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INSTRUÇÃO NORMATIVA DA DISTRIBUIÇÃO Nº 001.13 – GRNT PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA DISTRIBUIÇÃO Nº 001.13 GRNT

PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13,8/0,380-0,220 kV

PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13,8/0,380-0,220 kV 1ª EDIÇÃO ABRIL – 2013 DIRETORIA DE ENGENHARIA -

1ª EDIÇÃO

ABRIL 2013

DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS - SPP GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA - GRNT

FICHA TÉCNICA

Coordenação:

Celso Nogueira da Mota

Participantes : Aristófanes Dantas,

Edilton Oliveira Guerreiro,

Francisco Sales de Sousa, João Alves Pereira , João Carlos dos Santos, José Cezar Nonato, Kamila Franco Paiva, Luiz Fernando de Castro , Stefanos Barbosa Nicolaidis

1ª Edição:

Colaboradores: Nivaldo José Franco das Chagas

GRNT - Gerência de Normatização e Tecnologia FAX: 3465-9291 Fone: 3465-9290

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA DISTRIBUIÇÃO IND- 001.13

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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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IND 001.13

ABR/2013

PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13,8 / 0,380 - 0,220 kV

DA DISTRIBUIÇÃO IND – 001.13 ABR/2013 PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13,8 / 0,380 -
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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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SUMÁRIO

1. OBJETIVO

3

2. PRÉ REQUISITOS MÍNIMOS

3

3. CONFIGURAÇÕES, ARRANJOS E COMPONENTES ELETRÍCOS DE OPERAÇÃO E

MANOBRAS DO SISTEMA SUBTERRANEO 13,8/0,3800,220 kV

3

4. CAIXA DE DERIVAÇÃO E MANOBRA - CDM

4

5. BASES E FUSÍVEIS TIPO NH RETARDADO

7

6. CHAVES TRIPOLARES “SECAS” PARA INTERRUPÇÃO EM CARGA

10

7. CHAVES TRIPOLARES A ÓLEO PARA INTERRUPÇÃO EM CARGA

13

8. DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO

17

9. PROTETOR DE REDE RETICULADA DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIA OU PROTETOR

NETWORK OU PROTETOR

20

10. ACESSÓRIOS DESCONECTÁVEIS

29

11. TRANSFORMADOR A ÓLEO (NTD-3.02)

32

12. TRANSFORMADOR A SECO COM OU SEM VENTILAÇÃO FORÇADA (NTD 3-45)

33

13. TRANSFORMADOR PEDESTAL (NTD-3.35)

35

14. CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR A SF6 ( NTD-3.33 e NTD-3.46)

38

15. CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR A SF6 SUBMERSÍVEL COM TRANSFERÊNCIA

AUTOMÁTICA (NTD-3.48)

40

16. CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA ORMAZABAL (NTD 4.33)

41

17. CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA G&W (NTD 4.32)

48

18. CONJUNTOS CBT (NTD-3.37)

50

19. BARRAMENTO MÚLTIPLO ISOLADO BMI ( NTD-4.21)

52

20. ARRANJOS RADIAIS

53

21. ARRANJO RADIAL I

61

DESENHO 1 - ARRANJO RADIAL I

63

22.

ARRANJO RADIAL II

63

DESENHO 2 - ARRANJO RADIAL II

65

23.

ARRANJO RADIAL III

66

DESENHO 3 - ARRANJO RADIAL III

69

24.

OPERAÇÃO PARA CONEXÃO E DESCONEXÃO DE REDE SUBTERRÂNEA DE AT

UTILIZANDO CDM E DESCONECTAVEIS

70

25.

ARRANJO SPOT NETWORK

75

DESENHO 4

- ARRANJO SPOT NETWORK

84

26. ARRANJO PRIMÁRIO SELETIVO COM CHAVE REVERSORA DE AT E SEM RECURSO PELO

SECUNDÁRIO

85

DESENHO 5 - ARRANJO PRIMÁRIO SELETIVO COM CHAVE REVERSORA DE AT E SEM RECUROS PELO SECUNDÁRIO

95

27.

ARRANJO PRIMÁRIO SELETIVO COM CHAVE REVERSORA E COM RECURSO PELO

SECUNDÁRIO

96

28.

CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO

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1. OBJETIVO

Esta norma tem por objetivo estabelecer e definir os procedimentos para a operação do sistema subterrâneo de 13,8/0,380-0,220 kV, abrangendo a aplicação e as principais características técnicas e operacionais detalhadas de cada um dos componentes elétricos de operação e manobras, bem como de todas as configurações elétricas instaladas no sistema subterrâneo da CEB-D.

2. PRÉ REQUISITOS MÍNIMOS

Para a aplicação e uso desse documento, faz necessário o atendimento das condições mínimas abaixo indicadas:

2.1.

o cumprimento da legislação de segurança e medicina do trabalho em especial

a NR10 e NR33;

2.2.

os

profissionais que vão fazer uso deste documento deverão estar capacitados

e

autorizados, em cumprimento aos critérios definidos na NR10, e com

treinamento especifico para execução dessas atividades, com reciclagem definida na legislação;

2.3.

nenhuma nova tecnologia poderá ser implantada sem que haja o treinamento especifico para todos os profissionais que farão uso dessa;

2.4.

todos os equipamentos relacionados neste documento só poderão ser operados com as manutenções em dia conforme recomendação do fabricante. Esse registro de manutenção tem que estar expresso e disponível para o operador (manobreiro) para consulta prévia antes da operação;

2.5.

as

condições ambientais onde os equipamentos estão instalados deverão estar

em condições que garantam a segurança dos operadores;

 

2.6.

os operadores (manobreiros) só poderão fazer uso deste documento estando

os

riscos das atividades executadas eliminados ou controlados.

 

3.

CONFIGURAÇÕES,

ARRANJOS

E

COMPONENTES

ELETRÍCOS

DE

OPERAÇÃO E MANOBRAS DO SISTEMA SUBTERRANEO 13,8/0,3800,220 kV

Estão relacionados a seguir as diversas configurações e arranjos elétricos responsáveis pelo suprimento de energia às estações transformadoras de 13,8/0,380-0,220 kV, bem como os diversos componentes de operação e manobra instalados no sistema subterrâneo da CEB-D:

3.1. Configurações e Arranjos:

operação e manobra instalados no sistema subterrâneo da CEB-D: 3.1. Configurações e Arranjos: arranjo radial simples;

arranjo radial simples;

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arranjo primário seletivo dedicado; arranjo spot network.SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 4 /108 3.2. Componentes Elétricos de Operação e Manobras: caixa

3.2. Componentes Elétricos de Operação e Manobras:

caixa de derivação e manobra CDM; bases e fusíveis tipo NH Retardado; chaves tripolares secas para interrupção em carga classe 15,0 kV; chaves tripolares a óleo para interrupção em carga classe 15,0 kV; chaves tripolares a gás SF6 hexafluoreto de enxofre; chaves seccionadoras em carga de baixa tensão; disjuntores de baixa tensão; protetores de rede reticulado de distribuição secundária; incluir os seguintes protetores BEGUIM e ABB FUTURA; acessórios desconectáveis classe 15,0 kV (200 A e 600 A); conjunto de barramento de distribuição em baixa tensão CBT-CEB; transformador pedestal; barramento múltiplo isolado BMI; limitador de corrente.

A descrição das principais características técnicas e operacionais de cada um dos componentes elétricos de operação e manobra, bem como de todas as configurações elétricas e arranjos instalados no sistema subterrâneo da CEB-D-D são apresentados detalhadamente nos próximos capítulos

4. CAIXA DE DERIVAÇÃO E MANOBRA - CDM

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação das caixas de derivação e manobra - CDM, utilizadas no sistema subterrâneo de distribuição da CEB-D.

e manobra - CDM, utilizadas no sistema subterrâneo de distribuição da CEB-D. Caixa de derivação e

Caixa de derivação e manobra CDM

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 5 /108 Vista interna da caixa CDM 4.1. Definição - Caixa de

Vista interna da caixa CDM

4.1. Definição - Caixa de Derivação e Manobra CDM

É um equipamento utilizado para derivação e manobra em circuitos subterrâneos

primários, sendo instalado ao longo da rede subterrânea de média tensão. Sua utilização permite além da ramificação do circuito primário, o seccionamento de um

trecho do circuito em caso de manobras para a realização de serviços na rede.

4.2. Características

4.2.1. Características técnicas e construtivas

A caixa de derivação e manobra - CDM é formada por uma caixa metálica em aço,

dimensionada para garantir as distâncias elétricas mínimas entre parte viva e carcaça, à qual se conectam cabos subterrâneos primários através de muflas terminais trifásicas acopladas a aberturas existentes na referida caixa. Internamente, os cabeçotes das muflas terminais são interligados através de cordoalhas condutoras de cobre estanhado denominadas "links", através dos quais são

garantidas as conexões elétricas. Existem dois comprimentos padronizados de links que são 300 mm e 260 mm.

As aberturas para recebimento de muflas não utilizadas são sempre fechadas com uma tampa (tampa cega) e aparafusadas.

A CDM é sempre fixada na parede da caixa subterrânea e possui uma tampa frontal

de acesso às suas partes internas, tampa esta que é aparafusada ao corpo da CDM.

Os links são dimensionados de acordo com a capacidade do cabo de maior bitola a eles conectados.

A CDM utilizada na CEB-D não é um equipamento para operar sob coluna d’água.

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Nota: Por ser um equipamento antigo, por falta de peças de reposição, quando existir a necessidade de qualquer manutenção nesse equipamento, deverá ser feita a sua substituição por um conjunto de desconectável.

4.2.2. Componentes da CDM:

1)

caixa metálica para abrigo interno das muflas;

2)

tampa frontal da caixa metálica;

3)

flange destinado à instalação das três muflas de cada circuito;

4)

tampa-cega para substituição do flange;

5)

link flexível de cobre estanhado para restabelecer as ligações retas e em U;

6)

juntas de vedação das tampas frontal, cega e flanges;

7)

mufla de porcelana para cabo tronco, seções de 95 mm² a 150 mm²;

8)

mufla de porcelana para ramal, seções de 35 mm² a 50 mm².

4.2.3. Características operativas

Quando fechada ou aberta a CDM deve ser considerada como estando energizada. Os links da CDM só podem ser acessados e retirados quando a CDM estiver completamente desenergizada a manobra de desconexão (desligamento de um cabo da CDM) é garantida pela retirada do link em cada uma das três fases.

4.3. Operação do Equipamento

Para a retirada/instalação de um link, o eletricista deve:

a) Utilizar os dez passos de segurança:

1) no local do serviço, Isolamento e sinalização da área com fitas, cones ou outras barreiras;

2)

planejamento da tarefa incluindo a conversa próximo a caixa ou no pátio da

3)

estação transformadora com uso da APR Análise Preliminar de Risco; seleção e uso dos EPIs e EPCs, ferramental e materiais de serviço adequados;

4) solicitação do bloqueio do religamento automático do circuito (Relé 79) ao COD Centro de Operação da Distribuição para o impedimento de reenergização.(ITEM NÃO APLICADO A REDE SUBTERRÂNEA); 5) seccionamento do circuito, com o desacoplamento do disjuntor (descontinuidade elétrica total);

6)

7) instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos

condutores dos circuitos; proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada área

8)

em torno da parte condutora energizada (obstáculos, anteparos e isolamento das partes vivas); 9) instalação da sinalização de impedimento de reenergização (bandeirola, cartão, etc.);

constatação da ausência de tensão;

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impedimento físico de reenergização com aplicação de travamentos mecânicos para manter o dispositivo de manobra fixo numa determinada posição, de forma a impedir uma ação não autorizada (cadeados, travas, retirada dos elos fusíveis, etc.).;

b)

Confirmar a correta identificação do equipamento a ser manobrado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo:

1)

estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade.

2)

caso a ET seja no subsolo ou abrigada em edifícios proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33).

3)

instalação dos aterramentos temporários na rede serão de responsabilidade do executante do serviço, sendo o mesmo responsável pela sua retirada, em conformidade com os procedimentos de trabalho.

4)

desaparafusar e retirar a tampa frontal com cuidado, pois o teste de ausência de tensão não foi ainda executado;

5)

realizar o teste de ausência de tensão e posteriormente o aterramento da CDM;

6)

descarregar cargas estáticas existentes com bastão de teste e cordoalha de aterramento;

7)

identificar o circuito a ser desconectando percorrendo visualmente na caixa e observando a direção do circuito nos dutos;

8)

desaparafusar, retirar o link do cabo que se deseja desconectar, recolocar os demais links e reapertar os parafusos de fixação dos mesmos no cabeçote das muflas;

9)

retirar o aterramento, recolocar a tampa frontal e aparafusá-la;

10)

verificar se não deixaram nenhuma ferramenta, parafusos, porcas, cordoalha de aterramento no interior da CDM;

11)

deixar os links de ligação em cima da CDM, para posterior instalação.

5. BASES E FUSÍVEIS TIPO NH RETARDADO

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos fusíveis e bases tipo NH, utilizados nos armários / quadros das estações transformadoras de distribuição de energia elétrica da CEB-D.

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 8 /108 Bases e fusíveis – Tipo NH Retardado 5.1. Definições

Bases e fusíveis Tipo NH Retardado

5.1. Definições

5.1.1. Fusíveis NH

São dispositivos próprios para proteção de circuitos, que em serviço, estão sujeitos a sobrecargas ou curto-circuito.

