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PROJETO DE EDIFICAÇÕES JOSEPH SALEM BARBAR
PROJETO DE EDIFICAÇÕES
PROJETO
DE
EDIFICAÇÕES

JOSEPH SALEM BARBAR

CÓDIGO DE OBRAS
CÓDIGO DE OBRAS
CÓDIGO DE OBRAS
CÓDIGO DE OBRAS

Código de Obras: Uberlândia

Lei N o 4808 de 1988: regula as obras do Município de Uberlândia, abrangendo

edificações, construções, reformas,

demolições, implantação de equipamentos de circulação vertical e de segurança e

execução de serviços e instalações, sem

prejuízo da legislação urbanística vigente.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Das Licenças
Das Licenças

Art. 2º - Qualquer construção, reforma,

demolição ou ampliação de edifícios efetuada

por particulares ou entidades pública

somente poderá ser executada após a

concessão de licença pela Prefeitura

Municipal, excetuando-se os casos previstos

nesta Lei.

Parágrafo Único - A licença será concedida mediante requerimento.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Das Licenças
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Art. 3° - Independem da licença referida no

artigo anterior a construção, reforma,

demolição ou ampliação das seguintes obras:

Galinheiro, estufas, viveiros e canis sem finalidades

comerciais, caramanchões, a execução de reparos,

manutenção de obras e reforma que não impliquem em

aumento de área e alteração de uso e modificações nos

elementos estruturais, construção de calçadas, muros,

gradis e pérgolas, gárgulas para o escoamento de águas

pluviais sob o passeio, piscinas descobertas e caixas d'água

residenciais, abrigos para registros e medidores, guaritas,

bilheterias, lareiras e vitrines, instalação de toldos, as

construções em zona rural para habitação, bem como outras

de até 150,00m² de área construída.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Das Licenças
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§ 1º - A dispensa de licenças para as obras de que

trata este artigo não exclui o atendimento das Normas

Técnicas fixadas nesta Lei.

§ 2º - Não estão dispensados de licença para a

execução das obras de que trata este artigo os imóveis

de valor histórico ou artístico preservados, a serem preservados ou aqueles que se forem necessários à

preservação do entorno de monumentos, edificações e sítios de valor artístico, histórico ou paisagístico,

assim reconhecidos por lei, mesmo em zona rural.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Responsabilidades
Responsabilidades

Art. 11 - Todo projeto será firmado por

profissionais legalmente habilitados que

deverão, para o exercício de suas atividades

no Município, estar devidamente cadastrados

na Prefeitura Municipal.

Art. 12 - À responsabilidade técnica pela

execução e ou direção da obra será firmada

por profissionais legalmente habilitados.

Parágrafo Único - No caso de obra executada por empresa, esta deverá indicar o profissional legalmente habilitado que assumirá a Responsabilidade Técnica de execução da obra.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Responsabilidades
Responsabilidades

Art. 13 - O responsável técnico pela obra

quando deixar sê-lo, deverá comunicar ao

setor competente da Prefeitura Municipal,

ficando a construção, neste caso, com a

licença automaticamente suspensa até a

formalização de novo responsável técnico por sua execução.

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Responsabilidades
Responsabilidades

Art. 14 - A Prefeitura Municipal poderá

suspender temporariamente ou cancelar o

cadastro de profissionais ou empresas que

tenha comprovadamente:

I - falseado indicações essenciais do projeto; II - executado obra em desacordo com a legislação vigente.

§ 1- As punições de que trata o "caput" deste artigo somente serão aplicadas após parecer favorável de uma comissão nomeada pelo Prefeito Municipal, composta por 5 engenheiros ou arquitetos,

sendo 02 de seus membros indicados por entidades da classe

profissional.

§ 2- A comissão terá o prazo máximo de 30 dias para proceder às

apurações pertinentes.

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Dos Projetos
Dos Projetos

Art. 15 - A Prefeitura Municipal informará,

mediante solicitação, sobre restrições urbanísticas que incidam sobre o imóvel.

Art. 16 - Para a aprovação do projeto

arquitetônico a Prefeitura definirá na

regulamentação desta Lei os elementos que

instruirão o pedido de licença,

compreendendo plantas, elevações, cortes e

demais elementos necessários ao perfeito

entendimento do projeto.

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Dos Projetos
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Art. 17 - Os projetos complementares como

instalações de isolamento acústico, quando

for o caso, as fundações, estruturas,

coberturas, instalações elétricas, instalações

hidráulicas, telefonia, ar condicionado,

elevadores e outros, quando necessários,

deverão seguir as Normas técnicas vigentes,

bem como, atender às exigências das

concessionárias ou entidades administrativas.

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Dos Projetos
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Art. 17

§ 1- A Prefeitura Municipal exigirá, para seus arquivos, os projetos

estruturais, elétrico e hidráulico, em caso de edifícios de

apartamentos, escritórios e similares que deverão ser fornecidos à época para que se proceda a liberação de auto de conclusão.

§ 2º - A Prefeitura Municipal poderá exigir a qualquer tempo, os

demais projetos complementares, até a concessão do auto de

conclusão.

§ 3° - O projeto de instalação de isolamento acústico será exigido

de toda construção de uso coletivo ou mesmo multifamiliar que se

utilize do som como instrumentos ou meios mecânicos ou eletrônicos que possam criar incômodo às residências vizinhas.

§4° - A exigência contida no parágrafo anterior não se aplica às igrejas de qualquer credo religioso.

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Dos Projetos
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Art. 18 - Para as edificações onde se exige

instalações de combate a incêndio, o projeto

deverá ser aprovado pelo Corpo de

Bombeiros e apresentado à Prefeitura

Municipal até o auto de conclusão.

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Dos Projetos
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Art. 19 - A Prefeitura, pelo exame de

projetos, e pelo arquivamento de cálculos,

memoriais ou detalhes de instalações

complementares apresentados não assume

qualquer responsabilidade técnica perante os

proprietários, operários ou terceiros, não

implicando o exercício da fiscalização da obra

pela Prefeitura no reconhecimento de sua responsabilidade por qualquer ocorrência.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Dos Projetos
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aprovação de projetos para

intervenções de qualquer natureza em edificações de valor histórico, assim

reconhecidos por lei, dependerá de

aprovação do setor da Prefeitura Municipal ligado ao Patrimônio Cultural do Município.

