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Departamento de Engenharia Florestal Laboratório de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas

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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO
ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD
ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO
E IMPLEMENTAÇÃO DE UM
PROJETO DE RAD
Departamento de Engenharia Florestal/DEF Lab. de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas
Departamento de Engenharia Florestal/DEF
Lab. de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas
Prof. Israel Marinho Pereira – imarinhopereira@gmail.com
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS 1º Passo:
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS 1º Passo:
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS 1º Passo: definição da escala : Abrangência do projeto
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS
1º Passo: definição da escala :
Abrangência do projeto (escala pontual, média e ampla)
P
Pequena
ropr e a e
rural
i
d d
L tifú di
a
n o
Microbacia
voçoroca
Município
Quanto maior a abrangência do projeto maiores são as chances de se obter sucesso em
Quanto maior a abrangência do projeto maiores são as
chances de se obter sucesso em termos de RAD.
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS Ex: a recu
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS Ex: a recu
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS
Ex: a recu p era ção de uma vo çoroca é facilitada q do toda
Ex: a recu p era ção de uma vo çoroca é facilitada q do toda
propriedade é envolvida no projeto, definindo as melhores
técnicas de conservação.
Adequação ambiental: Propriedade rural, Microbacia ou Município Visão global
Adequação ambiental: Propriedade rural, Microbacia ou Município Visão global
Diferentes situações de uso irregular do solo e as áreas que necessitam de RAD
Diferentes situações de uso irregular do solo e as áreas que
necessitam de RAD
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS Disp onibilidade de
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS Disp onibilidade de
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS Disp onibilidade de recursos e tem p o
DEFINIÇÃO DA ESCALA E DOS OBJETIVOS
Disp onibilidade de recursos e tem p o
E DOS OBJETIVOS Disp onibilidade de recursos e tem p o Escala Média ou Ampla pontual
Escala Média ou Ampla pontual
Escala Média ou Ampla
pontual
2º passo: Definição dos objetivos: Defini ção dos efeitos que se espera com a sua
2º passo: Definição dos objetivos:
Defini ção dos efeitos que se espera com a sua im p lanta ção
ção dos efeitos que se espera com a sua im p lanta ção Restauração florestal –
Restauração florestal – APP’s e RL Revegetação de taludes Revegetação de voçorocas Redefinição do uso
Restauração florestal – APP’s e RL
Revegetação de taludes
Revegetação de voçorocas
Redefinição do uso da AD
Reequilibrar o ecossistema da maneira mais rápida e fácil
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3 º Passo: Caracterização e mapeamento das áreas
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3 º Passo: Caracterização e mapeamento das áreas
3 º Passo: Caracterização e mapeamento das áreas
3 º Passo: Caracterização e mapeamento das áreas
•Devem ser d e limita d as, qua ntifi ca d as e caracterizadas quanto
•Devem ser d e limita d as, qua ntifi ca d as e
caracterizadas quanto aos tipos de ocupação atual e
às p otencialidades de recu p era ção .
•São identificadas as áreas que não estiverem em
conformidade com a legislação ambiental e
elaboradas p ro p ostas p ara sua ade q ua ção
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Um primeiro passo é conhecer as características do solo,
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Um primeiro passo é conhecer as características do solo,
Um primeiro passo é conhecer as características do solo, a topografia, o clima, a fauna
Um primeiro passo é conhecer as características
do solo, a topografia, o clima, a fauna e a flora do
local , de preferência da microbacia onde estão
localizadas as propriedades.
Essas informações podem ser obtidas em
universidades, ONGs, institutos de pesquisa etc,
situados na região.
Para a elaboração do planejamento das ações de
restauração, os seguintes Levantamentos são
importantes:
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas A – Levantamento da vegetação Devem ser realizados o
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas A – Levantamento da vegetação Devem ser realizados o
A – Levantamento da vegetação
A – Levantamento da vegetação
Devem ser realizados o levantamento florístico e o fisionômico Considerando as diferentes formas de vida
Devem ser realizados o levantamento florístico e o
fisionômico
Considerando as diferentes formas de vida (árvores,
arbustos, herbáceas, epífitas e outras)
vida (árvores, arbustos, herbáceas, epífitas e outras) ‐ Caracterizar o tipo de formação vegetal ‐ Elaborar
‐ Caracterizar o tipo de formação vegetal ‐ Elaborar uma lista de espécies regionais de
‐ Caracterizar o tipo de formação vegetal
‐ Elaborar uma lista de espécies regionais
de cada tipo de vegetação, para serem
usadas na restauração das AD
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas É p reciso caracterizar o estado de conserva ç
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas É p reciso caracterizar o estado de conserva ç

