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::Federação Única dos Petroleiros::

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Brasil, Venezuela e Argentina avançam rumo à construção do Gasoduto do Sul

Imprensa da FUP

Mais uma parceria entre os governos brasileiro e venezuelano, o Gasoduto do Sul, assim como a refinaria pernambucana, é um importante passo para promover a integração da América do Sul no Setor de Energia. O gasoduto terá também a participação do governo argentino e deverá envolver outros países do continente. O governo boliviano, por exemplo, é um dos que serão convidados a integrar o projeto.

O anúncio foi feito esta semana pelos presidentes Lula, Chávez e Kirchner, que se reuniram em São Paulo para discutir

a implantação do novo gasoduto, cujas obras deverão se estender, a princípio, até 2017, envolvendo cerca de um

milhão de trabalhadores no projeto. Aproximadamente, 150 milhões de metros cúbicos de gás deverão correr por dia

nos 10 mil quilômetros de extensão do gasoduto, que transportará o gás da Venezuela até a Argentina, cruzando vários estados do Brasil e passando também pelo Uruguai. Esse volume representa mais de cinco vezes o que é transportado hoje pelo gasoduto Bolívia-Brasil.

Segundo o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, "ficou claro que há suficiência de gás na Venezuela para cobrir as necessidades do combustível na América do Sul progressivamente, de maneira que o projeto possa, inclusive, ser autofinanciado". Uma nova reunião em setembro voltará a discutir o assunto, desta vez, buscando-se a participação de todos os países da América do Sul.

Governo Lula barrou a privatização do Gasbol

Construído pela Petrobrás no governo FHC, o gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol) custou ao país 1,7 bilhão de dólares, a maior parte dos recursos, finaciada pelo Banco Mundial (BIRD). Como contrapartida, FHC assumiu o compromisso de privatizar a unidade, assim que ela atingisse a chamada "maturidade operacional", o que ocorreu em julho de 2003, quando o gasoduto passou a transportar por dia 30 milhões de metros cúbicos de gás.

O

processo de privatização, no entanto, foi abortado pelo governo Lula, gerando uma acirrada disputa por parte dos

sócios privados que operam o Gasbol através da holding TBG (Transportadora Brasileira do Gasoduto Bolívia-Brasil).

 

Criada em 1997 por FHC, a TBG tem 51% de suas ações sob o comando da Gaspetro e o restante dividido entre a britânica BG, a texana El Paso Energy e a francesa TotalFina Elf (através da BBPP, que detém 29% das ações do gasoduto), além da Shell, da Prisma Energy e da Transredes.

Recentemente, a Petrobrás realizou um concurso público para primeirizar os atuais 222 postos de trabalho da TBG, cujas vagas são ocupadas em sua maioria por funcionários contratados pela BBPP, que entrou com uma ação na Justiça para impedir a substituição dos trabalhadores. Na verdade, o que está por traz desta disputa é a tentativa das multinacionais de inviabilizar a decisão do governo Lula de manter o Gasbol sob o comando da Petrobrás. A FUP está vigilante e não aceitará que a BBPP prejudique os trabalhadores concursados ou tente coisa pior, como, por exemplo, um "trem da alegria".

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concursados ou tente coisa pior, como, por exemplo, um "trem da alegria". Topo 1 de 1

Petrobras fecha acordo de US$ 5,2 bi com canadense Brookfield por gas

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NICOLA PAMPLONA

DO RIO

06/09/2016

16h22

NICOLA PAMPLONA DO RIO 06/09/2016 16h22 A Petrobras deve anunciar até o fim do mês a

A Petrobras deve anunciar até o fim do mês a venda

de sua rede de gasodutos da região Sudeste a consórcio liderado pela canadense Brookfield por US$ 5,2 bilhões. É a maior operação, até agora, do plano de venda de ativos da estatal.

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A Folha apurou que as negociações já foram

concluídas e o anúncio da operação depende apenas de aprovação pelos conselhos de administração das empresas. Além da Brookfield, o consórcio comprador tem fundos soberanos de Cingapura e da China e o fundo de pensão de British Columbia, no Canadá.

A operação está sendo coordenada pelo Santander Brasil e envolve a Nova

Transportadora do Sudeste (NTS), criada em 2015 a partir da cisão da Transportadora Associada de Gás (TAG), subsidiária da estatal que controlava

a malha brasileira de gasodutos.

