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Fundamentos de Física – Volume I – Mecânica – 8ª Edição Halliday, Resnick e Walker

Capítulo IV - 2ª parte Movimento em duas e três dimensões

Resolvido por Nelson Poerschke

Você é seqüestrado por estudantes de ciência política (que estão aborrecidos porque você

disse a eles que a ciência política não é uma ciência de verdade). Embora esteja vendado,

você pode estimar a velocidade do carro dos seqüestradores (pelo ronco do motor), o tempo de viagem

(contando mentalmente os segundos) e a orientação da viagem (pelas curvas que o carro fez). A partir

dessas pistas você sabe que foi conduzido ao longo do seguinte percurso:

50 km/h por 2,0 min, curva de 90º para a direita, 20 km/h por 4,0 min, curva de 90 º para a

direita, 20 km/h por 60 s, curva de 90º para a esquerda, 50 km/h por 60 s, curva de 90º para a direita,

20,0 km/h por 2,0 min, curva de 90º para a esquerda, 50 km/h por 30 seg. Nesse ponto

83

(a)

a que distância você se encontra do ponto de partida; e

(b)

em que direção em relação à direção inicial você está?

Solução:

a)

=

= ∙∆

Conversão de /para

Para o 1º trecho (50 km/h por 2,0 min)

/ .

×

×

= 13,8889 /

e

2,0 ×

= 120

Assim, resolvendo da mesma forma para os outros trechos, teremos:

= (13,889 × 120 ) = 1666,68

= (5,556 × 240 ) = 1333,44

= (5,556 × 60 ) = 333,36

= (13,889 × 60 ) = 833,34

= (5,556 × 120 ) = 666,72

= (13,889 × 30 ) = 416,67

Usando como referencial o plano cartesiano com x + para a direita e y + para cima, e

o plano cartesiano com x + para a direita e y + para cima, e lançando

lançando mão dos ângulos das curvas, mais as distâncias já calculadas, e transformando em vetores:

as distâncias já calculadas, e transformando em vetores: Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil – UFRR
as distâncias já calculadas, e transformando em vetores: Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil – UFRR

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= (1666,68 1333,44 ⃗ − 33,36 ⃗ − 833,35 ⃗ − 666,67 416,67 =

= 666,65

2583,45

= 666,65 + 2583,45 =

2668,08

b)

=

=

,

,

= 3,875271882

=

=

−75,53°
−75,53°

Assim:

O deslocamento, em linha reta, foi de

em relação ao eixo x positivo.

2668,08 m

e a direção foi

no sentido horárioem relação ao eixo x positivo. 2668,08 m e a direção foi Cortina da morte. Um

Cortina da morte. Um grande asteróide metálico colide com a Terra e abre uma cratera no

material rochoso abaixo do solo, lançando pedras para o alto. A tabela a seguir mostra cinco

pares de velocidades e ângulos (em relação à horizontal) para essas pedras, com base em um modelo

de formação de crateras. (Outras pedras, com velocidades e ângulos intermediários, também são

lançadas.) Suponha que você está em = 20 quando o asteróide chega ao solo no instante = 0 e

na posição = 0 (veja a figura).

a) Em = 20 , quais são as coordenadas de e das pedras, de A até E, que foram

lançadas em sua direção?

b) Plote essas coordenadas em um gráfico e desenhe uma curva passando pelos pontos pra

incluir pedras com velocidades e ângulos intermediários. A curva deve dar uma idéia do que você

veria ao olhar na direção das pedras e do que os dinossauros devem ter visto durante as colisões de

asteróides com a Terra, no passado remoto.