5.1.2. Bases NH

São dispositivos destinados ao acoplamento do fusível tipo NH. Uma vez retirado o fusível, a base constitui um seccionamento visível dos circuitos, tornando dispensável, em muitos casos, a utilização de um seccionamento adicional, ou seja, interrupção do circuito de BT através do NH.

5.2. Características

5.2.1. Características técnicas e construtivas

5.2.1.1. Fusíveis NH

Existem três tipos: retardados, rápidos e ultrarrápidos. A CEB-D somente utiliza o fusível retardado, pois os mesmos quando submetidos a sucessivas sobrecargas de curta duração ou a sobrecargas pequenas de longa duração, são resistentes à fadiga (envelhecimento).

São utilizados fusíveis dos tamanhos DIN 00, 1,2 e 3, tensão nominal de funcionamento de 500V e corrente nominal variando desde 63 até 400A.

Nota: Em casos existentes, excepcionalmente poderá ser empregado o fusível NH de 500A, 630A e 800A.

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As partes isolantes dos fusíveis são fabricadas em porcelana ou esteatita, para garantia da estabilidade mecânica e térmica.

A maioria dos fusíveis tem os contatos (facas) prateados, o que proporciona perdas muito reduzidas no ponto de ligação e evita o aquecimento indesejado, comum neste tipo de conexão.

Geralmente os fusíveis têm um botão (pino) vermelho na face superior do corpo isolante, para indicação de ruptura do mesmo.

5.2.1.2. Bases NH

São utilizadas na CEB-D apenas as bases NH tamanhos DIN 2 e 3. A base tamanho 2 suporta corrente nominal até 400 A, tensão nominal 500 V e a do tamanho 3 até 630 A, 500V.

As bases NH são unipolares e podem ser montadas individualmente ou três bases unipolares sobre um único suporte.

As bases NH têm seu corpo construído em material isolante e resistente. As garras são confeccionadas em cobre eletrolítico com cobertura prateada, para garantir o contato perfeito, ótima condutibilidade.

Para melhor fixação do fusível, a pressão das garras é garantida através de molas de aço.

5.2.2. Características operativas

As principais características operativas das bases e fusíveis NH são:

os fusíveis são dimensionados para interromperem eletricamente o circuito sempre que um valor pré - determinado de corrente é ultrapassado;características operativas das bases e fusíveis NH são: os fusíveis NH não foram projetados para manobra

os fusíveis NH não foram projetados para manobra em carga, exceto quando acoplados ao equipamento que permite operação sob carga; ;
NH não foram projetados para manobra em carga, exceto quando acoplados ao equipamento que permite operação

destinam-se às instalações em ambientes abrigados e protegidos contra toque acidental.

5.3. Operação do Equipamento:

1) utilizar os dez passos de segurança descrito no item 4.3 desta norma; 2) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade; 3) proceder ao desligamento do circuito tronco de BT, pelo lado NF de atendimento às unidades consumidoras envolvidas, observando que, nos armários tipo CBT que existem câmaras de extinção de arco, a operação de abertura e fechamento será simultânea nas três , não será preciso retirar carga, porém no barramento convencional, deve-se antes de retirar os fusíveis NH, que seja desligada a chave secundária CS da

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ET que alimenta o circuito para retirar os fusíveis individualmente utilizando o punho saca fusíveis. Retirar a carga desligando o dispositivo de proteção na chegada da UC; 4) em caso de suspeita de curto-circuito, seguir os procedimentos (passo- a-passo) de substituição de fusíveis NH estabelecidos pela Gerência de Serviços; 5) os fusíveis NH não foram projetados para manobra em carga, exceto quando acoplados a equipamentos que permitem operação sob carga; 6) a instalação e a retirada de fusíveis nas bases NH deve ser realizada, obrigatoriamente, com a utilização de punhos de manobra, ferramenta específica para a operação de fusíveis NH. Os punhos são confeccionados em material isolante e resistente. Possuem um encaixe na parte inferior, que proporciona o acoplamento do fusível para posterior retirada ou colocação do mesmo na base NH; 7) a operação de retirada de fusíveis NH, quando existirem outros ramais de circuitos que permitirão a continuação de circulação de corrente (circuitos paralelos), não é considerada como abertura do circuito em carga.

6. CHAVES TRIPOLARES SECASPARA INTERRUPÇÃO EM CARGA

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação das chaves tripolares secaspara interrupção em carga, utilizadas na CEB-D.

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 11 /108 Chaves tripolares “ secas ” para interrupção em

Chaves tripolares secaspara interrupção em carga

6.1.

Definição

É um equipamento para abertura em carga de circuitos subterrâneos primários, de acionamento manual, sendo instaladas antes do primário de transformadores subterrâneos para permitir o seccionamento do restante do circuito.

6.2. Características

6.2.1. Características técnicas e construtivas

As

técnicas:

chaves

secas

utilizadas

na

CEB-D

possuem

as

seguintes

modelo Mini-Rupter fabricação S & C Electric Company; corrente nominal - 600 A; tensão nominal 14,4 kV; frequência - 60 Hz; capacidade de interrupção - 800 A;

características

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cabos isolados dos circuitos subterrâneos são conectados ao corpo da chave através de terminais desconectáveis.

cabos isolados dos circuitos subterrâneos são conectados ao corpo da chave através de terminais desconectáveis. O cabo de entrada é conectado na parte superior da chave e o cabo de saída para o transformador é conectado na parte inferior. Como a conexão é feita pela utilização de desconectáveis, existem instalações onde na parte superior da chave tem-se uma derivação do circuito para outro ponto, ao mesmo tempo em que o circuito é conectado a chave; e

a chave seca utilizada na CEB-D possui uma única alavanca de manobra

a

chave seca utilizada na CEB-D possui uma única alavanca de manobra

localizada na lateral esquerda da chave, a qual possui duas posições de descanso nas quais está alavanca pode ser travada. Estas duas posições de Fechado (ligado) ou Aberto (desligado) correspondem a situações operativas nas quais os cabos conectados à chave estão ligados ou separados eletricamente, respectivamente.

6.2.2. Características operativas

As principais características operativas das chaves secassão:

operação tripolar a plena carga; operação manual através de alavanca de manobra específica para esta
operação tripolar a plena carga; operação manual através de alavanca de manobra específica para esta

operação tripolar a plena carga;

operação manual através de alavanca de manobra específica para esta finalidade. Existe na alavanca de manobra, uma indicação de sua posição operativa OPEN (aberta) e CLOSE (fechada); esta chave não possui a posição operacional “aterrada”.

a

velocidade de operação da chave independe da ação do operador. O

 

esforço para girar a alavanca de comando por parte do operador é utilizado para carregar uma mola, a qual é responsável pelo movimento;

a isolação interna entre partes vivas e carcaça são garantidas unicamente

a

isolação interna entre partes vivas e carcaça são garantidas unicamente

pelo ar existente no interior da chave; a chave possui câmaras de extinção de arco-voltaico

pelo ar existente no interior da chave; a chave possui câmaras de extinção de arco-voltaico para garantir a

operação de abertura da chave; pode ser instalada em ambiente interno e externo; após abertura

operação de abertura da chave; pode ser instalada em ambiente interno e externo; após abertura da chave, deverá ser conferido teste de ausência de tensão na baixa do transformador, para constatar possível tensão de retorno.

NOTA: Por falta de peças de reposição, quando existir a necessidade de manutenção corretiva nesse equipamento, deverá ser feita a sua substituição por uma chave a SF6.

6.3. Operação do Equipamento

Para a operação segura de chaves secas o eletricista deve:

1) utilizar os dez passos de segurança descrito no item 4.3 desta norma; 2) confirmar a correta identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo; 3) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade; 4) caso a ET seja no subsolo ou abrigada em edifícios proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação

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e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33). 5) verificar se a porta de acesso ao interior da chave está fechada; 6) girar a alavanca de comando para a posição desejada. Ao carregar a mola esta dispara a operação da chave, permitindo que a alavanca atinja o final de seu curso na posição de descanso; 7) em caso de liberação para trabalho, e, dependendo da finalidade da manobra é obrigatória a instalação de um cadeado ("cadeado dos manobreiros") para impedir o fechamento casual da chave; e 8) em hipótese alguma, a chave deve ser fechada quando houver suspeita de existência de curto circuito no trecho a ser energizado.

7. CHAVES TRIPOLARES A ÓLEO PARA INTERRUPÇÃO EM CARGA

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação das chaves tripolares a óleo para interrupção em carga, utilizadas na CEB-D.

7.1. Definição

É um equipamento para abertura em carga de circuitos subterrâneos primários, de acionamento manual, sendo instaladas antes do primário de transformadores subterrâneos para permitir seu seccionamento do restante do circuito ou ainda aplicadas em diversos arranjos de sistemas aéreos e subterrâneos como chaves de manobra e de transferência de carga.

NOTA: Quando se tratar de chave a óleo de propriedade do consumidor, na classe de tensão de 15 kV, não deverá ser operada sob carga e sempre que possível sem tens.

7.2. Características

7.2.1. Características técnicas e construtivas

As chaves a óleo utilizadas na CEB-D possuem as seguintes características técnicas:

modelo COB-N, fabricação Hitachi; corrente nominal - 400 A; tensão nominal - 15 kV; frequência - 50/60 Hz; capacidade de interrupção com fator de potência superior a 0,8 sob tensão nominal. - 400 A; ena CEB-D possuem as seguintes características técnicas: cabos isolados dos circuitos subterrâneos são conectados

cabos isolados dos circuitos subterrâneos são conectados ao corpo da chave através de muflas terminais. Uma mufla recebe um cabo tripolar ou três cabos singelos de média tensão.frequência - 50/60 Hz; capacidade de interrupção com fator de potência superior a 0,8 sob tensão

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7.2.2. Tipos de chaves utilizadas na CEB-D

Tipo M-101414 /108 7.2.2. Tipos de chaves utilizadas na CEB-D Chave seccionadora Hitachi – “ C1 ”

/108 7.2.2. Tipos de chaves utilizadas na CEB-D Tipo M-1014 Chave seccionadora Hitachi – “ C1

Chave seccionadora Hitachi – “C1

são as mais comumente utilizadas na CEB-D; possui duas muflas terminais para conexão dos cabos isolados; a única alavanca de manobra das chaves M-1014 possui duas posições de operação nas quais está alavanca pode ser travada. Estas duas posições de LIGADO ou DESLIGADO correspondem a situações operativas nas quais os cabos conectados à chave pelas LIGADO ou DESLIGADO correspondem a situações operativas nas quais os cabos conectados à chave pelas muflas terminais estão interligados ou separados eletricamente, respectivamente.

Tipo K-1214muflas terminais estão interligados ou separados eletricamente, respectivamente. Chave reversora Hitachi – “CR”

estão interligados ou separados eletricamente, respectivamente. Tipo K-1214 Chave reversora Hitachi – “CR”

Chave reversora Hitachi – “CR”

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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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possui três muflas terminais para conexão dos cabos isolados; a única alavanca de manobra das chaves k-1214 possui três posições de operação nas quais está alavanca pode ser travada. As três posições são:SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 15 /108 ligado para o cabo da esquerda; ligado para o cabo

ligado para o cabo da esquerda; ligado para o cabo da direita; desligado, com a alavanca posicionada na parte central. Essas posições são as operativas, nas quais o cabo conectado na mufla central da chave está eletricamente interligado ao cabo da mufla da esquerda, ou ao cabo da mufla da direita ou ainda separado eletricamente dos dois primeiros cabos (da direita e da esquerda);

essas chaves são denominadas de "chave reversora" na CEB-D.dos dois primeiros cabos (da direita e da esquerda); Tipo C-0314 e C-0414 C0314 – Chave

Tipo C-0314 e C-0414são denominadas de "chave reversora" na CEB-D. C0314 – Chave de transferência – C3. Duas fontes,

de "chave reversora" na CEB-D. Tipo C-0314 e C-0414 C0314 – Chave de transferência – C3.

C0314 Chave de transferência C3. Duas fontes, 1 saída.

Chave de transferência – C3. Duas fontes, 1 saída. K1214 – Chave de transferência 4 vias

K1214 Chave de transferência 4 vias

possui três e quatro muflas terminais para conexão dos cabos isolados, respectivamente;fontes, 1 saída. K1214 – Chave de transferência 4 vias as alavancas de manobras destas chaves,

as alavancas de manobras destas chaves, três e quatro, respectivamente, possuem duas posições de operação nas quais podem ser travadas. Estas duas posições de LIGADO ou DESLIGADO correspondem a situações operativas nas quais o cabo conectado correspondente àquela alavanca LIGADO ou DESLIGADO correspondem a situações operativas nas quais o cabo conectado correspondente àquela alavanca

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 16 /108 está interligado ou separado eletricamente de um barramento

está interligado ou separado eletricamente de um barramento interno da chave. Em outras palavras, cada alavanca serve para interligar o cabo isolado correspondente a um barramento interno da chave. Assim, para que se tenha circulação de corrente por uma chave deste tipo faz-se necessário que se tenha pelo menos duas alavancas na posição ligada; e

estas chaves são chamadas na CEB-D de chave a óleo de três alavancas

e de chave a óleo de quatro alavancas, conforme o número de alavancas que possuem.

