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INFLUENCIAS DO PENSAMENTO DE EDGAR GRAEFF NA PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DE CONTEUDOS E METODOLOGIAS Profº Dr. Wilton de Araujo Medeiros

1 Introdução Ao buscar compreender as mudanças e permanências nos processos projetuais no âmbito da arquitetura e urbanismo, a presente proposta de pesquisa apresenta-se como desdobramentos dos estudos empreendidos no Grupo de estudos Cidade, morfologia e projeto (CIMOP) o qual se encontra no terceiro ano de atividades de pesquisa e extensão, inclusive como partícipe do projeto de pesquisa interinstitucional A casa contemporânea brasileira: regra e transgressão no espaço doméstico (UEG/UFRGS/UFPel/UFPB). No presente projeto de pesquisa esses desdobramentos irão mapear os percursos históricos e conceituais que configuraram a matriz do pensamento projetual/arquitetônico em Goiás. Como indica o título acima, o pensamento de Graeff influenciou na essência desse pensamento, quais sejam os seus “conteúdos e metodologias”. A observação e análise do acervo teórico produzido por Graeff em Goiás e no Brasil, mais do que ilustrar o olhar conceitual requintado de um intelectual da arquitetura, irá questionar: quais as continuidades, transgressões, miscigenações em relação ao contexto teórico-histórico do pensamento arquitetônico brasileiro? Quais experiências de ensino e pesquisa levadas a efeito por Graeff em Goiás podem indicar que foram construídas e/ou consolidadas novas práticas projetuais em sua Proposta de reformulação de conteúdos e metodologias? É a consolidação dessas práticas e dessa proposta que faz a notoriedade de Graeff em contexto, por exemplo, como o do IAB? E, por extensão, qual o mapeamento possível para uma futura análise similar do que se faz atualmente neste campo em Goiás? Objetivando construir um quadro que apresente o mapeamento dos percursos históricos e conceituais que configuraram a matriz do pensamento projetual/arquitetônico de Graeff em Goiás a partir do levantamento e análise de suas publicações, podemos indagar se estamos tratando ou não de um núcleo estruturante, o qual passaria a ter influência sobre as gerações atuais e futuras. Além disso, questionamentos tornam-se relevantes por permitir que se tenha um posicionamento crítico sobre os conteúdos e metodologias estruturados e consolidados como praticas no ensino da arquitetura e urbanismo.

Conforme se verá a seguir, essa pesquisa estará ancorada em reflexões pertinentes a construção do conhecimento no campo da arquitetura e urbanismo, especificamente quanto ao lugar do projeto neste campo. Por isso, a seguir, um embasamento teórico-justificativo do recorte proposto ao referido desdobramento. A presente proposta está estruturada de duas formas: participação nas pesquisas em curso no grupo CIMOP; mapeamento de possível quadro da matriz histórico- conceitual sobre o pensamento de Graeff para futuras análises que darão continuidade ao recorte dessa proposta, contribuindo para a sua compreensão em Goiás.

2 Objetivos Objetivos gerais: Investigar sobre as metodologias empregadas em projetos de arquitetura e urbanismo e suas relações com as mudanças contextuais e morfológicas: o caso da PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DE CONTEUDOS E METODOLOGIAS. Objetivos específicos:

Construir uma metodologia que organize tanto a investigação específica de cada pesquisador quanto a produção de conhecimento compreendida como experiência compartilhada no Grupo de Pesquisa Cidade, Morfologia e Projeto (CIMOP);

Investigar teoricamente a bibliografia existente, identificando e sintetizando os conceitos de tipo na arquitetura;

Sistematizar procedimentos de análise de documentos históricos a serem investigados, tendo como foco os textos publicados por Edgar Graeff, discutindo teoricamente o uso das fontes históricas na produção do conhecimento sobre metodologia projetual e ensino de arquitetura.

Contribuir para o conhecimento sobre a cultura projetual em Goiás.

Contribuir para os estudos sobre ensino de arquitetura em Goiás e no Brasil.

Incorporar a produção acadêmica, dialogando com a experiência desenvolvida na nossa prática de pesquisa em curso.

