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Edição 1

pb

Programa 96

Industrial & Marine Engines

Instruções de instalação - Motores industriais

Montagem do motor - Alinhamento do motor - Transmissão - Acoplamentos mecânicos - Vibração de torção

Índice . Montagem do motor Ângulos de instalação e de operação Carcaças de volante Levantamento
Índice
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Montagem do motor
Ângulos de instalação e de
operação
Carcaças de volante
Levantamento do motor
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Centaflex, tipo A
Embreagens
Tipos de transmissão
Tomadas de
Acoplamentos de montagem frontal
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Página
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Instalação do motor de uma perspectiva
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Alinhamento do motor
de serviço
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Acoplamentos de montagem lateral
Oscilação de torção
Dados para o cálculo da oscilação
23
9
Transmissão
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Acoplamento elástico
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Cálculo da oscilação de torção
de torção
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Gensets .
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Embreagem Centaflex D
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Dados importantes
Exemplos de preenchimento
dos formulários
da Scania
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Acoplamento com volante
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© Scania CV AB 1997-02

Programa 96

Programa 96 É DA RESPONSABILIDADE DO INSTALADOR GARANTIR QUE A INSTALAÇÃO SEJA EXECUTADA CORRETAMENTE E DE

É DA RESPONSABILIDADE DO INSTALADOR GARANTIR QUE A INSTALAÇÃO SEJA EXECUTADA CORRETAMENTE E DE CONFORMIDADE COM AS INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO DA SCANIA

Informações pelo endereço:

Para clientes dentro das Américas Central e do Sul:

SCANIA LATIN AMERICA LTDA Industrial and Marine Engines After Sales Service Caixa Postal / Casilla de Correo 188 09810-902 S.B. Campo - SP - Brasil Telefax +55 11 752-9174

Para clientes fora das Américas Central e do Sul:

SCANIA CV AB Industrial and Marine Engines After Sales Service S-151 87 Södertälje, Sweden Phone +46 855 38 10 00 Telefax +46 855 38 31 80

Programa 96 Montagem do motor A maneira adequada de m ontar o motor varia de

Programa 96

Montagem do motor

A maneira adequada de montar o motor varia de uma instalação para outra. Deverão se atender, entretanto, aos seguintes requisitos genéricos:

1. A montagem do motor deverá ser concebida em função das forças às quais está exposta, tanto de forma contínua quanto de forma momentânea, durante a operação, tais como forças de reação do torque transmitido, ou, em algumas vezes, forças de aceleração, desaceleração e reação atuando no sentido longitudinal no motor.

2. A montagem e a fundação do motor deverão ser concebidas de forma a evitar oscilação de ressonância na faixa de velocidades do motor. A sua concepção deverá evitar, tam- bém, que se transmita vibração indesejável para os arredores.

3. A locação da fundação e da montagem do motor deverá ser de maneira a evitar que se excedam os ângulos permissíveis de inclina- ção do motor. Veja na tabela da Fig. 4 os ângulos de inclinação máximos permissíveis.

Caso se excedam os ângulos de inclinação, a função do sistema de lubrificação será preju- dicada, podendo resultar em dano ao motor ou em redução da sua vida útil. Em caso de dúvida, consulte o representante Scania mais próximo, ou a Scania, Södertälje (endereço na página 2).

4. A suspensão e a fundação do motor deverão ser construídas de maneira a permitir acesso para serviço e reparo.

Existem três tipos padrão de montagem do motor:

a) Montagem sobre borracha mole

b) Montagem sobre borracha dura

c) Montagem rígida

As Figuras 1, 2 e 3 mostram exemplos desses três tipos de montagem. Os exemplos se aplicam, em princípo, a todos os tipos de motores.

a) Suspensão de borracha mole

A suspensão de borracha mole é a mais efici-

ente para amortecer a vibração, mas é menos eficiente para absorver as forças longitudinais e laterais no motor. Este tipo não exige um ali- nhamento muito preciso do motor.

As propriedades da suspensão de borracha mole explicam a sua ampla aplicação em insta- lações para veículos e GENSETS.

b) Suspensão de borracha dura

A montagem sobre borracha dura é menos efi-

ciente do que a de borracha mole para absorver

a vibração, mas absorve maiores forças longi- tudinais e laterais no motor.

A precisão de alinhamento é melhor do que

com a borracha mole.

c) Montagem rígida

A montagem rígida pode absorver maiores for-

ças, em todas as direções, do que a montagem sobre borracha. Exige e permite um alinha- mento mais preciso do motor em relação à uni- dade conduzida, mas não exige flexibilidade especial dos cabos e comandos ligados ao

motor.

Esta montagem pode ser usada em instalações em que a vibração não cause problemas signifi- cativos e nas quais outras características façam-na desejável.

Mesmo na montagem rígida, a transmissão da vibração para a base subjacente pode ser man- tida em nível baixo se os pesos da base do motor e das peças conectadas forem grandes em relação ao motor.

Também é possível integrar uma montagem elástica entre o quadro e o chassi para reduzir a transmissão da vibração.

Programa 96

Programa 96 Fig. 1. Exemplo de montagem, borracha mole Fig. 2. Exemplo de montagem, borracha dura
Programa 96 Fig. 1. Exemplo de montagem, borracha mole Fig. 2. Exemplo de montagem, borracha dura

Fig. 1. Exemplo de montagem, borracha mole

Programa 96 Fig. 1. Exemplo de montagem, borracha mole Fig. 2. Exemplo de montagem, borracha dura

Fig. 2. Exemplo de montagem, borracha dura

borracha mole Fig. 2. Exemplo de montagem, borracha dura Fig. 3. Exemplo de montagem rígida do

Fig. 3. Exemplo de montagem rígida do motor

Programa 96 Ângulos de instalação e de operação permissíveis   Ângulo traseiro Ângulo frontal Direita/

Programa 96

Ângulos de instalação e de operação permissíveis

 

Ângulo traseiro

Ângulo frontal

Direita/

Capacidade (dm 3 )

Esquerda

Ângulo

Ângulo

Ângulo

Ângulo

Ângulo máx.

2)

   

Tipos de motor

máximo

máximo

máximo

máximo

de operação

de insta-

de ope-

de insta-

de ope-

de insta- de ope- de insta- de ope-   Max. Min.
 

Max.

Min.

lação 1)

ração

2)

lação 1)

ração

2)

Motor 9

             
12° 27° 10° 24° 30° 20 16

12°

27°

10°

24°

30°

20

16

12° 34° 10° 26° 30° 25 20

12°

34°

10°

26°

30°

25

20

Motor 11

             
12° 20° 10° 35° 30° 30 20

12°

20°

10°

35°

30°

30

20

           

Padrão

Padrão

12° 30°   10° 15°   30°   23 17

12°

30°

 

10°

15°

 

30°

 

23

17

Alterna-

Alterna-

         

tiva 27

tiva 21

Motor 14

             
12° 18° 12° 35° 30° 30 25

12°

18°

12°

35°

30°

30

25

38° 45° 5° 12° 25° 26 20

38°

45°

12°

25°

26

20

1. Ângulo de instalação máximo permissível do motor em relação à horizontal. Esses ângulos se referem à inclinação máxima do motor durante a operação contínua.

