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Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. ELETRODOS DE AGO-CARBONO E FLUXOS PARA A “- SOLDAGEM A ARCO SUBMERSO ~ ENSAIOS ee Método de ensaio JAN/1989 SUMARIO Objetivo ‘Normas complementares Detinigso Condig6es ospeciticas Execuglo do ensaio Resultados 1 oBietivo Esta Norma prescreve os métodos de ensaios relativos a: a) ensaio de qualidade radiografica c ) b) andlise quimica do eleirodo; ) teste de tracao; ) d) teste de impacto. 2. NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicacao desta Norma é necessario consultar: NBR 5001 - Chapas grossas de aco-carbono para vaso de presséo destinado a tra balhos & temperaturas moderada e baixa - Especificacao NBR 5906 - Chapas grossas de ago-carbono de baixa e média resisténcia mecnica para uso em vasos de prassio - Especificacio NBR 5604 - Aco-carbono - Determinacdo de carbono - Método gasométrico por com bustdo direta ~ Método de ensaio NBR 5606 - Aco-carbono - Determinagio de enxofre - Método de evolugo - Método de ensaio Origem: ABNT ~ 1:707.02-.009/88 (MB-2953) €B-1 — Comité Brasileiro de MineracZo e Metalurgia CE-1:701.02 — Comissio de Estudo de Materiais Consumiveis NBR 10619 — Carbon Steel Electrodes and Fluxes for Submerged Arc Welding — Method of Test Descriptors: submerged arc. bare electrode, flux. welding, tests Foi baseuda na AWS AS.17 de 1980 SISTEMA NACIONAL DE {pant - ASSOCIAGAO BRASILEIRA METROLOGIA, NORMALIZACAO DE NORMAS TECNICAS E QUALIDADE !NDUSTRIAL ° Palavraschave: eletrodo, soldagem. NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10619/1989 NAR 5608 - Aco-carbono - Determinagao de silfcio - Método do dcido sul farico ~ Método de ensaio NBR 5610 - Aco-carbono - Determinacao de niquel - “éccdo das dimetilgl ioxima = Método de ensaio NBR 5611 - Aco-carbono ~ Determinagao de crome - Método do persulfato - Méto do de ensaio NBR 5615 - Aco-carbono - Determinacao de moi ibdénio - Método gravimétrico - Método de ensaio NBR 6340 - Aco-carbono - Determinacao do fésforo - Método alcalimétrico - Me todo de ensaio - NBR 6341 - Aco-carbono - Determinagao do manganés - Método do persulfato - Método de ensaio NBR 6648 - Chapas grossas de agc-carbeno para uso eszrutural - Especificagao WER 6842 - Determinacéo do vanddio em accs-liga - Mé:odo do persulfato de aminia - Método de ensaio NBR 7007 - Acos para perfis laminados para uso escrutural - Especificacao NBR 10474- Qualificacdo em soldagem - Terminologia NBR 10516- Consumfveis em soldagem - Terminologia NBR 10616- Eletrodos revestidos de aco-carbono pzra soldagem 4 arco elétri, co - Método de ensaio NBR 10617- Eletrodos de ago-carbono e fluxos para a soldagem a arco suber, so ~ Classificacao NBR 10618- Eletrodos de a¢o-carbono e fluxos para a soldagem a arco submer so - Especificacao ASTM £29 - Recommended Practice for Indicating Wich Piaces of Figures Are to Be Considered Significant in Specified Limiting Values ASTM E142- Standard Method for Contreilirg Quality of Radiographic Testing ‘AWS B4.0 - Standard Methods for Mechanical Testin: vf Welds 3 DEFINIGAO Os termos técnicos utilizados nesta Norma estac defiridos nas NBR 10474 e NBR 10516. 