3 Contexto teórico e justificativo do principal problema a ser abordado: os percursos históricos e conceituais que configuraram a matriz do pensamento projetual/arquitetônico em Goiás, especificamente no pensamento de Edgar Graeff Atualmente, decorrente da constante necessidade cotidiana nos ambientes construídos, mas também de promovermos a evolução do conhecimento sobre os modos de perceber, intervir, gerar e habitar edifícios, cidades e paisagens, vem à tona também

nesse bojo um delineamento maior e melhor acerca do “pensamento arquitetônico”. Trata- se portanto de um delineamento do quadro teórico explicativo e metodológico de projeto cada vez mais posto como objeto de investigação cientifica. Nesse sentido, importa ressaltar que a presente pesquisa proposta pretende contribuir com a diminuição da lacuna epistemológica entre a “ação projetual” e a sua atualização como objeto de estudo (DURO da SILVA, 2011: 13). Isso provavelmente passará a constar como constituinte delineante do “pensamento arquitetônico”, atualizando o projeto como objeto de estudo na medida em que encaminha a uma compreensão da metodologia não apenas como “meio”, ou ação procedural prática. Ao propor, portanto, a pesquisa histórica sobre a dinâmica da cultura projetual em Goiás o presente projeto pretende fazê-lo a partir da investigação sobre o pensamento de um de seus mais marcantes personagens, Edgar Graeff. Como diz na contracapa do livro Arte e técnica na formação do arquiteto (1995): “Edgar A. Graeff, expoente da arquitetura moderna no Brasil, destacou-se tanto por sua atuação profissional como por suas atividades didáticas, onde ultrapassou os limites da vida acadêmica, influenciando várias gerações”. Edgar Albuquerque Graeff nasceu em Carazinho (RS) em 1921. Formou-se em 1947 pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil. Sua atividade docente foi iniciada em 1948 no Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul, onde também concluiu o curso de extensão em Urbanismo em 1949. No IARGS Graeff lecionou Teoria da Arquitetura e Arquitetura Brasileira Contemporânea. Com a federalização do IARGS, Graeff passou a lecionar na Universidade do Rio Grande do Sul em 1952. Além de sua atuação na UFRGS, até 1962 Graeff atuou intensamente no Rio Grande do Sul como arquiteto e urbanista, seja em órgãos públicos, ou em seu escritório de arquitetura, ou no IAB. A partir de 1962 radicou-se em Brasília, onde atuou como professor associado e co-fundador do curso de arquitetura da UnB até 1964, ano em que sofreu a cassação pelo governo dos militares. Nos anos de 1970 e 1980 exerceu intensa atividade como docente na Universidade Católica de Goiás, tendo liderado a elaboração da reformulação de ensino da arquitetura intitulada Proposta de reformulação de conteúdos e metodologias, aqui estudada. Como mostra Miguel Pereira (2005) que foi aluno de Graeff, a atuação dele juntamente com Nestor Goulart Reis Filho e Sylvio de Vasconcello como pesquisador e pensador dos temas da arquitetura vem desde os anos de 1950, período em que se definiu a autonomia das escolas pioneiras de arquitetura (FNA; USP; Mackenzie; UFRGS; UFBA; UFPE), perpassa os anos de 1960 quando houve a reforma do ensino nessas

escolas pioneiras, reforma que se prolonga até os anos de 1970. Como relata Pereira, a atividade investigativa de Graeff se dá desde 1952, ano em que funda juntamente com Demétrio Ribeiro o Grupo de estudos da Arquitetura. Porem, em depoimento ao IAB (1977) consta que a ação de Graeff no campo do ensino e da critica de arquitetura, revelou-se desde a época em que era estudante, quando publicava em jornais e revistas e participava de congressos e encontros, como delegado. Também neste depoimento consta que Graeff teve os seus pensamentos publicados pelos diretórios acadêmicos das faculdades de arquitetura de Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Pelo que consta em Irigoyen (2002: 100), desde 1961 Graeff já aparecia como referencia para o pensamento arquitetônico, ao constar entre os vinte arquitetos presentes no Suplemento do Jornal do Brasil, coordenado pelo IAB, intitulado Inquerito Nacional de Arquitetura. Conforme disse Graeff à Revista projeto (Edição 35 outubro/90), o estudo que fez sobre arquitetura popular no período em que trabalhava na Universidade Católica de Goiás foi o ponto de partida para o que denominou de “cultura de morar”. Posteriormente a isso é que vai desenvolver a noção de morada como a forma complexa de “edifício”, na verdade decorrente das exponenciais especializações nas urbanizações modernas, sem prescindir dos fatores genéticos mais radicais e permanentes, antes, interagindo dialeticamente. Dessa dialética comunicacional e “emocional” nasce a arquitetura como “expressão ampliada da cultura”. Esta “integração dialética” entre as partes que formam a arquitetura está presente no pensamento de Graeff desde os primeiros textos em que esboça a sua teoria do projeto. Nisto, provavelmente Graeff esteve influenciado pela ideia albertiana de concinitas, por meio da qual Alberti vislumbrou que todas as partes de um edifício projetado deveriam estar em equilíbrio. Além disso, devemos levar em conta que o conceito de “integração” era um amalgama comum que permeava o ideário intelectual nacional brasileiro desde o século XIX com José Bonifácio, mas se torna cada vez mais patente à medida em que a interiorização do Brasil se fez por meio de criação de cidades interligadas por redes de rodovias no decorrer de todo o século XX. 3.1 Alguns documentos a serem analisados (levantamento prévio)

