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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Curso Básico de Aromaterapia Novembro/2015
Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Curso Básico de Aromaterapia Novembro/2015
Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Curso Básico de Aromaterapia Novembro/2015

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Curso Básico de Aromaterapia Novembro/2015 Organização
Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Curso Básico de Aromaterapia Novembro/2015 Organização

Curso Básico de Aromaterapia

Novembro/2015

Organização e textos:

Vishwa (Luciane Schoppan)

www.terra-flor.com

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Bem vindos ao instigante universo

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Bem vindos ao instigante universo dos Aromas! Nesta apostila você encontrará o conhecimento necessário para o uso doméstico e profissional da Aromaterapia. Este material foi elaborado por quem pesquisa apaixonadamente os aromas da Natureza. Eu gostaria de expressar meu profundo agradecimento a todas as professoras Terra Flor que contribuíram de forma inestimável na correção e formulação da apostila que você tem em mãos. Tenho também imensa gratidão por todas as pessoas que nos acompanharam durante esses anos dando suporte e alegria para a Terra Flor. Agradeço a todos pela dedicação e empenho para que você receba sempre o melhor que nos é possível oferecer.

Vishwa

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Advertência: Todo material didático Terra

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Advertência:

Todo material didático Terra Flor foi criado para ajudá-lo a fazer uso doméstico e terapêutico profissional dos principais óleos essenciais (OE) usados na Aromaterapia. A utilização dos OE não deve ser considerada um substi- tuto de assistência profissional especializada em caso de doen- ças. No caso de sintomas clínicos graves, deve-se sempre procu- rar ajuda médica ou de um profissional qualificado. Entretanto, sempre que usado de forma correta, os óleos essenciais podem ser aplicados com segurança à família, ami- gos, em casa e no trabalho. Os aromas são um auxílio valioso para o relaxamento, o alívio do stress, coadjuvantes no trata- mentos de beleza e no melhoramento da saúde e bem estar.

Índice Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor 5 O que é

Índice

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

5

O que é Aromaterapia

6

Tipos de Aromaterapia

6

O que são Óleos Essenciais

7

Parceria Evolutiva Molecular

8

Tríade Aromática

9

Aplicação Terapêutica dos Óleos Essenciais

9

Atividade Energética das Moléculas Aromáticas

10

Gráfico da Atividade Energética das Moléculas Aromáticas

11

Métodos de Extração dos Óleos Essenciais

14

Como Atua a Aromaterapia

19

Propriedades dos principais Óleos Essenciais

19

Alecrim

23

Anis Estrelado

24

Cedro Atlas

26

Cipreste

28

Citronela

29

Copaíba bálsamo e destilada

30

Cravo

31

Cravo botão e folha

33

Eucalipto globulus

34

Gengibre

35

Gerânio

37

Hortelã Pimenta

38

Laranja doce

39

Lavanda francesa

41

Limão siciliano

43

May chang

44

Patchouli

45

Petitgrain

46

Sálvia sclarea

48

Tea tree

49

Ylang-ylang

51

Padrão terapêutico de qualidade dos Óleos Essenciais

53

A importância da qualidade dos Óleos Vegetais

53

Formas de utilização dos Óleos Essenciais

53

Banho

55

Fricção

57

Difusão

58

Lenço

58

Compressa

58

Inalação

58

Massagem

59

Como preparar um Óleo Aromático para Massagens com OE

60

Projeto Professores Terra Flor

61

Obras Consultadas

O que é Aromaterapia Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Aromaterapia

O que é Aromaterapia

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Aromaterapia é a ciência que estuda as propriedades medicinais das plantas aromáticas. Através dessas plantas, a mãe natureza nos encanta e enternece. Os aromas naturais das plantas são chamados de Óleos Essenciais (OE).

Na prática, a Aromaterapia é a arte e a ciência de utilização dos OE, é um sistema terapêu- tico natural que utiliza os OE para equilibrar o corpo e a mente no dia a dia.

Pode ser utilizada sozinha, em conjunto com métodos terapêuticos tradicionais ou em tera- pias complementares, para auxiliar o tratamento de problemas cotidianos individuais e da família, tais como: indigestão, gripes, alergias, sinusite, dermatites, dor de cabeça, dor muscular e articular, dor de dente, inflamações, micoses, cicatrização de ferimentos, insônia, exaustão nervosa, falta de concentração e memória, desânimo entre tantos outros.

Também é usada como coadjuvante em tratamentos cosméticos, de redução de celulite e edemas, peso, queda de cabelos, só para citar alguns exemplos.

Pode ainda ser utilizada para trazer alívio dos sintomas da menopausa, diminuir a ansiedade, estimular a libido e aumentar a autoestima ou ainda para promover relaxamento e bem estar em ambientes.

Os OE são usados em colares aromáticos individuais, bochechos, gargarejos, fricções corporais, máscaras de argila, shampoos, cremes nutritivos e hidratantes, em sinergias com óleos vegetais para hidratação e massagens, vaporizações, inalações, compressas, escalda pés, banhos de imersão, perfumes, aromatização ambiental, etc.

Na Europa, a Aromaterapia é usada há mais de 60 anos. É praticada por médicos, enfermeiros e outros profissionais da área da saúde e bem estar, como também por leigos, através de métodos simples e eficazes no tratamento de pequenas desordens orgânicas.

A Aromaterapia pode acompanhar o seu dia a dia, ajudando-o a vencer todas as tarefas com ânimo e alegria.

ajudando-o a vencer todas as tarefas com ânimo e alegria. www.terra-flor.com - atendimento@terra-flor.com - (62)
Tipos de Aromaterapia Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Abordagem Clínica

Tipos de Aromaterapia

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Abordagem Clínica (Aromatologia): baseia-se na pesquisa das características fisico- químicas dos OE, para fortalecer o sistema imunológico, estimulando as defesas naturais internas do organismo. Surgiu na França, representada pelo trabalho do bioquímico Renné Gatefossé e dos médicos Dr.Valnet, Dr. Pénoël e Dr. Francômme. A escola francesa indica o uso oral dos OE sob formas galênicas em cápsulas e supositórios, sendo a França o único país que possui uma legisla- ção de saúde que permite o uso oral dos OE. Abordagem Holística (Aromacologia): esta é a forma de uso da aromaterapia mais in- tuitiva. A pesquisa desta escola visa proporcionar o bem estar físico, mental e emocional, restau- rando o equilíbrio entre corpo, mente e espírito com auxílio da vibração olfatória dos OE. Foi desenvolvida na Inglaterra. É representada pelo trabalho de Marguerite Maury, Robert Tisserand, Patrícia Davis e Shirley Price. Foca no uso externo dos OE em massagens, aromatização ambiental e outras terapias holísticas. No entanto, a aromaterapia científica e a aromaterapia psicológica complementam-se e são na realidade indissociáveis.

O que são Óleos Essenciais (OE)

Os OE são substâncias orgânicas, lipofílicas 1 , voláteis, concentradas, constituídas por moléculas químicas complexas formadas por átomos de C, H, O, N e S. Os OE’s correspondem de 1% a 3% da massa total de um vegetal. Devido a esta baixa con- centração, grandes volumes de vegetal são necessários para a obtenção de uma pequena fração de OE.

São formados através do processo de fotossíntese, onde a planta capta água pelas raíz- es, CO2 pelas folhas e com a energia solar catalisada pela clorofila, produz diversas moléculas orgânicas liberando oxigênio para a atmosfera. Na fotossíntese, o vegetal, através do metabo- lismo primário, sintetiza moléculas orgânicas tais como: lipídios, proteínas, carboidratos e ácidos nucléicos e por um processo metabólico secundário, sintetiza compostos químicos como fenóis, terpenóides, fenilpropanos. Os subprodutos do metabolismo primário são essenciais para a manutenção da vida e re- produção das células vegetais. Os subprodutos do metabolismo secundário formarão compostos necessários para a sobre- vivência do vegetal. Entre eles estão os OE produzidos nas células vegetais secretoras e armazena- dos na forma de pequenas gotas nas glândulas vegetais epidérmicas. Porque as plantas produzem OE? Como as plantas não se movimentam, não podem cor- rer, nem se esconder, os organismos vegetais criaram estratégias de sobrevivência e otimização de reprodução, com a produção dos OE. Estes servem para diversas finalidades tais como: proteção de herbívoros, atração de insetos para polinização e reprodução, desempenham funções de reserva energética em momentos de adversidades climáticas, como longos períodos de chuva sem a pre- sença do sol, podendo igualmente proteger a planta de uma insolação, durante longos períodos de secas.

Os OE condensam as forças vitais das plantas na forma material. Agem biologicamente fortalecendo as defesas naturais do corpo e o equilíbrio do sistema endócrino via bulbo olfatório e sistema límbico-hipotalâmico. No nível psíquico trazem o potencial de desencadear uma profunda conexão com o interior do indivíduo, muitas vezes permitindo com isso um relaxamento intenso, desencadeando o processo de auto-regulação. Também apresentam propriedades terapêuticas anti- sséptica, antimicrobiana, relaxante e estimulante, hormon-like, entre outras.

1. Lipofílicas: substâncias que possuem afinidade com as gorduras.

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6

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Como são formados os Óleos

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Como são formados os Óleos Essenciais

OE são produzidos por células especializadas dentro do tecido da planta durante o processo metabólico vegetal. As plantas aromáticas possuem três categorias de aparelhos secretores: pêlos glandulares epidérmicos, bolsas glandulares e canais glandulares. As glândulas secretoras são formadas em geral por 8 células, agrupadas para formar uma cabeça pluricelular, que tem como suporte um grande pé unicelular, que a fixa na epiderme do cálice, do pêlo glandular ou dos pêlos da folha. A cabeça da glândula secretora é recoberta por uma pele chamada de cutícula. A medida que as células secretoras vão produzindo o OE, este vai sendo acumulado sob a cutícula. Em seguida este óleo é armazenado em minúsculas gotas entre as células, em certas partes da planta, tais como: flores (lavanda, ylang-ylang, néroli, rosas), frutos (anis verde, funcho, may chang), fol- has (manjericão, patchouli, cravo, canela), folhas e flores (alecrim, manjerona, manjericão), raízes (vetiver), bulbo e rizoma (gengibre, alho), madeira-cerne, lascas dos galhos (ho wood, sândalo, pau rosa, cedro Atlas e Virgínia) e resinas (olíbano e mirra). No processo de destilação as glândulas secretoras são esvaziadas, murchando, sem serem destruídas.

Parceria Evolutiva Molecular: a vida ajudando a vida

Parceria Evolutiva Molecular: a vida ajudando a vida Os OE interagem de forma inteligente com nosso
Parceria Evolutiva Molecular: a vida ajudando a vida Os OE interagem de forma inteligente com nosso
Parceria Evolutiva Molecular: a vida ajudando a vida Os OE interagem de forma inteligente com nosso

Os OE interagem de forma inteligente com nosso organismo. As moléculas orgânicas são a base da vida. São também a matéria prima constituintes dos OE. A dispersão dos átomos químicos através de poeira cósmica e choque de meteoros, origi- naram moléculas que, através de um longo processo evolutivo, criaram as primeiras formas de vida primitiva. A interação entre átomos de Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Nitrogênio e Enxofre originaram a vida. Os constituintes dos OE, são produzidos em células especializadas através de rotas metabólicas que existem desde as primeiras formas de vida no planeta. Encontramos em certos musgos e líquens, compostos químicos primitivos que evoluíram formando novas moléculas bem mais complexas, que posteriormente constituíram os OE. Devido ao fato de estarem presentes desde o início da química formadora da vida, os componentes químicos dos OE possuem memória holográfica de uma parceria evolutiva entre as moléculas. Observa-se que os OE ao entrarem em contato com o organismo vivo, apresentam as seguintes características: biocompatibilidade, tolerância e eficiência em restaurar a homeostase (equilíbrio corporal). Isto é o resultado de milhões de anos entre erros e acertos bioquímicos chamados de EVOLUÇÃO, que confirmam a parceria entre as moléculas naturais.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Tríade Aromática Os OE são

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Tríade Aromática

- Curso Básico - Curso Terra Flor Tríade Aromática Os OE são substâncias químicas e pertencem

Os OE são substâncias químicas e pertencem à realidade atômica de todas as substâncias

materiais. Além desta realidade material, eles são igualmente vetores de energia que se transmite sob a forma de cargas eletrônicas e também são mensageiros que carregam informação.

A tríade matéria-energia-informação é a base do novo paradigma da aromaterapia atual.

À primeira vista, em um frasco de 10ml temos o OE de cipreste, que contém uma centena

de moléculas químicas elaboradas pelo organismo vegetal à partir de átomos retirados do ambi- ente, H 2 O pelas raízes e CO 2 pelas folhas. Esta espécie vegetal exprime sua informação estrutural específica e diferenciada em relação à outras espécies vegetais, no plano material, através da sua identidade material. Esta identidade é sintetizada pelas células secretoras vegetais e revelada pela

cromatografia gasosa do OE. Ela indica qualitativamente os tipos de moléculas presentes em um OE e quantitativamente a porcentagem de cada molécula. Se este mesmo OE for submetido à divisão de partículas em um sistema gerador de aerosol aperfeiçoado, seu aspecto energético na forma potencial se revela pela aparição de moléculas car- regadas eletricamente, com cargas positivas ou negativas, dependendo da natureza molecular. Esta é a identidade energética das moléculas aromáticas. Assim que um frasco de OE é levado até as narinas e ocorrer o processo de inalação do OE, a quantidade matéria-energia recebida pelo organismo corresponde a uma ínfima fração pro- veniente da volatilização de uma centena de moléculas. O simples encontro de traços moleculares com a zona olfatória é capaz de transformar o conteúdo do frasco de 10ml de cipreste em impulsos

nervosos, que serão traduzidos em sinapses que alcançarão os recônditos cerebrais até tornarem-se perceptíveis, iniciado assim uma cadeia de reações, trazendo à consciência uma informação sobre

o aroma. Essa é a identidade informativa das moléculas aromáticas. Quando um OE for inalado, sua penetração no organismo apresenta primeiramente um

aporte molecular (material), que é a energia calórica, aportada pelas moléculas nutritivas (lipídios, açúcares, carboidratos). O segundo potencial é o bioeletrônico (energético), esta energia eletrônica

é gerada por excesso de elétrons (atividade negativa) ou por falta de elétrons (atividade positiva). O terceiro potencial será o informativo, a memória que este aroma evocará.

Aplicação terapêutica dos OE Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Já

Aplicação terapêutica dos OE

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Já se conhece aproximadamente 10.000 componentes aromáticos. São moléculas quimica- mente definidas, sendo as propriedades destas moléculas que determinam a indicação terapêutica dos OE. A soma das diferentes propriedades dos componentes químicos constituem a ação espe- cífica de cada OE. Cada um desses compostos químicos age quantitativamente e qualitativamente uns sobre os outros, formando uma ação terapêutica definida. Alguns OE são constituídos quase que exclusivamente por um único componente molecu- lar. Por exemplo: pau-rosa, eucalipto globulus, mentha pulegium (poejo), ho wood, bétula doce e wintergreen sendo desta forma, denominados de OE monomoleculares. Outros contém duas ou três moléculas predominantes. Por exemplo, sálvia sclarea, tan- gerina e cravo são chamadas de di ou trimoleculares. Porém, na sua grande maioria, os OE são polimoleculares, contendo três ou quatro moléculas majoritárias, um grande número de moléculas minoritárias e centenas de moléculas traços. Ex.: Lavanda officinalis e o niauli possuem mais de 110 componentes moleculares; o gerânio mais de 250 e a sálvia sclarea mais de 300 constituintes químicos, no entanto, apenas 3 componentes em quantidade significativa para determinar uma ação terapêutica definida.

Atividade energética das moléculas aromáticas

A evidência de que as moléculas carregam cargas elétricas foi comprovada por Jean Mars

(ex-engenheiro da CEA), por iniciativa e colaboração de Pierre Franchomme. Para isso foi criado um sistema de produção de partículas ultrafinas, um sistema ultrasensível de captação e detecção de cargas elétricas.

• Moléculas que doam elétrons (negativização)

• Moléculas que captam elétrons (positivização)

• Moléculas que doam protons (acidificação)

Desta forma, as moléculas negativas são: calmantes, relaxantes, imunomodulantes, anti- inflamatórias - Fase primária da inflamação, antiespasmódicas. Alguns trabalhos científicos re- alizados por Jean Valnet, J. Metadier e muitos outros com base nesta teoria, demonstraram que as moléculas negativizantes são indicadas para casos de: dores pós-traumáticas, pós-cirúrgicas, angústia, ansiedade, astenia física, asma, inflamação e dor no nervo isquiático (ciático), consti- pação, dismenorréia, dispepsias, dores de cabeça, eczema, problemas hepáticos e vesiculares, taquicardia fraqueza, hipertensão, insônia, irritabilidade, nervosismo, obscessão, palpitação, pes- simismo. As moléculas positivas são as que captam elétrons, doando prótons, agindo de modo in- verso das negativas. Reforçam a energia vital, tonificando o organismo. As moléculas ricas em H+ favorecem uma baixa do pH sanguíneo, permitindo a luta contra a alcalose sanguínea 1 e o combate a todos os estados degenerativos do corpo, infecções microbianas e virais e astenias profundas. Possuem propriedades: cardiotônicas, imunoestimulantes, neurotônicas, flebotônicas, uterotôni- cas, estimulantes endócrinas, anti-inflamatórias (fase secundária da inflamação).

1. A alcalose indica um aumento na alcalinidade dos fluidos do corpo, isto é, um excesso de base (alcalina) nos líquidos corporais. O que provoca uma redução na concentração de íons hidrogênio no plasma sanguíneo arterial.

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Métodos de Extração dos Óleos

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Métodos de Extração dos Óleos Essenciais

A ISO (International Standard Organization) define óleos essenciais como produtos obtidos

de partes de plantas por meio de destilação por arraste com vapor d’água e hidrodestilação. Bem

como os produtos obtidos por prensagem a frio dos pericarpos de frutos cítricos.

Os produtos resultantes do processo de destilação são misturas complexas de substâncias voláteis, lipofílicas, geralmente odoríferas e líquidas. Seus contituintes variam desde hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, cetonas, fenóis, ésteres, éteres, óxidos, peróxidos, ácidos orgânicos, lactonas, cumarinas e furano-cumarinas.

Apresentam como característica físico química aparência oleosa em temperatura ambiente. Entretanto sua principal característica é a alta volatibilidade, diferindo-se dos óleos fixos, que são misturas de substâncias lipídicas, obtidos geralmente de sementes. Outra característica importante é o aroma agradável e intenso da maioria dos óleos voláteis, sendo, por isso, também chamados de essênciais.

São solúveis em solventes orgânicos, apresentam solubilidade limitada em água, porémsu- ficiente para aromatizar as soluções aquosas, que são denominadas hidrolatos.

O sabor geralmente é ácido e picante.

A cor normalmente vai do incolor a ligeramente amarelados. Com algumas exceções, tais

como: camomila azul, benjoin, bálsamo do Peru, patchouli, bergamota, etc.

Os óleos voláteis não são muito instáveis na presença de ar, luz, calor, umidade e metal. (Simões & Spitzer, 1999).

A qualidade e quantidade dependem do momento da colheita, da região, das condições de

cultura da planta aromática, da forma extração e conservação.

Destilação por arraste com vapor d’água (destilação a vapor)

Método mais comum. Utiliza-se um destilador para destilar plantas secas ou frescas.

O vapor produzido por uma caldeira circula através do material vegetal quebrando os corpús- culos intercelulares que liberam o OE. Os OE são voláteis e possuem tensão de vapor mais elevada que da água, sendo arrastados pelo vapor d’água no processo. Passando então por uma serpentina resfriada, onde serão condensados.

A camada de OE sobrenadante é separada através do processo de decantação.

