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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49


4 - NIRE

35.300.029.780

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

Avenida Paulista, nº. 2.439 - 5º. Andar Cerqueira César


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

01311-936 São Paulo SP


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

11 3066-2021 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

11 3060-9562 - -
15 - E-MAIL

carmem.pereira@redenergia.com

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

CARMEM CAMPOS PEREIRA


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

Avenida Paulista, nº. 2.439 - 12º. Andar Cerqueira César


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

01311-936 São Paulo SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

11 3066-2021 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

11 3060-9562 - -
16 - E-MAIL

carmem.pereira@redenergia.com

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 1 01/01/2010 31/03/2010 4 01/10/2009 31/12/2009


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

BDO AUDITORES INDEPENDENTES 00210-0


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

LUIZ CARLOS DE CARVALHO 089.488.808-02

19/05/2010 16:13:51 Pág: 1


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 221.158 221.158 221.158
2 - Preferenciais 100.917 100.917 100.917
3 - Total 322.075 322.075 322.075
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Nacional Holding
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3120 - Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
HOLDING DO SETOR ELÉTRICO

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

14/05/2010

19/05/2010 16:14:50 Pág: 3


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

1 Ativo Total 3.187.714 3.154.957


1.01 Ativo Circulante 141.538 149.187
1.01.01 Disponibilidades 7.965 6.951
1.01.01.01 Numerário disponível 6.261 5.651
1.01.01.02 Aplicações no mercado aberto 1.704 1.300
1.01.02 Créditos 119.959 129.506
1.01.02.01 Clientes 0 0
1.01.02.02 Créditos Diversos 119.959 129.506
1.01.02.02.01 Dividendos e JCP a receber 75.429 78.822
1.01.02.02.02 Títulos a receber 0 0
1.01.02.02.03 Impostos e contrib.sociais a compensar 36.825 43.166
1.01.02.02.04 Impostos e contrib.sociais diferidos 0 0
1.01.02.02.05 Títulos a receber 7.705 7.518
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 13.614 12.730
1.01.04.01 Serviços em curso 12.366 12.366
1.01.04.02 Outros 1.248 364
1.02 Ativo Não Circulante 3.046.176 3.005.770
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 930.949 914.549
1.02.01.01 Créditos Diversos 2.924 2.779
1.02.01.01.01 Impostos e contrib.sociais diferidos 401 256
1.02.01.01.02 Impostos e contrib.sociais a compensar 2.523 2.523
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 897.282 879.103
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 371.287 368.848
1.02.01.02.02 Com Controladas 525.995 510.255
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 30.743 32.667
1.02.01.03.01 Títulos a receber 30.743 32.667
1.02.02 Ativo Permanente 2.115.227 2.091.221
1.02.02.01 Investimentos 1.852.536 1.828.530
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 1.852.536 1.828.530
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 0 0
1.02.02.03 Intangível 262.691 262.691
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

2 Passivo Total 3.187.714 3.154.957


2.01 Passivo Circulante 175.778 146.854
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 160.447 139.123
2.01.02 Debêntures 10.719 140
2.01.03 Fornecedores 413 332
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 3.563 6.898
2.01.04.01 Impostos, contr. sociais e parcelamentos 3.563 6.898
2.01.05 Dividendos a Pagar 0 0
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 636 361
2.01.08.01 Folha de pagamento 323 94
2.01.08.02 Outros 313 267
2.02 Passivo Não Circulante 1.980.772 1.879.588
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.980.772 1.879.588
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.009.361 924.619
2.02.01.02 Debêntures 368.224 368.049
2.02.01.03 Provisões 0 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 590.994 574.679
2.02.01.04.01 Com coligadas 199.423 203.766
2.02.01.04.02 Com controladas 391.571 370.913
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 12.193 12.241
2.02.01.06.01 Impostos, contrib.sociais e parcelamento 3.693 3.884
2.02.01.06.02 Impostos, e contrib.sociais diferidos 0 0
2.02.01.06.03 Encargos trib.s/ reserva de reavaliação 0 0
2.02.01.06.04 Outros 8.500 8.357
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 1.031.164 1.128.515
2.05.01 Capital Social Realizado 714.552 714.552
2.05.02 Reservas de Capital 4.458 4.458
2.05.03 Reservas de Reavaliação 419.386 442.189
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 419.386 442.189
2.05.04 Reservas de Lucro 0 0
2.05.04.01 Legal 0 0
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2010 4 -31/12/2009

2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0


2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados (107.232) (32.684)
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0


3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (97.496) (97.496) (67.142) (67.142)
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (399) (399) (681) (681)
3.06.03 Financeiras (121.035) (121.035) (45.772) (45.772)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 72.300 72.300 38.134 38.134
3.06.03.02 Despesas Financeiras (193.335) (193.335) (83.906) (83.906)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (67) (67) (36) (36)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 24.005 24.005 (20.653) (20.653)
3.07 Resultado Operacional (97.496) (97.496) (67.142) (67.142)
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 1.322 1.322
3.08.01 Receitas 0 0 1.322 1.322
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações (97.496) (97.496) (65.820) (65.820)
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 0 0 0 0
3.11 IR Diferido 145 145 (1.585) (1.585)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período (97.351) (97.351) (67.405) (67.405)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 322.075 322.075 322.075 322.075


LUCRO POR AÇÃO (Reais)
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) (0,30226) (0,30226) (0,20928) (0,20928)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 714.552 4.458 442.189 0 (32.684) 0 1.128.515

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 714.552 4.458 442.189 0 (32.684) 0 1.128.515

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 (97.351) 0 (97.351)

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 (22.803) 0 22.803 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 714.552 4.458 419.386 0 (107.232) 0 1.031.164

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 714.552 4.458 442.189 0 (32.684) 0 1.128.515

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 714.552 4.458 442.189 0 (32.684) 0 1.128.515

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 (97.351) 0 (97.351)

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 (22.803) 0 22.803 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 714.552 4.458 419.386 0 (107.232) 0 1.031.164

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

1 Ativo Total 11.716.697 11.673.806


1.01 Ativo Circulante 2.688.370 2.567.539
1.01.01 Disponibilidades 496.665 413.953
1.01.01.01 Numerário disponível 191.044 177.084
1.01.01.02 Aplicações no mercado aberto 305.621 236.869
1.01.02 Créditos 1.647.962 1.602.024
1.01.02.01 Clientes 1.385.238 1.348.000
1.01.02.01.01 Consumidores e revendedores 1.493.015 1.450.585
1.01.02.01.02 ( - ) Provisão p/créd.de liq.duvidosa (107.777) (102.585)
1.01.02.02 Créditos Diversos 262.724 254.024
1.01.02.02.01 Impostos e contrib. sociais a compensar 221.025 211.573
1.01.02.02.02 Impostos e contrib. sociais diferidos 2.176 2.650
1.01.02.02.03 Títulos a receber 39.523 39.801
1.01.03 Estoques 32.409 39.128
1.01.04 Outros 511.334 512.434
1.01.04.01 Serviços em curso 130.116 127.368
1.01.04.02 Redução de receita baixa renda 48.337 38.569
1.01.04.03 Aquisição de combustível - conta CCC 8.669 77.629
1.01.04.04 Ativos regulatórios 158.750 113.472
1.01.04.05 Sub-rogação da CCC 51.115 39.110
1.01.04.06 Outros 114.347 116.286
1.02 Ativo Não Circulante 9.028.327 9.106.267
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.904.928 2.926.210
1.02.01.01 Créditos Diversos 1.493.673 1.456.158
1.02.01.01.01 Consumidores 354.895 347.715
1.02.01.01.02 ( - ) Provisão p/créd. liqu. duvidosa (4.539) (4.539)
1.02.01.01.03 Cauções e depósitos vinculados 46.896 44.709
1.02.01.01.04 Depósitos judiciais 141.939 139.868
1.02.01.01.05 Impostos e contrib.sociais a compensar 169.262 166.595
1.02.01.01.06 Impostos e contrib.sociais diferidos 785.220 761.810
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 377.006 374.144
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 377.006 374.144
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.034.249 1.095.908
1.02.01.03.01 Ativos regulatórios 176.826 204.648
1.02.01.03.02 Sub-rogação da CCC 652.428 688.160
1.02.01.03.03 Títulos a receber 179.909 178.984
1.02.01.03.04 Diversos 25.086 24.116
1.02.02 Ativo Permanente 6.123.399 6.180.057
1.02.02.01 Investimentos (172.094) (172.039)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2010 4 -31/12/2009

1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0


1.02.02.01.02 Participações em Controladas (203.082) (203.082)
1.02.02.01.03 Outros Investimentos 30.988 31.043
1.02.02.02 Imobilizado 5.778.274 5.828.299
1.02.02.03 Intangível 516.124 522.702
1.02.02.04 Diferido 1.095 1.095

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2010 4 - 31/12/2009

2 Passivo Total 11.716.697 11.673.806


2.01 Passivo Circulante 3.151.791 2.968.303
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.265.033 1.135.810
2.01.02 Debêntures 10.719 140
2.01.03 Fornecedores 587.669 627.803
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 597.070 564.992
2.01.04.01 Impostos, conrtr. sociais e parcelamento 553.119 533.826
2.01.04.02 Impostos e conrtrib. sociais diferidos 43.951 31.166
2.01.05 Dividendos a Pagar 108.502 120.529
2.01.06 Provisões 57.054 35.807
2.01.06.01 Obrigações estimadas 57.054 35.807
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 525.744 483.222
2.01.08.01 Folha de pagamento 11.107 11.804
2.01.08.02 Participações dos administradores 4.925 4.791
2.01.08.03 Taxas regulamentares 34.379 65.806
2.01.08.04 Obrigações progr.eficiência energética 86.778 90.708
2.01.08.05 Indenizações trabalhista 77.663 76.624
2.01.08.06 Passivos regulatórios 171.625 106.315
2.01.08.07 Benefícios pós-emprego 12.488 12.151
2.01.08.08 Outros 126.779 115.023
2.02 Passivo Não Circulante 6.021.500 6.074.961
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 6.021.500 6.074.961
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 3.569.917 3.513.658
2.02.01.02 Debêntures 368.224 368.049
2.02.01.03 Provisões 89.956 91.024
2.02.01.03.01 Provisão para passivos contingentes 89.956 91.024
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 208.508 210.360
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 1.784.895 1.891.870
2.02.01.06.01 Fornecedores (1.130) 3.911
2.02.01.06.02 Impostos, contrib.sociais e parcelamento 605.634 551.490
2.02.01.06.03 Impostos e contrib.sociais diferidos 24.444 19.893
2.02.01.06.04 Obrigações progr. eficiência energética 81.538 74.564
2.02.01.06.05 Plano de aposentadoria e pensão 16.368 16.368
2.02.01.06.06 Indenização trabalhista 148.338 157.285
2.02.01.06.07 Subvenção ICMS - CCC 0 0
2.02.01.06.08 Encargos trib.s/reserva de reavaliação 420.998 440.013
2.02.01.06.09 Passivos regulatórios 101.183 140.384
2.02.01.06.10 Benefícios pós-emprego 18.193 20.062
2.02.01.06.11 Outros 369.329 467.900

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -31/03/2010 4 -31/12/2009

2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0


2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 1.512.242 1.502.027
2.05 Patrimônio Líquido 1.031.164 1.128.515
2.05.01 Capital Social Realizado 714.552 714.552
2.05.02 Reservas de Capital 4.458 4.458
2.05.03 Reservas de Reavaliação 419.386 442.189
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 419.386 442.189
2.05.04 Reservas de Lucro 0 0
2.05.04.01 Legal 0 0
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados (107.232) (32.684)
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 1.996.442 1.996.442 1.722.474 1.722.474
3.02 Deduções da Receita Bruta (660.447) (660.447) (571.740) (571.740)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 1.335.995 1.335.995 1.150.734 1.150.734
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.059.505) (1.059.505) (862.095) (862.095)
3.05 Resultado Bruto 276.490 276.490 288.639 288.639
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (369.509) (369.509) (351.564) (351.564)
3.06.01 Com Vendas (48.031) (48.031) (47.780) (47.780)
3.06.02 Gerais e Administrativas (93.893) (93.893) (80.074) (80.074)
3.06.03 Financeiras (219.196) (219.196) (214.895) (214.895)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 262.955 262.955 134.519 134.519
3.06.03.02 Despesas Financeiras (482.151) (482.151) (349.414) (349.414)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (8.389) (8.389) (5.250) (5.250)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 (3.565) (3.565)
3.06.06.01 Amortização de ágio 0 0 (3.565) (3.565)
3.07 Resultado Operacional (93.019) (93.019) (62.925) (62.925)
3.08 Resultado Não Operacional (487) (487) (14.152) (14.152)
3.08.01 Receitas 2.636 2.636 3.082 3.082
3.08.02 Despesas (3.123) (3.123) (17.234) (17.234)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações (93.506) (93.506) (77.077) (77.077)
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (17.058) (17.058) (33.777) (33.777)
3.11 IR Diferido 24.540 24.540 39.362 39.362
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias (927) (927) (1.296) (1.296)
3.12.01 Participações (927) (927) (1.296) (1.296)
3.12.01.01 Participação de administradores (927) (927) (1.296) (1.296)
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (10.400) (10.400) 5.383 5.383


3.15 Lucro/Prejuízo do Período (97.351) (97.351) (67.405) (67.405)
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 322.075 322.075 322.075 322.075
LUCRO POR AÇÃO (Reais)
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) (0,30226) (0,30226) (0,20928) (0,20928)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2010 a 31/03/2010 4 - 01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/2009 6 - 01/01/2009 a 31/03/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 50.858 50.858 (47.951) (47.951)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 164.362 164.362 91.405 91.405

4.01.01.01 Lucro (Prejuízo) do exercício (97.351) (97.351) (67.405) (67.405)

4.01.01.02 Provisão p/crédito liq. duvidosa 5.193 5.193 5.659 5.659

4.01.01.03 Depreciação e amortização 104.492 104.492 96.098 96.098

4.01.01.04 Enc. dívida,juros,v.mon. e camb.-líquida 159.296 159.296 155.777 155.777

4.01.01.05 Resultado de participações societárias 0 0 2.481 2.481

4.01.01.06 Baixa do imobilizado 5.832 5.832 5.648 5.648

4.01.01.07 Tributos s/real.reserva reavaliação (17.084) (17.084) (10.904) (10.904)

4.01.01.08 Ativo/Passivo (líquido) regulatório (32.209) (32.209) (73.371) (73.371)

4.01.01.09 Créditos tributários diferidos (10.194) (10.194) (32.592) (32.592)

4.01.01.10 Participação minoritários no resultado 10.400 10.400 (5.383) (5.383)

4.01.01.11 Outros 35.987 35.987 15.397 15.397

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (113.504) (113.504) (139.356) (139.356)

4.01.02.01 Consumidores, conc. permissionários (35.015) (35.015) 24.874 24.874

4.01.02.02 Estoques 12.106 12.106 5.034 5.034

4.01.02.03 Serviços em cursos 217 217 (9.230) (9.230)

4.01.02.04 Rendas a receber (1.683) (1.683) (819) (819)

4.01.02.05 Cauções e depósitos vinc. litígios 3.897 3.897 (4.283) (4.283)

4.01.02.06 Despesas antec. e ativos regulatórios 73.562 73.562 41.174 41.174

4.01.02.07 Créditos compens. recolhim. futuros (51.333) (51.333) (21.312) (21.312)

4.01.02.08 Outros créditos 93.410 93.410 (34.583) (34.583)

4.01.02.09 Serv. prest.tít.val.mobil.dev.diversos (20.915) (20.915) 26.573 26.573

4.01.02.10 Fornecedores (62.731) (62.731) 23.880 23.880

4.01.02.11 Pgto enc.s/emprest.financ.debêntures (126.847) (126.847) (156.102) (156.102)

4.01.02.12 Consumidores 823 823 4.586 4.586

4.01.02.13 Folha pagamento prov. trabalhistas 4.380 4.380 (2.334) (2.334)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/01/2010 a 31/03/2010 4 -01/01/2010 a 31/03/2010 5 - 01/01/2009 a 31/03/200901/01/20096a-31/03/2009


01/01/2009 a 31/03/200901/01/2009 a 31/03/2009

4.01.02.14 Impostos cont. sociais e parcelamentos 64.528 64.528 (44.916) (44.916)

4.01.02.15 Taxas regulamentares (31.233) (31.233) (12.838) (12.838)

4.01.02.16 Obrigações estimadas 16.740 16.740 22.295 22.295

4.01.02.17 Passivos regulatórios (39.518) (39.518) (35.701) (35.701)

4.01.02.18 Entidade prev. priv. outras obrigações 22.441 22.441 (1.339) (1.339)

4.01.02.19 Outros credores (36.333) (36.333) 35.685 35.685

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (47.972) (47.972) (192.658) (192.658)

4.02.01 No imobilizado (239.123) (239.123) (240.808) (240.808)

4.02.02 Acréscimo de obrigações especiais 190.654 190.654 47.685 47.685

4.02.03 Outras 497 497 465 465

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 79.826 79.826 55.386 55.386

4.03.01 Mútuos c.partes relacionadas - líquido (1.074) (1.074) (11.739) (11.739)

4.03.02 Novos empréstimos e financiamentos 404.420 404.420 418.952 418.952

4.03.03 Pagamentos empréstimos - principal (311.533) (311.533) (347.341) (347.341)

4.03.04 Pagto/rec.jrs.s/cap.próprio e dividendos (11.987) (11.987) (4.486) (4.486)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 82.712 82.712 (185.223) (185.223)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 413.953 413.953 395.952 395.952

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 496.665 496.665 210.729 210.729

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 0 0 0 0 0 0 0

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 0 0 0 0 0 0 0

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 0 0 0

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 0 0 0 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 0 0 0 0 0 0 0

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 0 0 0 0 0 0 0

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 0 0 0

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 0 0 0 0 0 0 0

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


1. CONTEXTO OPERACIONAL

A Rede Energia S.A. (Companhia), sociedade de capital aberto, controlada pela Empresa
de Eletricidade Vale Paranapanema S.A., atua exclusivamente como uma holding
controladora de participações societárias, tendo como objetivo principal a participação
acionária em empresas controladas e coligadas diretas e indireta, vinculada à atividade de
geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, bem como
atividades necessárias ou úteis à consecução do seu objeto social ou a ele relacionadas.

2. DAS CONCESSÕES

As áreas da concessão legal nas atividades de distribuição de energia elétrica de suas


controladas diretas e indiretas são as seguintes:
Número
aproximado de Número de
Área em consumidores municípios
Controladas diretas Áreas de concessão km² (*) atendidos (*) abrangidos (*)

Região de Presidente Prudente no Oeste do Estado de


Caiuá Distribuição de Energia S.A. São Paulo (SP) 9.149 207.226 24

Região de Assis no Oeste do Estado de São Paulo (SP)


Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. 11.780 157.327 27

Região de Bragança Paulista no Estado de São Paulo

Empresa Elétrica Bragantina S.A. (SP) e Cambuí no Estado de Minas Gerais (MG) 3.493 125.167 15

Cia. Força e Luz do Oeste Município de Guarapuava no Estado do Paraná (PR) 1.200 49.020 1

Região de Catanduva e Novo Horizonte no Estado de


Cia. Nacional de Energia Elétrica São Paulo (SP) 4.500 98.385 15

Cia. de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS Estado do Tocantins (TO) 277.621 423.091 139

Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT Estado do Mato Grosso (MT) 903.358 1.001.350 141

Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL Estado do Mato Grosso do Sul (MS) 328.316 779.878 73

Controladas indiretas

Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA Estado do Pará (PA) 1.247.690 1.683.560 143

Subtotal 2.787.107 4.525.004 578

Rede Comercializadora de Energia S.A. - 14 -

Total 2.787.107 4.525.018 578

(*) Informações não auditadas.

As principais concessões nas atividades de geração de energia elétrica da Companhia e


de suas controladas diretas e indiretas, consolidadas, são as seguintes:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Capacidade Capacidade
instalada utilizada Data da Data de
Companhia/UHE Rio MW(*) MW(*) concessão vencimento

Companhia Nacional de Energia Elétrica:


UHE Reynaldo Gonçalves Ribeirão dos Porcos 1,00 - 01/12/1998 07/07/2015
Juruena Energia S.A.:
UHE Juína Aripuanã 5,10 4,38 11/12/1997 11/12/2027
UHE Aripuanã Aripuanã 0,80 0,84 11/12/1997 11/12/2027

Tangará Energia S.A.:


UHE Guaporé Guaporé 120,00 55,40 13/03/2000 07/07/2025

Capacidade Capacidade
Concessão / Usinas instalada utilizada Data da Data de
Companhia Termelétricas MW (*) MW (*) concessão vencimento

Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT Concessão de 6 usinas


termelétricas, são elas:
Comodoro, Cotriguaçú,
Guariba, Juruena,
Paranorte e
Rondolândia. 15,58 5,01 10/12/1997 10/12/2027
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA
Concessão de 34 usinas
termelétricas, sendo 11
próprias e 23
tercerizadas, as mais
representativas com
capacidade instalada
acima de 5 MW:
Santana do Araguaia,
Breves, Portel,
Alenquer, Jurutí, Monte
Alegre e Oriximiná. 96,48 99,04 28/07/1998 28/07/2028

(*) Informações não auditadas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os contratos de concessão das controladas geradoras e distribuidoras, assinados com a
União Federal, contêm cláusulas específicas que garantem o direito à indenização do
valor residual dos bens ao final da concessão. Para tanto, os referidos bens são
depreciados de acordo com as taxas determinadas pela Agência Nacional de Energia
Elétrica – ANEEL.

A geração própria de energia elétrica das Controladas consolidadas representa


aproximadamente 14,10% (*) da energia distribuída, sendo a parcela remanescente
fornecida substancialmente pela Duke Energy e AES Tietê, no Estado de São Paulo,
Cemig no Estado de Minas Gerais, ELETRONORTE, Furnas, ELETROBRÁS e Enerpeixe
nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Pará, e Copel, no Estado
do Paraná, bem como energia proveniente de leilões de energia promovido pelo MME.

Para a prestação dos serviços, objeto das concessões supramencionadas, suas


controladas possuíam, em 31/3/2010, um quadro próprio de 6.849 (*) funcionários, 6.715
(*) prestadores de serviços e 178 (*) estagiários.

(*) Informações não auditadas.

3. ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

As informações trimestrais (ITR) da Companhia e do consolidado estão apresentadas em


milhares de reais, exceto se indicado de outra forma, e foram elaboradas de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária
brasileira, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê
de Pronunciamentos Contábeis - CPC, as normas emitidas pela Comissão de Valores
Mobiliários - CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviço público de energia
elétrica, definidas pelo poder concedente, a Agência Nacional de Energia Elétrica -
ANEEL.

As Informações Trimestrais (ITR) referentes ao período findo em 31/3/2009, foram


reclassificadas, quando aplicáveis para fins de comparabilidade.

4. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS

Ajustes a Valor Presente: os ativos e passivos de longo prazo, bem como, os de curto
prazo caso relevante, são ajustados a valor presente. Os principais efeitos apurados
estão relacionados com as rubricas “Consumidores”, “Impostos e Contribuições a
Compensar” e “Indenizações Trabalhistas”. Para o desconto a valor presente utilizou-se a
taxa do custo médio ponderado de capital (WACC) do setor elétrico, definida pela ANEEL,
para remunerar o capital das distribuidoras de energia elétrica.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Aplicações no mercado aberto e títulos e valores mobiliários: são registrados ao valor
de custo, acrescido dos respectivos rendimentos auferidos até a data das demonstrações
financeiras. A Companhia e suas controladas procederam ao cálculo do valor justo em
2009 e 2010 das aplicações financeiras com base nas taxas de mercado nas respectivas
datas, apurando o valor de mercado aproximado ao valor contabilizado.

Consumidores: incluem o fornecimento de energia elétrica, faturado e a faturar a


consumidores finais, uso da rede, serviços prestados, acréscimos moratórios e a outras
concessionárias pelo suprimento de energia elétrica, conforme montantes disponibilizados
pela CCEE e saldos relacionados a ativos regulatórios de diversas naturezas, registrados
de acordo com o regime de competência.

Provisão para créditos de liquidação duvidosa: constituída por montante considerado


suficiente pela Administração da Companhia para cobrir as possíveis perdas que possam
ocorrer na realização das contas a receber, cuja recuperação é considerada improvável.

Estoque (inclusive do ativo imobilizado): os materiais em estoque classificado no ativo


circulante (almoxarifado de manutenção e administrativos) e aqueles destinados a
investimentos classificados no ativo não circulante – imobilizado (depósito de obra) estão
registrados ao custo médio de aquisição.

Ativos e passivos regulatórios: referem-se a valores realizáveis ou exigíveis, em


decorrência do contrato de concessão, que tem por objetivo, dentre outros, assegurar o
equilíbrio econômico-financeiro da concessão. No circulante encontram-se registrados os
valores já homologados e considerados na tarifa de energia elétrica pela ANEEL em
revisões ou reajustes tarifários, que serão amortizados conforme legislação em vigor,
corrigidos pela SELIC/BACEN ou IGP-M. No não circulante encontram-se registrados os
valores apurados a serem submetidos para posterior homologação da ANEEL na data da
próxima revisão ou reajuste tarifário. Os valores contabilizados são registrados tendo sua
contrapartida no resultado da Companhia e suas Controladas.

Investimentos: inclui as participações societárias permanentes em controladas e


coligadas avaliadas pelo método de equivalência patrimonial e as participações
registradas pelo custo de aquisição, deduzidas de provisões para redução ao valor de
mercado, quando aplicável. Inclui também os bens não utilizados no objetivo da
concessão, mantidos para valorização ou renda líquidos de depreciação.

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Imobilizado: incluem os itens que se referem a bens corpóreos destinados à manutenção
das atividades da Companhia, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os
benefícios, os riscos e o controle dos bens. Está registrado ao custo de aquisição ou
construção, corrigido monetariamente até 31/12/1995 e reavaliado em agosto de 2001,
com revisão em maio de 2005, exceto para os grupos de automóveis, caminhões e
móveis e utensílios. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear, às taxas
médias anuais de acordo com a Resolução Normativa da ANEEL nº 240 de 5/12/2006. Os
ativos imobilizados têm o seu valor testado, no mínimo, anualmente, caso haja
indicadores de perda de valor conforme requerido pela Deliberação CVM nº 527/2007. No
exercício de 2009 o ativo imobilizado foi submetido a teste de recuperabilidade.

Obrigações vinculadas à concessão do serviço público de energia elétrica:


representam os valores da União, dos Estados, dos Municípios e dos consumidores, bem
como as doações não condicionadas a qualquer retorno a favor do doador e as
subvenções destinadas a investimento no serviço público de energia elétrica na atividade
de distribuição, cuja quitação ocorrerá ao final da concessão. Essas obrigações estão
registradas em grupo específico no Passivo Não Circulante, e estão sendo apresentadas
como dedução do Ativo Imobilizado, dadas suas características de aporte financeiro com
fins específicos de financiamentos para obras.

Redução do valor recuperável dos ativos: os ativos imobilizados da Companhia são


avaliados anualmente com o objetivo de identificar possíveis evidências, eventos ou
alterações que indiquem a possibilidade de valor não recuperável. O ágio (goodwill) e os
ativos intangíveis com vida útil indefinida têm o seu valor de recuperação testado
anualmente, independentemente de qualquer indicativo de perda de valor. Em havendo
perdas, as mesmas são reconhecidas pela diferença entre o valor contábil e o
recuperável.

Arrendamento mercantil: os arrendamentos mercantis são segregados entre os


operacionais e os financeiros. Quando o arrendamento é classificado como financeiro, ou
seja, seus riscos e benefícios são transferidos, este é reconhecido como um ativo da
Companhia e mensurado inicialmente pelo seu valor justo ou pelo valor presente dos
pagamentos mínimos, entre eles o menor, e depreciados normalmente. O passivo
subjacente é amortizado utilizando a taxa efetiva de juros.

