Você está na página 1de 54
Protocolos de Tórax

Protocolos de

Tórax
Tórax
Localização dos Mediastinos
Localização dos Mediastinos
Localização dos Mediastinos MEDIASTINO SUPRA-AÓRTICO: da via de entrada torácica até o topo do arco aórtico.
Localização dos Mediastinos MEDIASTINO SUPRA-AÓRTICO: da via de entrada torácica até o topo do arco aórtico.
Localização dos Mediastinos MEDIASTINO SUPRA-AÓRTICO: da via de entrada torácica até o topo do arco aórtico.

MEDIASTINO SUPRA-AÓRTICO:

da via de entrada torácica até o topo do arco aórtico.

Localização dos Mediastinos MEDIASTINO SUPRA-AÓRTICO: da via de entrada torácica até o topo do arco aórtico.
MEDIASTINO SUBAÓRTICO: Do arco aórtico até o nível do coração.
MEDIASTINO SUBAÓRTICO: Do arco aórtico até o nível do coração.

MEDIASTINO SUBAÓRTICO:

Do arco aórtico até o nível do coração.

MEDIASTINO SUBAÓRTICO: Do arco aórtico até o nível do coração.
MEDIASTINO PARACARDÍACO: Do coração até o diafragma
MEDIASTINO PARACARDÍACO: Do coração até o diafragma

MEDIASTINO PARACARDÍACO:

Do coração até o diafragma
Do coração até o diafragma

Artérias e

Artérias e Brônquios Brônquios Artérias

Brônquios

Brônquios Artérias
Brônquios
Artérias
TÓRAX ROTINA Cortes aproximados de
TÓRAX ROTINA
Cortes aproximados de

5/7mm de espessura com 5/7mm de incremento de mesa

de 5/7mm de espessura com 5/7mm de incremento de mesa Preferencialmente realizar apenas uma apnéia Encaminhar
de 5/7mm de espessura com 5/7mm de incremento de mesa Preferencialmente realizar apenas uma apnéia Encaminhar

Preferencialmente realizar apenas uma apnéia

de mesa Preferencialmente realizar apenas uma apnéia Encaminhar janela para parênquima pulmonar e mediastino
Encaminhar janela para parênquima pulmonar e mediastino
Encaminhar janela para
parênquima pulmonar e
mediastino
TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO
TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO
Técnica na tomografia muito utilizada para imagem, por exemplo uma tuberculose em uma radiografia de
Técnica na tomografia
muito utilizada para
imagem, por exemplo uma
tuberculose em uma
radiografia de
tórax simples.

doenças respiratórias já diagnosticadas previamente por outros métodos de

Parâmetros Técnicos
Parâmetros Técnicos
A técnica consiste em uma aquisição de imagem com a menor espessura de corte possível
A técnica consiste em uma aquisição de
imagem com a menor espessura de corte possível em
diferentes momentos da respiração, exemplo:
Espessura de corte: 1mm com 1mm de
Espessura de corte: 1mm com 10 a
20mm de incremento
Algoritmo: Lung
Alta Resolução Cortes de 1mm
Alta
Resolução
Cortes de 1mm
Cortes de 5mm
Cortes de 5mm
Rotina
Rotina
Alta Resolução (1mm) Rotina (5mm)

Alta Resolução (1mm)

Alta Resolução (1mm) Rotina (5mm)

Rotina (5mm)

TÓRAX TRAUMA Utilizada para pacientes politraumatizados com fraturas de costelas e luxação da articulação
TÓRAX TRAUMA
Utilizada para pacientes
politraumatizados com
fraturas de costelas e
luxação da articulação

esterno clavicular, também

Os níveis e larguras de janelas devem ser ajustados para parâmetros ósseos Espessura de corte:
Os níveis e larguras de
janelas devem
ser ajustados para
parâmetros ósseos
Espessura de corte:
5/7mm,
Incremento de mesa:
10mm, variável
Algoritmo: Ósseo

auxiliar no diagnóstico para

derrame pleural e avaliação de dreno torácico.

