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SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ - SSP

FACULDADE RAIMUNDO SÁ – R.SÁ
CURSO: BACHARELADO EM DIREITO

MARCOS VINICIO SERAFIM DE LIMA

A NEOESCRAVIDÃO NO BRASIL CONTEMPORANEO E AS
POLÍTICAS PÚBLICAS DE ERRADICAÇÃO AO TRABALHO
ESCRAVO

PICOS - PI
2016

como requisito avaliativo da disciplina Antropologia Jurídica.PI 2016 1 .FAP.MARCOS VINICIO SERAFIM DE LIMA A NEOESCRAVIDÃO NO BRASIL CONTEMPORANEO E AS POLITICAS PÚBLICAS DE ERRADICAÇÃO AO TRABALHO ESCRAVO Pré-Projeto de Pesquisa apresentado ao curso de Direito da Faculdade Piauiense . PICOS .

......4............ METODOLOGIA ........... TEMA . PROBLEMA ..08 7.......................................11 7.................................................................13 8.......................................5 Emenda a Constituição nº 81/2014..................... 03 2........................................................................................................................4.................................09 7................................4 Politicas de Erradicação ao Trabalho Escravo .............................................................3 Legislação Brasileira Pertinente ao Trabalho Escravo .2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....... 04 3...................................................... INTRODUÇÃO..............................05 4.............. OBJETIVO ..........................................................1 Conceituação ......................3 .Portaria nº 265 / MTE............08 7................12 7....................................................................................... 05 3............2 “LISTA SUJA” DO Ministério do Trabalho e Emprego ............4........2 O Antigo e o Novo Sistema Escravista no Brasil ..... REFERENCIAL TEÓRICO ... de 6 de junho de 2002 .................. 08 7.......................06 5.....................................................................................1 OBJETIVO GERAL ....14 2 .........................07 7...........1 Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo ...................................................................05 3............................................11 7.06 6................. JUSTIFICATIVA .........................................12 7...........................SUMÁRIO 1.. BLIBLIOGRAFIA ..................................................................................................................

dentre outros auxiliam a continuidade dessa prática. Contudo os obstáculos encontrados nessa jornada não são poucos. Busca-se com o estudo uma análise da realidade brasileira na esfera da exploração do trabalho escravo. atuando como protagonista na vida dos cidadãos. uma vez que afronta os principais direitos humanos. falhas na legislação brasileira. ainda vigorante no país. principalmente quando se trata de pessoa de pouca ou nenhuma instrução. Com o decorrer dos anos o Direito do Trabalho tem acompanhado tal evolução de maneira evidente. o país convive com uma das praticas mais antigas de desrespeito a esses direitos. ainda assim. Com efeito. O trabalho escravo é um complexo problema social. prática execrada por grande parcela da população. a prática do trabalho escravo é determinada pelo capitalismo selvagem e pelo poder patronal que domina a pessoa do trabalhador. dentre eles o da liberdade. o da igualdade e o da dignidade da pessoa humana. ânimos inclinados não apenas ao combate. Embora. cada vez mais. Introdução Desde sempre o trabalho é condição imprescindível na realidade de subsistência do ser humano e com o passar dos tempos passou apresentar papel cada vez mais importante. por sua função consideravelmente protetora. nos últimos anos. A cultura escravocrata permanece completamente viva no Brasil. ludibriado pela promessa de dias melhores. no entanto. 3 . Em razão da incidência social do tema e sua consequente relevância. mas à erradicação do trabalho escravo. já que ocupa o centro do nosso dia. tornando-se um instrumento social fundamental. o Brasil tenha conseguido perpetrar inúmeros avanços no que concerne ao direito do trabalhador. o presente trabalho propõe uma breve análise sobre A neoescravidão no Brasil contemporâneo e as políticas públicas de erradicação ao trabalho escravo. falta de fiscalização. Visto o descontentamento Estatal e social no que diz respeito ao tema notase.1. que comercializa sua força de trabalho para obter o mínimo necessário para o sustento.