2. Ângulo de inclinação máximo permissível do motor durante a operação com nível mínimo de óleo. O ângulo de operação máximo permissível só pode ser usado durante períodos curtos. Os ângulos máximos de operação, traseiro e frontal, aqui especificados não podem ser utilizados totalmente se o motor também tiver inclinação lateral.

Fig. 4.

Ângulo máximo de inclinação permissível e capacidades dos diversos cárteres de óleo (quando a inclinação é para trás, a extremidade do volante do motor fica mais baixa).

Programa 96

Programa 96 Carcaças de volante As carcaças de volante podem ser feitas de dois materiais diferentes,

Carcaças de volante

As carcaças de volante podem ser feitas de dois materiais diferentes, o silumin e o ferro nodular, sendo o ferro nodular o mais forte deles para a absorção do movimento de flexão.

As tampas de silumin são o padrão de forneci- mento para todos os motores industriais.

O momento de flexão máximo permissível para as

tampas de silumin é de 10.000 Nm. Isto vale para

o caso de não haver cargas axiais vindas de fontes como a árvore de transmissão, cargas de choque ou vibração anormal.

Recomendam-se, entretanto, as tampas de aço nodular, mais fortes, para as instalações em que o transporte as submeta a cargas muito fortes, tais como nos caminhões basculantes e nos gensets móveis.

Os motores 9 só podem ser fornecidos com tampa de silumin.

Nos casos em que seja difícil avaliar o tamanho e

a natureza da carga, consulte a Scania, Södertälje (veja o endereço na página 2).

Levantamento do motor

!
!

ATENÇÃO!

Os olhais de levantamento do motor foram dimensionados para o levanta- mento somente do motor, e não do motor com o equipamento (alternador, caixa de mudanças, etc.) ou com o quadro.

(alternador, caixa de mudanças, etc.) ou com o quadro. Montagem em borracha dura: Cushyfloat O padrão
(alternador, caixa de mudanças, etc.) ou com o quadro. Montagem em borracha dura: Cushyfloat O padrão

Montagem em borracha dura: Cushyfloat

O padrão de fornecimento de Cushyfloat é o

seguinte:

Tipo de

Dureza

Número de

motor

peça.

Motor 9

55

Shore

1 119 157

Motor 11

55

Shore

1 119 157

Motor 14

65

Shore

1 119 158

Na instalação dos isoladores deverão se observar

as dimensões da figura abaixo. Pode-se fazer o seguinte resumo do que a figura indica:

- O suporte do motor e o quadro/chassi devem ser paralelos.

- As linhas de centro verticais deverão coincidir lateralmente.

- As partes superior e inferior do isolador deve- rão ser paralelas no sentido longitudinal.

As partes superior e inferior devern ser paralelas
As partes superior e inferior devern
ser paralelas

Fig. 5. Instalação e alinhamento dos isola- dores de Cushyflloat

Programa 96 Instalação do motor de uma perspectiva de serviço O instalador é responsável por

Programa 96

Instalação do motor de uma perspectiva de serviço

O instalador é responsável por assegurar acesso,

de tal forma que os trabalhos de serviço e de reparo possam ser executados normalmente.

A seguir estão alguns requisitos de acesso

importantes:

- As superestruturas e os componentes a elas ligados deverão ser concebidas de tal forma que o motor possa ser retirado e ajustado sem que se perda tempo com estruturas que obs- truam a passagem.

- No caso de instalações estáticas, deverão haver pontos permanentes para o uso de dispositivos de levantamento acima da unidade.

- As bombas injetoras, os injetores e os filtros de combustível deverão ter fácil acesso para reposi- ção e para a sangria do sistema de combustível.

- Deverá ser possível ler a escala no volante durante o ajuste da bomba.

- Os cabeçotes de cilindro, as tampas das válvu- las e hastes de tucho deverão ter acesso para retirada sem que se necessite de retirar o motor da instalação. Dimensão A nas figuras.

- Deverá ser possível retirar o cárter de óleo para a troca das camisas dos cilindros ou dos pistões com o motor no lugar.

As figuras indicam as alturas mínimas do cárter de óleo.

-

O

abastecimento e a drenagem do óleo deverão

ser fáceis, bem como o acesso à vareta graduada.

O

mesmo se aplica ao abastecimento e drena-

gem do refrigerante.

-

Os limpadores e filtros de óleo deverão ter fácil acesso para serviço e manutenção.

-

Os filtros de ar do motor deverão estar em local que permita a fácil troca dos elementos de filtro.

Os componentes a seguir também deverão ter fácil acesso para serviço:

Turbocarregador e filtro Motor de partida Alternador Bomba de refrigerante Radiador Ventoinha de refrigeração Embreagem Baterias

As figuras 6, 7 e 8 mostram os diversos motores, com indicação das distâncias mais importantes. As dimensões estão na tabela e na figura 9. As dimensões especificadas correspondem à opção maior do equipamento padrão.

A F F F B
A
F
F
F
B

Fig. 6. Distâncias de DS9, DSC9.

Programa 96

Programa 96 A F F B F Fig. 7. Distâncias de DS, DSI11, DSC11. F A
Programa 96 A F F B F Fig. 7. Distâncias de DS, DSI11, DSC11. F A

A

F F B
F
F
B
F
F

Fig. 7. Distâncias de DS, DSI11, DSC11.

F A F F F B A
F
A
F
F
F
B
A

Fig. 8. Distâncias de DS, DSI14, DSC14.

 

Distância em mm

 

Dimen-

são

DS9/

DS/

DS/

Para serviço ou substituição de:

DSI9/

DSI11/

DSI14/

DSC9

DSC11

DSC14

A

150

150

850

Camisas de cilindro, cabeçotes de cilindro, etc.

B

250

200

300

Cárter de óleo (padrão)

D

500

550

400

Filtros de ar

F

400

400

400

Diversas unidades

Fig. 9. Tabela de distâncias em mm.

Programa 96 Alinhamento do motor O alinhamento do motor em relação à unidade a ser

Programa 96

Alinhamento do motor

O alinhamento do motor em relação à unidade a

ser acionada é extremamente importante para evi- tar falhas. Existe, além disso, o risco da vibração e

de exposição da árvore de manivelas, dos suportes do motor, do semi-eixo e da embreagem a tensões, causando danos de reparo caro. As instalações especialmente sensíveis à vibração exigem uma inspeção regular do alinhamento.

