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POLUIÇÃO DO SOLO

Disciplina: Impactos Ambientais do Uso das Terras
Disciplina: Impactos Ambientais do Uso das Terras
Professor Responsável: Selma Simões de Castro
Professor Responsável: Selma Simões de Castro
Professor Convidado: Alfredo Borges de Campos
Professor Convidado: Alfredo Borges de Campos
Goiânia, 25 de fevereiro de 2011.
Goiânia, 25 de fevereiro de 2011.

Sumário

Introdução

Conceitos

Estudos de Caso - Exemplos

A POLUIÇÃO QUÍMICA É UMA DAS FORMAS

DE DEGRADAÇÃO DO SOLO, JUNTAMENTE

COM A PERDA DE/POR:

- EROSÃO

- FERTILIDADE E DE MATÉRIA ORGÂNICA,

- DESERTIFICAÇÃO,

- SALINIZAÇÃO,

- ALCALINIZAÇÃO,

- ACIDIFICAÇÃO,

CONCEITO

CONCEITO POLUIÇÃO DO SOLO alterações provocadas por mudanças composicionais ou constitucionais que os

POLUIÇÃO DO SOLO alterações provocadas por mudanças

composicionais ou constitucionais que os descaracterizam de sua constituição e do

seu comportamento original podendo causar danos ambientais que podem

comprometer a saúde humana, vegetal e

animal.

IMPACTOS

DIRETOS originados nas fases de implantação e operação do empreendimento em

sua área de influência direta, podendo ao longo

do tempo desencadear impactos indiretos.

INDIRETOS gerados a partir dos impactos diretos, tendo como origem o desenvolvimento

do empreendimento ao longo do tempo em sua

área de influência indireta.

FONTE DE POLUIÇÃO

Local e tipo de empreendimento causador da elevação de níveis de

concentração de componentes do solo, acima dos níveis permitidos.

CONTAMINAÇÃO

Quando o solo apresenta teores de substâncias acima do permitido. A OMS têm os valores limites e cada país estabelece os limites permitidos em lei ou afim.

CAUSAS

descargas acidentais ou voluntárias de contaminantes no solo ou águas,

deposição não controlada de produtos perigosos

PRINCIPAIS SUBSTÂNCIAS POLUENTES NO SOLO

Metais pesados: cobre, molibdênio, zinco,selênio,manganês, cádmio,

mercúrio,níquel,chumbo,cromo e mais

raramente arsênico,titânio.

Carbonatos, sulfatos, sulfetos, fosfatados,Organoclorados

Óleos (vazamentos)

INDICADORES DE PRESSÃO

Aumento da demanda de alimentos na agricultura e

crescimento descontrolado de áreas urbanas.

Aumento da industrialização e demanda de matéria-

prima

Aumento das áreas de cultivo (desmatamento)

Aumento da demanda de produtividade/produção agropecuária.

Aumento no consumo de fertilizantes e adubos comerciais (N) Nitrogenados, (P) Fosfatados e (K) potássicos.

Aumento no consumo de produtos fitossanitários em geral: fungicidas, inseticidas, herbicidas e outros

Fontes potenciais

Cemitérios

Resíduos sólidos (lixos, aterros sanitários )

Postos de combustíveis - gasolina, diesel ( tanques subterrâneos )

Esgotamento sanitário (doméstico, urbano, industrial etc)

Agrotóxicos (corretivos,adubos,pesticidas em geral)

Embalagens de agrotóxicos

Dejetos e gases Industriais

Transporte de Cargas Perigosas (inflamáveis,radioativos,gases,

corrosivos etc)

Disposição de Cargas Perigosas

Mineração ( lavagens, disposição de rejeitos)

todas podem contaminar solos e águas
todas
podem contaminar solos e águas

ALGUNS DADOS

No Brasil 76% do lixo é depositado a céu aberto ou “lixões”(IBGE, 2000), 13% em

aterros controlados e 10% em aterros

sanitários.

O Lixo produz o Chorume produto da decomposição bioquímica da matéria

orgânica.

Tipologia de fontes

Pontuais atingem o aqüífero através de um

ponto : sumidours de esgotamento doméstico,

aterros sanitários,vazamentos diversos.

Lineares conseqüência da infiltração de águas

superficiais, rios e canais contaminados;

depende da direção dos fluxos hiodráulicos; há

locais onde os fluxos podem estar invertidos.

