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Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. 01.005 NBR 10516 CONSUMIVEIS EM SOLDAGEM Terminoloai ours 1 oBseTivo Esta Norma define os termos empregados nos consumfveis em soldagem, 2 DEFINIGOES Para efeitos desta Norma sao adotadas as definigdes de 2,1 a 2.63, Sesdes Termos Definicdes 2 Alteate de eletrode Ver Porta-eletrodo 2.2 Alma do eletrodo Nicleo metdlico de um eletrodo revestido, cuja secdo transversal apresenta uma forma circular macica (ver Figura 1 em Anexo). 2.3 | Ane? coneuntvet Ver Guia consumivel. 24 Avane Ver Eletrodo nu. 2.5 Avame tubular Ver Eletrodo tubular. 2.6 Atmosfera protetora Envol tério de gs que circunda a parte ser soldada, com 2 finalidade de proteger a poga de fusao, — Origem: AGNT - 1:41.07001/88 (T8337) CB-1 — Comité Brasileiro de Mineracko « Motalurgia CE-1: 41.07 — Comisséo de Estado de Unidades de Madida, Terminolog NBR 10516 ~ Welding Terms and Definitions — Terminology Descriptors: welding terms. de Foi baseada na AWS A 3.0/1985 assificagfo e Simbologia de Soldagem SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOCIACAO BRASILEIRA METROLOGIA, NORMALIZACAO DE NORMAS TECNICAS QUALIDADE INDUSTRIAL ° Palerrarchave soldsgem NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA eee ieee 13 plains ——— Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. Def inigdes Atmosfera protetora quimicamente ativa, que em elevadas temperaturas reduz oxi, dos ao seu estado metalico. Ver Diametro do eletrodo. a) bobina com suporte: embalagen para metal de adis3o con sistindo de um arame bobinado, enro lado sobre um suporte interno de se go cilfndrica, sem flanges (ver 77 gura 2 em Anexo) ; 7 b) bobina sem suporte: embalagem para metal de adi¢lo con sistindo de um arame bobinado, sem suporte interno, sendo este apro priadamente enrolado para manter 2 forna (ver Figura 2 em Anexo) Dispositivo de forma cilfadrica com abas laterals, no qual um eletrodo ¢ bular ou nu, de comprimento continuo, @ bobinado (ver Figura 3 em Anexo). Partes de duas ou mais misturas secas, que foram combinadas proporcionalmente e homogeneizadas em um misturador a seco. Distancia compreendida entre a extremi dade da ponts do arco extremidade da ponta da pega (ver Figura 1 em Anexo), Configuragdo do revestimento em forma de cone, préxima § ponta do arco, com a finalidade de expor parte da alma do eletrodo, de forma a facilitar a aber tura do arco elétrico (ver Figura 1 ent ‘Anexo) « Todo material usado para deposigao ou protegdo da solda (ver Figura 5 em Ane, xo). Segdes Termos 27 demoafera redutora i 8 Bitola do elstrodo ct | Bobina ' 2.10 Carretel T = 210 Combinagdo seca 2.12 Conprimento do eletrodo revestido 2.13 Contetdade do eletrodo revestido 2.14 Consumtvet 2.15 Corvida Quantidade de metal proveniente da fy sao de materiais consumfveis. Sua clas sificagao depende do método de usa ev refine do metal, a saber: a) havendo reagdes metal-escoria ou ne tal-gis, a corrida é 0 metal prove niente de um forno; 7 b) nao havendo reacces quimicas signi ficativas na produgao do metal, Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. aR 10516/1988 3 —_—_—_—_— Segoes Terms Definicées corrida é uma série continua de vaza mentos oriundos ge um mesmo banho de fusae, sob condigdes idénticas; c) havendo fusao continua, a corrida é uma série, sem interrupcao, de refu s0es em um forno sob as mesmas condi, oes. - 2.16 Decapante Substancia cuja Fungo é reduzir dxides que se formam durante a soldagem oxi gas brasagem. Didmetro do eletrodo 2.18 Dilutedo 2.19 Eficiéneta do eletrodo Diametro da alma do eletrodo revestido, do eletrodo nu, do eletrodo tubular ou do eletrodo de carvao. | Relacao entre a massado metal de base | fundido eo metal de solda, Essa rela 30 visa verificar a mudanga da composi 730 quimica do metal de adi¢a0, causada pela mistura como metal de base ou me tal de solda previamente depositado. — Razao,entre a massa de metal depositado e a massa da alma consumida, 2,20 Eletrodo autoprotegide 2.21 Eletrodo consumivel Eletrodo que dispensa gas de protegzo ou camada de fluxo. a Eee Eletrodo revestido ou nao, que quan fundido faz parte do metal de solda. 2.22 Eletrodo de alto rendimento Eletrodo cuja eficiéncia @ maior que 100%. Todos os eletrodos sintéticos sso de alto rendimento. 2,23 Eletrodo de carvao | Eletrodo usado em operagdes de corte ou soldagem ao arco elétrico, consist indo de um eletrodo de carbono ou grafite, que pode ser revestido com cobre ou ou tro tipo de revestimento. [ 2.24 Eletrodo de tungeténio 1 | Eletrodo metalico nao consumive! usado para soldagem ou corte ao arco elétrico, sendo constitufdo principalmente ae tungsténio. 