Reserva de reavaliação: é realizada em proporção à depreciação e alienação dos ativos


imobilizados reavaliados, sendo transferida para a conta de lucros acumulados, líquida
dos efeitos do imposto de renda e da contribuição social. A Companhia e suas
controladas optaram por manter os saldos existentes das reservas de reavaliação até a
sua efetiva realização, conforme permitido no art. 6o da Lei nº 11.638/2007.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Intangível: inclui os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à
manutenção da entidade ou exercidos com tal finalidade, como softwares e servidões de
passagem. Inclui também os ágios registrados na aquisição de subsidiárias, decorrentes
da diferença entre o preço de aquisição pago e o valor do patrimônio contábil da empresa
adquirida. Nos anos de 2008 e 2009, os ágios foram submetidos a testes de
recuperabilidade. Os demais ativos intangíveis serão amortizados somente caso sua vida
útil possa ser razoavelmente estimada, caso contrário serão considerados como de vida
útil indefinida, sendo assim sujeitos ao teste de recuperabilidade econômica no mínimo
anualmente.

Empréstimos, financiamentos e debêntures: estão atualizados pela variação monetária


e/ou cambial, juros e encargos financeiros, determinados em cada contrato, incorridos até
a data de encerramento do balanço. Esses ajustes são apropriados ao resultado pela taxa
efetiva de juros do período em despesas financeiras, exceto pela parte apropriada ao
custo do ativo imobilizado em curso.

Instrumentos financeiros designados no reconhecimento inicial, como mensurados


a valor justo por meio do resultado: são designados nesta categoria os instrumentos
financeiros cuja opção por tal mensuração gerar uma informação mais relevante, devido
a, pelo menos, um dos critérios abaixo:

i. Eliminação ou redução significativamente de inconsistências de mensuração ou


reconhecimento que ocorreriam em virtude da avaliação de ativos e passivos ou do
reconhecimento de seus ganhos e perdas em bases diferentes;

ii. Valor justo, para um grupo de ativos financeiros, passivos financeiros ou ambos, ser
utilizado como base para gerenciamento e avaliação de performance – conforme
estratégia documentada de investimento ou gerenciamento de risco de mercado – e como
base para envio de informações para a alta administração.

Uma vez que a designação é feita, é irrevogável. Esses instrumentos, então, foram
mensurados na transição da Lei 11.638/2007, onde os custos de transação afetaram
diretamente o patrimônio líquido. Subsequentemente, os valores justos são remensurados
e os ganhos e perdas têm como contrapartida o resultado.

Provisão para passivos contingentes: as provisões para contingências são constituídas


mediante avaliações dos riscos em processos cuja probabilidade de perda é provável e
são quantificadas com base em fundamentos econômicos, na avaliação da Administração
e dos assessores legais em pareceres jurídicos sobre os processos existentes e outros
fatos contingenciais conhecidos nas datas dos balanços.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Imposto de renda e contribuição social: a provisão para imposto de renda e
contribuição social é calculada com base no lucro tributável e na base de cálculo da
contribuição social, de acordo com as alíquotas vigentes na data do balanço. Sobre as
diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social são
constituídos impostos diferidos, de acordo com as respectivas alíquotas vigentes na data
do balanço. Os prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social podem ser
compensados anualmente, observando-se o limite de até 30% do lucro tributável para o
exercício. De acordo com o art. 15 da Medida Provisória nº 449/2008, convertida na Lei nº
11.941/2009, de 27/5/2009, que institui o Regime Tributário de Transição - RTT de
apuração do lucro real, a Companhia e suas controladas optaram pelo RTT aplicável ao
biênio 2008-2009. As demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas do
exercício encerrado em 31/12/2009 foram elaboradas considerando os efeitos da opção
pelo RTT.

Registro das operações de compra e venda de energia na CCEE - Câmara de


Comercialização de Energia Elétrica: as compras (custo de energia comprada) e as
vendas (receita de suprimento) são registradas pelo regime de competência de acordo
com as informações divulgadas pela CCEE, entidade responsável pela apuração das
operações de compra e venda de energia. Nos meses em que essas informações não são
disponibilizadas em tempo hábil pela CCEE, os valores são estimados pela Administração
da Companhia, utilizando-se de parâmetros disponíveis no mercado.

Plano de suplementação de aposentadoria e pensão: os custos, as contribuições e o


passivo atuarial são determinados, na data do balanço, por atuários independentes. A
partir de 31/12/2001, esses valores são apurados e registrados de acordo com a
Deliberação CVM nº 371/2000.

Outros direitos e obrigações: demais ativos e passivos circulantes e não circulantes


que estão sujeitos à variação monetária ou cambial por força de legislação ou cláusulas
contratuais, estão atualizados com base nos índices previstos nos respectivos
dispositivos, de forma a refletir os valores na data das demonstrações financeiras.

Derivativos: a Companhia e suas controladas firmaram contratos derivativos com o


objetivo de administrar os riscos associados a variações nas taxas cambiais e de juros.
Os referidos contratos derivativos são contabilizados pelo regime de competência e estão
mensurados a valor justo por meio do resultado. Os ganhos e perdas auferidos ou
incorridos em função desses contratos são reconhecidos como ajustes em receitas ou
despesas financeiras. Os contratos derivativos da Companhia e suas controladas são
com instituições financeiras de grande porte e que apresentam grande experiência com
instrumentos financeiros dessa natureza. A Companhia e suas controladas não têm
contratos derivativos com fins especulativos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Estimativas: a preparação de demonstrações financeiras, de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil, requer que a Administração da Companhia e de suas
controladas se baseiem em julgamento para determinação e registro de certas estimativas
que afetam seus ativos, passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de
informações sobre dados das suas demonstrações financeiras. A Companhia e as suas
controladas revisam as estimativas e as premissas pelo menos anualmente.

Resultado: as receitas de fornecimento de energia elétrica foram mensuradas com base


no regime de competência, incluindo a quantificação estimada do fornecimento de energia
elétrica da última medição até o encerramento das demonstrações financeiras, não
estando limitada apenas à conclusão do processo de faturamento e à consequente
emissão física da respectiva conta.

Informações sobre quantidade de ações e resultado por ação: conforme requerido


pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, as informações sobre quantidade de ações e
resultado por ações consideram a quantidade histórica de ações efetivamente em
circulação na data do balanço. O lucro (prejuízo) por ação corresponde à razão entre o
lucro (prejuízo) líquido da Companhia no exercício e a quantidade de ações em circulação
no final deste exercício.

Subvenção e assistência governamental: A partir de 1/1/2008, as subvenções


governamentais, se recebidas, serão reconhecidas como receita ao longo do período,
confrontadas com as despesas que pretende compensar em uma base sistemática. Os
valores a serem apropriados no resultado serão destinados à Reserva de Incentivos
Fiscais. Atualmente a Companhia e suas Controladas não possuem subvenções e
assistências governamentais.

Novos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações emitidas pelo CPC e


deliberadas pela CVM que ainda não estão vigentes e não foram adotados
antecipadamente.

A Companhia e suas controladas procederam à análise das deliberações emitidas pela


CVM em 2009 para aplicação aos exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e
às demonstrações financeiras de 2009 para fins de comparação e, concluiu que as
principais deliberações que poderão apresentar efeitos relevantes são:

Deliberação CVM nº 611/2009 – ICPC 01 – Contratos de Concessão (IFRIC 12): A


deliberação estabelece que não sejam reconhecidos ativos imobilizados referentes a
concessões, e sim, o registro de um ativo intangível (o direito de cobrar os consumidores)
e/ou um ativo financeiro (indenização ao final da concessão). No estágio atual, a
Companhia não pode estimar os efeitos da aplicação da Interpretação, devido a ausência
de definições do setor quando a forma de aplicação. A Companhia está acompanhando
as discussões sobre o assunto, que estão ocorrendo junto aos órgãos reguladores e
entidades de classe, concluindo que não há possibilidade de avaliar com segurança
razoável os efeitos nas demonstrações financeiras.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Deliberação CVM nº 580/2009 – CPC 15 – Combinação de Negócios (IFRS 3): A
norma trata de combinações de negócios, onde essas devem ser contabilizadas pelo
método de aquisição, o ágio por rentabilidade futura (goodwill) não deve ser amortizado,
sendo sujeito a teste de recuperabilidade econômica, porém segundo a Delib. CVM nº
619/09, de 22/12/2009 que trata do ICPC 10 - Demonstrações Contábeis Individuais,
Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de
Equivalência Patrimonial, prevêem que o goodwill referente a um direito de concessão
deve ser amortizado durante o prazo da concessão. Assim, como a Companhia cessou a
amortização do goodwill, e com a aplicação do ICPC 10, a amortização deve ocorrer
quando da aplicação de todas as normas emitidas em 2.009. O impacto dessa
amortização no resultado previsto é de R$ 2.566 (consolidado) no trimestre. Outra
mudança que impactará a Companhia e suas controladas refere-se ao reconhecimento de
compra vantajosa, ou seja, deságio (ver nota 18 item “b” e “c”), que deve ser transferido
para o Patrimônio Líquido na transição para o IFRS nas demonstrações financeiras de
abertura, logo não tem efeito no ITR.

Deliberação CVM nº 577/2009 – CPC 20 – Custos de Empréstimos (IAS 23): A


capitalização de custos de empréstimos relacionados à aquisição, construção ou
produção de ativos qualificáveis tornou-se obrigatória. Como pelas práticas atuais da
Companhia, apenas os custos de empréstimos diretamente atribuíveis são capitalizados,
o efeito devido a capitalização de custos de outros empréstimos empregados nesses
ativos, proporcionará redução nas despesas financeiras, cujo impacto nos balanços ainda
estão sendo avaliados. Os efeitos da aplicação desta Deliberação não podem ser
estimados sem a aplicação conjunta do ICPC 01.

Deliberação CVM nº 596/2009 – CPC 29 – Ativo Biológico e Produto Agrícola (IAS


41): Torna obrigatória, salvo exceções, a mensuração de ativos biológicos e produtos
agrícolas no ponto de colheita pelo seu valor justo menos custos de vender com
contrapartida no resultado. A controlada Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A., que tem
por objeto o cultivo de cana de açúcar e outras lavouras temporárias aplicará a
mensuração pelo valor justo que terá um efeito insignificante nas demonstrações
financeiras individuais e consolidadas, o efeito terá impacto significativo apenas na
demonstração financeira individual desta controlada.

Deliberação CVM nº 604/2009 – CPC 38 – Instrumentos Financeiros:


Reconhecimento e Mensuração (IAS 39); CPC 39 – Instrumentos Financeiros:
Apresentação (IAS 32) e CPC 40 – Instrumentos Financeiros: Evidenciação (IFRS 7):
A presente deliberação visa complementar o tratamento contábil de instrumentos
financeiros. A Companhia está avaliando o efeito na controlada Tangará Energia S.A.,
que poderá ter seu Patrimônio Líquido impactado pela reclassificação de ações PN
resgatáveis.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Deliberação CVM nº 603: A Companhia continua apresentando seus formulários de
informações trimestrais (ITRs) durante 2010 conforme as práticas vigentes em 31 de
dezembro de 2009. Assim, a Companhia irá reapresentar os formulários de informações
trimestrais (ITRs) juntamente com as informações comparativas quando da apresentação
das demonstrações financeiras anuais (DFP) para o exercício findo em 31/12/2010, de
acordo com todos os pronunciamentos, interpretações e orientações já emitidas.

5. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

As demonstrações financeiras, Companhia e consolidadas, foram elaboradas de acordo


com as normas estabelecidas pela Instrução CVM nº 247, de 27/3/1996, e alterações
posteriores, abrangendo os saldos e transações da Companhia e de suas controladas
diretas e indiretas. Todos os saldos e transações relevantes entre a Companhia e suas
controladas são eliminados na consolidação incluindo investimentos, contas a receber,
dividendos a receber, receitas e despesas entre as companhias.

Não há participação societária recíproca entre as companhias e a participação dos


acionistas não controladores está destacada em conta específica no passivo e no
resultado de cada ano apresentado, na rubrica “participações minoritárias”.

Os ágios apurado na aquisição dos investimentos das controladas estão registrados em


conta destacada do Ativo Permanente – Intangível.

As demonstrações financeiras consolidadas abrangem as seguintes companhias:

Percentual de Participação %

Empresas controladas diretas Atividade 31/03/2010 31/12/2009


Empresa Elétrica Bragantina S.A. Distribuição 91,45 91,45
Companhia Nacional de Energia Elétrica Distribuição 98,69 98,69
Companhia Força e Luz do Oeste Distribuição 97,70 97,70
Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS Distribuição 50,86 50,86
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT Distribuição 39,92 39,92
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA Distribuição 61,37 61,37
QMRA Participações S.A. Holding 100,00 100,00
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL Distribuição 99,91 99,91
Tangará Energia S.A. Geração 70,78 70,78
Rede Power do Brasil S.A. Holding 99,98 99,98
Caiuá Distribuição de Energia S.A. Distribuição 100,00 100,00
Empresa de Distrib. de Energia Vale Paranapanema S.A. Distribuição 100,00 100,00
Rede Comercializadora de Energia S.A. Comerc. Energia 99,60 99,60
Rede Eletricidade e Serviços S.A. Serviços 99,50 99,50
Vale do Vacaria Açucar e Álcool S.A. Agrícola 60,48 60,48

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6. APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO

Companhia

Instituição financeira Tipo de aplicação Vencimento Taxas % 31/03/2010 31/12/2009

Banco Industrial CDB (*) 103,00 CDI 13 1.265


Banco Safra CDB (*) 10,00 CDI 1.691 35

Total 1.704 1.300

Consolidado

Instituição financeira Tipo de aplicação Vencimento Taxas % 31/03/2010 31/12/2009

Banco ABN Real CDB (*) 100,70 CDI 2 2


Banco Bradesco CDB (*) 98,50 a 99,00 CDI 384 372
Banco Bradesco Poupança (*) 6,00 a.a. + TR 3 3
Banco Bradesco Fundo Investimento (*) 6,00 a.a. + TR - 181
Banco Bradesco Debêntures (*) 100,50 CDI 1.327 1.301
Banco Bradesco Capitalização (*) 6,00 a.a. + TR 466 250
Banco da Amazônia CDB (*) 100,80 CDI 3 3
Banco da Amazônia Capitalização (*) 6,00 a.a. + TR 3.200 2.000
Banco Daycoval CDB (*) 101,20 CDI 59.132 57.947
Banco do Brasil CDB (*) 99,00 a 100,00 CDI 85.859 30.446
Banco do Brasil CDB (*) Pré fixado 57.158 4.152
Banco do Brasil Poupança (*) 6,00 a.a. + TR 58 57
Banco do Brasil Capitalização (*) 6,00 a.a. + TR 817 635
Banco do Brasil Fundo Investimento (*) - 42.514 -
Banco Industrial CDB (*) 103,00 e 108,00 CDI 5.271 6.443
Banco Itaú CDB (*) 98,00 a 101,20 CDI 138 135
Banco Máxima CDB (*) 105,00 CDI 1.615 283
Banco Mercantil CDB (*) 103,00 CDI 341 304
Banco Safra CDB (*) 10,00 a 103,50 CDI 30.287 115.658
Banco Votorantim CDB (*) 102,00 CDI 7 7
BIC Banco CDB (*) 102,50 CDI 17.039 16.690

Total 305.621 236.869

(*) As aplicações financeiras são consideradas equivalentes de caixa por terem alta liquidez, que são
prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco
de mudança de valor. Seu valor contábil é próximo ao seu valor justo.

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7. CONSUMIDORES

Consolidado
Consumidores: 31/03/2010 31/12/2009
Faturados 1.186.886 1.136.160
Não faturados 233.077 225.457
1.419.963 1.361.617

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Saldos Vencidos
Saldos Até 90 Mais de
Classe de consumidores vincendos dias 90 dias Total 31/03/2010 31/12/2009

Circulante

Residencial 236.576 159.411 134.701 294.112 530.688 508.201


Industrial 144.273 34.332 86.704 121.036 265.309 258.625
Comércio, serviços e outras atividades 151.371 55.240 86.609 141.849 293.220 283.568
Rural 35.062 15.293 22.690 37.983 73.045 68.381
Poder público
Federal 6.864 3.083 931 4.014 10.878 11.791
Estadual 14.895 6.936 3.256 10.192 25.087 31.933
Municipal 43.458 17.958 8.935 26.893 70.351 67.471
Iluminação pública 26.405 5.826 1.084 6.910 33.315 34.415
Serviço público 25.340 10.153 9.489 19.642 44.982 44.288
(-) Ajuste a valor presente Lei 11.638/07 (d) (965) - - - (965) (1.015)
Recomposição tarifária extraordinária (*) 4.603 - - - 4.603 4.250
Redução de Uso Sistema de Distribuição 9.335 - - - 9.335 12.602
Redução de Tarifa - irrigação e aquicultura (b) 22 - - - 22 1.057
Fornec. não faturado Programa Luz para Todos (c) 60.093 - - - 60.093 36.050

Subtotal - consumidores 757.332 308.232 354.399 662.631 1.419.963 1.361.617

Participação financeira do consumidor 12.839 841 2.045 2.886 15.725 16.770


Comercialização na CCEE (a) 5.821 - - - 5.821 4.680
Programa emergencial redução do consumo - - 992 992 992 2.734
Encargo de uso da rede elétrica 15.633 - - - 15.633 24.124
Encargos de capacidade emergencial 8.161 - 4.173 4.173 12.334 4.246
Energia livre (*) 4.977 - - - 4.977 8.582
Concessionárias e permissionárias 2.313 - - - 2.313 2.088
Outros 502 7.084 7.671 14.755 15.257 25.744
Total 807.578 316.157 369.280 685.437 1.493.015 1.450.585

Não circulante

Consumidores 150.483 - 97.428 97.428 247.911 249.021


(-) Ajuste a valor presente Lei 11.638/07 (d) (6.008) - - - (6.008) (7.690)
Recomposição tarifária extraordinária (*) 29.081 - - - 29.081 29.693
Energia livre (*) 8.354 - - - 8.354 6.197
Provisão Perda Energia Livre (7.926) - - - (7.926) (7.926)
Participação financeira do consumidor 54.763 - - - 54.763 57.012
Comercialização no CCEE (a) 20.220 - - - 20.220 19.091
Redução de Tarifa - irrigação e aquicultura (b) 427 - - - 427 400
Redução de uso do sistema de distribuição 6.132 - - - 6.132 -
Outros 1.941 - - - 1.941 1.917
Total 257.467 - 97.428 97.428 354.895 347.715

(*) Vide nota explicativa nº 12.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Comercialização na CCEE


O saldo da conta de consumidores no consolidado inclui o registro dos valores referentes
à comercialização de energia de curto e longo prazo no montante de R$ 26.041, com
base em cálculos preparados e divulgados pela CCEE até o mês de março de 2010. De
acordo com a Resolução ANEEL nº 552, de 14/10/2002, os valores das transações de
energia de curto prazo não liquidados nas datas programadas deverão ser negociados
bilateralmente entre os agentes de mercado.

As operações de compra e venda de energia elétrica praticadas no período de setembro


de 2000 a dezembro de 2002, após os ajustes divulgados pela CCEE, tiveram seu
processo de liquidação concluído em julho de 2003. As demais operações de compra e
venda de energia elétrica praticadas no exercício de 2010 estão sendo liquidadas
mensalmente.

Os valores da energia no curto prazo e da energia livre estão sujeitos à modificação,


dependendo de decisão dos processos judiciais em andamento, movido por determinadas
empresas do setor, relativos à interpretação das regras do mercado em vigor.

(b) Subsídio a Irrigantes


A Resolução Normativa nº 540, de 1/10/2002, implementou a Lei nº 10.438, de 26/4/2002,
que estendeu os descontos especiais nas tarifas de energia elétrica de irrigantes ao
consumo verificado no horário compreendido entre 21h30 e 6h do dia seguinte.

Esse dispositivo legal ampliou o horário estabelecido na Portaria DNAEE nº 105, de


3/4/1992, das 23h às 5h do dia seguinte, em que eram concedidos descontos especiais
para consumidores do Grupo A (alta tensão) e do Grupo B (baixa tensão).

A Resolução Normativa nº 207, de 9/1/2006, que “estabelece os procedimentos para


aplicação de descontos especiais na tarifa de fornecimento relativa ao consumo de
energia elétrica da atividade de irrigação e na aqüicultura”, dispôs no artigo 6o que o valor
financeiro resultante dos descontos estabelecido nesta Resolução configura direito da
concessionária ser compensada no primeiro reajuste ou revisão tarifária após a
correspondente apuração”.

19/05/2010 16:17:10 Pág: 34


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Resolução Percentual Nota Processo Valor Percentual
Controlada homologatória Data médio técnica Data 48500. R$ %
CEMAT 959 06/04/2010 7,34% 812/2010 30/03/2010 6767/2009-84 (330) -0,05
CAIUÁ D 819 05/05/2009 17,55% 153/2009 29/04/2009 7402/2008-96 14 0,006
EEB 818 05/05/2009 16,14% 154/2009 29/04/2009 7400/2008-05 1 0,0003
EDEVP 816 05/05/2009 11,16% 156/2009 30/04/2009 7401/2008-41 82 0,040
CNEE 817 05/05/2009 5,48% 155/2009 30/04/2009 7399/2008-19 (134) -0,120
ENERSUL 958 06/04/2010 -1,36% 080/2010 30/03/2010 6751/2009-71 (229) -0,030
CELTINS 847 30/06/2009 -5,50% 221/2009 29/06/2009 2503/2009-51 639 0,158
CELPA 857 04/09/2009 8,63% 269/2009 03/09/2009 2502/2009-15 24 0,002
Total 67

Consolidado
Circulante Não circulante

Saldo em 31 de dezembro de 2009 1.057 400


Apropriado no período 187 197
Amortizado no período (1.400) -
Atualizado no período - 8
Transferido do longo prazo 178 (178)
Transferido para o longo prazo - -
Saldo em 31 de março de 2010 22 427

(c) Fornecimento não Faturado - Programa Luz para Todos

Pelas Resoluções Homologatórias, Notas Técnicas e Processos que homologam as


tarifas de fornecimento de energia elétrica de suas controladas, ficam reconhecidas as
despesas realizadas com o Programa Luz para Todos. A Superintendência de Regulação
Econômica - SRE analisou os dados informados pelas concessionárias controladas e
decidiu considerar neste reajuste o que segue:

Resolução Percentual Nota Processo Valor Percentual


Controlada homologatória Data médio técnica Data 48500. R$ %
CEMAT 959 06/04/2010 7,34% 812/2010 30/03/2010 6767/2009-84 31.353 1,880
EEB 818 05/05/2009 16,14% 154/2009 29/04/2009 7400/2008-05 104 0,057
ENERSUL 958 06/04/2010 -1,36% 080/2010 30/03/2010 6751/2009-71 574 0,052
CELTINS 847 30/06/2009 -5,50% 221/2009 29/06/2009 2503/2009-51 3.395 0,837
CELPA 857 04/08/2009 8,63% 269/2009 03/09/2009 2502/2009-15 34.507 2,278
CFLO 842 23/06/2009 4,85% 213/2009 17/06/2009 7185/2008-34 (60) -0,109
Total 69.873

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado

Saldo em 31 de dezembro de 2009 36.050


Apropriado no período 37.881
Atualizado no período -
Amortizado no período (13.838)
Saldo em 31 de março de 2010 60.093

(d) Ajuste a valor presente

Refere-se ao valor de ajuste para os contratos renegociados sem a inclusão de juros.


Para o desconto a valor presente utilizou-se uma taxa de 12,81% a.a., que representa o
custo médio ponderado de capital (WACC) que a ANEEL considera como taxa de retorno
adequada para os serviços de distribuição de energia elétrica, cuja metodologia está
definida na Nota Técnica ANEEL nº 234/2006, de 25/8/2006.

Essa taxa é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de transações similares em


condições de mercado. Tendo em vista a natureza, complexidade e volume das
negociações a divulgação do fluxo de caixa e sua temporalidade foi omitido, uma vez que
o efeito líquido do AVP não é relevante.

8. PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA

Consolidado
Circulante: 31/03/2010 31/12/2009

Residencial (66.430) (61.277)


Industrial (3.983) (3.617)
Comércio, serviços e outras atividades (20.783) (21.269)
Rural (7.998) (7.074)
Outras receitas (5.673) (6.438)

Subtotal de consumidores (104.867) (99.675)

Diversos créditos (2.910) (2.910)


Total (107.777) (102.585)

Não circulante:

RTE - Perda Receita Racionamento (4.539) (4.539)


Total (112.316) (107.124)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Movimentação: 31/03/2010 31/12/2009

Saldo no início do período 107.124 113.857


Perdas no período (853) (13.111)
Recuperação de perdas 981 7.357
Complemento de provisão 5.064 (979)
Saldo no fim do período 112.316 107.124

A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída considerando os critérios a


seguir:

• Consumidores residenciais vencidos há mais de 90 dias.

• Consumidores comerciais vencidos há mais de 180 dias.

• Consumidores industriais, rurais, poderes públicos, iluminação pública e serviços


públicos e outros, vencidos há mais de 360 dias.

• Após análise criteriosa efetuada pela Administração da Companhia e das controladas,


foram excluídas contas vencidas que estão negociadas.

A Companhia e a Administração de suas controladas possuem um grupo de profissionais


com o propósito de avaliar a qualidade e a possibilidade de recuperação dos créditos em
atraso referente ao fornecimento de energia para os diversos segmentos de clientes.

Os administradores, com base em estudos e na posição dos seus consultores jurídicos,


entendem que os procedimentos de cobranças atualmente praticados, os parcelamentos,
as diligências de cobranças e os acordos realizados com os diversos órgãos
governamentais e de serviços públicos, somados aos procedimentos judiciais que
compreendem, entre outros, a constituição de precatórios judiciais como garantia dos
créditos e a aplicação dos termos previstos na legislação de responsabilidade fiscal
vigente, minimizam potencialmente os riscos de incertezas dos recebimentos dos
créditos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

9. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS A COMPENSAR

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia Consolidado

31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009


Circulante
ICMS (a) - - 96.972 95.877
(-) Ajuste a valor presente - Lei 11.638/07 (a) - - (5.470) (6.778)
ICMS ajustado - - 91.502 89.099
Imposto de renda (b) 36.812 37.840 79.037 79.492
Contribuição social (b) - 4.388 11.043 14.357
PIS não cumulatividade - - 5.784 5.900
COFINS não cumulatividade - - 2.034 2.573
INSS 13 - 3.380 3.249
PAEX (c) - 26.135 13.744
Diversos 938 2.110 3.159
Total 36.825 43.166 221.025 211.573

Não circulante
ICMS (a) - - 116.906 121.938
(-) Ajuste a valor presente - Lei 11.638/07 (a) - - (21.048) (20.855)
ICMS ajustado - - 95.858 101.083
Finsocial - - 4.586 -
Imposto de renda (b) - - 52.600 49.978
Contribuição social (b) 2.523 2.523 15.945 15.124
PIS não cumulatividade - - - 137
ICMS demanda - - 273 273
Total 2.523 2.523 169.262 166.595

(a) O ICMS a compensar apurado na aquisição de bens do ativo imobilizado será


recuperado em até 48 meses. As Controladas procederam ao cálculo do AVP – Ajustes a
Valor Presente utilizando a taxa de 12,81% a.a., que representa o custo médio ponderado
de capital (WACC) que a ANEEL considera como a taxa de retorno adequada para os
serviços de distribuição de energia, cuja metodologia está definida na Resolução ANEEL
nº 234 de 31/10/2006. Essa taxa é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de
transações similares em condições de mercado. Tendo em vista a natureza,
complexidade e volume da recuperação a divulgação do fluxo de caixa e sua
temporalidade foi omitido, uma vez que o efeito líquido do AVP não é relevante.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(b) Saldos negativos de imposto de renda e contribuição social apurados na Declaração
de Ajuste Anual de 2009 e Anos-Calendários anteriores, decorrentes de estimativas
pagas à maior e parceladas, que serão utilizados para compensação de tributos
administrados pela Receita Federal do Brasil - RFB e à medida que forem sendo pagas as
prestações do parcelamento da Lei nº 11.941/2009 (vide nota 22), e desde que o
montante já pago exceda o valor do imposto ou da contribuição, determinados com base
no resultado apurado nos respectivos períodos.

(c) Refere-se a pedido de revisão do PAEX junto a Receita Federal do Brasil - RFB
pleiteando a exclusão de débitos consolidados em duplicidade. A exclusão encontra-se
pendente de decisão administrativa.

10. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DIFERIDOS

O imposto de renda e a contribuição social correntes são calculados com base nas
alíquotas vigentes nas datas dos balanços. Os impostos e contribuições sociais diferidos
relativos às diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição
social são registrados em contas patrimoniais. Demonstramos a seguir a composição da
base de cálculo e dos saldos desses impostos:

Companhia
Imposto Contribuição Total Total
de renda Social 31/3/2010 31/3/2009

Composição da receita (despesa) com impostos:


Impostos diferidos - variação líquida 107 38 145 (1.585)
107 38 145 (1.585)

Consolidado
Imposto Contribuição Total Total
de renda Social 31/3/2010 31/3/2009

Composição da receita (despesa) com impostos:


Impostos correntes (12.544) (4.514) (17.058) (33.777)
Impostos diferidos - variação líquida 17.839 6.701 24.540 39.362
5.295 2.187 7.482 5.585

10.1. Ativo diferido

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Companhia
Imposto Contribuição
de renda Social 31/3/2010 31/12/2009
Base de cálculo dos ativos diferidos:
Ajustes da Lei 11.638/07 908 1.932
Base de cálculo dos impostos diferidos 908 1.932
Alíquotas 25% 9%
Impostos Diferidos Ativo não Circulante 227 174 401 256

Consolidado
Imposto Contribuição
de renda Social 31/3/2010 31/12/2009
Base de cálculo dos ativos diferidos:
Ativo Circulante:
Ajustes da Lei 11.638/07 6.403 6.403
Base de cálculo dos impostos diferidos 6.403 6.403
Alíquotas 25% 9%
Impostos Diferidos Ativo Circulante 1.600 576 2.176 2.650
Ativo Não Circulante:
Provisão para contingências trabalhistas e cíveis 58.048 58.048
Provisão para contingências fiscais 46.584 46.584
Provisão para devedores duvidosos 112.275 112.275
Provisão de Benefícios a Empregados Del. CVM 371 16.243 16.243
Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social 1.704.832 1.909.576
Ativos regulatórios 3.055 3.055
Outras adições temporárias 1.936 1.936
Amortização de ágio 284.878 284.878
Ajustes da Lei 11.638/07 27.152 28.176
Base de cálculo dos impostos diferidos 2.255.003 2.460.771
Alíquotas 25% 9%
Impostos Diferidos Ativo não Circulante 563.751 221.469 785.220 761.810
Saldo total Impostos sobre ativos diferidos 787.396 764.460

Baseada no estudo técnico das projeções de resultados tributáveis computados de acordo


com a Instrução CVM nº 371, a Companhia e suas Controladas estimam recuperar o
crédito tributário não circulante nos seguintes exercícios:

Total não
2010 2011 2012 2013 2014 Após 2014 circulante
99.362 157.225 114.494 116.884 99.347 197.908 785.220

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10.2. Passivo diferido

Os saldos de Imposto de Renda e de Contribuição Social, diferidos no passivo da


Companhia e de suas Controladas, são provenientes de variação cambial diferida,
acréscimos moratórios sobre conta de energia, do subsídio irrigação e aquicultura,
reposicionamento tarifário e da receita decorrente de custos incorridos com o Programa
Luz para Todos, sem cobertura tarifária, a qual é excluída da base de cálculo do Imposto
de Renda e da Contribuição Social, cuja tributação ocorrerá na medida e na proporção do
efetivo faturamento e dos efeitos da Lei 11.638/2007 e MP 449/2008, convertida na Lei nº
11.941/2009.

Consolidado
Imposto Contribuição
de renda Social 31/3/2010 31/12/2009
Passivo Circulante:
Subsídio irrigação e aquicultura (724) (724)
Reposicionamento Tarifário 67.664 67.466
Custos com o Programa Luz para Todos 54.142 54.142
Variação cambial diferida 4.076 4.078
Efeitos da Lei 11.638/07 3.904 4.885
Base de cálculo dos impostos diferidos 129.062 129.847
Alíquotas 25% 9%
Débitos fiscais diferidos - Circulante (b) 32.265 11.686 43.951 31.166
Passivo Não Circulante:
Variação cambial diferida 26.683 26.683
Acréscimos moratórios 1.076 1.076
Efeitos da Lei 11.638/07 44.136 44.136
Base de cálculo dos impostos diferidos 71.895 71.895
Alíquotas 25% 9%
Débitos fiscais diferidos - Circulante (b) 17.974 6.470 24.444 19.893

Saldo total Impostos sobre passivos diferidos 68.395 51.059

Encargos de Reavaliação

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Consolidado
Imposto de Renda Contribuição Social 31/3/2010 31/12/2009

Reserva de reavaliação 3.399.525 3.399.525


(-) Terrenos (56.444) (56.444)
(-) Reversão de reavaliação anterior (819.533) (819.533)
(-) Depreciação / baixas (1.285.321) (1.285.321)
Base de cálculo 1.238.227 1.238.227
Alíquotas 25% 9%
Encargos tributários 309.558 111.440 420.998 440.013

Variação do saldo do Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos


Companhia
31/03/2010 31/12/2009 Variação
Impostos diferidos - ativo (diferenças temporárias) 401 256 145
Total 401 256 145

Consolidado
31/03/2010 31/12/2009 Variação
Impostos diferidos - ativo (diferenças temporárias) 787.396 764.460 22.936
Impostos diferidos - ativo (ajustes não transitados pela conta
de impostos) (75) - (75)
Impostos diferidos - passivo (diferenças temporárias) (68.395) (51.059) (17.336)
Impostos diferidos - passivo (encargos de reavaliação) (420.998) (440.013) 19.015
Total 297.928 273.388 24.540

11. REDUÇÃO DE RECEITA - BAIXA RENDA

Subvenção à baixa renda - tarifa social: O Governo Federal, por meio da Lei nº 10.438,
de 26/4/2002, determinou a aplicação da tarifa social de baixa renda, o que causou uma
redução na receita operacional das controladas, compensada por meio do Decreto
Presidencial nº 4.538, de 23/12/2002, em que foram definidas as fontes para concessão e
subvenção econômica com a finalidade de contribuir para a modicidade da tarifa de
fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais integrantes da subclasse
residencial baixa renda, com consumo mensal inferior a 80 kWh ou com consumo entre
80 e 220 kWh, neste último caso desde que atendam a alguns critérios, conforme
estabelecido no artigo 5o da Lei nº 10.604, de 17/12/2002.

Segue abaixo a movimentação no período:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Saldo em 31 de dezembro de 2009 38.569
Valor provisionado 14.430
Valor homologado 16.725
Valor recebido (21.387)
Saldo em 31 de março de 2010 48.337

12. ATIVOS E PASSIVOS REGULATÓRIOS

12.1. Conta de Compensação de Variação de Custos da “Parcela A” – CVA

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Conforme disposições contidas na Medida Provisória nº 14, de 21/12/2001, convertida na
Lei nº 10.438, de 26/4/2002, Portarias Interministeriais nº 296, de 25/10/2001, nº 25, de
24/1/2002 e nº 116, de 4/4/2003, e resoluções complementares da ANEEL, as
Controladas registraram como despesas antecipadas a variação dos valores de itens
denominados de “Parcela A” (custos não gerenciáveis) que serão recuperados através de
aumentos tarifários futuros.

Saldos consolidados
Descrição de ativos e passivos regulatórios 31/03/2010 31/12/2009
Contas de Compensação Variação de Custos da Parcela A - CVA
CVA2001 - Período de 2001 18.548 17.326
CVA2008 - Período Tarifário de 2007 a 2008 (878) (1.027)
CVA2009 - Período Tarifário de 2008 a 2009 27.840 79.258
CVA2010 - Período Tarifário de 2009 a 2010 68.799 67.188
CVA2010 - Período Tarifário de 2011 a 2011 12.558 -
Subtotal 126.867 162.745
Diferimento de estornos de créditos de ICMS 4.661 -
Diferimento de gastos com implantação - MCPSE 9.191 -
Majoração de aliquotas de PIS/COFINS (1) (1)
Diferimento de Repos.Tarifária Rede Básica (77.950) (91.323)
Total de ativos e passivos regulatórios 62.768 71.421

A Companhia através das suas controladas iniciou a compensação dos valores


reconhecidos na CVA no período entre fevereiro de 2008 a julho de 2009, denominada
“CVA 2009”.

Os valores que estão sendo compensados por meio da CVA impactam em aumentos,
bem como reduções, que serão percebidos nas tarifas de fornecimento de energia elétrica
de suas controladas no período de abril de 2009 a agosto de 2010, conforme
demonstrado abaixo:

Controladas Nota técnica Data %


CELPA 857/2009 04/08/2009 8,63
CEMAT 794/2009 07/04/2009 15,99
ENERSUL 796/2009 07/04/2009 13,60
CELTINS 847/2009 30/06/2009 2,15
CAIUÁ D 819/2009 05/05/2009 15,32
EDEVP 816/2009 05/05/2009 11,13
EEB 818/2009 05/05/2009 23,47
CNEE 817/2009 05/05/2009 14,49
CFLO 842/2009 23/06/2009 6,99

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Os quadros a seguir demonstram os saldos dos ativos e passivos regulatórios no 1o
trimestre de 2010:

Saldo em Saldo em
Descrição 31/12/2009 Adições Baixas Atualiz. Amortiz. Transf. 31/03/2010
Ativo
Conta de Consumo Combustível - CCC 68.908 16.896 (3.202) 961 (9.534) - 74.029
Transporte Energia Elétrica Rede Básica 52.798 (15.604) - 57 (3.233) - 34.018
Encargo de Serviços de Sistemas - ESS 41.237 5.580 (2.388) 602 (27.072) - 17.959
Conta de Desenvolv. Energético - CDE 4.995 3.157 - 102 (993) - 7.261
Programa de Incent. Fontes Alt. - PROINFA 6.999 5.777 - 149 (3.758) - 9.167
Custo de aquisição de energia 42.682 28.914 (21.663) 1.572 (12.433) - 39.072
Transporte de Energia Elétrica - Itaipu 1.219 259 - 15 (430) - 1.063
Custo Aquisição Energia - Contr. Iniciais 5.339 - - 88 (286) - 5.141
Diferimento de estornos de créditos de ICMS - 376 - - - - 376
Diferimento de gastos com implantação - MCPSE - 10.340 - - - - 10.340
Diferim. de Repos. Tarifária Rede Básica 93.943 56.253 - - (13.046) - 137.150
Total no ativo 318.120 111.948 (27.253) 3.546 (70.785) - 335.576

Parcelas classificadas no circulante 113.472 73.752 - 1.308 (68.463) 38.681 158.750


Parcelas classificadas no não circulante 204.648 38.196 (27.253) 2.238 (2.322) (38.681) 176.826

Saldo em Saldo em
Descrição 31/12/2009 Adições Baixas Atualiz. Amortiz. Transf. 31/03/2010

Passivo

Conta de Consumo Combustível - CCC (15.459) (1.966) 3.202 (290) 124 - (14.389)
Transporte Energia Elétrica Rede Básica (574) (14.117) - (23) 71 - (14.643)
Encargo de Serviços de Sistemas - ESS (28.027) (2.891) 2.388 (416) - - (28.946)
Conta de Desenvolv. Energético - CDE (4) (215) - - 4 - (215)
Programa de Incent. Fontes Alt. - PROINFA (11) (98) - - 11 - (98)
Custo de Aquisição de Energia (61.074) (53.368) 21.663 (1.141) 9.283 - (84.637)
Reserva Global de Reversão - RGR (3.519) - - - 1.428 - (2.091)
Custo Aquisição Energia - Contr. Iniciais (2.920) - - (183) - - (3.103)
Majoração de Alíquota PIS/COFINS (2) - - - 1 (1)
Diferim. de Repos. Tarifária Rede Básica (135.109) (7.084) - (11.088) 28.596 - (124.685)
Total no passivo (246.699) (79.739) 27.253 (13.141) 39.518 - (272.808)

Parcelas classificadas no circulante (106.315) (6.425) - (11.209) 39.518 (87.194) (171.625)


Parcelas classificadas no não circulante (140.384) (73.314) 27.253 (1.932) - 87.194 (101.183)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

12.2. Devolução tarifária – controlada ENERSUL

Na reunião pública ocorrida no dia 7/4/2008, a ANEEL decidiu pelo parcelamento da


compensação gerada pela redução da Base de Remuneração Regulatória - BRR de 2003
em até 36 meses de forma a anular aumentos tarifários resultantes de repasse de CVA,
com base nas simulações realizadas. Se confirmada as premissas, o saldo remanescente
será suficiente para evitar que haja aumento tarifário em 2009 e, ainda, para suavizar ou
até mesmo evitar que haja elevação tarifária em 2010. Vale ressaltar que as simulações
foram feitas levando-se em consideração o cenário mais provável de evolução da média
dos custos de geração e de transmissão e com encargos setoriais, além das previsões do
Banco Central para os índices de inflação. Essa compensação será remunerada pela taxa
SELIC.

O reposicionamento foi o principal resultado da revisão tarifária e decorreu da aferição


pela ANEEL dos custos operacionais eficientes, através da metodologia Empresa de
Referência - ER, da avaliação dos investimentos prudentes, através da BRR e do
reconhecimento de custos não gerenciáveis, Parcela A. No presente caso da ENERSUL,
a ER foi mantida como provisória por existir alguns componentes ainda em avaliação pela
ANEEL.

O saldo líquido dessa compensação financeira totalizou R$ 151.122, resultado de


R$ 192.326 referentes ao efeito retroativo da redução da BRR de 2003, deduzidos de
R$ 41.204 relativos à última parcela do diferimento da revisão tarifária de 2003 e não
recebidos pela ENERSUL, sendo o valor de R$ 18.450 aplicado para compensação
financeira durante o ciclo tarifário 2008/2009 e R$ 76.522 aplicado para compensação
financeira durante o ciclo tarifário 2009/2010.

12.3. Acordo Geral do Setor Elétrico

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


O Governo Federal, através da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica -
CGCEE, e as concessionárias distribuidoras e geradoras de energia elétrica celebraram,
em dezembro de 2001, o Acordo Geral do Setor Elétrico, definindo os critérios para a
recomposição das receitas e perdas extraordinárias relativas ao período de vigência do
Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia Elétrica, que se dará
através de adicional tarifário nas contas de fornecimento de energia, sendo 2,9% nas
contas faturadas aos consumidores da classe residencial (exceto subclasse baixa renda),
iluminação pública e rural, e de 7,9% para as demais classes de consumidores.

A ANEEL, através dos Ofícios Circulares nº 2.212, de 20/12/2005, e nº 74, de 23/1/2006,


estabeleceu os seguintes procedimentos para o cálculo da remuneração:

• Para o item Recomposição Tarifária Extraordinária - RTE, a incidência da


remuneração deverá ser: (i) sobre o montante financiado, que corresponde a 90% dos
valores homologados pela ANEEL, taxa SELIC (BNDES), acrescida de juros de 1% a.a.,
proporcionalmente aos desembolsos recebidos; e (ii) sobre os 10% não financiados, taxa
SELIC (BACEN);

• Para o item Energia Livre, para o caso em que a geradora obteve o financiamento
junto ao BNDES, calcular a remuneração pela taxa SELIC (BNDES), acrescida de juros
de 1% a.a., proporcionalmente aos desembolsos recebidos; e para as geradoras que não
obtiveram financiamento, a remuneração deverá ser calculada somente pela taxa SELIC
(BACEN);

• Para o item “Parcela A” (parcela de custos componentes da tarifa de energia não


gerenciáveis pela concessionária), a remuneração deverá ser apropriada utilizando a taxa
SELIC (BACEN).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As informações do 1o trimestre de 2010 contemplam os seguintes ajustes decorrentes do
Acordo:

Receita Repasse aos Resultado


Consolidado 31/12/2009 Transferência operacional agentes financeiro 31/03/2010
Ativo circulante:

Recomposição Tarifaria 4.250 612 (1.069) - 810 4.603


Energia livre 8.582 (2.157) (1.743) (2) 297 4.977
Não circulante:
Recomposição Tarifaria 29.693 (612) - - - 29.081
Energia livre 6.197 2.157 - - - 8.354
(-) Provisão Energia livre (7.926) - - - - (7.926)
Passivo circulante:
Energia livre (37.788) (5.057) (3) 2.040 (334) (41.142)
Passivo não circulante:

Energia livre (11.041) 5.057 - - - (5.984)


(-) Provisão Energia livre 7.926 - - - - 7.926
Total líquido (107) - (2.815) 2.038 773 (111)

A ANEEL, por meio da Resolução Normativa ANEEL nº 1, de 12/1/2004, retificou os


montantes que haviam sido homologados pela Resolução nº 483, de 29/8/2002, relativos
à Energia Livre e alterou os prazos máximos de permanência da Recomposição Tarifária
Extraordinária - RTE nas tarifas de fornecimento de energia elétrica, excluindo desse
prazo a recuperação dos valores financeiros de itens da “Parcela A” e, por meio da
Resolução nº 45, de 3/3/2004, alterou o percentual a ser aplicado à arrecadação da RTE
a título de repasse de energia livre, cabendo a suas controladas: Caiuá – 63,5851%;
Bragantina – 85,4207%; Nacional – 43,7283%; a controlada CELTINS utilizou o
percentual de 92,3270%, conforme determina a Resolução nº 89 de 25/2/2003, até janeiro
de 2004, quando encerrou seu repasse; CEMAT com 46,1021%; e CELPA com
46,4669%.

De acordo com estudo detalhado preparado pela Administração das Companhias, o prazo
determinado pela ANEEL é suficiente para a recuperação desses valores das empresas
(ENERSUL, CEMAT, EDEVP, CELTINS, Nacional e Bragantina), sendo que a CELPA
devido alteração na metodologia de amortização, o prazo de 52 meses foi insuficiente
para recuperação dos valores de Perda de Receita e Energia Livre. A Caiuá Distribuição
de Energia S.A., após atualizar seus saldos conforme determinação do Termo de
Notificação da ANEEL nº 285/2008 e Resolução Homologatória nº 735, de 04/11/2008
que autoriza a cobrança da RTE nos municípios que estavam sob liminar, o prazo de 53
meses serão insuficientes para recuperação dos valores de Perda de Receita e Energia
Livre até a presente data, já constituindo provisão para perdas.

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13. TÍTULOS A RECEBER

Companhia Consolidado

31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009


Circulante
Itamarati Norte S.A. Agropecuária (b) 7.705 7.518 7.705 7.518
Precatórios - Prefeituras Municipais - MS - - 9.110 10.511
Outros títulos a receber (c) - - 22.708 21.772
Total 7.705 7.518 39.523 39.801

Não circulante
Créditos adquiridos de terceiros (a) - - 191.400 191.400
(-) Deságio (a) - - (97.842) (97.842)
Itamarati Norte S.A. Agropecuária (b) 30.743 32.667 30.743 32.667
Precatórios - Prefeituras Municipais - MS - - 3.357 3.357
Precatórios - PM - Cuiabá (d) - - 44.928 42.079
Outros títulos a receber (c) - - 7.323 7.323
Total 30.743 32.667 179.909 178.984

(a) Com a finalidade de compensação de impostos e contribuições administrados pela


Secretaria da Receita Federal, a Companhia e suas Controladas adquiriram, em 2003,
créditos de origem não tributária decorrentes da condenação da União Federal em ação
indenizatória, reconhecidos por decisão judicial transitada em julgado. A Companhia e
suas Controladas ingressaram na ação com pedido de assistência o que foi indeferido
pelo Juiz. Contra a referida decisão, foi apresentado recurso, que aguarda apreciação
pelo Tribunal Regional Federal da 1a Região. Com a adesão ao Parcelamento
Excepcional – PAEX, nos termos da Medida Provisória nº 303/2006, em 15/12/2006, a
Companhia e suas Controladas desistiram da compensação tributária de referidos
créditos e mantém a discussão judicial visando à sua satisfação. A realização do crédito
depende do sucesso da ação atualmente em fase de execução, sendo considerado
provável o êxito da ação pelos assessores jurídicos.

(b) Refere-se aos créditos recebidos da Denerge Desenvolvimento Energético S.A. (vide
nota explicativa nº 16 item a).

(c) É composto, em sua grande maioria, por faturas de energia elétrica novadas.

(d) Refere-se a Processo de Ação de Execução de Precatório nº 383/2001 contra a


Prefeitura de Cuiabá – MT. Atualmente o processo evolui do 52º lugar em 2006, para 30º
lugar em 2010 na listagem de precatórios pendentes de pagamento por parte da
Prefeitura de Cuiabá.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


14. SUB-ROGAÇÃO DA CCC

Em conformidade com as disposições da Resolução ANEEL nº 784, de 24/12/2002, foram


enquadradas na sub-rogação do direito de uso da Conta de Consumo de Combustíveis
Fósseis – CCC, as Controladas CEMAT, ENERSUL e CELPA, pelas Resoluções
Autorizativa ANEEL nº 81, de 9/3/2004, nº 331, de 3/10/2005 e nº 1.999, de 7/7/2009
respectivamente.

O enquadramento das Controladas é devido à implantação de projetos elétricos que


visam à desativação de usinas térmicas e consequente redução do consumo de óleo
diesel no processo de geração de energia, proporcionando a redução do dispêndio da
CCC o que contribui para a modicidade das tarifas aos consumidores finais.

O Despacho ANEEL nº 4.722, de 18/12/2009, para aplicação nas publicações do


exercício de 2009 trata nos itens 53 e 54, a respeito da contabilização do subsídio
recebido pelas concessionárias, oriundo do fundo da CCC em virtude de obras que visam
à desativação de usinas térmicas.

O mencionado despacho determina que todos os valores já recebidos ou aprovados


sejam registrados no grupo de contas “223 - Obrigações Especiais Vinculadas à
Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica”. Dentro desse grupo é feita a
segregação dos valores já efetivamente recebidos e dos valores pendentes de
recebimento que já foram aprovados pelo órgão regulador.

• Controlada CEMAT com a implantação dos seguintes projetos:

Sistemas de Transmissão e Distribuição Brasnorte / Juara / Juína, Campo Novo /


Brasnorte, Juara / Juína, Sapezal, Tabaporã, Nova Monte Verde, Baixo Araguaia,
Juruena, Sapezal / Comodoro.

Os valores referentes a esses subsídios estão registrado da seguinte forma:

Valor Valor Valor Valor


Obra Status aplicado sub-rogado recebido a receber

Sistema Brasnorte/Juara/Juína-Trecho Campo Novo/Brasnorte em serviço 12.094 9.071 9.071 -


Sistema Brasnorte/Juara/Juína-Trecho Juara/Juína em serviço 55.904 42.172 42.172 -
Sistema de Transmissão Sapezal em serviço 17.386 13.040 11.440 1.600
Sistema de Transmissão Tabaporã em serviço 3.078 2.132 2.132 -
Sistema de Transmissão Nova Monte Verde em serviço 62.914 56.542 13.859 42.683
Sistema de Transmissão Baixo Araguaia em serviço 184.916 152.916 42.226 110.690
Sistema de Transmissão Juruena em curso 39.611 40.310 - 40.310
Sistema de Transmissão Sapezal / Comodoro em curso 30 32.254 - 32.254

Total 375.933 348.437 120.900 227.537

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Controlada ENERSUL implantação do projeto:

Linha de Transmissão e Distribuição de 138 kV de Jardim / Porto Murtinho, valor sub-


rogado em R$ 28.740, projeto concluído integralmente no exercício de 2007, saldo
remanescente de recebimento no montante de R$ 2.389.

• Controlada CELPA com a implantação do projeto elétrico para a interligação da


Ilha do Marajó ao Sistema Interligado Nacional – SIN, em duas fases:

A primeira fase com os Sistemas de Transmissão e Distribuição Tucuruí / Cametá, Bento /


Portel / Breves, Portel / Bagre, Breves / Melgaço, Breves / Curralinho, bem como as
Subestações Tucuruí / Vila, Cametá, Portel, Breves, Bagre, Melgaço, Curralinho e Parada
do Bento.

A segunda fase com os Sistemas de Transmissão e Distribuição Tucuruí / UHE Parada do


Bento, Anajás / Afuá, Anajás / Cachoeira do Arari, Breves / Anajás, Cachoeira do Arari /
Ponta de Pedras, Cachoeira do Arari / Salvaterra, Salvaterra / Soure, Ponta de Pedras /
Muaná, Muaná / São Sebastião da Boa Vista, Afuá / Chaves, Cachoeira do Arari / Santa
Cruz do Arari, bem as Subestações Anajás, Parada do Bento, Tucuruí, Afuá, Chaves,
Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Salvaterra, Soure, Ponta de Pedras, Muaná e
São Sebastião da Boa Vista.

Os valores referentes a esses subsídios estão registrado da seguinte forma:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Valor sub- Valor a
Obra Status Valor aplicado rogado Valor recebido receber

LT/D - Tucuruí/Cametá Em curso 3.367 9.598 - 9.598


LT/D - Parada do Bento/Portel/Breves Em curso 28.846 90.077 - 90.077
LT/D - Portel/Bagre Em curso 3.579 8.067 - 8.067
LT/D - Breves/Melgaço Em curso 1.139 3.796 - 3.796
LT/D - Breves/Curralinho Em curso 3.697 10.440 - 10.440
Subestação - Tucuruí/Vila Em curso 15 6.873 - 6.873
Subestação - Cametá Em curso 16 9.000 - 9.000
Subestação - Portel Em curso 1.156 15.525 - 15.525
Subestação - Breves Em curso 31 13.876 - 13.876
Subestação - Bagre Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Melgaço Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Curralinho Em curso 4 1.998 - 1.998
Subestação - Parada do Bento Em curso 26 11.414 - 11.414
Subtotal - 1ª fase 41.884 184.660 - 184.660
-
LT/D - Tucuruí/Parada do Bento Em curso - 39.197 - 39.197
LT/D - Anajás/Afuá Em curso - 35.801 - 35.801
LT/D - Anajás/Cachoeira do Arari Em curso - 37.233 - 37.233
LT/D - Breves/Anajás Em curso - 34.369 - 34.369
LT/D - Cachoeira do Arari/Ponta de Pedras Em curso - 15.752 - 15.752
LT/D - Cachoeira do Arari/Salvaterra Em curso - 22.913 - 22.913
LT/D - Salvaterra/Soure Em curso - 992 - 992
LT/D - Ponta de Pedras/Muaná Em curso - 4.961 - 4.961
LT/D - Muaná/São Sebastião da Boa Vista Em curso - 4.961 - 4.961
LT/D - Afuá/Chaves Em curso - 5.953 - 5.953
LT/D - Cachoeira do Arari/Santa Cruz do Arari Em curso - 6.450 - 6.450
Subestação - Anajás Em curso - 12.976 - 12.976
Subestação - Parada do Bento Em curso - 3.955 - 3.955
Subestação - Tucuruí Em curso - 4.333 - 4.333
Subestação - Afuá Em curso - 10.824 - 10.824
Subestação - Chaves Em curso - 1.786 - 1.786
Subestação - Cachoeira do Arari Em curso - 13.567 - 13.567
Subestação - Santa Cruz do Arari Em curso - 1.786 - 1.786
Subestação - Salvaterra Em curso - 14.195 - 14.195
Subestação - Soure Em curso - 2.459 - 2.459
Subestação - Ponta de Pedras Em curso - 10.090 - 10.090
Subestação - Muaná Em curso - 2.406 - 2.406
Subestação - São Sebastião da Boa Vista Em curso - 1.998 - 1.998
Subtotal - 2ª fase - 288.957 - 288.957
Total 41.884 473.617 - 473.617

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• Os valores consolidados na Controladora referentes a esses subsídios estão


registrado da seguinte forma:

Valor Valor Valor Valor


Obras Status aplicado sub-rogado recebido a receber
Controlada CEMAT Em serviço/curso 375.933 348.437 120.900 227.537
Controlada ENERSUL Em serviço - 28.740 26.351 2.389

Controlada CELPA Em serviço/curso 41.884 473.617 - 473.617


Total 417.817 850.794 147.251 703.543

Do montante pendente de recebimento e pela regra estabelecida pela ANEEL, os valores


do benefício só serão repassados as Concessionárias após a efetiva energização.

