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Taxas Art. 145, II e par. 2º, da CF e arts. 77 a 80, do

Taxas

Art. 145, II e par. 2º, da CF e arts. 77 a 80, do

CTN

Art. 77. As taxas cobradas pela União, pelos

Estados, pelo Distrito Federal ou pelos

Municípios, no âmbito de suas respectivas

atribuições, têm como fato gerador o exercício

regular do poder de polícia, ou a utilização,

efetiva ou potencial, de serviço público

específico e divisível, prestado ao contribuinte

ou posto à sua disposição.

Parágrafo único. A taxa não pode ter base de

cálculo ou fato gerador idênticos aos que

correspondam a imposto nem ser calculada

em função do capital das empresas.

Podem ser instituídas por qualquer ente da

federação mediante lei ordinária.

A CF indica quais são as espécies, porém, o

77 do CTN é que traz quais as espécies

de taxas. Sejam elas:

art

-Pelo exercício do poder de policia

-Pela utilização (efetiva OU potencial) de

serviços públicos específicos E divisíveis

prestados pelo sujeito passivo (ou postos a sua

disposição)

Taxas pelo exercício de poder de polícia:

Art. 78, do CTN.

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Poder de policia é uma limitação imposta pelo

poder público de direitos e liberdades

individuais em prol da coletividade.

B) Taxas pela prestação de serviços

públicos: Art. 79, do CTN.

Serviços públicos - em caráter geral ou

universal (uti universi) são prestados à

coletividade em geral (polícia e iluminação

publica , por ex), nesta caso, não é possível

especificar qual é o destinatário do serviço; já

os uti singuli é possível identificar a quem

destina este serviço prestado e o custo da

atividade estatal direcionado àquela pessoa

(taxa de lixo domiciliar, por ex)

Especificidade porque o serviço é prestado em

caráter individual, sendo possível identificar

quem é o interessado e o custo em relação

àquela pessoa especifica.

Quanto à potencialidade da utilização de

serviços públicos, para fins de exigência de

taxa:

Art

145, §2 CF,

taxas

não podem ter base de cálculo própria de

impostos.

As

Prestar: específico e divisível.

Utilizar: efetiva ou potencialmente.

Taxa- lançamento de ofício.

Contribuições

e divisível. Utilizar: efetiva ou potencialmente. Taxa- lançamento de ofício. Contribuições 1 www.cers.com.br
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OAB XVII EXAME – 1ª FASE Direito Tributário Josiane Minardi Contribuições Sociais Competência da União

OAB XVII EXAME 1ª FASE Direito Tributário Josiane Minardi

Contribuições Sociais

Competência

da

União

-

paga

sobre

Art. 149 e 149, A, da CF

combustíveis.

Inclui: Contribuições Sociais, CIDE

(contribuições de intervenção domínio

econômico), Contribuição de interesse de

categoria profissional ou econômica, COSIP-

contribuições de iluminação pública

Sociais: são criadas via de regra pela União,

149, parágrafo 1ª se

for a contribuição social previdenciária do

servidor público, pois neste caso, compete ao

ente federativo a que pertence o servidor.

salvo nos termos do art

União:

Previdência

Assistência- sobre tudo que consome

Saúde

independente de pagar

toda

pessoa

tem

direito,

Contribuição social paga sobre a folha de

pagamento (INSS), faturamento (empresário),

receita (empresário), lucro (empresário) e

concurso de prognósticos (fezinha da lotérica).

Contribuição social só respeita a

anterioridade nonagesimal, os 90 dias. (art.

195, § 6º CF).

Não incide contribuição social para entidade

de assistência social sem fim lucrativo.

Art. 149, par. 2 o .- não paga contribuição

social sobre receita de exportação, mas na

importação paga.

CIDE : Art. 177, par. 4 o , do CTN.

Finalidades: - custear projetos ambientais

- reestruturação das estradas brasileiras.

As alíquotas da CIDE combustíveis podem ser

reduzidas ou restabelecidas por decreto do

poder executivo.

Respeita apenas a anterioridade nonagesimal,

os 90 dias.