TÓRAX COM CONTRASTE ORAL O principal uso seria para delinear o contorno do esôfago e

TÓRAX COM CONTRASTE ORAL

O principal uso seria para delinear o contorno do esôfago e demonstrar irregularidades ou patologias.
O principal uso seria para
delinear o contorno do esôfago
e demonstrar irregularidades
ou patologias.
O exame de escolha para o
diagnóstico seria uma
esofagografia, sendo a
tomografia computadorizada
usada para estadiamento e
identificação da disseminação da patologia. Parâmetros a serem definidos a pedido do médico radiologista, porém
identificação da
disseminação da patologia.
Parâmetros a serem definidos
a pedido do médico
radiologista, porém não foge
dos protocolos já vistos.
TÓRAX COM CONTRASTE EV Principal uso seria para salientar orgãos em sua totalidade ou em
TÓRAX COM CONTRASTE EV
TÓRAX COM CONTRASTE EV
TÓRAX COM CONTRASTE EV

Principal uso seria para salientar orgãos em sua totalidade ou em fase vascular

específica, utilizando os parâmetros:
específica, utilizando os
parâmetros:
Parâmetros Técnicos Scout: anterior 0 graus e 90 graus Início dos cortes: ápice pulmonar Término
Parâmetros Técnicos
Scout: anterior 0 graus e 90 graus
Início dos cortes: ápice pulmonar
Término dos cortes: cúpulas diafragmáticas
Espessura de corte: 3 a 5 mm
Incremento: 3 a 5 mm
FOV: 35 cm
Fluxo de contraste: 3.5 à 4,5 ml/s
(podendo ser injetado manualmente)
50 a 100 ml de contraste de preferência não iônico,
com delay de 30 segundos, após injeção
TEP
TEP
Os avanços técnicos nos exame apenas realizado Em tomográfos com multidetectores.
Os avanços técnicos nos
exame apenas realizado
Em tomográfos com
multidetectores.

possibilitam ao estudo de um trombo embolismo pulmonar,

Parâmetros Técnicos Scout: anterior 0 graus e 90 graus Início dos cortes: cúpulas diafragmáticas Término
Parâmetros Técnicos
Scout: anterior 0 graus e 90 graus
Início dos cortes: cúpulas diafragmáticas
Término dos cortes: Ápice do pulmão
Espessura de corte: 3 a 5 mm
Incremento: 3 a 5 mm

FOV: 35 cm Fluxo de contraste: 3.5 à 4,5 ml/s MPR: coronal MIP Técnica: Smartprep, monitorização da densidade do vaso

Observação: Em algumas literaturas sugerem cortes ao nível da carina
Observação: Em algumas literaturas sugerem cortes
ao nível da carina
O tromboembolismo Pulmonar – TEP ou Embolia Pulmonar é um fenômeno que pode ocorrer devido
O tromboembolismo Pulmonar – TEP ou Embolia
Pulmonar é um fenômeno que pode ocorrer devido a

presença de um trombo, coágulo sanguíneo nas veias com migração de um ou mais coágulos para o leito vascular pulmonar, ocorrendo principalmente nas veias

das pernas. Após se desprender do local de origem, o coágulo passa a se chamar
das pernas. Após se desprender do local de origem, o
coágulo passa a se chamar embolo.
Smartprep
Smartprep
Smartprep
Smartprep
PATOLOGIAS DA COLUNA Documentação VERTEBRAL Fase sem contraste: Janela para mediastino (partes moles ) Fase
PATOLOGIAS DA COLUNA
Documentação
VERTEBRAL
Fase sem contraste:
Janela para mediastino (partes moles )
Fase pós contraste:
Janela para mediastino (partes moles).
Janela para parênquima pulmonar. Janela para ossos
( se necessário ).
Nível – WL/Janela - WW
Parênquima pulmonar: - 800/2.000 Mediastino: 30/300 Ossos: 200/2000
Parênquima pulmonar: - 800/2.000
Mediastino: 30/300
Ossos: 200/2000
pulmonar: - 800/2.000 Mediastino: 30/300 Ossos: 200/2000 Observação: Alguns serviços adotam no exame de rotina do

Observação: Alguns serviços adotam no exame de rotina do tórax uma fase única diretamente com contraste.

