35.20-6 Reciclagem de Sucatas Não-Metálicas C-12 40.21-1 Construção e Montagem de Locomotivas.31-9 Construção e Montagem de Aeronaves C-16 35.94-3 Fabricação de Brinquedos e de Jogos Recreativos C-14 36.22-0 Fabricação de Peças e Acessórios para Veículos Ferroviários C-16 35.92-7 Fabricação de Instrumentos Musicias C-14a 36.95-1 Fabricação de Canetas. Comerciais e de Serviços) Inclusive C-18a Curso da CIPA .00-9 captação.14-5 Fabricação de Colchões C-10 36.12-2 Construção e Reparação de Embarcações para Esporte e Lazer C-16 35.11-0 Demolição e Preparação do Terreno C-18a 45. Pincéis e Vassouras C-14a 36.11-4 Construção e Reparação de Embarcações e Estruturas Flutuantes C-16 35.13-6 Grandes Movimentações de Terra C-18a 45.50-9 Recondicionamento ou Recuperação de Motores para Veículos Automotores C-16 35. Fabricação de Artefatos de Ourivesaria e Joalheria C-12 36.23-8 Reparação de Veículos Ferroviários C-16 35.20-7 Produção e Distribuição de Gás Através de Tubulações C-17 40.34.

22-5 Obras Viárias .30-0 Comércio a Varejo e Por Atacado de Peças e Acessórios para Veículos Automotores C-21 50.33-0 Construção de Estações e Redes de Telefonia e Comunicação C-18a 45.42-3 Manutenção e Reparação de Motocicletas C-16 50. Minerais.50-4 Comércio a Varejo de Combustíveis C-22 51. de Ventilação e Refrigeração C-18 45.59-4 Outros Serviços Auxiliares da Construção C-18 45.23-3 Grandes Estruturas e Obras de Arte C-18a 45.43-8 Instalações Hidráulicas.13-6 Intermediários do Comércio de Madeira Material de Construção e Ferragens C-20 51. Metais e Produtos Químicos Industriais C-22 51.60-8 Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição com Operários C-18a 50.42-0 Instalações de Sistemas de Ar-Condicionado. Embarcações e Aeronaves C-19 51.24-1 Obras de Urbanização e Paisagismo C-18 45.41-1 Instalações Elétricas C-18 45. Peças e Acessórios C-21 50. Partes. Calçados e Artigos de Couro C-19 51.10-5 Comércio a Varejo e Por Atacado de Veículos Automotores C-21 50. Bebidas e Fumo C-19 51.25-0 Montagens Industriais C-18a 45.29-2 Obras de Outros Tipos C-18 45. Animais Vivos. de Segurança e Alarme C-18 45.Ampliação e Reforma Completas 45.Inclusive Manutenção C-18a 45. Sanitárias.49-7 Outras Obras e Instalações C-18 45.18-7 Intermediários do Comércio Especializado em Produtos Não-Especificados C-19 Curso da CIPA .15-2 Intermediários do Comércio de Móveis e Artigos de Uso Doméstico C-19 51.51-9 Alvenaria e Reboco C-18 45.17-9 Intermediários do Comércio de Produtos Alimentícios. de Gás.41-5 Comércio a Varejo e Por Atacado de Motocicletas. Vestuários.12-8 Intermediários do Comércio de Combustíveis. de Sistema de Prevenção Contra Incêndio.31-4 Construção de Barragens e Represas para Geração de Energia Elétrica C-18a 45.34-9 Construção de Obras de Prevenção e Recuperação do Meio Ambiente C-18 45.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 34 .52-7 Impermeabilização e Serviços de Pintura em Geral C-18 45. Equipamentos Industriais.11-0 Intermediários do Comércio de Materias-Primas Agrícolas.16-0 Intermediários do Comércio de Têxteis.20-2 Manutenção e Reparação de Veículos Automotores C-16 50.14-4 Intermediários do Comércio de Máquinas.32-2 Construção de Estações e Redes de Distribuição de Energia Elétrica C-18a 45. Matérias-Primas Têxteis e Produtos Semi-Acabados C-19 51. de Pára-raios.

59-4 comércio atacadista de outros produtos intermediários não-agropecuários. livros.44-6 comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de usos pessoal e doméstico C-20 51.52-7 comércio atacadista de produtos extrativos de origem mineral C-22 51.55-1 comércio atacadista de resíduos e sucatas C-22 51.53-5 comércio atacadista de madeira.49-7 comércio atacadista de outros artigos de usos pessoal e domésticos.19-5 Intermediários do Comércio de Mercadorias em Geral (Não-Especializados) 51.43-8 Comercio Atacadista de Calçados C-20 51. jornais e outras publicações C-20 51.36-5 Comércio de Atacadista de Bebidas C-20 51.62-4 comércio atacadista de máquinas e equipamentos para comércio C-20 51.51-9 comércio atacadista de combustíveis C-22 51. médicos.35-7 Comércio Atacadista de Pescados C-20 51.31-4 Comércio Atacadista de Leite e Produtos do Leite C-20 51. Produtos Alimentícios C-20 para animais 51. não. Amidos e Féculas C-20 51. Não-Especificados Anteriormente C-20 51.61-6 comércio atacadista de máquinas.46-2 comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria C-22 51.C-20 especificados anteriormente 51.32-2 Comércio Atacadista de Cereais Beneficiados. ortopédicos e odontológicos C-20 51.22-5 Comércio Atacadista de Animais Vivos C-20 51.42-0 comércio atacadista de Artigos de Vestuário e Complementos C-20 51.41-1 comércio atacadista de fios têxteis. aparelhos e equipamentos para usos C-20 Curso da CIPA .45-4 comércio atacadista de produtos farmacêuticos. aparelhos e equipamentos para uso agropecuário C-20 51.37-3 Comércio Atacadista de Produtos de Fumo C-20 51.21-7 Comércio Atacadista de Produtos Agrícolas IN NATURA. material de construção. tecidos. papel. nãoespecificados anteriormente C-20 51.54-3 comércio atacadista de produtos químicos C-22 51.33-0 Comércio Atacadista de Hortifrutigranjeiros C-20 51.47-0 comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria.34-9 Comércio Atacadista de Carnes e Produtos da Carne C-20 51.63-2 comércio atacadista de máquinas e equipamentos para o comércio C-20 51. artefatos de tecidos e de armarinho C-20 51.69-1 comércio atacadista de máquinas. ferragens e ferramentas C-20 51.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes C-19 35 .39-0 Comércio Atacadista de Outros Produtos Alimentícios. papelão e seus artefatos. Farinhas.Anteriormente 51.

industrial. de laticínio.92-6 comércio atacadista especializado em mercadorias. artigos médicos e ortopédicos. revistas e papelaria C-21 52.22-1 comércio varejista de doces.42-6 comércio varejista de máquinas e aparelhos de usos domésticos e pessoal.24-8 comércio varejista de bebidas C-21 52. informática e comunicação C-21 52. artigos de couro e viagem C-21 52.43-4 comércio varejista de móveis.15-9 comércio varejistas não-especializados. vidros.61-2 comércio varejista de artigos em geral por catálogo ou perdido pelos correios C-21 Curso da CIPA .L.000 metros quadradoshipermercados C-21 52. bombons. não-especificadas anteriormente C-20 52. não-especificados anteriormente 51. com predominância de produtos alimentícios.11-6 comércio varejista de mercadorias em geral. com predominância de produtos alimentícios industrializados .31-0 comércio varejista de tecidos de artigos de armarinho C-21 52.44-2 comércio varejista de material de construção. com predominância de produtos alimentícios industrializados . balas.29-9 comércio varejista de outros produtos alimentícios não-especificados anteriormente e de produtos do fumo C-21 52.47-7 comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (G.21-3 comércio varejista de produtos de padaria. com predominância de produtos alimentícios. com área de venda superior a 5.13-2 comércio varejista de mercadorias em geral.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 36 . jornais. de perfumaria e cosméticos C-21 52.P. sem predominância de produtos alimentícios C-21 52.lojas de conveniência C-21 52.50-7 comércio varejista de artigos usados.12-4 comércio varejista de mercadorias em geral.Exclusive lojas de conveniência C-21 52. discos e instrumentos musicais C-21 52.46-9 comércio varejista de livros.14-0 comércio varejista de mercadorias em geral. artigos e iluminação e outros artigos para residência C-21 52.49-3 comércio varejista de outros produtos não-especificados anteriormente C-21 52. tintas e madeiras C-21 52. espelhos e vitrais. técnico e profissional e outros usos.23-0 comércio varejista de carnes – açougues C-21 52.41-8 comércio varejista de produtos farmacêuticos.33-7 comércio varejista de calçados. confeitos e semelhantes C-21 52. ferramentas manuais e produtos metalúrgicos. ferragens.91-8 comércio atacadista de mercadorias em geral (não-especializado) C-20 51. frios e conservas C-21 52.32-9 comércio varejista de artigos de vestuário e complementos C-21 52.000 metros quadradossupermercados C-21 52. em lojas C-21 52. com área de venda inferior a 300 e 5.45-0 comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório.) C-22 52.

52.11-5 transporte marítimo de cabotagem C-24b 61. não-regular C-24 60.28-3 transporte rodoviário de mudanças C-24 60.29-8 outros serviços de alimentação C-23 60.72-8 reparação de calçados C-5 52.10-0 transporte ferroviário interurbano C-24 60.21-5 atividades auxiliares aos transportes terrestres C-24a 63.11-8 carga e descarga C-24 63.24-0 transporte rodoviário de passageiros.30-8 transporte espacial C-24b 63. não regular C-24 62.12-3 estabelecimentos hoteleiros.11-5 estabelecimentos hoteleiros.79-5 reparação de outros objetos pessoais e domésticos C-35 55.24-7 fornecimento de comida preparada C-23 55.21-2 restaurantes e estabelecimentos de bebidas. com serviço completo C-23 55.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 37 .20-0 transporte aéreo. através de máquinas automáticas e a domicílio C-21 52. sem restaurantes C-23 55.21-6 transporte ferroviário de passageiros.26-7 transporte rodoviário de cargas. postos móveis.27-5 transporte rodoviário de produtos perigosos C-24b 60. regular. em geral C-24 60. regular.25-9 transporte rodoviário de passageiros.12-6 armazenamento e depósito de cargas C-24 63.12-3 transporte marítimo de longo curso C-24b 61.23-2 transporte rodoviário de passageiros.22-0 lanchonetes e similares C-23 55. funiculares.22-4 transporte metroviário C-24 60.19-0 outros tipos de alojamento C-23 55. regular C-24 62.23-9 cantinas (serviços de alimentação privativos) C-23 55. com restaurante C-23 55. urbano C-24 60.22-0 transporte por navegação interior de carga C-24b 61. urbano C-24 60. não-urbano C-24 60.10-3 transporte aéreo.69-8 comércio varejista realizado em vias públicas.22-3 atividades auxiliares aos transportes aquaviários C-24a Curso da CIPA .21-2 transporte por navegação interior de passageiros C-24 61.23-9 transporte aquaviário urbano C-24 62. teleféricos ou trens próprios para a exploração de pontos turísticos C-24 60.29-1 transporte regular em bondes.71-0 reparação e manutenção de máquinas e de aparelhos eletrodomésticos C-14 52.30-5 transporte dutoviário C-24 61.

10-2 banco central C-28 65.20-2 atividades auxiliares dos seguros e da previdência privada C-27 70.30-3 planos de saúde C-26 67.11-7 seguros de vida C-26 66.21-4 previdência privada fechada C-26 66.22-6 bancos múltiplos (com carteira comercial) C-28 65.32-3 banco de investimento C-28 65.51-0 agências de desenvolvimento C-28 65.40-4 arrendamento mercantil C-28 65.11-4 atividades de correio nacional C-25 64.92-7 sociedades de capitalização C-28 65.12-2 outras atividades de correio C-25 64.12-5 seguro não-vida C-26 66.20-3 aluguel de imóveis C-29 70.40-1 atividades relacionadas à organização do transporte de cargas C-24a 64.11-3 administração de mercado bursáteis C-27 67.31-5 bancos múltiplo (sem carteira comercial) C-28 65.91-9 fundos mútuos de investimento C-28 65.21-8 bancos comerciais C-28 65.30-4 atividades de agências de viagens e organizadores de viagem C-29 63.34-0 crédito imobiliário C-28 65.35-8 sociedades de crédito.19-9 outras atividades auxiliares da intermediação financeira. financiamento e investimento C-28 65.12-1 atividades de intermediários em transações de títulos e valores mobiliários C-27 67.23-4 caixas econômicas C-28 65.63.99-4 outras atividades de intermediação financeira.20-3 telecomunicações C-25 65.59-5 outras atividades de concessão de crédito C-28 65.33-1 bancos de desenvolvimento C-28 65. não-especificadas anteriormente C-27 67.31-9 incorporação de imóveis por conta de terceiros C-29 Curso da CIPA . não-especificadas anteriormente C-28 66.13-3 resseguros C-26 66.24-2 cooperativas de crédito C-28 65.23-1 atividades auxiliares aos transportes aéreos C-24 63.22-2 previdência privada aberta C-26 66.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 38 .10-6 incorporação de imóveis por conta própia C-29 70.

39-0 aluguel de máquinas e equipamentos de outros tipos.40-4 aluguel de objetos pessoais e domésticos C-29 72.10-5 pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais C-32 73.30-3 processamento de dados C-30 72.99-3 outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas.40-8 condomínos prediais C-35 71.10-9 consultoria em sistemas de informática C-29 72.10-2 aluguel de automóveis C-35 71.20-9 serviços de arquitetura e engenharia e de assessoramento técnico especializado C-35 74.11-0 atividades jurídicas C-29 74.31-5 aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas C-35 71.30-6 ensaios de materiais e de produtos. agenciamento e locação de mão-de-obra para serviços temporários C-35 74. não-especificadas anteriormente C-35 73.32-7 administração de imóveis por conta de terceiros C-29 70.90-7 outras atividades de informática.23-4 aluguel de aeronaves C-35 71.20-6 desenvolvimento de programas de informática C-35 72.40-0 atividades de banco de dados C-35 72. por conta de terceiros C-35 74.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 39 .70.33-1 aluguel de máquinas e equipamentos para escritórios C-35 71. vigilância e segurança C-30 74.14-4 gestão de participações societárias (holdings) C-29 74.60-8 atividades de investigação.15-2 sedes de empresas e unidades administrativas locais C-29 74.16-0 atividades de assessoria em gestão empresarial C-29 74.92-6 atividades de envasamento e empacotamento.21-8 aluguel de outros meios de transporte terrestre C-35 71.40-3 publicidade C-35 74. não-especificados anteriormente C-35 71.32-3 aluguel de máquinas e equipamentos para construção e engenharia civil C-35 71.12-8 atividades de contabilidade e auditoria C-29 74. não especificadas anteriormente C-35 Curso da CIPA .20-2 pesquisa e desenvolvimento das ciências sociais e humanas C-32 74.91-8 atividades fotográficas C-9 74.50-0 seleção.13-6 pesquisa de mercado e de opinião pública C-29 74.22-6 aluguel de embarcações C-35 71. análise de qualidade C-32 74.50-8 manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática C-14a 72.70-5 atividades de limpeza em prédios e domicílios C-30 74.

16-2 outras atividades relacionadas com a atenção à saúde C-34 85.22-5 educação média de formação técnica e profissional C-31 80.12-0 atividades de organizações profissionais C-29 91.75.25-6 defesa civil C-33 75.32-4 serviços sociais sem alojamento C-23 90.99-5 outras atividades associativas.11-0 educação pré-escolar C-31 80.14-6 atividades de serviços de complementação diagnóstica ou terapêutica C-34 85. não-especificadas anteriormente C-29 Curso da CIPA .23-0 justiça C-33 75.21-3 relações exteriores C-33 75.30-6 educação superior C-31 80.12-4 regulação das atividades sociais e culturais C-33 75.15-4 atividades de outros profissionais da área de saúde C-34 85.30-2 seguridade social C-33 80.94-2 ensino a distância C-31 80.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 40 .11-1 atividades de organizações empresariais e patronais C-29 91.14-0 atividades de apoio à administração púbica C-33 75.12-8 educação fundamental C-31 80.31-6 serviços sociais com alojamento C-23 85.95-0 educação especial C-31 85.13-2 regulação das atividades econômicas C-33 75.20-0 serviços veterinários C-34 85.11-1 Atividades de Atendimento Hospitalar C-34 85.11-6 administração pública em geral C-33 75.21-7 educação média de formação geral C-31 80.92-6 educação supletiva C-31 80.22-1 defesa C-33 75. e atividades conexas C-17 91.92-8 atividades de organizações políticas C-29 91.13-8 atividades de atenção ambulatorial C-34 85.91-8 ensino em auto-escolas e cursos de pilotagem C-31 80.00-0 limpeza urbana e esgoto.24-8 segurança e ordem pública C-33 75.91-0 atividades de organizações religiosas C-29 91.12-0 Atividades de Atendimento a Urgências e Emergências C-34 85.20-0 atividades de organizações sindicais C-29 91.93-4 educação continuada ou permanente e aprendizagem profissional C-31 80.

52-5 atividades e museus e conservação do patrimônio histórico C-31 92. não-especificadas anteriormente C-9 92. parques nacionais e reservas ecológicas C-31 92.13-4 projeção de filmes e de vídeos C-9 92.01-7 lavanderias e tinturarias C-30 93.39-8 outras atividades de espetáculos.61-4 atividades desportivas C-31 92.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 41 . música e outras atividades artísticas e literárias C-9 92.09-2 outras atividades de serviços pessoais.62-2 outras natividades relacionadas ao lazer C-35 93.00-7 organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais C-33 Curso da CIPA .92.12-6 distribuição de filmes e de vídeos C-9 92.03-3 atividades funerárias e conexas C-34 93.11-8 produção de filmes cinematográficos e fitas de vídeo C-9 92.53-3 atividades de jardins botânicos.04-1 atividades de manutenção do físico corporal C-31 93. não-especificadas anteriormente C-35 95.21-5 atividades de rádio C-9 92. zoológicos.00-1 serviços domésticos C-35 99.40-1 atividades de agências de notícia C-8 92.31-2 atividades de teatro.02-5 cabeleireiros e outros tratamentos de beleza C-35 93.32-0 gestão de salas de espetáculos C-9 92.22-3 atividades de televisão C-9 92.51-7 atividades de bibliotecas e arquivos C-31 92.

equipamentos móveis. da capacidade para o trabalho”. também. conhecer-se a sua conceituação.3 Classificação dos Acidentes do Trabalho ACIDENTE DO TRABALHO OU SIMPLESMENTE ACIDENTE: É a ocorrência imprevista e indesejável. a perda de tempo e os materiais. Dentre esses agentes podemos destacar os mais comuns: ferramentas de todos os tipos. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte. andaimes e plataformas. relacionada com o exercício do trabalho. 3. apenas lesão física. para as comunidades que se beneficiam com sua produção e. vapores e fumos. fontes de calor. ACIDENTE SEM LESÃO: É o acidente que não causa lesão pessoal. enquanto que no segundo são levados em considerações. entretanto. instantânea ou não. pisos em geral e escadas fixas e portáteis. podendo resultar em danos físicos e/ou funcionais. Nas empresas encontram-se presentes muitos fatores que podem transformar-se em agentes de acidentes dos mais variados tipos. ou a morte do trabalhador e/ou danos materiais e econômicos a empresa e ao meio ambiente. primeiramente.”. ou redução. ou perda. permanente ou temporária. 3. para a nação que tem seus fatores de progresso o trabalho realizado por essas empresas.1 Conceito Legal de Acidente (de acordo com o decreto 611/92 artigo 139) “Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício do trabalho a serviço da empresa. As causas. equipamentos e instalações que constituem um valioso patrimônio das empresas. Para se combater as causas dos acidentes e se implantar um bom programa de prevenção necessário se torna. além das lesões físicas. Diferença entre o CONCEITO LEGAL e o CONCEITO PREVENCIONISTA: A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que no primeiro é necessário haver. como será explicado mais adiante quando forem abordados os Fatores de Acidentes. que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto desta lesão. não desejada.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 42 .3 INTRODUÇÃO A SEGURANÇA DO TRABALHO As empresas são centros de produção de bens materiais ou de prestação de serviços que tem uma importância para as pessoas que a elas prestam colaboração. veículos industriais. poderão ser determinadas e eliminadas resultando na ausência de acidente ou na sua redução. Curso da CIPA . máquinas em geral. 3. que interrompe o andamento normal do trabalho. Desse modo muitas vidas poderão ser poupadas. gases e poeiras. ACIDENTE DE TRAJETO: É o acidente sofrido pelo empregado no percurso residência para o trabalho ou deste para aquela. a integridade física dos trabalhadores será preservada além de serem evitados os danos materiais que envolvem máquinas.2 Conceito Prevencionista de Acidente “Acidente do trabalho é toda ocorrência não programada. substâncias químicas em geral.

4ª via (sindicato de classe do trabalhador). Ex: problemas de coluna. 3ª via (segurado ou dependente). atestado médico e data da emissão). A empresa que não informar acidentes de trabalho está sujeita à multa. DOENÇAS PROFISSIONAIS: considerada acidente de trabalho. neste caso. Em caso de morte. por ordem da empresa. mas. seus dependentes.CAT. fora do local de trabalho. 2ªvia (empresa). ACIDENTES À SERVIÇO DA EMPRESA: que acontecem na prestação de serviços. ACIDENTE INICIAL: É o acidente impessoal desencadeador de um ou mais acidentes. o próprio trabalhador pode procurar assistência do INSS ou solicitar ao Sindicato que emita este documento. produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação estabelecida pelo MTE e MPAS.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 43 . produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação estabelecida pelo MTE e MPAS.: dermatoses causadas por cal e cimento ou problemas de respirações causadas pela inalação de poeira etc. perca da audição. Retomadas de tratamentos ou afastamentos por agravamento de lesão decorrentes de acidente de trabalho ou doença profissional também devem ser comunicados à Previdência Social através da CAT.4 Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) Em caso de acidente deve ser feita a comunicação de acidente de trabalho ou doença profissional em até 24 horas. Curso da CIPA . são causadas pelas condições de trabalho.. da Marinha. Se ficar caracterizado que o acidente ocorreu por culpa do empregador ele deve indenizar o trabalhador por danos materiais. 3. da Aeronáutica. a comunicação deve ser imediata. mesmo que não haja afastamento das atividades. dos estados e do Distrito Federal e comandantes de unidades do Exército. Se a empresa não emitir a CAT. entregue à Previdência Social por meio do Comunicado de Acidente de Trabalho . etc. membros do Ministério Público e dos serviços jurídicos da União. 5ª via (Sistema Único de Saúde) e 6ª via (Delegacia Regional do Trabalho).. preenchido em seis vias: 1ª via (INSS). médico ou autoridade (magistrados. físicos e morais. até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. Ex. DOENÇAS OCUPACIONAIS: Também considerada acidente de trabalho. Também devem ser informadas à Previdência Social por meio da CAT mortes de segurados decorrentes de acidente de trabalho ou doença ocupacional.ACIDENTE IMPESSOAL: É aquele cuja caracterização independe de existir acidentado. ACIDENTES EM VIAGENS: a serviço da empresa. A CAT pode ser emitida pela empresa ou pelo próprio trabalhador. entidade sindical. do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar) e o formulário preenchido tem que ser entregue em uma Agência da Previdência Social. deverão constar as informações da época do acidente e os dados atualizados do novo afastamento (último dia trabalhado. A empresa é obrigada a informar à Previdência Social acidentes de trabalho ocorridos com seus funcionários.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 44 . com todas as alterações ocorridas posteriormente até a Lei nº 9. não apenas do ponto de vista previdenciário. A Lei nº 8. principalmente o completo e exato preenchimento do formulário.CAT A Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT foi prevista inicialmente na Lei nº 5. mas também trabalhista e social. sob pena de multa em caso de omissão.172/97.3.gov.032/95.br/conteudoDinamico.php?id=297 Curso da CIPA . estatístico e epidemiológico. Pode-se fazer a comunicação de acidente de trabalho pela internet no site: http://www. Cabe ressaltar a importância da comunicação.4. regulamentada pelo Decreto nº 2. tendo em vista as informações nele contidas.mpas.316/67.1 Cadastro da Comunicação de Acidente de Trabalho .213/91 determina no seu artigo 22 que todo acidente do trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS.

Curso da CIPA . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de 45 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.

para uma empresa metalúrgica (grau 4) basta ter 20 empregados para ter uma CIPA organizada. porém a constituição de 1988 nos Ato das Disposições Constitucionais Transitórias no Curso da CIPA . A CIPA tem o objetivo de evitar os acidentes nas empresas.4 ORGANIZAÇÃO DA CIPA A organização da CIPA é obrigatória nos locais de trabalho seja qual for sua característica comercial. os setores de maior risco de acidentes e com maior número de funcionários. A quantidade de membros que a CIPA deve possuir depende do grau de risco que a empresa possui e numero de funcionários.desde que tenham o mínimo legal de empregados regidos pela CLT conforme o quadro 1 da NR-5 como já vimos. obrigatoriamente. A ideia inicial era que cada Cipeiro (membros da Cipa) estivesse em um setor da empresa. A CIPA é composta por representantes titulares do empregador e dos empregados. sujeitando-se à multa prevista no artigo 201 desta mesma legislação. sendo possível consultar essa informação nos quadros em anexo da NR-05. a metade mais um do número de funcionárias de cada setor. tivessem um apoio em cada local de trabalho. Secretário e suplente (escolhidos de comum acordo pelo representante do empregador e dos empregados). por exemplo. em ordem decrescente de votos. Em caso de empate. O grau de risco no local de trabalho também é levado em conta para a organização da CIPA. Vice-presidente (nomeado pelos representantes dos empregados. filantrópica ou educativa e empresas públicas . encontrando soluções que sinalizem. portaria 3214/78. bancária. A que não cumprir a lei será autuada por infração ao disposto no artigo 163 da CLT. 4. de acordo com a Norma Regulamentadora numero 5 (cinco) do Ministério do Trabalho. de acordo com a ordem decrescente de votos recebidos. Os demais candidatos assumem a condição de suplentes. possibilitando uma futura nomeação. Assim. no mínimo. até 1988 havia diferença entre eles. A CIPA deve contar com tantos suplentes quantos forem os titulares sendo que estes não poderão ser reconduzidos por mais de dois mandatos consecutivos. para avaliar os riscos envolvidos nos mesmos. Cabe ao Ministério do Trabalho. com ou sem fins lucrativos. seu número de participantes deve obedecer às proporções mínimas estabelecidas no quadro em anexo da NR-05. Os representantes do empregador são designados pelo próprio. Os candidatos mais votados assumem a condição de membros titulares. Nas eleições da CIPA são eleitos membros Titulares e Suplentes. A CIPA surgiu em 1978.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 46 . A lei confere a DRT. detectando os riscos existentes no local de trabalho. A estrutura da CIPA é composta pelos seguintes cargos: Presidente (indicado pelo empregador). o poder de anular uma eleição quando for constatado qualquer tipo de irregularidade na sua realização. assume o candidato que tiver maior tempo de trabalho na empresa. entre os seus titulares).1 Considerações Como já vimos CIPA é uma comissão interna de prevenção de acidentes que algumas empresas possuem. através das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTS) fiscalizar a organização das CIPAS. como órgão de fiscalização competente. visando que os Técnicos de Segurança ou os setores de segurança das empresas. A votação deve ser realizada em horário normal de expediente e tem que contar com a participação de. Os candidatos votados não eleitos como titulares ou suplentes devem ser relacionados na ata da eleição. neutralizem ou eliminem estes riscos. industrial. enquanto que os dos empregados são eleitos em votação secreta representando. A lista de votação assinada pelos eleitores deve ser arquivada por um período mínimo de três anos na empresa.