É preciso caracterizar o estado de conservação e a distância dos fragmentos da vegetação local que servirão de fontes de propágulos para a área em processo de restauração.

n ú mero d e est ratos, as características do dossel,

presença de epífitas, presença de lianas em desequilíbrio na borda dos fragmentos presença de gramíneas exóticas, como indicadores da intensidade de degradação dos

f ragmentos

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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas O caso específico do Cerrado Avaliações dessa natureza ,
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas O caso específico do Cerrado Avaliações dessa natureza ,
O caso específico do Cerrado
O caso específico do Cerrado
Avaliações dessa natureza , para sub ‐formações não florestais do Cerrado, não se aplicam a
Avaliações dessa natureza , para sub ‐formações não florestais
do Cerrado, não se aplicam a esses tipos de vegetação.
Por quê?
Por quê?
Por exemplo, a análise de lianas e de e pífitas? ou mesmo a classificação das
Por exemplo, a análise de lianas e de e pífitas?
ou mesmo a classificação das espécies em grupos
sucessionais?
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Qual a solução? Su gere‐se q ue, ao avaliar‐
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Qual a solução? Su gere‐se q ue, ao avaliar‐
Qual a solução?
Qual a solução?
Su gere‐se q ue, ao avaliar‐ se a degradação do Cerrado sensu stricto, sejam considerados:
Su gere‐se q ue, ao avaliar‐ se a degradação do Cerrado sensu
stricto, sejam considerados: ‐ a florística local,
‐ a densidade das espécies mais comuns ,
‐ os impactos de alguma atividade antrópica,
‐ o grau de isolamento,
‐ a invasão por espécies exóticas,
‐ a f req üê nc i a d e incêndios, entre ou t ros
Vale lembrar que outros fatores, além dos de natureza botânica , podem ser utilizados ,
Vale lembrar que outros fatores, além dos de natureza botânica , podem ser utilizados , desde
que a partir de uma análise comparativa com áreas conservadas, como a presença ou a
ausência de alguns elementos da fauna.
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Pode ser realizado
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Pode ser realizado
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
Pode ser realizado simultaneamente ao levantamento florístico Necessário quando o projeto envolve escala média ou
Pode ser realizado simultaneamente ao levantamento
florístico
Necessário quando o projeto envolve escala média ou
ampla
Inicia ‐ se com a elaboração de mapas ou croquis ,
contendo as áreas naturais e agrícolas de cada
propriedade rural
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Importante pois identifica e
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Importante pois identifica e
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
Importante pois identifica e delimita situações ambientais com base em diferentes atributos: ‐ Estado de
Importante pois identifica e delimita situações
ambientais com base em diferentes atributos:
‐ Estado de degradação
‐ Tipos de solo
‐ Topografia
‐ Umidade do solo
‐ Vegetação Remanescente
‐ Tipos de entorno da AD
‐ Matriz vegetacional inserida
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Imagens de satélite e fotog
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas B – ZONEAMENTO AMBIENTAL Imagens de satélite e fotog
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
B – ZONEAMENTO AMBIENTAL
Imagens de satélite e fotog rafias aéreas coloridas recentes com posterior checagem no campo.
Imagens de satélite e fotog rafias aéreas coloridas
recentes com posterior checagem no campo.
aéreas coloridas recentes com posterior checagem no campo. Possível definir diferentes classes de cobertura do solo
Possível definir diferentes classes de cobertura do solo e seus limites (tipo vegetacional, taman h
Possível definir diferentes classes de cobertura
do solo e seus limites (tipo vegetacional,
taman h o, grau d e isolamento, con d ição e
histórico de degradação, etc.)
con d ição e histórico de degradação, etc.) Pode‐ se diagnosticar, mapear e quantificar as áreas
Pode‐ se diagnosticar, mapear e quantificar as áreas legal mente regu lares e as irregu
Pode‐ se diagnosticar, mapear e quantificar as áreas
legal mente regu lares e as irregu lares, id entifican d o ass im
as áreas mais propícias para a recuperação.
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Edição do mapa de adequação ambiental ‐ Nesta etapa
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Edição do mapa de adequação ambiental ‐ Nesta etapa
Edição do mapa de adequação ambiental ‐ Nesta etapa as i nformações e os d
Edição do mapa de adequação ambiental
‐ Nesta etapa as i nformações e os d etalh amentos obtidos pe l a foto‐
interpretação e pela checagem de campo são repassados ao mapa
e pela checagem de campo são repassados ao mapa Na checagem de campo: ‐ identificadas, ‐
e pela checagem de campo são repassados ao mapa Na checagem de campo: ‐ identificadas, ‐
Na checagem de campo: ‐ identificadas, ‐ Detalhá‐ las com mais precisão, ‐ Corrigir eventuais
Na checagem de campo:
identificadas,
‐ Detalhá‐ las com mais precisão,
‐ Corrigir eventuais falhas ocorridas
durante a análise das imagens .
Confirmar
as
situações
‐ São delimitados e avali ados todos
os fragmentos florestais, as APP’s,
das áreas potenciais para Reserva
Le gal, bem como os eventuais
corredores ecológicos
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Avaliar potencial de auto ‐ regeneração: O b servar
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas Avaliar potencial de auto ‐ regeneração: O b servar