4 CONDICOES ESPECIFICAS 4.1 Conjunto sotdado para testes 4.1.1 0 conjunto soldado para testes deve ser preparado wonforme indicado na Fi gura 1. Para os casos em que os materiais devam ser testedos na condicao de como soldado e na condig&o de tratado termicamente apés a soldagem, devem ser prepara dos dois conjuntos, ou somente um conjunto, contanto aur este tenha as dimensdes eee eee eee eee secre eae aes aa aaa eee Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10619/1989 C308 minimo .Corpo-de-prova de ‘ragao de metal deposifado {(b) Orientogdo e localizagéo ‘1 (c) Localizagdo do corpo-de-prova de tragéo do corpo-de-prova de impacto. de metal depositado, Notas: a) Todas as dimensdes, exceto Angulo, s3o dadas em milimetros; b) Ver também a Tabela 1; c) 0 cobrejunta deve ultrapassar as extremidades da chapa de teste em pe To menos 50mm. . FIGURA 1 — Conjunto soldado para testes 4,1,2 0 metal de base deve ser conforme oper! sodap 12s aasp assed o4Jaulid O *eruawearssedses ‘1005 ¥en 900S WAN ‘ZOOL YEN :4eaINsucD fz La 2 LZ Wa ‘OSZ YW SO1!9!Se1q soSe sop er4a0e sooSewsosu! 5910] eu ied “oquowens329dse1 *oque1109 ap od3 oe 9 a5eq ap [erau oF OUeNb ‘orUsWes31qie ap sulj esed (on 13180d oposzaya ‘enus3u0> e1uess09) 4399 © 2 SZ YW O5e O SopeZ!|J3n 49s WoAsp ‘e) Dua ap ose wy *wug'g * 9p e12ue12102 en wos ‘epedi ide sas 2A2p _ ogsepuauoda1 (ea ‘sepesipul sexes sep e405 oyjeqesa op eSad e 9 028309 ap ogn} Oo a4zUe e!ue1 Sip eun sepuawore4 soposra ia ap aques!iqey 0 opuend ‘uug’9 2 0°S ‘om ‘z'E ap soszawelp WO soposa[a Ered wugy © Sz 2 tums*z ap sosrawe!p wor soposraie ered wugg © OZ ‘uug‘z e 9° ap sourdUE!p WOD sopos 312 eved wugz © G*Zz1 isequtnbes se 40s warp oyjeqesa ap esad e 9 o1eIu0> ap oqni 0 a43U2 Se! aueIs!p sy *S@40uaw a1U94402 ep Sapepysuaau! sepez!|13n 495 wopod epewes esJaulid e eleg “s0po139{2 sassou epeaseq 40j oe5e>!}155e1> e OpUEND osn esed oes ‘uUg'y op sorus12; P soszouerp ered ‘ews re Sepes!pu! s2051puo> sy “ulip'y © 40; 19Ju! Joy a3S0 as ‘opediigey o410We!p 10!ew 2 (a) qa) © 9S-opuesn no ‘uuig‘y ap oporre12 wos operisodap jeru op sapepa!sdoid seu epeaseq 2 oede>!j!s5e19 ¥ (8) “sessed 4 NO ¢ we eperrsodap sas aaap and epewes ew!a[n e oraDxe ‘epewer sod sossed ¢ no 7 ws Sepeaisodap 495 wenap sepeue> sesano Se sepoj “sessed z no | ws eper!sodap Jas anap epeue> essauiid y (¥) ok 0s9 09 zk 009 0's og o9L az 1a 89 pep! sejod oss Off e e “1% wa £9 senbyend ez 00S ze set oz no “0Sz WH 6S 29 no vo ost sz sts 004 oz res: ose ont @) ae ar FW) (ua) essedsoau! |G senbeard! aseq (muy | 23494309 a 33494409 opos39 19 bre 2p ae waBep ios ee ae bad (ay TmeteHOL| sampeseduas] (3)! | opeprooion ods | (qy2etued | (gy 2pepisuazus |, os30N810 (y) #A8ePIOF 8p saghypu0y seus) e1ed opepjos owunlueg ~ 1 yTaaVL Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NER 19619/1989 5 4.1.3 A chapa de teste deve ser scldada na posic3o plana, usando-se somente a combinag3o fluxo-eletrodo que estiver sendo classificada. As chapas de teste de vem ser pré-ajustadas ou travadas convenientemente antes da soldagem, a fim de res a 5°, Qualquer —_conjunto serem evitados empenamentos ou deformacdes super . ° soldado que apresentar uma deformacdc maior que 5° deve ser descartado. 4.1.4 As condigdes de soldagem devem ser conforme especificadas na Tabela 1, A chapa de teste deve ser inicialmente ponteado e, em seguida, preaquecido para o inicio da soldagem (ver Tabela 1). As temperaturas de preaquecimento e de Inter passes devem ser conforme as especificadas na Tabela 1. As medigdes dessas tempe raturas devem ser feitas no ponto indicado na Figura 1, mediante o uso de lapis de fusao ou de pirdmetros de contatc. Se for necessdrio interromper a soldagem, antes que a junta tenha sido terminada, 0 conjunto deve ser resfriado até a tem peratura ambiente, durante essa interrupcdo. Antes da soldagem reiniciada, 0 conjunto deve ser reaquecido até a temperatura de interpasse especif icada. 