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APRENDENDO Cee ue Cee alagdo do sistema detalhada passo a passo el Rasta ay Dey Dee Re ET) Cee eee \ apram EDITORA ae E anew alls i es Ga EMARK ELETRONICA Diretores Carlos W. Malagoli Jairo P. Marques Wilson Malagoli nica Diretor Técnico Béda Marques ARRON ¢. Colaboradores José A. Sousa (Desenho Técnico) ‘Jo’ Pacheco (quadrinhos) Publicidade KAPRON PROPAGANDA LTDA. (011) 223-2037 Composicao Kaprom Fotolitos da Capa Tei'a2 9563 ’ Fotolitos do Miolo FOTOTRAGO LTDA. Impresséo Editora Parma Lida, [Distribuic&o Nacional c/ Exclusividad FERNANDO CHINAGLIA DISTR. Rua Teodoro da Silva, 907 = R. de Janeiro (021) 268-9112 APRENDENDO E PRATICANDO ELETRONICA {Kaprom Editora, Distr. e Propagan« Jda Lida - Emark Eletronica Comer-| ciak Ltda.) - Redacdo, Administragdio e Publicidade: Rua General Osério, 157) CEP 01213 - Séo Paulo — SP. Fone: (011)223-2037 AO LEITOR Aquiom APE o Letr sabe que pode contar seme com a maximo eslorgoe dec capto da Equpo do Producto, no Sent de ofrecer, a cada namero da Rove, a30uN- tas, amas, oes, lormagces que reaknentoitressem a todos aqueles quo 20 ded cam & Elevénca, em quslquer gra de envolumento (desce um simples “curso” ate um fengenero de producso, Geum rcienle de "mos malas” ao Sonica de mamitongao insalagéo..). at confrar (nfo “doar a pteca ca. presenter 20 de APE vem abso- itamente"vanebordarie” de matdtas que agradario om che, tomes cree: comegan- do pelo contesdo "raconel” ca Reva, som meriagens Gocicadas sos NICIANTES @ HOBBYSTAS (LED-EFEITO GALAKIA @ ROLETA RUSSA), aos AMADORES AVANCA- DOS (AYPLIFICADOR TRANSISTORZADO DE MEDIA POTENCIA » TEMPORIZADOR LONGO -LIGA-DESLIGA) 'c acs TECNICOS e PROFISSIONAS(CONVERSOR 12VOCI110-220VCA e TECLADO GODIFRADOA DIGITAL DE SEGURANCA), pasando elas Series costumetas (© sempre fo aguntdadas por lodos...: CORREIO TECNICO, GIRCUTTINS, AVENTURA DOS COMPONENTES. te. Mas, para realmente “arebentaraboca do tall", APE 20 vaz um verdadero pre onto de Ane Novo, excelent Crcarte ESPEDIAL UAF; onde o Let aprender, no 36 as cversas narhas" para uma boa rocppdo de TV corer (novas emisorasenando em operago...), come tambsm o melhor uso para o equraeno que j possi (ou "0 ‘qe comprar.) econtmmande aériase nos aspects pratzn, quo é nema, aqunanos- ‘2 Revista.) arincpalments @ CONSTAUIR a sua pepiaantena do UNF! Isso mosrol Dados compleios para 0 Leitobbysia fazer, em casa, una anton de bam gant ei instalagdo, que pouco ou nada ead dovendo a slpostios comerlas muta mal cars! por essaso outras que APE ost somgre nant om erm de atondento eal 20 Lelor. Agu no “enchemos inilga” com exonsas maria loradas gris, fr las e nomogramas, nem “gastaras" péginas @ mais psgias com anreisas e conve ons abscutamentecesineressontes para 9 Hotta de Eleva! Matus acta rmosamos o pa" Falando om “malar a cobra", aproveiames para desejer a todos os Leto restHobbysias, amgos, colaboradores, anuncants, dsbudores, jrnalaos (enfin, a fesse munca! do genie quem APE deve sua exsérca e sucess.) um Ano Novo tealeagées crescent nem qe praissoerhames meso que "msi of, que 8 "eoisa” no se prenurcia ai.) embrando que o progresso, pessoal financovo, aol cidade o todos 03 outs valores ue perseguimas, 96 posom se alcangados COM LUTA, comisinio, com deteminasdo, 0 eompanhiemo. Vamos (ene) ue! Fe 1997 fren ese dando dean rn ue sea“ mara EDITOR REVISTA N° 20 NESTE NUMERO: 7 © TEMPORIZADOR LONGO'LIGA/DESLIGA” 14 @ LED-EFEITO GALAXIA 20 @ TECLADO CODIFICADOR DIGITAL DE SEGURANGA 28 @ CONSTRUA E \NSTALE (CORRETAMENTE) ‘SUA ANTENA DE UHF (TV) 45 @ CONVERSOR 12VCC/110-220VCA . 54 © AMPLIFICADOR TRANSISTORIZADO MEDIA POTENCIA 58 @ ROLETA RUSSA E vedada a reprodugio total ou parcial de textes, artes ou fotos que compo- nham a presente Edi¢o, sem a autorizario expressa dos Editores. Os Projetos, Eletronicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicagdes como hobby ou utilizacio pessoal, sendo proibida a sua comercidtizacdo ou industrial zaco sem a autorizacSo expressa dos autores ou detontores direitos ¢ patentes. A Revista nao se responsabiliza pelo mau func! ‘ou nfo funcionamento das montagens aqui descritas, no ve obrigando 2 nenhum tipo de assisténcia técnica aos leitores. De ene "erxros’ ‘QUE BURGE! DOS | NO PAIS DOS CIRCUITOS DEPOIS Ob RESIsTORES NOS, CAPACITORES, SOMOS 0 BEGUNDO COMPONENTE MAIS FREQUENTE NOS CiRCUITOS! NO Das Se Sato FINAL PRETENDIDO... (GM capnortor. Nao) POLARIZADO DE AIO VALOR Pope SER OBNDO “SERIANDO' NEGATIVO COM NesATIVO bas ELETROL TIC“) MOM 0 DOBED 0 Instrucées Gerais para as Montagens ‘As pequenas regras e Instrugdes aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda sem muita prética e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo para a realizagio de todo e qualquer projeto de Eletrénica (sejam os publicados em A.P.E., sejam os mostrados em livros ou outras publicacces...). Sempre que ocorrerem dividas, durante a montagem de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as presentes Instrugdes, cujo caréter Geral Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aqui, nas primeiras paginas de todo exemplar de APE. OS COMPONENTES (© Em todos 0s circuits, dos mais simples for mats complexon, existom, basics mente, dois upos de pegas: or POLARI- ERDAS‘ ts NAO POLARIZADAS. O Somponentss NAO POLARIZADOS 30, favabs grande maton, RESISTORES ¢ CAPACITORES comuns: Podem se igs Sion dag pis if ou de tp ea" sen problemas. Once vequlato ¢ veconhe Starla ota (eas Parimetros) do Compontnte, pare esto fa, lugar certo do ccsto. O “TAL UROTA PE a todas as “dices” para a leita dos valores oSdigos dex RESIS ‘TORES, "CAPACITORES POLIESTER, CAPACITORES. DISCO” CERAMICOS, Sempre que suger. duwdas os squecmmentoe's a nstiugées Go “TABELAO'" dove sr consulted 105 