Art. 20

A

-

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Dos Projetos
Dos Projetos

Art. 21 - Se os projetos submetidos a

aprovação estiverem em desacordo com a legislação pertinente, o proprietário e o

responsável técnico pelo projeto serão

comunicados para que compareçam ao órgão

competente para conhecimento das

correções necessárias.

Parágrafo Único - O prazo para formalização das correções é de 15 dias, a partir da data da notificação, findo o qual, não sendo o projeto reapresentado, o requerimento de

aprovação será arquivado.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Dos Projetos
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Art. 22 - Qualquer alteração em obra

licenciada, que contrarie esta Lei, mesmo

sem ampliação de área, implica na

apresentação de novo projeto arquitetônico.

Parágrafo Único - Aprovado o novo projeto será expedida nova licença para construção.

será

concedida quando da aprovação do projeto

arquitetônico.

Art.

23

A

licença

de

construção

-

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Art. 24 - Toda obra deverá indicar, em placa

de dimensões mínimas de 40 x 30 (quarenta por trinta) centímetros colocada em local

visível do logradouro público, as informações

seguintes:

Nº do Projeto:

Nº da Licença:

Data da Expedição:

Vencimento:

Responsável Técnico:

CREA:

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Dos Projetos
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Art. 25 - O Poder Executivo, através da

Secretaria Municipal competente, concederá

gratuitamente, plantas populares aos

proprietários de imóveis no Município de

Uberlândia que:

I - possuam apenas um imóvel no Município;

II - tenham uma renda mensal de até três salários mínimos.

Parágrafo Único - considera-se planta popular, para efeitos desta Lei, o projeto de arquitetura em que:

I

quadrado;

II - a construção a ser executada tenha finalidade residencial

metros

a

área

total

de

edificação

não ultrapasse

setenta

-

unifamiliar destinada a uso próprio, do tipo econômico.

CÓDIGO DE OBRAS - Procedimentos
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Dos Projetos
Dos Projetos

Art.

26

-

Para

obter

a

planta

popular

o

requerente deverá apresentar:

I - requerimento próprio;

II - cópia da escritura do imóvel registrada, ou de contrato

de compra e venda firmado com o legítimo proprietário;

III - comprovante do recolhimento aos cofres públicos, das

respectivas taxas e emolumentos.

§ 1º - Nos casos de apresentação do contrato de compra e venda, deverá o respectivo pedido de construção, contar com a expressa

anuência do proprietário legal.

§ 2º - Nas situações do parágrafo anterior o requerente não poderá

possuir outro imóvel no Município.

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Dos Projetos
Dos Projetos

Art. 27 - Somente será concedida uma planta

popular para cada requerente.

Parágrafo Único - poderá ser concedida outra

planta popular ao mesmo requerente, apenas

quando:

I - tenha sido cancelado o pedido anterior por impedimento

justificado da construção; ou

II - mediante contrato de comodato sobre o mesmo lote,

com prazo mínimo de quinze anos, e que atenda às normas

municipais de obras e de obras de uso e ocupação do solo.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
Implantação
Implantação

Art. 32 - A implantação da edificação no lote

respeitará afastamentos laterais e de fundo de pelo menos 1/8 da altura "H" da

edificação (medida desde o piso mais baixo,

não enterrado até o teto do andar mais alto

do edifício).

§ 1- Os afastamentos a que se refere o "caput" deste artigo serão

de, no mínimo, 1,50m.

§ 2- Ficam dispensados os afastamentos laterais e de fundo para

edificações com altura H até 6,00m.

§ 3- Quando a edificação do terreno adjacente tiver empena cega

situada na divisa do terreno fica dispensado o afastamento em relação a esta empena em suas duas dimensões: altura e extensão.

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Implantação
Implantação

Art. 33 - O afastamento entre blocos de

edifícios em um mesmo lote será sempre, no

mínimo, igual a H/4, sendo H considerado

conforme artigo 29.

§ 1- Os afastamentos a que se refere o "caput" deste artigo serão

de, no mínimo, 3,00m.

§ 2- Ficam dispensados os afastamentos laterais e de fundo para

edificações com altura H até 6,00m.

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Implantação
Implantação

Art. 34 - Para o uso residencial unifamiliar

implantado em lote com área igual ou superior a 1.000 m² os afastamentos laterais

e de fundo deverão ser de, no mínimo,

1,50m.

Parágrafo Único - Os afastamentos de que trata o "caput" deste artigo serão ampliados para 5,00m nos lotes com área superior a

3,000m².

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Implantação
Implantação

Art. 35 - Para o uso industrial implantado em

lote com área igual ou superior a 2.000m² os afastamentos laterais e de fundo deverão ser

de, no mínimo, 3,00m.

Art. 36 - As condições de absorção das águas pluviais nos lotes deverão ser preservados

através de:

I - manutenção de no mínimo 20% de sua área livre de

pavimentação e construções; ou

II - poço para infiltração das águas de chuva com capacidade, acima

do lençol freático, de 0,16m³/m² de terreno.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 37 - Os compartimentos
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 37 - Os compartimentos

Salubridade e Conforto - Compartimentos

Art. 37 - Os compartimentos das edificações,

conforme sua destinação, classificam-se em:

I - de permanência prolongada;

II - de permanência transitória;

III - especiais;

IV - sem permanência.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 38 - Compartimentos de
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 38 - Compartimentos de

Salubridade e Conforto - Compartimentos

Art. 38 - Compartimentos de permanência

prolongada

são

aqueles

que

poderão

ser

utilizados

para

uma

das

funções

ou

atividades seguintes:

I - dormir ou repousar, tais como dormitórios e quartos;

II - atividade de estar ou de lazer, tais como salas em geral, locais

de reunião e salão de festas. III - trabalhar, ensinar ou estudar, tais como lojas, escritórios,

oficinas, espaços de trabalho, salas de aula, de estudo, laboratórios

didáticos, salas de leitura e biblioteca; IV - preparar ou consumir alimentos, tais como copas, cozinhas,

refeitórios e, bares;

V - tratar ou recuperar a saúde e o bem estar, tais como enfermarias

e ambulatórios;

VI - reunir ou recrear tais como locai fechados para prática de

esportes ou ginástica.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 39 - Compartimentos de
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 39 - Compartimentos de

Salubridade e Conforto - Compartimentos

Art. 39 - Compartimentos de permanência

transitória são aqueles que poderão ser utilizados para uma das funções ou

atividades seguintes:

I - circulação e acesso de pessoas tais como escadas,

rampas, antecâmaras, corredores, passagens, átrios e vestíbulos;