Avaliar potencial de autoregeneração:

O bservar capacid a d e d e resil i ência Existência e viabilidade de banco de sementes Existência de Regeneraçã o natura l Capacidade de rebrota de indivíduos remanescentes

O zoneamento facilita a definição das melhores técnicas de RAD para diferentes situações.

Diferentes situações requerem diferentes técnicas de RAD. Numa p asta gem abandonada q ual melhor técnica? Numa área de voçoroca qual a melhor técnica?

Com zoneamento é possível definir áreas para formação de corredores florestais ligando fragmentos isolados

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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a legislação vigente
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
de acordo com a legislação vigente
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a leg islação
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de
acordo com a leg islação vigente
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a legislação vigente
C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de
acordo com a legislação vigente
de Áreas Degradadas C ‐ A delimitação das Áreas de Preservação Permanente de acordo com a
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 4º passo: Definição das áreas prioritárias para a
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 4º passo: Definição das áreas prioritárias para a
4º passo: Definição das áreas prioritárias para a restauração
4º passo: Definição das áreas prioritárias para a restauração
As áreas prioritárias para a restauração são as Áreas de Preservação Permanente Dentro dos ambientes
As áreas prioritárias para a restauração são as Áreas de Preservação Permanente
Dentro dos ambientes ciliares, devem ser priorizadas as nascentes dos cursos
fluviais, visando a manter a quantidade e a qualidade da água na microbacia;
Locais com elevado potencial de erosão
Também é necessário realizar ações de restauração para perfazer o percentual
mínimo necessário para compor a Reserva Legal
formação de corredores ecológicos
formação de corredores
ecológicos
compor a Reserva Legal formação de corredores ecológicos A proteção de remanescentes naturais j á existentes
compor a Reserva Legal formação de corredores ecológicos A proteção de remanescentes naturais j á existentes
compor a Reserva Legal formação de corredores ecológicos A proteção de remanescentes naturais j á existentes
A proteção de remanescentes naturais j á existentes e a restauração de áreas abandonadas, de
A proteção de remanescentes naturais j á
existentes e a restauração de áreas abandonadas,
de baixa aptidão agrícola bem como de trechos
estrei tos l oca li za d os entre APPs que n ã o sej am
interessantes para o plantio
Alargar as APPs para a proteção das zonas ripárias
das microbacias
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propried ad es rurais e d escr ição
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
propried ad es rurais e d escr ição das Ações Necess ár ias para a
Restauração das Áreas Naturais Degradadas
1) Isolamento e retirada dos fatores de degradação
1) Isolamento e retirada dos fatores de degradação
‐ On d e há re b an h os, d eve‐ se retirar o
‐ On d e há re b an h os, d eve‐ se retirar o ga d o d a á rea e iso lá ‐ l a com a const ruçã o
de cercas, evitando ‐ se usar muitos fios de arame farpado, para não isolar a
fauna silvestre.
‐ No caso do fogo deve ‐ se implantar de cinturões de proteção contra incêndios,
‐ Devem também ser eliminados: a descarga de águas da chuva, a passagem de
canais no interior das formações naturais, a retirada de madeira para lenha ou
cerca , a drenagem de áreas alagadas para ocupação agrícola , entre outros
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Degradadas
2) Adequação do local a restaurar (Recuperação do solo)
A recuperação do solo pode envolver ações de natureza física
e/ou química.
Para isso, são necessários estudos quanto:
à declividade,
ao grau de erosão,
suscetibilidade à inundação,
à pedregosidade,
à textura,
à produtividade
à presença de lençol freático subsuperficial,