84

colisões de asteróides com a Terra, no passado remoto. 84 Solução: a) Nelson Poerschke Curso de
colisões de asteróides com a Terra, no passado remoto. 84 Solução: a) Nelson Poerschke Curso de

Solução:

a)

asteróides com a Terra, no passado remoto. 84 Solução: a) Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil
asteróides com a Terra, no passado remoto. 84 Solução: a) Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil

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= × ×

Assim:

Pedra A:

= ( × × ) × ×

e

=

×

× = 520 × cos 14° × 20 = 10091,07

10,10
10,10

= ( × × ) × × =

= (520 ⁄ × 14° × 20 ) − × 9,806 × (20 ) =
= (520 ⁄ × 14° × 20
) − × 9,806 × (20 ) = 554,79 ≅
0,57
Pedra B:
= × × = 630 ⁄ × cos 16° × 20 = 12111,90
12,11

= ( × × ) × × =

= (630 ⁄ × 16° × 20 ) − × 9,806 × (20 ) =
= (630 ⁄ × 16° × 20 ) − × 9,806 × (20 ) = 1511,83 ≅
1,51
Pedra C:
= × × = 750 ⁄ × cos 18° × 20 = 14265,85
14,27

= ( × × ) × × =

= (750 ⁄ × 18° × 20 ) − × 9,806 × (20 ) =
= (750 ⁄ × 18° × 20 ) − × 9,806 × (20 ) = 2674,05 ≅
2,67
Pedra D:
= × × = 870 ⁄ × cos 20° × 20 = 16350,65
16,35

= ( × × ) × × =

= (870 × 20° × 20 ) × 9,806 × (20 ) = 3989,95

Pedra E:

= × × = 1 × cos 22° × 20 = 18543,68

18,54
18,54
3,99
3,99

= ( × × ) × × =

= (1 × 22° × 20 ) × 9,806 × (20 ) = 5530,93

5,53
5,53

b)

× 9,806 × (20 ) = 5530,93 ≅ ⁄ 5,53 b) Nelson Poerschke Curso de Engenharia
× 9,806 × (20 ) = 5530,93 ≅ ⁄ 5,53 b) Nelson Poerschke Curso de Engenharia
× 9,806 × (20 ) = 5530,93 ≅ ⁄ 5,53 b) Nelson Poerschke Curso de Engenharia

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Na figura, uma bola de massa de modelar descreve um movimento circular uniforme, com um

raio de 20,0 cm, na borda de uma roda que está girando no sentido anti-horário com um

período de 5,00 ms. A bola se desprende da borda na posição correspondente a 5 horas (como se

estivesse no mostrador de um relógio) ela deixa a borda a uma altura = 1,20 acima do chão e a

uma distância = 2,50 de uma parede. Em que altura a bola bate na parede?

85

Solução:

parede. Em que altura a bola bate na parede? 85 Solução : = 20 = 0,2

= 20 = 0,2

= 0,005

= 1,20

= 2,5

A distância percorrida pela bola de massa de modelar, em cada volta, na borda da roda é o

perímetro da roda:

= 2

Como

=

,

= × × , ,

=

= 251,33 /

roda: = 2 Como = , = × × , , = = 251,33 / A

A partir do momento que a bola deixa o contato com a roda, essa velocidade passa a ser a

da bola.

1 circunferência completa = 360°.

1 hora = 30°

Usando a equação da trajetória: = (tan )

( )

= (tan 30,0°)2,5

9,806 / (2,50 ) 2(251,33 × 30,0°) = 1,44

Como a bola parte da altura de 1,2 m, e somando mais 1,44 m, temos:

= 1,2 + 1,44 =

2,64
2,64

86 Uma partícula descreve um movimento circular uniforme em torno da origem de um sistema

de coordenadas , movendo-se no sentido horário com um período de 7,00 s. Em certo

instante o vetor posição da partícula (em relação à origem) é = (2,00 ) ̂− (3,00) ̂. Qual é a

velocidade da partícula neste instante, em termos dos vetores unitários?

da partícula neste instante, em termos dos vetores unitários? Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil –
da partícula neste instante, em termos dos vetores unitários? Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil –

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Solução:

A partícula descreve uma volta completa em um período ( = 7 ).

Uma volta completa é = 2 .

Logo temos:

=

= (2,00 ) + (3,00 )

mas:

=

2

= 2 13 7

= 3,2363 /

O vetor velocidade possui direção perpendicular ao raio e sentido horário.

