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Prof Maiquel Santos

Legislação de
Segurança

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Evolução do Prevencionismo
O início da Revolução Industrial em 1780, a invenção da
máquina a vapor por James Watts em 1776, marcaram
profundas alterações tecnológicas em todo o mundo.

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Evolução do Prevencionismo
 Mudanças nas relações de trabalho;
 Fim da escravidão;
 Surgimento das Fábricas;
 Crescimento do número de acidentes;
 Revolução Cultural e Moral

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Evolução do Prevencionismo

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Prof Maiquel Santos Evolução do Prevencionismo  O ano de 1934.  Os países em desenvolvimento lutam para implantá-lo. em 1941 é fundada a ABPA (Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes). 3 . numa função importante nos processos produtivos.  No setor privado. pois surge a nossa lei trabalhista. constitui-se num marco em nossa história.  A capacidade industrial dos países em luta seria o ponto crucial para determinar o vencedor.Prof Maiquel Santos Evolução do Prevencionismo  Criação da Organização Internacional do Trabalho – a OIT.  A Higiene e Segurança do Trabalho transformou-se. definitivamente.  O movimento tomou forma.

Prof Maiquel Santos Evolução do Prevencionismo  Em 1972. o governo federal baixou a portaria nº 3237. deve preocupar-se com a preservação da integridade física do trabalhador e também precisa ser considerada como fator de produção.  Ainda nos anos 70. para ser entendida como prevenção de acidentes na indústria. 4 . surge a figura do Engenheiro de Segurança do Trabalho Prof Maiquel Santos Ponto Importante A Segurança do Trabalho. os serviços de higiene e segurança em todas as empresas onde trabalham 100 ou mais pessoas. HEMÉRITAS (1981). que torna obrigatória além dos serviços médicos.

Art. 67 • Deixar de conceder ao empregado um descanso semanal de 24 h consecutivas. Art.Prof Maiquel Santos CLT  NR Art. 1 hora e no máximo 2 horas. • Manter o trabalhador trabalhando durante o período destinado ao repouso ou alimentação. cuja a duração exceda 6 horas. além do limite legal de 2 horas diárias. em qualquer trabalho contínuo. 444 • Manter empegado trabalhando sob condições contrárias às Convenções e/ou Acordos Coletivos de Trabalho (CCT/ACT). 71 • Deixar de conceder intervalo para repouso ou alimentação de no mínimo. sem qualquer justificativa legal. Art. 129 • Deixar de conceder ao empregado férias anuais. 59 Prorrogar jornada de trabalho. 5 . 66 • Deixar de conceder período mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre duas jornadas de trabalho. Art. Prof Maiquel Santos CLT  NR Art.

Livro de registro de empregado. etc Prof Maiquel Santos • Possuem força de lei. o pagamento integral do salário mensal. 630 • Dificultar o livre acesso ao AFT a todas as dependências dos estabelecimentos sujeitos ao regime da legislação trabalhista. ata da CIPA. 462 • Limitar por qualquer forma a liberdade do empregado de dispor de salário. 6 . ASO. • De caráter “fiscalizatório”: Utilizadas pelos fiscais do trabalho para autuar empresas. até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencimento. • Manter documentos sujeitos à inspeção do trabalho fora dos locais de trabalho – EX.Prof Maiquel Santos CLT  NR Art. 459 • Deixar de efetuar. • Abrangentes. Art. Art.

