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PROBLEMA PROPOSTO POR UM ALUNO [ITA] DO ANGLO ITU – 3 ANO B 12x 6
PROBLEMA PROPOSTO POR UM ALUNO [ITA] DO ANGLO ITU – 3 ANO B
12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2  40x 12  0
Resolva em C:
RESOLUÇÃO [PRIMEIRO MODO] RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES RECIPROCAS DE 1 a ESPECIE E GRAU PAR [CLÁSSICO]
Facilmente verifica-se que O não é solução. Deste modo , dividindo ambos os membros da equação dada por x 2 , obtém-se a equação
equivalente:
12
40
x
5
39
x
4
170 x
3
39
x
2
40
x
12
 0
x
x 3 6
x
3
x
3
x
3
x
3
x
3
x
3
Simplificando e agrupando os termos de mesmo coeficiente, obtemos a equação equivalente:
12 
1
x 
x
x 2
Note que fazendo
= t,
obtém-se facilmente :
 
. .
Em consequência, a equação dada na incógnita x,
1
3 
t
3  3
t
  x
x 3
pode ser transformada , equivalentemente, na equação abaixo , na incógnita t:
  
0
,
ou seja,,
Por outro lado,
3
2
12. t
40.t
 75.
t
250
0


2
2
25t 100t
30t
10t
2
  12. t
3  30t
10t
   
2  25t

100
t 
250
0
2
6t
 
2.
t
5
5
t
2t
5t
50 2
t
5
0
2
2. t
5
.
6t
5
t
50
 
0
10
3
.
10
2 2
3
5
1 5
1
para
t
1
2
x
2 2
x
5
1
5
1
Como
x
= t, tem-se
para
t 
,
2
x
2 2
5
1 10
1
para
t
,
2
x
3 3
Consequentemente, da equivalência da equação dada na incógnita x com a equação
[ * ], resulta que:
.
Portanto, o conjunto solução da equação pedida é
2 3
2
AUTOR: LUIZ ANTONIO PONCE ALONSO [12-11-2016]

 

3

x

  

1

x

3

   3 x     1  x  3  40

40

 

x

2

  

1

x

2

   x 2     1  x  2  39
   x 2     1  x  2  39

39

x

1 x    170

0

[ * ]

x 2

1

t

2 2

12. t

 

3

3

t

 

  

40.

t

2 2

39.

t

170

12.t 3 40.t2 75.t 2500

onde

x

1

x

= t

Dai,

2.t

5 0 ou 6t2

Nestas condições,

12.t

 5  0 ou 6t2  Nestas condições, 12. t 5 t  3 
 5  0 ou 6t2  Nestas condições, 12. t 5 t  3 

5t

3

5 5 50  0 , o que implica 40.t 2  75. t 
5 5
50  0 , o que implica
40.t
2
75.
t 
250
t  ou
  t 
t 
2
2
5
5
0
ou
t 
40.t 2  75. t  250 t  ou   t  t 
40.t 2  75. t  250 t  ou   t  t 
40.t 2  75. t  250 t  ou   t  t 

ou t ou

t

, x

 

x

2

ou

x

x



 

x

2

ou

x



.

x

 

x

3

ou

x

12x

6

5

40 x

4

39 x

3

170 x

2

39 x

40 x

{

12

2;

  x

;

0

1

2

2;

2

{ 12 2;   x  ; 0 1 2  2; 2  1

1

2

3;

ou x

;

ou

1

3

x 

1 2 }.

3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x
3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x
3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x

2

ou x



1

2 3

1 3

ou

x

ou x

3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x
3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x
3; ou x  ; ou 1 3 x  1 2 }. 2 ou x

RESPOSTA: {

2;

1 2;

;

RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }
RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }

1

;

3;

1

}

12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2 Resolva em C: RESOLUÇÃO
12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2
Resolva em C:
RESOLUÇÃO
[SEGUNDO MODO] FATORAND0
 40x 12  0
12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2  40x 12  0
Resolva em C:
Reescrevendo os coeficientes dos monômios de grau 4,3 e 2
por 48 – 9; 160 + 10
e 36+3 respectivamente, obtém-se
12 x
6
40 x
5
39
4
3
2
 x
  170 x
  39 x
40 x
12
0
48
9 x
4
160
10 x
3
36
3 x
2
Agora, agrupando convenientemente os termos desta equação e, em seguida, colocando em evidencia o fator comum, encontra-se:
6
4
3
2
3
2
12
x
 48
x
   