× = 0

(2,00 ⃗ − 3,00 ) × ( , ) = 0

Tomando qualquer valor para , por exemplo = 2, temos:

(2,00

3,00) × ( + 2,00 ) = 0

2,00 6,00 = 0

= 3

Logo: = (3 , 2)

Mas queremos o vetor unitário, assim basta normalizá-lo, dividindo as componentes pelo

seu módulo =

| | :

3,00 2 ) ⃗−

(3 +

2,00

2 ) = (0,832 ⃗ − 0,555 )

(3 +

O módulo da velocidade já foi calculado, assim, basta multiplicar pelo vetor unitário que

teremos o vetor velocidade:

3,2363(0,832 0,555 ) = (2,69 ) ⃗ − (1,80 / )

Dada a posição da partícula no enunciado do problema, conclui-se que ela se encontra no

4º quadrante. Neste quadrante, o vetor movimento circular no sentido horário possui as componentes

negativas.

= (2,69 )

= ( − 2,69 ⁄ )

( 1,80 / ) ⃗
(
1,80 /
)
− 2,69 ⁄ ) ⃗ − ( 1,80 / ) ⃗ Nelson Poerschke Curso de Engenharia
− 2,69 ⁄ ) ⃗ − ( 1,80 / ) ⃗ Nelson Poerschke Curso de Engenharia

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87

Na figura uma bola é lançada verticalmente para cima, a partir do solo, com uma velocidade

inicial = 7,00 / . Ao mesmo tempo um elevador de serviço começa a subir, a partir do

solo, com uma velocidade constantes = 3,00 / .

Qual é a altura máxima atingida pela bola:

a) em relação ao solo; e

b) em relação ao piso do elevador?

Qual é a taxa de variação de velocidade da bola:

c)

b)

em relação ao solo; e

em relação ao piso do elevador?

b) em relação ao solo; e em relação ao piso do elevador? Solução : a) b)

Solução:

a)

b)

Como = 0 no ponto mais alto da trajetória e = 7 / , temos:

= 2

) = (

2

=

2

=

(7,00 / )

2 ×

9,81 / = 2,497 /

= 2,50 /

A velocidade relativa é:

= = 7,00 / 3,00 = 4,00 /

Assim a altura da bola em relação ao piso do elevador é:

=

2

) = = (

2

2

= (4,00 / ) 2 × 9,81

/ = 0,8155 /

= 0,82 /

c) Em relação ao solo a taxa de aceleração é – 9,81 /

= 9,81 /

d) Como o elevador se move em velocidade constante, sua taxa de variação da velocidade

é zero, logo a taxa de variação da velocidade da bola em relação ao elevador também é – 9,81 /

= 9,81 /

relação ao elevador também é – 9,81 / = 9,81 / Nelson Poerschke Curso de Engenharia
relação ao elevador também é – 9,81 / = 9,81 / Nelson Poerschke Curso de Engenharia

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Na figura um trenó se move no sentido negativo do eixo x com uma velocidade escalar

constante , enquanto uma bola de gelo é atirada do trenó com uma velocidade = +

em relação ao trenó. Quando a bola chega ao solo, seu deslocamento horizontal em

relação ao solo (da posição inicial à posição final) é medido. O gráfico mostra a variação com .

Suponha que a bola chega ao solo na altura aproximada em que foi lançada. Quais são os valores de :

88

a) ; e

b)

O deslocamento da bola em relação ao trenó também pode ser medido. Suponha que a

?

velocidade do trenó não muda depois que a bola é atirada. Quanto é para igual a:

c)

5,0 / ; e

d)

15,0 m/s.

para igual a: c) 5,0 / ; e d) 15,0 m/s. Solução : Em relação ao

Solução:

a: c) 5,0 / ; e d) 15,0 m/s. Solução : Em relação ao trenó a

Em relação ao trenó a velocidade de lançamento da bola é:

= +

Como o movimento do trenó é no sentido negativo com velocidade , a velocidade do

trenó é .