principais componentes dos vrcatos Pra matona das weies, POLARIZA™ "og seas termina, pos “pemse" tém posto cera nica para strom ligados" a0" cieuto! Ente as Componentes, destacim- 08 DIODOS, LEDs, SCR, TRIACS, TRANSISTORES (Gipolares et, amigas ete), CAPA CHORES ELETROLNICOS, GiRCUL- TOS INTEGRADOS, etc. E muito in Portante que, antes dos iiciar qualquer Tmontageny.0 lity identiigue corte Mmente os homes" ¢ poses eats dos terminals dees componente’. Hae ‘qualquer inverdo na hora Gar soidagens Essorarh 0 nlo funcionanento dor uta, alm de eventuas danon 80 pro prio componente erroneamente pido. O'S TABELAO" most a grnce mavora dos componentes normalmente utiies dos pa montagens de'A.PHE, em sas {parencay,pinagens © simbolos. Quan. dby'om alga eteuto publieado, sure tim ou mae components cujo “anal” np estes rlsctonado no “TABELAO", De necesninas infommages sao fore! Glass junto a0 texto derive da respec twa montagsm, staves de iustrages ctarace ob. LIGANDO E SOLDANDO @Pravcanente todas as montagens aqui publicadassfotmplementadas no sistema fe CIRCUITO IMPRESSO, "asim as instrugbes a seguir referenrse aos cud dor blicos neceisnor hei (oomen de montagem. O caritergetal das Tecomen™ dagées, contudo, faz com que elas tam tem sclam validas para events outias fesniews-de montage (em ponte, em bara ete) Deve ser sempre utilizado ferro de soldar Tove, de ponta fin, ¢ de baita “watt gem" (eaximo 30 nats). A sola tam frm deve ser fina, "de boa qualidade © de balsa ponto de Tso (tp 60/4008 65/37). Ane de iniiar ¢ oldapem, 8 ponte do foro deve ser impo, remo: Fendose, qualquer oxidaqio ‘ou sujeira all acumuladas: Depo de Himpa e aque: Sida, & ponta do fro dove serevemente stants (expelhandose um pouco de Solda sobre fa, 0 mie foitatt com {ato térmico com os fesminas (@.As superficies cobreadan das placas de Circuito Impresso. deve. sr igorose mente limps (com lisa fina ou palna Se ago) antes dr sokdagers, Sobre deve fear brinan, som qualquer rst v0. Gs oxidagdes: sui rordres, te. (que podem obstar as bom solda: fens). Nofar-que ‘depois de limpas as iihase pisar cobresdas nfo dover mals ser toads com os dedon, pols BOF duane edo comin frpagin mana (mesmo que. af mics peegam limpas © Socas-) Stacem 0. cobre com frande ‘rapidee, prejadiando. as. bows toltagent Os emia de Componente fn devem estat bem limpos (spe iso, upecor com ums lama ou Sv ite! ate"que o metal fique hmpo e br thane) para que'a solda “pegue™ Sem (© Veriticar sempre se nfo existem defeitos ‘ho padiio cobroado da place, Constatasa Sigima ireplardade, Ca deve ser sana. da antes de se colocir os componentes fa ‘placa, Pequense falhos no. cobre od: ser facimente recompostas com tima othe de. solda suldatossmente plcala, Jd eventuais “eurtos" entee Iikas ou pistas podem ser removidos ts ppandose'o defito com tana fereamenta fe ponta aad. (@Cologuc todos os componentes na placa forientandose sempre pelo “chapendo™™ ontrdo junto ineugoes. de. cada ortagem:" Ateng "aos Componentes POLARIZADOS as soas posgdos rel tivas (NTEGRADOS, TRANSISTORES, DIODOS, CAPACITORES ELETROLE TICOS, "LEDS, SCR, TRIACS, ete) @ Ateneo também aos valores das demals ‘peqas (YAO POLARIZADAS). Oualquer vida, consulte os desenhos da ripes: tiva montagom, e/ou 0 “TABELAO™, @Duranto a. soldagens, evito sobreaque- cer os componentes (que podem dante aise pelo calor excestivo desenvoWid0 ‘numa ‘soldagem, muito demorada). Se luma soldagem "indo di certo” nos prk Imeiros $ segundos, rete o ferro, espore £Tigaezo estnar e tonte novamente, com alma e atengao (© Evite excesso (que pode gorar corrimon: tos. 0 "eurtos") do" solda ob falta (que fade ocasionar ma conexio) desta. Um om ponto de solda dave ficat iso bri Ibante “so terminaz. Se a solda, apés estar, ‘mostrarse. rugosa e fore, 50 indica uma conexto mal feta (tanto ele: ttica quanto mecanicamente). ‘@Apenas corte os excessos dos terminals ‘ou pontas de fos (pelo lado cobreado) tpés Higorosa_conferéncla quanto. 205 Yalotes, posigdes, polaidades, ete. oe Todas as" pegus,"componentes, Tages petifércas™ aquolas externas "2. placa), etc. E muito diffel reaproveitar ou cor Bir a posiedo de um componente cajos, terminaisé tenham sido cortados. @ATENGAO is instrucdes de calibracto, ‘te ¢uzagao don poets. Evie Utilizagao de pegas com valores ou carac teristicas diferences daqulas indicadas ha LISTA. DE PEGAS. Leia sempre TODO 9 artigo anteY de montar ou Ute Tira 0 cieulto. Experimentagdes apenas ddevem set teniadas por aquelos que ja ‘Em um razodvel conhecimento” ou, pre tica e sempre guiadas pelo bom senso. Eventuslmente, nos proprios textos des. ents existem sugestOes para expert ‘mentsgoo: Procure seguir ais sugestOes Se quises ‘entar alguma modifieagio, @ATENCAO is isolagoes, principalmente hos circutos ou dispostives que tabi them. sob tensees e/ou correntes elev dds. Quando. wilizaczo exis conexao dicta ‘8 rede" de CA. demiciiar (110 ‘ou 220 volts) DESLIGUE 4 chave geral 4a instalagio local antes de promover, essa conokto, Nos dispositive alimen: fados com pilhas ou buteriag se forein deixades fora de operagio por longer perlodos, convém mtirar 1 pihas oa Batenasevitando danos pot “Vazamen- to" day ‘pastas. quimicas”(Portemente corrosivas) contidas no intone desta fontes de energi) colaboragées (idéias, “6 realize diversas mcntagens dos pro- Jetos publicados em APE (algumas com ‘0s KITs adguiridos da “EMARK” c ou- tras com placas que eu mesmo confec- cionei), todas elas funcionando perfei- tamente, mesmo as que eu modifiquei li- iramente, para adequar aos compo- rentes que pude obter aqui em BH... ico projeto que esté me dando algum “alto” é 0 do ANTI-ROUBO RES- GATE PARA CARRO (APE n® 11). Na bancada 0 funcionamento € absolu- tamente perfeito, porém, quando insta- lado no ‘carro, &s