A água que se apresenta como subproduto é denominada de água floral ou hidrolato. Esta

água retém propriedades terapêuticas da planta na medida de 0,2 gramas de OE por litro. Pode ser usada para tratar a pele, ferimentos ou ministrada sob uso oral. São conhecidas comercialmente como água de melissa, de laranjeira ou de rosas, conforme a planta destilada. Na destilação a vapor, quanto mais lento o processo mais compostos químicos são retirados.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Destilação por arraste com vapor

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Destilação por arraste com vapor d’água

Destilação por arraste com vapor d’água (destilação a vapor)

Hidrodifusão ou Percolação

É a destilação a vapor, porém o vapor ao invés de ser conduzido por baixo da planta é con-

duzido por cima.

Hidrodestilação

No método de extração por Hidrodestilação as plantas ficam imersas na água, ocorrendo o contato direto planta/água. Após a água entrar em ebulição, o vapor d’água arrasta o óleo passando por um condensador, como o OE é menos denso que a água, se separam em uma escala volumétrica existente no aparelho.

Coobação

Processo no qual a água floral advinda do processo da primeira hidrodestilação é usada novamente para a realização de várias hidrodestilações. A água destilada esquenta e esfria várias vezes, tornando-se alquímica. Processo pouco utilizado nos dias atuais em OE especiais como rosas, melissa.

Destilação a vapor seco ou Turbodestilação

O vapor seco é superaquecido por um gerador independente. As plantas frescas são colocadas

num cesto metálico, e este, colocado dentro da caldeira, muitas vezes içado por uma roldana. Os OE extraídos por este método apresentam excelente qualidade por haver pouco contato das plantas com a água. Isso diminui sensivelmente a hidrólise dos ésteres e a polimerização dos aldeídos. Esta extração é um arraste a vapor, com a adição de apenas um pouco de água no extrator e aspersão de vapor seco. Usada para algumas plantas onde o OE encontra-se em estruturas de difícil extração. A maioria das raízes, cascas e lenho é extraída por esse método. É um dos métodos preferidos das grandes indústrias.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Prensagem a frio do pericarpo

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Prensagem a frio do pericarpo - Prensagem mecânica

Usado para se obter OE que sofrem alteração quando expostos ao calor, como os de cascas de frutas cítricas. As frutas são espremidas por meio de uma prensa hidráulica, extraindo tanto o OE como o suco. Após a prensagem é feita a centrifugação da mistura, separando o OE do suco.

Extração por meio de solventes Neste tipo de extração utiliza-se um solvente químico como o hexano, éter, acetato ou outro derivado de petróleo. As partes aromáticas da planta são mergulhadas no solvente, fornecendo uma mistura chamada de Concreto. Este, por sua vez, será diluído em álcool etílico e esquentando-se retira-se o solvente. Quando o álcool evapora obtém-se o Absoluto, que seria o OE.

Antigamente os OE extraídos por este método não eram indicados para a utilização em aromaterapia, pois continham resíduos dos solventes utilizados e sua composição química poderia alterar-se. Eram indicados para o uso cosmético em escala industrial. Porém, atualmente a tecno- logia de extração aromática por solventes evoluiu bastante com solventes menos agressivos e com a possibilidade de retirada quase que total do solvente orgânico do absoluto.

O concreto possui uma constituição pastosa, uma vez que o solvente extrai também gordu-

ras, ceras, parafinas, açúcares e pigmentos. Poderia ser denominado de extrato, por conter todos os elementos da planta e não apenas o OE.

O jasmim, é uma planta extremamente delicada que não suporta a destilação, sendo portanto,

seu OE extraído por solventes mais delicados e menos danosos como éter de petróleo ou álcool

etílico.

Dependendo da planta e do solvente utilizado, alguns OE extraídos por solventes são per- mitidos para uso na aromaterapia.

Enfloragem Método considerado obsoleto, aplicado em flores com baixas concentrações de OE ou flores muito delicadas e com alto valor comercial (ex.: violeta, jasmim, néroli).

As pétalas são colocadas em uma placa de vidro recoberta por gordura vegetal ou animal, sem cheiro, que absorve os OE. Assim que a gordura absorve todo o OE, as pétalas são substituídas por outras frescas. Esse procedimento continua até a gordura ficar saturada de OE quando então é misturada com álcool etílico ou éter de petróleo para a separação do OE. Obtém-se, assim, o abso- luto.

Extração por fluido supercrítico CO 2 (tecnologia supercrítica) Esse método emprega solventes gasosos em altas pressões, gerando um processo limpo, pois os OE obtidos assim são isentos de resíduos tóxicos. Também se obtêm um extrato com a porção volátil e outros compostos. O gás-solvente utilizado é o CO 2 , gás inerte aplicado sob pressão de 32 atm a 33 o C.

As plantas são colocadas num tanque onde se injeta o CO 2 líquido como solvente. Quando a pressão diminui o CO 2 volta ao estado gasoso sem deixar resíduos no produto.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Como atua a Aromaterapia Absorção,

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Como atua a Aromaterapia

Absorção, metabolização e excreção dos OE no organismo

1. Absorção

A absorção dos OE no organismo ocorre de várias maneiras. As mais simples e eficazes,

objetos de estudo deste módulo, são a absorção cutânea e a inalação.

1.1. Absorção cutânea:

É um dos procedimentos mais usuais na aromaterapia. Quando os OE entram em contato

são

absorvidos pela epiderme e em seguida através dos folículos pilosos da derme passarão para o sistema circulatório. Uma vez na corrente sanguínea, as moléculas químicas produzirão respostas terapêuticas variadas, tais como: vasoconstrição, vasodilatação, anti-inflamatória, antimicrobiana (antifúngica, bactericida, viricida), regeneração celular, imunoestimulante, antioxidante, entre outras.

com a epiderme, sejam puros ou diluídos em algum carreador (óleo vegetal, creme, etc

),

1.1.1. Estrutura histológica da pele:

creme, etc ), 1.1.1. Estrutura histológica da pele: Epiderme É a parte mais externa da pele,

Epiderme

É a parte mais externa da pele, formada por cinco camadas morfologicamente diferenciadas

entre si.

Estrato córneo: é composta por células mortas - escamas de queratina. Descama-se com facilidade. Perdemos cerca de 9 gramas de escamas por dia;

Estrato lúcido: estrutura lamelar sobreposta, compacta, resistente e translúcida;

Estrato granuloso: composto de queratinina e hialina. Neste estrato aparecem os primeiros elementos vivos da pele: os basófilos, células brancas do sangue;

Estrato espinhoso: são prolongamentos citoplasmáticos que se inserem na membrana

basal;

Estrato basal: é composta por células proliferativas que compensam as perdas celulares da

superfície. Camada germinativa, que contém a rede de Malpighi, onde alojam-se os melanócitos responsáveis pela produção de melanina - o pigmento da pele - e as células de Langerhans,

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor responsáveis pela imunidade. OBS: 90%

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responsáveis pela imunidade.

OBS: 90% de queratinócitos nascem na camada basal, sobem à superfície e morrem. Sintetizam queratina, formando a camada córnea protetora (raios solares, choques, microtraumatismos) que se renova num ciclo de 28 dias.

Derme

Camada subjacente à epiderme, formada por tecido conjuntivo, fibras elásticas ricamente vascularizada.

Derme papilar: é formada por uma rede de tecido conjuntivo sanfonado que sustenta a epiderme com fibras de colágeno e elastina. A trama destas fibras dá resistência, elasticidade e maciez à pele. Localiza-se em uma piscina de gel molecular e água esponjosa que hidrata e amortiza as pressões sofridas pela pele.

Derme reticular: camada mais profunda da derme. Apresenta vasos sanguíneos que nutrem e termorregulam. Possui terminações nervosas sensíveis ao tato, a dor, a temperatura e glândulas sudoríparas, sebáceas e folículos pilosos que limitam a vaporização da água.

OBS: a pele necessita de 70% da água corporal

Hipoderme

Tecido celular subcutâneo, formado por tecido conjuntivo frouxo que delimita as células adiposas. Serve como isolante térmico e proteção.

1.1.2. Permeabilidade da pele

A pele constitui um limite anatômico e uma barreira de proteção contra ataques físicos,

químicos e contra microorganismos. A epiderme é limitada ao exterior por uma camada córnea e no interior por uma camada basal germinativa. A derme possui várias estruturas funcionais, como os folículos pilo-sebáceos, glândulas sudoríparas, vasos capilares e linfáticos. A hipoderme separa a derme dos tecidos subjacentes.

A absorção percutânea de qualquer substância resulta da penetração direta do estrato córneo.

As moléculas aromáticas dos OE podem então passar através dos tecidos epidérmicos mais profundos,

atingindo a derme que é vascularizada, tornando-se disponível para absorção na circulação.

Em uma pele sem injúrias o estrato córneo é impermeável, realizando uma permeabilidade seletiva, sendo uma barreira para a maioria das substâncias. Desta forma, os componentes químicos dos OE devem encontrar outra maneira de penetração até as camadas vascularizadas da pele. O caminho de absorção cutânea destas moléculas ocorre através dos poros das glândulas sudoríparas, folículos pilosos e glândulas sebáceas acopladas aos folículos pilosos que se encontram na camada reticular da derme.

Como já foi exposto acima, na pele íntegra, poucas substâncias penetram, sendo a absorção proporcional a superfície aplicada e a lipossolubilidade. O estrato córneo é composto de ceramidas, colesterol, ácidos graxos, triglicerídeos e fosfolipídios. Esta especificidade do estrato córneo aos componentes lipofílicos favorece a absorção dos OE por estes últimos, por também serem lipofílicos. Quando há a abrasão no estrato córneo, como na massagem e na fricção, o OE penetra mais facilmente.

O processo de absorção cutânea dos OE se dá por difusão, através do mecanismo de

movimento de íons e átomos de uma região de maior concentração para uma de menor concentração.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor A velocidade desta passagem depende

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A velocidade desta passagem depende de alguns fatores como:

Polaridade da molécula: a superfície da pele é revestida por um filme hidrolipídico. A água é fornecida pelas glândulas sudoríparas pelo processo de sudorese e o substrato lipídico é fornecido pelas secreções das glândulas sebáceas. Sabe-se que as moléculas químicas presentes nos OE são solúveis tanto em água como em lipídios, por isso possuem facilidade em atravessar as camadas da pele e entrar na corrente sanguínea. O grau de solubilidade da molécula química tanto em água como em lipídios irá determinar sua facilidade e tempo de penetração.

Peso molecular: no processo de difusão passiva, as moléculas lipossolúveis com menores pesos moleculares (abaixo de 500 nanômetros) atravessam as camadas da pele com mais

facilidade. As moléculas químicas dos OE normalmente possuem pesos moleculares inferiores a

500 nanômetros, por isto, facilmente chegam às camadas inferiores da derme através dos poros

sudoríparos e dos folículos pilosebáceos alcançando a circulação sanguínea, percorrendo desta

forma todo o organismo.

Polaridade: no caso de moléculas polares - solúveis em água - seu peso não deverá exceder

100 nanômetros para poder ser carreada através das membranas celulares por transporte passivo.

Caso ela exceda este peso molecular, irá atravessar as membranas das células através de transporte

ativo, com a ajuda de proteínas carreadoras.

Temperatura: o sangue circula na derme através da dilatação e contração das arteríolas. Cada arteríola ramifica-se em capilares, os quais são extremamente porosos. A difusão das moléculas dos OE ocorre através dos poros desses capilares sanguíneos. O aumento da temperatura eleva a circulação capilar. Consequentemente, quanto maior a temperatura, maior a taxa de absorção dos constituintes dos OE.

Uma banheira cheia de água na temperatura de 35 o C apresentará maior possibilidade de absorção dos constituintes dos OE do que um banho na temperatura de 25 o C.

1.2. Inalação

que um banho na temperatura de 25 o C. 1.2. Inalação 1.2.1. Cílios olfatórios > bulbo
que um banho na temperatura de 25 o C. 1.2. Inalação 1.2.1. Cílios olfatórios > bulbo

1.2.1. Cílios olfatórios > bulbo olfatório > sistema límbico > sistema nervoso > sistema endócrino

Consiste numa corrente de reações químicas e elétricas transmitidas da seguinte forma:

1 - O OE evapora e a partícula odorífera entra no nariz com o ar.

A cavidade superior das narinas é revestida por uma camada mucosa, chamada de mucosa amarela, onde chegam as células neurais vindas do cérebro. Temos cerca de 100 milhões de células

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor nervosas olfatórias bipolares nesta mucosa.

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nervosas olfatórias bipolares nesta mucosa. Em uma extremidade do neurônio está o cílio olfatório, inserido na mucosa olfatória, que possui os receptores olfatórios. Na outra extremidade do neurô- nio está o bulbo olfatório, que irá transmitir a sinalização química até a região límbica do cérebro, estrutura que integra olfato, emoções, memória e aprendizado. Assim, o estímulo olfatório tem a capacidade de produzir efeito imediato e direto sobre o sistema nervoso.

2

- O nariz aquece o ar e as partículas odoríferas dissolvem-se na mucosa que cobre o epitélio

olfatório.

3 - As partículas odoríferas, após acoplarem-se aos receptores dos cílios olfatórios e acio- narem uma mensagem química via bulbo olfatório, são exaladas.

4 - Nas membranas dos cílios do epitélio olfatório existem as proteínas G transmembrana, que fixam substâncias odoríferas específicas e facilitam seu reconhecimento, dando início aos processos de sinalização química específicos. Aproximadamente 350 genes de receptores olfatórios estão presentes em quase todos os cromossomos, ou seja, mais ou menos 2% do código genético, só perdendo em quantidade de genes para o sistema imunológico.

Apenas alguns centímetros separam o local de recepção olfatória do cérebro; as fibras ner- vosas do sistema olfatório correm direto para uma área do cérebro chamada Sistema Límbico 1 .

5 - Na região límbica existem áreas ligadas à percepção do aroma, às sensações de prazer

e dor, emoções como raiva, medo e sensações sexuais. As áreas do sistema límbico como o hipo- campo e amígdala são especificamente relacionadas à memória e à emoção. Isto explica como o cheiro dos OE ativa a memória, sentimentos e cria uma resposta emocional.

6 - A sinalização química quando atinge a região hipotalâmica, além de ativar todo o sistema

emocional primitivo (sistema límbico), age sobre o sistema nervoso autônomo e atua no Sistema Nervoso Simpático e Parassimpático, no duplo sistema de ativação/relaxamento - sistêmica/local.

Estas mensagens são convertidas em ação e expressão de sentimentos ou reações como:

euforia, relaxamento, concentração, coragem, força, etc

OE sexualmente estimulantes como sândalo, patchouli e ylang-ylang atuam como feromô- nios para os humanos, estimulando as glândulas sexuais.

7 - O sistema olfatório é capaz de distinguir apenas um aroma de cada vez. Quando criamos

uma sinergia com mais de um óleo essencial, por exemplo, nosso organismo reconhece a união de todos os aromas ao invés de cada um separadamente.

1.2.2. sistema circulatório > mucosa olfatória e pulmões > efeito físico imediato

No processo de inspiração, algumas moléculas odoríferas não acoplam-se aos receptores dos cílios olfatórios. Ficam assim livres na mucosa olfatória podendo ligar-se aos átomos de oxigênio

e chegar até os pulmões. Nos pulmões, no processo de trocas gasosas através dos alvéolos, estas

moléculas são absorvidas e passarão para a corrente sanguínea, onde poderão ocasionar uma ação

local como expectoração do catarro bronquio-pulmonar ou ação sistêmica, como alívio de alguma inflamação articular.

1. Sistema Límbico: é um conjunto de estruturas do cérebro, responsáveis primordialmente por controlar as emoções e secundariamente participa das funções de aprendizado e memória, podendo também participar do sistema endócrino. Localiza-se na parte medial do cérebro dos mamíferos.

2. Metabolização e excreção Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Depois

2. Metabolização e excreção

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Depois de serem absorvidos pelas membranas celulares e metabolizados, os componentes químicos dos OE serão biotransformados e excretados. Dependendo da rota pela qual foram admi- nistrados no organismo serão metabolizados de formas diferentes.

Quando os componentes dos OE entram na circulação sanguínea, parte deles é dissolvida no plasma e outra parte liga-se às proteínas do plasma (globulina, glicoproteínas, eritrócitos, etc). Uma terceira parte fica armazenada no tecido adiposo.

Os componentes hidrossolúveis que não se ligaram a nenhuma proteína no plasma seguem diretamente para as glândulas adrenais, para os rins e para os músculos esqueléticos. Os compo- nentes lipossolúveis não ligados a nenhuma proteína sanguínea passam rapidamente pelo SNC, fígado, mais lentamente pelos músculos e ainda mais lentamente pelos tecidos adiposos.

Durante o processo metabólico algumas substâncias são biotransformadas e outras não. A biotransformação dos componentes dos OE ocorre basicamente no fígado. Podem ocorrer também nos rins, pulmões, mucosa intestinal, pele, SN e plasma sanguíneo, porém em menor escala.

Após serem metabolizadas, os componentes dos OE serão excretados pela saliva, suor e lágrimas, leite materno, bile, fezes e urina.

suor e lágrimas, leite materno, bile, fezes e urina. www.terra-flor.com - atendimento@terra-flor.com - (62)
Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Propriedades dos principais Óleos Essenciais

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Propriedades dos principais Óleos Essenciais

As moléculas aromáticas presentes nos OE possuem mensagens eletroquímicas específicas que acarretam respostas biológicas. A seguir, abordaremos as propriedades terapêuticas dos OE para compreender como um OE interage e produz respostas no organismo vivo. (OE): óleo essencial; (OV): óleo vegetal.

Legenda:

Desaconselhável o uso nos três primeiros meses de gestação; Desaconselhável o uso durante toda a gestação; Dermoagressivo, deve ser diluído em veículo carreador. Se usado puro diretamente sobre a pele pode provocar ardência, vermelhidão ou irritação; Fotosenssível, deve-se evitar exposição ao sol até 6h após seu uso.

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3
deve-se evitar exposição ao sol até 6h após seu uso. 3 Alecrim Rosmarinus officinalis L. “OE
deve-se evitar exposição ao sol até 6h após seu uso. 3 Alecrim Rosmarinus officinalis L. “OE

Alecrim Rosmarinus officinalis L.

“OE da atleta” / “Óleo do estudante” / “OE do bom humor”

Características da planta: planta de ciclo perene, de porte subarbustivo, lenhoso, ereto, pouco ramificado, podendo chegar até a 2m de altura. Folhas longas, lineares (pontudas e estreitas),

coriáceas, opostas, sésseis e aromáticas, de colorações distintas em suas faces, verde nas faces superiores (adaxiais) e esbranquiçada com presença de pêlos minúsculos nas faces inferiores (abaxiais). Flores azulado-claras, aromáticas, agrupadas em inflorescências auxiliares em forma

de cachos.

Família: Lamiaceae. Sinônimos populares: alecrim de horta, alecrim de casa, rosmarinho, rosmarino, rosa-marinha, romero. Inglês = rosemary, francês = romarin.

Etimologia: rosmarinus deriva do latim: ros = orvalho; marinus = marítimo - “orvalho do mar”.

Origem: regiões mediterrâneas, especialmente áreas rochosas próximas ao mar. Hoje é amplamente cultivado em todas as regiões do planeta. Os maiores produtores de OE atualmente são França,

Tunísia e Espanha. De acordo com Panizza (1999), foi introduzido no Brasil pelos colonizadores, acompanhando os bandeirantes nas suas entradas e bandeiras. Parte da planta utilizada: ramos floridos. Forma de extração: destilação a vapor. Rendimento: são necessários aproximadamente 60-80kg de ramos floridos da erva seca/1kg de OE (Werner, 2007). É produzido 2 ton/ha de ramos floridos secos. Nota perfumística: média Quimiotipia (qt.): São diferenças de concentrações químicas apresentadas por uma mesma planta. Um vegetal poderá desenvolver taxas de compostos químicos diferenciados, dependendo da região onde é cultivado. As diferenças dos componentes do solo, da temperatura, da incidência solar e da quantidade de água disponível possibilitam uma mesma espécie vegetal apresentar diferentes percentagens moleculares e consequentemente propriedades terapêuticas diferentes.