A NTS ficou com a rede do Sudeste, enquanto uma outra empresa, a Nova

Transportadora do Nordeste (NTN), ficou com as redes do Norte e Nordeste.

Essa segunda empresa também será negociada.

Inicialmente, a estatal pensava em vender 81% da NTS, mas a fatia foi ampliada durante as negociações. A Petrobras considera estratégico manter uma participação na empresa, por onde escoa parte relevante de sua produção de gás natural.

Até o momento, a Petrobras anunciou operações de venda de ativos que somam US$ 4,6 bilhões, incluindo a transferência de 49% da Gaspetro, de operações no Chile e na Argentina e de sua fatia de 66% na área de Carcará,

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Petrobras fecha acordo de US$ 5,2 bi com canadense Brookfield por gas

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/09/1810743-petrobras-deve

no pré-sal.

No fim de julho, informou que abriu negociações exclusivas com a mexicana Alpek para as empresas do complexo petroquímico de Pernambuco, e comunicou ao mercado um novo modelo de venda da BR Distribuidora, que prevê o controle compartilhado da subsidiária.

que prevê o controle compartilhado da subsidiária. Questionado por sindicalistas, o plano de desinvestimento da

Questionado por sindicalistas, o plano de desinvestimento da estatal tem como meta arrecadar US$ 15,1 bilhões até o fim do ano.

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Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

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set 1991 - set 2016: 25,110 (125,86%)

  set 1991 - set 2016: 25,110 (125,86%) Descrição: Petróleo crudo, promedio de tres precios;

Descrição: Petróleo crudo, promedio de tres precios; Brent Fechado, Intermedio de Texas Oeste y Dubai Fateh, E.U. dólares por barril

Unidade: E.U. dólares por barril

Moeda:

Dólar EUA

Compare to:

Fonte: World Bank (http://data.worldbank.org/data-catalog/commodity-price-data)

Nothing

Veja também: Energy production and consumption statistics (

/ /energy/)

Mês

Preço

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19,95

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dez 1991

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fev 1992

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jun 1992

20,88

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set 1992

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out 1992

20,04

-0,74%

nov 1992

18,90

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17,93

-5,13%

jan 1993

17,24

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fev 1993

18,23

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mar 1993

18,50

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18,44

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Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