7.2.3. Características operativas

As principais características operativas das chaves a óleo são:

operação tripolar a plena carga; operação manual através de alavanca de manobra específica para esta finalidade. Existe na alavanca de manobra, um ressalto que indica a sua posição operativa (DESLIGADO e LIGADO); características operativas das chaves a óleo são: isolação interna entre partes vivas e carcaça e ainda
esta finalidade. Existe na alavanca de manobra, um ressalto que indica a sua posição operativa (DESLIGADO

isolação interna entre partes vivas e carcaça e ainda a extinção do arco-

voltaico na operação de abertura da chave, são garantidos pelo óleo isolante

a

mineral com que a chave é preenchida; e

pode ser instalada em ambientes externo e interno;óleo isolante a mineral com que a chave é preenchida; e 7.3. Operação do Equipamento Para

7.3. Operação do Equipamento

Para a operação segura de chaves a óleo o eletricista deve:

utilizar os dez passos de segurança, descrito no item 4.3 desta norma; caso a ET seja no subsolo ou abrigada em edifícios proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33). confirmar a correta identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com
confirmar a correta identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo; pela área de segurança visando a implantação da NR33). estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a
estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade. verificar o nível de óleo. As chaves não podem ser operadas com nível de óleo abaixo do mostrado no indicador de nível, uma vez que a operação nesta situação pode provocar a explosão da chave; identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo;
abaixo do mostrado no indicador de nível, uma vez que a operação nesta situação pode provocar

recomenda-se à retirada de gás (ar na chave) antes da operação através da válvula de alivio localizada na tampa superior da chave;

retirar o pino de trava da alavanca de comando e após a operação da chaveda válvula de alivio localizada na tampa superior da chave; é obrigatória à recolocação deste pino

é obrigatória à recolocação deste pino de trava. Em caso de liberação para

trabalho, e, dependendo da finalidade da manobra é obrigatória a instalação

de um cadeado ("cadeado dos manobreiros") impedindo a retirada do pino de trava da alavanca;

realizar a movimentação da alavanca de manobra de forma rápida, segura e firme, sabendo que tal operação não tem volta; ea instalação de um cadeado ("cadeado dos manobreiros") impedindo a retirada do pino de trava da

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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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em hipótese alguma, a chave deve ser fechada quando houver suspeita de existência de curto circuito no trecho a ser energizado; deverá ser conferido teste de ausência de tensão na baixa do transformador; deverá ser conferido
deverá ser conferido teste de ausência de tensão na baixa do transformador; deverá ser conferido faseamento no protetor, disjuntor e antes da bucha do transformador.alguma, a chave deve ser fechada quando houver suspeita de existência de curto circuito no trecho

NOTA: Por falta de peças de reposição, quando existir a necessidade de manutenção corretiva nesse equipamento, deverá ser feita a sua substituição por uma chave a SF6.

7.4. Características da manutenção

7.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; verificação do nível de óleo; retirada de gás pela válvula de alivio de pressão; verificação de vazamentos; condições da Identificação posição operacional; condições da Identificação dos alimentadores; inspeção visual nas muflas de entrada e saída.

7.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; nível baixo de óleo é completado até o nível indicado; retirada de gás pela válvula de alivio de pressão; remarcação da identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; muflas de entrada e saída. 7.4.2. Manutenção preventiva: remarcação da identificação dos alimentadores, caso

remarcação da identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

substituição programada do equipamento por chave seccionadora ou de transferência à SF-06, caso o mesmo apresente vazamentos no equipamento ou muflas.caso esteja apagada ou de difícil visualização; 7.4.3. Manutenção corretiva: Consiste na substituição do

7.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por chave seccionadora ou de transferência a SF-06, caso o mesmo apresente vazamentos no equipamento ou muflas.

8. DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos disjuntores de baixa tensão, utilizados nas subestações do Sistema subterrâneo da CEB-D.

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 18 /108 Disjuntor de baixa tensão 8.1. Definição É um
SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 18 /108 Disjuntor de baixa tensão 8.1. Definição É um

Disjuntor de baixa tensão

8.1. Definição

É um equipamento para abertura em carga de circuitos de baixa tensão, de

acionamento manual e automático, sendo instalados nas Estações Transformadoras do Sistema Subterrâneo da CEB-D, para permitir a interrupção de correntes do transformador para o Armário de BT. É sensibilizado por correntes superiores às nominais, interrompendo a passagem das mesmas.

O disjuntor é sempre instalado entre o secundário do transformador de distribuição e

o Armário de BT.

8.2. Características

8.2.1. Características técnicas e construtivas

O disjuntor é constituído basicamente pelos seus contatos principais e câmara de

extinção de arco, alavanca de comando, sensores térmicos (bimetálicos) e

eletromagnéticos e bobina de desligamento para acionamento externo.

Na presença de sobrecorrentes de baixa intensidade (sobrecarga) e de alta intensidade (curto-circuito), os sensores térmicos e eletromagnéticos são sensibilizados, respectivamente e acionam o desligamento do disjuntor. Estes sensores, dependendo do fabricante, podem ter valores ajustados de correntes de atuação ou não.

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O disjuntor é projetado para ser capaz de interromper correntes de carga e de curto

circuito e para tal possui câmaras de extinção de arco.

O disjuntor é construído em caixa moldada, o que permite sua instalação externa a

quadros de distribuição, porém devem ser instalados em locais abrigados.

O disjuntor é equipado com uma bobina de desligamento externo acionada pelo relé

de gás ou termômetro do transformador associado.

8.2.2. Características operativas

As principais características operativas dos disjuntores de BT são:

o disjuntor é um equipamento projetado para interrupção em carga, inclusive de correntes de curto-circuito, possuindo para este fim câmaras de extinção de arco. Pode ser operado manualmente através de um operador, ou automaticamente por um comando elétrico externo ou ainda por um comando interno através de seus sensores de sobrecorrente;características operativas dos disjuntores de BT são: operação manual através de alavanca de manobra

operação manual através de alavanca de manobra específica para esta finalidade. Através da alavanca de manobra tem-se a indicação se o disjuntor está aberto ou fechado (Desligado ou Ligado);comando interno através de seus sensores de sobrecorrente; quando desligado por comando automático interno (sensores

quando desligado por comando automático interno (sensores de sobrecorrente), há necessidade de armar o disjuntor para conseguir o seu fechamento, ou seja, movimentar a alavanca de manobra no sentido contrário ao sentido do fechamento para depois movimentá-la no sentido do fechamento.o disjuntor está aberto ou fechado (Desligado ou Ligado); 8.3. Operação do Equipamento Para a operação

8.3. Operação do Equipamento

Para a operação segura de disjuntores de baixa tensão o eletricista deve:

utilizar os dez passos de segurança descrito no item 4.3 desta norma; caso a ET seja no subsolo ou abrigada em edifícios proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33); confirmar a correta identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com
confirmar a correta identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo; pela área de segurança visando a implantação da NR33); estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a
estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade.; devido às correntes de magnetização elevadas, ocorre algumas vezes que o disjuntor abre logo após ser fechado. Quando isto ocorrer, faz-se necessário retirar parte da carga para realizar a operação de fechamento. Para retirada da carga deve-se sempre procurar operar outro equipamento adequado para fechamento em carga;identificação do equipamento a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo;

quando da abertura automática do disjuntor, deve-se identificar a causa da abertura, procurando por possíveis defeitos, antes de realizar a tentativa de fechamento;de fechamento. Para retirada da carga deve-se sempre procurar operar outro equipamento adequado para fechamento em

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sempre que se executar serviços que envolvam possibilidade de inversão de fase, a confirmação do perfeito faseamento deve ser realizada antes de se manobrar o disjuntor;SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 20 /108 realizar a movimentação da alavanca de manobra de forma

realizar a movimentação da alavanca de manobra de forma rápida, segura e firme.deve ser realizada antes de se manobrar o disjuntor; 8.4. Características da manutenção 8.4.1. Manutenção

8.4. Características da manutenção

8.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; condições de Identificação da posição operacional; condições de Identificação dos alimentadores; inspeção visual nos pontos de conexões; inspeção visual no isolamento dos pontos de conexões; medições instantâneas de tensão e corrente; inspeção termográfica.

8.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; teste operacional,
remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; teste operacional, liga/desliga; reaperto/substituição dos conectores; conferencia de faseamento; recomposição do isolamento dos pontos de conexões; substituição programada do equipamento por outro similar.externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

8.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

9. PROTETOR DE REDE RETICULADA DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIA OU

PROTETOR NETWORK OU PROTETOR

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação e operação dos protetores de rede reticulado de distribuição secundária utilizados na CEB-D.

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WH/EATON

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GE

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GE

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BEGHIM

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9.1. Definição

É um equipamento que executa o seccionamento automático entre o secundário do

transformador de distribuição e o sistema reticulado de distribuição (no caso CEB-D,

Armário de BT), em resposta a pré-determinadas condições elétricas existentes (no circuito primário ou transformador), bem como interliga o transformador ao sistema reticulado secundário (quadro/ armário de distribuição de carga) através de comando manual ou automático.

O protetor é sempre instalado entre o secundário do transformador de distribuição e

o Armário de BT.

A CEB-D não possui o sistema reticulado de distribuição, utilizando como alternativa

ao mesmo o sistema tipo SPOT” – ESTAÇÃO TRANSFORMADORA DEDICADA se caracteriza pela instalação de dois ou três transformadores, de alimentadores diferentes, conectados a um mesmo armário de BT do qual derivam os diversos circuitos responsáveis pela alimentação das cargas.

9.2. Características

9.2.1. Características técnicas e construtivas

O protetor é um equipamento constituído basicamente por um disjuntor e circuitos,

composto conforme abaixo:

caixa metálica protetora; circuito principal, constituído pelo barramento, disjuntor, buchas e fusíveis; circuito de controle, constituído pelas placas de ligação com o disjuntor, relé mestre, relé de fase, transformadores de corrente e auto-transformadores de potencial.por um disjuntor e circuitos, composto conforme abaixo: Os protetores existentes na CEB-D são de fabricação

Os protetores existentes na CEB-D são de fabricação GENERAL ELECTRIC (GE), WESTINGHOUSE/EATON (WH), FUTURA (ABB) e BEGHIM e foram projetados e construídos para operar em altitude de até 1000m acima do nível do mar, temperatura ambiente máxima de 40ºC e média diária não superior à 35ºC e é do tipo não submersível.

O Relé Direcional de Potência Trifásica ou Relé MASTER ou Relé MESTRE é um

componente do circuito de controle do protetor e suas características principais são:

comandar o fechamento do protetor, interligando o transformador ao quadro/armário de distribuição de cargas, em condições corretas e adequadas do fornecimento de energia; edo protetor e suas características principais são: garantir a abertura automática do protetor quando da

garantir a abertura automática do protetor quando da existência de fluxo inverso de potência (sentido da rede para o transformador).ao quadro/armário de distribuição de cargas, em condições corretas e adequadas do fornecimento de energia; e

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O Relé de Fase é um componente do circuito de controle do protetor que opera em

conjunto com o relé mestre, porém atuando de maneira independente. Sua característica é garantir que o protetor somente seja ligado quando o transformador estiver em condições corretas e adequadas de fornecimento de energia ao conjunto de manobra. Assim, este relé tem a responsabilidade de evitar operações intermitentes (liga - desliga) do protetor. Este relé só atua durante a operação de fechamento do protetor.

A seguir são apresentadas as características técnicas dos protetores existentes na

CEB-D:

 

PROTETOR NETWORK

 

FABRI

GE

GE

WESTINGHOUSE/EATON

BEGHIM

FUTURA (ABB)

CANTE

Modelo

MG9

MG9I

CMD 1875

 

NET PRO

Corrente

1200 /

1875

1875

1600

1600

Nominal

800

(A)

Tensão

380/220

380/220

380/220

380/220

380/220

Nominal

(V)

Tensão

380/220

380/220

380/220

380/220

380/220

Máxima

de

Operação

(V)

Capacida

30

30

30

30

30

de de

Interrupç

ão

Simétrica

(kA)

Freqüênc

60

60

60

60

60

ia (Hz)

Fusíveis

NF3/NF5

NF3/NF

NPL -18 A

DCA-

DCA-1600

5

1600

Número

3

3

3

3

3

de fases

9.2.2. Características operativas

O protetor é um equipamento projetado para interrupção em carga, inclusive de

correntes de curto-circuito, possuindo para este fim câmaras de extinção de arco. Pode ser operado manualmente através de um operador, ou automaticamente por um comando elétrico externo ou ainda por um comando interno através de seus relés.

Todos os protetores são equipados com uma alavanca de comando, que possuem três posições de descanso, que são: OPEN (aberto), CLOSE (fechado) e

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AUTOMATIC (automático). A localização desta alavanca encontra-se conforme a seguir:

protetor GE – situa-se na lateral do protetor, podendo ser externa ou interna situa-se na lateral do protetor, podendo ser externa ou interna

à caixa protetora;

protetor WH/EATON situa-se externamente e na porta frontal do protetor; protetor Beghim protetor WH/EATON – – situa-se na lateral externa do protetor; protetor Futura - situa-se na lateral situa-se na lateral externa do protetor; protetor Futura - situa-se na lateral externa do protetor;

A unidade disjuntora (circuito principal e de comando, incluindo disjuntor, relés, TC, auto-transformadores, etc.) pode ser extraída da caixa metálica protetora, possibilitando a confirmação do desacoplamento do protetor e também desenergização para a substituição de qualquer componente.