Categoria Profissional ou econômica

Competência exclusiva da União, segue a

anterioridade. Entidades de classe cobram.

(contribuição da OAB não é tributo e não entra

como categoria profissional ou econômica).

Iluminação Pública

Competência dos Municípios e DF. Instituída

por lei ordinária. Segue a anterioridade e pode

ser cobrada na fatura de energia elétrica.

Lançamento de ofício.

IMPOSTOS

Impostos Municipais

IPTU Imposto predial territorial urbano

Fato Gerador: Ser proprietário de imóvel

urbano.

Ser proprietário é ter o direito se usar, fruir,

dispor do imóvel ou de reaver de quem

injustamente o possua.

é ter o direito se usar, fruir, dispor do imóvel ou de reaver de quem injustamente
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Imóvel urbano é o perímetro urbano do município, determinado pela legislação municipal. O art. 32

Imóvel urbano é o perímetro urbano do

município, determinado pela legislação

municipal. O art. 32 traz os requisitos para que

o imóvel seja considerado urbano, desde que

atendidos pelo menos 2 dos requisitos ali

expostos.

- Ter meio-fio ou calçamento com

canalização de águas pluvias;

- Ter abastecimento de água;

- Ter saneamento básico;

- Ter iluminação pública;

- Ter escola primária ou posto de saúde a

uma distância máxima de 3 km do imóvel.

IPTU é aquele

estabelecido em legislação local, em regra

geral dia primeiro de janeiro.

O critério

temporal

do

O sujeito passivo é o proprietário, detentor do

domínio útil ou possuidor com animus domini.

O IPTU pode ser progressivo em razão da

função social (art. 182,§ 4º, II CF) e em razão

do valor do imóvel (art. 156, § 1º, I CF).

ITBI Imposto de Transmissão de bens

imóveis entre vivos

Competência exclusiva dos Municípios.

Instituído por Lei ordinária.

Imposto sobre transmissão de Bens Imóveis,

por Natureza ou Acessão Física, e de Direitos

Reais sobre Imóveis, exceto os de Garantia,

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bem como Cessão de Direitos a sua Aquisição

ITBI: Art. 156, II da CF e Arts. 35 a 42 do CTN

Trata-se de Imposto de Competência dos

Municípios pelos quais se encontra a situação

do Bem, podendo ser criado por meio de lei

ordinária e respeita o princípio da

Anterioridade do Exercício e Nonagesimal (Art.

150, VIII, “b” e “c” da CF).

Sujeito Ativo: Município da situação do imóvel.

Sujeito Passivo: Qualquer das partes

envolvidas na operação tributária de

transmissão de bem imóvel, determinado pela

legislação municipal (geralmente é o

adquirente).

Critério Temporal: Momento da transmissão,

que ocorre nos bens imóveis com o registro

no órgão competente, segundo art. 1.245 do

Código Civil.

Base de Cálculo: valor venal do bem imóvel

transmitido ou direito real cedido (valor de

mercado).

Respeita anterioridade.

Exemplo: compra e venda de imóvel.

Art. 156, § 2º CF Imunidade Específica:

Não incide ITBI na transmissão de imóvel para

realização de capital, na incorporação, cisão,

fusão e extinção de Pessoa Jurídica, salvo se

realização de capital, na incorporação, cisão, fusão e extinção de Pessoa Jurídica, salvo se 3 www.cers.com.br
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a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda, locação e arrendamento mercantil de

a atividade preponderante do adquirente for a

compra e venda, locação e arrendamento

mercantil de imóveis.

ISS - Imposto sobre serviço de qualquer

natureza

A LC 116/2003 contém uma relação de

serviços passiveis de tributação por via do ISS.

O STJ entende que a lei é taxativa e que este

definido em LC significa que se o serviço não

está descrito na lista não pode ser tributado.

LC 116/03 - Conceito de prestação de serviço

prestação a terceiro de uma utilidade, com

conteúdo econômico, sob regime de direito

privado, desde que não trabalhista.

Serviço gratuito não pode ser alvo de

tributação só ISS porque não possui base de

cálculo.

