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TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCÊNDIO PROFº JOSÉ CARLOS BOCCOLI Av. Sanatório, 280- Cj 5 –

TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCÊNDIO

TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCÊNDIO PROFº JOSÉ CARLOS BOCCOLI Av. Sanatório, 280- Cj 5 – Jd

PROFº JOSÉ CARLOS BOCCOLI

Av. Sanatório, 280- Cj 5 – Jd Modelo – 02238-000 - São Paulo - SP

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INDÍCE INTRODUÇÃO   1 8.1 EXTINTOR DE ÁGUA 4 1. FOGO 1 8.2 EXTINTOR DE

INDÍCE

INTRODUÇÃO

 

1

8.1

EXTINTOR DE ÁGUA

4

1.

FOGO

1

8.2

EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO (PQS)

4

2.

COMBUSTÍVEL

1

8.3

EXTINTOR DE GÁS CARBONICO (c02)

4

2.1

COMBUSTÍVEIS

SÓLIDOS

1

8.4

EXTINTOR DE HALOGENADO (HALON)

4

2.2

COMBUSTÍVEIS

LIQUÍDOS

1

9.

INSPEÇÕES

5

2.3

COMBUSTÍVEIS GASOSOS

1

10.

EQUIPAMENTOS

5

3.

COMBURENTE

2

10.1

MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

5

4.

CALOR

2

10.2

HIDRANTES

5

5.

REAÇÃO EM CADEIA

2

10.3

ESGUICHOS

5

6.

MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

2

11.

MEIOS DE AVISO E ALERTA

6

6.1

RESFRIAMENTO

2

11.1

SINALIZAÇÃO

7

6.2

ABAFAMENTO

2

11.2

SAÍDA DE EMERGÊNCIA

7

6.3

RETIRADA DO MATERIAL

3

11.3

ESCADAS DE SEGURANÇA

8

7.

CLASSIFICAÇÃO DOS

INCÊNDIOS

3

11.4

ACESSOS

8

7.1

INCÊNDIO CLASSE A

3

11.5

SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

8

7.2

INCÊNDIO CLASSE B

3

11.6

ACESSO A VIATURA DO CORPO DE BOMBEIROS9

7.3

INCÊNDIO CLASSE C

3

11.7

RECOMENDAÇÕES GERAIS

9

7.4

INCÊNDIO CLASSE D

3

8.

EXTINTORES

3

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BRIGADA DE INCÊNDIO INTRODUÇÃO

www.cassprevencao.com.br BRIGADA DE INCÊNDIO INTRODUÇÃO uma segunda chance para a vítima de Nem sempre há um

uma

segunda chance para a vítima de

Nem

sempre

um

incêndio.

Quantos

deles

tiraram

a

vida

de

centenas

de

pessoas

e

lesionaram

outras

tantas, irremediavelmente

Ainda

bem,

que

os

incêndios

são

tragédias

que

podem

perfeitamente ser evitadas. Esta apostila estabelecerá condições para formação, treinamento e reciclagem da brigada de incêndio.

1.

FOGO

O fogo é uma reação química das mais elementares, chamada combustão ou queima entre três elementos: combustível, comburente e fonte de calor. Atualmente, foi acrescentado ao triângulo do fogo mais um elemento: A reação em cadeia, formando assim o tetraedro ou quadrado de fogo. Os combustíveis após iniciar a combustão geram mais calor liberando mais gases ou vapores combustíveis, sendo que os átomos livres são os responsáveis pela liberação de toda a energia necessária para a reação em cadeia.

de toda a energia necessária para a reação em cadeia. 2. COMBUSTÍVEL É toda a substância

2.

COMBUSTÍVEL

É toda a substância capaz de queimar-se e alimentar a combustão. É o elemento que serve de campo de propagação ao fogo. Os combustíveis podem ser sólidos, líquidos ou gasosos, e a grande maioria precisa passar pelo estado gasoso para, então, combinar com o oxigênio. A velocidade da queima de um combustível depende de sua capacidade de combinar-se com o oxigênio sob a ação do calor e da sua fragmentação (área de contato com oxigênio).

2.1 COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS

A maioria dos combustíveis sólidos transformam-se em vapores e, então, reagem com o oxigênio. Outros sólidos (ferro, parafina, cobre, bronze) primeiro transformam-se em líquidos, e posteriormente em gases, para então se queimarem. Quanto maior a superfície exposta, mais rápido será o aquecimento do material e, conseqüentemente, o

será o aquecimento do material e, conseqüentemente, o processo de combustão. Exemplos: carvão, madeira, papel,

processo de combustão. Exemplos: carvão, madeira, papel, plástico, matéria orgânica.

