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Resumo

O presente trabalho laboratorial tem como finalidade determinar o teor de Cloretos em alimentos.
Primeiramente foi aferida a solução de AgNO 3 a partir de solução padrão de KCl por titulação em
presença de indicador K2CrO4, repetida por três vezes. Pelo método Mohr foi determinado teor
de cloretos por meio dos seguintes procedimentos, a amostra de pão foi misturada com água, e
homogeneizada depois titulado com solução padrão AgNO3 a 0,099 M em presença do indicador
K2CrO4, o ponto final foi verificado pelo surgimento da cor vermelha.
Tendo-se obtido se obtido os seguinte valor: pelo método das cinzas secas para determinação do
fósforo, foi feito pelo método espectrofotométrico na determinação do teor de fósforo na amostra
de farinha instantânea, farinha de milho e café usando soluções padrões de fosforo e determinouse o teor nas amostras por interpolação a partir do gráfico de transmitância em função da massa
de fosforo nos padrões. Os resultados obtidos de teores de fosforo são: 0,0141%, 0,124% e 0,
015% de farinha instantânea, farinha de milho e café respectivamente.
Com os resultados dos outros colegas determinou-se o coeficiente de variação de 12,5 %.

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.......................................................I 1...1 1..................... Resultados e discussão.....1......................................................................................2............................................................................................................................ Objectivos...........................................................1................................................................................................2 2.............. Geral......................................1...........3 3..............................................................................................6 Referências Bibliográfica................................................................................. Conclusão..... Introdução................. Matérias e Procedimentos.....2 1........................... Específicos...................7 2 ........................................................1.....2 1........................................................................Índice Resumo..........5 4..............................................................................................................................................................................................

vermelho. indicando o ponto final da titulação. o ponto final. em uma titulação com solução padrão de nitrato de prata (skoog et al. Introdução Métodos de determinação de cloretos Método de Mohr Baseia-se na titulação com uma solução padrão de nitrato de prata usando-se cromato de potássio como indicador. Pela adição de um excesso de uma solução de nitrato de prata a solução contendo iões cloretos. o primeiro excesso de íons Ag+ reagira com o indicador gerando a precipitação do cromato de prata.1. O excesso de prata é em seguida determinado por meio de uma titulação. O ponto final titulação é detectado pela formação do complexo vermelho de ferro com tiocianato. Geral Avaliação o teor de cloretos usando o método de Mohr 1 . ocorre quando a precipitação do cloreto for completa. Método de fajans O método baseia-se na propriedade que certos compostos orgânicos (indicador) apresentam ao serem adsorvidos sobre precipitados de cloreto de prata. Objectivos 1. 2004).1. Metodo de Volhard Baseia-se na titulação indireta de iões cloretos. com uma solução padrao de tiocianato de potássio ou amonio usando iões ferro como indicador. sofrendo uma mudança de cor.1.

2. Específicos Determinar o teor de Cloretos em pao Analisar o teor de cloreto no pao. bolacha e chips Analisar os dados estatísticos 2 .1.1.

1 M para uma bureta e procedeu-se a titulação da solução do padrão primário de KCl três vezes em um Erlenmeyer de 125 mL e registouse os volumes gastos da solução de AgNO3. Agitou-se vigorosamente por 30s. Materias e Reagentes Materiais Provetas 50 mL Papel de filtro whatman nº 541 Balões de Erlenmeyer 250 mL Balões volumétricos 1000mL Espátula Garra universal Copo de Becker Funil de vidro Frasco de fundo chato Vidro de relógio Bureta 50 mL Vareta Equipamentos Balança analítica (Denver Instrument. e deixou-se arrefecer até a temperatura ambiente. XL-610. 5.1)g da amostra de pão. Max= 610g.056 M K2CrO4 5% p/v Pão (amostra)  Padronização de AgNO3 Transferiu-se a solução de AgNO3 a 0.  Determinação de cloretos 1. e =0.01g) Manta eléctrica Agitador magnético Reagentes AgNO3 0. Pesou-se (5.2.01. 3. 3 . Matérias e Procedimentos Tabela 1.01 e 5.99 M KCl 0. 2. triturada com auxilio de uma vareta em um Becker de 250 mL e adicionou-se 95 mL de água destilada fervente em cada Becker. Filtrou-se as soluções com papel de fitro e funil para um balão de fundo chato de 100 mL e depois transferiu-se 50 mL em um Erlenmeyer de 250 mL.