4 0
x
5
160x
  x
9
4
 36x
 1 0
 3 x
x
 4 0
x
 
12
 0
4
2
2
2
2
2
2
12 x
x
4
 3
4 0
x
x
 4
9
x
x
4
1 0
x
x
4
3
x
4
0
Nestas
condições,
2
x
 
4
0
x 
2 ou x

2
2
x
4
3
 4
12
x
4 0
x
9 x
2
1 0
x
3
0
ou
o u
[* ]
4
12 x
3
2
4
 4 0
x
9
x
10
x
 
3
0
12 x
 4 0
x
3
9 x
2
10
x
 
3
0
Por outro lado,
substituindo o coeficiente 9, do monômio de grau 2 , da equação12x 4  40x 3  9 x 2 10x 3 =0, por 12 – 3 , tem-se:
12 x
4
40 x
3 
2

9
 10
x
 
3
0
12
x 3 x
2
3 x
2 .   4
x
2
1
10
x
4
x
2
1   
3 
x
2
 4
  
0
   
 
1
1
2
4 x
1
0
x
ou
x

2
2
2
2
   4 x
1
3
x
10 x
3
  
0 
ou
ou
[ ** ],
   .   
2
1
3 x
10 x
3
0
x
o u
x
3
3
Em consequências, de [*] e
[**], resulta :
6
5
3
2
2
2
12 x
40 x
39 x
4 
170 x
39 x
40
x
12
 
0
x
2  4
 .   4
x
1
3
x
10
x
3

0
 
 
1
   .   
x
1
ou

2
ou x

1 3
ou
x
ou x
2
2 3
Portanto, o conjunto solução da equação pedida é
2 3
2
AUTOR: LUIZ ANTONIO PONCE ALONSO [12-11-2016]

RESPOSTA: {

2;

1 2;

;

RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }
RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }

1

;

3;

1

}

 

x

2

ou x

{

2;

1

2 3

1 2;

1 3;

;

2 }.

;

{ 2; 1  2 3 1 2; 1 3; ;  2 }. ;
{ 2; 1  2 3 1 2; 1 3; ;  2 }. ;
{ 2; 1  2 3 1 2; 1 3; ;  2 }. ;
12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2  40x 12 
12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2  40x 12  0
Resolva em C:
RESOLUÇÃO
[TERCEIRO MODO] PESQUISA DE RAIZES INTEIRAS E DEFINIÇÃO DAS EQUAÇÕES RECIPROCAS
Primeiramente, claramente, a equação dada é uma equação reciproca de primeira espécie e grau par.
1
Da definição de equação reciproca, tem-se :
se r é raiz desta equação, então
r
também é raiz.
[ * ]
P x

 12x
6
40 x 
5
39 x 
4
170 x 
3
39 x 
2
40
x
12
Por outro lado , fazendo
, resulta do teorema das raízes racionais que os inteiros:
1,- 1, 2,- 2 , 3, -3 , 4 -4, 6, - 6, 12, -12
são as possíveis raízes inteiras de Px 0.
Verificando, se é ou não raiz de Px 0, cada um destes inteiros, encontramos:
6
5
4
3
2
P

2
 12.2
40.2
39.2
170.2
39.2
40.2
12
0
P
-2
12.
2
6
40.
2
5
39.
2
4 
170.
3
2
2
39.
2
40.
2
12
0


6
5
3
2
P
3
12. 3
40. 3

39. 3

4 
170. 3

39. 3

40.3
12
0
e P( r)  0 , para
r  {1,- 1, -3 , 4 -4, 6, - 6, 12, -12
}.
P x

 12x
6
40 x 
5
39 x 
4
170 x 
3
39 x 
2
40
x 
12
Nestas condições, 2, - 2 e 3 são raízes de
=0 e, portanto, da definição de equações
1
1
1
reciprocas [ * ], conclui-se que
2
,
2
e
3
também são raízes.
Portanto, o conjunto solução de 12x 6  40x 5 39x 4 170x 3 39x 2  40x 12  0 é {
2 3
2
2 3
2
AUTOR: LUIZ ANTONIO PONCE ALONSO [12-11-2016] .

RESPOSTA: {

2;

1 2;

;

RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }
RESPOSTA: { 2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }

1

;

3;

1

}

2;

1 2;

;

2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }.
2; 1 2; ;   1 ; 3; 1 }.

1

;

3;

1

}.