15. OUTROS ATIVOS

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Consolidado
Circulante Não circulante
31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009
Valores a recuperar de empregados 8.527 8.201 - -
Adiantamentos a fornecedores 11.856 15.676 - -
Alienação de bens e direitos 21.732 21.757 - -
Dispêndios a reembolsar 1.380 1.813 - -
Convênios de arrecadação 1.313 1.313 - -
Cheques em cobrança 3.800 3.958 - -
Recolhimento a maior - PIS 70 70 - -
Recolhimento a maior - COFINS (a) 9.352 9.291 - -
Recolhimento a maior - FGTS 51 51 - -
Créditos Contas de Energia Elétrica Mês 4.307 4.098 - -
Desativação em curso 18.711 11.650 285 285
Alienações em curso 3.138 2.523 - -
Garantia liquidação operações CCEE 1.040 1.019 - -
Tributos e contribuições sociais a compensar - - 3.749 3.749
Títulos a receber - - 4.450 3.649
ICMS - créditos adquiridos de terceiros - - 11.136 11.136
Prêmios de seguros 4.707 6.162 - 3
Juros parcelamentos conta energia elétrica 11.994 10.867 - -
Devedores diversos 7.690 9.197 1.227 1.227
Outros 4.679 8.640 4.239 4.067
Total 114.347 116.286 25.086 24.116

(a) Refere-se a crédito tributário da Controlada CELPA originário do pedido de revisão do


REFIS pendente de decisão administrativa referente a depósitos judiciais relativos ao
período de setembro de 1998 a janeiro de 1999, não convertidos em renda na
consolidação do REFIS liquidado em setembro de 2006.

16. PARTES RELACIONADAS

16.1. Transações e saldos com empresas relacionadas

19/05/2010 16:17:10 Pág: 55


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia
TRANSAÇÕES 31/3/2010 31/3/2009
Receitas financeiras 19.698 23.284
Despesas financeiras 12.498 16.897

SALDOS ATIVOS 31/3/2010 31/12/2009


Circulante
Dividendos:
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 9.757 9.757
Cia Nacional de Energia Elétrica 4.847 4.847
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 1.719 1.719
Cia Força e Luz do Oeste 5.277 5.277
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 5.888 5.888
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA 1.855 1.855
Tangará Energia S.A. - 2.572
Rede Comercializadora de Energia S.A. 3.440 3.440
Rede Power do Brasil S.A. 1.425 2.246
Rede Eletricidade e Serviços S.A. 8.976 8.976
Emp. de Distribuição de Energia Vale Paranapanema 9.364 9.364
52.548 55.941

Juros sobre capital próprio:


Empresa Elétrica Bragantina S.A. 2.026 2.026
Cia Nacional de Energia Elétrica 1.269 1.269
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - Celtins 4.323 4.323
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 9.665 9.665
Cia Força e Luz do Oeste 498 498
Emp. de Distribuição de Energia Vale Paranapanema 5.100 5.100
22.881 22.881
Total 75.429 78.822

19/05/2010 16:17:10 Pág: 56


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia
31/3/2010 31/12/2009
SALDOS ATIVOS
Não circulante
Valores a recuperar:
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A 503 351
Denerge Desenvolvimento Energético S.A 44 44
QMRA Participações S.A 16.579 15.319
Caiuá Distribuição de Energia S.A 1.410 11
18.536 15.725
Assunção de dívida, cessão de crédito e outras avenças (a):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 237.510 231.656
Denerge Desenvolvimento Energético S.A 48.862 49.541
QMRA Participações S.A 155.702 152.067
442.074 433.264
Conta corrente 31/10/2005 (b):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. - 60.948
QMRA Participações S.A - 338.563
Denerge Desenvolvimento Energético S.A - 11.814
- 411.325
Conta corrente 1/9/2006 (c):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 57.508 -
QMRA Participações S.A 347.936 -
Denerge Desenvolvimento Energético S.A 11.999 -
Caiuá Distribuição de Emergia S.A. 4.369 4.295
421.812 4.295
Contrato de venda e compra de ações (e):
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. 14.860 14.494
Total 897.282 879.103

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Companhia
31/03/2010 31/12/2009
SALDOS PASSIVOS
Não circulante
Valores a reembolsar:
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 38 38
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 4.510 4.510
Cia Nacional de Energia Elétrica S.A. 2.204 2.204
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 715 715
Cia Força e Luz do Oeste 29 29
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 1.124 1.124
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA 7.926 7.926
Tangará Energia S.A. 154 154
Rede Comercializadora de Energia S.A. 248 215
Rede Power do Brasil S.A. 43 -
Rede Eletricidade e Serviços S.A. 9 9
Caiuá Distribuição de Energia S.A 106 106
17.106 17.030
Conta corrente 1/9/2006 (c):
Rede Power do Brasil S.A. 7.229 -
Rede Comercializadora de Energia S.A. 13.631 6.243
20.860 6.243
Conta corrente 31/12/2006 (d):
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 155.619 152.994
Cia Nacional de Energia Elétrica S.A. 59.318 58.317
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 19.226 18.902
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA 114.068 112.144
Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. 5.413 5.321
353.644 347.678
Contrato de venda e compra de ações (e):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 143.757 146.891
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. 55.627 56.837
199.384 203.728
Total 590.994 574.679

19/05/2010 16:17:10 Pág: 58


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
TRANSAÇÕES 31/3/2010 31/3/2009
Receitas financeiras 9.240 10.720
Despesas financeiras 6.097 8.412

SALDOS ATIVOS 31/03/2010 31/12/2009


Não circulante
Valores a recuperar:
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A 512 360
Denerge Desenvolvimento Energético S.A 44 44
Outras 307 -
863 404
Assunção de dívida, cessão de crédito e outras avenças (a):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 237.510 231.656
Denerge Desenvolvimento Energético S.A 48.862 49.541
286.372 281.197
Conta corrente 31/10/2005 (b):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. - 60.948
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. - 14.000
- 74.948
Conta corrente 1/9/2006 (c):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 57.509 -
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. 14.320 -
Rede Comercializadora de Energia S.A. - 95
71.829 95
Contrato de venda e compra de ações (e)
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. 17.942 17.500
Total 377.006 374.144

SALDOS PASSIVOS
Não circulante
Valores a reembolsar:
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 1.712 38
Diversos 824 117
2.536 155
Conta corrente 31/10/2005 (b):
Rede Peixe Energia S.A. 262 258
Conta corrente 1/9/2006 (c):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 6.326 6.219
Contrato de venda e compra de ações (e):
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 143.757 146.891
Denerge Desenvolvimento Energético S.A. 55.627 56.837
199.384 203.728
19/05/2010 16:17:10 Pág: 60
Total 208.508 210.360
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Assunção de dívida, cessão de crédito e outras avenças

Como parte do processo de reorganização societária a Companhia, através de


instrumento particular de assunção de dívidas, cessão de créditos e outras avenças de
31/3/2006, assumiu as dívidas e os créditos a receber perante terceiros, empresas
controladas e instituição financeira existentes nas empresas controladoras EEVP e
Denerge.

O saldo apurado neste contrato deverá ser quitado no prazo máximo de até dez anos,
devidamente atualizado pelo CDI acrescido de juros 2% a.a., vencendo em 31/12/2016.

Em 29/12/2006 a Companhia assumiu, através de instrumento particular de assunção de


dívidas e outras avenças, a dívida da QMRA Participações S.A. junto ao BNDES no valor
de R$ 101.408 a ser quitada em 60 parcelas mensais com carência de 36 meses
vencendo a 1a parcela em 30/12/2009.

Em Dezembro/2006 este contrato foi repactuado adotando-se as mesmas condições da


renegociação dos contratos junto ao BNDES.

Forma de Pagamento:

6,3% em 40 parcelas trimestrais, com vencimento da 1ª parcela para 15/12/2006.


93,7% em 05 parcelas trimestrais, com vencimento da 1ª parcela para 15/12/2007.
Remuneração TJLP mais 2 % a.a.

(b) Conta corrente 31/10/2005

• Contrato Multilateral de Mútuo entre as Holding’s e Demais Empresas

Refere-se à movimentação financeira efetuada entre as empresas do Grupo Rede que na


medida de suas necessidades, tomarão ou darão em empréstimos, recursos financeiros,
de forma sucessiva e contínua, assumindo, respectivamente, a posição de devedora ou
credora conforme o caso.

A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo
de 24 meses, vencendo em 30/10/2011, nos termos de contratos de mútuo na modalidade
de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos.

(c) Conta corrente 1/9/2006

• Contrato Multilateral de Mútuo entre as Geradoras e Não Concessionárias


(Mutuantes) e as Distribuidoras (Mutuárias)

19/05/2010 16:17:10 Pág: 61


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As empresas Geradoras e Não Concessionárias (mutuantes) darão em empréstimos,
recursos financeiros dentro dos limites para o saldo credor estabelecidos no contrato, às
Distribuidoras (mutuárias), na medida de suas necessidades de forma sucessiva e
contínua, com remuneração sobre o saldo devedor calculado com base em 100% do CDI.
Cada empresa tem um limite máximo para o saldo credor, as Distribuidoras, por sua vez,
somente poderão realizar operações de conta-corrente na condição de tomadoras dos
empréstimos perante as Geradoras e Não Concessionárias.

As mutuantes podem realizar operações de empréstimos financeiros entre si.

A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo
de 36 meses, vencendo em 31/08/2011, nos termos de contratos de mútuo na modalidade
de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos

Este contrato e seus respectivos aditamentos foram devidamente aprovados pela ANEEL
por meio de despachos da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.

• Contrato Multilateral de Mútuo entre as Distribuidoras

Refere-se à movimentação financeira efetuada entre as Distribuidoras que na medida de


suas necessidades, tomarão ou darão em empréstimos, recursos financeiros, de forma
sucessiva e contínua, assumindo, respectivamente, a posição de devedora ou credora
conforme o caso, dentro dos limites para o saldo credor estabelecidos no contrato.

A Centrais Elétricas do Pará S.A. – CELPA foi incluída no contrato na condição de


mutuária, somente podendo receber recursos das demais distribuidoras.

A remuneração sobre o saldo devedor é calculada com base em 100% do CDI com prazo
de 36 meses vencendo em 31/08/2011, nos termos de contratos de mútuo na modalidade
de conta corrente, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos.

Este contrato e seus respectivos aditamentos foram devidamente aprovados pela ANEEL
por meio de despachos da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.

(d) Conta corrente 31/12/2006

Refere-se à consolidação e repactuação dos saldos dos contratos denominados “Conta


Corrente até 31/8/2004” que seriam pagos em 120 meses com carência de 18 meses e
remunerados a taxa de 100% CDI e do contrato denominado “Conta Corrente após
1/9/04” que permitia a movimentação financeira entre empresas do grupo com
remuneração de CDI mais 2% de juros a.a., com prazo de vencimento de 24 meses,
repactuados nas seguintes condições:

• Carência de 24 meses
• Prazo 86 meses
• Remuneração 100% CDI mais 2% Juros a.a.

19/05/2010 16:17:10 Pág: 62


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Esta repactuação foi aprovada pela ANEEL por meio do despacho nº 181 da
Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira de 29/1/2007.

Em fevereiro de 2008, através do 1o aditamento ao Instrumento Particular de Contratos de


Repactuação de Dívida de Mútuo, foi repactuado a remuneração do contrato passando a
ser de 100% do CDI a partir do saldo de devedor em 31/12/2007. Esta repactuação foi
aprovada pela ANEEL por meio do despacho nº 709 da Superintendência de Fiscalização
Econômica e Financeira de 22/2/2008.

(e) Contrato venda e compra de ações

Como parte do processo de reorganização societária a Companhia adquiriu e alienou


participações societárias através de instrumentos particulares de venda e compra de
ações conforme abaixo:
• Denerge Desenvolvimento Energético S.A.

Alienação:
Rede Peixe Energia S.A - 60 parcelas mensais e sucessivas com carência de três anos
vencendo a 1ª parcela em 3/4/2009 acrescidas de 100% do CDI mais 2% a.a

Aquisição:
Rede Comercializadora de Energia S.A e Rede Eletricidade e Serviços S.A - Entrada em
3 parcelas anuais com vencimentos em 30/6/06; 30/6/07 e 30/6/08 e mais 84 parcelas
mensais vencendo a 1ª em 30/7/08 todas acrescidas de 100% CDI mais 2% a.a.

• Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A.

Aquisição:
Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. - Entrada em 3 parcelas
anuais com vencimentos em 30/6/06; 30/6/07 e 30/6/08 e mais 84 parcelas mensais
vencendo a 1ª em 30/7/08 todas acrescidas de 100% CDI mais 2% a.a.

16.2. Remuneração dos Administradores

A Remuneração total dos Administradores da Companhia no período foi de R$ 275 (R$


220 em 2009), que corresponde na sua totalidade a benefícios de curto prazo

16.3. Compartilhamento de Infraestrutura

Atualmente as empresas do Grupo Rede Energia compartilham as atividades,


equipamentos e instalações onde as despesas são repassadas para as empresas através

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


de contratos e aditamentos devidamente aprovados pela ANEEL por meio de despachos
da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira quando necessário.

• Compartilhamento de aeronave: Instrumento Particular de Contrato de Uso


Compartilhado de Aeronaves e Outras Avenças firmado entre as empresas Caiuá
Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA e ENERSUL onde
todas as despesas incorridas na manutenção e operação são apuradas na Caiuá
Distribuição, detentora da aeronave e repassadas às demais empresas pelo critério de
proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento de escritório comercial em Brasília: Contrato firmado entre


as empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA
e ENERSUL, onde os custos referentes ao escritório são suportados pela EDEVP e
repassados para as demais empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no
referido contrato.

• Compartilhamento de serviços e infraestrutura de telefonia e comunicação:


Contrato firmado entre as empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO,
CELTINS, CEMAT e CELPA, onde os custos referentes a infra-estrutura de telefonia e
comunicação são suportados pela Caiuá Distribuição e repassados para as demais
empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento de link de dados: Contrato firmado entre as empresas Caiuá


Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT e CELPA,onde os custos
referentes ao link de dados são suportados pela CEMAT e repassados para as demais
empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no referido contrato.

• Compartilhamento do atendimento 0800 a portadores de deficiência auditiva


e/ou de fala: Contrato firmado entre as empresas Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB,
CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT e CELPA, onde os custos referentes ao atendimento
0800 a portadores de deficiência auditiva e/ou de fala são suportados pela CELTINS e
repassados para as demais empresas pelo critério de proporcionalidade estabelecido no
referido contrato.

• Acordo de cooperação para gestão de pessoal: Contrato firmado entre as


empresas, Caiuá Distribuição, EDEVP, EEB, CNEE, CFLO, CELTINS, CEMAT, CELPA,
ENERSUL e Rede Comercializadora, para utilização recíproca dos recursos humanos nas
atividades comuns de gerência e direção

Compartilhamento de centro integrado de atendimento e processos comerciais de


Presidente Prudente: Contrato firmado entre empresas Caiuá Distribuição, EEB,
EDEVP, CNEE e CFLO para compartilhamento da estrutura de custos para os serviços de
atendimento via call center e processos comerciais, relacionados à impressão de contas,
controle de arrecadação, emissão de rol de leitura e análise comercial call center e
emissão de relatórios de faturamento e arrecadação.

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17. CAUÇÕES E DEPÓSITOS VINCULADOS

Consolidado
31/03/2010 31/12/2009
Tesouro Nacional (a) 41.167 37.755
Bradesco - CDB 2.795 2.900
Banco do Brasil - CDB 221 216
Outros (b) 2.713 3.838
Total 46.896 44.709

(a) Refere-se à caução dada em garantia dos empréstimos com o Tesouro Nacional, a
qual é corrigida através de índice semestral e variação cambial, sendo a data de
vencimento em 11/4/2024 e 15/4/2024.
(b) Refere-se à caução em garantia do contrato de leasing da aeronave junto ao Banco
GE, sendo corrigida através da taxa Libor e variação cambial com vencimento em
17/1/2010.

18. INVESTIMENTOS

Os investimentos estão representados da seguinte forma:

19/05/2010 16:17:10 Pág: 65


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Companhia Consolidado

31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009


Participações em controladas:
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 84.167 83.901 - -
Companhia Nacional de Energia Elétrica 74.344 74.116 - -
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 263.755 262.564 - -
Companhia Força e Luz do Oeste 31.642 20.522 - -
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 503.625 499.974 - -
QMRA Participações S.A. 98.742 99.434 - -
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA 103.426 102.897 (c) (14.145) (14.145)
Tangará Energia S.A. 79.114 75.880 - -
Rede Power do Brasil S.A. 100.253 103.292 - -
Caiuá Distribuição de Energia S.A. 94.651 94.508 - -
Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A. 118.320 117.191 - -
Rede Comercializadora de Energia S.A. 2.725 (568) - -
Rede de Eletricidade e Serviço S.A. 1.706 1.250 - -
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL 279.292 276.606 (b) (188.937) (188.937)
Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. 16.289 16.478 (a) - -
1.852.051 1.828.045 (203.082) (203.082)
Outros investimentos 485 485 30.988 31.043
Total 1.852.536 1.828.530 (172.094) (172.039)

(a) Empresa em fase pré-operacional, que exercerá a atividade de cultivo,


industrialização, produção, comercialização, importação e exportação de álcool, açúcar e
todos os seus produtos/subprodutos.

(b) Deságio apurado na permuta das ações das Controladas Rede Lajeado S.A.,
Tocantins Energia S.A. e Investco S.A., com a EDP - Energias do Brasil S.A., transferidas
em setembro de 2008, não possuindo fundamentação econômica..

(c) Deságio apurado na aquisição de 10,11% das ações da Controlada CELPA, junto ao
Clube de Investimentos dos empregados da CELPA – INVESTCELPA, transferidas em
maio de 2005, não possuindo fundamentação econômica.

O resultado do ajuste da equivalência patrimonial nas controladas é o seguinte:

19/05/2010 16:17:10 Pág: 66


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia
31/03/2010 31/03/2009
Controlada
Empresa Elétrica Bragantina S.A. 266 1.948
Companhia Nacional de Energia Elétrica 227 2.025
Companhia Força e Luz do Oeste 11.119 327
Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS 1.192 3.543
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 3.651 12.117
QMRA Participações S.A. (691) (64.656)
Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA 529 (7.180)
Tangará Energia S.A. 3.234 1.879
Rede Power do Brasil S.A. (3.039) 4.022
Caiuá Distribuição de Energia S.A. 143 18.120
Emp. de Distrib. de Energia Vale Paranapanema S.A. 1.129 3.879
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A. - ENERSUL 2.686 3.128
Rede Comercializadora de Energia S.A. 3.292 2.301
Rede Eletricidade e Serviço S.A. 456 375
Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. (189) (2.481)
Total 24.005 (20.653)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

19. IMOBILIZADO – CONSOLIDADO

Por natureza, o imobilizado está constituído da seguinte forma:

31/03/2010 31/12/2009
Depreciação
amortização
Custo acumulada Valor líquido Valor líquido

Em Serviço:
Terrenos 48.478 - 48.478 48.276
Reservatórios, barragens e adutoras 72.224 (10.379) 61.845 62.224
Edificações, obras civis e benfeitorias 327.686 (121.531) 206.155 208.347
Máquinas e equipamentos 10.439.054 (3.250.767) 7.188.287 7.068.656
Veículos 70.901 (45.196) 25.705 24.109
Móveis e utensílios 28.145 (18.321) 9.824 10.057
(-) Obrigações vinculadas à concessão (2.140.710) 190.216 (1.950.494) (1.835.299)
Subtotal 8.845.778 (3.255.978) 5.589.800 5.586.370
Em Curso:
Terrenos 10.416 - 10.416 9.771
Reservatórios, barragens e adutoras 44 - 44 44
Edificações, obras civis e benfeitorias 4.837 - 4.837 5.876
Máquinas e equipamentos 1.022.800 - 1.022.800 1.006.922
Veículos 5.368 - 5.368 6.007
Móveis e utensílios 1.441 - 1.441 1.643
Material em depósito 204.585 - 204.585 209.016
Outros 231.072 - 231.072 249.998
(-) Obrigações vinc. à conc. líquida (1.292.089) - (1.292.089) (1.247.348)
Subtotal 188.474 - 188.474 241.929
Total 9.034.252 (3.255.978) 5.778.274 5.828.299

O imobilizado em curso refere-se substancialmente às obras de expansão em andamento


do sistema de distribuição de energia elétrica.

Incluem itens incorporados através de arrendamentos mercantis financeiros, cujos valores


são imateriais.

O arrendamento financeiro reconhecido na transição da Lei nº 11.638/2007 encontra-se


totalmente depreciado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Por atividade, o imobilizado está constituído da seguinte forma:

31/03/2010 31/12/2009

Taxas anuais (-) Obrigações


médias ponderadas Depreciação vinculadas à Valor Valor
de depreciação % (*) Custo acumulada Subtotal concessão líquida líquido líquido

Em Serviço:
Geração 0,75% 254.289 (51.068) 203.221 (205) 203.016 209.102
Distribuição 1,12% 10.346.057 (3.189.584) 7.156.473 (1.948.882) 5.207.591 5.202.092
Comercialização 1,18% 46.510 (18.289) 28.221 (1.132) 27.089 26.484
Administração 1,44% 335.137 (185.859) 149.278 (275) 149.003 148.337
Não Vinculadas a Concessão 3,32% 4.495 (1.394) 3.101 - 3.101 355
Subtotal 10.986.488 (3.446.194) 7.540.294 (1.950.494) 5.589.800 5.586.370
Em Curso:
Geração 15.010 - 15.010 (26) 14.984 15.345
Distribuição 1.431.105 - 1.431.105 (1.291.988) 139.117 190.990
Comercialização 824 - 824 (55) 769 1.206
Administração 33.624 33.624 (20) 33.604 34.388
Subtotal 1.480.563 - 1.480.563 (1.292.089) 188.474 241.929
Total 12.467.051 (3.446.194) 9.020.857 (3.242.583) 5.778.274 5.828.299

(*) A taxa média é calculada considerando a despesa de depreciação do exercício dividida pelo saldo médio
anual do imobilizado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em Serviço 31/12/2009 Adições Baixas Transferências 31/03/2010
Custo:
Geração 259.197 (23) (4.885) 254.289
Distribuição 10.124.514 (47.026) 268.569 10.346.057
Comercialização 45.124 (480) 1.866 46.510
Administração 331.828 (2.377) 5.686 335.137
Não Vinculadas a Concessão 1.339 3.156 4.495
Subtotal custo 10.762.002 - (49.906) 274.392 10.986.488
Obrigações vinculadas à concessão (2.003.783) (23) (136.904) (2.140.710)
Total do custo 8.758.219 (23) (49.906) 137.488 8.845.778
(-) Depreciação:
Geração (49.890) (1.898) 1 719 (51.068)
Distribuição (3.088.785) (114.248) 13.482 (33) (3.189.584)
Comercialização (17.463) (550) 153 (429) (18.289)
Administração (183.211) (4.806) 2.154 4 (185.859)
Não Vinculadas a Concessão (984) (149) (261) (1.394)
Subtotal depreciação (3.340.333) (121.651) 15.790 - (3.446.194)
Obrigações vinculadas à concessão 168.484 14.596 7.136 190.216
Total da depreciação (3.171.849) (107.055) 22.926 - (3.255.978)
Total imobilizado em serviço 5.586.370 (107.078) (26.980) 137.488 5.589.800

Em Curso
Geração 15.371 219 (307) (273) 15.010
Distribuição 1.438.237 303.839 (42.409) (268.562) 1.431.105
Comercialização 1.261 24 (620) 159 824
Administração 34.408 5.369 (437) (5.716) 33.624
Subtotal 1.489.277 309.451 (43.773) (274.392) 1.480.563
Obrigações vinculadas à concessão (1.247.348) (194.020) 12.375 136.904 (1.292.089)
Total imobilizado em curso 241.929 115.431 (31.398) (137.488) 188.474

Total do imobilizado 5.828.299 8.353 (58.378) - 5.778.274

As principais taxas anuais de depreciação por macroatividade, de acordo com a


Resolução ANEEL nº 367/2009, são as seguintes:

Taxas anuais de Taxas anuais de


depreciação (%) depreciação (%)
Distribuição Comercialização
Barra de capacitores 5,00 - 6,70 Equipamento geral 10,00
Chave de distribuição 3,30 - 6,70 Edificações 4,00
Condutor do sistema 2,50 - 5,00
Estrutura do sistema 2,50 - 5,00 Administração central
Regulador de tensão 3,50 - 4,80 Veículos 20,00
Transformador de distribuição 5,00 Equipamento geral 10,00

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Dos bens vinculados à concessão

De acordo com os artigos 63 e 64 do Decreto nº 41.019, de 26/2/1957, os bens e


instalações utilizados na geração, transmissão, distribuição, inclusive comercialização,
são vinculados a esses serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados
em garantia hipotecária sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador. A
Resolução ANEEL nº 20/1999 regulamenta a desvinculação de bens das concessões do
serviço público de energia elétrica, concedendo autorização prévia para desvinculação de
bens inservíveis à concessão, quando destinados à alienação, determinando que o
produto da alienação seja depositado em conta bancária vinculada para aplicação na
concessão.

Obrigações vinculadas à concessão do serviço público de energia elétrica

A partir de 1/1/2007, as Obrigações Vinculadas passaram a ser controladas conforme


determina o Despacho ANEEL nº 3.073, de 28/12/2006, e Ofícios Circulares ANEEL nº
236, nº 296 e nº 1.314, de 8/2/2007, 15/2/2007 e 27/6/2007, respectivamente. Nessas
legislações ficou determinado que:

• As baixas do ativo imobilizado, de bens ou empreendimentos que tenham sido total


ou parcialmente constituídos com recursos de terceiros, devem ser refletidas nas
Obrigações Vinculadas, de forma a anular os efeitos no resultado do exercício, quando do
encerramento da Ordem de Desativação - ODD.

Para fins de baixa dos recursos registrados nas Obrigações Vinculadas, deve ser
identificado e utilizado o percentual que o bem ou empreendimento baixado representa
em relação ao ativo imobilizado em serviço da respectiva atividade.

• Os valores registrados nas Obrigações Vinculadas passaram a ser objeto de cálculo


de Reintegração – Depreciação e registrados contabilmente de forma que o efeito desta
despesa seja anulado no resultado do exercício. O prazo de início da apuração da
depreciação acumulada deve ser a partir do 2o ciclo da revisão tarifária.

Para a apuração do valor da reintegração, deve ser utilizada a taxa média de depreciação
do ativo imobilizado da respectiva atividade em que tiverem sido aplicados os recursos
das Obrigações Vinculadas.

A Resolução Normativa ANEEL nº 234, de 31/10/2006, estabeleceu os conceitos gerais,


as metodologias e os procedimentos iniciais para a realização do 2o ciclo de revisão
tarifária periódica de suas controladas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Desde 1/1/1996, essas obrigações não estão sendo mais atualizadas pelos efeitos da
inflação, tendo a seguinte composição:

31/03/2010 31/12/2009
Participação da União 62.545 63.067
Participação dos Estados 169.162 171.339
Participação dos Municípios 79.870 80.586
Participação do consumidor 1.207.412 1.208.332
Doações e subvenções destinadas a investimento no serviço concedido 246.666 248.282
Programa de Eficiência Energética - PEE 75 81
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 5.114 5.260
Universalização do Serviço Público de Energia Elétrica 1.469.968 1.303.938
Outros 1.771 1.762
Total 3.242.583 3.082.647

Reavaliação

Em atendimento à Deliberação CVM 183/95, item 15, a Companhia e suas controladas


procederam a uma nova avaliação dos bens reavaliados em 2001, como forma de dar
continuidade à prática contábil estabelecida para os bens do imobilizado.

A reavaliação abrangeu as usinas hidrelétricas, usinas térmicas, linhas e redes de


transmissão, linhas e redes de distribuição, subestações e equipamentos em geral.

A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 29/7/2005 aprovou a nomeação das


empresas especializadas Moore Stephens Lima Lucchesi Auditores Independentes e
Stima Engenharia Ltda. e o respectivo Laudo de Avaliação apresentado pelas empresas,
em que constam os novos valores dos bens do imobilizado na data-base de 31/5/2005.

