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1 o ano - Proposta didática para o professor Salvador- Bahia Secretaria da Educação do Estado
1 o ano - Proposta didática
para o professor
Salvador- Bahia
Secretaria da Educação do Estado da Bahia
2015
Copyright©2015 Secretaria da Educação do Estado da Bahia AUTORAS RUI COSTA Governador da Bahia Eurivalda Ribeiro
Copyright©2015 Secretaria da Educação do Estado da Bahia
AUTORAS
RUI COSTA
Governador da Bahia
Eurivalda Ribeiro dos Santos Santana
Fernanda de Oliveira Soares Taxa Amaro
Ana Virgínia Almeida Luna
OSVALDO BARRETO
Roberta D’Angela Menduni Bortoloti
Secretário da Educação
CONSULTORAS
Maria Amália Simonetti Gomes de Andrade
ADERBAL DE CASTRO MEIRA FILHO
Ana Paula Perovano
Subsecretário da Educação
COLABORADORA
WILTON TEIXEIRA CUNHA
Irene Mauricio Cazorla
Chefe de Gabinete
AVALIADORES AD HOC
NADJA MARIA AMADO DE JESUS
Aparecido dos Santos
Sandra Maria Pinto Magina
Coordenadora Geral da Coordenação
de Apoio à Educação Municipal
CARLOS VAGNER DA SILVA MATOS
REVISÃO
PROJETO GRÁFICO
Coordenador Técnico da Coordena-
ção de Apoio à Educação Municipal
Acácia Magalhães
Marcel Santos
CAPA E ILUSTRAÇÕES
Camila Penna
NILDON CARLOS SANTOS PITOMBO
DIAGRAMAÇÃO
E ARTE FINAL
Cristiane Aragão
Diretor Geral do Instituto Anísio
Teixeira - IAT
Bianca Chagas
Marcel Santos e
Álvaro Coelho Alencar
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
A385a
Alfabetização Matemática: manual do professor / Eurivalda Ribeiro dos
Santos Santana et al. - Salvador: Secretaria da Educação do Estado
Bahia/Instituto Anísio Teixeira , 2013.
200 p.: il.
ISBN: 978-85-60834-14-3
1.Alfabetização Matemática. 2. Ensino da Matemática. 3. Jogos na
Matemática I. Santana, Eurivalda Ribeiro dos Santos. III.Título.
CDU: 51.8
Ficha catalográfica: Elma do Nascimento Monteiro CRB5/1018
Distribuição
SEC - Secretaria da Educação do Estado da Bahia
5ª Avenida Nº 550, Centro Administrativo da Bahia – CAB, Salvador, Bahia, Brasil, CEP: 41.745-000,
www.educacao.ba.gov.br
MENSAGEM AOS(ÀS) PROFESSORES(AS) Secretaria da Educação do Estado da Bahia O Pacto com Municípios pela Alfabetização
MENSAGEM AOS(ÀS) PROFESSORES(AS) Secretaria da Educação do Estado da Bahia O Pacto com Municípios pela Alfabetização

MENSAGEM AOS(ÀS) PROFESSORES(AS)

Secretaria da Educação do Estado da Bahia

O Pacto com Municípios pela Alfabetização surgiu a partir da definição de priori-

zar a elevação da qualidade da educação básica no Estado, da decisão de ace- lerar o ritmo de melhoria dos resultados educacionais, de fortalecer o regime de colaboração e garantir aos estudantes o direito de aprender.

Atualmente, o programa é uma realidade e representa uma experiência bem-su- cedida de parceria entre Estado e municípios.

Buscando aprimorar esta ação e garantir o sucesso no processo de alfabetização de nossos estudantes, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia reuniu uma equipe de especialistas da área de matemática e produziu um material didático

dirigido para a Alfabetização Matemática.

Dessa forma, apresentamos, agora, com satisfação, esse material didático especí- fico para a alfabetização matemática destinado às crianças do 1º ano do ensino fundamental.

Acreditamos que, assim como o material pedagógico da Proposta Didática para Alfabetizar Letrando, distribuído às escolas estaduais e municipais desde 2011, também o material didático para a Alfabetização Matemática contribuirá para o trabalho realizado por você professor(a), assegurando a plenitude da alfabetiza- ção das crianças das escolas públicas até os oito anos de idade.

Salvador, 21 de janeiro de 2013.

Osvaldo Barreto

Secretário da Educação do Estado da Bahia

SUMÁRIO Apresentação 7 2ª Etapa 63 1ª Etapa 17 2ª Etapa, 1ª Semana, 1º Dia 65
SUMÁRIO
Apresentação
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2ª Etapa
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1ª Etapa
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2ª Etapa, 1ª Semana, 1º Dia
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2ª Etapa, 1ª Semana, 2º Dia
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1ª Etapa, 1ª Semana, 2º Dia
1ª Etapa, 1ª Semana, 3º Dia
1ª Etapa, 2ª Semana, 1º Dia
1ª Etapa, 2ª Semana, 2º Dia
1ª Etapa, 2ª Semana, 3º Dia
1ª Etapa, 3ª Semana, 1º Dia
1ª Etapa, 3ª Semana, 2º Dia
1ª Etapa, 3ª Semana, 3º Dia
1ª Etapa, 4ª Semana, 1º Dia
1ª Etapa, 4ª Semana, 2º Dia
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1ª Etapa, 5ª Semana, 1º Dia
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1ª Etapa, 5ª Semana, 3º Dia
1ª Etapa, 6ª Semana, 1º Dia
1ª Etapa, 6ª Semana, 2º Dia
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1ª Etapa, 7ª Semana, 2º Dia
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3ª Etapa
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3ª Etapa, 8ª Semana, 2º Dia
3ª Etapa, 8ª Semana, 3º Dia .....................
3ª Etapa, Atividade Avaliativa
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4ª Etapa, Atividade Avaliativa
Referências
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APRESENTAÇÃO Professor(a), são inúmeras as maneiras de concebermos e trabalharmos com a Matemática nos anos iniciais
APRESENTAÇÃO
Professor(a), são inúmeras as maneiras de concebermos e trabalharmos
com a Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Essa ciência coabita
com a forma como organizamos nosso pensamento em todas as suas nuances,
estando presente nas histórias (reais ou fictícias), na arte, na música, nas ciências
naturais e humanas, nos jogos e brincadeiras.
E é partindo de tal cenário – o de uma Matemática que está no mundo e com
as pessoas, com suas características multiformes – que optamos por apresentar este
material didático intitulado “Alfabetização Matemática”, que visa exatamente alfa-
betizar criança, também, por meio dos números.
Muito se tem apontado sobre essa área do conhecimento como sendo com-
plexa e, muitas vezes, indecifrável! Não se trata aqui de negar os índices oficiais
apresentados acerca do desempenho matemático dos estudantes, mas retratar esse
cenário, como já dito acima, de outra forma: talvez em direção oposta ao que co-
...
nosso material do lado “avesso” ao que normalmente se diz sobre o “rigor” presente
mumente é feito, talvez como uma introdução às avessas
Escolhemos apresentar
nos conceitos matemáticos, com um rigor outro. Queremos falar de um processo
de ensino e processo de aprendizagem de matemática cheio de contentamento,
de compreensão, de interação, de conexão com a realidade, sucesso e conquistas.
Ao produzirmos a proposta de “Alfabetização Matemática”, tivemos a pre-
ocupação e o compromisso de fazer deste material didático um documento que,
em sua essência, não perdesse de vista a ludicidade, aspecto fundamental que
norteia o desenvolvimento infantil. Por isso, selecionamos, de modo cuidadoso e
especial, cada jogo, cada desafio, cada brincadeira constante deste Manual.
Desejamos anunciar, logo de início, nossa satisfação em sistematizar a pro-
posta, para cada dia, em três momentos. Dentre eles, as “rodas de conversas ma-
temáticas”, aspecto que traz, para as aulas, oportunidades de socialização de sa-
beres infantis mediados pelo(a) professor(a). Esses momentos poderão induzir a
uma rara beleza de descobertas, indagações e significados por parte das crianças,
proporcionando espaços para uma boa “prosa matemática”.
Neste contexto de contentamento, queremos também encantar! Sim, atre-
vemo-nos na criação de uma turma, denominada Turma dos Supermatemáticos,
como forma de lançar todos – professores(as) e crianças – a uma viagem, a uma
exploração que parte do próprio universo infantil. As personagens foram criadas,
apenas, como ponto de partida para que você, juntamente com as crianças, dê
...
estarão saboreando, como nós, uma sensação, um sentimento e, sobretudo, uma
certeza de que é possível e viável fazer uma matemática escolar que possibilite a
aprendizagem.
asas à inventividade na área da Matemática. E, isto acontecendo
Ah! Cremos que
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Além disso, buscamos instigar um processo de ensino e um processo de aprendizagem em que a
Além disso, buscamos instigar um processo de ensino e um processo de aprendizagem em que a

Além disso, buscamos instigar um processo de ensino e um processo de aprendizagem em que a Matemática seja compreendida como instrumento e lin- guagem que possibilitem o indivíduo entender aspectos sociais, políticos, econô- micos, artísticos, culturais e tecnológicos presentes na sociedade.

Sabemos que contemplar tais aspectos nas aulas de Matemática não é ta- refa fácil. No entanto, alguns professores(as) e pesquisadores ligados a áreas do conhecimento, como a Educação, Educação Matemática e Psicologia, têm contri- buído para o avanço de abordar o saber matemático de forma a tornar, especial- mente, as crianças dos anos iniciais “matematizadas”, ou seja, compreendendo o papel da matemática na realidade que as rodeia.

Entendemos, também, que qualquer processo de mudança requer um es- forço adicional do(a) professor(a) na adaptação de tempos e espaços para mobi- lizar e redimensionar seus saberes em relação à Matemática e em sua capacidade de “gerir sua sala de aula matematicamente”.

A alfabetização matemática é um processo que se inicia desde cedo, quan- do a criança tem os primeiros contatos com campos conceituais bastante vastos, com representações simbólicas e organização de sentidos, por exemplo, relações quantitativas. Isso requer a construção do número, eixo central no processo de ensino e aprendizagem da Matemática desde a Educação Infantil.

Ancoramos nosso pressuposto teórico-metodológico nos estudos e pesqui-

sas da Psicologia da Educação Matemática, com viés na Didática da Matemática,

em especial na Teoria dos Campos Conceituais (VERGNAUD, 1982). E assumimos a solução de situações-problema como eixo significativo da organização do tra- balho docente com vistas à educação cidadã das crianças pequenas, tal como preconizam documentos oficiais do Brasil.

A solução de situações-problema é aqui entendida não somente como si- tuações de enredo ou de enunciados verbais que exigem a leitura e solução por meio de algoritmo, posição classicamente encontrada quando se fala em situa- ções-problema matemáticas. No conjunto desta obra, a solução de tais situações pode aparecer como um desafio lançado às crianças por meio de uma brincadeira ou, ainda, um jogo que culmine em busca de estratégias e cálculo mental para resolver a situação enigmática. Podem-se, ainda, encontrar situações-problema no momento da “roda de conversa matemática”, bem como nos momentos de registros. Esses são aspectos recorrentes e diários neste trabalho.

A proposta de “Alfabetização Matemática” integra a base do direito de aprender e as orientações teórico-metodológicas aqui contidas. Para o(a) profes- sor(a), ela objetiva contextos didáticos que priorizem uma alfabetização matemá- tica; esta, por sua vez, implica saberes e práticas matemáticas das crianças, suas relações com a comunidade local sem, entretanto, renunciar ao saber matemático mais generalizador.

As orientações contidas neste material buscam estruturar o processo educa- tivo e as práticas matemáticas do docente. Têm como base as Diretrizes Curricu- lares para o Ensino Fundamental de Nove Anos, o Referencial Curricular Nacional

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para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) e os eixos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de
para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) e os eixos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de

para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) e os eixos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Matemática (1997), veiculados pelo Ministério da Educação, os quais apresentam as expectativas de aprendizagem matemática para a faixa etária à qual as atividades desta etapa são direcionadas. Essas bases se justificam pela condição que encontramos para o 1º ano do Ensino Fundamental. Apesar de tal denominação ser recomendada pelo Ministério da Educação desde 2004, não temos documentos oficiais que contemplem a nova proposta de divisão dos níveis de escolarização.

O RCNEI assinala que, desde cedo, as crianças se envolvem com uma sé- rie de situações numéricas, de relações entre quantidades e sobre espaço. Elas mesmas apresentam recursos próprios e pouco convencionais para resolver situa- ções-problema cotidianas, tais como os de conferir figurinhas, marcar e controlar os pontos de um jogo, repartir as balas entre os amigos, mostrar com os dedos a idade, manipular o dinheiro e operar com ele, entre outras muitas situações. Em relação ao espaço, atuam ao seu redor e, aos poucos, vão organizando seus des- locamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referência, identi- ficando posições e comparando distâncias.

É nessa perspectiva que o material didático “Alfabetização Matemática” propõe oportunidades para que as crianças possam se aproximar de algumas noções mate- máticas já presentes em seu cotidiano, em especial, por meio dos blocos de conteú- dos que envolvam as relações quantitativas e as espaciais.

Nessa fase, correspondente à Educação Infantil, é necessário que as crianças tenham várias experiências com o universo matemático permitindo-lhes desco- bertas, organização do pensamento, assim como situar-se e localizar-se espacial- mente (BRASIL/ RCNEI, 1998).

Nosso material apresenta situações que promovem a exploração da sequên- cia numérica, a comparação entre quantidades e as notações numéricas, os jogos e brincadeiras de deslocamento, de lateralidade e estão permeadas por histórias em quadrinhos, cartazes, músicas, jogos e brincadeiras, sobretudo, por meio de situa- ções-problema.

Neste contexto, contemplamos os seguintes blocos de conteúdos:

Números e operações

Grandezas e medidas

Espaço e forma

Tratamento da informação

Tais blocos possibilitam a apropriação de conceitos que potencializam o raciocínio lógico-matemático da criança e constituem elementos propícios para instrumentalizá-lo no desenvolvimento do processo de inserção na sociedade, como um cidadão capaz de contribuir criticamente para a construção da mesma.

Auxiliar a criança a percorrer esses eixos requer organizar situações que contribuam efetivamente para que ela se envolva em atividades que favoreçam a:

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explicitar os conhecimentos que já lhe pertencem; buscar alternativas e caminhos sem a prerrogativa do medo
explicitar os conhecimentos que já lhe pertencem; buscar alternativas e caminhos sem a prerrogativa do medo

explicitar os conhecimentos que já lhe pertencem; buscar alternativas e caminhos sem a prerrogativa do medo de errar; tomar posse da ideia de que o que sabe não é suficiente e, a partir disso, lançar-se em busca de solução; escutar e questionar as escolhas feitas com base nas ideias lançadas; considerar as respostas e os caminhos apontados pelos colegas e pro- fessores(as) sem deixar de questioná-los e confrontá-los com os seus; argumentar e contra-argumentar, a fim de validar ou refutar ideias e fatos; • comparar, ampliar ou modificar, caso seja oportuno e devido, as suas produções escritas com as dos colegas.

Entendemos também que caberá ao (à) professor(a) ensinar a partir da ótica da mediação, isto é, que façam com que as crianças sejam capazes de interpretar, analisar, discutir situações matemáticas, a fim de constituir uma “atmosfera inves- tigativa”, na qual a sala de aula se torne espaço para discussão das ideias. Aqui, os conceitos devem ser propostos com o objetivo de que as crianças possam, de fato, legitimar a conquista de um novo conhecimento matemático.

1 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS ESPECÍFICAS

1.1 NÚMEROS E OPERAÇÕES

Em razão das experiências cotidianas que cercam a criança, sabe-se que ela inicia o processo escolar com conhecimentos sobre os números. Neste material, os números naturais são abordados com base na sua função/sentido e uso social e esses aparecem em situações como as de quantificar, ordenar, identificar e medir.

A partir do sentido dos números em nossas vidas, as situações podem trazê-los como indicadores de cardinalidade (quantificar) por meio da contagem de objetos diversos, pessoas, dias, meses, entre outros. Diversas vezes, o número aparece como indicador de posição (ordenar), cuja exploração pode passar pela análise das crianças, por exemplo, sobre lugares ocupados pelas pessoas, obje- tos ou mesmo por um acontecimento, como “sou o quarto filho” ou “cheguei em segundo lugar na fila do ônibus”.

Outro sentido do número pode não ser ligado diretamente ao aspecto car- dinal nem ordinal, como é o caso do número utilizado como código (identifi- cador): código de barras dos produtos, número de série de eletrodomésticos e brinquedos, número do telefone.

Por fim, abordamos o número também como função de medir, tanto por meio de medidas convencionais, como não convencionais. Por exemplo: medir comprimentos de espaços e de objetos usando diferentes instrumentos.

As atividades numéricas contempladas, conforme descrito acima, tendem a conduzir ao levantamento de hipóteses, feito pelas próprias crianças, sobre fun- ções dos números (quantificar, ordenar, codificar e medir); são passos fundamen- tais para que elas possam encontrar o sentido do número a partir dos usos que

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fazem em situações cotidianas e, ao mesmo tempo, dando-lhe significação con - ceitual e gráfica. A
fazem em situações cotidianas e, ao mesmo tempo, dando-lhe significação con - ceitual e gráfica. A

fazem em situações cotidianas e, ao mesmo tempo, dando-lhe significação con- ceitual e gráfica.

A utilização de quadros numéricos, de calendário e o ditado de números potencializam momentos de reflexão sobre as notações numéricas, entendimento das regularidades numéricas, além de lhes possibilitarem construir a noção de tempo, no caso específico da exploração do calendário em relação aos dias da semana e do mês.

  • 1.2 GRANDEZAS E MEDIDAS

Ao trabalhar o número com a função de medir, é possível contemplar o blo- co de grandezas e medidas proposto pelos documentos oficiais nacionais (BRASIL, 1997, 1998). Para tal, considera-se o uso, pelas crianças, de diferentes estratégias para comparar grandezas, a fim de efetivar as primeiras aproximações com medi- das de comprimento, massa e tempo, por meio de unidades convencionais e não convencionais. Por exemplo, medir o comprimento da sala de aula usando o passo e, depois, o metro.

  • 1.3 ESPAÇO E FORMA

Quanto ao processo de construção relacionado ao conteúdo espaço e for-

ma, as situações foram pensadas a partir do estabelecimento de relações espaciais

nos deslocamentos, com atividades envolvendo a comunicação oral e a reprodu- ção de trajetos, levando em conta elementos do entorno e pontos de referência. Além disso, podem ser estabelecidas relações espaciais, também, entre objetos e em objetos.

Entre objetos, elas ocorreram através da localização e posição no espaço, ou seja, descrevendo e interpretando a posição de objetos e pessoas em determi- nados espaços.

No caso do estabelecimento de relações espaciais em objetos, propusemos situações para que as crianças iniciem os desenhos de construção, antecipem a própria ação para a conquista dos resultados esperados, modifiquem o produzido por conta da ação do outro ou de resistência do objeto.

No trabalho com as forma geométricas, a proposta é desenvolver atividades nas quais as crianças descrevam-nas a partir das formas que elas percebem no seu próprio cotidiano; devem buscar identificar as relações entre formas espaciais e formas planas e observar as relações interfigurais (análise entre as formas) e intra- figurais (análise da forma de maneira isolada).

A partir da observação, experimentação, exploração e investigação do espaço, a criança desenvolve a capacidade de perceber, visualizar, reconhecer formas, representá-las pelo desenho, identificar propriedades e, assim, passar a construir os conceitos, bem como abstraí-los. Essas noções, também, favorecem a construção das relações espaciais que caracterizam o pensamento geométrico,

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ferramenta essencial para interpretar, compreender e apreciar o mundo, o qual é essencialmente geométrico. 1.4 TRATAMENTO
ferramenta essencial para interpretar, compreender e apreciar o mundo, o qual é essencialmente geométrico. 1.4 TRATAMENTO

ferramenta essencial para interpretar, compreender e apreciar o mundo, o qual é essencialmente geométrico.

  • 1.4 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

A proposta de trabalho com tratamento da informação requer atividades de investigação e exploração, valendo-se de coleta de informações diretamente relacionadas com as preferências ou dados pessoais das crianças.

A partir de situações-problema, apresentamos atividades em que as crian- ças deverão construir primeiramente pictogramas (representação icônica) e, de- pois, os gráficos de barras, bem como elaborar registros próprios para expressar as informações, como é o caso de descobrir quais as atividades (brincadeiras ou ações) preferidas da turma.

Com referência à construção de tabelas, as crianças são desafiadas a coletar os dados, a interpretá-los sob a forma de registro em tabela simples. Aqui envolve, ainda, o estabelecimento de relações, a construção de justificativas para os resul- tados dos dados coletados, favorecendo e ampliando o espírito investigativo que é próprio deste bloco de conteúdo estatístico e matemático.

2 A ESTRUTURA DO MATERIAL

O ponto de partida para a construção deste material foi a “Proposta Didá- tica para Alfabetizar Letrando”, do Programa Alfabetização na Idade Certa (PAIC), implantado por ações do Governo do Estado do Ceará, desde 2007, para alfabe- tizar os alunos das redes municipais até o segundo ano do Ensino Fundamental.

Dentro desses parâmetros, nossa “Alfabetização Matemática” apresenta a seguinte estrutura:

MANUAL DO PROFESSOR

CADERNO DO PROFESSOR - JOGOS, FICHAS E MONTAGEM

CARTAZES DIDÁTICOS DO PROFESSOR

CADERNO DE ATIVIDADES DO ALUNO

CADERNO DO ALUNO - JOGOS, FICHAS E MONTAGEM

  • 2.1 MANUAL DO PROFESSOR

Foi estruturado com o objetivo de orientá-lo(a) para a aplicação de suas atividades de ensino diárias em sala de aula. Dessa forma, traz orientações didáti- cas para o desenvolvimento de cada atividade. Este material está organizado em quatro etapas, cada uma delas refere-se a dois meses de aula (unidade), constan- do de oito semanas e, em cada semana, três dias. Em cada dia, a divisão de três momentos para a aula.