200/2000 Observação: Alguns serviços adotam no exame de rotina do tórax uma fase única diretamente com
PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL Patologias
PATOLOGIAS DA COLUNA
VERTEBRAL
Patologias
TEP – TROMBO EMBOLISMO PULMONAR
TEP – TROMBO EMBOLISMO PULMONAR

É o bloqueio da artéria pulmonar ou de um dos seus ramos,

geralmente ocorre quando um trombo se desloca de seu local e chega a uma artéria ou vaso e emboliza o mesmo parando

assim o fornecimento de aporte sanguíneo
assim o fornecimento de aporte sanguíneo
Obstrução Hipertensão Mecânica Pulmonar FISIOPATOLOGIA Maior Hipóxia Insuficiência Tensão de de Câmaras
Obstrução
Hipertensão
Mecânica
Pulmonar
FISIOPATOLOGIA
Maior
Hipóxia
Insuficiência
Tensão de
de Câmaras
VD
Direitas
Compressão
Menor Pré-
Carga
Desvio
Coronária
Septal
Direita
Hipotensão
Menor
Isquemia
Volume VE
Falha de enchimento ao nível da poplítea
Falha de enchimento ao nível da poplítea
TEP agudo, que revela falhas no enchimento parcial das artérias do lobo médio e lobos
TEP agudo, que revela falhas no enchimento parcial das artérias do lobo médio e lobos
TEP agudo, que revela falhas no
enchimento parcial das artérias
do lobo médio e lobos inferiores
TEP agudo, que revela falhas no enchimento na artéria pulmonar direita e artéria interlobar esquerda
TEP agudo, que revela falhas no
enchimento na artéria pulmonar
direita e artéria interlobar
esquerda
TEP agudo, que revela falhas no enchimento na artéria pulmonar esquerda e suas bifurcações
TEP agudo, que revela falhas no
enchimento na artéria pulmonar
esquerda e suas bifurcações
na artéria pulmonar esquerda e suas bifurcações TEP agudo, que revela falhas no enchimento parcial da

TEP agudo, que revela falhas no

enchimento parcial da artéria pulmonar direita
enchimento parcial da artéria
pulmonar direita
 Especificidade de 78 à 100%  Sensibilidade de 21 à 30% TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA 
Especificidade de 78 à 100%
Sensibilidade de 21 à 30%
TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADA
Diagnóstico diferencial
Não avalia trombose segmentar
 Sinais de sobrecarga  Bloqueio de ramos à direita ECOCARDIOGRAMA  Desvio do eixo
Sinais de sobrecarga
Bloqueio de ramos à direita
ECOCARDIOGRAMA
Desvio do eixo para à direita
Derivações precordiais ventriculares
 Zonas com hipertransparência  Proeminências de hilos pulmonares RAIOS-X  Elevação da cúpula
 Zonas com hipertransparência
 Proeminências de hilos pulmonares
RAIOS-X
 Elevação da cúpula diafragmática
 Atelectasias segmentares
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO É a necrose da célula miocárdica resultante da oferta inadequada de
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
É a necrose da célula miocárdica resultante da oferta inadequada de oxigênio no músculo cardíaco.
É a necrose da célula miocárdica resultante da oferta
inadequada de oxigênio no músculo cardíaco. Popularmente
conhecido como ataque cardíaco, devido há redução de
sangue das artérias coronárias para o coração.
MECANISMOS DETERMINANTES Trombo sobre placa aterosclerótica vulnerável Espasmos coronários ou vasoconstrição
MECANISMOS DETERMINANTES
MECANISMOS
DETERMINANTES
Trombo sobre placa aterosclerótica vulnerável
Trombo sobre placa aterosclerótica
vulnerável
Trombo sobre placa aterosclerótica vulnerável Espasmos coronários ou vasoconstrição Progressão da

