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S ONAE C OM D IVULGA RESULTADOS DO P RIMEIRO T RIMESTRE DE 2003 (

SONAECOM DIVULGA RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2003 (NÃO AUDITADOS).

(Tradução de versão original em Inglês)

Todas as contas apresentadas estão de acordo com as normas internacionais de contabilidade (International Accounting Standards IAS). 1

Porto, Portugal, 29 Abril 2003

Melhoria Progressiva em Rentabilidade e em Free Cash Flow.

Indicadores Consolidados (k€)

4T02

FY2002

1T03

1T02

Variação 1T03 / 1T02

Volume de Negócios Consolidado EBITDA Margem % Resultados Líquidos após minoritários

199.874

788.946

195.567

182.518

7%

16.233

71.546

29.741

12.475

138%

8%

9%

15%

7%

122%

(16.232)

(65.105)

(6.757)

(15.963)

58%

Endividamento Líquido

377.330

377.330

380.132

541.712

-30%

CAPEX

29.095

126.876

22.050

34.553

-36%

FCF

23.240

(54.939)

(4.237)

(42.829)

90%

Principais Indicadores de Actividade

Total Clientes (milhões)

2,5

2,5

2,6

2,4

9%

Tráfego total (mil milhões de minutos)

1,3

5,1

1,2

1,3

-6%

No primeiro trimestre de 2003, a SonaeCom registou melhorias significativas na sua rentabilidade e na sua capacidade de libertação de fluxos de caixa (FCF – Free Cash Flow), face ao primeiro trimestre de 2002.

O Volume de Negócios Consolidado aumentou em 7% para 196 milhões de euros.

O EBITDA aumentou 138% para 30 milhões de euros.

Os Resultados Líquidos após minoritários melhoraram 58% para um valor negativo de 7 milhões de euros.

FCF melhorou 90% para 4 milhões de euros negativos.

A Dívida Líquida Consolidada reduziu em 30% para 380 milhões de euros.

“Tendo estabilizado os negócios em 2002, continuamos este ano a aumentar a um ritmo acelerado, a nossa rentabilidade e a capacidade de libertar Free Cash Flow. A Optimus, o nosso principal activo, demonstra um bom desempenho num mercado de 3 operadores móveis já relativamente maduro. Registou uma excelente performance financeira no primeiro trimestre sendo que liberta Free Cash Flow positivo há já 4 trimestres consecutivos. Pela primeira vez atingiu resultados líquidos positivos no primeiro trimestre de 2003.

Conseguir crescer as receitas da SonaeCom em 2003 será um desafio face ao contexto macroeconómico fragilizado e aos entraves regulatórios em muitas áreas do sector das telecomunicações em Portugal. A Anacom tem publicamente efectuado declarações positivas em relação a algumas matérias importantes para o sector. Falta no entanto saber quando e como serão implementadas medidas que concretizem estas intenções.

1 1T03 : Não auditado; 2002 ajustado para IAS: Auditado; 1T02 : Não auditado.

No primeiro trimestre de 2003, a base contabilística do nosso reporte financeiro consolidado passou a ser IAS (normas internacionais de contabilidade). O principal objectivo desta passagem é o de fornecer à comunidade financeira uma base de apresentação reconhecida internacionalmente e de mais fácil interpretação e comparabilidade.

Paulo Azevedo, CEO SonaeCom

ANÁLISE FINANCEIRA CONSOLIDADA DO PRIMEIROTRIMESTRE

No início de 2003, a SonaeCom decidiu adoptar o IAS, antecipando-se à data

estabelecida pela União Europeia para as empresas cotadas (2005). A passagem para IAS constitui uma oportunidade para fornecer à comunidade financeira uma base de apresentação reconhecida internacionalmente e de

2003 mais fácil interpretação e comparabilidade 2 .

Passagem para IAS

De forma a facilitar a compreensão dos principais ajustamentos feitos às contas consolidadas resultantes da passagem para IAS, a SonaeCom apresentou, em 21 de Abril de 2003, os resultados consolidados auditados para 2002 em IAS. De igual modo, foi feita uma audio-conferência com os analistas no dia 22 de Abril. Existe uma apresentação sobre este tema no website institucional da empresa, cujo endereço é http://www.sonae.com.

VOLUME DE

A

SonaeCom registou um aumento de 7% no Volume de Negócios

NEGÓCIOS

consolidado relativamente a idêntico período do ano anterior, tendo atingido

196 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2003, a Optimus contribuiu com 143,5 milhões euros, a Novis com 19,1 milhões de euros, a área de Internet e Media com 22,9 milhões de Euros e a de S&SI (Sonae Software and Systems Integration) com 9,7 milhões de euros.

EBITDA consolidado cresce 138% para 30 milhões de euros

As orientações estratégicas da equipa de Gestão da SonaeCom, direccionadas para um crescimento rentável sustentado por um esforço de contenção de despesas e optimização dos processos operacionais, levaram a uma melhoria substancial do EBITDA. O EBITDA consolidado atingiu 30 milhões de Euros, o que comparado com 12 milhões de euros em igual período do ano anterior, representa um crescimento de 138%. Esta melhoria traduz-se numa margem de EBITDA consolidado de 15%.