2.25 Eletrodo nado conswmtvel Eletrodo usado para soldagem ou corte, que tem como fungao pronover a abertura @ manutencao do arco elétrico durante o processo, sem ser consumido, Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NOR 10616/1988 Segoes Terms Def inigdes Eletrodo nu 2.26 Metal de adi¢do que consiste de metal Vigado ou nado, em forma de fio, fita ou barra; sem nenhum revestimento ou pinty ra nele aplicado além daquele necess3 rio & sua fabricacao ou preservacao. Componente do circuito de soldagem que tem cono fungao estabelecer o arco elé tri, podendo depositar metal de adi go 4 junta. 2,28 | ternado para saldagem | por resisténcta Parte de uma miquina de soldagem por re sisténcia, através da qual faz-se a pas sagem de corrente elétrica, geralmente ‘com @ aplicagao de pressdo sobre a pega. Nota: 0 eletrodo pode ter uma forma de disco, rolo, grampo, placa ov ou tros (ver Figura 6 em Anexo). Eletrodo reveatido Metal de adic¢3o composto, que consiste de uma alma do eletrodo sobre a qual un revestimento é aplicado. Eletrodo revestide para corte 2.30 Eletrodo:revestido com alma de aco car bono comum e revestimento espesso, espe cialmente destinado 4 obtengao de_um ar co penetrante, bem como a formacao de um jato de gas, o qual expulsa o mate, rie’ fundido. 2.31 Eletrodo tubular segao fluxo em Metal de adigdo composto, de transversal tubular, contendo seu nucleo. Eletrodo tubular revestido 2.32 Eletrodo tubular que, além do fluxo in terno, possui um revestimento externo. 2.33 Eletrodo s6lido Ver Eletrodo nu. Excentricidade do eletrodo revestido 2.34 Posic&o ocupada pelo centro da alma do eletrodo com relagao ao centro do reves timento, de tal forma que a diferenga entre ambos fique dentro de um valor pré-determinado (ver Figura 4 em Anexo). 2.35 Extensdo do eletrodo 2.36 Pita Comprimento da parte nao fundida do ele trodo nu, durante a soldagem, que se es tende além da extremidade do tubo de cor ato (ver Figura 7 em Anexo). Tipo de eletrodo nu consumivel, com se, 5 retangular, utilizado para’ revest), mentos superficiais. Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10516/1988 — —————$—— rere Termos Def inigoes 237 Pluro Material fusivel, usado pars evicar dis solver. ou facilitar a remocdo de dx | dos ou outras substancias indese javeis & poga de fusao. 2.38 Pluso ativo Fiuxo que adiciona quantidades — conside. raveis de elementos de liga no material depositado. 2.39 Fluo ligado Ver Fiuxo ativo. 2.40 Pluro neuteo Fluxo que nao adiciona quartidades con siderdveis de elementos de liga na sol da. 241 Fundente Ver Decapante € fluxo. 2.42 Garra Ver Ponta de pega. 2.43. Gas ativo Gas que reage quimicamente con o metal de base ¢ o metal de adicao. 2.44 Gis comburente Gas capaz de promover 9 combust3c quan do combinado com um combust fvel. 2.45 Gis combusttvel Gas normalmente empregado em _ combina ¢30 como oxigénio, para cperagbes de aquecimento, corte e soldagem. eae = : : pats 2.46 Gas de protegao Gas utilizado para evitar contaminagao indesejada da poca de fuséo pela atms fera ambiente, podendo ser ativo ou inerte 2.47 Gas tnavte Gas que nao combina quimicamente como metal de base e 0 metal de adigdo em fu S30. 2.48 | Guia consumtvel Dispositivo empregado em una variagao do processo de soldagem por eletro-esco, ria, que direciona o eletrodo e se fun de simultaneamente, fazendo parte do me tal de solda (ver Figura 8 em Anexo). 2.49 Ingerto consumivel Consumfvel colocado na raiz da junta e Fundido posteriormente, passando a fa zer parte da solda. 2.50 Lote Esta classe se refere a lotes de produ ¢30 normal, tal como definido no Manual Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. G NaR 1051671088 Secoes Termos Definigdes de Garantia da Qualidade (MGQ). Classe C2: Esta classe se refere a lotes om que a5 quantidades nao excedam a 45000 4g, de qualquer dinensao e classificacao, pro duzidos em um perfodo de 24h iniater Fupto (ou trés turnos consecutivos d° trabalho). classe 08: Esta classe s¢ refere @ lotes em que as quantidades nao excedam 2 45000 kg, de dimensdo @ classificacac, pro em ur perfodo de 24h (ou tres turnos consecutivos de un revestinento ident! mistura umida ou por compost rupto de trabalho), cade por 40. quimica controlada e, alma identifl Sada pelo nimero da corrida 30 quimica controla Classe C4: Este classe se refere a lotes em quan tidades de qualquer dimensao € classifi produzidos de uma Gnica mistura ja de arame para ‘ou