2.2 COMBUSTÍVEIS LIQUÍDOS

Os líquidos inflamáveis têm algumas propriedades físicas que dificultam a extinção do calor, aumentando o perigo para os bombeiros. Os líquidos assumem a forma do recipiente que os contem. Se derramados, os líquidos tomam a forma do piso, fluem e se acumulam nas partes mais baixas. Tomando como

base o peso da água, cujo litro pesa 1 quilograma, classificamos os demais líquidos como mais leves ou mais pesados. É importante notar que a maioria dos líquidos inflamáveis são mais leves que água e, portanto, flutuam sobre esta. Outra propriedade a ser considerada é a solubilidade do líquido, ou seja, sua capacidade de misturar-se à água. Os líquidos derivados do petróleo têm pouca solubilidade, ao passo que líquidos como álcool, acetona têm grande solubilidade, isto é, podem ser diluídos até um ponto em que a mistura não seja inflamável. A volatilidade, que é a facilidade com que os líquidos liberam vapores, também é de grande importância, porque quanto mais volátil for o líquido, maior a possibilidade de haver fogo, ou mesmo explosão. Chamamos de voláteis os líquidos que liberam vapores a temperaturas menores que 20º

C.

Exemplos: petróleo, gasolina, álcool, acetona, resinas, azeite.

petróleo, gasolina, álcool, acetona, resinas, azeite. 2.3 COMBUSTÍVEIS GASOSOS Os gases não têm volume

2.3 COMBUSTÍVEIS GASOSOS

Os gases não têm

volume definido, tendendo, rapidamente, a ocupar todo

o recipiente em que estão

contidos. Se o peso do gás

é menor que o do ar, o gás

tende a subir e dissipar-se. Mas, se o peso do gás é maior que o do ar, o gás

permanece próximo ao solo e caminha na direção

do vento, obedecendo aos contornos do terreno. Para o gás queimar, há necessidade de que esteja em uma mistura ideal com o ar atmosférico, e, portanto, se estiver numa concentração fora de determinados limites, não queimará. Cada gás ou vapor tem seus limites próprios. Exemplos: metano, hidrogênio, gás natural, monóxido de

carbono.

Cada gás ou vapor tem seus limites próprios. Exemplos: metano, hidrogênio, gás natural, monóxido de carbono.

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3.

COMBURENTE

É o elemento que possibilita vida às chamas e intensifica

a combustão. O mais comum é que o oxigênio

desempenhe esse papel. A atmosfera é composta por 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases. Em ambientes com a composição normal do ar, a queima desenvolve-se com velocidade e de maneira completa e notam-se chamas. Contudo, a combustão consome o oxigênio do ar num processo contínuo.

4.

CALOR

Calor é a energia térmica em transito entre corpos que estão a temperaturas diferentes. O calor passa de um corpo para o outro até que seja atingido o equilíbrio térmico. Essa transformação pode ocorrer de várias formas de energia como: energia química (a quantidade de calor gerado pelo processo de combustão), energia elétrica (o calor gerado pela passagem de eletricidade através de um condutor, como um fio elétrico ou um aparelho eletrodoméstico), energia mecânica (o calor gerado pelo atrito de dois corpos) ou energia nuclear (o calor gerado pela quebra ou fusão de átomos). O calor pode se propagar por 3 maneiras:

fusão de átomos). O calor pode se propagar por 3 maneiras: ∑ Condução : é o

Condução: é o processo de transmissão

de calor feita de partícula para partícula sem que haja

transporte de matéria de uma região para outra. O processo de transmissão de calor ocorre principalmente nos sólidos e em especial nos metais, pois estes são bons condutores de calor. Em geral, um bom condutor de eletricidade também é um bom condutor de calor. Exemplo: O aquecimento em uma das extremidades de uma barra de ferro conduzirá o calor para outra extremidade.

Convecção: é o processo de transmissão

de calor feita por meio do transporte da matéria de uma

região para outra. A convecção é o processo que só pode ocorrer nos fluidos e gases, pois nos sólidos as partículas não podem ser arrastadas. Exemplo: Em incêndios em edifícios a principal forma de propagação será através dos gases aquecidos que elevam-se por escadas e poços de elevadores.

Irradiação: Consiste na transmissão de

calor por meio de ondas eletromagnéticas. Ocorre tanto

no vácuo quanto em certos meios materiais como, por

exemplo, no ar. Esta é a única forma de transmissão de calor que pode ocorrer no vácuo. Exemplo: Quando através de vácuo ocorre a transmissão de calor de uma fonte para outra de forma horizontal e de acordo com a proximidade .

5. REAÇÃO EM CADEIA

Os combustíveis, após iniciarem a combustão, geram mais calor. Esse calor provoca o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis, desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia, que, em resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação. Para a extinção da cadeia é necessário que: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que, ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável. Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não–inflamável.

mais comburente), formando outra mistura não–inflamável. 6. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO Partindo do princípio de

6. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia, para se extinguir o fogo, basta retirar um desses elementos. Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos de extinção: por resfriamento, por abafamento, por retirada do material.

6.1

RESFRIAMENTO

por abafamento, por retirada do material. 6.1 RESFRIAMENTO Quando se retira o calor é um dos
por abafamento, por retirada do material. 6.1 RESFRIAMENTO Quando se retira o calor é um dos

Quando se retira o calor é um dos métodos mais eficientes de extinção de incêndio, ou seja, quando baixamos a temperatura do combustível até o ponto em que não existam mais condições de desprendimentos de gases ou vapores quentes. A água, largamente usada no combate a incêndios, é um dos mais eficientes agentes resfriantes.