Difusas contaminam áreas extensas;

transportadas pelo escoamento superficial, pelo

vento e pela atividade agrícola; em geral

apresentam baixas concentrações e atingem

grandes áreas.

MECANISMOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE POLUIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA

Adsorção desorção *

Ácido Base

Solução Precipitação

Oxidação Redução

Associação iônica (complexação)

Síntese celular microbiana

Decaimento radioativo

Adsorção

Adsorção

Adsorção vs Seletividade

Adsorção vs Seletividade

Seletividade

Seletividade

PESTICIDAS

EXEMPLOS DAS 10 CULTURAS MAIS SIGNIFICATIVAS

NO BRASIL

(SINDAG, 2002)

.

Herbicidas : soja, milho, cana, arroz irrigado,café,

algodão, feijão, pastagem, citros e trigo;

.

Inseticidas : algodão, soja, café, milho,

tratamento de sementes do milho,feijão, batata

inglesa, citros, formigas, fumo

.

Fungicidas : café, soja, bata inglesa, trigo,feijão, horticultura, tratamento de semente de soja,

tomate envarado, citros, tomate rasteiro.

PROPRIEDADES E CONSTITUIÇÃO DOS SOLOS FAVORÁVEIS À CONTAMINAÇÃO

FÍSICO-QUÍMICA

Teor de matéria orgânica

Tipo de óxidos e minerais de argila Permeabilidade

Prof. do nível estático de aeração (influencia na filtragem)

Tipo de aqüífero (freático + sujeito)

Características físico-químicas (CTC,pH,Eh)

Limites de Aplicação de Fontes Contaminantes: Lodo de Esgoto

(Lombi et al., 1998)

Limites de Aplicação de Fontes Contaminantes: Lodo de Esgoto (Lombi et al., 1998)
Limites de Aplicação de Fontes Contaminantes: Lodo de Esgoto (Lombi et al., 1998)

Fonte Natural vs Antropogênica (Lombi et al., 1998)

Fonte Natural vs Antropogênica (Lombi et al., 1998)

Limites de Contaminação

Limites de Contaminação

Teores Bases vs Limites

Teores Bases vs Limites a - Aubert e Pinta (1988); b - Kabatas-Pendias e Pendia (1984);

Metais Traços em Solos do Cerrado (Marques et al., 2004)

Metais Traços em Solos do Cerrado (Marques et al., 2004)

MEDIDAS DE CONTROLE USUAIS

Medidas de PREVENÇÃO contidas no projeto do

empreendimento, no Plano de Manejo etc em termos de

POLUIÇÃO POTENCIAL através da avaliação da

suscetibilidade e riscos.

Medidas de CORREÇÃO de ÁREAS AFETADAS por

ausência ou inadequação de prevenção

- Identificação da área contaminada

- Diagnóstico de avaliação

- Projeto de controle: tratamento para

descontaminação

AVALIAÇÃO DE POTENCIAL OU DE RISCO À POLUIÇÃO

Avaliação dos constituintes dos solos características físicas, químicas e biológicas - e

sua distribuição na paisagem sobretudo

geomorfológica, de uso e ocupação.

Avaliação da suscetibilidade e risco frente ao uso proposto considerando também as direções

prováveis de fluxos hídricos e dos ventos.

Elencamento de medidas preventivas

Aplicação (execução das medidas)

Exemplo 1:VULNERABILIDADE NATURAL DOS SOLOS E ÁGUAS

DO ESTADODE GOIÁS À CONTAMINAÇÃO POR VINHAÇA

UTILIZADA NA FERTIRRIGAÇÃO DA CULTURA DE CANA-DE-

AÇÚCAR. Barbalho e De-Campos, 2010.

CULTURA DE CANA- DE - AÇÚCAR. Barbalho e De-Campos, 2010. A vinhaça é aplicada ao solo

A vinhaça é aplicada ao solo como fertilizante (alto teor de MO, K,

N), para elevar o pH do solo e teor de água. Altos teores de K e N-

nitrato podem contaminar o solo e o aumento do pH pode causar

alcalinização e dispersão.