A seguir detalhamos os montantes do incremento ao imobilizado e ao patrimônio líquido


consolidados:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Laudo de Incremento
reavaliação Valor residual (redução)
Geração 11.851 4.011 7.840
Distribuição 274.534 162.182 112.352
Comercialização 4.691 3.665 1.026
Administração 5.955 2.637 3.318
Transmissão 335 69 266
Total de incremento ao Imobilizado 297.366 172.564 124.802
Impostos diferidos (41.280)
Reavaliações anteriores 390.719
Equivalência patrimonial sobre nova reavaliação 423.257
Realização da reserva de reavaliação líquida de impostos diferidos
(depreciação e baixas) (478.112)

Reserva de reavaliação registrada no patrimônio líquido em 31/3/2010 419.386

O efeito no resultado no 1o trimestre de 2010 oriundos das depreciações, baixas e


alienações foi de R$ 22.803 (Consolidado).

Teste de recuperabilidade econômica

Em 31/12/2009 a Companhia efetuou o teste de recuperabilidade dos ativos imobilizados


e intangíveis de acordo com CPC 01 – Deliberação CVM nº 527 com base no seu valor
em uso, utilizando o modelo de fluxo de caixa descontado considerando como unidade
geradora de caixa o contrato de concessão conforme previsto no item 6.3.12 do Manual
de Contabilidade do Setor Elétrico publicado pela ANEEL. O valor apurado se mostrou
superior ao respectivo valor contábil.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

20. INTANGÍVEL – CONSOLIDADO


Por atividade, o intangível está constituído da seguinte forma:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Taxas Médias de Amortização
Amortização (*) Custo acumulada 31/03/2010 31/12/2009
Em serviço
Geração:
Servidões 3,51% 191 (20) 171 178
Software - - - 199
Distribuição:
Servidões 13.150 (43) 13.107 13.415
Software 1,56% 15.931 (10.074) 5.857 5.214
Comercialização:
Servidões 1 - 1 1
Software 2,73% 7.530 (4.830) 2.700 2.453
Direito de uso de linha telefônica 86 - 86 86

Administração:
Servidões 17 - 17 17
Software 3,45% 111.632 (67.820) 43.812 44.882
Direito de uso de linha telefônica 142 - 142 142

Não Vinculadas a Concessão


Software 4,93% 29 (20) 9 -
Subtotal 148.709 (82.807) 65.902 66.587

Em curso
Distribuição:
Servidões 6.149 - 6.149 6.600
Software 6.347 - 6.347 17.118
Comercialização:
Software 2.460 - 2.460 2.475
Administração:
Software 23.122 - 23.122 17.778
Subtotal 38.078 - 38.078 43.971
Ágio
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 123.276 - 123.276 123.276
QMRA - Participações S.A. 227.429 - 227.429 227.429
Emp. de Dist. de Energia Vale Paranapanema S.A. 7.376 - 7.376 7.376
Rede Com. de Energia S.A. 29.919 - 29.919 29.919
Rede de Eletricidade e Serviço S.A. 14.104 - 14.104 14.104
Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. 10.040 - 10.040 10.040
Subtotal 412.144 - 412.144 412.144
Total 598.931 (82.807) 516.124 522.702

(*) A taxa média é calculada considerando a despesa de amortização do exercício dividida pelo saldo médio
anual do intangível.

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A mutação do intangível está demonstrada da seguinte forma:

Baixas /
31/12/2009 Adições Reversão Transferências 31/03/2010
Em serviço
Custo
Geração 436 - - (245) 191
Distribuição 28.298 - - 783 29.081
Comercialização 7.133 - - 484 7.617
Administração 109.014 - - 2.777 111.791
Não Vinculadas a Concessão - - - 29 29
Subtotal 144.881 - - 3.828 148.709

Amortização
Geração (59) (7) - 46 (20)
Distribuição (9.669) (448) - - (10.117)
Comercialização (4.593) (208) - (29) (4.830)
Administração (63.973) (3.849) - 2 (67.820)
Não Vinculadas a Concessão - (1) - (19) (20)
Subtotal (78.294) (4.513) - - (82.807)
Total em serviço 66.587 (4.513) - 3.828 65.902

Em curso
Geração - - - - -
Distribuição 23.718 507 (10.400) (1.329) 12.496
Comercialização 2.475 72 (87) 2.460
Administração 17.778 7.895 (52) (2.499) 23.122
Total em curso 43.971 8.474 (10.539) (3.828) 38.078

Ágio
Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT 123.276 - - - 123.276
QMRA - Participações S.A. 227.429 - - - 227.429
Emp. de Dist. de Energia Vale Paranapanema S.A. 7.376 - - - 7.376
Rede Com de Energia S.A. 29.919 - - - 29.919
Rede de Eletricidade e Serviços S.A. 14.104 - - - 14.104
Vale do Vacaria Açúcar e Álcool S.A. 10.040 - - - 10.040
Total ágio 412.144 - - - 412.144

Total intangível 522.702 3.961 (10.539) - 516.124

Faixas de servidões: são direitos de passagem para linhas de transmissão associadas à


distribuição na área de concessão da Companhia e em áreas urbanas e rurais
particulares, constituídos por indenização em favor do proprietário do imóvel. Como são
permanentes, não há amortização.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Software e Direitos de uso: são licenças de direito de propriedade intelectual,
constituídos por gastos realizados com a aquisição das licenças e demais gastos com
serviços complementares à utilização produtiva de softwares. Tais itens são amortizados
linearmente.

Ágio: Em conformidade com o Oficio Circular/CVM/SNC/SEP nº 01/2009 de 30/1/2009, e


Orientação OCPC 02, os ágios foram amortizados até 31/12/2008 e a partir do exercício
social de 2009, foi aplicado o teste de recuperabilidade exigido pelo Pronunciamento
Técnico CPC 01.

21. FORNECEDORES

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
31/03/2010 31/12/2009
Circulante
Suprimento de energia elétrica:
Arapucel Indiavaí -
Curua Energia 13.644 8.638
Light Energia e Servicos de Eletricidade 2.684 2.867
Cemig 7.021 6.878
Cia. de Geração de Energia Elétrica Tietê 15.997 15.997
CHESF 25.262 23.021
Companhia Energética de São Paulo - CESP 15.290 12.343
Rede Lajeado Energia S.A. 22.496 15.592
Copel Geração S.A. 11.416 11.945
Duke Energy 3.071 3.427
Eletram - 691
Eletrobrás 54.446 81.455
Eletronorte 27.358 27.541
Furnas 13.220 24.336
Global Energia Elétrica 1.307 1.053
CCEE - Câmara de Comercializ. de Energia 1.077 2.172
Itamarati Norte 9.426 -
Enertrade Comercializadora de Energia 4.050 4.266
Empresa Operadora do Comercio Energetico - 4.483
Apiacás Energia S.A. 3.187 1.650
Enerpeixe Energia S.A. 10.181 10.729
Rio do Sangue Energia S.A. 3.205 2.243
Socibe Energia S.A. 2.736 2.086
Isamu Ikeda Energia S.A. 5.736 2.233
Primavera Energia S.A. 3.987 2.946
Pantanal Energetica 3.429 3.608
Buriti Energia 8.677 2.739
Rosal Energia 3.458 -
Outras 41.334 32.518

Subtotal 313.695 307.457


Compra de energia elétrica:
Energia livre - CCEE (a) 41.142 37.788
Energia no curto prazo - CCEE 7.111 6.502
Subtotal 48.253 44.290
Compra de combustível:
Petrobrás 8.670 77.570
Subtotal 8.670 77.570

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
31/03/2010 31/12/2009
Circulante:
Encargos de uso da rede elétrica: 47.747 51.179
Materiais e serviços 162.937 142.746
Retenção contratual 6.367 4.561
Total circulante 587.669 627.803

Não circulante
Compra de energia elétrica:
Energia livre - CCEE 812 796
Energia livre - CCEE (a) (1.942) 3.115
Total não circulante (1.130) 3.911

(a) Vide nota explicativa nº 12.

22. IMPOSTOS, CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS E PARCELAMENTOS

Companhia

Circulante Não circulante

31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009


Tributos correntes:
PIS (a) - 660 - -
COFINS (a) - 3.041 - -
IRRF (a) 471 431 - -
Contribuição Social a) 149 1.159 -
Contribuições Sociais Retida na Fonte (a) 76 151 - -
Outros (a) 1.420 31 - -

2.116 5.473 - -

Parcelamento de tributos:
PAES (b) 96 92 218 232
Lei 11.941/09 (g) 4.225 4.169 10.023 10.588

4.321 4.261 10.241 10.820

Desverticalização de tributos federais (e) (2.874) (2.836) (6.548) (6.936)


Total 3.563 6.898 3.693 3.884

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Consolidado
Circulante Não Circulante
31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009
Tributos correntes:
ICMS (a) 166.891 195.788 3.643 3.644
Imposto de renda (a) 6.381 17.367 - -
Contribuição social (a) 2.466 483 - -
Previdência social (a) 10.811 11.204 - -
FGTS (a) 1.304 1.725 174 174
PIS (a) 7.817 15.488 - -
COFINS (a) 36.884 79.458 - -
Imp. de renda retido na fonte (a) 4.145 12.080 - -
IOF (a) 1.475 10 - -
Outros (a) 6.914 6.586 - -
245.088 340.189 3.817 3.818
Parcelamento de tributos:
PAES (b) 219 221 523 554
ICMS (c) 166.729 56.513 49.670 52.122
Parcelamento Lei 11.941/2009 (f) 107.216 121.944 418.777 433.718
IRPJ (d) 2.584 - 10.122 -
CSLL (d) 1.013 - 3.969 -
PIS (d) 5.912 3.174 22.352 12.168
COFINS (d) 27.232 14.621 102.952 56.046
310.905 196.473 608.365 554.608
Desverticalização tributos federais (e) (2.874) (2.836) (6.548) (6.936)
Total 553.119 533.826 605.634 551.490

(a) Refere-se aos impostos e contribuições apurados no exercício corrente.

(b) Refere-se à consolidação de débitos junto ao FNDE no Parcelamento Especial -


PAES com vencimentos até 28/2/2003, sobre os quais incidem juros mensais
equivalentes à variação da Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP.

(c) Parcelamentos de ICMS das controladas junto às receitas estaduais com parcelas
entre 10 a 100 meses e com vencimento da última ocorrendo em março de 2014,
corrigidas pela Taxa de Juros de Longo Prazo –TJLP, Sistema Especial de Liquidação e
Custódia – SELIC, UFESP e IGPDI.

(d) Parcelamento Ordinário – Parcelamentos concedidos pela Secretaria da Receita


Federal do Brasil – RFB - referente saldo devedor de PIS, COFINS, Imposto de Renda e
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, protocolados em 25/11/2009 e m 31/3/2010, os
quais serão pagos em 60 parcelas mensais e sucessivas, corrigidas pelo Sistema
Especial de Liquidação e Custódia,.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(e) Tributos federais transferidos por responsabilidade solidária à controlada Caiuá -
Distribuição de Energia S.A. no processo de desverticalização nos termos da Lei nº
10.848/04 e Resolução Autorizativa ANEEL nº 309, de 5/9/2005.

(f) Refere-se a saldos remanescentes do Parcelamento Excepcional – PAEX mantidos


junto a Receita Federal do Brasil – RFB, Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN
e Previdência Social, em função da adesão, em setembro de 2009, ao novo parcelamento
instituído pela Lei nº 11.941, de 27/5/2009, que dispõe sobre o pagamento e o
parcelamento de débitos em até 180 meses (15 anos), com reduções que variam de 20%
a 100% de multa de mora e ofício, multas isoladas, juros de mora e encargo legal de
acordo com o prazo e modalidade de parcelamento vigente. O valor de cada prestação
será acrescido de juros correspondentes à variação da taxa SELIC.

Companhia
Tributos
RFB
Saldo consolidado em 31/12/2009 4.985
Encargos 520
Amortizações (679)
Saldo consolidado em 31/3/2010 4.826

Consolidado

Tributos
RFB PGFN Previdência social Total
Saldo consolidado em 31/12/2009 421.798 109.859 14.233 545.890

Encargos 5.552 1.251 185 6.988


Amortizações (28.667) (7.620) (20) (36.307)
Saldo consolidado em 31/3/2010 398.683 103.490 14.398 516.571

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

23. EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E ENCARGOS

23.1. Composição

Companhia

31/03/2010 31/12/2009

Circulante Não circulante Circulante Não circulante

Principal e Principal e
Principal Encargos encargos Principal Encargos encargos

Moeda nacional:
BNDES 30.377 713 136.303 33.897 755 142.498
Enermat 2.148 8.141 - 2.148 7.863 -
Capital de giro 117.176 2.790 136.056 94.346 1.064 122.351
Subtotal 149.701 11.644 272.359 130.391 9.682 264.849
(-) Custo da transação - (898) (1.503) - (950) (1.705)
Total moeda nacional 149.701 10.746 270.856 130.391 8.732 263.144

Moeda estrangeira:
Bônus Perpétuos - - 884.437 - - 864.673
Marcação a Mercado - - (145.932) - - (203.198)
Total moeda estrangeira - - 738.505 - - 661.475

Total de Empréstimos 149.701 10.746 1.009.361 130.391 8.732 924.619

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Consolidado

31/3/2010 31/12/2009

Circulante Não circulante Circulante Não circulante

Principal e Principal e
Principal Encargos encargos Principal Encargos encargos
Moeda nacional:
BNDES 34.765 1.111 241.822 38.284 774 249.116
Eletrobrás 93.235 422 678.693 86.997 372 620.425
Enermat 2.148 8.141 - 2.148 7.863 -
Finame 4.873 61 8.948 4.874 71 10.169
Investimentos 82.904 3.235 64.261 82.904 2.005 74.987
FDE 1.234 142 1.970 1.430 408 2.052
FNO - 167 34.971 - 167 34.971
Capital de giro 834.000 39.700 1.282.721 700.182 50.812 1.302.214
Arrendamento mercantil 10.143 364 13.723 5.964 289 16.256
Subtotal 1.063.302 53.343 2.327.109 922.783 62.761 2.310.190
(-) Custo da transação (6.691) (20.520) - (6.893) (22.200)
Total moeda nacional 1.063.302 46.652 2.306.589 922.783 55.868 2.287.990

Moeda estrangeira:
Tesouro Nacional 8.860 3.117 99.521 8.613 1.685 97.086
Units Notes 21.491 522 21.491 21.011 2.262 42.022
BID 115.650 4.161 400.965 105.924 4.390 422.223
Capital de giro - - - 11.131 5 -
Arrendamento mercantil 1.459 10 3.005 1.763 575 3.083
Bônus Perpétuos - - 884.437 - - 864.673
Subtotal 147.460 7.810 1.409.419 148.442 8.917 1.429.087
Marcação a Mercado - - (145.932) - - (203.198)
(-) Custo da transação - (191) (159) - (200) (221)
Total moeda estrangeria 147.460 7.619 1.263.328 148.442 8.717 1.225.668
Total 1.210.762 54.271 3.569.917 1.071.225 64.585 3.513.658

23.2. Composição do saldo devedor por moeda/indexador

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia
Moeda/Indexador 31/3/2010 31/12/2009
R$ % R$ %
Moeda Nacional:
URTJLP 167.393 38,60 177.150 43,75
IGP-M 10.289 2,37 10.011 2,47
CDI 223.548 51,54 186.337 46,02
Pré-fixado 32.474 7,49 31.424 7,76
Subtotal 433.704 100,00 404.922 100,00
Moeda estrangeira:
Dólar norte-americano 884.437 100,00 864.673 100,00
Subtotal 884.437 100,00 864.673 100,00
Total 1.318.141 1.269.595

Consolidado
Moeda/Indexador 31/03/2010 31/12/2009
R$ % R$ %
Moeda Nacional:
URTJLP 283.033 8,22 292.887 8,89
UFIR 400.503 11,63 379.029 11,50
CDI 2.174.565 63,15 2.086.641 63,31
IGP-M 10.289 0,30 10.011 0,30
TJLP 19.454 0,56 14.796 0,45
TR 4.341 0,13 5.086 0,15
Finel 1.960 0,05 2.296 0,07
IPCA 42.757 1,24 41.383 1,26
Pré-fixado 506.852 14,72 463.605 14,07
Subtotal 3.443.754 100,00 3.295.734 100,00
Moeda estrangeira:
Dólar norte-americano 1.564.689 100,00 1.292.140 81,45
IENE - 294.306 18,55
Subtotal 1.564.689 100,00 1.586.446 100,00
Total 5.008.443 4.882.180

Os indexadores, base de atualização dos empréstimos e financiamentos apresentaram as


seguintes variações durante o trimestre:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Variação %

31/3/2010 31/12/2009

URTJLP (Unidade de Referência - Taxa de Juros de Longo Prazo) - 0,12


TJLP (Taxa de Juros Longo Prazo) 1,47 6,12
TR (Taxa Referencial) 0,08 0,71
CDI (Certificado de Depósito Interbancário) 2,02 9,88
Finel (Fundo de Financiamento da Eletrobrás) 0,55 (0,35)
IPCA (Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo) 2,06 (4,31)
IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) 2,77 (1,71)
US$ (Dólar norte-americano) 2,29 (25,49)
Iene 1,33 (27,10)

23.3. Detalhamento dos empréstimos e financiamentos

Companhia

Moeda nacional:

a. BNDES: Contratos para investimentos em geração, transmissão, distribuição e


comercialização de energia elétrica, sobre os quais incidem juros à taxa de 4% e 5% ao
ano acima da URTJLP, com vencimento final em setembro de 2016.

Contrato de confissão, reescalonamento e consolidação de dívidas junto ao BNDES (Vide


item a no detalhamento dos empréstimos e financiamentos consolidado).

b. Enermat: Assunção de dívida da controlada Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. -


CEMAT junto a Enermat Investimentos e Participações S.A. conforme instrumento de
Assunção de Dívida firmado em 12/8/2004, decorrente da operação de alienação da
controlada indireta Itamarati Norte S.A. – Agropecuária, com amortização em 6 parcelas
anuais, com vencimento final em julho de 2010, atualizado por IGPM mais 6% ao ano.

c. Capital de giro: Diversos contratos com taxas de juros entre 1,50% a.a. e 8,73% a.a.
acrescidas de CDI e taxa pré-fixada de 18.45% a.a., com vencimento da última parcela
ocorrendo em dezembro/2014.

Dentro destas operações existem contratos com taxa de juros contratada de 1,50% a.a. e
efetiva de 2,55% a.a. que contemplam os custos de transação que são apropriados ao
resultado mensalmente, conforme deliberação CVM nº 556/08. No 1o trimestre de 2010
foram amortizados R$ 254

Os custos de transação a serem amortizados são:

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Vencimento Saldos
2010 696
2011 740
2012 532
2013 321
2014 112
Total 2.401

Moeda estrangeira:

a. Bônus Perpétuos: Emissão no valor original de US$ 575.000, sendo uma primeira
emissão no montante de US$ 400.000 e uma segunda no montante de US$ 175.000 para
colocação no mercado internacional junto a investidores estrangeiros qualificados, em
conformidade com isenções estabelecidas pela Securities Act of 1933, conforme alterado,
dos Estados Unidos da América, sem a necessidade, portanto, da solicitação e obtenção
de qualquer registro de distribuição no exterior, inclusive, perante a Securities Exchange
Commission dos Estados Unidos da América. Os bônus foram emitidos com uma taxa de
11,125% ao ano, com pagamentos trimestrais, não possuindo data de vencimento, e
poderão, por opção da Companhia, serem resgatados a partir de 2/4/2012, em qualquer
data de pagamento de juros. Estes bônus são negociados na Luxembourg Stock
Exchange (Bolsa de Valor de Luxemburgo) e apresentam liquidez.

Em junho/09 foram resgatados aproximadamente 13,64% dos bônus, representando US$


78.404 do valor de emissão, com deságio de 47,11%.

Os títulos da Companhia eram negociados deságios de 16,50% em 31/3/2010 e de


23,50% em 31/12/2009.

b. Instrumento financeiro passivo designado no reconhecimento inicial, como


mensurado a valor justo por meio do resultado

A Companhia optou por designar o bônus perpétuo como mensurados a valor justo por
meio do resultado. Tal designação deve ser feita no momento inicial, todavia, a
Deliberação CVM nº 565/2008 que trata da Adoção inicial da Lei nº 11.638/2007 e da
Medida Provisória nº 449/2008 no seu item 6 autoriza a Companhia a fazer a classificação
na data de transição. O referido título quando considerado pelo custo apresenta uma
inconsistência entre o reconhecimento do passivo pelo seu valor de face (emissão) e o
valor efetivamente negociado, pelo qual a Companhia poderia recomprá-lo. O valor de
mercado, ou seja, o valor que o título está sendo negociado pode ser considerado como
valor justo, pois os preços são divulgados e negociados em mercado ativo. Assim, não
houve necessidade da utilização de modelos internos para sua precificação, pois os
preços obtidos neste mercado podem ser considerados adequados. O valor de face
destes títulos somente será exigido na hipótese de insolvência da Companhia, o que
acaba não representando adequadamente o valor do passivo. Assim, a designação a
valor justo destes títulos, por meio do resultado produz uma informação mais relevante a

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


respeito da posição patrimonial e financeira da Companhia, reduzindo a inconsistência de
mensuração, além de ser útil como base para avaliação de riscos e investimentos da
Companhia.

Consolidado

Moeda nacional:

a. BNDES: substancialmente representados por contratos relacionados às seguintes


finalidades:

• Empréstimos obtidos pela Controlada direta ENERSUL, destinados a financiamento


de obras, sobre os quais incidem juros a taxa de 6,30% a. a. acima da URTJLP, com
vencimento final em junho/2012. Operação contratada através do Banco Alfa.

• Reestruturação financeira: Assunção pela Controladora Rede Energia S.A. em


30/11/2006 conforme Decisão nº DIR1005/2006-BNDES, das dívidas da EEVP e da
DENERGE, decorrentes dos contratos de financiamentos nº 97.2.514.31 (EEVP),
03.2.398.3.1 (DENERGE); 04.2.179.3.1 (DENERGE) e do subcrédito “D” (/047)do
Contrato de Financiamento nº 98.2.022.3.1(EEVP), no montante total de R$ 201.842, bem
como sua consolidação e reescalonamento, conforme condições abaixo:

Subcrédito “B”: R$ 185.014

Subcrédito “C”: R$ 16.828

Prazos de amortização:

Subcréditos “B” e “C”: em 40 prestações trimestrais, com a seguinte progressividade: 15%


em 12 prestações trimestrais e sucessivas, cada uma no valor do principal vincendo deste
percentual, dividido pelo número dessas prestações de amortização ainda não vencidas,
vencendo-se a primeira em 15/12/2006 e a última em 15/9/2009;

85% em 28 prestações trimestrais e sucessivas, cada uma no valor do principal vincendo


deste percentual, dividido pelo número dessas prestações de amortização ainda não
vencidas, vencendo-se a primeira em 15/12/2009 e a última em 15/9/2016;

Juros para Subcréditos “B”:

4% ao ano acima da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP; juros exigíveis com relação
ao Subcrédito “B”, trimestralmente, a partir 15/12/2006, juntamente com as prestações do
principal.

Juros para Subcréditos “C”:

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5% ao ano acima da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP; juros exigíveis
trimestralmente, a partir de 15/12/2006, e juntamente com as prestações do principal.

Garantias: penhor de ações das controladas e controladoras.

• Empréstimos obtidos pela Controlada CELPA em dezembro/2009 com a finalidade de


financiamento de obras de Distribuição e Transmissão em sua área de concessão no
valor de R$ 449.277, ao custo máximo de 3,57% a.a. acima da variação da TJLP
vencendo a primeira parcela de amortização em janeiro/2012 e a última em
dezembro/2019. Até março/2010 foram liberados R$ 100.000

b. Eletrobrás: substancialmente representados por contratos relacionados às seguintes


finalidades:

• Programas Luz no Campo e Luz para Todos, com maior representatividade nas
controladas CELPA, CEMAT, CELTINS e ENERSUL, nos montantes de R$ 235.513,
R$ 404.984, R$ 34.993 e R$ 78.431, respectivamente em 31/3/2010, todos com prazo de
carência de 24 meses e prazo de amortização em 120 meses acrescidos de taxas de
juros entre 5% a.a. e 7,18% a.a., com amortização mensal.

• Programas tomados para expansão dos sistemas de geração, transmissão,


distribuição e comercialização, na controlada CEMAT, cujo montante em 31/3/2010 é de
R$ 2.573 O contrato inicial é datado de 1/7/1996 e a data de vencimento do último
contrato ocorrerá em agosto/2022, com taxas de juros que variam de 6% a 9,5% a.a.,
mais a variação do Finel. Todos os contratos com carência de 2 anos.

• IRD’s (Instrumento de Reconhecimento de Débito) - Recursos oriundos de repasse do


Governo Federal, que constitui financiamento do Fundo Federal de Eletrificação à
Concessionária na controlada ENERSUL, cujo montante em 31/3/2010 é de R$ 6.676,
com amortização em 80 parcelas trimestrais iguais e taxa de juros de 8% a.a. e término
em maio/2022.

c. Finame: Investimentos no sistema de transmissão, distribuição e comercialização nas


controladas CELPA, CEMAT, CELTINS, nos montantes de R$ 5.006, R$ 4.220 e
R$ 3.294, respectivamente em 31/3/2010, com taxas de juros entre 3,70% e 4,55% a.a.,
mais a variação da URTJLP, a forma de amortização é mensal e com vencimento da
última parcela ocorrendo em setembro/2013.

d. Arrendamento mercantil: Contratos de arrendamento mercantil em moeda nacional,


com taxas que variam de 1,05% a 4,28% a.a acrescido de CDI, amortização mensal e
vencimento da última parcela em outubro/2013. A dívida total dos contratos de
arrendamento mercantil em 31/3/2010 é de R$ 24.230 e seu valor corresponde ao valor
presente nesta data.

Os valores de pagamentos futuros estão distribuídos da seguinte forma:

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Vencimento Saldos
2010 10.507
2011 6.135
2012 6.738
2013 850
Total 24.230

e. Capital de giro: Captações com taxas de juros entre 1,21% e 20,27% a.a. acrescidas
de CDI, IPCA, TR e IRP e taxa pré-fixada de 18.45% a.a., com vencimento da última
parcela ocorrendo em setembro/2018. Dentro destas operações existem contratos com
taxa de juros contratada de 1,50%, 1,60% e 2,50% a.a. e efetiva de 2,55%, 1,88% e
3,11% a.a. respectivamente, que contemplam os custos de transação, que são
apropriados ao resultado mensalmente, conforme deliberação CVM nº 556/08. Em
31.3.2010 foram amortizados R$ 1.882.

Os custos de transação a serem amortizados são:

Vencimento Saldos
2010 5.120
2011 5.973
2012 4.921
2013 3.840
2014 2.811
2015 2.058
2016 1.447
2017 826
2018 215
Total 27.211

f. Investimentos

A Controlada CEMAT firmou contratos de empréstimo cujos recursos destinam-se para


investimentos conforme abaixo:

• Contrato, empréstimo ponte com o Bradesco, assinado em julho/2007, com a


finalidade de construção de LT´s e ampliação de SE´s, conforme elenco de obras sub-
rogados com recursos da CCC através da resolução 146, de 14/2/2005, com taxas de
juros de 2,0% a.a. mais a variação de CDI, com pagamentos de juros ocorrendo em abril,
agosto e outubro de 2008, e amortização das parcelas de principal mais encargos em 42
meses vencendo a primeira em janeiro/2009 a última em junho/2012..

• Contrato, empréstimo ponte com o Banco Santander, assinado em março/2008, com


a finalidade de construção de LT´s e ampliação de SE´s, com taxas de juros de 1,5% a.a.

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mais a variação de CDI, com a amortização das parcelas de principal e encargos em 48
meses vencendo a primeira em janeiro/2009 a última em dezembro/2012.

• Contrato, empréstimo ponte com o ITAÚ BBA, assinado em dezembro/2008, com a


finalidade de Interligação da região de Juruena ao Sistema Interligado Nacional - SIN,
com taxas de juros de 4,4% a.a. mais a variação de CDI, sendo efetuado pagamento
único para quitação em junho/2010, no valor R$ 40.000 mil.

A Controlada Enersul, em novembro de 2001,firma contrato para financiamentos de obras


com recursos do FCO - Fundo Constitucional do Centro Oeste, através do Banco do
Brasil, sendo liberado R$ 30.000, a ser amortizado em 108 parcelas mensais iguais
consecutivas, com juros de 11,20% ao ano e término em novembro de 2013, com
garantias em aval da controladora e interveniência bancária.

g. Custo de transação: Refere-se a despesas incorridas na obtenção de empréstimos


e financiamentos, pagas antecipadamente e apropriadas mensalmente ao resultado pela
taxa efetiva de juros, em atendimento a Deliberação CVM nº 556/08.