O

Resultado Líquido consolidado depois de interesses minoritários registou

Resultado Líquido

consolidado depois

um aumento de 58%, tendo passado de um resultado negativo de 16 milhões

de

euros, no primeiro trimestre de 2002, para 7 milhões de euros negativos no

de minoritários

primeiro trimestre deste ano.

aumenta 58%

 

O

CAPEX consolidado do trimestre foi de 22 milhões de euros, tendo a grande

fatia do investimento sido aplicada na Optimus (cerca de 17 milhões de euros).

A

Novis completou todos os seus investimentos de rede e, de futuro,

investimentos adicionais só serão realizados caso originem geração directa de receita.

O

aumento da rentabilidade e a redução do working capital e do CAPEX foram

os

principais factores que levaram ao aumento do FCF em 90% relativamente

FCF consolidado

ao

período homologo do ano anterior, para um valor negativo de 4 milhões de

cresceu 90%

euros. Esta melhoria teve um efeito mais acentuado na Optimus que regista

há já 4 trimestres consecutivos Free Cash Flow positivo. Nos últimos 12

meses, o FCF acumulado atingiu 37 milhões de Euros. Por outro lado, o Cash Flow negativo registado nas principais empresas operacionais tem vindo a reduzir de forma significativa.

2 A SonaeCom irá manter as contas individuais da empresa e das suas subsidiárias em POC para efeitos fiscais e de regulação.

O efeito acumulado dos ajustamentos às contas consolidadas da SonaeCom

de 2002 3 resultante da passagem para IAS levaram a uma redução (efeito líquido) dos Capitais Próprios em 166 milhões de euros e a um aumento dos Resultados Líquidos em 9,5 milhões de euros. Os ajustamentos mais representativos feitos ao Balanço reflectem a eliminação contra reservas dos Custos de Aquisição de Clientes (SACs) diferidos e dos activos intangíveis (custos capitalizados), bem como a reintegração do Goodwill líquido, no valor de 35 milhões de Euros, no activo. Anteriormente o Goodwill era eliminado contra reservas em sintonia com as políticas do Grupo Sonae SGPS.

Embora a passagem de POC para IAS tenha reduzido os rácios de estrutura de capital da SonaeCom, os rácios que medem a sua capacidade de cumprir as obrigações financeiras tais como Dívida Líquida / EBITDA anualizado e EBITDA / Juros pagos, registaram uma redução de 10,9x para 3,2x e um aumento de 2,7x para 7,5x, respectivamente.

Em 31 de Março de 2003 a Dívida Líquida consolidada era de 380 milhões de euros, menos 30% do que o valor registado no primeiro trimestre de 2002, o que representa um rácio de alavancagem líquida consolidada de 92% (181% no final do primeiro trimestre de 2002). No final de Março de 2003, a SonaeCom individual tinha uma posição de liquidez de 84 milhões de euros.

OPTIMUS

44 mil novos clientes no primeiro trimestre de

2003

A Optimus angariou 44 mil novos clientes no primeiro trimestre deste ano, o

que fez aumentar a sua base de clientes para 2 milhões e 164 mil clientes.

Este factor reflecte um aumento de 193 mil subscritores (10%) em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O Volume de Negócios da empresa aumentou 2% relativamente ao primeiro

trimestre de 2002, e o aumento registado nas receitas de clientes foi de 1% em idêntico período. As receitas de operadores caíram cerca de 8%, o que deriva, em grande parte, da redução gradual, ao longo de 2002, das tarifas das chamadas fixo - móvel 4 , a qual representa uma redução total de 20% se compararmos com o primeiro trimestre de 2002. Esta quebra é ainda explicada pela alteração do mix de tráfego que reflecte um peso inferior do tráfego originado nas redes fixas.

As receitas de dados como percentagem das receitas de serviço continuam a apresentar uma evolução positiva registando um valor de 8,6% neste trimestre (7,4% no primeiro trimestre de 2002). Entretanto, outras fontes de receitas, tais como MMS e serviços de valor acrescentado, têm vindo gradualmente a materializar-se, embora o principal contributo de receitas de dados continue a ser o SMS.

Aumento da margem EBITDA para 22%

FCF positivo durante 4 trimestres consecutivos

Neste trimestre, a Optimus registou um forte progresso em termos de rentabilidade. O EBITDA aumentou 30% em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, alcançando uma margem de 22% do volume de negócios (17% em 2002). Este progresso resulta da optimização dos processos de negócio e das reduções significativas dos custos operacionais. A Optimus registou Resultados Líquidos positivos de 2 milhões de Euros, o que contrasta com os 5 milhões de Euros negativos no mesmo período do ano anterior.

