Você está na página 1de 25

Manual de Instruções

Medidor de Turbidez e Sólidos em Suspensão

TB-45
Índice
Certificado de garantia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
Especificações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
Descrição mecânica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Princípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Dimensional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Típico de instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Instruções de instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
Instalação elétrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Esquema elétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Operação do equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Manutenção da sonda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Procedimentos para calibração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23

SOFT. V3

MAN. 191
REV. 03

2. Certificado de garantia
A DIGICROM assegura ao primeiro proprietário deste produto, garantia de 36 meses contra
defeitos de fabricação, comprovada pela nota fiscal DIGICROM ou revenda autorizada.
A DIGICROM declara a garantia nula, sem efeito, se este equipamento sofrer qualquer dano por
motivo de acidente de qualquer natureza, por produtos químicos ou corrossivos, uso abusivo ou
em desacordo com o manual de instruções, por ter sido ligado em alimentação elétrica imprópria,
sujeita a flutuações excessivas ou ainda, no caso de apresentar sinais de violação dos lacres dos
componentes da placa eletronica ou de conserto por pessoa não autorizada.
A utilização do equipamento de forma não especificada neste manual, poderá prejudicar a
segurança oferecida pelo mesmo.
Os equipamentos são fabricados sob o "SISTEMA DA GARANTIA DA QUALIDADE DIGIMED",
conforme ISO 9001:2000 e são acompanhados com Certificados de Calibração, rastreáveis com
padrões primários certificados pelo Inmetro, o que nos permite dar como garantia, os prazos mencionados.
Nota: O conteúdo informativo deste manual, está sujeito a alterações a qualquer momento sem

prévio aviso.
IMPORTANTE: Esta garantia não abrange eventuais despesas de frete, transporte e embalagem.

Declaração de Conformidade
Certificamos e declaramos sob nossa responsabilidade que o equipamento, escopo deste
certificado, está em conformidade com as características propostas em projeto e aplicação a que
se destina.
Abaixo assinados
Empresa: Digicrom Analítica Ltda.
Endereço: Rua Marianos, 227 - Campo Grande - SP - Brasil
Fone: 55(0xx11) - 5633-2200
2
Fax: 55(0xx11) - 5633-2201
@ engenharia@digimed.ind.br
www.digimed.ind.br

2

S.3 kg 6.7 kg 3 .1 / 0.T) e Turbidez 0.001 5%(fe) Nefelométrico por Reflectância LED de 880nm TRANSMISSOR Saída analógica Saída digital Resistência de linha 4 a 20 mA RS-485 1k TRANSMISSOR ON-OFF/PWM P+I+D 2 contatos NA (1A/250 Vca) 1 saída GERAL Indicação local Grau de proteção Dimensões (LAP) mm Alimentação elétrica Potência consumida Peso do analisador Peso da sonda Display alfanumérico de 2 linhas x 16 carac.001 a 150g/L 0. Especificações ANALISADOR TB-45 Aplicação Faixa de medição.2.001 a 4000 NTU 0. NTU Faixa de S.01 / 0.S.T Seleção de resolução Precisão relativa Princípio Fonte de luz Sólidos em Suspensão Totais (S. IP-67 144 x 144 x 80 (DIN) 90 a 240 Vca (50/60 Hz) 3.5 VA 1.

é construído com grau de proteção IP-67. o Transmissor e o Controlador de fácil operação. o Analisador. em painel ou em tubo de 2". De dimensões reduzidas e de pouco peso. A instalação do gabinete poderá ser feita em superfície plana. liga SAE-323 de menor poder de oxidação.3. Descrição mecânica O equipamento é desenvolvido em gabinete composto de alumínio fundido. A conexão elétrica é feita a uma barra de terminais localizada na parte inferior do gabinete e a passagem dos cabos é feita através de 4 prensa-cabos de 3/8”. tratamento contra corrosão e acabamento em pintura epoxyeletrostática e painéis em plástico de engenharia (ABS). Caixa de conexões elétricas Haste em inox Janela óptica Sistema de limpeza 4 . Estão contidos no mesmo gabinete: O Indicador Local.

