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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Fatores básicos para o dimensionamento de um condutor:

fator de da potência carga tipo de sistema: método de 1f, 2f, 3f instalação potência
fator de da
potência
carga
tipo de sistema:
método de
1f, 2f, 3f
instalação
potência ou
natureza da
corrente da
carga
carga
distância da
frequê nc ia
nominal
carga ao
ponto de
suprimento
tensão
Dimensionamento
nominal
condutor
corrente de
curto ‐ circuito
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Fios e Cabos Condutores:

dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 2  Fios e Cabos Condutores: Cabo Tripolar
dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 2  Fios e Cabos Condutores: Cabo Tripolar

Cabo Tripolar

dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 2  Fios e Cabos Condutores: Cabo Tripolar
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Sistemas de Distribuição:

dede MotoresMotores 3  Sistemas de Distribuição: M o n o f á s i c

Monofásico (F N)

M o n o f á s i c o ( F ‐ N ) Monofásico

Monofásico a três condutores

o ( F ‐ N ) Monofásico a três condutores Trifásico – Delta (3F) Trifásico –

Trifásico – Delta (3F)

Monofásico a três condutores Trifásico – Delta (3F) Trifásico – Estrela (3F) Trifásico a 4 condutores

Trifásico – Estrela (3F)

Trifásico – Delta (3F) Trifásico – Estrela (3F) Trifásico a 4 condutores – Estrela (3F ‐

Trifásico a 4 condutores – Estrela (3F N)

(3F) Trifásico a 4 condutores – Estrela (3F ‐ N) Trifásico a 5 condutores – Estrela

Trifásico a 5 condutores – Estrela (3F N T)

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Critérios básicos para divisão dos circuitos (NBR 5410:2004) a ) Di v i sã o d os c i rcu itos d e acord o com as necessid a d es, d e forma a sati sfazer:

Segurança

Evitar qualquer perigo e limitar as consequências de uma falta a uma área restrita. Evitar o risco de realimentação inadvertida através de outro circuito.

Conservação de Energia

através de outro circuito. Conservação de Energia • Evitar os incovenientes que possam resultar de um

Evitar os incovenientes que possam resultar de um circuito único, tal como um só circuito de iluminação.

Facilitar o controle do nível de iluminamento.

Funcionais

o controle do nível de iluminamento. Funcionais • Circuitos individuais para tomadas e iluminação.

Circuitos individuais para tomadas e iluminação.

Circuitos individuais para diferentes ambientes, tais como refeitórios, sala de reuniões etc.

Circuitos individuais para motores e outros equipamentos.

Produção • Circuitos individuais para diferentes setores de produção (tipo de indústria). Manutenção •
Produção
• Circuitos individuais para diferentes setores de produção (tipo de indústria).
Manutenção
• Facilitar as verificações e os ensaios.

b) Circuitos específicos para determinadas partes da instalação.

c) Criar condições nos quadros de comandos e condutos para futuras ampliações.

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Critérios para dimensionamento da seção mínima dos condutores de fase:

A seção mínima dos condutores elétricos deve satisfazer, simultaneamente, aos três

critérios seguintes:

1. Capacidade de condução de corrente, ou simplesmente ampacidade.

2. Limites de q ueda de tensão.

3. Capacidade de condução de corrente de curtocircuito por tempo limitado.

Nota: Os condutores são inicialmente dimensionados pelos dois primeiros critérios e quando d o dimensionamento
Nota: Os condutores são inicialmente dimensionados pelos dois primeiros critérios e
quando d o dimensionamento das proteções baseado nas i ntensid ades das correntes de
falta, é necessário confrontar os valores destas e os respectivos tempos de atuação da
proteção para eliminação da falta, com os valores admitidos pelo isolamento dos
condutores. A seção do condutor é escolhida como a maior entre os três critérios.
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1. Critério da capacidade de condução de corrente (iluminação, tomadas, cargas gerais):

Circuito Monofásico:

P

I

c

c V

f

cos(

)

Circuito Bifásico:

I

c

P

c

V

ff

cos(

)

Ci rcuito Tr ifás ico:

I

c

P

c

3
3

V

ff

cos(

)

I

c

P

c

: Corrente de projeto ou de carga (A)

: Potência da carga (W)

