Você está na página 1de 10
República Federativa do Brasil Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior Instituto Nacional da

República Federativa do Brasil

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior Instituto Nacional da Propriedade Industrial

(11)(21) MU 8403147-6 U

(22) Data de Depósito: 20/12/2004 (43) Data de Publicação: 03/10/2006 (RPI 1865)

111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111

(51) lnt. Cl 7 .:

G01G 23/00

(54) Título: DISCO DE ISOLAMENTO DE CÉLULA DE CARGA

(71) Depositante(s): Satec Indústria e Comércio Ltda (BR/RS)

(72) lnventor(es): Valério Jung

(74) Procurador: Marpa Cons. e Asses. Empres. Ltda

(57) Resumo: "DISCO DE ISOLAMENTO DA CÉLULA DE CARGA". Particularmente referindo-se ao dispositivo de náilon instalado na parte inferior e superior das células de carga, tendo por objetivo proteger as células de carga de uma balança contra possíveis descargas elétricas. Em virtude de possuir características isolantes, o disco dificulta a passagem de transientes elétricos pelo corpo da peça que estiver protegendo evitando danos maiores à peça, como, por exemplo, a sua queima.

2

4

pelo corpo da peça que estiver protegendo evitando danos maiores à peça, como, por exemplo, a

~

1 16

.

.

.

.

• •• •

DISCO DE ISOLAMENTO DACELULA DE CARGA

. 1

CAMPO TÉCNICO DO MODELO· ., · ;

.

.

. .

_,.

.

-

_,_

-

•• ~

-

.

---

.

.

'-

l.

.

.

. .

.

.

O seguinte relatório· descritivo para uma aplicação de modelo de

,.':

: ·.J:

util;idade .refer:e~se ao desenvo~vimento-c:le-um disco de isolamento da célula de

j

_'.

~

·;

. '-~ ~--.

5 ,, . fcarga, particularmente referindo-s·e.-ao dispositivo de náilon iristâla'do na parte .·

.; jnfe~ior~es,uperiordas

célulasde.carga,

tendo por-objetivo prófoger:;~fs;celulasde·· ·

.1 ~arga. d,e ~,ílJ~.t:>alança contra p.ossív.eis descargas elétricas. Em virtude de possuir

, ":-: .,,,~''"'::-?~r.~p.~~F:f.~tjc,_~~jsolantes., o. dis_c_o.dificulta;a passagem de transientes· elétricos· pelo··_,"

.

,

. ,

, J!:OJPO .da.peça que estiver protegendo

.e

--·

~

·-·

-

••

'

·-.

;~

'- -

-

evita odo danos maiores:à·peça,<"como-; por

: :exemplo.~.a sua queima

por : :exemplo.~.a sua queima 2. ESTADO DA TÉCNICA ~- . ~- ;,. . . -

2. ESTADO DA TÉCNICA

~-

.

~-

;,.

.

.

- -

- -~.

,.

Sabe-se que uma célula de carga é um tran.sd.ufor de medfçao de força,

sendo aplicada desde balanças comerciais até automação e controle de processos

industriais. Quando é submetida a uma a uma força que provoca uma deformação,

1s

-

9corre

.,

'

uma variação de sua resistência ôhmica,

gerando um sinal elétrico

"'proporcional à força aplicada.

,

\\

'

. ,,

'

·,_

'·'\.

Para evitar que ocorra uma descarga elétrica ou correntes transientes

são cành6çidos elementos de isolamento, conhecidos como discos de isolamento.

\

Oiscos de isolamento não são estranhos ao estado da técnica. Em

20 buscas efetuadas no estado da arte foi possível determinar a existência dos

.seguintes documentos de patente:

PI

9.706.069,

dispositivos elétrico

estático em

um transformador,

abrangendo um núcleo de ferro (1) um enrolamento de tensão inferior (2), um

enrolamento de tensão superior (15), ambos arranjados de forma coaxial sobre o

2/6

.