Visto que não é um cargo com estabilidade. podendo ser considerada a culpada pela lesão no trabalhador. sendo assim o funcionário pode ser membro da CIPA duas vezes em toda sua carreira na empresa. ele não possui essa estabilidade. Não diz uma Reeleição consecutiva nem subseqüente. um dedo ou a audição. Também já houve casos em que o fundo de garantia do cipeiro foi revertido para indenização da família da vítima morta em acidente do trabalho. existem casos nos tribunais em que os cipeiros são condenados a indenizar a Família da vítima acidentada. se candidatando porque se preocupa e quer prevenir os acidentes no trabalho. se ocorreu o acidente é provável que a CIPA não cumpriu com sua função. algumas se candidatam após existirem boatos de que a empresa terá cortes de pessoal e buscam esta estabilidade. já o Cipeiro que é indicado pelo empregador (empresa). permitida uma reeleição.7 da NR-05 diz que: O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano. assim não dispondo dos benefícios dos eleitos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 47 . é que se ocorrer algum acidente na empresa onde um funcionário perde a mão. pois a CIPA não identificou um risco evidente no local de trabalho. A posição de um Cipeiro na empresa é extremamente importante. Essa estabilidade no emprego. Então o suplente passou a ter todos os direitos e obrigações dos titulares. ficando seu patrimônio em risco até a indenização. um dos primeiros que serão citados no processo são os cipeiros. não há limitação. O Cipeiro indicado pelo empregador. Se houver um inquérito policial para apurar o crime de lesão corporal culposa (onde não há intenção). O que muita gente não sabe e inclusive alguns Cipeiros.artigo 10. podendo ser indicado quantas vezes a empresa achar necessário. podendo perder o mandato se tiver quatro faltas injustificadas. Visto que é a função da CIPA prevenir. Porém ambos devem cumprir com suas obrigações. Suas responsabilidades estão prevista em lei. Sobre a reeleição da CIPA. Já houve casos em que o Cipeiro era um engenheiro e tiveram sua carteira do CREA casada por determinação judicial. no item 5. pois a justiça e a empresa entendem que o cipeiro eleito esta neste cargo porque ele se propôs. acabou com essa limitação. Curso da CIPA . referindo-se apenas a Cipeiro ou seja a membros eleitos da CIPA. Além de poder ser demitido por justa causa se não cumprir com suas responsabilidades. As pessoas em geral acreditam que ser um Cipeiro implica apenas em ter estabilidade de dois anos. que tem duração de 2 anos (um ano de mandato e um ano após a gestão) é somente aplicada para os Cipeiros eleitos. Por esses motivos o cipeiro tem que abraçar a causa de prevenção de acidentes. na NR-05. e é essencial que o cipeiro saiba que ele corre riscos ao não desempenhar bem essa função. como é um cargo de confiança. então é permitida somente uma reeleição. como por exemplo estabilidade no emprego e ter que participar das reuniões.

biológicos. Este pagamento adicional não isenta as empresas de fornecerem Equipamentos de Proteção Individual e deverão ser esgotados todos os meios disponíveis para Curso da CIPA . sempre que os níveis encontrados no ambiente de trabalho não estejam em acordo com as normas emitidas pelo ministério do Trabalho.5 RISCOS AMBIENTAIS São considerados riscos ambientais os agentes físicos. químicos. ou intensidade e tempo de exposição. compostos ou produtos químicos em geral Umidade GRUPO IV: AMARELO Riscos Ergonômicos Esforço Físico Intenso Levantamento e transporte manual de peso Exigência de postura inadequada Controle rígido de produtividade Imposição de ritmos excessivos Trabalho em turno e noturno Jornada de Trabalho prolongadas Monotonia e repetitividade Outras situações causadoras de stress físico e/ou psíquico GRUPO V: AZUL Riscos de Acidentes Arranjo físico inadequado Máquinas e equipamentos sem proteção Ferramentas inadequadas ou defeituosas Iluminação inadequada Eletricidade Probabilidade de incêndio ou explosão Armazenamen to inadequado Animais peçonhentos Outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes A legislação determina que os agentes nocivos devem ser ELIMINADOS ou CONFINADOS no ambiente de trabalho. GRUPO I: VERDE Riscos Físicos Ruído GRUPO II: VERMELHO Riscos Químicos Poeiras GRUPO III: MARROM Riscos Biológicos Vírus Vibrações Fumos Bactérias Radiações ionizantes Névoas Protozoários Radiações não ionizantes Frio Neblinas Fungos Gases Parasitas Calor Vapores Bacilos Pressões anormais Substâncias.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 48 . Além disso impõe às empresas o pagamento do adicional de insalubridade. ergonômicos e riscos de acidentes (mecânicos) existentes nos ambientes de trabalho e capazes de causar danos à saúde do trabalhador em função de sua natureza.

1. com a participação dos trabalhadores. A verificação da empresa desses agentes no meio ambiente de trabalho. podendo também ser solicitado auxílio ao próprio Ministério do Trabalho através dos Serviços de Segurança e Medicina do Trabalho existentes nas delegacias regionais em todos os Estados. sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia. e estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. descritas nos itens 9.) e por profissionais devidamente habilitados.PPRA A NR-09 como já vimos trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. 5. através da antecipação. b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. no caso de iluminamentos – luxímetro. a partir do momento que traz tais assuntos às suas reuniões e que passa a despertar maior interesse de quantos militam na empresa para o problema. A CIPA poderá em muito ajudar a combater tal situação.1 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais . e) monitoramento da exposição aos riscos. os membros da CIPA devem adotar uma postura maior de orientação desses riscos ao trabalhador e o que representam para eles e suas famílias. reconhecimento. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. Deve-se.3. As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da Empresa. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. 9. Além disso.3. Agentes agressivos inibem o trabalhador e fazem com que as empresas percam seus valiosos recursos humanos com doença ou acidentes. procurar estabelecer. do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA. etc.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 49 . Curso da CIPA .controle dos riscos ambientais.3. somente pode ser feita com a utilização de instrumentos próprios (no caso de ruído – decibilímetro. c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores.2 e 9. o PPRA poderá resumir-se às etapas previstas nas alíneas "a" e "f" do subitem 9. f) registro e divulgação dos dados. no caso da empresa possuir em sua fase de produção agentes agressivos. não se coadunando a prática de insalubridade e não cuidar para que os agentes agressivos sejam eliminados do ambiente.1 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá incluir as seguintes etapas: a) antecipação e reconhecimentos dos riscos. Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento. e adotando-lhes sistemas de exames complementares para cada função da empresa.3.3. visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. A Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes – ABPA. sempre que solicitada poderá orientar a empresa em como proceder nos casos da suspeita de agentes agressivos no meio de trabalho. através de exames admissionais realizados por médicos do trabalho. sob a responsabilidade do empregador. uma política de recrutamento e seleção voltada para cuidar para que não haja agravamento de situação de doença já existentes.

manutenção e divulgação dos dados. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que. O PPRA deverá estar descrito num documento-base contendo todos os aspectos estruturais. concentração ou intensidade e tempo de exposição. sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano. quando existente na empresa. .1.3 O reconhecimento dos riscos ambientais deverá conter os seguintes itens. podendo os mesmos ser ampliados mediante negociação coletiva de trabalho. ou de modificação dos já existentes. sendo sua cópia anexada ao livro de atas desta Comissão O documento-base e suas alterações deverão estar disponíveis de modo a proporcionar o imediato acesso às autoridades competentes. b) a determinação e localização das possíveis fontes geradoras. são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. disponíveis na literatura técnica. quando aplicáveis: a) a sua identificação. visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação. indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho. Deverá ser efetuada. d) periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA. métodos ou processos de trabalho. de acordo com a NR-5.3. O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. c) forma do registro. O documento-base e suas alterações e complementações deverão ser apresentados e discutidos na CIPA. a seguinte estrutura: a) planejamento anual com estabelecimento de metas. 9.2 A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações. g) os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados. h) a descrição das medidas de controle já existentes. f) a obtenção de dados existentes na empresa.3. prioridades e cronograma. em função de sua natureza. A NR-09 estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PPRA. e) a caracterização das atividades e do tipo da exposição. Consideram-se riscos ambientais os agentes físicos.1 Estrutura do PPRA O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter.9. em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional . O cronograma previsto deverá indicar claramente os prazos para o desenvolvimento das etapas e cumprimento das metas do PPRA.PCMSO previsto na NR-7. c) a identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho. b) estratégia e metodologia de ação. no mínimo. d) a identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos. uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. 5.

ergonômico e mecânico ou de acidentes como vimos nos Riscos Ambientais. . método de trabalho. treinamento. contribui para a eliminação ou controle dos riscos detectados. Para a empresa. O Mapeamento ajuda a criar uma atitude mais cautelosa por parte dos trabalhadores diante dos perigos identificados e graficamente sinalizados.6 MAPA DE RISCO Mapa de Risco é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho. O seu objetivo é informar e conscientizar os trabalhadores pela fácil visualização desses riscos. ele é obrigatório nas empresas com grau de risco e número de empregados que exijam a constituição de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. verde. pela CIPA. Cada grupo corresponde a um tipo de agente: químico. da saúde e da capacidade profissional e as empresas. encontrar soluções práticas para eliminar ou controlar riscos e melhorar o ambiente e as condições de trabalho e a produtividade. portanto. turnos de trabalho.). Estes tipos são agrupados em cinco grupos classificados pelas cores vermelho. toda a vez que se renova a CIPA. contribuindo para eliminá-los ou controlá-los. as informações mapeadas são de grande interesse com vista à manutenção e ao aumento da competitividade. Também permite a identificação de pontos vulneráveis na sua planta. equipamentos. com a proteção da vida. físico. marrom. a participação das pessoas expostas ao risco no diaa-dia. instalações. biológico. O mapa é um levantamento dos pontos de risco nos diferentes setores das empresas. com isso ganham os trabalhadores. Tais fatores têm origem nos diversos elementos do processo de trabalho (materiais. A partir de uma planta baixa de cada seção são levantados todos os tipos de riscos. É um instrumento que pode ajudar a diminuir a ocorrência de a acidentes do trabalho objetivo que interessa a empresa e aos trabalhadores.1Implantação do Mapa de Risco Implantado pela Portaria nº5 de 17 de agosto de 1992 do Ministério do Trabalho e da Administração. por meio de círculos de diferentes tamanhos e cores. suprimentos e espaços de trabalho) e a forma de organização do trabalho (arranjo físico. médio e grande. É considerada indispensável. Tratase de identificar situações e locais potencialmente perigosos. ritmo de trabalho. O mapa de risco é um modelo participativo e é um aliado da empresa e dos empregados para evitar acidentes. postura de trabalho. O mapeamento deve ser feito anualmente. quando houver. Desse modo. 6. Com essa reciclagem cada vez mais trabalhadores aprendem a identificar e a registrar graficamente os focos de acidentes nas empresas. com a redução de perdas por horas paradas. com a redução dos vultosos gastos do sistema previdenciário no pagamento de pensões e com o aumento da produtividade geral da economia. etc. amarelo e azul. danos em equipamentos e desperdícios de matérias primas. O Mapa de riscos é elaborado segundo a Portaria nº 25. prejudicada pela descontinuidade da produção interrompida por acidentes. Também ganha o País. ouvidos os trabalhadores envolvidos no processo produtivo e com a orientação do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho SESMT da empresa. classificando-os por grau de perigo: pequeno. jornada de trabalho.

Almoxarifado. isto não deverá ser um obstáculo: faz se um desenho simplificado. Em cada departamento há um ou vários riscos com intensidades iguais ou diferentes. Linha de montagem.2 Como Funciona um Mapa de Risco Antes de Montar um Mapa de Risco. com o mapa de risco essas diferenças ficarão mais claras. Depósito e etc. Cores usadas no Mapa de Risco e Tabela de Gravidade . mas se não houver condições de conseguir. Na planta da seção. é importante ter uma planta do local. por exemplo) deve ser colocado o círculo no tamanho avaliado pela CIPA e na cor correspondente ao grau de risco. exatamente no local onde se encontra o risco (uma máquina. banheiros (BWC). um esquema ou croqui do local. Segue um exemplo de uma planta baixa e um empresa: Podemos perceber que a empresa é dividida em departamentos como: Administração. CPD. A idéia é que os funcionários de uma seção façam a seleção apontando aos cipeiros os principais problemas da respectiva unidade.6.

identificação e a avaliação da gravidade dos riscos deve passar pela consulta e dialogo com as pessoas que trabalham com os produtos químicos. organizações. com diâmetro de 2. etc. Neste contato procura-se fazer um diagnostico da maneira como os trabalhadores convivem com o meio que cerca. pintando-as com cor correspondente ao risco. ferramentas. das tecnologias e métodos de trabalho. O mapa deve ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores sobre os perigos existentes naquela área. com diâmetro de 5 cm. com diâmetro de 10 cm. o mapa de riscos do estabelecimento deve ser realizado por etapa de execução dos serviços. .Quando num mesmo local houver incidência de mais de um risco de igual gravidade. dividindo-o em partes. Depois de discutido e aprovado pela CIPA.3 Como Montar um Mapa de Risco A inspeção de segurança deve ser feita pela CIPA para levantamento dos dados necessários. 6. o mapa de riscos completo ou setorial deve ser afixado no setor mapeado. devendo ser revisto sempre que um fato novo venha modificar a situação de riscos estabelecida. maquinas. utilizase o mesmo circulo. A busca da localização. os riscos dependerão dos processos de produção. Os riscos serão simbolizados por círculos de três tamanhos distintos: pequeno.5 cm. em local visível e de fácil acesso para os trabalhadores e visitantes. No caso das empresas de construção. sistemas. Dentro dos círculos deverão ser anotados o numero de trabalhadores expostos ao risco e o nome do risco. médio. e grande. Em uma empresa metalúrgica.

) envolvidos no processo produtivo. jornada de trabalho. vestiários. refeitório e áreas de lazer. EPCs. Para quem e quanto produz (direito de saber). setor por setor. etapa por etapa (se forem muitos. Identificação dos riscos existentes. estado de higiene e conforto dos banheiros. Identificação das medidas de proteção e se elas são eficientes: EPIs.3. 5º) PASSO: Elaborar o Mapa de Risco. 2º) PASSO: Fazer o fluxograma (desenho de todos os setores da empresa e das etapas de produção). avaliação do ambiente de trabalho. 3º) PASSO: Listar todas as matérias-primas e os demais insumos (equipamentos. sexo do entrevistado. se já recebeu treinamento para função e se já recebeu treinamento em segurança. ou que haja suspeitas). Analise dos levantamentos de riscos realizados 1º) PASSO: Conhecer os setores/seções da empresa: O que é e como produz.6. aqueles que geram até doenças ocupacionais ou do trabalho comprovadas ou não. Identificação dos problemas de saúde: Queixas mais freqüentes entre trabalhadores expostos aos mesmos riscos. Julgar importante qualquer informação do trabalhador.1 Etapas da elaboração do mapa de risco Levantamento dos dados do processo de trabalho: Numero de funcionários que trabalham no setor. acidentes de trabalhos ocorridos e as doenças ocupacionais registradas no setor. priorize aqueles que os trabalhadores mais se queixam. das atividades desenvolvidas e do ambiente de trabalho. . 4º) PASSO: Listar todos os riscos existentes. tipo de alimentação das máquinas etc. bebedouros.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 55 . podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada.EPC Após o levantamento dos riscos ambientais e elaboração do mapa de risco deve-se verificar se os Equipamentos de Proteção coletiva estão de acordo com os riscos. sinalizador STROBO. 7. interdição. Grade Metálica Dobrável Isolamento e sinalização de áreas de trabalho. ou meio. a sinalização tem um papel fundamental para a segurança no trabalho. bandeirola. sistema. Tapetes de borracha Acessório utilizado para isolação contra contatos indiretos a eletricidade e contra escorregões em ambientes escorregadios. Excelente para uso externo. Correntes para sinalização em ABS Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. balizamento ou demarcação em geral por indústrias. Cone de Sinalização Sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres. destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros. visando à equipotencialização e proteção pessoal contra energização indevida do circuito em intervenção. Equipamento de Proteção Coletiva – EPC é todo dispositivo. Fita de Sinalização Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização.7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA . entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes. Essas medidas visam à proteção não só de trabalhadores envolvidos com a atividade principal que será executada e que gerou o risco. transportes.) e situação dos equipamentos. como também à proteção de outros funcionários que possam executar atividades paralelas nas redondezas ou até de passantes. não perdendo a cor ou descascando com a ação de mal tempo. etc. Curso da CIPA .1 Exemplos de EPC Conjunto de aterramento Equipamento destinado à execução de aterramento temporário. poços de inspeção. Placas de sinalização São utilizadas para sinalizar perigo (perigo de vida. fixo ou móvel de abrangência coletiva. órgãos públicos ou empresas que realizam trabalhos externos. etc. cujo percurso pode levá-los à exposição ao risco existente. balizamento ou demarcação em geral. São utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade. interdição. construtoras.

 Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas. contida na Norma Regulamentadora n.  Para atender situações de emergência. Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. EPI adequado ao risco.EPI Conforme a NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. que visa disciplinar as condições em que o mesmo deve ser empregado na proteção do trabalhador. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado. devem ser adotados EPIs específicos e adequados às atividades desenvolvidas.º 6 da Portaria MTb 3214/78. gratuitamente.8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL . nas seguintes circunstâncias:  Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais. A utilização de cada EPI depende do trabalho a ser realizado. Nos trabalhos quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos. Curso da CIPA . em perfeito estado de conservação e funcionamento. O emprego do Equipamento Individual é uma determinação legal.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 56 .

quanto às precauções a serem tomadas no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças profissionais. Curso da CIPA . 8. 157 da CLT Cabe às empresas: I.  Registrar o seu fornecimento ao trabalhador. guarda e conservação  Substituir imediatamente.  Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica.  Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. fichas ou sistema eletrônico Conforme o Art. Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s fornecidos pela empresa.8.  Exigir o seu uso. quando danificado ou extraviado. podendo ser adotados livros. inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador.  Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. através de ordens de serviço.  Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.  Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer irregularidade observada.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 57 . Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo (V) Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: A observância das instruções expedidas pelo empregador.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador:  Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado:  Utilizar apenas para a finalidade a que se destina. II. Instruir o empregado.  Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. II. Conforme o Art. 158 da CLT Cabe aos empregados: I.  Responsabilizar-se pela guarda e conservação.

impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. (O papel não poderá lente para não riscá-la.3. Listaremos alguns dos mais comuns e utilizados. Capacete de proteção tipo aba frontal com viseira Utilizado para proteção da cabeça e face. Proteção dos olhos mecânicos.) elementos que contra impactos e sabão neutro e ser friccionado na 8.3. 8. exige somente uma noção sobre o assunto. partículas volantes e raios ultravioletas.8. Além de existirem diversos EPIs. choque elétrico e irradiação solar. Curso da CIPA . em trabalho onde haja risco de explosões com projeção de partículas e queimaduras provocadas por abertura de arco voltaico (eletricidade). queimaduras.3 Exemplos de EPIs Segue alguns exemplos de EPIs.2 Proteção da Cabeça Capacetes de proteção Utilizado para proteção da cabeça do trabalhador contra agentes metereológicos (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado. sendo que este é responsabilidade do setor de Engenharia de Segurança do Trabalho e Técnicos de Segurança do Trabalho. pois segundo o ministério do Trabalho o curso da CIPA. A higienização dos óculos é lavar com água secar com papel absorvente.1 Proteção dos Olhos e Face Óculos de segurança Equipamento destinado à proteção contra venham a prejudicar a visão. não listaremos todos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 58 .

Curso da CIPA . Isso significa que. Há no mercado. O PROTETOR AURICULAR. mas reduz o RUÍDO (que é o som indesejável) a níveis compatíveis com a saúde auditiva.3 Proteção Auditiva Equipamento destinado a minimizar as consequências de ruídos prejudiciais à audição. sem que este afete o usuário. evitando assim a retirada da proteção isolante de silicone (brilho).3. o que prejudicaria a rigidez dielétrica do mesmo. exceto as espumas internas das conchas. Protetor auditivo tipo inserção (plug) Também é utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. Obs: a limpeza do visor deve ser feita do mesmo modo que os óculos de segurança. protetores auditivos descartáveis feitos de espuma. ouve-se o som mais o ruído. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. porem possui uma baixa durabilidade. 8. mesmo usando o protetor auricular. Protetor auditivo tipo concha Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. geralmente são utilizados por visitantes ou pessoas que raramente necessitam de seu uso.  O casco deve ser limpo com pano ou outro material que não provoque atrito.Higienização dos Capacetes  Limpá-lo mergulhando por 1 minuto num recipiente contendo água e detergente ou sabão neutro. exceto as espumas internas das conchas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 59 .  Secar a sombra. não anula o som.

com talco industrial. conforme tabela a seguir: TABELA – CLASSES DE LUVAS ISOLANTES (NBR 10622/89) TIPO DE CLASSE COR Classe 00 Classe 0 Classe I Classe II Classe III Classe IV Bege Vermelha Branca Amarela Verde Laranja TENSÃO DE USO 500V 1000V 7.8. As luvas de cobertura devem ser utilizadas por cima das luvas isolantes. e por injeção de tensão de testes. nas cores correspondentes a cada uma das seis classes existentes.5 kV 17 kV 26.5 kV 36 kV TENSÃO DE ENSAIO 2. como a tensão de uso.4 Proteção dos Membros Superiores Luva isolante de borracha Utilizada para proteção das mãos e braços do profissional contra choque em trabalhos e atividades com circuitos elétricos energizados. que contém informações importantes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 60 . lavar com água e detergente neutro. enxaguar com água. secar ao ar livre e a sombra e polvilhar. próximo da borda. por exemplo. marcada de forma indelével. umedecido em água e secar a sombra.5 KV 5 KV 10 KV 20 KV 30 KV 40 KV TENSÃO DE PERFURAÇÃO 5 KV 6 KV 20 KV 30 KV 40 KV 50 KV Para higienização deve-se. As Luvas isolantes de borrachas são classificadas pelo nível de tensão de trabalho e de teste. Para higienização deve-se. As luvas isolantes apresentam identificação no punho. Luva de cobertura Utilizada exclusivamente como proteção da luva isolante de borracha.3. As luvas devem ser testadas com inflador de luvas para verificação da existência de furos. limpar utilizando pano limpo. Curso da CIPA . externa e internamente.

5 Proteção dos Membros Inferiores Calçado de proteção tipo botina de couro Protege os pés contra impactos de objetos que caem ou são projetados. e polvilhar talco industrial. solvente e ascarel. lavar com água e sabão neutro. secar ao ar livre e a sombra. graxa. Para higienização deve-se. lavar com água e detergente neutro. externa e internamente. secando a sombra Luva de proteção em borracha nitrílica Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra agentes químicos e biológicos. impar com pano limpo e umedecido em água. Curso da CIPA . impacto contra objetos imóveis e contra perfurações. Para higienização deve-se. 8. Para higienização deve-se. Para higienização deve-se.Luva de proteção em raspa e vaqueta Utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes abrasivos e escoriantes.3.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 61 . Luva De Proteção Em Pvc (Hexanol) Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra recipientes contendo óleo. Manga de proteção isolante de borracha Utilizada para proteção do braço e antebraço do trabalhador contra choque elétrico durante os trabalhos em circuitos elétricos energizados. lavar com água.

livre de poeira e umidade. escoriações. Perneira de segurança Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes.Os calçados protegem os pés contra torção. Calçado de proteção tipo condutivo Utilizada para proteção dos pés quando o empregado realiza trabalhos ao potencial. Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo) Além de se utilizado para minimizar as conseqüências de impactos de objetos que caem ou são projetados. livre de poeira e umidade. armazenar em local limpo. o calçado cano longo protege ataque de animais peçonhentos. escoriações. derrapagens e umidade. engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. cortantes e ataque de animais peçonhentos. armazenar em local limpo. se molhado secar a sombra e engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. se molhado secar a sombra e nunca secar ao sol (pode causar efeito de ressecamento).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 62 . derrapagens e umidade. Curso da CIPA . Para uma melhor conservação e higienização deve-se. protege dos pés e pernas contra torção. Para uma melhor conservação e higienização dos calçados de proteção deve-se.

sendo obrigatória sua utilização em trabalhos acima de 2 metros de altura Para esse tipo de cinturão. Curso da CIPA . podem ser utilizados trava-quedas instalados em cabos de aço ou flexível fixados em estruturas a serem escaladas.8.6 Proteção Contra Quedas Com Diferença de Nível Cinturão de segurança tipo pára-quedista Equipamento destinado à proteção contra queda de pessoas.3. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. Dispositivo trava-quedas Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 63 .

secar a sombra em varal sem partes oxidáveis.3. não fazer vincos ou passar a ferro. Curso da CIPA . Vestimenta de proteção anti chama Utilizada para proteção dos trabalhadores contra queimaduras.9 Proteção Respiratória Destinado à utilização em áreas confinadas e sujeitas a emissão de gases e poeiras.7 Vestimentas de Segurança Vestimenta de proteção tipo condutiva Utilizada para proteção do empregado quando executa trabalhos ao potencial. com água com detergente neutro. A roupa pode ser lavada em máquina automática no ciclo roupa delicada de 8 a 10 minutos. Porém deve ser utilizado para proteção respiratória em atividades e locais que apresentem tal necessidade.8. lavar manualmente em água com detergente neutro.Recomendações/ Seleção e Uso de Respiradores). torcer suavemente e secar a sombra.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 64 . 8. em atendimento a Instrução Normativa Nº1 de 11/04/1994 – (Programa de Proteção Respiratória .  para trabalhos externos as vestimentas deverão possuir elementos refletivos e cores adequadas.3. Para higienização deve-se.

correias etc. Por exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. não se pode deixar de destacar as inspeções de segurança Toda inspeção segue um ciclo de procedimentos básicos que contribui para a elaboração do mapeamento de riscos. alcançam outros resultados: favorecem formação e o fortalecimento do espírito prevencionista que os empregados precisam ter. A inspeção de segurança se antecipa aos possíveis acidentes. locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados. servem de exemplo para que os próprios trabalhadores exerçam. As prioridades são: Eliminação do risco: significa torná-lo definitivamente inexistente. Por exemplo: as partes móveis de uma máquina polias. identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de tomar ou propor medidas que impeçam a ação desses riscos.2 Tipos de Inspeções 9. Sinalização do risco: é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco.  Uniformização. selecionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prática. os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança.9 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 9. Por exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência. engrenagens. devem ser neutralizadas com anteparos protetores. com o fim de descobrir. proporcionam uma cooperação mais aprofundada entre os Serviços Especializados e CIPA’s e os diversos setores da empresa.  Ordem. exemplo:  Falta de uso de EPI ou inexistência do mesmo. Curso da CIPA . em seus serviços. já conhecidos tanto do ponto de vista do equipamento como pessoal. mas quando repetidas. Essa alternativa é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. Quando se fala das atividades prevencionistas. uma vez que essas partes das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas.1 Inspeções de Rotina (Diárias) Visam detectar e eliminar riscos comuns. emborrachado e antiderrapante. de 17/8/92.2.1 Conceito e Importância A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho. uma metodologia de inspeção dos locais de trabalho tornada obrigatória a partir da publicação da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho NR-9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 65 . Como já foi visto. dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder público (no caso das inspeções oficiais ) têm interesse na segurança do trabalho. Esse risco poderá ser eliminado com a troca do material do piso por outro. ou seja.  Remoção de proteção de máquina. Neutralização do risco: o risco existe. 9. controles de segurança. Arrumação e limpeza. mas está controlado.