pois a medida de turbidez neste aparelho dá-se através da diferença entre a luz incidente e a detectada em um fotodiodo de silício. Assim é possível uma medida eficiente da turbidez do líquido. colocado perpendicularmente à incidência o qual transforma a luz transmitida pela amostra. qualquer conjunto de substâncias que apresente um aspecto visual único. sendo tanto maior quanto maior for a quantidade de sólidos em suspensão. É com relação à essa heterogeneidade que se estabelece o conceito da turbidez. mas uma determinação do efeito da refração da luz através dos sólidos. o qual torna o sistema estudado heterogêneo. é a leitura proporcionada pelo espalhamento e absorção da luz que a atravessa. refratada ou absorvida. Define-se mistura Homogênea ou Monofásica. É este espalhamento que é quantificado nas medidas turbidimétricas. se notarmos num dado líquido uma transparência menor do que a usualmente esperada. A Turbidez não é uma medida dos sólidos suspensos. Desta maneira. são aquelas nas quais se nota a presença de mais de um aspecto visual. Princípios A medida de Turbidez de uma determinada amostra. desta amostra frente a um padrão. enquanto que as segundas denominam-se como Suspensões. Esta passa a ser um parâmetro que descreve esta quantidade de material sólido suspenso no líquido. os quais avaliam o espalhamento da luz Tyndall a 90° da luz incidente na amostra. 5 . a partir da comparação do grau de transparência / turbidez. isto é indício da presença de algum produto sólido em suspensão. devemos atentar para outros dois fenômenos. Ressaltamos que os líquidos turvos são materiais coloidais.4. sendo a intensidade deste feixe de luz comparada à da luz emitida pela fonte (LED). quando a luz incide em um material ela pode ser refletida. em um sinal de tensão proporcional à intensidade deste feixe de luz Tyndall. Os turbidímetros Digimed são do tipo nefelométrico. Sabe-se que. que consiste no espalhamento da luz quando esta atravessa um colóide. apresentando o efeito Tyndall. ou simplesmente nefelômetros. enquanto que a turbidez altera a refração através do fluido de trabalho. Para uma definição mais rigorosa sobre Turbidez é necessário refletir acerca das características das misturas entre substâncias. enquanto que as misturas ditas Heterogêneas ou Polifásicas. cuja turbidez é previamente conhecida utilizando-se para tanto um feixe luminoso. A turbidimetria consiste em avaliar a quantidade de particulado presente numa dada amostra líquida. sendo que a absorção está relacionada à coloração. As primeiras também são conhecidas pelo nome de Soluções. Como a reflexão é um fenômeno inevitável e inerente a qualquer interação óptica.

Referências Bibliográficas Bela G. Howard A. Chemical Instrumentation. Lipták (editor in chief) Analytical Instrumentation. padronizada a partir de Suspensões Padrão de Formazina.Unidade Nefelométrica de turbidez). sendo o mais usual a escala em NTU (Nephelometric Turbidity Unit . podem ser utilizados diversos padrões de comparação. Strobel and William R. Princípios Cubeta Luz Transmitida 90° Fonte de Luz Luz Espalhada a 90° Detector Para quantificar a turbidez. Heineman. tem-se uma escala padrão de comparação entre os diferentes materiais. Assim. 6 .4. de modo a avaliar turbidez com precisão. A Systematic Approach.

Dimensional 144 144 565 90 7 .5.