O art. 7 diz que a base de cálculo é o preço do

serviço.

O imposto deve incidir sobre uma execução de

prestação física ou intelectual remunerada.

Lei ordinária institui o ISS. Segue a

anterioridade. Por regra seu lançamento é por

homologação, salvo no caso de ISS fixo, pois

neste caso o lançamento é de ofício.

Incide sobre serviços que não estejam na

incidência do ICMS. Tem como alíquota

mínima 2% e máxima 5%.

Impostos Estaduais

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ICMS - Imposto sobre Operações relativas

à Circulação de Mercadorias e sobre

Prestação de Serviços de Transporte

Interestadual e Intermunicipal e de

Comunicação - ICMS: Art. 155, II da CF e LC

87/1996

Compete aos Estados e ao Distrito Federal

instituir ICMS, nos termos do Art. 155, II e § §

2.º e 3º da CF.

Esse Imposto deverá ser criado por lei

ordinária. Isto não quer dizer que a Lei

Complementar n.º 87/1996 seja

inconstitucional, visto que esse diploma legal

apenas estruturou tal imposto.

Em relação ao Princípio da Anterioridade,

destaca-se que o ICMS o respeita, todavia, a

alíquota do ICMS sobre combustíveis

respeitará apenas a anterioridade

nonagesimal, em caso de redução ou

restabelecimento de alíquota, nos termos do

art. 155, §4.º, IV, da CF.

Sujeito Ativo: Estados e Distrito Federal.

Fato Gerador:

1) Operações de circulação de mercadoria;

2) prestação de serviços de transporte

interestadual ou intermunicipal;

3) serviço de comunicação;

4) energia elétrica;

de transporte interestadual ou intermunicipal; 3) serviço de comunicação; 4) energia elétrica; 4 www.cers.com.br
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5) importação de mercadoria, ainda que o importador não seja contribuinte habitual do ICMS. Alíquotas:

5) importação de mercadoria, ainda que o

importador não seja contribuinte habitual

do ICMS.

Alíquotas: Há alíquotas distintas para cálculo

do ICMS. As razões dessa distinção das

alíquotas está no princípio da seletividade

(Art. 155, §2.º, III da CF) e na existência de

alíquotas internas (estipuladas pelos Estados)

e as interestaduais. O Senado Federal, por

meio de Resolução, estabelecerá as alíquotas

mínimas ou máximas, nos termos do Art. 155,

§2.º, IV e V da CF.

Sobre o ICMS é importante destacar que

existem dois princípios que devem ser

observados:

Princípio da Não Cumulatividade (Art. 155,

§2.º da CF e Art. 19 da LC 87/1996): significa

dizer que o ICMS será compensado em cada

operação relativa à circulação de mercadorias

ou prestação de serviços de transporte

interestadual ou intermunicipal e de

comunicação com o montante cobrado nas

operações anteriores pelo mesmo ou por outro

Estado. Vale destacar que esse princípio, em

casos de isenções ou não incidência, não

implica em crédito para compensação com o

montante devido nas operações seguintes e

acarretará em anulação do crédito relativo às

operações anteriores;

Princípio da Seletividade (Art. 155, §2.º, da

CF): tem como função orientar a estipulação

das alíquotas diferenciadas de ICMS,

utilizando por base a seletividade, em função

da essencialidade do produto. Esse princípio é

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utilizado para justificar a redução da carga

tributária dos produtos considerados

essenciais. No ICMS PODE ser Seletivo!!

Imunidade Específica:

1) sobre operações que destinem mercadorias

para o exterior, nem sobre serviços prestados

a destinatários no exterior, assegurada a

manutenção e o aproveitamento do montante

do imposto cobrado nas operações e

prestações anteriores; (Redação dada pela

Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)

2) sobre operações que destinem a outros

Estados petróleo, inclusive lubrificantes,

combustíveis líquidos e gasosos dele

derivados, e energia elétrica;

3) sobre o ouro, nas hipóteses definidas no art.

153, § 5º;

4) nas prestações de serviço de comunicação

nas modalidades de radiodifusão sonora e de

sons e imagens de recepção livre e gratuita;

IPVA:

veículos automotores.