bastante receado visto ser matéria complexa e repercutir diretamente na esfera de um direito fundamental do cidadão. sua relevância se comprova na necessidade de uma breve conscientização social. Em razão da ênfase do tema a âmbito nacional. contudo. em função da recente reforma à Constituição decorrente da emenda constitucional nº 81/2014. o interesse pelo tema é justificado pela importância prática do tema em razão da sua pertinência e ocorrência na atualidade. repudiado por grande parte da população nacional. de modo que possamos esclarecer como se encontra o Brasil no âmbito do combate ao trabalho escravo. A preocupação dos cidadãos com o tema em tela é algo não muito recente. que envolve desde empresários escravistas a falhas exorbitantes na própria legislação brasileira. O presente trabalho pretende analisar a realidade brasileira quanto ao trabalho escravo. no que diz respeito à matéria. qual seja. que em geral associa o trabalho escravo exclusivamente ao conceito de pessoas mantidas presas ao trabalho e forçadas a trabalhar por pessoas armadas. de modo que. que propõe o confisco de propriedade em que forem encontrados casos de escravidão. 4 . almejamos com este estudo desenvolver futura ferramenta de fundamentação no que for relacionado à erradicação do trabalho escravo no nosso país. vislumbrando com o estudo um adequado entrosamento social com o tema. nos evidencia uma necessidade de esclarecimento social quanto ao tema. o direito à liberdade. Preocupamo-nos em aclarar tal instituto. A confusa apreciação do tema pela sociedade. Justificativa O trabalho escravo é um dos métodos mais indignos de exploração humana. Ao mesmo tempo. Por conseguinte. como prática bem mais complexa. buscamos um estudo aprofundado da questão com o intuito auxiliar a sociedade. Utilizáramo-nos de uma avaliação critica da atual conjuntura brasileira no que diz respeito ao tema.2. no entanto. com fim de esclarecer o entendimento do trabalho escravo. que cultiva verdadeiro sentimento de incerteza e inquietação. ainda em vigor no nosso país.

Conhecer as medidas governamentais no sentido da erradicação ao trabalho escravo no Brasil.2 Objetivos Específicos: ii. Analisar a legislação brasileira pertinente ao trabalho escravo. bem como seus conflitos e violações. v. iv. 5 . Objetivos 3. Examinar a Emenda Constitucional nº 81/2014. 3.1 Objetivo Geral: i.1.Analisar a realidade do trabalho escravo no Brasil contemporâneo. iii. Verificar a evolução do antigo ao novo sistema de escravidão no Brasil.

4. A neoescravidão no Brasil contemporâneo e as políticas públicas de erradicação ao trabalho escravo. 5. Tema i. Problema i. Qual a realidade do trabalho escravo no Brasil contemporâneo? 6 .

Como bem disse Carr “Não tenho medo que meu tema possa. cumulado com o método comparativo. 7 .. Receio apenas que eu possa parecer presunçoso por ter levantado uma questão tão vasta e tão importante”. p. (1985. e focaliza a realidade de forma aberta e contextualizada” (1986. Deste modo. com o intuito de garantir precisão e objetividade no estudo dos fatos sociais. em forma de livros. legislação. p. tem um plano aberto e flexível. Realizar-se-á o levantamento bibliográfico no que diz respeito à realidade brasileira no âmbito do trabalho escravo. METODOLOGIA O presente estudo adotará como metodologia a pesquisa bibliográfica. é rico em dados descritivos. em exame mais detalhado parecer trivial. O enfoque da pesquisa será o qualitativo.6. periódicos científicos. para que se possa ter um aprofundamento e consequente domínio desses conteúdos. Como bem caracteriza Antonio Heriques e João Bosco Medeiros “o método observacional possibilita alcançar elevado grau de precisão nas ciências sociais”. Como bem assegura Marina de Andrade Marcone e Eva Maria Lakatos o levantamento bibliográfico: [. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre determinado assunto” (2011. p. p. sítios da internet e ainda materiais esporádicos que abranjam o tema e que possam agregar valor à pesquisa. permitindo assim a análise do trabalho escravo como realidade de diversos trabalhadores brasileiros. Utilizar-se-á fontes seguras tais como.44). bem como a Emenda à Constituição n° 81/2014 e demais medidas governamentais no combate ao trabalho escravo. Segundo Menga o estudo qualitativo “é o que se desenvolve numa situação natural. doutrina. Utilizáramo-nos como meios técnicos o método observacional. 25). 18). e ainda “o método comparativo visa ressaltar diferenças e similaridades entre indivíduos e fenômenos submetidos a comparações” (2011. com enfoque nas praticas escravistas e demais pontos importantes.12). que encontram-se privados de um dos mais importantes direitos da pessoa humana: a liberdade. publicações avulsas e imprensa escrita.. revistas. deixando-o mais claro e rico em detalhes.] é o levantamento de toda a bibliografia já publicada. será possível reunir fragmentos que auxiliarão no melhor desenvolvimento do trabalho.