Em consequência da melhoria da rentabilidade operacional, da redução do

3 Ver o comunicado da SonaeCom divulgado em 21 de Abril de 2003 que resume os principais impactos na mudança para IAS nas contas consolidadas de 2002. 4 Em princípios de 2002, o regulador anunciou uma redução progressiva das tarifas máximas que os operadores móveis poderíam praticar para terminar chamadas de 100 segundos originadas nas redes fixas. Foram definidas reduções trimestrais com início a 31 de Março de 2002 e terminando a 31 de Dezembro de 2002. A primeira redução foi de 23,7 cêntimos para 21,7 cêntimos e os restantes foram de 1 cêntimo cada. A tarifa final é de 18,7 cêntimos desde 31 de Dezembro de 2002.

working capital e do CAPEX, a Optimus já regista há 4 trimestres consecutivos FCF positivo. O Cash Flow acumulado nos últimos 12 meses (até final de Março) era de 37 milhões de euros. No primeiro trimestre, a Optimus gerou 4 milhões de euros de Cash Flow, em comparação com 36 milhões de euros negativos no primeiro trimestre do ano anterior.

NOVIS

5% crescimento dos Clientes Activos em pré- selecção. Crescimento de 9% dos Clientes de acesso directos

No primeiro trimestre de 2003, a Novis aumentou a sua base de clientes pré-

seleccionados em 5% face ao final de 2002 sendo que este crescimento foi mais perceptível ao nível dos segmentos estratégicos das PMEs (pequenas e

médias empresas) e de SoHos (profissionais liberais e pequenos escritórios).

A Novis registou ainda um crescimento de 9% no número de acesso directo,

tendo fechado o trimestre com 1,3 milhares.

Os primeiros três meses do ano pautaram-se pelo lançamento de novos tarifários e campanhas para o acesso residencial indirecto. A “Razão” e o “Teledesconto” foram lançados em Fevereiro e Março respectivamente, sendo que o Teledesconto é um tarifário inovador lançado em conjunto com a Sonae Distribuição, que indexa o tarifário da Novis ao da PT, oferecendo um vale de 15% em compras. Ambas as campanhas obtiveram elevados níveis de notoriedade, o que associado à reformulação da oferta de Internet, permitiu uma boa performance em termos de angariação de clientes.

O tráfego total aumentou para 680 milhões de minutos no primeiro trimestre de

2003, dos quais 137 milhões diziam respeito a minutos gerados por clientes de acesso ADSL.

Em Fevereiro, a Novis concluiu a construção da sua infra-estrutura de alta capacidade (backbone) e das suas redes metropolitanas de acesso (MANs). Actualmente, a Novis possui 4,5 mil kms de fibra iluminada instalada no backbone e 381 kms de fibra instalada nas MANs.

O Volume de Negócios da Novis ascendeu a 37 milhões de Euros no primeiro

trimestre de 2003. Este não é directamente comparável com o primeiro trimestre do ano anterior dado que as vendas de equipamentos deixaram de ser realizadas pela Novis para serem realizadas na BizDirect (o portal de comércio electrónico B2B da SonaeCom). Esta alteração passou a ter efeito a partir do primeiro trimestre de 2003. Procurando ajustar o Volume de Negócios do primeiro trimestre de 2002, deduzindo as receitas de vendas de equipamentos para efeitos de comparabilidade, o volume de negócios da

Novis teria crescido 11%.

EBITDA cresceu 69% para (3,5) milhões de Euros

A Novis melhorou significativamente a sua rentabilidade (medida pelo

indicador EBITDA), tendo aumentado 69% face ao primeiro trimestre de 2002 para 3,5 milhões de euros negativos. Registou ainda uma redução do nível de Free Cash Flow negativo de 9 milhões de Euros no primeiro trimestre de 2002

para 5 milhões de Euros negativos no primeiro trimestre de 2003. É de referir em relação à campanha do Teledesconto que os custos de lançamento foram todos reconhecidos no período sendo que as receitas ainda não se encontram reflectidas, o que se explica pelo desfasamento normal entre a angariação de clientes, a sua pré-selecção efectiva e o início de consumo. A boa performance operacional da Novis deve-se ao empenho da equipa de gestão

no sentido de melhorar a eficiência operacional e a rentabilidade da empresa.

A Novis alcançou Resultados Líquidos negativos de 9 milhões de Euros no

primeiro trimestre de 2003, o que representa uma melhoria de 51% face aos prejuízos de 19 milhões de Euros no primeiro trimestre de 2002 5 .

5 A partir do primeiro trimestre de 2003, a Novis aumentou a vida útil de alguns dos seus activos, (principalmente de rede) e como tal os custos de amortização são agora inferiores.

INTERNET E MEDIA

O Clix obteve uma melhoria significativa da sua estrutura de custos no

primeiro trimestre de 2003, tendo reduzido os prejuízos ao nível de EBITDA de

CLIX 1,8 milhões de Euros para 0,3 milhões de Euros negativos e reduzindo o consumo de fundos (FCF) de 2,9 milhões de Euros negativos para 1,5 milhões de Euros negativos. A melhoria contínua de rentabilidade do Clix está fortemente condicionada pela disponibilização de uma oferta grossista ADSL por parte do incumbente em condições mais equitativas. Este tema já foi objecto de fortes críticas por parte dos operadores alternativos e colocado à apreciação do Regulador por diversas vezes.