Resumo da Proposta de reformulação de conteúdos e metodologias. UCG. 1978. Depoimento de Edgar Graeff

Resumo da Proposta de reformulação de conteúdos e metodologias. UCG. 1978.

de reformulação de conteúdos e metodologias. UCG. 1978. Depoimento de Edgar Graeff ao IAB em 1978.

Depoimento de Edgar Graeff ao IAB em 1978. Edição do IAB RJ. 1978.

de Edgar Graeff ao IAB em 1978. Edição do IAB RJ. 1978. Livro Cidade e Utopia

Livro Cidade e Utopia publicado em 1979.

do IAB RJ. 1978. Livro Cidade e Utopia publicado em 1979. Revista Modulo Edição 61 –

Revista Modulo Edição 61

novembro/1980

publica a entrevista de Liane Mühlenberg a Edgar Graeff, intitulada: Edgar Graeff - como vai o ensino de arquitetura?

Graeff, intitulada: Edgar Graeff - como vai o ensino de arquitetura? Livro 1983 – Goiânia 50

Livro 1983 Goiânia 50 anos. Publicado em 1985.

Revista Projeto Edição 135 – outubro/90 foi publicada no mês da morte de Edgar Graeff.

Revista Projeto Edição 135 outubro/90 foi publicada no mês da morte de Edgar Graeff.

outubro/90 foi publicada no mês da morte de Edgar Graeff. Livro Arte e Técnica na formação

Livro Arte e Técnica na formação do arquiteto. Publicado em1995.

As diversas publicações em livros e revistas especializadas reunidas em um conjunto documental durante toda a carreira profissional e acadêmica, perfaz uma trajetória de seu pensamento arquitetural. Não seria possível compreender essa trajetória intelectual, e, por consequência, a compreensão do seu pensamento arquitetônico, se lançássemos sobre o mesmo apenas as visadas de um olhar temporal retilíneo, já que o desenvolvimento das suas ideias não segue necessariamente a cronologia das datas em que cada livro ou revista fora publicada, podendo justapor ou espaçar-se no tempo. A maneira como Graeff expôs o seu pensamento em publicações é de aparente aleatoriedade, a qual pode ser interpretada como concomitante modo retrospectivo e prospectivo e é preciso apreender essa obra em seu conjunto, para que se perceba que é precisamente a ideia de conjunto que perpassa e dirige as suas escritas, perfazendo nelas um forte sentido de integração. Desde os seus textos iniciais, publicados nas décadas de quarenta e cinquenta, a noção de “integração” aparece em todas as partes da sua sistemática para a formulação de uma teoria da arquitetura, nas quais trata de delinear porque a composição prevalece em maior nível de importância na arquitetura. Diz Graeff que os valores utilitários dos edifícios são extremamente transitórios, já para que a obra subsista, é necessário que transmita ao conjunto: ritmo, unidade, expressão e clareza, o que confere permanência. Neste sentido, a noção de “integração” está subsumida no principio clássico de “unidade”: “cumpre, porém, não confundir a unidade com uniformidade. A unidade, de certo modo, repele a ideia de uniformidade, pressupondo variedade de espaços, elementos e formas, em cuja integração se manifesta” (GRAEFF, 2006: 41).

