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CAP.

3 – MÉTODOS DE VENTILAÇÃO GERAL
DILUIDORA

1. - Devido ao vento (sua magnitude);
- Devido à diferença de temperaturas
entre o ar interno e o ar externo;
- Ação combinada do vento e da
diferença de temperatura;
- Diferença de pressão.
2. São locais no interior da empresa onde
são instalados equipamentos industriais
e onde não existem substancias
poluidoras toxicas (escritórios,
auditórios, restaurantes, almoxarifados
de produtos não tóxicos, etc.)
Restabelecimento das condições
ambientais do ar, alteradas pela
presença do homem e/ou
equipamentos; Arrefecimento do ar em
climas quentes; Aquecimento do ar em
climas frios; Controle da umidade do ar.

3.
Eu=C p=
a.

∆P
ρ. V 2∞
2

b. É a razão entre a forca de pressão em
um ponto qualquer do edifício e a
forca de inercia do vento.
c. Determinas o ponto do prédio com
pressão positiva ou negativa, para
assim poder instalar portas, janelas e
ventiladores.
4. Porque é uma ventilação complexa que
depende do regime dos ventos, nº de
galpões, forma do telhado em um
edifício industrial, distribuição adequada
das aberturas para ventilação e das
fontes de calor.

5.
a. À montante, a influencia da mediana
do galpão sobre o campo de pressão
é percebida a uma distancia de 4,5 x
a altura do prédio.
b. À montante, aumento de 60% da
pressão dinâmica. À jusante, há
diminuição de 50% da pressão
dinâmica.
c. Sim, descolamento da camada limite.
6. É insalubre pois boa parte do ar que é
resfriado retorna à fonte de calor,
trazendo de volta partículas nocivas do
organismo humano.

7. A circulação do ar entre os aquecedores
leva a uma intensificação do movimento
entre as regiões inferior e superior do
edifício.
8. Isto se deve à obstrução causada pela
corrente descendente de ar junto à
abertura correspondente do galpão
direito.
Caso houvesse uma abertura no teto do
galpão esquerdo, dependendo da área
relativa das aberturas de entrada e
saída o escoamento de ar seria de
dentro para fora e não o inverso. Tal
efeito melhoraria o padrão de
escoamento no interior deste galpão
9. Na fig. 3-10 não há aberturas inferiores,
somente no teto.
A renovação do ar é 30% mais baixa
para uma mesma dissipação de calor
pois não há aberturas inferiores, ou seja,
o ar entra por cima causando
recirculação do ar na parte inferior do
galpão da esquerda sem renovação.
10. Quando uma fonte de calor dissipar
mais calor que a outra, haverá um
influxo de ar do galpão de menor
dissipação para aquele de maior
dissipação, havendo também uma
recirculação de parte do ar do galpão de
maior dissipação no galpão de menor
dissipação.
Logo, para fins de calculo da vazão de
convecção natural, deve-se considerar
uma dissipação de calor no galpão da
fonte que dissipa mais maior que aquela
da fonte simplesmente e, no galpão da
fonte que dissipa menos menor que
aquela da fonte correspondente.
11. Apesar da maior altura do galpão
onde se encontra a fonte de calor, pode
ser verificado um influxo de ar quente
deste para o galpão onde não há fonte,
além da grande recirculação de ar no
lanternin do galpão esquerdo. Este
influxo é indesejável principalmente no
verão.
12. - A altura do galpão aquecido é
aumentada;
- Aberturas adicionais são realizadas no
galpão em que não há fonte
- Aberturas adicionais são realizadas no
lanternin do galpão aquecido.

