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sena i-sp Série Metédica Ocupacional 5 Mecanico Geral | Placa com rebaixos Sumario pagina Introdugao 2 FIT 028 Serra manual 3 FIT 011 Ago (classificagées) 7 5 FO 11-A Serrar manualmente 9 FO 12-A Talhar " FO 13-A Afiar ferramentas de uso manual 13 FT 05-A Placa com rebaixos 15 Plano de trabalho 7 Questionério 19 Registro de tempo a senai-sp ces FIT 028 1/2 Informacgo Tecnolégica Serra Manual Ferramenta manual composta de um arco de ago-carbono, onde deve ser montada uma Iémina de aco ré- pido ou de ago-carbono, dentada e temperada. A lémina possui furos em seus extremos, para ser fixada 20 arco por meio de pinos situados nos suportes. O arco tem um suporte fixo e um suporte mével, com um corpo cilfndrico e roscado, que serve para dar tensdo a lémina através de uma porca-borboleta (fig. 1). rmecanismo ojust6vl dentoto mina oe sero obo de modeire esticador suporte fixe Fig. 1 Emprego A serra manual é utilizada para: cortar materiais; abrir fendas; iniciar ou abrir rasgos. Caracteristicas Do arco de serra arco de serra caracterizase por ser reguldvel ou ajustavel, de acordo com 0 comprimento da lamina. E provido de um esticador com uma porcaborboleta, que permite dar tensdo a lamina, Para seu aciona- mento, 0 arco possui um cabo de madeira, plastico ou fibra. Da témina de serra A lamina de serra é caracterizada: pelo comprimento, que comumente mede 8”, 10” ou 12”, de centro ‘centro dos furos; pela largura da lamina, que geralmente mede 1/2; pelo numero de dentes por pole- gada (d/1"), que em geral é de 18, 24 e 32 d/1” (fig. 2). comprimento comercial SG 6 |r@de dentes por 1") Os dentes das serras possuem travas, que so deslocamentos laterais dados aos dentes, em forma alter- nada, conforme as figs. de 3 a 7. ett ep ee Fig. 3 Fig. 4 jHorguray Fig. 2 ett eee Fig. 5 2/2 FIT 028 CBS senai-sp Informacdo Tecnolégica Serra Manual Escolha da lamina de serra A lémina de'serra é escolhida de acordo co! 1. a espessura do material, que no deve ser me- nor que dois passos de dente (fig. 8); 2. 0 tipo do material: maior nimero de dentes pa- ra materiais mais duros. WE ZZ Fig. 8 Conservagio Dé a tensdo da lémina de serra apenas com as mos, sen empregar ferramentas. Afrouxe a ldmina, ao terminar o trabalho. Resumo arco - ago-carbono Serra Jémina dentada - temperada, aco répido ou aco-carbono cabo ~ madeira, pléstico ou fibra Caracteristicas Do arco: comprimento regulével, de acordo com a serra que serd usada. Da lémina: comprimento, largura e ntimero de dentes por polegada. Escolha De acordo com a espessura do material (maior que dois passos de dentes). De acordo com o tipo de material (maior numero de dentes para materiais duros) senai-sp ces FIT OM 1/4 Informagéo Tecnologica Ago ao Carbono (Classificagdes) ‘As normas estabelecidas pela ABNT que padronizam os acos segundo seu teor em carbono, elementos- ligas e método de codificagdo de ferros-ligas e outras adigdes metélicas, foram baseadas na classificacdo SAE (Society of Automotive Engineers), sociedade de engenheiros de automotores; os agos em cuja de- signago existe a letra “1D”, precedendo os algarismos, tém composi¢ao quimica baseada na classificagSo DIN (ex Aco ABNT D 5128) O sistema numérico das normas ABNT esté composto por quatro e cinco algarismos, que signifi guint O primeiro algarismo indica a classe do a¢o. Assim, 0 n9 “1” significa agos ao carbono; “2” agos-lig com cromo; ““3'" agos-cromo-niquel; “5” agos ao cromo etc. (ver tabela 1). O segundo nimero indica a Porcentagem aproximada do elemento de liga predominante. Os nimeros finais indicam a média do contetdo de carbono em centésimos de porcentagem; quando este ditimo é igual ou passa de 1%, 0 sistema numérico passa a compor-se por cinco algarismos. icam 0 se- Exemplos JABNT 1.0 