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Servigo Piiblico Federal Escola de Especialistas de Aerondutica 8 & hath “% 3 \.8 & becute 2 alae 4 wife md LO POO G Unk ad 08 vinis poi 8 pe tbiKlOes, 2104 Ge pos alt 6088 py -7 shows wymble, regisfivcn a carrésaS ‘ dante Gel WP enigypraeees uf pertle s CH EROS di eg pnrr CPPS, 1 por a «paste cle 87 bee. galt cht per los MOLE. > renee beter X08 CUCEE WN ¢ & os le cl) 1 OS® A doleyecker, ; yy pat B& TANG! wey tee oipb ot vealvles 2 pela’ povoe cesin” SEP piel apes 30,085 OOS py BOs “~ dake ce perresed Risen rere sans PREF£ CIO Este Livro se destina a formagZo técnica espe cializada das 3@ e 48 séries das especialidades: AV, BBO, BEL , BHE,BMT, BHY,BSE , BSH ,BSP JBST ne Escola de Especialistas de Aerondutica: Trabalho cuja natureza é eminentemente téni- co, dele havia de decorrer um acervo de @ificuldades referentes & coleta de conceitos ¢ normas técnicas, os quais possam contribuir 2 fetivamente pare s assimilagSo da teoria bisica de quimica e contro le de tratamento anticorrosivo , com o fim de aplicagdo ez eqhipa- mentos aeronduticos. A estratégia de que nos valemos para atingir os objetivos instrucionais que nos propusemos fundamentar-se-g nos nétodos expozitives, acompanhados de denonstraglo e em algumas téenicas de dinamica de grupo. Consciente das imperfeigdes naturais ainda presentes neste trabalho, estou certe de que no futuro poderemos me Thorlo gragas as contribuigdes positivas aue emanardo dos que por ele seinteressarem sempre visando a um padr&o de instrugaio a cultu- va das tradigSes de ensino da Escola de Especialistas de Aeronduti- ca. BSCOLA DE ESFECIALISUAS Dz A> “oNAUTICA 12,500 ~ GUARAINGUETA ~ SO PAULO Lei pidlac ueegp table & A MOMG riBbS L iy tsdinte ole ob fea pega abo i, A @ Le. © ie otened, GUsriireer é Saphir OO bg viswal Lp pegices eile allt (age i, edide cas I A geese SUL, o ry LO LON SG: A Serpe: Wes he? ole cing sige ve Bae é * OL I = CONTROLE EB TRATAMENTO ANTICORROSIVO 2 FINALIDADE: Omientar os Inspetores, no que diz respeito ao controle e combate ‘a corres&o em equipamentos aerondutioos, com o objetivo dé minimizar os acidentes e outros préjufzos causados pela corrosio ¢ seus efeitos, 2 = INTRODUGHO: Ao comprarmos SOMBRE, una das primei~ ras medidas, que se manifesta oapontsneanente, & 0 exame de seu astado de conservacdo, que nada mais 6 que andlise visual ¢ rudinen tar do, sev estado de deterioraglo gufmicas elesrogufnioa ou diolg~ Sica, Esta € ume das primeiras manifestagces intultivas de Contro- ‘Le @ Qualidade. 3 - CONCBITO DE CORROSKO: corrostie § 9 deterioracia.de um wetal por acho qufaica ou sroqufmica do meio ambiente, DeterioragSo reprecenta alteragses “prejudiciais i javeis, sofridas por um material, apresentando- S¢ como desgaste, mudangas quimicas ou alteragdes éstraturais, A corrosag é um processo espontineo, 6 nad tora 6” eiaprego tetoves, terfames a destruicio completa dos ma- rl pacies _que os processes de corroséio sho. reagdes qui ‘nicas que se passam na superficie do metal e obedecem a leis bem estabelecidas. O.material pode ser metdlico ou nad metdlico: madeira, plas ico, vil jmento, material seramico, ote, AgSes £isicas ou me- ies els ¢ i La po Ser controlada pelas. prop ‘Les sos dn ovoan © composto metdlico formado-pode agir ¢ uma bar. nectar ae ci et ete reina entne o melo eotresive e-o Hetal, dininvinte, assia Hein entre o meio » DOIG L BE has tvs yotolon 2° yntesa pal eLirigco nth GllO5 - . Lge Lpissrow nuts a wo ghlencee es meeps ry 9 ce 02 Todos os metais est30 sujeitos a0 ataque sorrosivo se > meio far ouficentenente agressivo..dssim, ouro eplatsca siio_oren. _ticamente ch Boncse,pois, que. eros! erosao 6 ho 6 0 desgaste. demetais an outros materiale, Rede acho sorasive de Eyslon-(eds-on LUanide) on. movimento, u 2 suspensao. Como exemplos de erosdo, podem ser citados: desgastes de degraus das escadas, gotioulas de 4gua que incidem sobre as palhe tas das turdinag ou hélices el alta velocidade, desgastendo-as no porto de incidéncia. 5 = IMPORTANCIA DA CoRROsTo SerZo abordados' em seguida alguns pontos que evidenciarso a importancia do estude detalhado da corvesko, visando conhecer me Thor suas causas para atenuar seus efeitos, Corrosio metélica & 9 fen’meno inverso ao processo metaliz gico de odtengao dos materiais metélicos. METALURG LA ms MAT, METALICO + METO coRROsho Minério + dnergia O minério a0 processo metalirgico $ representado pelo pro auto da corrose no processo corrosive. A energia consumida no prg cesso metalingico é devolvida na corros3e, Essa energia é porén, inaproveitével, 0 materialcorrofde; quase sex: spre parcialmente,/// constitu um componente de vin equipamento que perde a sua utilidg de e deve ser sudstituldo. Os prejufzos causados pela corrosk0 sao de duas naturecas: @ ~ econdmicos diretos e indiretos; bd = Limitagdes no uso. 0s prejufzos econtmicos diretos sdo representados pelo mi- nério, energia ¢ mlo-de-odre a mais que devem ser empregados para produsir . material met&iico perdido pele corrosio. Jalewla-se que Se.10%.a 12% da produglo anual ie mevais ¢ ligass%o perdidos pele Pofense caloular faciinente 0 que isso representa somenté para o Brasilouja produgée de ago, em 1971, foi de 6 milhndes de toneladas. A corvosio provoce 9 desgate das veservas mundiais de ming eios @ consome energia til, também: cerca de1/4 da produce mm- dial de.terro 6 utilizado enuaimente para subsiituir material des, iguldo por corros&o, 0 que Pépresenta maior cotteuno de mingrio de ferro é de energia, 900 a forma de carvao. . ° Os prejuizos indiretos incluem as despesas com —_protegao. (pintura @ outros); a necessidade de usar materiais de construgao istentes @ sempre mais cards do, que os convencionais ( ter- x exemplo, quando por razSes mecnicac’ bastaria bono); a necessidade de usar mais meterial que o exigide por razdes mec&nicas (6uperdizensionalmentepara compensar a oorrosto OW como medida de seguranga por desconreclmento da verdadeira taxa gor: oso) 3 a interrupgae, da praducao ouda operagio; a perda de. eficiéncia; a contaminacZe; o prejuizo ‘a satide e 2 perda de vidas. “Alguns des8es prejufzds iidiretos podem ser calevlados e,. somados 406 prejutzos diretos, alcangam cifras mito elevadas. : © custo da corresdo para a indietria americena pode ser estimado em 10 milhSes de délares por ano; no Breil, Dutra, Alas venga e Carvalho estimaran, em 1963, em Or8 0,80 0 gasto no comba- te & corros%o por toneladas de dleo cru processada, Segundo Alva - renga e Carvalho, estima-se em cerca de Cr$ 15.860.000,00 0 gasto decorrente de problemas de corros3o nas refinarias de petrdieo ne~ cionais nfo computados o luero cessante), no ano de 1964; 0 -custo anual de corrosao e de seu controle, na Inglaterra, gira em torno de 600 uilhdes de libres esterlinas, incluindo perdas de materiais, lucros cessantes e medidas preventivas adotadas, Estima-se de 10 bilkSes de livras as perdas mundiais., Na Suécia, estima-se em 400 milnées de délares os gastos anuaig com a corresée, incluindo mais Gg 100 milnées de ddiares sé em ferrugem nos autombveis e cerca de 20 milnbes na marina mercantes Para que os equipamentoe industriais trabalhem economicanen te, & necessévio reduair a um minimo as paradas acigentais, > como por exemplo. (1) = A suostituigZ0 de um tubo eorrofdo pode custar rela- Sivamente. pouco,.mas a parada da unidade representa grandes custor no valor da produgio. Nos SUA, @ perda de produgio por hora é esti, % 2 e © OM Siaves. Feria de produto: perda de dleo, ede su fgua através até se fazer o reparo. ) ~ Perse je eficiencia: Aiminuic&e de tre-sterézcia de fos produtos ée.corros’e acumilados, entupimento de excenamento 20m ferrugem, ecesestando aunenser a capacidade de vombeanento., Estimerse em 40 milhGes de Géleres por ano. 6 — TAKA DB CORROSAO Fara se expressar a taxa de corros&o ou ataque uniforme, é comum 0 uso das determinclogias empregadas noe SUA: : ipy: inches penetration per year, isto é, polegadas de pe~ netracZo por ano. & miligrams per square decimeter per day, isto 6, mili- gvamas por decimeiro quairado por dia, 2 em meio oufm f00,08 metais po ididos em trée grupos de acordo com as suas texas B SE Bc onde Col 28 gorrosao @ aplicegZo projetada: confi 2°G,005 ipy: metais com doa resistencia A corrosSe tanto que sio apropriadas para partes erfticas ae