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nov 1993

15,09

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dez 1993

13,36

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jan 1994

14,17

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fev 1994

13,75

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16,13

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16,48

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jan 1995

16,88

4,65%

fev 1995

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18,77

8,18%

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17,79

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mar 1996

19,46

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20,78

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22,14

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25,95

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fev 2001

27,24

4,97%

mar 2001

25,02

-8,15%

abr 2001

25,66

2,56%

mai 2001

27,55

7,37%

jun 2001

26,97

-2,11%

jul 2001

24,80

-8,05%

ago 2001

25,81

4,07%

set 2001

25,03

-3,02%

out 2001

20,73

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nov 2001

18,69

-9,84%

dez 2001

18,52

-0,91%

jan 2002

19,15

3,40%

fev 2002

19,98

4,33%

mar 2002

23,64

18,32%

abr 2002

25,43

7,57%

mai 2002

25,69

1,02%

Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

http://www.indexmundi.com/pt/pre%E7os-de-mercado/?mercadoria=pe

jun 2002

24,49

-4,67%

jul 2002

25,75

5,14%

ago 2002

26,78

4,00%

set 2002

28,28

5,60%

out 2002

27,53

-2,65%

nov 2002

24,79

-9,95%

dez 2002

27,89

12,51%

jan 2003

30,77

10,33%

fev 2003

32,88

6,86%

mar 2003

30,36

-7,66%

abr 2003

25,49

-16,04%

mai 2003

26,06

2,24%

jun 2003

27,91

7,10%

jul 2003

28,59

2,44%

ago 2003

29,68

3,81%

set 2003

26,88

-9,43%

out 2003

29,01

7,92%

nov 2003

29,12

0,38%

dez 2003

29,95

2,85%

jan 2004

31,40

4,84%

fev 2004

31,32

-0,25%

mar 2004

33,67

7,50%

abr 2004

33,71

0,12%

mai 2004

37,63

11,63%

jun 2004

35,54

-5,55%

jul 2004

37,93

6,72%

ago 2004

42,08

10,94%

set 2004

41,65

-1,02%

out 2004

46,87

12,53%

nov 2004

42,23

-9,90%

dez 2004

39,09

-7,44%

jan 2005

42,89

9,72%

fev 2005

44,56

3,89%

mar 2005

50,93

14,30%

abr 2005

50,64

-0,57%

mai 2005

47,81

-5,59%

jun 2005

53,89

12,72%

jul 2005

56,37

4,60%

ago 2005

61,87

9,76%

set 2005

61,65

-0,36%

out 2005

58,19

-5,61%

nov 2005

54,98

-5,52%

dez 2005

56,47

2,71%

jan 2006

62,36

10,43%

fev 2006

59,71

-4,25%

mar 2006

60,93

2,04%

abr 2006

68,00

11,60%

mai 2006

68,61

0,90%

jun 2006

68,29

-0,47%

jul 2006

72,51

6,18%

ago 2006

71,81

-0,97%

set 2006

61,97

-13,70%

out 2006

57,95

-6,49%

Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

http://www.indexmundi.com/pt/pre%E7os-de-mercado/?mercadoria=pe

nov 2006

58,13

0,31%

dez 2006

61,00

4,94%

jan 2007

53,40

-12,46%

fev 2007

57,58

7,83%

mar 2007

60,60

5,24%

abr 2007

65,10

7,43%

mai 2007

65,10

0,00%

jun 2007

68,19

4,75%

jul 2007

73,67

8,04%

ago 2007

70,13

-4,81%

set 2007

76,91

9,67%

out 2007

82,15

6,81%

nov 2007

91,27

11,10%

dez 2007

89,43

-2,02%

jan 2008

90,82

1,55%

fev 2008

93,75

3,23%

mar 2008

101,84

8,63%

abr 2008

109,05

7,08%

mai 2008

122,77

12,58%

jun 2008

131,52

7,13%

jul 2008

132,55

0,78%

ago 2008

114,57

-13,56%

set 2008

99,29

-13,34%

out 2008

72,69

-26,79%

nov 2008

54,04

-25,66%

dez 2008

41,53

-23,15%

jan 2009

43,91

5,73%

fev 2009

41,76

-4,90%

mar 2009

46,95

12,43%

abr 2009

50,28

7,09%

mai 2009

58,10

15,55%

jun 2009

69,13

18,98%

jul 2009

64,65

-6,48%

ago 2009

71,63

10,80%

set 2009

68,38

-4,54%

out 2009

74,08

8,34%

nov 2009

77,56

4,70%

dez 2009

74,88

-3,46%

jan 2010

77,12

2,99%

fev 2010

74,72

-3,11%

mar 2010

79,30

6,13%

abr 2010

84,14

6,10%

mai 2010

75,54

-10,22%

jun 2010

74,73

-1,07%

jul 2010

74,52

-0,28%

ago 2010

75,88

1,83%

set 2010

76,11

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nov 2010

84,53

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dez 2010

90,07

6,55%

jan 2011

92,66

2,88%

fev 2011

97,73

5,47%

mar 2011

108,65

11,17%

Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

http://www.indexmundi.com/pt/pre%E7os-de-mercado/?mercadoria=pe

abr 2011

116,32

7,06%

mai 2011

108,18

-7,00%

jun 2011

105,85

-2,15%

jul 2011

107,88

1,92%

ago 2011

100,45

-6,89%

set 2011

100,83

0,38%

out 2011

99,92

-0,90%

nov 2011

105,36

5,44%

dez 2011

104,26

-1,04%

jan 2012

106,89

2,52%

fev 2012

112,70

5,44%

mar 2012

117,79

4,52%

abr 2012

113,75

-3,43%

mai 2012

104,16

-8,43%

jun 2012

90,73

-12,89%

jul 2012

96,75

6,64%

ago 2012

105,28

8,82%

set 2012

106,32

0,99%

out 2012

103,39

-2,76%

nov 2012

101,17

-2,15%

dez 2012

101,17

0,00%

jan 2013