6.2

ABAFAMENTO

o

comburente (oxigênio), abaixando

Quando

se

retira

os

níveis

de

oxigenação

da

combustão.

O

oxigênio

é

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encontrado na atmosfera na proporção de 21%. Quando esta porcentagem é limitada ou reduzida a 8%, o fogo deixa de existir.

6.3 RETIRADA DO MATERIAL

É a forma mais simples de se extinguir um incêndio. Baseia-se na retirada do material combustível, ainda não atingido, da área de propagação do fogo, interrompendo a alimentação da combustão. Exemplos: fechamento de válvula ou interrupção de vazamento de combustível líquido ou gasoso, retirada de materiais combustíveis do ambiente em chamas, realização de aceiro, etc.

do ambiente em chamas, realização de aceiro, etc. 7. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS Os incêndios são

7. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Os incêndios são classificados de acordo com os

materiais neles envolvidos, bem como a situação em que

se

encontram. Essa classificação é feita para determinar

o

agente extintor adequado para o tipo de incêndio

específico. Entendemos como agentes extintores todas

as substâncias capazes de eliminar um ou mais dos elementos essenciais do fogo, cessando a combustão.

7.1 INCÊNDIO CLASSE A

do fogo, cessando a combustão. 7.1 INCÊNDIO CLASSE A Incêndio envolvendo combustíveis sólidos comuns, como

Incêndio envolvendo combustíveis sólidos comuns, como papel, madeira, pano, borracha. É caracterizado pelas cinzas e brasas que deixam como

resíduos e por queimar em razão do seu volume, isto é,

a queima se dá na superfície e em profundidade.

Necessita de resfriamento para a sua extinção, isto é, do uso de água ou soluções que a contenham em grande porcentagem, a fim de reduzir a temperatura do material em combustão, abaixo do seu ponto de ignição. O emprego de pós químicos irá apenas retardar a combustão, não agindo na queima em profundidade.

7.2 INCÊNDIO CLASSE B

agindo na queima em profundidade. 7.2 INCÊNDIO CLASSE B Incêndio envolvendo líquidos inflamáveis, graxas e gases

Incêndio envolvendo líquidos inflamáveis, graxas

e gases combustíveis. É caracterizado por não deixar

resíduos e queimar apenas na superfície exposta e não em profundidade. Necessita para a sua extinção do abafamento ou da interrupção (quebra) da reação em

cadeia. No caso de líquidos muito aquecidos (ponto da ignição), é necessário resfriamento.

7.3 INCÊNDIO CLASSE C

é necessário resfriamento. 7.3 INCÊNDIO CLASSE C Incêndio envolvendo equipamentos energizados. É

Incêndio envolvendo equipamentos energizados. É caracterizado pelo risco de vida que oferece ao bombeiro. Para a sua extinção necessita de agente extintor que não conduza a corrente elétrica e utilize o princípio de abafamento ou da interrupção (quebra) da reação em cadeia. Esta classe de incêndio pode ser mudada para A , se for interrompido o fluxo elétrico. Deve-se ter cuidado com equipamentos (televisores, por exemplo) que acumulam energia elétrica, pois estes continuam energizados mesmo após a interrupção da corrente elétrica.

7.4 INCÊNDIO CLASSE D

interrupção da corrente elétrica. 7.4 INCÊNDIO CLASSE D Incêndio envolvendo metais combustíveis pirofóricos

Incêndio envolvendo metais combustíveis pirofóricos (magnésio, selênio, antimônio, lítio, potássio, alumínio fragmentado, zinco, titânio, sódio, zircônio). É caracterizado pela queima em altas temperaturas e por reagir com agentes extintores comuns (principalmente os que contenham água). Para a sua extinção, necessita de agentes extintores especiais que se fundam em contato com o metal combustível, formando uma espécie de capa que o isola do ar atmosférico, interrompendo a combustão pelo princípio de abafamento. Os pós especiais são compostos dos seguintes materiais:

cloreto de sódio, cloreto de bário, monofosfato de amônia, grafite seco.

8.

EXTINTORES

Extintores de incêndio são aparelhos portáteis ou carregáveis que servem para extinguir princípios de incêndios. De um modo geral os extintores são constituídos por um recipiente de metal contendo um agente extintor. Os extintores são fabricados em vários e diferentes tamanhos e indicados, segundo suas características, para uma ou mais classes de incêndio. Devem ser colocados em locais visíveis e de fácil acesso. O local de cada extintor deve ser bem sinalizado e o extintor deve ser retirado somente em três casos:

para exercício, para manutenção e para uso em incêndio. Todos necessitam de um meio que possibilite a expulsão do agente extintor do seu interior (pressão), de

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maneira a proteger o operador contra os efeitos do incêndio, dando alcance ao jato, poder de penetração, e facilitando a distribuição do agente extintor sobre o fogo. A diferença dos extintores em geral é a sua capacidade. Dependendo do seu tamanho, sua operação requer duas pessoas.