As etapas se referem às quatro unidades escolares e, em cada uma de - las, os conceitos e conteúdos matemáticos são trabalhados de modo a fazer

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uma interlocução entre os blocos de conteúdos indicados pelo PCN (1997), bem como o avanço linear
uma interlocução entre os blocos de conteúdos indicados pelo PCN (1997), bem como o avanço linear

uma interlocução entre os blocos de conteúdos indicados pelo PCN (1997), bem como o avanço linear dos conteúdos, a cada dia contemplando um foco principal:

1º dia da semana – o foco principal é a formação do conceito de número, priorizando o “número em diferentes contextos”. Busca-se fazer a interlocução com os conceitos referentes a grandezas e medidas e tratamento da informação, bem como à geometria.

2º dia da semana – o trabalho foca a “formalização” da leitura e escrita numérica.

3º dia da semana – o trabalho destaca a geometria, bloco denominado pelo PCN (BRASIL, 1997) de “espaço e forma”, fazendo uma introdução às noções dos conceitos geométricos a partir das noções topológicas, e abordando a passagem das relações intrafigurais à interfigurais de formas geométricas planas e espaciais.

As atividades propostas para cada dia contemplam três tempos distintos na aula, embora integrativos entre si. Esses três tempos ou momentos usados para auxiliar na construção de saberes matemáticos das crianças são descritos a seguir:

Matematizar com jogos e desafios

Tempo que prioriza o fazer matemático por meio de jogos, brincadeiras, atividades em grupos (duplas, trios, quartetos ou quintetos), contar histórias com

enredos enigmáticos, proposição de desafios e situações-problema. A dinâmica desse tempo prioriza a realização de uma atividade lúdica ou uma dinâmica rápi- da (na maioria das vezes, em torno de 15 minutos), objetivando iniciar o primeiro contato com o conceito ou conteúdo matemático que se planeja abordar no res- pectivo dia.

Matematizar na roda da conversa

Tempo que prioriza o fazer matemático por meio da socialização e regis- tros coletivos dos saberes das crianças, suas concepções espontâneas acerca de um determinado quadro conceitual. É um tempo que também implica mudança conceitual em razão da mediação do próprio grupo que interage e propõe novas argumentações diante do que foi realizado no tempo anterior (jogos e desafios). O(A) professor(a) buscará explicitar, nesse momento, os conceitos matemáticos que estão no foco principal do dia, ressaltando e explorando relações, proprieda- des e consequências que lhes são peculiares. O(A) professor(a) não precisa chamar a atenção das crianças que erram, precisa apenas trabalhar as diversas maneiras daquelas que conseguiram representar de forma correta, mediando as discussões de modo a conduzir para o acerto.

Matematizar com registros

Tempo que prioriza o fazer matemático por meio do registro individual da criança no seu próprio Caderno de Atividades e, a partir de sua produção, realizar a interface entre as notações pessoais e a formalização matemática. É um momento

13

em que se pode contemplar, novamente, a proposição de registros em duplas ou em trios; reforça-se,
em que se pode contemplar, novamente, a proposição de registros em duplas ou em trios; reforça-se,

em que se pode contemplar, novamente, a proposição de registros em duplas ou em trios; reforça-se, então, o valor das trocas e do conflito sócio-cognitivo advindos de uma atividade de registro que exige, prioritariamente, construção de esquemas representacionais voltada às notações numéricas. Objetiva avaliar a apropriação, pelas crianças, dos conceitos e procedimentos trabalhados e expandir o trabalho realizado, checando a possibilidade de generalização.

  • 2.2 CADERNO DO PROFESSOR - JOGOS, FICHAS E MONTAGEM

É composto de fichas e jogos que auxiliam no desenvolvimento das ativi- dades propostas nos diferentes momentos de determinados dias. Alguns desses materiais (jogos ou fichas) estão em quantidades que precisam ser distribuídas às crianças quando se organizarem em duplas, trios, quartetos ou quintetos. As sugestões de aplicação e uso de cada material estão presentes nas respectivas orientações didáticas daquele momento.

  • 2.3 CARTAZES DIDÁTICOS DO PROFESSOR

O uso dos cartazes tem como objetivo permitir a visualização de imagens por toda a turma, bem como a construção de objetos geométricos de modo a facilitar o manuseio dos mesmos.

O kit é composto de 26 cartazes; desse total, 15 serão utilizados na primeira

etapa. Sugerimos que, pelo menos, os dois cartazes com o calendário, bem como o cartaz com a sequência numérica de 0 a 100, fiquem afixados na sala durante todo o ano letivo e que sejam usados durante a realização das atividades.

Para a segunda etapa, temos reservado o uso de cinco cartazes e, dentre es- ses, recomendamos que, pelo menos, o cartaz com os números redondos perma- neça afixado na sala durante as próximas etapas. Além disso, três desses cartazes se referem a objetos que apresentam uma forma geométrica espacial (paralelepí- pedos), objeto de estudo. Eles precisam ser armados e conservados para uso até o final do ano letivo.

Um conjunto de cinco cartazes está reservado para o trabalho da terceira etapa. Dois deles se referem a objetos com forma geométrica espacial (pirâmide) e também precisam ser armados e conservados para utilização até o final do ano letivo.

A quarta etapa apresenta apenas um novo cartaz com a ilustração de uma planta baixa de uma sala de aula.

  • 2.4 CADERNO DE ATIVIDADES DO ALUNO

É um material que será usado com maior ênfase no terceiro momento (Ma- tematizar com registros) de cada dia. A maioria das atividades será desenvolvida de maneira individual. Contudo, se faz necessária a mediação do(a) professor(a).

14

Principalmente nas duas primeiras etapas, é imprescindível que ele(ela) faça a leitura das instruções (enunciados) das
Principalmente nas duas primeiras etapas, é imprescindível que ele(ela) faça a leitura das instruções (enunciados) das

Principalmente nas duas primeiras etapas, é imprescindível que ele(ela) faça a leitura das instruções (enunciados) das atividades, possibilitando às crianças resolverem e responderem aos comandos apresentados. É preciso ainda que as atividades sejam apresentadas de modo a conduzir à compreensão, possibilitando o domínio dos registros matemáticos em questão.

2.5 CADERNO DO ALUNO - JOGOS, FICHAS E MONTAGEM

O objetivo desse caderno é permitir que cada criança possa ter o seu pró- prio material para a realização de atividades. Ele é composto de jogos e fichas que serão utilizados pelos alunos, sendo que alguns dos jogos deverão ser explorados com as crianças trabalhando em grupo.

Prezado(a) professor(a), esperamos que o conjunto deste material didático “Alfabetização Matemática”, apresentado aqui, possa ajudar no desenvolvimento de suas ações pedagógicas, impulsionando-o(a) a planejar seu dia a dia em sala de aula com as crianças, facilitando a sua mediação, bem como o processo de identificação de ritmos e necessidades dos aprendizes na construção e sistemati- zação de saberes matemáticos.

Desejamos, sobretudo, que você, professor(a), consiga ressignificar sua práti- ca pedagógica no campo da Matemática, criando e recriando atitudes mais favorá- veis à aprendizagem dessa ciência. Você pode colocá-la como parceira na tarefa de

tornar este primeiro ano da escolaridade das crianças no Ensino Fundamental um tempo repleto de experiências frutíferas, criativas e carregadas de alegria e de su- cesso, tornando-as confiantes na sua capacidade de aprender “matematicamente”.