O protetor GE possui BOTÕESque uma vez desatarraxados e retirados desconectam eletricamente o circuito de controle do mesmo.

O protetor é equipado com fusíveis internos, responsáveis pela interrupção da corrente em caso de sobrecarga ou curto-circuito. É importante salientar que nos protetores antigos, mesmo elevadas correntes não sensibilizam o relé mestre caso estejam no sentido direto (fluxo normal de potência). Os protetores recém adquiridos possuem relés micro-processados que podem ser ajustados para perceber estas correntes de fluxo direto.

Os protetores Beghim e Futura possuem relés de corrente para proteção de sobrecarga (função 50-51-F). Quando atuado a proteção de sobrecorrente atua a bobina de trip do disjuntor impedindo o rearme automático do protetor.

O protetor é equipado com motores, os quais permitem seu fechamento automático. Existe diferença entre os protetores GE, WH/EATON, Beghim e Futura no tocante ao fechamento comandado pela alavanca na posição CLOSE e AUTOMATIC a seguir relatadas:

ao se movimentar a alavanca para a posição CLOSE, consegue-se o fechamento do protetor GE sem acionar o motor, ou seja, a energiaalavanca na posição CLOSE e AUTOMATIC a seguir relatadas: necessária para a ação de fechamento do

necessária para a ação de fechamento do protetor depende do esforço firme

e contínuo do operador. No caso do protetor WH/EATON, ao movimentar-se

a alavanca para a posição CLOSE (ABERTO), o motor do protetor é acionado que carrega uma mola e está provoca o fechamento do protetor, utilizando energia elétrica para realizar esta ação;

ao se movimentar a alavanca para a posição AUTOMATIC, ambos os protetores GE, WH/EATON, Beghim e Futura têm o mesmo comportamento, ou seja, o motor é acionado e fecha os contatos do protetor. Este acionamento do motor só é possível caso os contatos dos relés estejam fechados na existência de condições favoráveis; utilizando energia elétrica para realizar esta ação; no caso dos protetores Beghim e Futura, quando da
do motor só é possível caso os contatos dos relés estejam fechados na existência de condições

no caso dos protetores Beghim e Futura, quando da ausência dos relés de proteção, permite-se o fechamento dos contatos mesmo na hipótese de algum problema no circuito elétrico. Mediante essa característica técnica,

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fica terminantemente proibida a retirada do relé de proteção e/ou colocação do mesmo em operação;

no caso do protetor WH/EATON, com a porta de acesso aberta, pode-se carregar manualmente a mola, através de manivela até obter-se o fechamento do protetor.relé de proteção e/ou colocação do mesmo em operação; no caso do protetor GE é vedado

no caso do protetor GE é vedado realizar a operação manual. Esta ação aplica-se exclusivamente para os manobreiros;através de manivela até obter-se o fechamento do protetor. as portas dos protetores WH/EATON/Eaton, Beghim e

as portas dos protetores WH/EATON/Eaton, Beghim e Futura precisam estar perfeitamente fechadas para garantir sua operação manual ou automática de fechamento, pois nesta condição são fechados contatos do circuito de comando de fechamento;Esta ação aplica-se exclusivamente para os manobreiros; os protetores Beghim e Futura, são providos de dispositivos

os protetores Beghim e Futura, são providos de dispositivos de proteção que ao realizar a abertura da porta provocará o desligamento do equipamento. Portanto é vedado colocar e retirar o equipamento em operação, com a porta aberta.são fechados contatos do circuito de comando de fechamento; 9.2.3. Operação automática (fechamento e abertura)

9.2.3. Operação automática (fechamento e abertura)

9.2.3.1. Fechamento automático

O fechamento automático dos contatos principais de um protetor é conseguido quando a alavanca de comando é colocada na posição AUTOMATIC e os contatos de Closedo relé mestre e do relé de fase estão fechados. Estes contatos estarão fechados quando a tensão do lado do transformador for um pouco maior (1,5 Volts maior) e estiver adiantada em relação à tensão do lado da carga. Nos protetores adquiridos nos últimos anos, os relés eletromecânicos foram substituídos por relés estáticos ou micro processados, os quais garantem estas funcionalidades;

9.2.3.2. Abertura automática

A abertura automática da unidade disjuntora de um protetor é realizada em duas situações distintas:

pelo fechamento do contato de “ trip ” do relé mestre, quando na presença de fluxo de potência reverso. Uma tripdo relé mestre, quando na presença de fluxo de potência reverso. Uma falta no circuito primário (13,8 kV) ou no transformador associado é isolada pela abertura automática do disjuntor na SE e de todos os protetores ligados ao circuito defeituoso e desta forma é garantida o fornecimento de energia sem interrupção;

pelo fechamento dos contatos do termômetro quando a temperatura do transformador atingir a temperatura de desligamento, e do relé de gás quanto o nível de óleo do transformador estiver abaixo do nível de funcionamento, nos protetores WH/EATON e GE acenderá um botão sinalizador vermelho indicando a atuação dessas proteções. Nos protetores Beghim e Futura, é sinalizado no painel frontal no display do relé;é garantida o fornecimento de energia sem interrupção; pela queima de fusíveis, neste caso, deverá ser

pela queima de fusíveis, neste caso, deverá ser substituído fusível para rearme do equipamento;a atuação dessas proteções. Nos protetores Beghim e Futura, é sinalizado no painel frontal no display

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pela atuação do relé de sobrecorrente, nos protetores Beghim e Futura, que atuam na bobina de trip impedindo o rearme do equipamento. Neste caso deverá haver o reset da bobina de trip para energização do equipamento; SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 27 /108 pela atuação do relé do protetor, nos protetores Beghim e
impedindo o rearme do equipamento. Neste caso deverá haver o reset da bobina de trip para

pela atuação do relé do protetor, nos protetores Beghim e Futura, por falta de fase ou desbalanço de corrente;

pela atuação do relé do protetor, nos protetores Beghim e Futura, por falta de neutro, atuando a proteção de desequilíbrio de tensão, devendo o operador abrir CDI para manutenção.e Futura, por falta de fase ou desbalanço de corrente; 9.3. Operação do Equipamento: utilizar os

9.3. Operação do Equipamento:

utilizar os dez passos de segurança descrito no item 4.3 desta norma; estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade. confirmar a correta identificação do equipamento (posição operacional), a ser operado, confrontando informações recebidas do COD com a realidade no campo;abrir CDI para manutenção. 9.3. Operação do Equipamento: quando em operação normal, o protetor deve estar

quando em operação normal, o protetor deve estar sempre com a alavanca na posição AUTOMATIC; informações recebidas do COD com a realidade no campo; após cada operação realizada, é necessário confirmar
quando em operação normal, o protetor deve estar sempre com a alavanca na posição AUTOMATIC;

após cada operação realizada, é necessário confirmar no indicador a posição mostrada confirmando a correta operação realizada. O indicador apresenta as posições de OPEN (aberto) e CLOSE (fechado).

9.3.1. Abertura de protetor:

para a operação de abertura de protetor, o operador deve girar a alavanca de manobra posicionando-a na posição OPEN (ABERTO) . Assim, serão abertos os contatos do protetor através de uma mola de comando ABERTO). Assim, serão abertos os contatos do protetor através de uma mola de comando que estará previamente carregada. Deve-se confirmar a abertura pelo indicador de posição, o qual deverá passar de CLOSE (FECHADO) para OPEN (ABERTO).

9.3.2. Fechamento de protetor:

inicialmente deve-se confirmar o correto fechamento da porta do protetor WH/EATON e o aperto dos botões do protetor GE, pois problemas nestes quesitos poderão impedir o fechamento. Estando o protetor aberto e com tensão em seus terminais (ambos os lados), para seu fechamento é necessário posicionar a alavanca na posição AUTOMATIC. Após o posicionamento da alavanca o protetor fechará seus contatos principais desde que seus relés permitam este fechamento. Há normalmente necessidade de existência de carga na barra para que o relé permita o fechamento automático;para OPEN ( ABERTO) . 9.3.2. Fechamento de protetor: sempre que se executar serviços que envolvam

sempre que se executar serviços que envolvam possibilidade de inversão de faseamento, a confirmação do faseamento deve ser realizada antes de se manobrar os protetores;Há normalmente necessidade de existência de carga na barra para que o relé permita o fechamento

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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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caso o fechamento através da alavanca na posição AUTOMATIC não seja conseguido, deve-se acionar o pessoal de manutenção ATRAVÉS DE CDI (Comunicação de Defeito e Irregularidade).SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 28 /108 9.3.3. Realização da extração de protetor: protetor GE

9.3.3. Realização da extração de protetor:

protetor GE – desparafusar e retirar as conexões que conectam a unidade disjuntora às barras principais do desparafusar e retirar as conexões que conectam a unidade disjuntora às barras principais do mesmo e puxar a unidade disjuntora sobre

o trilho de extração;

protetor WH/EATON – gira-se a manivela no sentido anti-horário que desacopla a unidade disjuntora da caixa protetora, gira-se a manivela no sentido anti-horário que desacopla a unidade disjuntora da caixa protetora, possibilitando sua posterior retirada sobre o trilho de extração;
que desacopla a unidade disjuntora da caixa protetora, possibilitando sua posterior retirada sobre o trilho de

importante observar que as unidades disjuntoras só podem ser extraídas depois de confirmada a abertura dos protetores.

é

9.3.4. Instalação ou retirada de botões do protetor GE

Com o protetor na posição aberto (OPEN), e também com a alavanca de comando na posição OPEN, colocar e atarraxar os botões (instalação) ou desatarraxar e retirar os botões (retirada). Esse item é de uso exclusivo da equipe de manutenção.

9.3.5. Substituição de fusíveis

Com o protetor na posição aberto (OPEN) e a alavanca na posição OPEN, desatarraxar os parafusos dos fusíveis. No caso do protetor GE faz-se necessário utilizar chave Tisolada específica para tal e escada de fibra isolada tesoura duplo acesso É importante observar que na maior parte dos protetores instalados no sistema CEB-D o fusível estará energizado, porém sem passagem de corrente, pois, o protetor está aberto. Todo cuidado deve ser tomado para que os parafusos e arruelas não caiam sobre partes energizadas do protetor.

NOTA: Na substituição de fusiveis em protetores devera ser inspecionado o cabo neutro do transformador;

9.4. Características da manutenção:

9.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; condições de Identificação da posição operacional; condições de Identificação dos alimentadores; inspeção visual nos pontos de conexões; inspeção visual no isolamento dos pontos de conexões; medições instantâneas de Tensão e Corrente; inspeção Termográfica.

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9.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; teste operacional,
remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; teste operacional, liga/desliga; reaperto/substituição dos conectores; conferencia de faseamento; recomposição do isolamento dos pontos de conexões; inspeção Termográfica; substituição programada do equipamento por outro similar.externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

9.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

10. ACESSÓRIOS DESCONECTÁVEIS

por outro similar. 10. ACESSÓRIOS DESCONECTÁVEIS TBB BTX São apresentadas a seguir as principais

TBB

por outro similar. 10. ACESSÓRIOS DESCONECTÁVEIS TBB BTX São apresentadas a seguir as principais

BTX

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos terminais desconectáveis utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

10.1. Definição

Os terminais desconectáveis são acessórios submersíveis, destinados à derivação ou ramificação dos circuitos subterrâneos de média tensão (13,8 KV). São concebidos a partir do sistema plug-tomada, permitindo a fácil conexão e desconexão de cabos de potência, equipamentos, derivações e emendas.

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10.2. Características

10.2.1. Características técnicas e construtivas

Construtivamente os terminais desconectáveis são acessórios responsáveis pela ligação de dois ou mais pontos de entroncamento, ramificação ou simples extensão de um circuito. Permitem a interligação entre cabos, e também entre cabos e equipamentos e barramentos, apresentando excelentes características condutoras.

Os terminais apresentam isolação contínua e compatibilidade como o sistema ao qual está conectado. Possuem alças e portas de apoio, os quais permitem o perfeito acoplamento entre as peças.

São projetados em dois modelos básicos no tocante a capacidade de condução de correntes que são o modelo de 200 A e o modelo de 600 A.

Os principais acessórios de terminais desconectáveis utilizados pela CEB-D são os seguintes:

TDC (Terminal Desconectável Cotovelo) de 200 A, com formato em L; TDR (Terminal Desconectável Reto) de 200 A, com formato linear;

BTX (Barramento triplex) de 200 A, para acoplamento dos desconectáveis; TBB (Terminal Básico Blindado) de 600 A; AC (Adaptador de Cabo) 600 A; PIB (Plug Isolante Básico), para blindar o TDC ou TDR; PAT (Plug para Aterramento); DAT (Dispositivo para Aterramento);

RIB

(Receptáculo

Isolante

Blindado),

para

isolação

de

pontos

do

barramento; PBI-F (Plug Básico Isolante Fêmea) 600 A; PBI-M (Plug Básico Isolante barramento; PBI-F (Plug Básico Isolante – Fêmea) – – Macho) - 600 A; PC (Plug de Macho) - 600 A; PC (Plug de Conexão) 600 A; PR (Plug de Redução) 600/200 A; BLE (Bucha de Ligação de Equipamento) Chave de gancho.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CLASSE DE 200 A

CLASSE DE 600 A

Tensão de Isolamento

15/25 kV

15/25 kV

Corrente Nominal (Valor Eficaz)

200 A

600 A

10.2.2. Características operacionais:

200 A 600 A 10.2.2. Características operacionais: deve desenergizado; ser operado (conectado ou desconectado)

deve

desenergizado;

ser

operado

(conectado

ou

desconectado)

exclusivamente

os terminais possuem um ponto de teste de tesão para verificação da energização do acessório;600 A 10.2.2. Características operacionais: deve desenergizado; ser operado (conectado ou desconectado) exclusivamente

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o terminal deve ser operado com todas as conexões de aterramento em perfeitas condições; SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 31 /108 apresentam conectores RIB/PIB/PBI para isolação de
o terminal deve ser operado com todas as conexões de aterramento em perfeitas condições;

apresentam conectores RIB/PIB/PBI para isolação de pontos do barramento. Nenhum barramento pode ser energizado se estiver tampado por TDC ou RIB totalmente.