6. O cabo que alimentará as válvulas de Controle. de fácil acesso. A alimentação elétrica do equipamento deverá ser independente dos demais componentes do sistema. Alarmes. 4-Inspecionar toda a instalação elétrica e seus dispositivos de segurança (disjuntores). 2-Instalar o equipamento conforme instruções de instalação descritas na página 9.Instruções de Instalação da Sonda. página 10. em local estratégico.3 . conforme descrito no item 6. Típico de instalação 1. 6-Proceda a instalação da sonda. Solenóides. Recomenda-se providenciar uma cobertura de proteção. 3-Evitar que o equipamento seja exposto diretamente aos raios solares.Retire o equipamento da embalagem e verifique se não ocorreu algum dano durante o transporte. etc deverá estar conectado diretamente no “quadro de distribuição” e nunca na borneira do equipamento. 5-Verifique o valor da energia elétrica a ser fornecida está dentro das especificações exigidas. isento de vibrações e vapores. pois poderá aumentar a temperatura interna e danificá-lo. Suporte O UX FL 5 00 8 .

45 pode ser instalado em Painel. Instruções de instalação O Equipamento TB . Instalação em superfície plana Instalação em painel Instalação em tubo de 2” 9 . Tubulação de 2" e Superfície Plana. b) Fixação em painel: Utiliza 2 suportes de fixação. acompanha o equipamento: 2 Suportes de fixação. 2 grampos "U" em inox. 4 parafusos inox de ¼" x ½". 4 arruelas lisas de inox de ¼".Para a instalação. servem também para os parafusos de fixação. a) Fixação em tubulação de 2": Utiliza 2 suportes de fixação + 2 grampos "U" com porcas e arruelas. c) Fixação em superfície plana: Utiliza 2 suportes de fixação e os buracos utilizados para os grampos "U". as pontas destes serão apoiados na superfície interna do painel e os 4 parafusos de ¼" x ½" darão o aperto necessário.6. 2 porcas de inox e 2 arruelas lisas de inox de ¼".

matos.Evitar instalar a sonda com a janela óptica voltada diretamente para luz ou superfície altamente refletiva.A sonda deverá estar afastada do fundo do processo no mínimo de 30 cm. Se isto não for possível. desloque levemente a sonda ou ajuste seu alinhamento para minimizar o efeito das bolhas. troncos e contra fluxo turbulento do processo (formação de ondas). .Instalar a sonda com a janela óptica contra o fluxo do processo para minimizar o risco de colisão de fragmentos.6. observando as recomendações abaixo relacionadas: . .Proteger a sonda contra aproximação de grandes objetos tais como galhos cortados. . Típico de Instalação em Leito 10 .Evitar instalar a sonda em lugar onde tenha bolhas de ar. . Instruções de instalação Providenciar um sistema adequado e seguro para a fixação da Sonda de Imersão no processo.

Evite a umidade nos terminais / borneiras. 14 Br. 12 Vd. 4-Verifique se os prensa-cabos do equipamento e sonda estão prendendo firmemente os cabos elétricos. Am. CN1 CN2 12 11 1e2 3 4e5 6e7 8e9 10 e 11 12 a 16 F1 F2 F3 10 9 8 SP2 Na 13 + C Blind. Instalação elétrica 1 . Shield 16 SP1 mA RS-485 - 7 6 5 4 AC 3 2 1 F1 F2 F3 Alimentação elétrica Aterramento Saída de set-point 2 Saída de set-point 1 Saída de 4 a 20 mA Saída RS485 Módulo sensor Fusível geral Fusível do set-point 1 Fusível do set-point 2 11 . Analisador de Turbidez TB-45 CABEÇOTE DE CONEXAO ELÉTRICA DA SONDA DE IMERSAO 2-Remova a tampa frontal do equipamento. 14 - Na Vd. SP1 e Sp2). Se houver folga. 15 + C Incolor Am. passando pelo prensa-cabo de 3/8: 1 2 3 4 5 ANALISADOR DE TURBIDEZ Vd. pois ela diminui a impedância ocasionando erros na medição. 2 3 4 5 SELECIONE FUNÇAO CABO DE INTERLIGAÇAO 1 Laranja Laranja. Não corte ou faça emendas no cabo da sonda e nos cabos de sinal (RS-485. 15 Blind. 4-20mA. Caso for necessário alterar seu comprimento.Instale o cabo da sonda na borneira da caixa de conexões.7. instalando seus terminais nos conectores CN1 e CN2 obedecendo a identificação da Borneira do Equipamento e do Esquema Elétrico. 16 Blind. contacte a Engenharia de Aplicação da Digimed. 3-Passe os fios pelos prensa-cabos. Br. 13 Am. enfaixe o cabo com fita de “alta-fusão” até conseguir um perfeito aperto.