O Clix mantém a sua liderança no mercado residencial de acesso à Internet

em banda estreita com uma quota de mercado de 26% 6 (dados disponíveis referentes ao final do quarto trimestre de 2002). Os minutos gerados pelo

acesso Clix aumentaram para 474 milhões de minutos no primeiro trimestre de 2003, sendo que destes 87 milhões de minutos dizem respeito a acessos ADSL. A oferta de banda larga do Clix está a evoluir em linha com as expectativas, e no final do primeiro trimestre de 2003, contava com mais de 5

mil clientes activos. Só existirá crescimento acelerado de utilizadores de ADSL

quando a Anacom conseguir regular eficazmente a oferta grossista ADSL da

Portugal Telecom.

Page views

aumentam 16%

PÚBLICO

Volume de Negócios aumenta 82% face ao período homólogo.

Ao nível da actividade do portal, o Clix tornou-se o site oficial do novo concurso de talentos televisivo, “Operação Triunfo”, que estreou no primeiro trimestre. A iniciativa está a ser um sucesso sendo que os “page views” mensais do portal Clix no final do primeiro trimestre tinham crescido 16% para 57 milhões.

Apesar de um contexto de mercado negativo para o sector da publicidade, o Público aumentou, no primeiro trimestre, o seu Volume de Negócios em 82% para 13 milhões de Euros, face ao período homólogo do ano anterior.

No primeiro trimestre de 2003, o Público registou um crescimento da circulação média diária paga para 58 mil exemplares o que compara com 51 mil exemplares no primeiro trimestre do ano anterior. Esta performance foi possível graças ao sucesso dos produtos associados tendo sido lançada mais uma colecção de livros “Mil Folhas” e uma colecção de filmes em DVD “Série Y”.

EBITDA aumenta 642 mil euros no primeiro trimestre de 2003 face ao período homólogo.

A rentabilidade – EBITDA - do Público cresceu no primeiro trimestre de 2003

para 193 mil euros o que representa um aumento de 642 mil euros face ao período homólogo de 2002. O Público libertou 596 mil euros em Free Cash Flow, o que compara com um valor negativo no primeiro trimestre de 2002 em

1,4 milhões de euros. Os produtos associados têm um contributo positivo para

o EBITDA do Público, no entanto, tendem a ter uma margem inferior à da venda de jornais.

O aumento de rentabilidade do Público foi possível graças ao empenho da

equipa de gestão na melhoria generalizada dos processos da empresa e na optimização da estrutura de custos. Obtiveram-se ainda poupanças ao nível dos custos de papel e de impressão.

SOFTWARE &

A WeDo e a Enabler conseguiram novos contratos importantes no primeiro

SYSTEMS trimestre de 2003 nos seus respectivos mercados internacionais. A WeDo

INTEGRATION vendeu o seu sistema de facturação ICS à Contax no Brazil (subsidiária da

Telemar) e ganhou um contrato de manutenção do seu sistema de “revenue assurance” (auditoria de receitas) com a Amena de Espanha. A Enabler, por seu turno, foi convidada a participar na implementação a nível mundial do

6 Fonte: Relatório e Contas 2002 da PT

Retek para a Tesco. No primeiro trimestre, a Enabler recebeu a certificação de qualidade ISO 9001:2000.

Durante o primeiro trimestre, a NovisIT assumiu uma nova imagem e marca, tendo passado a designar-se por “Mainroad”. Os primeiros meses de actividade foram dedicados a renegociar os contratos existentes e a melhorar

os sistemas da empresa e estruturas organizativas.

A unidade de S&SI registou um crescimento de 22% no seu volume de

negócios no primeiro trimestre de 2003 (incluindo o impacto de venda de equipamentos previamente realizadas pela Novis). O EBITDA registou uma queda de 24% para 1,9 milhões de euros no primeiro trimestre de 2003.

REGULAÇÃO Continuam a carecer de regulação efectiva algumas matérias essenciais para

a criação de um verdadeiro enquadramento competitivo no mercado das telecomunicações.

Apesar disso, nos últimos meses registaram-se alguns desenvolvimentos

positivos, tais como o esforço para simplificar a liberalização do lacete local e

a redução de 12% nos valores da interligação fixa, determinada em 2003. Um

sinal ainda positivo, é o facto de o Regulador publicamente ter assumido que é uma situação insustentável o incumbente (PT) ser proprietário das duas redes

de acesso local - cobre e cabo – e que tem em desenvolvimento planos para

resolver esta situação.

A intervenção urgente do Regulador no que diz respeito à oferta grossista

ADSL da PT, é crucial para o futuro do negócio de telecomunicações fixa e Internet da SonaeCom. A actual política de preços do incumbente torna impossível aos operadores alternativos fornecer aos seus clientes residenciais uma oferta competitiva, em acesso directo, dentro de condições economicamente viáveis.