15

sou
sou
proposta didática para o PROFESSOR 1ª E TAPA 1ª SEMANA 1° DIA • contar brinquedos, figurinhas
proposta didática
para o PROFESSOR
1ª E TAPA
1ª SEMANA
1° DIA
• contar brinquedos, figurinhas e muitas
outras coisas;
• desenhar e criar formas;
• medir os espaços e as coisas.
b)
Vocês imaginam quem são eles?
Objetivo(s):
c)
Vocês imaginam que tipo de problemas
eles gostam de resolver?
• Conhecer a Turma dos Supermatemáticos;
• Contar a história em quadrinhos da Turma
dos Supermatemáticos.
d)
Eles adoram contar coisas, objetos, brin-
quedos e muitas, muitas outras coisas!
e)
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a), antes de apresentar a Tur-
ma dos Supermatemáticos, pergunta se as
crianças imaginam quem seja. Deve deixar
que elas se expressem livremente, podendo
dar pistas conforme falam. Algumas pistas
poderiam ser:
O nome da turma é Turma dos Superma-
temáticos! O que lembra o nome Super-
matemáticos? Neste momento, é impor-
tante escutar as crianças e seu imaginário,
sem a preocupação de direcionar ou indu-
zir respostas.
2. Ler e apresentar os Cartazes (nº 01, 02 e 03)
com a História em Quadrinhos – (HQ) da Tur-
ma dos Supermatemáticos.
a) Essa turma gosta de:
• inventar e resolver problemas;
Alfabetização Matemática 6. Ao final da atividade, teremos uma votação que elegerá a personagem preferida da
Alfabetização Matemática
6. Ao final da atividade, teremos uma votação
que elegerá a personagem preferida da Tur-
ma dos Supermatemáticos ou o empate entre
personagens.
Objetivo(s):
• Compreender as informações das persona-
gens da turma e quantificar.
Orientação Didática:
Objetivo(s):
1.
O(A) professor(a) deve deixar um tempo livre
para que as crianças explorem o cartaz;
• Registrar a contagem e identificar a ordem.
Orientação Didática:
2.
Pedir que as crianças falem sobre os integran-
tes da turma;
3.
Depois, o(a) professor(a) questionará:
1. O(A) professor(a) pede que os alunos regis-
trem a votação no Caderno de Atividades
(Atividades 1 e 2).
a)
A turma tem quantos supermatemáticos?
3
Atividade 1
(Caderno de Atividades): VO-
b)
Quantos são supermeninas?
TAÇÃO: GOSTO MAIS DA PERSONAGEM
c)
Quantos são supermeninos?
RESULTADO DA VOTAÇÃO
d)
Quantos são supermeninos e meninas, ao
todo?
REGISTRO
QUANTOS
PERSONAGENS
DOS
VOTOS?
VOTOS
4.
O(A) professor(a) volta aos Cartazes (nº 01
ao 03) da HQ da Turma dos Supermatemá-
ticos e propõe uma votação: apontando para
cada personagem, pergunta às crianças: - “Le-
vanta a mão quem gostou mais da Matema?”
Proceder da mesma forma com as demais
personagens. Explicar às crianças que elas só
podem votar em uma personagem.
MATEMA
CONE
POLIEDRO
QUADRÁTICO
DEZENA
ORIGAMI
5.
O(A) professor(a) registra na lousa a votação.
Veja esse exemplo: Fazer a contagem daque-
les que levantaram a mão e marcar na lousa o
nome da personagem e, em frente ao nome,
marcar com tracinhos a quantidade equivalente
ao número de crianças que levantaram a mão.
MÉTRICA
INFINITO
VOTAÇÃO: EU GOSTO MAIS DE ...
Observação: Na coluna “REGISTRO DOS VOTOS”,
as crianças vão registrar os tracinhos que estão
no quadro de votação e, na coluna “QUANTOS
VOTOS”, a criança vai registrar o total de votos
à sua maneira, com numerais ou outras marcas,
inclusive, pode até repetir os tracinhos.
• MATEMA
I
I I I
• DEZENA
• ORIGAMI
• MÉTRICA
I I I • INFINITO
I
I I
I I
• CONE
I I I
I
3
Atividade 2
(Caderno de Atividades): DE-
• POLIEDRO
I
I I
• QUADRÁTICO
I
I I
I I
SENHE E ESCREVA O NOME DA PERSONAGEM
QUE TEVE O MAIOR NÚMERO DE VOTOS E A
QUE TEVE O MENOR NÚMERO DE VOTOS.
20
Proposta didática para o Professor PERSONAGEM MAIS VOTADA PERSONAGEM MENOS VOTADA NOME: NOME: DESENHO DESENHO Objetivo(s):
Proposta didática para o Professor
PERSONAGEM MAIS VOTADA
PERSONAGEM MENOS VOTADA
NOME:
NOME:
DESENHO
DESENHO
Objetivo(s):
• Identificar o número no contexto de medir
tempo (unidade anos), realizar a contagem e
comparar quantidades.
Objetivo(s):
Orientação Didática:
Identificar o número no contexto de medir
tempo (unidade anos) e realizar a contagem.
1. O(A) professor(a) registra no papel-metro as
idades dos Supermatemáticos e dos alunos.
Veja o quadro:
Orientação Didática:
IDADE DOS SUPERMATEMÁTICOS E DOS ALUNOS
1. O(A) professor(a) volta ao cartaz da HQ da
Turma dos Supermatemáticos e lê a idade de
cada um;
SUPERMATEMÁ-
NOME DOS
IDADE
TICOS
ALUNOS
2. Propõe a seguinte brincadeira:
• 1ª rodada: Quando o(a) professor(a) levan-
tar uma ficha (KIT DO PROFESSOR – Nume -
rais de 1 a 12) com o numeral, eles falam o
nome do Supermatemático que tem aquela
idade. Conta quantos acertaram e escreve na
Matema
Cone
Poliedro
Quadrático
Dezena
Origami e Métrica
Infinito
11
9
8
7
10
6
1
lousa;
2. Depois, o(a) professor(a) analisa os dados do
quadro questionando os alunos:
• 2ª rodada: Quando o(a) professor(a) levan-
tar uma ficha com o numeral, levanta a mão
quem tem aquela idade. Conta quantos alu-
nos têm aquela idade e escreve na lousa a
idade e o número de alunos.
a)
Quantos alunos têm 4 anos, 5 anos, 6 anos,
7 anos, 8 anos, 9 anos, 10 anos e 11 anos ?
b)
Representem a idade dos Supermatemá-
ticos com sementes, fichas, dentre outro
materiais didáticos que possam auxiliar na
contagem.
c)
Quem
são
os alunos mais
velhos? E os
mais novos?
d)
Quantos meninos têm 6 anos, 7 anos, 8
21
Alfabetização Matemática anos, 9 anos, 10 anos e 11 anos ? E quan- tas meninas têm
Alfabetização Matemática
anos, 9 anos, 10 anos e 11 anos ? E quan-
tas meninas têm 6 anos, 7 anos, 8 anos, 9
anos, 10 anos e 11 anos?
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades) – VEJA
O QUADRO DAS IDADES DA TURMA DOS SU-
PERMATEMÁTICOS E CIRCULE A IDADE QUE É
IGUAL A SUA.
QUADRO DAS IDADES
SUPERMATEMÁTICOS
IDADE
Matema
Cone
Poliedro
Quadrático
Dezena
Origami e Métrica
Infinito
11
9
8
Objetivo(s):
7
10
• Identificar a idade da turma, a idade dos alu-
nos, contar, comparar e corresponder e regis-
trar quantidades.
• Registrar o número no contexto de medir
tempo (unidade anos) e realizar a contagem.
6
1
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): ES-
COLHA TRÊS COLEGAS, ESCREVA O NOME E A
IDADE DE CADA UM.
Orientação Didática:
NOME DOS COLEGAS
IDADE
1. O(A) professor(a) pede que os alunos regis-
trem o quadro de idades no Caderno de Ati-
vidades (Atividades 1 e 2).
1ª SEMANA
1. O(A)
professor(a)
propõe
a
música
“Pop
Pop”.
Objetivo(s):
2. Cantar e propor os movimentos que a música
sugere sem que, no primeiro momento, des-
taque-se “mão direita ou esquerda”. Brincar
com a música de forma livre.
• Localizar e quantificar partes do corpo a partir
das noções de: à frente de, atrás de, embaixo,
acima.
3. Depois que a turma cantar e demonstrar o
que pede a música, o(a) professor(a) solicita
que façam modificações na letra da música,
como, por exemplo:
Orientação Didática:
a) “Eu vou acrescentar na música”:
Música “Pop Pop”
Coloque a mão para frente,
Coloque a mão para o lado,
Coloque a mão para frente,
Balança ela agora
Eu danço pop pop
Eu danço pop pop
Eu danço pop pop
Assim é bem melhor!
Coloque mão direita pra frente
Coloque mão direita pro lado
Coloque mão direita trás
(Continua o mesmo refrão da música)
22
Proposta didática para o Professor b) “Também podemos mudar para: mão es- querda”. c) Variar com
Proposta didática para o Professor
b)
“Também podemos mudar para: mão es-
querda”.
c)
Variar com outras partes do corpo, por
exemplo, pedindo que falem das partes
que estão acima da cintura, cujas possi-
bilidades poderão ser: ombros, cotovelos,
pescoço, cabeça. Ou, ainda, cantar partes
que estejam embaixo da cintura. A ideia é
explorar tanto a identificação das partes
do corpo como as noções de localização
tendo a si mesmo como referência.
Objetivo(s):
• Quantificar e registrar, com desenhos e nume-
ricamente, as partes do corpo a partir das no-
ções de: à frente de, atrás de, embaixo, acima.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) propõe que cada criança
desenhe o seu próprio corpo. Caderno de
Atividades.
3 Atividade 1
(Caderno de Atividades) – MEU
Objetivo(s):
CORPO E MEU NOME. DESENHE O SEU CORPO.
ESCREVA O SEU NOME.
• Socializar a localização e quantificação das
partes do corpo a partir das noções de: à fren-
te de, atrás de, embaixo, acima.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) propõe questões do tipo:
a)
“Quais as partes do nosso corpo que usa-
mos na música?”
b)
“Quais outras partes que temos no nosso
corpo e não as acrescentamos na música?
Onde elas estão localizadas?”
c)
“Quais partes do nosso corpo temos do
lado direito? Quantas partes são? E do
lado esquerdo? Quantas partes são?”
2. Após o desenho, o(a) professor(a) pede que
as crianças comentem e mostrem os seus
desenhos. Entretanto, não precisa ter a pre-
ocupação, neste momento, de que todas as
crianças façam o desenho completo, lem-
brando que elas podem falar sobre as partes
do corpo com mais facilidade. Deve observar
que a representação daquilo que foi falado
não é tão imediata, pois depende do proces-
so de internalização do conceito.
d)
“Quais partes do corpo estão embaixo do
pescoço?”
e)
“Quais partes estão acima da nossa cintu-
ra? Quantas partes são?”
2. Ao final da discussão, o(a) professor(a) pode
montar um registro coletivo em um cartaz e
deixar exposto na sala de aula, com a data e
com um título que demonstre que se refere a
uma escrita coletiva, um registro das informa-
ções principais que foram conversadas.
3. Em seguida, o(a) professor(a) apresenta o
cartaz com figuras (CARTAZ nº 04) que mos-
tram as partes do corpo das crianças que de-
verão ser mais enfatizadas neste momento.
O(A) professor(a) lê cada figura e a quantifica,
reforçando as partes do corpo que se estru-
turam em 1 ou 2 (membros, órgãos ou partes
do corpo). Por exemplo, com o número 1, po-
derá apontar para a figura da cabeça, nariz,
boca ou, ainda, outros órgãos internos, caso
apareça algum comentário entre as crianças.
Com o número 2, poderão numerar: braços,
mãos, cotovelos, orelhas, olhos, pernas e pés.
23
Alfabetização Matemática 4. Pedir que elas expressem, oralmente, o nome de algumas partes do corpo e
Alfabetização Matemática
4. Pedir que elas expressem, oralmente, o nome
de algumas partes do corpo e a localização
delas (com base nos referenciais de “frente”,
“acima”, “embaixo”). Solicitar que vejam a
quantidade de dedos, braços, mãos, pés, per-
nas, olhos, entre outras partes que auxiliarão
no processo de construção da quantificação
da criança.
CRIANÇAS
PARTE DO
QUE A
TOTAL
CORPO
DESENHA-
RAM
NOME DAS
DESENHAR,
NUMERAL QUE
CRIANÇAS
ESCREVER
REPRESENTA A
QUE
A PALAVRA
QUANTIDADE
FIZERAM
OU
DE CRIANÇAS
ESTE
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): DESE-
NHE E ESCREVA NO QUADRO A AS PARTES DO
SEU CORPO QUE CORRESPONDEM A QUAN-
TIDADE 1. DEPOIS DESENHE E ESCREVA NO
QUADRO B AS PARTES QUE CORRESPONDEM
A QUANTIDADE 2.
AMBOS OS
QUE
DESENHO
REGISTROS
DESENHARAM
(MÃOS)
AS MÃOS
ANA
CARLOTA
3
MIGUEL
QUADRO A
QUADRO B
PARTES DO MEU
CORPO QUE
ESTÃO ACIMA
DO UMBIGO QUE
CORRESPONDEM A
QUANTIDADE 1.
PARTES DO MEU
CORPO QUE
ESTÃO ACIMA
DO UMBIGO QUE
CORRESPONDEM A
QUANTIDADE 2.
3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): VA-
MOS IDENTIFICAR AS 5 PARTES MAIS DESE-
NHADAS PELA TURMA? COMPLETE O QUADRO
JUNTO COM OS SEUS GRUPOS.
5. A atividade busca fazer um fechamento co-
letivo sobre os desenhos que foram mais uti-
lizados pelas crianças e a quantificação dos
mesmos. O(A) professor(a) completa o tra-
balho, juntamente com as crianças, e solicita
que levante a mão “quem desenhou braços,
ou pernas, nariz, boca”, entre outras partes
tratadas na aula. Selecionar apenas os cinco
primeiros desenhos.
2ª SEMANA
Orientação Didática:
Objetivo(s):
• Apresentar e fixar o calendário para identifi-
cação dos dias da semana e do mês;
• Identificar números que fazem parte do coti-
diano.
1. Apresentar os Cartazes (nº 05 e 06) que cor-
respondem aos meses de janeiro a dezembro.
Ambos estarão em branco e deverão ser com-
pletados dia a dia com as crianças. O cartaz 5
corresponde aos meses de janeiro a junho e o
cartaz 6, aos meses de julho a dezembro. Su-
gere-se que o(a) professor(a) apresente ambos
os cartazes em branco, mas informe que vai
fixar, primeiramente, na sala somente o cartaz
que corresponde àquele semestre, deixando
para fixar o 2º cartaz no semestre subsequente.
24
Proposta didática para o Professor 2. Depois de fixado, o cartaz poderá ser explora- do oralmente
Proposta didática para o Professor
2.
Depois de fixado, o cartaz poderá ser explora-
do oralmente pelo(a) professor(a), lembrando
que atividades mais detalhadas serão apre-
sentadas nas próximas etapas.
3.
Pedir que cada criança localize, no seu Caderno
de Jogos e Fichas, a página que contenha as pe-
ças do JOGO DA MEMÓRIA – OS NÚMEROS NA
NOSSA VIDA (JOGO nº 1). Solicitar que destaque
as peças, em seguida, cada uma espalhará as pe-
ças do jogo em cima de sua própria mesa. Pedir
que escreva seu nome em cada peça do jogo,
(na parte com a figura) a fim de que, em caso de
perda, a criança possa localizar a sua peça.
Objetivo(s):
• Discutir e socializar números que fazem parte
do cotidiano.
Orientação Didática:
1.
4.
Deixar um tempo extra para que as crianças
explorem, observem e brinquem com o ma-
terial livremente.
Ao terminar o jogo, o(a) professor(a) apresen-
ta cada um dos cartazes que mostra o uso do
número em situações de identificação, locali-
zação, ordenação e medição.
2.
5.
Organizar as crianças em subgrupos de 4 em
4 ou 5 em 5 participantes e propor o Jogo da
Memória - Os números na nossa vida. Dei-
xá-las praticar mais de uma vez o jogo.
Apresentar os CARTAZES nº 7 (quantificar)
e nº 8 (identificar) e propor que as crianças
observem, em cada figura que envolve cená-
rios distintos, o uso que fazemos dos núme-
ros para identificar pessoas, objetos e outras
situações.
6.
Durante essa atividade, o(a) professor(a) per-
corre a sala para observar como as crianças
jogam. Aproveita também o momento de
jogo para pendurar, na parede da sala, os
CARTAZES nº 7, 8, 9, 10 e 11 – Os números
na nossa vida.
3.
Questionar:
a) Vocês já viveram situações semelhantes a
essa? Como foi?
b) O que podemos observar sobre estas dife-
rentes situações?
4.
Jogo da Memória
Deixar as crianças falarem livremente, sem
a preocupação, neste momento, de intervir
para corrigir, e sim para provocar outras per-
guntas em função do que elas vão falando.
O jogo consiste em distribuir todo o maço de car-
tas, uma por uma, com a face virada para baixo.
Não faz diferença se as cartas são dispostas em li-
nhas e colunas ou de forma aleatória. Uma jogada
consiste em virar uma carta, depois outra. Todos
os jogadores veem as cartas que foram viradas. Se
elas forem iguais, o jogador retira-as da mesa e as
separa consigo. O jogador que conseguir acertar
um par de cartas tem direito a jogar novamente.
Se as duas cartas viradas não forem iguais, o jo-
gador passa a vez para o próximo participante.
Quando todas as cartas tiverem sido pegas, cada
jogador deverá contar a quantidade que lhe per-
tence. Quem tiver o maior número de cartas será
o vencedor.
5.
Colocar o CARTAZ nº 9 (ordenar) e proceder
com as mesmas perguntas feitas para os Car-
tazes 7 e 8, lembrando sempre que o(a) pro-
fessor(a) poderá acrescentar outras perguntas
em função das respostas das crianças.
6.
Proceder da mesma maneira para a análise dos
CARTAZES nº 10 e 11 (localizar e medir)
25
Alfabetização Matemática Sentido dos números para a criança Os números podem designar inúmeros sentidos. É importante
Alfabetização Matemática
Sentido dos números para a criança
Os números podem designar inúmeros sentidos. É
importante lembrar que, no processo de construção
do número pela criança, a prática pedagógica do(a)
professor(a) deverá contemplar os diferentes sentidos
dos números, pois eles se configuram em situações do
cotidiano infantil. Aqui, daremos o enfoque do sentido
dos números nas seguintes situações:
ordenação, como, por exemplo, a máquina de se-
nhas, que auxilia o atendimento de pessoas em um
pronto-socorro, em uma fila de banco, de super-
mercado, entre outras situações.
4.
1.
Função do número para quantificar – Usamos os
números para nos auxiliar na contagem, agrupa-
mentos de objetos e para contar objetos que ne-
cessitem que saibamos de sua quantificação.
2.
Função do número para nos localizar – Usamos
os números para nos auxiliar na localização de
lugares e objetos. Empregamos os números para
localizar salas, poltronas (ônibus, cinema, teatro),
salas (prédios, escritórios), ruas, casas, etc.
Função do número para identificar – Utilizamos
os números como meio de identificação. A crian-
ça está rodeada de objetos com números que os
identificam: os canais de TV, a geladeira, os brin-
quedos (também possuem números que os iden-
tificam), o número do telefone ou do celular, os
códigos de barras em faturas ou em produtos do
supermercado. Além disso, e, talvez, o maior senti-
do do número para uma pessoa (criança) seja o do
seu Registro Geral (RG), que é um código numéri-
co que nos identifica e reconhece como cidadãos
brasileiros.
5.
3.
Função do número para ordenar eventos, obje-
tos e pessoas – Utilizamos os números para esta-
belecer uma determinada ordem. Empregamos os
números para ordenar uma fila por ordem de altura
ou para estabelecer a ordem de chegada (1º, 2º, 3º
lugar). No convívio social, utilizamos sistemas de
Função do número para medir – Utilizamos os
números para expressar a massa, a altura da pes-
soa, dos animais e objetos. Indicam ainda o estado
de saúde de uma pessoa, como a temperatura ou a
pressão arterial. Como forma de medida, os núme-
ros podem indicar ainda o tempo, o comprimento
e a distância.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades) - DE-
SENHE A SITUAÇÃO DO NÚMERO, EM NOSSAS
VIDAS, QUE VOCÊ MAIS GOSTOU. COLOQUE O
NÚMERO QUE APARECE NA CENA DO CARTAZ.
Objetivo(s):
• Identificar números que fazem parte do co-
tidiano.
Orientação Didática:
1. Propor que cada criança desenhe a situação
(identificar, localizar, ordenar e medir) que
mais gostou e que coloque o número que
aparece nela.
2. Ao final da atividade, o(a) professor(a) faz
uma rodada de apresentações dos desenhos
das crianças. Dessa forma, socializa diferentes
formas de registros, possibilitando a troca de
informações e a oportunidade de falarem so-
bre o que fizeram.
26
Proposta didática para o Professor 2ª SEMANA 2° DIA Objetivo(s): Objetivo(s): • Identificar números significativos, reconhe-
Proposta didática para o Professor
2ª SEMANA
2° DIA
Objetivo(s):
Objetivo(s):
• Identificar números significativos, reconhe-
cendo medidas de vestuário e moradia.
• Reconhecer e socializar medidas do vestuário
e da moradia do grupo.
Orientação Didática:
Orientação Didática:
1. Pedir que as crianças se organizem em sub-
grupos de 4 a 5 participantes. Solicitar que
utilizem o Caderno de Atividades, localizando:
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): OS
NÚMEROS NAS NOSSAS VIDAS. COMPLETE:
1. Ao término da atividade dos subgrupos, o(a)
professor(a) propõe um levantamento dos
dados que cada subgrupo organizou so-
bre os dados numéricos escritos, como, por
exemplo:
a)
“Quantas crianças calçam ___
meração?”
?
E outra nu-
NOMES:
b)
“Na nossa turma, há muitas crianças que
calçam
e poucas usam sapato núme-
1) NÚMERO DOS CALÇADOS:
ro
”.
2) NÚMERO DAS IDADES:
c)
____
caso contrário, “A maioria tem calçados
“Todos têm calçados número
” ou, em
3) NÚMERO DAS CASAS:
número
____
”.
d)
2. Solicitar que o subgrupo converse e escreva o
que se pede no quadro da atividade.
“Conseguimos descobrir os seguintes nú-
meros das casas de alguns de vocês:
____
”.
e)
“Não encontramos nenhuma resposta
com o número
____
”.
3. Cada quadro da atividade deverá conter os
nomes de todos os participantes do subgru-
po e poderá apresentar o registro de vários
números, pois podemos ter crianças que cal-
çam numerações diferentes e todas estas de-
vem aparecer.
2. O(A) professor(a) pode usar uma tabela, como
a colocada a seguir, para auxiliar na contagem
dos dados.
NOMES:
4. É provável que o item que pede o número da
casa da criança fique sem resposta. O(A) pro-
fessor(a) deverá sugerir que eles tragam o nú-
mero da casa escrito nnum papel para o dia
seguinte.
1) NÚMERO DOS CALÇADOS:
2) NÚMERO DAS IDADES:
3) NÚMERO DAS CASAS:
27
Alfabetização Matemática 1. Durante a atividade, o(a) professor(a) faz a se- guinte exploração com as crianças
Alfabetização Matemática
1. Durante a atividade, o(a) professor(a) faz a se-
guinte exploração com as crianças para que
possam completar suas atividades:
Termos como “todos”, “alguns”,
“a maioria”, “a mais que”, “me-
nos que” são conceitos que im-
plicam a construção do arcabouço lógico-mate-
mático subjacente à construção do conhecimento
matemático. Por isso, é fundamental que o(a) pro-
fessor(a) explore constantemente tais expressões
que remetem a um quadro conceitual que será