7. Esquema elétrico Obs: DIGIMED PLACA PRINCIPAL Descrição dos conectores Sensor RS485 mA SP1 SP2 13 .

O menu ativo é indicado na forma piscante.0 mg/L <> Pressione a tecla <SELEÇÃO> para alterar o valor. 14 . 2 4) O equipamento armazena todas as configurações em uma memória não volátil (E PROM). Ao chegar no valor desejado pressione a tecla <ENTRA> para sair do modo selecionado. proceda da seguinte maneira: PONTO DE CAL 10. SELECIONE OPCAO Opcao1 / Opcao2 OBS: Neste manual o menu ativo será indicado na cor azul 2) Em caso de erro. serão mantidas as últimas configurações estabelecidas para o trabalho. troca de dados ou para retornar ao menu anterior pressione a tecla <ESCAPE> SELECIONE OPCAO Opcao1 / Opcao2 OPCAO 2 SELECIONADA 3)Em algumas etapas do programa. através dos símbolos “<” (menor) e “>” (maior). Operação do equipamento 1) O software é dotado de menus auto-explicativos de fácil interação com o usuário. Utilize a tecla <SELEÇÃO> para alternar entre as opções do menu e a tecla <ENTRA> para acioná-lo.0 mg/L <> Pressione a tecla <SELEÇÃO> para alternar entre os modos de decremento (<) ou incremento (>) do valor exibido no display e confirme com a tecla <ENTRA> PONTO DE CAL 11. Mesmo sendo desligado. que solicita ajustes de valores.7.

361 NTU 15 .0 TESTE DO DISPLAY »»»»»»»»»»»»»»»» »»»»»»»»»»»»»»»» S1:» S2:» ¹ 0. Operação do equipamento DIGIMED MOD: TB-45 V1.7.

: 1 / 2 / 3 Neste passo você irá definir o valor de cada ponto de calibração. CALIBRACAO Pt.7.: 30MIN <> 16 ./ Ingles/Espanhol CONFIG.Setagem Turbidimetro LEITURA SETAGEM Para senha pressione a sequência de teclas: <SELEÇÃO>. dependendo da quantidade de pontos selecionada. DE FABRICA? SIM / NAO CONFIRMA? SIM / NAO CAL. MEDIDOR? Sim / Nao FAIXA DE LEITURA 0 . DE LEITURA: MANUAL / AUTO PONTOS DE CAL. <ENTRA> e <ESCAPE> DIGITE SENHA ___ IDIOMA: Port.0NTU<> MODO DE LEITURA: CONTINUA / MEDIA Tempo de Leitura 5s <> INTERVALO-LIMP. Operação do equipamento .1000 NTU CAL.1 10.

Finaliza com <ENTRA>. Pressione <SELEÇÃO> e escolha 4mA. DISPLAY? SIM / NAO BARGRAPH? SIM / NÃO MIN. Operação do equipamento .Setagem Configurações do display CONFIG. Em HOLD a saída acessa a trasmissão e aguardao aparelho voltar para a leitura.CONTATOS? SIM / NAO CONFIGURACAO DO CONTATO S1: CONTATO S1: LIGA / DESLIGA SET-POINT S1: 5 NTU <> ACAO: DIRETA / REVERSA HISTERESE: 00.: 0 NTU <> MAX. BUR-OUT STAND-BY: HOLD NOTA: O BURN-OUT possibilita qua a saída de 4 a 20mA vá para o valor programado nesta etapa. 17 . quando o aparelho estiver em STAND-BY.7.00 NTU <> CONFIG.: 5 NTU <> Configurações das saídas de contato CONFIG. 20mA ou HOLD.