Então a velocidade de lançamento em relação ao solo é:

= ( ) +

Portanto, os deslocamentos horizontal e vertical em relação ao solo são:

ç = = ( ) ô

e

ç = 0 = ô +

1 ( )( ô )
2

Igualando as duas equações, temos:

= 2

2

Igualando as duas equações, temos: ∆ = 2 − 2 Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil
Igualando as duas equações, temos: ∆ = 2 − 2 Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil

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O primeiro termo corresponde à interceptação do eixo y pela reta, e o segundo termo (em

parênteses) corresponde com a magnitude da "inclinação". Assim:

Isto implica que:

= 40 4

=

4,0 × 9,81 /

2

= 19,62 /

a) = × , / × , /

=

=

10 /
10 /

b)

=

, × , /

=

19,62 /

c) O deslocamento não depende da velocidade do trenó.

= × ô

= 10 × 4

= 40

d) O mesmo que a letra c), o deslocamento não depende da velocidade do trenó.

= × ô

= 10 × 4

= 40

89 Uma mulher que é capaz de remar um barco a 6,4 km/h em águas paradas se prepara para

atravessar um rio longo e retilíneo com 6,4 km de largura e uma correnteza de 3,2 km/h.

Tome perpendicular ao rio e apontando rio abaixo. Se a mulher pretende remar até um ponto na

outra margem diametralmente oposto ao ponto de partida,

a) para que ângulo em relação a deve apontar o barco;

b) quanto tempo leva para fazer a travessia;

c) quanto tempo gastaria se, em vez disso, remasse 3,2 km rio abaixo e depois voltasse ao

ponto de partida?

d) quanto tempo gastaria de remasse 3,2 km rio acima e depois voltasse ao ponto de

partida.

3,2 km rio acima e depois voltasse ao ponto de partida. Nelson Poerschke Curso de Engenharia
3,2 km rio acima e depois voltasse ao ponto de partida. Nelson Poerschke Curso de Engenharia

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e) para que ângulo deveria direcionar o barco para atravessar o rio no menor tempo

possível?

f) qual seria esse tempo?

Solução:

a) Para chegar a um ponto diretamente em frente ela deve apontar o barco em uma direção

a montante do rio, de forma a anular o efeito da correnteza que tende a empurrar o barco para jusante.

da correnteza que tende a empurrar o barco para jusante. Fazendo a velocidade do barco cateto

Fazendo a velocidade do barco cateto adjacente;

Fazendo a correnteza do rio cateto oposto.

=

=

, / , / = 0,5

30º
30º

0,5 = 30°

b) A velocidade do barco na água é 6,4 km/h, porém ele não se desloca em linha reta para a

outra margem e sim com um ângulo de 30º em relação a esta linha reta.

Assim, a componente da velocidade que representa a linha reta para a outra margem é:

A

= cos

= 6,4 /× cos 30º

= 5,54 /

distância de uma margem à outra é de 6,4 km, assim o tempo que a mulher gastará é de:

=

= ×

6,4

=

/ = 1,15

5,54

= 1,15

Agora todo o movimento se dá paralelamente ao eixo y,

primeiramente descendo a favor da correnteza e depois voltando

contra a mesma. Portanto:

c)

da correnteza e depois voltando contra a mesma. Portanto: c) Descendo temos: = + = 6,4

Descendo temos: = + = 6,4 ⁄ℎ + 3,2 ⁄ℎ = 9,6 /

Subindo temos: = = 6,4 ⁄ℎ − 3,2 ⁄ℎ = 3,2 /

A distância a ser percorrida é de 3,2 km rio abaixo e de 3,2 km rio acima.

=

= 9,6 /+ 3,2 / = 1,33

3,2

3,2

9,6 / ℎ + 3,2 / ℎ = 1 , 3 3 ℎ 3,2 3,2 Nelson
9,6 / ℎ + 3,2 / ℎ = 1 , 3 3 ℎ 3,2 3,2 Nelson

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= 1,33

d) Da mesma forma que o item anterior, somente que agora ela primeiramente rema rio

acima e depois retorna.