Imposto

sobre

a

propriedade

de

Trata-se de Imposto de competência estadual

e distrital, que poderá ser exigido em 1.º de

janeiro de cada exercício, sendo devido no

local do registro do veículo. Esse imposto pode

ser criado por lei ordinária.

Tem como característica respeitar o princípio

da Anterioridade do exercício e a nonagesimal,

todavia, em relação à base de cálculo, esta

respeita apenas a anterioridade do exercício.

todavia, em relação à base de cálculo, esta respeita apenas a anterioridade do exercício. 5 www.cers.com.br
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Sujeito Ativo: Estados e Distrito Federal. Sujeito Passivo: Proprietário de veículo automotor de qualquer espécie,

Sujeito Ativo: Estados e Distrito Federal.

Sujeito Passivo: Proprietário de veículo

automotor de qualquer espécie, não se

aplicando às aeronaves.

Fato Gerador: A propriedade sobre veículos

automotores. Ocorre, por ficção jurídica em 1.º

de janeiro de cada ano. Todavia, em caso de

veículo zero KM ocorre no momento da

aquisição.

Base de Cálculo: Valor venal do veículo ou

preço do mercado.

Alíquotas: Será estabelecida em lei ordinária

estadual. Não há limite máximo, no entanto, o

Senado Federal, por meio de Resolução,

estabelecerá as alíquotas mínimas, nos

termos do Art. 155, §6.º, I da CF. Ademais, o

IPVA poderá ter alíquotas diferenciadas em

razão do tipo e da utilização do veículo, nos

termos do Art. 155, §6.º, I e II da CF.

Lançamento de ofício.

ITCMD: Imposto sobre transmissão causa

mortis e doação

Imposto de competência dos Estados e DF,

instituído por meio de lei ordinária, segue

anterioridade do exercício e nonagesimal.

Alíquota

Senado Federal.

máxima

fixada

por

resolução

do

Impostos Federais

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Importação, Exportação, IOF

Competência exclusiva da União, instituídos

por lei ordinária, NÃO respeitam as

anterioridades Cobrança Imediata.

Alíquotas alteradas por decreto do poder

executivo nos termos do Art

153, § 1º da CF.

IPI- Imposto sobre produtos industrializados

O IPI não respeita a anterioridade do exercício,

mas respeita 90 dias!

As alíquotas podem ser alteradas por meio de

ato do PE, nos termos do art. 153, § 1º da CF.

A legislação do IPI estabelece que é possível

ao presidente alterar as alíquotas para reduzir

até zero ou aumentar dentro de certo limite, de

30 unidades percentuais, acima da alíquota

originalmente estabelecida em lei.

Respeita:

a) Não cumulatividade art. 153, §1, II da

CF. Em cada operação desconta-se o imposto

incidente na operação anterior utiliza-se

como crédito o IPI pago na operação anterior.

b) Seletividade art. 153, §3, I da CF. Haverá

uma seleção dos produtos pelo critério de sua

essencialidade; quanto mais essencial para a

vida do povo, menor será a tributação. O IPI

DEVE ser Seletivo

IPI possui Lançamento por homologação.

do povo, menor será a tributação. O IPI DEVE ser Seletivo IPI possui Lançamento por homologação.
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Imposto de renda – Auferir Renda Quanto aos princípios especiais – art I CF.O princípio

Imposto de renda Auferir Renda

Quanto aos princípios especiais art

I CF.O princípio da universalidade se aplica

às rendas todas as rendas devem ser

alcançadas pelo IR. Isso acontece hoje

embora haja o fato do IR não tributar todas as

rendas com a mesma proporcionalidade. Há

algumas distinções dependendo do tipo de

rendimento. Os países menos desenvolvidos

tendem a tributar mais o trabalho do que o

capital porque é mais fácil controlar este.

153 §2,

Outro princípio é o da generalidade, que diz

respeito aos contribuintes. Todos os

contribuintes devem ser alcançados na medida

de sua capacidade contributiva. Aqueles que

não possuem capacidade alguma não devem

ser alcançados.