II - higiene pessoal, tais como instalações sanitárias; III - deposito para quarda de materiais, utensílios ou ambientes sem a possibilidade de qualquer outra atividade no local; IV - troca e guarda de roupas, tais como rouparias, vestiários e

camarins de uso coletivo. Parágrafo Único - Sempre que o compartimento comportar também

uma das funções ou atividades mencionadas no artigo 35, será

considerado como de permanência prolongada.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 40 - Compartimentos especiais
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 40 - Compartimentos especiais

Salubridade e Conforto - Compartimentos

Art. 40 - Compartimentos especiais são

aqueles que apresentam características e condições peculiares a sua destinação, tais

como:

I - auditórios e anfiteatros;

II - cinemas, teatros e salas de espetáculos;

III - museus e galerias de arte;

IV - estúdios de gravação, rádio e televisão;

V - laboratórios fotográficos, cinematográficos e de som; VI - centros cirúrgicos e salas de raios-x;

VII - salas de computadores, transformadores e telefonia; VIII - locais para duchas e saunas; IX - garagens.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 41 - Compartimentos sem
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto - Compartimentos Art. 41 - Compartimentos sem

Salubridade e Conforto - Compartimentos

Art. 41 - Compartimentos sem permanência

são aqueles que não comportam permanência humana ou habitabilidade, tais como sótãos,

porões, adegas, casas de máquina, casas de

força, câmara frigorífica.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Condições Mínimas Art. 42 - Os
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Condições Mínimas Art. 42 - Os

Salubridade e Conforto Condições Mínimas

Art. 42 - Os pés-direitos não poderão ser

inferiores a:

I - 2,40m em garagens, em compartimentos

sem permanência, em sanitários, cozinhas,

áreas de serviço e compartimentos de permanência transitória.

II - 2,70m para os demais compartimentos.

Parágrafo Único - Considera-se pé-direito a altura compreendida entre o piso e o forro acabados.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Condições Mínimas Art. 43 - Os
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Condições Mínimas Art. 43 - Os

Salubridade e Conforto Condições Mínimas

Art. 43 - Os banheiros, cozinhas ou qualquer

lugar onde se armazenem ou manipulem alimentos, deverão ter paredes até a altura mínima de 1,50m e pisos revestidos de material liso, lavável e impermeável.

Art. 44 - As edificações deverão possuir dentro do

lote local para deposito de lixo, com fácil acesso

para coleta pública, proporcional à área

construída, podendo ocupar o afastamento

frontal obrigatório.

Art. 45 - É vedada a solução de lixeiras por tubo de queda.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 46 - As
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 46 - As

Salubridade e Conforto Elementos Construtivos

Art. 46 - As paredes externas, bem como as que

separam unidades autônomas de uma edificação

deverão, quanto ao isolamento térmico, isolamento e condicionamento acústico e

impermeabilidade, serem equivalentes a uma

parede de alvenaria de tijolos comuns de barro

maciço com espessura de 0,15m.

Art. 47 - Nos andares habitáveis os pavimentos

acima de 1,00m do solo, não vedados por parede

externas, deverão dispor de guarda - copo ou

elementos de proteção equivalente.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 48 - A
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 48 - A

Salubridade e Conforto Elementos Construtivos

Art. 48 - A cobertura das edificações deverá, no

que diz respeito ao isolamento térmico,

isolamento acústico e impermeabilidade, ser

equivalente a uma cobertura de telha de barro

cerâmico.

Art. 49 - Nos edifícios construídos no

alinhamento das vias públicas, as águas dos

telhados, balcões, e outras partes da edificação serão recolhidas e conduzidas por meio de

calhas e condutores para as sarjetas.

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CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 50 - Os
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Salubridade e Conforto – Elementos Construtivos Art. 50 - Os

Salubridade e Conforto Elementos Construtivos

Art. 50 - Os pavimentos que separam os andares

de uma edificação deverão observar as

características técnicas de resistência ao fogo,

isolamento térmico e acústico, resistência e

impermeabilidade, correspondestes a uma laje

de concreto armado de 0,07m de espessura.

Parágrafo Único - Os pavimentos que subdividem um mesmo

andar, formando mezanino, poderão ser de madeira ou material

equivalente.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 51 - Nenhuma abertura da edificação poderá estar situada a distancia menor que

1,50m, medida em planta na perpendicular

traçada do eixo da abertura até a divisa para a

qual está voltada.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 52 - Para efeito da insolação, iluminação e ventilação, todos os compartimentos

classificados conforme os artigos 35 e 36

deverão dispor de abertura comunicando diretamente para espaço descoberto, livre e

desembaraçado de qualquer tipo de construção.

Parágrafo Único - Excetuam-se do disposto neste artigo:

I - os corredores de uso privativo;

II - os corredores de uso coletivo até 10m (dez metros) de comprimento;

III - os saguões dos elevadores;

IV - os lavabos providos de ventilação artificial asseguradas por poços ou dutos; V - os cômodos destinados a vestir em edificações residenciais.

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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 53 Consideram-se suficientes para insolação, iluminação e ventilação as aberturas

voltadas

dimensionadas:

I - Espaço externo, compreendendo recuo de frente, lateral e de fundo onde possa se inscrever um círculo de diâmetro h/8 com diâmetro mínimo de 1,50m.

II - Espaço interno descoberto, fechado em 3 ou mais faces, onde possa se inscrever um circulo de diâmetro h/4 com diâmetro mínimo de

áreas

para

iluminantes assim

2,00m.

Parágrafo Único - Para efeito do disposto neste artigo, "h" é definitivo como a altura do edifício desde a abertura mais baixa de cada área

iluminante, até o teto do andar mais alto.

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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 54 - As aberturas voltadas para a empena cega do edifício que estiver situado na divisa do

terreno, deverão respeitar afastamento mínimo

igual a um quarto da altura da empena do vizinho.

Parágrafo Único - Acima ou lateralmente à empena cega, as

aberturas deverão respeitar afastamento mínimo de h/8.

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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 55 - Os compartimentos poderão ser insolados, iluminados e ventilados por abertura

situadas sob alpendres, terraço ou qualquer

cobertura desde que o ponto mais afastada do

compartimento não esteja a uma distância

superior a 2,5 vezes a altura da abertura

iluminante voltada para o exterior.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 56 - Em qualquer edificação será admitida a ventilação indireta ou forçada de

compartimentos sanitários mediante:

I - Ventilação indireta por tubo horizontal, observando:

a) secção não inferior a 0,25m² com dimensão mínima de 0,20m;

b) extensão não superior a 6,00m;

c) boca comunicando-se para o exterior.