Espasmos coronários ou vasoconstrição

vulnerável Espasmos coronários ou vasoconstrição Progressão da placa ateroscletórica Desequilíbrio
Progressão da placa ateroscletórica
Progressão da placa ateroscletórica
Desequilíbrio oferta/consumo de oxigênio
Desequilíbrio oferta/consumo
de oxigênio
ABORDAGEM CIRÚRGICA
ABORDAGEM CIRÚRGICA
MIOCARDIOPATIA HIPERTRÓFICA
MIOCARDIOPATIA HIPERTRÓFICA
É o espessamento da musculatura cardíaca, especialmente em ventrículo esquerdo e do ventricular, de modo
É o espessamento da musculatura cardíaca, especialmente
em ventrículo esquerdo e do ventricular, de modo que o
coração não consegue se encher adequadamente, costuma
ser hereditário, e é uma causa de morte súbita em pessoas
jovens aparentemente saudáveis. As causas são a
hipertensão arterial e o estreitamento da válvula aórtica e
outras pertubações queque aumentam a resistência à saída
do sangue do coração.
MIOCARDIOPATIA DILATADA É o alargamento (dilatação), causada por afinamento das paredes dos ventrículos,
MIOCARDIOPATIA DILATADA
MIOCARDIOPATIA DILATADA
É o alargamento (dilatação), causada por afinamento das paredes dos ventrículos, principalmente do ventrículo
É o alargamento (dilatação), causada por afinamento das
paredes dos ventrículos, principalmente do ventrículo
esquerdo, sendo assim as fibras musculares esticam ao
máximo, sofrendo maior dificuldade de comprimir o sangue
pra fora. As causas incluem consumo excessivo de álcool,
doença viral ou distúrbio autoimune.
MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA É quando as paredes dos ventrículos tornam-se rígidas, o que restringe sua capacidade
MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA
MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA
É quando as paredes dos ventrículos tornam-se rígidas, o que restringe sua capacidade de distensão
É quando as paredes dos ventrículos tornam-se rígidas, o
que restringe sua capacidade de distensão quando cheios
de sangue e de flexão na contração para expeli-lo, sendo
assim o tecido cardíaco é substituído por tecido cicatricial,
ou por depósitos de ferro ou proteína anormal. Quando o
doente está em repouso o volume bombeado é suficiente,
porém quando está em esforço o mesmo não é suficiente.
ENFISEMA PULMONAR Doença degenerativa que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos
ENFISEMA PULMONAR
ENFISEMA PULMONAR

Doença degenerativa que geralmente se desenvolve depois de

muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão devido ao
muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão devido ao

cigarro e a toxinas do ar, existe inchaço excessivo dos alvéolos, destruindo assim a parede alveolar, tendo perda de

sua elasticidade, causando assim um esforço exacerbado para

respirar.
respirar.
EXPIRAÇÃO INSPIRAÇÃO
EXPIRAÇÃO
EXPIRAÇÃO
EXPIRAÇÃO INSPIRAÇÃO
INSPIRAÇÃO
INSPIRAÇÃO
ANEURISMAS É a formação de uma bolsa localizada ou a dilatação de uma parede arterial
ANEURISMAS
ANEURISMAS
É a formação de uma bolsa localizada ou a dilatação de uma parede arterial enfraquecida.
É a formação de uma bolsa localizada ou a dilatação de uma
parede arterial enfraquecida. Essa fraqueza pode resultar
de formação de placa aterosclerótica. Traumatismos e
infecções também podem causar aneurismas. A ruptura
desse dessa artéria pode levar a hemorragia maciça e
morte.
SACULAR
SACULAR
SACULAR Ocorre quando a pressão é aumentada formando uma bolsa do lado da artéria, criando uma
Ocorre quando a pressão é aumentada formando uma bolsa do lado da artéria, criando uma
Ocorre quando a pressão é aumentada
formando uma bolsa do lado da artéria,
criando uma saliência.
SACULAR Ocorre quando a pressão é aumentada formando uma bolsa do lado da artéria, criando uma
FUSIFORME
FUSIFORME
FUSIFORME Ocorre quando a Parede se enfraquece em toda sua circunferência.
Ocorre quando a Parede se enfraquece em toda sua circunferência.
Ocorre quando a Parede se
enfraquece em toda sua
circunferência.
FUSIFORME Ocorre quando a Parede se enfraquece em toda sua circunferência.
DISSECANTE
DISSECANTE
DISSECANTE Ocorre quando o sangue é forçado entre as camadas da parede arterial, provocando a separação
Ocorre quando o sangue é forçado entre as camadas da parede arterial, provocando a separação
Ocorre quando o sangue é forçado
entre as camadas da parede arterial,
provocando a separação delas e
criando um vaso lúmen.
o sangue é forçado entre as camadas da parede arterial, provocando a separação delas e criando
FALSO ANEURISMA Ocorre quando há ruptura de todas as camadas da parede arterial, o sangue
FALSO ANEURISMA Ocorre quando há ruptura de todas as camadas da parede arterial, o sangue
FALSO ANEURISMA
Ocorre quando há ruptura de
todas as camadas da parede
arterial, o sangue vaza, mas é
contido pelas estruturas
circunjacentes, formando um
hematoma pela parte externa
do vaso.