O alecrim possui cinco quimiotipos (qt.). Alecrim qt. cânfora: Rosmarinus officinalis var.

camphoriferum; Alecrim qt. cineol: Rosmarinus officinalis var. cineoliferum; Alecrim qt. verbenona: Rosmarinus officinalis var. verbenoniferum; Alecrim qt. borneol: Rosmarinus officinalis var. borneoliferum; Alecrim qt. pineno: Rosmarinus officinalis var. pinoliferum.

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Estudaremos as três quimiotipias mais

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Estudaremos as três quimiotipias mais impotantes e acessíveis ao mercado consumidor brasileiro.

impotantes e acessíveis ao mercado consumidor brasileiro. Alecrim qt. cânfora ou canfenona Rosmarinus officinalis
impotantes e acessíveis ao mercado consumidor brasileiro. Alecrim qt. cânfora ou canfenona Rosmarinus officinalis

Alecrim qt. cânfora ou canfenona Rosmarinus officinalis camphoriferum

“OE do atleta”

OE proveniente da Espanha e litoral do Mar Adriático, podendo também ser obtido na França. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Este OE é muito útil para ser usado antes e depois de esforços esportivos para fortalecer o tônus muscular. Possui ação neuromuscular variável dependendo da dose:

em pequenas doses age como antálgico, usado para combater dores localizadas e contraturas musculares; em doses mais elevadas trata dores mais intensas como mialgias. Potente anti-inflamatório articular e muscular, indicado em casos de artrite, artrose, reumatismo, cãibras, contusão, luxação e entorse. Possui elevado potencial estimulante do SNC e da memória, com ação terapêutica antifadiga. Útil em estados letárgicos, falta de ânimo, preguiça e sonolência. Mucolítico, auxilia tratamentos de congestão nasal. Antiespasmódico, indicado em ataques de asma, bronquite aguda e tosse com espasmos. Descongestionante venoso indicado para hemorróidas, flebites e varizes. Tônico e revigorante do coração indicado para fraqueza cardíaca e circulatória. Componentes químicos:

Hidrocarboneto monotepênico: 12% alfa-pineno, 22% canfeno 2% limoneno, 2% paracinemo; Hidrocarboneto sesquiterpeno: 3% beta-cariofileno; Álcool monoterpênico: 1% linalol, 5% borneol, 1,5% alfa-terpineol; Cetona: 20-40% cânfora, 0,05-6% verbenona; Óxido: 15-30% 1,8-cineol. Toxicidade: neurotóxico e com potencial abortivo devido ao alto teor de cetonas (cânfora). Contraindicações: deve-se evitar o uso em hipertensão arterial, gestantes, lactantes, crianças com menos de 2 anos de idade e em ataques de epilepsia. Desaconselhável o uso junto com medicamentos homeopáticos. Aromacologia: ver alecrim qt. cineol. Formas de uso: ver alecrim qt. verbenona.

Alecrim qt. cineol Rosmarinus officinalis cineoliferum Rosmarinus officinalis cineoliferum

“OE do estudante”

OE proveniente do norte da África (Marrocos e Tunísia), Índia, França, Itália. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Indicado para cansaço físico e esgotamento mental. Ativa a circulação sanguínea, trata circulação deficiente.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Vasoconstritor e hipertensor. Usado para

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Vasoconstritor e hipertensor. Usado para tratar hipotensão, hemorróidas e varizes. Digestivo. Antiespasmódico (asma e bronquite). Descongestionante nasal e pulmonar, expectorante e mucolítico. Anti-inflamatório, combate otite, sinusite, bronquite, flebite. Anticaspa, antiqueda de cabelos, auxilia o tratamento de cabelos esbranquiçados. Regula as glândulas sebáceas, tratando peles oleosas. Combate parasitas da pele (sarna, piolhos). Bactericida (Staphylococcus) e fungicida (Cândida albicans - cistite). Componentes químicos:

Hidrocarboneto monotepênico: 11-20% alfa-pineno, 7% limoneno, 2% canfeno; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 3,8% beta-cariofileno; Álcool monoterpênico: 8% borneol; Cetona: 10-20% cânfora 0,04-5% verbenona; Óxido: 40-70% 1,8-cineol. Toxicidade: apresenta toxicidade leve. Contraindicações: deve-se evitar o uso em hipertensão arterial. Aromacologia: “OE do estudante/ OE do atleta” Reforça a concentração, a capacidade de memorização, análise e síntese. Traz clareza mental e força interior, auxilia nas longas jornadas de estudo onde necessita-se de atenção. Aumenta a vontade própria, alegra e anima os ambientes. Excelente opção para iniciar o dia com disposição. Benéfico para as pessoas apáticas, sem iniciativa. Formas de uso: ver alecrim qt. verbenona.

sem iniciativa. Formas de uso: ver alecrim qt. verbenona. Alecrim qt. verbenona Rosmarinus officinalis verbenoniferum
sem iniciativa. Formas de uso: ver alecrim qt. verbenona. Alecrim qt. verbenona Rosmarinus officinalis verbenoniferum

Alecrim qt. verbenona Rosmarinus officinalis verbenoniferum

“OE do bom humor”

OE proveniente da Córsega, França, Itália.

Propriedades terapêuticas e principais indicações:

O alecrim qt. verbenona trata os distúrbios hormonais, problemas da menopausa e do ciclo menstrual (deficiente, irregular ou abundante), muco vaginal excessivo (corrimentos, vaginites), equilibra o sistema endócrino, regulador hipofisário-ovariano e testicular. Anti-infeccioso, anticatarral, expectorante muito eficaz se utilizado no início do tratamento de bronquite, sinusite, rinite e todos os sintomas de resfriados. Antiespasmódico, indicado em casos de asma e tosse. Combate fadiga e depressão nervosa. Colagogo, trata a insuficiência hepática. OE da desintoxicação hepática. Usado para desintoxicar e tratar doenças degenerativas do fígado como: cirrose, hepatite, intoxicações hepáticas, icterícia 1 , problemas hepáticos decorrentes do alcoolismo. Ativador dos processos metabólicos da vesícula biliar. Cardiotônico, ameniza taquicardia, arritmia, palpitações.

1. Icterícia: Icterícia, é uma síndrome caracterizada pela coloração amarelada de pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Indicado para tratar peles e

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Indicado para tratar peles e cabelos secos e desvitalizados. Componentes químicos:

Hidrocarboneto monoterpênico: 3-45% alfa-pineno, 7,5% beta-pineno, 4% limoneno, 7,5% canfeno; Álcool monoterpênico: 6% borneol; Cetona: 8-15% cânfora, 15-37% verbenona; Óxido: 26-15% 1,8-cineol. Toxicidade: neurotóxico e abortivo. Toxicidade devido a cetonas. Contraindicações: desaconselhável o uso durante a gestação, em bebês e patologias cancerígenas hormono-dependentes. Desaconselhável o uso junto com medicamentos homeopáticos. Aromacologia: “OE do bom humor” Desintoxica o fígado, amenizando a raiva, a impaciência e a irritação. Este aroma suaviza o mal-estar e o mau-humor gerado pelas mudanças hormonais no período pré- menstrual e pré-menopausa. Relaxa a mente afetada pelo desgaste energético causado pela fragilidade nervosa. Traz calma e relaxamento para ambientes carregados com energia de desentendimentos. Auxilia a mulher na fase madura a aceitar os sinais da passagem do tempo. Apazigua o excesso de fogo do biotipo ayurveda Pitta. Formas de uso:

Banho tonificante e regenerador: adicione 15 gotas de OE de alecrim qt. verbenona no copo de leite e despeje na banheira; Difusão atmosférica relaxante com potencial de suavizar o mal-estar gerado pelas mudanças hormonais: adicione 4 gotas de OE de alecrim qt. cineol, 4 gotas de alecrim qt. verbenona, 2 gotas de ylang-ylang e 2 gotas de anis estrelado no difusor de aromas; Difusão atmosférica estimulante da concentração: adicione 10 gotas de alecrim qt. cineol ou cânfora no aromatizador ambiental pela manhã ou em momentos de estudo; Fricção para apaziguar a irritação: espalhe 20 gotas de OE de alecrim qt. verbenona por todo o corpo e friccione; Fricção corporal revitalizadora: pela manhã, friccione 15 à 20 gotas de OE de alecrim qt. cineol ou cânfora em todo o corpo; Fricção para problemas da menopausa: crie uma sinergia hormonal com 40 gotas de OE de alecrim qt. verbenona, 40 gotas de OE de sálvia sclarea, 20 gotas de OE de hortelã pimenta, 20 gotas de OE de gerânio e 10 gotas de OE de cipreste. Pingue 10 gotas da sinergia no baixo ventre e massageie-o com suaves movimentos no sentido horário; Inalação para desobstruir as vias respiratórias: pingue 2 gotas de OE alecrim qt. cineol, 2 gotas de OE de eucalipto globulus, 2 gotas de OE de pinho da Sibéria e 2 gotas de OE de hortelã pimenta em uma bacia com água fervendo, cubra a cabeça com uma toalha e inale o vapor durante 15 minutos; Para promover memorização e atenção mental em dias de provas: pingue 3 gotas de OE de alecrim qt. cineol no colar aromático individual ou nos pulsos, friccionando-os e inalando profundamente este aroma; Sinergia antisséptica pós-depilação e pós-barba: pingue 2 gotas de OE de alecrim qt. cineol e 2 gotas de OE de tea tree diretamente sobre a área depilada; Óleo de massagem revitalizante e antioxidante: adicione 20 gotas de OE de alecrim qt. verbenona, 20 gotas de OE de patchouli e 40 gotas de OE de olíbano em 120ml de qualquer OV; Óleo de massagem para mialgias, artrites e dores musculares: adicione 30 gotas de OE de alecrim qt. cânfora, 20 gotas de OE de pimenta preta, 10 gotas de OE de lavanda francesa e 5 gotas de OE de wintergrem ou bétula doce em 120ml de OV de gergelim;

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Uso tópico para alívio de

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Uso tópico para alívio de otite: pingue 3 gotas de OE de alecrim qt. cineol em um pedaço de algodão e coloque-o na tuba auditiva.

em um pedaço de algodão e coloque-o na tuba auditiva. Anis estrelado Illicium verum “OE do

Anis estrelado

Illicium verum

e coloque-o na tuba auditiva. Anis estrelado Illicium verum “OE do amor incondicional” Família: Schisandraceae -

“OE do amor incondicional”

Família: Schisandraceae - Illiciaceae. Etimologia: Seu nome científico, Illicium verum, vem do radical latino illicere, que significa “atrair e seduzir”. Daí o termo em português “aliciar”. Relacionado à planta, o nome foi concedido em razão do aroma forte e agradável, que seduz as pessoas. Os frutos do anis estrelado foram levados para a Europa no século XIX por Lorde Cavendish. Passou então a ser usado pelos europeus na água de cozimento de frutos do mar, como forma de evitar a intoxicação por esses alimentos. (Corazza, 2002) Origem: sul da China e do Vietnã. Parte da planta utilizada: fruto. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas:

Antisséptico e anti-infeccioso (bactérias e vírus). Anti-inflamatório secundário, expectorante e mucolítico, elimina o muco das vias aéreas, acalma espasmos respiratórios (tosse e asma). Útil em todos os quadros de problemas respiratórios, desde resfriados simples a gripes com febres, bronquite e pneumonia. Antiespasmódico digestório (cólicas intestinais infantis e adultos). Facilita todo o processo digestivo, age nas dispepsias crônicas e agudas, desintoxica os intestinos e a fermentação intestinal. Alivia sintomas de gastrite, pancreatite 2 , enterites, azia, má digestão e aerofagia. Carminativo, ajuda a eliminação de gases, diurético. Aperiente, ajuda pessoas com falta de apetite. Antálgico neuromuscular, suaviza contrações musculares. Strogen-like, melhora os problemas relacionados ao desequilíbrio hormonal como amenorréia, oligomenorréia, TPM, dismenorréia. Atua positivamente na síndrome pré-menopausa e todas as condições advindas deste período de transição hormonal, como o desconforto das irregularidades no período menstrual, insônia, depressão, pele ressecada e sem brilho, falta de libido, etc. Lactagogo, estimula a produção de leite materno no período de aleitamento. Componentes químicos:

Hidrocarboneto monoterpênico: 7-4,5% limoneno, 2% canfeno, 4% alfa terpineno; Fenol metil-éter: 0,5-4% Chavicol M.E., 88-91% Trans-anetol, 0,15% Cis anetol, 0,1% Trans-isoeugenol M.E.; Óxido: 0,66 1,8-cineol; Aldeído: 0,9% anisaldeído. Toxicidade: deve-se ter prudência ao usá-lo em patologias estrógeno-dependentes como:

endometriose, mastoses cancerígenas ou qualquer tipo de patologia cancerígena devido a taxas elevadas de estrogênio. Contraindicações: desaconselhável o uso durante toda a gestação.

2. Pancreatite: processo inflamatório pancreático, de aparecimento súbito (agudo) e etiologia variada. O sintoma mais marcante é a dor abdominal e dificuldades na eliminação de urina e fezes.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Aromacologia: “OE do amor incondicional”

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Aromacologia: “OE do amor incondicional” Este aroma adocicado favorece o contato com a essência do feminino. Aporta a energia de cuidado e amorosidade para receber o recém-nascido, pré-dispõe a mente a um estado receptivo. Promove estados psíquicos que incitam a doação incondicional, despertando a cascata hormonal necessária para a liberação do leite materno. Traz a satisfação e o valor interno de prover o filhote. Relaxa o ambiente, cria um atmosfera pacífica e amorosa, facilitando a avaliação e compreensão das relações conflituantes. Promove a cura das relações através do compartilhar, da doação e do amor incondicional. Auxilia o entendimento da maternidade, paternidade e sexualidade com maturidade. Afrodisíaco, desperta a libido feminina. Formas de uso:

Dor de garganta: pingue 2 gotas de OE de anis estrelado em um copo de água e gargareje; Indigestão: pingue 3 gotas de OE de anis estrelado em uma colher de OV e massageie o abdome com movimentos circulares no sentido horário; Para internalizar a energia de amor incondicional e curar relações conflituantes: pingue 3 gotas de OE de anis estrelado no colar aromático individual; Para contactar com a amorosidade do espírito feminino: pingue 3 gotas de OE de anis estrelado no colar aromático pessoal; Sinergia para receber a mamãe com o recém nascido: pingue 3 gotas de OE de anis estrelado, 3 gotas de OE de grapefruit e 2 gotas de OE de lavanda francesa no difusor de aromas ambiental; Sinergia para criar uma atmosfera pacífica, instrospectiva e conciliadora para avaliação de relações conflituantes: pingue 5 gotas de OE de anis estrelado, 2 gotas de OE de limão e 3 gotas de OE de lemon grass no difusor de aromas ambiental; Tosse, bronquite e ataque de asma: pingue 5 gotas de OE de anis estrelado em uma colher de OV de gergelim e massageie a região da garganta e do peito; Tratamento de celulite: adicione 50 gotas de OE de anis estrelado, 20 gotas de OE de cedro Atlas, 20 gotas de OE de grapefruit e 20 gotas de OE de ylang-ylang em 120ml de OV.

Cedro Atlas Cedrus atlantica
Cedro Atlas
Cedrus atlantica

“OE do mestre interior”

Família: Pinaceae. Etimologia: a palavra Cedrus”, deriva do árabe “Kedron”, que significa “força”. Atlas” deriva do local onde é extraído, das montanhas Atlas do Marrocos. Origem: Marrocos. Parte da planta utilizada: lascas e raspas do tronco e galhos. Forma de extração: destilação a vapor. Rendimento: 30kg de lascas/1Kg OE. Monica Werner. Guide de L’Aromatherapie, 2007. Característica da planta: Existe um tipo de cedro, o Cedrus libani, usado pelos antigos, muito difícil de ser conseguido nos dias atuais. Antigamente havia grandes florestas dessas enormes árvores, porém sua existência está sendo reduzida pelo uso excessivo de sua madeira. A madeira era usada na construção de templos e palácios no oriente médio. Uma vasta quantidade dessa madeira foi usada para construir o grande templo de Salomão em Jerusalém. Hoje, apenas poucas centenas de

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor árvores sobrevivem. (Tisserand, 1993) Ainda

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árvores sobrevivem. (Tisserand, 1993)

Ainda segundo Tisserand, o óleo da madeira de cedro foi possivelmente o primeiro óleo essencial

a ser extraído de uma planta, tendo sido usado pelos egípcios no processo de mumificação. Eles

também o valorizavam como ingrediente no preparo de cosméticos e impregnavam com ele as folhas de papiro para protegê-las de insetos. Usavam a madeira para fazer adereços, mobílias e embarcações. Valorizavam tanto o cedro que a área do Líbano, onde crescia abundantemente, foi incorporada ao Império Egípcio afim de assegurar um fornecimento regular. Atualmente, há dois tipos principais de cedro usados comercialmente. O Cedrus atlantica - cedro Atlas ou cedro azul (blue ceder), uma conífera pertencente a família Pinaceae que cresce nas montanhas

Atlas, em Marrocos. Distingue-se do Cedrus libani, por apresentar rebentos pubescentes. O outro tipo de cedro é o Juniperus virginiana - cedro Virgínia ou cedro vermelho, uma conífera pertencente a família Cupressaceae. Este, cresce no estado da Virgínia - América do Norte.

O terceiro tipo de cedro, bem menos utilizado, é mais conhecido como cedro amarelo. Extraído por

destilação a vapor da madeira da Thuja occidentalis ou tuia, outra conífera da família Cupressaceae,

este óleo essencial também pode ser extraído das folhas. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Ativa a circulação dos líquidos corporais, coadjuvante nos tratamentos de celulite, estrias, retenção de líquidos, edemas, hematomas, hemorróidas. Regenerador arterial (aterosclerose), flebotônico útil para prevenir e tratar varizes e flebite. Lipolítico, reduz colesterol e o acúmulo de gordura localizada. Indicado para hipertensão nervosa, proveniente da retenção de líquidos. Mucolítico, anti-infeccioso, combate infecções respiratórias e geniturinárias - bronquite, cândida

e cistite.

Antifúngico, antisséptico, cicatrizante e adstringente, usado em dermatoses cicatriciais e circulatórias,

assim como em psoríase. Acalma coceira da pele. Hidratante e redutor da oleosidade da pele, equilibra as glândulas sebáceas, trata peles acnéicas e cabelos oleosos (caspa), ativa a circulação do sangue no couro cabeludo diminuindo a queda dos cabelos. Auxilia no tratamento de eliminação de piolhos, pulgas e carrapatos. Repelente de insetos, traças. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto sesquiterpênico: 16% alfa himachaleno e 35% beta himachaleno, 2% alfa cedreno (bactericida, fungicida); Cetona sesquiterpênica: 20% alfa e beta atlantonas; Álcool sesquiterpênico: 30% atlantol, 0,19% cedrol; Toxicidade: Pode apresentar toxicidade se ingerido oralmente. Contraindicações: desaconselhável o uso em gestantes, lactantes e bebês com menos de 6 meses de idade. Aromacologia: “OE do mestre interior” Aroma purificador que desperta a força espiritual, eleva a mente ao nível do espírito favorecendo

a conexão com o “mestre espiritual interno”.