Moeda estrangeira:

a. Notes Units: As controladas Centrais Elétricas do Pará S.A. – CELPA e Centrais


Elétricas Matogrossenses S.A. - CEMAT, efetuaram uma emissão de US$ 100.000 em
14/2/2006, sendo US$ 50.000 de responsabilidade da CELPA e US$ 50.000 da CEMAT.
As "Notes Units", assim definidas, terão prazo total para liquidação de 6 anos, sendo 3
anos de carência e 3 anos para amortização do principal. Em agosto de 2007, as
Companhias anteciparam pagamentos no montante de US$ 31.899, correspondente a R$
61.231 para cada empresa.

O custo da captação foi 9,5% ao ano, acrescido da variação cambial, com pagamento de
juros semestrais. A operação tem uma taxa efetiva de juros de 10,065% a.a.. Esta taxa
contempla os custos de transação que são apropriados ao resultado mensalmente,
conforme a Deliberação CVM nº 556/08. No 1o trimestre de 2010 foram amortizados
R$ 62 referente a custos de transação.

Os custos de transação a serem amortizados são:

Vencimentos Saldos
2010 161
2011 169
2012 20
Total 350

Cabe acrescentar que o montante do principal dessa operação foi protegido contra as
oscilações da variação cambial, por meio de instrumentos derivativos em reais.

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b. BID: A Controlada Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. – CEMAT, em junho/06,
toma empréstimos junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. Entre os
anos de 2006 a 2008 foram liberados US$ 114.500 dos recursos dos empréstimos
aprovados. Do total liberado, US$ 75.000 são provenientes de recursos próprios do BID
(denominados como “A Loan” ou parte “A”) e US$ 39.500 são provenientes de um
sindicato de bancos (club deal) composto pelo Banco Société Générale e Banco Itaú
Europa, ou parte “B”. A parte “A” do financiamento terá o prazo total nove anos para
liquidação, sendo três anos de carência e mais seis para amortização do principal. A parte
“B” terá o prazo total de seis anos para liquidação, sendo três anos de carência e mais
três anos para amortização. As amortizações tanto do principal quanto dos encargos
serão trimestrais. O custo da parte “A” é de Libor acrescida de spread de 4,3% a.a. e a
parte “B” de Libor acrescida de spread de 3,9% a.a. mais variação cambial. O principal da
operação foi protegido contra as oscilações da variação cambial (Swap) a taxas que
variam entre 4,2% a 5,3% a.a. acrescido de IGPM.

c. BID: A Controlada Centrais Elétricas do Pará S.A. – CELPA, em junho/2006, assinou


contrato de US$ 135.000 provenientes de empréstimos aprovados pelo Banco
Interamericano de Desenvolvimento (BID), sendo US$ 75.000 provenientes de recursos
próprios do BID (denominados como “A Loan”, ou parte “A”) e US$ 60.000 de um
sindicato de bancos (club deal) composto pelo Banco Société Générale e Banco Itaú
Europa,ou parte “B”. A parte “A” do financiamento terá o prazo total de 9 (nove) anos
para liquidação, sendo 3 (três) anos de carência e mais 6 (seis) para amortização do
principal. A parte “B” terá o prazo total de 6 (seis) anos para liquidação, sendo 3 (três)
anos de carência e mais 3 (três) anos para amortização. As amortizações serão pagas
trimestralmente e durante o período de carência ocorrerão pagamentos trimestrais dos
encargos. O custo da parte “A” é de Libor acrescida de spread de 9,8% a.a. e a parte “B”
de Libor acrescida de spread de 9,4% a.a.. O principal referente a primeira liberação da
operação foi protegido contra as oscilações da variação cambial (Swap) a taxas que
variam entre 4,2% e 5,5% a.a acrescidos de IGPM.

d. BID: A Controlada Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS, em


abril/2007, toma empréstimos junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID,
sendo liberados US$ 80.000 dos recursos dos empréstimos aprovados. Do total liberado,
US$ 60.000 são provenientes de recursos próprios do BID (denominados como “A Loan”
ou parte “A”) e US$ 20.000 são provenientes de um sindicato de bancos (club deal)
composto pelo Banco Société Générale e Banco Itaú Europa, ou parte “B”. A parte “A” do
financiamento terá o prazo total nove anos para liquidação, sendo três anos de carência e
mais seis para amortização do principal. A parte “B” terá o prazo total de seis anos para
liquidação, sendo três anos de carência e mais três anos para amortização. As
amortizações tanto do principal quanto dos encargos serão trimestrais. O custo da parte
“A” é de Libor trimestral acrescida de spread de 3,7% a.a. e a parte “B” de Libor acrescida
de spread de 3,3% a.a. mais variação cambial. 60% do principal foi protegido contra as
oscilações da variação cambial (Swap) a taxas que variam entre 0,80% e 0,82% do CDI
contra dólar a taxa de R$ 1,7070.

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e. Tesouro nacional: Reestruturação de dívida externa, nas controladas CEMAT e
CELPA e ENERSUL, como segue:

CEMAT: acordos estruturados em 18/3/1998 e 22/9/1999, com taxas de juros que variam
de 6,02% a 8,20% a.a., mais taxa Libor semestral e variação cambial. O vencimento da
última parcela ocorrerá em abril/2024. A forma de amortização é semestral.

CELPA: acordo estruturado em 31/12/1997, com taxas de juros que variam de 4,3% a
11% a.a., mais taxa Libor semestral e variação cambial. O vencimento da última parcela
ocorrerá em abril/2024. A forma de amortização é semestral e final.

ENERSUL: acordo estruturado em março de 1997, com taxas de juros que variam de
6,20% a 8,20% a.a., mais taxa Libor acrescida de 0,81% a 0,88% a.a e variação cambial.
O vencimento da última parcela ocorrerá em abril/2024. A forma de amortização é
semestral.

f. Arrendamento mercantil: Contrato efetuado pelas controladas CEMAT e CELPA


junto ao Banco GE, com taxa de 2,25% a 3,50% a.a. acrescido de Libor trimestral,
amortização trimestral e vencimento da última parcela em novembro/2013 e, contrato
efetuado pela controlada CELTINS junto a Raytheon Aircraft Corporation. Com taxa de
3,53% a.a mais Libor trimestral, amortização trimestral e vencimento da última parcela em
setembro/2012. A dívida total dos arrendamentos mercantis em 31/3/2010 é de R$ 4.474
e seu valor corresponde ao valor presente nesta data.

Os valores de pagamentos futuros estão distribuídos da seguinte forma:

Vencimento Saldos
2010 1.469
2011 687
2012 1.298
2013 1.020
Total 4.474

23.4. Garantias

Os empréstimos, financiamentos estão garantidos por alienação fiduciária dos bens


financiados, notas promissórias, avais dos acionistas controladores e receitas futuras de
fornecimento de energia elétrica.

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23.5. Vencimentos das parcelas do não circulante (principal e encargos)

Companhia
31/3/2010 31/12/2009
Vencimento Moeda Nacional Moeda Estrangeira Total Total
2011 81.143 - 81.143 87.134
2012 58.283 - 58.283 44.782
2013 44.782 - 44.782 44.782
2014 44.782 - 44.782 44.782
2015 24.782 - 24.782 24.782
2016 18.587 - 18.587 18.587
Subtotal 272.359 - 272.359 264.849
Bonus Perpétuo - 884.437 884.437 864.673
Marcação a mercado - (145.932) (145.932) (203.198)
Total 272.359 738.505 1.010.864 926.324

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Consolidado
31/3/2010 31/12/2009
Vencimento Moeda Nacional Moeda Estrangeira Total Total
2011 494.460 103.878 598.338 766.147
2012 533.357 130.301 663.658 616.189
2013 329.046 76.353 405.399 388.438
2014 251.003 74.158 325.161 317.423
2015 185.888 49.578 235.466 230.287
2016 175.886 11.488 187.374 182.715
2017 151.203 - 151.203 146.465
2018 121.346 - 121.346 101.214
2019 50.608 - 50.608 30.326
2020 17.537 - 17.537 10.749
2021 8.825 - 8.825 7.282
Após 2021 7.950 79.226 87.176 77.369
Subtotal 2.327.109 524.982 2.852.091 2.874.604
Bonus Perpétuo - 884.437 884.437 864.673
Marcação a mercado - (145.932) (145.932) (203.198)
Total 2.327.109 1.263.487 3.590.596 3.536.079

23.6. Movimentação de empréstimos, financiamentos e encargos

19/05/2010 16:17:10 Pág: 95


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Companhia
Circulante Não Circulante
Principal Encargos Principal Encargos

Moeda nacional
Saldo em 31 de dezembro de 2009 130.391 8.732 264.849 (1.705)
Ingressos 10.000 - 42.000 -
Encargos - 10.976 - -
Variação monetária - - - -
Transferência 34.490 - (34.490) -
Amortizações (25.180) (9.014) - -
Transferência de custo da transação - (202) - 202
Apropriação de custo da transação - 254 - -
Saldo em 31 de março de 2010 149.701 10.746 272.359 (1.503)

Moeda estrangeira
Saldo em 31 de dezembro de 2009 - - 661.475 -
Encargos - 28.759 - -
Variação cambial - (4.128) 19.764 -
Amortizações - (24.631) 57.266 -
Marcação a mercado - - - -
Saldo em 31 de março de 2010 - - 738.505 -
Saldo total em 31 de março de 2010 149.701 10.746 1.010.864 (1.503)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
Circulante Não circulante

Principal Encargos Principal Encargos

Moeda nacional

Saldo em 31 de dezembro de 2009 922.783 55.868 2.287.501 489


Ingressos 100.903 79.891 303.517 -
Encargos - - 1.918
Variação monetária 1.788 902 (1)
Transferências 289.404 13 (289.411) (6)
Amortizações (251.576) (89.322) - -
Ingressos de custo da transação - - - -
Transferência de custo da transação - (1.680) - 1.680
Amortização de custo da transação - 1.882 -
Saldo em 31 de março de 2010 1.063.302 46.652 2.302.509 4.080

Moeda estrangeira

Circulante Não circulante

Principal Encargos Principal Encargos


Saldo em 31 de dezembro de 2009 148.442 8.717 1.225.889 (221)
Ingressos - - - -
Encargos - 40.920 - -
Variação cambial 4.931 (3.971) 33.845 -
Transferências 54.044 (531) (53.513) -
Amortizações (59.957) (37.525) - -
Marcação a Mercado - 57.266 -
Transferência de custo da transação - (62) - 62
Amortização de custo da transação - 71 -
Saldo em 31 de março de 2010 147.460 7.619 1.263.487 (159)
Saldo total em 31 de março de 2010 1.210.762 54.271 3.565.996 3.921

23.7. Condições restritivas

Determinados contratos de empréstimos e financiamentos estão sujeitos a certas


condições restritivas e contemplam cláusulas que requerem que a Companhia e suas
controladas mantenham determinados índices financeiros dentro de parâmetros pré-
estabelecidos.

No entendimento da Administração da Companhia e suas controladas, essas condições


restritivas e cláusulas vêm sendo adequadamente atendidas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

24. DEBÊNTURES

24.1. Movimentação

Companhia e Consolidado

Circulante Não circulante

Encargos Principal Encargos

Moeda nacional

Saldo em 31 de dezembro de 2009 140 370.000 (1.951)


Ingressos - - -
Encargos 10.582 - -
Transferência de custo da transação (175) - 175
Amortização de custo da transação 172 - -
Saldo em 31 de março de 2010 10.719 370.000 (1.776)

24.2. Detalhamento das debêntures

Distribuição pública de 370.000 (trezentas e setenta mil) debêntures simples, não


conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie quirografária com
garantia fidejussória, em série única, de emissão da Rede Energia S.A. com valor nominal
de R$ 1 perfazendo o montante de R$ 370.000. A emissão foi aprovada em reunião do
Conselho de Administração realizada em 23/10/2009 e a oferta foi registrada na CVM em
22/12/2009, sob o nº CVM/SER/DEB/2009/025.

A remuneração das debêntures é de CDI mais 3,40% a.a., e o pagamento será feito
semestralmente, sendo que o primeiro pagamento ocorrerá em junho/2010 e o último
pagamento em dezembro/2014

A amortização das debêntures será realizada e 6 (seis) parcelas semestrais iguais no


valor de R$ 61.666, sendo que o primeiro vencimento ocorrerá em junho/2012 e a última
em dezembro/2014

Esta operação tem taxa efetiva de 3,697% a.a em função dos custos de transação pagos
antecipadamente e apropriados ao resultado mensalmente, conforme deliberação CVM nº
556/08. No 1o trimestre de 2010 foram amortizados R$ 172.

Os custos de transação a serem amortizados são:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Vencimento Saldos
2010 541
2011 714
2012 650
2013 414
2014 173
Total 2.492

25. TAXAS REGULAMENTARES

Consolidado
31/03/2010 31/12/2009
Quota de Reserva Global de Reversão - RGR 5.495 7.674
Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hidricos - CFURH 335 254
Programa Incentivo às Fontes Alternativas Energia - PROINFA - 15.212
Quota da Conta de Consumo de Combustível - CCC 18.095 30.816
Taxa de Fiscalização - ANEEL 1.040 1.068
Conta Desenvolvimento Energético - CDE 8.871 10.238
Outras 543 544
Total 34.379 65.806

26. OBRIGAÇÕES DO PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

O contrato de concessão das controladas estabelece a obrigação de aplicar anualmente o


montante de 1% da receita operacional líquida, em ações que tenham como objetivo o
combate ao desperdício de energia elétrica e o desenvolvimento tecnológico do setor
elétrico. Esse montante é destinado aos Programas de Eficiência Energética (PEE) e
Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a ser recolhido ao Fundo Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e ao Ministério de Minas e Energia
(MME). A participação de cada um dos programas está definida pelas Leis nº 10.848 e nº
11.465, de 15/3/2004 e 28/3/2007, respectivamente.

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Consolidado

Circulante Não circulante

31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009

Fundo Nacional Desenvolvimento Científico Tecnológico - FNDCT 1.600 1.633 - -


Ministério de Minas e Energia - MME 834 866 - -
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 32.188 30.038 33.266 32.506
Programa de Eficiência Energética - PEE 52.156 58.171 48.272 42.058

Total 86.778 90.708 81.538 74.564

A atualização das parcelas referentes aos PEE e P&D é efetuada pela taxa de juros
SELIC, de acordo com as Resoluções Normativas ANEEL nº 176, de 28/11/2005, nº 219,
de 11/4/2006, nº 300, de 12/2/2008 e nº 316, de 13/5/2008, e Ofício Circular nº
1.644/2009-SFF/ANEEL, de 28/12/2009.

Por meio da Resolução Normativa nº 233, de 24/10/2006, com validade a partir de


1/1/2007, a ANEEL estabeleceu novos critérios para cálculo, aplicação e recolhimento dos
recursos do PEE. Entre esses novos critérios, foram definidos os itens que compõem a
base de cálculo das obrigações, ou seja, a receita operacional líquida e o cronograma de
recolhimento ao FNDCT e ao MME.

A realização das obrigações com o PEE e P&D, através da aquisição de ativos


imobilizados tem como contrapartida o saldo de obrigações especiais.

As informações gerais sobre o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do


Setor de Energia Elétrica estão disponíveis no site www.redenergia.com.

27. OBRIGAÇÕES ESTIMADAS

Consolidado
31/03/2010 31/12/2009
Provisão de I.R.P.J 12.606 -
Provisão de C.S.S.L.L. 4.436 -
Provisões sobre folha de pagamento 31.143 27.539
Provisão de impostos sobre folha de pagamento 8.869 8.268
Total 57.054 35.807

28. PROVISÃO PARA PASSIVOS CONTINGENTES E DEPÓSITOS JUDICIAIS

Está representada da seguinte forma:

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31/3/2010 31/12/2009

Provisão Provisão

No Saldo Depósitos No Saldo Depósitos


período acumulado judiciais período acumulado judiciais

Cíveis - Consumidores (a) (229) 15.073 18.165 (8.367) 15.302 18.139

Trabalhistas (b) (839) 29.032 62.604 (9.322) 29.871 60.684

Fiscais: (c)
COFINS - - 3.149 - - 3.149
PIS (189) 45.662 46.749 67 45.851 46.749
Imposto de renda - - 2.000 - - 1.963
Contribuição social - - 39 - - 40
Previdência social - - 3.190 - - 3.190
ICMS - - 5.226 (733) - 5.139
Outros 189 189 817 - - 815
Subtotal - 45.851 61.170 (666) 45.851 61.045

Total (1.068) 89.956 141.939 (18.355) 91.024 139.868

Cíveis Trabalhistas Fiscais Total


Saldo em 31 de dezembro de 2009 15.302 29.871 45.851 91.024
Constituição 814 4.075 - 4.889
Baixas/reversão (1.043) (4.914) - (5.957)
Atualização - - - -
Saldo em 31 de março de 2010 15.073 29.032 45.851 89.956

Contingências passivas:
Possível (d) 46.223 28.890 31.479 106.592

(a) As ações judiciais de natureza cível referem-se, em sua grande maioria, a discussões
sobre o valor de contas de energia elétrica, em que o consumidor requer a revisão ou o
cancelamento da fatura; à cobrança de danos materiais e morais pelo consumidor,
decorrentes da suspensão do fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento,
por irregularidades nos medidores de energia elétrica ou decorrentes de variações na
tensão elétrica ou de falta momentânea de energia; bem como ações em que
consumidores pretendem a devolução de valores, em razão do aumento das tarifas de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


energia determinado pelas Portarias nº 38 e nº 45/1986, do extinto Departamento
Nacional de Águas e Energia Elétrica - DNAEE, no período de congelamento de preços
do Plano Cruzado.

(b) As ações judiciais de natureza trabalhista referem-se, de maneira geral, a discussões


de ex-empregados pretendendo recebimento de horas extras, de adicional de
periculosidade, horas de sobreaviso, indenizações por danos decorrentes de acidente no
trabalho, bem como ações de ex-empregados de prestadores de serviços contratados
pelas companhias reclamando responsabilidade solidária por verbas rescisórias.

• Foram provisionadas as contingências representadas pelas citadas ações judiciais


cíveis e trabalhistas com chances prováveis de perda pelas companhias, conforme
avaliação de seus advogados. De maneira geral, estimamos em cerca de 3 a 5 anos, em
média, o prazo para que as referidas ações com chances prováveis de perda tenham
julgamento final e haja o efetivo desembolso pelas companhias dos valores
provisionados, na hipótese das companhias serem vencidas nas ações.

(c) Em setembro de 2009, a Companhia e suas Controladas aderiram ao Parcelamento


instituído pela Lei nº 11.941/2009, que dispõe sobre o parcelamento de débitos junto à
Receita Federal do Brasil e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, incluindo no referido
parcelamento o saldo remanescente de parcelamentos anteriores. Referido
Parcelamento proporcionou redução de multas e juros de mora, bem como facultou a
utilização de créditos decorrentes de prejuízo fiscal e de base negativa da CSLL. (vide
nota explicativa nº 21).

Na Controlada CEMAT, dos processos em curso, o processo administrativo decorrente de


Auto de Infração e Imposição de Multa – AIIM nº 16741001600003200516 foi julgado
parcialmente procedente, cancelando parte da cobrança. O saldo remanescente foi objeto
de pedido de compensação que aguarda análise da Secretaria da Fazenda do Estado do
Mato Grosso. O AIIM nº 16741001600012200811 tem por objeto os valores de ICMS
sobre a demanda contratada que deixaram de ser recolhidos por força de liminares
concedidas em ações ajuizadas por usuários de energia. Estas infrações têm
probabilidade de perda remota.

A Controlada CELTINS sofreu autuação pela Secretaria da Receita Federal, com a


aplicação de multa isolada por alegada compensação de tributos de forma não autorizada
pela legislação. Foram apresentados impugnação e recurso que aguardam julgamento na
esfera administrativa e estimamos em aproximadamente 3 anos o julgamento. Caso a
decisão na esfera administrativa seja desfavorável, a Controlada ingressará com ação
judicial visando à anulação da referida autuação.

A Controlada EEB sofreu autuação pela Secretaria da Receita Federal, em razão de


considerar dedutíveis determinadas despesas financeiras decorrentes de empréstimos
financeiros. Foi apresentada impugnação que aguarda julgamento na esfera
administrativa e estima-se em aproximadamente 3 anos a decisão final administrativa.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Após apresentados todos os recursos, caso a decisão final na esfera administrativa seja
desfavorável, a Controlada ingressará com ação judicial visando à anulação da autuação.

As ações judiciais de natureza tributária da Controlada ENERSUL possuem depósito


judicial. Dentre elas, destaca-se a ação sobre PIS, que discute a inconstitucionalidade de
sua cobrança, em vista do disposto no parágrafo 3o do artigo 155 da Constituição Federal,
cujo valor também está depositado judicialmente.

(d) As Controladas também apresentaram os valores de suas contingências passivas


cujas chances de êxito são possíveis. Por entendermos razoáveis as chances de êxito,
não houve provisionamento dos referidos valores e, caso as referidas contingências
venham a representar perda, estimamos em cerca de 3 a 5 anos, em média, o prazo para
que haja o desembolso pelas Controladas.

Dentre os processos considerados possíveis de natureza fiscal, estão os Autos de


Infração AIIM nº 16741001600008200810 e 117956001600001200712, da Controlada
CEMAT, que referem-se a crédito supostamente indevido do diferencial de alíquota de
ICMS relativo à aquisição de mercadorias destinadas ao ativo permanente da empresa.
Se a Companhia não sair vencedora nesses processos administrativos, ingressará com
ação judicial para anular os referidos autos de infração.

29. INDENIZAÇÕES TRABALHISTAS

Circulante Não circulante


Plano Plano
Vencimento Bresser PCCS Total Bresser PCCS Total
2010 49.382 14.641 64.023 - - -
2011 13.645 4.880 18.525 48.987 14.641 63.628
2012 - - - 85.346 19.521 104.867
Ajuste a valor presente (a) (3.582) (1.303) (4.885) (16.352) (3.805) (20.157)
Total 59.445 18.218 77.663 117.981 30.357 148.338

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(a) A Controlada CELPA procedeu ao cálculo do AVP projetando as parcelas da dívida
pela taxa INPC/IBGE e descontando pela taxa SELIC projetada segunda a expectativa
apresentada no boletim FOCUS. Foi elegida a taxa SELIC projetada como taxa de
desconto por se considerar que está reflete os juros compatíveis com a natureza, riscos
da dívida, levando em conta as taxa de mercado praticados na data da transição da Lei nº
11.638/07. Tendo em vista a natureza e complexidade dos cálculos da indenização, a
divulgação do fluxo de caixa e sua temporalidade foram omitidas, uma vez que o efeito
líquido do AVP não é relevante.

Plano Bresser

Em 21/12/2004 a Controlada CELPA e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias


Urbanas do Estado do Pará firmaram acordo referente à ação judicial que transitava na 4a
Vara Trabalhista de Belém do Pará, movida pelo Sindicato que pleiteava 26,06% de
reajuste sobre os salários congelados em junho de 1987, denominados Plano Bresser,
homologado em todos os termos da petição.

O valor homologado no acordo corresponde ao montante de R$ 370.000, sujeito à


atualização pela variação acumulada do INPC/IBGE, pagáveis mensalmente até
25/8/2012.

No 1o trimestre de 2010 o impacto no resultado da Controlada relativo à atualização


monetária foi de R$ 4.741 (R$ 2.244 em 2009).

Plano de Classificação de Cargos e Salários (PCCS)

Em 18/12/2008 foi homologado o acordo entre a Controlada CELPA e o Sindicato dos


Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Pará referente à ação judicial que
transitava na 12a Vara Trabalhista de Belém do Pará, movida pelo Sindicato que pleiteava
a anulação das alterações feitas na estrutura do Plano de Classificação de Cargos e
Salários (PCCS), homologados em todos os termos da petição.

O valor homologado no acordo corresponde ao montante de R$ 75.000, sujeito a


atualização anual pela variação acumulada do INPC/IBGE nos doze meses anteriores,
pagáveis mensalmente até 20/12/2012.

30. OUTROS PASSIVOS

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Consolidado
Circulante Não circulante
31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009
Convênios de arrecadação 5.270 4.881 - -
Taxa de iluminação pública 42.065 37.025 - -
Conta paga em duplicidade 10.761 10.212 - -
Adiantamento de consumidores 14.280 14.908 22.125 21.280
ELETROBRÁS - principal e juros empréstimo compulsório 752 852 - -
Encargos tarifários (a) 15.188 6.864 - -
Secretaria da Receita Federal 6.496 6.496 - -
Aquisição de acervo 56 56 2.938 2.937
Reserva para reversão/amortização (b) - - 7.324 7.324
Operações com swap - - 277.150 346.790
Ajuste à Lei 11.638/07 - - (26.190) 2.437
Rede Lajeado Energia S.A. 3.420 124 17.073 28.863
Juruena Energia S.A - - 4.587 3.590
C. R. Almeida S.A. - Engenharia e Construções (c) 14.367 18.210 27.616 31.576
Entidades seguradoras 3.427 4.977 - -
Outros credores 9.461 4.160 9.804 2.530
Outros 1.236 6.258 26.902 20.573
Total 126.779 115.023 369.329 467.900

(a) Refere-se a encargos de capacidade emergencial no consolidado e encargos de


aquisição de energia elétrica.

(b) Refere-se a recursos das controladas aplicados até 31/12/1971, na expansão do


Serviço Público de Energia Elétrica, nos termos do regulamento da legislação vigente.

(c) Refere-se ao parcelamento da Controlada CELPA da ação ordinária de indenização


de autos nº 193.1.002606-0 junto a C.R. Almeida S.A. – Engenharia e Construções, a ser
pago em 50 parcelas mensais e sucessivas, corrigidas pelo IGP-M acrescidas de juros de
6% ao ano.

31. PATRIMÔNIO LÍQUIDO – COMPANHIA

31.1. Capital social

O capital social da Companhia em 31/3/2010 é de R$ 714.552, e sua composição por


classe de ações e principais acionistas é a seguinte:

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Número de ações em milhares
Acionistas Ordinárias % Preferenciais % Total %
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. 174.772 79,03 6.964 6,90 181.736 56,43
Denerge - Desenvolvimento Energético S.A. 43.614 19,72 6.680 6,62 50.294 15,62
BNDES Participações S.A. - BNDESPAR - - 76.901 76,20 76.901 23,88
Outros 2.772 1,25 10.372 10,28 13.144 4,08
221.158 100,00 100.917 100,00 322.075 100,00

Os acionistas têm direito a dividendos mínimos obrigatórios equivalentes a 25% do lucro


líquido ajustado. Os dividendos pagos às ações preferenciais correspondem a 10%
superiores àqueles pagos às ações ordinárias.

Nas Assembléias Gerais, cada ação ordinária dá direito a um voto.

As Ações Preferenciais serão inconversíveis em ações ordinárias e não terão direito de


voto nas Assembléias Gerais. Cada ação preferencial fará jus a:

a. Recebimento de dividendos não cumulativos, no mínimo 10% (dez por cento)


superiores aos atribuídos às ações ordinárias;

b. Prioridade no reembolso do capital, sem prêmio, em caso de liquidação da sociedade,


e depois de reembolsadas as ações ordinárias, participação igualitária com essas últimas
no rateio do excesso do patrimônio líquido que se verificar;

c. Participação em igualdade de condições com as ações ordinárias na distribuição, pela


sociedade, de lucros, bonificações ou outras vantagens, inclusive nos casos de aumentos
de capital decorrentes de capitalização de reservas.