O princípio da progressividade. O IR sempre

foi progressivo; Hoje possuímos 4 alíquotas,

porém, continua existindo a alíquota máxima

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Critério espacial - 2 adotados: territorial e

renda universal. Fala-se em tributação da

renda na fonte quando se considera apenas a

renda obtida de fontes. A tributação na renda

mundial considera na renda adquirida de

qualquer lugar do país. Hoje, adota-se o

critério da universalidade.

Possui lançamento por homologação.

O IR respeita a anterioridade do exercício e

não respeita 90 dias!!

Súmulas Importantes do IR:

STJ Súmula nº 125

O pagamento

necessidade do serviço não está sujeito à

incidência do Imposto de Renda.

férias

por

de

não

gozadas

STJ Súmula nº 136

O pagamento de licença-prêmio não gozada

por necessidade do serviço não está sujeito ao

imposto de renda.

de

27,5%.

STJ Súmula nº 184

 

A microempresa de representação comercial é

O

IR tem como fato gerador (hipótese de

isenta de imposto de renda.

incidência) a aquisição da renda ou de

proventos de qualquer natureza, entendidos

como acréscimos patrimoniais não

incluídos no primeiro. O legislador encara

tanto renda como proventos como acréscimo

patrimonial.

STJ Súmula nº 215

A indenização recebida pela adesão a

programa de incentivo à demissão voluntária

não está sujeita à incidência do imposto de

renda.

STJ Súmula nº 262

à demissão voluntária não está sujeita à incidência do imposto de renda. STJ Súmula nº 262
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OAB XVII EXAME – 1ª FASE Direito Tributário Josiane Minardi Incide o imposto de renda

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Incide o imposto de renda sobre o resultado

das aplicações financeiras realizadas pelas

cooperativas.

STJ Súmula nº 386

São isentas de imposto de renda as

indenizações de férias proporcionais e o

respectivo adicional.

STJ Súmula nº 394

É admissível, em embargos à execução,

compensar os valores de imposto de renda

retidos indevidamente na fonte com os valores

restituídos apurados na declaração anual.

STJ Súmula nº 386

São isentas de imposto de renda as

indenizações de férias proporcionais e o

respectivo adicional.

Competência da União. Deverá ser instituído

por lei ordinária. Segue o princípio da

anterioridade.

Não incide sobre pequenas glebas rurais,

definidas em lei, quando quem as explore não

tenha outro imóvel.

Lançamento por homologação e pode ser

fiscalizado e arrecadado pelos Municípios,

desde que haja convênio com a União, sendo

que neste caso 100% da arrecadação ficará

com o Município. Se não houver convênio 50%

da arrecadação é destinada para o Município

e os outros 50% para a União. Alíquotas

variando conforme a função social da terra.

Imposto sobre Grandes Fortunas

STJ Súmula nº 447

Os Estados e o Distrito Federal são partes

legítimas na ação de restituição de imposto de

renda retido na fonte proposta por seus

servidores.

STJ Súmula nº 463

Incide imposto de renda sobre os valores

percebidos a título de indenização por horas

extraordinárias trabalhadas, ainda que

decorrentes de acordo coletivo.

STJ - Súmula nº 498:

Não incide imposto de renda sobre a indenização por danos morais. ITR: Imposto territorial rural

Competência da União podendo ser criado

somente por lei Complementar.

Imposto Extraordinário (Guerra) Art. 154, II

da CF

Competência da União podendo ser criado por

lei ordinária, não segue o princípio da

anterioridade.

Imposto Residual Art. 154, I da CF

Competência da União somente criado por lei

Complementar, deve ser não-cumulativo e não

154, I da CF Competência da União somente criado por lei Complementar, deve ser não-cumulativo e
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pode ter base de cálculo ou fato gerador de impostos já existentes. OAB XVII EXAME

pode ter base de cálculo ou fato gerador de

impostos já existentes.

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gerador de impostos já existentes. OAB XVII EXAME – 1ª FASE Direito Tributário Josiane Minardi 9
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