10.3. Operação do Equipamento:

estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade; confirmar a correta identificação do equipamento, de acordo com os procedimentos planejados junto à gerência de operação; retirar o capuz de proteção do compartimento de teste de tensão; realizar o teste de
retirar o capuz de proteção do compartimento de teste de tensão; realizar o teste de presença de tensão com o sensor de tensão sem contato (tipo caneta) de 50-1000VAC;a correta identificação do equipamento, de acordo com os procedimentos planejados junto à gerência de operação;

todos os pontos de contato eventualmente não utilizados nos barramentos devem ser obrigatoriamente isolados através dos conectores. RIB, PIB e/ou PBI;o sensor de tensão sem contato (tipo caneta) de 50-1000VAC; para conectar ou desconectar os TDC,

para conectar ou desconectar os TDC, TDR e RIB faz-se necessário soltar os grampos de fixação; isolados através dos conectores. RIB, PIB e/ou PBI; para conectar os desconectores os acessórios de 600
para conectar ou desconectar os TDC, TDR e RIB faz-se necessário soltar os grampos de fixação;

para conectar os desconectores os acessórios de 600 A faz-se necessário a utilização de chaves de boca e chaves de gancho. O torque aplicado garantirá boa conexão elétrica.

10.4. Características da manutenção

10.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza dos mesmos e do local onde estão instalados; condições de identificação da posição operacional; condições de identificação dos alimentadores; condições de acomodação; inspeção termográfica.

10.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; realizar o teste
remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; caso esteja apagada ou de difícil visualização; realizar o teste de presença de tensão com o
realizar o teste de presença de tensão com o sensor de tensão; substituição programada do equipamento por outro similar.visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

10.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

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11. TRANSFORMADOR A ÓLEO (NTD-3.02)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos transformadores a óleo utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

11.1. Definição

Os transformadores a óleo são equipamentos com características elétricas e mecânicas destinadas ao rebaixamento da classe de tensão 15 kV para 380/220 V no sistema de distribuição de energia da CEB-D Distribuição. Estes transformadores são trifásicos, para uso abrigado ou ao tempo, montados sobre base de concreto.

Nota: Em casos excepcionais existem transformadores com tensão secundária de 220/127 V.

11.2. Características

11.2.1. Características técnicas

Os valores padronizados das potências nominais, de transformadores trifásicos a óleo, utilizados pela CEB-D, são os seguintes:

300, 500, 750 e 1000 kVA. tensão primária – 15 kV; derivações – 13,8/13,5/13,2/12,9 kV; 15 kV; derivações 13,8/13,5/13,2/12,9 kV;

14,4/14,1/13,8/13,5 kV; ligação do enrolamento primário Triângulo; tensão secundária 380/220 V; ligação do enrolamento secundário Estrela; frequência 60 Hz.

11.3. Características operativas:

Este equipamento não requer ação do operador de campo.

11.4. Características da manutenção:

11.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção Visual; inspeção visual da carcaça e de conexões; condições de limpeza; condições de Identificação da posição operacional; condições da Identificação dos alimentadores; inspeção visual nos pontos de conexões; inspeção visual no isolamento dos pontos de conexões;

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medições instantâneas de tensão e corrente; inspeção termográfica.SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 33 /108 11.4.2. Manutenção preventiva: limpeza externa;

11.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;
remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; reaperto/substituição dos conectores; conferencia de faseamento; recomposição do isolamento dos pontos de conexões; caso não substituição programada do equipamento por outro similar. inspeção Termográficaexterna; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

11.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

12.

TRANSFORMADOR A SECO COM OU SEM VENTILAÇÃO FORÇADA (NTD

3-45)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos transformadores a seco utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

bem como a aplicação dos transformadores a seco utilizados nas redes de distribuição da CEB-D. 12.1.

12.1. Definição

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Os transformadores a seco são equipamentos com características elétricas e mecânicas destinadas ao rebaixamento de tensões nas Estações Transformadoras (ET’s) abrigadas de classe de tensão 15 kV da CEB-D Distribuição.

Estes transformadores são trifásicos com isolação a seco, em epóxi ou resina, com enrolamento constituído de fios ou fitas de cobre ou alumínio e resfriamento forçado.

Este equipamento quando em operação deverá obrigatoriamente estar protegido por tela (devidamente aterrada), devido sua carcaça energizada.

12.2. Características

12.2.1.1. Características técnicas

potência nominal 500/1000 kVA; tensão primária 15 kV; derivações 14,4/14,1/13,8/13,5/13,2/12,9 kV; ligação do enrolamento primário Triângulo; tensão secundária 380/220 V; ligação do enrolamento secundário Estrela; freqüência 60 Hz; impedância percentual a 115 C, referida à potência AN (a 75 C) 5,5 %.

a 115 C, referida à potência AN (a 75 C) – 5,5 %. 12.3. Características operativas
a 115 C, referida à potência AN (a 75 C) – 5,5 %. 12.3. Características operativas

12.3. Características operativas

Qualquer ação de energização do transformador obrigatoriamente deverá ter a grade de proteção devidamente fechada

12.4. Características da manutenção

12.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção Visual; inspeção visual da grade de proteção; condições de limpeza; condições de Identificação da posição operacional; condições da Identificação dos alimentadores; inspeção visual nos pontos de conexões; inspeção visual no isolamento dos pontos de conexões; medições instantâneas de Tensão e Corrente; inspeção Termográfica.

12.4.2. Manutenção preventiva:

inspeção Termográfica. 12.4.2. Manutenção preventiva: limpeza externa; remarcação de identificação da

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

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remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; reaperto/substituição dos conectores; conferencia de faseamento; recomposição do isolamento dos pontos de conexões; substituição programada do equipamento por outro similar inspeção termográfica.

12.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

13. TRANSFORMADOR PEDESTAL (NTD-3.35)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação dos transformadores pedestais utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

pedestais utilizados nas redes de distribuição da CEB-D. 13.1. Definição Transformador Pedestal Os Transformadores

13.1. Definição

Transformador Pedestal

Os Transformadores Pedestais são equipamentos com características elétricas e mecânicas destinadas ao rebaixamento da tensão de 15 kV para 380/220 V no sistema de distribuição de energia da CEB-D Distribuição. Estes transformadores são trifásicos, selados para uso ao tempo, montados sobre base de concreto, com compartimentos blindados para conexões da média e da baixa tensão.

NOTA: Este “transformador de distribuição em pedestal" também é conhecido como pad-mounted

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13.2. Características

13.2.1. Características técnicas

Os valores padronizados das potências nominais, de transformadores trifásicos pedestais (pad-mounted), utilizados pela CEB-D, são os seguintes:

75, 150, 300, 500 e 1000 kVA tensão primária 15 kV; derivações 13,8/13,2/12,6 kV; ligação do enrolamento primário Triângulo; tensão secundária 380/220 V; ligação do enrolamento secundário Estrela; freqüência 60 Hz;

NOTA: Encontra-se instalados no sistema elétrico da CEB-D transformadores doados com as seguintes potências: 15, 30, 45, 75, 112,5, 150, 225, 300, 500, 750 e 1000 kVA

13.3. Características operativas:

Este transformador internamente tem um fusível tipo baioneta. A troca do mesmo, só poderá ser feito com transformador completamente desenergizado.

No primário deste transformador tem dois conjuntos de entrada interligados internamente. Ele pode ser utilizado para dar continuidade ao circuito. No caso da CEB-D está sendo utilizado para conectar para raio de AT neste bucha conforme foto abaixo.

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 37 /108 13.4. Características da manutenção: 13.4.1. Manutenção

13.4. Características da manutenção:

13.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual; inspeção visual da carcaça e armário de conexão e derivação; condições de limpeza; condições de identificação da posição operacional; condições da identificação dos alimentadores; inspeção visual nos pontos de conexões; inspeção visual no isolamento dos pontos de conexões; medições instantâneas de tensão e corrente; inspeção termográfica.

13.4.2. Manutenção preventiva:

instantâneas de tensão e corrente; inspeção termográfica. 13.4.2. Manutenção preventiva: limpeza externa;

limpeza externa;

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remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;
remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização; reaperto/substituição dos conectores; conferencia de faseamento; recomposição do isolamento dos pontos de conexões; verificação condições fusível tipo baioneta; caso de queima do fusivel efetuar teste TTR, caso relação transformação estiver ok, substituí-lo; caso não substituição programada do equipamento por outro similar. inspeção termográficaremarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

do equipamento por outro similar. inspeção termográfica 13.4.3. Manutenção corretiva: Consiste na substituição

13.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por outro similar.

14. CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR A SF6 ( NTD-3.33 e NTD-3.46)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação da chave Seccionadora tripolar a SF6 utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

operacionais, bem como a aplicação da chave Seccionadora tripolar a SF6 utilizados nas redes de distribuição
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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 39 /108 14.1. Definição A Chave Seccionadora Tripolar a SF6 é um

14.1. Definição

A Chave Seccionadora Tripolar a SF6 é um equipamento com características elétricas e mecânicas destinadas a operação manual em carga, a serem utilizadas no seccionamento e manobra de transformadores em redes primárias de 15 kV, no sistema Subterrâneo de distribuição de energia da CEB-D Distribuição.

14.2. Características

14.2.1. Características Técnicas

não

dependente, de duas vias (fonte e carga) e três posições (aberta, fechada e

Esta

chave

é

tripolar

para

operação

em

carga,

com

operação

manual

aterrada).

Tem como meio de isolamento o gás SF6 (hexafluoreto de enxofre) e de interrupção

o SF6 ou vácuo. O gás é incolor, não tóxico, quimicamente inerte, estável, não inflamável, inodoro e isento de umidade e impurezas

A mesma possui dispositivo que possibilita a instalação de unidade terminal remota

(UTR) destinada à transmissão de sinais relativos às grandezas elétricas da rede, sinalização da posição dos contatos, sinalização de baixa pressão do gás, bem como viabilizar a sua operação remotamente.

14.3. Características operativas

Esta chave tem três posições: Fechado, aberto e aterrada. Porém para não limitar a possibilidade da equipe de manutenção de utilizar o hipot, a equipe de manobreiro não deve colocar a chave posição aterrada. Somente a equipe de manutenção, quando da necessidade que vai solicitar para colocar a chave na posição aterrada.

Em caso de liberação para trabalho, e, dependendo da finalidade da manobra é obrigatória a instalação de um cadeado ("cadeado dos manobreiros") impedindo a retirada do pino de trava da alavanca;

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14.4. Características da manutenção:

14.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; verificação do nível de gás SF-06; verificação de vazamentos; condições de identificação da posição operacional; condições de identificação dos alimentadores; inspeção visual nas muflas de entrada e saída. inspeção termográfica.

14.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; inspeção termográfica. 14.4.2. Manutenção preventiva: remarcação de identificação dos alimentadores, caso
externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

substituição programada do equipamento por chave similar.caso esteja apagada ou de difícil visualização; 14.4.3. Manutenção corretiva: Consiste na substituição

14.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por chave seccionadora ou de transferência a SF-06 similar caso o mesmo apresente baixo nível de gás no equipamento ou ponto quentes nos desconectáveis;

15. CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR A SF6 SUBMERSÍVEL COM TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA (NTD-3.48)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação da chave Seccionadora tripolar a SF6 submersível com transferência automática utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

15.1. Definição

A Chave Seccionadora Tripolar a SF6 submersível com transferência automática, é um equipamento com características elétricas e mecânicas destinadas a operação manual em carga, a serem utilizadas no seccionamento e manobra de circuitos em redes primárias de 15 kV, no sistema Subterrâneo de distribuição de energia da CEB-D Distribuição.

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15.2. Características

15.2.1. Características Técnicas

Esta chave é tripolar para operação em carga, 60 Hz, instalações externas, submersíveis ou pedestal em tensão máxima de 15 kV e corrente nominal de 600 A., com 3,4 ou 5 vias, podendo ter acionamento manual mecânico ou automatizado.

Tem como meio de isolamento o gás SF6 (hexafluoreto de enxofre) e de interrupção o SF6 ou vácuo. O gás é incolor, não tóxico, quimicamente inerte, estável, não inflamável, inodoro e isento de umidade e impurezas.

15.3. Características operativas

Chave ainda não foi adquirida pela CEB-D aguardando aquisição.