A importância do alinhamento pode ser reduzida

pela instalação de um acoplamento elástico entre o motor e a unidade acionada. As variações per- missíveis encontram-se nas especificações do aco- plamento. Além do fato de que este tipo de acoplamento per- mite um certo ângulo de deslocamento entre os eixos motor e movido, ele tem também um efeito de redução das irregularidades do torque, redu- zindo, portanto, qualquer tendência à oscilação de torção. A seleção correta da dureza da borracha reduz a tensão sobre as unidades acionadas. Embora se permitam desvios relativamente gran- des com os acoplamentos elásticos, você deverá tentar obter o alinhamento mais preciso possível para maximizar a vida útil do acoplamento. Para o alinhamento, use o eixo acionado, depois de verificar se ele está reto. Ajuste o alinhamento do motor com calços entre a base e a suspensão.

Transmissão

A transmissão do torque do motor para a unidade

acionada normalmente se faz de uma das seguin- tes maneiras:

- através de um acoplamento elástico que não pode ser desengatado (p.ex. motores de gensets)

- através de uma embreagem de fricção, se pos- sível usada também com um acoplamento elás- tico, e com uma engrenagem de redução, um conversor ou uma transmissão por correia.

Acoplamento elástico

A maioria das instalações exige um acoplamento

elástico entre o motor e a unidade acionada para a

redução das irregularidades no sistema.

Para obter informação sobre os acoplamentos elásticos adequados consulte o seu representante Scania mais próximo, a Scania Södertälje (veja o endereço na página 2) ou o fornecedor do acopla- mento.

A escolha de um acoplamento elástico deverá ser

precedida de um cálculo da oscilação de torção. Quando os cálculos de oscilação de torção reco- mendam um determinado acoplamento elástico, é importante que ele seja instalado e que os demais equipamentos de transmissão sigam a especifica- ção precisa do cálculo. Na operação do alternador não poderá haver folga no acoplamento elástico entre o motor e o alterna- dor.

Programa 96

Programa 96 Gensets Embreagem Centaflex D Este tipo de embreagem foi criado para a trans- missão

Gensets

Embreagem Centaflex D

Este tipo de embreagem foi criado para a trans- missão para alternadores montados com flange na tampa do volante do motor. O alternador deverá ser do tipo de dois mancais, visto que a embrea- gem não pode sofrer cargas radiais.

A embreagem permite um certo desvio axial e

pode suportar as tolerâncias radial e de ângulo de deflexão especificadas pela SAE, que podem sur- gir na junção do flange, entre a tampa do volante e

o alternador.

Para escolher acoplamentos para gensets com motor e alternador individualmente montados e outros tipos de operação, consulte a Scania para obter orientação e cálculos da oscilação de torção possível.

O acoplamento existe em dois tamanhos para os

motores Scania, dependendo do momento de inér- cia. A Figura 12 mostra a instalação no volante e na unidade acionada da ponta de eixo.

Veja a informação completa sobre as dimensões de instalação no ”Manual de Especificações do

Motor”. A sobreposição mínima permissível para

a extremidade do eixo no cubo é de 82 mm.

A Figura 13 mostra um acoplamento com volante

ultra-leve para instalação do alternador.

A tabela da Figura 14 indica os momentos de inér-

cia permissíveis para os diversos tipos de motor.

O cubo do acoplamento no seu fornecimento

padrão não tem furos usinados. Ao usiná-los, é importante, portanto:

- que o furo usinado tenha tamanho e tolerância corretos

- que o furo esteja centralizado em relação ao centro do volante.

- que o filete do entalhe no furo tenha raio sufici- entemente grande. O raio R deverá ter entre 0,4 e 0,6 mm e não poderá ter menos do que 0,4 mm. Veja a Figura 12.

- que as superfícies usinadas tenham a qualidade de superfície especificada.

Para obter instruções mais detalhadas, veja o ”Manual de Especificações do Motor”. O diâmetro máximo do furo é de 95 mm.

Para os cubos com sobreposição estendida, o diâmetro máximo do furo = 100 mm

Além disso, a ponta de eixo deverá ser equipada com um batente axial, como por exemplo um anel de con- tração, para que o cubo não possa deslizar pelo eixo.

tração, para que o cubo não possa deslizar pelo eixo. Fig. 10. Embreagem Centaflex D. 1

Fig. 10. Embreagem Centaflex D.

Programa 96 Acoplamento com volante extra Para obter melhor controle de velocidade nas ins- talações

Programa 96

Acoplamento com volante extra

Para obter melhor controle de velocidade nas ins- talações de alternador com dois mancais, é possí- vel instalar um acoplamento Centaflex D com inércia adicional (volante). O acoplamento elástico com volante extra para alternadores de dois mancais tem uma diâmetro de conexão de 14” com o volante. Recomenda-se em princípio um acoplamento com maior inércia para os gensets operando em para- lelo, mas este também pode ser recomendado para unidades únicas se a inércia do alternador for menor do que a indicada na tabela abaixo, quando uma velocidade precisa for especialmente impor- tante. Uma inércia maior proporciona um controle de velocidade melhor sob carga.

Alternadores de mancal único

Nas instalações em que houver alternador de man- cal único e com inércia inferior à especificada na tabela, entre em contato com a Scania para obter recomendações.

Alternadores duplos

Para selecionar o regulador de velocidade e o aco- plamento flexível nas instalações em que houver um motor acionando dois alternadores, consulte a Scania para obter recomendações.

Tipo de motor

min (kgm 2 ) alternador de dois mancais

J

min (kgm 2 ) alternador de mancal único

J

DS/DSI/DSC9

min 2,0

min 1,5

DS/DSC/DSI11

min 4,0

min 3,0

DS/DSC/DSI14

min 6,5

min 4,0

Fig. 11. Valor mínimo permissível de inércia do gerador sem volante extra em unidade simples.

Programa 96

Programa 96 1. Batente axial Fig. 12. Centaflex D, 14”, ligado a volante. 1. Batente axial

1. Batente axial

Fig. 12. Centaflex D, 14”, ligado a volante.

Batente axial Fig. 12. Centaflex D, 14”, ligado a volante. 1. Batente axial Fig. 13. Centaflex
Batente axial Fig. 12. Centaflex D, 14”, ligado a volante. 1. Batente axial Fig. 13. Centaflex

1. Batente axial

Fig. 13. Centaflex D, 14” com volante extra.

Tipo de motor

Acoplamento elástico de 14”

Acoplamento elástico de 14” com volante extra

   

min (kgm 2 )

J

min (kgm 2 )

J

max (kgm 2 )

J

(alternador de

dois mancais)

DS/DSC/DSI9

2,0

6,0

1,5

DS/DSC/DSI11

4,0

8,0

2,5

DS/DSC/DSI14

6,5

25,0

5,0

Fig. 14. Acoplamento elástico (Centaflex D) para genset, tabela de valores mínimos e máximos permissíveis de inércia (J) para alternadores com dois mancais.

Programa 96   ! ADVERTÉNCIA   ! Ao instalar e testar o genset tenha consciência

Programa 96

 
!
!

ADVERTÉNCIA

 
!
!