uma seção. hidrantes. resíduos inflamáveis acumulados. calor excessivo. líderes. falta de limpeza e de ordem. colares. mais notadas porque são situações concretas. convidados imparciais não acostumados e não viciados com o local da inspeção). pisos escorregadios ou esburacados. determinados equipamentos e aspectos relativos a higiene. elas se tornam mais aparentes.2. se podem ser facilmente apanhados. manutenção. em baixo. membros da cipa.3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas Requer conhecimentos técnicos bem como em alguns casos a utilização de aparelhos especializados. 9. ferramentas defeituosas.2 Inspeções Periódicas Devem ser programadas para serem feitas em intervalos regulares (semanais / mensais / bimestrais / trimestrais). mais visíveis. calçados impróprio.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 66 . trânsito perigoso de material rodante. materiais mais duráveis que alguns atos inseguros que. condutores de eletricidade com revestimento estragado. supervisão. má distribuição de máquinas e equipamentos. Equipamentos de segurança. cabelos soltos em operações com máquinas de engrenagens móveis. Problemas de iluminação. proteções. as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente a ocorrência de tais atos. certos tipos de operações. se estão em situação de perfeito funcionamento). os defeitos. a repetição das inspeções. direita. roupas muito largas. 9.2. anéis. de um departamento. Aspectos “políticos” e participação dos principais envolvidos (produção. aconteceu em poucos segundos. escadas entre pavimentos sem proteções. ruídos e trepidações em excesso. mangueiras. às vezes. Método de inspeção do sinal da cruz (em cima. São as falhas. vasos pressurizados.  Manutenção em equipamentos tais como caldeiras. irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos. equipamentos de extinção de fogo (se estão desimpedidos. Condições Inseguras – são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador estando no ambiente. Curso da CIPA . ventilação deficiente ou imprópria. exemplos:  Penetração em reservatórios. falta de protetores em partes móveis de máquinas e nos pontos de operação.seja por firmas empreiteiras ou não.9. substâncias altamente inflamáveis em quantidade excessivas na área de produção.3 Levantamento das Causas dos Acidentes Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. EPI´s. esquerda). condições sanitárias insatisfatórias. ferramentas desarrumadas.  Manutenção elétrica e civil . Podem incluir a inspeção de toda a fábrica. elevadores. passagens obstruídas. Quanto às condições inseguras. Os processos educativos. sendo necessária a elaboração de um relatório final.

alterar o uso de ferramentas. Atos imprudentes. permanência debaixo de guindastes e de cargas que podem cair. transporte manual de cargas sem ter visão do caminho. a riscos de acidentes. pois a assimilação de conhecimentos cada vez mais amplos sobre as questões de segurança e higiene e medicina do trabalho vai tornar mais produtivo. posição defeituosa no trabalho. atirar ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros. consciente ou inconscientemente. fumar em locais onde há perigo de fogo. operação de máquinas em velocidade excessiva.Atos Inseguros – É a maneira como as pessoas se expõem. operação de máquinas e equipamentos sem habilitação e sem treino. correr por entre máquinas ou em corredores e escadas. desmontagem ou desativação de proteções de máquinas. Curso da CIPA . São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido. inutilização. Além disso. recusa de utilização de equipamento individual de proteção. mais completo o trabalho educativo que a comissão desenvolve. A presença de representantes da CIPA nas inspeções de segurança é sempre recomendável. levantamento de cargas com utilização defeituosa dos músculos. brincadeira. a renovação dos membros da CIPA faz com que um número sempre maior de empregados passe a aprofundar os conhecimentos exigidos para a solução dos problemas relativos a acidentes e doenças do trabalho. uso de fusíveis fora de especificação.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 67 .

10. Magnitude das possíveis consequências.1 Perigo Perigo é situação de ameaça que pode causar danos (materais.10 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS Os acidentes são materializações dos riscos associados a atividades. ao meio ambiente e à própria empresa. dos governos e de toda a sociedade com respeito aos temas relacionados à segurança o meio ambiente. O risco está sempre ligado à factibilidade da ocorrência de um evento não desejado. é preciso avaliar e controlar os riscos e responder as seguintes perguntas.2 Risco Medida da perda econômica e/ou de danos para a vida humana. Para reduzir a frequência de acidentes. A utilização de técnicas e de métodos específicos para a análise de riscos ocupam cada vez mais o espaço nos programas sobre segurança e gerenciamento ambiental das indústrias. Deve incluir as medidas de prevenção de acidentes e as medidas para controle das consequências de acidentes para os trabalhadores e para as pessoas que vivem ou trabalham próximo à instalação ou para o meio ambiente. sendo apresentado na equação: Curso da CIPA . resultante da combinação entre a frequência da ocorrência e a magnitude das perdas ou danos (consequências).1 Conceitos Básicos 10. procedimentos. máquinas. projetos.1.    Que pode acontecer errado? Quais são as causas básicas dos eventos não desejados? Quais são as consequências? A análise de riscos constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que aplicados a uma atividade proposta ou existente identificam e avaliam qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população vizinha. como evidência da preocupação destas. o risco pode ser expresso como uma função desses fatores. Suas frequências esperadas de ocorrência.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 68 . equipamentos e meio ambiente) e/ou lesões (pessoas).1. 10. máquinas e equipamentos. sendo função da frequência da ocorrência das hipóteses acidentais e das suas consequências. Os principais resultados de uma análise de riscos são:    Identificação de cenários de acidentes. Desta maneira.

1.1.C) R = risco.6 Níveis de risco      Catastrófico Moderado Desprezível Crítico Não Crítico Curso da CIPA . podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade. 10.4 Avaliação de riscos É o processo que utiliza os resultados da análise de riscos e os compara com os critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos. baseada na engenharia de avaliação e técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de cenários acidentais. 10. O risco também pode ser definido através das seguintes expressões:  combinação de incerteza e de dano.  razão entre o perigo e as medidas de segurança.1. objetivando mantê-la operando dentro dos requerimentos de segurança considerados toleráveis.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 69 .R=f(c. 10. mas que causam danos importantes. Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores dependendo do setor elevado. a probabilidade e suas consequências.  combinação entre o evento.5 Gerenciamento de Riscos É a formulação e a execução de medidas e procedimentos técnicos e administrativos que têm o objetivo de prever. A experiência demonstra que geralmente os grandes acidentes são causados por eventos pouco frequentes. 10.f.3 Análise de Riscos É a atividade dirigida à elaboração de uma estimativa (qualitativa ou quantitativa) dos riscos. controlar ou reduzir os riscos existentes. c = cenário acidental f = frequência de ocorrência C = consequência (perdas e/ou danos).1.

10. A planilha utilizada nesta APP. Estimativa de riscos 6. 10. Identificação de perigos 3. Estimativa de consequências e de vulnerabilidade 4. por meio da definição de métodos. mostrada a seguir. Estimativa de frequências 5. contém 5 colunas. entre as quais podemos mencionar:      Listas de verificação (Checklists).1 Informações para a realização de uma APR/APP A realização da análise é feita através do preenchimento de uma planilha de APR/APP para cada módulo de análise. Caracterização da empresa 2. 10. as quais devem ser preenchidas conforme a descrição apresentada a seguir.  ajuda para determinar a amplitude do estudo. Estudo de Perigos e Operabilidade.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos Geralmente um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas seguintes etapas: 1.  o enfoque operacional e de segurança. Análise "E se…?" Análise Preliminar de Perigos (APP). Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE).2.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 70 . objeto de análise e o local. Avaliação e gerenciamento de riscos 10.2.2 Identificação de perigos Esta etapa tem o objetivo de identificar os possíveis eventos não desejados que possam levar a acidentes.2.  estabelecer uma relação direita entre a empresa e a região da influência. Esperam-se os seguintes resultados práticos:  obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre a empresa. Portanto. normas ou necessidades específicas.1 Caracterização da empresa A caracterização da empresa e da região tem as seguintes finalidades:  identificar aspectos comuns que possam interferir na instalação ou no ambiente.  caracterização dos aspectos importantes que sustentarão o estudo de análise de riscos.2. técnicas específicas para a identificação dos perigos devem ser empregadas. Curso da CIPA . possibilitando definir hipóteses acidentais que poderão produzir consequências significativas.

). que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa. A detecção da ocorrência do risco/perigo tanto pode ser realizada através da instrumentação (alarmes de pressão. 3ª coluna: Modos de detecção. etc. 5ª coluna: Recomendações/observações. sucintamente. Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado.) como através da percepção humana (visual. odor. Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades.ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS OU PERIGOS (APR/APP) Atividade/Operação: Referência: ETAPA Data: RISCO/PERIGO / / MODE DE DETECÇÃO Revisão: EFEITO RECOMENDAÇÕES / CONTROLE 1ª coluna: Etapa Esta coluna deve descrever. os riscos/perigos são eventos acidentais que têm potencial para causar danos aos trabalhadores. Esta coluna deve conter as recomendações de medidas mitigadoras de risco propostas pela equipe de realização da APR/APP ou quaisquer observações pertinentes ao cenário de acidente em estudo. 2ª coluna: Risco/perigo. Esta coluna deve conter os riscos/perigos identificados para o módulo de análise em estudo. 4ª coluna: Efeitos Os possíveis efeitos danosos de cada risco/perigo identificado devem ser listados nesta coluna. • Curso da CIPA . Análise Preliminar de Risco (APR) • • • Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos. Os modos disponíveis na instalação para a detecção do risco/perigo identificado na segunda coluna devem ser relacionados nesta coluna. as diversas etapas da atividade/operação. e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança. ao público ou ao meio ambiente. a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária. De uma forma geral. etc. de temperatura.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 71 .

Outro modelo de Planilha de APR.

10.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade
Tendo por base as hipóteses acidentais formuladas na etapa anterior, estudam-se as suas
possíveis consequências, medindo os impactos e danos causados por elas.
Deverão ser utilizados modelos de cálculos que representem os possíveis efeitos resultantes
dos tipos de acidentes.
Em seguida deverão ser estimadas as possíveis consequências dos cenários produzidos
pelas hipóteses de acidentes. Os resultados desta estimativa deverão servir de base para a análise
de vulnerabilidade nos lugares estudados. Normalmente essa análise é feita considerando danos às
pessoas expostas.
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10.2.4 Estimativa de frequências
Para fazer estudos quantitativos de análise de riscos é necessária a estimativa das
frequências das hipóteses acidentais decorrentes das falhas nos equipamentos. Da mesma maneira,
a estimativa de probabilidade de erros do homem deve ser quantificada nesta etapa. Esses dados
normalmente são difíceis de serem estimados já que há poucos estudos abordando confiabilidade
humana.
As seguintes técnicas podem ser utilizadas para o cálculo das frequências dos cenários de
acidentes,:
 análise histórica dos acidentes, através da pesquisa bibliográfica ou nos bancos de
dados de acidentes;
 análise por árvore de falhas (AAF);
 análise por árvores de eventos (AAE).
Em determinados estudos, os fatores externos da empresa podem contribuir para o risco.
Nesses casos, também deve ser considerada a probabilidade ou a frequência do acontecimento de
eventos não desejáveis causados por terceiros ou por agentes externos.
Um fator que deve ser considerado na análise é o erro humano durante a realização de uma
determinada operação, principalmente erros de manutenção, devido aos quais acontecem cerca de
60% a 80% dos acidentes maiores em que o erro humano está envolvido.
10.2.5 Estimativa de riscos
A estimação de riscos é feita através da combinação das frequências de ocorrência das
hipóteses de acidentes e as suas respectivas consequências. Pode-se expressar o risco de
diferentes formas segundo o objetivo do estudo em questão. Geralmente os riscos são expressos da
seguinte maneira:
 Índices de risco;
 Risco social;
 Risco individual.

10.2.6 Avaliação e gerenciamento de riscos
Nesta etapa os riscos estimados deverão ser avaliados, de maneira a definir medidas e
procedimentos que serão executados com o objetivo de reduzi-los ou gerenciá-los, tendo-se por
base critérios de aceitabilidade de riscos previamente definidos.

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11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Acidente zero! Essa é uma meta que todas as empresas devem procurar alcançar.
Prevenir um acidente significa vê-lo antecipadamente; chegar antes que o mesmo aconteça;
tomar providências cabíveis para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer. Nesta unidade
analisaremos as principais medidas preventivas, de alcances individuais e coletivos, que visam à
proteção do trabalhador.

11.1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho
Um dos fatos já comprovados de suas causas dos acidentes é que, quando um acidente
acontece, vários fatores entraram em ação antes.
Heinrich, em seu livro Industrial AccidentPrevention, sugere que a lesão sofrida por um
trabalhador, no exercício de suas atividades profissionais, obedece a uma sequencia de cinco
fatores:




hereditariedade e ambiente social
causa pessoal
causa mecânica
acidente
lesão

A hereditariedade refere-se ao conjunto de características genéticas. Da mesma forma,
certas características psicológicas também são transmitidas dos pais para os filhos, influenciando o
modo de ser de cada um.
Ambiente Social influência nos hábito das pessoas. É fácil de observar com que facilidade
uma nova moda se espalha e “pega”. Ora a onda é usar cabelos longos, ora usar a cabeça raspada.
Já houve a época da minissaia, das roupas hippies e hoje impera a moda do “cada um na sua”.
Esses exemplos servem para ilustrar quanto o ambiente social afeta o comportamento das pessoas.
Causa Pessoal está relacionada com a bagagem de conhecimentos e habilidades e com as
condições de momento que cada um está atravessando. A probabilidade de envolvimento em
acidentes aumenta quando se está triste ou deprimido, ou quando se vai desempenhar uma tarefa
para a qual não se tem o preparo adequado.
A causa mecânica diz respeito às falhas materiais existentes no ambiente de trabalho.
Quando o equipamento não apresenta proteção para o trabalhador, quando a iluminação do
ambiente de trabalho é deficiente ou quando não há boa manutenção do maquinário, os riscos de
acidente aumentam consideravelmente.
Quando um ou mais dos fatores anteriores se manifestam, potencializa a ocorria do acidente
que pode provocar ou não lesão no trabalhador.
11.1.1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram?
Como vimos uma maneira de evitar os acidentes é controlar os fatores que o antecedem.
Não é possível interferir nas características genéticas de uma pessoa, mas é possível
influenciar sua conduta proporcionando um ambiente social rico em exemplos positivos.
Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

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é a causa mecânica! A remoção da causa mecânica é o fator que mais reduz a probabilidade de um acidente ocorrer.A educação e o treinamento do trabalhador para o exercício de suas funções são recursos importantíssimos para reduzir o risco de acidentes. que não mostra preocupação com a qualidade de seu trabalho. mais próximo do acidente. as inspeções de segurança. As campanhas da CIPA têm por objetivo desenvolver uma mentalidade e atividade prevencionista entre os trabalhadores. Um trabalhador que conhece bem o seu trabalho e o desempenha com seriedade. está muito menos sujeito a um acidente do que um trabalhador desleixado. A CIPA pode contribuir para a solução de problemas. O fator central. Por isso a CIPA tem papel importantíssimo porque possibilita a união de empresários e empregados para estudar problemas sérios da empresa e descobrir meios e processos capazes de cercar o local de trabalho da maior segurança possível. Curso da CIPA . ou seja. atento às normas de segurança.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 75 . com campanhas e observações cuidadosas do ambiente de trabalho.

Primeiramente deve-se criar um formulário para investigação do acidente contendo as seguintes informações: Informações de identificação: Nome. e para a sociedade. para os trabalhadores e suas famílias. as testemunhas. Para tal devem conhecer as causas dos acidentes. A CIPA tem como uma de suas mais importantes funções estudar os acidentes para que eles não se repitam. as fontes geradoras de acidentes de trabalho dentro da empresa vão diminuindo e o número de acidentes vai cair dia após dia. Cada causa levantada vai gerar uma ação a ser feita. da investigação dos acidentes ocorridos na empresa. condições inseguras. lesão. no caso de acidente grave a CIPA deverá reunir-se.12 INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES Cabe à CIPA investigar. com o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) quando houver. métodos e/ou situações inadequada à prevenção de acidentes. local do acidente. Além disso. e a supervisão direta. dificultando assim o desenvolvimento da riqueza nacional e a preservação da saúde dos seus trabalhadores. fatores pessoas. Informações sobre o atendimento: Primeiros socorros. idade. para que possam então agir de modo a corrigir procedimentos. relacionada a um trabalhador ou equipamento. Não se esqueça de elaborar uma planilha com as estatísticas de acidentes. dano ou outra perda também é chamado de “quase acidente”. para levantar as causas do acidente. Resolvendo as ações. Curso da CIPA . Nota: Um incidente em que NÃO ocorre doença. descrição do acidente. participar. fatores do trabalho. para a Previdência Social. função. ou ainda evitar outros que possam surgir. Lembrando que a investigação de acidente deve ser feita pela CIPA. Elabore um diagrama de causa e efeito. e testemunhas. ou seja. O termo “incidente” inclui “quase-acidente” QUASE-ACIDENTE: Evento ou ocorrência inesperada. até dois dias após o infortúnio. tipo de acidente. Para termos um melhor entendimento vamos conceituar alguns termos: INCIDENTE: Evento que deu origem a um acidente ou que tinha potencial de levar a um acidente. É importante fazer uma investigação de acidente muito bem feita pois deles decorrem grandes perdas para as empresas. envolvendo o acidentado. o que os faz acontecer. extraordinariamente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 76 . Histórico de segurança: O funcionário teve treinamento? Já se envolveu em um acidente antes? Outros funcionários se envolveram em acidente semelhante? Usava Equipamento de proteção individual? Ouve outros acidentes no mesmo local? Havia sinalização de segurança no local do acidente? Análise do acidente: Atos inseguros. que por pouco deixou de ser um ACIDENTE. parecer do médico. hora do acidente. descrição da lesão.

falta de proteção em móveis e pontos de operação. instalações sanitárias impróprias e insuficientes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 77 . a permanência em pontos perigosos junto a máquinas ou passagens de veículos.é o risco relativo a falta de planejamento do serviço e deficiências materiais no meio ambiente. matéria-prima fora de especificação. Curso da CIPA . três são os motivos que podem gerar a ocorrência de um acidente. o emprego incorreto de ferramentas ou o emprego de ferramentas com defeitos. o ajuste. o desconhecimento de fogo. a utilização de escadas de mão sem a estabilidade necessária da manipulação de produtos químicos. roupas não apropriadas. a) b) Matéria-prima: matéria-prima com defeito ou de má qualidade. máquinas com defeitos.12. Cabe a CIPA estar atenta para evitar o acidente. instalações elétricas impróprias ou com defeitos. a) b) c) Proteção do trabalhador: proteção insuficiente ou totalmente ausente. o uso de roupas que exponham a riscos. falta de ordem e de limpeza. calçado impróprio ou de falta de calçado. através da identificação e análise desses fatores que são: ATO INSEGURO CONDIÇÃO INSEGURA FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA 1) ATO INSEGURO – é a violação de procedimento consagrado como correto. 2) CONDIÇÃO INSEGURA . tais como: a) b) c) d) e) f) Construção e instalações em que se localiza a empresa: prédio com área insuficiente. a) b) c) Maquinaria: localização imprópria das máquinas. ventilação deficiente ou excessiva. a lubrificação e a limpeza de máquinas em movimento. São fatos comuns: a falta de uso de proteções individuais. excesso de ruídos e trepidações. a operação de máquinas sem que o trabalhador esteja habilitado ou que não tenha permissão.1 Procura das Causas dos Acidentes Segundo alguns estudiosos. as correrias em escadarias e em outros locais perigosos. iluminação deficiente. a operação de máquinas em velocidade excessiva. o hábito de fumar em lugares onde há perigo. pisos fracos e irregulares. a permanência debaixo de cargas suspensas. a inutilização de equipamentos de segurança.

Falta de interesse pela atividade que desempenha. Falta de experiência. má distribuição. mental ou emocional. Falta de conhecimento. má distribuição de horários e tarefas. Curso da CIPA . 3) FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 78 . a) b) c) Produção: cadência mal planejada. para que seja evitada sua repetição. mas sim causas que provocam o acidente.d) equipamento de proteção com defeito. velocidade excessiva. a) b) Horários de trabalho: esforços repetidos e prolongados.é o que podemos chamar de “problemas pessoais do indivíduo” e que agindo sobre o trabalhador podem vir a provocar acidentes. Uso de substâncias tóxicas. Desajustamento físico. pois o objetivo maior não é “descobrir culpados”. Alcoolismo. A investigação de acidentes não poderá nunca ter aspecto punitivo. Conflitos familiares. como por exemplo: - Problemas de saúde não tratados.

Um acidente do trabalho pode levar o trabalhador a se ausentar da empresa apenas por algumas horas. É o que ocorre.  O país. quando ocorre a perda de um dedo ou de uma vista. que pode resultar na incapacidade temporária. se um trabalhador perde as duas vistas em um acidente do trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 79 . de equipamentos. e o trabalhador retorna ao trabalho em seguida. após o qual o trabalhador retorna às suas atividades normais. Curso da CIPA . Se o trabalhador acidentado não retornar ao trabalho imediatamente ou até na jornada seguinte. ou. consequentemente. o que é chamado de acidente sem afastamento. É o que acontece. o trabalhador não tem mais condições para trabalhar. Outras vezes. um acidente pode deixar o trabalhador impedido de realizar suas atividades por dias seguidos. temporária ou permanente para o trabalho. com a perda de mão-de-obra.  As empresas. que fica incapacitada de forma total ou parcial. que tem seu padrão de vida afetado pela falta dos ganhos normais. correndo o risco de cair na marginalidade. É o que acontece. Nos casos extremos. Nesse caso. A incapacidade parcial e permanente: é a diminuição. ou na incapacidade parcial e permanente. o acidente resulta na morte do trabalhador. ou meses. com o número crescente de inválidos e dependentes da Previdência Social. por exemplo. na incapacidade total e permanente para o trabalho. pior que o acidente. Os danos causados pelos acidentes são sempre bem maiores do que se imagina à primeira vista. de material. A incapacidade total e permanente: é a invalidez incurável para o trabalho. com todo o conjunto de efeitos negativos dos acidentes do trabalho.. da capacidade física total para o trabalho. Todos sofrem:  A vítima. por exemplo. e.13 CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES Muitas vezes. são as suas consequências. ainda. quando o acidente resulta num pequeno corte no dedo.  A família. por exemplo. A incapacidade temporária: é a perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo. tempo etc. temos o chamado acidente com afastamento. elevação dos custos operacionais. ou de forma definitiva.  A sociedade. por toda vida.

a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. seja para acelerar. As moléstias laborativas subdividem-se em tecnopatias. A legislação em vigor subdivide e equipara as doenças ocupacionais em: doença profissional e doença do trabalho. assim sendo definido como nexo de agravamento.214.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 80 . As doenças de que padecia o trabalhador antes de ingressar na atividade para o empregador. de 08. gerando complicações oriundas do processo patológico. As mesopatias.1978. esse risco transforma-se em indireto. que agiram decididamente. Visando a prevenção das doenças ocupacionais e dos acidentes do trabalho. Enquanto as doenças profissionais decorrem de risco da atividade exercida. normalmente decorrentes das condições de agressividade existentes no local de trabalho. vinculadas às condições de trabalho. com nexo causal presumido. de 1944. É do obreiro o dever de comprovar a impossibilidade de se manter naquela mesma atividade. determinando em seu artigo 82 que empresas com número superior a 100 funcionários deveriam instituir a CIPA. Um exemplo é o caso do empregado que possui bronquite asmática. se comprovado que o ambiente de trabalho motivou tais agravos. as do trabalho têm como causa o risco indireto. conforme a Norma Regulamentadora (NR-6). a lesão por esforço repetitivo (LER) e as doenças da coluna. surgiu por recomendação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. É sabido que a falta do uso do EPI é muito frequente.036. inerentes a alguns trabalhos peculiares ou a determinadas atividades laborativas. além de ser uma indicação técnica. pois. da Portaria 3. Isso porque embora exista a presunção de que ingressou em perfeitas condições de saúde. sendo estas: a perda auditiva induzida por ruído (PAIR). ou que apresentava determinada doença que não o impedia de trabalhar. ergonopatias ou doenças profissionais típicas.06. o uso do EPI é uma exigência legal. sob pena de ver a incapacidade aumentada. eclodir ou agravar a saúde do trabalhador. conforme artigo 20. devem ser consideradas acidente do trabalho. o que propicia a ocorrência dos acidentes de trabalho e contribui para as instalações das doenças ocupacionais. que sofram agravantes. 7. todavia se o trabalhador exercer seu trabalho sob condições especiais. Os casos de doenças ocupacionais vêm aumentando gradativamente na mesma proporção do crescimento industrial. Curso da CIPA . nas doenças do trabalho ou agravamento das mesmas esse ônus lhe é obrigatório.14 . Enquanto nas doenças profissionais o laborista está dispensado do ônus probatório.213/1991.DOENÇAS OCUPACIONAIS Doenças ocupacionais são as moléstias de evolução lenta e progressiva. e configura obrigação tanto para o empregador quanto para o empregado. originárias de causa igualmente gradativa e durável. transformando-se em determinação legal no Brasil por meio do Decreto-lei n. A finalidade das campanhas preventivas de segurança do trabalho é fazer com que o empregado tenha consciência da importância do uso dos equipamentos de proteção individual (EPI’s). com previsibilidade razoável de sobrevir a incapacitação total e permanente. e considerando a extensão do rol dessas doenças cabe destacar três delas que aparecem com maior incidência e por isso são tidas como doenças ocupacionais mais comuns de acordo com as estatísticas. deverá comprovar ter sido o ambiente laborativo que fez eclodir ou provocou o agravamento da doença ou perturbação funcional. Busca-se uma consciência prevencionista. incisos I e II da Lei 8. também denominadas moléstias profissionais atípicas. normalmente decorrente de fator genético e pode acometer qualquer pessoa. ou doenças do trabalho. razão pela qual o infortunado fica dispensado de comprovar o mesmo.