O constante abuso da posição de mercado dominante por parte do incumbente, as dificuldades para alterar o enquadramento regulatório e as limitações para monitorizar as práticas anti competitivas, tornam impossível aos operadores alternativos competir em igualdade de circunstâncias.

Contudo, a SonaeCom está confiante que o Regulador e a recém criada Autoridade para a Concorrência, irão intervir activamente e estimular a real concorrência no mercado de telecomunicações dentro de parâmetros economicamente aceitáveis.

OUTROS A Altitude Software foi adquirida por um consórcio de investidores numa operação que envolveu um investimento total de 8,7 milhões de Euros. O investimento incremental da SonaeCom ascendeu a 1 milhão de Euros, o que corresponde a 11,5% da nova estrutura accionista. O consórcio inclui 5 investidores institucionais e um privado – Gastão Taveira – que assume a gestão da companhia (CEO). Gastão Taveira foi anteriormente Director executivo e accionista da Enabler, empresa do universo SonaeCom integradora de sistemas para o sector de retalho.

PERSPECTIVAS

A

equipa de Gestão está agradada com os resultados financeiros alcançados

FUTURAS

neste primeiro trimestre. Continuará a ter como objectivos a melhoria da rentabilidade operacional e do FCF, sem nunca descurar oportunidades futuras de crescimento dos vários negócios, num contexto que se espera de continuadas dificuldades comerciais. Neste sentido, a Gestão estudará novas iniciativas geradores de receitas, que serão implementadas caso sejam economicamente viáveis.

SonaeCom Indicadores Financeiros Consolidados 7

Contas Consolidadas SonaeCom

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço

182.518

201.647

204.907

199.874

788.946

195.567

167.266

186.185

182.230

174.566

710.247

168.321

141.863

159.351

152.051

152.997

606.262

137.869

OPEX Provisões

8.792

7.862

7.213

4.277

28.144

6.324

EBITDA

12.475

18.970

23.868

16.233

71.546

29.741

31.641

31.898

33.054

32.721

129.314

32.936

Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultados líquidos antes de minoritários Resultados líquidos depois de minoritários

(19.165)

(12.928)

(9.186)

(16.488)

(57.768)

(3.195)

(24.389)

(20.931)

(19.491)

(24.199)

(89.010)

(7.692)

(27.104)

(23.879)

(24.647)

(23.574)

(99.204)

(9.209)

(15.963)

(15.348)

(17.562)

(16.232)

(65.105)

(6.757)

CAPEX

34.553

33.034

30.194

29.095

126.876

22.050

FCF

(42.829)

(23.433)

(11.917)

23.240

(54.939)

(4.237)

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida

583.279

598.508

597.300

509.008

509.008

473.608

41.567

35.728

133.836

131.678

131.678

93.476

541.712

562.780

463.464

377.330

377.330

380.132

Capital Próprio + Interesses Minoritários

299.010

276.320

364.858

417.244

417.244

411.281

Capital Social

181.000

181.000

226.250

226.250

226.250

226.250

Activo Líquido

1.224.594

1.199.461

1.341.383

1.222.563

1.222.563

1.196.042

Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários Dívida Líquida / (anualizada) EBITDA EBITDA / Juros suportados

181%

204%

127%

90%

90%

92%

10,9x

7,4x

4,9x

5,8x

5,2x

3,2x

2,7x

3,9x

5,0x

3,9x

3,9x

7,5x

Março 2003

Dívida

Emprést.

Cash

Dívida Líquida

 

Dívida Individual

Bancária

Accionistas

Individual

 

Optimus

415,9

0,0

1,0

414,9

Novis

50,2

6,5

22,7

34,0

Clix

0,0

0,0

0,1

(0,0)

 

Público

2,7

12,7

0,6

14,8

Software e Sistemas Integração SonaeCom SGPS Holding*

0,3

3,9

2,6

1,6

0,0

0,0

61,4

(61,4)

Dívida Consolidada

Dívida Bruta

Cash

Dívida Líquida

 

SonaeCom

473,6

93,5

380,1

* A posição de caixa da SonaeCom é diferente da reflectida nas contas individuais uma vez que estas incluem os empréstimos accionistas

 

SonaeCom Indicadores Operacionais

 

Principais Indicadores de Actividade

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Optimus

           

Subscritores (EoP) milhares Subscritores Net additions milhares

1.970

2.000

2.063

2.120

2.120

2.164

55

30

63

57

204

44

%

Clientes pré-pagos (EoP)

81%

81%

82%

82%

82%

82%

Total receitas de serviço

134

148

149

139

570

131

83

83

88

86

340

84

Receitas de serviço de Clientes Receitas de serviço de Operadores ARPU euro MoU (minutos de utilização) Receita por minuto (ARPU/MoU) euro CCPU (Cash Cost / subscritor / mês) euro Dados como % de Receitas de Serviço (AoP) Dados como % de Receitas de Clientes (AoP) Total # SMS