equipamentos, como por exemplo: haste de bombas, sede de vdlvulas, molas, etc. ih 0,005 Xo,05 ipy: metais usados no caso em que uma al- ta taxa de corrosao é tolesade, como por exemplo: tangques, tubule gdes, corpo de vélvulas, etc, co 0,05 ipy: metais pouco resistentes daf no serem conve nientes, Fava acSes comuns de vbaixa liga e ligas de alumfnio, corre sho menores do gue 0,01 ipy sao consideradas aceltdveis, Besa taxa de corrosao.corresponde:é 54 mag para og agosye ai9 mdd para as ligas de aluninio, Para o titanio corresponden a 32 mad, Nesse ce 80, porém, devido ao prego desse metal, essa corrosSo nilo é aceitg ~" vel. Nace Standart @M-01-69 (8) recomenda expressar a taxa, de “S coxzosa0 en mpy (mils penetration per year ), isto 6, miiésimo de polegada de penetraglo por ang ou mupy (millimeters penetration per yeer), isto 6, milfmetros de penetragaéo por ano, Estes valores sao calculados pelas equagdes: 0 K Sensidede So. material metAlico a em peso em miligrams, a drea “en. polegasag) quadmades, metlica exposta © 0! tempo: eit'horas. tas equagdes: are corr SORROSTYOS: 24 “ get ‘ Os melos corrosivos mais ftedlientomerite encontrados S30 03 | seguintes: amostere, aguas naturaiss dguardg'mar, solo, produtos qufmicos, alimentos, sudstincies fuididas. Asmoaterat a! ag corrosy da atmosfera. é prindinalments: 4 posiza existente ra aimgsfera toma esta mais _corrésiva porque verifica-set ie : a - Deposigle se materiel nad metdlico, orlande condigdes de aerago digerencial; nas peqas estocadas, ‘por exemplo, as pi #8 nets: atacedas. rs cm = Deposigao de uaherial metAlico, eriando pilhas ae ele trodos diferentes. 0 gases eee mais ‘medllentenentes encontrados 0 mais importante “vonat bhutne corrosive de atmosferas industriais 8 0 90,5 resultante de queima de carvéo, S1e0 @ gaso- lina. Esse aié ade de corrosae t Lesrélit: ce in seré mais acentuado oom o aumento da umidade. £ Aguas Naturais: os materiais met4iicas em contato ob Equa tondem a sofrer corrosio, a qual vai depender se vériae_eubs~ én (1) = Gases dissolvidos: oxigénio, nitrogénio, aidxiae de carbone, aménia, aidxido de enxofre gés sulfférics, (2) - Sais dissolvidos: cloreto de sédic, bicarbonatos de edleio e mansio, cloreto de ferro, cloreto de magnésio, sais de cobre. (3) = Metéria orginica de origem animal ou vegetal. o » u o 06 (4) + Bactérias, algaa. Agua do mer: dentre.os.agentes corrosives naturais, 3a Bg lo. man..6. wa dos. mais wenéegico,, pois, contendo concentragies uelativamente elevadas de ‘sais, funciona como..um eletrgiito forte, permitinde, assim, um processo eletroquimice de corrosio répido, Uma andlise de agua do mar apresenta os seguintes constituintes (em gramas por li.ro de agua): Clorete (617) 18,9799 Sulfate (sof) 2, 6486 Bicarbonato (HOO™. 954597 Brometo (Br-) 09,0646 Fluoreto (F”) 0, 0013 Acido vérico (4,205) 06,0260 on, . Sédio (Na+) 10,5561 Magnéeio (ie*) 11,2720 Céleio (¢a*) ©, 4002 Pot4ssio (K+) 6, 3800 Estréncio(sr@*) 0,013 enente, esses valores podem variar dependendo de cag ais, como, por exemplo, regides préximas a rics; os con Aaminanies considerados em Aguas naturais dever&o ser considerados em fgue do mar. : Solo: © comportamentg do solo como meio corrosive deve ser Gonsiderado de grande importéncia , jevando-se en consideragho es chormes extensGes de oleodutos, cabos telefénicos e tubulagdes. de Agua que exigem wm controle rigoroso de manuteng3o para evitar cor, mosdo..acelerada, A velocidade de corrosao no solo no é influenciaga por Pequenas variagdes na composigio oui estrutura do ego. O que vai in fluenciar mais é a natureza do solo, Assim, destacem-se os seguin- tes fatores: pordsidade (aesragko), condatividade elétrica,. sais Alssolvidos, (inoluindo despolarizantes ou inibidores), umidade,, 2, pH @ bactérias, Produtos Quimicos: mM. eduipamentos usados em processos qui, migos, deye-se levar em consideragdo duas possibilidades: deterig~ -Faga0 do material metélico do equipamento e contaminag&e do produ- -tooudnico, Os fatores que influenciam sho varios e complexos em oT alguus casos.Entre eles sho citados: Pureza do metal, contato de metais dissimilares, natureza da superficie met&lica, puresa . do produto quimico, concentragdo, temperatura e aeraglo. Alimentos: importancia do efeita corrost alimentos a8 : 23.4 %, gerale mente. eipregm-se “Aeidos ‘orgtnicus como agentes conservadores ° dos alimentos, no entanto, esses aéidos podem atacar os recipientes me sdldcos. a Além do cardter téxico dos sais resultant s, também eles podem retirar os adores caracter{sticos'de certos alimentos, bem como ccasionar vencides. Recipientes de chumbo,, embore duraveis, nfo podem ser usados na preparacdo de bebidas @ alimentos, j4 que os sais de chumbo sdo altamente téxicos. Substa@ncias fundidas: a corrosZo ocasienada por esses meios corrosivos esté ligada ao fato do material met&lico ser soltvel no eomposte ou no metal fundido, No cago de metais fundidos, tem-se a formagko de ligas ou de onplte intermetdlicos, 8 ~ VARIAVEIS DOS PROCESSOS DE CoRROSKO: Fode-se verificar que hé uma grande variedade de meiod. cox wosivos aliada & grande variedade de materiais metdlicos. A esses fatores devense adicionar as v4rias formas de empregos desses mate riais, Unig (10),-Rebate(ay @ Lee Czy aprésentam dados que ord, entam no sentiide do emprego correto dos diferentes metdis ¢ ligas, Conclui-se, portant, que sao intmeras as varidveis que podem par= tloipar dos processos de corrosdéo, destacando~se as seguintes: a~ Veriaveis dependentes do material metAlicos (2) (2) (3) - Presenga de impureza Gomposigao quimica Processo de obtengac (4) ~ Tratamentos sérmicos e mecdnieos (5) - GondicSes da superficie (6) - Forma (7) Unido de materiaiss solda, vedites, etc, » - Varidéveis dependentes do meio cornosivo (1) - ComposigZo quimica : (2) - Concentragio oe (3) ~ Impureza : (4) = pH % (5)-= Reor de oxigénte % o 08 (6) - Temperatura (7) ~ Pressdo (8) = Sélidos em suspeusao ce = Varidveis dependentes da forma de emprego (1) = Melos de protec3o contra a corrosao (2) = Solicitacdes mecBnicas (3) - Movimento relative entre o material metdlico o meio . (4) - Gondigdes de imers%o no meio: total ou parcial 2 g — ORIGEM DA CORRENTE ELSTRICA GERADA INTERNAMENTE Come exemplo citaremos a cortosa&o de zinco mergulhado em uma solugdo de cloréte de sddio e ligado ao cobre. A figura abaixo -ilustra o fendmeno que serd deserito em seguid BigagSo entre os dois metais Ceondutor) Cobre (cetodo) f-— Liquido(solugao de Na 61) Na tabela n° I, veremos mais adlante, o zinco tem maior ten aéncia a ceder eletrons que o cobre, quendo mergulhado em um mesmo eletrolito. (1{quido ou g&s condutor de eletricidade). MtBo, have p& um deslocamento de elétrons de zinvo para o cobre por meio do condutor, © sinco, perdendo elétrons, passa para a forma de fons (mm2") 6 entra na solugio. Esses elétrons sZo recebidos pelo cobre 6 dai vio para a soluglc onde s&o captados pelo fon hidrogénio for mando o hidrogenio atémico que em seguida passa a forma molecular e sé libera, 0 ainco que passou para 9 solugZo se combina com . os outres constituintes ignicos presentes na solug&é formando o produ to dd corrosao. Ao expésto, simplificadamente acima, damos o nome de PIIHA DE corROsho, 0 combate & corrosSo em aeronaves é comprovademente uma ta. ‘rega Sraua, diffcil ¢ laboriosa. 09 © fato conhecido & a dificuladade de se provdcar,. em labd’ | vatério, uma corrosao idéntica a que se processou numa determinada parte do avio, Esta dificuldade persiste ainda qué. sé use’os mes mos materiaié e¢ em presenga de meiog mais agressivos que os silos. : tos responsdveis ‘pela corrosSo originals Led 0 expéeto acima encontra sua explicagSo nod fato de sex "0 Avizo um equipamento mével, e consegiieatemente, em menos “dé. 24 ho-~ | & vas pode estar em contato com os mais variados méios e sisnetidd as mais variadas condigSes de tenperatura, pressfo-e-outras varidveis dos processos de corrosdo. A composic%o dos gases de escapamento, gases ssses respon— séveis por uma boa parcela dos problemas de corrosao,’sofre varia-" gdes durante of varios estdgios do desenvolvimento. da poténeia do motors Qtgor de §xido de nitroginio e-partfoulas., de carbone tende a gunentar com 9 aumento. 