4.DISPOSIÇÕES GERAIS .DISPOSIÇÕES GERAIS 1.Superintendência DRT Regional do Trabalhado . c.1 Compete à SRTE (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego): b. interditar estabelecimento. máquinas e equipamentos. Impor penalidades: Auto de Infração – auditores fiscais. etc. d. Embargar obra.Observância obrigatória das normas Sobre medicina e segurança do trabalho .Competência da SRT .Obrigações do empregador . Notificar as empresas: Dá prazo para que as empresas corrijam as irregularidades.Obrigações do Empregador empregado Empregado Prof Maiquel Santos NR 1 .Prof Maiquel Santos NR 1 . 1.6 d) Estabelecimento = Cada uma das unidades da empresa 7 .

b. dando ciência aos empregados por comunicados. 1. Cabe ao empregado: a) Cumprir as disposições legais sobre SST. d)colaborar com a empresa na área da SST 8 . c) submeter-se aos exames médicos. h da CLT). Prof Maiquel Santos NR 1 . IV.Prof Maiquel Santos NR 1 . b)usar o EPI fornecido pelo empregador (Ver.DISPOSIÇÕES GERAIS 1. e. cartazes ou meios eletrônicos.7. III. Cabe ao empregador: a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais SST (Segurança e Saúde do Trabalho).8. Art. 482. os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa. b) elaborar ordens de serviço sobre SST. c) informar aos trabalhadores: I. II. os resultados dos exames médicos e de exames complementares.DISPOSIÇÕES GERAIS d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. os resultados das avaliações ambientais. os riscos profissionais. e) determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho.

adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador. 2. quando não for possível realizar a inspeção prévia antes de o estabelecimento iniciar suas atividades.Embargo ou Interdição 3. deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTE.4 A empresa deverá comunicar e solicitar a aprovação do órgão regional do MTE.Inspeção Prévia 2.1 Embargo e interdição são medidas de urgência.1 Todo estabelecimento novo. antes de iniciar suas atividades. 9 . Prof Maiquel Santos NR 3 .Prof Maiquel Santos NR 2 . quando ocorrer modificações substanciais nas instalações e/ou nos equipamentos de seu(s) estabelecimento(s). 2.3 A empresa poderá encaminhar ao órgão regional do MTE uma declaração das instalações do estabelecimento.

Embargo ou Interdição Prof Maiquel Santos 3.Prof Maiquel Santos NR 3 .3 O embargo implica a paralisação total ou parcial da obra EMBARGO => OBRA!!! INTERDIÇÃO =>Máquina. •Art. adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador. Expor a vida ou saúde do trabalhador. 132. •Art. etc . 330 – Desobedecer à ordem legal de funcionário público 10 . ou interdição são medidas 3. máquina ou equipamento.2 A interdição implica a paralisação total ou parcial do estabelecimento.Quando a entidade não respeita o embargo contraria o Código Penal Brasileiro – Polícia Federal •Art.1 Embargo e interdição são medidas de urgência. MEDIDAS PUNITIVAS => AUTOS DE INFRAÇÃO => não cumpriu a lei Uma embargo cautelares. Impedir decisão administrativa.Embargo ou Interdição 3. Setor. 205. NR 3 . setor de serviço.

1 Objetivo: D e f i n i ç ã o d e p r o f i s s i o n a i s e o u t r a s p r o v i d ê n c i a s promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. e em Med. do Trabalho Prof Maiquel Santos Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) correspondente ao Grau de Risco .Serviço Especializado em Eng. do Trabalho Prof Maiquel Santos D e t e r m i n a o b r i g a t o r i e d a d e d e S E S M T F o r m a ç ã o d o s S e r v i ç o s G r a d a ç ã o d e r i s c o s A t i v i d a d e s d o S E S M T NR – 4 tem 29 páginas: 6 “NR” e 23 de Anexos!!! 4. 4. Seg. e em Med.GR D e t e r m i n a o b r i g a t o r i e d a d e d e S E S M T F o r m a ç ã o d o s S e r v i ç o s G r a d a ç ã o d e r i s c o s A t i v i d a d e s d o S E S M T D e f i n i ç ã o d e p r o f i s s i o n a i s e o u t r a s p r o v i d ê n c i a s O CNAE é encontrado no CNPJ 11 . Seg.Serviço Especializado em Eng.2 O dimensionamento dos SESMT é dado pelo Grau de Risco da atividade principal (Quadro I) e pelo número total de empregados do estabelecimento (Quadro II). NR 4 .NR 4 .