4.1.5 0s conjuntos soldados para testes, preparados para os metais classifica dos na condicao de como soldado nao deven receber tratamento térmico apés a sol. dagem, exceto o de envelhecimentc em carater opcional. As chapas de testes para os materiais classificados na condicao de tratado termicamente apés a soldagem, devem ser aquecidos em forno, até a temperatura de 620°C + 15°C, e mantidos nes ta temperatura durante 1h. 0 tratamento térmico pode ser efetuado antes ou de pois do exame radiografico, porém, ele deve ser realizado antes da retirada dos corpos-de-prova para os testes de inpacto ou de tracdo (Figuras 2e 3). A tempe ratura do forno nao deve ser supericr a 315°C no instante em que for retirado o material para a preparacao dos corpus-de-prova. Acima de 315°C, a maxima taxa de aquecimento a ser aplicada ndo deve exceder 220°C por hora. Apds 0 término do pe rfodo de permanéncia (1h) na temperatura de tratamento, 620°C + 15°C, 0 conjun to deve ser resfriado, ainda dentro do forno, até a temperatura de 315°C, a uma taxa de resfriamento n3o superior a, 135°C por h. Em qualquer temperatura infe rior a 315°C, 0 conjunto pode ser removido do forno e resfriado em ar calmo, aed went a temperatura ambiente. 0 envethe , quande aplicado, deve ser _—efetuado. a uma temperatura no superior 3 temperatura de preaquecimento e de interpasse, conforme prescrita na Tabela 1. (FIGURA2 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10619/1989 Gt. comprimento padrdo Dimensdes do corpo-de-prova - (mm) Espessura | Area aproxi, da chapa ° G c o7\FA mada em mm de teste min 25,0 12,5 = 0,25 | 50,0 0,15 {| 60,0 | 20,0) 3,0 | 9.5 | 123,0 1 Hotas: a) As dimensdes G e C devem ser como indicadas, porém as extremidades do corpo de prova podem ou nao ser rosqueadas, desde que permitam um ajuste correto do corpo de prova nos fixadores da maquina de teste,as segurando que a carga aplicada seja axial; = b) 0 diametro do corpo de prova, no trecho correspondente a0 comprimento padrao (6), deve ser ligeiramente menor na parte central, em relagao § extremidades. A diferenca, entretanto, nao deve exceder 1% do did metro; = c) 0 acabamento da superficie, em todo 9 comprimento C, nao deve ser mais rugoso do que 1,6 m. FIGURA 2 — DimensBes do corpo-de-prova de tragSo, feito totalmente de metal depositado /FIGURA 3 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10619/1989 +0 On 2s po pater EE 0 corpo de prova Raio 0,250,025 Detaine ampliado do entaine hare \ Notas: a) Todas as dimensdes, exceto angulos, sd0 dadas em mil fmetros; ’b) 0 acabamento da superficie nao ceve ser mais rugoso do que 1,6 m. FIGURA 3 — Dimenstes do corpo-de-prova para o teste de impacto Charpy-entalhe V 5 EXECUCAO DO ENSAIO 5.1 Andlise quimiea do eletrodo 5.1.1 A andlise quimica pode ser efetuada por qualquer método reconhecido, es. colhido mediante acordo entre fornecedor e comprador. £m caso de divergéncia quanto aos resultados, devem ser uti guintes NBRs: 5604, 5606, 5608, 5610, 5611, 5615, 6340, 6341 e 6842. adas, para fins de arbitramento, as se 5.1.2 0s eletrodos devem ser analisados sem a remocao do seu revestimento pro. tetor, de cobre ou de outros materiais. 0 revestimento deve permanecer na amostra a ser analisada, devendo ser incorporado na composicdo quimica determi nada. A composicao quimica deve atender aos requisitos da Tabela 2. (TABELA2 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. 8 NBR 1619/1989 TABELA 2 — Requisitos de compose qui r2 05 eetrodos Cyassitica Conpostedo quimica am porcentaged (8 oa pa trodo (c) c ‘Mn Si s P cu t + t Eletrodos de ago de baixo manganés £8 0,10 | 0,25/0,60 0,07 | 0,035 0,035 | 0,35 EL8K 9,10 | 0,25/0,60 | 0,10/0,25 | 0,035 | 07035 | 0/35 ELIZ 0,05/0,15 | 0,25/0,60 0,07 | 0,035 0,035 | 0,35 Eletrodos de aco de médio manganés M12 9,06/0,25 | 0,80/1,25 | 0,10/0,35 | 0,035 | 0,035 | 0,35 EMI2K 0,05/0,15 | 0,80/1,25 | 0,10/0,35 | 0,035 | 0.035 | 0/35 EM13K 9,07/0,19 | 0,90/1,40 | 0,3570,75 | 0,035 | 0/035 | 0°35 EMI5K 0,10/0,20 | 0,80/1,25 | 0,10/0,35 | 0,035 | 0,035 | 0738 Eletrodos de ago de alto manganés Ent 0,10/0,20 res | 0,10 | 0,035 0,035 | 0,35 A) Os valores simples indicados correspondem a porcentagens maximas. 