4g poténcia, enquento qué os “tore ie ae" em owe frog conatituintes tais como vapor Afagua, dxido de enxoire, didxi do de carbond, aldeidos ¢ hidrocarbonétos resultantes. dé etaquea- mento, também, s&0 passfveis de veria%o om suas’ quantidades duran : of te a decolagem, voo © aterragem. Bm uma altitude de 20,000.pés..atemperatura do. az atmosté- ‘rico & d@ aproximadamente =.5°0. nas. regio midade atmoszérica aumentas Esse. ar tnido entra ei contato com o aviao ouja temperatura.é vem mais balsa que a sua @ prontamente se condensa nas stiperficies mais’ friag. Ba. dada rée- eizo que o aviso aterra, a dgva de condensaga9 aptesen ta: compos. 7 Tudo. isto asscolado is diversas solicitagses necSieies'3o fridas pelas chapas, rebites, longavinas, ote. tornam diffoil~ a formag&o ¢ manutengdo das pelfoulas protetoras superticiais. das ligas met&licas que compéem o avido. Estas petfoulas 86.0 Forman em um meio'e em determinadas condigdes, ‘e sdo itiediatamente’ ’ deg truidas em consediléneia | das mudangas inevitaveis.:. Assim, a corroséo prossegue lenta e traicoeiramente, pro= z tegida pela dificuldade de deterninagae do seu real. mécaniono, ten: dendo a aumenter os custos de manuteng’s, provocar, acidentes Oe ¥ twensforman'o avid om sudatas . : ee Adaso objetivo néste primeiro, ‘trabalho nao 8; aca resolver os problenas., de, orrosia, é stity. 260 ecar mente, ensit 010 de no combate ‘a cozrosio © fornecer breves 6 resumidas ’ informax goes referentes ‘as nossas observagdes durante éses anos. A remog&o © tratamento de uma corrosio slo veconhecidamens vhe__partes importantes na conservag3o de um equipanento, porém, so mente a realizagho destas duas operagSes, infeliamente, nao resol ” ve definitivemente o problex mdo o mesmo volta a ocorrer un curto praso.¢ taives..com conseqiénci is graves que riores, Para evitar que isto ocorra, estabelecesemos se= a sequéncia 1égica de medidas, que devem ser tomadas diante de um problema de corros&o. a ~ Classificag3o do tips e forma da corrogso causa pa tober b - IdentificagSo ao meio corrosive ou causa da corros&o ¢ - Identificag8o do material atacade a - Identificag&o de todos og materiais envolvides no pro- cesso da corrosko . : ~ DeterminagSo do mecanisno da corrosio ~ Remogao da corrosae ~ Tratamento ~ Registro do problema ~ ObservagZo periddica BER to “A primeira vista, pode parecer que os finicos itens necessd ios e suficientes sejam os itens (#) e (g) intitulados REMOGHO TRATANENDO, e que os demais possuem apenas interesses did&ticos’ e formais. Na realidade, esses sto os que geralmente sio levados em consideragic, o que justifica os grandes prejuiaos causados : pela corrosSo, principalmente em équipamento aerongutico, 10 = CLASSIPTCAGKO DO TIPO B FORMA DE CoRROSIO © tipo e a forma de uma corros%o em um equipamento nos in forma gerelmente @ causa que ihe deu origem, Ba equipamento serom su fico, geralmente, critica apenas a ocorréneia de im tn: tipo ou forma de corrosdo, e sim uma combinagdo; o dificulta pouco na tomada de medidas corretivas como verenos adiante, " 4A corrosao quanto ao tipo, pode sex dividida de acorde com et © quadro abaixo: ce . 4 A Sal point eters oy petal He fonmos | bine hull spline gmat sf ry get fof hs balsa: Bolainnced lyceerpe banda b th Aapiiloced. YATivA HAS A LEU i Aad f OL IMETAIS DISSIMILARES .. _ Tonics =. CONCENTRA- 4AERAGAO DIFERENCIAL GALVANICA GAO TEMPERATURA DIFEREN- CIAL GAO LOCAL {ariva-passiva @ — GORROSKO BLetroLfetoar é/un tipo ae corrosao, em que a corrente elétrica envolvida no processo & fomnec: fonte externa de corre tipo de corros%o ocorre freatien feonente em estruturas que funcionam'has proximidades de vias .\fén feas ou qualquer outra instelagdo a dorrente continua. Bm nossos equipamentos, tal tipo de corros%o minoa foi reportado, popém nfo podenos atestar essa impossibilidade tendo en vista a oxisténcia , em Hossos equipamentos, de fonte de corrente continua ¢ & bem pog sfvel que alguns casos de corrosie tenham sido originados por fu. ga dessa corrente. Esta possibilidade est& sendo eatudada em nose se laboratéric. b ~ CORROSHO GALVANICA: 8 aquela em que a gorrosso & prove cada com a participagac de uma corrente elétrica rs interna. A..Com..os.proprios constituintes.- do mente pela formagio de uma pi 9a Dos tipos de pilhas que podem provocar a corros%o gal- vanica, civaremos as mais importantes: (1) - Pilha de netais dissimilares A experiéncia mostra que quando eolocamos dois metaio difevontes en un L{quido condutor de eletricidade e estabe lecenos um intimo contato entre os deis, formanos uma pilha onda diferenca de potencial e intensidade de convente dependerSo da 9 entre eles e das eons e603 de temperatura 2 pressho do conjun Bm nossos equipamentos, so comms e inevitdveis ae ovorréncias de tais jungdes metdlicas, as quais slo‘ impostas por fatores diversos, tais como, prego, peso, resistincia estrutu- ral, ete. « @ Na _construcao de wu av. Bo A preveng&o contra a corrosto, embora se ja° levada en conside: a i te mais importanie do prose Seria impossfve1 tireconomico, construiz um avin Camenic, evitar os problemas Um Unico material, visando, wi de corros&o por motais daz Entéo diante dessa impossivil. manuteng&o e conservagSo das itévei ede de materiais disk Sinileres, ¢ em caso de infeio de corrosio, estabeleceremos 0 exe fo processo conretive, que poderd consistin de” waa simples remogSo. e OSEESEG Gg sunstisuice da. Parte, OU Ae panies afsiades: soo ° Rigko Ja verte » reba fo _satruturel de mesma, alén 2 oes, é necessé— der as partes que Ficargo en contato, 4 tabela abaixo nos-fornece informagés- que po GSm nos ajuder na escolha dos materiais para substituigdes e repa pos estruturais baseados na série galvénics, bem como dos problenas “que podem ocorrer quando temos jungdes'desses materiais, . BABBLA I fee ~~ ~~ SERIB GALVANyoa pos sia tela EM BQUIPAMENTO. AF, a fer i Shae ; potencies Orrog vO 1 - Magnésio d.- ap all fy fia = Cumbo 2 = Ligas de Magnésio 22 = Estanho “3. = Binco 23 - Inconel. “4 = Alun. 7075 sem trat, témmico 24 - Hastelioy ¢ 5 = Alum, 6061 sem trat. térmico 25 — Hastelloy B | 8 = Alun, 6061 sen trat. térmico ne Hastelloy A 7 = Kim. 2024 alolaa 21 - Cobre 8 = Alun. 6061 - 26 29 - higas de niquel e cobre 9 = Alum, 7075 - 76 30°— PitSnio To = Alum. 7178 31 ~ Solda de prata ll ~ Cdamio 32 — Niquel passivado 12 = Alum. 2027 = 04 33 ~ Inconel passivado ‘s 13 ~ Alum. 2024 - 74 34 = Ligas de ferro e cromo’ ° 14 - Alun, 2014 - 16 35 - 18-8 Passivado 25 = Keo ou ferro 36 = Hastelloy © passivado 16 = Ferro Fundigo 37+. Prata "17 = Liga ae Ferro e Cromo 38 - Grafite 18 = Sfquer . 39 ~ Oure re) 49 ~"“InoxfdaveL 1s-8 40 - Platina SS 20 ~ Ligas de chumbo estanho O13 os isposta.em_ordem Gecrestens) ae oténcias e hos Of uma-idéia. do atague corrosive que. keramos. quane do alguns desses materiais séo colocados em contatd em presenca de um Fiulac condutor sem o devido asolamento. ExenplotNa tabela, quanto mais distantes esti LC weonennt AUONGO Mais distantes est: materiais, me ie. LOErOSsivos Se colocarmos mm fio de magnésio e outro de ginco ambos merguihados numa solugo de 4cido sulftrico e intexcalarmos, mm dois no clvouite, assim formendo uma limpade de flax, verificamas que 0 fluxo de elétrons & capaz de acender a 1impada, 9 exposto acima, confizma que ao escolkermos um material para fazer um reparo, de modo que n&o se possa evitar a dissimileg3o, devemos orientar a nossa seleg&o de modo que og mé. tais que estio em contato, estejam bem préximos na tabela,y isto é; on? 1 com 2, 0 n9 20 com 21, ¢ assim por dante. Ne pr&tica, nem sempre isso 6 possfvel, _ lencamos méo de detérminados artitfoios para atenuar a agfo da ‘pi ‘Uae formada quando somos, obrigados a usar, por exeiplo, liges de magnésio em contate com aluminio 2024~4,. Um outro examplo t{pi- co. 8 0 contato inevitével do parafuso de ago com a chapa.de alumt nio na maioria das fixagSes. N&o podemos sudstituir a chapa de alu ninio por ago ¢ nem o parafuso de ago por alunfnio, Na tabela, um Son? 7, © 0 ontro 6 on? 15, Nestas condigées, se nehuma preven” So for utilizade, terenos, fatalnonte, um sério problema.de corrg séo com ghague severo ao aluninio, embora possa parecer que o ago esteja sendo atacado,. No caso acima, para evitar ov atenuaz o ataque, procede-se da seguinte forma: (a) = Dé-se um banho de edamio no varafuao, para con isso diminuir-mos a distancia entre os materiais na tabela, Gininuinds consegiient. ie 5 potencial da ormade. B eviden te que o cddmio, embora lentamente, sera atacado, pofem,.