105,04

3,83%

fev 2013

107,66

2,49%

mar 2013

102,61

-4,69%

abr 2013

98,85

-3,66%

mai 2013

99,35

0,51%

jun 2013

99,74

0,39%

jul 2013

105,21

5,48%

ago 2013

108,06

2,71%

set 2013

108,78

0,67%

out 2013

105,46

-3,05%

nov 2013

102,58

-2,73%

dez 2013

105,49

2,84%

jan 2014

102,25

-3,07%

fev 2014

104,82

2,51%

mar 2014

104,04

-0,74%

abr 2014

104,94

0,87%

mai 2014

105,73

0,75%

jun 2014

108,37

2,50%

jul 2014

105,22

-2,91%

ago 2014

100,05

-4,91%

set 2014

95,89

-4,16%

out 2014

86,13

-10,18%

nov 2014

76,96

-10,65%

dez 2014

60,55

-21,32%

jan 2015

47,45

-21,64%

fev 2015

54,93

15,76%

mar 2015

52,83

-3,82%

abr 2015

57,42

8,69%

mai 2015

62,50

8,85%

jun 2015

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jul 2015

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-11,21%

ago 2015

45,72

-16,00%

Petróleo bruto - Preço Mensal - Preços das Mercadorias

http://www.indexmundi.com/pt/pre%E7os-de-mercado/?mercadoria=pe

set 2015

46,29

1,25%

out 2015

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nov 2015

43,13

-8,16%

dez 2015

36,56

-15,23%

jan 2016

29,92

-18,16%

fev 2016

31,05

3,78%

mar 2016

37,34

20,26%

abr 2016

40,75

9,13%

mai 2016

45,98

12,83%

jun 2016

47,69

3,72%

jul 2016

44,22

-7,28%

ago 2016

44,84

1,40%

set 2016

45,06

0,49%

Energia: A Revolução do Xisto E O Brasil Tem a Segunda Maior Reserv

http://jornalggn.com.br/blog/antonio-ateu/energia-a-revolucao-do-xisto-e

ANTONIO ATEU Energia: A Revolução do Xisto E O Brasil Tem

ANTONIO ATEU

Energia: A Revolução do Xisto E O Brasil Tem a Segunda Maior Reserva do Mundo
Energia: A Revolução do Xisto E O Brasil Tem a
Segunda Maior Reserva do Mundo
Sergio Lamucci & Economiabr
Gás de xisto estimula economia dos EUA e pode derrubar preço do petróleoPublicado em julho
1, 2013 por Outra politica
Os EUA estão passando por uma revolução tecnológica que está barateando
enormemente o preço do gás e do petróleo, a extração de gás e óleo do xisto
betuminoso., hoje produzidos a um quarto do preço vigente no mercado mundial. O
preço para viabilizar a exploração do pré-sal brasileiro chega a US$ 60 o barril, o que na
prática torna o pré-sal economicamente inviável. Há dezenas de matérias sobre o tema
neste site.
Esta é mais uma razão combater a competição absurda pela destinação dos royaltes do
pré-sal e justificar a suspensão da sua exploração, sob pena de construir milhares que
elefantes brancos (plataformas, barcos, petroleiros,,,) que ficarão apodrecendo no
litoral brasileiro. [José Correa]
Sergio Lamucci, Valor, 1 de Julho de 2013
O avanço significativo da indústria de gás e petróleo de xisto nos EUA já produz um impacto
considerável sobre a economia americana, tendência que deverá se aprofundar nos próximos
anos, afetando também a economia global. Com a chamada “revolução do xisto”, as previsões
apontam um crescimento mais forte do Produto Interno Bruto (PIB), maior geração de empregos,
mais receitas para os cofres públicos e um impulso importante à reindustrialização nos EUA, ao
baratear o custo da energia. Há ainda um efeito sobre as contas externas americanas, com a
dependência menor das importações, o que terá implicações geopolíticas relevantes – há quem
aposte em queda não desprezível dos preços do petróleo (ver quadro abaixo).
A equipe de commodities do Citigroup Global Markets estima que, em 2020, o PIB americano será
de 2% a 3,3% maior do que seria devido ao impacto cumulativo da nova produção de gás e
petróleo, em grande parte devido à indústria do xisto, do menor consumo e das atividades
associadas ao setor, diz o analista do Citi Eric Lee. A equipe do Citi espera ainda a criação de 2,7
milhões a 3,6 milhões de empregos nesse período.
A fatia do gás de xisto na produção total de gás natural dos EUA pulou de 4% a 5% em meados
da década passada para 34% em 2012. Em 2040, deve atingir 50%, sgundo a Administração de
Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês). Pelas projeções da EIA, a produção local
de gás deve superar o consumo doméstico por volta de 2020, tornando os EUA um exportador
líquido. No caso do petróleo, a EIA estima no cenário básico que o país continuará a ser um
importador líquido até 2040, embora a parcela do consumo abastecida por produtos do exterior,
de 37%, deverá ser inferior aos 40% de 2012 e muito menor que os 60% de 2005. Em 2012, a
fatia do petróleo de xisto na produção total ficou um pouco abaixo de 30%.
A produção de gás e petróleo de xisto tem crescido com força nos últimos anos graças a avanços
tecnológicos como a fratura hidráulica e a perfuração horizontal. Na primeira, as rochas de xisto
são fraturadas para liberar o gás e o petróleo que está dentro delas, com a injeção de água a alta
pressão, produtos químicos e areia.
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A revolução do xisto. Bom para a economia, péssimo para o meio ambien

