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COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO:

Treinamentos e Interações com a ARQUIVOLOGIA

Embora não seja corriqueiro nas demais assessorias, o MUHM


dispõe de profissional com dupla formação, que resulta na
ampliação dos serviços, projetos, realizações, e participaçãões
em eventos acadêmicos .

Principais eventos acadêmicos

Seminário Internacional "Museus e Comunicação


Exposições como Objeto de Estudo“ Rio de Janeiro,
outubro/2009 (Ouvinte)

X Seminário Internacional de Comunicação PUCRS


Porto Alegre, novembro/2009 (Ouvinte)

4º Salão de Extensão e 5º de EAD/UFRGS 2009/1 Porto


Alegre
e VIII Congresso de Arquivologia do Mercosul
Montevidéu, Uruguai, novembro/2009
Apresentação de trabalhos em duas mesas.
(VII CAM em Viña del Mar, Chile, em 2007, apenas
ouvinte.)
Aluna especial do PPGCOM/UFRGS

Matriculada no primeiro semestre do ano como aluna da disciplina


“Memória, Comunicação e Práticas Culturais”, onde foram discutidos
temas que não apenas vão ao encontro da temática do museu como
colaboraram para aproximação com profissionais e acadêmicos da
área. Foi produzido um artigo científico ao final da disciplina, com
avaliação bastante positiva, conforme anexo.

Cursos e oficinas

• Redação/SENAC
• Cerimonial e Protocolo/SENAC
• InDesign/SENAC
• Fotografia voltada para acervos/MUHM-1REG-SEM
• Conservação e Restauração/Fabico UFRGS
•Higienização de acervos/AHRS
4º Salão de Extensão e 5º de EAD/UFRGS 2009/1 Porto Alegre
e VIII Congresso de Arquivologia do Mercosul - CAM
Montevidéu, Uruguai, novembro/2009
http://www.aua.org.uy/cam

Por indicação da professora orientadora do estágio em


Arquivologia, curso concluído no final de 2008 na Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, foram apresentados dois trabalhos
que tinham o MUHM como objeto de estudo, que foram aceitos
após envio de resumo e artigo para posterior apresentação em
diferentes mesas temáticas: Arquivos e Informação e Arquivos
Audiovisuais, conforme anexo.

Contatos:
FIOCRUZ: Trabalho sobre organização de arquivos pessoais de
cientistas, metodologia de organização aplicada aos fundos Carlos
Chagas e Evandro
Renata Silva Borges *
renatab@coc.fiocruz.br
Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo
Cruz – FIOCRUZ
21 3882 9126 – secretaria / 11 3882 9127
* Também professora da UFF
UFSM: Trabalho de descrição de fotografias
software Sepiades, usado por museus
Neiva Pavezi
neivapavezi@yahoo.com.br
55 9192 8011 / 3220 8212
FURG:

Rita de Cassa Portela da Silva


Trabalho “Instrumento de pesquisa para acervos fotográficos:
integração de padrões utilizados pela arquivologia,
biblioteconomia e museologia”
Projeto de Mestrado em Patrimônio Cultural na UFSM
Discussões destacadas

• Formação profissional, terminologia


• Abertura aos cidadãos para que conheçam instrumentos de
pesquisa
• Normalização x Globalização x Descrição
• Gestão das informações – caso MUHM – SITE: dados / fotos /
acervo+ instrumento de pesquisa e divulgação - divulgação,
notícias, eventos

Paralelos:
• Arquivos, difusão, turismo / Imagem na imprensa
• Democratização acesso
• O profissional: capital / conhecimento / simbólico / poder /
acadêmico legislação e conhecimento científico / conhecimento
do usuário / perfil

Possibilidade de:
• verificação de interesse por acesso / busca or cliques
• publicação de documentos legais (termos de
doação/eliminação)
• visualização e atualização com imagens
• melhorias - MUHM precisaria colocar descrição não só
dividida em links como estão
• esses acervos mas forma normatizada online
Ações Educativas que envolvam arquivos

Caixinha com: fotos, certidões com durex, rasgada, amarelada,


com pó, clipes, escritas, etc.
Paleografia: transcrever documento da Beneficência;
Fonte de que? Recortes de jornais;
Sensibilização para uso de instrumento de pesquisa.

Temores e expectativas dos profissionais presentes

“Afastar” do local ao colocar na web outras formas, eventos, etc.


palestras acadêmicas, seminários, congressos, cursos
aperfeiçoamento, levar a locais onde o público está (Escolas feiras,
seminários);
Online x Impresso (funciona, chega?)
Arquivista x mediação

Funcionalidade/possibilidades

Publicando instrumentos e livros;


Levando oficinas e mais de área de Arquivos e Biblio;
Na web, Orkut, Twitter, YouTube.
Descrição do acervo foto-digital do Setor de Comunicação

• Catalogação por assunto


• Cadastro de fotógrafos
• Padronização dos nomes dos arquivos e pastas
• Descrição das fotografias
• Automação – software XnView (freeware)

• Banco de Dados das fotos da ASCOM-MUHM


 Inicialmente em Excel, porém não se mostrou funcional.
Para referências futuras e buscas são gerados arquivos com a
descrição por meio do software XnView.
Divulgação de Acervos e Instrumentos de Pesquisa

Muito se discute sobre os meios e pouco se faz para


efetivamente aproveitá-los em sua plenitude. Obras e sites são
lançados, mas com que usabilidade? Quem decide quais
informações colocar na Internet? E com que critérios?

Ninguém melhor que o arquivista para decidir a respeito da


difusão de informações sobre arquivos na web, afinal, já existem
normas nacionais e internacionais que regem a descrição
arquivística, e não há necessidade de disponibilizar ao público
uma informação menos qualificada do que é possível e já vem
sendo testado, avaliado, corrigido e aprovado constantemente
pelos profissionais de Arquivologia.