& muito mais f&cil dar wm novo banko de chdmio no parafuso durante uma. revis&o do que trocar uma chapa inutilizeda pela corrosdas 0 banho Ge cddmio, além de diminuir « distincia entre os dois matériais na tabela, ainda promove wna protegio catédisa a cabega ag parafuso exposta a0 meio ambiente,” 2 4 “ : (b) = Shapa.apés fixeeSo evitango con tato do eletrélito com os met: dissimilaves, Maicres - detathes serao vistos na parte prdtica de laboratério. 3 o “ot, Pavsfusos de ago nfo cadmiados Liga de Aluminio 7075-16 | Fig. 1 Corrosdo por meteis dissimilares (2) = PILHA DE concantRagdo Os tipos de pilhas de concentragao m contrados em nossos equipamentos s&o: (a) ~ Pilha de concent: (b) = Pilha de Aeragéa Diferencial En ambos os casos, nfo 6 necessdrio que os metais em contato sejam diferentes. No primeiro caso, basta’ que eletrélito contenha fons gio metal usado e que haja uma varieg&o de concentragio dégse fon “en determinaios pontos. segunde caso & caracterfaade por concentragho dite rencial de Gxigénid, isto é, pela existéncia de éreas mais aorades que outras, As figuras abaixo esclarecerZo melhor as ocorréncias da prdtica. yintitood? cl Lp Giro o prhh i Corrosao Corrosao Fig. 2 Fig. 3 ¢ Na figura 2, temos uma ilustragao de um caso t{pico de pilha de concentragZo idnica. Os fons do metal se coneentram mais junto aos rebites do que nas bordas das chapas, devido a0 arraste dos mesmos pelo eletrélito, dando origem ac aparecimento: de uma area anéddica nas bordas da junta rebitada. . Na figura 3, observamos um fendmeno inmverso, 0 ata- que se processa mais acentuada junto ao rebite, gnile_a concentre ~ gio de oxigénio & menor devido’s aitfeii aeracdo, Pemos assim, uma pila de aeragao diferencial. SS Na pratica, os dois fendmenos ocorren simultaneamen— te_com predom{inio de um ou outro dependendo de wma. sézie de fi ols LeS0, (3) - PILHA DE aghO LOCAL: Uma, metalica, _por mais homogénea que possa, aparecer, apresenta na pealidade, irregularidades que infelismente nao s&o percebidas a olho ni, Uma pequena falha na estritura cris- taling dé liga metélica interna ov externamente, pode provocar 0 aparecimento de uma grea anddica, aue em contato:com eletrélito pg de provocar uma severa corrosde localizada, 0 eletrélite a que sem pre nos reverimos pode sero ar contaminado com os mais ‘> variados tipos de impureza, pode ser tainbém dgua da chuva, material de lime pesa, solughic se beteria, vesfauo de removedores , etc. Quaisquer desses materiais, em contato com a chapa metAlica, poderdo provocar corrosdo nas areas anédicas da mesma, ou promover o aparecimento de 4reas anédicas pelo ataque seletivo do revestimento protetor. woe Deposito de matéria estranha Pericule passive A metéria estrenha des~ troi a pelicula proteto re, deizando o metal ex posto 20 ataque, Figs 4 11 = FORMAS DE coRRosio A corrosio pode se apresentar sdbre as mais ‘veriadas for mas das quais podemos destacar: a ~ CORROSAO UNIFORME OU GENERALZZaDA Huma corros%o na qual no hé ataque preferencial. A superficie é atacada em toda a sua extensSo apresentando ~caracte~ risticas que varian com a natureza do material e do tipo de conta minante. No atuninio,* por exemplo, a primeira manifestagao ~ desta forma de corrosGo @ evidenciada pelo aparecimento de ume deséolora go da chapa, Apés algum tempo, essa superficie passaia apresentar mingsculas rugosidades perceptiveis ao tato com o destaque de um p6 brance que € o produto da corros30. Esta forma de corrogSo é freqiientemente provocada pelo ataquédireto por dcidos, material de Limpesa nfo especificado, atmosfera industrial e marinha, ¢ gases de escapamento, dleo lubrificante, fama, eto. % O16 b = CORROSHO LOCAEITZADA A corros&o 6 dita localizads, quando ela se processa em determinados pontos preferenciais de uma chapa ou estrutura, e se apresenta sob as seguintes formas PITTING ALVEOLAR: * INTERGRANULAR TRANSGRANULAR DESPOLHAMSNTO. (1) - Gorros3o por "PITTING" 8 uma forma de corresae muito _izealiente « em quese A presenga desta forma de corrosio é evidenciada pela presenga de un pé branco ou cinga na superf{oie do alum{pio. Ao removermos o p6, . notamos peqnenas cavidedes na superficie do material,A estes omdicins ‘@amos o nome de PETING ou PONTIPORME, ¢ & caragterisada pela | prow fundidade: ser sempre maior que o aigmetro da base como 6 visto na figura n° 5, Pelo fato de ser localizada, este forma de corrosae 6 extremamente prejudicial. . 4 figure 025 mog ‘tra uma chape e¢ um sorte da mesma,2ta cade por corroséa Big. 5 em forme de Pitting (2) = CORROSAO ALVEOLAR Ssta forma de corrosao é semelhante a anterior, diferindo apenas nas dimensdes e formas das cavidades. 0 Pitting em a forma aproximadamente cénica, enquanto que o ALVEOLO 6 menos profundo e arredondado como mostra a figura n& 6. Na figura n? 6, podemos notar a WI Y/Y). que o diametro dacavidade é maior que a profundidade, Pig. 6 (3) ~ CORROSHO INTERGRANULAR £ uma forma de corrosio, que infelizmente, sd 6 2 feio. do seu processemento por intermédio de raio X 9 ou teste ultrassiico , pois a mesma se processa entre og gréos da estrutura cristalina do material 6 s6 é percebida por inspegdo vi- sual apds um determinado estdgio do seu. desenvolvimento. B umafors 9 & na extremamente prejudicial porque diminul considerevelmente 4 vesisténeia do material. Na corrosic intergranular, o produte da corrosaa pro voca tensdes internas na estrutura.s Bigs? (4) = CORROSZO TRANSGRANULAR _Semelhante & anterior diferindo no fata de se pro cessar n3o entre os gros © sim, nos préprios graos da ~ estrutura. cristalina, b LIEN TEER 7 & Fig. 8 (5) = GORROSKO POR DESPOLHAMENTO # uma decorréncia dos dois casos antertorese © produto da correséo intergranular ¢ transgranular, por necessitar “ge espago para o seu desenvolvimento e expansio, exerce «| preSades” sobre es camadas granulares mais externas provocando 0 declocemen+ to das mesmas, tazao pela qual, notamos um empalamento na supért{ cle e posteriormente um desfolhemento. Pig. 9 12 - IDENTIFICAGKO DO MBIO CORROSIVO OU CAUSA DA CoaRoso Denominamos agente corrosive, 2 toda e qualquer substan — oia capaz de reagir direta ou indiretamente como metalou liga met&lica produzindo a corrosie quimica ou eletroquf{mica. 0s agen — tes oorresivos mais comuns, s3o os dcidos, bases, sais, ar atmosfé rico, 4gua e microorganism. « base, em conteto com o alumfnio ou magnésio pode producir O18 Os Zcidos, em geral, corroem quase todas as ligas usadas em equipamento eerondutico, A velocidade @ 2 grevidade do ataque dependerdo da naturesa do metal ov liga e de outros fatores tais cg mo, concertragio, temperatura e tempo de exposigdo. 0 gcido, que ais problemas tem causado aos nossos equipamentos, é o dciéo sui=* Ehwico como solugdo de vateria. Tenos também os dcidos helogensdos provenientes da descomposig30 dos novos materiais usados em ex+ tinsores de incéndio quando no devidamente inspecionados. Fodemos citer ainda os dcidos organicos, provenientes dos detritos de ali~ nentos e de outras fontes. 0 Acido nfzzico n&o ataca o alumfnio, mas. o. mesmo nko, ocerre con.o magnésio que.é.violentamente atacedo por este Scido. AS bases nZo s&o to severasquanto os foie ataque corrosive na auséncia de inibidores convenientes. Quanto aos sais, no podemos generalizar a sua agao cor rosiva para todos os metais, Tudo dependerd da interagZo entre ca da sale cada liga metdlica, 0 que podemos afirmar é que os sais, quando em solugdo, sie bons eletrélitos, e assim sendo facilitam o processo corrosivo, podendo nao tomar parte na reacdo quimica, A_corrosividade de ar atmosférico é avaliada em funglo dos seus coustituintes ¢ de sua contaminagdo que varia de secordo com o local. 