Ao instalar e testar o genset tenha consciência das consequências de uma ação descuidada ou errada, que podem ser um curto-circuito ou um faseamento incorreto do gerador.

Se a ordem das fases estiver totalmente invertida (180°) poderá haver uma carga de choque na transmissão de força entre o motor e o alternador que seja 10 vezes maior do que a carga nominal. Isto pode fazer com que o acoplamento elástico se rompa e/ou que peças do alterna- dor fiquem danificadas. Mesmo que o acoplamento resista à carga de choque, haverá dano a peças do alternador.

Um curto-circuito ou um faseamento incorreto podem causar, inclusive, dano físico a pessoas que estejam nas proximidades do genset.

A capacidade máxima para as cargas de choque nos acoplamentos é a seguinte:

- acoplamento de 11½”

 

= 15.000 Nm

- acoplamento de 14”

= 30.000 Nm

Para obter instruções mais detalhadas sobre curto-circuitos, faseamento incorreto e cálculo de torque, veja o ”Manual de Especificações do Motor”.

Centaflex, tipo A

Este tipo de acoplamento também pode ser usado na parte frontal do motor para um acoplamento com ponta de eixo diretamente para a árvores de manivelas. Existem três tamanhos, 30, 50 e 90. Os tamanhos 30 e 50 aparecem no manual de especi- ficações. Para obter o amortecimento mais eficiente o aco- plamento deverá estar de frente para o motor, ítem 1 na Figura 15. O acoplamento permite um certo desvio radial, axial e angular, como indica a tabela da página 14. Ao selecionar o acoplamento, é importante consi- derar a temperatura ambiente. O cálculo do torque real sobre a transmissão e da dimensão das cargas deverá, portanto, incluir um fator de temperatura para selecionar o tamanho de acoplamento cor- reto. Também existem outros fatores operacionais que devem ser levados em consideração no dimensio- namento do acoplamento, tais como a carga de pulsação e o torque inicial. Veja as instruções do fabricante para obter informação completa.

do fabricante para obter informação completa. Fig. 15. Centaflex tipo A tamanho 90. 1 9 :

Fig. 15. Centaflex tipo A tamanho 90.

Programa 96

Programa 96 Nos motores DS/DSI 14, este acoplamento tam- bém pode ser equipado com uma carcaça

Nos motores DS/DSI 14, este acoplamento tam- bém pode ser equipado com uma carcaça com flange SAE3 para conexão com acoplamentos industriais. Nesse caso, o acoplamento é ligado diretamente ao cubo da árvore de manivelas.

O modelo que aparece na Fig. 16 só existe para os motores 14 e só pode ser usado juntamente com uma árvore de manivelas poligonal.

Velocidade em rpm

Desvio radial (B) (deslocamento do eixo) em mm

1500

2,0

2000

1,6

2500

1,2

eixo) em mm 1500 2,0 2000 1,6 2500 1,2 Fig. 16. Centaflex tipo A tamanho 90,

Fig. 16. Centaflex tipo A tamanho 90, com flange SAE3 (somente para motores 14).

A tamanho 90, com flange SAE3 (somente para motores 14). Fig. 17. Desvio radial máximo permissível

Fig. 17. Desvio radial máximo permissível

Velocidade em rpm

Desvio angular (c) (entre pontas de eixo)

1500

2000

2,3°

2500

1,9°

eixo) 1500 3° 2000 2,3° 2500 1,9° Fig. 18. Desvio angular máximo permissível 1 4 ©

Fig. 18. Desvio angular máximo permissível

Programa 96 Montagem do Centaflex, tipo A Os pontos a seguir são importantes na montagem

Programa 96

Montagem do Centaflex, tipo A

Os pontos a seguir são importantes na montagem do acoplamento na ponta de eixo:

- As buchas de alumínio no interior dos elemen- tos de borracha não podem ser torcidas quando se apertam os parafusos. Isto é particularmente importante para os parafusos radiais.

- Para reduzir o atrito entre os parafusos e as buchas, aplique graxa na cabeça dos parafusos.

- Para obter a carga preliminar correta nos ele- mentos de borracha, os parafusos axiais deve- rão ser ajustados primeiro.

- Os parafusos deverão ser apertados com os seguintes torques:

- 500 Nm para o tamanho 90 com chave de sextavado interno de 17 mm.

- 200 Nm para os tamanhos 30 e 50 com chave de sextavado interno de 14 mm.

- Os filetes de rosca têm um revestimento de um composto de travamento que dá para 3 monta- gens.

Nota: Não use parafusos com composto de travamento na montagem. Deverá ser possível soltar os para- fusos sem ter que aquecê-los.

Verificação do alinhamento após a montagem:

- A dimensão A da Fig. 21 deverá ser 8 mm.

- Desvios permissíveis, veja a página 14.

ser 8 mm. - Desvios permissíveis, veja a página 14. Fig. 19. Ajuste dos parafusos axiais

Fig. 19. Ajuste dos parafusos axiais

veja a página 14. Fig. 19. Ajuste dos parafusos axiais Fig. 20. Ajuste dos parafusos radiais

Fig. 20. Ajuste dos parafusos radiais

dos parafusos axiais Fig. 20. Ajuste dos parafusos radiais Fig. 21. Verificação após a montagem 1

Fig. 21. Verificação após a montagem

Programa 96

Programa 96 Embreagens As instalações industriais usam dois tipos de embreagem, a embreagem de veículos e

Embreagens

As instalações industriais usam dois tipos de embreagem, a embreagem de veículos e a embrea- gem industrial. A embreagem industrial tem maior capacidade e pode transmitir torques mais altos do que a embreagem de veículos. As embreagens de veículo são usadas juntamente com caixas de mudanças com diversas relações de engrenagens do tipo convencional, em que a embreagem pode ser desengatada. Há diversos fabricantes de embreagens industriais no mercado. Dentre estes, os que têm seus produ- tos mais usados nos motores Scania são AP e Desch. É importante que a embreagem industrial não fique submetida a cargas que possam causar sobrecarga dos mancais da embreagem. As embreagens AP não podem ser submetidas a forças laterais muito grandes e são, por isso, mais utilizadas nas instalações em que o torque é trans- mitido em linha reta para a parte traseira por meio de uma árvore de transmissão ou outra transmis- são semelhante. Para operação mais pesada, como por exemplo nas transmissões por corria, em que também há grandes forças laterais, recomendamos o uso de embreagens que (como p.ex. Desch) absorvam as forças laterais nos mancais principais. Este tipo de embreagem não tem mancal de apoio no volante. Também é importante que as embreagens de con- trole remoto não tenham pressão residual no man- cal de desaplicação, seja quando são engatadas ou desengatadas, visto que isso causa desgaste rápido do mancal Para esse tipo de operação de embreagem reco- mendamos o uso de rolamentos de esferas como mancal de desaplicação. Se a instalação tiver uma embreagem que não seja de fricção, como por exemplo as hidrodinâmicas (úmidas), será necessário obter as instruções de instalação necessárias do fornecedor da embrea- gem.