vézes, inexplicavel- mente ocorre 6 acionamento do tempo- rizador (sem que eu perceba..) causando © desligamento do motor, de forma inesgeradal J4 revisei a minha monta- ‘gem virias vézes, testei componentes € Tigagées,e tenho a mais absoluta certeza de que tudo esté correto, no entanto, persiste esse eventual disparo “sem ex- plicagio”... Qual seria a causa, e (identi- ficada a causa...) qual seria a solugio pa- mo meu problema...”” - Vilson No- sucira Albuquerque - Belo Horizonte MG. Se vocé realmente tem certeza do perfei- to estado do seu circuito do ARREC, Vilson, bem como no funcionamento de todos os componentes, siga as seguintes instrugoes: = Procure substituir 0 Integrado 4011B por wn de boa procedéncia (por mats ‘que queiramos ser nacionalistis, no hd jeito: 0s CMOS “japoneses” ga nham de 10 a zero em termos de inw- nidade a ruidos e estabilidade no fur-” cionamentow) - Persistindo 0 problema, a razdo estard, ccertamente, num nivel de ruidos eléri- cos muito “bravo” presente na cab gem do seu carro, Isso poderd ser fa- cilmente sanado através dos Gonve- hientes “fitros” tanto na entrada da alimentagdo para 0 circuito do AR- REC, quanto na entrada para os sen- sores e na cabagem do push-button dé “rearmar”. A fig. A mostra os peque- CORREIO TEGNIG Aqui s80 respondidas as cartas dos leitores, tr 08 projetos publicados em A.P. nos acréscimos que Vocé deverd fazer 4 tals pontos do cireuito através de ca- pacitores, resistores e diodo, estrategi- ‘camente posicionados de forma a ve- dar a passagem de transientes que po- dem gerar disparos "falsos”. Na prati- ‘ca, com um pouquinho de imaginacao ¢ habilidade, nem seré preciso modifi- car a placa de Circuito Impresso que Voeé jd fez, realizando de forma direta as ligacbes. Notar que a filtragem para @ alimentacio pode, perfeitamente, fi- car fora da placa, enquanto que os dois capacitores (marcadas, na fig. A, com asteriscos) junto a entrada senso- rra.e do push-budion também podem ser Jacilmente incorporados “externamen- 2". = Finalmente, supondo que as interferén- ‘clas estao sendo geradas pelo sistema de alta tensAo (secundério da bobina de ignigdo, distribuidor ou cabagem de Yelas..), 2 uso de fio. blindado ("shield") nas conexdes de alimen- tagéo, sensores e push-button também ajudaré a bloquear a passagem de transientes.Em qualquer caso, evite passar a fiacdo necesséria ao funcio- rnamento do ARREC muito “juntinha” da cabagem de alta ensio do carro. Esses conselhos, dados ao Vilson, valem para todos os Leitores e hobbystas que ‘esiejam, eventualmente, enfrentando problemas semelhantes com o funciona- ‘mento do ARREC» “Gostaria de saber se posso ligar um captador de guitarra elétrica no lugar do mictofone de eletreto, no MAXT- TRANSMISSOR FM (APE op? 11). ‘Também queria saber se posso substituir a antena ‘elescépica por um pedaco de fio (acoplado ao instrumento ou preso 20 cinto do mésico)... Gostaria der ser informado se tais alteragdes (uma vez~ possiveis...). também se extendem a0 MICROTRANS FM © a0 SUPER- TRANS FM... A mina particular ne~ cessidade & de um transmissor qué cubra bem todas as frequéncias musicais, tra~ MIMMIMIEIMIIIII \do exclusivamente de divides ou questées quanto . As cartas sero respondidas por ordem de chegada e de impor- tancia, respeitado 0 espaco destinado a esta Seco. Também sio benvindas cartas com sugestdes € uitos, “dicas”, etc.) que, dentro do poss(vel, serio publicadas, aqui ou em outra Segtio especifica. O critério de resposta ou publicagao, contudo, pertence ul de A.P.E., resguardado © interesse geral dos leitores e as razdes de espaco editori “Correio Técnico”, AIC KAPROM EDITORA, DISTRIBUIDORA E PROPAGANDA LTDA Rua General Osério, 157 - CEP 01213 - So Paulo - SP mente a Editora |. Escrevam pat balhando a curta distincia (2 a 5 metros) do receptor, que sera acoplado a um amplificador...” - Marcelo Nascimento Brando - Campos - RI A impedancia de entrada do circulto do MXTEM, Marcelo, é muito alta para per- feito “casamento” com um captador ‘magnético de guitarra (normalmente bastante baixa..., 0 que ndo permigré ‘wn bom aproveitamento do sinal (a des- ppeito da boa sensibilidade do cireuito do MXTFM...). O jeito é Voeé interealar wn equeno pré-amplificadoricasador, en- tre a guitarra e 0 MXTFM. E fundamen tal que esse pré-amplficador apresente impedancia de entrada baixa (de pre- Jeréncia com o sinal aplicado ao emissor ‘de um transistor de alto ganho, e néo & base, como & mais comurt..). Para aco- plamento ao MXTPM, obviamente o mi- crofone de eletreto original deve ser desprezado, 0 mesmo acorrendo com 0 resistor de polarizagéo do eletreto (4K7). Quanto do MICROTRANS FM ¢ SUPERTRANS FM (projetos constantes da lista de KITs da Concessiondria ex- clusiva, porém néo publicados em APE...), 0 consetho € 0 mesmo, levan- ddo-se em conta, contudo, que tais circui- as ndo apresentam a mesma sensibil- dade de entrada do MXTFM, 0 que obrigardé um ganho maior no tal pré- amplificadoricasador. Finalmente, quanto & “faixa passante” de frequén: cias de dudio ¢ ao alcance, quaiquer dos trés pequenos trangnissores seré ade- quado, desde que perfeitamente sintoni- zado. Se ocorrer distoredo, isso se de- verd a “sobre-modulagdo”, devendo, no caso, ser estudada alguma forma de ate- muar 0 sinal de dudio fornecido ao transmissor, para corrigir o problema, ‘Fundamos 0 nosso Clube, ¢ gostaria- mos de divulgar nosso endereco para contacto e correspondéncia, com outros Clubes e demais interessados... Outro onto é que na tinica banca de revistas da nossa cidade 36 pintaram, até agora, RREMRRe MSHS SSM MMMM MMM MPA RRR RRR RRR RR ARR III 6s niimeros 13 ¢ 14 de APE, que adquiri achei excelente...” - Robero Bonato - ‘Sao Lourengo D'Geste - SC © Clubinko dirigido pelo Roberto Bona to é.0 “CESLO” - CLUBE DE