como se entendia até pouco tempo. todavia. as telefonistas. 4. nervoso. A PAIR é uma diminuição progressiva auditiva. O termo Perdas Auditivas Induzidas por Níveis Elevados de Pressão Sonora é o mais adequado. decorrente da exposição sistemática a ruído. por atingir a cóclea. As principais características desta moléstia são: ser sempre neurossensorial. e resultam do trabalho exercido. por isso.062. Apresentam-se como medidas de controle e conservação auditiva. uma vez instalada. Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho – DORT ou LER são definidos como síndromes clínicas. com ou sem degeneração dos tecidos. digestivo entre outras atividades físicas e mentais. Considerando a complexidade da origem das LERs. uma alteração dos limiares auditivos. por vários anos. irreversível. A expressão LER é genérica. articulações. ou mudança de função. durante oito horas diárias. como por exemplo. metalúrgicos. ligamentos. o médico ao diagnosticar deve especificar qual é o tipo de lesão. isolada ou associadamente. e detêm o primeiro lugar das doenças ocupacionais notificadas à Previdência Social. O diagnóstico de PAIR pretende a identificação. nervos. qualificação e a quantificação da perda auditiva. A NR-17 do Ministério do Trabalho constitui hoje a principal norma que. pois como refere-se a várias patologias. atingindo também os sistemas circulatório. se diminuirmos a quantidade dessas repetições. ainda é difícil determinar uma forma definitiva de evitar o seu aparecimento. torna-se mais difícil determinar o tempo que leva para uma lesão persistente passar a ser considerada crônica. entre outros. do Ministério da Previdência Social. Cabe destacar que. atingindo na maioria das vezes os membros superiores. o trabalhador pode atingir intolerância a sons mais intensos. As Lesões por Esforços Repetitivos – LER . os danos causados à saúde do trabalhador transcendem a função auditiva. mais conhecido. região escapular. Partindo da idéia que a causa principal e imediata é o esforço repetitivo.Entende-se como Perda Auditiva Induzida por Ruído – PAIR. por meio da Portaria n. porém o termo PAIR é mais utilizado e. do pescoço. deixando de ser exclusividade dos digitadores. por atingir ouvidos direito e esquerdo. operadores de linha de montagem. existem maneiras para minimizar ou retardar o seu surgimento. que tem como características a irreversibilidade e a progressão com o tempo de exposição. é necessário constatar que o trabalhador foi exposto a níveis elevados de pressão sonora de intensidade maior que 85dc. hoje há ocorrência em diversos trabalhadores de outros ramos de atividade. por comprometer as células de órgão de Córti.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 81 . o reposicionamento do trabalhador em relação à fonte de ruído. ser quase sempre bilateral. pelo uso repetido ou forçado de grupos musculares e postura inadequada. músculos. se observados e cumpridos todos os seus itens. apresentam dor crônica acompanhada ou não por modificações objetivas. Curso da CIPA . As LERs foram reconhecidas como doença do trabalho em 1987. endócrino. com perdas semelhantes e. do tipo neurossensorial. decorrente da exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora. a redução da jornada de trabalho e o aumento do número de pausas no trabalho e/ou de duração das mesmas.são enfermidades que podem acometer tendões. Estas espécies de moléstias vêm atingindo grande parte da população operária. resultará na significativa diminuição das causas que ensejam as LERs. é certo que os resultados obtidos serão satisfatórios.

princípios. a queda de altura. Desempenho e de Qualidade de Vida. causando dor intensa e. Assim. Nesse caso. é o caso de fraturas decorrentes. a Ergonomia faz convergir os aspectos de Segurança. Curso da CIPA . algumas aqui mencionadas e outras não menos importantes. A Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO. normalmente provocam alterações nas vértebras. Diante das diversas espécies de doenças ocupacionais das quais o trabalhador pode ser vítima. a projetos que visam otimizar o bem-estar humano e a performance global dos sistemas. Duas situações caracterizam essa espécie de enfermidade. os males da coluna representam. entende-se que a Ergonomia é uma espécie de solução capaz de proporcionar formas modernas e positivas de se administrar a produção do trabalho. A organização do trabalho é fator primordial para a diminuição das doenças e dos acidentes do trabalho. em 1998. um dos mais sérios problemas para o segurado”. de acordo com a doutrina. por consequência. a diminuição da capacidade para o trabalho. procurando adaptar as condições de trabalho às características do ser humano. é “um conjunto de ciências e tecnologias que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho. O exame clínico físico é indispensável para a verificação de alterações na coluna. Ergonomia. assim definiu ergonomia: Ergonomia é a disciplina científica que trata da compreensão das interações entre os seres humanos a outros elementos de um sistema. comprimindo os nervos. Respeitadas as determinações legislativas. com consequentes ganhos diversos também para a empresa. e a profissão que aplica teorias. é dever da perícia médica infortunística estabelecer se existe relação direta entre o tipo de trabalho exercido pelo segurado e a ocorrência do infortúnio. Nos projetos de sistemas de produção. sendo o acidente tipo e os “estalos” na coluna. como por exemplo. através de sua metodologia específica. espera-se alcançar os objetivos propostos de promover o bem-estar do trabalhador.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 82 .Ao lado da LER e da PAIR. das doenças relativas à coluna. sendo eficaz para a diminuição da incidência de muitas das doenças ocupacionais. sempre de origem traumática. no âmbito da infortunística. a Análise Ergonômica do Trabalho. faz-se necessário mencionar a importância da ergonomia para a organização do trabalho. O acidente tipo envolve uma situação que provoca a incapacidade parcial ou total para o trabalho. dados e métodos. A Ergonomia visa adequar sistemas de trabalho às características das pessoas que nele operam. Já os “estalos” na coluna são situações mais difíceis de serem diagnosticadas.

c) Cálculo: valor da aposentadoria. d) Prazo de pagamento: do desligamento ou até 90 dias do requerimento. 15.15 . Essas prestações podem ocorrer na modalidade de benefício (valores pagos em pecúnia) e serviços (bens imateriais postos à disposição dos segurados). b) Carência: não tem.2 Aposentadorias por invalidez É devido ao segurado. a) Idade mínima: 15. 20 ou 25 anos em atividades expostas a agentes lesivos à saúde. c) Cálculo: 100%. c) Cálculo: 100%.3 Aposentadorias especiais Benefício concedido ao segurado que realize seu trabalho em condições prejudiciais à saúde ou à sua integridade física.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 83 . 15.4 Pensões por morte Benefício concedido ao dependente em decorrência do falecimento do segurado. b) Carência: 12 contribuições. a) Requisitos: óbito do segurado. após este prazo do requerimento.NOÇÕES PREVIDENCIÁRIAS 15. for incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência. a) Idade mínima: não tem. sendo-lhe paga enquanto permanecer nessa situação. que estando ou não em auxílio-doença. b) Carência: 180 contribuições.1 Benefícios previdenciários São as necessidades básicas de seguridade social previstas no sistema previdenciário brasileiro. As prestações disponíveis pelo sistema previdenciário estão previstas no artigo 18 da Lei 8213/91 (Lei de Benefícios da Previdência Social). Curso da CIPA . 15. d) Prazo de pagamento: 16º dia do afastamento. d) Pagamento: do óbito se requerida até 30 dias ou.

durante o ano. Curso da CIPA . c) Cálculo: 50% . a) Requisitos: sequelas de acidente. a) Requisitos: incapacidade temporária.5 Auxílios doença Benefício devido ao segurado que ficar incapacitado temporariamente para o trabalho por mais de 15 dias. equiparados e doença do trabalho. b) Carência: 12 contribuições. d) Pagamento: 16º dia do afastamento para empregados e desde a incapacidade para os demais. d) Pagamento: da cessação do auxílio-doença até a concessão da aposentadoria. c) Cálculo: 91%.6 Abono acidente Quando decorrente de acidentes de qualquer natureza.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 84 . b) Carência: não tem. recebeu auxílio-doença.15. 15.7 Abono anual É devido ao segurado ou ao dependente que. auxílioacidente. 15. aposentadoria. acidentes do trabalho. pensão por morte ou auxílio-reclusão.

por meio de normas de saúde. pois as determinações do cumprimento às normas são fundamentadas na Consolidação das Leis de Trabalho. Partindo dessa ótica vemos que saúde. controlar e supervisionar a fiscalização e as demais atividades relacionadas com a segurança e a medicina do trabalho em todo o território nacional. 16. mas é sua responsabilidade procurar reduzir os riscos nocivos nesses elementos. nos termos do art. voluntários ou de ofício. em última instância. b) adotar as medidas que se tornem exigíveis. higiene e segurança”. dos recursos. orientar. Higiene e Segurança do Trabalho. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (. determinando as obras e reparos que. são elementos assegurados por direito. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. c) impor as penalidades cabíveis por descumprimento das normas constantes deste Capítulo.) “XXII . c) conhecer. Curso da CIPA . das decisões proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 85 . b) coordenar. as quais regem exclusivamente a relação entre empregado e empregador.3 DRT . devemos encontrar o seu contexto legal e partindo daí exigir o seu cumprimento. não é de cunho alternativo ou uma benevolência feita pelo empregador.16 COMPETÊNCIA LEGAL Ao tratarmos das Normas Regulamentadoras da Saúde. Em nosso ordenamento jurídico encontramos principal destaque na Constituição Federal: Art. em matéria de segurança e medicina do trabalho. higiene e segurança.2 SSST – Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho: a) estabelecer normas sobre a aplicação dos preceitos deste Capítulo(DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO) especialmente os referidos no art. inclusive a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. em virtude das disposições deste Capítulo..Delegacias Regionais do Trabalho: a) promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho. Numa relação de trabalho devemos analisar qual o tipo de vínculo existente entre o prestador da mão de obra e o tomador.. 201. 200 da CLT. se façam necessárias.redução dos riscos inerentes ao trabalho. podendo ser urbano ou rural. Uma das primeiras observações que devemos fazer é questionar de quem é a competência e do quê: 16. em qualquer local de trabalho.

b) colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste Capítulo. b) instruir os empregados.067/88 que trata das 05 Normas Regulamentadoras Rurais com fundamento na Lei 5. temos a publicação da Portaria 3.16. inclusive as instruções de que trata o item II do artigo anterior. . 16. podendo ser estendida outras de natureza semelhante a qualquer uma das relacionadas.214/78 que trata de 29 Normas Regulamentadoras vinculadas à CLT e previstas no Capítulo V do dito diploma no tocante ao empregado urbano e a Portaria 3.5 Empregado: a) observar as normas de segurança e medicina do trabalho. c) adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente.4 Empregador: a) cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. através de ordens de serviço.889/73. Em razão das exigências colocadas ao MTE – Ministério do Trabalho e Emprego e devendo diversas matérias ser regulamentas por ele. d) facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. As competências aqui tratadas são exemplificativas. quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais.

Observe. a reprodução do HIV: O vírus (HIV) liga-se à proteína CD4 do linfócito e penetra na célula. novos vírus. Esse vírus é o agente causador da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). denominada capsídeo. isto é. possui o RNA como material genético. abaixo. abaixo. que envolve o material genético viral. apresentam uma estrutura simples. Ocorre o rompimento da célula parasitada. como a hepatite B e a AIDS. inclusive de seres humanos. formando. e os vírus irão invadir novas células. são causadas por vírus.17 HIV / AIDS 17. 17. São formados por uma cápsula. O HIV (vírus da imunodeficiência humana) é denominado retrovírus. . a estrutura do bacteriófago. em seguida.1 Vírus OS vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.1. abandonando o capsídeo. vírus que parasita bactérias: Muitas doenças de plantas e animais. que pode ser o DNA ou RNA.1 Reprodução dos vírus Os vírus que apresentam o DNA como material genético utilizam a célula hospedeira para a produção de novas moléculas de DNA viral e síntese das proteínas estruturais do vírus. Observe.

classificado na subfamília dos Lentiviridae. é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. os vírus do herpes. ataca o sistema imunológico. Causador da AIDS. Mas. pega-se ao entrar em contato com o vírus. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. observe a figura abaixo: Muitos vírus podem manter-se em estado inativo. Por isso. de origem inglesa. que será incorporado ao DNA do linfócito e fabrica novas cápsulas. defesa do organismo. • Imuno – refere-se a Sistema Imunológico. 17. posteriormente. durante um período e. • Deficiência – não funciona de acordo. sem o capsídeo e o seu material genético incorporado à célula parasitada. responsável por defender o organismo de doenças. • Síndrome – conjunto de sinais e sintomas que identificam a doença. .2 HIV HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. como. rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção. pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. sem forças. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença.O retrovírus (HIV) apresenta uma enzima especial. por exemplo. tornam-se ativos. mas nos países de língua latina a forma SIDA é a habitual. originando inúmeros vírus. proteger-se. que irão invadir novas células. fraco. podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas. infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune. 17. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Essa enzima transforma o RNA viral em DNA viral.3 AIDS A sigla AIDS. No Brasil utilizamos a forma AIDS. Biologia – HIV é um retrovírus. denominada transcriptase reversa. significa: • Adquirida – não é hereditária. Depois de se multiplicar.

hoje em dia. Evitar a doença não é difícil.A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. como também é chamada. vírus causador da AIDS. Caso não saiba onde retirar a camisinha. reconhecer e destruir os micro-organismos estranhos que entram no corpo humano. O HIV liga-se a um componente da membrana dessa célula. Produzidos na glândula timo. Por isso. Por ser vaginal. que combatem a reprodução do vírus. por meio do sistema imunológico. vírus causador da AIDS. 17. aprendem a memorizar. não esterilizados. vírus e outros micróbios. Com isso. receber o diagnóstico de AIDS era uma sentença de morte. 17. Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida da pessoa. O preservativo está disponível na rede pública de saúde. o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças. Muito complexa. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa. São esses glóbulos brancos que organizam e comandam a resposta diante dos agressores. a doença pode ser transmitida de várias formas:      Sexo sem camisinha. sêmen. o sistema de defesa vai pouco a pouco perdendo a capacidade de responde adequadamente. o parto ou a amamentação.4 Formas de infecção do HIV / AIDS Como o HIV. é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. Entre as células de defesa estão os linfócitos T CD4+. a pessoa começar a ficar doente mais facilmente e então se diz que tem AIDS. Quando o organismo não tem mais forças para combater esses agentes externos. o CD4. responsáveis por garantir a defesa do organismo e por manter o corpo funcionando livre de doenças. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas. Esse momento geralmente marca o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais. o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por alguma situação de risco e usar sempre o preservativo. de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. Mas. anal ou oral. essa barreira é composta por milhões de células de diferentes tipos e com diferentes funções. está presente no sangue. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado. Há alguns anos. Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa. . principais alvos do HIV.5 Sistema imunológico O corpo reage diariamente aos ataques de bactérias. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. penetrando no seu interior para se multiplicar. agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. secreção vaginal e leite materno. Transfusão de sangue contaminado com o HIV. tornando o corpo mais vulnerável a doenças. ligue para o Disque Saúde (0800 61 1997). Instrumentos que furam ou cortam. é causada pelo HIV. De mãe infectada para o filho durante a gestação.

tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. colesterol e triglicerídeos). a maioria dos casos passa despercebido. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe. tuberculose. que ocorre a incubação do HIV . quanto para quem já exibe algum sinal da doença e segue tratamento com os medicamentos antirretrovirais. E é na primeira fase.1 Exames de rotina No atendimento inicial.2 Onde fazer? Normalmente.6.17. pois juntos devem tentar chegar à melhor solução para cada caso. o Consenso de Terapia Antirretroviral recomenda que esses exames sejam realizados a cada três ou quatro meses. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV.6.6 Acompanhamento médico O acompanhamento médico da infecção pelo HIV é essencial. avaliação do funcionamento do fígado e rins. tanto para quem não apresenta sintomas e não toma remédios (fase assintomática). o sistema imunológico começa a ser atacado. 17. a frequência dos exames e das consultas é essencial para controlar o avanço do HIV no organismo e determina o tratamento mais adequado em cada caso. 17. por isso. chamada de infecção aguda. dosagem de açúcar e gorduras (glicemia. Eles são cruciais para o profissional decidir o momento mais adequado para iniciar o tratamento ou modificá-lo. fezes.7 Sintomas e fases da AIDS Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da AIDS. Determinada pelo médico. a equipe de saúde precisa avaliar a evolução clínica do paciente. toda e qualquer decisão sobre interrupção ou troca de medicamentos deve ser tomada com o consentimento do médico que faz o acompanhamento do soropositivo. Isso é ter uma boa adesão. . além de raios-X do tórax. urina. sífilis. Outros dois testes fundamentais para o acompanhamento médico são o de contagem dos linfócitos T CD4+ e o de carga viral (quantidade de HIV que circula no sangue). A equipe de saúde está apta a tomar essas decisões e deve ser vista como aliada. são solicitados os seguintes exames: sangue (hemograma completo). solicita os exames necessários e acompanha o tratamento. Para isso. testes para hepatites B e C. Tomar os remédios conforme as indicações do médico é fundamental para ter sucesso no tratamento. fase que os médicos classificam como AIDS. Esse período varia de 3 a 6 semanas. Nas consultas regulares. a coleta de sangue para realizar todos os exames pedidos pelo médico é feita no próprio serviço em que a pessoa é acompanhada. o Serviço de Assistência Especializada (SAE). Como servem para monitorar a saúde de quem toma os antirretrovirais ou não. Por isso. 17. e enviada para os Laboratórios Centrais (LACEN). como febre e mal-estar. unidades públicas de saúde que realizam os exames especializados gratuitamente. O uso irregular dos antirretrovirais (má adesão ao tratamento) acelera o processo de resistência do vírus aos medicamentos.

com suspeita de infecção pelo HIV ou com diagnóstico definitivo de infecção pelo HIV devem seguir orientação médica especializada. diarreia. por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos. é chamado de assintomático. que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo.8 Vacinação de soropositivos O soropositivo deve ser avaliado por um médico antes de tomar qualquer vacina para se prevenir de doenças. no soropositivo e seus comunicantes próximos. Orientações para crianças As crianças menores de um ano. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. a AIDS. o mais precocemente possível. na tentativa de obter uma resposta imunológica ideal. as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. Portanto.glóbulos brancos do sistema imunológico . Vacina contra tétano-difteria: a recomendação geral é de uma dose de reforço a cada 10 anos. prostitutas. Orientações para adultos       Vacina contra a bactéria causadora da pneumonia (pneumococo): a resposta é melhor na fase em que as células CD4+ estão acima de 350/mm3.200 unidades.A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. normalmente os soropositivos sintomáticos não têm boa resposta às vacinas. Com o frequente ataque. todas as vacinas devem ser dadas no curso da infecção pelo HIV. pneumonia. Vacina contra a bactéria causadora da meningite (Haemophilus influenzae tipo b): a resposta é mais eficiente nos estádios precoces da infecção pelo HIV. Em adultos saudáveis. células de defesa do organismo. suores noturnos e emagrecimento. Com isso.que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. 17. que pode durar muitos anos. Por isso. não devem receber vacinas compostas por bactérias ou vírus vivos. Indicações para: usuários de drogas injetáveis. tuberculose. pode sofrer de hepatites virais. pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. esse valor varia entre 800 a 1. toxoplasmose e alguns tipos de câncer. atinge-se o estágio mais avançado da doença. Vacina contra hepatite B: deve ser tomada somente quando indicada pelo médico. A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 . Se estiverem com a imunidade muito baixa. Vacina contra a gripe A H1N1 (gripe suína): deve ser tomada somente quando indicada pelo médico. Esse período. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças. homens e mulheres com atividade sexual e doenças sexualmente transmissíveis ou mais de um parceiro sexual nos últimos seis meses e pessoas que vivem na mesma casa ou tiveram contato sexual com portadores da hepatite B. Quem chega a essa fase. Os sintomas mais comuns são: febre. . Diversos estudos mostram que a resposta aos organismos invasores é menor em soropositivos com pouca concentração de linfócitos T CD4+. Vacina inativada contra o vírus causador da poliomielite: é preferível à vacina oral. homossexuais sexualmente ativos.

17.9 História da AIDS


















1977 e 1978
Primeiros casos nos EUA, Haiti e África Central, descobertos e definidos como aids, em 1982,
quando se classificou a nova síndrome.
1980
Primeiro caso no Brasil, em São Paulo, também só classificado em 1982.
1981
Primeiras preocupações das autoridades de saúde pública nos EUA com uma nova e
misteriosa doença.
1982
Adoção temporária do nome Doença dos 5 H, representando os homossexuais, hemofílicos,
haitianos, heroinômanos (usuários de heroína injetável) e hookers (nome em inglês dado às
profissionais do sexo).
Conhecimento do fator de possível transmissão por contato sexual, uso de drogas ou
exposição a sangue e derivados.
Primeiro caso decorrente de transfusão sanguínea .
Primeiro caso diagnosticado no Brasil, em São Paulo.
1983
Primeira notificação de caso de aids em criança.
Relato de caso de possível transmissão heterossexual.
Homossexuais usuários de drogas são considerados os difusores do fator para os
heterossexuais usuários de drogas.
Relato de casos em profissionais de saúde.
Primeiras críticas ao termo grupos de risco (grupos mais vulneráveis à infecção).
Gays e haitianos são considerados principais vítimas.
Possível semelhança com o vírus da hepatite B.
Focaliza-se a origem viral da aids.
No Brasil, primeiro caso de aids no sexo feminino.
1984
A equipe de Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, na França, isola e caracteriza um retrovírus
(vírus mutante que se transforma conforme o meio em que vive) como o causador da aids.
Início da disputa, entre os grupos do médico americano Robert Gallo e do francês Luc
Montagnier, pela primazia da descoberta do HIV.
Estruturação do primeiro programa de controle da aids no Brasil, o Programa da Secretaria da
Saúde do Estado de São Paulo.
1985
Fundação do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA), primeira ONG do Brasil e da
América Latina na luta contra a aids.
Diferentes estudos buscam meio diagnóstico para a possível origem viral da aids.
O primeiro teste anti-HIV é disponibilizado para diagnóstico.
Caracterização dos comportamentos de risco no lugar de grupo de risco.
Descoberta que a aids é a fase final da doença, causada por um retrovírus, agora
denominado HIV (Human Immunodeficiency Virus, em inglês), ou vírus da imunodeficiência
humana.
Primeiro caso de transmissão vertical (da mãe grávida para o bebê).
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1986
Criação do Programa Nacional de DST e Aids, pelo ministro da Saúde Roberto Santos.
1987
Criação do Primeiro Centro de Orientação Sorológica (COAS), em Porto Alegre (RS).
Questiona-se a definição de comportamentos sexuais tidos como anormais.
Início da utilização do AZT, medicamento para pacientes com câncer e o primeiro que reduz a
multiplicação do HIV.
Os ministérios da Saúde e do Trabalho incluem as DST/aids na Semana Interna de
Prevenção de Acidentes no Trabalho e Saúde.
A Assembleia Mundial de Saúde, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU),
decide transformar o dia 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta contra a Aids, para reforçar
a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão em relação às pessoas
infectadas pelo HIV. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas.
Os casos notificados no Brasil chegam a 2.775.
1988
No Brasil, uma portaria assinada pelo ministro da Saúde, Leonardo Santos Simão, passa a
adotar o dia 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta contra a Aids.
Morre o cartunista Henrique de Souza Filho, o Henfil, aos 43 anos, em decorrência da aids.
Criação do Sistema Único de Saúde.
O Ministério da Saúde inicia o fornecimento de medicamentos para tratamento das infecções
oportunistas.
Primeiro caso diagnosticado na população indígena.
Os casos notificados no Brasil somam 4.535.

1989
Morre de aids o ator da TV Globo Lauro Corona, aos 32 anos.
Ativistas forçam o fabricante do AZT, Burroughs Wellcome, a reduzir em 20% o preço do
remédio.
Durante Congresso de Caracas, na Venezuela, profissionais da saúde definem novo critério
para a classificação de casos de aids.
Brasil registra 6.295 casos de aids.

1990
O cantor e compositor Cazuza morre, aos 32 anos, em decorrência da aids.







1991
Inicia-se o processo para a aquisição e distribuição gratuita de antirretrovirais (medicamentos
que dificultam a multiplicação do HIV).
Lançamento do Videx (ddl), que como o AZT faz parte de um grupo de drogas chamadas
inibidores de transcriptase reversa.
Dez anos depois de a aids ser identificada, a Organização Mundial da Saúde anuncia que 10
milhões de pessoas estão infectadas com o HIV pelo mundo.
O jogador de basquete Magic Johnson anuncia que tem HIV.
Já são 11.805 casos de aids no Brasil.
1992
Primeiro estudo sobre o uso de várias drogas combinadas contra o HIV. Pesquisa aponta a
importância das doenças sexualmente transmissíveis (DST) como cofator para a transmissão
do HIV, podendo aumentar o risco de contágio do HIV em até 18 vezes.
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Os médicos americano Robert Gallo e francês Luc Montagnier chegam a um acordo definitivo
sobre o crédito da descoberta do vírus.
A sociedade brasileira indigna-se quando a menina Sheila Cartopassi de Oliveira, de cinco
anos, tem a matrícula recusada em uma escola de São Paulo, por ser portadora de HIV.
Inclusão, no código internacional de doenças, da infecção pelo HIV.
Ministério da Saúde inclui os procedimentos para o tratamento da aids na tabela do SUS.
Início do credenciamento de hospitais para o tratamento de pacientes com aids.
Lançamento da campanha Vamos todos contra a aids de mãos dadas com a vida.
Os casos da infecção pelo HIV no Brasil chegam a 14.924.





1993
Início da notificação da aids no Sistema Nacional de Notificação de Doenças (SINAN).
Morre de aids o bailarino russo Rudolf Nureyev.
A atriz Sandra Brea (1952-2000) anuncia que é portadora do vírus.
Brasil passa a produzir o AZT (coquetel que trata a aids).
Total de casos notificados no Brasil: 16.760.