Altos teores de K e N- nitrato podem contaminar o solo e o aumento do pH

Metodologia

Adaptada de Gomes, Spadotto e Pessoa (2002). Considera três parâmetros (tipo e condutividade hidráulica de
Adaptada de Gomes,
Spadotto e Pessoa (2002).
Considera três parâmetros (tipo
e condutividade hidráulica de
solos e declividade do relevo)
para fins de avaliação de
vulnerabilidade de águas
subterrâneas a contaminação
por agroquímicos. Utilizou-se
mapas do Estado de Goiás na
escala 1:1.000.000 e
Geoprocessamento.
a contaminação por agroquímicos. Utilizou-se mapas do Estado de Goiás na escala 1:1.000.000 e Geoprocessamento.
a contaminação por agroquímicos. Utilizou-se mapas do Estado de Goiás na escala 1:1.000.000 e Geoprocessamento.
a contaminação por agroquímicos. Utilizou-se mapas do Estado de Goiás na escala 1:1.000.000 e Geoprocessamento.
Zonas com alta vulnerabilidade a contaminação por vinhaça se caracterizam pelo predomínio de relevo com
Zonas com alta vulnerabilidade a contaminação por vinhaça se caracterizam pelo predomínio de relevo com
Zonas com alta vulnerabilidade a contaminação por vinhaça se caracterizam pelo predomínio de relevo com
Zonas com alta vulnerabilidade a
contaminação por vinhaça se
caracterizam pelo predomínio de
relevo com baixo declive e de
latossolos com alta condutividade
hidráulica.

Exemplo 2: METAIS PESADOS E NUTRIENTES EM SOLOS SOB

PECUÁRIA LEITEIRA EM SISTEMA DE PASTEJO DIRETO NA ALTA

BACIA DO RIO PARANÁ EM GOIÁS Diss. Teixeira, G., 2010.

DO RIO PARANÁ EM GOIÁS – Diss. Teixeira, G., 2010. A contaminação do solo por metais

A contaminação do solo por metais pesados decorrente de excrementos bovinos, como cobre, ferro, manganês, zinco, cádmio, chumbo e cromo dentre outros presentes nos dejetos bovinos, constitui uma preocupação ambiental.

zinco, cádmio, chumbo e cromo dentre outros presentes nos dejetos bovinos, constitui uma preocupação ambiental.
Tabela : Total de metais pesados (mg kg -1 ) de matéria seca de dejetos
Tabela : Total de metais pesados (mg kg -1 ) de matéria seca
de dejetos (Wijewardena e Gunaratne (2004).

Tipo de

Zn

Mn

Fe

Cu

Pb

Cd

dejeto

Cama de

159,0

317,0

1762,0

22,4

18,6

4,7

frango

Dejeto de

bovino

50,3

197,0

3418,0

16,0

13,1

2,6

Dejeto de

23,8

233

3673,0

15,8

23,2

3,9

búfalos

Dejeto de

64,2

216

5797,0

17,4

16,1

2,2

cabras

Dejeto de

118,3

298

8858,0

63,0

12,1

3,2

suínos

Área de Estudo

Área de Estudo

Amostragem e Análise de Solos nas Aguadas e Áreas Referência

Agosto, Setembro e Outubro de 2009.

Áreas Referência  Agosto, Setembro e Outubro de 2009.  Profundidades: 0-10; 10-20; 20-30 cm. 
Áreas Referência  Agosto, Setembro e Outubro de 2009.  Profundidades: 0-10; 10-20; 20-30 cm. 
Áreas Referência  Agosto, Setembro e Outubro de 2009.  Profundidades: 0-10; 10-20; 20-30 cm. 
Áreas Referência  Agosto, Setembro e Outubro de 2009.  Profundidades: 0-10; 10-20; 20-30 cm. 

Profundidades: 0-10; 10-20; 20-30 cm.

Trado tipo caneca;

Seis amostras compostas por propriedade;

Total:168 amostras compostas de solo nas 28 propriedades amostradas.

Peneiramento (<2mm), digestão (Ac. Nítrico), análise química metais (AA)

pH, texture e MO.

Tabela 2: Teores médios máximos e mínimos dos elementos

Manganês e Zinco.