DIMENSIONAMENTO DOS SESMT D e t e r m i n a o b r i g a t o r i e d a d e d e S E S M T F o r m a ç ã o d o s S e r v i ç o s G r a d a ç ã o d e r i s c o s A t i v i d a d e s d o S E S M T D e f i n i ç ã o d e p r o f i s s i o n a i s e o u t r a s p r o v i d ê n c i a s Prof Maiquel Santos NR 4 .5. 12 .Serviço Especializado em Eng. F o r m a ç ã o d o s S e r v i ç o s G r a d a ç ã o d e r i s c o s mas que pelo número total de empregados de A t i v i d a d e s d o S E S M T D e f i n i ç ã o d e p r o f i s s i o n a i s e o u t r a s p r o v i d ê n c i a s ambos.1 Quando a empresa contratante e as outras por D e t e r m i n a o b r i g a t o r i e d a d e d e S E S M T ela contratadas não se enquadrarem no Quadro II. no estabelecimento.Prof Maiquel Santos NR 4 . Seg. Seg.Serviço Especializado em Eng. do Trabalho QUADRO II . deverá ser constituído um serviço especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho comum. e em Med. e em Med. do Trabalho 4. atingirem os limites dispostos no referido quadro.

17 Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) deverão ser registrados no órgão regional do MTE.Prof Maiquel Santos NR 4 .tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA . 13 . 5.CIPA Prof Maiquel Santos 5. do Trabalho 4. e em Med.14.4. 4.2 Devem constituir CIPA.14. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Seg. durante o horário de sua atuação SESMT. NR 5 .1 O dimensionamento do SESMT comum organizado na forma do subitem 4.4 deve considerar o somatório dos trabalhadores assistidos e a atividade econômica que empregue o maior número entre os trabalhadores assistidos. 4.Serviço Especializado em Eng.10 Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outras atividades na empresa. por estabelecimento.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .

para dimensionamento da CIPA 14 .Prof Maiquel Santos NR 5 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados.CIPA 5. Prof Maiquel Santos NR 5 .CIPA Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.

as situações de risco.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I.Elaborar mapa de riscos.Divulgar assuntos do interesse da segurança e saúde ocupacional . através de negociação coletiva.Prof Maiquel Santos NR 5 . a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR.8 É vedada a dispensa sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da CIPA.16 A CIPA terá por atribuição: .Discutir.CIPA 5. 165 da CLT.CIPA 5. E o Suplente? . desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. . .Requerer paralização de máquinas e atividades em casos de risco iminente à saúde e integridade física dos trabalhadores. 5. . Prof Maiquel Santos NR 5 . 15 .Discutir com o SESMT ( assuntos de interesse dos empregados).Elaborar plano de trabalho que possibilite a “ação preventiva” para a “solução de problemas” segurança/saúde. nas reuniões da CIPA. .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados.6. .É comentado no art.

e.PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) .Divulgar e promover cumprimento das normas regulamentadoras e similares.CIPA .R . Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho . Prof Maiquel Santos -O b rig a to rie d a d ed ofo rn e c im e n tod o -E s p e c ific a ç ã od ec a d atip od eE P I NR 6 .-C e rtific a d od eR e g is trod oF a -C .SESMT.Colaborar no desenvolvimento e implementação .R .4.3. 6. ou a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . A empresa é obrigada a fornecer aos empregados. 6. -Promover anualmente em conjunto com o SESMT semana interna de prevenção de acidentes do trabalho ( SIPAT ).I.A .CIPA. b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas.-C e rtific a d od eR e g is trod eIm 6. gratuitamente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes . o empregador deve fornecer os EPI de acordo com o ANEXO I. .-C e rtific a d od eA p -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o r -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o -C . em perfeito estado de conservação sempre que: -Im p o rtâ n c iad oC o n tro led eF o rn e c im a) as medidas de ordem geral não ofereçam segurança.F . c) para atender a situações de emergência.Equipamento de Proteção Individual EPI -E x p e d iç ã od oC .PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional) .Prof Maiquel Santos NR 5 .Outros programas de segurança / saúde . nas empresas desobrigadas de manter o SESMT.Requisitar à empresa cópias das comunicações de acidente do trabalho (CAT) emitidas.5. recomendar ao empregador o EPI adequado 16 .