Nota: A árvore de manivelas não poderá ficar sujeita a pressão axial da embreagem. Verifique após o ajuste.

Tipos de transmissão

As transmissões mecânicas são as mais comu- mente usadas para as instalações com um único motor. Estas podem ser caixas de mudanças com relações múltiplas ou engrenagens de redução. Se um motor for fornecido sem engrenagens ou

caixa de mudanças, ainda assim será possível adaptar as peças adequadas do motor (volante, tampa do volante, etc.) para que se possam ajustar

as engrenagens e conversores existentes no mer- cado.

As transmissões por correia denteada são adequa- das para as instalações com motores múltiplos em que dois ou mais motores acionam um eixo comum. Uma das vantagens da transmissão por correia é que é fácil adaptá-la às relações de velo- cidade adequadas. Funciona parcialmente como um acoplamento elástico, silenciosamente, tem uma longa vida útil

e, com exceção das verificações de tensão e de ali-

nhamento, não exige manutenção especial.

Há transmissões por correia com diversos tipos de correia denteada, tais como as singelas e as cor- reias de potência com duas ou mais correias aco- pladas com um cordão.

A escolha da correia depende de diversos fatores.

Você poderá obter maiores informações e ajuda para dimensionar a transmissão por correia com o fabricante da correia, com o seu representante Scania mais próximo ou com a Scania Södertälje (endereço na página 2)

Na operação com correia as forças laterais podem ser significativas. Um alinhamento e uma tensão de correia precisos são, portanto, essenciais. Uma tensão de correia desigual significa um aumento de carga sobre os mancais e o deslocamento do centro de carga. Se houver grandes forças laterais em polia direta- mente conectada a uma embreagem industrial, esta deverá ser montada com mancais de apoio laterais.

A carga lateral pode ser reduzida, por exemplo,

alterando-se o tamanho da polia.

O fabricante fornece as tensões de correia permis-

síveis para as transmissões em cada caso indivi- dual. Você deverá, também, verificar se os mancais de apoio laterais estão com lubrificante suficiente, conforme recomendado pelo fabricante. A lubrifi- cação dos mancais de apoio poderá ser feita com óleo ou graxa.

Programa 96 Tomadas de força Os motores podem ser fornecidos com diversos tipos de acoplamento

Programa 96

Tomadas de força

Os motores podem ser fornecidos com diversos tipos de acoplamento para o equipamento de transmissão.

Acoplamentos mecânicos de montagem frontal.

- ponta de eixo para conexão direta com embreagem elástica

DS, DSC, DSI9

Com um acoplamento elástico montado desta forma não há espaço para ventoinha de resfriamento

DS, DSC, DSI11 DS, DSC, DSi14
DS, DSC, DSI11
DS, DSC, DSi14

no motor.

- polia na árvore de manivelas (max de 2 ranhuras extras para os motores 9 e 11)

DS, DSC, DSI9 DS, DSC, DSI11 DS, DSC, DSI14
DS, DSC, DSI9
DS,
DSC,
DSI11
DS, DSC, DSI14

- ponta de eixo e polia (não para o motor 9)

DS, DSC, DSI11 DS, DSC, DSI14
DS, DSC, DSI11
DS, DSC, DSI14

Programa 96

Programa 96 - polia extra com duas ranhuras do acoplamento mecânico com ventoinha (só nos motores

- polia extra com duas ranhuras do acoplamento mecânico com ventoinha (só nos motores 14 não há ventoinha). A velocidade da polia depende de qual a relação de transmissão esco- lhida: 0,75 ou 0,975 ou 1,19 x velocidade do motor. O torque transmitido fica limitado pela capacidade de transmissão das correias.

fica limitado pela capacidade de transmissão das correias. Conexão do acoplamento elástico à extremidade frontal da

Conexão do acoplamento elástico à extremidade frontal da árvore de manivelas.

O motor deverá ser equipado com uma ponta de

eixo ou flange para o acoplamento tipo Centa A (tamanho 30 ou 50) que é montado no cubo da árvore de manivelas, de tal maneira que seja pos- sível conectar um acoplamento elástico na extre- midade frontal da árvore de manivelas.

elástico na extre- midade frontal da árvore de manivelas. Com um acoplamento elástico montado desta forma

Com um acoplamento elástico montado desta forma não há espaço para ventoinha de resfria- mento no motor.

O torque transmitido e a potência no caso de cone-

xão direta com a extremidade frontal da árvore de

manivelas estão limitados em princípio pelo tipo de motor e pelo tipo de junta entre a árvores de manivelas e o cubo.

Os motores têm como padrão um cone de retenção entre a árvore de manivelas e o cubo. A árvore de manivelas dos motores 11 e 14 pode ser fornecida com juntas poligonais entre a árvore de manivelas e o cubo e um cubo reforçado. As tabelas das figuras 22 e 23 indicam o torque e as potências de transmissão.

Nota: Com o acoplamento Centa A tama- nho 30, a saída de potência fica limi- tada a um max. 400 Nm.

Polia de árvore de manivelas com dois ou mais rebaixos para correia.

Para instalar este tipo de polia, o radiador existente deverá ser deslocado para a frente.

Os rebaixos da correia são feitos para correias dentea- das de 12,5 mm (0,5”) de largura, mas também se podem usar correias em V

É a capacidade de transmissão da correia que deter- mina a magnitude da potência que pode ser transmi- tida. É importante, portanto, seguir as instruções do fabricante da correia ao calcular a força transmissível.

Como acontece ao conectar uma embreagem elás- tica ou industrial à extremidade frontal da árvore de manivelas, o torque e a potência transmissíveis estão limitados pelo tipo de motor e pelo tipo de junta, como indicam as tabelas das figuras 22 e 23. Para evitar forças radiais não permissíveis na extremidade frontal da árvore de manivelas quando houver muitas correias na transmissão, as unidades acionadas podem ser colocadas de tal forma que as forças se equilibrem. Ao montar uma polia de árvore de manivelas com inércia (J) maior do que 0,12 kgm 2 com os motores 9 ou 14, ou maior do que 0,15 kgm 2 com o motor 11 é necessário fazer um cálculo especial de oscilação. Veja ”Oscilação de torção”.

Para calcular o momento de inércia de uma polia não fornecida pela Scania recomendamos que se consulte um especialista.

Programa 96 Tipo de junta Saída max de torque em Nm (kpm) 9 11 14

Programa 96

Tipo de junta

Saída max de torque em Nm (kpm)

9

11

14

Cone de fixação

490 (50)

490

(50)

490

(50)

Polígono

-

635

(65)

685

(70)

Polígono com

-

1000

1000

cubo reforçado

(100)

(100)

Fig. 22. Saída máxima de torque em Nm (kpm) na extremidade frontal da árvore de manivelas.