8) 0s eletrodos devem ser anal isados para a determinacado dos elementos cujos valores especificos estao indicados nesta Tabela. Devem ser tam bém determinadose relatados os outros elementos que, embora nao cluidos nesta Tabela, sejam intencionalmente adicionados (com excecao do ferro). 0 total desses elementos e de outros elementos que possam estar presentes, sem terem sidos adicionados intencionalmente, ndo de ve exceder a 0,508; ©) 0 teor de cobre inclui o do revestimento do eletrodo (ver item 5.1, nesta Norma - Andlise quimica e Item 4.2.2 na NBR 10618 - Acabamento, 5.2 Ensaio de qualidade radtogrdfica 5.2.1 As radiografias da solda do conjunto devem ser obtidas de acordo com o nivel de inspecdo 2-2, conforme estipulado na especificacdo ASTH E142. 5+2.2 Na preparacio do conjunto para o ensaio radiografico, deven ser removi_ dos, por processos mec&nicos adequados, o cobrejunta usado na soldagem, bem co m0 quaisquer irregularidades nas superficies de face e de raiz da solda que pos sam mascarar indicagoes radiograficas. Qualquer reforco de solda deve ser ra Zoavelmente uniforme e sua altura nao deve exceder 2,5 nm. 5.2.3 A solda é acei de fusdo incompletas, ou descontinuidades volumétricas acima dos limites per fel radiograficamente se no contiver trincas e/ou zonas tidos pelos padrées de aceitaséo das Figuras 4, 5, 6 e 7. Considera-se como Gescont inuidade volumétrica qualquer indicagio cujo comprimento no exceda trés Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10619/1989 9 ———$—_— — vezes a largura. As descontinuidades volumétricas podem ser circulares, el fpti cas, cénicas ou de formato irregular, e ainda podem apresentar pequenas ramifi_ cages. 0 tamanho de uma indicagdo arredondada é a sua maior dimensdo, incluin do qualquer ramificac3o que possa estar presente. A Indicacao pode ser porosi dade, ou inclusao de escoria. Na avaliacgdo das radiografias, deve ser desconsi derado um comprimento de 25 mm em cada uma das extremidades da junta soldada. Nota: Dimensdes desde 0,4 mm até 1,6 mm em didmetro e/ou comprimento, Quantida de maxima de indicagoes em qualquer trecho de 150 mm de solda = 18, com as seguintes restricdes = quantidade maxima de indicagdes maiores, de 1,2 ma 1,6 mm, em diame tro ou em comprimento = = = quantidade maxima de indicacdes médias, de 0,8 mma 1,2 mm, em didme tro ou em comprimento = = = quantidade maxima de indicagdes pequenas, de 0,4 ma 0,8 nm em diame tro ou em comprimento = 10. = FIGURA 4 — Padr6es radiogréticos para porosidade e/ou inclusBes diversificadas — Grau 1 Notas: a) Dimensées desde 1,2 um até 1,6 mm em didmetro e/ou comprimento. b) Quant idade maxima de indicagoes em qualquer trecho de 150 mm de solda FIGURA 5 — Padrées rediogréficos para porosidade e/ou inclusses de grandes dimensées — Grau 1 /FIGURA Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 1061/1989 « Notas: a) Dimensdes desde 0,8 mn até 1,2 mm em didmetro e/ou comprimento, b) Quantidade maxima de indicagbes em qualquer trecho de 150 nm de solda = 15. FIGURA 6 — Padres radiografions para porosidade e/ou incluxses médias — Grau 1 Notas: a) Dimensdes desde 0,4 nm até 0,8 mm em didmetro e/ou comprimento- b) Quantidade maxima de indicacdes em qualquer trecho de 150 mm de solda = 30. FIGURA 7 — Padrées radiogréficos para porosidade e/ou inclusées pequenas ~ Grau 1 Observacées relativas as Figuras 4, 5,6 € 7: a) quando da utilizacio destes padrdes, deve ser usado 0 grafico mais re presentativo do tamanho da porosidade e/ou inclusdes presentes no cor po-de-prova radiografado, fora a verificacdo da conformidade a estes padrées; b) sendo estas soldas de teste feitas em laboratério, especificamente pa ra fins de classificacdo, os requisitos radiograficos sio mais rfgi dos do que 0s aplicados na fabricacdo em geral, sendo equivalentes aos padrées para oGrau 1 da NBR 10616. 