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/163900/A-revolução-do-x

O gás extraído do xisto está transformando a produção
O gás extraído do xisto está transformando a produção
O gás extraído do xisto está transformando a produção
O gás extraído do xisto está transformando a produção

O gás extraído do xisto está transformando a produção de energia nos Estados Unidos e

poderá tornar o país autossuficiente em 2035. A novidade significa uma revolução econômica

e

política, mas traz consequências perigosas ao meio ambiente – e protestos no mundo todo.

O

Brasil também já entrou na era do xisto

17 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 17:47 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM

17 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 17:47 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM (HTTPS://GOO.GL/ROA76P) SIGA-NOS NO

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(http://www.brasil247.com   Enviar por E-mail (mailto:?subject=& body=) Imprimir (#) 1 Comentários 2 de 12 18/10/2016 00:47

A revolução do xisto. Bom para a economia, péssimo para o meio ambien

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/163900/A-revolução-do-x

(/images/cms-image-000409382.jpg) Enorme usina canadense

(/images/cms-image-000409382.jpg)

Enorme usina canadense para o processamento do xisto betuminoso

Por Eduardo Araia

Nada como uma revolução tecnológica para virar o mundo de cabeça para baixo

e obrigar cientistas e governos a revisar os conceitos e refazer as previsões. Quem diria que os Estados Unidos, o maior consumidor de energia do mundo, poderiam se tornar autossuficientes em 2035? Pois esse é o prognóstico da

Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês) no relatório 2012, o World Energy Outlook, ao analisar as transformações por que o país vem passando desde que uma rocha – o xisto – e um polêmico meio de extrair petróleo e gás –

o fraturamento hidráulico, mais conhecido como fracking – ganharam peso na

produção energética americana. A extração do gás contribui para a recuperação

econômica do país, mas abre perspectivas sinistras ao meio ambiente, alarmando os ecologistas.

Os EUA possuem enormes reservas de xisto, mas até 2006 os métodos disponíveis para extrair combustível da rocha eram caros e não compensavam o investimento. Naquele ano, porém, empresas de petróleo e gás começaram a usar o fracking nessas áreas. O resultado não tardou: já existem mais de 20 mil poços em operação no país, e o gás natural, que até 2000 representava 1% da produção americana de energia, saltou para 30% em 2010 e poderá chegar a 50% em 2035.

Embora alguns especialistas afirmem que o tempo de produção de cada um desses poços não superará 15 ou 20 anos, a dimensão das reservas norte- americanas de xisto garante uma boa longevidade ao setor. “Os suprimentos de gás natural agora economicamente recuperáveis do xisto nos EUA poderiam acomodar a demanda doméstica do país por gás natural nos níveis atuais de consumo por mais de cem anos”, anunciaram os pesquisadores Michael McElroy e Xi Lu, da Universidade Harvard, no artigo “Fracking’s Future”, publicado na edição de fevereiro de 2013 da Harvard Magazine.

/pt/247/revista_oasis

/163900/A-revolução-

do-xisto-Bom-para-

a-economia-péssimo-

para-o-

meio-ambiente.htm)

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/revista_oasis/260418/Cientistas-

buscam-mapear-todas-as-células-

humanas-em-grande-atlas.htm) 0

humanas-em-grande-atlas.htm) 0 Chernobyl. Sem a presença humana, vida animal e vegetal

