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Sumário
1. Introdução

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2. Objetivo 2
3. Fundamentação Teórica

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3.1. Significado de flexão

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4. Material, equipamento e método 4
4.1. Material

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4.2. Equipamento
4.3. Método

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5. Avaliação dos resultados
6. Conclusão

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7. Pós-textuais

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8. Referências Bibliográficas 7
9. Anexo

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Fundamentação teórica 3. De repente. completamente relaxado. as flexas medidas são muito pequenas. como o ferro fundido. os resultados obtidos apresentam grande dispersão. alguns aços. um dos fatores que contribuem para a beleza do salto é a capacidade da prancha do trampolim de suportar o esforço aplicado. nomeadamente o módulo de elasticidade à flexão. utilizamos a carga que provoca a fratura do corpo de prova. para determinar a tensão de flexão. Nos materiais frágeis. as duas apoiadas. pensamos no que aconteceria se a prancha do trampolim se dobrasse em vez de voltar à sua forma original. segundo procedimentos padronizados. A flexão de uma barra pode ser obtida nas seguintes condições:   A barra pode ter suas duas extremidades engastadas. estruturas de concreto e outros materiais que em seu uso são submetidos a situações onde o principal esforço é o de flexão. Sem dúvida. Significado de flexão Flexão é a solicitação que tende a modificar a direção do eixo geométrico de uma peça. apenas observando o movimento. para materiais muito frágeis. para além de permitir avaliar outras propriedades mecânicas. numa bela tarde ensolarado. Conseqüentemente. Se prestar-mos atenção. Imagine-se sentado à beira de uma piscina. tem tanto mais aplicação quanto mais dura for o material. Agora.1. .2 1. O ensaio de flexão foi adotado com o objetivo de ser utilizado em materiais frágeis para determinar a tensão e flecha de ruptura. 2. No entanto. de modo que nestes casos devem realizar-se sempre vários ensaios para estabelecer um valor médio. vamos observar que a prancha se deforma sob o peso do atleta e depois volta à sua forma original. Introdução O ensaio de flexão é realizado em materiais frágeis e em materiais resistentes. Objetivo Conhecer a técnica de realização de ensaios de flexão em 3 pontos. 3. em diversos materiais. Seria catastrófico! Neste caso e em muitos outros. é importante conhecer o comportamento dos materiais frente a esse tipo de esforço. você vê alguém dando um salto do trampolim. A sua grande vantagem é a de permitir utilizar provetes mais fáceis de maquinar que o provete de tração e.

ou seja. altura “a”. equipamento e método. Figura 1 Figura 2: Flexão em uma barra de secção retangular. Os casos mais simples são:   flexão plana circular. onde: é a tensão fletora (tensão normal de compressão ou de tração). Além disso. A tensão fletora é dada pela expressão matemáticaMf c/I. a tensão resultante é zero. e largura “b” da secção normal.3   uma engastada e outra apoiada. a carga defletora pode ser:    concentrada ou distribuída. em balanço. 4. tensão resultante é zero. Por outro lado. Mf é o momento flerto. Material . c é a distância da linha neutra a fibra mais afastada. no meio ou em um ponto qualquer. I é o momento de inércia da secção transversal. a barra pode ser vertical ou horizontal. 4. Figura 3: Elemento da barra submetido à flexão. flexão plana normal. Na “linha neutra”. estar aplicada numa das extremidades. Material. mas há um plano em que não há tensão. Este plano geralmente é denominado de linha neutra. e no centro está aplicada uma força cortante “F”. Quando se tem uma barra de secção retangular de comprimento “L”.1. conforme indica a figura 1 abaixo. O sinal positivo e negativo corresponde às tensões de tração e de compressão respectivamente. vista sob um plano. Os elementos internos da barra estarão sujeitos a um sistema de tensões de compressão e tração.