desenvolvido ao longo do tempo pela criança.
Tais conceitos referem-se a noções de grandeza,
de capacidade, inclusão de classes, quantificação.
Estes conceitos não se constroem apenas por meio
de escrita matemática, eles necessitam de muita
vivência, experimentação, observação, discussão
e compreensão por parte das crianças, a fim de
construí-los e abstraí-los matematicamente. Por
isso, é fundamental que o(a) professor(a) explore,
em nível verbal, todas as situações em que apare-
çam esses conceitos, podendo também dramati-
zar as situações com as crianças e depois buscar
registrar, através de desenhos e símbolos, o que
fizeram em nível verbal.
a)
Para escrever o dia em que nasceram -
Uma possibilidade é a de o(a) professor(a)
ter a lista das datas de nascimento das
crianças e lhes falar o número correspon-
dente de cada um. É um momento muito
oportuno para suscitar as diferenças nu-
méricas na oralidade e também anotá-las
na lousa para que a criança copie. Tal si-
tuação vai ampliando o conhecimento
infantil sobre números que ela conhece e
os números que não conhece, observan-
do suas distintas funções. Caso não seja
possível fazer em sala, as crianças poderão
coletar o dado com os pais e/ou responsá-
veis, devendo essa discussão ser feita pe-
lo(a) professor(a) no início da próxima aula
de matemática.
b)
Para escrever a hora em que dormem -
Objetivo(s):
• Identificar números que fazem parte do co-
tidiano.
Orientação Didática:
Esse item é um excelente momento para
discutir com as crianças a noção de núme-
ro aproximado, ou seja, algumas poderão
dizer a “hora exata” e outras poderão dizer
que não sabem. Cabe ao(à) professor(a)
encaminhar uma reflexão sobre a ideia
de “por volta de que horas você dorme?”.
Pode-se discutir e chegar a um acordo de
que elas, em geral, se deitam entre 8 e 9
horas; ou, ainda, crianças que se deitem
mais tarde. Nestes casos, indicar o registro
também aproximado, ou seja, pedir que
escrevam que dormem próximo das 8 (9
ou 10 horas).
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): DE-
SENHE E ESCREVA OS NÚMEROS QUE ATUAL-
MENTE FAZEM PARTE DA SUA VIDA E QUE SÃO
IMPORTANTES PARA VOCÊ.
c)
NÚMERO DO DIA EM
QUE EU NASCI
NÚMERO DE
PESSOAS QUE MORAM
NA MINHA CASA
HORA QUE EU VOU
DORMIR
MEU NÚMERO
PREFERIDO
Para escrever o número preferido - Esse
item merecerá toda a atenção do(a) pro-
fessor(a), pois é o tipo de pergunta que
leva a criança a escolher números gran-
des. É muito comum dizer: “MIL!”, “UM
MILHÃO”. Nestes casos, escrever o núme-
ro na lousa para que a criança o copie no
Caderno de Atividade. Esta situação não
implica compreensão do sistema de nu-
meração decimal, também não se espe-
ra compreensão da criança sobre o valor
posicional do número. A situação remete
a um conhecimento intuitivo de enumera-
ção (recitação dos números) que a criança
28
Proposta didática para o Professor desta idade começa a desenvolver. O mo- mento visa a provocar
Proposta didática para o Professor
desta idade começa a desenvolver. O mo-
mento visa a provocar o raciocínio infantil
para pensar em quantidades em geral, in-
distintamente da sequência numérica que
estamos sistematizando (1 a 10).
fessor(a) poderá incentivá-las a pensar em si-
tuações correspondentes ao que elas falaram
anteriormente sobre “os números em nossas
vidas”. As crianças poderão ser convidadas a
pensar em um cenário real ou fictício. Situa-
ções que podem ser incentivadas:
3 Atividade 3
(Caderno de Atividades):
a)
DESENHE:
A criança no mundo de seus brinquedos
(quantidade e representação de seus brin-
quedos);
EU E O MUNDO DOS NÚMEROS
b)
A criança e o caráter utilitário de uso das
cédulas que contêm números que as de -
signam, dinheiro que pode ser utilizado na
compra e venda de objetos, mantimentos;
c)
2. Propor que cada criança monte uma ilus-
tração tal qual as várias ilustrações do livro
“Parece
...
mas não é” (do material Alfabetizar
Letrando) . No entanto, tendo com tema “O
Mundo Encantado da Matemática”, o(a) pro-
Em situações de um mundo fictício – “eu e
o mundo dos números” – convidar as crian-
ças a usar a imaginação, como, por exem-
plo, a criança com números vestidos de ca-
valheiros, princesas, dragões, uma cidade
só de números, entre outros atributos que
possam aparecer em cada turma, segundo
a invenção particular de cada uma delas.
2ª SEMANA
3° DIA
2. Em seguida, solicitará que as crianças cami-
nhem ao lado das circunferências de maneira
livre, devendo dar o seguinte comando: “Co-
elhinho vai para a toca”. Assim, cada criança
Objetivo(s):
Identificar a noção de dentro e fora em situ-
ações de locomoção em um espaço determi-
nado.
deverá entrar em uma única circunferência.
Uma criança ficará sem entrar em uma das
circunferências, então, o(a) professor(a) a co-
locará no centro do formato circular da sala
(disposição marcada no início da brincadeira);
3. Na sequência, o(a) professor(a) dará o coman-
do: “Coelhinho sai da toca”. Assim, as crianças
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) desenhará, no chão da sala,
circunferências espaçadas aleatoriamente
num formato circular. A quantidade de cir-
cunferências será uma a menos da quantida-
de de crianças da turma;
sairão das circunferências e o(a) professor(a)
apagará um deles. As crianças voltarão a ca-
minhar ao lado das circunferências e o(a) pro-
fessor(a) dará o comando e repetirá os passos
anteriores até que fique apenas uma criança,
que será a vencedora da brincadeira.
29
Alfabetização Matemática Sugerimos que o(a) professor(a) pegue alguns objetos, como caixas e vasilhas, para discutir sobre
Alfabetização Matemática
Sugerimos que o(a) professor(a) pegue alguns
objetos, como caixas e vasilhas, para discutir
sobre coisas que estejam dentro e fora.
Objetivo(s):
• Identificar a noção de dentro e fora.
Orientação Didática:
Objetivo(s):
1. O(A) professor(a) coloca as crianças numa
roda, faz uma circunferência no chão e come-
ça a questionar:
Registrar, através de desenhos, a noção de
dentro e fora.
Orientação Didática:
a)
Quando eu dizia “coelhinho vai
para
a
toca”, era para ficar dentro ou fora da cir-
cunferência?
b)
Quando eu dizia “coelhinho sai da toca”, era
para ficar dentro ou fora da circunferência?
c)
Vejam esta a circunferência esta linha (apon-
ta para a circunferência) faz uma divisão, po-
demos ter coisas dentro e coisas fora dele.
Agora, estamos todos dentro ou fora da cir-
cunferência? Esta linha é o limite para dizer
o que está dentro e o que está fora.
1. As crianças deverão desenhar a brincadeira
“Coelhinho sai da toca”. Após o registro, o(a)
professor(a) solicitará que as crianças sentem
em roda (grupo), para discutirem a forma de
representação de cada uma delas, observan-
do a disposição espacial produzida e os pos-
síveis equívocos na representação.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): DESE-
NHE VOCÊ E SEUS COLEGAS NA SITUAÇÃO DA
BRINCADEIRA “COELHINHO SAI DA TOCA”.
d)
E, se chegar alguém batendo na porta da
sala, essa pessoa vai querer entrar na sala,
então, a porta será o limite. Nós estamos
dentro ou fora da sala?
3ª SEMANA
1° DIA
Orientação Didática:
Objetivo(s):
1. O(A) professor(a) propõe a brincadeira “Dois
ou Um”, perguntando quem a conhece,
quem brinca e em que situações. Caso algu-
mas crianças já conheçam a brincadeira, pedir
que expliquem aos demais colegas da sala.
• Explorar a contagem, a relação de quantidade
e os numerais.
30
Proposta didática para o Professor Objetivo(s): Brincadeira “Dois ou Um” • Contar, estabelecer a relação de
Proposta didática para o Professor
Objetivo(s):
Brincadeira “Dois ou Um”
• Contar, estabelecer a relação de quantidade e
os numerais.
Orientação Didática:
Consiste em utilizar os dedos de uma das mãos
e representar o número um ou o número dois. A
criança coloca as mãos para trás, escolhe se vai
lançar a mão com o número um ou dois. Todos
os participantes cantam: “Dois ou um!” E, quando
terminam a frase, todos devem apresentar uma
das mãos. O ganhador é aquele que conseguir
colocar o número que não se repete, vencendo,
assim, aquele que colocar sozinho um dos dois
números. Caso haja empate, os jogadores reco-
meçam o “dois ou um”. Quando restarem os dois
últimos participantes, aquele que colocar “um”
com o dedo vai para a turma do um e o que co-
locar o dois, deverá se encaminhar para a turma
do dois.
1. Vamos pensar outras formas dessa brincadei-
ra. Por exemplo, no Ceará, chama-se 0 ou 1.
O(A) professor(a) perguntará:
a)
“Vamos ver outra situação: e se a turma
do 1 agora fosse a turma do zero? Como é
(zero)? “Quantas crianças teríamos nessa
turma do zero?”
0
b)
“E se fosse a brincadeira do 3 ou 5? E, se
fosse 1 ou 10? Vamos fazer uma vez, brin-
cando de 1 ou 10?”
c)
2. Fazer subgrupos de 5 crianças cada um. O(A)
professor(a) demarca o espaço da sala de aula
informando que, “desse lado, ficam todas as
crianças que ganham a brincadeira apontan-
do um dedo” e “desse outro lado, ficam as
crianças que ganham a brincadeira apontan-
do dois dedos”.
“E agora? Se a turma do 2 fosse a do um?
“Quantas crianças teríamos nessa turma
do um?”
d)
“E se fosse a brincadeira do 4 ou 6? Ou 5
ou 10? Vamos fazer uma vez, brincando de
5
ou 10?”
e)
Ouvir as explicações das crianças e ins-
tigá-las a pensar sobre a contagem e as
relações de quantidade implícitas.
3. Depois de realizar tantas rodadas necessárias
para que se constitua a Turma do UM e a
Turma do DOIS, indagar:
a)
Quantas crianças temos na turma do 1?
b)
Quantas crianças temos na turma do 2?
c)
Turma do 1, apontem 1 dedo para cima.
Vamos contar quantos dedos? Quantas
crianças e quantos dedos? É o “mesmo
tanto? Como sabem? Podem explicar?”
Objetivo(s):
• Contar, estabelecer relações de quantidade e
elaborar registros espontâneos.
d)
Turma do 2, apontem 2 dedos para cima.
Vamos contar quantos dedos? Quantas
crianças e quantos dedos? É o “mesmo
tanto?” Por quê?
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) explicará os enunciados do
Caderno de Atividades.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): VOCÊ
BRINCOU DE “DOIS OU UM”. DESENHE A TURMA
EM QUE VOCÊ FICOU.
31
Alfabetização Matemática 3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): DE- SENHE O TOTAL DE DEDOS DO SUBGRUPO
Alfabetização Matemática
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): DE-
SENHE O TOTAL DE DEDOS DO SUBGRUPO DE
QUE VOCÊ PARTICIPOU.
3ª SEMANA
2° DIA
do Professor (FICHA nº 5 - LOTO DA TUR-
MA DOS SUPERMATEMÁTICOS e FICHA nº
6 - PARA CANTAR A LOTO) e propõe que as
crianças se organizem em duplas para parti-
cipar da loto.
Objetivo(s):
• Identificar os numerais de 1 a 100;
Explorar os numerais de 1 a 10.
3. Deixar que cada dupla explore, por algum
tempo, a cartela, verificando os numerais e as
personagens da Turma dos Supermatemáti-
cos que farão parte do jogo também.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) apresenta o CARTAZ nº 12,
explorando a sequência numérica (0 a 100) e
levando os alunos a observar as regularidades
da sequência (grupos do 10, do 20, do 30 até
chegar ao 100).
4. O(A) professor(a) terá em seu “Material” vá-
rias cartelas e poderá variar, trocando-as en-
tre as duplas para fazer mais uma rodada.
Objetivo(s):
LOTO
A loto é um jogo cujas bolas numeradas são co-
locadas dentro de um globo e sorteadas uma a
uma. Uma pessoa sorteia os números e “canta” o
número sorteado. Quando alguém completar a
cartela da loto, a maneira mais comum de anunciar
que ganhou é gritar “loto!” alto o suficiente para
o cantador ouvir. Assim que a loto é chamada, um
assistente irá até a sua mesa imediatamente para
conferir a loto. Tradicionalmente, os vencedo-
res são aqueles que completam, primeiramente,
uma linha ou uma coluna ou aquele que fechar,
completar todos os números da cartela. Para o
nosso jogo, os jogadores utilizam uma cartela
numerada de 1 a 10 e personagens da Turma
dos Supermatemáticos.
• Socializar os momentos ocorridos durante a
loto, bem como as dificuldades enfrentadas
pelas crianças.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) inicia a roda matemática
perguntando se as crianças gostaram de jo-
gar a loto, qual o momento de que mais gos-
taram, que emoção ele provoca na gente.
2. Em seguida, o(a) professor(a) destaca as CAR-
TELAS DA LOTO que constam no Material
2. Questionar, também, se alguma dupla deixou
de marcar algum número que foi cantado.
Esta discussão é importante para perceberem
que, ao deixar de marcar um número que foi
sorteado, a possibilidade de ganhar fica me-
nor, por isso, a atenção no ouvir, localizar e
marcar o número sorteado.
32
Proposta didática para o Professor 3. Depois de discutir as situações ocorridas du- rante a loto,
Proposta didática para o Professor
3. Depois de discutir as situações ocorridas du-
rante a loto, o(a) professor(a) apresenta, no
CARTAZ nº 12, os numerais de 0 a 100, enfa-
tizando os números utilizados no bingo.
2
12
21
6
15
26
10
18
27
1
10
22
3 Atividade 1
(Caderno de Atividades): VOCÊ
JOGOU A LOTO. DESENHE A SUA CARTELA.
6
13
24
8
16
28
AGORA, RESPONDA ÀS PERGUNTAS SOBRE O
JOGO ENTRE ESSES DOIS SUPERMATEMÁTICOS:
A)
4. Após terminar os desenhos, o(a) professor(a)
pode pedir que as crianças mostrem o que
fizeram a fim de socializar as formas de re-
presentação gráfica (desenhos) entre a turma.
QUAIS OS NUMERAIS QUE APARECEM TANTO NA
CARTELA DE CONE QUANTO NA DE MÉTRICA?
__________________________
B)
QUANTAS CASAS CONE PRECISA MARCAR PARA TER-
MINAR A CARTELA DELE? __________________________
C)
QUANTAS
CASAS
MÉTRICA
PRECISA
MAR-
CAR
PARA
TERMINAR
A
CARTELA
DELA?
__________________________
D)
Objetivo(s):
EM UM DOS MOMENTOS DO JOGO, SAIU O NÚME-
RO 10. AJUDE OS SUPERMATEMÁTICOS E MARQUE
COM UM “X” O NÚMERO 10 QUE ENCONTRAR.
• Reconhecer e registrar os numerais do jogo
da loto.
3 Atividade 3
(Caderno de Atividades): CRIAR
DUAS TABELAS DE LOTO INVENTANDO AS
COMBINAÇÕES DOS NUMERAIS.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) explica os enunciados do
Caderno de Atividades.
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): OB -
SERVE AS CARTELAS DESSES SUPERMATEMÁ -
TICOS. VEJA QUANTOS NÚMEROS CADA UM
JÁ MARCOU.
33
Alfabetização Matemática 3ª SEMANA 3° DIA duplas. Poderá pedir que algumas duplas de- monstrem o que
Alfabetização Matemática
3ª SEMANA
3° DIA
duplas. Poderá pedir que algumas duplas de-
monstrem o que fizeram.
3. Depois dessa retomada do Jogo 1, o(a) pro-
fessor(a) propõe o Jogo 2.
Objetivo(s):
JOGO 2
• Identificar localizações e posições no espaço.
O(A) professor(a) reinicia com os seguintes co-
mandos:
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) divide a turma em duplas
e disponibiliza, para cada uma delas, uma
caixa de sapatos, por exemplo, e tampinhas
de garrafa pet (refrigerante, suco, água etc)
de cores diferentes. As crianças sentam no
chão, uma em frente à outra, e todas esco-
lhem um lado para ser frente de sua caixa e
marcam a letra F. Em seguida, realizam dois
jogos.
• Colocar uma tampa vermelha dentro da caixa;
• Colocar uma tampa amarela fora da caixa;
• Colocar uma tampa azul em cima da caixa;
• Colocar uma tampa verde embaixo da caixa;
• Colocar uma tampa azul entre a caixa e a tampa
amarela.
Obs: Cada criança atende ao comando separada-
mente de maneira alternada, mas todas devem
dialogar entre si ao fazer a atividade.
JOGO 1
4. Ao término do Jogo 2, o(a) professor(a) pro-
põe as questões para reflexão sobre o que
fizeram, conforme já indicado para o Jogo 1.
A professora inicia com os seguintes comandos:
• Colocar uma tampa vermelha à direita da caixa;
• Colocar uma tampa verde à esquerda da caixa;
• Colocar uma tampa azul atrás da caixa;
• Colocar uma tampa amarela (ou outra cor) na
frente da caixa;
• Colocar dentro da caixa duas tampas azuis e uma
de outra cor entre elas;
Objetivo(s):
• Colocar uma tampa azul
fora da
caixa
e
uma
tampa de outra cor entre a caixa e a tampa azul.
• Discutir sobre localizações e posições no es -
paço.
Obs.: Cada criança atende ao comando separada-
mente, de maneira alternada, mas todas devem
dialogar entre si ao fazer a atividade.
Orientação Didática:
2. Após realizar todos os comandos do Jogo 1,
o(a) professor(a) propõe a seguinte questão:
Onde colocaram as tampas? Chamar a aten-
ção para a relatividade da posição direita,
esquerda e entre a que aparecerá, conforme
realizado por cada criança em cada uma das
1. O(A) professor(a) coloca as crianças senta-
das num grande círculo e convida uma delas
para ficar no meio desse círculo. Em seguida,
utilizando objetos, que podem ser as pró-
prias caixas usadas inicialmente, faz algumas
perguntas:
34
Proposta didática para o Professor a) Quero colocar essa caixa (objeto) à direita do colega, onde
Proposta didática para o Professor
a)
Quero colocar essa caixa (objeto) à direita
do colega, onde vou colocar?
Objetivo(s):
b)
Quero colocar essa caixa (objeto) à es-
querda do colega, onde vou colocar?
• Identificar e registrar, com desenhos, localiza-
ções e posições no espaço.
c)
Quero colocar essa caixa (objeto) atrás do
colega, onde vou colocar?
Orientação Didática:
d)
Quero colocar essa caixa (objeto) na frente
do colega, onde vou colocar?
1. O(A) professor(a) solicitará que as crianças fa-
çam as atividades abaixo no Caderno de Ati-
vidades do(a) Aluno(a).
Pegar uma tampa ou outro objeto e indicar:
e)
Quero colocar essa tampa (objeto) entre o
colega e a caixa, onde vou colocar?
2. Professor(a), oriente as crianças observando a
importância da referência para localização de:
em frente, atrás, esquerdo de e direito de.
2. O(A) professor(a) pode, também, dar alguns
comandos para toda a turma, como:
3
Atividade 1 (Caderno de Atividades): OB-
SERVE O DESENHO E MARQUE COM UM X O
QUE ESTÁ NA FRENTE DA PORQUINHA SOMA,
a)
Levantar o braço direito e/ou esquerdo;
CIRCULE O QUE ESTÁ ATRÁS DELA E PINTE O
QUE ESTÁ ENTRE ESFÉRICO E SOMA.
b)
Ficar apenas com o pé esquerdo e/ou di-
reito no chão;
c)
Colocar as mãos para trás e/ou para frente;
d)
Ficar entre dois objetos da sala.
3. Durante essa atividade, buscar que as próprias
crianças expressem as posições e troquem ex-
periências e/ou ideias com todas. Pode tam-
bém explorar outros objetos que estejam na
sala de aula.
3
Atividade 2 (Caderno de Atividades): IN-
FINITO ESTÁ SENTADO QUERENDO BRINCAR.
DESENHE, NO LADO ESQUERDO DELE, DUAS
BOLAS DE GUDE E, DO LADO DIREITO, DESE-
NHE UM CARRO DE BRINQUEDO.
1° DIA
Orientação Didática:
Objetivo(s):
• Contar as quantidades;
• Estabelecer correspondência um a um.
1. Em um primeiro momento da brincadei-
ra, o(a) professor(a) deverá ter em mãos um
único dado de tamanho grande (CARTAZ
nº 13), já montado por ele em dia anterior
a aula. Propor a brincadeira para as crianças,
colocando-as sentadas em uma grande roda
no chão;
35
Alfabetização Matemática 2. O(A) professor(a) joga o dado e representa, com os dedos, a quantidade da
Alfabetização Matemática
2.
O(A) professor(a) joga o dado e representa,
com os dedos, a quantidade da face que ficou
para cima e as crianças deverão contar jun-
tas. Explorar todas as quantidades das faces
do dado.
a)
Como podemos representar cada face do
dado usando os dedos da mão?
b)
Qual é a face do dado que
não
tem a
quantidade de dedos suficientes de uma
mão para representá-la?
3.
No segundo momento da brincadeira, o(a)
professor(a) propõe que as crianças peguem
a FICHA nº 1, do seu Caderno de Jogos e Fi-
chas, que contém o dado. Elas devem desta-
car e montar.
2.
O(A) professor(a) mostrará as fichas com os
números de 1 a 6 (utilizadas no 2º dia da 1ª
semana do MATERIAL DO PROFESSOR). Em
seguida, solicitará que cada criança selecione
os mesmos números que estão no MATERIAL
DE JOGOS E FICHAS do aluno (FICHA nº 2:
4.
Em seguida, os alunos devem se agrupar de
4 em 4 crianças. Sugerir que joguem o dado
e, depois, desenhem a quantidade de dedos
que corresponde à quantidade de bolinhas da
face superior que ficou para cima.
Numerais de 0 a 20).
3.
5.
O(A) professor(a) orienta que, a cada jogada
do componente do grupo, a criança registre
no caderno.
Quando todas as crianças estiverem sentadas
em roda e com as fichas dispostas à sua fren-
te, o(a) professor(a) pegará uma a uma das
próprias fichas, começando do número um,
lerá em voz alta e pedirá que cada criança pe-
gue a mesma ficha e a levante, também di-
zendo em voz alta o nome do número.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): RE-
GISTRE A QUANTIDADE DE BOLINHAS CORRES-
PONDENTE A CADA JOGADA.
4.
QUANTIDADE DE BOLINHAS POR JOGADA
DESENHE AS
QUANTAS
JOGADAS
BOLINHAS DO
BOLINHAS?
DADO
Ainda sentados na roda, solicitar que uma
criança pegue o dado grande e o jogue. O(A)
professor(a) mostra suas fichas de numerais
(1 a 6) em forma de leque e pede que outra
criança pegue o numeral correspondente à
quantidade do dado e que todos leiam jun-
tos qual é o numeral. Repetir esta estratégia
várias vezes.
5.
Neste momento, o(a) professor(a) poderá le-
vantar questões:
a)
Qual é o número que representa essa
quantidade do dado?
b)
Vocês sabem me mostrar, no dado, quan-
tidade menor do que a deste número que
acabaram de falar?
6.
Objetivo(s):
• Contar, fazer correspondência um a um e cor-
respondência número-numeral de 1 a 6.
O(A) professor(a) poderá ler, novamente, os
números em voz alta com as crianças, poderá
também pedir que representem as quantida-
des com os dedos.
Orientação Didática:
1.
Depois da brincadeira com o dado, o(a) pro-
fessor(a) faz questionamentos às crianças, tais
como:
36
Proposta didática para o Professor Objetivo(s): 3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): VEJA • Reconhecer os
Proposta didática para o Professor
Objetivo(s):
3
Atividade 3 (Caderno de Atividades): VEJA
Reconhecer os números de 1 a 6 e fazer a
contagem dessas quantidades.
CADA UM DOS DADOS. CONTE QUANTAS BO-
LINHAS APARECEM EM CADA UM DELES E LI-
GUE O DADO À MÃO QUE REPRESENTA ESSA
QUANTIDADE.
Orientação Didática:
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): OBSER-
VE O(A) PROFESSOR(A) JOGAR O DADO, REPRE-
SENTE, COM OS DEDOS DA MÃO E DESENHE AS
QUANTIDADES DA FACE QUE FICAR PARA CIMA.
7. O(A) professor(a) joga o dado três vezes e,
simultaneamente, as crianças preenchem o
quadro, desenhando a quantidade de dedos
que correspondam à quantidade de bolinhas.
3
Atividade 4
(Caderno de Atividades): LEIA
REPRESENTANDO A QUANTIDADE DE BOLI-
NHAS COM OS DEDOS
OS NÚMEROS E FAÇA BOLINHAS QUE REPRE-
SENTEM A QUANTIDADE QUE ELES INDICAM.
JOGADAS
REPRESENTANDO A
QUANTIDADE DE BOLINHAS
DO DADO COM OS DEDOS
2° DIA
2. Convide-as a cantar a música “Viva Mariana”,
representando as quantidades corresponden-
tes aos números cantados com os dedos;
Música: Viva Mariana
Objetivo(s):
• Identificar a sequência numérica e fazer sua
correspondência com a quantidade;
• Verbalizar a sequência numérica.
Mariana conta um
Mariana conta um
É um, é um, é um, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Orientação Didática:
1. Organize as crianças em formato oval;
Mariana conta dois
Mariana conta dois
É um, é dois, é Ana
37
Alfabetização Matemática Viva Mariana Viva Mariana Mariana conta três Mariana conta três É um, é dois,
Alfabetização Matemática
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta três
Mariana conta três
É um, é dois, é três, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
2. Em outro momento, o(a) professor(a) informa
que vai mudar algumas partes numéricas da
música e que as crianças deverão represen-
tar com os dedos, novamente, a quantidade
cantada.
Mariana conta quatro
Mariana conta quatro
É um, é dois, é três, é quatro, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta dez
Mariana conta dez
É dez, é dez, é dez, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta cinco
Mariana conta cinco
É um, é dois, é três, é quatro, é cinco, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta vinte
Mariana conta vinte
É dez, é vinte, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta seis
Mariana conta seis
É um, é dois, é três, é quatro, é cinco, é seis,
é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
Mariana conta trinta
Mariana conta trinta
É dez, é vinte, é trinta, é Ana
Viva Mariana
Viva Mariana
3. Discutir questões do tipo:
a)
Que números vêm depois do 5?
b)
E antes do 10? Quais são os números que
vêm antes dele?
c)
Podemos fazer o 3 com os dedos de uma
mão (demonstrar levantando os dedos in-
dicador, dedo médio e anelar). Qual outro
jeito de mostrar o número 3? Utilizar ou-
tras quantidades para explorar esta ideia.
Objetivo(s):
d)
Quais os três números que vêm logo de -
pois do 20? E do 30?
• Relacionar, verbalizar e socializar a sequência
numérica;
• Fazer correspondência numérica.
Orientação Didática:
1. Solicitar aos alunos que mostrem, de formas
diferentes e utilizando os dedos, uma mes-
ma quantidade cantando a música “Mariana”.
Por exemplo, para representar o número três,
usar um dedo de uma mão mais dois de outra
e três dedos de uma única mão.
Objetivo(s):
• Registrar a sequência numérica de 1 a 6.
38
Proposta didática para o Professor 3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): COM- PLETE A MÚSICA “VIVA
Proposta didática para o Professor
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): COM-
PLETE A MÚSICA “VIVA MARIANA” COM O NU-
MERAL CORRESPONDENTE. DEPOIS, DESENHE
UM CENÁRIO PARA ELA.
É ____
,
É ____
,
É ____
,
É
4, É ANA
VIVA MARIANA
VIVA MARIANA
MARIANA CONTA CINCO
MARIANA CONTA CINCO
É ____
____
,
É ____
,
É 5,É ANA
MÚSICA: VIVA MARIANA
VIVA MARIANA
VIVA MARIANA
MARIANA CONTA UM
MARIANA CONTA UM
É 1, É 1, É 1, É ANA
VIVA MARIANA
VIVA MARIANA
MARIANA CONTA SEIS
MARIANA CONTA SEIS
É ____
,
É ____
,
É ____
,
É ____
,
É ____
,
É 6, É ANA
VIVA MARIANA
MARIANA CONTA DOIS
MARIANA CONTA DOIS
VIVA MARIANA
É
1, É
2, É ANA
VIVA MARIANA
VIVA MARIANA
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): ES-
CREVA OS NÚMEROS QUE VÊM ANTES E DE-
POIS DAS SEQUÊNCIAS NAS PARTES ABAIXO.
MARIANA CONTA TRÊS
MARIANA CONTA TRÊS
É ____
,
É ____
,
É 3, É ANA
3
VIVA MARIANA
5
VIVA MARIANA
2
MARIANA CONTA QUATRO
MARIANA CONTA QUATRO
3° DIA
Os Passeios de Matema
Objetivo(s):
A Turma dos Supermatemáticos mora no mes-
mo bairro. A distância da casa de Matema para
a casa do Múltiplo, Métrica, Origami, Poliedro
e Soma é de quatro quarteirões CARTAZ nº
• Localizar e se posicionar a partir de orienta-
ções de movimentação.
Orientação Didática:
1. A professora vai iniciar a aula contando a se-
guinte história 1 :
14 - “Os passeios de Matema”. Matema costu-
ma visitar seus amigos durante os dias da sema-
na em uma ordem que foi estabelecida por ela,
por exemplo: segunda, Múltiplo; terça, Métrica;
quarta, Origami; quinta, Poliedro; e sexta, Soma.
Para que os encontros ficassem mais emocio-
nantes, a turma combinou que a sorte escolhes-
se o amigo a ser visitado por Matema. Para isso,
a cada cruzamento, ela jogaria uma moeda; se
saísse cara (C), andaria um quarteirão para o
Norte; se saísse coroa (X), andaria um quartei-
rão para o Leste. Matema teria que jogar a mo-
eda quatro vezes para chegar à casa de um dos
amigos. Pessoal, vamos passear com Matema?
1 A atividade “Os passeios da Matema” foi adaptada de
Cazorla e Santana (2006).
39
Alfabetização Matemática 2. O(A) professor(a) deve mostrar, em uma mo- eda, que lado é cara (C)
Alfabetização Matemática
2.
O(A) professor(a) deve mostrar, em uma mo-
eda, que lado é cara (C) e qual lado é coroa
(X). Mostre a direção quando tira cara (C), que
deve seguir para o Norte e quando tirar coroa
(X), que a direção é o Leste.
CUBRA COM O LÁPIS DE COR O CAMINHO AO
NORTE QUE MATEMA DEVE ANDAR. QUANDO
SAIR “COROA”, ESCREVA X E CUBRA COM O LÁ-
PIS DE COR O CAMINHO AO LESTE QUE MATE-
MA DEVE ANDAR.
GRUPO:
JOGADA
AMIGO VISITADO
a)
3.
Em seguida, o(a) professor(a) ainda explora a
disposição das casas dos amigos e as distân-
cias que Matema precisa andar para chegar à
casa de cada um deles, indicando que, para
Matema chegar à casa de qualquer um dos
amigos, precisa jogar a moeda quatro vezes.
Divida as crianças em grupo de seis para
jogar e fazer a atividade. Depois que cada
criança, dos grupos, jogar a moeda qua-
tro vezes, escreva na lousa ou num papel-
metro o seguinte quadro:
GRUPO 1:
JOGADA
AMIGO VISITADO
Objetivo(s):
b)
• Localizar e se posicionar a partir de orienta-
ções de movimentação.
O(A) professor(a) pede a cada criança do
grupo que diga a sequência que foi sor-
teada por ela e anota no quadro do seu
grupo. Veja, a seguir, um exemplo:
Orientação Didática:
GRUPO 1:
1.
O(A) professor(a) utilizará o Caderno de Ativi-
dades como segue:
JOGADA
AMIGO VISITADO
CCCC
MÚLTIPLO
CCCX
MÉTRICA
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): JO-
GUE A MOEDA QUATRO VEZES PARA DESCO-
BRIR QUAL O AMIGO QUE MATEMA VAI VISI-
TAR HOJE. QUANDO SAIR “CARA”, ESCREVA C E
CCXC
MÉTRICA
XXXX
SOMA
XCCC
MÉTRICA
XXCC
ORIGAMI
40
Proposta didática para o Professor c) Depois que tiver feito todos os quadros, comece a discutir
Proposta didática para o Professor
c) Depois que tiver feito todos os quadros,
comece a discutir com as crianças sobre as
regularidades observadas. Por exemplo:
Objetivo(s):
• Registrar, através de desenhos, a localização.
Qual foi o amigo mais visitado em cada
grupo?
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): DE-
Quando é possível Matema visitar esse
amigo: quando vai mais para o Norte ou
quando vai mais para o Leste?
SENHE SÔNICO ANDANDO PARA O LESTE DA
ÁRVORE E ESFÉRICO INDO NO SENTIDO CON-
TRÁRIO.
2. O(A) professor(a) pode elaborar outras per-
guntas que explorem a localização conforme
o tempo que ainda tiver para a aula.
3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): FAÇA
UM DESENHO ILUSTRANDO O CAMINHO QUE
MATEMA FEZ NA PRIMEIRA VEZ QUE VOCÊ JO-
GOU A MOEDA.
5ª SEMANA
1° DIA
Objetivo(s):
• Comparar e compor quantidades;
• Corresponder e calcular quantidades em or-
ganizações espaciais diferentes.
prio dado, cujo lance que obtiver maior quantida-
de determinará quem começará o jogo. O jogador
lança o dado e pinta em seu tabuleiro o número
de casas correspondentes ao número que saiu na
face de cima do dado. O ganhador é aquele que
preencher toda a malha quadriculada. Para fina-
lizar o tabuleiro, é preciso preencher as últimas
casas tirando o número exato no dado. Exemplifi-
cando: se faltam 3 casas para o jogador preencher
seu tabuleiro, ele precisará tirar exatamente a face
que corresponde ao número 3.
Orientação Didática 2 :
1. Explicar a regra da brincadeira
(Jogo do 20) às crianças.
Jogo do 20
2. O(A) professor(a) solicitará que as crianças
peguem o Caderno de Jogos e Fichas do
Aluno (JOGO nº 2) e destaquem uma malha
quadriculada para cada uma e, depois, se or-
ganizem em duplas.
O “Jogo do 20” consiste em organizar as
crianças em duplas. Cada criança ganha um tabu-
leiro, que é a malha quadriculada de 4x5. Organi-
za-se, primeiro, o critério do participante que dará
início ao jogo. Sugerimos que seja através do pró-
3. Deixá-las jogar até que cada dupla tenha o
vencedor do “Jogo do 20”. No Caderno de Jo-
gos e Fichas, haverá 6 malhas quadriculadas
para que, em situações posteriores, o(a) pro-
fessor(a) proponha o “Jogo do 20” novamente.
2 Atividade adaptada do material “Hacer Matematica 1” -
Cecilia Parra e Irma Saiz.
41
Alfabetização Matemática Importância do trabalho em grupo – Atividades Cooperativas ou Atividades Colaborativas? Objetivo(s): Na perspectiva
Alfabetização Matemática
Importância do trabalho
em grupo – Atividades
Cooperativas ou Atividades
Colaborativas?
Objetivo(s):
Na perspectiva piagetiana, o sentido de “COOPE-
RAR” refere-se a “Operar Conjuntamente” e vai
para além do sentido de colaborar, que pode ser
usualmente entendido como uma divisão de traba-
lho na qual cada um é responsável por uma parte
da solução de um problema. Piaget (1973) entende
que cooperar significa operar juntamente com o
outro, ou seja, significa “transformação”, em nível
de desenvolvimento cognitivo, a novas formas de
operações de correspondência, reciprocidade ou
complementaridade executadas pelos parceiros.
Enquanto o sentido de colaborar implica reunir
ações que são realizadas, de forma isolada, pelos
parceiros, o sentido de cooperar implica ações e
pensamentos mútuos entre os parceiros, a fim de
que, num esforço coordenado, consigam solucio-
nar um problema conjuntamente.
• Comparar, calcular e corresponder quantidades.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): COM-
PLETE AS PERGUNTAS SOBRE O “JOGO DO 20”
ENTRE A TURMA DOS SUPERMATEMÁTICOS.
Exemplo:
A)
O TABULEIRO DE MÉTRICA ESTAVA ASSIM:
SAIU NO DADO ESSA
QUANTIDADE:
ELA COMPLETOU SEU TABULEIRO DE UMA VEZ?
_______________________
QUE NÚMERO ELA DEVERIA TIRAR NO
DADO PARA COMPLETAR, DE UMA VEZ, O
TABULEIRO? ___________________
B)
ORIGAMI TINHA SEU TABULEIRO ASSIM:
Objetivo(s):
QUANTO ELE PRECISAVA TIRAR NO DADO PARA
GANHAR O JOGO DE UMA VEZ?
• Refletir sobre as composições de quantidade.
Orientação Didática:
C)
1. Questionar às crianças:
MATEMA E CONE ESTAVAM JOGANDO E
CADA UM TINHA O SEU TABULEIRO ASSIM
PREENCHIDO:
a)
Se, na malha quadriculada, estiver faltan-
do três quadradinhos, quais números e
quantas jogadas eu poderei tirar no dado
para ganhar o jogo?
b)
Se eu jogar o dado uma vez, que quanti-
dades poderão sair?
QUEM ESTAVA GANHANDO? ________________
2. Para estas questões e outras que surgirem,
o(a) professor(a) poderá pegar o dado e fazer
simulações ou demonstrações a partir do que
as crianças vão falando;
SE MATEMA TIRASSE 2 NO DADO, ELA GANHARIA O JOGO?
POR QUÊ? ___________
SE CONE TIRASSE 5 NO DADO, ELE GANHARIA O JOGO? POR
QUÊ? ____________
QUAL O NÚMERO QUE CADA UM TERIA QUE TIRAR NO DADO
PARA GANHAR O JOGO? ______________
3. Ouvir as explicações delas sobre as composi-
ções de quantidade.
42
Proposta didática para o Professor 5ª SEMANA 2° DIA Objetivo(s): • Refletir sobre cálculos e correspondência
Proposta didática para o Professor
5ª SEMANA
2° DIA
Objetivo(s):
• Refletir sobre cálculos e correspondência de
quantidades;
• Compor quantidades;
• Registrar e comparar pontuações numéricas.
Objetivo(s):
Orientação Didática:
• Comparar e corresponder quantidades.
Orientação Didática:
1. Organize o grupo em quartetos para realizar
o “Jogo Batalha”.
1. Propor a cada quarteto que jogue novamente
mais três rodadas. A cada rodada, a criança
deve pintar, na sua ficha do “Jogo Batalha”
que consta do Caderno de Atividades , o nú-
mero da carta que ela virou em seu monte.
2. O(A) professor(a) pede que as crianças pe-
guem as cartas do “Jogo Batalha” (JOGO nº
3) no Caderno de Jogos e Fichas do Aluno.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): VOCÊ
PARTICIPOU DO “JOGO BATALHA”. REGISTRE
AS 3 RODADAS.
JOGO BATALHA
ESCREVA SEU NOME
PONTOS
1ª RODADA
1
2
3
4
5
Jogo Batalha
6
7
8
9
10
O Jogo Batalha consiste em dar para cada quarte-
to um baralho sem as cartas valete, dama e rei e
sem o coringa. Inicia-se o jogo com um dos parti-
cipantes de cada grupo distribuindo as cartas aos
demais jogadores. Devem-se distribuir todas as
cartas. Cada jogador faz uma pilha à sua frente,
não podendo olhar as cartas, ou seja, virando-as
para baixo. Assim que todos estiverem com suas
pilhas de cartas viradas para baixo, à sua frente,
cada jogador desvira uma carta na mesa, em cima
de sua pilha de cartas. Aquele que virar a carta
mais alta fica com a sua carta e a dos seus opo-
nentes, fazendo um monte separado. Caso haja
empate na carta maior, devolver as cartas ao mon-
te e retomar o jogo. Ganha quem tiver o maior
número de cartas depois de três ou mais rodadas.
2ª RODADA
1
2
3
4
5
____________________
6
7
8
9
10
3ª RODADA
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
2. Organizar todas as crianças em roda e propor
algumas situações-problema envolvendo os
registros realizados:
a)
Em que rodada você obteve a maior pon-
tuação? Por quê?
b)
Quem tirou o maior número na 1ª rodada?
Por quê?
c)
Quem tirou o menor número na 1ª roda-
da? Por quê?
d)
Quem tirou o número 5 na 2ª rodada? Por
quê?
43
Alfabetização Matemática 3 Atividade 3 (Caderno de Atividades) - PO- LIEDRO E QUADRÁTICO SÃO ADVERSÁRIOS DE
Alfabetização Matemática
3 Atividade 3 (Caderno de Atividades) - PO-
LIEDRO E QUADRÁTICO SÃO ADVERSÁRIOS DE
DEZENA NO “JOGO BATALHA”. OBSERVE E RES-
PONDA.
RODADA
Objetivo(s):
PINTE AS CARTAS DO BARALHO
QUE FARIAM DEZENA GANHAR
DE POLIEDRO NA 1ª RODADA.
• Ler e identificar quantidades com os núme-
ros/numerais de 1 a 10.
Orientação Didática:
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): OB-
SERVE AS CARTAS DOS SUPERMATEMÁTICOS.
PINTE A CARTA DO VENCEDOR DAS DUPLAS
ABAIXO.
2ª RODADA
PINTE AS CARTAS DO BARA-
LHO QUE FARIAM DEZENA PER-
DER PARA QUADRÁTICO NA 2ª
RODADA.
MATEMA E CONE
ORIGAMI E MÉTRICA
5ª SEMANA
3° DIA
2. Propor a brincadeira “Caça às Mascotes”.
O(A) professor(a) conta o seguinte episódio
para as crianças: “Crianças! As mascotes da
Turma dos Supermatemáticos querem brincar
com a gente! Elas se esconderam por aqui!
Vamos encontrá-las?”
Objetivo(s):
• Explorar direções, posições e deslocamentos
diferenciados a partir de um referencial.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) prepara a disposição da sala
de aula e esconde as mascotes (Material do
Professor – FICHA nº 7) antes do início da
aula, sem que as crianças vejam. Dispor as
carteiras em colunas.
3. Solicitar um voluntário para achar a primei-
ra mascote, que estará escondida embaixo
da mesa do(a) professor(a), dando alguns
comandos. Estes comandos são apenas
exemplos para desenvolver a atividade e
estão baseados em uma sala de aula, com
a seguinte disposição (adaptar para a sua
realidade):
44
Proposta didática para o Professor Modelo A MODELO b Pistas para encontrar o gato de Métrica
Proposta didática para o Professor
Modelo A
MODELO b
Pistas para encontrar o gato de Métrica
1º) Posicione-se no meio do fundo da sala;
2º) Ande em linha reta passando por três colegas e vire
à esquerda, contornando imediatamente a carteira
do seu colega (aqui, a criança retorna ao mesmo
ponto);
3º) Vá para a direita em linha reta, chegando até a
parede;
4º) Vire à esquerda e caminhe até a porta;
5º) A mascote está muito perto. Você já consegue
descobrir onde ela está?
6º) Caso a criança não encontre, dar outras pistas.
MODELO A
Pistas para encontrar o Esférico
1º) Vá até a porta da sala de aula e se posicione de
costas para fora, olhando para dentro da sala;
2º) Ande em linha reta passando por dois colegas e vire
à direita;
3º) Siga em frente até chegar ao quadro e vire de frente
para a turma;
5. O(A) professor(a) elaborará outros comandos
para a localização das outras duas mascotes
(soma e múltiplo), podendo variar o local
onde estarão escondidas, como a área exter-
na à sala de aula.
4º) A mascote está muito perto, à sua direita. Você já
consegue descobrir onde ela está?
5º) Caso a criança não encontre, dar algumas pistas
como: “a mascote não está no teto, nem atrás do
quadro, nem em cima das cadeiras. Onde ela está?”
Objetivo(s):
4. Solicitar outro voluntário para achar a segun-
da mascote, que estará escondida atrás da
porta, dando alguns comandos. Estes coman-
dos são apenas exemplos para desenvolver a
atividade e estão baseados em uma sala de
aula com a disposição apresentada no Mode-
lo B (adaptar para a sua realidade). Para este
exemplo, deveremos ter as colunas de cartei-
ras em número par.
• Discutir sobre direção, posição e o desloca-
mento.
Orientação Didática:
1. A partir dos comandos dados, tendo como
referência a configuração da sala (Modelo A),
o(a) professor(a) propõe as seguintes situa-
ções:
Modelo B
a)
Quando a primeira criança foi procurar o
cachorro de Matema, como ela estava po-
sicionada na porta? Caso as crianças não
lembrem, o(a) professor(a) retoma e lê os
comandos.
b)
Qual seria a posição oposta/contrária?
c)
A criança andou em linha reta. É possível
andar diferente da linha reta? Como seria?
d)
A criança estava na porta e caminhou em
linha reta passando por 2 colegas. Se ela
45
Alfabetização Matemática tivesse que caminhar passando por todos os colegas sentados na fileira do fundo da
Alfabetização Matemática
tivesse que caminhar passando por todos
os colegas sentados na fileira do fundo da
sala, por quantos colegas ela teria passa-
do ao todo?
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades) – ES-
COLHA UMA DAS MASCOTES DOS SUPERMA-
TEMÁTICOS E DESENHE ONDE ELA SE ESCON-
DEU NA SUA SALA DE AULA.
e)
O cachorro de Matema quis se esconder
novamente. Ele foi até a frente da sala e se
escondeu embaixo da terceira carteira da
coluna imediatamente ao lado das janelas.
Invente comandos para que um colega da
sala ao lado encontre o cachorro;
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades) – MÉTRI-
CA FOI PROCURAR O GATO NO QUARTO DELA.
VAMOS AJUDÁ-LA? OBSERVE SUAS PEGADAS.
f)
O(A) professor(a) propõe outros questiona-
mentos envolvendo as demais mascotes.
A) EM QUE LUGAR MÉTRICA FOI
PROCURAR O GATO, PARTINDO DA
PORTA E DEIXANDO 5 PEGADAS
NO CHÃO? _______.
B)
ELA NÃO ACHOU O GATO E CONTINUOU PRO-
CURANDO. ONDE ELA PROCUROU, DEIXANDO
3 PEGADAS NO CHÃO? ______
C)
Objetivo(s):
• Registrar e observar direção, posição e des-
locamento.
MÉTRICA AINDA NÃO ACHOU SEU GATO. VOL-
TOU, SENTOU-SE EM CIMA DA CAMA E PÔS-SE
A PENSAR ONDE ELE ESTARIA! FOI QUANDO
O ENCONTROU, DEIXANDO 7 PEGADAS NO
CHÃO. ONDE ELE ESTAVA? ________.
6ª SEMANA
1° DIA
2. O(A) professor(a) vai ao pátio e desenha de
dois a três modelos de amarelinhas no chão
(com giz ou durex colorido), explicando as re-
gras e demonstrando o procedimento. Como
existem vários modelos e nomes para essa
brincadeira, colocamos alguns tipos.
Objetivo(s):
• Ordenar e quantificar números de 1 a 10.
Orientação Didática:
1. Inicie a aula em roda, conversando com as
crianças sobre a brincadeira da “Amarelinha”.
Pergunte-lhes se a conhecem e se já brinca-