15.4. Características da manutenção

15.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; verificação de presença de água na caixa; verificação do nível de gás SF-06; verificação de vazamentos; condições de identificação da posição operacional; condições de identificação dos alimentadores; inspeção visual nas muflas de entrada e saída. inspeção termográfica.

15.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; inspeção termográfica. 15.4.2. Manutenção preventiva: remarcação de identificação dos alimentadores, caso
externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

substituição programada do equipamento por chave similar.caso esteja apagada ou de difícil visualização; 15.4.3. Manutenção corretiva: Consiste na substituição

15.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por chave seccionadora ou de transferência a SF-06 similar caso o mesmo apresente baixo nível de gás no equipamento ou ponto quentes nos desconectáveis;

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PROCEDIMENTOS PARA OPERAÇÃO DO SISTEMA SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV

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São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação da chave de transferência automática ORMAZABAL utilizados nas redes de distribuição da CEB-D Distribuição.

nas redes de distribuição da CEB-D Distribuição. 16.1. Definição A Chave de transferência automática

16.1. Definição

A Chave de transferência automática Ormazabal é um equipamento com

características elétricas e mecânicas destinadas a operação manual em carga através de dispositivo de comando externo ou eletricamente por comando local ou remoto, a serem utilizadas em manobra de circuitos em redes primárias de 15 kV, no sistema de distribuição de energia da CEB-D.

16.2. Características

16.2.1. Características Técnicas

A Distribuição adquiriu dois modelos desta chave que apresentam bastante

similaridade em seu modo de atuação. Ambos possuem entradas para dois circuitos

de alimentação em 15 kV, que serão chamados de “circuitos fonte”, sendo que a principal diferença entre elas está na quantidade de circuitos de saída para a alimentação das cargas, chamados de “circuitos “carga”.

Modelo I - Chave com dois circuitos de entrada e um de saída; Modelo II - Chave com dois circuitos de entrada e dois de saída.

As principais características desta chave de transferência são:

As principais características desta chave de transferência são: operação trifásica, sob carga, podendo ser operadas:

operação trifásica, sob carga, podendo ser operadas:

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manualmente, através de dispositivo de comando externo; elétricamente, por comando local e por comando remoto.

manualmente, através de dispositivo de comando externo; elétricamente, por comando local e por comando remoto.

transferir a alimentação de um circuito para o outro no caso de podem ser programadas

transferir a alimentação de um circuito para o outro no caso de

podem ser programadas para retornar a alimentação ao “circuito fonte”

indisponibilidade do circuito que vinha executando essa função; preferencial quando de sua regularização, ou

indisponibilidade do circuito que vinha executando essa função;

preferencial quando de sua regularização, ou permanecer alimentadas pelo “circuito fonte” alternativo; (checar com fornecedor)

são chaves de manobra e automação, possuindo funções de proteção nos circuitos de saída (“circuitos

são chaves de manobra e automação, possuindo funções de proteção nos circuitos de saída (“circuitos carga”);

a abertura e fechamento dos contatos internos ocorrem dentro de câmaras

a

abertura e fechamento dos contatos internos ocorrem dentro de câmaras

seladas contendo gás sf6, e a extinção de correntes de curto-circuito é

realizada em câmaras a vácuo;

é necessário que apresentem a pressão do gás SF6 dentro de determinados

é

necessário que apresentem a pressão do gás SF6 dentro de determinados

limites para poder realizar as operações com segurança;

Instalada em conjunto com painéis de comando que atuam sobre os “circuitos fonte”, e um

Instalada em conjunto com painéis de comando que atuam sobre os “circuitos fonte”, e um painel de comando para cada um dos (“circuitos carga”);

não devem ser instaladas ao tempo e em locais sujeitos à inundações, pois apesar dos

não devem ser instaladas ao tempo e em locais sujeitos à inundações, pois apesar dos terminais das chaves de abertura e fechamento dos circuitos estarem em cuba hermeticamente fechada, os terminais dos cabos de 15 kV não contam com essa proteção.

O gás isolante SF6 (Hexafluoreto de Enxofre) tem como principais características:

embora o SF6 seja um gás não tóxico, a formação e extinção de arcos dentro das câmaras com SF6 podem provocar o aparecimento de produtos potencialmente tóxicos, tanto na forma gasosa quanto na forma de finas partículas. Portanto, para todos os efeitos considerar o SF6 como um componente tóxico, principalmente se for manuseado em um ambiente fechado;de Enxofre) tem como principais características: é mais pesado que o ar, e os trabalhos com

é mais pesado que o ar, e os trabalhos com o mesmo em ambientes fechados exigem cuidados especiais, pois uma grande concentração do gás pode expulsar o oxigênio do local, causando sufocamento;principalmente se for manuseado em um ambiente fechado; se liberado na atmosfera, contribui para o aquecimento

se liberado na atmosfera, contribui para o aquecimento global, sendo recomendável o seu reaproveitamento.pode expulsar o oxigênio do local, causando sufocamento; ótima atuação como isolante e na extinção de

ótima atuação como isolante e na extinção de arcos elétricos;

é

transparente, não inflamável;

16.3. Características operativas:

chave em módulos, podendo ser utilizada como seccionadora simples com a instalação de um módulo ou podendo ser utilizada como chave de transferência instalando módulos em paralelo;não inflamável; 16.3. Características operativas: Quando da utilização dessa chave como seccionadora de

Quando da utilização dessa chave como seccionadora de transferência automática a posição da entrada de alimentação e a saída ficam invertidas, com isso, quando a mesma estiver na posição aterrada elacom a instalação de um módulo ou podendo ser utilizada como chave de transferência instalando módulos

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 44 /108 estará aterrando o tronco do circuito de AT. Por isso,

estará aterrando o tronco do circuito de AT. Por isso, somente a equipe de manutenção poderá colocar a chave nesta posição; Na saída da chave de transferência automática, existe um disjuntor de AT juntamente com uma chave secionadora que tem a posição operativa aberta e outra aterrada;

16.3.1. Sequência de operação para aterramento da saída:

- Para operar este disjuntor, existe uma botoeira que liga e desliga o disjuntor, neste caso, deverá abrir o disjuntor. Depois operar a seccionadora para a posição aberta, muda a alavanca de posição e colocar a seccionador na posição aterrada. Logo após deverá colocar o disjuntor para a posição fechada.

16.3.2. Descrição da Lógica de Transferência do Relé EKORCCP.

16.3.2.1. Transferência automática de linhas:

A transferência automática de linhas é responsável por manter a carga alimentada

em caso de perda de tensão de uma linha. Esta carga pode ser uma subestação, rede de distribuição, etc.

16.3.2.2. Configuração inicial

Inicia-se com uma configuração, chamada normal, em que o interruptor da linha de fornecimento preferencial está fechado e o interruptor da linha reserva está aberto e existe presença de tensão nas duas linhas.

No painel, há uma botão seletor para determinar o modo de operação da chave de transferência, se opera no modo automático ou manual.

16.3.2.3. Operação em modo Automático

O automatismo funciona monitorando-se instantaneamente as tensões das linhas de

entrada. No caso de falta de tensão na linha preferencial e presença de tensão na linha reserva, ocorre a abertura do interruptor da linha preferencial e, após a confirmação da abertura, ocorre o fechamento da linha reserva.

16.3.2.4. Manobra de Transferência: PREFERENCIAL → RESERVA

Com base na configuração normal, na falta de tensão na linha preferencial durante um tempo ajustado “TEMPO FALTA DE TENSÃO”, e houver presença de tensão na linha RESERVA se abre o interruptor da linha PREFERENCIAL, e após aberto, fecha-se o interruptor da linha RESERVA.

16.3.2.5. Voltar

à

configuração

inicial:

Duas são as possibilidades:

16.3.2.5. Voltar à configuração inicial: Duas são as possibilidades: 1ª Possibilidade. RESERVA → PREFERENCIAL

1ª Possibilidade.

RESERVA

PREFERENCIAL

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Após retorno da tensão da linha PREFERENCIAL, se comprova a estabilidade da mesma durante o tempo ajustado “ VOLTA DE TENSÃO NORMAL”. Se durante este tempo a tensão permaneceu estável, se abre o interruptor da linha RESERVA e, após aberta, fecha-se o interruptor da linha PREFERENCIAL, estabelecendo a condição normal de operação.

2ª Possibilidade. Após retorno de tensão na linha PREFERENCIAL, e durante o tempo de comprovação de estabilidade Após retorno de tensão na linha PREFERENCIAL, e durante o tempo de comprovação de estabilidade “VOLTA DE TENSÃO NORMAL” falta tensão na linha RESERVA durante o tempo “TEMPO FALTA DE TENSÃO”, Se abre o interruptor da linha RESERVA e, após aberto, fecha-se o interruptor da linha PREFERENCIAL, estabelecendo a condição normal de operação.

Pode-se também determinar um período de retorno para preferencial, no menu

PARÂMETROS→TEMPOSPERÍODO DE RETORNO

Onde definimos o horário de início em fim de retorno para preferencial.

16.3.3. Sistema de Apoio:

O sistema de apoio permite minimizar os efeitos sobre o sistema elétrico de uma falha permanente na carga, devido a um defeito na instalação que não foi devidamente isolado por qualquer dos seguintes motivos:

1) Não foi possível detectar a falta por falha no Sistema de Proteção:

falha na seletividade do relé de proteção, causando queda no alimentador à montante;detectar a falta por falha no Sistema de Proteção: equipamento com defeito ou relé fora de

equipamento com defeito ou relé fora de serviço.de proteção, causando queda no alimentador à montante; 2 ) Interruptor de proteção não atuou corretamente

2) Interruptor de proteção não atuou corretamente por falta de alimentação ou defeito interno :

este defeito causa o desligamento do alimentador a montante, que, pela falta de tensão na linha PREFERENCIAL, irá realizar a transferência automática, desde que haja tensão na linha RESERVA. Como o defeito permanece, causará o desligamento também do alimentador a montante da linha RESERVA, e, se houve o religamento do circuito PREFERENCIAL, o sistema entrará em um ciclo de comutações;corretamente por falta de alimentação ou defeito interno : para evitar esta situação, o sistema de

para evitar esta situação, o sistema de apoio monitora a tensão da linha para qual foi transferida a alimentação da carga durante o tempo ajustável “tempo de falta não qual foi transferida a alimentação da carga durante o tempo ajustável “tempo de falta não detectada”.Se falta tensão de alimentação durante este intervalo de tempo, entende-se que existe uma falha na instalação, como descrito anteriormente, e o sistema abre o interruptor de alimentação, bloqueia o automatismo e emite alarme de “FALTA NÃO DETECTADA”;

para restabelecer o automatismo, deve-se primeiro repor o alarme de falta não detectada.e o sistema abre o interruptor de alimentação, bloqueia o automatismo e emite alarme de “FALTA

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3)

Bloqueio Automático de Transferência : - A Transferência Automática é bloqueada ou vai a Modo Manual, nos seguintes casos:

a)

acionando modo Manual (local ou remoto);

b)

manobrar o interruptor manualmente estando o sistema em modo automático, o sistema emite alarme de "Manobra Exterior.";

c)

se as duas linhas, PREFERENCIAL e RESERVA forem colocadas em paralelo manualmente, o sistema também emite alarme de “acoplo de linhas”;

d)

a falha de um dos dois interruptores;

e)

bateria com baixa tensão;

f)

por falta não detectada (sistema de apoio);

g)

por atuação da proteção (50/51, 50/51n) de um dos dois interruptores de saída.

4)

Intertravamento dos interruptores “PREFERENCIAL” E “RESERVA” : - As manobras de transferência automática sempre são efetuadas abrindo-se o interruptor que está fechado e, após comprovação de estado de interruptor aberto, será fechado o interruptor que estava aberto. Normalmente, existem intertravamentos por contato de sinalização de estado e na lógica do sistema de transferência.

5)

paralelismo dos interruptores “PREFERENCIAL” E “RESERVA”:

em uma situação em que os dois alimentadores “PREFERENCIA L ” E “RESERVA” estejam operando normalmente e situação em que os dois alimentadores “PREFERENCIAL” E “RESERVA” estejam operando normalmente e por interesse / necessidade do COD em fazer uma transferência de carga do circuito preferencial para o circuito reserva, sem provocar uma interrupção na carga, poderá colocar momentaneamente os dois circuitos em paralelo para que seja feito a transferência;

esta manobra só poderá ser feita manualmente utilizando as alavancas das chaves do circuito preferencial e reserva para executar a manobra. Este procedimento de paralelismo não poderá ser realizado através do comando devido ao fato do bloqueio elétrico que impede o paralelismo;circuitos em paralelo para que seja feito a transferência; recomenda-se que o paralelismo seja executado quando

recomenda-se que o paralelismo seja executado quando somente os dois ramais dos circuitos “preferencial e reserva” estejam derivando d iretamente de chave faca, seccionadora tripolar ramais dos circuitos “preferencial e reserva” estejam derivando diretamente de chave faca, seccionadora tripolar em rede aérea ou os referidos alimentadores forem subterrâneo. Caso este circuitos estejam derivando de uma chave fusível, em função da manobra, os elos fusíveis poderá não suportar a corrente circulante.

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SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 47 /108 16.4. Características da manutenção Obs.: Existe um

16.4. Características da manutenção

Obs.: Existe um conflito nas botoeiras para comando elétrico de abertura

16.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; verificação do nível de gás SF-06; verificação de vazamentos; condições de Identificação da posição operacional; condições de Identificação dos alimentadores; inspeção visual nas muflas de entrada e saída. inspeção termográfica.