4 corrosdo resulta fregilentemente da ag%o direta do oxigénio auxiliado pele wnidade, Isto ocorre principalmente em Ligag ferrosas. Bm etmosfera industrial, temos como principais con- jeminantes..os S0,.e 50,, enquanto que em etmosfera maritime temos os cloretos ne fovma ae sertfoules salinas ou solugo saturada na agua existente no ar. Hosa Agua se condensa na superffeie inicien do assim a corros%o. Como podemes observar, os agentes corrosives so “intme~ rose A perfeita identificsgZo do agente apresenta a vantagem de escolhermos com seguranga o tretamento e proteg&o correta para oo problema em questo, Se nada adianta proteger alguma coisa, sem sa ber contra a que estemos protegendo, De nada adiantard proteger ab guna colea, sem saber contra a que estamos protegendo. De nada, adiantard proteger uma superffoie que foi atacada por Scido pelar- ginico e esteres Avs éleos Iubrizicantes sintéticos como convent ional primer Ge cromato de zinco, quando ne reslidade protecko sorreta seria um orimeiro‘s base de nitrocelulose com posterior aca, vamento com lece acr{lica & base de nitrocelulose. Ro, fica patenteada pelo exemplo acima, a importéncia O19 que devemos dara identificagio do meio corrosive antes de quai— quer medida corretiva. 15 = IDENTIFICAGKO DO MATERIAL AvacaDo A identificage do material atacade presta um grande ay xfiio e é indispencdvel na escolha do processo de remogao, trata mento e posterior acabamento organico ou inorgauico a set proces sado, Cada material exige um tratamento especifice devido™ds di~ ferentes atividades quimicas de cada material em particular. Apli car primer de cromato de zinco numa pega de magnésio ou Liga,sem enteriormente traté-la convenientemente ou aplicar alodine jul~ gando ser alumfnio, 6 condenar a pega de magnésio ou liga ao ata que impiedoso da corrosdo. 0 mesmo ocorvendo como * ankimdnio quando tratade com eolugdo fosférica. Para determinados avides, as TOs ov Ofs-3, nos fornece indicagdes sobre as ligas usadas. Em caso de divide podemos re- correr a 10. 1-1-2 que apresentam um teste pritico e rapide de identificagdo de metais e algumas ligas. 14 = IDENTIFICAGAO DE TODOS OS MATERIAIS ENVOLVIDOS NO ...FRO CHSSO CORROSIVO Somente a identificagdo do material atacado pode nao ser suficiente para uma boa andlise do problema. Bnecessario tam vém a identificagdo dos materiaia adjacentes & area corrofda, Um outro metal ou liga em contato com o atacade pode ter sido o cau sador da corrosao se estiver funcionando como catode, @ isto po- deré nos conduzir a ume medida corretiva completamente diferente gaquela que seria tomada se isso n&o fosse verificado.s A presen~ ga de vm parafuso que tena perdide o seu vanbo de cddmio e = em contato com o aluminio, pode dar ao leigo uma impressdo cerrénea ae que o parafuso 6 que esteja sofrendo o maior ataque corrosive surgindo imediatamente a infelic medida, que consiste, freqiiente mente, em lixar a cabece do parafuso arranhando a chapa e iran- Ao em conseaiiéncia a sua camada protetora e em seguida aplicando o tradicional primer, Outra medida infeliz, verificada constantg mente, & a aplicagdo de um produto quimico na cabega do parafuso para remover a corros&c, Esse produto fica retido entre a cabega do parafuso e @ chapa,criaido um ambiente proprio para a corro~ sho galvinica que lentemente provoce a destruigo da ckepa, Tudo isto pode sez eliminado com um simples vanko de cddmio ou outras medidas corzetas requeridas pela perfeita jdentificagao dos mate 8 020 viais envolvidos no processo corrosive. 15 - DETERMINAGKO DO MBCANIsWO DA CORROSZO Este Uma das fases mais de_um probleme, de corros%o,.A.sua.importancia & imcontestdvel. Foi mediante o estude do mecanismo, que o problem da corroséio em oleg autos fo eatisfatério e definitivanents resolvido com auxflio da protec#o catédioa com corrente impressa. Sobre mecanismo de corro- so e sua inporténcis muito se pederia tratar, porén o assunto,gor sua complexidade foge ao esedpo deste trabalho, ficando aberto es~ te paréntese pera uma .outra oportunidade. 16 - REMOGAO DE CORROSZo A vemog8o de uma corrosdo, embors possa pare~ cer muito elementar, envolve um estudo cuidedoso dos processos a serem utilizedos ¢ requer a utilizagSo de aHo-de-obra especializa- Ga @ de ovganizagSo de cquipe treinadas, destacadae pare este fim e de assisténeia técnica permanente. A corros8o pode ser removide por processo wut: O9\ mecBnicoou por associagSo iéstes, dependendo da forma ou th po de corrosac, da natureza e espessura ao material e ainda da lo- calizaclo de verte ataceda. a ~ REMOGKO MEOANTCA (2) ~ A remog%o mecfnica ¢ usada em pecas que: (a) - nBo sofram deformagSes cfcli~ cas ou permanentes quando submetidas solicitagSes mec&nicas por agao abrasiva: (b) - no sejeam ge pequenes dimen sdes; {c) ~ nllo sejam de dimensionamerto rigoroso; (4) - tenhem sido vitimadas por cor rosio pitting, alveolar, desfolhamento ou corros%o uniforme en grandes dreas; (2) - Os principais tipos de remogSo me- canica efor 022, “oak (a) ~ Lixemento manual’ ou com auxftic de ndquina pneundtica; . {b) ~ jateamento seco’ ou vmidoy” (c) ~ raspagem com espdtula; (4) - escovamento com escovas eaveciais; (e) = polimento mec&nico (f) - eomerilnanenta, © tipo de remogZo mec&nioa a sei emprega. do deve ser selecionado com todo o cuidado para que nfo se ultras. Passem 06 limites de profundida espec{ficos pare cada caso, Nic @ xiste um regra geral e nen limites fixos, Cada.parte estrutural possui 6 sua tolerdncia de rebaixamento por tratamento. meenico e varie de avido para avido, Na parte prética do nosso trabalho, a~ presentaremos 06 processos mais importantes e aplicdveis a eqii- pamente aerondutico. ‘> ~ REMOGAO QuIMrca Este tipo de remog&o se aplica a. corro~ s8o leve e é fundamentada na reacdo qufmica que se processes entre © removedor e produto da corros%o. # reconendada nos lugares on- de néo haja o perigo de tens%o residual nag fendas e reentran— cias. # um processo que estd em pleno desenvolvimento devido‘a fa Cilidade de aplicaglo, diminuigdo de mio-de-obra ¢ eficiéncia quan do bem aplicade. As pesquisas sio intensas nos grandes centros industriais; a cada dia novos produtos vio surgindo « novas téonicas v3o sendo introdusidas no vasto campo da corrosSo. s removedores quimicos de corrosie po dex ser(Zeidos ou alealinos sendo os dcidos mais usados em eaui- pamento aerondutico, Dentre os removedores deidos, o8 mais y sados 280 equeles a base de dcido fosférico tais como, MIT-M-10578, MII—C-25378,...MIS~0-38334 @ outros. Os removedores alealinos s&0 pouco divul- gados e pouco utilizados por falta de orientagdo técnica duanto’a sua aplicabilidede. a % © 022 “Snvenogfo alceline 6 de granie wilnigede | para as ligas ferrosas excluinds oe xeas dnoxiddveis. Sete compas” to tem revelade grande eficiéneia na renogfo ao dxido vermelho de ferro, removendo ainda graxa, éleo e tinta por simples imerso e atende ‘a especificagHo MIL-C-14460, 17 ~ TRATAMENTO 0 tramento da grea. atacada, apés a remo— go nec&nica ou quimica, £ a parte que enrolve a trensformagio de superficie aetdlica em uma camada ndo metélica mais estdvel do pon to de vista energético que propicia protegdo © condigdes favors — veis ‘s aderéneia do posterior acavanento orginica, Para cada liga, existe um tretamento es- pectfico. Nos limiteremos neste trabalho ao tratamento das princi, pais ligas usadas em equipamento aerondutico, @ ~ TRATAMENTO DAS LIGAS DE aLuM{NTo As ligas de alumfnio s&%o largamente empresad: construgdo de av: sisténcia © co: flexi: dade, ets. ge face do seu baixo peso, re dade & energia radiente formabili— SORES Sheree radiente formabili— © alumfnio, por si sé, promove a sua propria protegSo com a formagSo de uma fina pelfoula de éxiao ae sluninjo em sue superficie. Poréa, essa pelfoula formeda natural- nente, nfo possul as propriedades necessdrias ¢ suficientes para suportar @ agreasividede dos meios corrosives a que ele & fregtien tenente submetido. Para suprir a essa deficiéncia, Jangamos ado Ags dos tratamentos que 6m como objetivo acelerar a formago de Sxido “de aiumfnio na superficie do material, porém com oaracterts tices protetoras. mais rfgidas que ne forma cao ural, como dune: wa, insolubidade © composic&o qufmica de pelfoula. De todos os processes, os mis usa dos sor hv nls pl snovrzacko-ai ref Eee mi aie MJT” ssomraago BLD? CfFENVLO FOSFATIZACZO MNCOPRAY PRETA ~ NIGROSINA te Manoel 023 (1) - sxopizagio @ um tratamento eletro-guifmico conduzi do om um vanho eldtrolftico com a peg fas 3 eldtroit com @ pega de alumfnio func: wo _apodo. Daa aolugbys, as mais usadas so as deida sulfirica ed * gido erdmico, 0 filme\ge dxido formado, init: mente, apresenta-se indo _co~ bastante poroso por se thatar de un dxido amorfo, gortanto ¢ neces séio um tratarento posterior que consiste on dar ue vanho de dgva quente com o objetive de hidratar a pelfoula, prevecendo un aumento de volune com consegtionte