-C e rtific a d od eR e g is trod oF a b ric a n -C .R .6.A . -C .Equipamento de Proteção Individual EPI -O b rig a to rie d a d ed ofo rn e c im e n tod oE P I -E s p e c ific a ç ã od ec a d atip od eE P I -E x p e d iç ã od oC .-C e rtific a d od eA p ro v a ç ã o -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o r 6.Prof Maiquel Santos NR 6 .). e) substituir imediatamente.A . d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso.R .A. -Im p o rtâ n c iad oC o n tro led eF o rn e c im e n tod eE c) fornecer EPI com certificado de aprovação (C. e. c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso. Cabe ao empregador: -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o a) adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade. f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. -C . podendo ser adotados livros.R . fichas ou sistema eletrônico (controle).R . Prof Maiquel Santos NR 6 .I.F .1.7 Cabe ao empregado: a) usar.I.F .-C e rtific a d od eR e g is trod eIm p o rta d o r b) exigir seu uso.-C e rtific a d od eR e g is trod eIm p o rta d -Im p o rtâ n c iad oC o n tro led eF o rn e c im e n tod b) responsabilizar-se pela guarda e conservação. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador. utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina. g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade. quando danificado ou extraviado. 17 .-C e rtific a d od eA p ro v a ç -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o r -O b rig a ç õ e sd oE m p re g a d o 6.-C e rtific a d od eR e g is trod oF a b ric a n te -C . guarda e conservação.Equipamento de Proteção Individual EPI -O b rig a to rie d a d ed ofo rn e c im e n tod oE P I -E s p e c ific a ç ã od ec a d atip od eE P I -E x p e d iç ã od oC . d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