V

f

:Tensão entre fase e neutro (V)

cos(

): Fator de potência da carga

V T

ff

:

ã

ens o

d

e

li

n

h

t

a en re

f

V

ases (

)

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1. Critério da capacidade de condução de corrente (motores):

Instalação de um motor (circuito terminal):

I nm 736  P nm I  Fs  I (A) I  (A)
I
nm
736  P
nm
I
 Fs  I
(A)
I
(A)
P
nm
c
nm
nm
3
 V 
cos(
)
nm
V nm
Fs: Fator de serviço do motor (=1 quando não especificado)

: Corrente nominal do motor (A)

: Potência nominal do motor (cv)

: Tensão nominal do motor (V)

Fator de Serviço (Fs): é um número que pode ser multiplicado pela potência nominal do
Fator de Serviço (Fs): é um número que pode ser multiplicado pela potência nominal do
motor, a fim de se obter a carga permissível que o mesmo pode acionar, em regime
contínuo. Representa uma potência adicional contínua.
 Instalação de um agrupamento de motores (CCM): n I  Fs  I 
 Instalação de um agrupamento de motores (CCM):
n
I
 Fs  I
 Fs  I
 Fs  I
(A)
I 
 Fs
I
(A)
c
(1)
nm
(1)
(2)
nm
(2)
(
n
)
nm n
(
)
c
()
i
nm i
()
i  1

n : Número de motores agrupados no CCM

Nota: Quando os motores possuírem fatores de potência muito diferentes, o valor de I c
Nota: Quando os motores possuírem fatores de potência muito diferentes, o valor de I c deve
ser calculado através da soma vetorial das componentes ativas e reativas.
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Motores WEG trifásico – Gaiola de Esquilo

dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 8 Motores WEG trifásico – Gaiola de Esquilo
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1. Critério da capacidade de condução de corrente (capacitores):

A capacidade mínima de corrente do condutor deve ser igual a 135% do valor da corrente nominal do capacitor ou banco de capacitores.

1000  Q I  1,35  I (A) I  c (A) c nc
1000  Q
I 
1,35
 I
(A)
I
c (A)
c
nc
nc
3  V
ff
 Fatores de correção de corrente
Ic
corrigida
I
(A)
c
KKK
123

: corrente nominal do capacitor ou banco (A)

I

Q : Potência do capacitor ou banco (kVAr)

nc

c

V ff

: Tensão de linha sobre o capacitor (V)

K 1 : Fator de correção para temperatura ambiente (

30°C)

K 2 : Fator de correção para resistividade térmica (  2,5K  m/W) K
K
2 : Fator de correção para resistividade térmica (
2,5K  m/W)
K
3 : Fator de correção de agrupamento de circuitos ( > 4 condutores carregados)
Nota: Com os valores das correntes máximas calculadas para cada tipo de carga, e de acordo
com o método de instala ção ( tabelas de métodos de referências e tabela de ti p os de linhas
elétricas), determinar a seção nominal do condutor utilizando as tabelas de capacidade de
condução de corrente. Aplicar os fatores de correção de correntes quando as condições da
instalação forem diferentes daquelas das tabelas de capacidade de condução de correntes.
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dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 17 Nota: Se um agrupamento consiste em N condutores isolados ou
Nota: Se um agrupamento consiste em N condutores isolados ou cabos unipolares, podem ‐ se
Nota: Se um agrupamento consiste em N condutores isolados ou cabos unipolares, podem ‐ se
considerar tanto N/2 circuitos com 2 condutores carregados como N/3 circuitos com 3
condutores carregados.
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Exemplo de aplicação 4.1 (3.4): Determinar a seção dos condutores fase do circuito trifásico mostrado na fi g ura abaixo. Na instala ção são utilizados cabos isolados em PVC, dis p ostos em eletroduto aparente.

isolados em PVC, dis p ostos em eletroduto aparente.  Exemplo de aplicação 4.2 (3.5): Determinar

Exemplo de aplicação 4.2 (3.5): Determinar a seção dos condutores isolados em PVC que alimentam um CCM que alimenta três motores de 40 cv e quatro motores de 15 cv, todos de IV polos ligados em tensão de 380V e com fatores de serviço unitários .

