Você está na página 1de 11
ATALOGAGRO NA PUBLICAGAO (iP) IRA DO LVR, SP, BRASIL) lean araurara coca eats prcessos ‘2 enelaroniagom digas Luz Pauloda Mota Lopen- Garp, ‘5 Marea Lots, 1905 (Cols Laman, Eaucayiee Sosade] Biogas ISON ESeSres-68 "Ung epeada Tao Sire ones ovate Sie par eatioge datomicns {Linge apeags 418 (COLEGAO LETRAMENTO,EDLCAGAO € SOCIEDADE Cooriescte Amps 8. Kiran ‘Cap: Vac Roa Gomise ances Lie Hla Lao Moat Para Sérgio Pontes da Silva 3 reimpressio 2001 Praia apoio dot eben ‘sam a uttzaeo ra ec, 1 volvimento de pesquisa. ‘Quer, no entanto, defender a posigio de que esta di siio parece ser ainda necesséria ndo para dem: s de inv parecem claros, pelo menos para aqueles que se identificam lingdistas aplicados, mas para esclarecer os paradigmas sob os de que esta questio Ou seja, esta discussdo € itil para stas aplicados, na medida em que fou ndo de percursos de investigacao quando um grupo de pesquisadores formula e defende um novo aradigma, fazendo com que pesquisadores que se recu: rado por este grupo até que 0 fe pela comunidade, e o traba- Iho destes pesquisadores rebeldes, por assim dizer, passe a ser tomado como padtio. Isto pode chegar até o ponto de determinar quem é um pesquisador em uma certa drea (cf. Kuhn, 1970: 19). Portanto, o que parece estar ocorrendo em nosso campo é um interesse pelo estabelecimento de regras e padrées para a investi- aco ciemtfica em LA. Ou seja, nada de muito extraordindrio do que esta envolvido na aceitagao de um novo paradigma ‘mentagao persuasiva dentro da comuni mods de se realizar pesquisa em LA. -A como campo de inv sta questo, portanto, 6 gag. Esta temitica tem ‘ea, yguas ou para levar a entio, de nés -nle um mapa mas também ditegSes exsenci ( Kubn, 1970: 94). Note-se que este paradigma, em seu aspecto geral, 6 também defendido por virios pesquisadores no Brasil (cf. Cavalcanti, 1986; Celay A ez que uvi-est tratada-no Brasi em 1978, quando Mary Kato, ao fazer uma palestra sobre LA. no Encontro de Lingiistica da PUC-Rio, argumentou que uma ma- neira de se en 9 que é a LA seria através do exame do Programa do dltimo Congreso da Associago Internacional de LA(AILA), a0 qual ela havia comparecido. Embora concorde que cesta perspectiva dé conta da abrangéncia da pesquisa em LA, cla € pouco esclarecedora dos paradigmas a partir dos quais se opera em LA, Esta discussio comega a se fazer necessdria principal- Trata-se de pesqui primordi da escola q para a formul Ou seja, embo re-se na resolugao de ALA, da mesm: nas Cigncias dos de pesq 40 do conhecimer das Ciénci que a produ- deveria se dar nos mold compreensio escrita ¢ oral), Esta tendéncia pode-se dizer que ca- racteriza a maior parte da pesquisa produzida em LA, conforme pode ser observado na maioria do: Congressos Internacionais de 1, so exemplos deste vestigagio diferente, revelador,portanto, de novas descobertas que nfo estio ao alcance de pesquisa p Por avangar um tipo de método de pesq adequado & natureza subj Moita Lopes, 1994). Estas caracteristicas da pesquisa de base interp iionar desenvolvimen- to da LA. 0 foco neste tipo de pesquisa € no processo de uso da jagem, Hii em LA duas tendéncias pi nde-se dizer que a pesquisa gtifiea € caracterizada por colocar o foco na percepgio qui 10 de pesquisa no a contra-se no estuudo dos proces: solu o de problemas de uso da lingua Jinguagem de natureza processual, que que tem um foco na