= 1,33

Na figura, uma estação de radar detecta um avião que se aproxima, vindo do leste. Quando é

observado pela primeira vez o avião está a uma distância = 360 da estação e = 40º

acima do horizonte. O avião é rastreado durante uma variação angular de = 123º no plano vertical

leste-oeste; sua distância no final desta variação é = 790 . Determine:

90

a) o módulo; e

b) a orientação do deslocamento durante este período. Solução: a)
b)
a orientação do deslocamento durante este período.
Solução:
a)

= (360 × cos 40º ) + (360 × 40º) = (276 ) + (231 )

= [790 × cos(40º + 123º)] + [790 × sen(40º + 123º)] = (755 ) + (231 )

= 2

1

= [(755 ) (276 )] + (231 231 ) = (1031 )

b) Como vemos, não houve variação das componentes no eixo y, logo, a direção do vôo é

exatamente o eixo x negativo.

Assim, conclui-se que a direção é de leste para oeste.

Assim, conclui-se que a direção é de leste para oeste. Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil
Assim, conclui-se que a direção é de leste para oeste. Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil

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91

Solução:

Um rifle é apontado horizontalmente para o alvo a 30 m de distância. A bala atinge o alvo

1,9 cm abaixo do ponto para onde o rifle foi apontado. Determine:

a) o tempo de percurso da bala; e

b) a velocidade escalar da bala ao sair do rifle.

a) o tempo de percurso da bala é calculado em função do deslocamento vertical e da

aceleração da gravidade:

1

= + 2

Como e são iguais a zero, a equação fica:

1

= 2

= 2

Do enunciado, temos = 0,019 , e = 9,81 /

= 2

= 2 × 0,019 9,81 /

= 0,0622

= 0,0622

92

b) a velocidade escalar é:

=

30 = 0,0622 = 482,32 /

= 482,32 /

Um trem francês de alta velocidade, conhecido como TGV (Train à Grande Vitesse), viaja a

uma velocidade média de 216 km/h.

a) Se o trem faz uma curva a essa velocidade e o módulo da aceleração sentida pelos

passageiros pode ser no máximo de 0,050g, qual é o menor raio de curvatura dos trilhos que pode se

tolerado?

b) Com que velocidade o trem deve fazer uma curva com 1 km de raio para que a

aceleração esteja no limite permitido?

de raio para que a aceleração esteja no limite permitido? Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil
de raio para que a aceleração esteja no limite permitido? Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil

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Solução:

a) Esta questão trata de aceleração centrípeta, cuja equação é.

=

× ×

=

= 60 m/s

=

= 9,81 /

=

(60 / )

0,05 × 9,81

/ = 7339,45

= 7339,45

b) A velocidade máxima para um raio de 1 km é:

=

= ×

= 1000

= 0,05 = 0,05 × 9,81 /

= ×

= 1000 × 0,05 × 9,81 = 22,15 /

= 22,15 × 3,6 = 79,73 /

80 /

93 Um campo magnético pode forçar uma partícula a descrever uma trajetória circular. Suponha

que um elétron que está descrevendo uma circunferência sofra uma aceleração radial de

módulo 3,0 × 10 / sob o efeito de um certo campo magnético.

a) Qual é o módulo da velocidade do elétron se o raio da trajetória circular é de 15 cm?

b) Qual é o período do movimento?