1994
Acordo com o Banco Mundial dá impulso às ações de controle e prevenção às DST e à aids
previstas pelo Ministério da Saúde.
Estudos mostram que o uso do AZT ajuda a prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho
durante a gravidez e o parto.
Definição para diagnosticar casos de aids em crianças .
Brasil registra 18.224 casos de aids.
1995
Até esse ano, a assistência medicamentosa era precária, contando somente com AZT
(zidovudina), Videx e dideoxicitidina.
Uma nova classe de drogas contra o HIV, os inibidores de protease (dificultam a multiplicação
do HIV no organismo), é aprovada nos EUA.
Zerti e Epivir, outros inibidores de transcriptase reversa, são lançados, aumentando as
escolhas de tratamento.
Estudos revelam que a combinação de drogas reduz a progressão da infecção, mas o custo
do tratamento é de US$ 10 mil a US$ 15 mil por ano.
Pesquisa demonstra que o tratamento precoce das DST, com consequente redução no tempo
de evolução das doenças e de suas complicações, faz com que o risco de transmissão e
aquisição do HIV diminuam. Com isso, a incidência do HIV reduz em 42%.
Os números de casos no Brasil já somam 19.980.
1996
Programa Nacional de DST e Aids lança o primeiro consenso em terapia antirretroviral
(regulamentação da prescrição de medicações para combater o HIV).
Lei fixa o direito ao recebimento de medicação gratuita para tratamento da aids.
Disponibilização do AZT venoso na rede pública.
Queda das taxas de mortalidade por aids, diferenciada por regiões. Percebe-se que a
infecção aumenta entre as mulheres, dirige-se para os municípios do interior dos estados
brasileiros e aumenta significativamente na população de baixa escolaridade e baixa renda.
Casos da doença no Brasil somam 22.343.
1997
Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para o monitoramento de pacientes com HIV
em terapia com antirretroviral, com a realização de exames de carga viral e contagem de
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8% dos adultos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 95 . Brasil ameaça quebrar patentes e consegue negociar com a indústria farmacêutica internacional a redução no preço dos medicamentos para aids. Lançamento das campanhas “Sem Camisinha não Tem Carnaval” e "A Força da Mudança: com os jovens em campanha contra a aids”. escandaliza o mundo ao sugerir que o HIV não causa a aids. ajuda a confirmar que o SIV (simian immunodeficiency virus ou vírus da imunodeficiência dos símios) foi transmitido para seres humanos e sofreu mutações. em Durban.2001). um chimpanzé fêmea. Já são 22. contaminado por transfusão de sangue.593 casos de aids no Brasil. sendo 3. A partir de acordo promovido pelas Nações Unidas. Dezessete milhões morreram de Aids no continente. Organizações médicas e ativistas denunciam o alto preço dos remédios contra aids. Marylin. Mortalidade dos pacientes de aids cai 50% e qualidade de vida dos portadores do HIV melhora significativamente. Estão contaminados 8. usada por ele para entrar nas células do sistema imunológico atacadas pelo HIV. Morre o sociólogo Herbert de Souza. Proporção nacional de casos de aids notificados é de uma mulher para cada dois homens. Em duas décadas (1980 . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. o Betinho. Lei 9. O HIV Vaccine Trials Network (HVTN) planeja testes com vacina em vários países. 1998 Validação do algoritmo nacional para diagnóstico das DST no Brasil. transformando-se no HIV. quando o tratamento é abandonado. Lei define como obrigatória a cobertura de despesas hospitalares com aids pelos segurossaúde privados (mas não assegura tratamento antirretroviral). 2001 Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para Genotipagem. Testes genéticos mostram que o HIV é bastante similar ao SIV.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Pacientes desenvolvem efeitos colaterais aos remédios. mas não os deixa doentes. 1999 Número de medicamentos disponibilizados pelo Ministério da Saúde já são 15. Rede pública de saúde disponibiliza.                       células CD4 (células que fazem parte do sistema de defesa do organismo ou sistema imunológico).7 milhões crianças. Curso da CIPA . o total de casos de aids acumulados são de 220. medula e partes do cérebro de muitos soropositivos que apresentam cargas virais indetectáveis pelos exame. Hemofílico. gratuitamente.000. cinco grandes companhias farmacêuticas concordam em diminuir o preço dos remédios usados no tratamento da aids para os países em desenvolvimento. Cientistas registram a imagem da estrutura cristalina da proteína gp 120 do vírus da aids.610/98. Estudos indicam que. Realização do I Fórum em HIV/Aids e DST da América Latina. denuncia ao mundo a mortandade na África. Pesquisas detectam o HIV em gânglios linfáticos. Ministério da Saúde recomenda a aplicação da abordagem sindrômica das DST para seu tratamento oportuno e consequente diminuição da incidência do HIV. que infecta os chimpanzés. aumenta a incidência em mulheres. No Brasil. Thabo Mbeki. entre eles o Brasil. onze medicamentos. defendia o tratamento digno dos doentes de aids. O Presidente da África do Sul. a infecção torna-se outra vez detectável. Muitos laboratórios são obrigados a baixar o preço das drogas nos países do Terceiro Mundo. na África do Sul. 2000 A 13ª Conferência Internacional sobre Aids. no Rio de Janeiro.

aos 54 anos. o maior evento sobre aids no mundo. O número de casos de aids notificados no país. hoje me mostro para viver” foi projetada em raio laser nas duas torres do Congresso Nacional. O Programa Nacional de DST/Aids recebe US$ 1 milhão da Fundação Bill & Melinda Gates como reconhecimento às ações de prevenção e assistência no país. o V Congresso da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids e o I Congresso Brasileiro de Aids. é de 258. Um relatório realizado pelo Unaids. programa conjunto das Nações Unidas para a luta contra a aids. 2004 Morrem duas lideranças transexuais. a não ser que as nações ricas aumentem seus esforços para conter a doença. a inscrição da RNP+ “Eu me escondia para morrer. o parto ou a amamentação.000. durante a gestação.610/98.000 2003 Realização do II Fórum em HIV/Aids e DST da América Latina. O tema do Dia Mundial de Luta Contra a Aids no Brasil aborda o racismo como fator de vulnerabilidade para a população negra. que ficou às escuras. em uma ação inédita.4 milhões por ano. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Toronto recebe 20 mil pessoas para a 16ª Conferência Mundial sobre Aids. Recife reúne quatro mil participantes em três congressos simultâneos: o V Congresso Brasileiro de Prevenção em DST/Aids. Registros de aids no Brasil ultrapassam 433. desde 1980. Lei 9. À noite. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 96 . 2005 Makgatho Mandela (filho do ex-presidente Nelson Mandela) morre em consequência da aids. Já é de 362. a advogada e militante Janaína Dutra e a ativista Marcela Prado (ambas grandes colaboradoras do Programa Nacional de DST e Aids).310.                     2002 O Fundo Global para o Combate a Aids. 2006 O terceiro sábado de outubro é promulgado como o Dia Nacional de Combate à Sífilis. Os recursos foram doados para ONGs que trabalham com portadores de HIV/Aids. 2007 Curso da CIPA . Os registros de aids no Brasil são 310.364 o total de casos de aids até junho. Cuba. a maior parte na África. A 14ª Conferência Internacional sobre aids é realizada em Barcelona. em Havana. Dia Mundial de Luta contra a Aids teve sua campanha protagonizada por pessoas vivendo com aids. quando o HIV é passado da mãe para o filho. afirma que a aids vai matar 70 milhões de pessoas nos próximos 20 anos. utilizados por países em desenvolvimento para controlar as três doenças infecciosas que mais matam no mundo. Até junho. Tuberculose e Malária é criado para captar e distribuir recursos. Acordo reduz em 50% preço do antirretroviral Tenofovir. são 371. representando uma economia imediata de US$ 31. O Programa é considerado por diversas agências de cooperação internacional como referência mundial. Lançamento do algoritmo brasileiro para testes de genotipagem. Brasil reduz em mais de 50% o número de casos de transmissão vertical.827 registros de aids no Brasil.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. como forma de lembrar os mortos pela doença.

Curso da CIPA . em Brasília (DF). Prêmio Nobel de Medicina é entregue aos franceses Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier pela descoberta do HIV. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids. 2008 Realização do VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids. a Tailândia decide copiar o antirretroviral Kaletra e. Realização da IV Mostra Nacional da Saúde e Prevenção nas Escolas e da I Mostra Nacional do Programa Saúde na Escola (SPE).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Em um ano.273 casos de infecção pelo HIV até junho.                 O Programa Nacional de DST/AIDS institui Banco de Dados de violações dos direitos das pessoas portadoras do HIV. causador da aids. Em janeiro. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 97 . o Brasil decreta o licenciamento compulsório do Efavirenz. Aumenta a sobrevida das pessoas com aids no Brasil. é lançada no Cristo Redentor. em Florianópolis (SC). a UNITAID reduz preços de medicamentos antirretrovirais em até 50%. É assinado acordo para reduzir preço do antirretroviral Lopinavir/Ritonavir. vírus causador do câncer do colo de útero.846 casos de aids no país. Realização do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e do I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais. são notificados 544. Brasil investe US$ 10 milhões na instalação de uma fábrica de medicamentos antirretrovirais em Moçambique. Governo gastava US$ 5 por teste.60 cada. O alemão Harald zur Hausen também recebe o prêmio pela descoberta do HPV. 2010 Governos do Brasil e da África do Sul firmam parceria inédita para distribuir 30 mil camisinhas e fôlderes sobre prevenção da aids e outras DST durante a Copa do Mundo de Futebol. Desde o início da epidemia. em maio. Lei 9. Os ministérios da Saúde e Educação e as Nações Unidas premiam máquinas de preservativos. em Brasília (DF). Brasil registra 474.610/98. cujo tema são os jovens. ao custo de US$ 2. Fiocruz pode fabricar o teste. Conclusão do processo de nacionalização de um teste que permite detectar a presença do HIV em apenas 15 minutos. 2009 Programa Nacional de DST e Aids torna-se departamento da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e o Programa Nacional para a Prevenção e Controle das Hepatites Virais é integrado a ele.

atmosféricas.2 Teoria do Fogo Fogo é um processo químico de transformação. falhas humanas (por descuido. 18. quando o homem perde o seu controle. Os riscos de incêndio continuam hoje em dia a ser uma das grandes preocupações no campo da segurança industrial. 2. e determina as soluções mais adequadas a cada situação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 98 . Estes deverão ser preparados a identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio. No domínio e na utilização em seu proveito de fenômenos da Natureza.2. No Brasil uma das principais causas de incêndios em edificações são as deficiências em instalações elétricas. Para podermos eliminar os princípios de incêndios devemos conhecer melhor os elementos que compõem o fogo (teoria do fogo). é necessária a combinação de alguns elementos essenciais em condições apropriadas 18. sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios. os tipos de combustíveis definindo assim as classes de incêndio. dos processos de fabricação. Calor: é o elemento que dá início ao fogo. dos materiais empregados. dos desastres pessoais e ambientais que os incêndios sempre acarretam. Para tanto. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Combustível: Combustível é o material que queima. desconhecimento ou irresponsabilidade) entre outras. Podemos pensar que este assunto se refere simplesmente aos equipamentos de combate a incêndios fixados nas edificações.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. gerando um curto circuito e originando o principio de incêndio.18 PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 18. e principalmente.1 Teoria geral do fogo Para haver fogo é necessária a existência de três elementos essenciais: 1. líquido e gasoso. No entanto.610/98. porém está é uma pequena parte de um sistema ainda maior. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de materiais diversos. As causas de incêndios são as mais diversas como: descargas elétricas. A prevenção e proteção contra incêndios são de grande influência na tentativa de diminuição dos prejuízos materiais.1 Introdução A proteção e combate a incêndio é um assunto complexo. que tem uma grande importância para a vida em casos de acidentes. é necessário um conhecimento e o treinamento dos ocupantes da edificação. o fogo foi um grande passo para humanidade. Lei 9. que o mantém e até amplia sua propagação. O conteúdo apresentado neste modulo objetiva fornecer subsídios para prevenir e proteger as edificações em geral contra incêndios. bem como agir com calma e racionalidade sempre que houver início de fogo. as características dos serviços. entre outros. Curso da CIPA . este pode traduzir-se em incêndios de dramáticas consequências humanas e econômicas. Pode ser sólido.

benzina entre outros. sendo sólidos. formando um quadrado. O oxigênio não tem jeito. Este elemento é a reação em cadeia. Há um quarto elemento que se une ao triangulo do fogo. propano. Esse quarto elemento. Gasosos: Butano. Ex: álcool. voláteis e não voláteis.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. ele está sempre pronto para fazer um combustível queimar. visto que o fogo consome o oxigênio.1 Combustível Combustível é toda matéria que queima. madeira. O combustível. intensificando-as. Sólidos: Papel. graxa. Para evitar incêndios o melhor é não deixar uma fonte de calor chegar perto de um combustível. calor e oxigênio compõem o que chamamos de triângulo do fogo e.610/98. porém os sólidos e os líquidos se transformam primeiramente em gás pelo calor e depois inflamam. etano entre outros. líquidos e gasosos. gasolina. podemos impedir a chegada de mais oxigênio. Ex: óleo. Como ele está no ar. éter. O oxigênio não é combustível. tecido entre outros. substituindo o antigo triângulo do fogo. Curso da CIPA .3. a presença destes três elementos é que determina o fogo. 18. plástico. Não Voláteis: são os que desprendem gases inflamáveis à temperaturas maiores do que a do ambiente. vai formar o quadrado ou tetraedro do fogo.2. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 99 . Lei 9. algodão. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ele alimenta a combustão. Voláteis: são os que desprendem gases inflamáveis à temperatura ambiente.1. Oxigênio (comburente): é o elemento que alimenta as chamas. Líquidos: Os líquidos são divididos em dois grupos. Para evitar que o fogo continue. tinta entre outros. também denominado transformação em cadeia.

produzindo sua própria energia de ativação (o calor) enquanto há comburente e combustível para queimar.3. sem a necessidade de entrar em contato com uma chama ou faisca. é ele que faz o fogo se propagar.18. Obs: o Ponto de Fulgor necessita de chama para iniciar o fogo. e. é o produto de uma transformação gerando outra transformação.3. desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia. Obs: A temperatura de Ignição não necessita de chama para iniciar o fogo. Lei 9.2 Comburente (Oxigênio) É o elemento ativador do fogo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. uma chama ou até um super aquecimento em máquinas e aparelhos energizados. Curso da CIPA . que se combina com os vapores inflamáveis dos combustíveis. combinados com o oxigênio do ar e ao entrar em contato com uma chama. que.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.3 Temperatura de Ignição É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão atingindo uma determinada temperatura apenas pelo contato com o oxigênio do ar. vapores ou gases suficientes para manter o fogo ou a transformação em cadeia (reação em cadeia).610/98.  Através do deslocamento de partículas incandescentes.3. Pode ser uma faísca. 18.1.4 Propagação do Fogo O fogo pode se propagar:  Pelo contato da chama em outros combustíveis. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 100 .2.2. 18.4 Reação em Cadeia É uma sequência de reações que ocorrem durante o fogo. 18. o fogo não se apaga.2. 18. 18.2 Ponto de Fulgor Ponto de fulgor ou ponto de inflamação é a menor temperatura na qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável por uma fonte externa de calor. Esse calor provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis. mesmo que se retire a chama. pois essa temperatura faz gerar.3 Calor É o elemento que dá início ao fogo. em resumo. do combustível. dando vida às chamas e possibilitando a expansão do fogo. se inflamam.  Pela ação do calor.3 Pontos e Temperaturas 18. 1 Ponto de Combustão É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis que. 18.1.1.

comumente sem graves consequências.610/98. levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão. d. interessa. não toma vulto. apenas fulgurante. geralmente interno. Grande Incêndio: é aquele que se avoluma. de molécula a molécula ou de corpo a corpo. à execução das perícias e à organização das estatísticas.O calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do atrito dos corpos.4. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 101 . 18.3 Irradiação É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço. construções. 18.5 Classificação dos Incêndios A classificação.4. cargas. assim como uma série de detalhes. b. são: a. vezes em virtude da quantidade e qualidade do combustível e da nula resistência deste. Lei 9. Manifestação de Incêndio: é o fogo breve. Curso da CIPA . Ele se propaga por três processos de transmissão:    Condução Convecção Irradiação 18. originando outro foco de fogo. sem utilizar qualquer meio material. Incêndio: é o fogo que se avantaja e destrói total ou parcialmente. e.: não chega a afetar prédio. quase sempre. queimando peças de móveis. c. principalmente. Começo ou Princípio de Incêndio: é o fogo que vence a primeira fase. por imprevidência e ainda por não prevenção. se for isolado ou por falta de condições adequadas para prosseguir. se alastra e destrói alguma coisa e que só não prossegue. que se desloca do local em chamas. etc.2 Convecção É quando o calor se transmite através de uma massa de ar aquecida. etc. se eleva e resiste espalhando a devastação: às. momentâneo. 18.1Condução É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material. navio ou outros. Pequeno Incêndio: incêndio que atinge certo desenvolvimento fogo. embarcações.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. às vezes pela míngua de elementos de repressão e. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. às vezes.4. é um incêndio embrionário.. As classes a que podem enquadrar-se esses acontecimentos.

Ex: gasolina. Lei 9. 18. Queimam em superfície. As classes são divididas em A. 18.6. Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando.6. C e D. motores.6. Após a queima. querosene. destruição e elementos de extinção aplicados.. brasas e cinzas. madeira. Curso da CIPA . Após a queima deixam resíduos. a duração. não deixam resíduos. B. Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de resfriamento.1 Classe A     Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos geralmente de natureza orgânica como papel. álcool e etc. proporções. Queimam em superfície e profundidade. Ex: Equipamentos elétricos.2 Classe B     Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis ou de sólidos liquidificáveis.3 Classe C  Caracteriza–se por fogo em materiais/equipamentos energizados (geralmente equipamentos elétricos). 18. dependendo da matéria que está pegando fogo.As características que configuram as classificações dos incêndios são.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 102 .610/98. principalmente. pode-se descobrir o melhor método para uma extinção eficaz e segura. Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.6 Classes de Incêndio Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis. tecidos etc. 18. extensão. transformadores e etc. e as vezes por abafamento através de jato pulverizado.

basta retirar um desses elementos. 18. é desligar o quadro de força. Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento. Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção desse tipo de fogo.  A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de eletricidade.2 Abafamento O abafamento é a retirada do comburente. 18. nunca com extintores de água ou espuma. são necessários os três elementos que compõem o triangulo do fogo que são o combustível. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Com a retirada de um dos elementos do fogo.3 Isolamento O isolamento consiste na retirada do material.7 Métodos de Extinção do Fogo Partindo do princípio de que. magnésio e etc. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 103 . retirada do combustível do contato com a fonte de calor esse método pode ser feito de duas formas: Curso da CIPA .1 Resfriamento O Resfriamento nada mais é do que a retirada do calor. São difíceis de serem apagados.  Isolamento  Extinção química. pois assim ele se tornará um incêndio de classe A. porem não podemos esquecer que modernamente há o quadrado ou tetraedro do fogo. para nós extinguirmos o fogo. para haver fogo. até que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague. O primeiro passo num incêndio de classe C.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.  Abafamento. comburente e o calor.7. este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor. quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia.7. este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio com o combustível.610/98. 18. antimônio.6. 18.4 Classe D     Caracteriza-se por fogo em metais pirofóricos como alumínio. ou seja. temos os seguintes métodos de extinção:  Resfriamento. 18.7.


Retirada do material que está queimando
Retirada do material que está próximo ao fogo

18.7.4 Extinção Química
A extinção química ocorre quando interrompemos a reação em
cadeia.
Ex: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que,
ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável.
Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas
moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura
inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não
inflamável.

18.8 Extintores de Incêndio
Os extintores de incêndio são normalmente a melhor ferramenta para o combate imediato e
rápido de pequenos incêndios, principalmente na sua fase inicial. Não devendo ser considerados
como substitutos aos sistemas de extinção mais complexos, mas sim como equipamentos adicionais.
O preço de um extintor de incêndio não é comparável ao valor de se proteger a qualquer
momento contra uma tragédia.
Para cada classe de fogo existe um extintor adequado, sendo muito importante saber suas
substancias e modo de usar.

18.8.1 Extintores de Água Pressurizada (H2O)

São extintores para incêndios de classe A.
Age por resfriamento e/ou abafamento.

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Podem ser aplicado na forma de jato compacto, chuveiro e neblina. Para os dois
primeiros casos, a ação é por resfriamento. Na forma de neblina, sua ação é de
resfriamento e abafamento.

Obs: Os extintores de Classe A não devem ser utilizados em fogos de outras classes, visto
que o fogo de classe B é composto por líquido inflamáveis e em contato com a água podem espalhar
mais as chamas, além da água ser mais pesada ficando em baixo do liquido inflamável.
A água é condutora de eletricidade por esse motivo não se deve usar o extintor de classe A
em fogos de classe C.
18.8.2 Extintores de Pó Químico

Os extintores de pó químico são usados para incêndios de classe B.
Age por abafamento, podendo ser também utilizados nas classes A e C, sendo que
utilizado em aparelhos eletrônicos pode danificar o equipamento.

18.8.3 Extintores de Gás Carbônico (CO2)

É o agente extintor indicado para incêndios da classe C, por não ser
condutor de eletricidade e se expande no ar não deixando resíduos.

Age por abafamento e resfriamento, podendo ser também utilizado
nas classes A, somente em seu início e na classe B em ambientes
fechados.

Esses 3 tipos de extintores são os mais comuns de se encontrar em
edificações, porem existem outros tipos de extintores como:
18.8.4 Extintores de Pó Químico Especial

É o agente extintor indicado para incêndios da classe D.
Age por abafamento.

18.8.5 Extintores de Espuma

É um agente extintor indicado para incêndios das classes A e B.

Age por abafamento e secundariamente por resfriamento.

Por ter água na sua composição, não se pode utiliza-lo em incêndio de classe C, pois
conduz corrente elétrica.

18.8.6 Extintores de Pó ABC (Fosfato de Monoamônico)

É o agente extintor indicado para incêndios das classes A,B e C (utilizado nos carros)

Age por abafamento
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18.9 Capacidades dos Extintores
Os extintores são divididos em "CAPACIDADE EXTINTORA", obedece a critérios de tipo e
quantidade de agente-extintor:

Água: Capacidade extintora igual a 10 litros.

Pó Químico: Capacidade extintora igual a 4 kg (à base de Bicarbonato de Sódio);

Gás Carbônico: Capacidade extintora igual a 4 kg;

Espuma: Capacidade extintora igual a 10 litros;

Existem também os extintores sobre rodas, conhecidos como carreta, provido de mangueira
com 5 m de comprimento no mínimo e equipado com difusor ou esguicho, com as seguintes
capacidades mínimas:



Água: um extintor de 50 litros.
Pó Químico: um extintor de 20 kg (à base de Bicarbonato de Sódio);
Gás Carbônico: um extintor de 30 kg;
Espuma: um extintor de 50 litros;

18.10 Uso dos Extintores
Para o uso dos principais extintores você primeiramente deve;
1.
2.
3.
4.
5.

Transportar o extintor na posição vertical, segurando no suporte
Retirar o selo de lacração, após retirar também o pino de segurança.
Retirar o esguicho do suporte, segurando no difusor para extintores de gás carbônico.
O esguicho deve ser segurado com uma das mãos, apontando para a base do fogo.
A outra mão deve ficar localizada na válvula para espichar o conteúdo do extintor
contra o fogo.
6. Pressionar a alavanca
7. Aproximar do foco de incêndio progressiva e cautelosamente.
8. Não avançar enquanto não estiver seguro que o fogo não o atingirá pelas costas.
9. Varrer, devagar, toda a superfície das chamas.
10. Atuar sempre no sentido do vento
11. Cobrir lentamente toda a superfície das chamas
12. Dirigir o jacto para a base das chamas.
13. Em combustíveis líquidos não lançar o jacto com demasiada pressão, para evitar que
o combustível se espalhe.
14. Terminar apenas depois de se assegurar que o incêndio não se reacenderá.
Obs: o Extintor de Espuma deve ser utilizado de cabeça para baixo, como segue figura.

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10 m de bordas. quando instalados em colunas. III. b) Sobre os extintores. e a letra "E" em negrito. ATENÇÃO: O modo de uso de cada extintor é fornecido pelo fabricante. galpões.  Boa visibilidade e acesso desimpedido. deverá ser instalado sob o extintor.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Dirige o jato para a base do fogo.  Com exceção das edificações residenciais multifamiliares. no piso acabado. faixa vermelha com bordas em amarelo. para que você possa usá-lo corretamente quando for necessário. sob o extintor. e quando a visão for lateral deverá ser em forma de prisma. sendo 0. nas seguintes cores: a) Quadrado vermelho com borda em amarelo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sem rasuras. deverá ser pintado um quadrado com 1 m de lado. seta ou círculo vermelho com bordas em amarelo. círculo com a inscrição em negrito "PROIBIDO DEPOSITAR MATERIAL". deverá ser observado: a) Sobre os aparelhos. Estas instruções devem estar legíveis. garagens. Vira o extintor. c) Amarelo com bordas em vermelho. aparecendo no corpo do extintor. oficinas e similares. Curso da CIPA . nas seguintes cores: a) Branco com bordas em vermelho. c) Quadrado amarelo com borda em vermelho.  Com exceção das edificações residenciais multifamiliar ou quando os extintores forem instalados no hall de circulação comum. a 20 cm da base do extintor. em todas as faces da coluna.610/98. não devendo estar riscadas ou encobertas por outras informações 18.11 Sinalização e Localização dos Extintores Para a localização e a sinalização dos extintores deve se observar aos seguintes requisitos:  A probabilidade de o fogo bloquear o acesso ao extintor ser a menor possível.  Nas edificações industriais. b) Quadrado vermelho com borda em branco.I. b) Vermelho com bordas em amarelo. depósitos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 107 . Lei 9. O operador aproxima-se do fogo com o extintor na posição normal II.

 Garantir que a manutenção seja feita por empresa certificada pelo INMETRO.50 m do piso acabado. podendo em escritórios e repartições públicas ser instalados com a parte superior a 0. Número de série do selo.  Identificar o agente extintor.      Logomarca do INMETRO.  A fixação do aparelho deverá ser instalada com previsão de suportar 2.5 vezes o peso total do aparelho a ser instalado. Sua localização não será permitida nas escadas (junto aos degraus) e nem em seus patamares.  Delimitar a área próxima ao aparelho. Os extintores nas áreas descobertas ou sem vigilância. e Identificação do Organismo de Certificação de Produto Curso da CIPA . este selo reage à luz ultravioleta.610/98.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. em moldura fixa com dispositivo de abertura para manutenção e deverão ter instruções afixadas na porta orientando como utilizar o equipamento. nas emergências e instruções quanto aos estilhaços do vidro. pintados em vermelho com a porta em vidro com espessura máxima de 3 mm. 18.   A Sinalização dos Extintores é Importante para:  Facilitar a localização. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. desde que não fiquem obstruídos e que a visibilidade não fique prejudicada.1 Selos e Adesivos O Selo de Conformidade possibilita saber se o extintor de incêndio é certificado. as classes de incêndio para as quais é adequado e a capacidade do aparelho. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 108 . dificultando a falsificação.11. Número de licença do fabricante. o selo é vermelho e apresenta as inscrições.00 m.70 m do piso acabado e nem abaixo de 1. Lei 9. Identificação do fabricante. poderão ser instalados em nichos ou abrigos de latão ou fibra de vidro. Os extintores portáteis deverão ser afixados de maneira que nenhuma de suas partes fique acima de 1. Para os extintores novos. Deve haver também dispositivo que auxilie o arrombamento da porta.