51

65

60

54

230

47

23,4

25,3

24,8

22,8

24,1

20,7

109

110

116

111

113

101

0,21

0,23

0,21

0,20

0,21

0,21

19,4

21,2

19,7

18,0

19,5

16,3

7,4%

7,0%

7,5%

8,7%

7,6%

8,6%

9,0%

9,6%

9,8%

10,8%

9,8%

10,4%

167.412.540

166.271.393

187.650.126

193.096.534

714.430.593

172.385.823

# SMS enviado / mês / subscritor Total # SMS / mês / subscritor

21

20

23

22

21

19

29

28

31

32

30,1

27

Novis

           

Total Clientes Acesso Indirecto (EoP) Clientes com a pré-selecção activada (EoP)

139.365

142.969

127.808

111.855

111855

117.357

114.768

125.646

116.871

106.680

106680

112.381

%

Clientes com pré-selecção activada (EoP)

82%

88%

91%

95%

95%

96%

Total Clientes Acesso Directo (EoP) Acesso Total Directo Instalado (EoP) Fibre Backbone kms (EoP) Pares de fibra iluminada (Km) Pares de Fibra instalados MAN kms (Lisboa + Porto) (EoP)

743

916

1.081

1.187

1187

1.298

1.268

1.627

1.866

2.054

2054

2.231

722

899

1.525

1.642

1642

2.628

1.260

4.033

4.043

4.056

4056

4.565

Cabos de Fibra instalados (route kms)

157

212

253

281

281

381

Pares de Fibra instalados Tráfego (milhões de minutos)

4.927

8.180

8.623

10.020

10.020

13.338

631

685

592

583

2.491

680

o.

w. ADSL

50

50

137

%

Tráfego Voz

18%

19%

22%

22%

20%

23%

%

Tráfego dados e internet

82%

81%

78%

78%

80%

77%

Clix

           

Utilizadores activos (EoP) Page-views / mês (EoP) milhões Total minutos tempo conexão (quarter)

244.330

232.558

235.997

225.560

225.560

251.366

60

50

46

49

49

57

463.018

472.631

425.140

452.437

1.814.176

473.894

o.

w. ADSL

0,950

37.865

38.815

86.832

Receitas de publicidade líquidas (k euros) (1)

197

311

234

223

965

202

Público

           

Circulação média paga

51.412

55.542

60.183

58.140

56.319

58.053

Quota de mercado de circulação paga

15,0%

15,7%

16,3%

15,9%

15,7%

n.a.

Quota de mercado de publicidade Receitas de publicidade brutas (contas indiv.) Receitas de publicidade líquidas (contas indiv.)

18%

18%

16%

19%

18%

15%

4.939

6.146

4.373

5.751

21.209

4.136

3.839

4.858

3.423

4.437

16.557

3.200

SSI agregado KPIs (Enabler, WeDo, Bizdirect) Margem bruta agregada nº médio agregado de colaboradores Receitas por colaborador (Enabler agregado + WeDo Consulting)

36%

47%

40%

14%

34%

28%

481

499

506

518

501

519

25

25

23

23

96

23

7 Notas às tabelas financeiras:

As contas de 2002 ajustadas para IAS são auditadas. As contas trimestrais não são auditadas. Investimento Directo foi incluida no perímetro de consolidação em consequência da passagem para IAS.

Stand-alone Financial Highlights

Contas Individuais Optimus

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço OPEX Provisões EBITDA Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultado Líquido

143.427

154.288

160.216

149.659

607.590

145.716

134.061

146.931

147.359

137.184

565.535

130.855

95.306

111.495

104.018

100.625

411.444

90.309

7.795

4.515

5.935

1.617

19.862

5.828

24.457

26.208

31.577

25.006

107.248

31.878

21.994

22.789

23.587

23.940

92.310

24.477

2.463

3.419

7.990

1.066

14.938

7.401

(2.228)

(1.076)

3.447

(3.395)

(3.252)

3.248

(5.041)

(4.269)

(1.237)

(5.822)

(16.369)

2.176

CAPEX

25.196

20.101

22.922

24.075

92.294

17.577

FCF

(35.800)

4.590

3.327

25.187

(2.696)

4.211

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida Capital Próprio + Interesses Minoritários Capital Social Activo Líquido Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários

525.677

518.635

515.919

452.869

452.869

415.874

2.160

940

1.551

33.819

33.819

979

523.517

517.695

514.368

419.050

419.050

414.895

161.236

156.966

155.728

247.420

247.420

249.596

325.000

325.000

325.000

425.000

425.000

425.000

945.333

933.285

973.860

911.239

911.239

868.796

325%

330%

330%

169%

169%

166%

Contas Individuais Novis

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço OPEX Provisões EBITDA Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultado Líquido

36.552

39.564

39.287

41.193

156.596

37.043

33.188

35.798

35.600

35.318

139.904

36.817

42.430

41.618

40.380

37.605

162.033

39.483

2.480

1.514

2.213

1.635

7.842

1.143

(11.141)

(6.962)

(6.346)

(3.303)

(27.752)

(3.449)

7.196

6.753

7.048

6.667

27.664

5.563

(18.337)

(13.715)

(13.394)

(9.970)

(55.416)

(9.012)