BURN-OUT STAND-BY: 4mA Calibração da saída de corrente CALIBRAR mA? SIM / NAO CONFIRMA? SIM / NAO COLOQUE AMPERIM. (100bps) 12 24 48 96 NÚMERO DE BITS: 7 / 8 PARIDADE Par / Impar COMUNICACAO .00 NTU <> CONFIG.<ESC> + AJUSTE: 20 mA <SEL> . / MODBUS VELOC.ID NUMERO: 1 <> .Setagem Configuração da saída de corrente CONFIG. Operação do equipamento . CORRENTE? CONFIGURACAO DA SAIDA: mA SAIDA mA: LIGA / DESLIGA VALOR PARA 4mA: 1.00 NTU <> VALOR PARA 20mA: 10.7. RS485? SIM / NAO PROTOCOLO: PROPR.<ESC> + Configurar saída RS485 CONFIG.20 mA PRONTO? AJUSTE: 4 mA <SEL> . SAIDA 4.

deverá ser utilizado o Padrão Formazina Turbidez. cujas instruções para preparo da Solução de Calibração encontra-se na página 19. para familizrizar-se com as precauções a tomar. procedimentos de emergência e equipamentos de proteção individual .05 NTU deverá ser lido pelo sensor da Sonda e indicado pelo display do equipamento.Calibração NOTA: O Ponto Zero da Sonda de Imersão. Antes de manipular os frascos e recipientes que contém reagentes químicos e soluções padrão. O valor de 0. Não usar este Padrão para valores de 100 NTU. é definido pelo fabricante.EPI a ser utilizado. Operação do equipamento . Este mesmo padrão também poderá ser utilizado para valores entre 100 e 1000 NTU. um fator de correção deverá ser calculado. O Ponto Zero poderá ser verificado com o sensor imerso no Cilindro de Calibração contendo água limpa. os possíveis riscos. O resultado da medida deve ser multiplicado por este fator para correção da curva interna armazenada na memória. Para calibração de 0 a 1000 NTU. deverá ser usado o Padrão de Calibração 800 NTU. Para adptar os valores medidos em campo com os resultados de laboratório. Para a calibração do Sensor da Sonda de Imersão. Para a calibração. leia sempre as Fichas de Informação de Segurança e Produtos Químicos. não sendo necessário a recalibração. 18 . siga as instruções do Menu de Calibrção da página 20.7.