Mínimo (39 mg dm -3 ) Profundidade 10-20 cm

Mínimo (39 mg dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Mn

Mn

Ottobacia

Rio Dourados

Máximo (295 mg dm -3 ) Profundidade 10-20 cm
Máximo (295 mg dm -3 ) Profundidade 10-20 cm

Máximo (295 mg dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

Ottobacia

Ribeirão Boa

Vereda

Mínimo (44 mg dm -3 ) Profundidade 20-30 cm
Mínimo (44 mg dm -3 ) Profundidade 20-30 cm

Mínimo (44 mg dm -3 )

Profundidade

20-30 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Rio

Zn

Zn

Piracanjuba

Máximo (98 mg dm -3 ) Profundidade 0-10 cm
Máximo (98 mg dm -3 ) Profundidade 0-10 cm

Máximo (98 mg dm -3 )

Profundidade

0-10 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Ribeirão Boa

Vereda

Tabela 3: Teores médios máximos e mínimos dos elementos Cádmio

e Chumbo.

   

Profundida

20-30 cm

Mínimo (1,5 mg dm -3 ) de

Mínimo (1,5 mg dm -3 )

de

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Cd

Cd

Ottobacia

Rio Dourados

 

Profundida

0-10 e 20-30 cm

Máximo (2,3 mg dm -3 ) de
Máximo (2,3 mg dm -3 ) de

Máximo (2,3 mg dm -3 )

de

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

Ottobacia

Rio Boa Vereda

   

Profundida

0-10 cm

Mínimo (16,5 mg dm -3 ) de
Mínimo (16,5 mg dm -3 ) de

Mínimo (16,5 mg dm -3 )

de

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Pb

Pb

Ottobacia

Rio Dourados

 

Profundida

20-30 cm

Máximo (30,3 mg dm -3 ) de
Máximo (30,3 mg dm -3 ) de

Máximo (30,3 mg dm -3 )

de

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

Ottobacia

Ribeirões Santa

Maria

Limites em mg Kg-1 para Mn (455+-583); Zn (38+-54); Cd (-); Pb (26+-120) (Marques et
Limites em mg Kg-1 para Mn (455+-583); Zn (38+-54); Cd (-); Pb (26+-120)
(Marques et al., 2004).

Tabela 5: Teores médios máximos e mínimos da Matéria Orgânica e

do pH.

Mínimo (5,5 g dm -3 ) Profundidade 10-20 cm

Mínimo (5,5 g dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

Matéria

Matéria

Ottobacia

 

Orgânica

Orgânica
Orgânica

Máximo (48,0 mg dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Rio

Dourados

Mínimo (5,4) Profundidade 10-20 cm
Mínimo (5,4) Profundidade 10-20 cm

Mínimo (5,4)

Profundidade

10-20 cm

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

pH

pH

Ottobacia

 
Máximo ( 6,7) Profundidade 20-30 cm
Máximo ( 6,7) Profundidade 20-30 cm

Máximo ( 6,7)

Profundidade

20-30 cm

Ambiente

Área

preservada
preservada

preservada

Ottobacia

Rio

Dourados

Tabela 6: Teores médios máximos e mínimos de argila, silte e areia

Mínimo (75g dm -3 ) Profundidade 10-20 cm

Mínimo (75g dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente Área preservada
Ambiente Área preservada

Ambiente

Área preservada

Argila

Argila

Ottobacia

Rio Dourados

Máximo (465 mg dm -3 ) Profundidade 20 – 30 cm
Máximo (465 mg dm -3 ) Profundidade 20 – 30 cm

Máximo (465 mg dm -3 )

Profundidade

20

30 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Ribeirão Santa

 

Maria

Mínimo (35 g dm -3 ) Profundidade 10-20 cm
Mínimo (35 g dm -3 ) Profundidade 10-20 cm

Mínimo (35 g dm -3 )

Profundidade

10-20 cm

Ambiente Área preservada
Ambiente Área preservada

Ambiente

Área preservada

Silte

Silte

Ottobacia

Rio Dourados

Máximo (115 mg dm -3 ) Profundidade 20 – 30 cm
Máximo (115 mg dm -3 ) Profundidade 20 – 30 cm

Máximo (115 mg dm -3 )

Profundidade

20

30 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Ribeirão Santa

 

Maria

Mínimo (420 g dm -3 ) Profundidade 20-30 cm
Mínimo (420 g dm -3 ) Profundidade 20-30 cm

Mínimo (420 g dm -3 )