Veloci-

 

Polígono

 

dade do

Cone de fixação 9, 11, 14

Polígono com cubo reforçado 11, 14

motor

 

em rpm

11

14

1500

77

(105)

100

(136)

108 (147)

157

(213)

1800

92

(125)

120

(163)

129 (175)

188

(255)

1900

98

(133)

127

(173)

137 (186)

199

(270)

2000

103

(140)

134

(182)

144 (196)

209

(285)

2100

108

(147)

140

(190)

151 (205)

220

(299)

2200

113

(154)

-

-

 

-

Fig. 23. Potência transmissível em kW (hp) na extremidade frontal da árvore de manivela.

Programa 96

Programa 96 Acoplamentos de montagem lateral Todos os motores As figuras 24, 25 e 26 mostram

Acoplamentos de montagem lateral

Todos os motores

As figuras 24, 25 e 26 mostram o torque máximo que pode ser obtido com os diversos tipos de motor com conexões à frente e à ré.

O

torque máximo especificado toma por base que

as

unidades acionadas tenham um torque de acio-

namento relativamente uniforme, tais como p.ex. geradores, bombas centrífugas e bombas de palheta. No caso de unidades com torque altamente pul- sante, como p.ex. bombas de pistão ou compres- sores, com um ou dois cilindros, os valores permissíveis de torque deverão ser reduzidos para que o torque médio não exceda o torque permissí- vel para operação contínua e para que o torque de pico nunca exceda o torque máximo para opera- ção intermitente. Ao reduzir os valores de torque permissível, é pre- ciso levar em consideração as reduções para os casos correspondentes conforme especificadas pelos fabricantes de correias denteadas e de aco- plamentos elásticos. Além disso, deverá ser feita sempre uma avalia- ção sobre a possibilidade de elementos conectados terem um efeito sobre a árvore de manivelas e as características de oscilação de torção de todo o sistema de eixos As figuras 27 e 28 mostram as potências transmi- tidas com velocidades diferentes.

Motor 9:

Os motores 9 deverão ser equipados com uma tampa especial de distribuição de tal forma que possam ter um acoplamento de montagem lateral. Neste caso, o acoplamento fica do lado esquerdo do motor com acionamento para trás pela engre- nagem reguladora. As unidades a serem acionadas pelo acoplamento são ajustadas de acordo com as opções da figura 24.

As bombas hidráulicas com mancais para cargas laterais do tipo padrão podem ser conectadas dire- tamente à tampa de distribuição sem qualquer tampa especial do acoplamento.

A velocidade é 0,975 x a velocidade do motor e a

direção de rotação é a mesma da árvore de mani-

velas.

Se o motor não tiver compressor de ar, também será possível conectar um acoplamento do lado direito sobre uma tampa de distribuição padrão.

A conexão é SAE B e a velocidade é portanto

0,907 x velocidade do motor.

B e a velocidade é portanto 0,907 x velocidade do motor. Fig. 24. Saída max de

Fig. 24. Saída max de torque para acopla- mentos de montagem lateral nos motores 9.

Programa 96 Motores 11: O acoplamento fica do lado esquerdo do motor e é acionado

Programa 96

Motores 11:

O acoplamento fica do lado esquerdo do motor e é

acionado pela engrenagem reguladora. Na frente da tampa de distribuição é possível montar, p.ex., uma bomba hidráulica do tipo padrão (bomba de direção mecânica). O acionamento da engrena- gem reguladora é feito por rodas dentadas.

Este sistema hidráulico não tem válvula limita- dora de pressão integrada. É preciso, portanto, instalar esse tipo de válvula no sistema.

A velocidade da bomba hidráulica é 1,6 x veloci-

dade do motor.

Poderá ser montado um eixo de acoplamento ou bomba na parte de trás da tampa de distribuição, desde que o motor não esteja equipado com um compressor de ar do tipo padrão.

A velocidade do acoplamento na parte de trás é de

0,865 x velocidade do motor. A direção de rotação

é oposta à da árvore de manivelas.

Motor 14:

O acoplamento fica do lado esquerdo do motor e é

acionado pela engrenagem reguladora. Na frente da tampa de distribuição é possível montar, p.ex., uma bomba hidráulica do tipo padrão (bomba de direção mecânica).

O acionamento da engrenagem reguladora se faz

por meio de uma conexão com bucha de borracha à frente e atrás.

A velocidade e a direção de rotação são as mes-

mas da árvore de manivelas.

Nota: Ao instalar uma bomba hidráulica padrão (de direção) é importante colocar o tanque acima da bomba para obter um fluxo regular.

o tanque acima da bomba para obter um fluxo regular. A = para a frente contínuo

A = para a frente contínuo - max 70 Nm intermitente* - max 100 Nm

B = para trás contínuo - max 100 Nm intermitente* - max 150 Nm

* Tomada de torque intermitente significa uma carga curta, de no máximo 2 minutos, a um nível mais elevado. O tempo total do torque mais alto não pode exceder a 1/6 do tempo de utilização do acoplamento

Fig. 25. Saída máxima de torque para os acoplamentos de montagem lateral nos motores 11.

para os acoplamentos de montagem lateral nos motores 11. A = somente para a frente: contínuo

A = somente para a frente:

contínuo - max 20 Nm intermitente* - max 70 Nm

B = para a frente e para trás:

contínuo - max 20 Nm para a frente e

170 Nm para trás

intermitente* - max 70 Nm para a frente e

180 Nm para trás

C = somente para trás:

contínuo - max 190 Nm intermitente* - max 250

* Tomada de torque intermitente significa uma carga curta, de no máximo 2 minutos, a um nível mais elevado. O tempo total do torque mais alto não pode exceder a 1/6 do tempo de utilização do acoplamento.

Fig. 26. Saída máxima de torque para os acoplamentos de montagem lateral nos motores 14.

Programa 96

Programa 96 Velocidade     do motor Potência kW (hp) Alternativa A Potência kW (hp) Alternativa

Velocidade

   

do motor

Potência kW (hp) Alternativa A

Potência kW (hp) Alternativa B

em rpm

1500

38

(52)

57

(78)

1800

45

(62)

68

(93)

1900

48

(65)

72

(98)

2000

51

(69)

76

(104)

2100

53

(72)

80

(109)

2200

56

(76)

84

(114)

Fig. 27. Potências transmissíveis em kW (hp) dos acopla- mentos de montagem lateral nos motores 9. Veja na página 19 a saída máxima de torque.