Chernobyl. Sem a presença humana,

vida animal e vegetal prospera na zona de exclusão (//www.brasil247.com

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/Chernobyl-Sem-a-presença-humana-

vida-animal-e-vegetal-prospera-

na-zona-de-exclusão.htm) 2

O porto perfumado. Hong Kong em um

vídeo psicodélico

(//www.brasil247.com/pt/247

/revista_oasis/260156/O-porto-

perfumado-Hong-Kong-em-um-vídeo-

psicodélico.htm) 0

A união faz a força. Para evoluir, é

preciso cooperar

(//www.brasil247.com/pt/247

A revolução do xisto. Bom para a economia, péssimo para o meio ambien

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/163900/A-revolução-do-x

(/images/cms-image-000409383.jpg) Usina para o fracking do

(/images/cms-image-000409383.jpg)

Usina para o fracking do xisto na província de Sichuan, China

Preços baixos e menos poluição

Em geral favorável às energias renováveis, o governo do presidente Barack Obama tem apoiado politicamente a produção do gás de xisto, mesmo com a controvérsia ambiental que cerca a questão. Em primeiro lugar, o gás natural é o menos poluente dos combustíveis fósseis, uma vantagem para um país que usa carvão e petróleo para gerar energia. A Agência Ambiental Americana (EPA, na sigla em inglês) credita a melhora geral da poluição atmosférica no país nos últimos anos ao aumento no uso do gás de xisto.

Em segundo lugar, as vantagens econômicas são indiscutíveis. O gás de xisto fez

o preço do insumo cair nos EUA, nos últimos anos, de US$ 12 para US$ 3 por

milhão de BTU (sigla para British Termal Unit, “unidade térmica britânica”, medida usada para gás). Para comparar, o preço do gás convencional no Brasil custa entre US$ 12 e US$ 16 por milhão de BTU. A queda de preços faz os EUA importarem menos petróleo, explica o físico José Goldemberg, “uma vez que aquele combustível vem substituindo derivados do petróleo tanto na indústria quanto no transporte”. O país passou até a exportar gás.

A terceira razão é geopolítica: a autossuficiência energética livraria os EUA da

dependência de fornecedores problemáticos e/ou potencialmente hostis, como os países árabes, a Venezuela e a Rússia. Como efeito colateral, a saída do mercado desse megacomprador baixaria os preços do petróleo e até poderia inviabilizar

alguns projetos de produção, salienta Goldemberg. “Até a exploração do pré-sal no Brasil poderia ser afetada por essa queda de preços”, adverte o físico.

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força-Para-evoluir-é-preciso-

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Marte está chamando. Quem se habilita para uma viagem sem volta?

(//www.brasil247.com/pt/247

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está-chamando-Quem-se-habilita-

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/revista_oasis/259183/Marte- está-chamando-Quem-se-habilita- para-uma-viagem-sem-volta.htm) 0 4 de 12 18/10/2016 00:47

A revolução do xisto. Bom para a economia, péssimo para o meio ambien

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/163900/A-revolução-do-x

(/images/cms-image-000409384.jpg) Nas proximidades da cidade

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Nas proximidades da cidade de Nova York, o xisto é abundante e aparece em placas, na superfície do terreno

Na avaliação da IEA, o Brasil é o décimo colocado em reservas de gás de xisto tecnicamente recuperáveis, com 6,3 trilhões de metros cúbicos de reservas, basicamente no Centro-Sul. Para a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, porém, as reservas em terra podem superar as do pré-sal e chegar a 14,16 trilhões de metros cúbicos. “Isso ainda precisa ser comprovado”, ressalva ela. “Temos de investir e saber o potencial do país.”

O Brasil não tende a se atirar ao gás de xisto, pois mal começou a exploração da

camada do pré-sal, mas a nova riqueza não escapa aos olhos do governo. Das 72 áreas leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) leiloou em novembro de 2013, 54 envolviam bacias de xisto. Empresas como Petrobras, HRT, OGX, Orteng, Cemig e Petra já demonstram interesse na extração do gás de xisto.

já demonstram interesse na extração do gás de xisto. (/images/cms-image-000409385.jpg) Protestos contra o

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Protestos contra o fracking do xisto, no Canadá

Trâmites habituais

A polêmica que cerca o fracking não representa problema, de acordo com as

autoridades. A ANP reconhece que faltam estudos sobre os impactos ambientais do método. Um comunicado à imprensa, em 13 de maio passado, afirma que “o tema do fraturamento hidráulico tem causado alvoroço na imprensa mundial,

afirma que “o tema do fraturamento hidráulico tem causado alvoroço na imprensa mundial, 5 de 12

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pois seus riscos não foram esclarecidos plenamente”. Mas a agência previa que o leilão de novembro seguiria os trâmites habituais, com as áreas “previamente analisadas quanto à sensibilidade ambiental pelo Ibama e pelos órgãos estaduais competentes”.