Firmeza e estabilidade é a mensagem do espírito do cedro. Aporta integridade e constância na caminhada espiritual quando o espírito sente-se enfraquecido pelas demandas do cotidiano. Este aroma traz energia para se continuar com as tarefas quando elas se mostram desagradáveis e sem sentido. Transmite força e discernimento em momentos de dúvidas e desorientação. Estimula o centro psíquico do coração, criando espaço para a meditação, assim como o olíbano e

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor o sândalo, canaliza a energia

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

o sândalo, canaliza a energia para o interior. Relaxante, com poder sedativo na ansiedade e tensão nervosa. Formas de uso:

Sinergia purificadora que desperta a força espiritual e cria um ambiente propício a meditação: adicione 5 gotas de OE de cedro Atlas, 4 gotas de OE de olíbano, 3 gotas de OE de sândalo amyris, 3 gotas de OE de cipreste e 3 gotas de OE de lima destilada no difusor de aromas ambiental; Fricção na sola dos pés para aliviar dores nas pernas: pingue 4 gotas de OE de cedro Atlas, 2 gotas de OE de alecrim qt. cineol e 2 gotas de OE de cipreste e friccione a sola dos pés e as panturrilhas; Inalação para descongestionar as vias aéreas: adicione 2 gotas de OE de cedro Atlas, 5 gotas de OE de eucalipto globulus, 2 gotas de OE de hortelã pimenta e 5 gotas de OE de tea tree em uma bacia com água quente, cubra a cabeça com uma toalha e inale; Massagem para acalmar a tosse: antes de dormir, pingue 5 gotas de OE de cedro Atlas em uma colher de OV e massageie a garganta e o peito; OV aromatizado para aliviar coceiras: pingue 5 gotas de OE de cedro Atlas em uma colher de OV e aplique sobre a área afetada por coceiras; Para trazer integridade e constância na caminhada espiritual em momentos de fraqueza:

pingue 3 gotas de OE de cedro Atlas no colar aromático individual; Tratamento coadjuvante ao combate a cândida albicans: adicione 5 gotas de OE de cedro Atlas, 5 gotas de OE de tea tree e 5 gotas de OE de gerânio ao banho de assento, duas vezes ao dia, durante 21 dias; Tratamento de redução de celulite, estrias e edemas: faça uma sinergia com 10 gotas de OE de cedro Atlas, 5 gotas de OE de ylang-ylang, 5 gotas de OE de anis estrelado, 5 gotas de OE de grapefruit e 5 gotas do OE de alecrim qt. cineol. Friccione todo o corpo com essa sinergia. Ou adicione 70 gotas da sinergia em 120ml de OV, para massagem e drenagem linfática.

em 120ml de OV, para massagem e drenagem linfática. Cipreste Cupressus sempervirens “OE da transformação”
em 120ml de OV, para massagem e drenagem linfática. Cipreste Cupressus sempervirens “OE da transformação”

Cipreste Cupressus sempervirens

“OE da transformação”

Família: cupressaceae. Etimologia: do latim sempervirens, significa: “sempre verde”. Considerada a planta “guardiã da vida eterna.” Origem: regiões mediterrâneas, Grécia, Turquia, Tunísia e Líbia. Parte da planta utilizada: galhos, folhas e gálbulas (pinhas). Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Considerado a primeira opção para o tratamento de problemas circulatórios, age na circulação dos líquidos corporais. Descongestionante venoso e linfático, indicado para tratar hemorróidas, varizes, flebite e trombose. Ajuda na distribuição do líquido intersticial, reduz a retenção de líquidos (edemas), tonifica o tecido conjuntivo fraco, elimina congestão linfática, combate a celulite. Anti-inflamatório e adstringente, usado nos cuidados da pele mal irrigada, elimina acne, abcessos, cistos sebáceos, furúnculo e inflamações purulentas. Regulador do sistema hormonal, coadjuvante no combate a sudorese dos pés e das mãos.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Antifúngico, combate micoses e frieiras.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Antifúngico, combate micoses e frieiras. Auxilia tratamentos de infecções respiratórias, resfriados, sinusite e congestão nasal. Mucolítico, combate bronquite aguda. Coadjuvante em tratamentos de dores musculares, artrite, reumatismo. Desinfetante bucal, mau-hálito (bochecho pós escovação). Antioxidante, útil em preparações cosméticas, cremes, etc. Usado em shampoos contra seborréia e caspa. Trata incontinência urinária infantil. Descongestionante da próstata. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 40-55% alfa-pineno (ação circulatória), 25% gama-3-carene; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 15% delta-3-careno, 0,6% cariofileno-D; Álcool sesquiterpênico: 21% cedrol. Toxicidade: em peles muito sensíveis poderá eventualmente causar leve irritação se usado puro. Pode ser usado puro sobre a pele em uma pequena área. Para uso em áreas maiores utilize junto a um OV carreador. Contraindicações: desaconselhável o uso em gestantes, lactantes e patologias cancerígenas hormono-dependentes. Aromacologia: “OE da transformação” Este aroma tem a habilidade de auxiliar a conexão do ser humano com a sabedoria universal. Conduz ao desabrochar da sabedoria interior levando ao amadurecimento da personalidade. Incentiva o silêncio interno, induzindo a introspecção e auto-avaliação. Traz aceitação, apaziguando os conflitos e desfazendo as culpas internas, eliminando mágoas e tristezas antigas. Este OE possui frequências que estão em transição entre o mundo físico e o espiritual, por isso pode ser usado para dar assistência durante a passagem do plano físico para o espiritual. Ajuda na superação da perda de entes queridos aportando conforto ao coração. Facilita a compreensão do sofrimento. Traz proteção energética para aqueles que sentem-se inseguros ou que perderam o propósito. Pode ser usado para se obter suporte e força para seguir em frente. Formas de uso:

Banho de assento para combater hemorróidas: pingue 8 gotas de OE de cipreste, 4 gotas de OE de cedro Atlas, 3 gotas de OE de lavanda francesa e 4 gotas de OE de alecrim qt. cineol na água fria para o banho de assento; Compressa local para aliviar hemorróidas com sangramento: pingue 2 gotas de OE de cipreste, 1 gota de OE de lavanda francesa, 1 gota de OE de patchouli, 1 gota de OE de copaíba destilada e 2 gotas de OE de sândalo amyris em um algodão e aplique localmente; Fricção para dores nas pernas, pernas pesadas, tornozelos inchados: pingue 10 gotas de OE de cipreste em cada perna, friccione vigorosamente; Óleo de massagem para incontinência urinária infantil: adicione 20 gotas de OE de cipreste e 6 gotas de OE de gerânio em 30ml de OV de jojoba. Massageie o abdome e os pés da criança todas as noites durante 1 mês; Óleo de massagem para tratar varizes: adicione 40 gotas de OE de cipreste, 10 gotas de OE de limão, 10 gotas de OE de hortelã pimenta e 10 gotas de OE de lima destilada em 120ml de sinergia vegetal; Para apaziguar conflitos internos e o sentimento de culpa: pingue 3 gotas de OE de cipreste no colar aromático individual;

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Para canalizar as idéias para

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Para canalizar as idéias para o essencial e concretizá-las: aplique todas as manhãs 3 gotas de OE de cipreste no meio da planta dos pés (no ponto reflexo do plexo-solar), 1 gota no o chakra cardíaco e 2 gotas na palma das mãos. OBS: A utilização do OE de cipreste em tratamentos de reflexologia ajuda no processo de desintoxicação.

de reflexologia ajuda no processo de desintoxicação. Citronela Cymbopogon winterianus “OE repelente”

Citronela Cymbopogon winterianus

“OE repelente”

Família: Poaceae Etimologia: Cymbopogon winterianus, designa a citronela que vem de Java, é de qualidade superior por possuir maior concentração de citronelal (anti-inflamatório); Cymbopogon nardus, é a espécie de citronela encontrada no Ceilão e possui menor concentração de citronelal. Origem: Java - Indonésia. Parte da planta utilizada: folhas. Forma de extração: destilação à vapor das partes aéreas frescas ou secas. Rendimento: 100 kg folhas/1kg de OE. IAC (instituto agronômico de Campinas) Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Repelente de insetos, afasta moscas e mosquitos. Previne picadas de mosquitos. Anti-infeccioso, antibacteriano, antifúngico, antisséptico aéreo e anti-inflamatório. Trata a inflamação causada pela picada de insetos. Também é usado na medicina popular para combater dores reumáticas e artrite. Componentes moleculares:

Álcool monoterpênico: 15-24% geraniol, 12-15% citronelol; Aldeído: 33-45% citronelal; Éster: 3-8% acetato de geranila, 2-4% citronelina. Toxicidade: em doses elevadas pode provocar enjôo e náuseas. Contraindicações: desaconselhável a ingestão. Aromacologia: “OE repelente” Repele energia negativa que suga e invade. Descongestiona a energia vital. Formas de uso:

Micoses (uso tópico): pingue 2 gotas de OE de lavandin, 1 gotas de OE de camomila azul e 1 gotas de OE de citronela na área afetada; Óleo protetor de ataque de insetos: adicione 30 gotas de OE de citronela, 20 gotas de OE de eucalipto citriodora, 5 gotas de OE de palmarosa, 10 gotas de OE de cedro Atlas e 10 gotas de copaíba destilada a 120 ml de qualquer OV. Bom passeio ao ar livre nas matas tropicais; Picadas de insetos (uso tópico): pingue 1 gotas de OE de lavanda francesa e 1 gota de OE de citronela na área afetada; Repelir insetos: Adicione 5 gotas de OE de citronela, 2 gotas de OE de gerânio, 2 gotas de OE de eucalipto citriodora, 2 gotas de OE de lemon grass e 2 gotas de OE de cedro Atlas no difusor de aromas elétrico ou à velas. Outra opção é adicionar ao spray de aromas ambiental 50ml de álcool de cereais, 50ml de água deionizada, 30 gotas de OE de citronela, 20 gotas de OE de eucalipto citriodora, 7 gotas de OE de gerânio e 10 gotas de OE de cedro Atlas. Borrife o ambiente

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor com esta sinergia; Reumatismo e

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com esta sinergia; Reumatismo e dores musculares: adicione 20 gotas de OE de citronela, 20 gotas de OE de alecrim qt. cânfora, 20 gotas de OE de pimenta preta e 10 gotas de OE de bétula doce ou wintergreen em 120ml de OV de gergelim.

de bétula doce ou wintergreen em 120ml de OV de gergelim. Copaíba bálsamo Copaifera officinalis “OE

Copaíba bálsamo Copaifera officinalis

de OV de gergelim. Copaíba bálsamo Copaifera officinalis “OE do rejuvenescimento” Na cultura indígena brasileira

“OE do rejuvenescimento”

Na cultura indígena brasileira “(

que as feridas deixassem nenhuma cicatriz.” Famíla: Leguminosae. Sub-família: Caesalpenoideae. Etimologia: Kupa-yba, do Tupi, significa “árvore de depósito”. Origem: região tropical da América Latina e África Ocidental. Forma de extração: perfuração do tronco (método de trado). Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Ação antioxidante em maior potencial do que a copaíba destilada. rejuvenescedor de peles maduras, redução de manchas e rugas, dá brilho à pele. Anti-inflamatório e antireumático, combate artrite, bursite em menor grau que a copaíba destilada. Cicatrizante e anti-infeccioso, trata feridas, úlceras, tromboses, gastrites, cistite, uretrite diminui a acidez estomacal, em menor grau que a copaíba destilada.

era a essa resina-óleo que eles apelavam quando não queriam

)

a essa resina-óleo que eles apelavam quando não queriam ) Copaíba destilada Copaifera officinalis “OE da

Copaíba destilada Copaifera officinalis

não queriam ) Copaíba destilada Copaifera officinalis “OE da segurança” Famíla: Leguminosae. Sub-família:

“OE da segurança”

Famíla: Leguminosae. Sub-família: Caesalpenoideae. Etimologia: Kupa-yba, do Tupi, significa “árvore de depósito”. Origem: região tropical da América Latina e África Ocidental. Forma de extração: perfuração do tronco (método de trado), para posterior destilação a vapor do óleo-bálsamo resina. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Anti-inflamatório e antireumático, combate artrite, bursite. Cicatrizante e anti-infeccioso, trata feridas, úlceras, tromboses, gastrites, cistite, uretrite diminui a acidez estomacal, . Antioxidante, rejuvenescedor de peles maduras, redução de manchas e rugas, dá brilho à pele. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto sesquiterpênico: 72-90%: beta-bisaboleno (antiúlceral, antiviral), bisabolol (anti-inflamatório e analgésico), beta-elemeno (anticancerígeno cérvico), cariofileno (bactericida, anti-inflamatório). Toxicidade: alguns componentes ultrapassam a barreira placentária e também se difundem no leite

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor materno. Porém, não há informação

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materno. Porém, não há informação de ser abortivo. (Tiserand, 1995) Contraindicações: melhor ser evitado durante a gestação e lactação. Aromacologia: “OE da segurança” Auxilia o rejuvenescimento da psiquê, pois traz consigo a informação da cicatrização. Pode cicatrizar as feridas da alma e do coração. Com a frondosidade de seu caule, o porte dessa árvore aporta amparo psíquico, segurança e centramento para os momentos de mudanças. Indicado para a alma envelhecida, ranzinza, aborrecida e fechada para o novo. Formas de uso:

Afecções da pele (uso tópico): pingue 3 gotas de OE de copaíba destilada na área afetada; Afecções da pele: pingue 100 gotas de OE de copaíba destilada em 120ml de OV; Desodorante natural: aplique topicamente 4 gotas em cada axila; Efeito rejuvenescedor sobre pele e cabelos: adicione alguma gotas de OE de copaíba destilada a cremes, loções corporais e shampoos; Gargarejo para dor de garganta: pingue 3 gotas de OE de copaíba destilada em 1 copo de água. Gargareje 3 vezes ao dia; Inflamação ou infecção oral: pingue 7 gotas de OE de copaíba destilada em um copo de água e bocheche.

de OE de copaíba destilada em um copo de água e bocheche. Cravo Eugenia cariophyllus Syn:

Cravo Eugenia cariophyllus Syn: Syzygium aromaticum

O óleo essencial de cravo pode ser extraído dos botões secos, folhas e haste da planta. O OE extraído de qualquer uma dessas estruturas vegetais é considerado antisséptico, analgésico e antibacteriano, combatendo um grande números de bactérias. O componente em maior concentração no OE de cravo é o eugenol, seguindo o β-cariophileno, acetato de eugenila, α-humulene e óxido de caryophyleno. Esses componentes encontram-se em diferentes concentrações nas diferentes estruturas do vegetal. A concentração dos componentes químicos ainda pode variar dependendo da origem geográfica do OE. Concentração de Eugenol no OE de cravo proveniente da Indonésia:

Botão: 72.08 - 82.36%; folha: 75.04 - 83.58%; haste: 87.52 - 96.65%. Concentração de β-cariophileno no OE de cravo proveniente da Indonésia:

Botão: 2.76 - 8.64%; folha:11.65 - 19.53%; haste: 1.66 - 9.7%. Concentração de acetato de eugenila no OE de cravo proveniente da Indonésia:

Botão: 8.6 - 21.3%; folha: 0 - 1.45%; haste: 0.07 - 2.53%. Concentração de humuleno no OE de cravo proveniente da Indonésia:

Botão: 1.38 - 2.17%; folha: 0.34 - 1.04% ; haste:0.22 - 1.31%.

Cravo botão Eugenia cariophyllus Syn: Syzygium aromaticum “OE da mudança” Formação em Aromaterapia - Curso
Cravo botão Eugenia cariophyllus Syn: Syzygium aromaticum “OE da mudança” Formação em Aromaterapia - Curso
Cravo botão Eugenia cariophyllus Syn: Syzygium aromaticum “OE da mudança” Formação em Aromaterapia - Curso

Cravo botão Eugenia cariophyllus Syn: Syzygium aromaticum

“OE da mudança”

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Família: Mirtaceae. Etimologia: deriva do grego Karyophyllon, significa “folha-noz”. Origem: Filipinas, Indonésia, Malásia, paquistão, Madagascar, Zamzibar e ilhas Moluccas. Parte da planta utilizada: botões florais secos. Forma de extração: destilação a vapor. Rendimento: 50 kg de folhas/1Kg OE. Monica Werner. Guide de L’Aromatherapie, 2007. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

O uso tradicional do OE de cravo botão está estreitamente relacionado aos cuidados orais. Seu uso como antisséptico e analgésico é apreciado em todo o mundo. Estudos comprovaram sua ação antibacteriana associada a doenças periodontais. Porém, não é apenas no combate da placa bacteriana oral que esse OE tem sido usado. Este OE tem sido apreciado também no combate a Escherichia coli, Salmonella enteric e Staphylococcus aureus. Pesquisas também estão sendo realizadas para comprovar o uso empírico deste OE por séculos como antifúngico, antialérgico, antioxidante, anticarcinogênico, antimutagênico e inseticida. Toxicidade: dermoagressivo. O uso puro sobre a pele pode causar reações alérgicas. Irritante das mucosas genitais. Não deve-se exagerar no consumo do cravo. Aconselha-se evitar o uso interno por pessoas com sensibilidade gástrica. Contraindicações: pode provocar contrações na musculatura do útero, desaconselhável o uso durante toda a gestação. Aromacologia: “OE da mudança” Esse OE é um importante aroma na confecção de incensos na China e Japão para serem queimados evocando o afastamento de espíritos intrusos com uma baixa frequ6encia vibratória. Na Indonésia este OE era introduzido no tabaco para que os trabalhadores tivessem mais força para o trabalho e na tentativa de que associação deste aroma com o tabaco inibisse a fome. Este aroma estimula o movimento, restaura as defesas naturais da pisquê, motivando as respostas do corpo e da mente ao stress. Indicado para quem necessita de força, ânimo e motivação para mudar. Formas de uso: ver cravo folha.

e motivação para mudar. Formas de uso: ver cravo folha. Cravo folha Eugenia cariophyllus Syn:Syzygium aromaticum
e motivação para mudar. Formas de uso: ver cravo folha. Cravo folha Eugenia cariophyllus Syn:Syzygium aromaticum

Cravo folha Eugenia cariophyllus Syn:Syzygium aromaticum

“OE da liberação energética”

Família: Mirtaceae. Etimologia: deriva do grego Karyophyllon, significa “folha-noz”. Origem: Filipinas, Indonésia, Malásia, paquistão, Madagascar, Zamzibar e ilhas Moluccas. Parte da planta utilizada: folhas e botões florais secos. Forma de extração: destilação a vapor.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Rendimento: 50 kg de folhas/1Kg

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Rendimento: 50 kg de folhas/1Kg OE. Monica Werner. Guide de L’Aromatherapie, 2007. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Anestésico e analgésico odontológico, anti-infeccioso, usado para combater aftas, dor de garganta, mau-hálito, tosse seca alérgica. Fungicida, trata unhas encravadas, fungos de unha, frieiras, combate bromidose (chulé). Estimulante geral, imunoestimulante. Estimula a tireóide, coadjuvante no tratamento ao hipotireoidismo. Hipertensor e urotônico. Digestivo, o cravo botão tem sido usado na medicina popular balinesa como coadjuvante em tratamentos para o emagrecimento. Afrodisíaco leve. Toxicidade: dermoagressivo. O uso puro sobre a pele pode causar reações alérgicas. Irritante das mucosas genitais. Não deve-se exagerar no consumo do cravo. Aconselha-se evitar o uso interno por pessoas com sensibilidade gástrica. Contraindicações: pode provocar contrações na musculatura do útero, desaconselhável o uso durante toda a gestação. Aromacologia: “OE da liberação energética” Aroma excitante, inspirador e ativador, ao se difundir no ambiente muda o foco da energia da contemplação para a ação. A mensagem do cravo é: mova-se, faça as coisas acontecerem. Aporta a vibração da persistência, necessária para as finalizações e continuidades. Auxilia o rompimento da barreira do desânimo e cansaço. Faz a assepsia energética ambiental, limpando o ambiente de miasmas, libera a energia psíquica antiga impregnada em objetos, roupas, ambientes, incentivando o desapego. Revitalizante. Indicado para momentos onde necessita-se energia de ação para realizar mudanças, finalizar tarefas físicas, dar continuidade em projetos. Tem sido usado para equilibrar os biotipos ayurvédicos Kapha e Vata. Formas de uso:

Bochecho para afecções dentárias, gengivite e mau-hálito: adicione 1 à 2 gotas do OE de cravo (botão ou folha) e 4 gotas de OE de copaíba (bálsamo ou destilada) em um copo de água, bochechar após todas as escovações em momentos de crises odontológicas. Como medida profiláxica bochechar após a última escovação à noite; Escalda pés: para tratar micoses de pé, unhas encravadas, dores nos pés, adicione 4 gotas de OE de cravo folha na água morna. Caso sentir ardência nos pés, adicione leite em pó a água do escalda pés; Fricção digestiva para náuseas e diarréia: faça uma sinergia com 1 gota de OE de cravo (botão ou folha), 1 gota de OE de gengibre, 1 gota de OE de orégano e 10 gotas de OE de lavanda francesa. Pingue 3 gotas desta sinergia em uma colher de sopa de OV e friccione o abdome; Para romper as barreiras do desânimo e fazer as coisas acontecerem: pingue 3 gotas de OE de cravo (botão ou folha) no colar aromático individual; Spray aromático desinfetante: misture 60ml de água deionizada e 60ml de álcool de cereais, adicione a esta solução 20 gotas de OE de cravo (botão ou folha) e 60 gotas de OE de limão siciliano. Borrife o ambiente; Spray aromático de limpeza energética e liberação de miasmas: misture 60ml de água deionizada e 60ml de álcool de cereais, adicione a esta mistura 20 gotas de OE de cravo (botão ou folha), 20 gotas de OE de limão siciliano, 10 gotas de OE de eucalipto citriodora, 10 gotas de OE de tea tree e 10 gotas de OE de olíbano. Borrife o ambiente com esta sinergia; Sinergia aromática coadjuvante em dietas de emagrecimento: pingue 2 gotas de OE

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor de cravo botão, 2 gotas

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

de cravo botão, 2 gotas de OE de pimenta preta e 3 gotas de OE de patchouli no colar aromático individual;

Uso tópico para frieiras: pingue 2 gotas de OE de cravo folha, 1 gota de OE de orégano e 2 gotas de OE de tea tree em uma colher de sopa de OV e aplique sobre a área afetada;

Uso tópico para combater verrugas 3 : pingue em cima da verruga 2 gotas de OE de cravo folha, 1 gota de OE de canela casca e 1 gota de OE de orégano.