ram alguma vez. Caso alguém conheça, peça
para dizer como se brinca e, se ninguém co-
nhecer, apresente às crianças as regras da
brincadeira;
3. Desenhe um modelo no chão da sala com o
envolvimento das crianças ou, ainda, procure
46
Proposta didática para o Professor um lugar na escola em que se possa riscar o chão
Proposta didática para o Professor
um lugar na escola em que se possa riscar o
chão e brincar com elas. Consiga um objeto
para jogar nas casas (pode ser pedrinha, casca
de banana ou de laranja). Depois de desenha-
do, o(a) professor(a) explica as regras.
4. Ao brincar pela 1ª vez, peça às crianças para
que fiquem em volta do diagrama, sentadas
e observando para aprender como se brinca.
Peças-lhes que peguem um papel para fazer
anotações, assim, ao ter que passar a vez, elas
podem anotar o número correspondente ao
qual o participante passou a sua vez. Quando
chegar novamente sua vez, retomar com ela
de onde deverá iniciar. Esta é uma forma de
registrar o número.
Objetivo(s):
• Refletir sobre a ordem e a quantidade numé-
rica de 1 a 10.
Orientação Didática:
1. Depois de encerrado o jogo, o(a) professor(a)
fará algumas indagações, tais como:
a)
Por qual número começamos a brincadeira?
b)
Qual é o maior número da amarelinha?
c)
Quantas casas tem cada amarelinha?
Brincadeira “Amarelinha”
d)
Por quais casas passamos até chegar à
casa 8?
1.
A ordem dos jogadores: as crianças devem
estipular um critério para definir quem começa
a brincadeira (Propor, por exemplo, a seleção
por “dois ou um”, “Unidunitê” “Mamãe bateu
neste daqui, mas como fui teimoso, fui bater
neste daqui”);
e)
Qual é o número que vem depois do nú-
mero 8?
f)
Quando você passou a vez no jogo, para
qual casa você deveria lançar a pedrinha
na próxima jogada?
2.
Iniciando a rodada: de frente para o diagrama,
começa-se a brincadeira jogando a pedrinha na
casa nº. 1. Pula-se a casa em que a pedrinha
se encontra, pulando com os dois pés nas ca-
sinhas que ficam lado a lado (um pé em cada
casa) e com um pé só quando a pedrinha esti-
ver em uma das casas lado a lado. A criança irá
pular do 2 ao 10 e depois retornar, seguindo a
mesma regra da ida. Ao chegar a casa nº 2, de-
verá recolher a pedrinha que está na casa nº 1;
g)
Quando você perdeu a vez, para qual casa
você deveria avançar no jogo?
3.
Continuando a rodada: conseguindo cumprir
o início da rodada, a criança irá jogar a pedri-
nha na casa nº 2, percorrer todo o diagrama (da
mesma maneira inicial) até completar a casa 10
ou errar. Em qualquer momento que a criança
errar, deve ceder a vez para o próximo colega;
Objetivo(s):
• Ordenar, quantificar e representar numerais.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): DE-
4.
Quando passa a vez: a criança pode passar a
vez quando a pedrinha cair fora da casa em que
deveria jogar; quando jogar a pedrinha e cair
em cima de alguma linha do diagrama; quan-
do pisar com os dois pés em uma casinha; ou
quando se esquecer de pegar a pedrinha;
SENHE A BRINCADEIRA DA “AMARELINHA” DE
QUE VOCÊ PARTICIPOU. COLOQUE OS NÚME-
ROS EM TODOS OS QUADRINHOS E FAÇA SEU
NOME.
5.
Quando encerra o jogo: depois que todas as
crianças tiverem a chance de jogar. Elas tam-
bém poderão alterar essas regras e, caso dese-
jem, a rodada poderá ser repetida conforme o
tempo disponível.
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): PINTE
O NUMERAL EM QUE VOCÊ PASSOU A VEZ
.
1
2 3
4
5
6
7 8
9
10
47
Alfabetização Matemática 10 8 3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): ES- CREVA OS NUMERAIS QUE FALTAM
Alfabetização Matemática
10
8
3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): ES-
CREVA OS NUMERAIS QUE FALTAM PARA
COMPLETAR O “JOGO DA AMARELINHA” E DE-
POIS LEIA EM VOZ ALTA O QUE ESCREVEU.
6
4
2
6ª SEMANA
2° DIA
3. Ao término da brincadeira, o(a) professor(a)
poderá questionar as crianças para saber se
gostaram ou não da brincadeira, qual o mo-
mento de que mais gostaram ou, ao invés
disso, o momento de que menos gostaram e
que justifiquem suas respostas.
Objetivo(s):
• Reconhecer a série numérica de 1 a 10.
Orientação Didática:
1. Organize a turma em círculo;
Objetivo(s):
2. Convide as crianças para participarem da
“Brincadeira do PIM”.
Refletir sobre série numérica e a incógnita
presente na brincadeira do PIM.
Orientação Didática:
Brincadeira do PIM
A “Brincadeira do Pim” consiste em pedir que as
crianças recitem (sentido horário) a série numérica
de 1 a 10. Estipular com os alunos que a crian-
ça que estiver na roda logo depois daquela que
recitou o dez, deverá dizer “PIM”. Caso não diga
“PIM” ou fale outro número, deverá sair da roda,
e a brincadeira segue a partir da próxima criança.
Estipular o número de rodadas da brincadeira, po-
dendo variar de 3 a 5 rodadas. Poderá estipular,
por exemplo, que o PIM seja falado depois do 20
ou ainda, até o 30. Durante o ano, poderá recorrer
a esta brincadeira, variando o PIM na sequência de
números maiores em conformidade com os obje-
tivos estipulados para cada etapa.
1. Fazer, de novo, a brincadeira com uma única
rodada e pedir que cada um guarde na me-
mória o número que ele recitou. O(A) profes-
sor(a) proporá as seguintes questões:
a) Quem foi o número 1 que iniciou a brinca-
deira?
b) Quem estava
entre o
3
e
o
5 na roda?
Quais números tiveram que falar? Neste
momento, é importante que o(a) profes-
sor(a) verifique se todas as crianças que
representavam o número 4 levantaram
suas mãos.
48
Proposta didática para o Professor c) Quais foram os amigos que falaram os nú- meros maiores
Proposta didática para o Professor
c)
Quais foram os amigos que falaram os nú-
meros maiores que 8?
d)
Depois da palavra PIM, que número vem?
e)
Quando alguém falou PIM antes da hora,
que número era para ser dito? (Foi no 2, 3,
4, 5, 6, 7, 8 ou 9?). O(A) professor(a) deve-
rá fazer esta pergunta se alguém errou na
sequência da brincadeira.
Objetivo(s):
f)
Quantas crianças saíram da brincadeira?
Esta pergunta também deverá ser feita
somente se alguém errou na sequência da
brincadeira.
• Reconhecer um valor numérico numa série
dada.
Orientação Didática:
2. O(A) professor(a) poderá acrescentar ou-
tras perguntas em função da particularidade
ocorrida com seu grupo, poderá aprofundar
os questionamentos em função das próprias
respostas das crianças.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): A TUR-
MA DOS SUPERMATEMÁTICOS FEZ A BRINCA-
DEIRA DO PIM. ELES MUDARAM A REGRA. DES-
CUBRA O NÚMERO DO PIM EM CADA RODADA.
1ª rodada
3. Depois de esgotar os questionamentos per -
tinentes à brincadeira, solicitar que façam
um desenho que represente um momento
em que a palavra PIM foi falada na ordem
numérica incorreta. Neste caso, é impor -
tante que o(a) professor(a) converse deta -
lhadamente sobre a atividade, uma vez que
cada criança deverá selecionar uma situa -
ção e demonstrar, através do desenho, o
número que representou o erro da rodada.
Caso, nesta última rodada, ninguém tenha
errado a sequência, o(a) professor(a) pode -
rá fazer referência a uma situação em que
ocorreu o erro no matematizar com jogos
e desafios.
2ª rodada
3ª rodada
6ª SEMANA
3° DIA
tadas pelo próprio corpo da criança, a partir
de referenciais como: onde e de que lado.
Orientação Didática:
Objetivo(s):
1. Convide o grupo para brincar a brincadeira
popular “Tá pronto, seu Lobo?”
• Explorar posição e direção a serem represen-
49
Alfabetização Matemática Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo? Estou tomando banho. Seu Lobo não
Alfabetização Matemática
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou tomando banho. Seu Lobo não pega
ninguém
Brincadeira “Tá pronto,
seu Lobo?”
Versão original - A brincadeira consiste em esco-
lher uma criança para ser o lobo e se esconder em
algum lugar próximo às demais. As outras crianças
dão as mãos e vão caminhando e cantando: “- Va-
mos passear na floresta, enquanto o Seu Lobo não
vem! Está pronto, Seu Lobo?” E o lobo responde,
durante muito tempo, que está ocupado, fazendo
uma tarefa de cada vez: tomando banho, vestindo
a roupa, calçando os sapatos, penteando o cabelo
e o que mais resolver inventar. A brincadeira con-
tinua até que o lobo fica pronto e, sem qualquer
aviso, sai do esconderijo e corre atrás das outras
crianças, tentando pegar os participantes despre-
venidos. A primeira criança que for pega, será o
lobo na próxima vez.
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou ensaboando o meu braço esquerdo. Seu
Lobo não pega ninguém
Refrão
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou ensaboando o meu pé direito. Seu Lobo
não pega ninguém
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou ensaboando embaixo do meu braço
direito. Seu Lobo não pega ninguém
Versão adaptada para a aula da 6ª semana – 3º
Refrão
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
dia – A criança que representa o lobo ficará no
centro da roda. As crianças não ficarão de mãos
dadas, pois deverão imitar o lobo. Neste dia, o
lobo só quer saber de tomar banho e, com uma
esponja na mão, irá demonstrar várias partes do
corpo que está ensaboando. O lobo deverá explo-
rar situações de usar o sabão embaixo das axilas,
dos pés e nas costas e as crianças deverão imitá-lo,
sempre verbalizando: “- Vamos passear na flores-
ta, enquanto o Seu Lobo não vem! Está pronto,
Seu Lobo?” E ele responderá: “- Não! Tô ensabo-
Estou ensaboando (apresentar outras posições).
Seu Lobo não pega ninguém
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou me enxugando. Seu Lobo não pega
ninguém
ando a minha mão esquerda
do embaixo do pé!”
...
não! Tô ensaboan-
Refrão
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Estou vestindo a minha roupa. Seu Lobo não
pega ninguém
2. É importante que o(a) professor(a) auxilie a
criança que fará o papel de lobo, indicando
diferentes e novas posições. Ficar atento(a)
para o fato de que, quando o lobo ensaboa,
por exemplo, o seu pé esquerdo, as crianças
deverão ensaboar o seu próprio pé esquerdo
e assim, sucessivamente, para cada posição
escolhida pelo lobo.
Refrão
Tá pronto, seu Lobo, tá pronto, seu Lobo?
Agora já estou pronto. E vou pegar alguém.
Música: “Tá pronto, Seu Lobo? 3
Objetivo(s):
Refrão:
Vamos passear na floresta
Enquanto seu Lobo não vem (bis)
• Identificar e reproduzir posições e direções
dadas, a partir das indicações verbais;
• Analisar representações gráficas de posições.
3 <http://edinho-paraguassu.musicas.mus.br/
letras/367763/>
50
Proposta didática para o Professor Orientação Didática: 1. Arme o lobo de papel, cujo modelo está
Proposta didática para o Professor
Orientação Didática:
1. Arme o lobo de papel, cujo modelo está no Ca-
derno de Jogos e Fichas do aluno (FICHA nº
3). Montar as partes do corpo do lobo com gan-
chos para que fiquem móveis nas articulações:
pescoço, braços, mãos, braços, pernas, pés;
2. Solicite que os alunos representem o “Seu
Lobo” conforme as posições indicadas nos
cartões (Material do Professor, FICHAS nº 8,
9, 10, 11):
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): EM
FERIADO PROLONGADO, MUITAS PESSO-
AS APROVEITAM PARA RELAXAR NA PRAIA
MAIS PRÓXIMA DA SUA CASA OU DA SUA CI-
DADE. OS FAMILIARES DE DONA JOAQUINA
APROVEITARAM O FERIADO E FORAM PARA A
PRAIA. NO ÚLTIMO DIA DO FERIADO, DONA
JOAQUINA RESOLVEU VOLTAR CEDO PARA
CASA. VAMOS AJUDÁ-LA A ENCONTRAR A
SUA FAMÍLIA? VEJA AS DICAS PARA VOCÊ EN-
CONTRÁ-LA.
A)
O MARIDO, SR. LUCAS, ESTÁ SENTADO COM OS
BRAÇOS ESTICADOS PARA CIMA;
B)
A FILHA MAIS VELHA, MARTA, ESTÁ SENTADA COM A
PERNA ESQUERDA SOBRE A PERNA DIREITA;
C)
A)
Lobo de braços abertos
O FILHO MAIS NOVO, JOSUÉ, ESTÁ COM O BRAÇO
ESQUERDO ESTENDIDO PARA CIMA, DE COSTAS
PARA DUAS PALMEIRAS.
B)
Lobo deitado de barriga para cima
D)
C)
Lobo com a mão esquerda no ombro direito
A FILHA DO MEIO, CARLOTA, ESTÁ COM O CORPO
EMBAIXO DA AREIA, PRÓXIMO AO PAI.
D)
Lobo colocando a mão esquerda no pé direito
3. Organize as crianças em duplas para brinca-
rem, fazendo comandos para o colega repro-
duzir com o seu lobo de papel.
4. Solicitar que registrem alguns desenhos no
Caderno de Atividades.
3 Atividade 1 DESENHE ALGUMAS POSIÇÕES
QUE VOCÊ FEZ NO SEU PRÓPRIO LOBO.
LOBO DEITADO
COM A BARRIGA
PARA CIMA
LOBO COM A MÃO
ESQUERDA NO
OMBRO DIREITO
Objetivo(s):
• Identificar, numa representação gráfica, posi-
ções e direções dadas.
51
Alfabetização Matemática 7ª SEMANA 1° DIA da da brincadeira, mas agora questionando, de forma mais direcionada,
Alfabetização Matemática
7ª SEMANA
1° DIA
da da brincadeira, mas agora questionando,
de forma mais direcionada, para registro em
papel sulfite fixado na lousa.
Objetivo(s):
• Contar e quantificar objetos;
• Estabelecer a cardinalidade numérica;
• Representar verbalmente e observar a repre-
sentação escrita do valor cardinal do número.
5. O(A) professor(a) coloca papéis sulfite na lou-
sa e pergunta: quem tem 5 letras no nome?
E quem tem 3 letras? Quatro letras? E assim
sucessivamente até contemplar todos os no-
mes da turma. À medida que as crianças vão
se manifestando, o(a) professor(a) escreve os
nomes conforme o número de letras no papel
sulfite afixado na lousa.
Orientação Didática:
1.
O(A) professor(a) deverá aproveitar o material
de língua portuguesa (fichas de letras) e soli-
citando que cada criança pegue as letras que
compõem o seu nome próprio.
Objetivo(s):
2.
Pedir que cada uma monte o nome na mesa
(carteira) e, a partir disso, brincar de “Levanta
a mão quem tem ” ...
Refletir e registrar o valor cardinal e ordinal
do número;
• Identificar noções – maior que, menor que,
mais que, menos que.
a)
“Quem tem 6 letras no nome? Quantas
crianças têm 6 letras no nome?”
Orientação Didática:
b)
“Quem tem menos que 5 letras no nome?
Quantas crianças têm 5 letras no nome?”
c)
“Quem tem 10 letras no nome? Quantas
crianças têm 10 letras no nome?”
d)
Carmela tem 7 letras no nome e Madelei-
ne tem 9 letras. Quantas letras Madeleine
tem a mais que Carmela?
3.
O(A) professor(a) poderá variar as questões,
conforme as respostas do grupo, sendo pos-
sível ampliá-las. O importante é promover a
brincadeira de forma que, no momento do
“Levanta a mão quem tem”, possa explorar as
diferentes quantidades de letras dos nomes e
a quantidade de crianças que pertencem ao
mesmo grupo de quantidades de letras.
1. Ainda com os papéis sulfite na lousa, o(a) pro-
fessor(a) sugere que se faça o registro dos nu-
merais correspondentes em cada papel sul-
fite, designando o número de letras daquele
grupo de nomes. Após escrever o numeral de
cada papel, o(a) professor(a) embaralha os
papéis, perguntando se há crianças voluntá-
rias para sortear um papel de sua mão. Com
isso, o(a) professor(a) vai recolocando os pa-
péis sulfite com os nomes das crianças, prio-
rizando, neste momento, a variação da ordem
de letras de cada papel, conforme mostra um
exemplo abaixo:
5
3
6
4
PEDRO
ANA
AMANDA
MARA
4.
O(A) professor(a) promoverá mais uma roda-
MARCO
EVA
HELENA
JOSÉ
52
Proposta didática para o Professor 2. Depois de montar todos os quadros com os nomes das
Proposta didática para o Professor
2. Depois de montar todos os quadros com os
nomes das crianças, questionar a quantidade
de nomes que há em cada um dos quadros,
perguntando o que eles observam de comum.
Aqui, o(a) professor(a) deverá desafiá-los a
pensar sobre a regularidade entre as quanti-
dades, aquilo que está em comum entre os
quadros e o que está diferente.
Orientação Didática:
1. Solicite que as crianças escrevam o número
de letras do nome de cada mascote.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): OS
SUPERMATEMÁTICOS ESCREVERAM OS NO-
MES DAS MASCOTES DA TURMA. ESCREVA O
NUMERAL QUE CORRESPONDE À QUANTIDA-
DE DE LETRAS DOS NOMES DAS MASCOTES.
3. Questioná-los: se tivéssemos que arrumar es-
tes quadros colocando, em primeiro lugar, o
quadro que representa os nomes com menor
quantidade de letras, por qual quadro come-
çaríamos? E, depois dele, qual seria o próximo
quadro?
SOMA
SÔNICO
ESFÉRICO
MÚLTIPLO
_____
_____
_____
_____
4. Encerrar a atividade com os quadros monta-
dos na lousa em ordem crescente da quanti-
dade de letras do nome e ressaltar novamen-
te quantas crianças da sala têm 3 letras no
nome, depois 4, 5, 6 e assim sucessivamente.
2. Observe o exemplo abaixo para que pos-
sa mediar a realização das atividades pelas
crianças. Solicite-lhes que preencham as li-
nhas com o nome dos colegas e representem,
com tracinhos, a quantidade de letras dos
respectivos nomes.
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): COM-
PLETE O QUADRO COM O NOME DE COLEGAS
DA SALA DE AULA E REPRESENTE, COM TRAÇO,
O NÚMERO DE LETRAS QUE CADA UM POSSUI.
Um exemplo para o(a) professor(a):
QUADRO - NOME E QUANTIDADE DE LETRAS
NOMES DE
QUANTIDADE DE LETRAS
Objetivo(s):
COLEGAS
ANA, EVA
...
I I I
• Contar, quantificar letras de nomes;
• Representar, em uma tabela, informações ob-
tidas sobre quantidades.
MARA, LARA
...
I
I I I
CARLA
I
I I
I I
HELENA
I
I I
I I I
ANTONIO
I
I I
I I
I I
7ª SEMANA
2° DIA
• Comparar quantidades.
Orientação Didática:
Objetivos:
1. O(A) professor(a) deverá ter duas bolas e so-
licitar que as crianças se organizem em duas
fileiras;
• Contar e quantificar;
2. O(A) professor(a) iniciará a brincadeira baten-
53
Alfabetização Matemática do palmas e, a partir disso, a primeira criança de cada fileira começa a
Alfabetização Matemática
do palmas e, a partir disso, a primeira criança
de cada fileira começa a passar a bola para
o(a) colega que está atrás dela. A bola conti-
nuará sendo passada até que o(a) professor(a)
volte a bater palmas, indicando o momento
de parar de passar a bola;
brincadeira finalizou, o(a) professor(a) ques-
tionará alguns momentos da atividade, como,
por exemplo:
a)
3.
Solicitar que contem o total de crianças que
pegaram a bola, incluindo o participante em
que parou a brincadeira. Cada uma das fileiras
poderá variar a quantidade de crianças que
pegaram a bola e o(a) professor(a) poderá
comparar essa diferença;
“Quando começamos a brincadeira, quan-
tas crianças havia na 1ª fileira? E na 2ª fi-
leira?”. Em caso de a quantidade não ser
a mesma, poderá questionar: “Quantas
crianças a mais? Quantas a menos?”;
b)
“Na 1ª rodada da brincadeira, quando a
bola parou pela 1ª vez, por quantas crian-
ças a bola já havia passado (1ª fileira)? E
por quantas crianças a bola já havia pas-
sado (2ª fileira)?”
4.
Solicitar que as crianças de cada fileira, que
pegaram a bola, sentem formando um cír-
culo, assim, a brincadeira continuará com o
restante das crianças que ainda não pegaram
a bola (das fileiras) e com dois círculos com-
postos pelas crianças que já pegaram a bola;
c)
“Quantas crianças ficaram na 1ª fileira para
continuarmos a brincadeira? E quantas
crianças ficaram na 2ª fileira para continu-
armos a brincadeira?”
d)
5.
O(A) professor(a) bate palmas novamente e
as crianças das duas fileiras reiniciam a brin-
cadeira, até que o(a) professor(a) bate palmas
de novo e procede à mesma análise anterior:
“Quantas crianças formaram o círculo das
que saíram na 1ª rodada? Na rodada se-
guinte (referindo-se à 2ª rodada), o núme-
ro de crianças que compuseram o círculo
foi maior ou menor do que na 1ª rodada?”
e)
saber quantas crianças, de cada fileira, pega-
ram a bola; comparar as quantidades; e, por
fim, solicitar que se integrem aos respectivos
círculos;
“Ao todo, na 2ª ou 3ª rodada, quantas
crianças estão participando da brinca-
deira?” (Nesta pergunta, o(a) professor(a)
considera o total geral das crianças das
duas fileiras).
f)
6.
A brincadeira termina quando uma das fileiras
se desfizer, de modo que todas as crianças te-
nham pegado a bola.
7.
A brincadeira poderá ser repetida conforme
a necessidade observada pelo(a) professor(a).
“E se contássemos agora os grupos se-
parados de crianças? Por exemplo, no
círculo? Quantas têm? E na 1ª fileira? E na
segunda fileira?” (Estas perguntas são for-
mas para se explorar também a noção das
partes que compõem o todo).
Objetivos:
Refletir sobre a contagem, a quantidade, a
cardinalidade e a relação parte/todo.
2. Outras questões poderão ser exploradas,
conforme as respostas das crianças, indican -
do ao (à) professor(a) o grau de aprofunda-
mento que poderá ou não intensificar, por
exemplo, simulando uma situação-proble -
ma fictícia cuja tarefa das crianças não seria
mais o brincar, e sim pensar sobre uma si-
tuação (inventada) que foi proposta pelo(a)
professor(a).
Orientação Didática:
1.
Conservando as crianças no mesmo lugar (fi-
leira ou círculo) no qual estavam quando a
3. Outra possibilidade de explorar a relação
parte/todo seria questionar a quantidade de
crianças presentes naquele dia de aula, mos-
trando também quantas estão ausentes.
54
Proposta didática para o Professor Objetivos: TRE, ATRAVÉS DO SEU DESENHO, O MOMEN- TO EM QUE
Proposta didática para o Professor
Objetivos:
TRE, ATRAVÉS DO SEU DESENHO, O MOMEN-
TO EM QUE VOCÊ ENTROU PARA O CÍRCULO
E QUANTAS CRIANÇAS JÁ ESTAVAM NELE. SE
VOCÊ NÃO CHEGOU A ENTRAR NO CÍRCULO,