Exemplo de aplicação 4.3: Determinar a seção dos condutores instalados em eletroduto a p arente isolados em PVC p ara instalar um banco de ca p acitores com p otência de 50 kVAr, 380 V e 60 Hz.

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2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):

Circuito Monofásico/Bifásico:

200    L  I  c c 2 S  (mm )
200 
L  I
c
c
2
S
(mm )
c
V  V
c
f

: resistividade do material condutor (cobre=1/56

L : Comprimento do circuito (m) V :Tensão entre fase e neutro (V) (monofásico)

c

f

V : Queda de tensão máxima admitida (%)

c



2

mm /m)

Nota: O circuito sendo bifásico utilizar a tensão entre fases .

Circuito Trifásico:

100  3    L I   c c 2 S 
100
3

L I
c
c
2
S
(mm )
c
V V
c
ff
3   I L  R  cos   X sen  c
3  
I L
R
cos
 
X sen
c
c
V
(%)
c
10 
N
V
cp
ff

N cp

: Número de condutores em paralelo por fase

R: Resistência do condutor (m

X : Reatância do condutor (m

/m)

/m)

: Ângulo do fator de potência da carga (graus)

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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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2.

Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):

dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 23 2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):
dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 23 2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Exemplo de aplicação 4.4(3.7): Calcular a seção do condutor que liga um QGF ao CCM, sabendo se que a carga é composta por dez motores de 10 cv, IV polos, 380V, fator de serviço unitário, e o comprimento do circuito é de 150 m. Adotar o condutor unipolar isolado em PVC, instalado no interior de canaleta não ventilada, admitindo uma queda de tensão máxima de 2%.

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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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3. Critério da capacidade de corrente de curtocircuito:

Limitação da seção do condutor para uma determinada corrente de curtocircuito

T  I e cs  234  T  f 0,34  log 
T
 I
e
cs
 234  T 
f
0,34
log
234  T
i

S

c

I

cs

2

(mm )

: Corrente simétrica de curto-circuito trifásico (kA)

T : Tempo de eliminação da falta (s)

e

T : Temperatura máxima de curto-circuito suportada pela isolação do condutor (C) f T i
T
: Temperatura máxima de curto-circuito suportada pela isolação do condutor (C)
f
T i : Temperatura máxima admi
ssível pelo condutor em regime normal de operação (C)
Nota: Os valores de T f e T i são estabelecidos por norma, ou seja:
‐ Condutor com isolação PVC 70 o C – T f =160 o C e T i =70 o C
‐ Condutor com isolação EPR ou XLPE – T f =250 C e T i =90 C
o
o
44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 26 Capacidade máxima da corrente
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26
Capacidade máxima da corrente de falta ‐ PVC
44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 27 Capacidade máxima da corrente
44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Capacidade máxima da corrente de falta – EPR ‐ XLPE
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Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor Neutro (NBR5410:2004)

O condutor neutro deve possuir a mesma seção que os condutores fase nos seguintes casos:

1. Circuitos monofásicos;

2. Circuitos bifásicos com neutro (2 fases + neutro), quando a taxa de 3ª harmônica e seus múltiplos não for superior a 33%.

3. Circuitos trifásicos com neutro, quando a taxa de 3ª harmônica e seus múltiplos não for superior a 33%.

Conforme a NBR5410, apenas nos circuitos trifásicos é admitida a redução do condutor neutro. Tal procedimento deve atender, simultaneamente, as três condições seguintes:

1. O circuito for presumivelmente equilibrado, em serviço normal .

2. corrente das fases não contiver uma taxa de 3ª harmônica e seus múltiplos superior

A

a

15%.

3. O condutor neutro for protegido contra sobrecorrentes.

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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor Neutro (NBR5410:2004)

29  Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor Neutro (NBR ‐ 5410:2004)
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
30

Harmônicos

44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 30 Harmônicos
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
31

Harmônicos

44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 31 Harmônicos
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Harmônicos

44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 32 Harmônicos
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Harmônicos

Efeitos provocados por harmônicos:

1 . O peraç ã o i ndev i da de equ i pamentos e l etr ô n i cos , de contro l e , proteç ã o ;

2. Erros de leitura em equipamentos de medição.

3 . S o b retenç õ es .