Não deve haver circulação de ar de um galpão quente para um galpão frio adjacente. carregado de impurezas. retornando então ao próprio galpão quente.2°C. a. b. c. 15. apenas através de abertura no teto dos vários galpões e também há fonte de calor no galpão central. mas há muita recirculação de ar contaminado nos galpões.13. Aproximadamente 4. se a imagem estiver melhor. isto é. Este é um problema extremamente complexo já que depende de vários fatores. assim as correntes de vento que passam no prédio não removem o ar contaminado e é insuflado pelos prédios vizinhos. principalmente nos cantos dos galpões externos. a. – Para a área total das aberturas no tato maior do que a área total das aberturas nas paredes laterais. haverá um fluxo de ar para fora pelas aberturas no teto do galpão central. IV. c. 19. os lanternins mais altos devem . II. Não há ventilação pelas paredes laterais. Podemos considerar que vão causar insalubridade uma vez que pouca quantidade de ar recircula para os galpões. A combinação dos efeitos dos ventos e chaminé deve propiciar a renovação do ar interno e a diluição dos contaminantes. – Para uma área maior das aberturas nas paredes laterais. 17. Deve-se verificar a distância das saídas e das entradas superiores para que não haja recirculação naquele ponto. correntes de ar que atravessam ou “cruzam” o edifício de uma abertura em uma parede de pressão positiva ate uma abertura em uma parede oposta de pressão negativa. Não deve haver “correntes cruzadas” (o ar não dá voltas) pelo edifício. onde não há entradas de ar. O ar quente na região superior do galpão quente entraria pela região superior do galpão frio. I. m ´ 1=98+100=198 ou kg h m ´ 1=82+88. b. A dissipação no galpão central é muito menor. O influxo de ar externo é o mesmo tanto pela abertura próxima à fonte de calor quanto pela abertura do galpão à extrema esquerda. Análise pessoal. Além disso. Eliminando-se as aberturas nas paredes laterais e executando-se aberturas no teto do galpão à extrema esquerda não se observa uma mudança radical na configuração do escoamento. apenas uma mudança nas áreas indesejáveis de recirculação. 14. fazendo com que o ar seja retirado da chaminé e arrastado pelo ar direcionado pelo parapeito. 16. O galpão central (principal gerador de calor) é mais baixo. o influxo de ar ainda se daria pelas aberturas no teto do galpão central.3=170 m ´ 2=96+101=197 ou kg h kg h m ´ 2=102+82=184 kg h d. 18. A corrente do ar quente se mistura à corrente de ar frio. As recirculações também causam o aquecimento excessivo do ar. III. até certo ponto. A quarta regra básica da ventilação natural diz respeito à ventilação pelo teto em prédios com múltiplos galpões. O vento se movimenta em sentido da chaminé que com o auxilio do parapeito cria-se uma zona de pressão negativa na parte traseira deste. fazendo com que o ar que recircula para os galpões à esquerda esteja mais quente e.

25. O custo. 22. 24.ficar sobre os pontos de maior aquecimento para correta eliminação do ar quente e contaminado O ar na região superior destes galpões é contaminado por gases de exaustão dos fornos. Devem-se escolher adequadamente os ventiladores de admissão e exaustão. Pois não utiliza filtro na entrada. causando pressão negativa no ambiente gerando assim fluxos indesejáveis entre galpões. . O uso de um filtro na entrada garante a pureza do ar e é viável pois há maior pressão na entrada. 20. É uma grande câmara com ampla área de saída para o ar. facilitando o fluxo de saída. pois o mesmo implicaria em grande perda de carga. Porque direcionaria o fluxo de ar para o sentido correto (saídas) após passar pela fonte de calor e poluentes. porém é mais alto. Reúne a possibilidade de filtro na entrada e boa saída de ar (mas com custo elevado). causando assim a estagnação do ar em parte do ambiente ventilado. dependendo do que se deseja (controle da infiltração ou exfiltração do ar do recinto). 21. pelo ar que sai dos lanternins de outros galpões e pelo grande numero de bocas de dutos concentradas nesta área central. É utilizado para insuflar o ar uniformemente por uma área maior. Porque o ar é insuflado na fonte de contaminação diluindo o ar e ao mesmo tempo o ar quente é retirado para o sentido desejado. A pressão interna aumentaria. 23. É a passagem direta de ar da admissão para a saída. proporcionando uma melhor distribuição do mesmo no ambiente.