MOSTRE, ATRAVÉS DO SEU DESENHO, ONDE
VOCÊ SE POSICIONAVA NA FILEIRA E QUANTAS
CRIANÇAS AINDA ESTAVAM PARTICIPANDO
AO FINAL DA BRINCADEIRA.
• Escrever os numerais na série numérica;
• Registrar os numerais com discussão do tra-
çado/forma.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): DE-
SENHE VOCÊ NA POSIÇÃO QUE OCUPAVA NO
INÍCIO DA BRINCADEIRA DE PASSAR A BOLA.
3
Atividade 3
(Caderno de Atividades):
ES-
CREVA A SÉRIE NUMÉRICA DO TOTAL DE ALU-
NOS DA SUA TURMA.
__________________________________________________
3
Atividade 4 (Caderno de Atividades): ES-
CREVA OS NUMERAIS DE 0 A 5 USANDO O TRA-
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): MOS-
ÇADO DE CADA UM DELES.
7ª SEMANA
3° DIA
2. O(A) professor(a) desenha, no chão (sala ou
pátio), com giz (ou durex colorido), o contor-
no do caminho e solicita que as crianças colo-
quem cadeiras em cima da linha do contorno,
delimitando o caminho que elas vão percor-
rer, como, por exemplo:
Objetivo(s):
• Explorar localização e deslocamento espacial
utilizando o corpo como referencial.
Orientação Didática:
1. Propor a brincadeira
“Andando às cegas”.
Brincadeira “Andando às cegas”
A brincadeira consiste em montar, na sala de aula
ou em outro espaço da escola, um caminho com
cadeiras, que a criança, de olhos vendados, per-
correrá a partir dos comandos de alguém. Colo-
cam-se alguns objetos em cima ou embaixo das
cadeiras, e indica-se a direção para que a criança
possa pegar o objeto.
3. Sorteie ou escolha uma criança para começar a
brincadeira de olhos vendados e outra para dar
os comandos. Coloque a criança, de olhos ven-
dados, de frente para a entrada do caminho e
faça-a girar por 3 vezes e solte-a. As demais
crianças ficam todas de frente para a entrada
do caminho. Nesse momento, o(a) professor(a)
coloca alguns objetos, como uma caneta, um
55
Alfabetização Matemática caderno, um apagador, entre outros, embaixo e/ou em cima de algumas cadeiras. b) E
Alfabetização Matemática
caderno, um apagador, entre outros, embaixo
e/ou em cima de algumas cadeiras.
b)
E agora? A mochila está à direita de quem?
A mochila está à esquerda de quem?
4. Peça à criança que dê os comandos para a
que está com olhos vendados, a fim de que
esta possa caminhar sem esbarrar nas cadei-
ras, recolhendo os objetos ao longo do traje-
to. Oriente a criança para que os comandos
possam ser: a) ande para frente, b) vire à es-
querda/direita, c) dê (tantos) passos, d) pegue
o objeto que está em cima da cadeira à sua
direita, e) pegue o objeto que está embaixo
Coloque a mochila atrás de uma das crianças:
c)
E agora? A mochila está atrás de quem e
na frente de quem?
3. O(A) professor(a) poderá fazer novos questio-
namentos e aproveitar as respostas das crian-
ças para dar continuidade a outras perguntas
pertinentes à localização.
da cadeira à sua esquerda;
5. Repetir a brincadeira com outras crianças, po-
dendo variar a maneira de percorrer o trajeto.
Outra possibilidade é propor que a criança
ande de costas.
Objetivo(s):
Localizar objetos através de um caminho e de
comandos dados;
• Representar, com desenho, um caminho per-
corrido.
Objetivo(s):
3
Atividade 1
(Caderno de Atividades): AJU-
• Discutir sobre o deslocamento espacial das
crianças ao percorrerem um trajeto e ao loca-
lizarem objetos.
DE DEZENA A ENCONTRAR SOMA.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) organiza as crianças em
roda e propõe os seguintes questionamentos:
a)
Como foi, para você (referindo-se à criança
que participou da brincadeira com os olhos
vendados), ser guiada pelos colegas?
3
Atividade 2 (Caderno de Atividades): DESE-
NHE O CAMINHO DA BRINCADEIRA “ANDAN-
b)
Como foi, para você (referindo-se à criança
que comandou), ter guiado o colega?
DO ÀS CEGAS”.
2. Escolher duas crianças e colocar uma de fren-
te para a outra no meio da roda. Colocar um
objeto ao lado, como, por exemplo, uma mo-
chila ou um cesto. Questionar:
3
Atividade 3 (Caderno de Atividades): AJU-
DE OS SUPERMATEMÁTICOS A PEGAREM SEUS
BRINQUEDOS NO ARMÁRIO. DESCUBRA E DE-
SENHE QUAIS SÃO OS BRINQUEDOS DE AL-
a)
A mochila está ao lado direito de quem?
GUNS DELES SEGUINDO AS PISTAS. CADA UM
DOS SUPERMATEMÁTICOS ESTÁ DE FRENTE
PARA O ARMÁRIO PARA PEGAR O BRINQUEDO.
Coloque a mochila do outro lado:
56
Proposta didática para o Professor MÉTRICA INFINITO CONE ORIGAMI O BRINQUEDO DE MÉTRICA ESTÁ À DIREITA
Proposta didática para o Professor
MÉTRICA INFINITO
CONE
ORIGAMI
O BRINQUEDO DE
MÉTRICA ESTÁ À
DIREITA DO PIÃO.
O BRINQUEDO DE
CONE ESTÁ ENTRE
O CAMINHÃO E A
CORDA.
O BRINQUEDO DE
ORIGAMI ESTÁ ABAIXO
DO BRINQUEDO DE
CONE.
O BRINQUEDO DE
INFINITO ESTÁ NA
PARTE SUPERIOR DO
ARMÁRIO E O QUE
ESTÁ DO SEU LADO
DIREITO NÃO É UM
BRINQUEDO.
8ª SEMANA
1° DIA
Objetivo(s):
• Identificar a disposição espacial de pessoas
em desenhos.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) propõe um jogo de “cartas
artísticas”. Pega, do MATERIAL DO PROFES-
SOR, três fichas (FICHAS nº 12, 13 e 14) com
a releitura de obras de Ivan Cruz que enfo-
cam brincadeiras de criança. O(A) professor(a)
apresenta uma obra por vez: 1) “Pique escon-
de” 2) “Cabra Cega” 3) “Bola de Gude”.
momento, é fundamental que o(a) profes-
sor(a) os faça prestar atenção para perceber
a localização, o lugar que objetos e pessoas
ocupam na tela para ditar para o outro, a dis-
posição (perspectiva, frente e fundo) em que
estão as personagens pintadas, quem está ao
lado que quem. As figuras que estão à frente,
atrás, no meio e entre são aspectos para os
quais as crianças deverão estar atentas para
ditar o que o colega vai desenhar. Todos estes
elementos deverão ser lembrados para que o
ditado indique as pistas necessárias para a
criança que está desenhando chegar o mais
fiel possível à obra original.
Brincadeira do Ditado
2. A tarefa do(a) professor(a), neste momento,
é a de apresentar cada uma das obras, des-
crever os cenários, contextualizar as situações
das brincadeiras contidas nas obras.
3. Em seguida, solicita que as crianças desta-
quem do Caderno de Jogos e Fichas do Alu-
no as cartas que se referem às mesmas obras
apresentadas (FICHA nº 4). Em seguida, soli-
citar que se reúnam em trios.
4. Fazer a proposição da brincadeira, que será
um ditado dos desenhos das obras. Neste
Cada criança do trio tem as 3 cartas e cada uma
deverá embaralhar as suas próprias cartas e virá-las
para baixo. Em seguida, o(a) professor(a) solicita
que o trio decida quem vai ditar e quem vai dese-
nhar. Neste caso, sempre haverá 2 crianças ditando
a mesma obra e uma que fará o desenho. Solicitar
que as crianças que farão o ditado sentem-se de
frente para a outra que irá desenhar. As crianças
que irão ditar a carta retiram, de um de seus mon-
tes que estarão virados para baixo, a obra da qual
vai fazer o ditado. Será apenas uma única carta,
mas com duas crianças ditando. Durante o ditado,
as 2 crianças que estão ditando podem dar outras
pistas que facilitem a compreensão do colega que
está desenhando.
Em uma folha avulsa, a outra criança começa o seu
57
Alfabetização Matemática distintas da obra original. desenho a partir do ditado feito. Ao término do 1º
Alfabetização Matemática
distintas da obra original.
desenho a partir do ditado feito. Ao término do
1º ditado, troca-se o papel dos participantes, ou
seja, quem desenhou passa a compor a dupla que
dita, embaralha novamente as cartas, retira-se do
monte (que pode ser a mesma obra da 1ª roda-
da) e a nova dupla faz o ditado. Ao término do 2º
ditado, é preciso que a outra criança, que ainda
não desenhou, passe pelo mesmo processo. Ao
término do ditado, todas as crianças do trio terão
feito a atividade em dupla, bem como todas terão
desenhado uma obra.
2. Discutir como foi o ditado, questionando so-
bre as posições:
a) Em todas as obras, as crianças estão na
mesma posição? Quais são as posições
que aparecem?
b) Quais as figuras que estão entre alguma
coisa?
c) Em todas as obras há casas. A quantidade
de casas é a mesma em todas elas? Quan-
tas há em cada uma? Em qual há mais? Em
qual delas há menos? Ao todo, quantas
casas foram pintadas nas 3 obras?
Releitura
Releitura
“Pique Esconde”
“Cabra Cega”
Ivan Cruz
Ivan Cruz
Releitura
“Bola de Gude”
Ivan Cruz
5. Ao término do ditado, o(a) professor(a) solicita
a cada trio que mostre a produção e que relate
quais a dificuldades encontradas para realizar,
quais desenhos foram fáceis de desenhar ou
quais eles mais gostaram de desenhar.
Objetivo(s):
• Reproduzir, com a mesma disposição espa-
cial, objetos e pessoas apresentados em um
modelo.
Orientação Didática:
1. As crianças deverão desenhar a mesma obra
que o colega falou na hora do ditado. No en-
tanto, neste momento, tem a carta da obra
como modelo.
Objetivo(s):
• Descrever oralmente a disposição espacial de
pessoas e objetos em desenhos.
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): AGO-
RA, VOCÊ VAI DESENHAR A MESMA OBRA QUE
O SEU COLEGA LHE DITOU, MAS, DESTA VEZ,
VAI DESENHAR OLHANDO PARA ELA.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) pode pedir aos alunos que
comparem seus desenhos com a obra original
e analisem os elementos que faltaram ou que
estão em forma ou tamanho e perspectiva
TÍTULO DA OBRA: ______________________________
58
Proposta didática para o Professor 8ª SEMANA 2° DIA b) Matema e Dezena estavam sentadas na
Proposta didática para o Professor
8ª SEMANA
2° DIA
b)
Matema e Dezena estavam sentadas na
frente de quem dentro do ônibus?
c)
Quem ocupava a 1ª poltrona do ônibus?
d)
Objetivo(s):
Os Supermatemáticos que levaram a car-
teira de estudante pagaram a metade do
valor do ingresso. Quanto eles tiveram
que pagar?
• Conhecer a história em quadrinhos da visita
da Turma dos Supermatemáticos ao museu.
e)
Quais foram os Supermatemáticos que
pagaram R$2,00 de ingresso? Por quê?
Orientação Didática:
f)
Como é andar em círculos?
g)
1. O(A) professor(a) contará a história da visita
da Turma dos Supermatemáticos ao museu
usando o CARTAZ nº 15 (HQ dos Superma-
temáticos no museu).
Na opinião de vocês, quais Supermatemá-
ticos pegaram o Ticket nº 1 do lanche? E o
Ticket nº 2 ? E o Ticket nº 3?
Objetivo(s):
Objetivo(s):
• Representar situações de quantificação atra-
vés de desenho.
• Identificar o número nas suas funções: medir,
codificar, ordenar e quantificar.
3 Atividade 1
DESENHE
(Caderno de Atividades):
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) reúne as crianças em roda e
faz questionamentos sobre a história conta-
da, buscando a identificação e discussão das
funções do número.
OITO CRIANÇAS
BRINCANDO DE CABO DE
FORÇA
QUATRO MENINAS
BRINCANDO DE
BAMBOLÊ
2. A partir da história contada (Supermatemá-
ticos no museu), o(a) professor(a) explora as
situações que envolvem a codificação, ordena-
ção, medição e quantificação, questionando:
UMA MENINA E UM
MENINO BRINCANDO DE
PETECA
ONZE CRIANÇAS
JOGANDO FUTEBOL
a) Os Supermatemáticos saíram às 8:00 e le-
varam uma hora para chegar ao museu. A
que horas eles chegaram?
59
Alfabetização Matemática 8ª SEMANA 3° DIA Objetivo(s): Objetivo(s): • Explorar direção e posição espacial em dese-
Alfabetização Matemática
8ª SEMANA
3° DIA
Objetivo(s):
Objetivo(s):
• Explorar direção e posição espacial em dese-
nhos.
• Identificar disposições espaciais e localiza-
ções em desenhos.
Orientação Didática:
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) propõe que as crianças pe-
guem as obras novamente e desenhem o que
se pede em cada um dos itens do Caderno de
Atividades:
1. Depois dos desenhos feitos no caderno, o(a)
professor(a) poderá fazer alguns questiona-
mentos:
a)
3 Atividade 1
(Caderno de Atividades):
No quadro “Pique esconde”, o que dese-
nharam? Haveria outro desenho para ser
feito?
b)
A)
OBSERVE CADA UMA DAS OBRAS E DESENHE SO-
MENTE A(S) FIGURA(S) QUE ESTÁ(ÃO) AO FUNDO
(PARTE DE TRÁS DO CENÁRIO)
Quem vocês desenharam na obra “Cabra
Cega”? Se vocês tivessem que desenhar
o que está atrás das crianças, qual(quais)
desenho(s) fariam?
BOLA DE
c)
PIQUE ESCONDE
CABRA CEGA
GUDE
Quantas personagens, ao todo, aparece-
rão pintadas se juntarmos as seguintes
obras: a) “Pique esconde”, b) “Cabra Cega”
c) “Bola de gude”?
B)
OBSERVE CADA UMA DAS OBRAS E DESENHE SO-
MENTE A(S) FIGURA(S) QUE ESTÁ(ÃO) NO MEIO DO
CENÁRIO
BOLA DE
PIQUE ESCONDE
CABRA CEGA
GUDE
Objetivo(s):
C)
OBSERVE CADA UMA DAS OBRAS E DESENHE SO-
MENTE A(S) FIGURA(S) QUE ESTÁ(ÃO) NA PARTE DA
• Registrar direção e posição espacial.
FRENTE DO CENÁRIO
Orientação Didática:
BOLA DE
PIQUE ESCONDE
CABRA CEGA
GUDE
1. O(A) professor(a) pede que as crianças pe-
guem as obras e, em duplas, observem nova-
mente e falem sobre o cenário.
60
Proposta didática para o Professor 2. Solicitar que peguem o Caderno de Atividade do Aluno 3
Proposta didática para o Professor
2. Solicitar que peguem o Caderno de Atividade
do Aluno
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades):
DESENHE O QUE SE PEDE EM CADA QUADRO.
A) OBRA “PIQUE
ESCONDE”
B) OBRA “CABRA
CEGA”
DESENHE O QUE HÁ
ATRÁS DA ÁRVORE
DESENHE QUEM ESTÁ
ENTRE AS CRIANÇAS
DE ROUPA VERDE E
VERMELHA.
C) OBRA “BOLA DE GUDE”
DESENHE O QUE ESTÁ NA FRENTE DAS CRIANÇAS E
SUA RESPECTIVA QUANTIDADE
ATIVIDADE AVALIATIVA
Objetivo:
FAÇA UM X NO NÚMERO QUE INDICA QUAN-
TOS BRINQUEDOS INFINITO TEM.
• Avaliar o desempenho das crianças durante a
1ª etapa.
6
8
3
9 10
Orientação Didática:
3
Atividade 2 MATEMA E CONE ESTAVAM
JOGANDO DADO PARA VER QUEM TIRAVA
1. Prezado(a) professor(a), solicite que a turma
abra no Caderno de Atividades do Aluno a
primeira atividade avaliativa da 1ª etapa.
MAIS PONTOS. VEJA QUANTOS PONTOS CADA
UM FEZ.
JOGADAS
MATEMA
CONE
2. Leia para os alunos apenas a instrução de
cada atividade. Não realize nenhum tipo de
interpretação e intervenção. Repita a leitura,
no máximo, três vezes.
5
4
1
6
3
3 Atividade 1 (Caderno de atividades) VEJA
OS BRINQUEDOS DE INFINITO.
A)
QUEM FEZ MAIS PONTOS NA 2ª JOGADA? ___________
B)
QUANTOS PONTOS CONE FEZ NA 1ª JOGADA? _______
C)
MARQUE 2 PONTOS NA 3ª RODADA DE MATEMA.
3
Atividade 3 OBSERVE A RELEITURA FEITA
PELOS SUPERMATEMÁTICOS DAS OBRAS DO
PINTOR IVAN CRUZ.
61
Alfabetização Matemática AGORA RESPONDA: A) AO FUNDO, NA PINTURA, VOCE VÊ QUANTAS CASAS? __________________________________________________ B) FAÇA
Alfabetização Matemática
AGORA RESPONDA:
A) AO FUNDO, NA PINTURA, VOCE VÊ
QUANTAS CASAS?
__________________________________________________
B) FAÇA UM “X” NA CASA QUE ESTÁ ENTRE A
CASA AMARELA E A VERMELHA.
C) QUAL É O SUPERMATEMÁTICO QUE ESTÁ
ATRÁS DA ÁRVORE?
__________________________________________________
AGORA RESPONDA:
A)
QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO?
FAÇA UM “X” NA RESPOSTA.
3. Professor(a), caso observe a necessidade de
realizar outra avaliação da aprendizagem para
esta etapa, é possível realizá-la desde que
a construa dentro dos objetivos que foram
propostos para a aprendizagem de conceitos
matemáticos delineados para o trabalho des-
3
7
2
1
ta 1ª etapa, segundo os blocos de conteúdos
podemos ressaltar:
B)
QUANTAS CASAS TEM NA PINTURA?
ESCREVA O NÚMERO.
__________________________________________________
C)
FAÇA UM TRAÇO PARA CADA BOLINHA DE
GUDE QUE VOCE VÊ NA PINTURA.
DESENHE OS TRAÇOS ABAIXO.
• números e operações, grandezas e medidas
e tratamento da informação: contar, quanti-
ficar, comparar e ordenar, sistematicamente,
até 10 (dez). Reconhecer e registrar numerais,
sequência numérica (colocando o número em
diferentes contextos). Contemplar a transver-
salidade do tratamento da informação no que
diz respeito à leitura de tabelas, bem como das
grandezas e medidas no que diz respeito ao
conhecimento do calendário (dias da semana),
medidas do vestuário das crianças e a idade.
D)
O QUE ESTÁ NA FRENTE DE INFINITO?
__________________________________________________
OBSERVE OUTRA OBRA
• no que tange a espaço e forma: localizar e
identificar posições tendo o corpo como re-
ferência (noção de: a frente de/atrás de; em-
baixo/acima; direita/esquerda; dentro de/fora
de; em cima de/embaixo de). Orientar e trilhar
caminhos por meio de comandos.
62
meu é nome cone!
meu
é nome
cone!
proposta didática para o PROFESSOR 2ª E TAPA 1ª SEMANA 1° DIA Na sexta semana desta
proposta didática
para o PROFESSOR
2ª E TAPA
1ª SEMANA
1° DIA
Na sexta semana desta etapa, será trabalhada uma coleção coletiva de tampinhas de garrafa
pet. Na oitava semana, vamos trabalhar com garrafas pet, embalagens de plástico, embala-
gens de papelão no formato de caixas (caixa de leite, de fósforo, dentre outras), rolo de papelão do
papel-toalha e do papel higiênico (cilindro). Por isso, solicite às crianças, bem como a seus pais e responsáveis,
que juntem esses materiais ao longo das semanas e enviem à escola quando solicitado.
perguntar às crianças se elas sabem o número
do telefone de alguém. Explorar quem é essa
pessoa e se o número é de telefone fixo ou
celular;
Objetivo(s):
• Reconhecer o número no contexto social com
a função de codificar.
Orientação Didática:
2. O(A) professor(a) divide a turma em grupos
de quatro crianças e distribui os cartões que
constam no Material do Professor (FICHA
nº 15 - Ligação telefônica) virados para bai-
xo e, se possível, entrega a cada grupo um
aparelho telefônico quebrado em condições
de uso para simulações (esse material pode
ser solicitado aos alunos, previamente);
1. O(A) professor(a) inicia a aula em roda con-
versando com as crianças sobre as diversas
situações em que elas e seus familiares usam
o telefone no dia a dia. Na sequência, deverá
3. O(A) professor(a) solicitará a uma dupla de
cada grupo que pegue um cartão e simule
uma ligação telefônica para o supermate-
Alfabetização Matemática mático com o número que aparece no cartão, fazendo a dramatização, conforme o contex-
Alfabetização Matemática
mático com o número que aparece no cartão,
fazendo a dramatização, conforme o contex-
to em que o supermatemático se encontra, a
fim de que a dupla adversária identifique o
assunto de que eles falam. Caso não consiga
ser entendido pelos colegas, o grupo passa
seu cartão para a dupla oponente; se a du-
pla conseguir adivinhar o que eles falam, fica
com o cartão e retira outro para a simulação.
Vence a dupla que ficar com mais cartões ao
final do jogo.
Objetivo(s):
• Reconhecer o número, no contexto social,
com a função de codificar.
• Escrever, convencionalmente, números de te-
lefone.
Orientação Didática:
Objetivo(s):
1. O(A) professor(a) propõe que cada criança
responda à atividade. Caso tenha dificuldades
para recordar os números de telefones, pode
utilizar as fichas usadas na atividade do mo-
mento “Matematizar com Jogos e Desafios”.
Reconhecer o número no contexto social com
a função de codificar.
• Escrever, convencionalmente, números úteis
de telefone em agenda telefônica.
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) deverá propor às crianças a
produção de uma agenda telefônica, com fo-
lhas de papel ofício cortadas em quatro par-
tes. Se possível, faz uma capa. Segue abaixo
um modelo básico de agenda;
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): OB-
SERVE QUE CADA SUPERMATEMÁTICO VAI
TELEFONAR PARA OUTRO. PARA QUEM CADA
PESSOA DA PRIMEIRA COLUNA VAI TELEFONAR,
CONFORME A LINHA DE CORRESPONDÊNCIA?
EM SEGUIDA, ESCREVA NO BALÃO O NÚMERO
QUE CADA UMA VAI DIGITAR, OBSERVANDO
OS REGISTROS NO ROL ABAIXO:
2. Cada criança confeccionará uma agenda te-
lefônica e, nesse dia, irá preencher a página
de números úteis: Samu 192, Bombeiros 193,
Defesa Civil 199, Polícia Federal 194 e Polícia
Militar 190.
MODELO DE AGENDA
66
Proposta didática para o Professor 2ª E TAPA 1ª SEMANA 2° DIA 4. Para o último
Proposta didática para o Professor
2ª E TAPA
1ª SEMANA
2° DIA
4. Para o último quadro da folha, o(a) profes-
sor(a), solicita-lhes que escrevam um número
grande que conheçam.
Objetivo(s):
• Produzir e interpretar escritas numéricas.
Objetivo(s):
O conhecimento das
crianças sobre a numeração
escrita
• Refletir sobre as escritas numéricas.
Orientação Didática:
Os estudos têm indicado que, desde pequenas, as
crianças elaboram critérios próprios para represen-
tar as notações numéricas e que a construção da es-
crita numérica convencional não segue a ordem de
sequência. Podem, por exemplo, interpretar a nota-
ção em função da magnitude do número (quanti-
dade de algarismos): “15 é maior que 7, porque tem
mais números”. É muito comum também que as
crianças, ao compararem números de igual quanti-
dade de algarismos, argumentem que a posição do
algarismo desempenha papel fundamental, enten-
dendo que “o primeiro (algarismo) é quem manda”.
1. O(A) professor(a) solicita às crianças que se
sentem em roda e, com as folhas preenchidas
no Ditado Numérico, mostrem sua produção
umas às outras. É um momento em que o(a)
professor(a) observará os comentários e as
possibilidades de leitura e a notação numéri-
ca produzida pelo grupo;
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) propõe às crianças um qua-