entre outros aspectos
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propried ad es rurais e d escr ição
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em
propried ad es rurais e d escr ição das Ações Necess ár ias para a
Restauração das Áreas Naturais Degradadas
2) Adequação do local a restaurar (Recuperação do solo)
2) Adequação do local a restaurar (Recuperação do solo)
Nos casos das estradas: reavaliados os traçados, adequando ‐ as a curvas de nível e
Nos casos das estradas: reavaliados os traçados, adequando ‐ as a curvas de
nível e à cota mais próxima ao limite dos divisores de água
Nas áreas com ravina, onde não foi possível a regularização do solo, deverá
ser criada uma faixa de proteção, com o plantio de espécies nativas sobre
terra ços, com larg ura mínima de 30m, a p artir da borda da ravina ( nível
regular do solo no entorno)
Deve‐ se sempre realizar a análise química do solo, de forma que as
d ef iciê ncias nutricionais d e le possam ser corrigid as, por meio d a a d u b ação
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
Exemplo: Gramíneas como as braquiárias ( B. decumbens e B. brizantha ) Um controle inicial
Exemplo: Gramíneas como as braquiárias ( B. decumbens e B. brizantha )
Um controle inicial dessas gramíneas pode ser feito com o uso de
herbicidas de baixa toxicidade, como o glifosato
em APP a aplicação de herbicida e a sulcagem mecanizada, são proibidas na legislação e
em APP a aplicação de herbicida e a sulcagem mecanizada,
são proibidas na legislação e requerem autorizações prévias
do órgão ambiental competente para serem realizadas.
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de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas 3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
Roçadas periódicas, diminuem a possibilidade de incêndio e auxiliam na recuperação desses trechos No caso
Roçadas periódicas, diminuem a possibilidade de incêndio e
auxiliam na recuperação desses trechos
No caso das lianas (cipós): Retirar ou Deixar
trechos No caso das lianas (cipós): Retirar ou Deixar Comprometer a fauna de polinizadores e a
Comprometer a fauna de polinizadores e a própria reprodução do componente arbustivo ‐ arbóreo
Comprometer a
fauna
de
polinizadores e a própria reprodução
do componente arbustivo ‐ arbóreo
Não se pode restringir a visão apenas ao estrato arbustivo ‐ arbóreo; A eliminação das
Não se pode restringir a visão apenas
ao estrato arbustivo ‐ arbóreo;
A eliminação das lianas pode
representar a eliminação de grande
parte da diversidade vegetal
Deve‐ se propor o manejo apenas para essas espécies em desequilíbrio, com a m áx
Deve‐ se propor o manejo apenas para
essas espécies em desequilíbrio, com a
m áx i ma cautel a e em pequena esca l a ,
apenas no trecho onde o desequilíbrio é
mais acentuado
O que fazer?????
O que fazer?????
a m áx i ma cautel a e em pequena esca l a , apenas no
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e descrição das Ações Necessárias para
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e
descrição das Ações Necessárias para a Restauração das Áreas Naturais Degradadas
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
3) Eliminação seletiva ou desbaste de competidores
No caso de espécies exóticas arbóreas: (Exemplo: eucaliptos e os Pinus sp. ) ‐ Recomenda
No caso de espécies exóticas arbóreas: (Exemplo: eucaliptos e os Pinus sp. )
‐ Recomenda ‐ se, nesse caso, a eliminação gradual desses indivíduos e sua
substituição por espécies nativas
indivíduos e sua substituição por espécies nativas Em áreas (APP) ocupadas com eucaliptais, o manejo mais
Em áreas (APP) ocupadas com eucaliptais, o manejo mais adequado, é o anelamento gradual dos
Em áreas (APP) ocupadas com eucaliptais, o manejo mais adequado,
é o anelamento gradual dos eucaliptos presentes na área
O anelamento deverá ser realizado apenas em situações com sub ‐ bosque de espécies nativas
O anelamento deverá ser realizado apenas em
situações com sub ‐ bosque de espécies nativas
bem constituído
com sub ‐ bosque de espécies nativas bem constituído 4) Indução do banco de sementes do