Porém, para além da noção de integraçãoque perpassa toda a sua obra, a pesquisa irá mapear outros conceitos que o Graeff vai desenvolver ao longo de sua trajetória profissional, como por exemplo o conceito de morada, dentre outros. REVISTAS ACADEMICAS:

ESTUDOS REVISTA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Ensino, aprendizagem e avaliação na educação superior. V. 13; n. 1/2; 1986 (págs. 89 a 94). Por um conceito atualizado de arquitetura. V. 15; n. 3/4; (Págs. 115 a 127). LUA NOVA REVISTA DE CULTURA POLÍTICA Sambódromo: um importante espaço de lazer popular. V. 01; N. 2. 1984. EDIÇÕES DO IAB:

Arquitetura brasileira após Brasília. 1978. (Págs. 114 a 148). II Inquérito nacional de arquitetura/depoimentos. 1982. (Págs. 45 a 61). REVISTAS PROJETO:

Edição 54. Agosto de 1983. (Págs. 40 a 47). Edição 88. Junho de 1986 (Págs. 75 a 76). Edição 135. Outubro de 1990. (Págs. 104 a 106; 111) REVISTA MODULO Formação do artista e do arquiteto. Edição 76. 1983. (Págs. X a XI).

4 Objeto e procedimentos metodológicos Para fins deste projeto de pesquisa, o problema a ser estudado é a relação lacunar entre os processos de projeto as teorias da arquitetura. Na verdade, as linhas mestras da pesquisa a ser feita agregam ou co-relacionam, de modo mais abrangente possível, os conteúdos com os quais o Grupo de Pesquisa Cidade, Morfologia e Projeto (CIMOP) vem trabalhando desde 2013, dentre as quais a investigação sobre o ensino de projeto. Sendo que os componentes deste grupo se subdividem nestas linhas, dois orientandos de Iniciação Cientifica deverão ser destacados para esta atividade. Todo o material encontrado deverá ser escaneado e posteriormente feito o fichamento de cada conteúdo. Em seguida, esses fichamentos juntamente com a identificação de cada publicação deverá compor um arquivo virtual que será disponibilizado no site do grupo de pesquisa. Para estabelecermos as analises comparativas durante as discussões do grupo, privilegiaremos não apenas a análise objetiva mas subjetiva, atentando para a relação

entre o projeto e o seu tempo, nas interfaces com os diferentes discursos. Nesse ponto, seguiremos a metodologia proposta por Hubbard (1995) apud Novak (2007). Hubbard sugere um modelo em que o projeto é desenvolvido em três fases. Na primeira, o projetista efetua o “trabalho sintetizador”; na segunda, o “trabalho transacional”, e, na terceira, o “trabalho judicatório”. Esse modelo de análise dos discursos como inerentes ao processo de projeto será norteador das discussões sobre a serem feitas sobre os resultados dos dados levantados nos documentos pesquisados. Comparativamente, qual o processo de projeto proposto por Edgar Graeff?

4.1 Da pesquisa teórica e bibliográfica

A pesquisa bibliográfica terá dois enfoques principais: quais são as principais teorias do projeto e qual a singularidade na teoria projetual presente na proposta de reformulação proposta do Edgar Graeff? Os dois enfoques estão previamente apresentados na Revisão de Literatura e serão aprofundados, através de seminários de leitura com os membros do grupo de pesquisa, em atividades presenciais e teleconferências.

4.2 Amostra e coleta de dados

Serão analisados os textos de Edgar Graeff, publicados em coletâneas, revistas, jornais e livros do autor, bem como as publicações em que constam referencias on line.

4.3 Apontamentos iniciais para trajetória profissional

Como as análises sobre o pensamento arquitetônico do autor em tela não estão separadas de sua trajetória profissional, os apontamentos sobre a sua trajetória serão registrados para posteriores publicações acadêmicas.

4.4 Da análise dos textos e do contexto

Este estudo caracteriza-se pela sua natureza analítica, isto é, busca descobrir e interpretar o que é, tratando os dados de forma qualitativa, e quantitava quanto preciso, procurando identificar como se caracteriza o pensamento arquitetônico de Graeff, e de que modo este se apresenta na proposta de reformulação do ensino feito na Universidade Católica de Goiás nos anos de 1970. Para o desenvolvimento da análise, se recorrerá ao método de observação e ao método comparativo (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1991). Através do método da observação, serão verificadas similaridades e especificidades entre o que disse Graeff e o

que disseram outros autores da época, como por exemplo Miguel Pereira, Demetrio Ribeiro e outros. Portanto, análise focaliza-se em Graeff, mas para fins comparativos outros autores do referido contexto histórico também serão estudados. Ao fim, serão traçadas relações entre a análise dos objetos de estudo, o conceito de projeto e os aspectos destacados na pesquisa bibliográfica. Espera-se que as relações apontadas possam de modo generalizado, traduzir o universo estudado, e as questões feitas acima sejam minimamente encaminhadas seja como respostas, seja como ampliação do conhecimento por meio de sucessivas indagações a respeito da natureza do projeto e suas relações com a teoria.