55 ABNT 3 3 10 Porcentagem em carbono = 0,55% “T~ Porcentagem em carbone = 0,10% ‘Aco comum Elemento predominante: niquel= 3% ‘Aco 80 carbone L___ ago-erome-niquel JABNT 2 3 45 ABNT 5 2 100 ~T— Porcentagem em carbono = 045% “TX Porcentagem em carbono = 1,00% Elemento predominante: niquel= 3% Elemento predominante:eromo = 2% ‘Aco a0 niquet aco a0 cromo Tabola no 1 Tipos de Agos N9 ABNT | Tipos de Agos NO ABNT ‘Agos ao carbono oe cos de alto teor de cromo ‘Agos comuns 10.. {para rolamentos) 521. ‘AGos de cavaco curto ressulfurados | 11.. Acos inoxidéveis 52 ‘Acos refosforados e ressulfurados 12.. ‘Acos ao cromo-vanddio 6.. ‘Acos ao manganés 13. Acos a0 és 9 ‘AGos a0 niquel aie gos 20 92. ‘Agos ao niquel 23.. ‘cos de tri ‘AGos a0 n/quel 25.. niquel, molibdéni 86. ‘AGos ao cromo-niquel aoe Acos de triplice liga, cromo, ‘Agos ao cromo-nfquel 31. niquel, molibdénio 87. ‘AGos a0 cromo-niquel 32. Acos de triplice liga, cromo, ‘AGos ao cromo-niquel niquel, molibdénio 93.. AGos inoxidaveis e refratérios Acos de triplice liga, cromo, ‘AGos a0 molibdénio niquel, molibdén 94 cos ao carbono-molibdénio Acos de triplice liga, cromo, cos ao cromo-molibdénio niquel, molibdéni 97. gos ao cromo-niq gos de triplice liga, cromo, cos ao niquel-mol niquel, molibdénio 98.. gos a0 nfquel molibdénio Agos de baixa liga e de cos ao cromo alta resisténcia 9... cos de baixo teor de cromo Aco fundido inoxidével 60.. (para rolamentos) 501... | Aco fundido refratério 70. ‘gos de médio teor de cromo {para rolamentos) 511. 2/4 FIT 011_ CBS senai-sp Informaggo Tecnolégica Aco ao Carbono (Classificagées) Importéncia do Carbono carbono ¢ 0 elemento que faz com que uns agos sejam mais duros do que outros. Por essa razo, os ‘agos se classificam segundo o teor de carbono que contenham. Assim, temos: Teor de Tipo quanto Carbono (%) a dureza Tempera Ca 0.08 F Chapas - Fios a Extra macio Leeder) Parafusos - Tubos estirados 0,15 a Produtos de caldeiraria a do adqui Barras laminad: fil . re Nao adquire arras laminadas e perfiladas nen témpera Pecas comuns de mecinica 0,30 vetek Pecas especiais de méquinas e : Meio macio Apresnta inicio de | - Ttoras erramentas para 0,40 agricultura. 0,40 ; Pecas de grande dureza - a Meio duro eee ee Ferramentas de corte - 0,60 Molas - Trilhos 0,60 . Pegas de grande dureza e resis- Duro a Adquire tempera i a téncia. Molas - Cabos - i Extra duro fécil ence Perfis do Ago-Carbono Nos agos-carbono, néo s6 a qualidade esté Esses perfis podem ser: Barras normalizada, mas também os diversos perfis ou formas. 4 A Fig. 1 Fig. 2 Fig, 3 Fig. 4 Fig. Chapas Fig. 6— senai-sp CBS FIT O11 3/4 Informagéo Tecnolégica Aco ao Carbono (Classificagées) Tubos Fig. 7 Perfilados iG gd L |] IL Fig. 8 Fig. 9 Fig. 10 Fig. 11 Fig. 12 Arames Barras Perfil geralmente redondo, de pequeno diémetro, o arame apresenta-se estirado em fios (trefilado) As barras, em geral, tm 6 ou 12 metros de comprimento e podem ser: \ Fig. 13 - Quadradas Q Fig. 14 - Redondas Fig. 15 - Retangulares Fig. 16 - Sextavadas Chepas As chapas, geralmente, sio fabricadas ‘nos tamanhos de: 1m x 2m; 1m x 3m; 0,60m x 1,20m; com diferentes espessuras: médias: 3 a 5mm; grossas: 5mm ou mais. 4/4 FIT 011 CBS senai-sp Aco ao Carbono (Classificacdes) Informagdo Tecnolégica Tabela de Medidas das Espessuras ‘As medidas das espessuras das chapas podem ser dadas em mil (metros, em polegadas ou por ntimeros-pa- drdes denominados “fieiras”. A tabela abaixo indica os nimeros da “fieira’” U.S.G. e sua equivaléncia em polegada e milimetro. Fieira Espessura aproximada | Feira Espessura aproximada usc.) | pot nar US.G. (*) pol. rar 0000000 12 12,7 W7 0.0562 1428 000000 18/32 11,906 18 | 0.0500 1,270 a 00000 m6 | 14,112 19 ooas7 | aan 0000 | 13/32 10318 =| 20-7 0.0375 0,952 000 “3/8 9,525 21 0.0343 0873 oo | ise 8,731 2 0,0312 