O secretário de Minas e Energia, Marco Antônio Almeida, considera que bastam algumas adaptações para dar conta das variáveis envolvidas. “Teremos algumas exigências adicionais (em relação aos leilões habituais), como fraturamento com poço revestido, cimentação mais adequada e projeto aprovado pela ANP”, afirma. Por seu lado, o Ministério do Meio Ambiente informa – olimpicamente –, que não tem relação com o tema.

Na seara ambientalista, porém, a dupla fracking-gás de xisto causa engulhos. “O único argumento por trás da exploração é o econômico”, diz Carlos Rittl, coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia da organização ambientalista WWF-Brasil, que critica a ausência de discussão sobre os aspectos sociais e ambientais da questão e a guinada do Brasil rumo aos combustíveis fósseis, na contramão do que recomenda o aquecimento global.

na contramão do que recomenda o aquecimento global. (/images/cms-image-000409388.jpg) Na Inglaterra, um boneco

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Na Inglaterra, um boneco monstruoso representando o fracking é levado por manifestantes contrários ao uso dessa tecnologia

“Há uma clara vontade política para que a exploração por meio de fracking aconteça, especialmente após as recentes avaliações muito otimistas sobre o potencial de gás de xisto em terra, no Brasil”, afirma Antoine Simon, da divisão europeia da organização internacional Amigos da Terra. “Até agora, não existe nada específico sendo estudado pelo Ibama, Ministério do Meio Ambiente ou ANA (Agência Nacional de Águas)”, lamenta o ex-deputado Fabio Feldmann (PV).

De qualquer forma, não custa pensar como São Tomé e aguardar para ver. Afinal, no pré-sal os combustíveis já estão prontos para extração, enquanto a exploração do gás de xisto envolve uma série de indefinições. “No Brasil, pelo menos até agora, não temos legislação específica para o gás não convencional nem incentivos fiscais ou financeiros que aumentem a atratividade do investimento”, afirma Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. “As reservas nós já temos. Se a produção vai se dar em 2 ou 10 anos, depende da vontade do governo de enfrentar os gargalos que prejudicam o mercado de gás no Brasil.”

da vontade do governo de enfrentar os gargalos que prejudicam o mercado de gás no Brasil.”

A revolução do xisto. Bom para a economia, péssimo para o meio ambien

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(/images/cms-image-000409386.jpg) A extrac ̧ ão do xisto

(/images/cms-image-000409386.jpg)

A extração do xisto betuminoso costuma promover destruição em vasta escala do terreno circundante. Isso é o que acontece nessa zona do Canadá

Rocha transformadora

Xisto é o nome popular da rocha denominada folhelho. Uma de suas variações, o xisto betuminoso, contém querogênio nos poros, uma mistura de compostos químicos orgânicos a partir da qual se produz hidrocarbonetos como óleo e gás (sobretudo metano). Estima-se que os depósitos de xisto betuminoso no mundo equivaleriam a um volume entre 2,8 trilhões e 3,3 trilhões de barris de óleo recuperável, enquanto as reservas provadas da Arábia Saudita, o maior produtor mundial, eram de 265,4 bilhões de barris em 2011. Já as reservas de gás de xisto seriam de 187,51 trilhões de metros cúbicos. Confira a seguir os países que abrigam as maiores jazidas do mundo.

Reservas tecnicamente recuperáveis de gás de xisto

(em trilhões de metros cúbicos)

China

36,10

EUA

24,41

Argentina

21,92

México

19,28

África do Sul

13,73

Austrália

11,21

Canadá

10,99

Líbia

8,21

Argélia

6,54

Brasil

6,40*

Fonte: IEA, 2009

* Só considera a Bacia do Paraná

Impactos ambientais

Brasil 6,40* Fonte: IEA, 2009 * Só considera a Bacia do Paraná Impactos ambientais 7 de

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O fraturamento hidráulico, ou fracking, é conhecido desde a década de 1940,

mas o aumento nos custos da exploração de petróleo e gás viabilizou economicamente sua utilização nos últimos anos. Os poços abertos para trazer à superfície os combustíveis contidos no xisto são inicialmente perfurados no sentido vertical, em geral até 2 mil metros de profundidade. Quando se atinge a camada desejada, entra em cena a inovadora perfuração horizontal, numa extensão que costuma variar entre 300 e 2.000 metros.