dro numérico. Disponibilizar uma folha de
papel ofício (A4) para cada um e propor que
faça dobras (4 dobras) no papel, de modo
que a folha fique com 12 (quadros) espaços
para serem preenchidos.
2. Em seguida, pede a duas crianças que de-
monstrem, no centro da roda, suas produções,
façam comparações entre suas notações, ve-
rificando quais os números que consegui-
ram escrever de igual forma, por exemplo: -
“Quem mais escreveu o 31 assim?” E o 13 de
vocês? Ficou igual ao dele (a)?” (referindo-se
a uma das crianças da dupla que estará apre-
sentando seu ditado).
2. O(A) professor(a) realiza um DITADO NUMÉ-
RICO e pede que preencham os quadricula-
dos iniciando pela 1ª linha (horizontal) e, na
sequência, a 2ª e 3ª linhas.
A escrita numérica
das crianças
3. Números ditados: 31, 10, 25, 77, 17, 13, 105,
2012, 100, 90, 365.
Pesquisas mostram que a escrita numérica das
crianças pode estar pautada na fala, ou seja, na
leitura numérica. A escrita do número 105 poderá
ser representada por “1005”; 77 por “707” ou 17
31
10
25
77
por “107. É importante interpretar as hipóteses das
17
13
105
2012
crianças sobre a escrita dos números.
100
90
365
67
Alfabetização Matemática 1005 707 107 Notações das crianças escritas para o 105?” Apontar para o “707”
Alfabetização Matemática
1005
707
107
Notações das crianças
escritas para o 105?” Apontar para o “707” e
proceder da mesma forma que sugerido aci-
ma. Ouvir as respostas das crianças, procuran-
105
77
17
Números ditados
3. A fim de promover algumas comparações,
o(a) professor(a) propõe alguns questiona-
mentos, sem, no entanto, modificar o registro
do quadro numérico das crianças. Apontar
para o “1005” e perguntar: “Qual é esse núme-
ro?” Possivelmente, alguns dirão “105”. Con-
tra-argumentar: “Eu ditei 105 e escrevi aqui o
meu 105. O que tem de diferente entre nossas
do verificar se algumas delas dão início à outra
ideia necessária à construção da escrita do nú-
mero, ou seja, escrita convencional da dezena
e centena e a comparação pela quantidade de
algarismos que os números têm.
4. Além da discussão verbal, outra possibilidade
de analisar cada número escrito é a de anotar
a ideia que a criança teve ao escrevê-lo. Re-
gistre tudo em uma tabela (exemplo abaixo)
para a análise e registro dos resultados:
Tabela - Escrita numérica das crianças
CRIANÇA
10
13
17
25 31
77 90
100
105 365
2012 Nº ESCOLHIDO PELA CRIANÇA
ANA
10
3
107
205 301
707
900 100
1005 3006005
2100012
KLEBER
01
13
17
25
31
707
90
100000 150
365
200012
VALDA
1 103
07
20
30
77 90
1000
10050 30065
20012
MARIA
3
7
5 1
7 9
1
05 35
212
5. Por fim, ainda em roda, o(a) professor(a) soli-
cita-lhes que falem e escrevam, em outra fo-
lha grande de papel, os números grandes que
cada uma escolheu para preencher o último
espaço do quadro numérico. Sugere-se que
o(a) professor(a) escreva, em uma folha pes-
soal e à parte, o número falado pela criança,
pois, em outras atividades, serão trabalhados
números altos. Assim, poderá utilizar, na aula,
o repertório de números altos apresentados
por ela.
Orientação Didática:
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): COLE
NO ESPAÇO ABAIXO O QUADRO NUMÉRICO
QUE VOCÊ FEZ NO DITADO.
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): ES-
CREVA ABAIXO QUATRO NÚMEROS GRANDES
QUE SEUS COLEGAS ESCREVERAM
DRO NUMÉRICO.
NO QUA-
Objetivo(s):
• Produzir e interpretar leitura e escritas numé-
ricas.
68
Proposta didática para o Professor 2ª E TAPA 1ª SEMANA 3° DIA ta, esquerda, embaixo, em
Proposta didática para o Professor
2ª E TAPA
1ª SEMANA
3° DIA
ta, esquerda, embaixo, em cima, dentro e fora.
Vence o grupo de crianças que realizar os co -
mandos corretamente.
Objetivo(s):
• Identificar
diferentes
localizações/posições
no espaço.
Objetivo(s):
Orientação Didática:
• Refletir sobre localizações/posições no espaço.
1. O(A) professor(a) arruma a sala tirando as ca-
deiras do centro e deixa apenas uma cadeira.
Divide a turma em três ou quatro grupos de
crianças, em cada grupo escolhe uma crian-
ça para ser o líder. Chama o primeiro grupo
para o centro da sala e dá três comandos para
o líder ir fazendo com os demais colegas (as
outras crianças ficam num grande círculo em
torno da cadeira). Os comandos podem ser:
Orientação Didática:
1. O(A)
professor(a)
pergunta
a
eles
o que
aprenderam na atividade anterior. Podem ser
perguntas como:
a) Vocês aprenderam o que é à direita e à
esquerda? Qual o lado do seu corpo é o
direito? E o esquerdo?
a)
Duas crianças vão sentar à direita da ca-
deira;
b) Sabiam o que é fora? E dentro?
c) Sabiam que podemos colocar as coisas
b)
Uma criança vai sentar à esquerda;
ou
em cima
c)
Três crianças vão sentar atrás da cadeira;
embaixo de algum objeto
dele?
d)
Duas crianças vão sentar na frente da ca-
deira;
e)
Uma criança vai colocar um caderno em-
baixo da cadeira;
f)
Uma criança vai pegar um copo (ou qual-
quer outro tipo de utensílio que possa es-
tar à disposição na sala), colocar um lápis
dentro e pôr em cima da cadeira;
O(A) professor(a) pode fazer várias perguntas,
conforme as respostas que serão dadas pelas
crianças. Contudo, será importante focar as no-
ções de localização de direita, esquerda, embai-
xo, em cima, dentro e fora.
g)
Uma criança vai pegar um copo (ou qual-
quer outro tipo de utensílio que possa es-
tar à disposição na sala), colocar embaixo
da cadeira e um lápis fora desse copo;
2. O(A) professor(a) utilizará as atividades abai-
xo, que se encontram no Caderno de Ativi-
dades:
Os comandos podem variar conforme o que o
professor tiver disponível em sala de aula, de
modo que se trabalhe a localização de direi-
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): NO
DESENHO A SEGUIR, HÁ ALGUMAS CRIANÇAS
DA TURMA DOS SUPERMATEMÁTICOS BRIN-
CANDO COM FORMAS GEOMÉTRICAS PLA-
NAS. VAMOS OBSERVAR O QUE ELAS ESTÃO
FAZENDO?
69
Alfabetização Matemática Objetivo(s): • Registrar com desenhos as localizações/posi- ções no espaço. Orientação Didática: 3 Atividade
Alfabetização Matemática
Objetivo(s):
• Registrar com desenhos as localizações/posi-
ções no espaço.
Orientação Didática:
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): CON-
3. O(A) professor(a) irá orientar um diálogo com
as crianças, de maneira que elas descrevam as
posições nas quais a turminha está colocan-
do as formas geométricas em relação ao baú.
Depois de explorar bem a figura, solicite-lhes
que façam um “X” no que está sendo colo-
cado fora da caixa e um círculo no que está
sendo colocado do lado esquerdo da caixa.
SIDERE QUE VOCÊ ESTEJA EM FRENTE DO BAÚ.
AGORA, RESPONDA:
A)
QUEM ESTÁ À DIREITA DO BAÚ?
__________________________________________________
B)
EM QUE POSIÇÃO SE ENCONTRA MÉTRICA?
__________________________________________________
C)
QUE FIGURA GEOMÉTRICA ESTÁ À ESQUER-
DA DO BAÚ?
__________________________________________________
D)
DESENHE UM BAÚ COM DOIS OBJETOS
FORA DELE E 1 OBJETO DENTRO DELE.
2ª E TAPA
2ª SEMANA
1° DIA
devem ser simuladas as poltronas de um ôni-
bus. Utilize as passagens que constam no Ma-
terial do Professor (FICHA nº 16 - Passagens).
Objetivo(s):
3. As carteiras da sala deverão ser enfileiradas
em quatro colunas. A numeração das poltro-
nas deverá ser fixada nas paredes laterais das
salas, como aparece no ônibus, por exemplo:
• Utilizar números no mesmo contexto e assu-
mindo diferentes funções (medir e ordenar).
Orientação Didática:
do lado esquerdo (o mesmo do motorista), os
números 1 e 2 e, do lado direito, 3 e 4; na
segunda fileira, do lado esquerdo, 5 e 6 e, do
lado direito, 7 e 8 e assim sucessivamente.
1. O(A) professor(a) deverá organizar com as
crianças simulação de uma rodoviária, que
terá o nome de Rodoviária dos Supermate-
máticos.
2. Na sala, deve ser reservado um espaço para
o guichê, sendo o(a) professor(a) responsável
pela venda das passagens. E, com as carteiras,
4. Durante a simulação, o(a) professor(a) deverá
perguntar às crianças o destino, o dia da sema-
na em que querem viajar, qual será a data da
viagem, qual a preferência do número da pol-
trona, o horário, se deseja a passagem com se-
guro ou sem seguro e informar o custo da via-
gem. Com as passagens as crianças vão para
suas poltronas e simulam a viagem com todos.
70
Proposta didática para o Professor Objetivo(s): Objetivo(s): • Reconhecer números no mesmo contexto e as- sumindo
Proposta didática para o Professor
Objetivo(s):
Objetivo(s):
• Reconhecer números no mesmo contexto e as-
sumindo diferentes funções (medir e ordenar).
• Reconhecer números no mesmo contexto e as-
sumindo diferentes funções (medir e ordenar).
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) utilizará o Caderno do Alu-
no com a seguinte atividade:
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): OB-
SERVE A PASSAGEM DE ORIGAMI E RESPONDA:
3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): AGO-
RA, IMAGINE QUE VOCÊ ESTÁ NO GUICHÊ
VENDENDO UMA PASSAGEM PARA MATEMA.
OBSERVE AS INFORMAÇÕES ABAIXO FORNE-
CIDAS, POR ESCRITO, POR MATEMA E PREEN-
CHA A PASSAGEM:
A)
EM QUE DIA DA SEMANA ORIGAMI VIAJOU?
___________________________________________________
B)
QUAL FOI A DATA DA VIAGEM DELE?
___________________________________________________
C)
QUANTO CUSTOU A PASSAGEM?
___________________________________________________
D)
ELE SAIU PELA MANHÃ OU PELA TARDE? POR
QUÊ?
___________________________________________________
E)
QUAL FOI O NÚMERO DA POLTRONA DE ORI-
GAMI?
___________________________________________________
2. Depois converse com as crianças sobre cada
informação que consta na passagem.
71
Alfabetização Matemática 2ª E TAPA 2ª SEMANA 2° DIA Objetivo(s): Objetivo(s): • Ler e observar números
Alfabetização Matemática
2ª E TAPA
2ª SEMANA
2° DIA
Objetivo(s):
Objetivo(s):
• Ler e observar números rasos (redondos).
Orientação Didática:
• Refletir sobre as regularidades dos números
rasos (redondos).
1. O(A) professor(a) apresenta números grandes
– ver Quadro 1 adiante – em seguida, solicita
às crianças que leiam, fazendo reflexões com
elas:
Orientação Didática:
1. Após
o jogo,
o(a) professor(a) faz alguns
questionamentos:
QUADRO 1- NÚMEROS GRANDES
a) 100307
b) 90003003
2. Ainda com as crianças em dupla, levante al-
guns pontos, como:
c) 6000050080
d) 1000
e) 200020
a)
Quantos números tem cada cartela?
b)
Falem
sobre os
números da cartela (o
que tem de igual e de diferente entre os
números);
Para
a
escrita 100307,
al-
guns podem ler “mil tre-
zentos e sete”, outros, “cento
e trezentos e sete” ou, ainda, “cento e trinta e
sete”; ou qualquer outra possibilidade apre-
sentada para escrever “137”.
c)
Quantos números há aí na cartela com um
zero? E com dois zeros? E com três zeros?
(observar a regularidade da disposição
das dezenas, centenas e dos milhares na
cartela)
2. Em seguida, apresentar o quadro dos núme-
ros redondos (CARTAZ nº 16 - QUADRO
DOS REDONDOS)
O conhecimento das crianças
sobre a regularidade dos
3. Depois de mostrar o cartaz, solicita às crian-
ças que sentem em duplas e entrega a cartela
da loto que consta no Material do Professor
(JOGO nº 1 – Jogo da loto dos redondos),
iniciando o “jogo da loto dos redondos”.
números rasos
Os estudos sobre as primeiras ideias das crianças
sobre escrita numérica têm mostrado que elas
conhecem, com mais facilidade e fluência, o re-
gistro dos números redondos. Os números “10,
20, 30, 40 [
...
],
100, 200, 300, 400, 500 [
...
],
1000,
2000, 3000, 4000, 5000 [
...
]”
são números mais fa-
cilmente apropriados pelas crianças em relação à
escrita numérica. No entanto, cabe ressaltar que
essas crianças ainda não sabem, por exemplo,
os números que estão nos intervalos entre esses
redondos.
72
Proposta didática para o Professor 50 600 6000 Objetivo(s): ORIGAMI ESPALHOU OS NÚMEROS QUE COMPLETAM AS
Proposta didática para o Professor
50
600
6000
Objetivo(s):
ORIGAMI ESPALHOU OS NÚMEROS QUE COMPLETAM
AS CARTELAS. LOCALIZE-OS ABAIXO E ESCREVA-OS NO
LUGAR DA CARTELA DE CADA SUPERMATEMÁTICO.
60
400
2000
30
500
• Registrar e interpretar a escrita de números
rasos (redondos).
3000
100
5000
20
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): ORI-
GAMI DESAFIOU SEUS AMIGOS NA MONTA-
GEM DA CARTELA DO JOGO DA LOTO.
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): COM-
PLETE A SEQUÊNCIA DOS NÚMEROS.
20
60
200
1000
10
1000
200
300
40
4000
2ª E TAPA
2ª SEMANA
3° DIA
aguardando um tempo para as crianças mon-
tarem-no. Fazer o seguinte questionamento:
Objetivo(s):
• Identificar triângulos.
Que figura foi formada? Caso as crianças não
consigam dizer o nome da figura geométrica
plana formada, o(a) professor(a) vai conduzir
o trabalho da mesma forma e sem necessida-
de de fazer outros comentários; poderá, tam-
bém, dar dicas para que as crianças consigam
formar um único triângulo.
Orientação Didática:
3. O vencedor será o grupo que primeiro armar o
quebra-cabeça, formando um único triângulo.
1. A brincadeira consiste em armar o quebra-ca-
beça e descobrir qual forma geométrica plana
será formada;
2. Para isso, o(a) professor(a) reunirá a sala em
grupos de cinco crianças e dará para cada
grupo um quebra-cabeça que consta no
Material do Professor (FICHAS Nº 17),
Os triângulos podem ser clas-
sificados pelas relações entre
as medidas de seus lados, como:
triângulos equiláteros - os três lados com mesma
medida; triângulos isósceles – dois lados com mes-
ma medida; escaleno – os 3 lados com medidas
73
Alfabetização Matemática i) diferentes. E podem ser classificados levando em consideração as medidas de seus ângulos:
Alfabetização Matemática
i)
diferentes. E podem ser classificados levando em
consideração as medidas de seus ângulos: triân-
gulo retângulo, que tem um ângulo de 90º; triân-
gulo obtusângulo, que tem um ângulo maior que
90º; triângulo acutângulo, que tem um ângulo
menor que 90º.
Quantos lados têm os triângulos? Triângu-
los diferentes têm a mesma quantidade de
lados?
2. Em seguida, o(a) professor(a) continuará fa-
lando sobre as características dos triângulos,
que são figuras formadas por três lados, três
vértices. E podem ter o tamanho dos lados
diferentes, mas são todos triângulos, dando
exemplos com as partes do quebra-cabeça.
Objetivo(s):
• Refletir sobre os diferentes tipos de triângulo.
Orientação Didática:
Objetivo(s):
• Construir triângulos com recorte.
1. Ainda com as crianças sentadas em grupo, o(a)
professor(a) fará alguns questionamentos:
Orientação Didática:
a)
Quantas peças tem o quebra-cabeça?
b)
As peças têm o mesmo formato?
c)
Podemos chamar as peças e o quebra-ca-
beça do mesmo nome?
1. O(A) professor(a) disponibilizará folha de re-
vista contendo figuras que possam ser recor-
tadas pelas crianças.
d)
Quantos lados têm essas figuras?
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades):
e)
Os lados têm o mesmo tamanho?
MONTE SEU QUEBRA-CABEÇA COM FOLHA DE
f)
Todas as peças são triângulos?
REVISTA. AS PEÇAS DEVEM TER A FORMA DE
TRIÂNGULO, DEPOIS COLE AQUI!
g)
Todos os triângulos são iguais?
h)
Todos os triângulos são do mesmo tama-
nho? Mas todos são triângulos? Por quê?
2ª E TAPA
3ª SEMANA
1° DIA
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) deve organizar a turma em
roda e dispor, no centro da mesma, diferentes
tipos de calendários: de bolso, de mesa, folhi-
nha, da agenda.
Objetivo(s):
• Identificar o número, no contexto, de medir
tempo (calendário).
2. O(A) professor(a) deve explorar com as crian-
ças os diferentes tipos de calendários e le-
vantar com elas o contexto em que cada um
pode ser encontrado.
74
Proposta didática para o Professor 3. Fazer o levantamento, nos calendários, de nú- meros que aparecem
Proposta didática para o Professor
3. Fazer o levantamento, nos calendários, de nú-
meros que aparecem em cor diferente, quais
datas ou dias representam esses números e
por que estão em destaque.
Objetivo(s):
• Identificar o número, no contexto, de medir
tempo (calendário).
Objetivo(s):
3 Atividade 2
(Caderno de Atividades): OBSER-
VE O CALENDÁRIO DO MÊS DE JUNHO DE 2012.
• Identificar o número, no contexto, de medir
tempo (calendário).
Junho de _______
Dom.
Seg.
Ter.
Qua.
Qui.
Sex.
Sáb.
Orientação Didática:
1
2
3
4 5
6
7 8
9
1. O(A) professor(a) utilizará o Caderno de Ativi-
dades com a seguinte proposta:
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
3 Atividade 1 (Caderno de Atividades): PRE-
ENCHA, A SEGUIR, O CALENDÁRIO DO MÊS
ATUAL:
A)
QUAL É O DIA DA SEMANA NO CALENDÁRIO ACIMA
QUE INICIA O MÊS? ______________
B)
QUANTOS DIAS TEM UMA SEMANA? ___________
Mês: ____________________
C)
Dom.
Seg.
Ter.
Qua.
Qui.
Sex.
Sáb.
QUAL A DATA DA TERCEIRA QUARTA-FEIRA DO MÊS
DE JUNHO DE 2012? _________________
D)
QUAL A DATA DOS FESTEJOS JUNINOS? _________
3 Atividade 3 (Caderno de Atividades): A
PARTIR DO CALENDÁRIO DO MÊS DE JUNHO
DE 2012, PREENCHA O CALENDÁRIO DO MÊS
SEGUINTE:
2. Após o preenchimento, lançar algumas per-
guntas e comandos: que dia da semana é
hoje? Quantos domingos há neste mês? Pinte
de vermelho os números que representem os
domingos. Há feriados neste mês? Pinte tam-
bém de vermelho os números que represen-
tam as datas desses feriados.
_________________
de _______
Dom.
Seg.
Ter.
Qua.
Qui.
Sex.
Sáb.
31
75
Alfabetização Matemática 2ª E TAPA 3ª SEMANA 2° DIA Explorando o Calendário Objetivo(s): • Desenvolver a
Alfabetização Matemática
2ª E TAPA
3ª SEMANA
2° DIA
Explorando o Calendário
Objetivo(s):
• Desenvolver a noção de tempo como grande-
za – dias da semana e os meses.
Além da rotina diária de preenchimento do
CALENDÁRIO (cartaz) que está afixado na sala
de aula, o(a) professor(a) pode explorar outras
situações:
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) solicita às crianças que loca-
lizem o CALENDÁRIO ANUAL na Atividade 1
(Caderno de Atividades).
As sequências e regularidades numéricas no
calendário: “Depois que se passarem três dias
do dia de hoje, em que dia estaremos? E se
passarem mais 3 dias?” Esses questionamen -
tos podem ser feitos considerando a variável
da contagem: 4 em 4 dias, 5 em 5 dias, 6 em 6
dias e assim sucessivamente, a fim de ampliar
o repertório da sequência de dias do mês e da
semana, bem como a regularidade presente na
notação do calendário.
2. Algumas questões norteadoras:
a)
O que vocês estão observando neste ca-
lendário?
3. Propor um DITADO:
a)
b)
Para que ele serve?
Marquem com um “X” azul no dia 2 de
maio
c)
Qual é o ano em que nós estamos? E o
mês? O dia de hoje? E o dia da semana?
b)
Façam um círculo na cor vermelha no dia
do seu aniversário
d)
Hoje,
estamos
no
dia
___
do
mês
c)
de
___________.
chegar no dia 20?
Quantos dias faltam para
Façam um quadrado amarelo em cima do
último dia de aula do mês de junho
d)
e)
Quantos dias já se passaram neste mês?
Pintem com a sua cor preferida os dias do
mês (meses) em que estaremos de férias
f)
Vamos voltar ao dia de hoje. Depois que
se passarem dois dias do dia de hoje, em
que dia do mês estaremos? E qual dia da
semana será?
e)
Façam uma estrela nos meses que têm 30
dias
f)
Façam duas estrelas nos meses que têm
31 dias
g)
Sugerimos que ex-
plore outras ques-
tões referindo-se
ao calendário que
está no Caderno de
Atividades, como:
quantidade de dias
da semana; quan-
tidade de semanas
em cada mês; quan-
tidade de meses.
Observação: Esse tipo de Ditado poderá ser
repetido em outras ocasiões, variando com da-
tas específicas comemorativas, dias de aniver-
sário de crianças da sala, dias de feriado, entre
outras escolhas que o(a) professor(a) poderá
explorar.
76
Proposta didática para o Professor 3 Atividade 2 (Caderno de Atividades): MÉ- TRICA ESTÁ COM SUA
Proposta didática para o Professor
3
Atividade 2 (Caderno de Atividades): MÉ-
TRICA ESTÁ COM SUA AGENDA E PREPAROU
SUAS ATIVIDADES DA SEMANA. VEJA O QUE
ELA TEM PARA FAZER.
Objetivo(s):
Refletir sobre a noção de tempo (dias da se-
mana e os meses).
Orientação Didática:
1. O(A) professor(a) pode iniciar a discussão em
roda pedindo às crianças para compararem
as marcas que fizeram em seus calendários,
aproveitando para realizar um tipo de “cor-
reção coletiva”. Deixar que as crianças co-
mentem o que observaram das marcas nos
calendários dos colegas. Havendo situação
em que detectaram erros, o(a) professor(a)
indica que é um bom momento para fazer a
correção;
AGORA, RESPONDA:
A)
EM QUAIS DIAS DA SEMANA MÉTRICA BRIN-
2. Perguntar às crianças: “Qual é a única data
que ficou pintada diferente entre todos os ca-
lendários? (data do aniversário de cada um,
salvo a existência de crianças que fazem ani-
versário no mesmo dia/mês); “Quantos me-
ses, ao todo, têm 31 dias?” e “Quantos meses
têm 30 dias?”; e ainda, “Qual o mês que não
tem nem 30 e nem 31 dias?”
CA COM OS SUPERMATEMÁTICOS FORA DA
ESCOLA?
B)
QUAIS SÃO OS DIAS DA SEMANA EM QUE
ELA VAI PARA A ESCOLA?
C)
EM QUE DIA DA SEMANA ELA TEM AULA DE
ARTES?
D)
O QUE ELA FAZ NA SEGUNDA-FEIRA À TAR-
DE?
E)
QUAIS OS COMPROMISSOS QUE ELA TEM NO
SÁBADO?
3. Em que dias da semana vocês não vêm para