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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 56 - Em qualquer edificação será admitida a ventilação indireta ou forçada de compartimentos sanitários mediante:

II - Ventilação natural por meio de chaminé de tiragem atendendo aos requisitos mínimos:

a)secção transversal da chaminé com no mínimo 0,006m² de secção

para cada metro da altura de chaminé, devendo em qualquer caso, ser

capaz de conter um circulo de 0,60m de diâmetro;

b)ter prolongamento de pelo menos um metro acima da cobertura; c)ser provida de abertura inferior que permita limpeza, e de dispositivo superior de proteção contra penetração de águas de chuva; d)as chaminés terão, na sua base, comunicação direta com o exterior, ou por meio de dutos de seção transversal equivalente à da chaminé.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 56 - Em qualquer edificação será admitida a ventilação indireta ou forçada de compartimentos sanitários mediante:

III

condicionamento.

Parágrafo Único - Em edificações destinadas ao uso residencial, somente o lavado poderá ter sua ventilação conforme dispõe o artigo.

ou

Ventilação

forçada,

por

renovação

-

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

Art. 57 - A área das aberturas destinadas à insolação e iluminação compartimentos deverá

corresponder, no mínimo à:

I

-

1/6

(um

sexto)

da

área

do

compartimento,

se

de

permanência prolongada;

 

II

-

1/8

(um

oitavo)

da

área

do

compartimento,

se

de

permanência transitória.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Salubridade e Conforto Insolação, Iluminação e Ventilação
Salubridade e Conforto
Insolação, Iluminação e Ventilação

dos

compartimentos deverá ser de, no mínimo,

Art.

58

A

área

de

ventilação

-

50% da área de iluminação exigida.

É

Art.

compartimentos em ambientes desde que cada

um ofereça, proporcionalmente, as condições

mínimas de iluminação, ventilação e dimensionamento.

facultada a subdivisão de

59

-

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
Circulação e Segurança - Rampas
Circulação e Segurança - Rampas

Art. 71 - As rampas, quando empregadas em

substituição às escadas, deverão atender às

mesmas normas de dimensionamento,

classificação e localização, resistência e

proteção, iluminação e ventilação a elas

referentes, além das seguintes disposições:

I - Declividade máxima de 12% (doze por cento)

II - Pisos com revestimento antiderrapante, quando a rampa tiver

inclinação igual ou superior a 6% (seis por cento).

Parágrafo Único - As rampas com declividade igual ou inferior a 6%

(seis por cento) terão capacidade de escoamento 20% (vinte por cento) superior à das escadas.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais Circulação e Segurança Vestíbulos, Corredores e Saídas
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
Circulação e Segurança
Vestíbulos, Corredores e Saídas

Art. 72 - Os vestíbulos, passagens ou

corredores de uso coletivo localizados em

qualquer andar da edificação deverão ter

largura suficiente para o escoamento da

lotação dos compartimentos ou setores para os

quais dão acesso, calculados na razão de 0,01m

por pessoa, com no mínimo 1,20m (duas

unidades da saída).

Parágrafo Único - Os espaços de acesso ou circulação fronteiros às portas dos elevadores, em qualquer andar deverão ter dimensão não inferior a 1,50m, medida perpendicularmente ao plano onde se situam as portas.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
Circulação e Segurança - Segurança
Circulação e Segurança - Segurança

Art. 84 - Os edifícios com altura superior a 45m

a contar do nível do logradouro serão dotados de laje de emergência, localizada a distância

vertical de no mínimo 5m acima da cobertura,

com acesso pela caixa de escada, para

comportar 1/3 da população do edifício,

considerando-se 4 pessoas /m².

Parágrafo Único - A laje deverá ser protegida por tela inclinada, com no mínimo 1,00m de altura, e não serão admitidos obstáculos como

anúncios, pára-raios, chaminés, torres ou outras elevações em posição

que prejudique a aproximação de helicópteros de socorro.

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Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga
Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga

Art.

estacionamentos e garagens deverá observar o

dispositivo neste capitulo, nas normas

especificas relativas às diversas edificações e

dimensionamento dos

88

O

-

na Lei uso e ocupação do solo.

Parágrafo Único - Para efeito de distribuição, localização e cálculos de capacidade ou lotação, são fixadas as seguintes dimensões mínimas para as vagas de carros de passeio e

utilitários:

- comprimento - 5,00m

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Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga
Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga

Art. 89 - As rampas de circulação de veículos

deverão ter declividade máxima de 20%, tomadas sempre no eixo.

Art. 90 - No projeto arquitetônico, deverá ser demonstrada graficamente a distribuição,

localização, dimensionamento das vagas e

cálculo da capacidade ou lotação das garagens, inclusive as condições de circulação.

Parágrafo Único - Para esta demonstração deverá ser

considerada um carro padrão e dimensões mínimas de 4,70 x

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Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga
Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga

Art. 91 - As garagens deverão dispor de

ventilação permanente garantida por vãos distribuídos, que correspondem a 6/100 (seis

sobre cem) da área, sendo que 1/3 (um terço)

desta área poderá ser substituída por instalação de renovação de ar de capacidade

equivalente.

Parágrafo Único- O disposto neste artigo se aplica mesmo que as garagens estejam distribuídas em andares diferentes.

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Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga
Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga

Art. 92 - Junto aos logradouros públicos os

acessos (entrada e saída) de veículos:

I - terão sinalização de advertência para os que transitam no

passeio;

II - não poderão se utilizar do passeio como rampa para acesso

às garagens ou estacionamentos, devendo a mesma estar

situada inteiramente fora do recuo obrigatório frontal do

imóvel.

III - poderão ter o rebaixamento das guias estendendo-se

longitudinalmente até 0,75 m (setenta e cinco centímetro)

além da largura da abertura de acesso do carro e de cada lado

desta, desde que o rebaixamento resultante fique inteiramente

dentro do trecho do passeio fronteiriço ao imóvel.