.

. ••

••

••

.

.

••

.

.

.

.

.

. .

.núcl~g _de f~,r.ro (1 ), as regiões de limite do lado frontal (3)"dos enrolamentos (2:,1S);

.-·

,

-:-_,_

·---~- ,e)'.(i_belJ),.re~Rectivamente

-

. -

.

_

~

.

-

-

-

'

dis~o~

- ~-

.

_,

enrolamentos

três discos ou enrolamentos em disco:::{'8,l3,14)/cpj0s·;:.· ····

em disco (8, 13, 14) exibem respectivamente em direção : ·

,

'"~.jup.ç~_o.,g~J~rr.o

l8,,_uma

largura _de enrolamento (-12),,r:adial, escalonada, meA©r·~="····~,

s qJ.J~·•. a~, larguras

de

enrolamento' -(2, 15)

propriamente

ditas:

,

esta

:medidá

·

·

campos eletrostáticos operacionais,-que·ocórrem; de táHorma'""· · ·-

':·.t}orriog;eA,~i~~:·os

qu_e _seja_ p9s_sível uma redução do raio interno (4) do enrolamento de tensão

~-, ,c)-~~YX!9.f,J?). f>.rJen~aQo em direção ao. núcleo de .ferro

(.1.-)

e. uma. diminuição de

~.,

---

··· ··

~t~-~J.~.JTJ~IJtO de. isolamento (17) entre.o enrolamento de tensão. inferior-(2)~e··o--· · · -· -

:' ""''' ;

.

.

:.J

-

O

,,vr

.

·,,,§D.r;ç:>.l:~r;oe.nto,.;çJeJensão,:superior:{.~'5);;.Como;;cohseqüência destaÁred uÇã6'póàein· 2 ';,' 1 ·'·": ,, .• ~ ,., ~- • ;. ;. ":.:

-

-

,.

.

~

.·-

•.

'•

'

.

.

ser

distinguidas· consideráveis ·diminuições· das· dimensõe·s ·geométricas.· e···

··economias com vistas ·a· todos··os: materiais constrütivos 'útilizádos. 'ànéis ·de

proteção ou anéis de escudo ou inserções de condução, não encontram utilidade

15

para o monitoramento de campo eletrostático.

PI 9.506.383, motor elétrico de fluxo axial com estator aberto, onde o

estator aberto inclui dois suportes de isolamento espaçados com uma fenda que

estende-se a partir da periferia de cada um dos suportes até uma localização

interna dos mesmos, uma pluralidade de pólos com partes de pólo estendendo-se

entre os suportes e presos a estes, sendo as partes de pólo feitas de material

20 magneticamente permeável e arranjadas ao longo de um caminho circular em

torno dos suportes, onde o estator possui tanto espiras distribuídas quanto espiras

de pólo de fase salientes associadas com pelo menos algumas das partes de pólo

com uma abertura entre as partes de pólo adjacentes na região das fendas nos

suportes; um rotor que possui um eixo localizável em e que estende-se através das

·:::

.,

-,,

-

.

3/6

.

.

.

.

••

• •

. . . .

•• •••••• • • •

• • •

.

.

.

.

.

.

·

.

·-.

;:; ?

-

., :

!

'

"··

J

te11gas, e,~st~nd_endo-se a ângulos retos em.relação aos sUportefa;··doi"S âiscôs cié\~,:·~:-~::

_J ",.,. •

~1.

,

,.

-

"

-

,., _,,-- . ;;"·º~o!.;

o eixo, com um respectivo referido disco:lócaiiza'cfr{sôore~': '''~··~--

'l"

. •

2

,

,

.,

.

'

-

,.

-

!

'

-

.

. •.

.,

#

••

.

·.

.o ~i>ço

 

ambos os lados do

estator, sendo cada disco;feito material'·

--

''•

I

·.

·-'

'-.

-

·.• ••.