0,793 D 5/16 "7,937 23 0,0281 0714 1 9/32 7,143 24 0,0250 0635 2 17164 6748 25 0.0218 0,555 3 a 6,360 26 0,0187 0,476 4 | 15/64 5,953 7 oo71 | 036 5 7/32 5,556 28 0.0156 0,397 6 13/64 5,159 29 0,0140 0,387 7 3/16 4,762 30 0.0125 0317 8 “aves | 4,965 Siaaae 0,0109 0277 9 5/32 3,968 32 00101 0,278 10 9764 3571 3 0,0093 0,238 " 18 3,175 4 0.0085 0218 12 7/64 2778 35 0.0078 0,198 13 3/32 2,381 36 0,0070 0,178 14 5/64 1,984 37 0.0066 0,168 15 9/128 1,786 38 0,0062 0,158 16 116 1587 (*) Bitola dos fabricantes de chapas dos Estados Unidos. senai-sp Operagao. CBS FO 11-A_ 1/2 Serrar Manualmente E uma operagdo que permite cortar um material, utilizando-se a serra (fig. 1). Emprega-se muito nos trabalhos de mecénica, pois, quase sempre, precede 2 realizagdo de outras ope- races. Proceso de execugéo 19 Passo Prepare a serra. a Selecione a lamina, de acordo com o material e sua espessara. b Coloque a serra no arco, com os dentes voltados para a frente (fig. 2). ¢ _Estique a mina de serra, girando a porca-borboleta com a mao (fig. 2). Fig. 2 29 Passo Trace e prenda o material na morsa. Observagdes 1A parte que serd cortada deve estar 20 lado di- reito do operador (fig. 3) e préximo dos mor- dentes. 2 Quando se trata de material de pouca espessu- ra, prende-se por meio de pegas auxiliares, tais, como: calcos de madeira, cantoneiras e outras, (figs. 4 5). toteret Calgo Fig. 4 2/2_FO 11-A_CBS senai-sp Operagéo Serrar Manualmente 50 Passo Serre. Observagées 1 Ao iniciar o corte, coloque a lémina junto a0 trago, guiando-a com o dedo polegar (fig. 6) ligeiramente inclinada para frente, a fim de evi- > tar que se quebrem os dentes (fig. 7). 2 Quando o corte é longo, a lamina deve ser mon- tada conforme a fig. 8. Fig. 6 Fig. 7 Fig. 8 3 A pressio da serra sobre o material é feita apenas durante 0 avango e no deve ser excessiva. No re- tomo, a serra deve correr livremente sobre o material. 4 A serra deve ser usada em todo o seu comprimento, e o movimento deve ser dado apenas com os bracos. 5 O ndmero de golpes no deve exceder a 60 por minuto. Precaugao ‘Ao se aproximar o término do corte, diminua a velocidade e a presséo de corte, para evitar acidentes. 49 Passo Afrouxe a lémina, 10 senai-sp CBS FO 12-A 1/2 Operacio Talhar E uma operago manual que consiste em cortar me- tal com talhadeira ou bedame, pela acdo de golpes de martelo (fig. 1). Esta operacdo & executada pelo ajustador, para abrir rasgos, cortar cabecas de rebites, fazer canais de lubrificacao e cortar chapas. Processo d xecugao Fig. 1 19 Passo Trace, se necessdrio (fig. 2) 29 Passo Prenda a pega. Observago Quando a pega tem as faces acabadas, os mordentes da morsa devem ser cobertos com mordentes de |...» material mais macio que o da peca. Lo 30 Passo Talhe. a Selecione a ferramenta, Observagdes 1 No caso de rasgos que devam ser acabados a lima, deve-se deixar material para essa ope- ragio. 2. Para facilitar 0 infcio do corte e evitar, ao final do mesmo, a ruptura do cavaco sobre’o trago, em certos casos, fazem-se chanfros nos extre- mos (fig. 3). Fig. 3 3 Para facilitar 0 corte e ter methor guia, reco- aes menda-se fazer cortes de serra paralelos ao tra- = gado (tig. 4). ‘\ 4 A forma da ferramenta varia de acordo com 0 Wy trabalho a realizar (figs. 5, 6 € 7). Fig. 4 Fig. 5 Fig: 6 Fig. 7 2/2_FO 12-A_CBS Operagao b_ Segure o bedame (fig. 8) e o martelo (fig. 9). Fig. 8 Fig. 9 © Bata com o martelo na cabega do bedame ou da talhadeira, olhando para o corte da ferra- menta (fig. 10). Precaugéo Use éculos de protegéo. Observagdes 1 Mantenha a talhadeira ou o bedame na posi¢go indicada na fig. 11. ig. 11 2 Aumentando a inclinagéo da ferramenta, esta tende a penetrar no material (fig. 12); i- nuindo sua inclinagdo, tende a deslizarse (fig. 13). Precaugao Fig. 10 12 Fig. 13 Ao final do corte, diminua a intensidade, para evitar um possivel acidente, 3 No caso de rasgos muito largos, abrem-se varios rasgos, para facilitar a operagao (tf 4 No caso de cortes de chapas, procede-se como indi ica a fig. 15. 