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Condições de Acesso à Edificação e Circulação de Pessoas Portadoras de Deficiência Física
Condições de Acesso à Edificação e Circulação de
Pessoas Portadoras de Deficiência Física

Art. 94 - Na aprovação de projetos de construção, reforma ou ampliação de edifícios de uso público ou comunitário, de domínio

direto ou indireto da Administração Pública, ou

de propriedade privada, bem como as áreas

comuns e de circulação das edificações de uso

multifamiliar, deverão ser atendidos os padrões

e critérios estabelecidos pelas normas da

Associação Brasileira de Normas Técnicas -

ABNT, quanto à acessibilidade de pessoas

portadoras de deficiências físicas de qualquer

natureza, permanentes ou temporárias.

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Condições de Acesso à Edificação e Circulação de Pessoas Portadoras de Deficiência Física
Condições de Acesso à Edificação e Circulação de
Pessoas Portadoras de Deficiência Física

Art. 95 - Os demais preceitos da Lei nº4808 de

26 de outubro de 1988, que dispuserem sobre

construção, reforma e ampliação de edificações

deverá adequar-se às normas da NBR-ABNT citadas no artigo anterior.

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Portarias, Quaritas, Bilheterias, Passagens e Cabines de Força
Portarias, Quaritas, Bilheterias, Passagens e
Cabines de Força

Art. 96 - As portarias, guaritas, abrigos para

guarda, cabines de força e passagens cobertas

para acesso ao edifício poderão ser localizadas

na faixa de recuo mínimo obrigatório, desde que observem os seguintes requisitos:

I - terão pé-direito mínimo de 2,30m²

II -qualquer de suas dimensões não será superior a 3,00m

III - terão área máxima de 9.00 m²

IV - poderão dispor internamente de instalação sanitárias de uso privativo com área mínima de 1.20m².

Parágrafo Único - As cabines de força, se subterrâneas, poderão ocupar o recuo sem limitações de suas dimensões.

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Portarias, Quaritas, Bilheterias, Passagens e Cabines de Força
Portarias, Quaritas, Bilheterias, Passagens e
Cabines de Força

Art. 97 - As bilheterias deverão satisfazer às

seguintes condições:

I - não poderá ser localizadas nas faixas de recuo; II - terão pé - direito mínimo de 2,30m

Art. 98 - Passagem cobertas, sem vedação

lateral, ligando blocos ou prédios, terão pé-

direito mínimo de 2,30m.

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Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança
Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança

Art. 99 - Deverá ser obrigatoriamente servido

por elevador de passageiros a edificação que

tiver o piso do último pavimento situado a

altura superior a 9,00 (nove metros) do piso do andar mais baixo, qualquer que seja a posição

deste em relação ao nível do logradouro.

Parágrafo Único - Não será considerado o piso do ultimo pavimento, quando for de uso privativo do penúltimo, ou quando destinado exclusivamente a serviços do edifício.

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Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança
Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança

Art. 100 - Em caso de obrigatoriedade da

instalação de Elevadores de passageiros nas

edificações destinadas ao uso residencial

multifamiliar poderá haver parada de

elevadores em pisos intermediários, desde que

a diferença de nível entre a solteira da porta do

elevador e os pavimentos de acesso às

unidades não seja superior a 1,50 m (um metro

e cinqüenta centímetros).

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Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança
Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança

Art. 101 - O dimensionamento dos elevadores

de passageiros deverá tomar como base o

cálculo de tráfego, conforme a norma técnica

vigente.

Art. 102 - As obras civis necessárias à

instalação de elevadores, monta-cargas,

escadas rolantes, casa de máquina, caixa, poço

e demais serviços, deverão obedecer às

disposições da Norma Técnica vigente.

Art. 103 - Em caso algum os elevadores

poderão constituir o meio exclusivo de acesso

aos pavimentos.

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Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança
Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança

Art. 104 - A instalação de pára-raios deverá ser feita de conformidade com a NBR 5419, de dezembro de 1977, expedida pela associação

Brasileira de Normas Técnicas, cabendo ao

poder Público, através da secretaria

competente, a fiscalizações

§ 1° - Considera-se protegida a edificação que esteja inserida numa área cujo raio seja igual à altura do edifício, medida do piso térreo à

ponta do para-raio.

§ 2° - Esta condição deverá ser demonstrada em projeto.

§ 3°- Não estão obrigadas a instalação de pára-raios as edificações

residenciais unifamiliares ou conjunto de casas térreas, bem as edificações até 100,00m² de área construída, com exceção dos castelos

d'água.

CÓDIGO DE OBRAS – Normas Gerais
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Equipamentos de Circulação Vertical e Segurança
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Art. 105 - O pára-raio deverá estar sempre

outro

obstáculo.

acima

de

antenas

ou

de

qualquer

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Normas Específicas Edificações Residenciais – Disposições Gerais
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Edificações Residenciais – Disposições Gerais

Art. 103 Todas as edificações residenciais

deverão obedecer às disposições do Título III, desta Lei, além das exigências constantes neste

capítulo.

Art. 104 Toda habitação deverá dispor de ambientes para repouso, preparo de alimentos

e instalações sanitárias. Deverá dispor também

de espaço, coberto ou não, destinado a guarda de um veículo por unidade habitacional.

Parágrafo Único As habitações populares serão definidas por decreto do Executivo, desde que não supere a área de 70m 2 e tenha acabamento simples.

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Edificações Residenciais – Disposições Gerais
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Art. 105 Nas habitações que não disponham de quarto de empregada, os depósitos,

despensas, adegas, rouparias e similares,

somente poderão ter:

I Área útil menor ou igual a 2,00m 2 , ou

II àrea útil maior ou igual a 6,00m 2 com dimensão mínima de

2,00m.

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Edificações Residenciais – Disposições Gerais
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Art. 106 Os compartimentos não poderão ter áreas e dimensões inferiores aos descritos a

seguir:

I salas e dormitórios 7,00m 2 (sete metros quadrados) de área e 2,00m (dois metros) de dimensão mínima;

de área com 1,80m de dimensão

II

cozinhas 5,00m 2

mínima;

III banheiro com vaso sanitário, chuveiro e lavatório em um

único compartimento com área mínima de 1,80m 2 , com dimensão mínima de 1,00m ou área de 1,20m 2 com o mínimo

de 1,00m, quando o lavatório for externo ou quando houver

mais de um banheiro.

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Normas Específicas Edificações Residenciais – Disposições Gerais
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Edificações Residenciais – Disposições Gerais

Art. 106 Os compartimentos não poderão ter

áreas e dimensões inferiores aos descritos a

seguir:

IV espaço destinado a lavagem de roupa e serviços de limpeza com área mínima de 1,50m 2 .

Parágrafo Único a dimensão mínima é sempre o diâmetro de

um círculo inscrito no plano horizontal do compartimento.