.,

,., ,

1 ;

••

,

r;n.qgoetJsamente.

permeáveL e possuindo _tanto -uma face· interna de ·material· .-

'

 

"-

 

 

1

 

'

 

-

.

 

·5

.;e_lecwc~u11ente condutor, quanto uma face interna ''cóm ·câminhos cóndufores 1 ,, '. '

,

,'.'

-

-)

,.-

: _p_roy~_nd~~--~~ espiras~do rotor,-sendo o eixo apoiado_::pará:·realizar rofaçãõ~·efo'-o:

,

.

relação ao rotor.

:.

-

~~

,,,

."'"?-

é;l

-1 .,.

_bu.sçé;l_ peJ.ª.,p,ad_roo.i~~ção_de_ peças e compo_neJ'.ltesí de modo-a:que um mesma~·-----:-:

'-"

~

.

,.

.

~~-

·

.,.,,,,·) 9,> ,.,,_di~c9"l;~uoi~~_rsal'!:}cresponsável'"pela --sustentação· solidárla dos ~pólos··de· cdhtã:t8':~''··.;:,,~;"'"·'~'

•'e

··:'

"'

_r.

~

.

_,,

-

.

• • • <.

,

-:

·. elétrico, poderá ser utilizado para variados tipos de produtos; tais ·como· flechas, -

·tomadas de extensão e tomadas de sobrepor. Em se· frafa.ncfo· dos

prod~tos ditos

convencionais,

sabe-se

que

as

flechas

conhecidas

não

apresentam

boa

empunhadura, estética e a possibilidade de ligação do fio-terra. inexistem tomadas

15

específicas para extensão elétrica. a estrutura das flechas as e tomadas, com os

pólos elétricos em contato direto com a carcaça protetora, fabricadas em louça ou

nylon, a qual, respectivamente, se apresenta boa resistência térmica e bom

isolamento elétrico, também apresenta baixa resistência ao choque mecânico, e

se apresenta boa resistência ao choque e bom isolamento elétrico, também

20

apresenta baixa resistência ao calor gerado por um eventual mau contato elétrico,

amolecendo e desmanchando-se literalmente, o que poderá acarretar a ocorrência

de

curto-circuitos

nas

instalações

elétricas

e,

até,

incêndios

de

grandes

proporções. diante disso, os elementos para conexão elétrica, se utilizarão de um

mesmo disco "universal" preferentemente fabricado em material com elevada

4/6

.

• •

. ••

••

••

.

••

. .

.

. .

.

·-

,~;,e:~•·,;:>>~·. : ,.,.p~ITJP.C_hos (2)_,ora os pinos-fêmeas (3), dos contatos elétriêos,.prop·riaménte ditos(' -··- · · -- · -·

. •,

:

.

!

.

',5.-

. çonfigurando elementos específicos para conexão elétrica;;tais cõmo flechas (a),-

" Jornadas de extensão (b), tomadas de

.· --- ;.-1-.,

~_,

.J

!J

t!!·

-,

PI 9.608.129, borne de conexão -para condutores elétricos, o qual

,~,ÇOn-éCtél,-a.um trilno· de contato elecfricamente conautor;sen-do' qúe ÚrTI disco de

-

.

.

.

{.

: t_

:

.

~.

.

~--

~

.

montado girável em uma carcaça pressiona o condutor contra o trilho de

"l'.-•.

''""'

-;;-

ap~r!P

.,.,,; t_>-·~.~9.0n~,~tq,pqr

o,casião de seu movir;nentokde.pivotamento. de~acor.do·com a ·invenção,' '·-· ",.,, ·,' . ~-. ~· '-" r .

º'"

·-· --~-·-···~·:-~--~~-.::.~:~.i~cp_:·~~-~perto apresenta um gume que desencapa o:~isolamento·do condutor

: :o ::;.;:::.~J9,:;~·~:·:i;.;;·ç;om:'.UF;n

'

.

.

.