8.1 EXTINTOR DE ÁGUA

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADO

8.1 EXTINTOR DE ÁGUA ∑ EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADO Este é o extintor mais indicado para

Este é o extintor mais indicado para o combate a princípio de incêndio em materiais da classe “A” (sólidos); não deverá ser usado em hipótese alguma em materiais da classe “C” (elétricos energizados), pois a água é excelente condutor de eletricidade, o que acarretará no aumento do fogo; deve-se evitar também seu uso em produtos da classe “D” (materiais pirofóricos), como o magnésio, pó de alumínio e o carbonato de potássio, pois em contato com a água eles reagem de forma violenta, quanto ao seu uso para a Classe “B” poderá ocasionar o transbordamento do líquido inflamável favorecendo assim a propagação do fogo. A água agirá por resfriamento e abafamento. Procedimentos para uso:

- retirar o pino de segurança;

- empunhar a mangueira e o gatilho; e

- apertar o gatilho e dirigir o jato para a base do fogo.

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZÁVEL

(PRESSÃO INJETADA) Seu uso é equivalente ao de água pressurizada, diferindo-se apenas externamente pelo pequeno cilindro contendo gás propelente, cuja válvula deve ser aberta no ato de sua utilização, a fim de pressurizar o ambiente interno do extintor, permitindo o seu funcionamento. O agente propulsor (propulente) é o gás carbônico (CO2). Procedimentos de uso:

- abrir a válvula do cilindro de gás;

- empunhar a mangueira e o gatilho; e

- apertar o gatilho e dirigir o jato para a base do fogo.

8.2

EXTINTOR

DE

QUÍMICO

SECO

(PQS)

É o mais indicado para ação em materiais da classe “B” (líquidos inflamáveis), mas também pode ser usado em materiais classe “A” e em último caso, na classe “C”. Age por abafamento, isolando o oxígênio e

classe “C”. Age por abafamento, isolando o oxígênio e liberando gás carbônico assim que entra em

liberando gás carbônico assim que entra em contato com o fogo. Procedimentos para uso:

- retirar o pino de segurança;

- empunhar a pistola difusora; e

- atacar o fogo acionando o gatilho.

EXTINTOR DE PQS COM PRESSÃO INJETÁVEL As mesmas características do PQS pressurizado, mas mantendo externamente uma ampola de gás para a pressurização no instante do uso. Procedimentos para uso:

- abrir a ampola de gás;

- empunhar a pistola difusora; e

- apertar o gatilho e dirigir a nuvem de pó para a base do fogo.

8.3

EXTINTOR DE GÁS CARBONICO

(C02)

a base do fogo. 8.3 EXTINTOR DE GÁS CARBONICO (C02) É o mais indicado para a

É o mais indicado para a extinção de princípio de incêndio em materiais da classe “C” (elétricos energizados), podendo ser usado também na classe “B” desde que de forma de cobertura (sem pressão direta) evitando assim o transbordamento do líquido inflamável. Procedimentos para uso:

- retirar o pino de segurança;

- empunhar o gatilho e o difusor; e

- apertar o gatilho, dirigindo o difusor por toda a extensão do fogo.

8.4 EXTINTOR DE HALOGENADO

(HALON)

toda a extensão do fogo. 8.4 EXTINTOR DE HALOGENADO (HALON) por elementos halogênios (flúor, cloro, bromo

por

elementos halogênios (flúor, cloro, bromo e iodo). Atua por abafamento, quebrando a reação em cadeia que alimenta o fogo. Ideal para o combate a

princípios de incêndio em materiais da classe “C”.

Composto

Procedimentos para uso:

- retirar o pino de segurança;

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- empunhar o gatilho e o difusor; e

- acionar o gatilho, dirigindo o jato para a base do fogo.

9.

INSPEÇÕES

Semanais: Verificar acesso, visibilidade e sinalização. Mensais: Verificar se o bico ou a mangueira estão obstruídos. Observar a pressão do manômetro (se houver), o lacre e o pino de segurança.

Semestrais: Verificar o peso do extintor de CO2 e do cilindro de gás comprimido, quando houver. Se o peso do extintor estiver abaixo de 90% do especificado, recarregar. Anuais: Verificar se não há dano físico no extintor, avaria

no pino de segurança e no lacre. Recarregar o extintor.

Quinqüenais: Fazer o teste hidrostático, que é a prova a que se submete o extintor a cada 5 anos ou toda vez que

o aparelho sofrer acidentes, tais como: batidas,

exposição a temperaturas altas, ataques químicos ou corrosão. Deve ser efetuado por pessoal habilitado e com equipamentos especializados.

10.

EQUIPAMENTOS

10.1 MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

10. EQUIPAMENTOS 10.1 MANGUEIRAS DE INCÊNDIO Equipamento de combate a incêndio, constituído de um duto

Equipamento de combate a incêndio, constituído de um duto flexível dotado de juntas de união, destinado a conduzir água sob pressão. Seu revestimento interno é um tubo de borracha, e o externo uma capa de lona confeccionada de fibras naturais.