Dados:

= 0,15

= 3,0 × 10 /

Solução:

a) O módulo da velocidade do elétron:

=

= ×

a) O módulo da velocidade do elétron: = → = √ × Nelson Poerschke Curso de
a) O módulo da velocidade do elétron: = → = √ × Nelson Poerschke Curso de

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94

Solução:

= 0,15 × 3,0 × 10 / = 6708203,93 /

= 6,708 × 10 /

= 6,708 × 10 /

= 6,708 × 10 /

b) O período é

=

= 2

2 × × 0,15

6,708 × 10 /

= 1,405 × 10

= 1,405 × 10

O vetor posição de um próton é, inicialmente, = 5,0 6,0 + 2,0 e depos se torna

= 2,0 + 6,0 + 2,0 com todos os valores em metros.

a) Qual é o vetor deslocamento do próton?

b) Esse vetor é paralelo a que plano?

a) O vetor deslocamento.

=

= 2,0 + 6,0 + 2,0 5,0 ⃗− 6,0 + 2,0

= (2,0 ⃗− 5,0 ) + (6,0 + 6,0 ) + (2,0 ⃗ − 2,0 )

∆ ⃗ = ( − 7, 0 ) ⃗ + (12, 0 ) ⃗
∆ ⃗ = ( − 7, 0 ) ⃗ + (12, 0 ) ⃗

= (7,0 ) + (12,0 )

b) Como não existe a componente , = 0, assim o vetor deslocamento é paralelo ao

plano .
plano .

Um trenó a vela se move na suerfície de um lago conelado com uma aceleração constante

produzida pelo vento. Em um dado instante a veloidade do trenó é 6,30 ⃗ − 8,42 .

Trêssegundos depois, devido a uma mudança do vento, o trenó se encontra momkentaneamente em

repouso. Qual é a aceleraão média do trenó nesse intervalo de 3 s?

96

Solução:

média do trenó nesse intervalo de 3 s? 96 Solução : Nelson Poerschke Curso de Engenharia
média do trenó nesse intervalo de 3 s? 96 Solução : Nelson Poerschke Curso de Engenharia

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97

Solução:

98

=

=

0 (6,30 8,42 )

3

= (6,30 + 8,42 ) 3

= (2,1 + 2,81 ) /

⃗ = ( − 2,1 / ) ⃗ + (2,81 / ) ⃗
⃗ = ( − 2,1 / ) ⃗ + (2,81 / ) ⃗

= (2,1 / ) + (2,81 / )

⃗ = ( − 2,1 / ) ⃗ + (2,81 / ) ⃗
⃗ = ( − 2,1 / ) ⃗ + (2,81 / ) ⃗

Em 3,50 h um balão se desloca 21,5 km para o norte, 9,70 km para o leste e 2,88 km para

cima, m relação ao ponto de lançamento. Determine:

a) o módulo da velocidade média do balão; e

b) o ângulo que a velocidade faz com a horizontal.

a) a velocidade

b) o ângulo

| | = (21,5 ) + (9,7 ) + (2,88 )

| | = 23,76

| | =

| |

23,76

=

3,50

= 6,79 ⁄ℎ

| ⃗ | = 6,79 / ℎ

| | = 6,79 /

=

2,88

(21,5 )

+ (9,7 ) = 0,122102

= 0,122102 = 6,96146º

= 6,96º
= 6,96º

Uma bola é lançada horizontalmente de uma altura de 20 m e chega ao solo com uma

velocidade três vezes maior que a inicial. Determine a velocidade inicial.

vezes maior que a inicial. Determine a velocidade inicial. Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil –
vezes maior que a inicial. Determine a velocidade inicial. Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil –

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Solução:

O lançamento é horizontal, logo a = .

No momento do impacto a velocidade possui duas componentes, e .

O módulo da velocidade no impacto é:

Mas note que = 2

Assim temos

= + = 3

Que é

= + 2 = 3

+ = 3 Que é = + 2 ℎ = 3 + 2 ℎ = (3

+ 2 = (3 )

=

4

=

2

=

2 = 9

= 8 = 4

2

9,81 / × 20

2

= 7,00 /

= 7,0036 /

= 4 2 9,81 / × 20 2 = 7,00 / = 7,0036 / Nelson Poerschke
= 4 2 9,81 / × 20 2 = 7,00 / = 7,0036 / Nelson Poerschke

Nelson Poerschke Curso de Engenharia Civil – UFRR