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limpeza externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização; SUBTERRÂNEO 13.8/0.380-0.220 kV Página 48 /108 remarcação de identificação dos alimentadores, caso
externa; remarcação de identificação da posição operacional, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

remarcação de identificação dos alimentadores, caso esteja apagada ou de difícil visualização;

substituição programada do equipamento por chave similar.caso esteja apagada ou de difícil visualização; 16.4.3. Manutenção corretiva: Consiste na substituição

16.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por chave seccionadora ou de transferência a SF-06 similar caso o mesmo apresente baixo nível de gas no equipamento ou ponto quentes nos desconectáveis;

17. CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA G&W (NTD 4.32)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação da chave de transferência automática G&W utilizados nas redes de distribuição da CEB-D.

Modelo 66T / 908A Modelo 66TTT / 908C
Modelo 66T / 908A
Modelo 66TTT / 908C

17.1. Definição

A Chave de transferência automática G&W é um equipamento com características elétricas e mecânicas destinadas a operação manual em carga através de dispositivo de comando externo ou eletricamente por comando local ou remoto, a serem utilizadas em manobra de circuitos em redes primárias de 15 kV, no sistema de distribuição de energia da CEB-D.

17.2. Características

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A CEB-D adquiriu dois modelos desta chave que apresentam bastante similaridade

em seu modo de atuação. Ambos possuem entradas para dois circuitos de alimentação em 15 kV, que serão chamados de “circuitos fonte”, sendo que a principal diferença entre elas está na quantidade de circuitos de saída para a alimentação das cargas, chamados de “circuitos “carga”.

Modelo 66T / 908A - Chave com dois circuitos de entrada e um de saída;

Modelo 66TT / 908B - Chave com dois circuitos de entrada e duas de saídas;

Modelo 66TTT / 908C - Chave com dois circuitos de entrada e três de saídas.

As principais características desta chave de transferência são:

Operação trifásica, sob carga; Podem ser operadas:

Operação trifásica, sob carga; Podem ser operadas:

Manualmente, através de dispositivo de comando externo; Eletricamente, por comando local e por comando remoto.

Manualmente, através de dispositivo de comando externo; Eletricamente, por comando local e por comando remoto.

Transferir a alimentação de um circuito para o outro no caso de Podem ser programadas

Transferir a alimentação de um circuito para o outro no caso de

Podem ser programadas para retornar a alimentação ao “circuito fonte”

indisponibilidade do circuito que vinha executando essa função; preferencial quando de sua regularização, ou

indisponibilidade do circuito que vinha executando essa função;

preferencial quando de sua regularização, ou permanecer alimentadas pelo “circuito fonte” alternativo;

São chaves de manobra e automação, possuindo funções de proteção nos circuitos de saída (“circuitos

São chaves de manobra e automação, possuindo funções de proteção nos circuitos de saída (“circuitos carga”);

A abertura e fechamento dos contatos internos ocorrem dentro de câmaras

A

abertura e fechamento dos contatos internos ocorrem dentro de câmaras

seladas contendo gás SF6, e a extinção de correntes de curto-circuito é

realizada em câmaras a vácuo;

É necessário que apresentem a pressão do gás SF6 dentro de determinados

É

necessário que apresentem a pressão do gás SF6 dentro de determinados

limites para poder realizar as operações com segurança;

Instalada em conjunto com painéis de comando que atuam sobre os “circuitos fonte”, e um

Instalada em conjunto com painéis de comando que atuam sobre os “circuitos fonte”, e um painel de comando para cada um dos (“circuitos carga”);

Não devem ser instaladas em locais sujeitos à inundações, pois apesar dos terminais das chaves

Não devem ser instaladas em locais sujeitos à inundações, pois apesar dos terminais das chaves de abertura e fechamento dos circuitos estarem em cuba hermeticamente fechada, os terminais dos cabos de 15 kV não contam com essa proteção.

O gás isolante SF6 (Hexafluoreto de Enxofre) tem como principais características:

de Enxofre) tem como principais características: Ótima atuação como isolante e na extinção de arcos

Ótima atuação como isolante e na extinção de arcos elétricos;

É transparente, não inflamável;

Embora o SF6 seja um gás não tóxico, a formação e extinção de arcos dentro das câmaras com SF6 podem provocar o aparecimento de produtos potencialmente tóxicos, tanto na forma gasosa quanto na forma de finas

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partículas. Portanto, para todos os efeitos considerar o SF6 como um componente tóxico, principalmente se for manuseado em um ambiente fechado,

É mais pesado que o ar, e os trabalhos com o mesmo em ambientes fechados exigem cuidados especiais, pois uma grande concentração do gás pode expulsar o oxigênio do local, causando sufocamento;principalmente se for manuseado em um ambiente fechado, Se liberado na atmosfera, contribui para o aquecimento

Se liberado na atmosfera, contribui para o aquecimento global, sendo recomendável o seu reaproveitamento.pode expulsar o oxigênio do local, causando sufocamento; 17.3. Características operativas Não existe, no âmbito da

17.3. Características operativas

Não existe, no âmbito da Empresa nenhuma chave energizada. Deve-se aguardar no agendamento da obra, o melhor momento para discussão com o representante da chave o treinamento de uso em campo.

17.4. Características da manutenção

Não tendo nenhuma em operação, faz-se necessário elaboração de procedimentos para manutenção (além de instalação e operação).

É possível. Inicialmente, utilizar os procedimentos adotados para demais chaves até conclusão ou elaboração do manual de procedimentos de manutenção !

18. CONJUNTOS CBT (NTD-3.37)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação do conjunto de Barramento de distribuição em baixa tensão - CBT utilizados nas redes de BT subterrânea da CEB-D Distribuição.

distribuição em baixa tensão - CBT utilizados nas redes de BT subterrânea da CEB-D Distribuição. 18.1.

18.1. Definição

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O Conjunto de Barramento de Distribuição - CBT é um quadro de distribuição de baixa tensão com funções elétricas combinadas. Sua função principal é de proteção e distribuição de saída dos alimentadores de baixa tensão do(s) transformador(es) das estações transformadoras, para atendimento às unidades consumidoras - UC.

Os CBT’s são providos de no mínimo 08 chaves tripolares tipo NH na saída, abertura simultânea em carga, nas dimensões máximas de 940 X 1250 X 500 mm, com sinalização luminosa em todas as fases indicando a queima do fusível.

18.2. Características

18.2.1. Características Técnicas

tensão nominal 380/220V; tensão de projeto 500V; corrente nominal 1800A; corrente de Curta Duração 1 Seg 30kA; corrente de Crista 52kA; freqüência aplicada 60hz.

18.3. Características operativas

permite a abertura de fusível NH com carga; abertura é trifásica; e permite verificar através de sinalização a queima de fusível NH.aplicada – 60hz. 18.3. Características operativas 18.4. Características da manutenção 18.4.1. Manutenção

18.4. Características da manutenção

18.4.1. Manutenção preditiva:

inspeção visual na caixa externa; condições de limpeza; condições de Identificação dos alimentadores de bt; inspeção visual led´s sinalizadores dos fusíveis NH; indicação para área de serviço caso identificação de fusível aberto para substituição;da manutenção 18.4.1. Manutenção preditiva: inspeção termográfica. 18.4.2. Manutenção preventiva:

caso identificação de fusível aberto para substituição; inspeção termográfica. 18.4.2. Manutenção preventiva:

inspeção termográfica.

18.4.2. Manutenção preventiva:

limpeza externa; remarcação de identificação dos circuitos de bt; substituição conectores; substituição de conjunto de base caso de ponto carbonizado; substituição programada do equipamento por similar.caso identificação de fusível aberto para substituição; inspeção termográfica. 18.4.2. Manutenção preventiva:

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18.4.3. Manutenção corretiva:

Consiste na substituição do equipamento por similar.

19. BARRAMENTO MÚLTIPLO ISOLADO BMI ( NTD-4.21)

São apresentadas a seguir as principais características técnicas e operacionais, bem como a aplicação do conjunto de Barramento Múltiplo Isolado BMI, utilizados nas redes de BT subterrânea da CEB-D.

– BMI, utilizados nas redes de BT subterrânea da CEB-D. 19.1. Definição BMI O Conjunto de

19.1. Definição

BMI

O Conjunto de Barramento Múltiplo Isolado BMI é um dispositivo para conexão nas redes de BT, do sistema subterrâneo da CEB, isolado, preenchido com gel, para aplicações submersíveis na tensão 0,6/1 kV.

19.2. Características

19.2.1. Características Técnicas

tensão Nominal de Operação 0,6/1(kV); corrente Nominal 525(A); freqüência Nominal 60(Hz); tipo de Condutor Cobre ou Alumínio; faixa de Utilização de Cabos 4 a 185 (mm²).

19.3. Características operativas

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Para conexão junto ao BMI, será necessário destravar a tampa de acesso ao parafuso da derivação, utilizando chave allen apropriada, desatarraxar o parafuso, inserir o cabo na derivação, executar o reaperto do parafuso e fechar a tampa de acesso ao parafuso.

19.4. Características da Manutenção

Trata-se de um dispositivo de derivação (conexão) de BT, para tanto, é necessário inspeção preditiva, localizando ponto quente ou ponto de carbonização, deverá planejar sua substituição imediata.

20. ARRANJOS RADIAIS

20.1. Definição

É utilizado pela CEB-D no atendimento a unidades consumidoras, em tensão secundária de distribuição, em áreas de fornecimento pelo sistema aéreo, mas que por conveniência técnica, questões estéticas ou de ordem ambiental, a rede aérea se torna inviável.

Pode ainda ser utilizado para atender unidades consumidoras, em tensão secundária, em edificações com elevadas demandas, situadas em regiões supridas pelo sistema aéreo. Enquadram-se neste contexto os centros comerciais e shopping centers.

É composto basicamente de ramal primário subterrâneo, derivado de rede de distribuição aérea, estação transformadora e rede de BT. No caso de shopping centers ou outras cargas de maior porte, que requeiram contingência superior àquela proporcionada pela rede aérea radial, as instalações podem ser alimentadas a partir de duas fontes distintas formadas por dois circuitos aéreos provenientes de uma mesma fonte supridora ou de fontes supridoras diferentes; nestes casos, um dos lados da alimentação deve permanecer normalmente aberto, mediante chave reversora com intertravamento mecânico.

20.2. Configurações dos Arranjos Radiais

São apresentadas a seguir as diversas configurações dos arranjos radiais de estações transformadoras instaladas no sistema elétrico da CEB-D:

a) Arranjo radial I: operação de SE com alimentação radial de AT através de rede aérea com um transformador de 500 ou 1000 kVA, sem recurso de manobra através da BT;

b) Arranjo radial II: operação de SE com alimentação radial de AT através de rede aérea com um transformador de 500 ou 1000 kVA, com recurso de manobra através da BT;

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20.3. Componentes Elétricos para os Três Arranjos

São apresentados a seguir os diversos componentes elétricos dos arranjos radiais de estações transformadoras instaladas no sistema subterrâneo da CEB-D:

a) Arranjo radial I : Ramal subterrâneo de 13,8 kV, derivando de um circuito de rede aérea para atender uma estação transformadora.

01

chave fusível instalada na rede aérea de AT;

01

ramal de AT em rede subterrânea;

01

chave seccionadora sob carga de AT;

01

transformador (500 ou 1000) kVA;

01

disjuntor de BT;

01

chave seccionadora sob carga de BT;

01

armário de BT (composto de bases, fusíveis e ramais de ligação de BT);

bases e fusíveis de BT; ramais de ligação de BT.

b) Arranjo radial II: Ramal subterrâneo de 13,8 kV, derivando de um circuito de rede aérea para atender uma estação transformadora, porem com recurso pela BT proveniente de estação transformadora adjacente. (Ex: QI’s do GUARÁ I)

01

chave fusível instalada na rede aérea de AT;

01

ramal de AT em rede subterrânea;

01

chave seccionadora sob carga de AT;

01

transformador (500 ou 1000) kVA;

01

disjuntor de BT;

01

chave seccionadora sob carga de BT;

01

armário de BT (composto de bases, fusíveis e ramais de ligação de BT),

interligado aos conjuntos de manobras das SEs adjacentes

bases e fusíveis de BT; ramais de ligação de BT.aos conjuntos de manobras das SE ’ s adjacentes c) arranjo radial III: Ramal subterrâneo de

c) arranjo radial III: Ramal subterrâneo de 13,8 kV, derivando de um circuito de rede subterrânea para atender uma estação transformadora, porém com recurso pela BT em anel, proveniente de estação transformadora adjacente. (Ex: Quadras da 715 a 702 e 516 a 502 sul PARALELOS)

01

ramal de AT em rede subterrânea;

01

chave seccionadora sob carga de AT;

01

transformador (500 ou 1000) kVA;

01

disjuntor de BT;

01

chave seccionadora sob carga de BT;

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01 armário de BT (composto de bases, fusíveis e ramais de ligação de BT), interligado aos conjuntos de manobras das SE’ s adjacentes bases e fusíveis de BT (circuitos paralelos); ramais de ligação de BT. s adjacentes
bases e fusíveis de BT (circuitos paralelos); ramais de ligação de BT.(composto de bases, fusíveis e ramais de ligação de BT), interligado aos conjuntos de manobras das

de BT (circuitos paralelos); ramais de ligação de BT. Armário de BT 20.4. Manobras Similares que

Armário de BT

20.4. Manobras Similares que se Aplicam aos Arranjos Radiais

São apresentadas a seguir as diversas manobras que são similares e aplicam-se aos arranjos radiais de estações transformadoras instaladas no sistema subterrâneo da CEB-D:

20.4.1. Manobras similares que se aplicam aos arranjos radiais I, II e III

20.4.1.1. Operação para isolar o ramal de ligação de BT de um ou mais consumidor, derivado do conjunto de manobra da estação transformadora

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade; 2) verificar o número de circuitos de BT que compõem o ramal de ligação, na alimentação da UC (unidade consumidora) que se quer desligar; 3) comunicar ao consumidor o desligamento; 4) confirmar e anotar no QGD (quadro geral de distribuição) de entrada da unidade consumidora, a sequência de fases, se horário ou anti-horário; 5) proceder ao desligamento da carga pelo lado do cliente. Se necessário, desligar as cargas dos quadros parciais da UC, para redução do carregamento no QGD; 6) utilizar multímetro; 7) operar (retirar) no Armário de BT, os fusíveis NH do ramal de ligação da UC;

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8) sinalizar os pontos de manobra, primeiramente na carga e posteriormente na fonte. Utilizar plaqueta de sinalização NÃO OPERE.