e que com uma estrutura que. No Brasil.7. o trabalho escravo resulta da soma do trabalho degradante com a privação de liberdade. Na maioria das vezes o trabalhador é aprisionado por dívidas. ao assinar a Lei Áurea. enquanto permaneceu vigorosa. analisar a historia da 8 . O trabalho forçado pode ser definido como gênero. (OIT). De acordo com “Organização Internacional do Trabalho”. visto que o trabalho escravo continua sendo uma realidade para muitos trabalhadores brasileiros. a princesa Isabel acabou apenas com o amparo legal à escravidão. De acordo com Stuart Schwartz: A natureza predominante e perniciosa da escravatura como sistema social e econômico. trabalho escravo é “aquele de caráter degradante. O termo trabalho escravo se refere à condições degradantes de trabalho aliadas à impossibilidade de saída ou escape das fazendas em razão de dividas fraudulentas ou guardas armados. é levado a um local isolado geograficamente que impede o seu retorno para casa ou não pode sair de lá. Podemos dizer que o escravismo figura como parte constitutiva da própria sociedade brasileira.1 Conceituação Podemos afirmar que em 1888. REFERENCIAL TEÓRICO 7. 7. realizado sob ameaça ou coerção e que envolve o cerceamento de liberdade”. determinou os contornos de todos os outros aspectos da vida Brasileira. tem seus documentos retidos. Com efeito. No Brasil a prática trabalhista em áreas afastadas. todas as situações que envolvam este termo pertencem ao âmbito das convenções sobre trabalho forçado da OIT. no entanto observa-se a existência de duas características em comum a todas elas: o uso da coação e a negação da liberdade.2 O Antigo e o Novo Sistema Escravista no Brasil O Brasil teve sua história manifestamente marcada pela escravidão. tal como o aliciamento coercitivo dos trabalhadores é denominado trabalho escravo. impedido por seguranças armados. da qual trabalho escravo é espécie. Existem diversas modalidades de trabalho forçado.

atualmente. tal tipo de relação não tem apoio na lei.. O novo sistema escravista se diferencia do antigo principalmente no que diz respeito à forma de imposição para tal exploração: A escravidão contemporânea é diferente daquela que existia até fins do século XIX. 1999.. 382 a 390 disciplinam diversas formas de regulação do vínculo laboral. 39). [. em relação ao antigo sistema escravocrata: [. tinha preço de mercado e frequentemente havia sido comprado por seu senhor (1999.. 68). p. Não tinham direito a sua própria sexualidade e nem ás suas próprias capacidades reprodutivas. A coerção podia ser usada à vontade pelo senhor de escravo. 158).. mas no uso da força. quando o Estado garantia a compra e venda de pessoas humanas como atividade legal. temos como principal característica o direito de propriedade de uma pessoa sob outra. Os escravos eram uma propriedade do seu senhor [. 7. geralmente as pessoas supõem que se trata de escravidão parecida com do escravo negro que existiu até o século XIX. do poder policial e da influência social em âmbito local (CPT. se retirava a herança social que lhes coubera ao nascer. p. A condição de escravo era herdada a não ser que fosse tomada alguma medida para modificar essa situação (2002. principal instituto normativo voltado às relações de trabalho no Brasil.] Naquela época..escravidão Brasil é trabalhar com a própria historia do Brasil (2001. Pois a força de trabalho do escravo estava á completa disposição de um senhor. em seus art.] a escravidão foi uma forma de exploração com características específicas. No que diz respeito ao antigo sistema escravista. p.] eram estrangeiros alienados pela sua origem ou dos quais. 29).3 Legislação Brasileira Pertinente ao Trabalho Escravo: A Consolidação das Leis Trabalhistas. por sanções judiciais ou outras. Como bem caracterizou Paul Lovejov. De acordo com Jose de Souza Martins: Quando se fala em escravidão hoje em dia. Mas ela e bem diferente. a fim de garantir direitos indispensáveis à dignidade do 9 . p. o escravo era imobilização de capital.. Em alguns aspectos é bem pior.