RUn;l.e :contrário . ·no--trilho·-de· contato· quando'·b''pivôtamerito ,-db.dTsco··dé :~_,·,,-~,, ,,, ··

.

-,. ·:

aperto e, quando do ulteri·or pivotamento do disco de· aperto, pressiona· a parte

désencapada do condutor contra o trilho de contato, com uma regiao de aperto

adjacente ao gume, e esta conexão pode ser separada, quando da necessidade,

com uma ferramenta apropriada, por meio de pressão no ressalto de encaixe.

15

PI 0.105.902, aparelhagem elétrica blindada com um disco de ruptura

protegido contra as agressões atmosféricas, onde a aparelhagem elétrica de

isolamento gasoso compreende pelo menos uma cuba (2, 2a, 2b) que é cheia de

um gás dielétrico e que é munida de um disco de ruptura (1) que se rompe em

caso de sobre pressão do gás dielétrico na cuba para permitir a evacuação do gás

20

para o exterior da cuba. o disco de ruptura é protegido contra as agressões do

meio ambiente externo à cuba, sendo disposto no interior da caixa (3) dividida com

atmosfera, cuja temperatura e higrometria são controladas. essa caixa pode ser a

caixa.

baixa

tensão

e/ou

aparelhagem elétrica.

suporte

de

comando

mecânico

que

equipa essa

516

••

•• • • •

••

• •

.

••

.

• •

••

• •

••••

••••

.

.

3. SUMÁRIO DO MODELO

· , . ·.:: ::~·· , :: ::·::

Obviamente, o disco de isolamento proposto não encohtra:guarida-erri ., · · ·

.r:tenhuma das· aplicações anteriormente descrita e que cobrem o estado··da arte·'·· ·

'

_~---buscad.o

Sendo assim, .o

:.pr:esente

relatório descritivo de 'modelo

de

ütilidade

· ·

-.· "· ·

.

.

5

•: < i

, ,f'

 

.

?Preseí)t_~ uma aplicação para modelo de utilidade para disco de isolamento da ·'

-~~lul~:Pe :~~(_g_a, visando. proteger as mencionadas ·células dê c~Úgá de ·Orná ~

 

.

.

         
 

:-.

I

,

.

'

. , l;>alança cont~a descargas elétricas que podem queimar o extensômetro da célula.·····

'

'

•.

.

• •

.

.

,,

.

. • • • . . ,, . • • , ~-   ··-· ~  

, ~-

 

··-· ~

 

construção de um disco:de náilon, dotado das· seguintes características técnicas:~~·:-::-,··;:·.:·.:-~

'

•••

l-

•••

••

,. ••

.,

:--'<:,

,

• •

'·.

• •

;

\

.

.

.10

·.~Peso: aproxima~am_ente 300,g/ ·

- Densidade· do material: 1, 14g/cm 3 ;

- Coeficiente de dilatação linear 11 E-5/ºC;

- Módulo

de elasticidade 35.000 Kg/cm 2 ;

- Rigidez dielétrica: 17kV/mm.

15 4. DESCRIÇÃO DAS FIGURAS

'

-:

·

J~• ,'~::-G,.·~~~'::'

1,~"i;"::,-·

:~.,.

A caracterização do presente documento para patente de modelo de

utilidade ora proposta é feita por meio de desenhos representativos do disco de

.

.

isolamento da célula de carga, de tal modo que o isolador possa ser integralmente

reproduzido

por

técnica

adequada,

20 funcionalidade do objeto pleiteado.

permitindo

plena

caracterização

da

A partir das figuras elaboradas, que expressam a melhor forma ou forma

preferencial de se realizar o produto ora idealizado, se fundamenta a parte

descritiva do relatório, através de uma numeração detalhada e consecutiva, onde

esta esclarece aspectos que possam ficar subentendidos pela representação

616

.

.

.

••

• •

.

.

.

.

.

.

.

. .

••

.

.

.

.

••

.

.

•• ••

. .