1 gota de OE de canela casca e 1 gota de OE de orégano. Eucalipto globulus

Eucalipto globulus Eucalyptus globulus

“OE da assertividade”

Família: Mirtaceae. Etimologia: de origem grega eu = bem e kalyto = coberto, “bem coberto”, em referência aos brotos revestidos por uma membrama semelhante a uma taça, descartada na floração. Acredita-se que os eucaliptos são as árvores mais altas do mundo. WERNER, 2007. Origem: Austrália e Tasmânia. Parte da planta utilizada: folhas e extremidades dos ramos. Forma de extração: destilação a vapor. Rendimento: 50 kg de folhas/1/2Kg OE. Monica Werner. Guide de L’Aromatherapie, 2007. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Este OE auxilia a liberação do fluxo respiratório. Expectorante, anticatarral, mucolítico, usado para tratar sintomas de resfriados como nariz entupido, catarro, coriza, rinite, sinusite, otite, tosse, dores no corpo, amigdalite, laringite, bronquiopneumonia, asma. Imunoestimulante. Febrífugo, antimicrobiano e anti-séptico combate Stafilococus, Streptococus, Pneumococus, Candida albicans das vias respiratórias e urinárias. Analgésico, utilizado para amenizar dores musculares, ciática, lombalgias, tendinites. Antisséptico, ferimentos, dermatites e dermatoses (DUPONT, 2002). Antidiabético, hipoglicemiante (Dr. VALNET, 1998). Componentes moleculares:

Óxido: 85% 1,8-cineol (mucolítico, infecções respiratórias, alivia dores musculares); Hidrocarboneto monoterpênico: 4% limoneno, 3% canfeno, 2% alfa-pineno; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 2,1% aromadreno; Álcool monoterpênico: 0,6% alfa-terpineol; Álcool sesquiterpênico: 2,6% trans-pinocarveol; Cetona: 0,2% pinocarvona (mucolítico). Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: desaconselhável o uso em crianças menores de dois anos de idade na região peitoral e garganta e durante ataques de epilepsia. Aromacologia: “OE da assertividade” Seu aroma fortalece o foco mental, a lucidez e a assertividade. Ajuda a sintetização das idéias, capacitando a conclusão de tarefas intelectuais. Dissipa a tristeza, auxilia a expressão das idéias e sentimentos, liberando a criatividade. Renova, traz a fragrância do novo, limpo, desinfetado.

3. Verrgugas: crescimento epidérmico benignos causados por infecção dos queratinócitos pelo papilomavírus.

www.terra-flor.com - atendimento@terra-flor.com - (62) 3446.1965

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Indicado para o despertar do

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor

Indicado para o despertar do curador interno. Formas de uso:

Compressas febrífugas: pingue 5 gotas de OE de eucalipto globulus em cada panturrilha, friccione o OE vigorosamente e aplique compressas bem frias sobre as panturrilhas. Troque a compressa fria pelo menos 6 vezes; Difusor de aromas para desinfetar o ambiente e prevenir infecções contagiosas: pingue 10 gotas de OE de eucalipto globulus no difusor de aromas ambiental; Fricção nos pés para acalmar a tosse: pingue 3 gotas de OE de eucalipto globulus em cada planta do pé, friccione para acalmar a tosse de crianças; Fricção respiratória: pingue 4 gotas de OE de eucalipto globulus na região peitoral e massageie suavemente. Excelente para acalmar a tosse de adultos e aliviar os sintomas desagradáveis da gripe como dores no corpo; Inalação: pingue 15 gotas de eucalipto globulus em uma bacia de água quente. Cubra a cabeça com uma toalha e inale profundamente; Para aportar foco mental, assertividade e sintetização para a mente: pingue 2 gotas de OE de eucalipto globulus no colar aromático individual.

de OE de eucalipto globulus no colar aromático individual. 3 Gengibre Zingiber officinalis “OE do poder
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Gengibre Zingiber officinalis

“OE do poder pessoal”

Família: Zingiberaceae. Etimologia: o nome origina-se da região indiana chamada de Gingi. Origem: Ilha de Java, Índia e China. Parte da planta utilizada: rizomas frescos. 80% do conteúdo dos rizomas é água. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Digestivo, regula desordens do aparelho digestório como: flatulências, constipação, náuseas, vômito; Tônico para digestão lenta; Aperiente. Anti-inflamatório e antálgico trata inflamações articulares e musculares, ciática, bursite, tendinite, reumatismo e amigdalite e torcicolo. Fluidificante, desintoxicante sanguíneo, lipolítico, redutor de colesterol, evita a formação de coágulos de gordura no sangue. Tônico sexual, afrodisíaco masculino. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 2,5% alfa-pineno, 8% canfeno, 0,4% beta-pineno, 0,9% mirceno, 3,1% limoneno, 4,2% felandreno;

Hidrocarboneto sesquiterpênico: 30% beta-sesquifelandreno (9%) e beta-curcumene (8%);

Álcool monoterpênico: 0,6% linalol, 2% citronelol; Álcool sesquiterpênico: 0,8% nerolidol, 0,2% elemol, 0,4% zingiberol e alfa- bisabolol; Aldeído terpênico: 0,4% citronelal, 0,2% felandral, 0,5% neral, 0,9% geranial; Cetona: 0,4% gingerona. Toxicidade: poderá causar irritação em peles mais sensíveis se usado puro sobre a pele. Contraindicações: desaconselhável o uso nos três primeiros meses de gestação.

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Aromacologia : “OE do poder

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Aromacologia: “OE do poder pessoal” Seu aroma penetrante promove o enraizamento, direcionando a mente e dissipando as dúvidas. Aporta coragem e incentiva o sentimento de ser capaz. Facilita o posicionamento e acalma a apreensão advinda da necessidade de corresponder as expectativas dos outros, situação que causa restrição das habilidades individuais. Afrodisíaco masculino. Formas de uso:

Cocktail afrodisíaco: pingue 2 gotas de OE de gengibre, 2 gotas de OE de hortelã pimenta e 3 gotas de OE de limão siciliano em uma colher de sopa de mel, dilua tudo em um copo d’água gelada e gasosa com xarope de guaraná;

Desintoxicação e prevenção de coágulos no sangue: pingue 3 gotas de OE de gengibre e 3 gotas de OE de limão siciliano em um copo d’água. Beba esta mistura 3 vezes ao dia, antes das refeições, durante 15 dias; Fricção afrodisíaca: adicione 50 gotas de OE de gengibre, 5 gotas de OE de alecrim qt. cineol, 5 gotas de OE de cravo botão ou folha, 5 gotas de OE de canela casca e 5 gotas de OE de ylang-ylang em 120ml de OV. Friccione a coluna vertebral, o plexo solar e a nuca, com esta sinergia, pela manhã e à noite; Óleo de massagem para dores musculares e articulares: adicione 40 gotas de OE de gengibre, 20 gotas de OE de pimenta preta e 20 gotas de OE de alecrim qt. cineol em 120ml de OV de semente de uva; Para facilitar enraizamento e o posicionamento: pingue 3 gotas de OE de gengibre no colar aromático individual;

3 gotas de OE de gengibre no colar aromático individual; 3 Gerânio Pelargonium graveolens “OE da
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Gerânio Pelargonium graveolens

“OE da feminilidade”

Família: Geraniaceae. Etimologia: Origina-se do grego pelargos, que significa “cegonha”. Origem: África do Sul, Algéria, Ilhas Reunião, Madagascar. Parte da planta utilizada: planta florida. Forma de extração: destilação a vapor. Característica da planta: a família Geraniaceae compreende 11 gêneros de distribuição mais abundante nas zonas temperadas de todo o mundo. No Brasil, especificamente no sul ocorre espointâneamente apenas 1 gênero dessa família o Geranium. Na aromaterapia o gênero mais utilizado é o Pelargonuim. São plantas herbáceas, raramente subarbustivas com folhas inteiras ou fendidas, de disposição alternas, com estípulas. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

É um Hormon-like, regula as taxas hormonais masculinas e femininas. Estimula o córtex adrenal, responsável pela produção de hormônios sexuais, auxiliam a regulação do aparelho reprodutor feminino, ameniza sintomas como: cólicas, TPM, inchaço nos seios, menstruação excessiva, falta de menstruação, sintomas da pré-menopausa (climatério) e pós-menopausa. Também regula a produção hormonal do aparelho reprodutor masculino, equilibra a produção e distribuição da testosterona, sendo muito útil em casos de prostatite. Tem sido usado no tratamento de distúrbios de mama e de útero em cataplasma de argila. Anti-inflamatório e fungicida. Combate candida albicans e leucorréia (corrimento vaginal).

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Estimulante da circulação linfática e

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Estimulante da circulação linfática e diurético, reduz edemas, celulite e o inchaço nos tornozelos. Favorece a assimilação dos açúcares e do amido, tornando-se, desta forma, um coadjuvante no tratamento da diabetes. Estimula primariamente a produção de insulina. Usado para tratar problemas de pele, tem ação regeneradora e hidratante do tecido epitelial, citofilático, regula a oleosidade da pele, útil no tratamento de peles oleosas, envelhecidas, ressecadas, enrugadas, eczematosas e acnéicas, trata psoríase. Tônico nervoso. Aquece o corpo e acalma a mente. Bom para combater fadiga e falta de ânimo. Componentes moleculares:

Álcoois monoterpênicos: 20% geraniol, 9% linalol, 30% citronelol; Aldeídos: 7% geranial, 3% citronelal. Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: desaconselhável o uso nos três primeiros meses de gestação. Aromacologia: “OE da feminilidade” Seu aroma sutil e suave transfere a energia arquetípica do sagrado feminino, para o plano físico. A frequência energética deste OE permite a materialização da energia sutil, sendo muito útil em momentos de transformação interior. Aporta equilíbrio e estabilidade emocional em momentos de crise existencial, oferecendo calor e conforto. Traz a possibilidade de abertura do chakra cardíaco e faz a conexão com o inconsciente, liberando memórias traumáticas e dolorosas que foram guardadas no coração. Auxilia a cura da dor emocional. Combate o medo, insegurança e timidez, estimula a autoestima, ameniza a depressão e falta de confiança. Indicado para depressão proveniente de mudanças hormonais na época dos ciclos menstruais, climatério e menopausa. Ajuda a criar um ambiente positivo. Formas de uso:

Creme antioxidante: adicione 3 gota de OE de gerânio ao creme facial diurno. Favorece a circulação e rejuvenesce a pele; Fricção para TPM, menopausa (regula a hipo e hiper secreção de hormônios sexuais):

pingue 5 gotas de OE de gerânio e 5 gotas de OE de sálvia sclarea sobre a coluna vertebral e friccione vigorosamente, ou pingue 5 gotas de OE de gerânio e 5 gotas de OE de sálvia sclarea na planta dos pés friccionando-os; Para fortalecer a feminilidade e estabilizar as emoções: pingue 3 gotas de OE de gerânio no colar aromático individual; Para aqueles que não sabem dizer não: pingue 1 gota de OE de gerânio sobre o plexo solar e massageie a área com movimentos circulares no sentido horário; Para atrair boas energias e proteger as bagagens em viagens: pingue algumas gotas de OE de gerânio no dorso das mãos e sobre as bagagens; Para limpar a energia negativa, evitar visitantes não desejados e proteger a casa ou o local de trabalho: pingue 1 gota de OE de gerânio na entrada.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Hortelã pimenta Mentha x piperita

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Hortelã pimenta Mentha x piperita (híbrido
Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Hortelã pimenta Mentha x piperita (híbrido

Hortelã pimenta Mentha x piperita (híbrido da Mentha aquatica e Mentha spicata)

“OE da concentração”

Família: Lamiaceae. Etimologia: deriva do grego Minthe, deusa que segundo a mitologia transformou-se nessa erva. Origem: regiões mediterrâneas. Parte da planta utilizada: folhas e ramos secos. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

A mentona é responsável pela sensação de alerta que o OE propicia, ajudando a aumentar a concentração e a capacidade de memorização. Estimulante, revitalizante e energético. Digestivo. O mentol é hepatoestimulante e colagogo, ajuda no tratamento de digestões lentas e difíceis, náuseas, vômitos, mal-do-mar, mal-aéreo, mal-terrestre e labirintite. Vermífugo. Antiespasmódico digestivo, ameniza a cólica gastrointestinal, podendo ser útil no tratamento da síndrome do cólon irritável. Mucolítico, expectorante, antiespasmódico respiratório e antitussígeno. Em inalações, alivia os sintomas de problemas respiratórios, rinite alérgica, sinusite e coriza. Analgésico usado para combater cefaléia tensional, em alguns casos poderá atuar positivamente no combate inicial de enxaquecas. Antálgico, em casos de esmagamento de um dedo (anestesia o local, acalmando a dor imediatamente), diminui a dor de luxações. Resfria a pele e aquece a musculatura, sedativo neuromuscular, alivia dores musculares e articulares. Inibe a lactação, boa opção no final do período de aleitamento. Estimulante da circulação local, auxilia o tratamento de varizes e celulite. Antisséptico, utilizado em loções pós-barba e pós-depilação. Útil para tratar dermatites e eczema alérgico com coceiras na pele e mal cheiro dos pés. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 2,3% limoneno; Álcool monoterpênico: 38-48% mentol; Cetona: 30-65% mentona, 2% pulejona, 2% piperitona; Éster: 2,8% acetato de metila (nos galhos); Óxido: 8% 1,8-cineol. Toxicidade: pode apresentar dermoagressividade em peles sensíveis. Contraindicações: desaconselhável o uso durante a gestação e amamentação pela ação antigonadotrópica e estrogênica. Evitar o uso em ataques de epilepsia, convulsões, ataques asmáticos e fibrilação cardíaca. Não deve ser aplicado na região nasal ou facial de crianças com menos de 2 anos de idade, uma vez que poderá causar espasmos da glote e parada respiratória (Schulz; Hänsel & tyler, 2002). Aromacologia: “OE da concentração” Este aroma refresca, ameniza o fogo emocional, acalma temperamentos explosivos e excesso de emotividade. Dissipa irritação e intolerância, ajudando a encontrar o discernimento. Estimula o SN, aportando atenção e concentração. Conduz o estado de alerta. Indicado para momentos de letargia, preguiça e sonolência, onde as tarefas ainda não foram finalizadas e necessita-se de energia e concentração.

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Formas de uso:
Formas de uso:

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Alívio da dor de entorses, luxações, esmagamento de dedos e hematomas: pingue algumas gotas do OE de hortelã pimenta sobre a área afetada e massageie gentilmente; Aromatização ambiental estimulante para o início do dia: crie uma sinergia a seu gosto, com OE de hortelã pimenta, cipreste, tangerina, manjericão e alecrim qt. cineol; Chulé: pingue 2 gotas de OE de hortelã pimenta na planta dos pés e friccione-os. Em seguida, pingue 2 gotas de OE de hortelã pimenta e 2 gotas de OE de tea tree nos calçados; Difusão ambiental para aumentar a concentração e a memória, trazer objetividade deixando de lado a emotividade: adicione 15 gotas de OE de hortelã pimenta no rechauds ou adicione 80 gotas de OE de hortelã pimenta em uma solução de 50ml de álcool de cereais e 50ml de água deionizada numa embalagem spray. Borrife o ambiente; Enjôos de viagem, má digestão, enxaqueca: pingue 2 gotas de OE de hortelã pimenta em um copo de água gelada e beba; Fricção no dorso superior e cervical: pingue 3 gotas de OE de hortelã pimenta na cervical para relaxar a tensão muscular e aliviar a dor; Inalação para aliviar a sinusite e rinite alérgica: pingue 2 gotas de OE de hortelã pimenta no pulso, friccione-os e inale profundamente; Massagem no dorso superior em direção à cervical para aliviar enxaquecas e relaxar a tensão muscular cervical: adicione 80 gotas de OE de hortelã pimenta em 120ml de OV e massageie a área afetada; Para refrescar, acordar, animar e concentrar: pingue 3 gotas de OE de hortelã pimenta no colar aromático individual.

de OE de hortelã pimenta no colar aromático individual. Laranja Doce Citrus aurantium var. dulcis -

Laranja Doce Citrus aurantium var. dulcis - Citrus sinensis

Laranja Doce Citrus aurantium var. dulcis - Citrus sinensis “OE das crianças” Família: Rutaceae. Etimologia:

“OE das crianças”

Família: Rutaceae. Etimologia: provém do vocábulo árabe narandj. Foi introduzida no mediterrâneo pelos portugueses no século XV. No século XVI chega a América do Norte, onde adquire, no século posterior, uma grande importância industrial. Existem diferentes espécies de laranja, sendo a duas espécies mais encontradas no mercado internacional a laranja pera (Citrus aurantium var. dulcis - Citrus sinensis) e a laranja amarga ou laranja da terra (Citrus aurantium var. amara; Citrus bigaradia). As indicações terapêuticas são similares com pequenas diferenciações. Sinônimos populares: laranja pera. Origem: sudeste da Ásia, Indochina, sul da China e Índia. Parte da planta utilizada: casca. Forma de extração: prensagem a frio. Rendimento: 100Kg de cascas frescas do fruto maduro - 1/2Kg de OE. O Brasil é o maior produtor de OE de laranja doce. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Diurético, drena a linfa, útil em tratamentos de redução de edemas e celulite. Antiespasmódico (cólicas intestinais e espasmos digestivos). Digestivo (gases, prisão de ventre e má-digestão). Ansiolítico, equilibra o apetite via hipotálamo (falta de apetite, anorexia). Calmante cardíaco, acalma o mal-estar cardíaco ocasionado pela tensão nervosa, alivia a tensão em

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor consultórios odontológicos. Bom para aromatizar

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consultórios odontológicos. Bom para aromatizar salas de espera de dentistas. Relaxante do SN, acalma a agitação infantil, insônia. Hipotensor leve. Combate o nervosismo e a insônia, trata hiperatividade e bipolaridade. Hidratante da pele. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 80% limoneno; Álcool monoterpênico: 1,8% linalol, 1,5% geraniol; Aldeído: 0,5% citronelal, 1,1% n-octanal; Cetona: 1,8% carvona, 0,75% alfa-ionona; Cumarina e furanocumarina: aurapteno, bergaptole, iso-imperatorina (arteriodilatadoras, anti-inflamatórias, anti-microbianas). Toxicidade: fotossensível. Contraindicações: não expor-se ao sol até 6h após seu uso. Aromacologia: “OE das crianças” Seu aroma traz leveza ao ambiente, estimulando a alegria de viver e a autoconfiança. Purificador ambiental, limpa atmosferas viciadas. Traz alegria para os ambientes, combate inquietude, nervosismo, ansiedade e tristeza. Relaxa e acalma agitação infantil. Difundir OE de laranja antes de adormecer ajuda o desprendimento de preocupações cotidianas e conduz a um sono profundo e reparador. Formas de uso:

Banho sedativo pós choque (trauma): adicione 8 gotas de OE de petitgrain, 8 gotas de OE de laranja doce e 10 gotas de OE de lavanda francesa. Despeje o copo de leite na banheira; Difusão para desenvolver a comunicação, alegria, felicidade e paz: pingue 12 gotas de OE de laranja doce no rechauds ou difusor de aroma ambiental ou adicione 100 gotas de OE de laranja doce em uma solução de 50ml de álcool de cereais e 50ml de água deionizada, coloque toda a mistura em uma embalagem spray e borrife o ambiente; Fricção para adormecer: pingue 15 gotas de OE de laranja doce em 15ml de OV. Com esta sinergia, massageie a região do peito. Pode-se também pingar 10 gotas de OE de laranja doce em 10 ml de OV e friccionar a coluna vertebral ou 5 gotas na planta de cada pé e friccioná-los; Para acalmar e estimular a alegria de viver relaxadamente: pingue 3 gotas de OE de laranja doce no colar aromático individual.

gotas de OE de laranja doce no colar aromático individual. Lavanda francesa Lavandula officinalis L .;

Lavanda francesa Lavandula officinalis L.; Lavandula angustifolia Mill.