Cabe ao órgão regional do MTE: a) fiscalizar e orientar quanto ao uso adequado e a qualidade do EPI.Adm issional .Equipamento de Proteção Individual EPI 6.2.2 Esta NR estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PCMSO. por parte de todos os empregadores e -(D AgentesQ uím icoseFísicos) instituições que admitam trabalhadores como empregados. do Programa de -Elaboraçãododocumento PCMSO Controle Médico de Saúde Ocupacional . com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. e.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional -O bjetivodoProgram a -R esponsabilidadedoEm pregador -C om petênciadoM édicoC oordenador .PCMSO.1.1 Esta Norma Regulamentadora . podendo os mesmos ser ampliados mediante negociação coletiva de trabalho. 7.Exam esm édicos: . c) aplicar as penalidades cabíveis pelo descumprimento desta NR.Prof Maiquel Santos NR 6 .2. Prof Maiquel Santos NR 7 . 18 . b) recolher amostras de EPI.NR estabelece a obrigatoriedade de -EmissãodoASO-AtestadodeSaúdeOcu efiniçãodeExam esatravésdosQ uadroI elaboração e implementação. rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho.3 O PCMSO deverá ter caráter de prevenção.Periódico -R etornoaotrabalho(após30dias) -M udançadeFunção -D em issional 7.1.11. 7.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional 7.Ad custear m issional sem ônus para o empregado todos os procedimentos. entre outros. Prof Maiquel Santos NR 7 . a realização obrigatória dos -E xam e sm édicos: -A dm issiona l exames médicos: -P eriódico a) -R eto rnoadmissional. -P eriódico c). -D efiniçãodeE xam esatravésdosQ uadroI eII demissional. -D em issional c) de retorno ao trabalho.”principalmente a NR 9 – PPRA” -O bjetivodoP rogram a 7. -O bjetb) ivod oP rogram aque Garantir exames complementares sejam realizados por profissionais e/ou entidades devidamente capacitados. de acordo -D efiniçãodeE xam esatravésdosQ adroI eII (A gentesQ uím icoseFísicos) com a NR 4.A testadodeS aúdeO cupacional d) no caso de a empresa u estar desobrigada de manter médico do trabalho. empregado ou não da -E laboraçãododocum ento PC M S O empresa. equipados e qualificados.2 Compete ao médico coordenador: a) realizar os exames médicos previstos ou encarregá-los para o profissional médico familiarizado com os princípios da patologia ocupacional e suas causas.Prof Maiquel Santos NR 7 .1 Compete ao empregador: -R espon sabilidadedoE m pre gador m petênciad édicoC oordena r a). (A gene) tesQ uím icoseFísicos) -E laboraçãododocum ento PC M S O 19 . .. um coordenador tornoaotra balho(após 30dia s) -M udançadeFunção -D em issional pela execução do PCMSO. -E m issãodoA S O.4.2. -E xam esm édicos: b).4 O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base nos riscos à saúde dos trabalhadores.3. aotrabalho(após30dias) -M uda nça deFunção b) periódico. dentre os médicos dos SESMT da empresa (NR 4). especialmente os identificados nas avaliações previstas nas demais NR. responsável -E m issãodoA S O.Re indicar.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional 7. -R esponsabilidadedoE m pregador -C om petênciadoM édicoC oordenador 7.Co garantir aoM elaboração edoefetiva implementação do PCMSO. para coordenar o PCMSO.1 O PCMSO deve incluir.3. deverá o empregador indicar médico do trabalho.A testadodeS aúdeO cupacional d) de mudança de função.

Raio x. o último periódico foi realizado a 135 dias ou menos para empresas de GR1 ou 2.4. a realização obrigatória dos exames médicos: Exames médicos: -O bjetivodoP rogram a Avaliação Clínica: anaminese + físico + mental -R esponsabilid adedoE m pre gador Exames complementares: audiometria.A testadodeS aúdeO cupacional  Até a data da homologação.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Retorno ao trabalho: Obrigatório no 1º dia da volta ao trabalho. et -C om petênciadoM édicoC oordenador Admissional: -E xam esm édicos: -A dm issionaRealizar l ANTES do trabalhador assumir suas atividades -P eriódico -R etornoaotrabalho(após30dias) M udançadeFunção Periódico: -D em issional Realizar anualmente ou a intervalos menores de acordo com os riscos. ou parto -O bjetivodoP rogra m a Mudança de função: -R esponsabilidadedoE m pregador -C om petênciad oM édicoC rdenador Toda eoo qualquer alteração de atividade. e 90 dias ou menos para empresas de -E laboraçãod odocum en to PC M S O GR 3 ou 4 -D efiniçãodeE xam esatravésdosQ uadroI eII Não ser feito se (A gentesQ uím icoseFprecisa ísicos) 20 . Anualmente para menores de 18 ou maiores que 45 anos. espirometria. entre outros.1 O PCMSO deve incluir.Prof Maiquel Santos NR 7 . posto de trabalho ou setor que a risco diferente daquele a que estava a exposição do trabalhador -E xam esm édicimplique os: -A dm issional exposto antes da mudança -P eriódico -R etornoaotrabalho(após30dias) -M udançadeFunção Demissional.A testadodeS aúdeO cupacional -E laboraçãododocum ento PC M S O Prof Maiquel Santos NR 7 . -D em issional -E m issãodoA S O. ausente superior ou igual a 30 dias por doença ou acidente. -D efiniçãodeE xam esatravésdosQ uadroI eII (A gentesQ uíOu m icosecada Físicos2 ) anos para os demais. de natureza ocupacional ou não. -E m issãodoA S O.Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional 7.