18. mangueiras (cortadas.1 Inspeção A inspeção é um exame periódico. Os Adesivos devem conter:  Identificação do agente extintor: Devem ser fixados aos aparelhos adesivos indicando o agente extintor e sua classificação quanto ao tipo.12 Inspeção. contendo:      Logomarca do INMETRO. efetuado por pessoal habilitado.      Selo de vedação. Nos extintores de pó químico.12. manutenção e recarga em extintores de incêndio. Gatilho. o selo de conformidade é substituído por um selo de cor azul esverdeada. Nos extintores de CO2 a marcação deve ser feita na calota (próximo à válvula de disparo). de forma indelével. espuma e de água a marcação deve ser feita na borda inferior. trimestre/ano de fabricação e número da norma da ABNT. que se realiza no extintor de incêndio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 109 . entupidas). atendendo às condições estabelecidas na NBR 7532/82 e NBR 7195/95. com a finalidade de verificar se este permanece em condições originais de operação.  Identificação das classes de incêndio: Deve ser feita por um sistema de letra. Pressão no manômetro (somente os que possuírem). Peso do extintor. e A validade do teste hidrostático. O número da norma aplicável. o número de série. Suportes. figuras geométricas e cores. Identificação da empresa que realizou a manutenção.    A capacidade do extintor expressa em “kg” ou “L” e capacidade extintora. Data da realização da manutenção. manutenção e recarga em extintores de incêndio (NBR 12962) O principal objetivo desta norma é fixar as condições mínimas exigíveis para inspeção. Número de série do selo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Após ser submetido à manutenção.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Curso da CIPA .  Marcação: Todo extintor deve ter marcado no recipiente. 18. e Identificação do Organismo de Certificação de Produto. expressa em “semestre/ano”. Lei 9. a sigla do fabricante.610/98. que é contada cinco anos após a data de fabricação. Além destes selos o extintor deve conter.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . Manutenção de segundo nível Manutenção que requer execução de serviços com equipamento e local apropriados e por pessoal habilitado. com a finalidade de manter suas condições originais de operação. quando necessária. Existem 3 tipos de manutenção que são:  Manutenção de primeiro nível  Manutenção de segundo nível  Manutenção de terceiro nível ou vistoria Manutenção de primeiro nível Manutenção geralmente efetuada no ato da inspeção por pessoal habilitado.2 Manutenção Serviço efetuado no extintor de incêndio.  Fixação dos componentes roscados (exceto roscas cônicas) com torque recomendado pelo fabricante.  Conferência. da carga de cilindros carregados com dióxido de carbono. por outros originais.  Verificação da carga. conforme 8.  Verificação das partes internas e externas. no mínimo para as válvulas de descarga.  Reaperto de componentes roscados que não estejam submetidos à pressão. Curso da CIPA . Etiqueta onde são informadas data da recarga e reteste.  Regulagem das válvulas de alívio e/ou reguladora de pressão. quanto à existência de danos ou corrosão. A manutenção de primeiro nível consiste em:  Limpeza dos componentes aparentes. 18.  Controle de rosca visual.12. c) francos desgastados. não havendo necessidade de removê-lo para oficina especializada. que pode ser executada no local onde o extintor está instalado. por pesagem. quando houver.  Verificação do indicador de pressão. Lei 9.2 e 9. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. quando necessário.  Colocação do quadro de instruções.  Limpeza de todos os componentes.3 da NBR 9654/1986.  Substituição ou colocação de componentes que não estejam submetidos à pressão por componentes originais.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 110 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. bujão de segurança e tampa. após sua utilização ou quando requerido por uma inspeção.  Substituição de componentes.  Pintura conforme o padrão estabelecido na NBR 7195 e colocação do quadro de instruções.610/98. sendo rejeitadas as que apresentarem um dos eventos: a)crista danificada.  A manutenção de segundo nível consiste em:  Desmontagem completa do extintor. b)falhas de filetes.

devem ser mantidos os graus e informados no quadro de instruções. Curso da CIPA . identificando o executor.5 vezes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 111 . de preferência em mais de um grupo e próximo às portas de entrada e/ou saída. exposição a altas temperaturas. jirau ou risco isolado. Manutenção de terceiro nível ou vistoria Processo de revisão total do extintor. a não serem operações de carga ou descarga.3 Recarga Reposição ou substituição da carga nominal de agente extintor e/ou expelente. obedece às exigências do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) informadas em sua publicação “Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil”. Lei 9. Somente para os extintores de incêndio com capacidade extintora declarada originalmente pelo fabricante.12. Não são permitidas a substituição do tipo de agente extintor ou do gás expelente nem a alteração das pressões ou quantidades indicadas pelo fabricante. Obs: Ensaio hidrostático é aquele executado em alguns componentes do extintor de incêndio sujeitos à pressão permanente ou momentânea. etc.   Verificação da existência de vazamento. Exame visual dos componentes de materiais plásticos.13 Distribuição dos Extintores A distribuição dos extintores de incêndio. com o auxílio de lupa com aumento de pelo menos 2. em locais de fácil acesso. Aos riscos constituídos por armazéns ou depósitos em que não haja processos de trabalho. O agente extintor utilizado na recarga deve ser certificado de acordo com as normas pertinentes. definidas em suas respectivas normas de fabricação.610/98. Colocação do lacre. corrosão. serão permitidas as colocações de extintores em grupos. em geral. utilizando-se normalmente a água como fluido. 18. incluindo a execução de ensaios hidrostáticos. 18. mezanino.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. galeria. Os testes hidrostáticos são exigência da ABNT e devem ser feitos a intervalos regulares ou quando o extintor sofrer pancadas. A recarga deve ser efetuada considerando-se as condições de preservação e manuseio do agente extintor recomendado pelo fabricante. Permite-se a existência de apenas uma unidade extintora nos casos de área inferior a 50 2 m. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. que tem como principal objetivo avaliar a resistência do componente a pressões superiores à pressão normal de carregamento ou de funcionamento do extintor. os quais não podem apresentar rachaduras ou fissuras. Observações:    Será exigido o mínimo de duas unidades extintoras para cada pavimento.

18. conforme o estabelecido no caminhamento. não podendo. Os hidrantes devem ser dispostos de modo a evitar que. marca. etc. em caso de sinistro.610/98. com os detalhes e especificações do sistema e apresentar planilha com os cálculos hidráulicos. terão saída dupla. data da recarga. independente do tipo de uso. de modo que seja permitida a manobra e substituição de qualquer peça. 18. apresentado em esquema vertical ou isométrico.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. os hidrantes devem ser localizados tanto quanto possível afastados das paredes da edificação.15 Hidrantes Os hidrantes deverão sempre ocupar lugares de modo a se proceder a sua localização no menor tempo possível.Quando houver diversificação de riscos numa mesma edificação. pintados na cor branca. dentro do abrigo de mangueiras. o Sistema Hidráulico Preventivo sob Comando ou Automatizado. Devem ser instalados. será computada a área do conjunto para efeito da exigência do Sistema Hidráulico Preventivo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. pintado no piso e com as bordas de 10 cm. os hidrantes devem ser sinalizados com um quadrado de cor amarela ou vermelha com 1 m de lado. desde que os hidrantes do pavimento assegurem a proteção. Para as edificações de risco Leve. Curso da CIPA . tipo de manutenção sofrida. Obs: Todo extintor deverá possuir uma ficha de controle onde será registrada a vida do equipamento: número de fabricação. Em edificações com 4 ou mais pavimentos ou área total construída igual ou superior a 750 m². deverá ser locado em planta baixa. distar mais de 15 m. fiquem bloqueados pelo fogo. agrupadas ou em blocos independentes com área inferior a 750 m².14 Sistema Hidráulico Preventivo Segundo a NSCI (1994). Quando se tratar de conjunto de unidades isoladas. será exigido Sistema Hidráulico Preventivo. Não haverá exigência de colocação de hidrantes de parede nos mezaninos e sobrelojas que possuam até 100 m² de área. Lei 9. os hidrantes terão saída singela. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 112 . no entanto. preferencialmente. data do próximo teste hidrostático. dentro de sua área de proteção. Em instalações de risco Médio ou Elevado. os extintores devem ser colocados de modo adequado à natureza do fogo a extinguir. enquanto nas edificações de risco Médio ou Elevado. as pressões e vazões reais verificadas nos esguichos dos hidrantes mais desfavoráveis. Quando externos. devendo constar do projeto.

Existem outros automáticos. é formado por vários hidrocarbonetos sendo os principais o propano e o butano.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. É incolor e inodoro e. dependendo da proporção. por isso é tão importando manter todo cuidado com o seu manuseio.Gases Liquefeitos de Petróleo O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). o vazamento se dá na válvula de vedação. mais conhecido como gás de cozinha.610/98. devido a que são menos custosos e mais fáceis de manter do que um sistema de rociadores. a tampa salta. e choca contra o dispersor aspergindo a zona incendiada. para que possamos identificá-lo caso ocorra vazamentos. junto à mangueira. Consiste numa armadura.17 GLP . o risco de explosão é evidente. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. e em local de difícil ventilação o gás fica acumulado. que em vez da cápsula estão conectados a um detector de incêndios o qual manda uma válvula automática que se abre quando o detector sabe de de um fogo. sendo assim se deposita em lugares baixos. com um cano conectado a uma tubagem de água a pressão. aprovado e executado por uma companhia Curso da CIPA . ferve o líquido e o vapor rompe a cápsula. é adicionado um produto químico que tem odor penetrante e característico (mecaptana. devemos saber que o gás é mais pesado que o ar. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 113 .18. sai a água. Os sistemas de rociadores se diferenciam dos de água pulverizada em que o elemento que dispersa a água nestes últimos é uma boquilha desenhada para brindar um ângulo de neblina (daí o nome de pulverizada) que varia em função da aplicação que se lhe queira dar ao sistema de água pulverizada.  Não abrir o gás para depois riscar o fósforo. O GLP oferece uma margem de segurança e o consumidor deve guiar-se pelas seguintes recomendações:  Somente instalar equipamento especializada no ramo. O uso mais comum destes sistemas de água pulverizada é o esfriamento das paredes de um tanque de armazenamento de líquidos inflamáveis. etilmercaptan).  Não usar martelo ou objeto semelhante para apertar a válvula de abertura dos botijões. Quando se extinguiu. Lei 9. mais facilmente encontrado nas residências onde normalmente. O GLP é muito volátil e se inflama com facilidade. se for o caso. misturando-se com o ar ambiente. Em caso de vazamento. que ademais não correspondem ao padrão de dispersão de água requerido por tais instalações. O maior número de ocorrências de vazamentos se dá nos botijões de 13 kg. a abriria de novo se o fogo se reaviva. O cano se fecha com uma tampa sujeita por uma cápsula de vidro recheada de um líquido cujo ponto de ebulição é a uma temperatura determinada (temperatura de disparo). o detector fecha a válvula e. formando uma mistura explosiva ou inflamável.16 Rociador de incêndios Um Rociador de incêndios (em inglês Sprinkler) é um dispositivo para a extinção de incêndios. A válvula de segurança se rompe a mais ou menos à 70°C. 18. Quando se produz um incêndio. Porém no botijão de 1 kg como não há válvula de segurança. a qual está sujeita contra um dispersor.

 Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193.1 Vazamento de Gás Sem Fogo Quando constatado o vazamento de gás devemos agir da seguinte forma:  Desligar a chave geral da residência.17.  Ventilar o máximo possível a área. em segurança.610/98. ao constatarmos vazamento (odor) de gás. fazer o teste para verificar o local exato com espuma de sabão.  Abandonar o local.  Apagar as chamas de outros objetos. Lei 9. Um dos grandes problemas com vazamento de gás é o perigo de explosões. 18.  Em último caso.2 Vazamento de Gás Com Fogo Quando constatado o principio de incêndio por vazamento de gás devemos agir da seguinte forma:  Não extinguir de imediato as chamas. nunca com fogo (chama).  Levar o botijão de gás para um lugar mais ventilado possível. possam atuar em focos iniciais de incêndio.  Durante a noite.18 Prevenção de Incêndios. Devemos fechar a válvula do botijão no escuro e em seguida ventilar o ambiente. não devemos nunca acender a luz. procurar extinguir a chama do botijão pelo método de abafamento.17. pois além de colocarmos nossas vidas em risco estamos colocando de outras pessoas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 114 . 18. deixando que o fogo continue no botijão. 18.  Verificar sempre a validade e condição da mangueira e registro. devemos tomar muito cuidado com vazamentos. A prevenção de incêndios compreende toda uma série de cuidados e medidas que vão desde a distribuição de equipamentos para combate a incêndios até qualificar pessoas que habitam as edificações para que. deve-se procurar ir o mais agachado possível para não correr o risco de se queimar. através de treinamento específico. a não ser que haja grandes possibilidades de propagação. Curso da CIPA . e levar o botijão para um local bem ventilado. desde que esta chave não esteja no ambiente com o vazamento. Para chegar perto do botijão. Ao constatar qualquer vazamento.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. se houver. com um pano bem úmido. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

Manter desobstruídas as áreas de escape e não deixar.18. Manter o local de trabalho em ordem e limpo. prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem. mesmo que provisoriamente. Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados. Colocar os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados. como fusível tipo rolha. iniciando o processo de fusão do fio.1 Prevenção de Acidentes com Eletricidade.A prevenção é o conjunto de medidas que visam evitar que o acidente aconteça. que dimensiona tipos e números de pontos de corrente (tomadas) ou luz.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 115 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. entre outros. disjuntor. 18. armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem. Todos os trabalhadores devem estar sempre atentos às normas básicas de segurança contra incêndio para evitar acidentes. Quando na presença de uma sobrecarga este circuito não dimensionado para uma corrente de curto-circuito eleva-se em muito a temperatura. Manter os materiais inflamáveis em local resguardado e à prova de fogo. o início de um incêndio. Existem vários tipos de sistemas de proteção das instalações elétricas. o mau contato e principalmente o curto-circuito. riscos elétricos. para evitarmos o máximo à ocorrência de incêndios devem ser tomados alguns cuidados como:           Respeitar as proibições de fumar no ambiente de trabalho. A consciência de prevenção de incêndios deve partir do lar. Qualquer edificação possui um projeto de circuito elétrico. pois qualquer princípio de incêndio pode ser ocasionado por descargas de curto-circuito. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . Não utilizar chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis. Os incêndios. Todos devem estar funcionando perfeitamente. onde as crianças devem ser instruídas sobre os riscos do fogo. Ao utilizar materiais inflamáveis. Por este motivo cuidado com a utilização de multiplicador de tomadas. conhecido popularmente como “T”. nem isqueiros ou ligar aparelhos celulares em locais sinalizados. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.  Nunca substituir fusíveis ou disjuntores por ligações diretas com arames ou moedas. riscos dos produtos químicos domésticos. Entre as normas de segurança estabelecidas por lei para as instalações prediais. são decorrentes da falha humana. algumas medidas devem ser tomadas como:  Manter as instalações em bom estado para evitar a sobrecarga. entre outros. os perigos de brincadeiras com fogos de artifícios e balões. Para evitar acidentes com eletricidade que possam levar a um incêndio. Lei 9. faça-o em quantidades mínimas. materiais nas escadas e corredores. Prevenir é a palavra de ordem e todos devem colaborar. pois é mais importante evitar incêndios do que apagá-los. na maioria das vezes.  Revisar periodicamente toda a instalação elétrica  Não usar tomadas e fios em mau estado ou de bitola inferior à recomendada. Observar as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos. conforme suas características de consumo. Curso da CIPA . ou pior. estão a conservação e a manutenção das instalações elétricas.610/98. Não acender fósforos.

desligue a chave elétrica principal. incêndios podem acontecer num instante.  Pregos ou grampos usados para prender os fios elétricos a paredes ou rodapés podem causar danos e provocar incêndios ou perigo de choque.  Não fume perto de bolas de gás. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. nos ralos. 18.  Após utilizar uma fogueira na mata.  Não avive chamas de churrasqueiras e braseiros jogando álcool ou outros inflamáveis. Utilize fitas nas paredes ou chão em vez de pregos ou grampos  Observe se os orifícios e grades de ventilação dos eletrodomésticos (como T.  Não solte fogos de artifício.2 Outras medidas de prevenção  Jamais deixe crianças trancadas ao sair de casa. Não deixe lâmpadas. eles podem provocar grandes incêndios. etc.  Não solte balões.610/98. dentre outros. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 116 . muitas vezes cheias com hidrogênio. se não há nenhum equipamento elétrico ligado. como estufas.  Não jogue inflamáveis. pois os fios esquentam e podem ocasionar um incêndio. mutilandoas ou queimando-as.. papéis e outros materiais combustíveis. camping. 18.19 Instruções Gerais em Caso de Incêndios Por mais que tentemos prevenir. evitando o pânico.  Tenha cuidado com bolas (balões) de gás para crianças.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Curso da CIPA .. em casos onde o principio de incêndio não foi combatido. papelões e outros materiais de fácil combustão não devem ser estocados em locais abertos. elas não terão como fugir. Lei 9. velas acesas e aquecedores perto de cortinas. podem causar acúmulo de gases provocando explosões.   Não cobrir fios elétricos com o tapete.  Verificar antes da saída do trabalho.  Grande quantidade de papéis. correrias e gritarias. Não sobrecarregar as instalações elétricas com vários utensílios ao mesmo tempo.V. iniciará um incêndio. gasolina. etc. álcool. ar condicionado. ou outra emergência. exaustores. vídeo e forno de micro-ondas) não se encontram vedados por panos decorativos. jogue água na mesma e cubra com areia. próximo a áreas de circulação de pessoas e sim guardados em recintos fechados. cobertas.18.  Se a casa ficar desocupada por um período prolongado.  Não fume na cama. nesses casos é recomendado:  Manter a calma. podem explodir acidentalmente em suas mãos. pois o fumante pode adormecer e o cigarro provocar um incêndio. pode causar explosões e várias queimaduras. etc. Em caso de incêndio.

quando não se conseguir a extinção do fogo. Em situações críticas feche-se no banheiro.2 Em caso de evacuação do local     Seja qual for a emergência. No caso de ter que atravessar uma barreira de fogo. cabelos. Não tire as roupas. cobrindo o nariz e a boca.610/98. 18. bem próximo ao chão.            Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193. Aguarde outras instruções do Corpo de Bombeiros. Usar extintores ou os meios disponíveis para apagar ou passar pelo fogo. procure sempre descer pelas escadas. proporcionadas pelo Corpo de Bombeiros. Com queimaduras ou asfixias. pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. se for o caso. Mantenha-se agachado. Não suba.19. sapatos ou botas. Comunicar o fato à chefia da área envolvida ou ao responsável do mesmo prédio. fechar a porta atrás de si (sem trancar) e não voltar ao local. Acionar o botão de alarme mais próximo. encharque uma cortina e enrole-se nela. onde o calor é menor e ainda existe oxigênio. Tire apenas a gravata ou roupas de nylon.19. evitando quedas. molhe um lenço e amarre-o junto à boca e ao nariz e atravesse o mais rápido que puder. mantendo a porta umedecida pelo lado interno e vedada com toalha ou papel molhados. Existindo muita fumaça no ambiente ou local atingido. 18. o homem ainda pode salvar–se. Não corra nem salte. manter molhadas as roupas. Armar as mangueiras para a extinção do fogo. confinando o local do sinistro. Isolar os materiais combustíveis e proteger os equipamentos. Lei 9. Não fique no peitoril antes de haver condições de salvamento. Indique sua posição no edifício acenando para o Corpo de Bombeiros com um lenço. ou telefonar para o ramal de emergência. Para se proteger do calor irradiado pelo fogo. molhe todo o corpo.1 Em caso de confinamento pelo fogo       Procure sair dos lugares onde haja muita fumaça. Facilitar a operação dos membros da Equipe de Emergência para o abandono. Ao abandonar um compartimento. Fechar portas e janelas. usar um lenço como máscara (se possível molhado). seguindo à risca as suas orientações. Curso da CIPA . desligando o quadro de luz ou o equipamento da tomada. nunca utilizar os elevadores.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 117 . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Ande. roupas e sapatos. que podem ser fatais. não corra. sempre que possível.

Se suas roupas se incendiarem. o homem ainda pode salvar–se. Com queimaduras ou asfixias. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 118 .610/98. qualquer tipo de irregularidade. Levar junto com você visitantes. Não tire as roupas. procure sempre descer pelas escadas. Não corra nem salte. somente pelo nariz. 18. retire sapatos de salto alto e meias escorregadias. mulheres grávidas e outros). Não respire pela boca. práticos e reciclagens que lhe forem ministrados. quando necessário e possível. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. evitando quedas. pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. Ao descer escadarias.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Elas se apagarão por abafamento. quando não puder controlá-los. Conheça e pratique as Normas de Proteção e Combate ao Princípio de Incêndio. que podem ser fatais. Lei 9. Curso da CIPA . Tire apenas a gravata ou roupas de nylon. Sair da frente de grupos em pânico. por qualquer motivo. Não suba.         Ajudar o pessoal incapacitado a sair. dispensando especial atenção àqueles que. Participe ativamente dos treinamentos teóricos. adotadas na Empresa. inclusive as rotas de fuga. não estiverem em condições de acompanhar o ritmo de saída (deficientes físicos. jogue–se no chão e role lentamente.20 Deveres e Obrigações     Procure conhecer todas as saídas que existem no seu local de trabalho. Comunique imediatamente aos membros da Equipe de Emergência.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que estavam ou passaram pelo local. Prestar os primeiros socorros é uma atitude humana. Somente a equipe especializada é composta por socorristas. Nesse tempo. não sendo especifico para um determinado seguimento. Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima. ou seja. Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. o que requer a presença de pessoas treinadas para atuar de forma rápida. Esta função é importante. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência – sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. A pessoa que presta os primeiros socorros em casos de acidentes ou mal súbitos deve ter noções de primeiros socorros. Acionar corretamente um serviço de emergência local. Salientamos que o curso de primeiro socorros é bem amplo e especifico. por mais que se aparelhem hospitais e prontos-socorros. É comum que as pessoas sintam-se incomodadas e até não gostem de socorrer uma pessoa estranha. nem todos os acidentes podem ser evitados porque nem todas as causas podem ser controladas. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. calma e ter grande capacidade de improvisação. Mas. Por isso é fundamental que as pessoas tenham um curso especifico de primeiros socorros. ou que um desmaio resulte na morte do acidentado. bem como não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. os riscos de acidente fazem parte do nosso cotidiano. tolerância. tem os primeiros socorros de um modo geral. com a utilização de técnicas simples.610/98. socorrista é a pessoa que esta preparada. até a chegada de um socorro profissional. O socorro imediato evita que um ferimento se agrave ou que uma simples fratura se complique. Curso da CIPA . As providências a serem tomadas inicialmente são:    Uma rápida avaliação da cena e vítima. para assim auxiliar ou até mesmo não agravar mais o estado da vitima. que requer coragem e o conhecimento das técnicas adequado capazes de auxiliar numa emergência. teóricos e práticos por parte de quem os está aplicando-o. muita coisa pode acontecer. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 119 . A pessoa que presta os primeiros socorros deve agir com bom senso. Nesses minutos. Apesar das medidas de segurança comumente adotadas no ambiente de trabalho e dos cuidados que as pessoas têm com suas próprias vidas. não tendo este modulo (NR-05). Assim. parentes ou amigos também podem ser vítimas de acidentes ou de um mal súbito.19 PRIMEIROS SOCORROS O curso da NR-05 por se tratar da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. É o atendimento inicial e temporário. pois pode manter a vítima viva até a chegada do socorro adequado. Lei 9. treinada e habilitada a fazer os primeiros socorros e transporte de acidentados. A prestação dos Primeiros Socorros depende de conhecimentos básicos. Geralmente presta-se atendimento no próprio local. o objetivo de substituir um curso de primeiros socorros. pois somente com um curso completo e especifico de primeiros socorros a pessoa terá o conhecimento profundo das técnicas para diversas situações que podem ocorrer no dia-a-dia. Mas não se esqueça de que você.

Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima. ponto de referencia. vale o improviso com sacos plásticos. óculos. A pessoa que esta preparada e treinada. em vez disso se tornar mais uma vítima. SAMU e bombeiros. panos ou outros utensílios que estejam disponíveis. ambulância e bombeiros. em seguida. que indicará das prioridades. O conhecimento e a aplicação dos primeiros socorros têm como objetivo fundamental salvar vidas. deve procurar passar o máximo de informações. atropelamentos. tranquilizar os que estão assustados ou em pânico. ao mesmo tempo. Somente depois de assegurar-se da segurança da cena é que a pessoa deve ser aproximar da vítima para prestar assistência. pegar na mão de alguém que está ferido. Ao pedir ajuda. Não adianta tentar ajudar e. é de suma importância para o atendimento adequado. para garantir a vida. secreções ou por produtos tóxicos. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. colocar um curativo num ferimento ou levar uma pessoa ferida para o hospital. até um simples ato de chamar assistência especializada como. como endereço do acidente. Antes de examinar a vítima. Se você não tiver condições emocionais de prestar socorro direto à vítima. Uma vez definida e analisada a situação. máscaras entre outros.610/98. proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes. a ação deve ser dirigida para:  Pedido de ajuda qualificada e especializada  Avaliação das vias áreas  Avaliação da respiração e dos batimentos cardíacos  Prevenção do estado de choque  Aplicação de tratamento adequado para as lesões menos graves  Preparação da vítima para remoção segura  Providencias para transporte e tratamento médico (dependendo das condições) Curso da CIPA . depois sua equipe e por ultimo a Vítima. agressões entre outros. Prestar os primeiros socorros não significa somente fazer respiração artificial. executadas por qualquer pessoa treinada. fora do ambiente hospitalar. ambulâncias. deve-se interagir com a vítima. Lei 9. colisões. como desabamentos. nem deixe de adotar os procedimentos cabíveis. deve fazer uma observação detalhada da cena. eletrocussão.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. certificando-se de que o local onde se encontra a vítima está seguro. a pessoa deve se proteger para evitar riscos de contaminação através do contato com sangue. Existem várias maneiras de ajudar em um acidente. avaliar suas condições enquanto conversa com ela. Lembre-se Primeiro você. SAMU). acione os serviços especializados: médicos. Não deixe uma pessoa acidentada sem uma palavra de apoio nem um gesto de solidariedade. analisando a existência de riscos. 19.1 Procedimentos Gerais Um atendimento adequado depende antes de tudo de uma rápida avaliação da situação. dar um pouco de si. Significa chamar a equipe especializada (Bombeiros. tipo de acidente e numero de vitimas. afogamento. Por isso é importante a utilização de kits de primeiros socorros como. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 120 . luvas. Na ausência desses dispositivos. Sempre que possível. procurando acalmá-la e. sexo da vitima. idade aproximada. procure por alguém que o auxilie no atendimento e.