compo: Eletrodos e varetas vem revestinenta, Cloase $1: Esca classe se refere a lotes de etetro dose varetas sem revestimento,material para brasagem, e insertos consumiveis oriundos de produg3o normal, tal como definido pelo NGQ do fabricante. Classe s2 Esta* classe se refere a lotes de eletro dose varetas sem revestimento, cujas quantidades no excedam a 45000'kg, de uma Gnica classificacao, dimensao, for mae corrida. produzidas em um perfodo. de 24h inircerrupto (ou trés turnes de trabalho consecutiv), de uma dnica corride ou ds material identi ficado por camosicso quimica controlada. Classe 83: Esta ciasse se refere 2 lotes de eletro dos e varetas sem revestimento,material pare brasagem, © insertos consumivels, Sendo a quantidide, produzida em um ani co ciclo de produgao de uma Gnica ci rida. Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10516/1988 A Definicoes Arames tubulares, eletrodos e vive tubulares: Classe TI: Esta classe se refere a lotes de arames tubulares, eletrodos e varetas tubule res, de produgao normal,-tal como deft nido pelo MGQ do fabricante. 7 Closee 72: Esta classe se refere a lotes de arumes tubulares, eletrodos e varetas tubula res, em quantidades que ndo excedam a 45000 kg, de uma Gnica classificagao e produzidos em um perfodo de 24h inin terrupto (ou trés turnos de trabalho consecutivos), orlundos de um tubo ou fita identificado por composi¢ao quimi_ ¢2 controlada. Classe 3: Esta classe se refere a lotes de arames tubulares, eletrodos e varetas tubula res, em que a quantidade produzida = ociunda de uma Gnica corrida e uma Gni ca mistura seca de materiais para fluxo interno. Fluxo para arco submerso: Classe Fi: Esta classe se refere a lotes de fluxo de produgado normal, como definido pelo GQ do Fabricante. Ciaese Fe: Esta classe se refere a lotes de fluxo, sendo a quantidade produzida de mesma combinagao de matérias-primas sob um iinico programa de producao. Material a ser adicionado a uma junta, durante a soldagem ou brasagem, Ver Material de adicao. Combinagao de gases, utilizada para pro tecdo da poga de fusdo em operacoes de soidagem. Quant idade de ingredientes de formula <0 especifica, homogeneizados a seco, fm um ou mais misturadores a seco. Segdes Termos 2.51 Material de adiedo 2.52 Metal de adigdo 2.53 Mistura de gases 2.54 Mistura seca 2.55 Combinac3o de uma mistura seca ou una porsao desta, com um aglomerante Ifqui do, misturado de uma so vez em um mistu rador a Umido. Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. Secoes Definicses 2.56 Extremidade do eletrodo que tem como F nalidade promover a abertura do arco elétrico (ver Figura 9 em Anexo) 2.57 2.58 Ponca de contato Ponta de pegs Ver Ponta de pega- Extremidade do eletrodo revestide, na que! € feita a conexao entre o eletrodo revestido © © porta-eletrodo permit indo 3 passagem da Corrente elétrica para es tabelecimento e manutencao do arco cle trico (ver Figura 1 em Anexo). 2.59 Porta-eletrodo Dispositivo utilizado para fixar mecani camente © eletrodo (ver Figura 10 em Anexo) Revestimento do eletrodo Massa de material organico e/ou inorga nico aplicada sobre a alma do eletrodo, com a Finalidade de promover atmosfera protetora, desoxidar a poca de fusao, ‘adicionar elementos de liga,estabilizar © arco elétrico, formar escéria, contro lar a taxa de resfriamento ou’ outros (ver Figura 1 em Anexo). 2.61 Rolo Ver Bobina. 2.62 ‘Suporte Peca cilfndriea sobre a qual um arame & bobinade. 2.63 Vareta de colda Metal de adicao que nlo conduz corrente elétrica durante 0 processo; utilizado pare soldagem ou brasagem (ver Figura 5 em Pnexo) . sanexo Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A55 rosie ses ; ANEXO ~ FIGURAS Conicidode st Rovestimento, Ponta oreo Comprimento FIGURA 1 ~ Elstrodo revestido Bobina com suporte Hetol de odi¢éo bobinado Bobina sem suporte FIGURA 2 — Bobina com suporte « bobina sem suporte FIGURAS 3 E 4 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. 0 NBR 10618/1988 FIGURA 3 ~ Carretel Revestimento po FIGURA 4 ~ Excentricidade do eletrodo revestido IFIGURAS 5 E 6 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. 10616/1988 n — Alms 00 06 ELETRODO VARETA REVESTIOO FIGURA 5 ~ Consumivel Forca Forga Eletrodo, Peco Eletrode, Corrente eiétrica FIGURA 6 — Eletrodo pera solda por resisténcia IFIGURAS 7 € 8 Licagea de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10516/1963 Extenséo 4 sletrode FIGURA 8 — Quias consrrniveis IFIGURAS 8 0 10 Licenga de uso exclusiva para Petrobras S.A. NBR 10516/1988 3 FIGURA 9 — Ponta de arco FIGURA 10 — Porte-eletrodo