Profundidade

20-30 cm

Ambiente Aguada
Ambiente Aguada

Ambiente

Aguada

Ottobacia

Ribeirão Santa

Areia

Areia
 

Maria

Máximo (890 mg dm -3 ) Profundidade 10 – 20 cm
Máximo (890 mg dm -3 ) Profundidade 10 – 20 cm

Máximo (890 mg dm -3 )

Profundidade

10 20 cm

Ambiente Área preservada
Ambiente Área preservada

Ambiente

Área preservada

Ottobacia

Rio Dourados

Exemplo 3: CHANGES IN TROPICAL SOIL PROPERTIES AS

AFFECTED BY SURFACE-APPLIED SUGAR CANE ASH Parte 1 e

2 De-Campos et al. (2009) e Rocha et al. (2010)

Torta de filtro
Torta de filtro
Incinerador do bagasso
Incinerador do bagasso
et al. (2009) e Rocha et al. (2010) Torta de filtro Incinerador do bagasso Mistura aplicada
Mistura aplicada ao solo como fertilizante
Mistura aplicada ao solo como fertilizante

Metodologia

SOIL SAMPLING SOIL DRYING (40 C - 24 h)
SOIL SAMPLING
SOIL DRYING
(40
C - 24 h)
Metodologia SOIL SAMPLING SOIL DRYING (40 C - 24 h) SOIL COLUMN INCUBATION Three treatments (ash;
Metodologia SOIL SAMPLING SOIL DRYING (40 C - 24 h) SOIL COLUMN INCUBATION Three treatments (ash;

SOIL COLUMN INCUBATION

Three treatments (ash; compost; control)

SOIL COLUMN INCUBATION Three treatments (ash; compost; control)

RAINFALL EVENTS AND LEACHED

SOLUTION SAMPLING

(4 rainfall events; 48 h interval; 60mm/h)

SOIL SAMPLING

SOIL DRYING

(40

C - 24 h)

60mm/h) SOIL SAMPLING SOIL DRYING (40 C - 24 h) BIOAVAILABLE METAL EXTRACTION (NH 4 Ac

BIOAVAILABLE METAL EXTRACTION

(NH 4 Ac ou NH 4 Ac / EDTA digestion)

METAL EXTRACTION (NH 4 Ac ou NH 4 Ac / EDTA digestion) TOTAL METAL EXTRACTION (HNO
METAL EXTRACTION (NH 4 Ac ou NH 4 Ac / EDTA digestion) TOTAL METAL EXTRACTION (HNO

TOTAL METAL EXTRACTION

(HNO 3 / H 2 O 2 digestion)

TOTAL METAL EXTRACTION (HNO 3 / H 2 O 2 digestion) Ca, Mg, K, Mn, Cu

Ca, Mg, K, Mn, Cu e Cr

(atomic absorption analyses)

Table 1 Metals bioavailability concentration after the rainfall events.

Treatments

Ca

Mg

K

Mn

Cu

Cr

---------------------------------------g/Kg-------------------------------------

Ash

0.09b

0.016a

0.07a

1.27a

0.026a

0.0006a

Compost

0.12a

0.016a

0.07a

1.63a

0.026a

0.0000a

Control Soil

0.09b

0.015b

0.05b

1.20a

0.025b

0.0003a

Table 2 Total metals concentration after the rainfall events.

Treatments

Ca

Mg

K

Mn

Cu

Cr

---------------------------------------g/Kg-------------------------------------

Ash

0.110a

0.023a

10.55ba

1.964a

0.131c

0.278a

Compost

0.150a

0.024a

10.80a

1.913ba

0.137a

0.271a

Control Soil

0.100a

0.015a

8.29b

1.822b

0.121b

0.254b

• Não houve lixiviação significativa de metais com aplicação de chuva simulada. • Concentração de
• Não houve lixiviação significativa de metais com aplicação de chuva simulada.
• Concentração de K, Mn e Cr aumentou no solo tratado com cinza e mistura.
• Biodisponibilidade de Mn, Cu e K foi maior no solo tratado com cinza e mistura.

Remediação

Remediação

EXEMPLOS DE TRATAMENTOS MAIS USUAIS DE ÁREAS

AFETADAS

Desnitrificação

Lavagem/Filtragem

Complexação

Adsorção Enterramento/Disciplinamento