Alternativa A = SAE ”B” 2 furos (250 Nm) Alternativa B = ”ZF” (DIN) 4 furos (375 Nm)

Veloci-

 

Potência kW (hp) motor 11, a ré

Potência kW (hp) motor 11, a vante

 

Potência kW (hp) motor 14

dade do

motor

em rpm

Operação

Operação

Operação

Operação

Operação

Operação

contínua

intermitente*)

contínua

intermitente*)

contínua

intermitente*)

1500

18

(24)

25

(34)

13

(18)

21

(28)

29

(39)

39

(53)

1800

21

(29)

30

(41)

16

(22)

25

(34)

35

(47)

47

(63)

1900

22

(30)

32

(43)

17

(23)

26

(35)

37

(50)

49

(66)

2000

23

(32)

34

(46)

18

(24)

27

(37)

39

(53)

52

(70)

2100

25

(33)

35

(48)

19

(27)

28

(38)

41

(55)

54

(73)

2200

26

(35)

37

(50)

20

(27)

29

(40)

43

(58)

57

(77)

* Operação intermitente significa durante um período curto, de no máximo 2 minutos, a um nível mais elevado. O tempo total de operação intermitente não pode exceder a 1/6 do tempo de utilização do acoplamento.

Fig. 28. Potências transmissíveis em kW (hp) dos acoplamentos de montagem lateral dos motores 11 e 14. Veja na página 20 os valores máximos de torque.

Programa 96 Oscilação de torção A oscilação de torção surge em todos os sistemas de

Programa 96

Oscilação de torção

A oscilação de torção surge em todos os sistemas

de eixos que tenham um motor de combustão. Dependendo da combinação entre a concepção do sistema de eixos e a sua velocidade, essa oscilação pode atingir grandes amplitudes e causar graves tensões no material. Estas podem chegar a uma ruptura total de uma peça do sistema de eixos.

É extremamente importante calcular a oscilação

de torção de cada instalação nova. O cliente/instalador é responsável por esse cálculo.

Uma instalação mal projetada pode significar uma limitação da faixa de velocidades ou não poder usar um acoplamento dianteiro. Se, entretanto, se fizer um cálculo da oscilação de torção no estágio do planejamento, geralmente é possível ajustar o sistema de eixos com facilidade, como é necessário para obter a instalação mais segura possível. No caso de um genset convencional com acopla- mento elástico Scania e sem acoplamento mecâ- nico frontal nem requisitos de aprovação para classificação, não é necessário que se façam cál- culos de oscilação de torção, desde que a inércia do alternador esteja dentro dos limites da tabela da página 12.

Dados para o cálculo da oscilação de torção

Se precisar de ajuda para os cálculos de oscilação de torção, consulte o representante Scania mais próximo, ou a Scania, Södertälje (endereço na página 2). Os dados a seguir são necessários para um cálculo completo e correto. Os formulários podem ser obtidos junto a Scania, Södertälje.

a) Designação do tipo do motor e sociedade classificadora.

b) Velocidade de operação e potência.

c) Equipamento instalado nas partes frontal e traseira do motor (indicar número de peça Scania).

d) Relações de transmissão.

e) Momento de inércia (j) ou volante (GD2) dos acoplamentos de componentes, flanges, engrenagens, eixos, hélices, geradores e simi- lares que rodem junto com o motor.

f) Quanto aos acoplamentos que podem ser desengatados, acoplamentos elásticos e seme- lhantes, solicitamos os valores dos componen- tes. Se tais valores não estiverem disponíveis, solicitamos um desenho da peça indicando diâmetros, larguras e espessuras das peças.

g) Rigidez dinâmica dos acoplamentos elásticos, eixos e transmissões por correia. No caso de eixos, é possível especificar material, compri- mento, diâmetros interno e externo, compri- mentos dos elementos, comprimentos das partes retráteis e similares. No caso das trans- missões por correia, solicitamos indicar o espaçamento entre eixos, os diâmetros de polia, o tipo de correia, o número de correias e a rigidez dinâmica.

h) No caso dos gensets, deverá se incluir um desenho do alternador com o cálculo caso se necessite da aprovação de uma sociedade classificadora.

Programa 96

Programa 96 Cálculos de oscilação de torção da Scania Os cálculos de oscilação de torção da

Cálculos de oscilação de torção da Scania

Os cálculos de oscilação de torção da Scania são feitos utilizando o método Holzer em combinação com a fórmula empírica de Lloyd’. O cálculo se baseia nas especificações fornecidas à Scania pelo cliente ou fabricante das peças colocadas no sis- tema elástico de massas que não são de fabricação Scania. Um cálculo aprovado é válido e se constitui em uma garantia para todos os produtos de motores Scania na instalação estudada, no que diz respeito às coberturas da garantia geral da Scania, do ponto de vista da vibração. A aprovação não pode ser encarada por si só como uma garantia geral do sistema de qualquer outro ponto de vista.

A Scania não se responsabiliza por produtos que

não façam parte da linha de produtos Scania, mas faz uma advertência em relação a componentes que os cálculos indicam como sujeitos a grande solicitação de vibração.

O fornecedor da instalação completa ao cliente

deverá, juntamente com o fabricante de cada com-

ponente, confirmar a capacidade de resistência à torção e obter aprovação para cada componente, baseado no cálculo da oscilação de torção.

A

ISO 3046/V aplica-se quando pertinente.

O

cálculo de oscilação de torção não nos permite

qualquer comentário de garantia sobre variação

periódica de velocidade.

DADOS IMPORTANTES

Ângulos de inclinação permissíveis e volumes de diferentes

cárters de óleo

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Ver tabela na página 5.

Dimensões de afastamento necessárias para serviço

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Ver páginas 7 e 8.

Momento de inércia permissível para acoplamento elástico

 

(Centaflex D)

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Ver tabela na página 12.

Desvios permissíveis para o acoplamento elástico Centaflex tipo A, tamanho 90

 

Ver tabelas nas páginas 14 e 15.

Relações de transmissão para os acoplamentos

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Motor 9 veja página 20. Motor 11 veja página 21. Motor 14 veja página 21.

Momento máximo de inércia da árvore de manivelas sem necessidade de cálculo da oscilação de torção

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motores 9 e 14 : 0,12 kgm 2

Torque máximo e saída de potência da parte frontal

 

motor 11 : 0,15 kgm 2

da árvore de manivelas

 

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Veja tabelas na página 19.

Saída máxima de torque do acoplamento montado na lateral

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Veja figuras nas páginas 20 e 21.

Potências transmissíveis de acoplamento lateral

 

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Veja tabelas na página 22.

Programa 96 SCANIA CV AB, Motores industriais e marítimos 1 Dados para os cálculos de

Programa 96

SCANIA CV AB, Motores industriais e marítimos

1

Dados para os cálculos de oscilação de torção

1.

a

b

c

d

Dados gerais

Company Ltd

Cliente

Oficina:

Novo número de construção:

Sociedade classificadora:

No do pedido.:

-

191735

Sociedade classificadora: No do pedido.: - 191735 2. a b c d e f Dados do

2.

a

b

c

d

e

f

Dados do motor

Tipo do motor:

Número do motor:

Potência:

Velocidade:

Faixa de operação:

Volante, No Scania: (Ref. 45-)

Polia, No.Scania : (Ref. 66-)

3.