fechemente dos pores. Ba alguns casos, apés c citado tratamento, ainda se procede um vane corante, podendo-se ubilizar as mais variadas cores poréa ex aviaglo, geral mente ispensa~se éete iltimo proceasamento a nSo ser em casos es- peciais onde se usa a anodizagSo preta, usando-: OO NIGROSHNA, processo muito ussdo_nas tampas de boca ae tanques de 3 ‘combust{vel de slguns avi8es, , temento para aumentar a resistencia A corrosfo e sgover Gein, aae~ 6 3 = Sa nGle a Pevestimes tos arganicoss (2) ~ aLoprzagzo Nes unidades onde no se possui eqhipe mento pare anodizagSo,usa~se a alodizagio com um produto de espeos, Ficagdo MELO-5541, Bete produto se constitei de doido oxdmico, fos fato, flucretos © wm sal duplo de Gesto ¢ Rotéssio, e tem como FL Shelidade tranefermar e saperffoie do alumfnio em uma peifoula migu Oo, me~ ta de Sxido de alumfnio, Szido de lerome.e,fostato de alumfn: nos ativa e conseqlientemente mais resistente & corres: Existen duas classes de alodine: (a) ~ alodine 1.200 (>) ~ alodine 1.000 © alodine 1.200, apds a sua aplicagio por imere%o ou 4 pincel deixa a cuperficie com una cér amarela, recomendada para pecas que devam recever pintura. © alodine 1,000 protege a superffete sem modificar a sua cor natural e por essa razéc é recomendado pa~ re superficie que nfo deve veceber acabamento orginico, como por 024 éxemplo, as superficies de comando de alguns avides. Darenos abaixo uma relagSo ‘de produtos uga dos para tratamento e acabamento organico em ligas de alumfnio: (ee) stodine 1.000 ov 2,200 _=_MEIRC-5541 (ab) - Yash primer ~ MIT“6-8514 (ae) ~ Primerta” aufdica modificads MIL-P-7962 — , _ Aad) ~ Revestimento final com léta acrfli~ cas base de nitrogelitiose NIL~Tn19537 de nitrocelulose, al~ _ Este ¢ apenas um exemplo de tratemento que é empregado em geval na parte exterior do avido em locais sujeitos ‘a exposig&o a éleo lubrificante sintético. Outros acabamentos podem ser usados tais ‘eomot laca alqui@ica, esmalte vinflico, esmalte alqufdico e polit “retana. A escolha dependerd das condigdes de operacdes da parte a ser protegida. ‘b - TRATAMENTO DAS LIGAS DB MAGNHSIO ° Pésoy encontra larga eplicagdo em partes estrubturais das aeronaves, ésio e suas ligas, em face do baixo Estes ligas sdo altamente sucept{veis ‘a corrosiio quando expostas a0 meio ambiente sem a devida protegéo. : Os éxidos ¢ os carbonatos formados na su- perffoie do magndsio e¢ suas ligas, normalmente, quando formados naty ralmente nfo fornecem protege conveniente. A.velocidade da corroso aumenta quando es tas ligas est%o em contato com dgua ou periddicamente sujeitas Au midade. A situago se agrava ainda mais, quando um lige de magné~ sio se encontra em contato com uma outra liga metdlica e om presen, ga de um eletrélito. A situagSo pode ser atenuada como correto i> solamento das partes em contato. OBS: Ndo usar alodine em magnésio e sua ligas , e n&o aplicar revestimento orginico antes de tratar @ superficie. O ntmero de férmules, processos e patentes referentes ao tratamento das ligas de magnésio eumenta considera — velmente, 025 O mais usade é aquele que atende 2 especifica Ho MIL-M-3171 que consiste em uma solugSo ae deido ordmico, sulfa— to de edleio ¢ dgua cuja preparagio daremos abaixo: Sm um tanque de ago inoxiddvel, alumfnio ow pidstico, adicionar 10 g de deido crémico e 7,5 @ de sulfate de cdl, cio para cada litro d'ague usada, agitando Tigoronamente durante a preparagdo. A sedimentag&o de uma parte do sulfate de cal, cio no fundo do tangue § normal devido*a sua pouca solubilidade. no meio em questo, portanto, ¢ importante manter a solucSo em cons— tante agitagao. oduto pode ser usado a pincel ou por imer 880. Normaimente,a aplicag@o™iyra de 1 a 4 minutoss 0 tempo de expo sigdo tem grande influéncia nas ca; igaS e colorag&o da pelt ecula. O contréle da pelfoula é qué prejudica a protegdo. Para“uma boa aderéncia™ig acabamento or- 21,5 minutos f coloragdo castanho-escuro que segundo - ¥éirios -ginico, a experiéncia m ra que uma exposicaa de 0, promove uma oamads autores é a ‘ferida, ficando as outras coloragdes consideradas eg, mo decorativas. Apds este tratamento, com posterior exaguanen, to © secagem, procede~se o tratanento © protegéio finel de pintura que pode ser o meamo usado para alumfnio, dando-se preferéncia‘a a- plicagio igicial de um material resino-deido, como por exemplo °. wash primer MIL-C-8514 ¢ uma dem&o de primer cromato de sinco MIL-C 8585 com posterior acabamento final de acoiio com as'mecessidades 9 peracionais, , 0 tratamento eletroqufmico encontra ~ -teiihém Jarga aplicagSo protetora e obedece ‘a mesma especificagdo MIL—M.~ 3171, sendo a primeira do tipo VI e esta ao tipo IV que consiate de um banho em uma solugfo de sulfates, doide crémico e aménia em tan~ que de ago ou pldstico. Um tempo de 10 a 30 mirtitos promove. uma boa Protegéo contra corrosio que é cavacterizada pela coloragio vpretka. que aparece na superficie do magnésio. . x 026. < TRATAMENTO DOS METATS FERROSOS Os metais ferrosos so divididos em dois era” post (1) = Ferro e aco carbono (2) - agos inoxiadveis (a) - FERRO E AgOS CARBONO Estes materiais sio mais usadoena fabricagdo de parafusos, porcas, arruslas suportes, tirentes e una série de outras aplicagdes. So geralmente revestidas com outros me, tais por deposigio eletrolitica tais como, banho de eddaiv, niquel, zinco, prata, cromo com o fim de proteg¢—loe da agde corrosiva ae vérios meios onde sfo usados. Dos fosfatizantes ‘a base de doito fosférico o mais | supregado © de sécB aplicaoio éaquéle que,Cten- titulo de ilustragdes, citaremos a seqliancia ganico & base de resine alqufdica: férica, espec. MIT~M~10578 7 (ab) = Enzaguanento secagen (ac}.~ Aplicag&o de rdyestimento pré-primdrio MIL-C-8514 (ad) ~ Revestimento primdMgo sin- tético resistente 2 secagem rdpida de lacas PP-P-654, (ae) - Acabamento final brilhante ou semi-b; te com laca de secagem répida, &) = ACOS INOXIDAVEIS: Os agos inoxiddveis sio basicamente ligas ge Eermere-erotio, podendo conter outros elementos ligas tais como, nf— Quel, molibideno, tit&nio, nidbio, ete. para conferir caracter{sti- cas diversas 4 estas ligas. As ligas de ago inoxiddvel esto divididas en dois grupos: 027 (1) - Austenfticas, aie. contém como princi pais elementos liga, o cromo e nfquel,cuja pelfeula protetora. “gi: perficial $ mais resistente.a corrosdo. (2) - Ferriticas, oujo. elemento principal & © eromo e so notérias por possibilitarém.o tratamento térmico. © tratamento de superficie para as 1i gas de ago inoxiddvel é muito simples e se processa em uma solugdo. de dcido crSmico, seguido de um tratamento com solugSo de dicrouato de sédio. Bate tratamento ¢ denominado PASSIVACKO do ago “inoxiddve: © consiste fundamentalmente ne formag’o de wna pelfewla de eromo ad sociade com éxido de owtros elementos liga, e eujo valor protetor de pende da composig&o, espessura, porosidede ¢ dureza da pelfoula for, mada. 0s agos inoxiddveis normalmente nao ¢ sao pintadas, a née ser que sejam usados em meios extremamente agres sy, sivos. ‘ e ~ TRATAMENTO DAS LIGAS E COBRE 0 cobre @ suas ligas sic bastante resistentes ao ataque corrosivo pela ago da atnosfera. Os tratamentos e pintu- va s80 rarawente usados, a nilo ser para fine decorativos, &. pelfoule verde normalmente encontrada na superffeiedo cobre e suas ligas nao trazem nenhum perigo ao material. Bata pelfcula ¢ denominada .PATI~ WA, e se constitui principalmente de culfato de cobre e ‘carbonato hidratede de cobre ¢ oferece uma boa proteg%io ac metal contra a cor rosto, Esta pelfoula no entanto, poderd ser removida quando a mesma apresentar incovenientes, como no caso dos contatos ‘elétricos, que s&o prejudicados pela presenga deste material dieiétrico. f - TERANro 0 titanic e suas ligas tn numerosos empre- gos em aerenaves, principalmente em locais sujeitos a temperaturase levadas, Meamo 2 estas temperaturas, o titfnio e suas ligas conser- vom & sua resist@ncia‘s corros’e, formando pelfoulas protetoras que variam de cor com a variag&o de temperatura, 0 titSnio também nfo requer tratamentos espe ciais, por si sé ele promove a sua préprie protege. 