(19.282)

(14.597)

(14.686)

(11.206)

(59.771)

(9.469)

(19.309)

(14.622)

(14.712)

(11.228)

(59.871)

(9.492)

CAPEX

8.076

9.822

5.556

3.948

27.402

3.221

FCF

(9.031)

(24.653)

(13.506)

257

(46.933)

(4.783)

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida Capital Próprio + Interesses Minoritários Capital Social Activo Líquido Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários

77.731

112.627

113.481

54.742

54.742

56.664

3.013

13.255

25.003

25.522

25.522

22.661

74.718

99.372

88.478

29.220

29.220

34.003

3.249

(10.422)

(784)

46.988

46.988

39.535

120.000

120.000

120.000

120.000

120.000

120.000

144.430

158.768

172.703

155.813

155.813

153.709

2300%

-953%

-11285%

62%

62%

86%

Contas Individuais Clix

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço OPEX Provisões EBITDA Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultado Líquido

8.400

8.939

8.972

9.387

35.698

9.554

8.400

8.939

8.825

9.113

35.277

9.412

10.099

10.131

10.821

9.645

40.696

9.554

123

(38)

81

459

625

118

(1.821)

(1.154)

(2.052)

(1.098)

(6.125)

(327)

190

299

321

108

918

274

(2.011)

(1.453)

(2.373)

(1.206)

(7.043)

(601)

(1.970)

(1.423)

(2.352)

(1.202)

(6.947)

(597)

(1.320)

(959)

(1.576)

(640)

(4.495)

(498)

CAPEX

299

299

396

105

1.099

159

FCF

(2.868)

237

(1.401)

(821)

(4.853)

(1.500)

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida Capital Próprio + Interesses Minoritários Capital Social Activo Líquido Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários

55

32

55

0

0

33

3.560

3.775

2.397

1.520

1.520

53

(3.505)

(3.743)

(2.342)

(1.520)

(1.520)

(20)

14.890

13.931

12.353

11.714

11.714

11.216

15.500

15.500

15.500

15.500

15.500

15.500

23.727

22.615

22.159

21.804

21.804

19.884

-24%

-27%

-19%

-13%

-13%

0%

Contas Individuais Público

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço OPEX Provisões EBITDA Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultado Líquido

7.257

9.923

10.803

13.088

41.071

13.203

4.175

5.280

3.708

5.005

18.168

3.471

6.717

8.330

8.700

11.358

35.105

11.963

0

585

0

919

1.504

76

(449)

(521)

907

(421)

(484)

193

281

337

251

322

1.191

281

(730)

(858)

656

(743)

(1.675)

(88)

(767)

(1.002)

573

(841)

(2.037)

(160)

(545)

(640)

384

(374)

(1.175)

(107)

CAPEX

423

2.721

303

3.813

7.260

108

FCF

(1.363)

(4.854)

944

(2.446)

(7.719)

596

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida Capital Próprio + Interesses Minoritários Capital Social Activo Líquido Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários

12.864

16.176

15.604

14.975

14.975

15.422

55

45

32

308

308

575

12.809

16.131

15.572

14.667

14.667

14.847

927

692

1.076

432

432

506

18.321

18.321

3.664

3.664

3.664

3.664

27.955

28.975

28.208

29.632

29.632

31.531

1382%

2331%

1447%

3395%

3395%

2934%

Contas Individuais SSI (consolidado)

1T02

2T02

3T02

4T02

FY 2002

1T03

Demonstração de Resultados Volume de Negócios Receitas de Serviço OPEX Provisões EBITDA Depreciações e Amortizações EBIT EBT Resultado Líquido

12.216

12.811

9.768

11.438

46.233

14.958

12.216

12.811

9.768

11.438

46.233

11.919

9.796

11.652

8.692

11.593

41.733

10.270

(6)

100

0

1

95

8

2.580

1.416

1.541

548

6.085

1.966

368

430

408

454

1.660

413

2.212

986

1.133

94

4.425

1.553

2.204

982

1.060

17

4.263

1.449

1.635

667

433

1.472

4.207

889

CAPEX

99

277

324

426

1.126

217

FCF

(1.039)

988

1.529

1.934

3.412

(4.499)

Indicadores Balanço Dívida Bruta Liquidez Dívida Líquida Capital Próprio + Interesses Minoritários Capital Social Activo Líquido Dívida Líquida / Capital Próprio + Interesses Minoritários

3.908

2.910

2.932

3.694

3.694

3.958

1.704

3.670

5.340

7.187

7.187

2.592

2.204

(760)

(2.408)

(3.493)

(3.493)

1.366

755

1.499

1.914

3.360

3.360

4.130

7.801

7.801

7.801

7.801

7.801

7.801

23.395

23.980

26.451

22.565

22.565

24.495

292%

-51%

-126%

-104%

-104%

33%

SSI inclui Enabler, We Do, Bizdirect, Enabler Brasil, Enabler UK e We Do Brasil O Público não inclui a Xis e o Público.pt