31.2. Reservas

Reservas de capital 31/03/2010 31/12/2009


Remuneração do imobilizado em curso 3.745 3.745
Doações e subvenções para investimentos 713 713
4.458 4.458

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32. DESPESAS OPERACIONAIS

Companhia

Despesas gerais e Outras


administrativas despesas operacionais

31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009

Administradores 275 220 - -


Serviço de terceiros 105 390 - -
Arrendamentos e aluguéis 1 2 - -
Seguros 14 66 - -
Tributos 4 3 - -
Outros - - 67 36
Total 399 681 67 36

Consolidado

Despesas gerais e Outras


Despesas com vendas administrativas despesas operacionais
31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009
Pessoal 9.396 8.984 26.234 22.456 - -
Administradores - - 6.332 4.210 - -
Material 249 264 3.149 3.168 - -
Serviço de terceiros 31.665 26.830 39.648 31.570 - -
Compen. fin. para utiliz. recursos hídricos - - - - 351 318
Depreciação e amortização - - 7.111 6.581 54 51
Arrendamentos e aluguéis 40 22 3.113 4.087 - -
Seguros 62 37 1.419 424 - -
Tributos 673 504 1.602 2.979 3.013 2.448
Provisão (líquida de reversão) 5.193 769 - (200) 3.808 1.139
Doações, contribuições e subvenções 200 - 86 - 1.079 1.012
Outros 553 10.370 5.199 4.799 84 282
Total 48.031 47.780 93.893 80.074 8.389 5.250

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado

Despesas gerais e
Despesas com vendas administrativas
Despesas com pessoal: 31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009
Remuneração 7.244 6.968 20.536 21.843
Encargos sociais - INSS 1.530 1.418 3.493 2.356
Encargos sociais - FGTS 458 485 1.347 1.058
Encargos sociais - Outros 32 42 185 210
Programa de incentivo a aposentadoria e demissão voluntária - 16 256 431
Contribuição como mantenedor da fundação 103 37 233 139
Indenização sobre o saldo do FGTS 29 18 173 340
( - ) Transferências para ordens em curso - - 11 (3.921)
Total despesas com pessoal 9.396 8.984 26.234 22.456

33. OUTROS RESULTADOS

Companhia Consolidado
31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009
Receitas:
Ganhos na alienação de bens e direitos - - 19 335
Outras receitas - 1.322 2.617 2.747
Total - 1.322 2.636 3.082
Despesas:
Perdas na desativação de bens e direitos - - (2.150) (7.701)
Perdas na alienação de bens e direitos - - (126) (173)
Perdas - - (739) (294)
Outras despesas - - (108) (9.066)
Total - - (3.123) (17.234)

34. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA

O caixa e equivalentes de caixa são constituídos conforme a seguir:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia Consolidado
31/3/2010 31/12/2009 31/3/2010 31/12/2009
Fundos de caixa - - 220 224
Saldo em bancos 5.459 5.460 151.846 170.825
Aplicações financeiras 1.704 1.300 305.621 236.869
Conta transitoria - - 23.821 -
Outros 802 191 15.157 6.035
Total 7.965 6.951 496.665 413.953

Caixa e equivalentes de caixa consistem em numerário disponível, saldos em poder de


bancos, aplicações financeiras de curto prazo, prontamente conversíveis em um
montante conhecido de caixa, ordens de pagamento e numerário em trânsito, na
Companhia e em suas controladas. A composição individualizada das aplicações
financeiras, por instituição financeira, tipo de aplicação e as respectivas taxas, estão
demonstrados na nota explicativa nº 6.

A Controlada indireta, Juruena Energia S.A., foi alienada em 29/12/2009, por R$ 29.500,
com recebimento de R$ 10.000 no ato da negociação e os demais R$ 19.500 com
vencimento em 2010.

35. REVISÃO TARIFÁRIA PERIÓDICA

As Controladas passaram pela Homologação Definitiva do processo da Segunda Revisão


Tarifária Periódica, bem como pelo processo de IRT – Índice de Reajuste Tarifária Anual.
Conforme previsto no contrato de concessão das empresas, os processos ocorreram da
seguinte forma:

a. CFLO

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A ANEEL, através da Nota Técnica nº 183/2009-SRE/ANEEL, de 26/5/2009 e por meio da
Resolução Homologatória nº 825, de 2/6/2009, homologou o resultado definitivo da
Segunda Revisão Tarifária Periódica, da Controlada Companhia Força e Luz do Oeste –
CFLO, fixando o reposicionamento tarifário em –6,60% (menos seis vírgula sessenta por
cento).

Através da Nota Técnica nº 213/2009-SRE/ANEEL, de 17/6/2009 e por meio da


Resolução Homologatória nº 842, de 23/6/2009, a ANEEL homologou as tarifas de
fornecimento de energia elétrica da CFLO, em média, reajustadas em 6,99% (seis vírgula
noventa e nove por cento), sendo 9,16% (nove vírgula dezesseis por cento) relativos ao
reajuste tarifário anual e -2,16% (menos dois vírgula dezesseis por cento) relativos aos
componentes financeiros pertinentes, correspondendo a um efeito médio de 4,85%
(quatro vírgula oitenta e cinco por cento) a ser percebido pelos consumidores cativos.
Esse reajuste tarifário vigorará de 29/6/2009 a 28/6/2010.

b. CELTINS

A ANEEL através da Nota Técnica nº 199/2009-SRE/ANEEL, de 9/6/2009, e por meio da


Resolução Homologatória nº 830, de 16/6/2009, homologou o resultado definitivo da
Segunda Revisão Tarifária Periódica, da Controlada Companhia de Energia Elétrica do
Estado do Tocantins - CELTINS, fixando o reposicionamento tarifário em –7,24% (menos
sete vírgula vinte e quatro por cento).

Através da Nota Técnica nº 211/2009-SRE/ANEEL, de 29/6/2009 e por meio da


Resolução Homologatória nº 847, de 30/6/2009, a ANEEL homologou as tarifas de
fornecimento de energia elétrica em 2,15% (dois vírgula quinze por cento), sendo 3,63%
(três vírgula sessenta e três por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e -
1,49% (menos um vírgula quarenta e nove por cento) referentes aos componentes
financeiros pertinentes, correspondendo a um efeito médio de -5,50% (menos cinco
vírgula cinqüenta por cento) a ser percebido pelos consumidores. Esse reajuste vigorará
de 4/7/2009 a 3/7/2010.

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A CELTINS interpôs recurso administrativo contra a Resolução ANEEL 847/2009-
SRE/ANEEL, por entender que os resultados da revisão tarifária periódica de 2008 não
consideraram corretamente custos e investimentos realizados, o que representariam
aumentos reais e maiores tarifas de energia. Por tanto, o componente financeiro
apresentado (passivo regulatório) na Nota Técnica nº 211/2009-SRE/ANEEL de
29/6/2009, homologada pela Resolução Homologatória nº 847, de 30/6/2009, como ajuste
financeiro oriundo da segunda Revisão Tarifária Periódica, no montante de R$ 3.559,
deve ser anulado e, como conseqüência, não foi registrado como passivo regulatório nas
demonstrações contábeis da Companhia em 31/3/2010.

A CELTINS, por meio de seu Departamento Jurídico, considera boas as chances de êxito
do citado recurso administrativo e avaliará o ajuizamento de ação judicial caso o
julgamento deles pela ANEEL não sejam satisfatório.

c. CELPA

A ANEEL através da Resolução Homologatória nº 857, de 4/8/2009 e Nota Técnica nº


269/2009/SRE/ANEEL, de 3/8/2009, homologou o resultado definitivo da segunda revisão
tarifária periódica estabelecendo que as tarifas de fornecimento de energia elétrica da
CELPA ficam reposicionadas em 8,63% (oito, vírgula sessenta e três por cento), sendo
2,83% (dois vírgula oitenta e três por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico
e 5,80% (cinco vírgula oitenta por cento) referentes aos componentes financeiros
pertinentes, correspondendo a um efeito médio de 3,75% (três vírgula setenta e cinco por
cento) a ser percebido pelos consumidores. As tarifas que contemplam o respectivo
reajuste tarifário anual e os componentes financeiros externos ao reajuste vigorará de
7/8/2009 a 6/8/2010.

A CELPA interpôs recurso administrativo contra a Resolução ANEEL 857/2009, por


entender que os resultados da revisão tarifária periódica de 2008 não consideraram
corretamente custos e investimentos realizados, o que representariam aumentos reais e
maiores tarifas de energia. Por tanto, o componente financeiro apresentado (passivo
regulatório) na Nota Técnica nº 269 de 3/8/2009, homologada pela Resolução
Homologatória nº 857, de 4/8/2009, como ajuste financeiro oriundo da segunda Revisão
Tarifária Periódica, no montante de R$ 10.313, deve ser anulado e, como conseqüência,
não foi registrado como passivo regulatório nas demonstrações contábeis da Companhia
em 31/3/2010.

A CELPA, por meio de seu Departamento Jurídico, considera boas as chances de êxito
do citado recurso administrativo e avaliará o ajuizamento de ação judicial caso o
julgamento deles pela ANEEL não sejam satisfatório.

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36. PLANO DE APOSENTADORIA E PENSÃO

Contexto

Consoante a Deliberação CVM nº 371/2000, as empresas que possuem planos de


benefícios devem mensurar, no mínimo anualmente, os valores dos compromissos
previdenciários dos planos. O grupo Rede Energia tem realizado essas mensurações,
anualmente, por meio de avaliação atuarial realizada por atuário independente.

Os planos do grupo Rede Energia são patrocinados pelas seguintes empresas: Rede
Energia S.A., Caiuá Distribuição de Energia S.A., Companhia de Energia Elétrica do
estado do Tocantins – CELTINS, Companhia Força e Luz do Oeste, Companhia Nacional
de Energia Elétrica, Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.A.,
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A., Empresa Elétrica Bragantina S.A.,
Rede Comercializadora de Energia S.A., Elucid Solutions S.A., Denerge –
Desenvolvimento Energético S.A., Rede Power do Brasil S.A. e BBPM – Participações
S.A.

Sumário dos planos de benefícios

O grupo Rede Energia tem como “veículo financeiro” dos seus planos de benefícios
previdenciários a REDEPREV – Fundação Rede de Previdência, pessoa jurídica de direito
privado, com funcionamento autorizado pela Portaria nº 47, de 24/10/2003, do Ministério
da Previdência Social – Secretaria de Previdência Complementar. É resultado do
processo de fusão das seguintes fundações: a) FUNREDE – Fundação Rede de
Seguridade; b) FUNGRAPA – Fundação Grão Pará de Previdência e c) PREVIMAT –
Fundação de Previdência e Assistência Social dos Empregados da CEMAT.

Os planos de benefícios previdenciários patrocinados pelo grupo Rede Energia são


descritos a seguir:

a. Plano de Benefícios Elétricas BD-I:

Instituído em 1/8/1986, encontra-se em extinção desde 31/12/1998, quando foi bloqueada


a adesão de novos participantes. Assegura benefícios suplementares à:

• Aposentadoria por tempo de serviço/velhice;

• Aposentadoria por invalidez;

• Auxílio-doença;

• Pensão por morte; e

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Pecúlio por morte.

O plano está estruturado na forma de Benefício Definido e é custeado pelos Participantes,


pelos Assistidos e pelas Patrocinadoras.

b. Plano de Benefícios Elétricas-R:

Obteve autorização e aprovação para a aplicação do seu regulamento através da Portaria


nº 880, de 12/1/2007, emitida pelo Departamento de Análise Técnica da Secretaria de
Previdência Complementar do MPS. Assegura os seguintes benefícios:

• Suplementação da aposentadoria por invalidez;

• Suplementação do auxílio-doença;

• Suplementação da pensão por morte; e

• Pecúlio por morte.

O plano está estruturado na forma de Benefício Definido.

Os benefícios são custeados exclusivamente pelas empresas do grupo Rede Energia e


de forma solidária com as demais Patrocinadoras, Centrais Elétricas do Pará S.A. –
CELPA e a Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. – CEMAT.

Antes da fusão, os planos eram contabilizados em separado, e a partir de então as contas


são prestadas de forma comum, em um único balancete, por conta da legislação que
regulamenta as entidades de previdência complementar. Todavia, especificamente para
efeitos desta Avaliação e para o cumprimento da Deliberação CVM nº 371/2000, impõe-se
a aferição compartimentada dos compromissos atuariais, das despesas com
contribuições, dos custos e do ativo do Plano de Benefícios-R, por empresa
patrocinadora.

c. Plano de Benefícios Elétricas-OP:

Instituído em 1/1/1999 e assegura o benefício de Renda Mensal Vitalícia, após o prazo de


diferimento.

Durante o prazo de diferimento do benefício, este plano está estruturado na modalidade


de Contribuição Definida e o valor da Renda Mensal Vitalícia está sempre vinculado ao
montante financeiro das contribuições acumuladas a favor do participante.

A Renda Mensal Vitalícia, uma vez iniciada, é atualizada monetariamente a cada ano, e
nessa fase é considerada Benefício Definido. O custeio do plano é feito pelos
participantes ativos (90%) e pelas patrocinadoras (10%).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Premissas utilizadas nesta avaliação atuarial

Taxa
Avaliação Atuarial 2008 (1) Avaliação Atuarial 2009
1. Taxa de desconto para o cálculo do valor presente 8,76% (6% líquido) 6,00% líquido - plano de risco
- 5,50% líquido - demais planos
2. Taxa de rendimento esperada sobre os ativos dos planos 8,76% (6% líquido) 6,00% líquido - plano de risco
- 5,50% líquido - demais planos
3. Taxa de crescimento salarial futuro 4,65% (2% líquido) 4,30% (2% líquido)
4. Taxa de crescimento real dos benefícios:
Da Previdência Social - -
Do Plano - -
5. Taxa de inflação 2,60% 2,30%
Fator de capacidade:
Dos Salários 0,98% 1,00%
Dos Benefícios 0,98% 1,00%
6. Tábua de mortalidade geral IBGE 2007, ambos os sexos, AT2000 - Male
com redução de 22% nas taxas
anuais de mortalidade.
7. Tábua de mortalidade de inválidos IBGE 2007, ambos os sexos. IBGE 2008, ambos os sexos.
8. Tábua de entrada em invalidez Álvaro Vindas Álvaro Vindas
9. Tábua de rotatividade Nula Nula

A tábua de mortalidade mínima usada é a AT83, nas últimas avaliações atuariais utilizou-
se a tábua de mortalidade disponibilizada pelo IBGE, com redução de 22% na
mortalidade. Na presente avaliação utilizamos a AT2000 – Male.

Informações dos participantes

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Planos de Benefícios
Elétricas BD-I R Elétricas-OP
Número Participantes 30 2.173 2.173
Número Assistidos 247 7 37
Número Beneficiários Pensionistas 100 11 -
377 2.191 2.210

Síntese da avaliação atuarial

As empresas do grupo Rede Energia são solidárias no custeio dos benefícios


previdenciários operacionalizados pelo “veículo financeiro” REDEPREV – Fundação Rede
de Previdência, razão pela qual não são segregados os valores corresponde a cada
empresa pertencente ao grupo Rede Energia.

2009
Planos de Benefícios
Elétricas BD-I R Elétricas - OP Total

1. Exigível atuárial 56.360 5.865 105.468 167.693


2. Benefícios concedidos 44.709 5.865 27.079 77.653
3. Aposentadoria 31.936 - 27.079 59.015
4. Invalidez 1.705 1.758 - 3.463
5. Pensão 11.068 4.107 - 15.175
6. Benefícios a conceder 11.651 - 78.389 90.040
7. Benefício definido 11.651 - - 11.651
8. Contribuição definida - - 78.389 78.389

Reconciliação contábil – Passivo atuarial

Deliberação Confissão de
CVM - 371 dívida Total

Saldo em 31 de dezembro de 2009 16.368 29.958 46.326


Despesas do período - 1.008 1.008
Pagamentos de contribuições/dívida - (2.802) (2.802)
Saldo em 31 de março de 2010 16.368 28.164 44.532

Contribuições efetuadas no ano:

No 1o trimestre de 2010 foi destinado à REDEPREV o montante Consolidado de


contribuições no valor de R$ 1.745 (R$ 449 em 2009), registrados como despesas de
pessoal.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Outras informações:

As Controladas, CEMAT e CELPA, também patrocinam planos de benefícios na


REDEPREV, devidamente divulgados em notas explicativas anexas as respectivas
demonstrações contábeis.

A Controlada ENERSUL patrocina planos de benefícios na Fundação ENERSUL com


uma parcela proporcional a contribuição realizada pelos participantes, de acordo com o
estabelecido em cada plano de benefício. No 1o trimestre de 2010 a ENERSUL contribuiu
com R$ 756 (R$ 613 em 2009).

A Companhia e demais patrocinadoras são responsáveis pela cobertura integral de


qualquer déficit apurado nos planos de benefícios caracterizados como Benefício
Definido.

37. INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Atendendo à Instrução CVM nº 475, de 17/12/2008, a Companhia divulga a seguir


informações relativas a seus instrumentos financeiros.

Gerenciamento de risco

A Companhia e suas controladas possuem procedimentos de controles preventivos e


detectivos que monitoram sua exposição aos riscos de crédito, de mercado, escassez de
energia, bem como riscos relacionados à Companhia e suas operações.

Gerenciamento dos riscos de crédito

Risco de a Companhia e suas controladas incorrerem em perdas resultantes da


dificuldade de recebimento de valores faturados a seus consumidores, concessionárias e
permissionárias. A mitigação desse risco ocorre com a aplicação de procedimentos
analíticos de monitoramento das contas a receber de consumidores, ações de cobrança e
corte no fornecimento de energia. Outro fator que minimiza o risco de crédito é o perfil da
carteira de crédito, que é pulverizada em um número expressivo de consumidores.

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Gerenciamento de risco de mercado

Estamos expostos a riscos de mercado decorrentes de nossas atividades. Esses riscos


de mercado, que estão além de nosso controle, envolvem principalmente a possibilidade
de que mudanças nas taxas de juros, taxas de câmbio e inflação possam vir a afetar
negativamente o valor de nossos ativos financeiros, fluxos de caixa e rendimentos futuros.
Risco de mercado é a eventual perda resultante de mudanças adversas das taxas e
preços de mercado. A mitigação desse risco ocorre através da aplicação de
procedimentos de avaliação da exposição dos ativos e passivos ao risco de mercado e,
consequentemente, contratação de hedge junto às Instituições Financeiras de primeira
linha.

Gerenciamento de riscos relacionados à Companhia e suas operações

Nossas receitas operacionais podem ser positiva ou negativamente afetadas por decisões
da ANEEL com relação às nossas tarifas. As tarifas que cobramos pela venda de energia
aos consumidores são determinadas de acordo com os contratos de concessão
celebrados com a ANEEL e estão sujeitas à discricionariedade regulatória da ANEEL. A
mitigação desse risco ocorre pelo monitoramento e aplicação de todas as normas e
procedimentos definidos pela ANEEL e um criterioso gerenciamento de custos
operacionais.

Gerenciamento de riscos de escassez de energia

O Sistema Elétrico Brasileiro é abastecido predominantemente pela geração hidrelétrica.


Um período prolongado de escassez de chuva, durante a estação úmida, reduzirá o
volume de água nos reservatórios dessas usinas, trazendo como consequência o
aumento no custo na aquisição de energia no mercado de curto prazo e na elevação dos
valores de encargos de sistema em decorrência do despacho das usinas termelétricas.
Numa situação extrema poderá ser adotado um programa de racionamento que implicaria
em redução de receita. No entanto, considerando os níveis atuais dos reservatórios e as
últimas simulações efetuadas, o Operador Nacional de Sistema Elétrico - ONS não prevê
para os próximos anos um novo programa de racionamento.

Política de utilização de instrumentos derivativos

A Companhia e suas controladas utilizam instrumentos financeiros derivativos, registrados


em contas patrimoniais e de resultado, com o propósito de atender às suas necessidades
no gerenciamento de riscos de mercado, decorrentes dos descasamentos entre moedas e
indexadores.

As operações com instrumentos derivativos são realizadas, por intermédio das


superintendências financeiras de acordo com a estratégia previamente aprovada pelos
gestores da Companhia.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Instrumentos derivativos

Atualmente a contratação de instrumentos derivativos objetiva proteger a exposição das


obrigações da Companhia e de suas controladas ao risco de mercado, principalmente,
riscos de variação cambial que possam resultar em perda financeira. Esses contratos são
celebrados em mercado de balcão diretamente com instituições financeiras de primeira
linha. As operações com derivativos da Companhia e suas controladas não possuem
verificadores nem chamada de margens, sendo liquidados integralmente no vencimento.

Obrigações expostas à variação cambial

Através da aplicação de procedimentos de avaliação da estrutura do endividamento e sua


exposição à variação cambial, foram contratados instrumentos financeiros derivativos,
contratos de swap, objetivando, principalmente, mitigar os riscos de eventuais perdas
financeiras dos empréstimos Notes Units, BID e capital de giro.

Os diferenciais a receber e a pagar referentes aos instrumentos financeiros derivativos,


ativos e passivos são registrados em contas patrimoniais de “Outros Ativos (diferencial a
receber) e Outros Passivos (diferencial a pagar)” e o resultado apurado na conta “Outras
Receitas e Despesas Financeiras (resultado) e ou Imobilizado em Curso (quando da
construção do imobilizado operacional – determinação da ANEEL em seu manual de
contabilidade)”.

Composição dos saldos registrados em contas patrimoniais de outros ativos e


passivos:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Operações passivas
Custo amortizado Valor justo
Valor
Objetivo de hedge de referencial
risco de mercado Indexadores Vencimento 2010 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009
Swap BID
Banco Société Générale Mai/10 a Mai/12 59.806 (39.732) (45.150) (36.479) (44.804)
Ponta ativa USD + 0% 55.859 57.756 61.543 55.977
Ponta passiva IGPM + 4,78% 95.591 102.906 98.022 100.781
Banco Itaú BBA S.A. Mai/10 a Mai/15 114.540 (76.327) (86.382) (70.072) (86.695)
Ponta ativa USD + 0% 109.547 111.513 118.927 106.250
Ponta passiva IGPM + 5,36% 185.874 197.895 188.999 192.945
Unibanco S.A. Mai/10 a Mai/15 68.794 (39.440) (43.540) (32.204) (44.411)
Ponta ativa USD + 0% 59.126 57.042 66.503 51.017
Ponta passiva IGPM + 4,60% 98.566 100.582 98.707 95.428
JP Morgan S.A. Mai/10 a Mai/15 53.279 (34.750) (36.887) (30.829) (37.523)
Ponta ativa USD + 0% 50.680 48.893 56.365 43.727
Ponta passiva IGPM + 4,60% 85.430 85.780 87.194 81.250
HSBC Bank Brasil S.A. Ago/10 a Nov/11 81.936 1.803 1.229 3.103 807
Ponta ativa USD + 0% 85.488 83.577 93.532 79.860
Ponta passiva 80% a 82% do CDI 83.685 82.348 90.429 79.053

Total BID (188.446) (210.730) (166.481) (212.626)


Swap NOTES UNITS
Unibanco S.A. Fev/11 a Fev/12 71.174 (46.432) (71.500) (43.422) (73.198)
Ponta ativa USD + 0% 62.366 87.060 69.296 84.604
Ponta passiva IGPM + 5,70% 108.798 158.560 112.718 157.802
Merrill Lynch Fev/11 a Fev/12 71.270 (40.468) (63.330) (36.653) (62.596)
Ponta ativa USD + 0% 62.366 87.060 67.889 84.604
Ponta passiva IGPM + 4,20% 102.834 150.390 104.542 147.200
Total NOTES (86.900) (134.830) (80.075) (135.794)

TOTAL GERAL (275.346) (345.560) (246.556) (348.420)

Resultado apurado no período, registrado na rubrica “outras receitas e despesas


financeiras”:

O reconhecimento do resultado líquido não realizado nas operações com instrumentos


derivativos é registrado pelo regime de competência, que pode ser diferente da
mensuração do valor justo. As diferenças apuradas na mensuração do valor justo desses
instrumentos também estão sendo contabilizados no resultado do período.

Unit Notes

Em 31/3/2010, as controladas CEMAT e CELPA mantinham instrumentos de troca de


resultados financeiros - SWAP com as referidas instituições financeiras, para fazer face às
oscilações que possam ocorrer na moeda nacional com relação ao dólar norte-americano
no montante de US$ 100.000 (R$ 233.700) valor original, correspondente à captação de
recursos através de Notes Units.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


O resultado reconhecido líquido dessas operações acumula perdas, de fevereiro de 2006
a março de 2010, no montante de R$ 86.900, sendo R$ 40.468 junto ao Banco Merrill
Lynch de Investimentos S.A., que optou pelo IGP-M mais 4,20% a.a. e R$ 46.432 com o
Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A. que optou pelo IGP-M mais 5,70% a.a., com
vencimentos em 11/2/2011 e 13/2/2012, respectivamente.

BID

Em 25/7/2006, a CEMAT tomou empréstimos junto ao Banco Interamericano de


Desenvolvimento - BID, sendo liberados US$ 89.500 como parte dos recursos dos
empréstimos aprovados de um total de US$ 114.500. Do total liberado, US$ 50.000 são
provenientes de recursos próprios do BID (denominados como “A Loan” ou parte A) e
US$ 39.500 são provenientes de um sindicato de bancos (club deal) composto pelo
Banco Société Générale e Banco Itaú Europa. A parte A do financiamento terá o prazo
total nove anos para liquidação, sendo três anos de carência e mais seis para
amortização do principal. A parte B terá o prazo total de seis anos para liquidação, sendo
três anos de carência e mais três anos para amortização. As amortizações tanto do
principal quanto dos encargos serão trimestrais. O custo da parte A é de Libor acrescida
de spread de 4,25% a.a. e a parte B de Libor acrescida de spread de 3,875% a.a. O
principal da operação foi protegido contra as oscilações da variação cambial (swap) a
taxas que variam entre IGP-M acrescido de spread de 4,2% a.a. a 5,3% a.a.

O resultado reconhecido líquido dessas operações acumula perdas, de julho de 2006 a


março de 2010, no montante de R$ 86.110, sendo R$ 15.913 com o Banco Société
Générale que optou pela taxa de IGP-M mais 4,77% a 4,79%, R$ 30.823 com o Banco
Itaú que optou pela taxa de IGP-M mais 4,23% a 5,39%, R$ 34.750 com o Banco JP
Morgan que optou pela taxa de IGP-M mais 4,49% a.a. e R$ 4.624 com o Unibanco que
optou pela taxa de IGP-M mais 4,60%.

Em 25/7/2006, a CELPA toma empréstimos junto ao Banco Interamericano de


Desenvolvimento - BID, sendo liberados US$ 100.000 como parte dos recursos dos
empréstimos aprovados de um total de US$ 135.000. Do total liberado, US$ 40.000 são
provenientes de recursos próprios do BID (denominados como “A Loan” ou parte A) e
US$ 60.000 são provenientes de um sindicato de bancos (club deal) composto pelo
Banco Société Générale e Banco Itaú Europa. A parte A do financiamento terá o prazo
total de nove anos para liquidação, sendo três anos de carência e mais seis para
amortização do principal. A parte B terá o prazo total de seis anos para liquidação, sendo
três anos de carência e mais três anos para amortização. As amortizações tanto do
principal quanto dos encargos serão trimestrais. O custo da parte A é de Libor acrescida
de spread de 9,8% a.a. e a parte B de Libor acrescida de spread de 9,4% a.a. O principal
da operação foi protegido contra as oscilações da variação cambial (swap) a taxas que
variam entre IGP-M acrescido de spread de 4,2% a.a. a 5,5% a.a.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


O resultado reconhecido líquido dessas operações acumula perdas, de julho de 2006 a
março de 2010, no montante de R$ 104.139, sendo R$ 23.819 com o Banco Société
Générale que optou pela taxa de IGP-M mais 4,77% a 4,79%, R$ 45.504 com o Banco
Itaú que optou pela taxa de IGP-M mais 4,23% a 5,39% e R$ 34.816 com o Unibanco que
optou pela taxa de IGP-M mais 4,60%.

A Controlada CELTINS possui instrumentos de troca de resultados financeiros – SWAP


junto ao HSBC Bank Brasil S.A., para fazer face às oscilações que possam ocorrer na
moeda nacional com relação ao dólar Norte-Americano no montante de US$ 48.000
(R$ 81.936 valor original). O resultado líquido da operação em 31/3/2010 acumula ganho
no montante de R$ 1.803 junto ao banco, que optou por 80% a 82% do CDI contra dólar a
taxa de R$ 1,7070, com vencimento em 15/11/2011.