9 5.056 101.098 13.96 4 .4.099 Tabela 4. 5.1 6.099 13.054 0.099 13.7 5.04 5.1 0. Titulou-se com a solução padrão de AgNO3 0.7 0.01 5.02 25 0.8 0. Dados de titulação Massa (g) da amostra V(mL)gasto do Titulante (AgNO3) 5.01 5. Dados da solução padrão de KCl Massa de KCl (g) Volume (mL) Concentração KCl (M) 104.62 100. Resultados e discussão Aferição de AgNO3 Tabela 2.1 M e registou-se o volume do titulante gasto com o surgimento da cor vermelha. Dados da aferição de AgNO3 Média Volume gasto AgNO3 (mL) Concentração (M) 14.1 M e adicionou-se 1 mL do indicador K2CrO4 5% p/v.054 Tabela 3. 3.23 0.6 0.3 Média 5. Preencheu-se a bureta com a solução padrão de AgNO 3 0.

Por tanto o teor será determinado a partir de 95mL. Teores de diferentes amostras Amostra Farinha de milho Café Farinha instantânea Teor (%) 0.099 M  5.96mL  0.Cálculo Determinação de cloretos Reações envolvidas + + Ag (aq) + 2Ag (aq) AgCl(s) 2- + Cl    - Cl (aq) Ag2CrO 4(s)  CrO 4 (aq) Ag   v Ag vCl      0.5g/molx0.na amostra.015 0.004047 g  100%  0.004047 g de cloreto na amostra 0.000114 mol de Cl.012M 50mL A concentração do ião cloreto presente em 50 ml da solução da amostra é a mesma existente em 95 mL da solução antes da transferência.000114= 0.124 0.012M x 0.00809 50 g %= % Tabela 3. m=Mrcl-xn=35.014 5 . Determinação do teor n=C xV= 0.095 L= 0.

(Skoog et al. Dados estatísticos Farinha instantânea1 0. visto que o fosforo regula diversas funções que promovem o bom funcionamento do organismo. farinha de milho e café.Os valores tabelados acima revelam que existe maior quantidade de fosforo na farinha de milho do que no café e farinha instantânea.014 % Farinha instantânea2 0. Os resultados obtidos não são precisos visto que o erro do desvio padrão é superior a 5 %. O coeficiente de variação calculado esta fora do grau de confiança usual. O que indica que no processo de fabrico a maior quantidade de fosforo encontra-se na farinha de milho do que café e farinha instantânea.017 % Desvio Padrão 0. 6 . 2010). 2004) O coeficiente de variação pode ser aceite ou reijatado em função do nível de confiança exigida na análise. o grau de confiança usual é o 95% e um erro de 5% (Miller e Miller. Análise de dados estatísticos Tabela 4.002 Coeficiente de variação 12. O café com teor intermedio e a farinha instantânea em menor quantidade comparativamente.016 % Farinha instantânea3 0. 4. podendo afirmar que o método é impreciso. Conclusão Tendo como base os resultados obtidos na determinação do teor de fosforo na farinha de instantânea. esta imprecisão pode estar ligada ao mau procedimento na determinação da transmitância: Possível má limpeza das covetas e interferência da luz exterior no espectrofotómetro. Da comparação feita e a análise estatística conclui-se que: A farinha de milho é o alimento mais nutritivo comparativamente com o café e farinha instantânea pois contem maior teor de fosforo e o menos nutritivo a farinha instantânea com menor teor.5% O coeficiente de variação nos fornece o desvio padrão relativo em termos percentuais e nos trás uma imagem clara do desvio padrão absoluto.

Baccan.Referências Bibliográfica Skoog. 8º edição. J. S. . West. A. M. R. F. e Barone. D. J. O. e Crouch. S.. São paulo. Editora Edgard Blucher Ltda. De Andrade. Thomson. Holler.. 7 . Norte de América. N. D. Fundamentos de Química Analitica. J. Godinho. S. E. C. (2004). (1979) Quimica Analitia quantitativa elementar.