.  Um relógio e um plotter conforme a imagem 6 abaixo (onde são colocados os dados do ensaio). além de medir contínua e simultaneamente a carga instantânea aplicada e os alongamentos resultantes.4 Para a execução deste experimento foi utilizado o seguinte material: corpo-deprova de MPVC NBR 7665/2007 (Imagem 4). A amostra testada é deformada. com dimensões (4x25x50 mm) e forma conforme a norma ASTM D 790. essas características são dependentes do tamanho da amostra. A máquina de ensaio de flexão é projetada para aplicação de uma carga (F) no centro do corpo-de-prova específico (imagem 8) a uma taxa constante. sendo geralmente fraturada conforme a imagem 9. O resultado é registrado em um registrador gráfico na forma de carga em função do alongamento. Imagem 5 Imagem 6 4. .Capacidade de carga .2.5 KN.3. o corpo-de-prova deve ser colocado sobre o suporte de apoio com distância de 25 mm das suas extremidades de acordo com a imagem 7. Imagem 4: tubo PVC de esgoto 4.Modelo DL 500 . Método O método de ensaio segundo a teoria. Equipamento  Máquina EMIC Universal (imagem 5).

90 170.40  Deflexão (Y x 10-2) (mm) 3.3 3513. Avaliação dos resultados     Material: PVC NBR 7665/2007 Largura (b): 25 L0 Altura (h): 4 Área de secção (S) Comprimento 50 mm 100 mm² mm mm (Lo): 50 mm Tabela de Medidas Experimentais do Gráfico Tempo (s) 1.4 3582. Assim: A = 55. .6 Força (X x 10-2) (N) 17.4 Alongamento Total A = L – Lo Lo Onde: A: Alongamento percentual.5 Imagem 7 Imagem 8 Imagem 9 5.36% 50  Limite de Resistência Mecânica: Corresponde a tensão referente ao ponto máximo da curva obtida.40 168.2 4460.5 537.8 526. Qr: Carga máxima suportada pelo corpo. σr = Qr / S Onde: σr: Limite de resistência.6 3668.1500 161.68 – 50 x 100 = 11. L: Comprimento final do corpo de prova.1 567. Lo: Comprimento inicial do corpo de prova.6 566.90 169.

4 N x mm-2  Módulo de elasticidade: E = (ΔF x Lo³)/4 x b x h x ΔV ΔF: Variação da força aplicada ΔV: Variação da deflexão E = [(3513.526. Conclusão . 6.915 N/mm²  Módulo de ruptura: Mr = (3 x Fmax x Lo)/ 2 x b x h2 Mr = (3x 391. do qual se pode obter o módulo elástico ao se calcular o coeficiente angular.5 / 100 = 3.5 x 10² / 16400 x 10-² E = -1181.6) x 10-² E = -155 x 10-² x 1250 x 10² / 400 x 41 x 10-² E = -1937.m  Módulo de tenacidade: Utf = (2 x Fmax x h/2) / 3 x S x Lo Utf = [2 x 391.5 x 50)/ 2 x 25 x 42 Mr = 58725 / 800 Mr = 73.4 N/m A medida da deflexão em relação à força (F) permite traçar uma curva tensão x deformação (em anexo).4) x 10-² x (50)³]/4 x 25 x 4 x (567.5 x 4/2] / 3 x 100 x 50 Utf = 1566 / 15000 Utf = 104.6 .4 N.6 So: Área inicial do corpo de prova.4 . Assim: σr = 391.3668.

Anexo . DOS SANTOS. pois existem cálculos detalhados. pois. Apesar de ser um ensaio simples exige bastante atenção durante o processo. 9. GARCIA. Sei da tua importância e dedico também a ti este momento".Standard Test Methods for Flexural Properties of Unreinforced and Reinforced Plastics and Electrical Insulating Materials. 2000. A. a força do ensaio aplicada no centro conduz a valores de resistência à flexão mais elevada. TELECURSO 2000 – Apostila Ensaio de Impacto. Referências Bibliográficas ASTM Standard D 790 . SPIM. 7. Os resultados dos ensaios de flexão são afetados.. Ensaios de Materiais. e possui uma margem de erro não muito confiável. o comprimento do vão entre apoios e as dimensões da secção transversal do provete. por diversos fatores como o tipo e velocidade de aplicação da força de ensaio. LTC. A. Por exemplo. C.7 Esse ensaio é muito importante nas industrias. 8. mas os que estão por trás dela nem sempre recebem mérito justo. ao analisa-lo obtivemos inúmeras soluções com relação ao módulo de elasticidade. J. Ed. é ideal para que tenhamos uma boa técnica para medirmos a resistência dos materiais.. Pós-textuais “São muitos os responsáveis por nossa vitória. Rio de Janeiro. sobretudo em materiais frágeis. A.

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