“OE do relaxamento”

Família: Lamiaceae. Etimologia: o nome lavanda foi criado na idade média, com sua origem do latim lavare, que significa “lavar”. Este nome com alusão a lavar, provêm do uso da lavanda durante as pestes do século XVIII. Origem: Pérsia, ilhas canárias e África do norte. Adaptou-se com perfeição nas regiões mediterrâneas altas. Forma de extração: destilação a vapor. Parte da planta utilizada: sumidades floridas.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Características da planta: entre 1700

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Características da planta: entre 1700 a 1924 a colheita de lavanda era feita manualmente pelas mulheres, crianças, pastores, ciganos e pequenos camponeses da Provence, sendo que 90% da lavanda utilizada era selvagem. A partir de 1920, a demanda do uso da lavanda cresce, pelo consumo das indústrias de perfumaria e cosméticos, desta forma a plantação começa a se desenvolver e inicia-se o processo de cultivo e colheita mais mecanizada. A partir de 1950, o cultivo da lavanda substitui quase que totalmente a lavanda selvagem. Na Provence, sul da França crescem espontaneamente três tipo de lavanda:

Lavanda stoechas (Lavan= dula stoecha): também conhecida por lavanda marítima, é citada a título botânico, pois não apresenta interesse para a indústria da perfumaria, jamais foi cultivada. Possui um aspecto morfológico muito diferente das outras lavandas, cresce e floresce em terrenos silicosos, ao contrário das outras variedades que necessitam dos solos calcários. Esta variedade cresce espontaneamente por toda a Provence. A lavanda normalmente é cultivada através de sementes, mas existem as lavandas clonais, que são reproduzidas por mudas. Como é o caso da variedade de Lavanda Maillette, advinda do nome de seu produtor (M. Maillette). Lavanda spica (Lavandula latifolia): também conhecida como lavanda macho ou lavanda das folhas largas. Diferencia-se da lavandula officinalis ou fêmea, por seu porte elevado e sua longa haste floral portando mais de uma inflorescência. Esta espécie desenvolve-se bem em terrenos secos e calcários, suportando bem o calor. Seu hábito é entre 500 a 600 metros de altitude. Floresce em agosto. Esta variedade de lavanda não é mais cultivada nem colhida na França. Na Espanha encontramos um pouco de seu cultivo. Lavanda fina (Lavandula vera-Delechamp (DC), ou Lavandula officinalis-Chaix, ou Lavandula angustifolia- P. Miller) : também conhecida como lavanda fina, verdadeira ou lavanda das folhas estreitas. Seu nome científico officinalis, demonstra a importância que a indústria farmacêutica lhe aportou e angustifolia, devido a seu aspecto morfológico de folhas estreitas em relação a espécie latifolia (spica). A lavanda verdadeira forma tufos bem menores que a lavanda latifolia (spica), sua haste floral é curta, sem ramificações, variável em forma e coloração. Bastante resistente ao frio, floresce acima dos 600m até 1400m de altitude. Floresce do fim de junho ao final de agosto, dependendo da altitude e das condições climáticas. Como a lavanda latifolia (spica) a lavanda fina possui um sistema de reprodução sexuada por sementes. Cada tufo de lavanda verdadeira, cresce de uma semente particular, sendo desta forma geneticamente diferente da sua vizinha. Por isso, observamos grande variedade nos aspectos das plantas entre elas. Não somente a forma das inflorescências, mas também a coloração das flores que vão desde o azul claro, ao violeta mais intenso. As vezes aparecem flores rosas ou brancas. Estas diferenças não se dão apenas no aspecto morfológico exterior, elas se estendem a composição química e a qualidade olfatória dos OE. Quando encontramos lavanda verdadeira abaixo de 600m de altitude, a tendência é a hibridização com a latifolia (spica). Da hibridização espontânea realizada por insetos, principalmente abelhas, e a polinização artificial desenvolvem-se espécies híbridas, denominadas de lavandins. (Christiane Meunier- Lavadas & Lavandins, 1999). Propriedades terapêuticas e principais indicações:

OE seguro para ser usados em crianças e bebês. Tônico cardíaco. Ação reguladora do SN, relaxante, calmante e sedativo. Regula os distúrbios do sono e acalma o nervosismo. Acalma agitação de bebês. Antiespasmódico e analgésico, descontratante muscular, bom para cólicas e cãibras. Cicatrizante, antisséptico e anti-inflamatório, atua em picadas de insetos, ferimentos, assaduras de bebê, queimaduras, eczemas e acnes. Considerado como o OE “Rescue da Aromaterapia”.

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Componentes moleculares: Éster: 42-52% acetato

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Componentes moleculares:

Éster: 42-52% acetato de linalila; Álcool monoterpênico: 32-42%: linalol, geraniol, borneol, lavandulol; Hidrocarboneto monoterpênico: 0,1-0,6% alfa-pineno; 0,2% beta-pineno; 0,3% canfeno; 0,7% limoneno; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 1% caryofileno, 1,2% beta-farnaseno. Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Aromacologia: “OE do relaxamento” Relaxa, tranquiliza e acalma. Cria uma atmosfera pacífica, segura e conciliadora incentivando a ternura e amorosidade. Combate insegurança, carência afetiva e insônia. Formas de uso:

Aromatização para o relaxamento no final do dia: crie uma sinergia a seu gosto com OE de lavanda francesa, manjerona, pinho da Sibéria, petitgrain e ho wood. Pingue 12 gotas da sinergia no difusor de aromas ambiental; Cólicas e nervosismo do bebê: pingue 5 gotas de OE de lavanda francesa em 20ml de OV de semente de uva, massageie o abdome do bebê, ou adicione 2 gotas de OE de lavanda francesa na banheira; Massagem na região cardíaca: pingue 3 gotas de OE de lavanda francesa no peito e massageie a área suavemente. Acalma taquicardia, pressão alta, ansiedade; Óleo de massagem (para fortalecer a região do períneo antes do parto): misture 10ml de OV de rosa mosqueta, 5ml de OV de semente de uva, 15 gotas de OE de lavanda francesa, 10 gotas de OE de copaíba destilada e 5 gotas de OE de tea tree. Massageie a região do períneo à partir do sétimo mês de gestação; Óleo de massagem relaxante: pingue 40 gotas de OE de lavanda francesa, 20 gotas de OE de petitgrain, 10 gotas de OE de gerânio e 3 gotas de OE de ylang-ylang em 120ml de sinergia vegetal; Para espantar traças e insetos e acabar com o mofo: pingue algumas gotas de OE de lavanda francesa, OE de cravo (botão ou folha) e OE de vetiver em um sachê e coloque em armários e gavetas; Para os distúrbios do sono, insônia, angústia: pingue 2 gotas de OE de lavanda francesa no travesseiro, 4 gotas nos lençóis e 2 gotas na região cardíaca; Para tranquilizar a mente: pingue 3 gotas de OE de lavanda francesa no colar aromático individual.

de OE de lavanda francesa no colar aromático individual. Limão siciliano Citrus limonum “OE da clareza”

Limão siciliano

Citrus limonum

“OE da clareza”

Limão siciliano Citrus limonum “OE da clareza” Família: Rutaceae. Etimologia: deriva do árabe laimun

Família: Rutaceae. Etimologia: deriva do árabe laimun e do persa limun, palavras que se referem aos cítricos. Origem: Índia e Pérsia (atual Irã). Parte da planta utilizada: casca. Forma de extração: prensagem a frio.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Propriedades terapêuticas e principais indicações:

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Propriedades terapêuticas e principais indicações:

É considerado o OE da imunidade, da desintoxicação do sangue e da prevenção de epidemias.

Anti-infeccioso, antimicrobiano (antibacteriano e antiviral), desinfetante aéreo, útil na prevenção

de doenças contagiosas em casa, escolas, hospitais, quartos de enfermos e escritórios.

Este OE também é recomendado como protetor do organismo contra o resfriado comum e para melhorar as defesas contra as infecções virais (gripe, herpes zoster, etc.). Estudos recentes indicam ação imunomodulante para o OE de limão, isto é, em contato com o organismo irá inibir ou estimular o sistema imunológico, dependendo da necessidade. Em casos de

alergias poderá causar imunossupressão, diminuindo a liberação de histamina. Em caso de gripes ou resfriados este OE apresentará ação imunoestimulante, reforçando as defesas naturais do organismo, ativando a re-estruturação dos glóbulos brancos, regulando o metabolismo. O OE de limão é considerado um P-like Vitamin (a vitamina P, também chamada de Rutina , pertencente a classe dos bioflavonóides 4 , é solúvel em água e estimula a produção de leucócitos

T, responsáveis pela defesa do organismo). Devido a essa similaridade com a vitamina P, o OE de

limão poderá ser utilizado para as mesmas indicações da vitamina P, como:

- otimização da absorção da vitamina C, aumentando assim sua eficácia;

- ação sobre a microcirculação, diminuindo a permeabilidade capilar e aumentando a resistência

desses vasos aos efeitos desestruturantes dos radicais livres;

- tratamento para a insuficiência venosa, flebite e trombose;

- tônico venoso e proteção vascular, atuando na prevenção de acidentes vasculares de origem

hipertensiva ou diabética. Sendo também indicado para reduzir edemas, cãibras, sensação de peso

e dor nas pernas. Segundo Franchomme e pénoël (2001), o OE de limão reduz o sangramento associado com a fragilidade capilar. Podendo ser usado para tratar febre reumática 5 , artrite e hipertensão. Na medicina popular este OE também é indicado para tratar problemas relacionados à fragilidade capilar, atuando em sintomas de insuficiência venosa e linfática tais como varizes, flebite, hemorróidas, inchaços, trombose, deficiência circulatória, etc.

Segundo Texier (1989), a vitamina P, associada à vitamina C e a papaverina, pode tratar problemas de fragilidade e permeabilidade capilar que levam ao envelhecimento cerebral. Sugere-se o uso de OE

de

limão junto com a vitamina C como preventivo da aterosclerose e envelhecimento precoce.

O

OE de limão ainda é fluidificante e depurativo sanguíneo, diurético leve e lipolítico. Dissolve

depósitos de gorduras localizadas. É usado como coadjuvante na redução do colesterol e em dietas de emagrecimento. Desintoxica o fígado sendo útil em casos de insuficiência hepática, digestiva e no auxílio a tratamentos de tonturas provenientes de labirintite. Alcalinizante, atenua os sintomas de gastrite. É carminativo. Apresenta efeito litolítico, podendo ser usado como agente preventivo para evitar a formação de cálculos renais. Elimina excesso de oleosidade do couro cabeludo, indicado no combate a caspa. Antioxidante, mantém a jovialidade dos tecidos e previne o surgimento de rugas prematuras. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 55-65% de limoneno; 10% terpineno; 15% beta-pineno; 3% alfa-pineno; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 2,5-4% beta-bisaboleno; Aldeído: 0,65% geranial; Cumarina e furanocumarina: bergamotine, bergaptole, ombeliferone, citroptene;

4 Bioflavonóides: são pigmentos vegetais hidrossolúveis que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas, etc. São encontrados na polpa branca dos cítricos, damasco, pimentão verde, cereja, uva e tomate.

5. Febre reumática: é uma doença reumática, inflamatória, de origem auto-imune, em resposta do organismo a infecções pelo estreptococo (Streptococcus pyogenes).

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Fração não volátil: 2-4% flavonóides.

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Fração não volátil: 2-4% flavonóides.

Toxicidade: fotossensível. Contraindicações: não expor-se ao sol até 6h após seu uso. Aromacologia: “OE da clareza”

O aroma do OE de limão limpa, purifica e energiza o ambiente.

Clareia a mente, organiza os pensamentos, trazendo foco e centramento.

Combate a confusão e apatia, auxiliando no esclarecimento de conflitos emocionais através da razão. Em ambientes de trabalho aumenta a eficiência e a produtividade.

A limpeza energética realizada pelo aroma deste OE aporta positividade mental.

Formas de uso:

Difusão ambiental para estimular a produtividade e cooperação: pingue 7 gotas de OE de limão, 4 gotas de OE de may chang e 3 gotas de OE de ho wood; Difusão ambiental para prevenir infecções: pingue 25 gotas de OE de limão siciliano no difusor de aromas ambiental em períodos de doenças contagiosas;

Fricção febrífuga, dores no corpo ocasionadas pelo estado gripal: pingue 15 gotas de OE

de limão siciliano, 20 gotas de OE de tea tree e 10 gotas de OE de lavanda francesa em um recipiente

pequeno, como uma cumbuca. Espalhe essa sinergia por todo o corpo e friccione vigorosamente; Para organizar os pensamentos e aumentar a eficiência: pingue 3 gotas de OE de limão siciliano no colar aromático individual; Uso interno para desintoxicação e prevenção de coágulos sanguíneos: pingue 3 gotas de OE de limão siciliano e 3 gotas de OE de gengibre em um copo d’água e beba 3 vezes ao dia antes das refeições.

copo d’água e beba 3 vezes ao dia antes das refeições. May chang Litsea cubeba “OE

May chang

Litsea cubeba

“OE da prece”

3
3

Família: Lauraceae. Origem: China, Indonésia, sudeste da Ásia. Parte da planta utilizada: bagas. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Antivirótico e antibacteriano. Regenerador cutâneo, cicatrizante de dermatites, acnes (diminui a oleosidade da pele). Estimulante digestivo, carminativo e aperiente. Calmante, sedativo, antidepressivo e ansiolítico. Tônico cardíaco, acalma arritmia. Moderador da pressão arterial. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 8% limoneno, 3% mirceno; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 1% beta-caryofileno; Álcool monoterpênico: 5% linalol, geraniol, nerol e citronelol; Éster: 2% acetato de linalina; Aldeído: 75% citral (40% geranial, 34% neral), 0,6% citronelal. Toxicidade: pode causar leve irritação em peles muito sensíveis, principalmente se usado puro ou na banheira. Adicionado à água quente pode causar certa dermoagressividade. Contraindicações: desaconselhável o uso em casos de hiperplasia prostática.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Aromacologia: “OE da prece” A

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Aromacologia: “OE da prece” A vibração elevada deste aroma energiza o corpo áurico, fortalecendo o magnetismo pessoal. Possibilita a conexão com a vibração da energia angelical, elevando a alma ao estado de graça. Suaviza o sentimento de desamparo, dissipando temores e restaurando a segurança. Ansiolítico, traz tranquilidade interior, amenizando os estados de ansiedade e impaciência. Facilita a focalização da intenção. Acalma a mente competitiva, incitando a cooperação. Formas de uso:

Aromatização ambiental para apaziguar o ambiente: pingue 10 gotas de OE de may chang no rechaud ou no difusor de aromas; Fricção sobre o plexo solar para acalmar a ansiedade: pingue 2 gotas de OE de may chang em 5ml de sinergia vegetal e friccione o plexo solar, Para momentos em que falta a confiança, sentimento de abandono divino: pingue 2 gotas de OE de may chang na palma da mão e inale profundamente; Para fortalecer o magnetismo pessoal: pingue 3 gotas de OE de may chang no colar aromático individual; No início de uma sessão de cura, pingue 2 gotas de OE de may chang nas mãos e leve-as ao coração.

2 gotas de OE de may chang nas mãos e leve-as ao coração. Patchouli Pogostemom cablin

Patchouli Pogostemom cablin

“OE da” Família: Lamiaceae. Etimologia: deriva do tamul pacilar, que significa “folhas verdes”. Origem: sudeste da Ásia e Índia. Parte da planta utilizada: folhas. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Ansiolítico, útil em tratamentos de distúrbios do apetite (comer o tempo todo), aciona a cascata da saciedade via hipotálamo. Excelente coadjuvante em tratamentos para o emagrecimento. Antisséptico, antifúngico, dermatoses). Rejuvenescedor da pele. Regenerador e cicatrizante de tecidos, trata escaras, eczema, coceira, alergia, psoríase. Anti-inflamatório e adstringente, combate celulite. Fortalece a parede dos capilares sanguíneos frágeis, usado no tratamento e prevenção de edemas, flebite, varizes, hemorróidas e trombose. Levemente estimulante, útil em depressão, sono fora de hora, falta de ânimo. Estimulante da libido. Regula as glândulas sebáceas combate acne e caspa. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto sesquiterpênico: 13% alfa-guaiene, 14% beta-bulnesene; Álcool sesquiterpênico: 40% patchulol, 2,4% pogostol; Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Aromacologia: “OE da ousadia” Seu

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Aromacologia: “OE da ousadia” Seu aroma almiscarado diminui a ansiedade, propiciando a sensação de saciedade, satisfação e preenchimento. Estabiliza e equilibra a psiquê (casos de pessoas bord line). Fortalece a busca por objetivos e sonhos, estimula o senso de idealismo, coragem e ousadia. Cria espaço para aventuras em novos caminhos. Indicado para pessoas que desejam libertar-se de vícios e compulsões. Formas de uso:

Óleo de massagem anticelulite e flacidez: pingue 20 gotas de OE de patchouli, 5 gotas de OE de anis estrelado, 10 gotas de OE de cipreste, 15 gotas de OE de limão siciliano e 20 gotas de OE de lavanda francesa em 120ml de OV de sinergia vegetal; Para estimular a coragem: pingue 3 gotas de OE de patchouli no colar aromático individual; Perfume: para emagrecimento, use o OE de patchouli como perfume e cheire-o toda vez que tiver vontade de comer; Uso tópico: pingue algumas gotas de OE de patchouli diretamente na rachadura dos calcanhares ou cotovelos. Idem para dermatoses, psoríase, eczema.

ou cotovelos. Idem para dermatoses, psoríase, eczema. Petitgrain 3 Citrus aurantifolium var. amara leaf “OE do
ou cotovelos. Idem para dermatoses, psoríase, eczema. Petitgrain 3 Citrus aurantifolium var. amara leaf “OE do

Petitgrain 3 Citrus aurantifolium var. amara leaf

“OE do equilíbrio”

Família: Rutaceae. Etimologia: petitgrain, refere-se aos minúsculos frutos recém formados, significa grão pequeno. Origem: extremo oriente. Parte da planta utilizada: folhas, galhos e brotos verdes. Forma de extração: destilação a vapor. Rendimento: 100Kg folhas e ramos novos e frescos/ 1,2Kg OE. Características da planta: Originalmente o óleo essencial era extraído da fruta verde, o que

acarretou a redução da colheita da fruta madura. A partir daí, foram adicionados as folhas, galhos

e brotos à fruta verde. Extrai-se OE de petitgrain de vários cítricos da laranja amarga - Citrus

aurantium var. amara; Sin: Citrus bigaradia), mandarina - Citrus nobilis, limão - Citrus limonum, tangerina - Citrus reticulata, bergamota - Citrus x bergamia, sendo o de laranja amarga o mais rentável e o mais produzido, conhecido pelo nome de Petitgrain bigarade. Uma árvore produz de 5

a

15kg de ramos e folhas ao ano. Não se extrai Petitgrain de laranja doce por fatores econômicos,

o

suco da laranja doce é mais rentável.

Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Relaxante, calmante, sedativo, antidepressivo. Trata distúrbios neuropsíquicos como: angústia, ansiedade, agitação, insônia, preocupação. Antiespasmódico, combate dismenorréia. Digestivo e estomáquico (náusea, vômito, azia), regulador intestinal (diarréia, prisão ventre). Acalma a distonia cardiovascular, amenizando taquicardia, arritmia, hipertensão. Cicatrizante e regenerador cutâneo, útil para tratamento de limpeza e hidratação da pele. Componentes moleculares:

Hidrocarboneto monoterpênico: 2% beta-mirceno, 3% ocinemo, 1% limoneno; Álcool monoterpênico: 21% linalol, 5% teta-terpineol, 1,5% nerol, geraniol; Éster: 42% acetato de linalina, 5% acetato de nerila, 1% acetato de geranila.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Toxicidade: nenhuma referência encontrada na

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Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: desaconselhável o uso nos três primeiros meses de gestação. Aromacologia: “OE do equilíbrio” Harmoniza e equilibra o ambiente. Acalma os pensamentos, auxilia a retirada do foco mental de um episódio ou problema, trazendo a energia do coração para a situação. Também ajuda as pessoas emocionais a contactarem com a razão para definirem ações. Ameniza traumas emocionais e choques profundos. Alivia a dor emocional causada por decepções; Conforta o coração angustiado por perdas afetivas; Traz maior aceitação de si mesmo e da realidade, desfazendo as ilusões e as fantasias com suavidade; Promove o relaxamento interior, inspirando a auto confiança. Formas de uso:

Aromatizador harmonizador ambiental calmante e relaxante: adicione 30 gotas de OE de petitgrain, 15 gotas de OE de laranja doce e 15 gotas de OE de grapefruit em 60ml de água deionizada e 60ml de álcool de cereais, coloque toda a mistura em uma embalagem spray; Efeito sedativo: pingue 2 gotas de OE de petitgrain no travesseiro para obter uma agradável e reparadora noite de sono; Fricção na sola dos pés antidepressiva: friccione 2 gotas de OE de petitgrain em cada planta do pé para resgatar a autoconfiança; Loção para peles acnéicas: adicione 3 gotas de OE de petitgrain em uma cumbuca com água morna e com um chumaço de algodão limpe a área afetada pela acne. Isso irá retirar o excesso de gordura da pele, eliminando a acne; Para curar a decepção do coração: pingue 3 gotas de OE de petitgrain no colar aromático individual; Perfume para aumentar a autoconfiança: use 2 gotas de OE de petitgrain atrás da

orelha.

use 2 gotas de OE de petitgrain atrás da orelha. Sálvia sclarea Salvia sclarea “OE da

Sálvia sclarea

gotas de OE de petitgrain atrás da orelha. Sálvia sclarea Salvia sclarea “OE da mulher” Família:

Salvia sclarea

“OE da mulher”

Família: Lamiaceae. Etimologia: deriva do latim e significa “salvar”, “curar”. Origem: regiões mediterrâneas. Parte da planta utilizada: folhas e flores. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Strogen-like, OE dos problemas ginecológicos. Equilibra distúrbios hormonais do período menstrual como: amenorréia, dismenorréia, TPM, seios inchados, cólicas menstruais, dor de cabeça e enxaquecas. Um dos melhores OE para o período pré-menopáusico ou climatério como: irregularidades do ciclo menstrual (oligomenorréia, amenorréia) devido a diminuição da produção hormonal sexual, calores (fogachos), depressão; menopausa. OE considerado um repositor hormonal, coadjuvante na prevenção da perda óssea, decorrente da baixa taxa hormonal. Urotônico. Combate infecções genitais como: vaginite e cistite.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Os chineses apreciam o OE

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Os chineses apreciam o OE de salvia sclarea para o tratamento da infertilidade Relaxante nervoso. Atenua a transpiração excessiva de mãos e pés, causada por nervosismo ou desequilíbrio hormonal. Tônico geral do organismo, usado em convalescenças e cansaço crônico, gerado por stress prolongado. Flebotônico, trata hemorróidas, aneurisma venoso e varizes. Leve Hipotensor. Afrodisíaco feminino, estimula a libido, combate a falta de apetite sexual durante a TPM, pré- menopausa e menopausa. Auxilia a circulação sanguínea do couro cabeludo, evita a queda dos cabelos. Componentes moleculares:

Álcool monoterpênico: 16% linalol, 2% sclareol, 2% alfa-terpinol; Hidrocarboneto sesquiterpênico: 1% beta-cariofileno; Éster: 76-82% acetato de linalina, 1% acetato de geranila. Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: desaconselhável o uso durante a gestação, lactação e casos de mastoses cancerígenas. Doses elevadas podem ocasionar dores de cabeça. Aromacologia: “OE da mulher” Seu aroma aconchegante é associado a sabedoria e a capacidade de promover vida longa. Resgata a autoimagem positiva e a feminilidade inspirando o amor próprio e o cuidado consigo mesmo. Estimula a autoconfiança para aqueles dias onde a vulnerabilidade e a fragilidade se fazem presente, a emotividade se torna exacerbada e tudo torna-se pessoal. Antidepressivo usado para curar as “doenças da alma feminina”. Propicia um suporte energético para os dias onde as lágrimas tomam conta. Ameniza gentilmente o descontrole emocional. Associado ao OE de hortelã pimenta, controla as explosões de raiva na TPM. Associado ao gerânio traz conforto para enfrentar a “crise da meia idade”. Útil em estados mentais de pânico. Indicado para momentos de fragilidade e temor. Excelente OE para aromatização de salas de parto. Formas de uso:

Fricção para pernas pesadas e doloridas: pingue 7 gotas de OE de sálvia sclarea, 4 gotas de OE de cipreste e 2 gotas de OE de menta brasileira em cada perna. Friccione-as começando de baixo, dos tornozelos subindo em direção ao joelho e a articulação do quadril; Fricção para pés transpirantes: prepare uma sinergia com os seguintes OE: 10 gotas de OE de sálvia sclarea, 10 gotas de OE de cipreste, 10 gotas de OE de lavanda francesa e 20 gotas de OE de hortelã pimenta. Friccionar a planta dos pés com 6 gotas desta sinergia em cada pé, 2 vezes ao dia;

Fricção de reposição hormonal vegetal: espalhe 30 gotas de OE de sálvia sclarea por todo o corpo e faça uma fricção 2 vezes ao dia; Massagem capilar para queda de cabelos: misture 4 gotas de OE de sálvia sclarea, 4 gotas de OE de lavanda francesa, 4 gotas de OE de alecrim qt. cineol. Aplique sobre o couro cabeludo, massageie e deixe agir por aproximadamente 10h, só então lavar os cabelos; Massagem capilar revitalizante para os cabelos: Prepare uma sinergia com 100 gotas

de OE de sálvia sclarea, 100 gotas de OE de cedro Atlas, 20 gotas de OE de tomilho e 10 gotas de OE de ylang-ylang. Aplique 6 gotas desta sinergia no couro cabeludo. Esperar 12h para lavar os cabelos; Massagem para TPM: pingue 5 gotas de OE de sálvia sclarea e 5 gotas de OE de lavanda

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor francesa na planta dos pés,

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francesa na planta dos pés, massageando-os; Para curar a alma feminina: pingue 3 gotas de OE de sálvia sclarea no colar aromático individual; Sinergia de harmonização da sala de parto: pingue 4 gotas de OE de sálvia sclarea, 2 gotas de OE de ylang-ylang, 1 gota de OE de canela cássia, 1 gota de OE de camomila romana e 2 gotas de OE de manjerona.

gota de OE de camomila romana e 2 gotas de OE de manjerona. 3 Tea Tree
3
3

Tea Tree Melaleuca alternifolia

“OE antisséptico”

Família: Mirtaceae. Origem: Austrália e Tasmânia. Parte da planta utilizada: galhos e folhas trituradas. Forma de extração: destilação a vapor de galhos e folhas trituradas. Características da planta: a planta poderá ser usada para destilação dos galhos e folhas a partir

do sétimo mês de vida. Novos cortes poderão ocorrer de seis em seis meses. A planta que não é utilizada para a destilação frequente vira uma árvore. Caso a planta seja utilizada para cortes a fim de obtenção do óleo essencial, a vida vegetal restringe-se a mais ou menos 8 anos. Homer et al. (2000), estudando a espécie de planta medicinal Melaleuca alternifólia (Myrtaceae), constataram que a deficiência hídrica severa diminui o teor de óleo essencial porém não influencia na composição química dos principais componentes do óleo essencial. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Primeira defesa contra infecções, antimicrobiano de amplo espectro (antibacteriano, antiviral e antifúngico), antisséptico, cicatrizante e anti-inflamatório. Usado como uma alternativa natural para combater dor de ouvido, rinite, sinusite. Imunoestimulante e febrífugo, útil em gripes, resfriados. Descongestionante venoso e arterial. Componentes moleculares:

Álcoois monoterpênicos: 25-45% terpineol; 5% alfa-terpineol; Álcoois sesquiterpênicos: globulol, viridiflorol; Hidrocarbonetos monoterpênicos: 10-20% paracinemo, 1,3% beta-caryofileno, 2,5% aromadreno, 1% viridifloreno, 1% limoneno; Óxido: 5-9% cineol. Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada. Contraindicações: em raros casos, o OE de tea tree pode causar irritação dérmica se usado puro diretamente sobre a pele. Como uma advertência, lembramos da necessidade de sempre testarmos o OE que estiver sendo usado pela primeira vez em uma pessoa. Pingue 2 gotas de OE de tea tree nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs antes de utilizá-lo em um ferimento para uma pessoa que nunca o utilizou. Caso, a pessoa tenha alguma reação não use este OE, troque-o por copaíba destilada, lavanda ou sangue de dragão. Desaconselhá-se seu uso nos três primeiros meses de gestação. Aromacologia: “OE antisséptico” Seu aroma renova, refresca e protege a energia do ambiente. Formas de uso:

Banho de assento: adicione 5 gotas de OE de tea tree em água morna para ducha vaginal,

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor banho de assento em caso

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banho de assento em caso de cândida vaginal, cistites e leucorréia; Fricção febrífuga: em adultos espalhe 30 gotas de OE de tea tree em todo o corpo, fric- cione vigorosamente. Em crianças, com mais de 3 anos de idade, pingue 15 gotas, realizando a mesma fricção; Inalações: quando inalado por vaporização, ajuda a liberar o muco e alivia constipação e bronquite. Asma, tosse, sinusite e tosse convulsiva também respondem bem ao tratamento com este OE. Em uma bacia de água fervendo, adicione 5 gotas de OE de tea tee, 5 gotas de OE de breu branco e 5 gotas de OE de lavandin; Uso tópico: o OE de tea tree é eficaz no tratamento de problemas como pé de atleta, herpes labial, verrugas e cravos, devido às suas potentes propriedades antifúngicas. Este OE é ativo contra as três variedades de organismos infecciosos: fungos, bactérias e vírus. Pelas suas propriedades an- tissépticas é também apropriado para tratar frieiras e oleosidade da pele. É excelente para combater acne e para tratar inflamações na pele, picadas de insetos, bolhas e caspa; Shampoo de uso veterinário: para eliminar pulgas nos animais de estimação, adicione algumas gotas no shampoo habitual ou dilua algumas gotas de OE em água e massageie o pêlo após o banho.

gotas de OE em água e massageie o pêlo após o banho. Ylang-ylang Cananga odorata 3

Ylang-ylang Cananga odorata

3
3

“OE da sedução”

Família: Annonaceae. Etimologia: o nome ylang-ylang provém do indonesiano alang-ilang e se refere às “flores que dançam ao vento”. Origem: Indonésia e Filipinas. Parte da planta utilizada: flores. Forma de extração: destilação a vapor. Propriedades terapêuticas e principais indicações:

Afrodisíaco, estimulante dos sentidos. Ativa a libido e combate a apatia sexual. Cardiotônico, ameniza arritmia cardíaca, taquicardia, palpitações. Hipotensor. Antidepressivo e tônico uterino pós-parto, útil na depressão pós-parto. Anti-inflamatório e citofilático. Trata a oleosidade da pele e cabelos, acne, caspa. Componentes moleculares:

Hidrocarbonetos sesquiterpênicos: altos teores de alfa-farnaseno; Éster: 10% benzoato de benzila. Toxicidade: pode apresentar fator dermoagressivo em peles muito sensíveis. Apresenta leve toxicidade em uso oral. Contraindicações: desaconselhável o uso nos três primeiros meses de gestação. Aromacologia: “OE da sedução” O aroma doce e suave deste OE é sutil e mágico como flores que dançam ao vento. Cria uma atmosfera de romance que enternece o coração, inebria o ambiente com sensualidade, sedução e paixão. Incita a celebração e apreciação da vida, amenizando sentimentos de embaraço e julgamento, promovendo confiança e entrega. Facilita a expressão da afetividade e proporciona a abertura necessária para compartilhar momentos íntimos.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Abranda sentimentos de vingança, ajudando

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Abranda sentimentos de vingança, ajudando dissolver problemas de relacionamentos. Auxilia a aceitação da fragilidade sem prejuízo da integridade. Útil em casos de choque e pânico. Formas de uso:

Banho relaxante e afrodisíaco: dissolva 3 colheres de leite em pó em um copo de água, adicione ao leite dissolvido 5 gotas de OE de ylang-ylang, 8 gotas de OE de patchouli, 5 gotas de OE de sândalo amyris, 2 gotas de OE de noz-moscada e 3 colheres de sopa de mel, misture bem e despeje toda a mistura na banheira; Massagem na palma das mãos: pingue 2 gotas de OE de ylang-ylang e 4 gotas de OE de sândalo amyris em 10ml de OV de semente de uva. Esta sinergia ajuda o desligamento do mental, aportando relaxamento e entrega; Para uma noite de amor intenso: pingue 4 gotas de OE de ylang-ylang nos lençóis; Para estimular os sentidos e a libido: pingue 2 gotas de OE de ylang-ylang no colar aromático; Para uma noite relaxante: pingue 1 gota de OE de ylang-ylang no travesseiro e 1 gota no

lençol.

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Padrão terapêutico de qualidade dos

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Padrão terapêutico de qualidade dos Óleos Essenciais

Os óleos essenciais (OE) são usados em vários ramos de atividade. A indústria da perfu-

maria é a principal delas, mas não a única. As indústrias alimentícia (flavorizantes), farmacêutica

e cosmética também utilizam grandes quantidades de OE.

Industrialmente, não se exigem OE 100% puros ou molecularmente intactos. Para perfumes

e alimentos é admitida a retificação (bi-destilação- deterpenização (subtração de terpenos), recons- tituição (adição de moléculas sintéticas) na composição química dos OE.

No entanto, para a prática segura da Aromaterapia, é imprescindível o uso de OE com Padrão Terapêutico de Qualidade.

Mas o que é Padrão Terapêutico de Qualidade?

São critérios que determinam se um OE mantém todo o seu conteúdo molecular preserva- do. Esses OE são considerados autênticos, genuínos, esses sim são apropriados para a prática da Aromaterapia.

Em termos gerais, autenticidade é considerar as moléculas aromáticas como o fruto de milhões de anos de evolução do Reino Vegetal, em seus erros e acertos, em sua interação dinâmica com todo o conjunto químico da planta, ou seja, autenticidade de um OE é ter uma perspectiva holística sobre a natureza de um organismo vivo.

OE modificados são o resultado de um projeto de engenharia elaborado pela indústria far- macológica ou química com intuito de padronizar as concentrações moleculares ou diminuir custos.

As plantas, em seu estado natural, não produzem de ano para ano OE sempre com as mesmas concentrações de seus princípios ativos e aromáticos. As plantas são organismos cambiantes, mudam periodicamente suas necessidades, afetadas por diferenças na intensidade das chuvas, variações de temperatura, alterações no solo, ataque de pragas entre outros fatores. Por isso um OE nunca é o mesmo de um ano para outro, pois todos esses fatores interferem na concentração das moléculas aromáticas metabolizadas.

Na prática a variação molecular encontrada no OE de um ano para outro levou a farmaco- logia convencional a criar um processo de padronização. O uso de OE para o fim farmacológico só poderia ser aprovado pela constatação de sua estabilidade molecular num comparativo entre as diferentes safras, tal qual acontece com fármacos convencionais, com suas dosagens de princípios ativos determinadas à razão de milésimos de grama. Em oposição ao paradigma holístico, a indústria farmacológica segue princípios reducionistas, que não aceitam as variações naturais na concentração dos OE.

Se você deseja usar OE com Padrão Terapêutico de Qualidade, a primeira coisa a ser ob- servada é se este foi extraído por destilação a vapor, hidrodestilação, percolação ou prensagem a frio, no caso dos cítricos.

Na aromaterapia aceita-se o uso de absolutos e resinóides, que são produtos extraídos por solventes devido a maioria de suas moléculas aromáticas serem solúveis em água, ou com estruturas moleculares muito instáveis que se desestabilizam na presença do calor. Este é o caso de algumas flores como rosas, jasmim, vanila, ou frutos como cacau. Alguns absolutos são de uso aromaterápico desde que o solvente utilizado não seja o benzeno.

Atualmente, temos solventes que substituem satisfatoriamente o benzeno, e que podem ser utilizados no processo de extração, sendo que depois esse solvente será evaporado na fase final da

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor adição de álcool etílico. É

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adição de álcool etílico.

É preciso observar também se nenhum dos seus constituintes foi removido intencionalmente (retificação/deterpenização) durante a extração ou se nenhuma substância foi adicionada (restituição ou adição).

Isso acontece quando se obtém, por exemplo, um OE de lavanda com conteúdo superior

a 40% de linalol. O mercado admite como padrão a presença de 38% a 42% de linalol. Portanto,

se for obtido um OE com 50% ou mais desse componente, o linalol é retirado e isolado, deixando

o OE com os percentuais exigidos. O linalol isolado é vendido para a indústria de perfumaria ou cosméticos.

Pode também acontecer o contrário. Quando se extrai um OE de lavanda com menos do que 38% de linalol, poderá se acrescentar o linalol isolado até se chegar ao percentual exigido. Às vezes o linalol adicionado é natural, mas poderá também ser sintético ou proveniente de outra planta, como a citronela, rica em linalol e muito mais fácil de ser cultivada e o linalol terá menor custo.

Este processo recebe o nome de retificação. Utilizamos a lavanda como exemplo mas este pro- cesso poderá acontecer com outros óleos. No caso da lavanda retificada, no mercado ela é conhecida como Lavanda 38/40 ou 40/42, uma indicação do percentual de linalol entre 38% e 42%.