4) Indução do banco de sementes do local (autóctone)

Revolvimento e a exposição à luz da camada superficial do solo (0 – 5 cm)
Revolvimento e a exposição à luz da camada superficial do solo (0 – 5 cm)
Cuidados:
‐ Na existência espécies com p etidoras como as bra q uiárias
‐ Nas áreas de solo mais arenoso ou de declividade mais acentuada
‐ Nas com incerteza da constituição de bancos de sementes
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e descrição das Ações Necessárias para
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e
descrição das Ações Necessárias para a Restauração das Áreas Naturais Degradadas
5) Indução e condução da regeneração natural
5) Indução e condução da regeneração natural
‐ Na prática , conduz ‐ se a regeneração natural por meio do controle periódico
‐ Na prática , conduz ‐ se a regeneração natural por meio do controle periódico
de competidores, como plantas invasoras e/ou trepadeiras, em desequilíbrio
‐ Uma a ção q ue tem melhorado o desenvolvimento da regenera ção natural é a
adubação
6) Adensamento e enriquecimento de espécies
6) Adensamento e enriquecimento de espécies
Adensamento: Introdução, na área de novos indivíduos das espécies já existentes no local e cuja
Adensamento: Introdução, na área de novos indivíduos das espécies já existentes no
local e cuja densidade se encontra abaixo do esperado, em função de poucos
indivíduos remanescentes ou da germinação espacialmente irregular do banco .
Enriquecimento: é usado nas áreas ocupadas com vegetação nativa, mas que
apresentam b a i xa di versid a d e fl or ísti ca em v i r t u d e a d egra d açã o d a vegetaçã o nat ural
pelo extrativismo seletivo, por incêndios, pela presença de gado, e por
reflorestamentos com espécies nativas, mas em que se utilizou uma baixa diversidade
de espécies no plantio, entre outros fatores.
Pode ser feita por meio de mudas ou por semeadura direta
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e descrição das Ações Necessárias para
5º passo: Reconhecimento das situações encontradas em propriedades rurais e
descrição das Ações Necessárias para a Restauração das Áreas Naturais Degradadas
7) Implantação de plantio total em áreas não‐ regeneradas ou sem potencial de regeneração
7) Implantação de plantio total em áreas não‐ regeneradas ou sem potencial de
regeneração
usado nas regiões muito degradadas, com poucos fragmentos naturais remanescentes na paisagem , e nas
usado nas regiões muito degradadas, com poucos fragmentos naturais remanescentes
na paisagem , e nas áreas cujo ecossistema original foi substituído, há muito tempo.
Nessa situação:
Elimina ‐ se o p otencial banco de sementes e/ou de p lântulas de esp écies nativas,
Reduz ‐ se também a possível chegada de propágulos das formações vegetacionais
8) Transferência de serrapilheira e banco de sementes alóctone
8) Transferência de serrapilheira e banco de sementes alóctone
9) Transplante de plântulas e/ou indivíduos jovens alóctones
9) Transplante de plântulas e/ou indivíduos jovens alóctones