As mangueiras geralmente são acondicionadas

de forma aduchada: consiste em enrolar a mangueira

previamente dobrada contra ela mesma, formando uma espiral a partir da dobra em direção às extremidades.

Recomenda-se esta forma de acondicionamento nas caixas de hidrantes.

A Chave de Mangueira destina-se a complementar o acoplamento e desacoplamento das juntas de união das mangueiras com o esguicho e a válvula de manobra do hidrante. Constitui-se de uma haste metálica, apresentando uma extremidade no ramo curvo com aluado transversal, encimado por um pequeno ressalto retangular.

transversal, encimado por um pequeno ressalto retangular. 10.2 HIDRANTES Os hidrantes são utilizados na luta contra

10.2 HIDRANTES

Os hidrantes são utilizados na luta contra o fogo. São instalados em pontos estratégicos das redes de

distribuição, onde devem ser capazes de fornecer água em quantidade e com pressão satisfatórias. São fabricados o hidrante de coluna e o hidrante de parede.

HIDRANTES DE COLUNA Instalados nos passeios públicos, são dotados de juntas de união para conexão com mangotes, mangueiras ou mangueirotes. Sua abertura é feita através de um registro de gaveta cujo comando é colocado ao lado do hidrante. Possui umaexpedição de100m e duas de 63mm

do hidrante. Possui umaexpedição de100m e duas de 63mm ∑ ∑ HIDRANTES DE PAREDE Tem a

HIDRANTES DE PAREDE

Tem a finalidade de permitir o início do combate a incêndios pelos próprios usuários, antes da chegada dos bombeiros, e ainda facilitar o serviço destes no recalque de água, principalmente em construções elevadas. Os hidrantes industriais podem ser alimentados por caixa d’água elevada ou por sistema subterrâneo; podem ser de coluna ou de parede Os hidrantes de coluna são instalados sobre o piso e os de parede, dentro de abrigos ou projetados para fora da parede. Podem ser simples ou múltiplos, se possuírem uma ou mais expedições.

ou múltiplos, se possuírem uma ou mais expedições. ∑ DISPOSITIVO DE RECALQUE Sistema deve ser dotado

DISPOSITIVO DE RECALQUE

Sistema deve ser dotado de registro de recalque, consistindo em um prolongamento da tubulação, com diâmetro mínimo de 65 mm (nominal) até as entradas principais da edificação, cujos engates devem ser compatíveis com os utilizados pelo Corpo de Bombeiros. Quando o engate estiver no passeio, este deverá ser enterrado, ou seja, em caixa de alvenaria, com tampa.

10.3

ESGUICHOS

O esguicho consiste em peça metálica adaptada na extremidade da mangueira, destinada a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável ou não. Os mais utilizados nos edifícios são o esguicho agulheta, esguicho regulável e o esguicho universal.

ESGUICHO AGULHETA Mais comum, aumenta a velocidade da água porque seu orifício é de diâmetro menor que o da mangueira, permitindo, desta forma,

aumenta a velocidade da água porque seu orifício é de diâmetro menor que o da mangueira,

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o jato compacto (pleno).

ESGUICHO REGULÁVEL

o jato compacto (pleno). ∑ ESGUICHO REGULÁVEL Passa de jato compacto a neblina de alta velocidade

Passa de jato compacto a neblina de alta velocidade pelo simples giro do bocal. Esse esguicho produz jato ou cone de neblina, de ângulo variável de abertura, em razão da existência de um disco no interior do tubo de saída; o ângulo máximo de abertura chega a 180 graus. A água em forma de neblina só é eficiente em incêndios de líquidos inflamáveis.

ESGUICHO UNIVERSAL

Esguicho dotado de válvula destinada a formar jato sólido ou de neblina ou fechamento da água. Permite ainda acoplar um dispositivo para produção de neblina de baixa velocidade.

11. MEIOS DE AVISO E ALERTA

SISTEMA DE ALARME MANUAL CONTRA

INCÊNDIO E DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FOGO E FUMAÇA Quanto mais rapidamente o fogo for descoberto, correspondendo a um estágio mais incipiente do incêndio, tanto mais fácil será controlá-lo; além disso, tanto maiores serão as chances dos ocupantes do edifício escaparem sem sofrer qualquer injúria. Uma vez que o fogo foi descoberto, a seqüência de ações normalmente adotada é a seguinte: alertar o controle central do edifício; fazer a primeira tentativa de extinção do fogo, alertar os ocupantes do edifício para iniciar o abandono do edifício, e informar o serviço de combate a incêndio (Corpo de Bombeiros). A detecção automática é utilizada com o intuito de vencer de uma única vez esta série de ações, propiciando a possibilidade de tomar-se uma atitude imediata de controle de fogo e da evacuação do edifício. O sistema de detecção e alarme pode ser dividido basicamente em cinco partes:

1) Detector de incêndio, que se constitui em partes do sistema de detecção que constantemente ou em intervalos para a detecção de incêndio em sua área de atuação. Os detectores podem ser divididos de acordo com o fenômeno que detectar como: Térmicos, de fumaça, de gás e de chama. 2) Acionador manual, que se constitui em parte do sistema destinada ao acionamento do sistema de detecção;

3) Central de controle do sistema, pela qual o detector é alimentado eletricamente a ter a função de receber e transmitir o sinal recebido. 4) Avisadores sonoros e/ou visuais, não incorporados ao painel de alarme, com função de, por decisão humana, dar o alarme para os ocupantes de determinados setores ou de todo o edifício; 5) Fonte de alimentação de energia elétrica, que deve garantir em quaisquer circunstâncias o funcionamento do sistema.