Em um balão volumétrico de 1000 mL.7. 4. OBS. misturar a solução tombando e invertendo várias vezes o frasco.Complete com água (filtrada) até o menisco. 4 .2 .4 .Antes de utilizar. 2. pipete 25 mL da solução Intermediária nº1.12 NTU que podemos consider Zero (Branco). agite até dissolver e complete com água até o menisco. pipete 25 mL da solução intermediária (ítem 2).Solução Intermediária nº 1 . sem provocar bolhas. 3.Coloque os reagentes das ampolas de nº 1 e nº 2.2 .Em um balão volumétrico de 200 mL coloque 100 mL de água (filtrada) 2.Complete com água até a marca.Validade 1 ano.Em um balão volumétrico de 200 mL. 2. sem provocar bolhas. 5 .3 . Solução Padrão 1 .Utilize somente após 48 horas.: Esta água (o Branco) será utilizada para diluir os padrões.Solução de Calibração de 10 NTU 5.Validade de 10 dias.1 .Calibração INSTRUÇÕES PARA PREPARAR A SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO 1. Padrão Zero Para se obter uma água com turbidez próximo de zero. o que teoricamente obteremos uma água de 0.2 µm. 3 . 4. pipete 100 mL da solução de 100 NTU (ítem 4).3 . Operação do equipamento . Filtrada (0. 5.4 .Após o uso.6 .Misturar a solução. utilizar uma água deionizada de boa qualidade e filtrar por duas vezes consecutivas com papel filtro de 0.Envolva o balão com papel alumínio e armazene em local fresco (20°C) e escuro. 2.Solução de Calibração de 100 NTU 4.1 .2 . 4.1 .5 .Agite por 5 minutos.3 . 5. 4.3 .Material necessário: 1 Balão Volumétrico 200 mL (Aferido) 1 Balão Volumétrico 1000 mL (Aferido) 1 Pipeta Volumétrica 25 mL (Aferido) 1 Pipeta Volumétrica 100 mL (Aferido) 2 L Água Destilada ou Deionizada.5 . 2.Em um balão volumétrico de 1000 mL. 5.4 .2 µm) 2 . tombando e invertendo várias vezes a cubeta.Solução de Calibração de 500 NTU 3. 3. descartar a solução.Agite manualmente antes de utilizar. 19 .Complete com água até a marca.1 . 2.Agite por 5 minutos 3.Validade por 15 dias.4000 NTU 2.2 .4 .

.. Turbidimetro LEITURA/SETAGEM Turbidimetro LEITURA/CALIBRAR Ponto de calibração definido na setagem CAL. Operação do equipamento ...... Instale o sensor no Cilindro....... tomando o cuidado para não arranhar sua janela óptica... COLOQUE SENSOR EM 800 NTU PRONTO ? ......7....Calibração Para realizar a calibração do Sensor da Sonda de Imersão deverá ser preparado os Padrões de Formazina e água deionizada.. Enxágue com água deionizada e coloque o Padrão de 800 NTU. sem formar bolhas.. Não esquecendo de limpar o Cilindro de Calibração com água deionizada a cada troca de padrão.439 NTU 20 .... AGUARDE PADRÃO NÃO CONFORME <ENTRA> CONFIRMA PADRAO? SIM / NAO CONFIRMA PADRAO? SIM / NAO .. 800 NTU ? SIM / NAO CONFIRMA ? SIM / NAO Limpe o Cilindro de Calibração com detergente neutro.. AGUARDE VAMOS A AMOSTRA PRONTO ? ¹ 10.

43 NTU CALIBRAR LEITURA 0.439 NTU S1:» S2:» ¹ 4.416 NTU <> 21 . Operação do equipamento . conforme as instruções de instalação descritas na página 10.7.Leitura A seguir são fornecidas as instruções para realizar a leitura de Turbidez. Turbidimetro LEITURA/SETAGEM Turbidimetro LEITURA/CALIBRAR VAMOS A AMOSTRA PRONTO? ¹ 10. Antes de iniciar a leitura. verifique se a Sonda de Imersão está adequadamente instalada.