Ao arquivista caberá ainda o acompanhamento, o apoio e,


eventualmente, a coordenação de um trabalho interdisciplinar
para fazer estas informações chegarem a uma esfera mais ampla
que a do mundo acadêmico e arquivístico, e de forma
visualmente atraente. No entanto, o capital intelectual e político,
no sentido de negociação embasada para os processos de
decisão para a elaboração dos instrumentos, deve ser seu.
Outro ponto a ser considerado é o de que os instrumentos de
pesquisa, ao chegarem aos usuários, podem permitir que estes
contribuam na descrição arquivística, pois ao terem acesso às
informações da instituição e de seu acervo, podem enriquecer
as instituições, seja através da complementação de dados,
doações ou simplesmente a multiplicação (“propaganda”) do
trabalho realizado, fazendo com que o uso dos instrumentos de
pesquisa como forma de divulgação e também o contrário, a
divulgação dos instrumentos de pesquisa, seja imprescindível.
www.muhm.org.br
Todo este trabalho de difusão das informações acabará
revertendo em uma publicização da imagem da instituição
em si, tornando-a reconhecida não apenas por um público
restrito como também pelo público em geral e, mais ainda,
no meio do seu próprio campo de conhecimento.
Não é possível, no entanto, no afã de divulgar as atividades,
esquecer da atividade primeira dos arquivos, fazendo com que
todas as ações sejam de marketing, mesmo que esta idéia seja
simpática aos gestores. O mesmo pode ser dito sobre as
demais áreas.

É preciso a consciência de que, nesse caso, divulgar para quê?


Se não houver qualidade no desempenho das atividades-fim, a
imagem é comprometida e a divulgação de um trabalho mal
feito perde a razão de ser. Já o bem feito, permanece e
repercute.
Museu Chileno de
Arte Pré-Colombiana

Museu Histórico de Praga Museu de História da Medicina


do Rio Grande do Sul

Arquivo Histórico
do Rio Grande do Sul
Museu da Cidade de Barcelona Museu do Louvre
Seminário Internacional "Museus e Comunicação Exposições
como Objeto de Estudo“ Rio de Janeiro, outubro/2009

Perspectiva geral:

Comunicação museológica, recepção de público, atração, despertar de


interesse. Linha Marília Cury.

Faltou:

Concepção comunicacional frente à mídia: como atraí-la da maneira


certa, ir além dos Museus de Arte e seus Van Goghs e, mais
recentemente, alta tecnologia.

O que é Cultura para as Editorias? Que museus devem estar lá ou na


Editoria de Geral?

Cases destaque:

•Novo MIS em Copacabana


• Museu da Língua Portuguesa
• Museu do Caribe (Barranquilla, Colômbia)

Crítica (e rendição) ao
MUSEU SEM ACERVO
Seminário Internacional "Museus e Comunicação Exposições
como Objeto de Estudo“ Rio de Janeiro, outubro/2009

Participação como ouvinte.

Contatos:
Assessora de Comunicação do Museu Histórico Nacional/IBRAM/MINC
Angela Cardoso Guedes
mhn02@visualnet.com.br
21 2550 9229 / 42 / 43

Diretora do Museu Histórico Nacional/IBRAM/MINC


Vera Lúcia Botrell Tostes

Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro, Rio de Janeiro, RJ


- Troca de catálogos MUHM X MNH
- Oportunidade de divulgação do MUHM/Folders a outros museus
históricos do país
X Seminário Internacional de Comunicação PUCRS
Porto Alegre, novembro/2009
http://www.pucrs.br/famecos/pos/seminariointernacional

Maior inserção nas Redes Sociais e Web 2.0 decorrente das


discussões a cerca da Cibercultura, interações, cultivo do sentimento
de comunidade/identidade, imaginário e pós-modernidade.

Participação como ouvinte. Programa anexo.


Contatos com professores Cursos de Jornalismo e Relações Públicas.
Temáticas: relações c/ MUHM:
• Estudos em Jornalismo (editorias, segmentação): editorias de Geral x
Cultura: Museu “ou” Medicina?
• Comunicação e Cultura: Processo identitário dos médicos pelo Museu
• Comunicação Organizacional e Relações Públicas - Ações Educativas
como RP p/ MUHM; Instrumentos de Pesquisa, web, eventos
• Comunicação e Política: Museu como estratégia política de afirmação
profissional médico
• Turismo, Imaginários e Comunicação e Turismo novo
POA/Médicos/PoaConvention
Destaques em GTs diversos que perpassam por questões do museu
(e problemas de pesquisa semelhantes em termos de Comunicação)

• Clipping como gênero jornalístico na Internet


• Jornalismo Cultural – um estudo através da análise global de
processos jornalísticos (AGP)
• Jornalismo cultural e política – uma análise das revistas de cultura
publicadas pelo governo gaúcho
• Os valores simbólicos que atribuímos às marcas, influenciados
pelas campanhas publicitárias
• Web 2.0: a cauda longa da agenda setting
• O lugar da Memória Institucional no Exército Brasileiro
• Patrimônio e turismo urbanos: quando a atratividade solicita
metodologias de usos do patrimônio ancoradas na possibilidade de
espaços de sociabilidade produzidos na sua dimensão plural e
política
• A midiatização da narrativa histórica em minisséries exibidas pela
Rede Globo
Estudo que pode ser considerado em ciclo do Quintas no Museu

GT Cinema: narrativas, tecnologias e imagens


Coord. João Barone
Ideias para oficinas e projetos