O tipo de detector a ser utilizado depende das

características dos materiais do local e do risco de incêndio ali existente. A posição dos detectores também é um fator importante e a localização escolhida

(normalmente junto à superfície inferior do forro) deve ser apropriada à concentração de fumaça e dos gases quentes. Para a definição dos aspectos acima e dos outros necessários ao projeto do sistema de detecção automática devem ser utilizadas as normas técnicas vigentes. O sistema de detecção automática deve ser instalado em edifícios quando as seguintes condições sejam simultaneamente preenchidas:

1) início do incêndio não pode ser prontamente percebido de qualquer parte do edifício pelos seus ocupantes; 2) grande número de pessoas para evacuar o

edifício;

3) tempo de evacuação excessivo; 4) risco acentuado de início e propagação do incêndio; 5) estado de inconsciência dos ocupantes (sono em hotel, hospitais etc); 6) incapacitação dos ocupantes por motivos de saúde (hospitais, clínicas com internação). Os acionadores manuais devem ser instalados em todos os tipos de edifício, exceto nos de pequeno porte onde o reconhecimento de um princípio de incêndio pode ser feito simultaneamente por todos os ocupantes, não comprometendo a fuga dos mesmos ou possíveis tentativas de extinção. Os acionadores manuais devem ser instalados mesmo em edificações dotadas de sistema de detecção automática e/ou extinção automática, já que o incêndio pode ser percebido pelos ocupantes antes de seus efeitos sensibilizarem os detectores ou os chuveiros automáticos.

A partir daí, os ocupantes que em primeiro lugar

detectarem o incêndio, devem ter rápido acesso a um

dispositivo de acionamento do alarme, que deve ser

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devidamente sinalizado a propiciar facilidade de acionamento. Os acionadores manuais devem ser instalados nas rotas de fuga, de preferência nas proximidades das saídas (nas proximidades das escadas de segurança, no caso de edifícios de múltiplos pavimentos). Tais dispositivos devem transmitir um sinal de uma estação de controle, que faz parte integrante do sistema, a partir do qual as necessárias providências devem ser tomadas.

11.1

SINALIZAÇÃO

providências devem ser tomadas. 11.1 SINALIZAÇÃO A sinalização de emergência utilizada para

A

sinalização

de

emergência utilizada

para

informar

e

guiar

os

ocupantes

do

edifício,

relativamente

a

questões

associadas

ao

incêndio,

assume dois objetivos:

1) reduzir a probabilidade de ocorrência de incêndio; 2) indicar as ações apropriadas em caso de incêndio. O primeiro objetivo tem caráter preventivo e assume as funções de:

1) alertar para os riscos potenciais; 2) requerer ações que contribuam para a segurança contra incêndio; 3) proibir ações capazes de afetar a segurança contra incêndio. O segundo objetivo tem caráter de proteção, e assume as funções de:

1) indicar a localização dos equipamentos de combate; 2) orientar as ações as de combate; 3) indicar as rotas de fuga e os caminhos a serem seguidos. A sinalização de emergência deve ser dividida de acordo com suas funções em cinco categorias:

1) sinalização de alerta, cuja função é alertar para áreas e materiais com potencial de risco; 2) sinalização de comando, cuja função é requerer ações que condições adequadas para a utilização das rotas de fuga; 3) sinalização de proibição, cuja função é proibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio; 4) sinalização de condições de orientação e salvamento, cuja função é indicar as rotas de saída e ações necessárias para o seu acesso; 5) sinalização dos equipamentos de combate, cuja função é indicar a localização e os tipos dos equipamentos de combate.

11.2 SAÍDA DE EMERGÊNCIA

dos equipamentos de combate. 11.2 SAÍDA DE EMERGÊNCIA Para salvaguardar a vida humana em caso de

Para salvaguardar a vida humana em caso de incêndio é necessário que as edificações sejam dotadas de meios adequados de fuga, que permitam aos ocupantes se deslocarem com segurança para um local livre da ação do fogo, calor e fumaça, a partir de qualquer ponto da edificação, independentemente do local de origem do incêndio. Além disso, nem sempre o incêndio pode ser combatido pelo exterior do edifício, decorrente da altura do pavimento onde o fogo se localiza ou pela extensão do pavimento (edifícios térreos). Nestes casos, há a necessidade da brigada de incêndio ou do Corpo de Bombeiros de adentrar ao edifício pelos meios internos a fim de efetuar ações de salvamento ou combate. Estas ações devem ser rápidas e seguras, e normalmente utilizam os meios de acesso da edificação, que são as próprias saídas de emergência ou escadas de segurança utilizadas para a evacuação de emergência, Para isto ser possível as rotas de fuga devem atender, entre outras, as seguintes condições básicas:

O número de saídas difere para os diversos

tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas.Normalmente o número mínimo de saídas consta de códigos e normas técnicas que tratam do assunto.