028 18 ~ REGISTRO DO PROBLEMA f ae grande importancia que todc e qualquer problema de corros&o seja devidamente registrado em uma ficha ou livro pertencente a cade aviBo constando de: a - meio corrosive b = naturezs do material atacado c= nmateriais diretemente: ligados so proble ma da ebtrosio a ~ forma e tipo da corroséo e - mecanisno da corrosdo (se poss{vel) f = medida corretiva. Bstes dados deven ser enviados’a agéneia de corrosSo a que pertence a unidade e serdo de grande utilidade pa- “ra une future padronisagio © divulgagiio das téonicas, provessos e produtos usados na PREVENGKO e COMBATE A CORROSKO em eanipamanto serondutico, que até o presente momento deixa muito a desejar por falta de um intercdmbio téenico entre as diversas agincias de cor- roséo éspalhadas pélo Brasil a fora. .219 = OBSERVAGKO PERIGDICA tim problema de corros%o resclvido dentro-aas ecomendadas pela literatura especializada e sssociada com um pougo de. bom=senso, dificilmente fracasea. Var e\naturena 1 traigoéira e pequenos detalhes doe fenénenos naturais passar despersebidos ©, conseaiientenente imprevisves podem surgir, com,’ 0 ‘tempos Portanko, & importante, que, sélo menos , durante dlgum tempo, sejan feités inspegSes peridaicas nos | locads ‘ane “tenham!gido eubnetidos,ia REMOQOES B TRATAMENTOS “DE CORROSAO, ” com he atestarmoe ou ado 0 Sxito do processamento antedior; se ,fazérnos as devidas corregdes que se fizerer necessdri, - 20 ~ INFORMACOES PARA LOCALIZAGXO B IDENTZFICA~ GEO DE CORROSKO EM AERONAVES at cBgEhzv0 : 20 s snfomingipe pare Locailitze— . Bae ~ 029 go ¢ a identificagdo de corros%o em aeronave. - DESENVOLVIMENTO DO OBJETIVO Na fabricagao de um avido, atualmente, sfo empregados os mais diferentes tipoes de motais e ligss, para a tender as mais @iversas exigancias. Assim encorbramos as ligas de titanic, alumfnio, magnésio @ age inoxiddvel, etc. Embora a corrosio nos avides seja fun- g&o do maior ou menos cuidado da manutenc&o, do tipo de operagfo, do local de operagHo e haja também avides que apresentam corrosdo generalizada devido ao material empregado, podemos verificar due existem AREAS CEREAS, em que a corrosao ocorre normalmente em to— dos 08 avides, Para a localizagBo e a identificagio da corrosSe nestas dreas, serd necesedrio pessoal habilitado que iden © twifique a corrosdo e oriente.a corregSo a seu inicio. 4 (1) - £RBAS CERTAS Chamamos de AREAS CHRTAS, os lo~ vais em que 4 corrosdo ataca com mais freqiiéncia, em todas 4s aer ronaves, tais como: (a) ~ ALOJAMENTO DAS BATERTAS Ocorre a corrosié em virty de ao vazamento do Scido da bateria e dos seus vapores, que. ata- .cam os suportes ds fixac%o, e as chapas das dreas cireunvizinhas. (b) ~ 4REA DE EXAUSTAO DOS MOwO- RES Esta corrosio é decorrénci, a dos gazes de escapamento e vapores proveniéntes dos motores. Estas dreas precisam rece~ ber cuidados fregientes. Tinta para alta temperatu~ va a4 wma proteg¢o satisfatéria. (c) - FOGAO DE BORDO. . Em avides que sio eauipa~ dos com fogSo, ocorre a corres%o devida a fumaga, vapores, sais. condimentss usados no preparo da alimentagZo, bem como os seus de 030 tritos que sic derramados na drea onde esté instalade o fomtlo, Hetes detritos penetran nas fres- tas do assoalho inde por veses afetar estruturas e coberturas. * {a} ~ TOILSTTE E TUBO DE ALIVIO Especial cuidado deve tomar neste local. A corrosSo dessa parte § provocada quase exclusivamente pe le urina. {e) ~ RODAS EB TREM DE FOUSO Os trens de pouso constituem ua das partes que sofrem grandes tensdes cfelicas. Sho também expos~ tos & lama, dgua, sol, cascalho © outros materiais provenientes das pistas, durante a operagSc. Devido formes complicadas, conjun tos, conextes, reentrancias dificil a sua protec&o. Assim espe- B cial cuidado deve ser dados: eae a) - Rodas, principalmente de magnésio, em térno das cabegas dos parafusos, alojemento do anel de travamento do flange,furo da vdlvula, ete. b) + Molas e microswitches. c) = Tubos ¢ mangueiras, sob os 2 néis ¢ fitas de indentificscio. (f) - DIFERENTES METAIS BM CONTATO. cee Pode ocorrer uma corrosio galvani ca nestas partes, principalmente quando hd umidade ou atmosfere, Couros, borrachas, materiais isolantes ou aclsticos podem absor- ver unidade e dar infoio & corros&o. (g) - INTERIOR DA FUSELAGEN . No revestimento inferior desde a zero @ cauda, abaixo do nivel do assoaliio, devido ao act~ Getritos e sujéira de qualquer espdcie @ a presenga de d~ ‘eli penetra, dd-se 0. {nicio ao processe da corroao aque 4 “se acelera rapidamente. (h). CABINE PRESSURIZADA Wos aviSes que possuen caine de~ 031 vido‘a presenga de umidade e 9 no uso de um selante anticorrosive adequade. , (1) - SANQUBS INTHGRATS DE comBUSTTVEL Nos avides gue séo construfdes com es~. ¥ te tipo de tanque,a corrosBo ou contaminago de combust{vel se ad pela presenga da dgua, que se forma nos tanques devido & condensigio, pela ferrugem que é enviada pelas tubulagSes dos tanquea' de armaze- nagem, carros tanques, tambores, pelo pé que se acumule nas. bocas dos tanques e pelos micro-organisms como bactérias e fungos que se desenvolven no combustivel. Como consegiiéncia da corresdo dos tan- ques teremos os filtros, telas e aparelhos de medigdo bloqueadcs, a idm de vazamente do combustivel. ‘ Na insyegSo dos tangues integrais, pre cisanos observart . (a2) - CorrosSo tipo pite (pitting). (ab) ~ Gondigdes do metal sob a camada:. ¢ do material de cobertura que as vezes fica mal aderida ou solta. (ae) - Gondigio do metal sob o'selahte solte. (ad) - Condigdes do metal gob od -resf~ duos sélides ou pastosos. ae (ae) - Areas com corrosto superficial. (j) - PARTES ESTRUTURAIS DE Licas DR aLomt-. IO | Perfis utilizados nas lorgarinas das a” sas © outras partes estruturais feitee. de Ligas de elumfnio traté- sae suscetiveis, coma: Go y tipo esfoliacéio. : veis, termicamente, de alta resisténci! foi visto, de corrosae ‘intergranular guinas doa venti 032 (1) ~ OUPRAS AREAS PREPERENCIAIS Aves, em torno de costura. mas partes sobrepos tas das juntas e dreas onde se eewmlam areia, sujeira, fuligem, ov ainda restos de material de limpeze. Particular atenolo deve ser dado aos locais on de a umidade no evapora com rapidez. Proximidade éos furos doe drenos devido aos produtos que se escoam por eles ou o acilaulo devido ao entupimento deles, 21 - REVESTIMENTO PROTETOR 4 BASH DE PG DE ZINCO Entre as tintas de formulagSo especificamente anti- corrosivas, destacam-se as tintas a base de pd de zinco, chamadas também de cromato de zinco. A caracter{stica principal deste prody *%o 6 0 seu alto teor de zineo metélico em forma de pS mito fino (3-8 microns, 1 mforon 4 igual a 0,001 mm). Geralmente contém 90 a 95% de zinco na pélfoula seca, sendo o resto um vefoulo seleciona- do, de alta resisténcia qufmica e produtos auxiliares que impedem a sedimentag&o, a formacSo de gases secantes, ete. Devido a0 alto teor de sinco na pelfeula seca, estas tintas comportam-se quase como uma camada metdélica sobre = superficie pintada, e muitas ve~ zes a aplicacio delas é definida como uma "zincagem a frio". Real- mente, uma camada desta sobre o ferro dd uma protegdo de mecanismo semelhante ao de uma zincagem produzida por "galvanizagSo" ov gal- Yenoplastia. 0 zinco sendo eletroliticamente,menos nobre que o fer ro, € atacado de preferénoia pelos agentes oxidantes, sactifiecan= don~se em favor do ferro: & o processo de protegho catdédica, Isto é demonstrado de maneira simples e convincente quando wma chapa de @ jumfnio ou ferro pintada com tintas ricas em zinco, rigcada até o metal 6 exposta as intempéries ou as névoas salines de um aparelho SALT-SPRAY. Observa~se que, nos riseos, onde o ferro aparece des~ protegido, n8o hd formagdo de ferrugem. Um outro fenémeno ainda pe de ser observade nesta experiéncia: o zinco oxida~se superficial nenté, formando hidrdxido de zinco e sais bdsicos de zinoo. Estes t@n a qualidade de formar camadas mito densas, estdveis e imper~ medveis, que protegem a superficie inteira, de modo gue a oxidagio 033 do zinco néo presse, Esta qualidade é de méxima importéncia, por que de outra moneira o sinco seria rapidamente’ consumido, nio po= dendo dar proteg&o catéaica ao ferro. As qualidades emmeradas afo. ‘as tintas‘a base de pé de zinco wm ingar de destaque na indfstria. As tintas, ricas om pd dé ginco podem ser encontradas, nas cores, cinza média, fosca, amarela, preta, a~ mile verde, para distinguir diversas camadas, ou por rasées estéta eas. Foden ser usadas como. primers ou como revestimento tnico, sen do no primeiro case possfvel aplicar