porém, que nei + com base no paradigma apresentado aqui, necessariamente per- correm este percurso no seu todo. Uns se dedicam a mediar sub- rar com o avango tedrico e dos métodos de pesqui Widdowson, 1990; 6). Contudo, este paradigma parece estar subja- cente & grande parte da pesquisa feita em LA hoje em dia. Referéncias bibliogréficas ALMEIDA F2, LCP. The Interplay of Cohesion and Coherence in the Academic Writing of Argumentative Di de doutora- 6, relatar passo a ao desempenhar uma tarefa especifica por exemplo, ler um texto, produzir um (1989) é um exemplo desta asso 0 que esti fazen de uso da linguage Owa ‘metodologia de pesquisa no pats Em resumo, a LA é entendida aqui como uma érea de in- vestigagdo aplicada, mediadora, interdisciplinar, centrada na re= ‘dade de Georgetows Propésito de ica Aplicada, n° 7, 1986, pp. Interagdo Leitor Texto. Campinas, Editora da UNICAMP, 1989. CELANI, MAA. “Afinal, o que € Lingiifstca Aplicada? In: PASCHOAL, MSZ. & CELANI, MA.A. (orgs), 1992, COLLINS, H. Compreensiio Oral: um Estudo em Lingua Estrangeira, ‘Tese de doutorado, PUC-SP, 1990, KLEIMAN, A, Leitura: Ensino e Pesquisa. Campinas, Pontes, 1989. ___."0 Ensino de Linguas no Brasil”, In: PASCHOAL, MSZ. & CELANL MAA. (orgs) 1992. KUHN, T, The Siructure of Scientific Revolutions. Chicago, The U. of Chicago Press, MEURER, JL. Reading in LI and L2: Exploring Text Structure, Schema- (a, and Advanced Organizers. Tese de doutorado. Universidade de Georgetown, 1985. MOITA LOPES, LP. Discourse Analysis and Syllabus Design: an Ap- proach to the Teaching of Reading. Tese de doutorado, Univer- sidade de Londres, 1986, “Enno de Leitura em Inglés em Escolas Pablicas de 1° Grau: Anélise de Alguns Dados Etnogrificos". Anais da VANPOLL, 1989, pp. 603-610. “Pesquisa Interpretativista em Ling gem como Condigao e Soluca pp. 329-338 PASCHOAL, MSZ. & CELANI MA.A. (or da Aplicagéo da Lingitista a Lingi Sio Paulo, EDUC, 1992. VAN LIER, L. The Classroom and the Language Leamer. Londres, Longman, 1988. WIDDOWSON, HG. Explorat ford U. Press, 1979. Aspects of Language Teaching. Oxford, Oxford U. Press, 1990. STREVENS, P. “What are Applied Linguists and What Do They Do?" In: KAPLAN, RB. (€d). On the Scope of Applied Linguistics Rowley, MA. N. House, 1980. Applied Linguistics. Oxford, Ox- CELANI, M.A.A. (1992) ‘Afinal, 0 que é LingGistica Aplicada?’. In: PASCHOAL, M.S. Z. dee M.AA.CELANI re (1992) Linguistica Aplicada: da Aplicagéo da Linguistica & Linguistica Transdisciplinar. S8o Paulo: Educ. 15-23 CEN MANA Eo ced 1 AFINAL, O QUE E LINGUISTICA | APLICADA? ig Maria Antonieta Alba Celani + PUC-SP Perspectiva Histérica para eno parece fin fen decries aps a mesa-redonds On the scape “Teachers of English 10 Spe ‘0 percurso que conti iniciado em maio de 1973 Linguistic Society of America ‘am Ann Arbor, em agosto de {ima subsegfo da LSA, propest do meso ano, com a condigho " Nao havin muita confiangs, ou, com reve, canpio da subsegto Paralclameni, viene ox grupos deiteress especial SIG), um, designaly OT spolsky como primeira coordenadar, que hi wim corpo de pes formalmente, esse grupo ada s pelas agtncias de no entanto, &0 senso de ica Strevers, ing sds, inal de maturidade, 6 indicagdo de desea is rea, Outosinal de desenvolvimento, indies mento, do nimero de programas de pés-graduacio ém Ling ‘Aplicada AFINAL, 0 QUE € LINGUISTICA APLICADA? 