ELE- TRONICOS DE SAO LOURENCO D'OESTE - Travessa Séio Pedro, 556 - CEP 89.990 - Séo Lourenco D' Oeste ~ SC... A turma est “convocada” a se ‘comunicar com 0 novo Clube... Quanto 4 aquisicao de APE at em S. Lourenco, 48 comunicamos & nossa distribuicdo, ‘para “reforcar” a quantidade ¢ a fre- ‘quéncia de colocacdo da Revista na sua regio. No presente momento, acredita- ‘mos que vocés, do Interior de Santa Ca- tarina (0 que tem de Leitor interessado or al, nao & mole.) encontram-se me~ ‘hor servidos nesse sentido, De qualquer forma,a aquisicao dos exemplares ante- rores de APE esté sempre a disposicao da turma (basta procurar 0 antincio e ‘cupom especticos, em outra parte da presente Revista... A propdsito, ocorre ‘com APE wm raro fendmeno nas publi- ‘cacdes do género aié hole producidas no Brasil: com menos de 2 anos de existén- cla, Jd fomos obrigados a imprimir "se~ gundas edicdes” (e até “tercelras ‘edicées"!) dos niimeros inicials (do n® T ‘ao n? 10...) para atender & enorme de- manda de nimeros atrasades (para Ycompletar a colegio dos recém-chega- dos & turma, Leitores e hobbystas que $6 “descobriram’” APE apés alguns méses do seu “nascimento”.... Isso $6 vem rea- firmar e provar o enorme poder de pene- ‘ragdo de APE e a sua imensa accitagéo por parte do Universo Leitor diretamen- te interessado em APRENDER & PRA- TICAR ELETRONICA! PORTATIL (APE n? 14)... Sei que em APE n° 6 saiu o projeto de um SU- PER-TIMER REGULAVEL, porém Bostaria de comandar cargas mais “pe- sadas” com 0 MITEPO...” - Hamilton Henrique R. de Aradjo - Petrolina - Pe. E posstvel. HH, acoplar mais de wn ‘microfone te eletreto ao circuito basico do MAME, porém sempre lembrando que (salvo com alteragées substanciais..) 0 controle de “‘ganho” serd wm 6 para todas as fontes de sinal! Cada wm dos eletretos deveré ser dotado do seu resis- tor de polarizacéo (4K7) ¢ respective capacitor de isolacdo (100n). Entre 0 capacitor de 100n de cada um dos ele- treios e 0 ponto formado pela jungiio do resistor original de IM e 0 pino 3 do 1458, deverd ser intercalado wm resistor de “‘distribuigdo" com valor de 47K, imn- pedindo que os diversos mAdulos de en- ‘vada interajam ou “roubem" sinal uns qe dos outros. Quanto ao MITEPO, sua concepeao fot baseada na idéia justa. ‘mente de ‘um temporizador “portstit’ (incapaz, portanto, de comandar qual- ‘quer carga, salvo o seu préprio aviso sonoro..),entretanto, com a modificacio roposta na fig. B, anexando um transis- tor, wm resistor e um relé (elementos marcados na figura com asterisco ccargas realmente “‘bravas” poderd Jaciimente chaveadas! A tensdo de ali- ‘mentacdo para 0 circuito (proveniente de fonte, jd que - no caso - pilhas se desgastariam muito rapidamente devido @ demanda relativamente alto proporcio- nada pelo relé..) pode situar-se entre 6 29-volts, usando-se, obviamente, wn relé com bobina para tensao compativel. OBSERVACAO: se for desejada a ma- ‘mutengdo do aviso ‘sonoro original do MITEPO, basta manter a cdpsula de cristal original no sew “lugar”, caso ‘contrdrio, simplesmente no ligar 0 transdutor piez0.. “Gostaria de saber como acoplar mais eletretos_ ap MICRO-AMPLIFICA- DOR ESPIAO (APE n? 14) sem preju- dicar a sensibilidade do circuito ‘Também queria saber como acoplar um relé ap MICRO-TEMPORIZADOR maw | le @® IRR IIE 2>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> > CONSERTOS A A A (wultfmetros, Microfones, Galvangnetros) FERRAMENTAS PARA VIDECCASSETE (wesa para ajuste de pastes, Saca efiingros) ESQUEMATECA Rua Aurora o® 174/178 ~ Sta Ifigénia - Ce AURORA (01209 - Sto Paulo - SP - Fones 222-6748 © 223-1732 ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERViCO - ESQUEMARIOS (pare SOM, TELEVISRO, vEDEOCASSETE, CAMERA, COP) KITS PARA MONTAGEM (p/Hobistas, Estudantes e Técnicos) < 10W) ~ Alimentagéo: dados sugeri- dos para a fonte na fig. 5 ~Cabagem blindada para a entrada, potenciémetro, etc, (ver figs. 4e 5) = Parafusos © porcas para fi- xagéo dos eventuais dissi- padores de calor (eletrolitico) MONTAGEM 106 - AMPLIFICADOR TRANSISTORIZADO MEDIA POTENCIA. pacitores eletroliticos (sio compo- nentes polarizados, que nao podem ser ligados a0 circuito em posicao diversa da indicada no “‘chapeado” - fig. 3...). Quem ainda nfo souber “ler” com preciso os valores dos resistores, deveré recorrer a0 TA- BELAO (também 14 estio “dicas” importantes para identificagio dos terminais dos componentes’ polari- zados). Conforme foi mencionado no item OPCIONAIS/DIVERSOS da LISTA DE PECAS, sob os limites inferiores de tensao de alimentacao € potéhcia final, os transistores de safda nio precisario de dissipado- res... Contudo, quem quiser - por medida de seguranca - doté-los de dissipadores, poder usar radiado- res pequenos, individuais, ou mes- mo um maiorzinho, abrangendo os dois “BD” de safda (nesse caso usando mica e bucha isoladora em pelo rhenos um dos dois transisto- res, para evitar “curto” elétrico en- tre seus terminais de coletor, inter- namente ligados A aba metélica de dissipacio...). AMONTAGEM © Circuito Impresso do AM- TRA tem seu lay out especffice mostrado em tamanho natural na fig. 2. O desenho é muito simples, de facilima reproducéo por qual- quer dos métodos convencionais de cconfecciio ( os mais “‘preguigosos”” sempre poderio recorrer a0 KIT completo, que inclui placa prontis- sima...). Durante a confecco do Circuito Impresso, e na fase de sol- dagem dos componentes, 0s nova- tos devem recorrer “as _INS- TRUGOES GERAIS PARA AS MONTAGENS (depois nao adianta cchorar se alguma coisa ndo der cer (0...) ‘A colocagio dos componentes sobre a placa é vista na fig. 3, que mostra. 