Por esse duto se injeta água, a uma pressão bastante alta, misturada com areia

e produtos químicos. A manobra causa fraturas nas rochas, por onde é liberado o combustível. Este sobe com a água para tanques de armazenagem, onde os produtos são separados.

tanques de armazenagem, onde os produtos são separados. (/images/cms-image-000409387.jpg) Após ser retirado das

(/images/cms-image-000409387.jpg)

Após ser retirado das rochas de xisto pela tecnologia do fracking, o gás é canalizado e levado aos consumidores

O fracking está longe de ser unanimidade. Na Europa, ele é permitido no Reino

Unido e na Polônia, mas já foi proibido na França e na Bulgária. Nos EUA, os Estados de Nova York, Pensilvânia e Texas aprovaram regulamentações exigentes relativas ao método. Os principais problemas são os seguintes:

1) Vazamento – Muitos depósitos de xisto estão abaixo de aquíferos. Se a vedação do poço tiver falhas, produtos químicos usados no fracking poderão ser liberados na água. Embora um executivo da Halliburton tenha sido notícia em 2011 ao beber o fluido de fracking utilizado pela empresa, para mostrar que ele é seguro, há dúvidas sobre a composição desse material. Uma pesquisa da Universidade Duke (EUA) detectou um aumento da concentração de metano na água potável na vizinhança dos poços, que pode ocasionar incêndios ou explosões.

2) Contaminação – A mistura de água, areia e produtos químicos injetada nos poços sobe gradualmente para a superfície, podendo contaminar o solo e a água.

3) Consumo de água – Retirar as imensas quantidades de água usadas no processo pode prejudicar os ecossistemas da região. Calcula-se que um poço normal exija em média entre 11 milhões e 30 milhões de litros de água durante sua vida útil.

4) Terremotos – Embora cientistas britânicos afirmem no Journal of Marine and Petroleum Geology que o fracking não causa abalos sísmicos importantes, não há consenso sobre o tema. Para eliminar o problema, um dos autores do estudo, o professor Richard Davies, da Universidade de Durham, sugere evitar perfurações perto de falhas tectônicas.

5) Poluição originária do processo – Um estudo da Universidade Cornell divulgado em 2011 na revista Climatic Science estima que a pegada de carbono

Cornell divulgado em 2011 na revista Climatic Science estima que a pegada de carbono 8 de

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do processo de extração do gás de xisto seja até 20% maior do que a do carvão,

o mais “sujo” dos combustíveis fósseis.

a do carvão, o mais “sujo” dos combustíveis fósseis. (/images/cms-image-000409389.jpg) Área de extrac ̧ ão do

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Área de extração do xisto em São Mateus do Sul, no Paraná

Xisto paranaense

O Brasil explora o xisto comercialmente desde 1972, quando a Petrobras abriu

sua refinaria de Industrialização do Xisto, a SIX, em São Mateus do Sul (PR). A cada dia, cerca de 7 mil toneladas de xisto são retiradas do solo por técnicas de mineração, moídas e submetidas a altas temperaturas. Desse processo são obtidos diariamente 4 mil barris de petróleo, além de derivados como o enxofre.

A atividade apresenta dois impactos ambientais salientes. O primeiro, ligado ao

processo de abertura das minas, envolve a retirada da vegetação e do solo. O segundo, relacionado ao processamento e refino, é a emissão de gases-estufa. A Petrobras afirma que controla as emissões e recupera em escala industrial as áreas exploradas desde 1979. Um estudo da Universidade Federal do Paraná feito em 2009 reforça essa tese, ao mostrar que o solo original e o recuperado tinham

composição química bem parecida.

Por outro lado, uma pesquisa do Instituto Ambiental do Paraná, órgão fiscalizador do Estado, revela que a SIX foi multada em 2004 e 2006 por descumprir normas de qualidade de água. Outro estudo, de Helvio Rech, da Universidade Federal do Pampa (RS), detectou que a exploração do xisto está diretamente relacionada à incidência de problemas respiratórios na população de São Mateus do Sul.

relacionada à incidência de problemas respiratórios na população de São Mateus do Sul. 9 de 12
relacionada à incidência de problemas respiratórios na população de São Mateus do Sul. 9 de 12
relacionada à incidência de problemas respiratórios na população de São Mateus do Sul. 9 de 12