7 Ling Linguas .a Aplicada Entendida como Ensino/Aprendizagem de twos do fermo, como entendido coniemporaneam gem a quniguer Aiea de iateresse pritico © i 1 propiedad desas in Concepgées Epistemolégicas Vejamos rapidamentealgumes das incrpreagies mais comimente cencontadas para o trio linglsticaapliceda. ss Acla vo sao de Logs (CAEL, cy 23 O nome opi em educa des sé Maria Antonieta Alba Calan! | AFINAL, © QUE E LINGUISTICA APLIGADA? 9 ionary of applied : mente 2 Ste, de se defini oI fo pode reconiecer na LA o siatus de ‘com conolagdes que geram ‘se me detive mas Jo que poder sr porque, sendo wma ob ppteceteme ineressaie 6 pressupesos i ‘ampo nebuloso", ies. Concorda com Lingifstlca Aplicada Entendida como Consumo, endo como ee celle Produgio de Teorlas ugere a 1 flog, ou fenologis, ov teoria ‘como Area Intordisciptinar Aefinic LA aparecem como 1972) LA € uma encrvzithada, 2 Buckingham (1980) diz que a LA é essa sie, que, ‘carsas de poe-graduagt pincpal ‘No volume da Série Papers in TAY ‘Kaplan (1980: 10) Georges Jean ‘como, @ tala €-0-ponto onde todes plésticas — se vnto, 0 qual 1odo 0 est "ALA 6 0 panto, enlto, onde 0 between the various ‘andthe practical jesprovido de humor 0 comentrio de nglstsaplicado sera assim, ives i Para Sirens, aparentemente, na Grt- i ide ies 5 psicélogos ov ara a solugio de pre nova para cada ianizacional que The ide mediacio é, ainda, encontrada em Anthony (1980) ‘conia-argumentagho di {ormino tedladors. P 1980) também vé ® LA como Arex autbnoma que constrdi seus oe cr aD gue pn engin vis maténns (ubject) podendo | agro de ming mole de Serentenddas coma components de ste istic movies © dos pr Feet nena apenas un ds exes eave unversalmen ented dit ‘ALAC, pois pode aprimorat trabalho pitiea eaqueas dis Finguagem.” (9.23) ww go slo XML, Se 20 ‘Mexia Antonieta Alba Coland 1 0 professor de te, Alt Tinguagem, profesor de dictonttios, lexicdgrafos. Pa peso atrbuldo po “Je um problema seria o ftor determinant pr nd deter [As indicagBes de que se esté cami rego a eso sto animadoras ese encontram nos esforgos visives de capo da disipina cade Voz is clareza Isso re leva de-vola A pergona ini ho, jugio. As Imagens 43 pr Pap, esto bem ‘As lias de pesquisa dos programas provers ier de olhos 20 que me parece fer 0 panos nadores de LA, ow |,0 que 6 Lingii Aplicada? Parece-me que neste momento, histdreo para os lngistas aplicados brasiteios, que 1990 € anoda fundagio da Associagb de Lingstica Aplicada resins dein ser ; Complexas que afelar 0 comp -yeuinor] 0082 “ont pond Jo fawoyon woutuo7 S961 ‘wer Suuypo2y afondue Po ‘suopang 2 NSO VY “H'VN’AVGITIVE, on ssid pr0RO, sap yg HOHTY "a Fa BoHPEAT yong “suse Pt “uot a's "BAGUOD “oot ‘uedey we oprognd ing ueyBuR HL 'LL6T 'N eT TTSGEHYS “koysa “HLA > oaui EE fa sposinaunt pad ‘pus aunieN 9g) Uo SUSU SBusendigy pandde yo peach. “0861 (¥2) “L "AVHONDIONG reuuuieD eins 9p e:9pAd 2pepssioanin *P our pooydy ened ap 1248 aN HO) wePHPOR HUY “(pa wns prone “0861 PUMP, ANOHLNY “ouewny anujepues "(pe 10861) 82 wanna i soppnbuy pn aon zp (59) WO, i ae bond “aH Lepper payed A pve LOE “oagt ‘eid, U1 324 P= surat 'BAWTVE _ggot ‘etdny ue opeongndas wexurPn ML 2L6K t METIGO pnb psy sue-260 pw Buqweous sso snort King 208! ydex_ mo opeonadas use 61 sige as ap apepyssazau © 9s5a72402 it pe weuapod anb somyaued #0 ‘ofayp Op 2 ‘nbs ‘yp oyun e “eiode gv “spt ro weanec, =pepelod 2p OFS pra Se copa wo tin ute WEDOK uejon wary BIOHUOIEY BEEN zw