Valor justo dos instrumentos financeiros derivativos

A Companhia e suas controladas possuem apenas operações de swap, não possuindo


outros instrumentos derivativos. Para a apuração do valor justo foi estimado seu valor
presente utilizando-se de uma metodologia comumente empregada pelos participantes do
mercado. A metodologia utilizada para o cálculo do valor justo baseia-se na estimativa do
valor presente dos pagamentos por meio da utilização de curvas de mercado divulgadas
pela BM&F.

Exposição cambial sem contratação de instrumentos financeiros derivativos

Tesouro nacional

Corresponde à reestruturação da dívida externa de suas controladas (ver nota explicativa


nº 23.3), atualizados de acordo com a variação das taxas Libor, taxa pré-fixada e variação
do dólar, com amortização mensal e vencimento em abril de 2024.

Os administradores da Companhia e de suas controladas não contrataram instrumentos


financeiros derivativos por possuírem investimentos em bônus de descontos e bônus ao
par (bônus emitidos pela União) que estão expostos à variação do dólar, eles possuem
vencimentos idênticos ao valor da dívida e serão utilizados para quitar a dívida. Os
referidos vencimentos estão contabilizados no ativo não circulante, na rubrica “cauções e
depósitos vinculados”.

Teste de sensibilidade

Em consonância com a Instrução CVM nº 475/08, é apresentado a seguir o quadro da


análise de sensibilidade de todas as posições com derivativos abertas em 31/3/2010, no
caso da Companhia e suas controladas, somente contratos de swap, Os swaps das
companhias celebram uma troca de fluxos de caixa, onde se comprometem a pagar a
variação do IGP-M ou a taxa CDI, recebendo a variação do dólar.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Como essas operações visam proteger dívidas vinculadas à moeda estrangeira, a ponta
cambial não apresenta riscos significativos, pois eventuais alterações serão compensadas
pela dívida subjacente. Logo, a variável que pode gerar prejuízos e que será sensibilizada
é o IGP-M ou CDI, embora a liquidação, quando ocorrer, será pela diferença entre as
pontas.

A Companhia e suas controladas definiram 3 cenários (provável, possível e remoto) a


serem simulados.

No provável são utilizadas as condições consideradas como prováveis pela


Administração, as quais foram definidas com base nas taxas divulgadas pela BM&F para
cada vencimento, e o cenário possível e o remoto, uma deterioração de 25% e 50%
respectivamente nas variáveis.

Consolidado

31/03/2010

Cenário possível Cenário remoto


Objetivo de hedge de
risco de mercado Risco Cenário provável (alta de 25%) (alta de 50%)

Swap BID

Banco Société Générale USD + 0% vs IGP-M + 4.78% (10.235) (12.001) (13.766)


Banco Itaú BBA S.A. USD + 0% vs IGP-M + 5.36% (27.994) (32.454) (36.915)
Unibanco S.A. USD + 0% vs IGP-M + 4.60% (31.730) (36.247) (40.764)
JP Morgan USD + 0% vs IGP-M + 4.49% (27.885) (31.850) (35.816)
HSBC Bank Brasil S.A. USD 1,7070 vs 80% a 82% do CDI (11.603) 14.498 17.392

Total BID (109.447) (98.054) (109.869)

Swap NOTES UNITS

Unibanco S.A. USD + 0% vs IGP-M + 5,70% (13.858) (16.142) (18.424)


Merrill Lynch USD + 0% vs IGP-M + 4.20% (12.801) (14.912) (17.022)

Total NOTES (26.659) (31.054) (35.446)

TOTAL GERAL (136.106) (129.108) (145.315)

38. EVENTOS SUBSEQUENTES

38.1. DEBÊNTURES - CONTROLADA CEMAT

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em 22/4/2010 em Assembléia Geral Extraordinária, a Controlada CEMAT deliberou
pela distribuição pública de debêntures simples da 2a emissão, não conversíveis em
ações, em 13 séries totalizando R$ 250.000. A emissão será composta de 250
debêntures simples com o valor nominal unitário de R$ 1.000.

O prazo de vencimento das debêntures é de 4 anos. A primeira série (série CDI) tem
carência de pagamento de principal pelos primeiros seis meses e será liquidada a
partir de então em 42 prestações mensais. As debêntures da segunda à décima
terceira séries (séries IPCA) terão pagamentos nas suas respectivas datas de
aniversário (a primeira delas, portanto, terá o seu primeiro pagamento no décimo
segundo mês e assim sucessivamente para as demais séries) totalizando também 48
meses a partir da data de emissão, definida como 15/4/2010.

A remuneração das debêntures da 1a série é de CDI mais 2,75% a.a. e das demais
séries são de IPCA mais 9,15% a.a..

A amortização do principal, para a 1a série, será mensal a partir do 7o mês da data de


emissão. A primeira amortização do principal para as demais séries sucedem-se do
12º ao 23º meses a partir da data de emissão, repetindo-se assim sucessivamente
para as demais séries IPCA. A amortização dos juros para a 1a série será mensal a
partir da data de emissão e as demais séries anualmente na mesma data da
amortização do principal.

Os recursos obtidos por meio desta emissão serão destinados ao refinanciamento de


obrigações financeiras, reforço do capital de giro e investimentos da Controlada

38.2. CAPTAÇÃO - CONTROLADA CELPA

Em 1/4/2010, a Controlada CELPA captou junto ao Banco Bradesco S.A. através de


CCB – Cédula de Crédito Bancário, empréstimo no valor de R$ 200.000 com o custo
de CDI mais 3,20% a.a., com amortização em 48 parcelas mensais e sucessivas,
vencendo a primeira em 3/5/2010 e a última em 11/3/2014.

Os recursos obtidos por meio desta captação serão destinados ao alongamento de


dívida da Controlada

38.3. REAJUSTES TARIFÁRIOS EM CONTROLADAS

• CEMAT

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Através da Resolução Homologatória nº 959, de 6/4/2010 e da Nota Técnica nº 81/2010-
SRE/ANEEL, de 30/3/2010, a ANEEL homologou o resultado do índice de reajuste
tarifário anual de 2010, da Controlada CEMAT, fixando o reajuste médio em 7,34% (sete
vírgula trinta e quatro por cento), sendo 5,11% (cinco vírgula onze por cento) relativos ao
reajuste tarifário anual econômico e 2,23% (dois vírgula vinte e três por cento) relativos
aos componentes financeiros pertinentes, correspondendo a um efeito médio de -2,55%
(dois vírgula cinqüenta e cinco por cento negativos) a ser percebido pelos consumidores
cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 8/4/2010 a 7/4/2011.

• CAIUÁ DISTRIBUIÇÃO

Através da Resolução Homologatória nº 978, de 4/5/2010, a ANEEL homologou o


resultado do índice de reajuste tarifário anual de 2010, da Controlada CAIUÁ - D, fixando
o reajuste médio em 11,11% (onze vírgula onze por cento), sendo 8,58% (oito vírgula
cinqüenta e oito por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e 2,53% (dois
vírgula cinqüenta e três por cento) relativos aos componentes financeiros pertinentes,
correspondendo a um efeito médio de 6,03% (seis vírgula zero três por cento) a ser
percebido pelos consumidores cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 10/5/2010 a 9/5/2011.

• EDEVP

Através da Resolução Homologatória nº 975, de 4/5/2010, a ANEEL homologou o


resultado do índice de reajuste tarifário anual de 2010, da Controlada EDEVP, fixando o
reajuste médio em -3,49% (três vírgula quarenta e nove por cento negativos), sendo
1,32% (um vírgula trinta e dois por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e
-4,81% (quatro vírgula oitenta e um por cento negativos) relativos aos componentes
financeiros pertinentes, correspondendo a um efeito médio de -5,23% (cinco vírgula vinte
e três por cento negativos) a ser percebido pelos consumidores cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 10/5/2010 a 9/5/2011.

• EEB

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Através da Resolução Homologatória nº 976, de 4/5/2010, a ANEEL homologou o
resultado do índice de reajuste tarifário anual de 2010, da Controlada EEB, fixando o
reajuste médio em 12,66% (doze vírgula sessenta e seis por cento), sendo 8,68% (oito
vírgula sessenta e oito por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e 3,98%
(três vírgula noventa e oito por cento) relativos aos componentes financeiros pertinentes,
correspondendo a um efeito médio de 0,95% (zero vírgula noventa e cinco por cento) a
ser percebido pelos consumidores cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 10/5/2010 a 9/5/2011.

• CNEE

Através da Resolução Homologatória nº 977, de 4/5/2010, a ANEEL homologou o


resultado do índice de reajuste tarifário anual de 2010, da Controlada CNEE, fixando o
reajuste médio em 17,57% (dezessete vírgula cinqüenta e sete por cento), sendo 9,79%
(nove vírgula setenta e nove por cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e
7,78% (sete vírgula setenta e oito por cento) relativos aos componentes financeiros
pertinentes, correspondendo a um efeito médio de 11,90% (onze vírgula noventa por
cento) a ser percebido pelos consumidores cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 10/5/2010 a 9/5/2011.

• ENERSUL

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Através da Resolução Homologatória nº 958, de 6/4/2010, e pela Nota Técnica nº
080/2010-SRE/ANEEL, de 30/3/2010, a ANEEL homologou o resultado do índice de
reajuste tarifário anual de 2010, da Controlada ENERSUL, fixando o reajuste médio em -
1,36% (menos um vírgula trinta e seis por cento), sendo 3,19% (três vírgula dezenove por
cento) relativos ao reajuste tarifário anual econômico e -4,55% (menos quatro vírgula
cinqüenta e cinco cento) relativos aos componentes financeiros pertinentes, e a terceira
parcela do ajuste financeiro decorrente do recálculo da Revisão Tarifária de 2003, de –
R$ 77.949.854,61 (menos setenta e sete milhões, novecentos e quarenta e nove mil,
oitocentos e cinqüenta e quatro reais e sessenta e um centavos), correspondendo a um
efeito médio de 2,58% (dois vírgula cinqüenta e oito por cento) a ser percebido pelos
consumidores cativos.

As tarifas que contemplam o respectivo reajuste tarifário anual e os componentes


financeiros externos ao reajuste estarão em vigor no período de 8/4/2010 a 7/4/2011.

* * *

19/05/2010 16:17:10 Pág: 126


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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

Nos termos da Resolução Autorizativa nº. 309, de 5 de setembro de 2005, a ANEEL anuiu
com versão do patrimônio, transferência das concessões e a alienação de investimentos,
para fins de segregação de atividades e reestruturação societária da Companhia. Em
função da desverticalização das atividades, a companhia passou a condição de empresa
Holding. Em vista deste fato estamos apresentando apenas o Comentário do
Desempenho Consolidado no quadro 08.01.

19/05/2010 16:17:46 Pág: 127


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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO
REFERENTES AOS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 2009
(Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra
forma)

1. RESULTADO DO SERVIÇO

31/3/2010 31/3/2009 Variação %


CONSOLIDADO R$ R$
Receita operacional 1.996.442 1.722.474 15,91
Fornecimento de energia elétrica 1.912.393 1.648.977 15,97
Suprimento de energia elétrica 45.124 55.729 (19,03)
Outras receitas 38.925 17.768 119,07
Deduções da receita bruta (660.447) (571.740) 15,52
ICMS (376.475) (328.421) 14,63
PIS (32.704) (28.550) 14,55
COFINS (150.897) (131.502) 14,75
Quota reserva global de reversão (15.971) (16.157) (1,15)
Outras (84.400) (67.110) 25,76
Receita líquida dos serviços vendidos 1.335.995 1.150.734 16,10
Custo dos serviços de energia elétrica (807.857) (615.140) 31,33
Energia elétrica comprada para revenda (694.442) (538.924) 28,86
Encargos de uso do sist. de transm. e distribuição (113.415) (76.216) 48,81

Custo dos serviços vendidos (251.648) (246.955) 1,90


Pessoal (53.561) (55.954) (4,28)
Material (10.260) (8.730) 17,53
Matéria prima e insumos p/prod. de energia elétrica (57.612) (49.663) 16,01
Serviços de terceiros (78.005) (82.510) (5,46)
Depreciação e amortização (92.466) (87.567) 5,59
Aluguéis e arrendamentos (3.020) (2.194) 37,65
Custo do serviço prestado a terceiros (148) (468) (68,38)
Subvenção CCC 50.396 50.268 0,25
Outros (6.972) (10.137) (31,22)
Resultado do serviço 276.490 288.639 (4,21)

1) A receita líquida dos serviços vendidos atingiu no 1o trimestre de 2010 o montante de


R$ 1.335.995, apresentando um crescimento de 16,10% em relação ao mesmo
trimestre do exercício anterior, devido basicamente aos seguintes fatos:

a) Incremento de 226,8 (*) mil novos consumidores que contribuiu para o aumento das
vendas de energia no 1o trimestre de 2010.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


b) Reajustes tarifários concedidos pela ANEEL a partir de abril de 2009 às controladas
distribuidoras, cujos aumentos médios variaram de 2,15% a 23,47%.

c) As deduções da receita bruta apresentaram uma variação na comparação entre os


trimestres (15,52%), muito similar a variação apresentada pela receita operacional
(15,91%), evidenciando assim que esta rubrica não ofereceu nenhum impacto no
resultado do serviço.

2) O custo dos serviços de energia elétrica apresentou no primeiro trimestre de 2010 um


aumento de 31,33% em relação ao mesmo período do exercício anterior, motivado
pelos seguintes fatos:

a) Reajustes tarifários na energia elétrica adquirida pelas controladas distribuidoras a


partir de abril de 2009, que contribuiu para o aumento dos custos no trimestre atual.

b) Amortização e o Diferimento dos custos da parcela A, que gerou receita no primeiro


trimestre de 2009 no montante de R$ 41.453, contribuindo para a redução destes
custos naquele trimestre, enquanto que no trimestre atual, registrou uma despesa de
R$ 38.356, substancialmente nas controladas CELPA e CEMAT.

3) Os custos dos serviços vendidos cresceram apenas 1,90% no primeiro trimestre de


2010 em relação ao mesmo período do exercício anterior, devido à combinação dos
seguintes fatos:

a) Matéria prima e insumos para produção de energia elétrica: O crescimento de 16,01%


verificado no trimestre atual é devido ao maior consumo de óleo diesel na controlada
CELPA, proveniente do aumento da energia gerada nas termelétricas, que produziu
94.505 (*) MWh no trimestre atual contra 71.848 (*) MWh no primeiro trimestre do ano
anterior.

b) Serviços de Terceiros: O decréscimo de 5,46% na comparação entre os trimestres


deve se substancialmente a redução de custos na controlada CEMAT com as
despesas de manutenção devido à desativação de usinas termelétricas e pela
prestação de serviços de atualização e manutenção de softwares que impactou o
primeiro trimestre de 2009 em detrimento do trimestre atual.

(*) Informações não auditadas

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2. RECEITA OPERACIONAL

Nº de consumidores (*) MWh (*) R$

CONSOLIDADO 31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009 31/3/2010 31/3/2009

Residencial 3.656.941 3.501.478 1.695.944 1.574.088 715.326 632.615


Industrial 38.638 35.385 997.845 925.545 325.291 282.904
Comercial, Serv. Outras atividades 351.371 341.514 1.030.257 958.007 447.737 405.716
Rural 424.403 368.716 362.298 337.951 97.800 85.483
Poder público 44.131 41.991 249.723 239.508 104.615 99.330
Iluminação pública 3.469 3.169 228.340 222.437 51.227 47.091
Serviço público 4.975 4.847 168.175 161.903 46.395 42.700
Consumo próprio 1.057 1.053 13.873 13.235 - -
Fornecimento não faturado - - - - 7.587 (27.705)
Receita do uso rede elétrica 33 28 - - 36.739 45.353
Redução receita baixa renda - - - - 31.292 28.082
Reposição tarifária extraordinária (1.068) 23.873
Fornec. não faturado -repos. tarifária - - - - 29.628 991
Provisão redução tarifa irrigação - - - - (2.051) (2.183)
Fornec. não faturado - Luz para Todos 23.625 (15.273)
Fornec. não faturado - RTE majoração (1.750) -
4.525.018 4.298.181 4.746.455 4.432.674 1.912.393 1.648.977

Suprimento - - 281.766 588.641 45.124 55.729


Transmissão - - - -
Outras Receitas - - - - 38.925 17.768
4.525.018 4.298.181 5.028.221 5.021.315 1.996.442 1.722.474

(*)
Informações não auditadas.

a) No 1o trimestre de 2010, o fornecimento de energia elétrica foi de 4.732.582 (*) MWh


(excluindo o consumo próprio). Esse volume correspondeu a um acréscimo de 7,09%
em relação ao mesmo período do ano anterior, motivado basicamente pelo
incremento de 226,8 mil novos consumidores, impactando principalmente nas classes
residencial e rural, com 155,4 mil e 55,6 mil respectivamente.

b) A tarifa média de fornecimento no 1o trimestre de 2010 teve o valor de


R$ 404,09/MWh, contra R$ 373,12/MWh no mesmo trimestre de 2009.

19/05/2010 16:17:54 Pág: 130


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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

3. RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS

31/3/2010 31/3/2009 Variação (%)


CONSOLIDADO

Receitas Financeiras:
Renda de aplicação financeira 5.670 6.708 (15,47)
Juros ativos 47.237 35.005 34,94
Acréscimos moratórios - energia vendida 25.392 17.652 43,85
Variação monetária 92.081 49.896 84,55
Outras receitas financeiras 92.575 25.258 266,52

Total das receitas 262.955 134.519 95,48

Despesas Financeiras:
Encargos de dívidas (134.482) (154.705) (13,07)
Variação monetária (130.363) (14.311) 810,93
Juros e Multas (61.083) (51.565) 18,46
Outras despesas financeiras (156.223) (128.833) 21,26

Total das despesas (482.151) (349.414) 37,99

Resultado Financeiro (219.196) (214.895) 2,00

O resultado financeiro negativo, registrado no 1o trimestre de 2010 apresentou um


acréscimo de 2,0% em relação ao mesmo período de 2009, motivado principalmente pela
combinação dos seguintes fatos:

3.1. Receitas financeiras

As receitas financeiras do 1o trimestre de 2010 apresentaram um acréscimo de 95,48%


em relação a igual período de 2009, devido principalmente a:

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


a) Variação Monetária: O acréscimo de 84,55% na comparação entre os trimestres
deve-se, principalmente, a variação cambial negativa na cotação do dólar nos meses
de fevereiro e março de 2010, que gerou receita de R$ 88.766 sobre os empréstimos
corrigidos por esta moeda, contra R$ 48.572 no primeiro trimestre de 2009.

b) Outras Receitas Financeiras: O aumento de 266,52% verificado no primeiro trimestre


de 2010, quando comparado com o mesmo período de 2009 é devido, basicamente,
as operações com Swap e a marcação a mercado dessas operações, que geraram
nos meses de janeiro e fevereiro de 2010, receitas de R$ 97.550, enquanto que no
mesmo período de 2009, as receitas destas operações totalizaram apenas R$ 8.750.

3.2. Despesas financeiras

As despesas financeiras apresentaram um aumento de 37,99% na comparação entre os


trimestres devido à combinação dos seguintes principais fatos:

a) Variação monetária: O aumento apresentado nesta rubrica deve-se, basicamente, a


variação positiva de 7,67% na cotação do dólar, no mês de janeiro de 2010. Esta, por
sua vez, gerou despesa de variação cambial sobre a atualização das dívidas
corrigidas por esta moeda, impactando o tirmestre atual em detrimento da variação
cambial negativa de 0,93% registrada no primeiro trimestre de 2009, que gerou
receita naquele trimestre.

b) Outras despesas financeiras: Apresentou um aumento de 21,26% na comparação


entre os trimestres, devido principalmente a marcação a mercado do Bônus Perpétuo
na Companhia, que gerou no trimestre atual uma despesa de R$ 58.892.

4. EBITDA

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31/3/2010 31/3/2009 Variação (%)
CONSOLIDADO

Receita Operacional 1.996.442 1.722.474 15,91


Deduções da Receita Operacional (660.447) (571.740) 15,52
Receita Operacional Líquida 1.335.995 1.150.734 16,10
Custo de Bens e Serviços Vendidos (1.059.505) (862.095) 22,90
Despesas Operacionais (46.576) (37.006) 25,86
(-) Despesas com Vendas (48.031) (47.780) 0,53
(-) Despesas Gerais e Administrativas (93.893) (80.074) 17,26
(-) Outras Despesas Operacionais (8.389) (5.250) 59,79
Depreciação e Amortização 103.737 96.098 7,95

EBITDA 229.914 251.633 (8,63)

O EBITDA Consolidado passou de R$ 251.633 mil no trimestre findo em 31/3/2009 para


R$ 229.914 no trimestre atual, registrando uma redução de 8,63%. Essa redução deu-se
ao aumento dos Custos de Bens e Serviços Vendidos que apresentou um crescimento
maior que o da Receita Operacional. A rubrica Custos de bens e serviços vendidos, foi
fortemente impactada pelo registro da Amortização e Diferimento dos custos da parcela A,
que gerou receita no primeiro trimestre de 2009 no montante de R$ 41.453, contribuindo
para a redução destes custos naquele trimestre, enquanto que no trimestre atual,
registrou uma despesa de R$ 38.356.

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5. INDICADORES ECONÔMICO – FINANCEIROS

31/03/2010 31/12/2009

1 - Liquidez corrente 1,00 0,86


(ativo circulante/passivo circulante)

2 - Liquidez geral 0,61 0,61


(ativo circulante + realizável a longo prazo/exigível total)

3 - Endividamento 0,78 0,77


(exigível total/ativo total)

4 - Capitalização 0,09 0,10


(patrimônio líquido/ativo total)

5 - Valor patrimonial - por lote de mil ações (R$) 3.201,62 3.503,88

6. INDICADORES OPERACIONAIS (*)

31/3/2010 31/12/2009

1 - Número de empregado 6.424 6.350

2 - Consumidor por empregado 704 677

(*) Informações não auditadas

19/05/2010 16:17:54 Pág: 134


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

01 CENTRAIS ELÉTR.MATOGROSSENSES S.A.-CEMAT 03.467.321/0001-99 ABERTA CONTROLADA 39,92 55,60


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 47.443 47.443

02 CIA.ENERG.ELÉTR.DO ESTADO DO TO.-CELTINS 25.086.034/0001-71 FECHADA CONTROLADA 50,86 28,89


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 192.632 192.632

03 QMRA PARTICIPAÇÕES S.A. 02.139.940/0001-91 FECHADA CONTROLADA 100,00 66,28


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 225.265 225.265

04 CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A. - CELPA 04.895.728/0001-80 INVESTIDA DA CONTROLADA/COLIGADA 61,37 77,60
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 6.452 6.452

05 EMP. ENERG. DE MATO GROSSO DO SUL S.A. 15.413.826/0001-50 ABERTA CONTROLADA 99,91 41,11
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 29.851.214 29.851.214

06 EMP. DIST. ENERG. VALE PARANAPANEMA S.A. 07.297.359/0001-11 FECHADA CONTROLADA 100,00 14,22
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 115.905 115.905

07 EMPRESA ELÉTRICA BRAGANTINA S.A. 60.942.281/0001-23 FECHADA CONTROLADA 91,45 10,28


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.072 1.072

08 CAIUÁ - DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S.A. 07.282.377/0001-20 FECHADA CONTROLADA 100,00 10,75


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 111.651 111.651

09 REDE POWER DO BRASIL S.A. 00.412.685/0001-83 FECHADA CONTROLADA 99,98 10,89


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 97 97

19/05/2010 16:17:58 Pág: 135


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

14.01 - CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES

1- ITEM 01
2 - Nº ORDEM 4
3 - Nº REGISTRO NA CVM CVM/SER/DEB/2009/025
4 - DATA DO REGISTRO CVM 23/12/2009
5 - SÉRIE EMITIDA UN
6 - TIPO DE EMISSÃO SIMPLES
7 - NATUREZA EMISSÃO PÚBLICA
8 - DATA DA EMISSÃO 23/12/2009
9 - DATA DE VENCIMENTO 23/12/2014
10 - ESPÉCIE DA DEBÊNTURE SEM PREFERENCIA
11 - CONDIÇÃO DE REMUNERAÇÃO VIGENTE CDI + 3,40% a.a.
12 - PRÊMIO/DESÁGIO

13 - VALOR NOMINAL (Reais)


1.000,00
14 - MONTANTE EMITIDO (Reais Mil) 370.000
15 - Q. TÍTULOS EMITIDOS (UNIDADE) 370.000
16 - TÍTULO CIRCULAÇÃO (UNIDADE) 370.000
17 - TÍTULO TESOURARIA (UNIDADE) 0
18 - TÍTULO RESGATADO (UNIDADE) 0
19 - TÍTULO CONVERTIDO (UNIDADE) 0
20 - TÍTULO A COLOCAR (UNIDADE) 0
21 - DATA DA ÚLTIMA REPACTUAÇÃO

22 - DATA DO PRÓXIMO EVENTO

19/05/2010 16:18:30 Pág: 136


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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da

Rede Energia S.A.

São Paulo — SP

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais (ITR),


individuais e consolidadas, da Rede Energia S.A. (“Companhia”) e de suas
controladas, referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2010,
compreendendo o balanço patrimonial e as demonstrações do resultado, dos fluxos
de caixa e das mutações do patrimônio líquido, o relatório de desempenho e as
notas explicativas, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), em conjunto com o
Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e consistiu, principalmente, em: (a)
indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil,
financeira e operacional da Companhia e de suas controladas quanto aos principais
critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais (ITR); e (b) revisão
das informações e dos eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter,
efeitos relevantes sobre a posição financeira e as operações da Companhia e de
suas controladas.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhuma modificação


relevante que deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações
Trimestrais (ITR) acima referidas, para que estejam de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais.

19/05/2010 16:18:44 Pág: 137


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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

4. Conforme mencionado na nota explicativa nº 4, durante o exercício de 2009, foram


aprovados pela CVM diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações
Técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) com vigência
para 2010, que alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Conforme
facultado pela Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia e de
suas controladas optou por apresentar suas Informações Trimestrais (ITR)
utilizando as normas contábeis adotadas no Brasil até 31 de dezembro de 2009, ou
seja, não aplicou esses normativos com vigência para 2010. Conforme requerido
pela citada Deliberação, a Companhia e suas controladas divulgaram esse fato na
nota explicativa nº 4 às ITR e a descrição das principais alterações que poderão ter
impacto sobre as suas demonstrações contábeis do encerramento do exercício e os
esclarecimentos das razões que impedem a apresentação da estimativa dos seus
possíveis efeitos no patrimônio líquido e no resultado, como requerido pela
Deliberação CVM nº 603/09.

5. Anteriormente, os balanços patrimoniais, controladora (“Companhia”) e


consolidado, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009,
apresentados para fins de comparação, foram examinados por nós, sobre os quais
emitimos parecer sem ressalva, datado de 19 de fevereiro de 2010.
Adicionalmente, as demonstrações do resultado e dos fluxos de caixa, controladora
(“Companhia”) e consolidado, referentes ao trimestre findo em 31 de março de
2009, apresentadas para fins de comparação, foram revisadas por nós, sobre as
quais emitimos relatório de revisão sem ressalva, datado de 30 de abril de 2009.

São Paulo, 13 de maio de 2010

Luiz Carlos de Carvalho

Sócio-contador

CRC 1SP197193/O-6

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária

EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/03/2010

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

BDO Auditores Independentes

CRC 2SP013439/O-5

As folhas da ITR por nós revisadas estão rubricadas somente para fins de identificação.

19/05/2010 16:18:44 Pág: 139


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/03/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00319-0 REDE ENERGIA S.A. 61.584.140/0001-49

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 9
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 10
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 11
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 13
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 15
10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 17
11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 19
11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 31/03/2010 20
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 21
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 127
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 128
13 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 135
14 01 CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES 136
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 137
CENTRAIS ELÉTR.MATOGROSSENSES S.A.-CEMAT
CIA.ENERG.ELÉTR.DO ESTADO DO TO.-CELTINS
QMRA PARTICIPAÇÕES S.A.
CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A. - CELPA
EMP. ENERG. DE MATO GROSSO DO SUL S.A.
EMP. DIST. ENERG. VALE PARANAPANEMA S.A.
EMPRESA ELÉTRICA BRAGANTINA S.A.
CAIUÁ - DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S.A.
REDE POWER DO BRASIL S.A. /139

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