Art. 107 As residências poderão ter ambientes conjugados, desde que o

compartimento resultante tenha, no mínimo,

área correspondente a soma das áreas mínimas

dos ambientes.

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Edificações Residenciais Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas
Edificações Residenciais
Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas

Art. 108 Quando houver mais de uma

habitação não geminada por lote deverão ser

atendidas as seguintes exigências:

I cada habitação deverá ter acesso independente com largura mínima de 1,20m;

II

quando houver aberturas entre edificações do mesmo lote,

o

afastamento mínimo entre elas será de 3,00m ficando

garantido um mínimo de 1,50m privativos para cada habitação;

III quando houver abertura de uma edificação voltada para

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Edificações Residenciais Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas
Edificações Residenciais
Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas

Art. 109 As residências geminadas e as residências em série, transversais ao

alinhamento, deverão ter, para cada unidade de

moradia, área livre privativa mínima de 11,50m 2 com dimensão mínima de 2,00m.

§ 1 o consideram-se residências geminadas, unidades de moradia contíguas, que possuam pelo menos uma parede em

comum.

§ 2 o consideram-se residências em série, unidades residenciais cuja implantação seja contígua e não possuam

paredes em comum.

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Edificações Residenciais Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas
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Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas

Art. 110 As residências sobrepostas deverão ter acesso independente, com dimensão

mínima de 1,20m.

Parágrafo Único consideram-se residências sobrepostas, unidades residenciais que tenham acesso independente e ocupam no todo ou em parte a mesma projeção horizontal.

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Edificações Residenciais Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas
Edificações Residenciais
Residências isoladas, geminadas, em série e sobrepostas

Art. 111 Nas casas geminadas, sobrepostas, e em série, o terreno deverá permanecer de

propriedade de uma só pessoa, ou em forma

condominial quando as dimensões resultantes da subdivisão resultarem em lotes inferiores

aos permitidos pelas leis de parcelamento e uso

e ocupação do solo.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Residenciais – Edifícios de Apartamentos Art. 112 – Nos
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Residenciais – Edifícios de Apartamentos Art. 112 – Nos

Edificações Residenciais Edifícios de Apartamentos

Art. 112 Nos edifícios de apartamentos é

obrigatória a existência de depósito de material

de limpeza e instalação sanitária com chuveiro

para uso do pessoal de serviço.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Residenciais – Edifícios de Apartamentos Art. 113 – Em todo
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Residenciais – Edifícios de Apartamentos Art. 113 – Em todo

Edificações Residenciais Edifícios de Apartamentos

Art. 113 Em todo edifício de apartamentos será obrigatória a existência de um espaço,

coberto ou não, para recreação infantil que

deverá conter:

I ter área proporcional a 2,00m 2 por unidade residencial, em área contígua;

II conter no plano do piso um círculo de diâmetro mínimo de

3,00m;

III estar separado da circulação ou estacionamento de

veículos e de depósito de lixo.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 114 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 114 – As

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 114 As edificações não residenciais

deverão obedecer as disposições do Título III,

desta Lei, além das exigências deste capítulo.

Art. 115 As edificações não residenciais deverão dispor de compartimentos, ambientes

ou locais para:

I instalação sanitária, uma para cada sexo, composta de uma bacia e

um lavatório, para uso de empregados e de público nas seguintes

proporções:

a empregados uma para cada 300m 2 , ou fração;

b público uma para cada 500m 2 ou fração de área utilizável pelo público.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 – As

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 115 As edificações não residenciais

deverão dispor de compartimentos, ambientes

ou locais para:

II área para vestiários, equipados com chuveiros e escaninhos junto

aos sanitários de empregados, na proporção de 1/60 de área dos andares servidos, nas edificações com área superiores a 250,00m 2 .

§ 1 º - quando nos edifícios compartimentados, as unidades com área útil inferior a 100,00m 2 possuírem sanitários privativos, estes poderão servir a empregados e públicos;

§ 2 º - as edificações de que trata este capítulo, com área total inferior a 100,00m 2 deverão dispor de, pelo menos, uma instalação sanitária, que servirá ao uso do público e dos empregados;

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 § 3 º
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 § 3 º

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 115

§ 3 º - nas edificações que abriguem atividades insalubres, trabalhos

com exposição e substâncias tóxicas ou que exijam troca de roupas,

será obrigatória a instalação de um chuveiro para cada 10 empregados;

§ 4 º - o percurso máximo de qualquer ponto da edificação até a instalação sanitária não poderá ser superior a 100m;

§ 5 º - deverá haver pelo menos uma instalação sanitária para cada

andar onde houver empregados;

§ 6 º - quando os sanitários para público não estiverem localizados no

mesmo andar dos compartimentos a que servem, ficarão situados em

andar imediatamente superior ou inferior;

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 § 7 º
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 115 § 7 º

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 115

§ 7 º - para o cálculo do número de banheiros poderão ser descontadas da área total de construção as áreas cobertas da edificação destinadas

a estacionamento, carga e descarga, caixas de escadas e de

elevadores;

§ 8 º - nos banheiros para o sexo masculino, até 50% das bacias poderão ser substituídas por mictórios.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 116 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 116 – As

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 116 As edificações não residenciais

deverão ainda dispor de compartimentos, ambientes ou locais para:

I estacionamento de veículos, sendo que, naqueles com capacidade

superior a 50 vagas, serão obrigatórias faixas de acomodação para

entrada e saída de veículos;

II depósito de material de limpeza, proporcional à área construída, nas edificações com área construída superior a 750m 2 .