sua substituição deve ocorrer entre 8 a 10 semanas. d) Recoloque-a no braço do limpador e parafuse-o no eixo do motor. Para verificar as condições de funcionamento do limpador das janelas. Nunca usar a sonda em um processo ou amostra inerte. Removendo a Sonda do processo Quando for verificado valores instáveis da leitura. um intervalo entre limpezas de 4 horas para a remoção das impurezas impregnadas nas janelas ópticas. pode-se programar. removendo em seguida o limpador de janelas.Acesse o sub-menu de Limpeza. Inspecionar se o limpador de janelas realizou sua tarefa de remoção da sujeira ou será necessário a sua substituição. executar os procedimentos abaixo: a) Usar uma chave allem de 1/16” para desaparafusar o parafuso de fixação.Selecione o Menu de Setagem e confirme com a tecla Entra 2 . tomando o cuidado para não riscá-las. pois o desenvolvimento de colônias biológicas ou outros tipos de materiais depositados nas janelas ópticas ou no limpador de janelas poderá ser de difícil remoção.Selecione TESTE e confirme com a tecla Entra. danificando a sonda. c) Limpe a borracha com sabão neutro. O limpador de janelas irá completar um ciclo de limpeza. 22 . Para a substituição. Limpeza das Janelas Ópticas Limpar as Janelas Ópticas com detergente neutro e pano macio. pelo Menu de Setagem. Usando a Sonda em condições normais. Manutenção da sonda Para se obter resultados confiáveis de leitura. para garantir a proteção do invólucro da Sonda. ambas as janelas ópticas dever sem limpas. remover a sonda do processo para verificar se a borracha de limpeza está suja ou gasta e se as janelas ópticas estão sujas.7. Quando o limpador está programado no modo automático. Não utilizar produtos de limpeza abrasivos Como trocar o limpador de janelas É recomendado fazer mensalmente uma verificação do sensor da sonda para limpeza das janelas ópticas e se o limpador das janelas está funcionando corretamente. Substituição dos Anéis de Vedação (o´rings) Substitua os anéis de vedação a cada ano. 3 . usar solução de HCL a 10% para limpeza. Para sujeiras mais aderentes. siga as instruções abaixo: 1 . substitua-a. Caso necessário. Limpe o limpador ou substitua se necessário. b) Puxe a borracha de limpeza do braço do limpador das janelas.

como indica a imagem ( aproximadamente 25 mm a partir da borda do Pote).Pote de Calibração . Procedimentos para calibração DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA CALIBRAÇÃO DE TURBIDÍMETRO ON-LINE Modelo : TB-45 1.Não desconecte a sonda do equipamento.Retire a sonda do processo.0.Secar a sonda com papel de boa qualidade e que não solte fiapos . INÍCIO DA CALIBRAÇÃO: 3. 2.Preparar a Solução Padrão de 20 NTU +/.1 NTU. 2. Tampa-guia 23 .1 . PROCEDIMENTOS: 2.Lave o corpo da sonda com esponja e sabão neutro.Tire a Tampa–guia do Corpo do Pote de Calibração e preencha com Solução Padrão até o nível. para não perder o aquecimento do conjunto.3 . 3.1 . 3.4 .2 .Esponja Macia 2.2 .7.Formazina de 20 NTU ( 1000 mL ) . NOTA: Tome o cuidado de não riscar as janelas de leituras Janelas ópticas 2.Sabão Neutro . MATERIAL NECESSÁRIO: .

4 . Aguardar em torno de 2 minutos para iniciar a calibração. 24 . Corpo da Sonda inserida no Pote de Calibração 3.Após a calibração.3 . Procedimentos para calibração 3.Instalar no Corpo do Pote a Tampa. recolocar a sonda no processo.guia e em seguida insira o Corpo – sensor no Pote de Calibração.7.

ind.br Análises Ambientais +55(11)5633-2204 +55(11)5633-2205 digilab@digimed.br Rio de Janeiro Rua Miguel Ângelo.com . 661 Cachambi. 2 14B 28036 +34(34)912290496 digimed@globaltac.DIGIMED – BRASIL São Paulo Analítica e Balanças Rua marianos. 46 – 08820 El Prat de Llobregat +34(93)478-7161 +34(93)478-7984 Madrid Calle Pastora Imperio.ind.ind.ind.br DIGIMED – ESTADOS UNIDOS 6861 SW 196th Avenue Suíte #116 – Pembroke Pines FL 33332-1629 +001 954-689-0939 +001 954-689-4928 Sales@digimed. 227 – Campo Grande Santo Amaro – 04691-110 São Paulo – SP – Brasil +55(11)5633-2200 +55(11)5633-2201 engenharia@digimed. 200785-21 Rio de Janeiro – RJ +55(21)2241-0792 vendas@digimed.br Gases +55(11)5633-2206 +55(11)5633-2207 digigases@digimed.ind.br DIGIMED – EUROPA Barcelona Penedés.