O OE retificado, apesar de possuir as quantidades exigidas dos constituintes químicos que lhe são característicos, perde suas propriedades em outros níveis. Quando pensamos a realidade dentro de uma perspectiva quântica, entendemos que a relação de um OE com nosso organismo não se dá apenas pela interação bioquímica entre nosso organismo e o OE, ou por dosagens exatas de constituintes químicos. Nós estamos nos relacionando também com a totalidade do campo vibratório daquela substância. Ou seja, uma coisa é a interação entre o nosso organismo e um óleo essencial plantado, cultivado, colhido e obtido orgânica e integralmente, completo em sí mesmo e intocado no nível molecular. Outra coisa é um óleo essencial que possui as características químicas necessárias, mas não tem impresso em seu DNA, em sua totalidade enquanto uma substância viva, a experiência obtida pela sua relação com o sol, com

a terra e seus elementos minerais, com a água e demais elementos, com todo um contexto natural que

faz daquela substância possuir um padrão vibratório ausente quando lidamos com substâncias químicas isoladas.

Um estudo de Ernst Mayer concluiu que o OE de lavanda, quando usado integralmente, atua de maneira muito mais eficaz sobre queimaduras do que quando utiliza-se o linalol isolado.

Segundo Kurt Schnaubelt, quando nossas células encontram-se com moléculas sintéticas, ou com OE adulterados, poderá ocorrer a produção de histamina dentro de nosso corpo para expulsar as

substâncias estranhas. Não existe um reconhecimento do organismo, nossas células não estão adaptadas

a elas, e por essa razão um processo alérgico poderá ser gerado.

Conhecer a origem da produção do OE é uma das formas mais seguras para determinar sua pureza. Uma empresa aromaterápica que deseja trabalhar com OE dentro do Padrão Terapêutico deve fugir do comércio das grandes indústrias de OE, focadas no mercado de perfumaria, de fármacos e alimentos, e tentar obter seus OE diretamente dos produtores.

Uma vez conhecida a procedência do óleo essencial, o teste cromatográfico é importante para definir se os percentuais dos componentes químicos exigidos para que o OE seja classificado dentro do Padrão Terapêutico estão de acordo. Como foi explicado no caso da lavanda, é possível que seja encontrado quantidades menores ou maiores de um constituinte químico.

Esperamos que esse artigo possa mostrar que existe muito mais por trás das palavras “100% natural” ou “100% puro”. Desejamos oferecer mais recursos para que você, terapeuta ou simples amante

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor dos aromas, possa escolher com

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dos aromas, possa escolher com total consciência os OE com os quais ameniza os desconfortos físicos, estimula sua mente e perfuma sua vida.

A importância da qualidade dos Óleos Vegetais

Para obtermos melhores resultados, apenas OV prensados a frio devem ser usados na prática da Aromaterapia. Alguns óleos, pela dificuldade de cultivo da planta, da extração, ou por terem baixo rendimento, alcançam altos preços no mercado. Óleos muito baratos correm o risco de terem sido adulterados. Óleos de boa qualidade também costumam ter uma durabilidade maior. Altas proporções de OV refinados muitas vezes são misturados com uma mínima percen- tagem de OV prensado a frio para se obter um maior rendimento. Por isso é importante prestar atenção na hora da compra e saber quais são as marcas confiáveis no mercado.

Armazenamento de óleos essenciais e vegetais

O armazenamento dos OE e OV devem ser feitos em frascos escuros, em lugar fresco e

seco, longe da luz e do calor. Não guarde OE que contenham cetonas em sua composição - mentas e alecrim, cânfora - perto de remédios homeopáticos, pois os últimos poderão sofrer alteração em sua composição.

Mantenha as tampas dos frascos dos OE e OV bem fechadas para evitar a evaporação dos OE e a oxidação dos OV.

Formas de utilização dos Óleos Essenciais

A Aromaterapia auxilia o tratamento de problemas cotidianos individuais e da família como:

gengivite, dor de dentes, micoses, cicatrização de ferimentos, gripes, alergias, sinusite, dermatites, dores de cabeça, dores musculares, insônia, exaustão nervosa.

Também pode ser usada em tratamentos cosméticos, de redução de celulite, queda de cabelos, alívio de edemas, para citar apenas alguns exemplos.

Os OE são usados na forma de bochechos, gargarejos, fricções no corpo e na sola dos pés, máscaras de argila, shampoos, cremes nutritivos e hidratantes, em sinergias com OV para massa- gens, vaporizações, inalações (pulsos, lenços, lençóis, colar aromático), compressas, aromatização ambiental, escalda-pés, etc.

compressas, aromatização ambiental, escalda-pés, etc. Banho Temperaturas diferentes têm efeitos diferentes sobre

Banho

Temperaturas diferentes têm efeitos diferentes sobre o corpo.

Fria - 10°C a 29°C - Temperatura utilizada para estimular o metabolismo, tonificar a pele e aumentar a imunidade. ATENÇÃO: Estas temperaturas não são recomendadas para pessoas com problemas cardíacos ou com pressão sanguínea alta. O choque da água fria pode produzir uma alteração nos batimentos cardíacos e um pequeno aumento de pressão.

Temperaturas muito baixas deverão ser usadas num tempo máximo de dois minutos.

Morna - 29°C a 36°C - Temperatura próxima da temperatura do corpo (37°C), de modo que

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor não ocorrem mudanças fisiológicas profundas.

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não ocorrem mudanças fisiológicas profundas. A principal função terapêutica deste banho morno é criar uma temperatura agradável induzindo o relaxamento profundo. Esse banho poderá ser tolerado por até uma hora.

Quente - 38°C a 41°C - Temperatura usada para intensificar o papel excretor do terceiro rim

- a pele - auxiliando a desintoxicação com efeito sedativo e relaxante. Melhor tomá-lo no final do dia quando se pode deitar em seguida. Benéfico em estados de tensão e insônia. Duração de cinco

a quinze minutos.

Banhos quentes ou mornos poderão ser intercalados por chuveiradas de água fria.

NOTAS IMPORTANTES:

Extremos de temperatura tem efeitos colaterais que podem ser indesejáveis para crianças, idosos, convalescentes e pessoas com grave problema de saúde.

Dilua 24 gotas de OE antes de adicioná-los a banheira em:

• leite em pó: três colheres de leite em pó diluídas em um copo de água;

• água marinha

• gel de banho neutro

• espuma de banho neutra

• sais de banho neutro

 

OE

quantidade

Banho Relaxante (à noite):

lavanda francesa

10 gotas

petitgrain

6 gotas

manjerona

6 gotas

Banho Estimulante (de manhã):

cipreste

10 gotas

alecrim qt. cineol

6 gotas

cardamomo

3 gotas

gengibre

3 gotas

Banho Refrescante:

grapefruit

6 gotas

manjericão

6 gotas

laranja doce

4 gotas

Afrodisíaco: cardamomo, gengibre, patchouli, pau-rosa, sândalo amyris e ylang-ylang. Sinergias: da mulher e do homem;

Antidepressivo: alecrim qt. cineol, breu branco, café torrado, grapefruit, ho wood, laranja (amarga e doce), lavanda francesa, lima mexicana, may chang, mentas (hortelã verde, hortelã pi- menta, menta brasileira), patchouli e petitgrain. Sinergias: do inverno, da mulher e do homem;

Animador: alecrim qt. cineol, anis estrelado, café torrado, grapefruit, mandarina, mentas (hortelã verde e pimenta, menta brasileira) e tangerina. Sinergias: do homem e revigorante;

Antitranspirante (excesso de transpiração nas axilas, mãos e pés): cipreste, eucalipto glo- bulus, lavanda francesa, lemon grass e sálvia sclarea;

Banho para pés e pernas cansados: alecrim (todos os quimiotipos), cipreste, cravo (botão

e folha), gengibre, hortelã pimenta, lavanda francesa e sálvia sclarea;

Dores reumáticas e musculares: alecrim qt. cânfora, bétula doce ou wintergreen, breu

branco, canela folha, cipreste, eucalipto globulus, pimenta preta, sândalo amyris, tomilho branco e vetiver.

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Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Sinergia: do movimento; Encorajador: bergamota,

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Sinergia: do movimento;

Encorajador: bergamota, anis estrelado, café torrado, cardamomo, cravo (botão e folha) gengibre, eucalipto globulus e limão siciliano. Sinergia: da defesa.

Estimulante da circulação: alecrim qt. cineol, cedro Atlas, cipreste, cravo (botão e folha), gerânio, grapefruit, limão siciliano e vetiver;

Relaxante: bergamota, breu branco, gerânio, ho wood, laranja (amarga e doce), lavanda francesa, lavandin, lima, manjerona, marcela, may chang, mirra, olíbano, patchouli, petitgrain, sálvia sclarea e ylang-ylang. Sinergias: calmante e da mulher;

Respiratório: alecrim qt. cânfora e cineol, breu branco, bálsamo do Peru, benjoin, cipreste, respiratória e do inverno;

TPM: alecrim qt. verbenona, anis estrelado, gerânio, sálvia sclarea e vetiver. Sinergia: da mulher.

gerânio, sálvia sclarea e vetiver. Sinergia: da mulher. Fricção A estimulação da pele por meio de

Fricção

A estimulação da pele por meio de fricção ajuda a tonificá-la. A fricção deve ser feita com a pele seca. Começando na planta dos pés em direção ao coração.

Friccione o corpo inteiro, evitanda a mucosa genital, os mamilos e o rosto.

Após 20 minutos da aplicação de OE sobre a pele os mesmos entram para a corrente san- guínea e linfática.

Fricções tônicas são recomendadas pela manhã, Fricções relaxantes ao entardecer.

Posologia geral:

Fricções no corpo:

Fricções no baixo ventre e abdômen:

Fricções em áreas dolorosas:

Fricções nas pernas:

Fricções nos pés:

Fricções nos cabelos:

Fricções no rosto:

Fricções no peito e nas costas:

30 gotas 5 a 8 gotas 5 a 8 gotas 10 a 15 gotas 5 gotas 5 a 8 gotas 3 a 5 gotas 5 a 8 gotas

OBS: Fricções são contraindicadas para bebês com menos de 6 meses de idade. Para crianças ou pessoas de pele frágil, misture seu OE a OV para realizar as fricções.

Alguns OE podem ser usados sozinhos diretamente sobre a pele. Outros deverão ser obri- gatoriamente misturados a óleos carreadores, conforme as indicações abaixo:

Puros: alecrim (todos os quimiotipos), cedro Atlas, cipreste, eucalipto globulus, gerânio, laranja doce, lavanda francesa, pinho da Sibéria, sálvia sclarea, sândalo amyris e ylang-ylang;

Diluídos: anis estrelado, bergamota, canela cássia, coentro, cravo (botão e folha), gengibre, lemon grass, manjericão, may chang, mentas, orégano e tomilho branco. Fricções pela manhã: são tonificadoras, trazem vitalidade física, mental e emocional. De-

verão ser feitas após uma ducha fresca com 20 a 30 gotas de apenas 1 OE tônico ou com uma sinergia de OE tônicos.

Puros: alecrim qt. cineol, cedro Atlas, gerânio, manjericão, pinho da Sibéria, palmarosa e

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor sálvia sclarea. Sinergias: da mulher,

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sálvia sclarea. Sinergias: da mulher, do homem e revigorante; Diluídos: bergamota, limão siciliano, may chang, mentas (hortelã verde, hortelã pimenta, menta brasileira), patchouli e tomilho branco. Fricções da noite: relaxantes, acalmam o sistema nervoso, traz o sono reparador.

Deverão ser feitas após uma ducha morna, com 20 a 30 gotas de apenas 1 OE relaxante ou com uma sinergia de alguns OE relaxantes. Puros: breu branco, gerânio, ho wood, lavanda francesa, lavandin, manjerona, mirra, olí- bano, patchouli, sálvia sclarea e ylang-ylang. Sinergias: calmante e da mulher; Diluídos: bergamota, laranja (amarga e doce), lima mexicana, marcela, may chang, petitgrain

e vetiver. Fricção digestiva: ajudam digestões lentas e difíceis favorecendo a eliminação de gases intestinais. Deverão ser feitas após as refeições com 5 a 8 gotas de uma mistura digestiva. Friccione no sentido horário todo o abdômen, plexo solar e baixo ventre. Puros: alecrim qt. cineol e verbenona, lavanda francesa, manjerona, marcela, sálvia scla-

rea;

Diluídos: anis estrelado, bergamota, laranja (amarga e doce), limão siciliano, manjericão, mentas (hortelã verde, hortelã pimenta, menta brasileira), orégano, petitgrain e tomilho branco.

Fricções respiratórias: auxiliam o tratamento de problemas respiratórios eliminando tosses

e ajudando no controle de infecções pulmonares. Devem ser feitas pela manhã e à noite com 5 a

8 gotas de misturas respiratórias. Friccione no sentido horário na região do peito, costas e plexo solar.

Puros: alecrim qt. cineol, breu branco, cipreste, copaíba destilada, eucalipto globulus, gengibre, lavanda francesa, pinho da Sibéria e tea tree. Sinergias: respiratória, sinusite, defesa e do inverno; Diluídos: anis estrelado, hortelã pimenta, limão siciliano, tomilho branco e orégano.

Fricção circulatória: alivia a sensação de pernas pesadas, diminuem as dores de pernas inchadas por varizes. Deverão ser feitas pela manhã e ao entardecer, com 10 a 15 gotas de uma mistura circulatória. Massagem nos pés, pernas, glúteos e coxas até a região da bacia; Puros: alecrim qt. cineol, cedro Atlas, cipreste e grapefruit. Sinergia: anticelulite. Diluídos: anis estrelado, laranja (amarga e doce), limão siciliano, menta brasileira e veti-

ver.

Fricção analgésica: acalmam dores artríticas e reumáticas. Deverão ser realizadas de 4 em

4 horas, com 5 a 8 gotas de uma sinergia com OE analgésicos no local dolorido e no plexo solar. Massagem no sentido horário. Puros: alecrim qt. cânfora, eucalipto globulus, lavandin e pinho da Sibéria. Sinergia: do movimento; Diluídos: bétula doce ou wintergreen, canela folha, cravo botão, manjericão e pimenta

preta.

Obs: Estas fricções não são suficientes para resolver problemas artríticos ou reumáticos, exercendo apenas funções analgésicas.

Fricção afrodisíaca: estimulam o sistema hormonal estimulando a libido e aumentando a potência sexual. Poderão ser feitas ao entardecer e ao se deitar com 5 a 10 gotas de uma mistura estimulante nas regiões do peito, nuca, coluna vertebral, planta dos pés e plexo solar. Puros: gengibre, patchouli, pau-rosa, sálvia sclarea, sândalo amyris e ylang-ylang. Siner- gias: afrodisíca, da mulher e do homem;

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Diluídos: anis estrelado, canela casca,

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Diluídos: anis estrelado, canela casca, hortelã verde, manjericão e menta brasileira.

Fricção para a pele: regeneram, revitalizam, aumentam o tônus epitelial ajudando na eli- minação das células ceratinizadas. Podem ser feitas pela manhã e à noite antes de serem utilizados os cremes habituais com 3 a 5 gotas de uma mistura específica para o rosto e pescoço. Puros: alecrim qt. verbenona, cedro Atlas, cipreste, copaíba destilada, gerânio, lavanda fran- cesa, mirra, olíbano, palmarosa, patchouli, sândalo amyris e ylang-ylang. Sinergia: do tempo; Diluídos: anis estrelado, bergamota, mandarina e tangerina.

Fricção nos pés: asseguram o aquecimento dos pés, auxiliam a diminuir a transpiração e o inchaço dos pés, trazem conforto imediato. Serão feitas pela manhã e à noite com 5 a 8 gotas sobre todo o pé. Puros: cipreste, grapefruit, laranja amarga, lavanda francesa, limão siciliano e sálvia scla-

rea;

Diluídos: cravo (botão ou folha), hortelã pimenta e menta brasileira.

(botão ou folha), hortelã pimenta e menta brasileira. Difusão Os difusores, através de diferentes processos,

Difusão

Os difusores, através de diferentes processos, espalham as moléculas voláteis dos OE pelo ambiente onde se encontram. Quando presentes no ar, estas moléculas são inspiradas e absorvidas pelos pulmões chegando assim até a corrente sanguínea. Desta forma os OE aliviam eficazmente bronquite, resfriado, sinusite, dor de garganta, etc. Também produzem respostas como relaxamento, estímulo, sono, etc. Isso nos leva à conclusão de que o difusor aromático é uma das maneiras mais fáceis e agradáveis de se beneficiar dos OE. Afrodisíaca: anis estrelado, canela casca, gengibre, gerânio, sândalo amyris, hortelã pimenta, patchouli, sálvia sclarea, ylang-ylang. Sinergias: afrodisíaca, da mulher e do homem;

Antidepressiva: bálsamo do Peru, benjoin, bergamota, cedro Atlas, grapefruit, laranja (amarga e doce), lavanda francesa, lima mexicana, may chang, mandarina, manjerona, olíbano, sálvia sclarea, tangerina e vetiver; Doces e apaziguadores do coração: anis estrelado, bergamota, breu branco, gerânio, lavanda francesa, lemon grass, may chang, mirra, palmarosa, petitgrain e ylang-ylang. Sinergia: calmante e da mulher; Fortificante para a memória: alecrim qt. cineol e qt. cânfora, café torrado, hortelã pimenta, lemon grass, manjericão e menta brasileira. Sinergia: do estudante;

Insônia: bergamota, laranja doce, lavanda francesa, lemon grass, lima mexicana, manjerona, olíbano, petitgrain e ylang-ylang. Sinergia: calmante; Hipotensora: canela (casca ou folha), lavanda francesa, lemon grass, limão siciliano, man- jerona, may chang, sálvia sclarea, olíbano e ylang-ylang;

Hipertensora: alecrim qt. cânfora e qt. cineol em pequenas doses, cravo (botão e folha), hortelã pimenta e tomilho;

Relaxante: alecrim qt. verbenona, bergamota, cedro Atlas, ho wood, laranja doce, lavanda francesa, lemon grass, lima mexicana, manjerona, may chang, mirra, olíbano e palmarosa. Sinergia:

calmante; Respiratória: alecrim qt. cânfora, alecrim qt. cineol, anis estrelado, breu branco, cipreste, copaíba destilada, eucalipto globulus, gengibre, hortelã pimenta, lavandin, limão siciliano, menta brasileira, olíbano, pinho da Sibéria, tomilho branco e tea tree. Sinergias: da defesa, respiratória, sinusite e inverno;

Formação em Aromaterapia - Curso Básico - Curso Terra Flor Revitalizante: alecrim qt. cânfora e

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Revitalizante: alecrim qt. cânfora e cineol, anis estrelado, café torrado, canela casca, car- damomo, cravo (botão e folha), gengibre, gerânio, hortelã pimenta, limão siciliano, mandarina, manjericão, menta brasileira, tangerina e tomilho branco. Sinergias: do homem e revigorante.

e tomilho branco. Sinergias: do homem e revigorante. Lenço Para resfriados, dor de cabeça, nariz entupido,

Lenço Para resfriados, dor de cabeça, nariz entupido, enjôo, etc, pingue uma ou duas gotas de OE em um lenço e cheire diretamente em intervalos de 15min.

CompressaOE em um lenço e cheire diretamente em intervalos de 15min. Compressas quentes são utilizadas para

Compressas quentes são utilizadas para condições prolongadas de dores lombares, artrite e reuma-

tismo. Compressas frias são utilizadas para ferimentos recentes ou condições agudas de torções, dor de cabeça ou inchaços.

Adicione até 6 gotas de OE (3 para áreas pequenas e testa).

até 6 gotas de OE (3 para áreas pequenas e testa). Inalação São usadas especialmente para

Inalação

São usadas especialmente para afecções respiratórias e pulmonares, dores de cabeça, enxa- quecas de origem nervosa e digestiva.

Adicione 8 a 15 gotas de OE numa bacia com água quente; cubra a cabeça com uma toalha grande e deixe que o vapor desobstrua os poros do rosto e as vias respiratórias superiores. As ina- lações podem ser realizadas 3 a 4 vezes por dia.

Após a inalação não exponha-se ao frio e ao vento. Calmante: bergamota, breu branco, laranja (amarga e doce), lavanda francesa, lima mexi- cana, manjerona, may chang, mirra, olíbano, petitgrain e salvia sclarea. Sinergias: calmante e da