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 117 – Nas
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 117 – Nas

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 117 Nas edificações não residenciais,

quando o preparo dos alimentos for feito no mesmo ambiente do consumo, deverá haver

instalação para exaustão de ar para o exterior,

com tiragem mínima do volume de ar do compartimento por hora, ou sistema

equivalente.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 118 – Os locais
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 118 – Os locais

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 118 Os locais ou ambientes destinados à

fabricação, manipulação, condicionamento, depósitos de matérias primas de uso na

fabricação de alimentos ou de produtos

alimentícios deverão:

I ter pisos, paredes, pilares revestidos de material durável, liso, impermeável e resistente;

II ter aberturas externas providas de tela para proteção contra a entrada de insetos;

III estar separados de dependências insalubres, perigosas e de esterelização.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 119 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. 119 – As

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art. 119 As edificações de que trata este

capítulo deverão atender as seguintes exigências, quando aplicáveis:

I as fontes de calor, ruído e trepidação ou dispositivos onde se

concentrem as mesmas deverão estar afastadas pelo menos 1,00m das

divisas;

II depósitos de combustíveis e compartimentos, ambientes ou locais

de manipulação ou armazenagem de inflamáveis e explosivos deverão satisfazer as exigências das Normas Técnicas Vigentes, sem prejuízo das demais exigências legais.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. obrigatória a
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Disposições Gerais Art. obrigatória a

Edificações Não Residenciais Disposições Gerais

Art.

obrigatória a existência de locais destinados a

refeições, ambulatórios ou locais de

atendimento de emergência e creches

Nas edificações industriais é

120

normatizadas pela legislação vigente.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem Art. 121 – Os

Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem

Art. 121 Os estabelecimentos de

hospedagem, compreendem casas de pensão,

pensionatos, alojamentos estudantis,

internatos, hotéis, apart hotéis, asilos, orfanatos e motéis.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem Art. 122 – As

Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem

Art. 122 As instalações sanitárias de uso

coletivo serão separadas por sexo e deverão:

I ter acessos independentes;

II dispor de um lavatório, um vaso e um chuveiro para cada 36,00m 2 ou fração de área de dormitório;

III não distar de qualquer dormitório mais que 30,00m;

IV estarem localizados no mesmo pavimento dos quartos a que

servem.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem Art. 123 – Nos

Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem

Art. 123 Nos estabelecimentos de hospedagem os quartos de hóspedes deverão ter área mínima de 7,00m 2 .

Art. 124 Os apart hotéis e seus similares

deverão observar as condições mínimas para

edifícios de apartamento para cada unidade autônoma e nos acessos, serviços e

compartimentos de uso coletivo deverão

atender às condições previstas para os hotéis.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem Art. 125 – Os

Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem

Art. 125 Os estabelecimentos de hospedagem

deverão dispor de:

I instalações sanitárias e vestiários do pessoal de serviço

independente das destinadas aos hóspedes;

II estacionamento de veículos:

a) Para os apart hotéis e seus similares: proporção idêntica à dos

prédios de apartamento, conforme legislação vigente;

b) Para os hotéis = 1 vaga para cada 02 quartos ou apartamento;

c) Para motéis = 1 vaga para cada quarto ou apartamento.

III nos hotéis, apart hotéis e motéis as instalações sanitárias privativas dos quartos deverão conter vaso, chuveiro e lavatório com área mínima de 1,80m 2 .

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem Art. 126 – Os

Edificações Não Residenciais - Serviços de Hospedagem

Art. 126 Os asilos, orfanatos, albergues e

estabelecimentos congêners, deverão:

I ter quarto destinado às pessoas que estejam doentes e necessitem

de isolamento;

II ter área para recreação, lazer e atividades esportivas, arborizadas

ou ajardinadas com área não inferior a 10% da área edificada;

III se houver locais para atividades escolares, atender às normas

estabelecidas para as escolas, no que for aplicável.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 127 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 127 – As

Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde

Art. 127 As edificações destinadas aos

serviços de assistência médica deverão ter

pisos, paredes e pilares revestidos de material

durável, liso, impermeável e resistente.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 128 – Nas
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 128 – Nas

Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde

Art. 128 Nas edificações para os serviços de

assistência médica com internamento serão

obrigatórias instalações sanitárias para uso de

pacientes, conforme o que se segue, para funcionários e público nas proporções

constantes no artigo 115:

I quando os quartos e enfermarias para pacientes não tiverem banheiros privativos, deverão dispor de uma bacia e um lavatório na

proporção de um para cada 5 leitos;

II a distância de qualquer quarto, enfermaria ou consultório até a

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 129 – Nas
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 129 – Nas

Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde

Art. 129 Nas edificações para serviços de

saúde, com internamentos, os compartimentos

para cirurgia, obstetrícia, curativos,

recuperação, unidades de terapia intensiva, berçarios, bem como escadas, rampas,

corredores, vestíbulos e antecâmaras, ou

outros que constituam áreas críticas, deverão ser servidos, pelo menos, por um elevador de

transporte de leitos ou macas, com iluminação

de emergência.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 129 Parágrafo Único
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 129 Parágrafo Único

Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde

Art. 129

Parágrafo Único os equipamentos e as instalações

indispensáveis a essas atividades deverão dispor de

suprimento de energia geradora própria, independente da rede

geral, para alimentação automática em casos de emergência.

Art. 130 Toda edificação para assistência

médica com internamento deverá conter instalações para coleta e eliminação do lixo

séptico, recuado no mínimo de 5,00m de todas

as divisas do lote.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 131 – Nas
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde Art. 131 – Nas

Edificações Não Residenciais - Serviços de Saúde

Art. 131 Nas edificações para assistência

médica com internamento será obrigatória a área de estacionamento para veículos de uso específico do funcionamento hospitalar e atendimento ao público, na proporção de uma vaga para cada 50,00m 2 de área construída ou fração.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 132 – As
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 132 – As

Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 132 As edificações para escolas de 1 º e 2 º graus, técnico industrial, ensino superior e supletivo, deverão dispor de instalações

sanitárias na seguinte proporção:

I para alunos um lavatório e uma bacia separados por sexo para cada 50 alunos;

II para professores e funcionários conforme art. 115;

III Um bebedouro para cada 50 alunos, vedada sua colocação em instalações sanitárias.

§ 1 º - para o cálculo do número de alunos, deverá ser utilizada a

proporção de 0,65 alunos por m 2 de sala de aula;

§ 2 º - a distância máxima das salas de aula e das áreas de recreação até a instalação sanitária não deverá ser superior a 50,00m.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 133 – As
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Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 133 As edificações de que trata o artigo

anterior, deverão dispor de espaços cobertos ou descobertos, destinados a recreação ou

esportes com a área mínima correspondente a 4,00m 2 por aluno, e com diâmetro mínimo de

7,00m.

Art. 134 Nas escolas superiores deverá ser previsto estacionamento na proporção de uma vaga para cada 50m 2 de área construída.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 135 – Nas
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Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 135 Nas edificações para creches e

ensino pré-escolar deverão ter, no máximo,

dois andares, admitindo-se um terceiro desde

que para uso exclusivo da administração.