0 Circuito Impresso pelo seu lado nao cobreado, todas as pe- gas posicionadas. Observar a colo- cagio dos transistores: os “BD” tem suas lapelas metélicas indi das por um trago num dos lados do componente ¢ o “BC” deve ter sua posicdo referenciada pelo seu lado “chato”. Atencio & posicgo do diodo e polaridade dos eletrolfticos. Os excessos de terminais “pernas” de componentes apenas devem ser cortados (pelo lado co- bbreado) ap6s uma verificacao final quanto as posicdes, valores, polari- dades ¢ e6digos de todos 0s com- ponentes. ‘As (poucas e simples...) co- nexées externas so vistas na fig. 4 (onde a placa ainda esté com o lado nao cobreado “para cima”. Nessa fase, atencdo a polaridade alimentagéo (e aos seus limites) & lembrar que a conexdo de entrada dove ser feita com cabagem blinda- da, prevenindo captacées espiirias ‘ou zumbidos, devido ao elevado ganho do circuito... Em qualquer caso, recomenda-se 0 uso de alto- falante (ou mais de um alto-falante, formando uma impedincia conjunta de. 8 ohms) para 10W, no minimo, de bom tamanho, acondicionado em caixa actistica, para bom rendimen- to. COMPLEMENTOS, UTILIZAGAO... Tudo ligado e conferido, com um alto-falante j4 acoplado a ‘saida do AMTRA, basta ligar a alimen- taco e fazer um teste répido com 0 ““ded6metro”’: encoste um dedo no terminal “vivo” do cabo de entra- da, ¢ um forte zumbido de 60 Hz deveré ser ouvido no alto-falante, indicando © funcionamento do cir cuito... Daf pra frente € so utilizar 0 AMTRA em suas multiplas. apli- cagées. Notar que 0 médulo consti- tui uma unidade de poténcia e que, portanto, nao tem controles de vo- lume ou tonalidade incorporados (ais controles, normalmente, fazem parte do pré-amplificador). Entre- tanto, 0 bom ganho. de entrada do AMTRA permite até a ligacio dire ta de certas fontes de sinal de bom nivel (entre 300 e SOOmV). Nesse caso, se for desejado um Circuito tipo “master”, basta ligar entre a fonte de sinal’e a entrada do AM- TRA um potenciémetro, conforme esquematiza a fig. 5-A. ‘Ainda na fig. 5 (em 5-B) su- gerimos uma excelente fonte de alimentagio para o AMTRA, in- cluindo safda regulada, estabilizada ¢ = eventualmente - ‘“abaixada” pa- ST MONTAGEM 106 - AMPLIFICADOR TRANSISTORIZADO MEDIA POTENCIA fe nee, (ADO 00S COMPONENTES -o——<] ua See iat Z—IC\ ® { — ab Ee 2 0 pré-amplificador que se deseje acoplar a0 médulo. Notar que no esquema sugerido, 0 tinico ponto a ser “resolvido” € quanto a0 diodo zener (ZX) cuja tensio nominal po- de ir de 6 a 20 volts, dependendo das necessidades do pré-amplifica- dor. Observar também 0 uso de dois capacitores eletroliticos de fil- tro (cada um de 2200 x 40V) em paralelo, proporcionando excelente “alisamento” da C.C. sem que se tenha que recorrer a08 enormes (e caros...) eletroliticos de mais de 4.000u... A fonte sugerida forne- cer, na sua primeira saida (a pro- tegida pelo fusivel) cerca de 33 volts, em “aberto”, com a tensio caindo um pouco ‘sob regime de funcionamento pleno do médulo do AMTRA. Pode-se esperar do AM- ‘FRA, com a fonte da fig. 5-B, cer- ca de 8 a9 watts méximos (uma poténcia considerdvel para circuito tio pequeno e simples. Precedido de um pré-amplifi- eador estéreo, 0 AMTRA em mé- dulo duplo (duas unidades comple- tas) mais uma fonte como a mostra- da na fig. 5 (usando transformador para 2A) formaré um excelente sis- tema de som em estéreo para uso doméstico, que nada ficaré devendo a equipamentos muito mais caros. Ao contrério do que julgam os “manfacos” por 100 watts, 20 watts estéreo numa sala (mesmo de grandes dimensées) € um “baita” som que, se usado “até o-talo”, pode fazer o vizinho bater & sua porta, pedindo “pelamardedeus”” para ““abaixar um pouguinho”” Para finalizar Jembramos que {odo sistema de som € um conjunto integrado e interdependente de mé- dulos... Assim, 0 AMTRA apenas mostrard toda a sta qualidade se as demais “pontas” do sistema estive- rem numa categoria compativel: uma boa fonte de sinal, um bom pré-amplificador, bons aito-falantes em convenientes e firmes caixas acisticas, so requisitos fundamen- tais para’ um resultado final satis- fat6rio... ROLETA RUSSA PIANTES! Em APE, todos os segmentos de interesse sio sempre atendidos, pois essa € a filosofia de trabalho da Equipe que cria e produz a sua Revista... Assim, ‘jogos eletréni- cos” siio um item de “aparecimen- to” obrigat6rio, de tempos em tem- pos, nas nossas péginas, ja que muitos so os Leitores (principal- mente hobbystas “‘puros”” e princi- piantes...) que adoram projetos do ‘g@nero.... Aqui est, portanto, mais, lum representante das montagens de lazer: a ROLETA RUSSA (“RO- LER’, para os fntimos...), um jogo de construcéo muito simples, porém emocionante e gostoso, podendo reunir 2 ou 3 participantes, cada tum entrando com a sua “'muniga0” (formada por plugues. dotados de LEDs coloridos), escolhendo .os “cartuchos” e posicionando suas “balas”... Dois push-button comandam a parte eletrOnica do jogo para “ro- dar 0 tambor do revolver” (ope- ragio que € acompanhada de um EMOCIONANTE JOGO ELETRONICO PARA ATE 3 PARTICIPANTES, QUE VAO SENDO “MORTOS" (SE AZARADOS..) OU VAO “SOBRE- \VIVENDO” (SE SORTUDOS..) A CADA “GIRO DO TAMBOR” E ACA: DA “APERTAR DO GATILHO” DE UM IMAGINARIO REVOLVER ELE- TRONICO! SIMPLES DE MONTAR, GOSTOSO DE JOGAR, A ROLETA RUSSA AGRADARA TOTALMENTE AOS HOBBYSTAS QUE APRE- CIAM 0 GENERO LUDICO DE PROJETOS! EFEITOS AUDIO-VISUAIS INTERESSANTES E DINAMICOS, NUM CIRCUITO DE BAIXO CUSTO, CUJA CONSTRUCAO SITUA-SE AO ALCANCE MESMO DOS PRINCI- caracteristico efeito sonoro, de mo- do a nao restar dtividas de que 0 “tambor foi rodado”’..) e outro pa- ra acionar o “gatilho”... Cada LED que se mostrar aceso ao ser aperta- do 0 dito “gatilho” corresponde a uma “bala” disparada e uma ‘vida perdida”, devendo o respectivo plugue ser retirado do jogo para uma préxima rodada... Quem “per der todas as suas vidas” est, ob- viamente, mortinho, devendo’ sair do jogo... Vao ficando os “sobre- viventes™, até que s6 reste um: 0 VENCEDOR, sortudo, que conse- ‘guiu atravessar todas as provas sem © uso de LEDs coloridos (2 verdes, 2 vermelhos © 2 amarelos, sendo uma cor para cada um dos “roletistas”...) dispostos num dis- play circular, dé elegancia e beleza a0 painel de jogo, cujo lay out foi cuidadosamente estudado para re- sultar pritico ¢ atraente (detalhes mais & frente...). Enfim, uma brin- cadeira eletrnica de primeira li- ic 6) einer nha, to interessante quanto qual- quer outro jogo eletrénico “‘compu- tadorizado” existente por af, porém muito mais barato, facil de cons- truir com pecas de uso corrente. CARACTERISTICAS =Jogo_eletrénico de ROLETA RUSSA,com painel circular for- mado por 6 jaques (‘“‘cartuchos") ¢ “‘munigao" formada por 6 plu- gues contendo LEDs coloridos (vermelhos, verdes e amarelos). = Controles: ‘dois. Um pust-button para “rodar o tambor” (“embara- Thando” aleatoriamente as po- sigdes das “‘balas mortais”) e ou- tro para “‘apertar o gatilho” (mos- trando, através do acendimento - ou no - dos LEDs, quem “‘mor- eu” e quem “sobreviveu”). ~ Efeito sonoro: acompanha 0 “ro- dar do tambor”, para que niio haja davida, entre os participantes, de que as “balas” foram devidamen- te “embaralhadas”. ~ Alimentagao: 9 volts (pilhas ou bateria “quadradinha’”) = Montage: compacta, com o cir cuito de comando e o préprio pai- nel de jogo incorporados num s6 bloco elegante e pratico. = NOTA: mais adiante sio sugeri- das regras bisicas para © jogo (modificaveis, de acordo com a criatividade de cada hobbysta). MONTAGEM 107- ROLETA RUSSA 59 pe 7 4 veo 7 6x330R ex's" ose “BALAS" Fig. ociRcUTO © cireuito da ROLER é uma prova daquilo que mencionamos com frequéncia aqui em APE: fungées complexas podem, muitas vezes, ser realizadas a partir de ar- ranjos extremamente simples, desde que se saiba aproveitar as ‘carac- terfsticas dos modernos e verséteis componentes eletrOnicos! Pondo os neurGnios para funcionar, qualquer idgia pode ser “enxugada” drasti camente, de modo a reduzir o mt mero de componentes, a complexi- dade da montagem ¢ o custo final a nfveis tio baixos quanto possivel... Um dos “mandamentos” de APE “SIMPLES E MELHOR”... Um circuito com poucos componentes tem menor “chance de dar defei to, apresenta manutencio mais fé- cil, confiabilidade geralmente supe- rior, © uma série de outras vanta- ‘gens. Nao entendemos como ainda tem gente por af (no Universo das publicagdes para hobbystas de Ele- trénica...) que “adora complicar”, apenas’ para “mostrar servico"” ¢ pavonear conhecimentos tedricos, esquecendo que o Leitor quer mesmo € SIMPLICIDADE e CON- FIABILIDADE (“‘coisas” que sempre encontra aqui em APE...). Um tinico Integrado (40608) faz “36 tudo” no circuito da RO- LER, Esse versétil_membro_ da “familia” digital C.MOS, de fécil aquisicio, embute uma grande “fi- Ieira”” de contadores (divisores por dois) e contém alguns gates ‘'so- brantes” destinados &, elaboraciio Bun PIEZO 'GATILHO" simples de um clock (oscilador) a partir de um ou dois resistores e um capacitor externos. Na ROLER, 0 capacitor de In e 0 resistor de 4&7 perfazem tais fungdes de completar © clock interno do 4060B (via pi- nos 9-10-11). Notar que © push- button “RODA” pode colocar ou no o capacitor no sistema, e assim autorizar ou nfo o funcionamento de tal clock de maneira pritica e di- eta. Das 10 safdas de contadores disponiveis no 4060B, utilizamos apenas 6 (pinos 4-5-6-7-13-14) que correspondem aos primeiros esté- gios divisores externamente acessf- veis, ¢ onde, portanto, a elevada frequéncia do clock aparece suces- sivamente dividida por 2, de modo a promover um resultado binério aleat6rio, cada vez. que se “‘aperta e solta” do botio de “RODA” ‘A “préxima’” saida bindria do 4060B (pino 15) aciona diretamen- te uma cépsula piezo, que traduz um tom de audio cada vez que 0 clock & acionado (pelo apertar do botio “RODA”...), garantindo que as 6 saidas foram realmente “emba- ralhadas” (e prevenindo contra “espertinhos”, que eventualmente finjam ter “‘rodado o tambor” sem té-lo feito, na verdade, As 6 safdas basicas utilizadas estio ligadas (via resistor limitado- res de 330R) a jaques (“cartu- chos”) destinados a receber, a critério dos jogadores, os plugues (balas”) dotados de LEDs, de maneira que, estando a respectiva safda “alta”, 0 LED acoplado 20 plugue acenderd (assim que for apertado 0 push-button “GATI- LHO™.,.), essa maneira, estando 0s 6 jaques ocupados por plugues com LEDs, distribuidos pelos joga- dores a critério préprio, apertan- do-se 0 controle “RODA”, ouve-se © som que indica o “embaralha- mento”. Em seguida, aperta-se 0 controle “GATILHO”, com 0 que, de forma aleat6ria, desde nenhum, até todos os LEDs podem acender, indicando’ que uma (ou mais...) “vida’” do jogador “dancou”” (as regras, mais mais adiante, deta- Iharéo’ a forma de jogar a RO- LER...). © ‘consumo geral da corrente € baixo, permitindo que a alimen- taco de 9 volts seja fornecida con- fortavelmente por uma bateria “quadradinha”, ou 6 pilhas peque- nas num suporte. LISTA DE PECAS @ 1 - Circuito Integrado C.MOS 40608 ©2-LEDs vermelhos, dos, 3 mm ¢2-LEDs verdes, redondos, 3 ¢2-LEDs amarelos, redondos, 3mm © 1 - Cépsula piezo simples (tipo “aberta”) © 6.