4. Sobrecorrentes.

5 . I n t er f er ê nc i a em s i s t emas d e comun i caç ã o pr i nc i pa l men t e s i na i s d e r ádi o .

6. Redução da vida útil dos equipamentos.

7 . P er d as excess i vas em ca b os e t rans f orma d ores .

8. Ruídos audíveis.

9 . R esson â nc i as s é r i e e para l e l a , en t re ou t ros .

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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor Neutro (NBR5410:2004)

Quan d o, num c i rcu i to trifá si co com neutro ou num c i rcu i to com d uas fases e neutro, a taxa de 3ª harmônica e seus múltiplos for superior a 33%, a corrente que circula pelo neutro é superior à corrente das fases. A seção do condutor neutro pode ser determinada ca l cu l an d o se a corrente no neutro como:

 FI (A) I N cn c nh 2 II  1   I
 FI
(A)
I N
cn
c
nh
2
II
1  
I
(A)
c
h
i
 2

nh

i 2

I

h

2

III

234

222

  

F

cn

: Fator de correção de corrente de neutro

I : Corrente de projeto em valor eficaz

c

I : Corrente harmônica de ordem h

h

I

2

nh

(A)

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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
35

Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor Neutro (NBR5410:2004)

33%
33%
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Critérios para Dimensionamento da Seção Mínima do Condutor de Proteção:

1. Utilizando a equação a seguir quando o tempo de atuação da proteção for < 5s .

S

p

2 I  T ft max c K
2
I
 T
ft
max
c
K

2

(mm )

max : Valor eficaz da corrente de falta fase-terra máxima que pode atravessar

I

o dispositivo de proteção (A) T c : Tempo de eliminação da falta (s)

K : Fator que depende da natureza do metal do coberturas e temperatura inicial e final

ft

condutor de proteção, das isolações e outras

2. Critério da seção mínima dos condutores de fase (tabela 3.25).

de proteção, das isolações e outras 2. Critério da seção mínima dos condutores de fase (tabela
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37
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40
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dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 41 Nota : A seção de qualquer condutor de proteção que não
Nota : A seção de qualquer condutor de proteção que não faça parte do mesmo
Nota : A seção de qualquer condutor de proteção que não faça parte do mesmo cabo ou não
esteja contido no mesmo conduto fechado que os condutores de fase não deve ser inferior a:
a) 2,5 mm 2 em cobre/16 mm 2 em alumínio, se for provida proteção contra danos mecânicos.
b) 4 mm 2 em cobre/16 mm 2 em alumínio, se não for provida proteção contra danos
mecânicos.
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Sistema de Aterramento Industrial
Sistema de Aterramento Industrial
44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores 42 Sistema de Aterramento Industrial
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44 –– DimensionamentoDimensionamento dede CircuitosCircuitos dede MotoresMotores
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Exemplo de aplicação 4.5: C ons id ere que no exemp l o 4 . 4 foi utili za d o um ca b o d e 2, 5 mm 2 com isolação de PVC para o dimensionamento dos circuitos terminais dos motores. Sabe se que a corrente de curtocircuito trifásica simétrica calculada no barramento do CCM é de 1000

A e q ue o fusível utilizado p ara a p rote ção dos motores demora 0 , 5 s p ara eliminar o defeito. Determine a seção mínima do condutor pelo critério da capacidade de corrente de curto

circuito.

Exemplo de aplicação 4.6: Considere ainda que no exemplo 4.4 foi utilizado um cabo de 95 mm 2 com isolação de PVC para o dimensionamento do circuito entre o QGF e CCM. Sabe se que a corrente de curtocircuito trifásica simétrica calculada no barramento do QGF é de 10000 A e que o fusível utilizado para a proteção do circuito demora 0, 5 s para eliminar o defeito. Determine a seção mínima do condutor pelo critério da capacidade de corrente de curtocircuito.

Exemplo de aplicação 4.7 (3.13): Determinar o condutor de proteção de um circuito de distribuição que liga o QGF ao CCM, sabendo se que os condutores fase são 70 mm 2 , isolados em PVC a temperatura de 70 o C. A corrente faseterra máxima (curtocircuito franco) é 9500 A

e o tempo de atuação da proteção é de 80 ms. O condutor de proteção será instalado no mesmo eletroduto dos condutores de fase.