Parágrafo Único quando se tratar de terreno com declividade acentuada, poderão ser admitidos andares escalonados. Em qualquer caso, os alunos não poderão vencer desníveis superiores a 4,50m.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 136 – As
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Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 136 As edificações para creche e ensino

pré-escolar inclusive ensino infantil não seriado, deverão dispor de instalações

sanitárias na seguinte proporção:

I para alunos um lavatório e uma bacia para cada 40 alunos por turno ou fração;

II para professores e funcionários conforme art. 115.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 136 o cálculo
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Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 136

o cálculo do número de alunos deverá ser utilizada a

proporção de:

I 0,33 crianças/m 2 de área de sala em creches;

II - 0,50 crianças/m 2 de área de sala em pré escolas.

§ 2 º - a distância máxima das instalações sanitárias, para uso dos

alunos, em relação as salas e espaços de recreação não poderá ser superior a 50m.

§ 1 º

-

para

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação Art. 137 – Nas
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Edificações Não Residenciais - Serviços de Educação

Art. 137 Nas creches e estabelecimentos de

ensino pré-escolar, os espaços destinados à recreação deverá ter área correspondente à:

I quando cobertos = 1,50m 2 / criança; II - quando descobertos = 2,00m 2 / criança;

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Locais de Reunião Art. 138 – Os
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Locais de Reunião Art. 138 – Os

Edificações Não Residenciais Locais de Reunião

Art. 138 Os locais de reunião deverão:

I ter instalações sanitárias separadas por sexo na proporção mínima da tabela seguinte:

por sexo na proporção mínima da tabela seguinte: II – prever estacionamento na proporção mínima de

II prever estacionamento na proporção mínima de 1 vaga para cada 50m 2 ou fração de área construída.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Locais de Reunião Art. 139 – Sempre
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Edificações Não Residenciais Locais de Reunião

Art. 139 Sempre que nas edificações houver

compartimentos ou locais destinados a expectadores, assistência ou auditório,

cobertos ou descobertos, deverão ser atendidas

as seguintes condições:

I os recintos serão divididos em setores por passagens longitudinais

ou transversais, com largura necessária ao escoamento da lotação do

setor correspondente;

II quando houver necessidade de fechamento das aberturas de

ventilação deverá haver sistema de renovação de ar de acordo com as

Normas Técnicas vigentes;

III ser assegurada a visibilidade dos espectadores, o que deverá ser demonstrado graficamente no projeto.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Locais de Reunião Art. 140 – Nos
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Edificações Não Residenciais Locais de Reunião

Art. 140 Nos locais de reunião onde ocorram

atividades esportivas, além das exigências de instalações sanitárias destinadas ao público,

deverão ser previstas instalações sanitárias

separadas por sexo para atletas conforme a tabela:

ao público, deverão ser previstas instalações sanitárias separadas por sexo para atletas conforme a tabela:

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 141 – Os
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Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 141 Os edifícios-garagem deverão

observar ao disposto no capítulo IV, Título III

desta Lei (Estacionamento, Garagens, Carga e Descarga)

Art. 142 Se o acesso nos edifícios garagem for feito por meio de elevadores ou outros

dispositivos mecânicos, nas faixas de acesso,

entre o alinhamento do logradouro e a entrada

dos elevadores, haverá espaço para

acomodação de veículos, de modo a não

perturbar o trânsito e a circulação de pedestres.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 143 – Os postos
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 143 – Os postos

Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 143 Os postos de serviço deverão prever

instalações de tal natureza que as propriedades

vizinhas ou logradouros públicos não sejam

molestados por ruídos, vapores, jatos e

aspersão de água ou óleo originados dos

serviços de abastecimento, lubrificação ou

lavagem.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 144 – Nos consultórios
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Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 144 Nos consultórios e clínicas

veterinárias, os compartimentos destinados ao

atendimento, exames, tratamento, curativo,

laboratórios, serviços cirúrgicos, necrotérios,

banhos e vestiários deverão ser revestidos de material liso, impermeável e resistente a

frequentes lavagens e as aberturas para o

exterior ser providas de telas.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 145 – Os cinemas
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 145 – Os cinemas

Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 145 Os cinemas e lanchonetes ao ar livre

deverão satisfazer às seguintes disposições:

acesso e faixas de circulação de veículos, espaços de

estacionamento e rampas, obedecerão às disposições relativas às garagens;

II as instalações sanitárias, separadas por sexo e distintas para público e empregado, manterão uma proporção de 1 vaso, 1 lavatório e 1 mictório para cada 50 vagas destinadas aos veículos;

I

III instalações destinadas à projeção de cinema conforme normas deste código.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 146 – As edificações
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 146 – As edificações

Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 146 As edificações e instalações das

indústrias extrativas deverão se implantar em

terreno de uso exclusivo com afastamento

mínimo de:

I 4,00m entre sí, ou de qualquer outra edificação e ainda das divisas do imóvel;

II 5,00m do alinhamento dos logradouros.

Art. 147 Nas pedreiras, argileiras, barreiras,

saibreiras e olarias a frente da lavra não poderá

situar-se a menos de 200m das divisas do imóvel.

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CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 148 – Nas olarias
CÓDIGO DE OBRAS Normas Específicas Edificações Não Residenciais – Uso Especial Art. 148 – Nas olarias

Edificações Não Residenciais Uso Especial

Art. 148 Nas olarias os fornos de cozimento

deverão ficar afastados no mínimo 30m das edificações e instalações e 15m dos

logradouros.

Art. 149 Para edificações e instalações de

características excepcionais tais como terminais

de transportes, entrepostos, cemitérios, o Poder

Executivo poderá nomear comissão especial

para fixar padrões adequados de segurança,

higiene, salubridade e conforto.

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Uso Misto
Uso Misto

Art. 150 As atividades para comércio, serviço e

indústria poderão localizar-se em qualquer andar de uma mesma edificação, exceto quando:

I produzirem ruídos, vibrações, fumaça, poeira ou odor acima dos

limites admissíveis pela Lei Municipal de Proteção, Controle e

Conservação do Meio Ambiente;

II utilizarem força motriz não superior a 0,5HP para cada 10,00m 2 de área dos compartimentos de permanência prolongada.

Art. 151 O uso residencial instalado junto a

outra atividade, deverá ter acesso independente

e direto para o logradouro, com largura mínima de 1,20m.

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NOTA
NOTA

Os artigos mencionados e descritos nesta

apresentação foram extraídos de uma versão

antiga da Lei que estabelece o Código de Obras

do Município de Uberlândia.

A ordem e numeração apresentadas podem ser diferentes daquelas presentes na versão

posterior à consultada.

FIM
FIM