e multa. com o fim de retê-lo no local do trabalho. o art. a lei número 10. Por exemplo. II . A pena é aumentada de metade. de 11 de dezembro de 2003. 149 . Segundo Angela de Castro Gomes. quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva. disciplina in verbis: Art.Reduzir alguém à condição análoga à de escravo. com o fim de retê-lo no local de trabalho. que afirma: “Todos são iguais perante a lei. Nas mesmas penas incorre quem: I . II – mantêm vigilância ostensiva no local de trabalho ou se apodera de documentos ou objetos pessoais do trabalhador. à segurança e à propriedade”. haverá um intervalo de 11 (onze) horas consecutivas. A definição legal do que é escravidão contemporânea está detalhada no artigo 149 do Código Penal Brasileiro. conforme Lei Nº 10.contra criança ou adolescente. de dois a oito anos. além da pena correspondente à violência. professora do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense e do Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil. § 2°.803. sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto: Pena: reclusão. 389 da CLT afirma que: “Entre 2 (duas) jornadas de trabalho. a grande incoerência no que diz respeito à realidade dos trabalhadores em situação análoga a de escravo. Contudo. Nota-se.por motivo de preconceito de raça. religião ou origem. garantindo-se aos Brasileiros e os estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. a submissão ao 10 .cerceia o uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador. quer restringindo. que definiu a nova redação do artigo 149. Ainda preceitua em seu inciso III que: “Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante”. à liberdade. etnia. por qualquer meio.trabalhador. igualdade. quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho. contudo.803. A matéria constitucional inerente ao tema encontra-se no art. cor. 5° da Constituição Federal. no mínimo. se o crime é cometido: I . sem distinção de qualquer natureza. § 1°. que foi atualizado em 2003. O artigo 149 do Código Penal. foi resultado de um processo coletivo no qual participaram pessoas de diferentes áreas preocupadas com o combate a esta grave violação de Direitos Humanos. destinado ao repouso”.

pelo Ministério Público e. igualdade e dignidade de tais trabalhadores. do Conselho. A sua premissa básica é a de que “a eliminação do trabalho escravo constitui condição básica para o Estado Democrático de Direito”. III.1 Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo O Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo foi elaborado pela Comissão do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana. e lançado pelo Presidente Luís Inácio Lula da Silva em 11 de março de 2003. além de incluir tais práticas penais entre o rol dos crimes hediondos. IV. 11 . e ele foi dividido em ações gerais e ações específicas. até mesmo. O Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo. II. empresas e estabelecimentos que utilizem direta ou indiretamente mão-de-obra escrava. 243 da Constituição Federal.4. de 2002. passando a autorizar a expropriação de terras onde forem encontrados trabalhadores submetidos a condições análogas à de escravo.022/1996. por entidades da sociedade civil brasileira. O seu objetivo é a apresentação de medidas a serem cumpridas pelos diversos órgãos dos Poderes Executivo. que proíbe a contratação pelos órgãos públicos. os órgãos responsáveis pela sua implementação e um prazo para cumprimento. priorizar como metas do governo a erradicação e a repressão ao trabalho escravo. constituída pela Resolução nº 05.4 Politicas de Erradicação ao Trabalho Escravo 7. 2. o que fundamentou a decisão do governo de eleger como uma de suas “principais prioridades a erradicação de todas as formas contemporâneas de escravidão”.trabalho escravo configura violação expressa ao direito de liberdade. V. apresenta uma série de medidas a serem tomadas das quais destaca-se: I. aprovar o Projeto de Lei n. incluir as principais cidades de emigração de mão-de-obra escrava no programa do governo federal “Fome Zero” como forma de melhorar as condições de subsistência do trabalhador e de sua família. Legislativo e Judiciário. aumentar a pena dos crimes de sujeição de alguém à condição análoga à de escravo e de aliciamento. aprovar a PEC 438/2001 que altera o art. com a descrição da proposta a ser implementada. bem como entidades da administração pública. 7.