14). Fig. 14 Fig, 15 12 senai-sp Operagio CBS FO 13-A 1/2 Afiar Ferramentas de Uso Manual E a operagdo que consiste em preparar o gume ou a Ponta das ferramentas, na esmerilhadora, com a fi nalidade de facilitar a penetragao ou dar condigdes de corte (fig. 1). Processo de execugo 19 Passo Ligue a esmerilhadora. Precaugao Todos os trabalhos de esmerilhamento implicam necessidade de proteger 0s olhos. Observagao Retifique 0 rebolo, sempre que sua superficie de corte esteja irregular. 29 Passo Segure a ferramenta com as duas méos (fig. 2). Precaugéo A ferramenta deve ser segurada com firmeza e aproximada do rebolo cuidadosamente (fig. 3). 39 Passo Afie a ferramenta. a Faca o contato da ferramenta com o rebolo, mantendo-a sempre acima do centro (fig. 4). Fig. 1 Fig. 2 2/2 FO 13-A_ CBS senai-sp Operagio Afiar Ferramentas de Uso Manual b Movimente a ferramenta, segundo 0 caso, con- forme indicado nas figs. 5, 6, 7 ¢ 8. 4 i Afiar @ ponta do compasso. Somente Afiar puneio debico.| | 3 parte externa de ponia deve ser e6- Fig. 6 _‘merithada. . Afiar 0 riscador. A ponta do riscador f Fig. 7 deve tocar de leve no rebolo. | (Fig. 8 Observacéo 1 No use o rebolo um s6 ponto. Isso fard um sulco em sua periferia. 2 Use somente a periferia do rebolo, conservando sua face. 3. Periodicamente mergulha-se a ferramenta em égua para Precauglo Cuidado com as pontas das ferramentas depois de afiadas. Afiar talhadeira. ir que se aqueca em demasia. 9) ou goniémetro (fig. 10). wy 49 Passo Verifique 0 éngulo da ferramenta com verificador Fig. 9 Fig. 10 No Ordem de Execupgo Ferramentas 5 Escala 1. | Trace e serre os rebaixos. oe Veja FO 11-A e FIT 028. Graminho Talhadeira , Arco de serra 2 | Lime os chanfros para facilitar a operagdo de talhar. itearcean aren Veja FO 12-A. murga) Esquadro 3. | Talhe, usando bedame e talhadeira. Réqua de controle Veja FO 12 -A e 13-Ae FIT 011. Paquimetro ves Bedame 4 | Limeos rebaixos, na medida. Limas quadradas 5 | Dé acabamento, nas faces. (bastarda e murga) 1 [Placa (Para FT 09 - A) ‘Ago ABNT 1010 - 1020 (Da FT 04 - A) Denominagées e observagSes Material e dimensdes Ajustador’ Mecanico, Placa com Rebaixos FT 05 - A | Folha 1/1 Escala 1:1 1982 QUESTIONARIO LU rros-a ar Nos questées de 1a 3, assinale “X" para a alternativa correta, FIT] 1. No aco ao earbono, podemos dizer que: () Maior quantidade de carbono torne o aco mais macio. () Menor quantidade de carbono torna o aco mais duro. (A quantidede de carbono determina a dureza do aco. ( } Aquantidade de carbono nao determina a dureza do ago. As caracterfsticas das léminas de sera so: () Largura, material de construgio e nimero de dentes. (©) Comprimento, largura e numero de dentes, ( ) | Material de construgéo, comprimento e numero de dentes. () Numero de dentes e comprimento, AAs liminas de serra so fabricadas de (1 Ago forjado e aco répido, () Ferro fundido e aco répido. (} Ago ao carbono e aco fundido. (0) Ago ao carbono e ago rapido. Assinale “V"" para as alternativas verdadeiras e “F’ para as falsas. FO | 4. Na operagio de serrar “menualmente”, devemos observer varios aspectos; ou sea (/) A escolha da lamina de serra deve ser em fungSo da espessura e dureza do material a ser serrado. (/) A lamina deve ser montada no arco de serra com os dentes voltados para a frente. (/) © nimero de dentes por polegada deve ser menor quando se trata de serar chapes de pouea espessura. (/) A presséo da serra sobre © material & felta apenas durante o avango. OBSERVACOES MENCAO PTO. > list. loote. 2.10. ‘OPERAGOES NOVAS Demonstrage em AVALIAGRO FINAL 77 WENGKO TEMPOS cr Pcwisie. 77 co coste 19