20.4.1.2. Operação para religar o ramal de ligação de BT de um ou mais consumidor, derivado do conjunto de manobra da estação transformadora

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade. 2) comunicar ao consumidor que ele será religado; 3) instalar fusíveis NH, primeiro no lado da fonte; 4) se tratar de ramal de ligação composto de mais de um cabo por fase, proceder ao faseamento no lado da carga; 5) confirmar sequência de fases, adequando-a a condição original, e confirmar grandezas elétricas; 6) verificar as condições dos quadros parciais da UC e se necessário religá-los; 7) retirar a sinalização no lado da carga e no lado da fonte, depois de concluídas as operações anteriormente descritas.

20.4.2. Manobras similares que se aplicam aos arranjos radiais II e III

20.4.2.1. Operação para isolar o ramal de ligação de BT de um ou mais consumidor, derivado do tronco subterrâneo que serve de recurso pela BT, proveniente de estação transformadora adjacente (operação a ser realizada com o cabo tronco energizado)

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1)

estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade.

2)

identificar na caixa subterrânea o ramal de ligação que deriva para a UC e que se quer isolar;

3) para serviços em caixa subterrânea, proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33).

4)

5) se tratar de ramal de ligação trifásico, confirmar a sequência de fases no QGD (quadro geral de distribuição) de entrada da UC, e anotar no armário do QGD;

comunicar ao consumidor o desligamento;

6)

operar (retirar fusível ou desligar disjuntor) no QGD de entrada da UC;

7)

sinalizar adequadamente o QGD;

8)

na caixa subterrânea, proceder a desconexão do ramal de ligação do cabo

9)

tronco e recompor a isolação do cabo tronco; sinalizar adequadamente o ramal que foi desligado.

10) utilizar plaqueta de sinalização NÃO OPERE

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20.4.2.2. Operação para religar o ramal de ligação de BT de um ou mais consumidor, derivado do tronco subterrâneo que serve de recurso pela BT, proveniente de estação transformadora adjacente (operação a ser realizada com o cabo tronco energizado)

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade. 2) comunicar ao consumidor que ele será religado; 3) confirmar que as bases NH ou o disjuntor do QGD da UC encontra-se desligado e sinalizado; 4) para serviços em caixa subterrânea, proceder a instalação do resgate subterrâneo conforme instrução normativa da CEB-D para instalação e retirada do equipamento de resgate subterrâneo e NR33 trabalho em espaço confinado (existe um trabalho coordenado pela área de segurança visando a implantação da NR33). 5) na caixa subterrânea que deriva para a UC, proceder as conexões ao cabo tronco de BT; 6) no QGD da UC, verificar a sequência de fases adequando-a a condição original, conforme anotado quando do desligamento; 7) religar a UC e confirmar as grandezas elétricas; 8) retirar a sinalização nos lados da carga e da fonte.

20.4.2.3. Operação para isolar o tronco subterrâneo de BT que serve de recurso pela BT proveniente de estação transformadora adjacente (circuitos paralelos)

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) estando com a PRM em mãos com todas as Estação Transformadoras que passam os circuitos que serão manobrados sob a coordenação do COD. 2) estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade. 3) verificar o número de unidades consumidoras ligadas diretamente ao tronco subterrâneo de BT que serve de recurso pela BT, proveniente de estação transformadora adjacente; 4) comunicar aos consumidores, que serão atingidos, o desligamento; 5) confirmar, em uma unidade consumidora qualquer, alimentada pelo tronco subterrâneo de BT que serve de recurso pela BT(circuito paralelo) e que será isolado, a sequência de fases original; 6) proceder ao desligamento do circuito tronco de BT, pelo lado NF de atendimento às unidades consumidoras envolvidas. Caso, no momento do desligamento, a carga suprida esteja situada em valores que comprometam a segurança do operador, reduzir o carregamento do circuito tronco de BT operando o desligamento de algumas unidades consumidoras, a partir da proteção geral de entrada de cada uma delas; 7) proceder ao desligamento do circuito tronco de BT, pelo lado NF de atendimento às unidades consumidoras envolvidas observando que Nos armários tipo CBT que existe câmara de extinção a operação de abertura e

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fechamento será simultânea das três fases não é preciso retirar carga, porém no barramento convencional Deve-se antes de retirar os fusíveis NH, que seja desligado o disjuntor CS da ET que alimenta o circuito paralelo para retirar os fusíveis individual utilizando o punho saca fusíveis. 8) sinalizar com plaqueta de sinalização “NÃO OPERE” na estação transformadora em que foi desligado o tronco subterrâneo de BT. Posteriormente, sinalizar com plaqueta de sinalização NÃO OPERE, na estação transformadora adjacente (NA), para que não ocorra energização acidental;

20.4.2.4. Operação para religar o tronco subterrâneo de BT que serve de recurso pela BT proveniente de estação transformadora adjacente

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) na estação transformadora que alimenta, como recurso, o tronco subterrâneo que se quer religar (NA) retirar a sinalização e religar os condutores de BT; 2) na estação transformadora, que alimenta preferencialmente o tronco subterrâneo de BT, verificar o correto faseamento entre uma e outra fonte, com a tensão de retorno pela estação transformadora adjacente, conforme item anterior; 3) confirmado o faseamento, fechar o circuito pela estação transformadora que alimenta preferencialmente o tronco subterrâneo que se quer religar; 4) proceder ao religamento do circuito tronco de BT, pelo lado NF de atendimento às unidades consumidoras envolvidas observando que Nos armários tipo CBT que existe câmara de extinção a operação de abertura e fechamento será simultânea das três fases não é preciso retirar carga, porém no barramento convencional Deve-se antes de colocar os fusíveis NH, que seja desligado o disjuntor CS da ET que alimenta o circuito paralelo para colocar os fusíveis individual utilizando o punho saca fusíveis. 5) na estação transformadora adjacente que opera NA com o tronco subterrâneo de BT que se quer religar, desligar os condutores envolvidos, operação inversa ao descrito no item 1; 6) na unidade consumidora em que foi registrada a seqüência de fases (item 20.4.2.3.) verificar a sequência de fases, confrontando-a com o registro anterior. Verificar também o sentido de rotação em outras unidades consumidoras, onde os serviços realizados assim o exijam; 7) proceder à religação das unidades consumidoras, caso algumas delas tenham sido desligadas para possibilitar a manobra no tronco subterrâneo de BT, conforme descrito em 20.4.2.3).

20.4.2.5. Operação para isolar o armário de BT

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

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2)

passam os circuitos que serão manobrados sob a coordenação do COD. 3) transferir as cargas ligadas aos cabos-troncos que tem fornecimento

preferencial pela estação transformadora cujo conjunto de manobra se quer isolar, para as estações transformadoras adjacentes. Para tal, obedecer a sequência:

estando com a PRM em mãos com todas as Estação Transformadoras que

4)

verificar se ha tensão nos dois polos da base NH,fazer o teste de continuidade no fusivél tipo NH,e fazer o faseamento entres os dois polos. Em seguida fazer o fechamento dos fusiveis interligando a BT com a

5)

estação transformadoras adjacente. e em seguida desligar o paralelo na estação transformadora cujo conjunto

de manobra se quer isolar; 6) abrir o disjuntor de BT correspondente ao conjunto de manobra se quer isolar; 7) abrir a chave fusível instalada na rede aérea que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial II) ou abrir a chave seccionadora que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial III), cujo transformador se quer isolar; 8) sinalizar a chave seccionadora no radial II colocar bandeirola de sinalização e no radial III colocar cadeado do manobreiro 9) isolar os pontos vivos dos cabos troncos provenientes das estações transformadoras adjacentes conectadas as bases NH, cujas cargas foram transferidas para as estações transformadoras adjacentes; 10) testar a ausência de tensão nos diversos pontos do conjunto de manobra, e liberar para equipe que ira trabalhar através de cartão ou LPT aterrar e sinalizar.

20.4.2.6. Operação para religar o Armário de BT

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1)

estando com a PRM em mãos com todas as Estação Transformadoras que

2)

passam os circuitos que serão manobrados sob a coordenação do COD; estar utilizando EPI´s e EPC´s adequados a atividade;

3) Sinalizar a chave seccionadora dos arranjos radiais I e II, colocar bandeirola de sinalização e no arranjo radial III, colocar cadeado de manobra;

4)

5) retirar a proteção isolante dos pontos vivos dos cabos troncos que interligam com as estações transformadoras adjacentes;

retirar aterramento do conjunto de manobra que se quer religar;

6) fechar a chave fusível instalada na rede aérea que alimenta a estação

transformadora (procedimento para o arranjo radial II) ou fechar a chave seccionadora que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial III); verificar se ha tensão nos dois polos da base NH,fazer o teste de continuidade no fusivél tipo NH,e fazer o faseamento entres os dois polos.

7)

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Em seguida fazer o fechamento dos fusiveis interligando a BT com a estação transformadoras adjacente. fechar o disjuntor de proteção do conjunto de manobra que se quer religar;

8)

9) verificar as grandezas elétricas (tensão e corrente) do conjunto de manobra; 10) verificar faseamento entre o conjunto de manobra religado e as chegadas dos cabos troncos provenientes das estações transformadoras adjacentes; 11) retornar à configuração original para os cabos troncos, nas posições NA e NF do conjunto de manobra que se quer religar. Para tal, obedecer a

sequência: primeiro religar os cabos troncos no barramento do conjunto de manobra que se esta religando e em seguida, desligar a alimentação provisória pelas estações transformadoras adjacentes, retornando a configuração original; 12) retirar sinalização nos pontos que foram manobrados nas estações transformadoras adjacentes.

20.4.2.7. Operação para isolar o transformador

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) transferir as cargas ligadas ao conjunto de manobra alimentado pelo transformador que se quer isolar, incluindo as cargas ligadas aos cabos troncos, para as estações transformadoras adjacentes; 2) abrir o disjuntor de BT da estação transformadora cujo transformador se quer isolar; 3) abrir a chave fusível instalada na rede aérea que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial II) ou abrir a chave seccionadora que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial III) cujo transformador se quer isolar; 4) testar a ausência de tensão nos pontos de manobra, aterrar e sinalizar.

20.4.2.8. Operação para religar o transformador

As manobras têm que ser realizadas conforme ordenadas a seguir:

1) retirar a sinalização e aterramento nos pontos de manobra; 2) fechar a chave fusível instalada na rede aérea que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial II) ou fechar a chave seccionadora que alimenta a estação transformadora (procedimento para o arranjo radial III); 3) confirmar o faseamento no disjuntor de BT que protege o conjunto de manobra alimentado pelo transformador que se quer religar, comparando a tensão de entrada nos bornes do disjuntor, com a tensão de saída nos bornes do disjuntor de BT, proveniente das fontes adjacentes de alimentação do conjunto de manobra; 4) fechar o disjuntor de BT da estação transformadora; 5) retornar à configuração original para os cabos troncos, nas posições NA e NF do conjunto de manobra que se quer religar. Obedecer à seguinte

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sequencia: primeiro religar os cabos troncos no barramento do conjunto de manobra que esta sendo religado, em seguida, desligar a alimentação provisória pelas estações transformadoras adjacentes, retornando à configuração original.

21. ARRANJO RADIAL I

Operação de SE com alimentação radial de AT através de rede aérea com um transformador de 500 ou 1000 kVA, sem recurso de manobra através da BT. (Desenho 1)

21.1. Componentes Elétricos

Os componentes elétricos deste arranjo são os constantes no subitem 20.3

21.2. Manobras

a).

21.2.1. Operação para

consumidores, derivado do conjunto de manobra da estação transformadora

isolar o ramal

de ligação de

BT de

um ou

mais

As manobras a serem realizadas são as constantes no subitem 20.4.1.

21.2.2. Operação para

consumidores, derivado do conjunto de manobra da estação transformadora

religar o ramal

de ligação de

BT de

um ou mais

As manobras a serem realizadas são as constantes no subitem 20.4.1.2.

21.2.3. Operação para isolar o Armário de BT