- Resistores 330R x 1/4 watt 1 - Resistor 4K7 x 1/4 watt © 1 - Capacitor (poliéster) In - Push-butions tipo Normal- mente Aberto © 6 - Jaques “2” mono 6 - Plugues “P2” mono (todos pretos) “Clip” para bateria de 9 volts (ou suporte para 6 pi- thas pequenas) © 1 -Placa de Circuito Impresso specifica para a montagem (8,6 x 8,4 cm) © - Fio e solda para as ligagdes OPCIONAIS/DIVERSOS redon- © 1- Caixa para abrigar a mon- tagem. Recomenda-se 0 uso de container quadrado ¢ baixo, com medidas mi- nimas de 9,5 x 9,5 x 4,0 om. © -Caracteres —decalcdveis, adesivos ou transferivei (tipo Letraset”) para mar- cacao dos controles. OS COMPONENTES Normal... Nada consta quanto a eventuais dificuldades na aquisicao das pecas, jf que todos os compo- nentes S80 de presenca corrente no mereado nacional. Os Leitores que residirem em localidades pequenas © distantes dos grandes centros, podem ainda recorrer aos nossos MONTAGEM 107 - ROLETA RUSSA. pemeemgp 08 2 “$8 o ne ‘Anuneiantes que operam com ven- das pelo Correio, ou ainda optar pela aquisigio em KIT da RO- LER... Quem mora nas. Capitais, seguramente encontraré tudo na sua prépria cidade, Lembrar que 0 Integrado © os LEDs so polarizados, tendo po- siglo vinica e certa para conexiio a0 circuito.... Assim, uma consulta ao TABELAO ajudaré aos Leitores aque ainda nio “‘decoraram” as con- figuragbes e identificagées de ter- minais dos componentes. De qual- quer maneira, as ilustragdes © 0 “chapeado” do presente projeto so (como sempre...) muito claros, bastando ao hobbysta (mesmo prin- cipiante) seguir com atencdo a to- das as instrugGes aqui fornecidas, para concluir com éxito sua monta- gem. Jaques, plugues © push- buttons, necessitario de certas “‘preparag6es” simples, antes de se~ rem incorporados 20 circuito, deta- Thes que sero explicados’ mais adiante. AMONTAGEM Numa montagem do tipo do ROLER, onde 0 pr6prio Circuito Impresso determina a configuragio do painel, 0 lay out do dito Impres- 0 deve ‘ser elaborado com pre- cisdo, seguindo fielmente 0 tracado da fig. 2 (tamanho-natural), Assim € recomendado “carbonar’” com cuidado 0 padrio cobreado na fig. 2 sobre a face metalizada do fenoli- te, observando posigées de ilhas pistas rigorosamente... Confeccionada © Impresso, 0 Leitor deve levar em consideragéo as INSTRUCOES GERAIS PARA AS MONTAGENS (esto. 14 nas primeiras paginas da APE, sem- pre...) que contém “dicas” e infor- mages vitais para 0 sucesso de qualquer montagem... S6 entio de- vera passar & parte mais “gostosa”” de qualquer projeto, que € a solda- gem e interligacio dos componen- tes... A fig. 3 (placa vista pelo lado no cobreado, com 0 “‘chapeado” da montagem) detalha o posiciona- mento das pecas sobre 0 Circuito Impresso. Observar a posigéo do Integrado, os valores dos resistores, a colocagéo dos 6 jaques ea existéncia de um jumper (I1), for ‘mado por um simples pedaco de fio interligando duas thas. Algumas “no ocupadas”” na fig. 3 desti- nam-se as ligagées externas deta- Thadas adiante, Na fig. 4 temos alguns dos “preparos”” a que devem ser sum- betidos jaques, push-buttons e plu- gues. Vamos a cada caso: = Os terminais vivo (V) e ter- ra (7) de cada um dos 6 ja- ques deverdio ser “encom pridados”” com pedagos de fio nti ¢ rigido previamente soldados a esses terminais. -4-B- Estilizagdo dos jaques no “chapeado” (fig. 3) desta- cando-se a importante iden- tificagdo dos seus terminais. =4C-Os terminals dos dois push-buttons também de- vero receber “‘prolonga- mentos”” formados por fios mis © rigidos soldados aos ditos contatos, antes de in- terligar os interruptores & jlaca. -4-D - Cada um dos 6 jaques deve ser aberto (removendo-se a capa plastica rosqueada) € receber um dos LEDs, ten- do seus terminais soldados igorosamente de acordo com a identificagio mostra- da, Se os LEDs forem liga- dos invertidos, eles jamais acenderio, invalidando 0 funcionamento da RO- LER. -4-E- Apés a soldagem dos LEDs (0s terminais destes devem ser cortados curtos) as capas plsticas dos jaques poderio ser recolocadas. Antes porém, convém alargar um pouco o furo existente na extremidade dessa capa pliistica, de modo que a “cabeca” do LED possa passar por ele, mostrando a configuracio 4-E aps 0 rosqueamento do conjunto. A fig. 5 mostra as ligagées externas a placa (cApsula piezo, aos pontos “X-X”, “RO- DA” aos pontos “R-R””, push- button “GATILHO” 203 pontos “G-G" e alimentago aos pontos “4” @ “"), Notar (fig. 6) que os jaques ¢ os push-buttons devem to- dos ficar em posigao vertical (na fig. 5, por questées de visual zacio, 0s push-buttons so mostra dos “‘deitados”...), dimensionan- do-se seus afastamentos quanto a superficie da placa, de modo que fiquem nivelados em relagao a0 painel de jogo. E para tal nivela- mento que servem as “extensGes”” feitas aos terminais desses compo- Mor esriuinaso naries nentes, conforme instrui a fig. 4. Todas as ligagées soldadas feitas, € obrigatéria uma conferén- cia final, verificando-se af as po- sigSes, valores, ligagées ¢ qualida- de dos pontos de solda. Pode-se, entdo, cortar que “sobrou” pelo lado cobreado. Conectando-se a alimentagao (pithas ou bateria), aperta-se 0 botio “RODA” e um som nitido deve ser emitido pela cépsula de ctistal, indicando que 0 circuito estd “nos conformes”... ACAIXA © painel de jogo deve guardar rigorosa correpondéncia mecanica e dimensional com a disposicao dos Componentes sobre a placa, para lum “bom acabamento externo da ROLER. Assim, a fig. 7 mostra, em eseala 1:1, as furagdes demarcadas para-os 6 jaques e 2 push-buttons, © Leitor poderd, inclusive, recortar (ou xerocar, para nio estragar a Revista...) a fig. € usé-la como “sobre-painel”” colado a caixa que ios was abrigaré a ROLER. Outra possibi- lidade € simplesmente decalcar (com carbono) a disposigao dos fu- ros mostrada sobre 0 painel defini- tivo do jogo, usando tal marcago como gabarite para a furacdo, ga- rantindo assim um perfeito “ ito “casa mento” com os componentes sobre a placa da ROLER. Depois de tudo acomodado, a caixa deverd ficar conforme mos- trado na fig. 8. A fixagdo dos ja- ques € push-buttons pelas respecti- vas porcas fixard também a prépria placa do Cireuito em sua posi¢ao definitive, A bateria e a cépsula piezo podem ficar deitadas no fun- do da caixa, ou Iateralmente fixa- das (se as dimensées de container assim 0 permitirem), ROLETANDO... Muitos