CLT . 19. para proteção contra doenças de transmissão respiratória e por sangue. improvisando se necessário.Art. o artigo 181 prescreve a necessidade dos que trabalham com eletricidade de conhecerem os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico.610/98. ou multa.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. se resulta a morte.12. Pena – detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses. sabendo reconhecer suas limitações Usar criatividade para improvisação Demonstrar tranquilidade. dando ao acidentado segurança Se houver condições solicitar ajuda de alguém do mesmo sexo da vítima Manter sua atenção voltada para a vítima quando estiver interrogando-a Falar de modo claro e objetivo Aguardar a resposta da vítima Não atropelar com muitas perguntas Explicar o procedimento antes de executá-lo Responder honestamente as perguntas que a vítima fizer Usar luvas descartáveis e dispositivos boca-máscara. todo indivíduo tem o dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo. uma exigência. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. reforça. Curso da CIPA . há artigos específicos na legislação brasileira acerca do assunto. o socorro da autoridade pública. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Para o Código Penal Brasileiro. Na CLT. nesses casos.1. 181 – Os que trabalham em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. à criança abandonada ou extraviada.19. mas não precipitado Usar bom senso. ou à pessoa inválida ou ferida. em seu item 10.2. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. desabamento ou incêndio). bem como inclui um conteúdo básico de treinamento para os trabalhadores que venham a ser autorizados a intervir em instalações elétricas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 121 . por exemplo. se a omissão resulta lesão corporal ou de natureza grave. e triplicada. Atender a vítima em local seguro (remove-la do local se houver risco de explosão. a NR-10 ao tratar de situações de emergência. Lei 9. a omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135. Por isso. Código penal .Art.2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro Devido à importância do ato de prestar socorro. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade. 135 – Deixar de prestar assistência.1 Princípios para os Primeiros Socorros:               Agir com calma e confiança – evitar o pânico Ser rápido. ou pedir.

ou a pessoa inválida ou ferida. Parágrafo 1º Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo. 135. a criança abandonada ou extraviada. As questões jurídicas em relação aos Primeiros Socorros são bem complexas. Parágrafo 2º Embora reconheça que era razoável exigir-se o sacrifício do direito ameaçado. Pena .Detenção de um a três anos. cujo sujeito ativo pode ser qualquer pessoa.19. III Em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito Estado de necessidade Art. ou não pedir. nesses casos.2. visto que deixar de prestar socorro como no item 18. Lesões corporais Art. II Em legítima defesa. Homicídio simples Art. Esta assistência vai desde chamar o serviço especializado. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Por outro lado o Art. 135 deixar de prestar assistência. 20 .2 código penal art. que não provocou por sua vontade. não era razoável exigir-se. nem podia de outro modo evitar direito próprio ou alheio. 132 Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e eminente. Pena . o Juiz pode reduzir a pena de um a dois terços.Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. Exposição ao perigo Art.610/98.Não há crime quando o agente pratica o fato. mesmo que não tenha o deve jurídico de prestar assistência. cujo sacrifício nas circunstancias.Reclusão de seis a vinte anos. até de fato iniciar os Primeiros Socorros. o socorro da autoridade pública. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 122 . Lei 9.1 Aspectos Legais Durante uma emergência. IEm estado de necessidade.Se o homicídio é culposo. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. Omissão de socorro: Art.Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual. 19 . as pessoas podem se deparar com questões jurídicas. Pena . Parágrafo 3º . Curso da CIPA . por tanto comentaremos os principais tópicos penais que podem ser de interesse. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. 129 . 121 .Detenção de um a três anos. Nulidade do crime Art. 129 não permite ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. a omissão de socorro é crime.Matar alguém.

sempre se deve chamar o serviço especializado e prestar uma assistência psicológica para a vítima quando não estamos preparados para iniciarmos manobras complexas. Uma coisa é certa. por serem de baixa voltagem. às vezes levando até a morte. geralmente.  Isolar o local. o atendimento é muito confuso. defesa cível. utilizando de bom senso sempre. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 123 . pois em alguns casos também podem levar a morte. 19. Rolos de atadura de crepe ou de gaze (tamanhos diversos) Esparadrapo Tesoura de ponta arredondada Pinça Soro fisiológico ou água bidestilada Luvas de látex Lanterna 19. também merecem atenção e cuidado. apesar de apresentarem riscos menores. Os choques causados por correntes elétricas residenciais. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Em casos de alta voltagem. Há alguns itens necessários para uma caixa de primeiros socorros como:         Compressas de gaze (preferencialmente esterilizadas).5 Choques Elétricos Com o avanço da tecnologia cada vez mais estamos circulados por máquinas. para proteger vítimas e demais pessoas.3 Urgências Coletivas Acidentes em locais onde há aglomeração de pessoas costuma envolver um grande número de vitimas e nesses casos. Curso da CIPA . no trabalho e no carro uma caixa de primeiros socorros.  Retirar as vítimas que estejam em local instável  Determinar as prioridades de atendimento.  Determinar locais diferentes para a chegada dos recursos e saída das vítimas. Por isso as ocorrências de choques elétricos se tronam mais frequentes.Por este motivo a pessoa deve estar muito confiante. Ao se deparar com uma urgência coletiva. para que no caso de algum inconveniente você esteja preparado. preparada e treinada para iniciar os procedimentos de primeiros socorros. aparelhos e equipamentos eletrônicos. deve tomar as seguintes medidas:  Providenciar comunicação imediata com os serviços de saúde. Lei 9. para avaliar a melhor forma de manter a vítima viva.4 Caixa de Primeiros Socorros É importantíssimo e recomendável ter em casa.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.  Providencias o transporte de forma adequada para não complicar as lesões 19. fazendo uma triagem rápida das vítimas para que as mais graves possam ser removidas primeiro. bombeiros e polícia. os choques podem ser fortes e provocar queimaduras graves.

1 Procedimentos para choque elétrico Como visto anteriormente. nem tente ajudá-la antes de a corrente elétrica ser desligada. de modo a facilitar a respiração. Dependendo das condições da vítima e das características da corrente elétrica o acidentado pode apresentar:  Sensação de formigamento. somente depois de desligada é que você deverá prestar socorro. somente pessoas autorizadas ou da central elétrica pode desligá-los. nos cabos elétricos que vemos nas ruas. Se a pessoa que irá prestar os primeiros socorros tocar na vitima. Nesse caso.5. luvas. verifique se ocorreu alguma queimadura. 19. a vítima que leva o choque fica presa no equipamento ou fios elétrico. por isso. você certamente poderá evitar novos acidentes. quando ocorre algum choque envolvido esses cabos. aja imediatamente. antes de tudo é necessário desligar o aparelho. há morte instantânea.  Contrações musculares fracas que poderão tornar-se fortes e dolorosas. deve-se desligar a corrente elétrica. Se constatar parada cardiorrespiratória. aplicando massagem cardíaca. Curso da CIPA .  Alteração do ritmo cardíaco ou parada cardíaca. sendo a distância mínima recomendada de quatro metros. Deite a vítima e flexione a cabeça dela para trás. No acidente elétrico. Depois prestar os primeiros socorros. antes de tocar a vítima. além de poder sofrer arritmias cardíacas se a corrente elétrica passar pelo coração.Em um acidente que envolva eletricidade. Procedendo dessa maneira. por exemplo. As correntes de alta tensão se localizam. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 124 . Para atender uma vítima de choque elétrico devemos seguir alguns passos básicos como:     Realizar avaliação primária (grau de consciência. Em algumas vezes.  Inconsciência. caso não seja possível. Lembre-se: não deixe que ninguém se aproxime da vítima.  Queimaduras. geralmente. a corrente também irá atingi-la. Lei 9. dependendo da corrente elétrica. cinto de couro. separar a vítima do contato utilizando qualquer material que não seja condutor de eletricidade como: um pedaço de madeira. A vítima de choque elétrico às vezes apresenta no corpo queimaduras nos lugares percorridos pela corrente elétrica. a vítima pode ficar presa ou ser violentamente projetada à distância. os bombeiros ou a policia. a rapidez no atendimento é fundamental. cuidando delas de acordo com o grau de extensão que tenha atingido. borracha grossa. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. isso pode ser fatal.  Traumatismos como fraturas e rotura de órgãos internos. tirando-o da tomada ou até mesmo desligando a chave geral.  Dificuldade respiratória ou parada respiratória.610/98. entre em contato com a central. Caso esteja respirando normalmente e com batimentos cardíacos. indicando o local exato do acidente. providencie assistência médica imediata.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. respiração e pulsação).

um dos riscos indiretos em trabalhar com eletricidade. é a ausência das funções vitais. A parada respiratória pode correr por diversas situações como afogamento.610/98. a pessoa pára de respirar ou sofre uma asfixia. aspiração excessiva de gases venenosos ou vapores químicos.6 Parada Cardiorrespiratória . 19.6. sufocação. essa ultima pode ocorrer em ambientes confinados. Lei 9. chegando bem próximo da boca e do nariz da vítima e verificar:  Se o tórax se expande  Se há algum ruído de respiração  Sentir na sua própria face se há saída de ar Sinais de Parada Respiratória    Inconsciência Tórax imóvel Ausência de saída de ar pelas vias aterias (nariz e boca) 19. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo. quando ocorre por alguma razão uma parada respiratória. As pulsações cardíacas indicam a frequência e a força com que o coração está enviando o sangue para o corpo.PCR A parada cardiorrespiratória é a parada dos movimentos cardíacos e respiratórios. ou seja.2 Parada Cardíaca Ocorrendo uma parada respiratória temos que ficar atentos. pois pode ocorrer uma parada cardíaca simultaneamente. estas pulsações seguem sempre o mesmo ritmo e força em situações normais. Curso da CIPA . ou seja. A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos. choque elétrico entre outros. soterramento. Há um modo bem simples para perceber os movimentos respiratórios da vitima.6. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 125 . a parada de uma acarreta a parada da outra.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. pode parar os batimentos do coração.1 Parada Respiratória Como sabemos o ser humano não vive sem o ar (oxigênio). presença de corpo estranhos na garganta.19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. movimentos respiratórios e batimentos cardíacos.

610/98. Sinais de Parada Cardíaca    Inconsciência Ausência de pulsação (batimentos cardíacos) Ausência de som de batimentos cardíacos Para verificar as pulsações é necessário senti-las nas artérias principais que passam pelo corpo.6. panos ou sacos plásticos. Lembre-se antes de avaliar as condições da vítima. pode estar havendo uma parada cardíaca. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 126 . que consiste em avaliar:  A . ou seja. denominadas carótidas. luvas. deve-se observar se a vítima apresenta algum sinal de circulação como:  Respiração  Tosse ou emissão de som  Movimentação Em casos onde esses sinais não são evidentes. A iniciação deve começar com o ABC da vida.Porém quando isso não ocorre.3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória Primeiramente deve-se verificar a segurança do local. Quando ocorre uma ausência de pulsação nessas artérias é um dos sinais mais evidentes que ocorreu uma parada cardíaca. deve falar com a vítima buscando saber se ela esta consciente ou não. Lei 9. em seguida. deve-se considerar que a vítima esta sem circulação e iniciar as compressões torácicas.Boca ( Respiração) ou Boa respiração  C . as mais utilizadas é a que passam pelo pescoço. pode estar havendo um problema com a circulação do sangue.Vias Aérias  B . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Quando ficar com dúvida ou não conseguir verificar as pulsações.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.Circulação Curso da CIPA . 19. Após confirmação do estado de inconsciência a prioridade é pedir auxilio qualificado. usar os dispositivos de proteção possíveis ou improvisados como.

Colocar uma das mãos sobre a testa da vítima e com a outra elevar o queixo. sangue. ou seja mantendo a cabeça e o pescoço em uma posição neutra abrindo somente a boca da vítima. pontes dentárias. é necessário proteger a coluna cervical (pescoço). o relaxamento da musculatura do maxilar faz com que a língua caia para trás. para retirar esta secreção deve-se virar a cabeça junto com o corpo (sendo necessários três socorristas ou pessoas treinadas). mantendo assim a coluna cervical alinhada. impedindo a passagem do ar.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. as vias aéreas podem estar obstruídas por várias maneiras como. ela deverá ser tratada com a Reanimação cardiopulmonar (RCP). mas a principal causa de obstrução é a “queda da língua”. Na obstrução por presença de sangue ou secreção. agressão entre outros fatores.6. que consiste simplesmente no posicionamento dos dedos bilateralmente por detrás dos ângulos da mandíbula do paciente. Em casos de suspeitas de a vítima ter sofrido algum tipo de traumatismo. Quando a pessoa esta inconsciente. desobstruindo as vias aéreas. por queda acidente de transito. 19.Caso se confirme uma parada cardiorrespiratória (PCR). seguido do deslocamento destes para frente.1 Obstrução das Vias Aéreas A obstrução das vias aéreas é uma das principais causas de morte em pessoas inconscientes. O que fazer em casos de obstrução      Remover dentadura. deve-se limpar a boca e nariz da vítima com um pano limpo e virar sua cabeça para o lado facilitando a saída do liquido. A manobra a ser aplicada é a de “elevação modificada da mandíbula”. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 127 . Em caso de presença de secreção com suspeita de traumatismo. dentes soltos etc. secreções e corpos estranhos. Curso da CIPA .3. essa manobra reposicionará corretamente a língua. excesso de secreção. Lei 9.

que sabem fazê-la com a qualidade e agilidade adequada. A mudança se deu com o intuito de facilitar o processo e impedir que pessoas desistam de fazê-lo pelo receio de encostar sua boca na boca de desconhecidos. ATENDIMENTO LESÃO CEREBRAL Até 4 minutos De 4 a 6 minutos Em mais de 6 minutos Improvável Provável Muito provável 19. as chances de sucesso de uma pessoa que faz a massagem cardíaca corretamente são praticamente as mesmas de quem opta pela massagem e respiração artificial. Até então no Brasil 95% dos que sofreram ataque repentino. que assumirá o trabalho. ouvir e sentir a respiração. Segundo a AHA (American Heart Association). a chance aumenta para quase 50% até a chegada da equipe de socorro. caso a vitima esteja respirando deverá avaliar a pulsação. Lei 9. pois dependendo do tempo pode levar a vítima a ter lesão cerebral. a respiração artificial deve ainda ser padrão para os profissionais de saúde.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Já ao receber a massagem. será necessário a reanimação cardiopulmonar (RCP). Se a vítima da parada cardíaca não receber nenhuma ajuda em até oito minutos.610/98. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. essa nova regra começou a valer a partir de 2010. a chance de ela sobreviver não passa de 15%. Pesquisas americanas recentes mostram que a massagem aumenta em três vezes as chances de vida.A pessoa que presta os primeiros socorros deve ver.6. Pela nova norma. não foram suficientes para a vítima retornar a respirar. Se os procedimentos de obstrução das Vias Aéreas. ou até mesmo a vitima não apresenta pulsação. leigos não precisam fazer respiração boca a boca. morreram antes de chegar ao hospital. além de contar com a vantagem de se ganhar tempo – essencial no processo. órgão americano que divulgou as novas normas. Nova regra de ressuscitação dá prioridade à massagem cardíaca.4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Em parada cardiorrespiratória o tempo é fundamental. além de possuir os equipamentos de proteção necessários. Curso da CIPA . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 128 .

19.6.5 Modo de fazer a massagem cardíaca:
A massagem cardíaca deve ser realizada no meio do peito (entre os dois mamilos), com o
movimento das mãos entrelaçadas (uma em cima da outra) sob braços retos, que devem fazer ao
menos cem movimentos de compressão por minuto, de forma rápida e forte.

Os movimentos servem para retomar a circulação do sangue e, consequentemente de
oxigênio, para o coração e o cérebro, interrompida quando o coração para. Não espere mais de dez
segundos para começar a compressão e a faça até o resgate chegar, sem qualquer interrupção.
Como demanda esforço físico, tente revezar com outra pessoa, de forma coordenada, se
puder
Procedimentos.



Realizar somente quando tiver certeza de que o coração da vítima parou
Colocar a vítima sobre uma superfície rígida
Ajoelhar-se ao lado da vítima
Entrelaçar os seus dedos, estendendo-os de forma que não toquem no meio do peito
da vítima (entre os dois mamilos).



Posicionar seus ombros diretamente acima de suas mãos sobre o peito da vítima
Manter os braços retos e os cotovelos estendidos
Pressionar o osso esterno para baixo, aproximadamente 5 centímetros;

Fazer as compressões uniformemente e com ritmo;

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Faça até o resgate chegar, sem qualquer interrupção
Durante as compressões, flexionar o tronco ao invés dos joelhos
Evitar que os seus dedos apertem o peito da vítima durante as compressões.

ATENÇÃO: As manobras de Primeiros Socorros sempre são reformuladas sendo necessário
o aluno sempre estar buscando se atualizar.

19.7 Estado de Choque
As principais causas do estado de choque são: hemorragias e queimaduras graves, choque
elétrico, ataque cardíaco, dor intensa de qualquer origem, infecção grave e envenenamento por
produtos químicos.
O estado de choque é um complexo grupo de síndromes cardiovasculares agudas que não
possui, uma definição única que compreenda todas as suas diversas causas e origens.
Didaticamente, o estado de choque se dá quando há mal funcionamento entre o coração, vasos
sanguíneos (artérias ou veias) e o sangue, instalando-se um desequilíbrio no organismo.
O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação e oxigenação dos tecidos do
corpo, provocada pela diminuição do volume de sangue ou pela deficiência do sistema
cardiovascular.
O estado de choque põe em risco a vida da vítima, sendo assim uma grave emergência
médica. O correto atendimento exige ação rápida e imediata.
19.7.1 Sinais e sintomas
O estado de choque pode se manifestar de diferentes formas. A vítima pode apresentar
diversos sinais de sintomas ou apenas alguns deles, dependendo da intensidade em cada caso. O
quadro clínico, portanto, é praticamente o mesmo, não importando a causa que desencadeou o
estado de choque.
A vítima de estado de choque ou na iminência de entrar em choque apresenta geralmente os
seguintes sintomas:












Pele pálida, úmida, pegajosa e fria. Cianose (arroxeamento) de extremidades, orelhas,
lábios e pontas dos dedos.
Suor intenso na testa e palmas das mãos.
Fraqueza geral.
Pulso rápido e fraco.
Sensação de frio, pele fria e calafrios.
Respiração rápida, curta, irregular ou muito difícil.
Expressão de ansiedade ou olhar indiferente e profundo, com pupilas dilatadas,
agitação.
Medo (ansiedade).
Sede intensa.
Visão nublada.
Náuseas e vômitos.
Respostas insatisfatórias a estímulos externos.
Perda total ou parcial de consciência.
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Taquicardia
Queda de pressão arterial
Tonturas e calafrios

19.7.2 Providencias a serem tomadas
Algumas providências podem ser tomadas para evitar o estado de choque. Mas infelizmente
não há muitos procedimentos de primeiros socorros a serem tomados para tirar a vítima do choque.
Deitar a Vitima

A primeira atitude é tentar acalmar a vítima que esteja consciente.
Vítima deve ser deitada de costas, com as pernas elevadas (30cm) e a cabeça virada
para o lado, evitando assim, caso ela vomite, que aspire podendo provocar
pneumonia. (caso não houver suspeita de lesão ou fraturas na coluna)
 No caso de ferimentos no tórax que dificultem a respiração ou de ferimento na cabeça,
os membros inferiores não devem ser elevados.
 Afrouxar as roupas da vítima no pescoço, peito e cintura, para facilitar a respiração e a
circulação
 Verificar se há presença de prótese dentária, objetos ou alimento na boca e os retirar.
No caso de a vítima estar inconsciente, ou se estiver consciente, mas sangrando pela boca
ou nariz, deitá-la na posição lateral de segurança (PLS), para evitar asfixia, conforme demonstrado
na Figura.

Obs: se a vitima sofreu alguma lesão grave que possa ter causado algum dando na coluna a
vitima não deve ser movimentada.
Respiração
Verificar quase que simultaneamente se a vítima respira. Deve-se estar preparado para iniciar
a reanimação cardiopulmonar, caso a vítima pare de respirar.

Pulso
Enquanto as providências já indicadas são executadas, observar o pulso da vítima. No
choque o pulso da vítima apresenta-se rápido e fraco (taquisfigmia).
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Atenção: Em todos os casos de reconhecimento dos sinais e sintomas de estado de choque. é o resultado de vários agentes que atuam como fatores internos ou externos. a vítima deverá ser deitada da melhor maneira possível. aumentando ou reduzindo a temperatura. Estes valores oscilam entre 34. Permanecer em vigilância junto à vítima para dar-lhe segurança e para monitorar alterações em seu estado físico e de consciência. radiação e produtos químicos.610/98. Isso significa observar se ela não está sentindo frio e perdendo calor. em um determinado momento.1 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 132 . a exposição excessiva ao sol e até mesmo à temperatura ambiente muito elevada. O contato com chamas e substancias superaquecidas. Mecanismos homeostáticos internos atuam para manter a vida com a constância da temperatura corporal dentro de valores ideais para a atividade celular. Não se deve dar nada para beber. A vítima vai necessitar de tratamento complexo que só pode ser feito por profissionais e recursos especiais para intervir nestes casos. a vítima deve ser agasalhada com cobertor ou algo semelhante. se refere à extensão da área lesada. ÁREA ATINGIDA Cabeça Pescoço Tórax e Abdome Costas e Região Lombar Cada Braço Cada Perna Genitália EXTENSÃO 7% 2% 18% 18% 9% 18% 1% Curso da CIPA . providenciar imediatamente assistência especializada. Lei 9. dependendo de sua localização. Se for preciso.8 Distúrbios causados pela Temperatura A temperatura. podem causar lesões diferenciadas no corpo humano. ajudando assim a avaliar a gravidade de uma queimadura. e os contatos com gases. eletricidade. 19. geralmente calor. tranquilizar a vítima. provocam reações no organismo humano que podem se limitar à pele ou afetar funções orgânicas vitais. mantendo-a calma sem demonstrar apreensão quanto ao seu estado. extensão e grau de profundidade. A tabela a seguir.Conforto Dependendo do estado geral e da existência ou não de fratura. que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa. A temperatura do corpo humano. calor ou frio.0C. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Tranquilizar a Vítima Se o socorro médico estiver demorando. como uma lona ou casacos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. 19.4 e 40.8.

as queimaduras são classificadas em graus para melhor compreensão e adoção de medidas terapêuticas adequadas.1 Queimadura de Primeiro Grau É a mais comum. no caso de adultos.8. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Trata-se de um tipo de queimadura causado quase sempre por exposição prolongada à luz solar ou por contando breve com líquidos ferventes. Curso da CIPA . sendo a lesão é superficial. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 133 . Lei 9. São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo. além de provocar ardor e ressecamento.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. no caso de crianças de até 10 anos.610/98. deixa a pele avermelhada. 19.Profundidade ou Grau das Queimaduras Dependendo da profundidade queimada do corpo. e mais de 10% do corpo.1.

Lei 9. diferentemente do que acontece nas queimaduras de primeiro e segundo graus.8. Os casos mais graves a vítima deve ser encaminhada ao hospital. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a não ser que atinjam uma área muito grande ou sejam em bebês e idosos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Providências Queimaduras do 1º e 2º grau (de baixa gravidade) podem ser tratadas sem recurso ao hospital. podendo ainda alcançar músculos e ossos. Curso da CIPA . Deve-se:        Aplicação de água fria até alivio da dor. Esse tipo de queimadura não produz dor intensa. com formação de feridas avermelhadas e muito dolorosas. fazendo com que a pele se assemelhe ao couro.3 Queimadura de Terceiro Grau Queimaduras de terceiro grau são aquela em que todas as camadas da pele são atingidas. Nota: Não se deve usar algodão porque aderir à ferida 19.1. Caracteriza-se pelo surgimento de bolhas. Essas queimaduras apresentam-se secas. essa queimadura é aquela que atinge as camadas um pouco mais profundas da pele.Providências As queimaduras de 1º grau podem ser tratadas sem recurso ao hospital. Secagem da zona afetada com compressa esterilizada.610/98. 19. Este tipo de queimadura melhora em 3 dias. Não colocar nenhum produto caseiro. desprendimento das camadas superficiais da pele.8. Os cremes/loções calmantes só estão indicados para as queimaduras de 1º grau. pelo menos 5 minutos. Cobrir com um pano limpo Aplicação de gaze vaselinada (não aderente) sobre a queimadura e um penso absorvente para absorver exsudado (deve ser mudado regularmente): Não deve-se estourar as bolhas. já que provoca a destruição dos nervos que transmitem a sensação de dor.1.2 Queimadura de Segundo Grau Mais grave do que a de primeiro grau. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 134 . esbranquiçadas ou de aspecto carbonizado.

o mecanismo de transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. podendo se manifestar subitamente. É grave e representa sérios riscos para a vítima. 19.2 Insolação A insolação é uma enfermidade provocada pela exposição excessiva aos raios solares. porém. ou mais. Insolação pode causar morte ou incapacitação permanente se o tratamento de emergência não for providenciado. Proteger o local com um pano limpo. podendo ser de Primeiro. a pulsação e a respiração. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A temperatura corporal de uma pessoa com insolação pode subir até 41 graus. Providências O tratamento de queimaduras de modo geral pode ser feita da seguinte forma. Lei 9. em que a área lesada não seja muito extensa. Queimaduras elétricas: Requer urgência hospitalar porque podem afetar áreas não visíveis. sobretudo se atingir grande extensão do corpo.Geralmente a queimadura de terceiro grau é causada por contato direto com chamas. geralmente observam-se apenas alguns deles.610/98. Curso da CIPA . líquidos inflamáveis ou eletricidade.8. como órgãos internos. sua temperatura corporal aumenta rapidamente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 135 . em 10 a 15 minutos. mantendo presentes. A insolação acontece quando o organismo fica incapacitado de controlar sua temperatura. quando a pessoa cai desacordada. Sinais e Sintomas:         Tontura Enjoo Dor de cabeça Pele seca e quente Rosto avermelhado Febre alta Pulso rápido Respiração difícil Não é comum esses sinais aparecerem todos ao mesmo tempo. pelo menos 5 minutos. Quando a pessoa tem insolação. Providenciar atendimento médico.    Deve-se resfriar com água o local atingido. Segundo ou Terceiro grau. Esse atendimento médico pode ser dispensado apenas no caso de queimaduras de primeiro e segundo grau.

) com temperaturas muito altas. Avaliar nível de consciência. A intermação acarreta uma série de alterações no organismo.8. Providências     Remover a vítima para lugar fresco e arejado. Sinais e Sintomas:         Temperatura do corpo elevada. Pele úmida e fria Palidez ou tonalidade azulada no rosto Cansaço Calafrios Respiração superficial Diminuição da pressão arterial Para prevenir a intermação. Diferentes níveis de consciência. o trabalhador não deve permanecer por longos períodos de tempo em ambientes quentes e fechados.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 136 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. é necessário ingerir muito líquido e alimentos que contenham sal.Providências         Remover a vítima para lugar fresco e arejado. 19. Mantê-la deitada. Encaminhar para atendimento hospitalar. para não ocorrer um colapso. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. divido quedas bruscas de temperatura. pulso e respiração. padarias. aplicando compressas de pano umedecido com água. Lei 9. pulso e respiração. Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . com graves consequências para a saúde da vítima.3 Intermação Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições. Providenciar transporte adequado.610/98. Aplicar compressas frias sobre sua cabeça. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso da CIPA . caldeiras etc. Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma frequente. Avaliar nível de consciência. envolvendo-a com toalhas umedecidas. O ideal é deixar que a temperatura vá diminuindo bem lentamente. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo.

mas pode causar alterações locais. Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar. adotando os procedimentos adequados caso haja necessidade. Já uma picada de cobra venenosa.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. 19. pois suas picadas podem provocar intoxicação ou envenenamento. Sinais e sintomas de Inalação:        Dor de cabeça Sonolência Enjoo Fraqueza muscular Respiração difícil Inconsciência (em casos graves) Mudança da cor da pele ( em casos graves) Em atendimentos a vítimas de intoxicação. aspiração e ingestão. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 137 . Entre eles. pelo número de acidentes que provocam. Por isso é tão importante que todos aqueles que trabalham em espaços confinados. eventualmente. expondo-se a intoxicação. deve-se tomar cuidado para não se transformar em mais uma vítima. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Observar o pulso e respiração. Providências     Afastar imediatamente a vítima do ambiente contaminado e levá-la para um local arejado. os mais importantes. 19. discreta inchação.10 Picadas de animais Em ambientes há presença de animais peçonhentos. são as serpentes (cobras).1 Serpentes As serpentes são classificadas em venenosas e não-venenosas.9 Intoxicações A intoxicação resulta da penetração de substância tóxica/nociva no organismo através da pele. onde estão sujeitos à aparição de cobras. Curso da CIPA . se não forem tomadas providências imediatas pode levar a vítima à morte.10. tenham informações suficientes que permitam identificá-las. e é muito importante tomar certos cuidados com eles. como dor moderada e. Animais peçonhentos ou venenosos são todos aqueles que expelem substâncias tóxicas (venenos) e que têm órgãos específicos para sua inoculação. Manter a vítima quieta e agasalhada Encaminhá-la imediatamente para o atendimento médico 19. A picada das não-venenosas não provoca manifestações gerais. os escorpiões e as aranhas.610/98.