sobre elas as mais variadas vintas de acabamento. Ede selientar, que para se obter um resultado satisfatdrio com estas tintas, ¢ indispensdvel que a su- perffoie metdlica esteja limpa de produtos de corrosio, restos de tintas velhas, dleos e impurezas, @ — CARACTERESTICA Da TINTA APLICADA Flexibilidade boa Aderénoia boa b - PRIMARIOS OU ACABAMENTOS RECOMANDA DOS Como primer pode receber todas as tintas de acabamento de base sintética e celulose. aa) “¢ = INSTRUGOHS DE APLTCAgHO A tinte deverS ser ben misturada, & aicione 466 se obter a viscosidade dese jada. ae ~ WASH PRIMER O wash primer ¢ um primer reatinto de dois componentes, (resina e catalizador), que por meio ae uma qufmica com o metal, torna a superfioie passiva, formando af uma camada altamente aderente e protetora, ideal para a aplicagdo das camadas posteriores de tinta. Suas principais vantegens so: A. secagem rdpida, superffeic lice a a & O34 que n&o precise ser lixada, aderéncia e dureza superficial aliada a uma permanente elasticidade da pelfoula. O wash primer é uma tinta especial pa- ra ser usada como primeira demio, sobre superffoie metdlica, como: Ferro, alumfinio, zinco, eddmio, estanho, ligas de magnésio, anti- ninio, chapas gelvanizadas, proporcionando une dtima ades%o e pro teg&o contra oxidacHo. Substitui com vantagens a fosfatizagio que necessita um sistema de tanques para ser usada; aldm diste propor ciona melhor adeséo e resisténcia & corros%o e pode ser usado so- bre pegas de qualquer teamanho. © wash primer estd sendo usado, hd mui, tos avios, em quantidades sempre crescentescomo fundo protetor pax vat carrocerias, tratores, indistria automobil{stica, indistria a erondutica, indistria naval, ete. Antes da aplicac&o, a resina deve ser misturada como seu catalizador na proporgiio prevista pelo fabri-~ cente. Procurar se inteirar do boletim téonico fornecido pelo fa~ bricante. A boa adesio do wash primer, sobre qual, quer superffoie, depende muito da preparacHo e Limpeza, devendo es tar isenta de dleo, graxas ou ferrugem (corrosio), Dentro das condigdes normais de uso, os produtos s&o atéxicos. B em caso de contato com a pele, lavar lo- go com dgua. 22 - MANUDRNGAO PREVENTIVA PARA © CONTROLE DA CORROSKO a - GENERALIDADES: Esta seco descreve a manutengSo preventiva necesséria pera diminuir a corrosio em ag vonaves, misseis e equipamento aerondutico terrestre. A manuten- edo preventiva ¢ o método mais eficiente de controlar a corros&o, mesmo o8 problemas mais diffoeis, > - LIMPEZA PERIODICA: A limpeza peri- ddice € necesséria para remover os agentes corrosivos que continu emente esto sendo depositado nas superficies doe metais e para remover gquelquer produto de corrosio que posea acelerar o proces- so de corrosao. 035 = © ~ FATOR GHOGRAFTOO: As aeronaves ope vando & beira mar ou em ilhas e mfisseis expostos e ambientes marf— times, deverdo sofrer uma limpeza minuciosa pelo menos wma vez por semana. Deve-se estudar a necessidade de que seja feito uma lava- gem diariamente. Este mesmo programa poderd ser necessdric para os equipamentos localizades perto de drea densamente industrieis, onde os resfduos desearregados pelas fdbricas de ago, fertilizantes, of mento, papel, ete. contaminam a atmosfera onde esto localizados os equipamentos da Forea Aérea. Os equipementos situados em ambien te semidridos, requerem inspeg&o quanto 4 corrosdo, pelo menos uma vez por ano, 4 - FUNQUES DA MANUTENGAO PREVENTIVAtA manuteng3o preventiva relacionada com o controle de corroso, in- clue as seguintes fungdes especfficas: (1) - Um programa de limpeza ‘ade- quada. (2) - Inspegdc detalhada quanto ‘a eorrosio e falhas dos revestimentos protetores. (3) - Tratamentos de emergéncia da corrosdo, ‘a medida que ela aparece, (4) - Retoques antecipados da pin- tura das dreas denificadas. (5) - Ibrificagdo peridaica, (6) - Uso de revestimento proteto— res suplementares de acordo com as necessidades. (7) ~ Drenagem adequada das cavida, des internas e dreas de reteng&o de umidade, pela conservacio dos oriffcios de escoamentos desobstrufdos. (8) - Drenagem didria dos tanques de combustivel para remogdo de dgua acumulada ¢ outres substinciag estranhas. (9) - Limpeza das superfifcies crt- ticas expostas, tais como as hastes dos émbolos dos cilindros hi~ drdulicos. (10) = ProtegZo do equipamento con- 036 tra a dgua, poeira, ete, durante miu tempo, por meio de capas, edi tieios, ete. (QL) - InspegSo e limpeza imediata quando os tripulantes e passageiros fizerem refeigdes a bordo, pa- ra impedir ataque corrosive recultante de sal, suco de frutas, der ramados etc. InspegSes periddicas e freaiien tes das dreas onde existem esponjas pldsticas ou outro material absorvente, . e - INSPEQAO QUANTO ‘A CORROSXO (1) - GENERALIDADES: Sem uma inepegtio e manutengo feite correta e sietematicamente a corrosiio provocard avarias sérias em qualquer sistema de armamento. Todos os equipa~ mentos devem ser cuidadosamente inspecionados quanto a sinais de corrosdo em cada inspeg&c programada. . Sob extremas condigdes de umida de, temperature e condigées atmosféricas devido & localizag&o geo-~ eréfica, a freqiiéncia das inspegdes de corrosSo pode variar. Os mg terieis que necessitam de tratamento especial para protegé~los con tra a corros&o s&o os mais sujeites aos ataques corrosives e exi- gem inspegdes e manutengfo mais cuidadosos. 23 - PRODUTOS QUIM{COS USADOS NA AVIAGHO, PARA CONTROLE DE CORROSAO SIGLA NOMENCLATURA APLICABILIDADE PO 259) Desengraxante ‘ RemogSo de graxe, dleo, pide asfalto FO 300B Desengraxente Remoc&o de dleos & graxas pesa das W-468 Desengraxente Remog&o de graxa, dleo e conta minadores PO 268 Descarbonizante Remoge carbono, reginas, dleo ¢ outros P 1075 Removedor tintas Desearbonizar e remover tintas.’ por imers&o G0 297) xvritnantador Abrithantador pare": Tunfnio wor de ao 037 FO 272 B i (Fo 368 > 68 BS AL 469 MP DECA- PANTE >HOS—" 4 a “peza__ WASH Q A 333 ALTREX Composto limpesa A'R Shampoo Removedor Removedor epoxi Removedor tintas Enerespador Protetor co¥rosio Protetor corrosio Protetor corrosiio kcido fosférico Decapante corros&o Desencrustante foido fostérico Detergente Turbo Cleaner Sab&o em po Limpeza das superficies de aeronaves Limpeza de superficies de aeronaves Remogdo de_tintas apo~ pastoso Remog&o de tititas 1fqui do imérado Remogio de tintas em 14 gas de magnésic pastoso Enorespador ¢ remogao de tintas, vernizes e lacas pastoso. Protetor contra corro- sAo‘a basé de cera Protegio contra corro= sao-Deslocador de cera Protetor cortra corro: 886 em ligas de alunt. nio e magnésio Remogio de cascio, fer rugen, éleos e corrosao, ligas ferrosas Decapante de corrosie. fosférico para ligas fer roses Decapar desinerustar ago inoxiddvel Remog&o.de corroséo em liges de aluminio Remocho de graxa pesada em pista de conoreto e marcas de pneus Remogdo-de manchas de Tavagem interna de com pressores de turbina Lavagem a vapor 038 BIBLIOGRAFIA ~ CORROSION ~ LL. SEREIR ~ CORROSION HAND BOOK - UHIIG ~ HBTAL PINISHING GUIDE BOOK DIRECTORY ~ 1967 - T.0. 1-1-2 CORROSION CONTROL AND TREATMENT POR: AEROESPACE EQUIPMENT 5 ~ 2.0. 1-1-5 ABRASIVE BLASTING METHOD OF CLEANING AND CORROSION REMOVAL 6 — 8.0. 1-149 AEROSPACE METAIS GENERAL DATA AND USAGE FACTORS 4 7 ~ Oot. FABOO- . : 25 ~ DM 2 TERIA B PRATICA DO CONTROLE DA CoRROSRO CORROSION PROBABILITY IND, AND ENG. CHEM > 9 ~ CORROSKO VICENTE G=NTIL \, 10 - INSTRUQUES SOBRE OPERAgAO, SERVICO, MANUTENGZO DAS. RODAS DE TODOS OS AVIGES 12 - 0.9. FABOO- 25 ~ DM 4 CORROSKO AVIOES 0-47 ¢ 0-117 hw ee o ' 70 54 Powe € FO ob 48 HEROWES, | Ay S04 70.906 O AL Ag , ALAS Monde 463 PHOS 17 Buco CHAPS DE PLLDIO. G06 RL EST RU FGRA HE ACO: Miobe EhIg ELTA § CRE PIE UEO DIAS AUIS passiud @ AGTO (OCA & : Pi ges ob PERAK eee ni NC . {54 J ‘nuh Lon ude ES Avene ¢ ck by PERLE pel ie BUSSES ppuiG CXS BMD? Se Leer D pif hiopenetin 4 js agence ‘baer - entipe pote Gg Arvabeto a 2 Gb “ee ‘is ipo e. PEE LgoKO ou LE WDE KT LI ted oes ) Appa act BP OLD cohette C Get Oe ia pigiias atigunades PER et 4 ipy > bgodas oe proshiagee ye ON? nila. > f CS fT dager fndiode pr mee, fy é ~ Bes . wAmacl Sch cium? | | Ow madd Nota - ID judd ip — we plle gle Clo 5 por ert el esd Gow? Cb pe Cat mpy quligMne 0 poligaite pac Limoho nfyy = paler ll79 chi piri [apO py C4 Qu ninage do mv asm be | yp Osee vO aes pinessas Drees GAELS. inion fe576 ~