·~·

.

adotada, de modo a determinar claramente a proteção ora pretendida.

Estas figuras são meramente ilustrativas, podendo apresentar variações,.

desde que não fujam do inicialmente pleiteado.

Neste caso tem-se que:

s - 8 FIGURA 1

ilustra uma representação em perspectiva do disco proposto, e;

- 8 FIGURA 2- apresenta a

vista -ortogonal superior do disco mostrado em

1

··:

:·.

: ;

.

r;

• '· '"'"; n

-

.

-

"

.• ·'-''-·-·--+··t-i""!"'.

~.:

,

':'~-10 ·

\,,.

l

.

:

-,.·

·-

.:"'

·;

••

.-

juntamente com o corte A-B.

,-;

5

. -

,DESCRICÃO

DETALHADA

DA FORMA<PREFERENCIAUDE'REPRESENTACÀ'O"DO:MODELO

: < ·.;O .'A O disco deH~olamento. proposto

compreende;uma peça-notadam·ente

deH~olamento. proposto compreende;uma peça-notadam·ente ;·.C_ilínc;jri~~.-_1 C()nter)do-,orifícios·

;·.C_ilínc;jri~~.-_1 C()nter)do-,orifícios· parajixad.ores

,,.

.

,

•••.

-

2 ·espaçadBs'êrítre Si em'infür\/al6s°c:Jé'' · ::· '.~.~~-~·t::···.·:·:

120º, contendo rebaixo central 3 circular contendo Órifício 4 alinhado a um dos

orifícios de fixador.

*

* *

REIVINDICAÇÕES:

1 /

1

.

••

••

• •

••

••

••

.

••

.

•••

.

.

•••

••••

• •

••••

• •

1- DISCO DE ISOLAMENTO DA CÉLULA DE CARGA, particularmente referindo-

se ao dispositivo de náilon instalado na parte inferior e superior das células de

, .~

_,

-~-- .

carga, caracterizado pelo fato de proteger as células ·de'·carga de uma balança

s contra possíveis descargas elétricas, dificultando a passagem de transientes

-

elétricos pelo corpo da peça que estiver protegendo.

2-

DISCO

DE

ISOLAMENTO

DA

CÉLULA

DE CARGA,

de

acordo com

a

, :·. ,., . - reivindicaçã,o ~ e caracterizado.pelo fato de compreender uma peça notadamente

.

'.

'

.

cilíndrica ~- .c9ntendo orifícios para fixadores 2 espaçados entre si em intervalos de

~ ~·1.0.

 

.

. 120º, contendo rebaixo central 3 circular contendo orifício 4. alinhà.ê:Jó a um· dos

;

"

-

·+

'

'

1

1

'

,

'

'

orifícios de fixador.

*

* *

·-·

·-· l / l '··. • { J.' : l.:1.   - : . e ·-

l

/

l

'··.

{

J.'

:

l.:1.

 

-

: . e ·- '-'~'>.,

t

FIG.

01

t FIG. 01

2

····

: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~

,~

4

: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~
: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~

,,.--

: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~

'-~-:~:\

~

~

B

: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~

FIG.

O 2

CORTE

A-8

: . e ·- '-'~'>., t FIG. 01 2 ···· ,~ 4 ,,.-- '-~-:~:\ ~ ~

3

RESUMO

1 /

1

•• •• ••

• •• ••

••

.

••

••••• • •

•••

••

• •

••

•••

•••• •

••••

DISCO DE ISOLAMENTO DA CÉLULA DE CARGA, particularmente referindo-se

ao dispositivo de náilon instalado na parte inferior e superior das células de carga,

.tendo por objetivo proteger as'·células de carga de uma balança contra possíveis

s descargas elétricas. Em virtude de possuir características isolantes, o disco

dificulta a passagéni de transientes elétricos- pelo corpo da peça que estiver

protegendo evitando danos maiores à peça, como, por exemplo, a sua queima.

* * *