A distância máxima a percorrer consiste no

caminhamento entre o ponto mais distante de um pavimento até o acesso a uma saída neste mesmo pavimento. Da mesma forma como o item anterior, essa distância varia conforme o tipo de ocupação e as características construtivas do edifício e a existência de chuveiros automáticos como proteção. Os valores máximos permitidos constam dos textos de códigos e normas técnicas que tratam do assunto.

O número previsto de pessoas que deverão

usar as escadas e rotas de fuga horizontais é baseado na lotação da edificação, calculada em função das áreas dos pavimentos e do tipo de ocupação.

As larguras das escadas de segurança e

outras rotas devem permitir desocupar todos os pavimentos em um tempo aceitável como seguro. Isto indica a necessidade de compatibilizar a largura das rotas horizontais e das portas com a lotação dos pavimentos e de adotar escadas com largura suficiente para acomodar em seus interiores toda a população do edifício.

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As saídas (para um local seguro) e as escadas devem ser localizadas de forma a propiciar efetivamente aos ocupantes a oportunidade de escolher a melhor rota de escape. Para isto devem estar suficientemente afastadas uma das outras, uma vez que a previsão de duas escadas de segurança não estabelecerá necessariamente rotas distintas de fuga, pois em função de proximidade de ambas, em um único foco de incêndio poderá torná-las inacessível. A descarga das escadas de segurança deve se dar preferencialmente para saídas com acesso exclusivo para o exterior, localizado em pavimento ao nível da via pública.

Outras saídas podem ser aceitas, como as diretamente no átrio de entrada do edifício, desde que alguns cuidados sejam tomados, representados por:

1)

sinalização dos caminhos a tomar;

2)

saídas finais alternativas;

3) compartimentação em relação ao subsolo e proteção contra queda de objetos (principalmente vidros) devido ao incêndio e etc. A largura mínima das escadas de segurança varia conforme os códigos e Normas Técnicas, sendo normalmente 2,20 m para hospitais e entre 1,10m a 1,20m para as demais ocupações, devendo possuir patamares retos nas mudanças de direção com largura mínima igual à largura da escada. As escadas de segurança devem ser construídas com materiais incombustíveis, sendo também desejável que os materiais de revestimento sejam incombustíveis. As escadas de segurança devem possuir altura e largura ergométrica dos degraus, corrimãos corretamente posicionados, piso antiderrapante, além de outras exigências para conforto e segurança.

11.3 ESCADAS DE SEGURANÇA

para conforto e segurança. 11.3 ESCADAS DE SEGURANÇA Todas as escadas de segurança devem ser enclausuradas

Todas as escadas de segurança devem ser enclausuradas com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. Em determinadas situações estas escadas também devem ser dotadas de antecâmaras enclausuradas de maneira a dificultar o acesso de fumaça no interior da caixa de escada. As dimensões mínimas (largura e comprimento) são determinadas nos códigos e Normas Técnicas. A antecâmara só deve dar acesso à escada e a porta entre ambas, quando aberta, não deve avançar

sobre o patamar da mudança da direção, de forma a prejudicar a livre circulação. Para prevenir que o fogo e a fumaça desprendidos por meio das fachadas do edifício penetrem em eventuais aberturas de ventilação na escada e antecâmara, deve ser mantida uma distância horizontal mínima entre estas aberturas e as janelas do edifício.

11.4 ACESSOS

Quando a rota de fuga horizontal incorporar

corredores, o fechamento destes deve ser feito de forma

a restringir a penetração de fumaça durante o estágio

inicial do incêndio. Para isto suas paredes e portas devem apresentar resistência ao fogo. Para prevenir que corredores longos se inundem de fumaça, é necessário prever aberturas de exaustão e sua subdivisão com portas à prova de fumaça.

As portas incluídas nas rotas de fuga não podem

ser trancadas, entretanto devem permanecer sempre fechadas, dispondo para isto de um mecanismo de fechamento automático. Alternativamente, estas portas podem

permanecer abertas, desde que o fechamento seja acionado automaticamente no momento do incêndio. Estas portas devem abrir no sentido do fluxo, com exceção do caso em que não estão localizadas na escada ou na antecâmara e não são utilizadas por mais de 50 pessoas. Para prevenir acidentes e obstruções, não devem ser admitidos degraus junto à soleira, e a abertura de porta não deve obstruir a passagem de pessoas nas rotas de fuga.

O único tipo de porta admitida é aquele com

dobradiças de eixo vertical com único sentido de abertura. Dependendo da situação, tais portas podem ser

a prova de fumaça, corta fogo ou ambos. A largura mínima do vão livre deve ser de 0,8 m.