4.5 Reuniões de pesquisa As reuniões do CIMOP serão previamente planejadas: estabeleceremos o responsável pela condução da discussão, distribuiremos uma bibliografia que deverá ser lida por todos e, eventualmente, podemos optar por determinar que cada membro do grupo se responsabilize por apresentar e problematizar um dos textos da bibliografia. Além da preparação minuciosa do material e da metodologia de discussão, haverá estímulo para a produção de reflexão escrita, visando o registro das sínteses elaboradas por cada pesquisador.

5.0 Principais contribuições científicas:

A pesquisa contribuirá na formação dos alunos de graduação, na consolidação de

seus conhecimentos históricos e teóricos sobre o pensamento arquitetônico e metodologias projetuais. Contribuirá com a iniciação cientifica de membros do Grupo de

Pesquisa.

6.0 Disponibilidade de infraestrutura:

O curso de Arquitetura e Urbanismo da UEG dispõe de uma sala de pesquisa onde

fazemos as nossas reuniões semanais.

7.0 Cronograma (para dois anos):

O cronograma proposto envolve dois anos, por se considerar que este é o prazo

recorrente para encaminhamento de projetos para órgãos de fomento.

Atividades

1º Bim

2º Bim

3º Bim

4º Bim

5º Bim

6º Bim

Reuniões do Grupo de Pesquisa

           
Pesquisa teórica e bibliográfica sobre teoria do projeto Pesquisa Documental Em arquivos da PUC-GO Pesquisa
Pesquisa teórica e
bibliográfica sobre teoria
do projeto
Pesquisa Documental
Em arquivos da PUC-GO
Pesquisa Documental
Em arquivos da UnB
Pesquisa Documental
Digitalização
dos
documentos
Pesquisa Documental
Organização dos
documentos digitalizados no
site do grupo de pesquisa
Análise
Análise sobre os textos
escritos por Graeff
Análise
Análise comparativa entre
Graeff e outros autores
sobre ensino de
arquitetura no Brasil.
Análise
Análise comparativa com
a teoria do projeto
Conclusão
formatação para
publicação
elaboração de relatórios

Atividades

 

7º Bim

8º Bim

9º Bim

10º Bim

11º Bim

12º Bim

Reuniões do Grupo de Pesquisa

           

Avaliação dos resultados

           

Nova pesquisa

             

documental

Organização de arquivos

           

Análise

dos

dados

e

           

discussões

 

Escrita

e

expansão

dos

           

resultados

 

Apresentação

 

dos

           

produtos

 

Referencias BONTA, Juan Pablo. Prólogo (1989). In Ensaio sobre o projeto. MARTINEZ, Alfonso Corona. Brasilia: Editora Universidade de Brasília, 2000. CHUPIN, Jean-Pierre. As três lógicas analógicas do projeto em arquitetura: do impulso monumental à necessidade de pesquisa passando pela inevitável questão da DURO DA SILVA, Fernando. Teorias do projeto e representação: investigação sobre uma lacuna epistemológica. Tese de doutorado em Arquitetura. Porto Alegre: UFRGS, 2011. GRAEFF, Edgar. In Arquitetura brasileira após Brasília/Depoimentos. Rio de Janeiro:

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Fundação. 1995. Uma sistemática para o estudo da teoria da arquitetura. Goiânia: Trilhas

Urbanas, 2006. IRIGOYEN, Adriana. Wright e Artigas: duas viagens. São Paulo: Atelie Editorial, 2002. MARTINEZ, Alfonso Corona. Ensaio sobre o projeto. Brasilia: Editora Universidade de Brasília, 2000. NOVAK, Hélio. Três discursos sobre arquitetura, o projeto e seu ensino. In O lugar do projeto no ensino e na pesquisa em arquitetura e urbanismo. DUARTE, C. R.; RHEINGANTZ, P. A.; AZEVEDO, G.; BRONSTEIN, L. (Orgs.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007. COMAS, Carlos Eduardo, Org. Projeto arquitetônico: disciplina em crise, disciplina em renovação. São Paulo: Projeto, 1986. STEVENS, Garry. O círculo privilegiado: fundamentos sociais da distinção arquitetônica. Brasilia: Editora Universidade de Brasilia, 2003. DUARTE, Cristiane Rose. Et all. O lugar do projeto no ensino e na pesquisa em arquitetura e urbanismo. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007.