Tudo poderá ser facilmente verificado. Cabeça com placas em vez de escamas. Cabeça estreita. Cabeça com escamas pequenas semelhantes às do corpo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 138 . fosseta lacrimal ausente. dando ao tato uma impressão de aspereza. Escamas achatadas. sem carena. Segundo o Instituto Butantan aproximadamente 1% das picadas de cobras venenosas é fatal quando a vítima não é socorrida a tempo. escorregadio.As cobras venenosas distinguem-se das não-venenosas por vários fatores. afinada bruscamente. Cauda curta. no entanto há algumas observações que geralmente dá para fazer. pontudas. bem destacada.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. triangular. imbricadas. Olhos grandes. a situação é bem outra. se tivermos um animal morto ou imobilizado que poderá ser examinado com calma e minuciosamente. Curso da CIPA . Escamas do corpo alongadas. foge. afinada gradualmente. enrodilhando-se. com pupila circular. Na prática. Cauda longa. Olhos pequenos. toma atitude de ataque. Um deles tem a ver com o comportamento: enquanto as venenosas ficam agressivas e tomam posição para dar o bote na presença de outro animal ou pessoa. Principais diferenças entre cobras venenosas e não-venenosas: Venenosas Não Venenosas Cabeça chata.610/98. com pupila em fenda vertical e fosseta loreal entre os olhos e as narinas (quadradinho preto). sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. quando ocorrem os acidentes. com carena mediana. as não venenosas tornam-se medrosas e fogem. mal destacada. alongada. Quando perseguida. dando ao tato uma impressão de liso. Quando perseguida. Lei 9.

610/98. Já as escamas eriçadas da cauda da surucucu é muito mais difícil de ver. estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que. A cascavel. poderá servir ao médico para diferenciar a cobra coral verdadeira da falsa: se após pouco tempo você não tem nenhum dos sintomas clínicos de envenenamento ofídico. Mantenha o local da mordida sempre que possível. ficará algum tempo em observação sem tomar soro. Repetimos que o chocalho é muito óbvio e fácil de reconhecer. é necessário procurar um médico. mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. pelo menos informe os aspectos do local em que aconteceu o acidente: floresta.       Mesmo que seja impossível reconhecer a cobra que causou o acidente. Lavar o local com bastante água corrente. O chocalho também se ouve: antes de dar o bote. A confusão com as serpentes corais falsas é irrelevante. Lei 9. Chocalho As serpentes crescem rapidamente após o nascimento e alcançam a maturidade após 2 anos (as grandes cobras. É uma ótima chance de evitar o confronto. Você poderá dizer ao médico se foi ou não uma cobra coral. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 139 . enquanto mantém-se a vítima deitada e calma Retirar anéis se o dedo for atingindo. 2) Se não for coral.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. pois o edema pode tornar-se intenso e produzir garroteamento. pois não trará nenhum perigo à sua saúde. O tempo decorrido entre o acidente e a intensidade dos sintomas também é fundamental para avaliar a gravidade do caso e guiará a terapêutica a ser aplicada. A finalidade é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. jiboia e sucuri. a ação precisa ser rápida. Procedimentos Como o veneno se difunde para os tecidos nos primeiros 30 minutos após a picada.. rochas expostas. Com o correr dos anos. quando o animal vibra a cauda. Por exemplo. areia. a cascavel balança vigorosamente a cauda para lhe espantar com o ruído. É uma informação preciosa ao posto de socorro. 4) Se não tiver nenhuma observação sobre a cobra. veja bem a cauda da cobra se tem ou não o chocalho típico da cascavel. Remover a vítima rapidamente para o local mais próximo que disponha de soro antiofídico – único tratamento eficiente para combater os males causados por serpentes venenosas.. após 4 ou 5). 3) Tome nota da hora em que você foi picado. Durante suas vidas os ofídios mudam a pele regularmente e é comum encontrar-se cascas de serpentes abandonadas no campo. Os característicos anéis coloridos das cobras corais são gritantes. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. seja qual for a cobra que tenha provocado o acidente.1) Verifique a coloração do corpo do animal que lhe mordeu. balançam e causam o ruído característico. Curso da CIPA . por razões não bem entendidas. em vez de sair completamente de sua pele antiga. abaixo do nível do coração. etc. Compressas de gelo ou água fria retardam os efeitos do veneno.

19. para que as picadas não ocorram.O que não deve ser feito     Não dê álcool a vítima. são muito venenosas. 19.10. Curso da CIPA . galinhas. cerca de 4% das vítimas de ferroadas de escorpião morrem. no caso das aranhas. sedativos ou aspirinas Nunca faça cortes ou incisões O uso do torniquete é contra-indicado Não deixe a vítima ir caminhando em busca de atendimento médico. São também sues inimigos naturais: pássaros. mas também para suas próprias espécies. É pouco agressiva e não causa dor local. Os sintomas aparecem depois de oito a 20 horas: inchaço local e bolhas são os mais comuns. sapos e pássaros. Algumas espécies. seriemas.610/98. Sua cor é marrom-café. mais grave será o envenenamento. Caranguejeira é preta e peluda. porém.2. sua mordida pode passar despercebida. As picadas que provocarem dor intensa podem ser graves. Ambos tem como característica comum o fato de não serem agressivos e de picarem somente quando molestados ou para se defender. camaleões. Devemos dar ênfase às precauções. pois devoram-se mutuamente. Quanto maior for o número de ferroadas.10. portanto encaminhar a vítima para atendimento médico. A aranha marrom tem o corpo escuro e as pernas mais claras. é fundamental. a urina do acidentado fica com uma cor marrom escura.2 Escorpiões e Aranhas Tanto os escorpiões quanto as aranhas representam perigo não só para o homem. Isto nos faz tomar pouco cuidado com elas. Nos casos graves. com a maior rapidez. Tarântula é marrom-clara e peluda. Vive nos gramados e jardins. pois quanto mais ela se movimentar mais risco há de o veneno se espalhar pelo organismo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . Os primeiros socorros são úteis e importantes até 30 minutos depois da picada. Armadeira não tem pelos. Lei 9. no caso dos escorpiões: e lagartos. corvos e alguns anfíbios (principalmente sapos).1 Aranhas Nem todas as aranhas representam perigo de vida. apoiada nas pernas de trás e com as da frente levantadas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 140 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Segundo o instituto Butantã. fica na posição de bote para atacar.

2. aumento da pressão arterial. quando for ao hospital. 19.2 Escorpiões Seu veneno pode levar crianças e pessoas desnutridas à morte. Sintomas de uma picada: Os sintomas de uma picada de escorpião são:     Formigamento no local. Se aparecerem outros sintomas. suores intensos seguidos de tremores ou salivação exagerada. que extrairá dele o antídoto contra o veneno da picada. não espere o aparecimento dos sintomas mais graves. guarde-o para levar ao médico. Procedimentos      Se conseguir pegar o escorpião. vômitos. Aplique compressas frias nas primeiras horas. Procedimentos  Em caso de acidente com aracnídeos. O repouso é importante para que o veneno não se espalhe pelo corpo da vítima. enjoos ou vômitos.10. procure um pronto-socorro.  Lavar o local afetado com água corrente. procure assistência médica imediata. como taquicardia. a pessoa corre risco de vida. espasmos musculares e dificuldade respiratória.Sintomas Configura acidente grave o aparecimento de tremores. Dele será extraído o antídoto que poderá salvar a vida do acidentado. se conseguir apanhar o animal. Eles têm hábitos noturnos e não são agressivos. temperatura baixa.  Manter a vítima no mais completo repouso para que o veneno não se espalhe em seu organismo.  Nunca faça torniquete em um membro picado. . Ir imediatamente à procura de atendimento médico. e providencie ou aguarde atendimento médico. leve-o com você. Dor moderada a intensa. podendo espalhar-se por todo o corpo. Neste caso. Torniquete não é aconselhado. Nas primeiras 24 horas após a picada do escorpião.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.com. conta os ossos. Lavar a ferida com água e sabão para não infeccionar Secar a região machucada com um pano limpo Verificar se existe algum vaso com sangramento.com.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Caso não seja possível. 19. sofre arranhões em contato com as asperezas do chão.inbraep. Curso da CIPA . Não representam risco à vítima quando isoladas. sem perda ou destruição do mesmo. Proteger o ferimento com uma compressa de gaze ou um curativo pronto.11 Ferimentos 19. As escoriações acontecem quando o objeto atinge apenas as camadas superficiais da pele. camada de gordura e músculos. Procedimentos      Lavar as mãos com água e sabão e protegê-las para não se contaminar. Caso utiliza o gelo. inbraep@inbraep. Geralmente são causadas por instrumento cortante ou contundente. como pele. mas costumam ser extremamente dolorosas. Em alguns casos quando a batida é muito forte. Procedimentos    Manter em repouso a parte contundida Aplicar compressas frias ou saco de gelo até que a dor melhore e a inchação se estabilize.610/98. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. com sangramento discreto.br Site: www. originando um hematoma.INBRAEP . apresentando solução de continuidade do tecido.11. proteger a parte afetada com um pano limpo para evitar queimaduras na pele. comprimir o local até cessar o sangramento. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 142 . Se houver. Esse tipo de ferimento acontece geralmente em consequência de quedas. 19. que são as escoriações mais frequente. pode ocorrer rompimento de vasos sanguíneos na região.2 Escoriações São lesões simples da camada superficial da pele ou mucosas. usar um lenço ou pano limpo. tratando-se de uma forte compressão dos tecidos moles.br A pessoa acidentada deverá ficar em observação por um período de seis a oito horas.11. quando a pele de certas partes do corpo.1 Contusão A contusão é uma lesão sem o rompimento da pele.

 Compressas: Envolver a parte amputada em panos limpos. as chances de reimplante diminuem).br  Prender o curativo ou pano com cuidado.br Site: www. Caso isso não seja possível. Lei 9.11. Providenciar compressas (panos limpos) e fazer compressão no local da amputação. pois com a ruptura de vasos a hemorragia é constante. Lembre-se: Em casos graves. maiores as chances de sucesso no reimplante. Desse modo. Primeiro chamar o socorro e depois cuidar da vítima  Assistência À vítima: Se a vitima estiver consciente fazer o possível para acalmá-la. Nunca colocar a parte amputada diretamente em contato com o gelo. ao presenciar esse tipo de acidente. pois isso pode causar morte celular e não haverá possibilidade de reimplante  Encaminhar para hospital: Enviar o seguimento com a vítima na ambulância. ligar 192 Procedimentos  Chamar ajuda: tempo é crucial nesse tipo de trauma. por esmagamentos ou por forças de tração. a equipe médica poderá dimensionar a perda sanguínea  Recuperar o membro: Colocar o membro dentro de dois sacos plásticos  Isopor e Gelo: Colocar o membro embalado dentro de um isopor com gelo e tampar. O reimplante é a primeira opção para pessoas que perderam um membro (se houver esmagamento em qualquer parte do membro. caso haja tampa. Podem ser causadas por objetos cortantes.610/98. 19. isso evita grandes perdas sanguíneas. depois do curativo feita deve-se encaminhar a vítima para atendimento médico. é ligar para 193 (serviço de resgate móvel). A primeira providência. Se a cidade dispuser de Samu (Serviço de Atendimento Municipal ao Usuário).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. ter o cuidado de enviar a  Curso da CIPA .  Manter o curativo limpo e seco. inbraep@inbraep. sem apertar nem deixar que algum nó fique sobre o ferimento. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 143 .INBRAEP .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. As feridas devem ser cobertas para estancar a hemorragia e também evitar contaminação. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.com. Quanto mais rápido for feito o atendimento. Muito Importante: não trocar os panos usados para fazer a compressão.com.3 Amputações As amputações são definidas como lesões em que há a separação de um membro ou de uma estrutura protuberante do corpo.

INBRAEP . Uma pequena contusão pode indicar a presença de lesões internas graves. principalmente se os pulmões forem atingidos. inbraep@inbraep. mas permitirá a saída de ar na expiração.com. ou seja. mesmo nos casos de ferimentos que pareçam sem importância.br parte amputada para o mesmo hospital onde a vítima está sendo atendida É bom sempre lembrar que a vítima deve ser vista como um todo. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Procedimentos    Utilizar um pedaço de plástico limpo ou gazes Fazer curativo de três pontas (três lados fechados e um lado aberto) Encaminhar a vítima imediatamente para atendimento médico.11. 19.4 Ferimentos no Tórax Os ferimentos no Tórax podem ser muito graves. Curso da CIPA .inbraep. Caso não consiga fazer o curativo de três pontas. pode-se ouvir o ar saindo ou ver o sangue que sai borbulhando por esse mesmo orifício. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 144 .br Site: www. após a saída do ar. O curativo impedirá a entrada de ar na inspiração. Atenção: a ferida só deve ser totalmente coberta no momento exato em que terminou uma expiração.com. cubra o ferimento todo com uma compressa ou um pano limpo e leve a vítima imediatamente para o hospital.610/98. Quando o pulmão é atingindo de forma a ter um orifício de tamanho considerável na parede do tórax. hemorragia interna e estado de choque.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. com rompimento de vísceras.

e. etc. Cobrir os olhos com gazes ou pano limpo.12. não tente de forma alguma colocálos no lugar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. para fins de primeiros socorros. Essa manobra não deve ser feita quando a vítima precisa do olho sadio para se salvar. partes de algum órgão (ex: intestino) podem vir para o exterior. Caso tenha algum objeto encravado não tente retira-lo. Bombeiros 193) Cobrir as partes expostas com panos limpos.6 Ferimentos nos Olhos Os olhos são órgãos muitos sensíveis e.INBRAEP .610/98. podendo atingir algum órgão abdominal. que deixam resíduos difíceis de remover. interna. 19. papel higiênico. As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas. boca. deste modo. Procedimentos     Chamar atendimento especializado (Samu 192.inbraep.br Site: www. somente um especialista dispõe de recursos para tratá-los. Lei 9. resultante de um traumatismo.com. algodão). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 145 . Curso da CIPA . Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea. Prenda o curativo com duas tiras de esparadrapos o que evitará mais irritação Cubra o olho não acidentado para evitar a movimentação do olho atingido.br 19. umedecidos com água e mantidos úmidos.11. pelas cavidades naturais como nariz.12 Hemorragia É a perda de sangue através de ferimentos. 19. Nunca cubra os órgãos expostos com material aderentes (papel.1 Hemorragia Externa Sinais e Sintomas    Sangramento visível. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.11.com.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. toalha. 19. quando feridos. em internas e externas. Palidez de pele e mucosa. Dependendo do ferimento pode perfurar a parede abdominal. ela pode ser também. tomar muito cuidado para não ferir ainda mais os olhos que estiver sendo tratado. Portanto. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos.5 Ferimentos no Abdome Os ferimentos profundos no abdome costumam ser graves. Procedimentos    Nunca retirar dos olhos um objeto que esteja entranhado ou encravado. inbraep@inbraep. Neste caso.

Encaminhar para atendimento hospitalar. 19.2 Hemorragia Interna Sinais e Sintomas         Sangramento geralmente não visível.br Site: www. Manter a compressão até os cuidados definitivos. Dor com rigidez abdominal. Sangramento pela urina. com a cabeça ligeiramente voltada para trás.inbraep. Lei 9. Fratura de fêmur.12. usar um saco com gelo. comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz.com.610/98. Caso a hemorragia não ceda. Se possível.br Procedimentos      Comprimir o local usando um pano limpo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 146 . Procedimentos   Manter a vítima aquecida e deitada. Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento. acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências.com.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. (quantidade excessiva de pano pode mascarar o sangramento). Chamar urgente o atendimento hospitalar especializado. Se possível. elevar o membro que está sangrando. Não utilizar qualquer substância estranha para coibir o sangramento. inbraep@inbraep. 19.3 Hemorragia Nasal Sinais e Sintomas  Sangramento nasal visível Procedimentos    Colocar a vítima sentada. Encaminhar para atendimento hospitalar. Sangramento pelo ouvido. Vômitos ou tosse com sangue. Curso da CIPA .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP .12. e apertar-lhe a(s) narina(s) durante cinco minutos. Traumatismos ou ferimentos penetrantes no crânio. tórax ou abdome.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. Na luxação.610/98.INBRAEP .13 Entorses. luxações ou fraturas. provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos. Curso da CIPA .  Imobilizar o local (por meio de enfaixamento. Lei 9. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Luxações e Fraturas Quedas.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 147 .com.2 Luxações É a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação. Procedimentos:  Aplicar gelo ou compressas frias durante as primeiras 24 horas  Após este tempo aplicar compressas mornas.1 Entorse É a separação momentânea das superfícies ósseas articulares.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. encaminhar para atendimento médico. inbraep@inbraep. 19.13. 19. quando há um movimento brusco. pancadas e encontrões podem lesar nosso ossos e articulações e provocar entorses.com.  Dependendo do caso. É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura.br 19.13.  A imobilização deverá ser feita na posição que for mais cômoda para o acidentado.inbraep. usando ataduras ou lenços). deve-se procurar atendimento médico de imediato. as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente. Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidentem pode ter havido fratura.

com.13.  Expostas: o osso está ou esteve exposto.  Dificuldade ou impossibilidade de movimentar a região afetada. Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas. nos casos. Como nem sempre é fácil identificar uma fratura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 148 .INBRAEP . A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios.14 Técnicas Para Remoção e Transporte de Acidentados O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros.  Deformidade da articulação. aplicar bolsa de gelo no local afetado.br Sinais e Sintomas  Dor local intensa. 19.610/98. Samu entre outros). Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.com.br Site: www. 19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate ou se o local apresenta um grande risco de morte. Procedimentos       Manipular o mínimo possível o local afetado. Existem dois tipos de fratura:  Fechadas: sem exposição óssea. Não colocar o osso no lugar. o mais recomendável é que as situações de entorse ou luxação sejam atendidas como possíveis fraturas.  Hematoma. Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.3 Fraturas Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso. Encaminhar para atendimento hospitalar. aplicar bolsa de gelo no local afetado (fratura fechada). Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível.inbraep. inbraep@inbraep. Encaminhar para atendimento hospitalar. Curso da CIPA . Procedimentos      Manipular o mínimo possível o local afetado.  Inchaço. O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões. provocando sequelas irreversíveis ao acidentado. Não colocar o osso no lugar.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. Lei 9. A melhor forma de transporte de uma vítima é feito por maca.1 Transporte em Maca A maca é a melhor maneira de transportar uma vítima. O mais importante é saber colocar a vítima sobre a maca. O que irá variar é a superfície sobre a qual a vítima será colocada.br Site: www. muitas vezes será necessário improvisar uma. inbraep@inbraep. 19.com.INBRAEP . ou até mesmo enrolando-se um cobertor várias vezes em uma tábua larga. Dependendo do local onde o acidente tenha acontecido. todas as demais têm como base cabos de vassouras ou galhos de árvores.com. com a vítima imobilizada. na impossibilidade de uso de maca o transporte pode ser feito de outra maneira. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 149 . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Maca improvisada com porta. Porém em alguns casos.14.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. varas.inbraep.610/98. Para utilizarmos o transporte em maca feita por varas. A maca improvisada com uma porta ou uma tábua de aproximadamente 50 cm de largura é muito eficiente. A remoção ou transporte como indicado abaixo só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral e bacia. Fonte: Senac Exceto a maca improvisada com porta ou tábua. porém tomando-se todos cuidados para não agravar o estado da vítima. Se por acaso não houver uma disponível no local. ela pode ser improvisada com duas camisas ou um paletó e dois bastões resistentes.br OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro. guarda-chuvas grandes entre outros. usada nos casos de suspeita de lesão da coluna vertebral. é imprescindível que as mesmas sejam resistentes para suportar do peso da vítima Curso da CIPA .

Se houver suspeitas de fratura na coluna ou na bacia. os socorristas se ajoelham ao lado dela e todos. de modo que ele fique todo no mesmo nível.  Peque cintos.inbraep. inbraep@inbraep.com. colchas ou lençóis e enrole o tecido em torno dos cabos ou dobre as laterais do tecido sobre eles. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 150 .com. ao mesmo tempo. ou. Caso a suspeita da coluna seja na cervical.  Consiga cobertores. a vítima deverá. de aniagem ou náilon trançado.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. passam os braços por sobe o corpo da vítima.br Para transportar para a maca uma vítima com indícios de lesão na coluna ou na bacia.  Estando a vítima deitada de barriga pra cima. necessariamente. abotoe-os inteiramente e passe os cabos pelas mangas. ser transportada em maca plana e rígida ( do tipo porta ou tábua) Vamos ver alguns exemplos de macas improvisadas com cabo(s):  Pegue camisas ou paletós e enfie as mangas para dentro.INBRAEP . se estiver inconsciente. enfie um cabo em cada lateral do saco. Como deve ser feito o transporte para maca:  Em primeiro lugar. em cada lateral. Curso da CIPA . ainda.br Site: www. e a colocam sobre a maca. são necessários três socorristas ou pessoas altamente treinadas. toalhas. no caso de paletós ou similares. vão levantando a vitima.  Usando sacos de estopa. sem deixar que ele dobre qualquer parte de seu corpo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. cordas ou tiras largas de tecido e amarre-os aos dois cabos.  Com bastante cuidado. Deve-se suspeitar de lesão na coluna quando a vítima apresentar marcas de trauma no tronco ou ainda das clavículas. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. um dos socorristas ou pessoa treinada deverá cuidar exclusivamente da cabeça da vítima. Lei 9. alguém coloca a maca bem perto da vítima. de forma a mantê-la estabilizada.

610/98.inbraep.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 151 .INBRAEP . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Lei 9.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.br Fonte: Senac Curso da CIPA .

o que proporciona maior firmeza durante o transporte.610/98. inbraep@inbraep. Dessa forma. porém com ferimentos nos pés ou nas pernas que impedem de caminhar. porém tomando-se todos os cuidados para não agravar o estado em que a vitima esta.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. Transporte nos Braços Esse recurso é adequado quando a vítima está consciente.inbraep. Se a pessoa tiver condições de se firmar no tronco do socorrista. Com seu corpo um pouco inclinado para frente.1 Transporte com Um Socorrista Transporte de Apoio Esses são recursos a ser adotado quando o acidentado está consciente e tem apenas ferimentos leves:  Passar um dos braços da vítima em torno do seu pescoço. a vítima pode caminhar apoiada no socorrista. o transporte terá que ser feito de outra maneira. e levantá-la.2. ele poderá usar os braços para segurá-la pelas pernas. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.14.  Colocar um braço sob os joelhos e o outro em torno da parte superior do tórax da vítima. levantar e carregar a vítima.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.14. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 152 .com.INBRAEP . Curso da CIPA . 19.  Colocar um de seus braços em torno da cintura da vítima e segurá-la pelo punho. Quanto mais alta for a posição da vítima no colo do socorrista menos ele vai se cansar.com. Lei 9.2 Transporte Sem Maca Na impossibilidade do uso de maca ou padiola e sendo vital a remoção de uma pessoa acidentada. passar os braços dela em torno do seu pescoço.br 19.br Site: www. Transporte nas Costas   De costas para a vítima (que deve estar de pé).

. Esse tipo de transporte só deve ser feito se não houver suspeita de fraturas na coluna ou nos membros da vítima. Por proporcionar maior estabilidade.19.14. os socorristas formam um pequeno assento.  Faça a cadeirinha conforme figura. esse é o tipo de transporte mais adequado para vítimas que apresentam problemas respiratórios. para a vítima.2. Passe os braços da vítima o redor do seu pescoço e levante a vítima. Um socorrista segura a cadeira pelas pernas e o outro pelo encosto. que deverá se manter segura. Transportes pelas extremidades  Um socorrista segura a vítima por debaixo dos braços e o outro pelas pernas. Transporte por cadeira   Sentar a vítima em uma cadeira.2 Transporte com Dois Socorristas Transporte em cadeirinha Com os braços.

  Estando a vítima deitada de barriga pra cima. Pegando a vítima por baixo.14. os três a carregam juntos ao tórax. .2. os três socorristas se ajoelham ao lado dela: um próximo à extremidade superior do corpo.19. outro no meio e o terceiro próximo aos pés.2. 17. a um tempo só.14.3 Transporte com Três Socorristas Transporte no Colo Para esse transporte é exigido a presença de três socorristas. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.4 Transporte com Quatro Socorristas Semelhante ao de três pessoas. e só é valido caso a vítima não tenha suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.

...............................................................19............................................................................................ 193 AMBULÂNCIA SAMU................................................15 Telefones Úteis CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) ....................................... 192 POLÍCIA MILITAR............. 190 .................................................

Primeiros Socorros. de Toledo Pinto. Caderno de Primeiros Socorros – Cruz Vermelha Brasileira – São Paulo . . CETESB. São Paulo: Saraiva. 7a ed. . 2003/2004. BRASIL. 39. 2003. São Paulo: Saraiva 2001. Centro Universitário de Araras – Doutor Edmundo Ulson.d. ed.Primeiros socorros: guia básico.Randal Fonseca. Manual e Procedimentos de Segurança. Rio de Janeiro. Constituição da Republica Federativa do Brasil. AYRES. São Paulo. n. Colaboração de Antonio L. Proteção contra incêndios. NR-23. 1993. Cláudio Sergio . Código Civil Anotado. Márcia V. NITSCHE. J. dos Santos Windt e Lívia Céspedes. 2004. dos Santos Wíndt e Lívia Céspedes. Giovanni Moraes de. São Bernardo do Campo. IMAP . Rio de Janeiro: Editora Gerenciamento Verde Consultoria. MTE. [s. São Paulo: UNESP. de Toledo Pinto. Colaboração de Antonio L. 2002. / Monografia: Bacharelado em Direito. Instituto Butantan. Código Penal. Normas Regulamentadoras Comentadas: Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho. 2002 – Senac SÉRIE DIDÁTICA.Os Aspectos legais da responsabilidade do trabalho e a saúde ocupacional dos seus empregados. SP. de Toledo Pinto. Colaboração de Antonio L.São Paulo – Editora SENAC São Paulo.1996 Camilo Junior. Farber. Rio de Janeiro. Curitiba 2009 INTERNATIONAL SAFETY COUNCIL. 92 p.Manual de Prevenção e Combate a Incêndios – 5ª ed. 2ª Ed . 1994 Denipotti. de Toledo Pinto.p. 2004. Márcia V. 33 p. atual e aum. First aid and CPR: procedimentos em situação de emergência. Colaboração de Antonio L. Machado. ed.1998 MARTINS.]. 2004. 1978 SENAC. T. . Reparação. Felipe José Aidar.Técnicas de Análise de Risco . São Paulo.Ed 1991. BRASIL. Mércia V. Abel Batista . DINIS. BRASIL. 1167p. São Paulo: Saraiva. 2000. 2002.. São Paulo: LTR. José Henrique .Instituto Municipal de Administração Pública: Manual Básico . 794. Brasília.d]. A. M. Código de Processo Civil. dos Santos.São Paulo .São Paulo . 39 p. FORD. Ana P. 2003.540 p. 5. Manual de Fundamentos de Bombeiros / Corpo de Bombeiros . CERJ. Consolidação das Leis do Trabalho. 1-8. 4a ed. Atendimento pré-hospitalar: suporte básico da vida.20 REFERÊNCIAS ARAUJO. DINIZ. [s. J. Manual do socorro básico de emergência. BRASIL. 29. como agir em situações de emergência. Maria Helena. Saúde no Trabalho . Dano. Manual de orientação para a elaboração de estudos de análise de riscos. 1526p. 1.Prevenção. Belo Horizonte..Segurança do Trabalho em Prevenção de Acidentes em Alturas.