5.3 Teate de tracdo do metal deposttado 5.3.1 Um corpo-de-prova para o teste de tracdo, feito totalmente de metal depo sitado (Figura 2), deve ser retirado da chapa de teste. conforme mostrado na Fi gura 1. Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NAR 10619/1989 " 5.3.2 0 corpo-de-prova deve ser testado de acordo com a sec3o correspondente a testes de tragao, da dltima edico da AWS B4.0. Os resultados devem atender aos requisitos da Tabela 3 para a classificacao que estiver sendo verificada. TABELA 3 — Requisitos de propriedsdes mecinicas Classificaio") | Resisténcia 3 | Resisténcia ao!®) Alongamento(®) do Fluxo tracao (MPa) escoamento (MPa) minimo (%) (ninino) F6XX~EXXX 41S - 550 330 22 FT AX=EXXK 480 - 650 400 22 (A) A letra "xX", usada em varias pesicdes nas classificacées inclufdas nesta Ta bela, representa, respectivamente, condicdes de tratamento térmico, resistén cia ao impacto, do metal depositado e classificagao do eletrodo(ver no item ‘4.1 NBR 10617). (8) Resisténcia minima ao escoamento a 0,2% de deformacao permanente e alongamen to medido em comprimento padrao de 50 mi. 5.4 Teste de impacto 5.4.1 Cinco corpos-de-prova, para o teste de impacto Charpy-entalhe V (Figura 3), devem ser usinados a partir da chapa de teste, conforme indicado na Figura n. 5.4.2 0s cinco corpos-de-prova devem ser testados de acordo com a secio corres pondente ao ensaio de impacto, da ditima edicde da AWS 84.0, As temperaturas pa ra os testes de impacto devem ser conforme especificadas na Tabela 4 para as respectivas classificacdes que estiverem sendo verificadas. I TABELAS Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. 2 NBR 10619/1989 TABELA 4 — Requisitos de resisténcia 20 impacto | Temperatyra de Nivel minimo Ae teste (“C) de energia _ . Sem requisito de z impacto 0 18 2 -29 4 -40 5 46 213 6 51 8 -62 I Not Baseado nos resultados dos ensaios de impacto efe tuados no metal depositado, o fabricante deve inse Fir na classificagao (Tabela 3) 0 digito apropria do desta Tabela, 0 metal depositado,resultante de uma combinagao especlfica entre fluxo e eletrodo, fe que atende aos requisitos de impacto a uma deter minada temperatura, também atende aos requisitos de impacto em todas as temperaturas desta Tabela que sejam superiores Squela (isto é, um metal depo Sitado que atenda ao digito 5, tambem atende aos requisitos para os dfgitos 4, 2, Ge 2. 5.4.3 Quando forem avaliados os resultados dos ensaios devem ser desconsidera dos os valores extremos, ou seja, o maior e 0 menor dos cinco valores obtidos. dois dos trés valores remanescentes devem ser superiores a nivel de energia es pecificado de 27J. Un dos trés valores remanescentes pode ser inferior a esse nivel, porém nao deve ser menor do que 20J. A média dos trés valores deve ser igual ou superior a 27J. 6 RESULTADOS 6.1. Procedimento para o avvedondamento numérico No sentido de se verificar a conformidade com esta Norma, qualquer valor obtido ou calculado deve ser arredondado numericamente para o mais préximo miltiplo de 5 MPa, quando referir-se & resisténcia tragdo ou ao limite de escoamento, ou A mais préxima unidade referente a0 Gltimo algarismo significativo da direita, nos nimeros empregados para expressar o valor limite de outras grandezas. Os ar redondamentos devem ser efetuados de acordo com 0 método de arredondamento numé rico da ASTM £29. .