conjuntos de_regras poderdo - certamente - ser “inven- tados” ou descobertos peles mentes Ageis dos Leitores de APE, porém, em sua configuracdo basica, a RO- LER ¢ jogada assim: 62 ‘ = Jogam 2 ou 3 participantes, cada partida. Cada jogador ficaré com os plu- gues contendo LEDs de uma cor, sendo, portanto, 2 “‘balas”” para cada participante. Se forem 2 os jogadores, deixam-se de lado os dois LEDs da cor “sobrante”. Se 3 pessoas participarem, entio ‘a quantidade de plugues “dé certi- ho”... = Os jogadores enfiam os plugues nos jaques ‘A revelia”, onde qui- serem (se forem 2 jogadores, fi- carfio “sobrando” 2 jaques, nao hd problema quanto a isso...) = Um dos jogadores (nao importa qual, isso pode até ser decidido no “par ou impar”, antes...) aper- ta 0 botéo “RODA”. Ouve-se ni- tidamente o som emitido pelo ROLER, indicando que 0 “tam- bor do revélver foi girado”. % —— bow RODA MONTAGEM 107 - ROLETA RUSSA coMPRMENTOS PAINE. EXTERN - Em seguida, 0 mesmo jogador (ou outro qualquer, dependendo do critério, “par ou impar” ou sor teio adotado...) aperta 0 botdo de SATILHO”, De nenhum até to- dos os LEDs, poderdo se manifes- tar acesos durante 0 “‘aperto” do GATILHO! Esse LEDs acesos determinam a “‘perda de uma vi- da” ¢ assim os respectivos plu- gues devem ser removidos do jo- g0 (ndo podem mais participar). -Se um (ou mais...) jogador teve, nessa primeira’ rodada, suas duas “vidas” eliminadas, est de- finitivamente “‘morto” (fora do jogo). - Ficam em jogo apenas os partici- pantes a quem “sobrou”” uma ou duas “vidas”... - Nova rodada € feita (apertando-se novamente 0 botio “RODA"), eliminando-se outra vez o(s) jo- cc GATILHO. gador(es) “totalmente morto(s)"". - Vence, obviamente, 0 “iltimo vi- - Pode-se, entéo, iniciar nova parti- da, com 0s jogadores recolocando suas “‘balas”* (plugues) onde dese- jarem, e assim por diante. Algumas variagées _ Sbvias podem ser feitas nessas regras basi- cas, por exemplo: -A cada rodada (dentro de uma mesma partida) os participantes “sobreviventes” poderao - se 0 quiserem - trocar de posigéo (o- cupando um jaque que tenha ‘va. gadg”, pela “morte” do corres- pondente LED/jogador...) suas “balas” ~ As funges de comandar a “RO- DA" © 0 “GATILHO” poderao “girar” entre os jogadores, a par- tir de uma combinacao prévia. De nada adianta algum joga- dor mais “espertinho” tentar enga~ nat os outros, uma vez que 0 “gi 10" do “tambor” € nitidamente acusado pelo sinal sonoro e, além disso, uma vez determinada, pel Jogo, uma configuragio de “bala: disparadas ou ndo,. 0 circuito mantém tal configuragio na_sua meméria € se houver alguma dtivi- da, basta apertar (quantas vezes se queira...) 0 botio de “GATILHO’, que 0 resultado seré sempre 6 mesmo (a menos que se aperte no- vamente © botio “RODA”, mas nesse caso o sinal sonoro “alcagiie- taré”” facilmente a tentativa de fraude...). Observar que pode acontecer € estatisticamente taro, mas po de...) de, logo na primeira rodada, todos os jogadores perderem todas as suas vidas” (todos os LEDs acendem, a0 ser premido 0 botio do “GATILHO”), ou - ao contrério ~ de todos “‘sobreviverem” (em to- das as suas “vidas”, pelo nfo acendimento de nenhum dos LEDs. No primeiro caso, 0 bando de aza- rados terd sido totalmente “morto”” € 0 jeito é comegar nova partida (e- ventualmente - de comum acordo - trocando-se as posig6es das ““ba- las” dos jogadores). No segundo caso, todos terdo nascido com “‘a- quilo” virado para a Lua - corja de sortudos - € a solucio € simples- ‘mente continuar as rodadas, até que ‘ocorram as naturais eliminagées. ara finalizar, se 0 mont preferir que a ROLER apenas pos- sibilite a pariticipacdo de dois jo- gadores em cada partida, basta ‘usar, nos plugues, apenas duas co- res de LEDs (vermelho ¢ verde, por exemplo), confeccionando 3 “*ba- las” de cada cor (de acordo com as. instragées da fig. 4 MONTAGEM 107 - ROLETA RUSSA 63 ‘Para experimenter VELOCIMETRO PARA BICICLETA PEQUENA = Poucos circuitos poderiam ser mais simples do que a presente idéia para um VELOCIMETRO DE BICICLETA, baseado num micro-motor comum (que origi- nalmente funciona sob 3 a 12 VCC), eventualmente aprovei do de um brinquedo “demolido” pelo filhote ou pelo irmfozinho! it do fato dos ‘também funcionarem ‘ao contré- tio”, ou seje 20 seu eixo, uma tensio propor cional se faré presente nos ter- minais, simplesmente acrescen- tamos um LED (que garante a polaridade da CC gerada, e fun- ciona também como limitador © monitor de sobre-carga...), um trim-pot de ajuste e um gal- ‘vanémetro comum (pode ser até um VU barato, com fim de esca- a entre 100uA € ImA), © obte- ‘mos © osso Instrumento! — A parte mais complicadinha (e que dependeré das habilidades “no eletrénicas” do hobbys- ta...) € 0 acoplamento mecénico do eixo do motor & roda da bici cleta, sobre o qual a ilustracé do presente CIRCUITIM dé ape- nas uma idéia geral: acopla-se ‘uma Pequena engrenagem deata- da a0 eixo do micro-motor e fi- xa-se o conjunto na bicicleta de maneira que a engrenagem pres- sione o pneu de uma das rodas. Eventualmente, uma pequena mola ajudaré a'manter 0 conjunto ‘mecfinico permanentemente aco- plado a rods... O resto & por con- ta do atrito. ‘Com um pouco mais de habilida- de e bom senso, nfo ser muito diffcil refazer a escala original do VU ou galvanémetro utiliza do (marcando indicagées em “Km/n”) e calibrar (com 0 auxt- io do trim-pot), eventualmente usando como “‘gabarito” um car ro ou moto andando 20 lado da bicicleta, em velocidade constan- te, enquanto se ajusta 0 nosso ‘VELOCIMETRO a partir das in- dicagées dadas pelo condutor do “yefculo/reteréncia”. — 0 circuito néo precisa de alimen- tagdo (pilhas), j6 que a energia necessfria A indicagao de veloci- dade provida pelo préprio mi- cro-motor na fingdo de micro- dinamo.