(preencher se não for fornecimento Scania)

a Acoplamento elástico, fabricante:

b Acoplamento elástico, tipo e modelo:

c Torque nominal, T kn :

d Torque de vibração, (10Hz) T kw ±:

e Amortecimento relativo:

Acoplamento elástico

Ψ

ou fator de ressonância, V R :

f Rigidez dinâmica de torção Nm/bank:

Acoplamento linear C dyn :

DSC 11 58A 5 333 486 289 (LTP)

kW

1500 rpm

rpm

45-15

66-15

Centaflex

: DSC 11 58A 5 333 486 289 (LTP) kW 1500 rpm rpm 45-15 66-15 Centaflex

D-275-60-14-93

3200

1600

0,9

7

-

Nm

Nm

Nm/bank

A Scania faz os cál- culos necessários e solicita aprovação de classificação para cada caso.

Do ” Manual de Especificações”

Para os acoplamen- tos elásticos mais comuns, a Scania tem os seguintes dados:

Para outras instala- ções: veja as especifi- cações do fabricante do acoplamento

O ideal é enviar uma cópia destes dados,

indicando fabri-

cante, tamanho e tipo.

Fig. 29. Exemplo de formulário preenchido: ”Dados para cálculo de oscilação de torção” página 1.

Programa 96

Programa 96 SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos Acoplamento progressivo 2   0 x T

SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos

Acoplamento progressivo

2

 

0 x T kn

0.10 x T kn

0.25 x T kn

0.50 x T kn

0.75 T kn

1.0 x T kn

C

dyn

   

73000

108000

130000

155000

g Inércia de rotação, primária (= 1/4 x GD 2 ):

h Inércia de rotação, secundária (= 1/4 x GD 2 ):

0,4044

0,1384

2

kgm

kgm 2

4. Equipamento acionado (no volante)

4.1 Alternador

a Alternador, fabricante:

b Alternador, tipo:

c Alternador, velocidade de operação:

d Inércia de rotação, (= 1/4 x GD 2 ):

e Diâmetro do eixo:

f Desenho do eixo No.:

(Genset para aprovação da sociedade classificadora: é necessário anexar desenho do eixo)

Stamford

HC 434 2 E

1500 kVA

4,43

kgm 2

75 mm

222 11 404-5

g

Alternador de mancal único (Sim/Não) Para os alternadores de mancal único é necessário anexar o desenho

4.2

Bombas, hidráulica

a

Tipo de equipamento, bombas, hidráulica

b

Fabricante:

c

Inércia de rotação, ( = 1/4 x GD 2 ):

kgm

(incluir desenho)

d

Engrenagem (quando for o caso) Relação de transmissão:

Inércia de rotação( = 1/4 x GD 2 ) (incluir desenho)

kgm

e

Acoplamento (se utilizado) Tipo e fabricante:

Inércia de rotação, ( = 1/4 x GD 2 ):

kgm

2

2

2

de rotação, ( = 1/4 x GD 2 ): kgm 2 2 2 Nota: Fig. 30.

Nota:

Fig. 30. Exemplo do formulário ”Dados para cálculo de oscilação de torção” preenchido, página 2.

Programa 96 SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos 3 4.3 Engrenagem reversa e equipament

Programa 96

SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos

3

4.3 Engrenagem reversa e equipamento da hélice

Faça um esquema na página 5.

a Engrenagem reversa

Fabricante e tipo:

Relação de transmissão:

Sistema elástico de massas No., (anexar):

Direção de rotação:

b Eixo da hélice (desenho)

Comprimento:

Diâmetro:

Diâmetro interno:

Acoplamento elástico (se houver),

fabricante e tipo:

Dados adicionais sobre o acoplamento na página 5.

c Hélice

Pás fixas ou ajustáveis:

 

Inércia de rotação, ( = 1/4 x GD 2 ):

kgm 2

Inércia medida na água (Sim/Não)

Diâmetro:

mm

Número de pás:

Material:

5.

Equipamento dianteiro

a

Conforme desenho Scania No.

5.1

Acoplamento elástico no equipamento dianteiro

 

(preencher se não for fornecimento Scania)

 

A

Acoplamento elástico, fabricante:

Centaflex

B

Acoplamento elástico, tipo e modelo:

90A 50° Shore

C

Torque nominal, T kn :

900

Nm

d

Torque de vibração, (10 Hz) T kw ±:

450

Nm

Esta informação não precisa de ser preen- chida no caso de aco- plamentos padrão Scania.

Temos dados relati- vos a um grande número de acopla- mentos, mas necessi- tamos de informação completa sobre fabri- cante, tamanho, modelo, tipo de borracha e número de código da embreagem.

Fig. 31. Exemplo de formulário ”Dados para o cálculo da oscilação de torção” preenchido, página 3.

Programa 96

Programa 96 SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos 4 E Amortecimento relativo: Ψ ou fator

SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos

4

E

Amortecimento relativo:

Ψ

ou fator de ressonância, V R :

f

Rigidez à torção dinâmica Nm/bank:

acoplamento linear C Tdyn :

Acoplamento progressivo

0,6

10

10 500

Nm/bank

0 x T kn

0.10 x T kn

0.25 x T kn

0.50 x T kn

0.75 T kn

1.0 x T kn

C dyn

G

H

5.2

a

b

c

e

f

Inércia de rotação, primária (= 1/4 x GD 2 ):

Inércia de rotação, secundária (= 1/4 x GD 2 ):

0,040

0,123

kgm

kgm

2

2

Equipamento acionado dianteiro

Equipamento acionado, tipo:

Engrenagem Fabricante e tipo:

Relação de transmissão:

Inércia de rotação ( = 1/4 x GD 2 ):

(Incluir desenho)

Bomba hidráulica

kgm

2

Acoplamento Fabricante e tipo:

Inércia de rotação, (= 1/4 x GD 2 ) engatado e desengatado:

Máquina acionada 1:

Inércia de rotação, (= 1/4 x GD 2 ):

(Incluir desenho)

Máquina acionada 2:

Inércia de rotação, (= 1/4 x GD 2 ):

(Incluir desenho)

Technodrive 290/150

Technodrive 290/150

2,70/0,90

Linde BPV 105 20,89 x 10 -3

kgm

2

kgm 2

kgm

2

Fig. 32. Exemplo de formulário ”Dados para o cálculo da oscilação de torção” preenchido, página 4.

Programa 96 SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos 6. Esquema 5 Número de elementos

Programa 96

SCANIA CV AB, Motores Industriais e Marítimos

6.

Esquema

5

Número de elementos conforme acima. (Forneça também qualquer informação significativa não mencionada). (O diagrama de instalação geralmente é muito útil).

também qualquer informação significativa não mencionada). (O diagrama de instalação geralmente é muito útil ).
(O diagrama de instalação geralmente é muito útil ). Fig. 33. Exemplo de formulário ”Dados de

Fig. 33. Exemplo de formulário ”Dados de cálculo da oscilação de torção” preenchido, página 5.