SONAE.COM, S.G.P.S., S.A. E SUBSIDIÁRIAS

BALANÇOS CONSOLIDADOS EM 31 DE MARÇO DE 2003 e "PRÓ-FORMA" em 31 DE MARÇO E 31 DE DEZEMBRO DE 2002

(Montantes expressos em Euros)

ACTIVO

Março de 2003

Março de 2002

Dezembro de 2002

ACTIVOS NÃO CORRENTES:

Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Investimentos em empresas associadas Investimentos disponíveis para venda Impostos diferidos activos Outros activos não correntes Total de activos não correntes

520.140.849

529.842.384

527.450.454

205.674.327

214.423.133

207.320.293

844.960

1.206.843

795.862

2.083.181

13.717.302

2.644.032

93.676.173

100.316.098

94.549.225

8.420.458

6.677.446

8.235.048

830.839.947

866.183.206

840.994.914

ACTIVOS CORRENTES:

Existências Clientes Outras dívidas de terceiros Outros activos correntes Caixa e equivalentes de caixa Total de activos correntes

12.262.124

29.028.140

16.365.292

181.582.768

148.432.997

173.096.921

9.257.308

13.726.892

7.921.700

68.623.036

125.662.511

52.506.234

93.476.117

41.559.376

131.678.010

365.201.353

358.409.916

381.568.157

Total do activo

1.196.041.301

1.224.593.122

1.222.563.071

CAPITAL PRÓPRIO, INTERESSES MINORITÁRIOS E PASSIVO

CAPITAL PRÓPRIO:

Capital social Reservas Resultado líquido consolidado do exercício Total do capital próprio

226.250.000

181.000.000

226.250.000

32.511.682

39.025.072

95.903.794

(6.757.445)

(15.962.687)

(65.104.595)

252.004.237

204.062.385

257.049.199

INTERESSES MINORITÁRIOS

159.277.022

94.947.428

160.195.053

PASSIVO:

PASSIVO NÃO CORRENTE:

Empréstimos de longo prazo - líquidos da parcela de curto prazo Outros credores não correntes Total de passivos não correntes

308.630.851

355.393.100

308.630.851

4.266.605

4.439.962

312.897.456

355.393.100

313.070.813

PASSIVO CORRENTE:

Parcela de curto prazo dos empréstimos de longo prazo Empréstimos de curto prazo e outros empréstimos Fornecedores Outras dívidas a terceiros Outros passivos correntes Provisões para riscos e encargos Total de passivos correntes

46.762.250

44.606.900

56.762.250

113.948.527

183.279.469

143.614.676

142.938.857

124.114.817

158.431.879

55.474.027

74.541.033

19.702.726

104.532.968

138.188.174

104.717.259

8.205.957

5.459.816

9.019.216

471.862.586

570.190.209

492.248.006

Total do passivo, capital próprio e interesses minoritários

1.196.041.301

1.224.593.122

1.222.563.071

O anexo faz parte integrante destas demonstrações financeiras.

O Técnico Oficial de Contas

O Conselho de Administração

SONAE.COM, S.G.P.S., S.A. E SUBSIDIÁRIAS

DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DE RESULTADOS POR NATUREZAS

PARA OS PERÍODOS FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2003 E "PRÓ-FORMA" EM 31 DE MARÇO E 31 DE DEZEMBRO DE 2002

(Montantes expressos em Euros)

 

Março de 2003

Março de 2002

Dezembro de 2002

Proveitos operacionais:

Vendas Prestações de serviços Outros proveitos operacionais Total de proveitos operacionais

27.245.504

15.252.504

78.698.737

168.321.498

167.265.694

710.247.658

2.303.491

1.945.149

12.425.118

197.870.493

184.463.347

801.371.514

Custos operacionais:

Custo das vendas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações e depreciações Provisões e perdas de imparidade Outros custos operacionais Total de custos operacionais Resultados operacionais

(23.935.302)

(21.331.495)

(95.420.241)

(110.807.088)

(113.103.186)

(482.827.625)

(22.438.984)

(24.772.006)

(101.967.049)

(32.936.078)

(31.641.491)

(129.313.578)

(6.324.406)

(8.792.192)

(28.143.380)

(4.623.210)

(3.987.863)

(21.467.783)

(201.065.068)

(203.628.233)

(859.139.656)

(3.194.574)

(19.164.886)

(57.768.142)

Resultados financeiros

(4.497.308)

(5.223.622)

(31.242.211)

Resultados correntes

(7.691.882)

(24.388.508)

(89.010.353)

Resultados extraordinários Resultado antes de impostos

-

-

-

(7.691.882)

(24.388.508)

(89.010.353)

Imposto sobre o rendimento Resultado depois de impostos

(1.517.258)

(2.714.681)

(10.193.662)

(9.209.141)

(27.103.189)

(99.204.015)

Interesses minoritários

2.451.695

11.140.502

34.099.420

Resultado consolidado do exercício

(6.757.445)

(15.962.687)

(65.104.595)

O anexo faz parte integrante destas demonstrações financeiras.

O Técnico Oficial de Contas

O Conselho de Administração