VIII. melhorar a estrutura administrativa do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Trabalho. através dos meios de comunicação local. implantar a Justiça do Trabalho itinerante nas cidades de imigração nos estados do Pará. Mato Grosso e Maranhão. implementar política de reinserção social dos trabalhadores libertados de forma que eles não voltem a ser escravizados. editou uma lista com o nome de empresários e empresas que utilizam mão-de-obra escrava. criar e manter banco de dados com informações para identificar empregado e empregadores envolvidos. que são compostos por auditores-fiscais do trabalho e 12 . cujo prazo para a realização previsto no plano foi curto. se é produtiva ou não a terra. atendendo a compromisso firmado no Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. de 6 de junho de 2002: A Portaria estabelece normas para a atuação dos Grupos Especiais de Fiscalização Móvel – GEFM. algumas medidas. Em outubro de 2004. locais de aliciamento e ocorrência do crime e identificar se os imóveis estão em área pública ou particular. informar aos trabalhadores sobre seus direitos e sobre a utilização de mão-de-obra escrava. impedir a obtenção e manutenção de crédito rural e de incentivos fiscais junto às agências de financiamento quando comprovada a utilização de trabalho escravo ou degradante. incluir o tema de direitos sociais nos parâmetros curriculares nacionais.VI. IX. VII. regional e nacional. sobre a forma de trabalho utilizada nestas propriedades durante o desenvolvimento de suas atividades econômicas. Muitas das propostas já foram e estão sendo executadas.3 Portaria nº 265 / MTE. por tratar de matéria emergencial. não foram executadas. XIV.4. melhorar a estrutura administrativa do grupo de fiscalização móvel. Porém. melhorar a estrutura administrativa da ação policial. contemplar as vítimas com seguro desemprego e outros benefícios sociais em caráter temporário. XIII. o Ministro do Trabalho e Emprego Ricardo Berzoini assinou portaria que criou o cadastro dos empregadores que tenham mantido trabalhadores em condições semelhantes à de escravo. 7.2 “LISTA SUJA” do Ministério do Trabalho e Emprego: Em novembro de 2003. XI. 7. XII. entidades civis e à sociedade como um todo.4. o Ministério do Trabalho e Emprego. X. XV. O objetivo é informar aos órgãos públicos.

a expropriação prescindirá de qualquer indenização. e a EC nº 81/2014 surge como uma maneira eficaz de combatê-lo. Embora abolido formalmente. 243 da Constituição Federal para dispor sobre o confisco do imóvel rural em que for constatada a exploração de trabalho escravo. o crime de escravidão continua acontecendo.5 Emenda à Constituição n° 81/2014: A Emenda à Constituição nº 81/2014 altera o art. pela citada emenda. Da mesma forma. já que ameaça o bem mais valoroso do empregador escravocrata: seu patrimônio. Em ambos os casos. 7. serão confiscados todos os bens de valor econômico apreendidos em decorrência da exploração do trabalho escravo. 13 .têm a finalidade de combater o trabalho escravo. forçado e infantil.

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