DE

EMERGÊNCIA

Esse sistema consiste em um conjunto de componentes e equipamentos que, em funcionamento, propicia a iluminação suficiente e adequada para:

11.5 SISTEMA

DE

ILUMINAÇÃO

1) permitir a saída fácil e segura do público para o exterior, no caso de interrupção de alimentação

normal;

2) garantir também a execução das manobras de interesse da segurança e intervenção de socorro.

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A iluminação de emergência para fins de segurança contra incêndio pode ser de dois tipos:

1) de balizamento: é aquela associada à sinalização de indicação de rotas de fuga, com a função de orientar a direção e o sentido que as pessoas devem seguir em caso de emergência. 2) de aclaramento. se destina a iluminar as rotas de fuga de tal forma que os ocupantes não tenham dificuldade de transitar por elas.

A iluminação de emergência substitui a iluminação artificial normal que pode falhar em caso de incêndio, por isso deve ser alimentada por baterias ou por moto-geradores de acionamento automático e imediato; a partir da falha do sistema de alimentação normal de energia. Dois métodos de iluminação de emergência são possíveis:

1) iluminação permanente, quando as instalações são alimentadas em serviço normal pela fonte normal e cuja alimentação é comutada automaticamente para a fonte de alimentação própria em caso de falha da fonte normal; 2) iluminação não permanente, quando as instalações não são alimentadas em serviço normal e, em caso de falha da fonte normal, são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação própria. Sua previsão deve ser feita nas rotas de fuga, tais como corredores, acessos, passagens antecâmara e patamares de escadas. Seu posicionamento, distanciamento entre pontos e sua potência são determinados nas Normas Técnicas Oficiais.

potência são determinados nas Normas Técnicas Oficiais. 11.6 ACESSO A VIATURA DO CORPO DE BOMBEIROS Os

11.6 ACESSO A VIATURA DO CORPO DE

BOMBEIROS

Oficiais. 11.6 ACESSO A VIATURA DO CORPO DE BOMBEIROS Os equipamentos de combate devem-se aproximar ao

Os equipamentos de combate devem-se aproximar ao máximo do edifício afetado pelo incêndio, de tal forma que o combate ao fogo possa ser iniciado sem demora e não seja necessária a utilização de linhas de mangueiras muito longas. Para isto, se possível, o edifício deve estar localizado ao longo de vias públicas ou privadas que possibilitam a livre circulação de veículos de combate e o seu posicionamento adequado em relação às fachadas, aos hidrantes e aos acessos ao interior do edifício. Tais vias também devem ser preparadas para suportar os

esforços provenientes da circulação, estacionamento a manobras destes veículos. O número de fachada que deve permitir a aproximação dos veículos de combate deve ser determinado tendo em conta a área de cada pavimento, a altura e o volume total do edifício.

11.7 RECOMENDAÇÕES GERAIS

os

seguintes procedimentos:

Manter a calma;

Caminhar em ordem sem atropelos;

Não correr e não empurrar;

Não gritar e não fazer algazarras;

Não ficar na frente de pessoas em pânico, se não

puder acalmá-las, evite-as. Se possível avisar um brigadista;

Todos os empregados, independente do cargo que

ocupar na empresa, devem seguir rigorosamente as instruções do brigadista;

Nunca voltar para apanhar objetos; ao sair de um

lugar, fechar as portas e janelas sem trancá-las;

Não se afastar dos outros e não parar nos andares;

Levar consigo os visitantes que estiverem em seu

local de trabalho;

Sapatos de salto alto devem ser retirados;

Não acender ou apagar luzes, principalmente se sentir

cheiro de gás;

Deixar a rua e as entradas livres para a ação dos

bombeiros e do pessoal de socorro médico;

Ver como seguro local pré-determinado pela brigada e

aguardar novas instruções.

Em

caso

de

simulado

ou

incêndio,

adotar

Em locais com mais de um pavimento:

Nunca utilizar o elevador;

Não subir, procurar sempre descer;

Ao

sempre utilizando o lado direito da escada.

utilizar

as

escadas

de

emergência,

Em situações extremas

descer

Nunca retirar as roupas, procurar molhá-las afim de

proteger a pele da temperatura elevada;

Se houver necessidade de atravessar uma barreira de

fogo, molhar todo o corpo, roupas, sapatos e cabelo. Proteger a respiração com um lenço molhado junto à boca e o nariz,

manter-se sempre o mais próximo do chão, já que é o

local com menor concentração de fumaça;

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Sempre que precisar abrir uma porta, verificar se ela

não está quente, e mesmo assim só abrir vagarosamente;

Se ficar preso em algum ambiente, procurar inundar o

local com água, sempre se mantendo molhado;

Não saltar, mesmo que esteja com queimaduras ou

intoxicações.

REFERÊNCIAS BIBILIOGRAFICAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas-

Manual Técnico de Segurança e suas NBRs;

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros

da Policia Militar do Estado de São Paulo;

Decreto Estadual 46076/01.